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Max Suel

Expedicion a Tierra Del Fuego – Ushuaia de Carro 2018

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Totalmente fora de época,a região praticamente fecha após a semana santa.Torça para que a neve não chegue cedo neste ano.

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5 horas atrás, D FABIANO disse:

Totalmente fora de época,a região praticamente fecha após a semana santa.Torça para que a neve não chegue cedo neste ano.

Muito Obrigado D Fabiano!

Já estava prevendo deparar com alguns pontos turísticos, comércios... fechados após a semana santa. Meu objetivo e fugir das épocas de temporada...  

Mais com relação a neve não estava prevendo! No mês de Abril sabe me informar as condições climáticas das regiões?

Ate então que li “começa a fazer mais frio por causa do período de transição do verão para o inverno ”, “Os ventos não são tão intensos”, “Período de poucas chuvas”.

Abraço!

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Essas mudanças ocorrem antes,final de março.Aproveitei e fui nessa época,porém vivia em Chile,ouvia falar que o inverno começava em abril. Tem ano que atrasa,outro adianta,não se sabe,é contar com a boa sorte.

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Em 30/01/2018 em 02:47, D FABIANO disse:

Essas mudanças ocorrem antes,final de março.Aproveitei e fui nessa época,porém vivia em Chile,ouvia falar que o inverno começava em abril. Tem ano que atrasa,outro adianta,não se sabe,é contar com a boa sorte.

Muito obrigado pelas dicas D Fabiano!

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Em 29/01/2018 em 09:43, Max Suel disse:

Muito Obrigado D Fabiano!

Já estava prevendo deparar com alguns pontos turísticos, comércios... fechados após a semana santa. Meu objetivo e fugir das épocas de temporada...  

Mais com relação a neve não estava prevendo! No mês de Abril sabe me informar as condições climáticas das regiões?

Ate então que li “começa a fazer mais frio por causa do período de transição do verão para o inverno ”, “Os ventos não são tão intensos”, “Período de poucas chuvas”.

Abraço!

Max Suel

Eu discordo da opinião do Fabiano ( não é a primeira vez:-D, nada pessoal Fabiano)

Por 3 anos analisei a neve da cordilheira, para escolher a melhor época de prestigiar este evento da natureza. E constatei que a neve começa a acumular somente a partir de junho.

Esse link pode ajudar a comprovar isso: https://www.onthesnow.com.br/argentina/chapelco/historicoprecipitacoes.html?&y=2016

Claro que a possibilidade de nevar sempre existe, até no verão pode nevar na terra do fogo. Mas provavelmente será pouco quantidade e com derretimento rápido, já que não tem temperatura para mante-lá. https://www.accuweather.com/pt/ar/ushuaia/6462/may-weather/6462?monyr=5/1/2017

jà fiz essa viagem na primavera, e pretendia sair agora em maio para, justamente, pegar o outono. A vegetação fica incrivel http://www.viramundoemundovirado.com.br/villa-la-angostura-capital-argentina-do-outono/

Por motivos alheios a minha vontade vai ter que ficar para 2019.

 

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Em 02/02/2018 em 10:37, geovanih disse:

Max Suel

Eu discordo da opinião do Fabiano ( não é a primeira vez:-D, nada pessoal Fabiano)

Por 3 anos analisei a neve da cordilheira, para escolher a melhor época de prestigiar este evento da natureza. E constatei que a neve começa a acumular somente a partir de junho.

Esse link pode ajudar a comprovar isso: https://www.onthesnow.com.br/argentina/chapelco/historicoprecipitacoes.html?&y=2016

Claro que a possibilidade de nevar sempre existe, até no verão pode nevar na terra do fogo. Mas provavelmente será pouco quantidade e com derretimento rápido, já que não tem temperatura para mante-lá. https://www.accuweather.com/pt/ar/ushuaia/6462/may-weather/6462?monyr=5/1/2017

jà fiz essa viagem na primavera, e pretendia sair agora em maio para, justamente, pegar o outono. A vegetação fica incrivel http://www.viramundoemundovirado.com.br/villa-la-angostura-capital-argentina-do-outono/

Por motivos alheios a minha vontade vai ter que ficar para 2019.

 

Agradeço muito com as informações e os likes compartilhado @geovanih :D 

Outono deve ser incrível mesmo a vegetação!! Que pena que não vai poder realizar a viagem esse ano para prestigiar o outono... Mais 2019 que vem já esta aí!!

Um ótima notícia para todos! O governo chileno esta pavimentando uma parte da estrada de Rípio... até então esta sendo o maior e mais preocupante trecho da viagem:( Estou indo com carro sedan peço a gentileza caso possam me ajudar com dicas dessa parte da viagem da temida estrada de Rípio agradeço!!

Fonte da notícia da pavimentação Tierra del fuego: https://www.infofueguina.com/regionales/2018/1/4/pavimento-chile-llegar-sebastin-26522.html

Abraço!

 

 

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Em 06/02/2018 em 00:02, Max Suel disse:

Um ótima notícia para todos! O governo chileno esta pavimentando uma parte da estrada de Rípio... até então esta sendo o maior e mais preocupante trecho da viagem:( Estou indo com carro sedan peço a gentileza caso possam me ajudar com dicas dessa parte da viagem da temida estrada de Rípio agradeço!!

Max, fui em 2011 com um carro 1.6 basicão. Aquele trecho é sossegado. 

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Buenas

Com que carro tu vai?

Tava olhando teu roteiro, acho lamentavel você não entrar na patagônia chilena, recomendaria ao menos ir conhecer as capilas de marmol. Em um dia de sol é maravilhoso.

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    • Por fore
      Introdução
      Planejei uma viagem de carro saindo de São Paulo, capital, com destino ao Ushuaia, saindo do Brasil por Foz do Iguaçu, porém, para evitar a Ruta 14 com medo dos policiais corruptos, entraria no Brasil novamente em São Borja/RS para chegar em Uruguaiana/RS e assim descer até Gualeguaychu pelo Uruguai. Em seguida seguir para o lado oeste e descer a Ruta 40, entrar em Torres del Paine no Chile e continuar descendo até o Ushuaia.

      Na bagagem: barraca Quechua Arpenaz 4.1 Fresh & Black, duas cadeiras de praia, um fogareiro Nautika ceramik, uma mesa portátil, colchão inflável de casal, um saco de dormir, um cobertor, tapete em EVA (aqueles de montar) e manta térmica para forrar o chão da barraca. Além de utensílios de cozinha, um cooler, grelha para churrasco e uma caixa de mantimentos básicos como macarrão, miojo e alguns temperos.
      A barraca é grande, espaçosa e bem simples de montar (são apenas 3 varetas assim como qualquer outra). No quarto cabe o colchão de casal e sobra espaço para mais um de solteiro, como não era o caso, era usado para guardar as mochilas.
      O fogareiro acho que foi a melhor aquisição que fiz. Achei muito bom e a lata de gás durou por uns 3 dias com a gente. Fomos com 12 latas pra lá, porque eu não sabia o quanto rendia. Sobrou bastante e de qualquer forma, a gente encontrava facilmente em supermercados por lá.
      Fomos em 2 pessoas, com um Peugeot 208 1.5, suspensão esportiva (mais baixa que a original), rodas aro 17 com pneus 215/45 e insulfilm g20 em todo o carro, inclusive parabrisa. (Só mencionei isso pelo fato de ainda haver dúvidas quanto ao tipo de carro que consegue fazer esse tipo de viagem).
      Comprei o chip da EasySIM4U para conseguir sinal de internet no celular (somente dentro das cidades tinha sinal).
      O caminho todo me guiei pelo Google Maps, meu carro tem a central multimídia com Android, então bastava eu compartilhar a internet do celular e tudo certo (pelo menos quando tinha sinal).
      Para procurar hotéis usei o Booking.com (consegui pegar bons descontos com o Genius) e para campings usei o iOverlander. Apesar de ajudar muito, o iOverlander é um pouco desatualizado, infelizmente a colaboração não é tanta no aplicativo. Existem muitas outras opções de campings no caminho que a gente acaba encontrando só depois de ter dado entrada em algum.
      No total foram 14.730km em 28 dias de estrada, sem nenhum perrengue ou problemas maiores.
      Obs:
      - O tempo de viagem relatado é o total do tempo do momento em que saímos de um hotel/camping até chegarmos no próximo destino. Contando as paradas na estrada.
      - Os gastos coloquei na moeda local, pois fica mais fácil caso alguém precise consultar em outro momento para ter uma noção melhor de custos.
      - A viagem inteira abasteci com gasolina/nafta super.
      Se quiserem me acompanhar no instagram: @fore.jpg
    • Por Juliana Champi
      Olás amigos mochileiros! Esse meu texto tá diferente! Tá dividido em 2 mesmo! Pela Bahia, uma história, pelas Minas Gerais, um relato. E digo isso pq não fomos pra Bahia conhecer seu belo litoral, não visitamos nenhum “lugar turístico”... fomos pro sertão! E se vc quiser saber logo abaixo vou contar pq! Já em MG percorremos um pedaço do circuito histórico, cachoeiras lindas e terminamos com uma relaxadinha em Poços de Caldas. MARA!!
      No total foram 4520km rodados por 4 estados: Paraná (de onde saímos), São Paulo (que só atravessamos), Minas Gerais e Bahia! Fomos de Nissan Versa relativamente novo (5.000km rodados) e só abastecemos com álcool, que manteve média de consumo a 10km/L.
      A equipe foi meu marido Gui, o motorista principal, eu, a navegadora e co-pilota, tb responsável pela comida e bebida a bordo, e nosso filho João (10 anos), que dormiu praticamente o tempo todo!
      Foi nossa primeira viagem em carro grande e a maior em extensão que já fizemos. Antes desta a maior tinha sido para as serras gaúcha e catarinense de UNO. Foi quando pegamos gosto pela estrada em si e não paramos mais. Eu era bem feliz com o UNO, mas viajar com carro mais espaçoso é imensamente mais confortável, sem contar que o porta-malas tb não fica cheio nunca, rs!
      A vantagem de viajar de carro neste tipo de viagem é ir conhecendo tudo pelo caminho, e tb pq passagens áreas estão meio salgadas ultimamente não??
      Para hospedagens, ao contrário da regra geral, peguei só um airbnb desta vez, em São João Del Rei, e nos demais locais hotéis pelo Booking, com cancelamento gratuito até perto da viagem, com exceção de Poços de Calda que pegamos um melhorzinho sem direito a cancelamento, mas pago na hora. Vou descrever cada hospedagem no relato por cidades, mas já adianto que todas as opções foram ótimas e eu sigo apaixonada pelo airbnb! Se vc quiser experimentar faça o cadastro com o link abaixo que eu e vc ganhamos desconto na próxima viagem!
      https://www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3?currency=BRL
      Mas vamos começar! Segue o relato dia a dia dividido entre os dois estados!
       
      BAHIA – UMA HISTÓRIA
      (pq nem só de conhecer lugares vive o viajante)
       
      29 de dezembro de 2018 (sáb) – trecho 1: Londrina/PR > Pirapora/MG (1100km)
      Saímos de Londrina com 1h de atraso em relação ao horário planejado, mas tudo bem. As 7h da manhã estávamos rumo ao nosso primeiro destino (apenas pra dormir): Pirapora em MG.
      As estradas do Paraná têm os pedágios mais caros do Brasil, e penso que do mundo. E as estradas não correspondem ao que custam, uma vergonha! Não que sejam ruins, mas estão muito aquém do que se paga. Como estamos próximos a fronteira do PR com SP, depois de pagar um pedágio de 13,80 para andar em pista simples, cruzamos o Paranapanema (rio que marca a divisa dos estados) com apenas 1h20 de viagem!
      Em São Paulo seguimos por boas estradas, mas tb com MUITOS pedágios! Até chegarmos em MG foram 8 pedágios somando aproximadamente 66 reais!
      No carro, muito ecletismo musical, acabava Pixies e tocava Leonardo, acabava David Bowie e tocava pagode, e assim íamos!
      Não paramos pra almoçar pq estávamos cheios de lanches e porcarias no carro, mas íamos parando a cada 2-3 horas pra esticar as pernas! João tinha virado a noite jogando vídeo game então dormiu a viagem toda, rs!
      Passamos sobre o Rio Tietê numa ponte que achei legalzinha, e às 14hs cruzamos a divisa de SP com MG (divisa feita pelo Rio Grande), aí que beleza: acabaram os pedágios, mas tb acabou a estrada, kk! Pegamos trechos até que bons (sempre pista simples) na BR-146 e na BR-365, mas os últimos 100km chegando em Pirapora foram MUITOOO ruins, buraqueira, pista simples, caminhões, nenhuma sinalização... péssimo. Fotos 1 a 3
       
      1: Ponte sobre o Rio Tietê!

      2: Divisa de Estados!
       

      3.mp4 3: Chegamos em Minas, adeus estradas!
       
      No total foram 1100km, 194 músicas, álcool variando de 2,59 (SP) a 3,31 (MG), e consumo de 10km/L, chegamos em Pirapora umas 20h! Foram 13h de estrada! Foto 4
       
      4: o caminho do primeiro dia!
       
      O hotel que pegamos em Pirapora (Cariris) era bem simples e bem próximo à “orla” do Rio São Francisco. Fizemos check-in, tomamos banho e saímos pra dar uma volta e comer! Ia ter uma mega balada na cidade, tava tudo bem lotado e policiado! Demos só uma voltinha, comemos bem num restaurante bonitinho (Casa Benjamin) e fomos dormir! A música da balada tinha começado e não agradava em nada, rs!
       
      30 de dezembro de 2018 (dom) – trecho 2: Pirapora/MG > Caetité/BA (570km)
      Acordamos cedinho, tomamos café no hotel e saímos dar uma voltinha pra ver o Rio São Francisco com luz, rs! A “orla” estava imunda graças aos bons costumes dos seres humanos na balada da noite anterior, mas já tinha bastante gente limpando! O Velho Chico tava bem sequinho... mas por ali tinha uma ponte férrea de 1922 desativada que era bem legal. Fotos 5 e 6
       
      5: Velho Chico!
       

      6: Ponte férrea de 1922!
       
      Saímos de Pirapora às 8h45 e a estrada seguiu razoável, com o cerrado e plantações de eucalipto nos acompanhando, além de gente vendendo pequi, umbu e seriguela! Compramos tudo, inclusive pequi! As frutas comemos no caminho!
      A medida que nos aproximamos de Montes Claros em MG o tráfego de caminhões aumentou bastante, e depois desta a estrada vai ficando ruim (trepida muito) e não tem mais nada...
      É engraçado pq aqui no Paraná as cidades são perto umas das outras, mas MG é um estado imenso e dirigíamos por 100km sem ver nada! Nem posto, rs! Chegando na fronteira com a Bahia a estrada fica horrorosa, cheia de quebra-mola... padrão minas!
      Às 15h15 cruzamos a fronteira com a Bahia e a estrada ficou linda, simples, mas bonita e boa. Fotos 7 e 8
       
      7 e 8: divisa de estados e estradas bonitas!
       
      Não me lembro exatamente que horas chegamos em Caetité! Mas era de tarde, tava bastante sol! Foram cerca de 600km, 120 músicas e nenhum pedágio. Fizemos check-in no fofíssimo hotel Vila Nova do Príncipe, que era um casario do século XIX restaurado por um arquiteto suíço. O hotel ficava na praça da catedral, ou seja, no umbigo do centro de Caetité. Fotos 9 a 12
       
      9: entrada de Caetité!
       

      10, 11 e 12: Hotel em Caetité!
      Deixamos as malas e saímos pra ver a cidadinha com cerca de 50 mil habitantes e mais de 200 anos! Era bem bonitinha ali no centro e muito bem preservada historicamente. Uns 10 minutos depois de termos saído deu uma pancada de chuva e nos molhamos muito, rs! Voltamos pro hotel, tomamos banho e saímos de carro! Vimos mais casarões históricos, e com o fim da chuva voltamos pro hotel e saímos novamente a pé! Já era noite e preferimos comer ali por perto, no ótimo “Frank’s Burger”, com a melhor batata frita do mundo e chopp geladíssimo! Fotos 13 a 15
       
      13: amo mesmo!

      14: Caetité tem casa rosada tb!

      15: Igreja matriz da cidade!
      Com a pansa muito cheia demos mais uma voltinha voltamos pro hotel, onde a preço de ouro tomamos um vinho sensacional! Estava animada e feliz por finalmente ter chegado no sertão! Fotos 16 e 17
       
      16 e 17: Igrejinha a noite e vinho foda no hotel!
       
      31 de dezembro de 2018 (seg) – o grande dia: Igaporã e Riacho de Santana
      Eu sinceramente queria conhecer este “fim de mundo” chamado sertão baiano, mas não trazendo as cinzas do meu pai. Queria tê-lo trazido vivo. Ele manifestou vontade voltar já no fim, e eu disse pra ele sarar que eu o traria! Acabei trazendo as cinzas pq ele não sarou! Meu pai estava num pote azul! Ele lutou contra duas doenças crônicas no final da vida e faleceu em 16 de março de 2018, aos 67 anos, após um transplante de fígado mal sucedido realizado em Curitiba em 3 de março do mesmo ano. Apesar do estado adoentado dele há pelo menos 3 anos, o transplante significava uma nova vida, e não perdê-lo. A morte dele não passou pela minha cabeça em nenhum instante até poucos dias (poucos mesmo, menos de uma semana) antes de acontecer. Eu sinceramente ainda não entendo pq e como tudo isso aconteceu tão rápido. Eu não estava preparada, se é que alguém está!
      Mas segue a história deste dia fantástico!
      Meu pai nasceu em Igaporã (1950) e viveu parte da vida na zona rural de Riacho de Santana e outra parte em Caetité. É por isso que viemos! 💗
      Eu não tinha muitas informações, apesar de seus 3 irmãos já terem voltado desde quando foram... pq era tudo meio perdido... memórias de muitos anos atrás... e eu estava um tanto receosa! Quando botamos meu pai e seu pote azul no carro só sabia que ia levá-lo de volta pro seu sertão, mas não fazia ideia do que ia fazer, onde ia deixa-lo, como... mas isto o meu marido definiu bem: não foi o acaso, foram intercessões.
      Acordamos cedo em Caetité, tomamos nosso café no hotel e eu estava decidida: antes de visitar Igaporã em si (a ideia era deixar meu pai em sua cidade natal), ia a Riacho de Santana pra ver se achava uma prima-irmã do meu pai que ainda morava por lá... meus tios disseram que a tal da Lourdes era gente muito fina! Eu tinha mandado whatsapp pra ela na noite anterior mas não obtive resposta... arrisquei ir mesmo assim.
      Entre Caetité e Riacho de Santana são cerca de 70km percorridos em 1h, pois a estrada obviamente é simples, não tem acostamento e em muitos trechos beira precipícios ou corta formações rochosas estreitas! A mesma estrada que leva à Riacho corta Igaporã ao meio, que eu achei bem esquisita ali na rodovia! Feia é a palavra! Mas seguimos viagem e chegamos em Riacho perto das 10h da manhã!
      Cidadezinha ajeitada, muita gente na rua... pracinhas fofas, igrejinha, e aquelas coisas de cidadinhas pequenas! Onde eu começaria a procurar pela “Lourdes dos correios”? Bah, nos correios...
      Depois de um mini rolê na cidade a escaldantes 30 e muitos quase 40 graus, chegamos nos correios, que estava fechado, óbvio! Um sujeito ligeiramente alcoolizado por perto, vendo nossa cara de “oncotô” olhando frustrados pros correios fechados nos perguntou se precisávamos mandar alguma carta, rs! Dissemos que não, que na verdade estávamos procurando uma pessoa que morava na cidade e que tinha, no passado, trabalhado ali, e que era conhecida como a “Lourdes dos correios”! Ele e mais uns dois por perto se apressaram em nos explicar onde ela morava, que era ali perto, e mais um BILHÃO de informações que não faziam sentido nem eram necessárias... ele estava meio gorozado lembram? Hahahauaha... educadamente fomos nos afastando e despedindo do senhorzinho que tinha nos ajudado e uns 10 minutos depois estávamos a caminho da casa da Lourdes! Mais umas 2 perguntadas e chegamos na porta da casa dela! Que coisa estranha... ia bater lá e dizer “oi, vc não me conhece mas sou sua prima”. Estava com frio na barriga!
      Tinha um senhor de cabeça branca perto da porta que em teoria era a casa da Lourdes, mas ao perguntar ele disse que não era não. Uns 3 segundos de “comassim” depois ele entra na casa e diz “filha, os meninos chegaram”. Surge de lá de dentro uma senhorinha que era a cara da minha avó paterna e eu sem sombra de dúvidas estava na casa certa!
      Não há palavras pra descrever a simpatia, fofura, amor, sensibilidade e todos os demais adjetivos queridos do mundo pra esta família! Lourdes e seu marido “Fone” (ele tem um nome diferentão, se tratam por filha e filho, uns cute cute) que ali moravam, e suas duas filhas, Dione e Cynthya (nos explicaram pq de tanto y e h, haha) e suas 3 netas, Gabi (20) e as gêmeas Allice e Alline (16)!
      E como eles sabiam que a gente tava indo se a Lourdes nem tinha visualizado minha mensagem? Pq uma tia minha, de Curitiba, tinha conseguido falar com ela e portanto a família toda estava nos esperando!
      Contamos para eles pq tínhamos vindo: deixar as cinzas do meu pai num pequizeiro que ele tanto amava! Este “insight” tinha me ocorrido quando passamos por Montes Claros, norte de MG, e na estrada tinha um montão de pequizeiros... e gente vendendo pequi. A família do meu pai (além dele, pai, mãe e 3 irmãos) veio inteira pro Paraná na década de 70 e todos se estabeleceram em Curitiba, com exceção do meu pai, que ficou no interior do estado. Esses baianos quase se matavam por causa de pequi (os que sobraram ainda se matam), que não tem aqui no Paraná... só chega quando alguém vem lá de cima trazendo! Então um pequizeiro com certeza seria a sua melhor morada final, e pra mim, botânica, ele ficar numa árvore tb tem mil significados! A família da Lourdes nos deu dicas de onde tinha na estrada alguns pés!
      Conversa vai conversa vem... Teve lágrimas nos olhos... a Lourdes tb contou que sua mãe havia falecido há seis meses, e esta, Dona Rosinha, era irmã da minha avó! Tb teve muita história! Ela me contou que era bem amiga do meu pai, brincavam juntos... e tb contou da doidera que eu já sabia: minha avó e duas irmãs (entre elas a mãe da Lourdes) se casaram com meu avô e dois irmãos... eram 3 irmãs casadas com 3 irmãos! Casamento arranjado... os Batista e os Carneiro! Tb me contou do gênio e peculiaridades de cada um dos sobrenomes! Foi muita conversa e muita comida! MUITA mesmo! Quanta saudade eu tinha da comida da minha avó! Xiringa, Chimango, bolo frito, bolo de colher, beiju com manteiga de garrafa... meodeos! Fotos 18 a 20
       
      18 e 19: beiju com manteiga de garrafa, bolo de colher!

      20: comendo pequi num restaurante de Caetité!
      E quando Lourdes e família ficaram sabendo que a gente estava sem malas no carro e que estávamos hospedados em Caetité foi como se tivessem tomado um remédio amargo! Torceram a cara e exigiram, hahahahauahaauha, que a gente fosse lá buscar as coisas e voltasse pra Riacho passar o resto dos dias com eles! Mas já era dia 31 de dezembro e dia 2 de janeiro seguiríamos para MG, então ponderamos que iríamos sim a Caetité buscar roupas pra passar dia 31 e 1 com eles, mas que no fim do dia 1 voltaríamos pro hotel arrumar malas e seguir viagem dia seguinte! A gente mal sabia que tinha essa família quando começamos a viagem e agora íamos passar o ano novo com eles!
      Voltamos pra Caetité! Passamos lentamente por Igaporã, que de fato era bem feinha! Foto 21 Fomos reparando na estrada e avistamos alguns pés de pequi! Em Caetité fui atrás de comprar requeijão de comer com café (pra quem não sabe não tem nada a ver com o do mercado, é duro, corta e põe no café quente) e fomos pro hotel tomar banho, descansar um pouco (João queria nadar) e nos arrumar para voltar. Eu queria passar pela estrada ainda claro.
       
      21: Igaporã, pórtico de entrada!
      E assim fomos: entre Caetité e Riacho, exatamente em Igaporã, tinha um mini cemitério na beira da estrada. Ajeitadinho, mas com cara de ninguém é enterrado ali há tempos. Perto do cemitério, em uma área particular (pulamos cerca de arames farpados) tinha um pé de pequi... lá dentro da mata! Arranhei as pernas pra chegar lá pq estava de saia (ano novo né!)... e neste pé de pequi, cheio de pequi, ficaram as cinzas do meu pai! Ela estava de volta no seu sertão!
      Eu tb havia escrito uma carta bem resumida sobre sua história... escrevi no hotel minutos antes de sair pq o que devia ser feito ia clareando só na hora. Enquanto escrevia meu filho chorou bastante... esta carta foi posta dentro do pote azul (se chama urna na verdade) e deixada no cruzeiro do cemitério! Ele era católico e temos um ponto de referência para voltar, se um dia calhar!
      Foi sensacional, emocionante, um momento só nosso! Foi LINDO! Fotos 22 a 28
       
      22 e 23: O pequizeiro onde agora jaz meu papis!
       

      24: a carta!

      25: a carta no pote!

      26: o cemitério na beira da estrada!
       

      27 e 28: emoção!
      Chegamos em Riacho de alma lavada, espírito elevado... como a gente deve chegar pra um ano novo afinal!
       
      01 de janeiro de 2019 (ter) – feliz ano novo: Riacho de Santana e Caetité
      Passamos a noite do ano novo na casa de mais parentes que conheci por lá, outras primas e primos, e durante o dia ficamos só nós na Lourdes conversando muito e comendo muito muito! Que pouco tempo tivemos com eles... Me contaram da seca, do sofrimento da falta de água... que distante está minha realidade! Na despedida mais choro! Vim me despedir do meu pai e ganhei tanta gente nova e maravilhosa! Promessas de reencontros e lágrimas depois, voltamos pra Caetité!
      Arrumar as malas foi fácil, difícil foi ficar transportando o pequi que estava levando, pq segundo os baianos de Curitiba, se eu não levasse nem precisava voltar pro Paraná, hahahaha! No dia seguinte nos despedimos daquela terra onde falta água mas sobra amor com nossa primeira promessa de ano novo: até logo, sertão! Foto 29
       
      29: eu volto!
      “O sertão é do tamanho do mundo”
      “O sertão é dentro da gente”
      Guimarães Rosa sabe o que diz! 💙
      CONTINUA com Minas Gerais, num relato normal, prometo!
    • Por Jackie Erat
      Salve galera!
      Entre Março e Dezembro de 2018 meu marido e eu fizemos uma viagem de carro pelo Brasil, o trajeto está demarcado no mapa abaixo. Para ver mais detalhes clique aqui (locais que paramos).
      Somos nômades digitais, então ficamos morando cerca de 3 semanas em cada local. Trabalhamos pelo computador durante a semana e no final de semana aproveitamos para fazer passeios e explorar a região. Deu para curtir bastante! Fizemos uma travessia a pé pelos Lençóis Maranhenses (+30k) e também uma pela Chapada Diamantina (50k). Mas hoje queria compartilhar com vocês como planejamos nosso roteiro, a condição das estradas e os trechos que consideramos mais bonitos para se passar de carro.

       
      Vou começar dizendo que não temos carro 4x4, então percorremos tudo com carro regular. 
      O Brasil tem várias estradas off road, mas de todos os lugares que conhecemos apenas 2 foi necessário alugar 4x4 para acessar: Jalapão e Jericoacoara (a vila, pois até Jijoca chega-se de carro normal). Caso você estiver passando por uma rua de areia e atolar, retire 1/3 do ar dos pneus que você consegue desatolar e dirigir tranquilo (Por exemplo, nosso pneu vai 30 e tiramos cerca de o ar até chegar 20, cerca de 15 segundo de retirada de ar por pneu).
      Se você quer planejar o quanto vai gastar de combustível e pedágio na sua viagem de carro, o site http://rotasbrasil.com.br/ é bem útil. O valor médio da gasolina durante nossa viagem foi de 4,41 reais - só abastecemos em postos com bandeira conhecida, como ipiranga, shell, e BR.
      A BR 101 é confiável - tem bastantes postos de gasolina, tem bom movimento, poucos buracos. Tivemos muitos problemas com buracos e má sinalização em Tocantins - mas nada que dirigir com atenção e paciência (durante o dia!) não resolva. Mas assim - buracos gigantes, não dá para dirigir mais do que 40-50km/h. Fora esse TO, também pegamos bastante buracos entre Jericoacoara e a divisa com o Piauí, foram 150 km bem tensos. De maneira geral, até as rodovias mais desertas vão ter postos de gasolina a pelo menos cada 50 km e vai ter algum veículo passando a cada 5 min. Então não ficamos com medo em nenhuma delas (nem medo de assalto, nem de faltar combustível ou de não ter ajuda se houvesse algum problema mecânico). Maranhão foi o estado mais pobre que passamos, necessita um pouco mais de planejamento para não pegar estrada de chão e para achar um hotel para dormir. Passamos por uma comunidade que queria cobrar "pedágio" para passarmos. Mas queriam apenas 1 real e não foram de forma alguma agressivos.
      Quem quiser saber um pouco mais das nossas estratégias de como saber se a estrada é asfaltada ou não, clique aqui. 
      Aqui está nossa opinião sobre os melhores trechos para passar em uma viagem de carro pelo Brasil (não apenas o litoral, mas estradas no geral):
      1) Rota das Emoções - Trecho dos Pequenos Lençóis Maranhenses (cidade de Paulinho Neves)
      2) Rota do Lagarto - Serras do Espírito Santos
      3) BR 101 que passa pela Região de Angra dos Reis (Trecho RJ-Santos, o GPS tenta te mandar pela 116, mas fique na 101!)
      4) Serra Catarinense - Rancho Queimado, Corvo Branco e descer a Serra do Rio do Rastro
      5) Rota Romântica - Serra Gaúcha
      Em termos de cidades históricas: Ouro Preto e Brasília

      Rota das Emoções - Paulinho Neves, MA

      Rota do Lagarto ES

      Angra dos Reis


      Serra Catarinense (Pedra Furada)

      Rota Romântica - Serra Gaúcha
       
       
      Se quiserem acompanhar nossa viagem agora na próxima fase (outros países da América do Sul) que se inicia em março, estamos no instagram @vidaitinerantebr
      Qualquer dúvida poste nos comentários!
      Espero que essas informações possam lhe ajudar na sua próxima aventura, grande abraço!
       
      ___________________________________________________________________________________
      Quem prefere vídeo, aqui fizemos um resumão das partes mais bonitas e dicas usando a BR 101 como base: 
       
    • Por Kim Brites
      Eae pessoal, nunca postei nada no grupo. Então se por acaso eu estiver no lugar errado me digam! 
      Mas estou programando uma viagem para o ano que vem. 

      Quero sair daqui do litoral sul de SP e ir até a Bahia, vou no festival universo paralello em 2019 e quero ir de carro e ir parando em lugares legais. 

      Quero fazer um total de 30 dias de viagem, sendo que desses 30, 7 eu vou estar no festival. 

      Estou querendo decidir paro em cidades estratégicas no caminho, ou se vou direto e faço a viagem pela própria bahia. 
      Qualquer que seja a escolha, quais seriam as cidades dentro do itinerário que vale a pena conhecer?

      E pra quem já fez viagens de carro por esse Brasil, quais dicas me da? Será a minha primeira viagem desse porte de carro. 
      Quais estradas evitar, quais locais evitar e quais as principais dicas pra não ficar na mão nem ter a viagem estragada por algum despreparo! 

      E ME INDIQUEM CIDADEEEEES PLS! <3 
    • Por GIACOME
      Acabamos de regressar desta maravilhosa viagem, onde o exercício de resiliência e cuidado mútuo fez parte constante do trajeto; viajamos de carro, partindo de Cacoal, Rondônia, fazendo o já clássico caminho entre Rio Branco (Acre) e Cusco (Peru), passando pelas belas geleiras da cordilheira dos Andes. Estávamos em quatro pessoas, sendo elas duas crianças de 14 e 5 anos.
      Nestas condições o nível de aventura deve ser moderado, não podendo fazer caminhadas mais longas, ou qualquer outro passeio que demande muito esforço físico e muito menos risco à saúde ou à vida. Saímos de Cacoal junto com um grupo de Amigos até Porto Velho; já na saída um grupo que iria com a gente recebeu a notícia que outros membros da família que iriam se encontrar em Porto Velho haviam perdido o vôo. Logo, iríamos subir até Rio Branco somente em mais outro carro de amigos.
      O resumo do primeiro dia foi: Cacoal-RO – Rio Branco, Acre. 988km. Os pontos mais relevantes deste dia e que merecem uma observação:
      1. Abastecer em Porto Velho é bem vantajoso. Gasolina custando 3,36 antes do aumento de 0,40 do Temer.
      2. Comer no Assados; restaurante que fica na rua Carlos Gomes, em frente à Honda. Boa carne assada e postas de Dourado gigantes assadas.
      3. Em Abunã, resíduos históricos da passagem da ferrovia madeira Mamoré, incluindo uma locomotiva perdida.
      4. A Balsa; elemento jurássico que assola o desenvolvimento da região.
      5. O Shopping de Rio Branco, assim como toda a capital estão lindos.
      Não ficamos hospedados em Hotel. Ficamos na casa do amigo Carlos Frederico.

       
      O segundo dia acordamos cedo, mas conseguimos sair mesmo após às oito horas. Tomamos café em um posto de gasolina e seguimos para Assis Brasil. Em Epitaciolândia paramos para sacar dinheiro na agência. Queríamos levar 90% do dinheiro em espécie. Em 2013 levamos em espécie, mas já no final da viagem o dinheiro deu a conta; e muitos locais não passavam cartão de crédito. Importante habilitar o cartão para as transações internacionais. Saímos de Epitaciolândia e seguimos para Assis Brasil, a última cidade brasileira do caminho. Cuidado com este trecho é pouco. O asfalto está destruído em parte do trajeto, necessitando reduzir a zero a velocidade para prosseguir.
      O Resumo do segundo dia ficou assim: 574km. Rio Branco, Acre. Puerto Maldonado, Peru.
      1 Deixe bastante tempo para a imigração e passagem do carro para o Peru. É demorada a saída do Brasil na Alfândega Brasileiro quando tem ônibus também atravessando. Na Aduana peruana, se tiver ônibus ferrou. Nos finais de semana o fluxo é maior. O carro só sai agora com o Suat, um seguro obrigatório. Eles inspecionam o carro e só permitem o pagamento depois da observação e análise do veículo. Demoramos mais de três horas para fazer todos os procedimentos. Aproveitem para trocar sua grana por soles já na divisa. Uma das melhores cotações. Quanto mais entramos no país, menos o real vale. Com exceção de Cusco, que recebe muito bem o real.
      2 Viajei com a ideia de cotação entre 1 real para 1 soles. Levei prejuízo. Com o aumento do dólar, consegui comprar soles perdendo 10%. 1 real vale somente 0,90 soles. Prejuízo de 300 reais na troca dos 3,000 reais que levei em espécie. (levei mais 1,000 reais para trocar em Bolivianos).
      3 O trecho entre Inapari, primeira cidade Peruana onde fazemos os trâmites, até Puerto Maldonado é de 220 km. Cuidado com o combustível. Existem poucos “grifos” postos de gasolinas no caminho. Cuidado também com os quebra-molas, que são muitos e motociclistas sem iluminação. Passamos a noite e muitos veículos não têm iluminação.
      4 Em Puerto Maldonado ficamos no Tropical Inn. Hotel de fácil localização, à 4 quadras da praça de Las Armas de Puerto Maldonado. Ficamos na ida e na volta. O valor de 114 soles. Em média 130 reais para quatro pessoas. Quarto enorme e ótimas camas e banheiro. No entanto, sem café da manhã. No dia que chegamos estava sendo comemorado o aniversário da cidade. Muita festa na praça principal, com um show de músicas locais; uma mistura de aviões do forró com calypso. Sensacional. Comemos pizza e experimentei uma coxinhas de rua, feitas de massa de mandioca, também comi as papas helenas. Deliciosas.
      5 Já tome as deliciosas Cusquenas. Cervejas maravilhosas de Cusco. Aproveite o calor da cidade para beber, pois em Cusco o clima não é tão propício. Em Cusco gostoso é a Pisco Sour, bebida com aguardente de uva e clara de ovo.
      Dormimos com a ansiedade da subida pela cordilheira, levando em conta que estávamos com crianças e não sabíamos as reações, principalmente da menor com 5 anos. Amanhã continuo com o dia D da subida à cordilheira.




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