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Indonésia + Singapura + Tailândia (36 dias – out e nov/2017) A viagem dos SONHOS!

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Índice do Relato (clique na página para ir direto ao capítulo)
Capítulo 1: Preparativos [Pag. 1] 
Capítulo 2: Do sonho até lá. [Pag. 5]
Capítulo 3: 
Bangkok, tempestade e a corrida contra o tempo. [Pag. 5]
Capítulo 4: 
Roby, o motorista mais gente boa de Bali. [Pag. 7]
Capítulo 5: 
Templos e praias de Bali, a ilha mágica. [Pag. 7]
Capítulo 6:
Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. [Pag. 8]
Capítulo 7:
Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. [Pag. 9]
Capítulo 8:
Os encantos de Nusa Lembongan. [Pag. 9]
Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta! [Pag. 9]
Capítulo 10: 
Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay. [Pag. 10]
Capítulo 11: Goa Giri Putri, Atuh Beach e uma casa na árvore. [Pag. 11]
Capítulo 12: 
O espetáculo do sol: adeus Nusa Penida! [Pag. 11]
Capítulo 13: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands. [Pag. 13]
Capítulo 14: Chinatown, Gardens by the Bay e Singapore Flyer. [Pag. 13]
Capítulo 15:

(continua...)

Quer conferir algumas fotos da viagem e ainda ser informado quando tiver capítulo novo?

Então segue lá no instagram @queridopassaporte

Faaala, meu povo!

Cá estou eu novamente retribuindo tudo o que esse fórum sempre me proporciona. É com prazer que dou início a mais um relato buscando compartilhar o máximo possível de informações e de experiência de viagem com a comunidade mochileira.

Há três anos, fiz meu primeiro mochilão, percorrendo o clássico roteiro da América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), e postei o relato aqui no fórum. Confesso que não tinha noção da proporção que esse relato viria a tomar, e de como ele me apresentou tanta gente do bem e inspirou tantas outras histórias bonitas por aí.

Para quem ainda não viu, vou deixar o link aqui, ó: 

 

Agradecimentos

Eu não poderia dar sequência sem antes agradecer a todo mundo que me ajudou com as informações que me permitiram fazer o roteiro do jeito que eu sempre quis. São muitos nomes:

Meu parceiro @Tanaguchi que, com seus dois incríveis relatos pelo Sudeste Asiático (veja aqui e aqui), em muito me ajudou nesse planejamento. Aliás, ele também me ajudou com o relato pela América do Sul. Vai seguindo tuas viagens que eu vou te acompanhando, jovem! Hahaha

Outro grande agradecimento vai pra minha parceirona @Maryana Teles, dona do Vida Mochileira (clica aqui pra conferir o Blog dela, aproveita pra segui-la no Instagram, no YouTube e participar do grupo no Facebook). A Mary sempre foi uma pessoa alto-astral, generosa, autêntica, e que me ajudou muito com as postagens dela sobre a Tailândia. E também me deu aquela força na divulgação do @queridopassaporte durante minha viagem haha. Valeu, Mary! #tamojunto sempre.

Foi a Mary que me indicou outro cara que também tenho que agradecer, meu xará Rodrigo Siqueira, do TravelerBR, principalmente por indicar o melhor barqueiro de Koh Phi Phi (mais detalhes nos capítulos finais do relato haha). Rodrigo também é referência em mergulho de cilindro por lá, e o barco da empresa dele tá sempre lotado de brasileiros. Não deixe de conferir o site e o instagram dele. 

E, por fim, agradecer a dois estrangeiros camaradas: o Jackson Groves, do Journey Era, e a Justine, do Travel Lush. Seja pelas matérias nos blogs ou respondendo os meus directs, me ajudaram muito com informações principalmente a respeito de Nusa Penida, em Bali, pois quase não se achava site brasileiro com informação detalhada sobre esse lugar na época em que eu estava pesquisando.

Ufa! É isso. Claro que mais pessoas me ajudaram, direta ou indiretamente, mas fica aqui meu agradecimento de forma geral.

 

A viagem

Essa viagem seria feita originalmente em novembro de 2016. Mas meu namorado e fiel parceiro de boletos, aventuras e repete-essa-foto-até-ficar-do-jeito-que-eu-quero Antenor recebeu uma proposta de emprego e mudou de empresa e, com isso, lá se foram as férias planejadas. Tivemos que esperar o ano seguinte, mas o sacrifício valeu a pena. Daí vocês já imaginam a expectativa que foi quando finalmente embarcamos nessa viagem no final de 2017, né? Spoiler: foi a viagem dos SONHOS!

 

O Roteiro
 

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O roteiro mudou muitas vezes desde quando comecei a pesquisar essa viagem, há dois anos. No começo, ficava ali por Tailândia, Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã… Mas aí depois veio Bali... Aí depois veio Singapura… Aí depois veio Filipinas... A TENTAÇÃO NÃO TINHA FIM! Era uma descoberta atrás da outra. Não havia tempo pra tudo, infelizmente.

Fechamos, então, Indonésia (Bali), Singapura e Tailândia. Talvez não fosse o roteiro mais prático, mas também nada difícil de ser feito, principalmente considerando os voos low-cost dessa região e a época propícia em que estávamos viajando (mais detalhes logo abaixo na parte “Quando ir?”).

O roteiro ficou assim:

11/10/17: Vitória (VIX) x São Paulo (GRU) 
12/10/17: São Paulo (GRU) x Addis Ababa (ADD)
13/10/17: Addis Ababa (ADD) x Bangkok (BKK)
14/10/17: Bangkok (DMK) x Bali (DPS)

Indonésia (Bali)
15/10/17: Uluwatu
16/10/17: Ubud
17/10/17: Ubud
18/10/17: Ubud x Nusa Lembongan
19/10/17: Nusa Penida
20/10/17: Nusa Penida
21/10/17: Nusa Penida
22/10/17: Nusa Penida x Kuta
23/10/17: Bali (DPS) x Singapura (SIN)

Singapura
24/10/17: Singapura
25/10/17: Singapura
26/10/17: Singapura
27/10/17: Singapura (SIN) x Bangkok (DMK)

Tailândia
28/10/17: Bangkok
29/10/17: Bangkok
30/10/17: Bangkok
31/10/17: Bangkok (DMK) x Chiang Mai (CNX)
01/11/17: Chiang Mai
02/11/17: Chiang Mai
03/11/17: Chiang Mai
04/11/17: Chiang Mai
05/11/17: Chiang Mai x Bangkok, Bangkok (DMK) x Krabi (KBV)
06/11/17: Railay Beach
07/11/17: Railay Beach
08/11/17: Railay Beach x Koh Phi Phi
09/11/17: Koh Phi Phi
10/11/17: Koh Phi Phi
11/11/17: Koh Phi Phi
12/11/17: Koh Phi Phi
13/11/17: Koh Phi Phi x Krabi, Krabi (KBV) x Bangkok (DMK)
14/11/17: Bangkok
15/11/17: Bangkok (BKK) x Addis Ababa (ADD) x São Paulo (GRU) x Vitória (VIX)

 

Quando ir?

Essa pergunta é muito importante. Planejar uma viagem ao Sudeste Asiático sem levar em consideração a época do ano é bem arriscado. As estações se resumem basicamente em Seca e Molhada. Quando eu digo seca, é quente pra burro. E quando eu digo molhada, é daquelas chuvas torrenciais cinematográficas (as famosas monções).

Bom, eu poderia gastar alguns parágrafos aqui descrevendo as probabilidades climáticas de cada mês em cada um dos três países que eu visitei, mas, como eu sou um cara muito gente boa, montei uma tabelinha mais lúdica pra facilitar a pesquisa.

Lembrando que essas informações são PROBABILIDADES. Sabemos bem como o clima pode nos surpreender. Você pode ir num mês cuja probabilidade é de chuva e pegar um belo dia de sol, como pode ir numa época típica de sol e pegar dias de chuva. Não é uma ciência exata.

Indonésia (Bali)

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De maio a outubro é a “estação seca”, bons meses pra se visitar Bali. Abril e novembro também são boas opções, mas ainda são meses de transição entre as estações. Se puder evitar dezembro, janeiro e fevereiro, evite, pois tende a chover mais. Mas nada que vá atrapalhar sua experiência de viagem caso esses sejam os únicos meses disponíveis.

 

Singapura

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Singapura já possui um clima mais equilibrado, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Costuma-se ter mais dias de chuva em novembro, dezembro e janeiro. O mês com menos chuva é fevereiro. Mas não é nada que seja uma diferença absurda. Apenas tenha em mente que qualquer dia pode chover, mas que isso não vai estragar o seu passeio.

 

Tailândia

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Tailândia é o país que mais respondemos “depende” quando a pergunta é “quando ir?”. Isso porque cada parte do país (região central, como Bangkok; região norte, como Chiang Mai; região da costa oeste, banhada pelo Mar de Andamão, como Phuket, Krabi e Koh Phi Phi; e região da costa leste, banhada pelo Golfo da Tailândia, como Koh Sami e Koh Tao) possuem calendários climáticos específicos. De uma forma geral, costuma-se dizer que os melhores meses são janeiro e fevereiro (dezembro, também, dependendo das praias que você queira ir), e os piores meses são de maio a outubro.

 

O que levar?

O Sudeste Asiático é quente, muito quente. Mesmo em época de chuva, são raros os momentos em que você precisará de roupa de frio. Em 99% do tempo você vai desejar ser invisível pra poder andar sem roupa e entrar nos estabelecimentos só pra ficar no ar condicionado. Pra não dizer que não levei roupa de “frio”, eu levei uma camisa segunda pele só porque no meu roteiro estava previsto uma visita a uma região bem alta no norte da Tailândia, e lá costuma fazer um “friozinho”. Morreria se não tivesse levado? Não, daria pra aguentar. Mas vai de cada um.

Meu vestuário foi, na maior parte da viagem, camiseta, bermuda e chinelo. Levei um tênis pra usar nos locais em que se exige sapatos fechados, e também para andar em Singapura, que é uma cidade mais “arrumadinha” e eu ia bater muita perna. Calça eu levei só para os voos internacionais e para entrar em estabelecimentos que pediam esse tipo de vestuário. Na região das praias, era sunga, bermuda e chinelo o tempo todo. Resumindo: FÉRIAS, em maiúsculo.

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Equipamentos

Eu sou um apaixonado por fotografia. Gosto de estudar, praticar e considero quase uma segunda profissão. Mas uma das perguntas que mais recebo é “adorei suas fotos, qual é sua máquina?” hahaha. Poxa vida. Não vou ser hipócrita em dizer que equipamento não faz diferença, porque ajuda. Mas a maior parte do resultado das fotos vem do olhar, do estudo de luz e sombra, composição, pós-edição, etc. Fora os perrengues que a gente passa pra conseguir uma foto. Mas sempre vale a pena.

De toda forma, deixo aqui a lista dos equipamentos que levei. Foi uma mochila só com eles. Algumas das fotos foram feitas com o próprio celular (na época da viagem, um Samsung Galaxy S7).

Câmera Nikon Dx D5300
Lente Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6
Lente Nikkor 35mm f/1.8
Lente Sigma 10-20mm f/4-5.6
Tripé 60-170cm
GoPro HERO5 Black
GoPro Dome 6’’
Spray repelente de água
Bastão GoPro 3 Way
Bastão Flutuador GoPro
Carregador triplo + 2 baterias extras GoPro
Maleta de acessórios GoPro
Filtro de linha com 6 tomadas e 2 entradas USB
Adaptador de tomadas

Quem sabe na próxima eu já arrumei um drone? haha

 

Precisa de visto?

Para todos os casos dos três países visitados (e basicamente para a maioria dos países), é necessário passaporte com pelo menos 6 meses de validade restante e apresentação do Certificado Internacional de Vacina contra a Febre Amarela. 

Abaixo, alguns dos requisitos que eu obtive dos sites da Embaixada do Brasil em cada país.

Indonésia
O visto de turismo não é necessário para visitas de até 30 dias. Já o visto de negócios é exigido, e pode ser obtido na chegada ao país, válido por 30 dias e prorrogado por mais 30 dias.

Singapura
Singapura não exige visto para entrada de brasileiros no país, caso permaneçam até 30 dias. Nesse caso, é concedido um “visitor pass”.

Tailândia
Não é necessário visto para os brasileiros ingressando na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias.

Atenção! O porte e o tráfico de drogas são severamente punidos pelas legislações desses países, até com pena de morte. Mesmo o porte de quantidades mínimas pode ser punido com muitos anos de prisão.

 

Documentos

Sempre levo uma pastinha dessas transparentes e maleáveis com todos os principais papéis que preciso carregar, tais como:

Cartões de embarque:
Estão sempre salvos no e-mail e no celular, mas não custa nada ter um back-up impresso guardado com você. Sou do time #menospapel, mas, estando do outro lado do mundo, precaução extra nunca é demais.

Comprovantes, ingressos, reservas, etc:
Todas as reservas, compras e ingressos que eu tenha comprado previamente (o que se faço caso não me represente nenhum aumento de custo, ou caso seja necessário, pois prefiro comprar e reservar tudo na hora).

Certificado do Seguro Viagem:
Nunca, eu hipótese alguma, viagem sem um Seguro Viagem. É como andar de carro sem seguro. Um risco constante de adoecer ou precisar de assistência médica e ter que gastar centenas ou milhares de dólares do próprio bolso. Acreditem, eu precisei usar nas últimas duas viagens internacionais que fiz. Então, faça sua cotação, sua pesquisa, entre em contato com a operadora do seu cartão de crédito, ou o seu banco, qualquer coisa, mas não viagem sem.

Cartão Internacional de Vacina (ANVISA):
É importante ter o seu Cartão Internacional de Vacina para comprovar que foi vacinado contra a Febre Amarela. Se em países como a Bolívia, onde é obrigatório, eles quase nunca te pedem, na Tailândia, por exemplo, é obrigatório apresentar antes mesmo de sair do aeroporto. Não esqueça o seu. Para fazer o seu Cartão Internacional, basta entrar no site da ANVISA, fazer o cadastro prévio, depois ir até uma agência deles, levar seu cartão de vacina em que comprova que foi vacinado contra a febre amarela e pronto, eles emitem o seu Cartão Internacional.

Nota fiscal dos equipamentos fotográficos:
Eu sempre procuro levar, ainda que meus equipamentos sejam considerados de “uso turístico” e não precisam ser declarados. Entretanto, nunca se sabe quando você será confrontado por um agente policial questionando a procedência daqueles itens. Então, por precaução, eu levo. Mas nunca me pediram.

Todo e qualquer papel que você receber durante a viagem:
Vá guardando tudo o que você receber, principalmente em aeroportos, hotéis, agências, etc. Nunca se sabe quando você irá precisar daquele comprovante. É muito comum ter que apresentá-los nos trâmites de entrada e saída de alguns países.

 

Como levar o dinheiro?

Há muitos que optam por levar o cartão para saques nos ATMs, ou então só usar o cartão de crédito, por uma questão de segurança. Eu levo tudo em dinheiro (dólares, geralmente) e deixo as notas num money belt, aquelas doleiras em forma de cinto que a gente usa por dentro da roupa. É ali também que eu guardo o meu passaporte, sempre comigo. Não tiro o money belt para nada. Os únicos momentos que tirava era quando ia entrar no mar, mas ou eu estava num barco privado e minhas coisas ficavam em segurança, ou então eu deixava tudo no cofre do hotel e só saia com o dinheiro necessário para o dia. Nesses países é bem raro ser assaltado, mas o furto é algo comum. Então fique sempre muito atento aos seus pertences para não dar o azar de ser furtado.

Obviamente, também levo um cartão de crédito para emergências. Mas nunca o deixo junto de onde guardo o dinheiro, justamente para não correr o risco de perder tudo de uma vez só. O mesmo vale para as chaves reservas dos cadeados, se este for o seu caso (eu uso mais o cadeado de código). Sempre guarde a chave reserva num lugar separado.

 

Finalizando...

Bom, acho que é isso. No próximo capítulo eu darei início à saga do voo internacional, falo das passagens, de como e por quanto comprei, questões de fuso horário, jet lag, etc.

Então, até breve!

 

Próximo capítulo: Do sonho até lá.

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Capítulo 13: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands.

13º dia (23 de outubro)

Acordamos, pegamos nosso café da manhã para viagem e fomos para o aeroporto de táxi (Rp. 60.000). Tomamos 2 capuccinos pra zerar as rúpias restantes (Rp. 99.000). Embarcamos para Singapura, já naquela expectativa boa. 

Após uma viagem tranquila, chegamos lá e passamos pelos procedimentos de imigração. Encontramos com Lucas e Luiz, um casal de amigos nossos que também estavam em viagem pelo Sudeste Asiático, e fomos trocar uns dólares. Para nossa surpresa, a cotação lá nem estava tão ruim assim quando depois comparamos com os demais locais da cidade.

Compramos nossos tickets para o metrô (S$ 2,40 cada) e seguimos direto para a estação do Marina Bay Sands. Olha que chique, um hotel que tem sua própria estação.

Quando decidimos viajar para Singapura, a única certeza que eu tinha era a de que queria passar uma noite que fosse no Marina Bay Sands. Eu lembro de assistir sobre esse lugar no Globo Repórter e ficar fascinado com aquela imponência toda. Sei que não é algo muito "mochileiro", mas era uma vontade que eu tinha, e que não queria desperdiçar.

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Depois de muito pesquisar, escolhemos o quarto com vista para a cidade, e já num andar intermediário, que permitia acesso para tomar o café no Club 55, incluso só a partir da categoria intermediária. O custo da diária foi de S$ 664,50 o casal (quase R$ 1.700,00 na cotação da época) e, para ser sincero, não nos arrependemos 1 real sequer.

Chegando no hotel, fomos para a fila do check-in. Por conta da categoria do quarto, nós fomos direcionados para uma espécie de "sala vip", um check-in na poltrona, sem filas, com café, suco, etc. Já comecei a me sentir nutella ali hahaha.

Pagamos a diária de S$ 664,50 + S$ 200,00 caução que seriam devolvidos ao final. Subimos para o nosso quarto e fomos nos encontrar com os meninos naquela que é tida como a piscina de borda infinita mais alta do mundo. Ela é emblemática, de fato, e LOTADA. Porém só pode ser acessada por quem se hospeda no hotel (existe uma opção de você não se hospedar e pagar um ingresso para subir até o topo do hotel, porém não te permite acesso à piscina).

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Estávamos lá curtindo nosso por do sol quando eu e Antenor decidimos ir aproveitar um pouco do café da tarde no Club 55. Como só havíamos lido "canapés e drinks" no site do hotel, se referindo a esse café, nem demos muita confiança, mas decidimos de última hora ir lá conferir. E NOS ARREPENDEMOS DE NÃO TER IDO ANTES. Era um banquete. Comidas que eu nunca vi na vida. Experimentei caviar pela primeira vez hahaha. E na hora de pedir o cardápio das bebidas, não havia, pois tinha qualquer bebida que você quisesse. Tomamos champange, cerveja, água mineral fiji, levantamos umas 5 vezes pra ir ao buffet encher nossos pratos, enfim, LAVAMOS A ÉGUA, como dizem no interior. Já que era pra pagar caro, iríamos aproveitar cada centavo haha.

Voltamos para o quarto, fizemos umas fotos com a paisagem noturna (eu não havia feito questão do quarto com vista para a cidade numa torre de ângulo específico à toa, né? rs), descansamos um pouco, e fomos pro Cassino. Sim, havia um Cassino no hotel.

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Eu nunca havia ido a um Cassino antes. Estrangeiro não pagava para entrar, então lá fomos nós. Como se trata de jogo de azar, e nós não somos bestas, combinamos de gastar NO MÁXIMO 5 dólares cada um. Quando perdéssemos, a gente iria embora. O melhor de tudo era que havia máquinas de bebidas não alcoólicas liberadas pra gente (refrigerante, mocca, capuccino, água, suco etc.). Tomamos tanta, mas tanta mocca que teve uma hora que deu caganeira em todo mundo kkkk. E o banheiro era daqueles que você se mexia e o sensor já acionava a descarga, então imagina a crise de riso e desespero.

Ficamos numa maquininha que era 1 centavo por jogada, então daria pra gastar um bom tempo lá. Eu consegui ganhar 12 dólares hehehe, então recuperei os 5 dólares investidos. Só que Antenor quis bancar o diferentão e jogar em outra máquina. Resultado: perdeu tudo o que eu tinha lucrado em uma única jogada hahaha. Pelo menos não ficamos no prejuízo. (Obs.: no final de 2018 passamos por Punta del Este numa viagem com nossas mães e visitamos um cassino. Lembramos dessa história na hora, e logo que ganhamos um troco numa maquininha, resgatamos o dinheiro e fomos embora. Nada de continuar até perder tudo kkkk).

Nesse dia, se a gente dormiu 3 horas foi muito. Estávamos convencidos a aproveitar ao máximo cada segundo daquela diária de ricos rs. E aproveitamos!

SALDO DO DIA (por pessoa):

Rp. 60.000 - táxi
Rp. 49.500 - capuccino
S$ 2,40 - metrô
S$ 332,25 - Diária Marina Bay Sands

TOTAL: S$ 334,65 (USD 255)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Chinatown, Gardens by the Bay e a Singapore Flyer.

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No way!!! Ele voltou, o melhor dos relatos! bem vindo de volta Rodrigo(agora com cabelos esvoaçantes ):D

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22 horas atrás, O Dom de Viajar disse:

No way!!! Ele voltou, o melhor dos relatos! bem vindo de volta Rodrigo(agora com cabelos esvoaçantes ):D

hahaha fazendo #publi de shampoo, já.

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Capítulo 14: Chinatown, Gardens by the Bay e a Singapore Flyer.

14º dia (24 de outubro)

Acordamos e fomos aproveitar o café da manhã. Dessa vez, chegamos logo que abriu e, obviamente, comemos e repetimos até não aguentar mais. Aproveitamos os últimos instantes da diária na piscina, e fomos fazer o check-out (pegamos os S$ 200 de volta).

Pegamos um Uber até o Hotel 81 Gold (S$ 5,40), que seria o nosso hotel "de verdade" em Singapura. Fizemos check-in para 3 diárias (S$ 190) e deixamos nossas malas nos quartos.

Pegamos outro Uber em direção ao bairro de Chinatown, pois eu havia lido que a cotação era boa por lá, e também porque queríamos conhecer o local. Acabou que a cotação da rua não estava muito diferente daquela que conseguimos no aeroporto, o que é bem incomum.

Obs.: como estávamos em 4 pessoas, o Uber ficava bem barato nos deslocamentos. Às vezes os meninos que pagavam, outras a gente, e assim foi.

Trocamos uns dólares, e em seguida fomos almoçar. O nosso destino seria o Hawker Chan, que foi considerado o restaurante mais barato do mundo a receber uma estrela do guia Michelan.

Honestamente, não sei se a expectativa estava alta demais, ou se comemos o prato errado, ou se o restaurante mudou muito após a fama da estrela Michelin (quando ganhou a estrela, era apenas uma barraca de rua), mas achamos a comida péssima. Antenor sequer aguentou comer o dele. Uma carne de porco quase crua e com cheiro forte. Felizmente hoje em dia já me livrei do mal da carne. Gastamos S$ 13,80 o casal.

Depois do almoço, retornamos de metrô à estação do Marina Bay Sands (S$ 2,40 cada), pois nosso objetivo era visitar o Gardens by the Bay, o emblemático parque de Singapura. Passamos pelo shopping que fica dentro do hotel, pensando como deve ser bom ter dinheiro e poder comprar o que quiser nessas lojinhas humildes rs.

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O complexo Gardens by the Bay foi parte de uma estratégia do governo singapurano para aumentar a qualidade de vida com a introdução de mais espaços verdes na cidade. Segundo eles, trata-se de "uma peça de horticultura e jardinagem artística que apresenta o reino vegetal de uma forma totalmente nova, entretendo e educando os visitantes com plantas raramente vistas nesta parte do mundo, variando de espécies em climas frios e temperados a florestas tropicais e habitats".

O complexo é dividido em 3 partes: a Bay South Garden, que é a parte principal, onde ficam localizadas as Supertrees, as estufas e são realizados diversos eventos; a Bay East Garden, que fica do outro lado da baía, e proporciona uma vista de cartão-postal da cidade (fomos lá no outro dia só pra eu poder fazer a foto, obviamente); e a Bay Central Garden, todos devidamente contornando a baía, como o próprio nome já sugere.

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Nosso foco hoje era a parte da Bay South Garden. Lá ficam duas estufas gigantescas, a Flower Dome e a Cloud Forest. A ideia é que as estufas usem energia de forma eficiente como exibição do potencial de arquitetura e construção sustentáveis, disponibilizando um local permanente para entretenimento educativo. Tecnologia, aliás, é a palavra ordem em Singapura. Tudo é eficiente e moderno.

O ingresso foi S$ 28 por pessoa (dá direito a visitar as duas estufas). 

Fomos primeiro à Cloud Forest. De cara já sentimos o impacto: o clima. Saímos do calor de Singapura e entramos no clima fresco-quase-frio da estufa. Lá dentro, uma montanha de 35 metros com queda d'água. Inúmeras espécies de plantas tropicais que rende lindas fotos.

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Em seguida, fomos à Flower Dome. Nessa estufa encontramos milhares de espécies de plantas, flores, árvores (algumas extremamente antigas), abóboras gigantes e etc. Um jardim gigante.

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Quando compramos os ingressos para as estufas, aproveitamos para comprar também o ingresso do OCBC SKYWAY (S$ 8 por pessoa), pois pretendíamos usá-lo no dia seguinte. Esse ingresso te permite caminhar pelas passarelas suspensas que interligam as Supertrees, sobre as quais falaremos agora.

Supertree Groove é o conjunto das árvores gigantes artificiais e tecnológicas que marcam esse parque. É quase um símbolo de Singapura. Elas são, literalmente, um espetáculo à parte. Mais precisamente, todos os dias, às 19h45 e às 20h45, um show de luzes e música que você não irá esquecer. Tudo isso, é claro, utilizando energia da própria captação solar das árvores.

Estavamos famintos, então fomos lanchar num McDonalds lotado ali dentro do parque (S$ 24.85 o casal). Em seguida, nos posicionamos para o show das Supertrees. As fotos falam por si.

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Seguimos para a última atração do nosso dia, na região da Bay Central. Fomos dar uma volta na Singapore Flyer, uma roda-gigante de 165 metros de altura (equivalente a um prédio de 42 andares). Para se ter uma ideia, a volta completa demora 30 minutos, e vale muito a pena. Um visual lindo lá de cima, e as cabines são bem grandes. Pagamos S$ 33 por pessoa no ingresso.

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Pegamos um uber de volta para o nosso hotel (S$ 3,40 por pessoa), e passamos numa 7Eleven (ô lojinha abençoada), onde compramos uns cup noodles e umas bebidas para jantar (S$ 9,95 total).

Voltamos bem cansados para o quarto, mas aquele cansaço bom de viagem, sabe? E era bom descansar, mesmo, porque o dia seguinte era de mais bateção de perna.

SALDO DO DIA (por pessoa):

S$ 2,70 - Uber
S$ 95 - 3 diárias Hotel 81 Gold
S$ 6,90 - almoço
S$ 2,40 - metrô
S$ 28 - ingressos Flower Dome + Cloud Forest
S$ 8 - ingresso OCBC SKYWAY
S$ 12,45 - lanche McDonalds
S$ 33 - ingresso Singapore Flyer
S$ 3,40 - uber
S$ 5 - 7Eleven

TOTAL: S$ 196,85 (USD 145)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: A Orchard Road, o Merlion e uma pausa para fotografar.

  • 4 semanas depois...
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Que massa que esse relato voltou! parabéns Rodrigo! Ansioso pela continuação! 

 

Pode dar um spoiler? Tu ficou 4 dias em Singapura né? O que achou desse tempo? 

 

Abração!

  • 3 anos depois...

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