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Olá viajante!

Bora viajar?

Indonésia + Singapura + Tailândia (36 dias – out e nov/2017) A viagem dos SONHOS!

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Índice do Relato (clique na página para ir direto ao capítulo)
Capítulo 1: Preparativos [Pag. 1] 
Capítulo 2: Do sonho até lá. [Pag. 5]
Capítulo 3: 
Bangkok, tempestade e a corrida contra o tempo. [Pag. 5]
Capítulo 4: 
Roby, o motorista mais gente boa de Bali. [Pag. 7]
Capítulo 5: 
Templos e praias de Bali, a ilha mágica. [Pag. 7]
Capítulo 6:
Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. [Pag. 8]
Capítulo 7:
Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. [Pag. 9]
Capítulo 8:
Os encantos de Nusa Lembongan. [Pag. 9]
Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta! [Pag. 9]
Capítulo 10: 
Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay. [Pag. 10]
Capítulo 11: Goa Giri Putri, Atuh Beach e uma casa na árvore. [Pag. 11]
Capítulo 12: 
O espetáculo do sol: adeus Nusa Penida! [Pag. 11]
Capítulo 13: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands. [Pag. 13]
Capítulo 14: Chinatown, Gardens by the Bay e Singapore Flyer. [Pag. 13]
Capítulo 15:

(continua...)

Quer conferir algumas fotos da viagem e ainda ser informado quando tiver capítulo novo?

Então segue lá no instagram @queridopassaporte

Faaala, meu povo!

Cá estou eu novamente retribuindo tudo o que esse fórum sempre me proporciona. É com prazer que dou início a mais um relato buscando compartilhar o máximo possível de informações e de experiência de viagem com a comunidade mochileira.

Há três anos, fiz meu primeiro mochilão, percorrendo o clássico roteiro da América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), e postei o relato aqui no fórum. Confesso que não tinha noção da proporção que esse relato viria a tomar, e de como ele me apresentou tanta gente do bem e inspirou tantas outras histórias bonitas por aí.

Para quem ainda não viu, vou deixar o link aqui, ó: 

 

Agradecimentos

Eu não poderia dar sequência sem antes agradecer a todo mundo que me ajudou com as informações que me permitiram fazer o roteiro do jeito que eu sempre quis. São muitos nomes:

Meu parceiro @Tanaguchi que, com seus dois incríveis relatos pelo Sudeste Asiático (veja aqui e aqui), em muito me ajudou nesse planejamento. Aliás, ele também me ajudou com o relato pela América do Sul. Vai seguindo tuas viagens que eu vou te acompanhando, jovem! Hahaha

Outro grande agradecimento vai pra minha parceirona @Maryana Teles, dona do Vida Mochileira (clica aqui pra conferir o Blog dela, aproveita pra segui-la no Instagram, no YouTube e participar do grupo no Facebook). A Mary sempre foi uma pessoa alto-astral, generosa, autêntica, e que me ajudou muito com as postagens dela sobre a Tailândia. E também me deu aquela força na divulgação do @queridopassaporte durante minha viagem haha. Valeu, Mary! #tamojunto sempre.

Foi a Mary que me indicou outro cara que também tenho que agradecer, meu xará Rodrigo Siqueira, do TravelerBR, principalmente por indicar o melhor barqueiro de Koh Phi Phi (mais detalhes nos capítulos finais do relato haha). Rodrigo também é referência em mergulho de cilindro por lá, e o barco da empresa dele tá sempre lotado de brasileiros. Não deixe de conferir o site e o instagram dele. 

E, por fim, agradecer a dois estrangeiros camaradas: o Jackson Groves, do Journey Era, e a Justine, do Travel Lush. Seja pelas matérias nos blogs ou respondendo os meus directs, me ajudaram muito com informações principalmente a respeito de Nusa Penida, em Bali, pois quase não se achava site brasileiro com informação detalhada sobre esse lugar na época em que eu estava pesquisando.

Ufa! É isso. Claro que mais pessoas me ajudaram, direta ou indiretamente, mas fica aqui meu agradecimento de forma geral.

 

A viagem

Essa viagem seria feita originalmente em novembro de 2016. Mas meu namorado e fiel parceiro de boletos, aventuras e repete-essa-foto-até-ficar-do-jeito-que-eu-quero Antenor recebeu uma proposta de emprego e mudou de empresa e, com isso, lá se foram as férias planejadas. Tivemos que esperar o ano seguinte, mas o sacrifício valeu a pena. Daí vocês já imaginam a expectativa que foi quando finalmente embarcamos nessa viagem no final de 2017, né? Spoiler: foi a viagem dos SONHOS!

 

O Roteiro
 

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O roteiro mudou muitas vezes desde quando comecei a pesquisar essa viagem, há dois anos. No começo, ficava ali por Tailândia, Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã… Mas aí depois veio Bali... Aí depois veio Singapura… Aí depois veio Filipinas... A TENTAÇÃO NÃO TINHA FIM! Era uma descoberta atrás da outra. Não havia tempo pra tudo, infelizmente.

Fechamos, então, Indonésia (Bali), Singapura e Tailândia. Talvez não fosse o roteiro mais prático, mas também nada difícil de ser feito, principalmente considerando os voos low-cost dessa região e a época propícia em que estávamos viajando (mais detalhes logo abaixo na parte “Quando ir?”).

O roteiro ficou assim:

11/10/17: Vitória (VIX) x São Paulo (GRU) 
12/10/17: São Paulo (GRU) x Addis Ababa (ADD)
13/10/17: Addis Ababa (ADD) x Bangkok (BKK)
14/10/17: Bangkok (DMK) x Bali (DPS)

Indonésia (Bali)
15/10/17: Uluwatu
16/10/17: Ubud
17/10/17: Ubud
18/10/17: Ubud x Nusa Lembongan
19/10/17: Nusa Penida
20/10/17: Nusa Penida
21/10/17: Nusa Penida
22/10/17: Nusa Penida x Kuta
23/10/17: Bali (DPS) x Singapura (SIN)

Singapura
24/10/17: Singapura
25/10/17: Singapura
26/10/17: Singapura
27/10/17: Singapura (SIN) x Bangkok (DMK)

Tailândia
28/10/17: Bangkok
29/10/17: Bangkok
30/10/17: Bangkok
31/10/17: Bangkok (DMK) x Chiang Mai (CNX)
01/11/17: Chiang Mai
02/11/17: Chiang Mai
03/11/17: Chiang Mai
04/11/17: Chiang Mai
05/11/17: Chiang Mai x Bangkok, Bangkok (DMK) x Krabi (KBV)
06/11/17: Railay Beach
07/11/17: Railay Beach
08/11/17: Railay Beach x Koh Phi Phi
09/11/17: Koh Phi Phi
10/11/17: Koh Phi Phi
11/11/17: Koh Phi Phi
12/11/17: Koh Phi Phi
13/11/17: Koh Phi Phi x Krabi, Krabi (KBV) x Bangkok (DMK)
14/11/17: Bangkok
15/11/17: Bangkok (BKK) x Addis Ababa (ADD) x São Paulo (GRU) x Vitória (VIX)

 

Quando ir?

Essa pergunta é muito importante. Planejar uma viagem ao Sudeste Asiático sem levar em consideração a época do ano é bem arriscado. As estações se resumem basicamente em Seca e Molhada. Quando eu digo seca, é quente pra burro. E quando eu digo molhada, é daquelas chuvas torrenciais cinematográficas (as famosas monções).

Bom, eu poderia gastar alguns parágrafos aqui descrevendo as probabilidades climáticas de cada mês em cada um dos três países que eu visitei, mas, como eu sou um cara muito gente boa, montei uma tabelinha mais lúdica pra facilitar a pesquisa.

Lembrando que essas informações são PROBABILIDADES. Sabemos bem como o clima pode nos surpreender. Você pode ir num mês cuja probabilidade é de chuva e pegar um belo dia de sol, como pode ir numa época típica de sol e pegar dias de chuva. Não é uma ciência exata.

Indonésia (Bali)

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De maio a outubro é a “estação seca”, bons meses pra se visitar Bali. Abril e novembro também são boas opções, mas ainda são meses de transição entre as estações. Se puder evitar dezembro, janeiro e fevereiro, evite, pois tende a chover mais. Mas nada que vá atrapalhar sua experiência de viagem caso esses sejam os únicos meses disponíveis.

 

Singapura

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Singapura já possui um clima mais equilibrado, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Costuma-se ter mais dias de chuva em novembro, dezembro e janeiro. O mês com menos chuva é fevereiro. Mas não é nada que seja uma diferença absurda. Apenas tenha em mente que qualquer dia pode chover, mas que isso não vai estragar o seu passeio.

 

Tailândia

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Tailândia é o país que mais respondemos “depende” quando a pergunta é “quando ir?”. Isso porque cada parte do país (região central, como Bangkok; região norte, como Chiang Mai; região da costa oeste, banhada pelo Mar de Andamão, como Phuket, Krabi e Koh Phi Phi; e região da costa leste, banhada pelo Golfo da Tailândia, como Koh Sami e Koh Tao) possuem calendários climáticos específicos. De uma forma geral, costuma-se dizer que os melhores meses são janeiro e fevereiro (dezembro, também, dependendo das praias que você queira ir), e os piores meses são de maio a outubro.

 

O que levar?

O Sudeste Asiático é quente, muito quente. Mesmo em época de chuva, são raros os momentos em que você precisará de roupa de frio. Em 99% do tempo você vai desejar ser invisível pra poder andar sem roupa e entrar nos estabelecimentos só pra ficar no ar condicionado. Pra não dizer que não levei roupa de “frio”, eu levei uma camisa segunda pele só porque no meu roteiro estava previsto uma visita a uma região bem alta no norte da Tailândia, e lá costuma fazer um “friozinho”. Morreria se não tivesse levado? Não, daria pra aguentar. Mas vai de cada um.

Meu vestuário foi, na maior parte da viagem, camiseta, bermuda e chinelo. Levei um tênis pra usar nos locais em que se exige sapatos fechados, e também para andar em Singapura, que é uma cidade mais “arrumadinha” e eu ia bater muita perna. Calça eu levei só para os voos internacionais e para entrar em estabelecimentos que pediam esse tipo de vestuário. Na região das praias, era sunga, bermuda e chinelo o tempo todo. Resumindo: FÉRIAS, em maiúsculo.

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Equipamentos

Eu sou um apaixonado por fotografia. Gosto de estudar, praticar e considero quase uma segunda profissão. Mas uma das perguntas que mais recebo é “adorei suas fotos, qual é sua máquina?” hahaha. Poxa vida. Não vou ser hipócrita em dizer que equipamento não faz diferença, porque ajuda. Mas a maior parte do resultado das fotos vem do olhar, do estudo de luz e sombra, composição, pós-edição, etc. Fora os perrengues que a gente passa pra conseguir uma foto. Mas sempre vale a pena.

De toda forma, deixo aqui a lista dos equipamentos que levei. Foi uma mochila só com eles. Algumas das fotos foram feitas com o próprio celular (na época da viagem, um Samsung Galaxy S7).

Câmera Nikon Dx D5300
Lente Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6
Lente Nikkor 35mm f/1.8
Lente Sigma 10-20mm f/4-5.6
Tripé 60-170cm
GoPro HERO5 Black
GoPro Dome 6’’
Spray repelente de água
Bastão GoPro 3 Way
Bastão Flutuador GoPro
Carregador triplo + 2 baterias extras GoPro
Maleta de acessórios GoPro
Filtro de linha com 6 tomadas e 2 entradas USB
Adaptador de tomadas

Quem sabe na próxima eu já arrumei um drone? haha

 

Precisa de visto?

Para todos os casos dos três países visitados (e basicamente para a maioria dos países), é necessário passaporte com pelo menos 6 meses de validade restante e apresentação do Certificado Internacional de Vacina contra a Febre Amarela. 

Abaixo, alguns dos requisitos que eu obtive dos sites da Embaixada do Brasil em cada país.

Indonésia
O visto de turismo não é necessário para visitas de até 30 dias. Já o visto de negócios é exigido, e pode ser obtido na chegada ao país, válido por 30 dias e prorrogado por mais 30 dias.

Singapura
Singapura não exige visto para entrada de brasileiros no país, caso permaneçam até 30 dias. Nesse caso, é concedido um “visitor pass”.

Tailândia
Não é necessário visto para os brasileiros ingressando na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias.

Atenção! O porte e o tráfico de drogas são severamente punidos pelas legislações desses países, até com pena de morte. Mesmo o porte de quantidades mínimas pode ser punido com muitos anos de prisão.

 

Documentos

Sempre levo uma pastinha dessas transparentes e maleáveis com todos os principais papéis que preciso carregar, tais como:

Cartões de embarque:
Estão sempre salvos no e-mail e no celular, mas não custa nada ter um back-up impresso guardado com você. Sou do time #menospapel, mas, estando do outro lado do mundo, precaução extra nunca é demais.

Comprovantes, ingressos, reservas, etc:
Todas as reservas, compras e ingressos que eu tenha comprado previamente (o que se faço caso não me represente nenhum aumento de custo, ou caso seja necessário, pois prefiro comprar e reservar tudo na hora).

Certificado do Seguro Viagem:
Nunca, eu hipótese alguma, viagem sem um Seguro Viagem. É como andar de carro sem seguro. Um risco constante de adoecer ou precisar de assistência médica e ter que gastar centenas ou milhares de dólares do próprio bolso. Acreditem, eu precisei usar nas últimas duas viagens internacionais que fiz. Então, faça sua cotação, sua pesquisa, entre em contato com a operadora do seu cartão de crédito, ou o seu banco, qualquer coisa, mas não viagem sem.

Cartão Internacional de Vacina (ANVISA):
É importante ter o seu Cartão Internacional de Vacina para comprovar que foi vacinado contra a Febre Amarela. Se em países como a Bolívia, onde é obrigatório, eles quase nunca te pedem, na Tailândia, por exemplo, é obrigatório apresentar antes mesmo de sair do aeroporto. Não esqueça o seu. Para fazer o seu Cartão Internacional, basta entrar no site da ANVISA, fazer o cadastro prévio, depois ir até uma agência deles, levar seu cartão de vacina em que comprova que foi vacinado contra a febre amarela e pronto, eles emitem o seu Cartão Internacional.

Nota fiscal dos equipamentos fotográficos:
Eu sempre procuro levar, ainda que meus equipamentos sejam considerados de “uso turístico” e não precisam ser declarados. Entretanto, nunca se sabe quando você será confrontado por um agente policial questionando a procedência daqueles itens. Então, por precaução, eu levo. Mas nunca me pediram.

Todo e qualquer papel que você receber durante a viagem:
Vá guardando tudo o que você receber, principalmente em aeroportos, hotéis, agências, etc. Nunca se sabe quando você irá precisar daquele comprovante. É muito comum ter que apresentá-los nos trâmites de entrada e saída de alguns países.

 

Como levar o dinheiro?

Há muitos que optam por levar o cartão para saques nos ATMs, ou então só usar o cartão de crédito, por uma questão de segurança. Eu levo tudo em dinheiro (dólares, geralmente) e deixo as notas num money belt, aquelas doleiras em forma de cinto que a gente usa por dentro da roupa. É ali também que eu guardo o meu passaporte, sempre comigo. Não tiro o money belt para nada. Os únicos momentos que tirava era quando ia entrar no mar, mas ou eu estava num barco privado e minhas coisas ficavam em segurança, ou então eu deixava tudo no cofre do hotel e só saia com o dinheiro necessário para o dia. Nesses países é bem raro ser assaltado, mas o furto é algo comum. Então fique sempre muito atento aos seus pertences para não dar o azar de ser furtado.

Obviamente, também levo um cartão de crédito para emergências. Mas nunca o deixo junto de onde guardo o dinheiro, justamente para não correr o risco de perder tudo de uma vez só. O mesmo vale para as chaves reservas dos cadeados, se este for o seu caso (eu uso mais o cadeado de código). Sempre guarde a chave reserva num lugar separado.

 

Finalizando...

Bom, acho que é isso. No próximo capítulo eu darei início à saga do voo internacional, falo das passagens, de como e por quanto comprei, questões de fuso horário, jet lag, etc.

Então, até breve!

 

Próximo capítulo: Do sonho até lá.

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Em 19/07/2018 em 00:31, Cleber Curitiba disse:

Cara, é muito show ler os seus relatos da viagem !!

Vou sozinho pra Tailândia no dia 22/10, fico uns 15 dias por lá(entre BKk e praias), e depois vou pra Bali, e fico mais 20 dias (vou fazer o contrário da viagem de vocês), e só retorno pra Bangkok um dia antes do vôo de volta pro BR. O roteiro da Tailândia está quase pronto, mas para o roteiro de Bali, os seus posts estão me dando uma grande ajuda.

Mais do que uma viagem de curtição, praias, templos e paisagens surreais, acho que vai ser um grande período de autoconhecimento, de aprendizado e crescimento espiritual tb. Você conseguiu transmitir, pelo menos pra mim,  através dos relatos e fotos, uma energia toda especial que esse lugar possui.

Ahhh e vou fazer contato com o Roby...já adicionei ele no facebook, deve ser uma pessoa muito bacana.

Grande Abraço !!!

Boaaa @Cleber Curitiba. Cara, você descreveu completamente o que é viajar por Bali. É tudo isso aí e mais um pouco. E pode entrar em contato com o Roby que você não vai se arrepender. Sucesso na sua viagem!!!

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Pessoal, nesse fds eu não garanto, mas nessa próxima semana sem falta eu posto o capítulo novo. Preciso acelerar isso porque nesse ritmo eu só termino em 2028 kkkk.

  • 2 semanas depois...
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Capítulo 7: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz.

7º dia (17 de outubro)

O último dia de programação em Ubud mal havia começado e a gente já estava com saudade daquele lugar. Se tivéssemos mais tempo disponível no nosso mochilão, aqui certamente seria um dos lugares em que esticaríamos um pouco mais.

Acordamos e tomamos o belo café da manhã que a Putu novamente nos preparou. Hoje não teríamos o Roby, os deslocamentos seriam feitos por nossa conta. Não por acaso, todo o nosso roteiro do dia estava pelas proximidades da cidade.

 

Floresta dos Macacos

Fomos andando rumo à primeira parada: a Floresta dos Macacos. Ela funciona todos os dias, das 8h30 às 18h. A entrada custa Rp. 50.000 por pessoa (mais os Rp. 20.000 do cacho de bananas que compramos lá dentro, opcional). Ainda no caminho até lá, paramos num mercadinho e compramos dois sorvetes cornetto e uma água grande pela pechincha de Rp. 21.000 (uns 5 reais). Ahhh quem dera meu Brasil fosse assim.

Demos uma volta boa pela floresta, que é bem grande e bem bonita. Combinamos de alimentar os macacos no final, para conhecer cada canto do lugar primeiro.

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São muitas as recomendações ao se visitar a Floresta dos Macacos, mas a principal delas é não dar bobeira com seus pertences pessoais. Eles são espertos, abusados (afinal, estão na casa deles) e podem tomar tudo o que quiserem em busca de comida, ou pela simples curiosidade. 

Antenor foi o primeiro a pegar uns pedaços de banana e esperar que o macaco subisse nos ombros dele. Filhote, é claro. Não teve muita coragem de encarar os adultos.

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Já eu, o bonzão, o espertão, o fodão, quis com um macaco adulto. Logo avistei um que parecia ter o peso de um gorila. Ele já subiu em mim assim que avistou o pedaço de banana na minha mão. Ficou uns instantes pelo meu ombro, o bastante pra eu tirar umas fotos e ganhar vários likes no instagram.

Mas a expressão "macaco velho" não é à toa. Experiente que só, ele viu que tinha banana escondida no meu bolso. Foi escalando por mim rumo ao chão, e eu crente que ele estava só indo embora. Parou perto do meu bolso e tentou enfiar a mão. Como não conseguiu colocar a mão por dentro do tecido, simplesmente lascou uma bela dentada por cima da bermuda mesmo.

Ali meu coração deu uma leve estremecida, nada sério, só tipo uma parada cardíaca. Mantive a calma e fui tentar ajudá-lo, abrindo o bolso. Que inocência a minha. Ele olhou pra mim e abriu uma boca que naquela hora me pareceu ter uns 90 cm de amplitude, o suficiente pra engolir metade do meu corpo. O barulho que ele fez também não foi nada agradável. Ele investiu outra mordida na minha perna, e dessa vez eu senti os dentes passando de raspão em mim. Já tava ali imaginando que na próxima tentativa ele levaria veia, fêmur, músculo, tudo junto. Mas antes que eu pudesse terminar o 8º Pai Nosso e o 5º Santo Anjo do Senhor Meu Zeloso Guardador, um dos trabalhadores locais chegou e tocou o macaco pra longe de mim.

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Tive que me livrar rapidamente das bananas que estavam no meu bolso, porque um novo cerco de macacos já estava se formando. Eles não são bestas.

Portanto, pessoal, fica aqui a dica do tio Rodrigo. Não subestimem os macacos, e tomem MUITO cuidado. Por sorte, não aconteceu nada grave. Mas poderia ter acontecido.

Voltando da floresta, paramos num supermercado e compramos umas coisas diferentes dessas que você só costuma achar no país que está visitando. Pó de café local (que aprendemos a tomar sem filtrar, diretamente na água, feito um café solúvel), uns donuts, umas bebidas estranhas tipo refrigerante, e uns cup noodles pra servir de almoço no hotel. Total: Rp. 182.000.

De volta ao hotel e devidamente alimentados, alugamos uma scooter com a própria Putu (dona do hotel) por Rp. 50.000 a diária, e saímos para a próxima atração do nosso roteiro: o Palácio de Ubud.

 

Palácio de Ubud

Ele estava em reforma, portanto só era possível visitar algumas partes. Honestamente, eu não achei muita graça. Talvez com um guia, conhecendo a história local, fosse mais interessante, mas eu não colocaria muita expectativa nisso. Ali costuma acontecer alguns eventos, também, o que é outra chance do local se tornar interessante. Mas, tirando isso, demos uma volta e não perdemos muito tempo. Seguimos logo pra próxima parada.

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Nesse momento, aproveitamos para passar numa casa de câmbio e trocar uma quantidade maior de dólares. Isso porque os nossos próximos dias seriam nas ilhas Nusa Lembongan e Nusa Penida, e lá não costuma ter uma cotação muito boa. Fizemos uma estimativa de gastos e trocamos o suficiente, sempre considerando uma margem de segurança.

 

Telalagang Rice Terrace

Seguimos de moto para fora da cidade em direção a uma atração muito famosa da região, o Telalagang Rice Terrace (Terraço de Arroz de Telalagang). Ele não fica muito longe, então quem quiser alugar uma moto, ou pegar um táxi, pode conhecer por conta própria.

A entrada lá é "gratuita". As aspas se dão porque, ao percorrer o local, é comum se deparar com "pedágios" disfarçados de doação, onde alguns locais pedem que você deixe uns trocados em troca da manutenção das pequenas pontes que eles constroem para a nossa travessia de um lado para o outro. Nada mais justo. Deixamos Rp. 5.000 cada, mas pode ser o valor que você quiser.

O dia estava meio nublado, com cara de chuva, mas mesmo assim deu pra ver como o lugar é bonito. Porém, é o mais famoso terraço de arroz de Bali, então espere muitos turistas. Isso tira um pouco da magia do local, é verdade, mas outras opções de terraços não possuíam essa mesma geografia (eram terraços mais planos), e tampouco eram tão próximos quanto. Então nos contentamos em ficar por aqui mesmo.

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No caminho de volta para Ubud, pegamos uma bela de uma chuva. Sabe que foi até legal? Aquela sensação boa de chuva fresca, no meio de uma viagem, percorrendo aquelas charmosas estradinhas de Bali, campos de arroz surgindo às margens da estrada, misturados a templos, casas, lojas... foi um momento marcante. Turista acha tudo lindo, né? haha.

 

Ubud Market

Seguimos direto para o hotel. Deixamos mais roupa para lavar com a Putu e fomos correndo para o Ubud Market, pois já estava quase fechando (ele fecha às 18h).

Chegando lá, algumas barracas já estavam recolhendo as coisas (as fotos abaixo são de quando passamos rapidamente por lá antes de ir ao Ubud Palace). Não só pelo horário, mas porque a chuva já tinha espantado boa parte da clientela. Mas deu tempo de comprarmos algumas lembrancinhas que queríamos levar de Bali, como descansa-copos, sarongs, ímãs de geladeira, etc. É tudo baratinho, mas esquecemos de anotar os preços. Eu só me lembro de uma Sarong MUITO BONITA, tecido trabalhado à mão, vermelho com uns desenhos em tinta ouro, em que fiquei horas negociando porque ela queria me cobrar 20 dólares. No fim das contas, paguei Rp. 100.000, porque queria levar de presente pra minha mãe.

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Passamos em outra lojinha mais arrumada (dessas que parecem de comércio de rua), com os preços já etiquetados. Levamos kits de sabonetes, pacotes de incenso, caixinha artesanal com pacote de café dentro, pulseira, enfim... tudo o queríamos levar de presente pro Brasil, e ficou tudo por Rp. 217.000.

 

Café Lotus

Seguimos para o famoso Café Lotus, pois haveria o tal espetáculo de dança naquele dia. Eu estava muito ansioso por esse momento, mas... nem tudo sai como planejado e a gente aprende a lidar com isso durante as viagens. Por conta do tempo, que ameaçava chuva, o espetáculo havia sido transferido para um local fechado, num prédio ao lado. Com isso, perdemos o interesse de participar. Além de não ser lá muito barato, não seria no lugar tradicional. Mas fica a dica para quem puder assistir. Dizem que é bem bonito. E não caia nessa de "pacote com jantar incluso" porque as mesas do Café Lotus são longe do lugar da dança, e quem paga mais caro no pacote com jantar assiste ao espetáculo de longe, e quem só compra o espetáculo pode assistir lá de perto.

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Já que nossa programação havia sido cancelada, fomos jantar em outro local. A conta ficou em Rp. 150.000 o casal. Voltamos para o hotel e acertamos nossa conta com a Putu (Rp. 1.050.000 pelas diárias, mais as Rp. 20.000 pelo kg de roupa extra que deixamos lá mais cedo).

No dia seguinte, sairíamos cedo para o porto de Sanur, onde um barco nos levaria até Nusa Lembongan. Todo esse percurso já tinha sido combinado previamente com o Roby por whatsapp, pois ele organizou tudo pra gente. Mas os detalhes de preço, rotas e tudo mais vocês saberão no próximo capítulo.

Nessa hora, a minha ansiedade já estava a mil. As ilhas Nusa, em especial Nusa Penida, era um dos meus momentos mais aguardados de toda a viagem. 

 

SALDO DO DIA (por pessoa):

Rp. 10.500 - Sorvete e água
Rp. 50.000 - Entrada Floresta dos Macacos
Rp. 10.000 - Bananas
Rp. 91.000 - Guloseimas no mercado
Rp. 50.000 - 01 diária de scooter
Rp. 5.000 - "Doação" no Telalagang Rice Terrace
Rp. 158.500 - Presentes e lembrancinhas
Rp. 75.000 - Jantar
Rp. 525.000 - 03 diárias Angga Homestay
Rp. 10.000 - Roupa lavanderia
 

TOTAL: Rp. 985.000  (USD 72)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Os encantos de Nusa Lembongan.

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Excelente, Rodrigo! Mesmo sem previsão de fazer esta viagem por agora, estou acompanhando tudo.
Parabéns pelo seu empenho, sei como é difícil produzir este tipo de conteúdo. Abraço!

  • 2 semanas depois...
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Em 10/08/2018 em 13:29, h.flavioborges disse:

Excelente, Rodrigo! Mesmo sem previsão de fazer esta viagem por agora, estou acompanhando tudo.
Parabéns pelo seu empenho, sei como é difícil produzir este tipo de conteúdo. Abraço!

Valeu, Flávio! Fico feliz por isso. Realmente, é um esforço danado. Mas o retorno da galera é sempre gratificante. Abraço!!!

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Capítulo 8: Os encantos de Nusa Lembongan.

8º dia (18 de outubro)

O motorista da van chegou no local e horário combinados. Havíamos tomado o nosso último café da manhã feito pela Putu e nos despedido dela. Foi uma hospedagem muito acolhedora.

O percurso até chegar em Nusa Lembongan é bem simples. Inúmeras agências ou hotéis oferecem esse serviço. Basicamente, inclui o transfer de onde você está (hotel) até o porto de onde sairá seu barco (no nosso caso, porto de Sanur), depois o ticket do barco de Bali até Nusa Lembongan, e depois o transfer do porto de Lembongan até o seu hotel na ilha.

Diversas empresas de barco fazem o percurso Bali x Nusa Lembongan em diversos horários do dia. Há também as embarcações públicas (mais baratas, porém mais lentas), e os chamado "fast boats", que fazem o trajeto em meia hora. Esse percurso, apesar de rápido, pode ser bem agitado. Na nossa ida, o mar movimentado rendeu altos gritinhos de "uuhhhhh" da galera tamanho eram os pulos que a gente dava rs. A volta foi mais tranquila.

Quando o motorista da van nos deixou no porto de Sanur, cerca de 1h30 depois de nos pegar em Ubud, ele "pediu" gorjeta aos passageiros. Deixamos Rp. 20.000 com ele. Antenor aproveitou para procurar um banheiro, que custou Rp. 5.000 para utilizar.

Quando chegamos no guichê da empresa de barco que nos levaria, queriam nos cobrar Rp. 300.000 por pessoa. Dissemos a ele que o combinado conosco era Rp. 250.000. Mostramos a conversa pelo whatsapp que tivemos com o Roby, e logo depois fizemos uma chamada de áudio com ele e passamos pro funcionário. Depois da conversa, ele aceitou fazer o preço de 250. Portanto, tenham registrado todo o combinado de vocês, seja em papel ou gravado no celular.    

O fast boat partiu às 10h, e às 10h30 já estávamos desembarcando na Mushroom Beach, que é a praia onde os barcos com os visitantes chegam. Nem mesmo havíamos descido na ilha e já estávamos admirados com aquela água azul neon transparente.

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Descemos ali mesmo na beira do mar. Os funcionários levam todos os mochilões pra parte seca. Lá, eles anotam o seu hotel de destino e te colocam nuns carrinhos junto com outros viajantes.

Chegamos no nosso hotel cedo para o check-in. Ficamos hospedados no The Cubang Hut's Lembongan. Era um poquinho mais caro que a média, porém, como iríamos ficar só uma noite nessa ilha, optamos por um bangalô mais arrumadinho. O local é bem bonito, piscina boa, e o bungalô em si era muito massa. Essa mesma estrutura no Brasil certamente não sairia por menos do triplo do preço. A diária custou Rp. 750.000.

Como ainda não podíamos fazer check-in, decidimos almoçar ali mesmo no hotel. Dois pratos e uma cerveja Bitang foram Rp. 153.000. Logo depois, deixamos as malas guardadas na recepção e fomos conhecer o primeiro ponto do nosso roteiro na ilha, a Dreamland Beach, que ficava a 5 minutos de caminhada do hotel.

A praia era linda, havia poucos turistas, e foi aí que começamos a ter o gostinho daquela tão sonhada "Bali" que a gente idealizou.


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Voltamos pro hotel e fizemos o check-in. Guardamos nossas coisas no quarto e alugamos 1 scooter com o próprio hotel (Rp. 85.000 para 12 horas de uso). Como havíamos pouco tempo de luz do sol restando (apenas a parte da tarde), não seria possível visitar todos os pontos da ilha, nem mesmo conhecer Nusa Ceningan, que é a ilha que fica ao lado, bastando atravessar a Yellow Bridge.

Com isso em mente, optamos por visitar a Devil's Tears, uma parte da ilha em que a água do mar entra por debaixo das pedras e volta com forte pressão causando um grande "espirro" esfumaçado de água. O horário que fomos não devia ser dos melhores, pois a água não estava espirrando tão forte assim. Mas tinha bastante turista. 

 

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Olhando no mapa offline, Antenor identificou um "Sunset Point" ali perto. Pegamos a moto e fomos lá, mas não achamos nada demais. Talvez seja de fato interessante no momento do por do sol, mas não podíamos esperar.

Logo em seguida, fomos procurar uma agência para fechar o passeio de snorkeling para a manhã do dia seguinte. Fizemos uma rápida pesquisa em umas duas ou três e acabamos fechando com uma que fez um bom preço e nos permitiu negociar a rota e os pontos a serem mergulhados. Ficou Rp. 200.000 para cada, e os pontos principais eram o Magroove Point (uma área com um coral super colorido e cheio de peixes), o Underwater Buddha (estátuas de Buda que foram colocadas no fundo do mar para que se tornassem atrações de mergulho), e o Manta Point (nadar com as famosas Raias Mantas).

Na saída, paramos num mercadinho e compramos coisas para o jantar e para ficar a manhã toda no barco (o passeio de snorkeling não inclui refeição nem água). Biscoitos, amendoins, chocolates e água, tudo por Rp. 227.000. Lembrando que os preços por aqui são naturalmente um pouco mais caros que em Bali, justamente pela pouca estrutura local.

Voltamos para o nosso hotel e aproveitamos o restinho do dia na piscina. Mais à noite, pedimos 2 cervejas e uma porção de fritas (Rp. 75.000) e ficamos na nossa varanda curtindo a brisa da noite.

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O dia seguinte seria o tão esperado dia. Conheceríamos o que de fato nos trouxe aqui, e o motivo pelo qual ficamos tão pouco tempo em Lembongan. O nosso foco era mesmo Nusa Penida, a maior (e, curiosamente, a menos visitada) das três "ilhas Nusa".

Minhas expectativas já eram altas, e conseguiram ser superadas. Ahhh, Nusa Penida. Quando eu lembro de você, QUE SAUDADE! Sem dúvidas, a minha parte preferida de TODA essa viagem pelo Sudeste Asiático. E vocês verão o porquê.

 

SALDO DO DIA (por pessoa):

Rp. 20.000 - gorjeta transfer
Rp. 5.000 - banheiro
Rp. 250.000 - Ubud x Nusa Lembongan
Rp. 76.500 - almoço + cerveja
Rp. 375.000 - diária hotel
Rp. 42.500 - aluguel 12h de scooter
Rp. 200.000 - passeio de snorkeling
Rp. 113.500 - mercadinho
Rp. 37.500 - cervejas e porção de fritas
 

TOTAL: Rp. 1.120.000  (USD 82)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta!

  • 1 mês depois...
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Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta!

9º dia (19 de outubro)

Acordamos cedo e já aproveitamos para fazer o check-out, pois não sabíamos a hora certa que voltaríamos do passeio de snorkeling. Antes que pudéssemos pedir o nosso café da manhã, duas motos vieram nos buscar para nos levar pra agência. Deixamos os mochilões guardados na recepção do hotel e partimos.

O snorkelling foi tranquilo e bem bonito. Nós havíamos fechado o seguinte percurso: Mangroove Point > Buddha Point > Crystal Bay e Manta Point. Paga-se um pouco a mais para incluir o Manta Point, pois ele é mais distante. E só é possível visitá-lo caso o mar não esteja agitado. 

Na primeira parada, já vimos o porquê das ilhas Nusa serem consideradas um dos melhores lugares para mergulho no mundo. Água cristalina e muita vida marinha. O Mangroove Point é lindo, com corais vivos e muito coloridos. Foi o melhor ponto de snorkelling, na nossa experiência.

Já o Buddha Point foi bem decepcionante. Eu já estava imaginando conseguir fazer aquelas fotos incríveis ao lado das estátuas, mas Antenor estava com tampões nos ouvidos devido a uma lesão no tímpano, e não podia mergulhar muito fundo por conta da pressão. E também, nem se pudesse, porque havia tanto turista, mas tanto agito, que a água estava "embaçada", turva, ficava difícil chegar lá no fundo pra ter uma visão mais nítida.

Obs.: os Budas foram colocados naquele local, de mar calmo, justamente com o propósito turístico de atender visitantes asiáticos, principalmente os chineses, que chegam às centenas em navios cruzeiro (a maioria não sabe nadar).

Para nossa infelicidade, fomos informados de que não era possível visitar as mantas porque o mar estava muito agitado. Para compensar, eles nos levaram em um ponto chamado Gamat Bay, mas não gostamos muito. A água era mais gelada, e eles nos soltaram próximos a um paredão e nos pediram pra ir seguindo o barco. Como eu estava mergulhando sem colete e o mar estava mais agitado, achei bem cansativo. Quase não aproveitei o mergulho porque tive que ficar nadando atrás do barco.

Algumas fotos no Mangroove Point:

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Na volta do passeio, contratamos um motorista para nos levar de volta ao hotel para pegar nossos mochilões e, em seguida, para a Yellow Bridge, a famosa ponte amarela que une as ilhas de Nusa Lembongan e de Nusa Ceningam. É lá que ficam os barcos que te levam até Nusa Penida, somente acessada dessa forma. 

Todos os dias às 6h sai um barco público da ponte amarela para Nusa Penida, com passagens a Rp. 50.000. Como era por volta de 12h, sabíamos que seria necessário contratar um barco privado. Pagamos Rp. 300.000 para que nos levassem, pois queríamos aproveitar a tarde e noite desse dia por lá. O trajeto é rápido, coisa de 15 minutos.

Nusa Penida

Aqui eu preciso fazer uma pequena observação. De todos os inúmeros lugares a se conhecer que planejei nessa viagem, Nusa Penida era, sem dúvidas, o momento que eu mais aguardava. Desde quando comecei a planejar o roteiro, em 2015, poucas informações estavam disponíveis na internet. E as poucas que eu achava eram em sites gringos. Isso porque Nusa Penida, apesar de tão próxima de Bali, é (era, até então) uma ilha pouco explorada, apesar de incrivelmente linda. Isso me fascinava. Era ali que estava a "verdadeira Bali" que a gente idealizava. E quanto mais eu descobria sobre ela e sobre suas belezas, mais eu ficava ansioso por conhecer, com medo de que de repente ela se tornasse popular e o "boom" daqueles turistas sem noção estragasse tudo por lá, como fizeram em Bali. E depois dos dias que passei na ilha, posso dizer que ela já estava um pouco diferente da que eu conheci pelos relatos 2 anos antes. E tenho certeza que atualmente ela deve estar ainda mais diferente. Como muitos viajantes famosos no instagram passaram por lá, ela ganhou muita popularidade, e isso se refletiu em sua estrutura. Hotéis e restaurantes começam a surgir nos pontos turísticos antes quase selvagens e inexplorados. Mas acho que isso tudo faz parte.

Chegando em Nusa Penida, fomos caminhando até nossa hospedagem, o Jati Bungalows. Possuía uma ótima avaliação e um bom preço. Todos elogiavam muito a Jati, dona do lugar. A Jati é uma australiana (ou seria sul-africana? agora não lembro haha) que largou sua antiga vida para morar na ilha. Ela é demais! Nos ajudou muito. Logo nos deu um mapa e nos explicou como funcionavam as coisas por ali. Ela nos ajudou a alugar duas scooters por Rp. 50.000 cada. Afinal, não tínhamos tempo a perder. Eu queria logo conhecer o ponto que eu tanto havia sonhado: Kelingking Beach.

Pagamos Rp. 20.000 em 2 litros de gasolina (1 pra cada moto) e abastecemos ali mesmo, na base da garrafa pet e do funil haha. Segurança em primeiro lugar, só que não. Partimos rumo a Kelingking beach. Nos relatos que eu lia, todos falavam de como muitas estradas da ilha eram ruins por conta da baixa estrutura turística. Mas achamos até bem tranquilo o caminho até lá.

Chegando no local, foram Rp. 5.000 cada moto pelo estacionamento. Eu já fui apressado querendo chegar até a beira do penhasco e avistar aquele lugar. E quando vi... UAU! A emoção bateu forte.

Era tão lindo quanto eu imaginava. Fiz muitas fotos, mas já afoito porque o que eu queria mesmo era iniciar a descida. Eu queria chegar lá naquela praia quase inexplorada, de ondas fortes. Antes, almoçamos numa barraquinha que havia ali (até onde eu tinha pesquisado, antes não havia nada, mas o turismo está avançando rápido por lá) por Rp. 20.000 cada, mais Rp. 10.000 por uma água de coco. De barriga cheia e devidamente hidratados, preparamos nossas mochilas com biscoito, frutas e água, e iniciamos a descida.

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O caminho até a praia é bem famoso por sua periculosidade. São trechos íngremes, em muitos momentos é preciso praticamente escalar. Não é pra qualquer um, mas também não é nada impossível. Use um bom tênis e vá com calma, certificando-se de cada lugar que pisa, e se as cordas e as cercas de apoio estão firmes. Logo no início da descida há uma placa avisando para NÃO descer, porque é perigoso. Mas nem todos obedecem ao aviso.

Quando eu cheguei lá em baixo, eu fiquei sem palavras. Sensação de um sonho realizado. Eu curti cada momento. Cada segundo. Eu estava na praia dos meus sonhos, no lugar mais lindo que eu já tinha visto. Era uma coisa meio surreal. Antes eu ficava imaginando o que poderia acontecer de errado que me impediria de descer aqui. Mas finalmente eu estava lá, curtindo aquilo tudo. Ficamos até o por do sol, e foi o por do sol mais foda de todos. Bem no meio do mar. Aquele mar de ondas revoltas. Eu até arrisquei entrar na água (claro que eu não ia perder essa chance), mas não recomendo pra quem não saiba nadar bem. Porque é bem forte, ondas grandes e puxa bastante. Mas valeu cada instante, cada expectativa, cada sonho. Só aquele lugar já valeu por toda a viagem. Kelingking Beach, você já é o meu lugar preferido no mundo.

 

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Quando a luz do dia começou a cair, era a hora de iniciar a subida. Ainda levaríamos mais uns 40 minutos até o topo, e não podíamos fazer isso no escuro. Pegamos nossas motos e voltamos para a região de Toyapakeh (o "centrinho" de Nusa Penida, onde os barcos param e onde estávamos hospedados). Eu estava em êxtase. Que dia!

Jantamos no Warung Citiz, um restaurante bem simples, porém gostoso e barato, que ficava próximo ao Jati Bungalows. Rp. 30.000 cada prato que pedimos. Mais dois smoothies de Rp. 25.000 cada, e uma coca-cola de Rp. 5.000.

Fomos dormir em seguida. No dia seguinte, um motorista privado (indicação do Roby, lá de Bali) viria nos buscar para nos levar em alguns outros pontos da ilha que nos disseram ser melhor fazer de carro porque a estrada não era tão boa.

 

SALDO DO DIA (por pessoa):

Rp. 75.000 - transfer hotel + yellow bridge
Rp. 150.000 - barco privado para Nusa Penida
Rp. 50.000 - aluguel de scooter
Rp. 10.000 - litro de gasolina
Rp. 10.000 - água
Rp. 5.000 - estacionamento scooter
Rp. 20.000 - almoço
Rp. 15.000 - água de coco
Rp. 30.000 - jantar
Rp. 25.000 - smoothie
Rp. 5.000 - coca-cola

TOTAL: Rp. 395.000  (USD 29)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay.

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Uau! Que lugar!

Lindas fotos!!!!!

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