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Pois é Principe estou vendo nos mapas as cidades e o que tem cada uma, do lado chileno tem Puerto Varas; Puerto Montt; Osorno ; Valdivia; VillaRica, parece-me que no chile há dois grandes vulcoes né?

 

Acho que dá para ir até Villarrica/pucon e voltar, pois é relativamente perto... estou a amadurecer o trajeto!....

 

estou achando um pouco caro as passagens de aviao para Bariloche... nao acho nada abaixo de R$ 1.000,00 e como somos dois eu e minha esposa pode ser que pese no orçamento, mas estou aguardando alguma promoção para agosto ou setembro, há possibilidade de neve em setembro ou outubro?

 

[]'s

Olá Koy,

no Chile tem mais de 50 vulcões, e uma grande maioria está no sul.

Pela região onde você pretende andar os importantes ou, os que podes visitar facilmente são o Llaima, Villarrica, Osorno e Antillanca. Indo por San Martin até Pucon e logo voltando por Osorno seria mesmo nesse ordem (se mesmo ainda quer fazer essa volta).

 

Se procuras encontrar o centro de esqui aberto, em Setembro não tem problema, já em outubro normalmente chega a ficar aberto até meados desse mês.

 

Abraço

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DICAS DE BARILOCHE   Cheguei de Bariloche dia 20/06/04.   Adorei as dicas do Gibão (valeu!), mas a situação tá mais ou menos assim...ainda nevou pouco,não dava pra esquiar em Cerro Catedral ( só e

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estarei (eu e minha esposa) em Bariloche em agosto. Estou em dúvida sobre o meu roteiro

Chego no dia 08/08 as 12:15 e saio no dia 14/08 as 15:00 e não conheço nada além de relatos de lá.

 

1º dia: Conhecer o centro cívico, olhar +/- onde comer e aluguel de roupas (ou fazer outra coisa?)

2º dia: Circuito Chico

3º dia: Cerro Catedral

4º dia: Centro de Ski Nórdico

5º día: Cerro campanário

 

Tenho, até o momento passagens compradas e hotel reservado (não pago) e 7mil pesos, é suficiente? Não pretendo usar o cartão, a nao ser por necessidade/urgência

 

Obrigado gEnte

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estarei (eu e minha esposa) em Bariloche em agosto. Estou em dúvida sobre o meu roteiro

Chego no dia 08/08 as 12:15 e saio no dia 14/08 as 15:00 e não conheço nada além de relatos de lá.

 

1º dia: Conhecer o centro cívico, olhar +/- onde comer e aluguel de roupas (ou fazer outra coisa?)

2º dia: Circuito Chico

3º dia: Cerro Catedral

4º dia: Centro de Ski Nórdico

5º día: Cerro campanário

 

Tenho, até o momento passagens compradas e hotel reservado (não pago) e 7mil pesos, é suficiente? Não pretendo usar o cartão, a nao ser por necessidade/urgência

 

Obrigado gEnte

Oi Nunes,

vocês tem 5 dias completos em Bariloche, então e para não correr vou te dizer o que eu faria com esses cinco dias e com a tarde do dia da chegada.

Algo que ajudaria seria você alugar um carro. A maioria desses passeios podem ser feitos com ele, ou podes chegar até eles com carro.

8/8: Centro Civico, Centro da cidade, aluguel de roupas, etc.

9/8: Circuito Chico com Cerro Campanario (de manhã) e Bosque de Arrayanes / Isla Victoria (de tarde)

10/8: Piedras Blancas (de manhã) e Cerro Otto (de tarde)

11/8: Cerro Catedral

12/8: Villa La Angostura

13/8: San Martin de los Andes por Siete Lagos

14/8: Última visita ao centro e viajar de volta

A ordem dos passeios não tem porque ser essa, de fato o melhor que podes fazer e ver o Informe do Clima o dia anterior; mesmo muitas vezes não sendo exato, se fala que vai ter sol, assim será. Inclusive revisa ele cedo antes de sair para algum lugar.

Por exemplo, o dia que faças Cerro Catedral seria ótimo ter Sol. Para o Cerro Otto também, mais não tão importante como o primeiro. Para o resto, dá no mesmo.

 

Tem mais opções de passeios pelo que te recomendo vejas neste site www.barilocheturismo.gob.ar/inicio e logo faças teu próprio roteiro

 

Isto sempre depende de cada um e do tipo de cambio na época da viagem, mas em principio para passeios, alugar um carro e comidas para ambos $7.000 está bem, mas eu levaria um pouco mais; tipo o equivalente a $10.000. Melhor sobrar que faltar.

Se for alugar um carro e melhor fazer isso agora.

Abraço

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Olá Koy,

no Chile tem mais de 50 vulcões, e uma grande maioria está no sul.

Pela região onde você pretende andar os importantes ou, os que podes visitar facilmente são o Llaima, Villarrica, Osorno e Antillanca. Indo por San Martin até Pucon e logo voltando por Osorno seria mesmo nesse ordem (se mesmo ainda quer fazer essa volta).

 

Se procuras encontrar o centro de esqui aberto, em Setembro não tem problema, já em outubro normalmente chega a ficar aberto até meados desse mês.

 

Abraço

 

 

Olá Principe,

 

bom ja tenho alguns dados que estao definidos, por exemplo estarei de féria do dia 02/ago ao dia 16/ago, portanto terei algo como 13 ou 15 noites, como ja conheço Bariloche, devo deixar talvez 3 ou 4 noites (fui em junho estava frio mas nao tinha neve, caso tenha em agosto eu possa mudar a quantidade de noites).

Desta forma terei algo com 9 a 8 noites para ida ao Chile e retornar para Bariloche.

 

De acordo com sua dica acima, ir por San Martin e voltando por Osorno, quais cidades merece uma parada, nem que seja de um dia ou mais e se possivel especificar qtas noites em cada parada, citarei algumas cidades e se puder analisar, nao esqueça a questao do transporte, estarei de onibus e com a esposa.

 

San Martin;

Osorno ;

Villarrica;

Puerto Varas;

Puerto Montt

Antillanca

Llaima

 

[]'s

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Olá Koy,

O primeiro que devo dizer e que teu roteiro dá mais para falar em algum posto do sul de Chile que em este especifico de Bariloche, rsrs.

O segundo e que em Agosto terá muita neve por lá, pelo menos no Catedral.

 

Referente ao roteiro, poderias ir primeiro pelo Paso Puyehue e logo voltar por Mahuil Malal.

Agora, eu que você alugaria um carro para fazer tudo, e será mais cômodo e poderás conhecer mais.

 

Tem várias opções de ônibus para ir a Osorno, cidade na que não perderia muito tempo, mas que pode servir de ponte. Mas a empresa Cruz del Sur (www.busescruzdelsur.cl) tem todo dia um serviço desde Bariloche a Puerto Varas que sai 8:00hs. Também podes primeiro passear em Villa lá Angostura para partir no dia seguinte para Osorno ou Puerto Varas.

 

Desde Puerto Varas eu iria a Llanquihue, Frutillar e Puerto Octay (Puerto Montt tal vês para dizer não dizer que esteve perto e não foi).

Também iria a conhecer os Saltos del Petrohué, Lago Todos lós Santos e porque não uma visita ao Vulcão Osorno.

 

O Antillanca somente se for de carro e parar quando estiver cruzando depois de Puyehue.

 

Logo poderias ir subindo e visitar Valdivia, cidade que gosto muito, e não perderia uma visita ao forte Niebla. Lembrando que Valdivia não está exatamente no caminho e deveras de desviar um pouco, mas se tiver tempo, vale a pena.

 

Depois sim iria para Villarrica e depois Pucon.

 

Para ir de Pucon a San Martin a empresa Igi Llaima (www.igillaima.cl/) sai de segunda a sábado as 9:45 hs chegando as 14:10 hs, e os domingos as 12:15 hs chegando as 16:40 hs.

 

Ficarias em San Martin até o seguinte dia, aproveitando a conhecer a cidade e talvez subir a Chapelco. No dia seguinte irias a La Angostura por Siete Lagos, e de lá, tem somente 85 km a Bariloche.

 

Mas repetindo, acho melhor você fazer tudo isso de carro.

Abraço

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  • Membros

Boa noite Principe !!!

 

Puxa vida! quanta informação kkkkk

 

Bom, de certeza até agora é ter a disponibilidade do mês de Agosto, em agosto eu posso ir na primeira quinzena ou na segunda quinzena.

 

Penso que sobre a questão financeira a segunda quinzena de agosto ( de 15 a 31) deva ser mais barato, certo? Mas a questao de neve, ainda terá alguma neste periodo? a paisagem estará tudo branquinho ?!!! rsss

 

[]'s!

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Bom, de certeza até agora é ter a disponibilidade do mês de Agosto, em agosto eu posso ir na primeira quinzena ou na segunda quinzena.

Penso que sobre a questão financeira a segunda quinzena de agosto ( de 15 a 31) deva ser mais barato, certo? Mas a questao de neve, ainda terá alguma neste periodo? a paisagem estará tudo branquinho ?!!! rsss

[]'s!

Ambas coisas serão o mesmo durante agosto todo Koy; preços e neve.

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  • Membros

Boa tarde!

 

Vou para Bariloche dia 10/08 (chego a noite) e vou para Buenos Aires dia 17/08 as 23:50hs.

 

Terei praticamente 7 dias inteiros em Bariloche, estarei com minha esposa e filha de 7 anos.

 

Alguém pode sugerir um roteiro? Pretendo alugar um carro para ganhar tempo nas locomoções.

 

Obrigado!

 

[]'s

Ismael

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      SAINDO DO RIO GRANDE DO SUL 
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      CONHECENDO BUENOS AIRES 🇦🇷 
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      A estrela desta trip foi sem dúvida San Carlos de Bariloche, um dos destinos preferidos dos brasileiros na Patagônia Argentina. Chegando em Bariloche alugamos um Nissan Versa, que facilitou nosso transporte do Aeroporto Internacional Teniente Luis Candelaria até a cidade que fica cerca de 15 Km. Além disso, nos permitiu autonomia para fazer passeios em distâncias que levaríamos dias caminhando. Em Bariloche ficamos em uma cabana localizada em Posada del Camino em El Condor Dina Huapi. Essa era um verdadeiro luxo, situada em um local mais afastado da cidade, com uma vista da janela para uma montanha que era de tirar o fôlego, além de ser climatizada e com banheiro e cozinha privativos.
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      Em Bariloche nossas refeições foram todas feitas na própria cabana, dentro do carro ou em um piquenique ao ar livre com a vista de um lago e uma montanha ao fundo. Dentre as nossas comidas preferidas estão as empanadas argentinas, e de sobremesa os alfajores e doce de leite. Apesar de sermos amantes de cerveja artesanal, também somos abertos a experimentar as cervejas locais Patagônia e Quilmes.
        
        
      MOMENTO HISTÓRICO EM MEIO AS MANIFESTAÇÕES EM SANTIAGO 🇨🇱
      Os protestos em Santiago, capital do Chile, se intensificaram em outubro de 2019 devido a revolta dos cidadãos contra a crise econômica que o país vinha enfrentando e o autoritarismo do governo. Aqui no Brasil não tínhamos noção da dimensão dos problemas que o país vinha enfrentando e não imaginávamos que os manifestos perdurariam até a data da nossa viajem. Enfim, chegando em Santiago é que tomamos conhecimento de todos os acontecimentos e de como a população vinha sofrendo com os abusos do governo (não muito diferente do que temos vivido no Brasil nestes últimos anos). Presenciamos alguns confrontos entre os manifestantes e os carabineiros, como é chamada a polícia local. Infelizmente vimos uma Santiago com diversas praças, prédios e monumentos históricos depredados, com uma população desolada com as injustiças sociais e em luto pelas mortes provenientes dos confrontos. Por outro lado, também vimos algumas manifestações pacificas, como o manifesto feminista contra os abusos e a violência sofridas pelas mulheres. Foi lindo ver tantas pessoas lutando por uma sociedade mais justa, humana e igualitária, sem violência e com seus direitos reconhecidos. 
      Apesar de não encontramos uma Santiago organizada como era de costume, nossa experiência não foi menos significativa, pois entendemos que o fato de estarmos naquele tempo e lugar nos tornou parte daquela história. Ficamos hospedados na primeira parte da viagem na Região Metropolitana e na segunda parte em Cristóban Colon la Condes. Nossa estádia em ambos os bairros foi tranquila, mas era notável que o segundo bairro era bem mais elitizado, com prédios, casas e shopping luxuosos.  
      Devido as manifestações achamos mais prudente não alugar um carro, pois diariamente as vias eram fechadas e alguns automóveis incendiados. Dessa forma, nossos passeios foram basicamente caminhando. Em decorrência das manifestações fomos recomendados pelos nossos anfitriões a não andar nas ruas após 17 horas e evitar passar na Praça Itália. Mas por descuido nosso em um dos passeios ao Sky Costanera, prédio com 300 metros de altura que possibilita uma vista de 360° da Cidade, passamos nesta praça justamente no momento em que estava acontecendo uma manifestação. O registro desse momento ficou só em nossa memória, achamos que não era adequado pararmos em meio a manifestação para fotografarmos de um lado o cordão de isolamento feito pelo carabineiros e pelos tanques militares, e de outro os milhares de manifestantes mascarados que se estendiam por diversos quarteirões. Para nossa sorte não tivemos nenhum problema e conseguimos chegar ao nosso destino em segurança.
      Nem só de manifestações foi feita nossa viajem por Santiago, também passamos por alguns lugares icônicos como Cerro San Cristóban, Templo Bahá'í de Sudamérica e o famoso Cajón del Maipo. Como não estávamos de carro, fechamos o passeio de Cajón del Maipo com uma agência de turismo, cujo atendente era um baiano e o motorista da van e o guia uns chileno gente boa. A opção pelo transporte com a agência foi a melhor ideia, pois a estrada até o Cajón é de chão batido e durante o caminho aconteceram alguns deslizamentos de pedras. Esses deslizamentos são recorrentes na região, mas com o conhecimento sobre o trajeto do nosso motorista que sabia o momento exato de parar a van ou desviar a tempo, a viagem discorreu tranquilamente. O passeio com a agência engloba paradas: em um restaurante chamado Cumbres del Maipo, onde tem vários animais como lhama, alpaca, vicunha, guanaco, entre outros; no Tunel Ferroviario del Tinoco; na Animita de Willy Rojas; nas Termas Valle de Colina com um piquenique com frios e vinho chileno. Até o período de julho de 2019 o passeio incluía também o Embalse El Yeso, mas devido a um acidente trágico com uma família de brasileiros, justamente devido a um deslizamento de pedras neste local, a visita até lá está suspensa por tempo indeterminado.
      Vamos falar sobre algumas comidas que experimentamos em Santiago. Experimentamos mais de uma vez o completo com palta, é uma espécie de cachorro-quente com abacate, para os chilenos o abacate é considerado um alimento que acompanha as diversas refeições. Também provamos o pastel de choclo, que no caso não tem nada a ver com um pastel que estamos acostumados. Isso porque o pastel em espanhol quer dizer bolo ou torta, e choclo significa milho, logo pastel de choclo é uma espécie de bolo de milho recheado com carne moída e outros ingredientes. A diferença de idioma tem destas peças. Outro prato que comemos foi hambúrguer de salmão, para quem não sabe o salmão que comemos no Brasil tem quase sua totalidade de origem no Chile. Além disso, também apreciamos algumas cervejas como Kunstmann, Austral e Royal Guard.

        
            
           
       
      O ATACAMA E SUAS PAISAGENS INDESCRITÍVEIS 🇨🇱
      A segunda estrela da viagem foi San Pedro do Atacama, considerado o deserto mais árido do mundo. Para chegar ao Atacama nós descemos no Aeroporto Internacional El Loa que fica em Calama a 101 Km do centro de San Pedro do Atacama e alugamos um carro pela Sixt Rent a Car. A dica é reservar com antecedência, pois além de melhores tarifas você não corre o risco de chegar lá e não ter nenhum carro disponível, como quase aconteceu conosco.
      O carro que nós alugamos foi um Gol que deu conta de nos levar pelas estradas desérticas mais lindas da América do Sul. A cidade é uma graça, com ruas de terra e casas de adobe. Caminhando nós conhecemos o centro da cidade que é formada basicamente por seis quarteirões sendo a rua principal a Caracoles. No centro nós conhecemos a Igreja de San Pedro de Atacama, Plaza San Pedro de Atacama, mercados, restaurantes e lojas com artesanato local. Para quem quer fazer umas comprinhas de lhamas, tecidos coloridos e balas ou folhas de coca o local certo é a Paseo Artesanal, uma rua coberta de palha na qual os expositores colocam a sua arte a venda.
      Estar de carro pelo Atacama nos possibilitou realizar diversos passeios sem precisar de agência de turismo. Nós pudemos nos encantar pelo azul das lagoas escondidas de Baltinache, ao todo são sete lagunas cada uma com um tom diferente de azul, sendo que em duas dessas (a primeira e a última) é permitido o banho. Apesar da água não ser das mais quentes, a experiência de flutuar nessas lagunas de sal é incrível. Para compensar o frio nós visitamos as Termas de Puritama, cerca 30 Km de distância da área central de San Pedro do Atacama. Composta por oito piscinas naturais que variam de temperatura entre 28°C e 35°C. Também vale um passeio pelo Valle de la Luna para prestigiar um digno sunset no deserto. A cidade vive do e para o turismo, então a entrada em todos estes passeios são pagos.
      A alimentação no Chile, especialmente, no Atacama não é das mais baratas, porém a comida é bem deliciosa. Alguns restaurantes servem prato do dia com entrada, prato principal e sobremesa com valor acessível, como o restaurante Ayullu. Vale também uma passada na heladeria Babalu para tomar um sorvete de folhas de coca ou quinoa, dois sabores caraterísticos da região. Por falar em quinoa diversos pratos levam este cereal, como o quinoto (risoto de quinoa) e o ceviche de quinoa, dentre outros. Para não esquecer, também vale comer a patasca, prato típico andino, que consiste em um caldo com trigo ou milho, temperos e carne.
         
       
          
                
       
      Sobre os transportes
      Nesta trip nós utilizamos basicamente quatro tipos de transporte avião, Uber, carro alugado e a caminhada. No trajeto de avião nós compramos um pacote multidestinos de ida e volta entre Porto Alegre, Buenos Aires e Santiago pela Aerolíneas. A Aerolíneas é uma empresa área Argentina, que oferece um serviço básico com lanche que inclui uma barrinha de cereal, mix de oleaginosas e um café, chá e/ou água. Também compramos as passagens domésticas entre Buenos Aires e Bariloche e entre Santiago e San Pedro do Atacama ambas pela Jetsmart. Essa é uma empresa do tipo low cost que apesar de não oferecer nenhum um lanche, compensa pelos valores de voos baixíssimos. Nas cidades de Buenos Aires e Santiago nós utilizamos o Uber para fazer os deslocamentos entre os aeroportos e os locais de nossas estádias. Na Argentina apesar do Uber ser liberado existem muitos motoristas irregulares, já no Chile o Uber não é legalizado o que implica em alguns fatores como a solicitação e o embarque em pontos específicos da cidade e o pagamento, muitas vezes, exigido em dinheiro. Já em Bariloche e em San Pedro do Atacama nós alugamos carros. No primeiro destino um Nissan Versa e no segundo um Gol, ambos deram conta de subir os cerros ou percorrer as estradas de chão no deserto. Nestas quatro cidades sempre que possível utilizamos o nosso transporte favorito, a caminhada sempre com o nosso velho amigo o chimarrão.
         
       
            
                   
      Documentação
      Além dos passaportes, da carteira internacional de vacinação, da Carteira Nacional de Habilitação e da Permissão Internacional para Dirigir, ainda montamos um dossiê com a cópia de todos documentos: seguro viagem contratado com a empresa Allianz, hospedagens reservadas no airbnb e no booking, comprovantes financeiros, cópia da reserva da passagem de volta para Brasil e comprovantes de residência no Brasil. Nos países da América do Sul os brasileiros podem viajar apenas com o documento de identidade, lembrando que a Carteira Nacional de Habilitação não substitui a identidade em viagens internacionais.
      Moeda
      Nós realizamos o câmbio nos próprios países e em apenas duas cidades, o primeiro foi em Buenos Aires trocando o real pelo peso argentino, na Avenida 9 de Julho. No segundo momento trocamos o real pelo peso chileno em Santiago, na Rua Agustinas. Em alguns momentos da viagem optamos por usar o cartão de crédito internacional pela praticidade em não carregar dinheiro espécie. Um perrengue que passamos foi tentar fazer compras nos mercados e o cartão não passar, por sorte descobrimos que o problema era um pedaço do plástico que estava solto e impedia a leitura do chip. Depois de duas tentativas de compras negadas e da descoberta do problema, cortamos o plástico e o cartão voltou a funcionar normalmente. Sabe aquele seu cartão que está velhinho, melhor trocar antes que você fique empenhado.  Esperamos que nosso relato possa contribuir e despertar o espírito mochileiro em outros viajantes!
      Partiu próximo destino?
    • Por Fernando Leite
      Olá, pessoal. 

      Estou começando a pesquisar e planejar uma viagem tendo como destino principal Ushuaia. Estava pretendendo ir entre julho - outubro, dependendo de preço e condições de viagem nos lugares. Dei uma olhada em Bariloche também e estou vendo se seria possível (em uma viagem de até 30 dias) conseguir fazer Montevidéu -> Buenos Aires -> Ushuaia -> (aberto a sugestões de passeios e trilhas entre a parte argentina e chilena). 

      Gostaria de sugestões sobre a parte da volta, se alguém conhece algum outro destino legal e que dê para aproveitar um preço bom para a volta para o Brasil. Também estava avaliando se seria possível passar por Bariloche no rumo de volta de Ushuaia ou se não vale a pena. E a outra dúvida é se é realmente uma mal escolha de meses para ir para a Patagônia (pelo inverno). Alguém tem alguma contribuição? é minha primeira viagem internacional, então não tenho nenhuma experiência 🙃.

      Aliás, estarei saindo do Paraná.
    • Por Nilão e Denise
      Mochilão Bariloche
      Aproveitando a quarentena para escrever esse relato... E lá vem textão...
      Moramos em cidade do interior de São Paulo, sendo assim, fomos até à capital, onde pegamos o voo em Guarulhos (GRU).
      O nosso voo foi pela Aerolineas, no período da manhã. Fizemos uma escala de um dia em Buenos Aires (R$1.338,15 cada passagem + bagagem).
                 
      Buenos Aires- 19/08/2019
      Chegamos em Buenos Aires por volta das 11:00 horas, desembarcamos no Ezeiza (EZE), ele estava em reforma, mas mesmo assim é muito bonito; ficamos mais de 2 horas e meia na Aduana.
      Saindo da Aduana, trocamos R$2.200,00 deu mais de 29.000 pesos (13,20) no Banco Nacion, dentro do próprio aeroporto. Pegamos um transfer gratuito, por voamos pela Aerolineas, o Tienda Leon. Descemos no Terminal Madero.
      Ficamos em um hostel muito aconchegante e bem simpático, o 06 Central Hostel (US$25,70/ R$3,74), fica perto do Terminal Madero. Deixamos os mochilões e saímos para explorar.
      Caminhamos até o Obelisco e o letreiro BA. Seguimos nossa caminhada até San Telmo para visitar a Mafalda e seus amigos Susanita e Manolito.
      Paramos para comer em uma loja que vendia empanadas muito saborosas, Empanadas Express, tem várias promoções bem baratinhas (nos tirou a má impressão que ficou quando comemos empanadas na Cataratas Del Iguazú).
      Com a barriguinha cheia voltamos a explorar, caminhamos até a praça da Casa Rosada e em torno. Já estava bem frio. Queríamos ir até o Porto Madero, mas resolvemos olhá-lo do alto mesmo; o frio já começava a castigar os brasileiros acostumados com o calor. Resolvemos voltar para hostel.
      Antes de entrar no hostel resolvemos parar para jantar na Pizzéria Podestá, que fica na esquina do hostel, fomos muito bem atendidos, o garçom conversou, brincou e até tirou dúvidas. Terminando o jantar, voltamos para o hostel para descansar, pois, nosso voo para Bariloche era pela manhã.

       
      Buenos Aires/Bariloche- 20/08/2019
      Saímos do hostel por volta das 06:30 h, pegamos um Uber até o Aeroparque (AEP), tivemos que ir até a Pizzéria Podestá, pois ele não podia entrar naquela rua par nos pegar na porta.
      No aeroporto, tomamos café no McDonald’s, cappuccino com medialunas (a atendente perguntou ao meu marido se podia ser com grasa, mesmo sem saber o que era ele falou que sim (grasa é uma calda de açúcar). Fizemos check-in, e fomos para a área de embarque, até aí tudo calmo...aí chegaram os egresados (formandos da Argentina); um monte de adolescentes barulhentos e bagunceiros. Na hora do embarque eles passam na frente para entrar no avião, ocuparam quase todo o bagageiro, muitos passageiros tiveram que despachar suas bagagens de mão (é claro que isso não foi cobrado, mas é bem chato e inconveniente). Durante o voo eles fizeram muita algazarra, algumas bem nojentas por sinal; o voo de Buenos Aires até Bariloche, que é de aproximadamente 2 horas, parece que demorou mais que o voo de Guarulhos par Buenos Aires, que é +ou- 3 horas tamanha era a gritaria dos adolescentes.
      Quase chegando ao Aeroporto de Bariloche (BRC), alguns flocos de neve já se formavam nas janelas. Pousamos, pegamos nossa bagagem e entramos na fila para pegar um taxi até o hostel (430 pesos).
      Em Bariloche ficamos no Italia Inn Hostel (US$235,37/ 7 diárias), pagamos uma taxa de 120 pesos de preservação. Ele fica bem localizado na Avenida 12 de outubro, próximo a rodoviária, uns 30 minutos de caminhada até a Rua Mitre, tem um ponto de ônibus em frente, na mesma calçada tem outro ponto em frente a mercearia onde compramos o SUBE (140 pesos/ 1ª recarga 500 pesos), na rua de traz tem o Supermercado TODO. O pessoal do hostel é bem bacana.
      Deixamos os mochilões e saímos para explorar. Caminhamos até a Mitre, procurando algum lugar para almoçar, pois já eram quase 3:00 h, e muitos restaurantes servem almoço até as 2:00 h. Encontramos um restaurante pequeno e muito bonitinho, o Restaurante Cazuela, que ainda estavam servindo almoço; meu marido pediu um talharim ao molho de camarão, eu pedi uma milanesa de frango com fritas, bebemos um vinho indicado pela casa muito bom “1326” - Premium Malbec- 2018, a comida e atendimento eram bons (1.100 pesos).
      Depois do almoço, fomos conhecer um pouco mais da Rua Mitre. Alguns estabelecimentos estavam fechados para a sesta (podendo fechar de 2 a 4 horas após o meio dia).
      Estávamos procurando uma loja de telefonia par comprar um chip. Achamos uma loja da Movistar (que não fechava para a sesta), pedimos para comprar um chip, mas a atendente nos deu e, então compramos somente o pacote de dados para 7 dias por 130 pesos/ 2GB (o 4G pega até no meio da neve, no alto dos cerros). Para ativar nosso chip ainda usamos o Wifi da loja; esse pacote de dados deu até o final da nossa viagem; meu marido roteava o meu celular e falávamos com nossas famílias no hostel, usando o Wifi de lá, assim economizávamos o nosso pacote de dados. Enquanto meu marido terminava de cadastrar o chip, saí da loja e fui esperar do lado de fora, de repente começou a chover bem fininho e nevar, eu fiquei toda feliz vendo água-neve.
      Depois fomos cotar preço de roupas de neve; vimos em várias lojas, ficamos com a última (no princípio não gostei muito dela, até fiquei brava, mas passou). Essa loja fica em uma das muitas galerias da Mitre. Alugamos dois conjuntos completos: calça, jaqueta, luvas, botas e óculos, ficou 1400 pesos por 2 dias. Andamos mais um pouco e paramos no McDonald’s para experimentar o cono relleno, é um sorvete de casquinha com dulce de leche quentinho, uma delícia (45 pesos cada).
      Descemos até a Catedral de Nuestra Señora del Nahuel Huapi, para participar da Santa Missa. Após a Missa, voltamos para o hostel, estava muito frio, chovendo e ventando bastante; no caminho passamos em uma padaria e compramos um lanchinho para a noite (125 pesos).


       
       
      Bariloche- 21/08/2019
      Acordamos e descemos para tomar café da manhã, achei o café bom e variado, terminado o café subimos para colocar a roupa de ‘astronauta’, fomos no mercado comprar salgadinhos e água (256,96 pesos); pegamos a linha 55 para o Cerro Catedral (em Bariloche o transporte público é cobrado de acordo com o destino, o máximo que pagamos foi 64,45 pesos).
      Chegando ao Catedral, o nosso primeiro contato com a neve, compramos os bilhetes para subir a montanha de Cable Carril (1620 pesos); você pode subir até o topo da montanha, como estava muito fechado o tempo decidimos não subir, brincamos lá mesmo; antes de descer paramos na Cafeteria Punta Nevada, 2 medialunas de jamon y queso e 2 cappuccino (600 pesos). Descemos e brincamos na neve da base, fizemos até um Olaf. Seguimos até o ponto de ônibus, voltamos para o centro.
       
      Lá seguimos até a Galeria do Sol, na Agência Destino Sul, onde compramos um pacote para o Piedras Blancas para o dia seguinte, pagamos 3.500 pesos (1.500 pesos cada bilhete para a subida com 6 seis descidas de trineo e 500 pesos do transfer). Antes de irmos para o Catedral, pedimos ajuda ao atendente do hostel, para saber quanto os remises cobravam, 800 pesos só para subir, ele também achou muito caro; e de ônibus não era viável, pois, ele parava na estrada e teria que subir a pé até a base do Piedras Blancas.
      Voltamos para o hostel, trocamos de roupa e partiu mercado comprar ingredientes para o nosso jantar e lanchinhos par o passeio do dia seguinte (779,53 pesos).

       
      Bariloche- 22/08/2019
      O transfer passou no hostel ás 08:30 h. Seguimos em direção ao Piedras Blancas, com paradas em outros hotéis; já na montanha subimos de aerosillas até o topo, meu marido desceu de trineo, já eu amarelei e não desci fiquei esperando lá em cima, admirando a vista. O Nilo desceu 5 vezes, paramos para lanchar, aí ele desceu a última vez; descemos de aerosillas até a base pegamos o transfer, descemos no centro, devolvemos as roupas, passamos na Rapanui compramos o famoso Franui (180 pesos) e uma rama de leche (120 pesos). Almoçamos no McDonald’s (903 pesos). Voltamos para o hostel, descansamos. Depois, enquanto fiquei preparando o jantar, o Nilo foi ao mercado comprar umas bebidas e salada (234,93pesos).
       

       
      Bariloche- 23/08/2019
      Pegamos a linha 20 até o Cerro Campanario, a subimos de aerosillas (220 pesos/ pessoa), a vista de lá é fantástica, é um lugar abençoado. Está a 1.049 metros do nível do mar, de lá se vê a Cordilheira dos Andes. Na Confiteria Campanario, bebemos 2 cappuccinos, 1 pedaço da torta mil folhas e 1 cubanito (640 pesos).
      Voltamos par o centro, quase 4 horas da tarde, passamos no Carrefour, compramos 5 vinhos, 1 pacote de alfajor e 1 sacola de compra (901,39 pesos). Descemos para o hostel e descansamos um pouco.
      Caminhamos até a Catedral, participamos da Santa Missa. Fomos jantar na La Parilla de Tony, pedimos a parillada para duas pessoas, no começo vem porções pequenas, depois você pode pedir o que mais ti agradou e repetir quantas vezes quiser (+ou- 2.300 pesos com bebida). Passamos na Del Turista e compramos 2 geleias (250 pesos).

       
      Bariloche- 24/08/2019
      Fomos até a rodoviária comprar as passagens para Villa La Angostura (360 pesos). Pegamos a linha 20 até o Llao Llao, tiramos algumas fotos do lado de fora Rsrsrs. Apreciamos a vista do mirante; descemos até o Porto Pañuelo, tiramos mais fotos; seguimos para a Capilla San Eduardo, tem uma escadaria bem grande, mas valeu apena, é um lugar de muita paz com uma bela vista, a capela é linda toda de madeira. Descemos a escadaria, para ir até o mercadinho para recarregar o SUBE, mas estava fechado. Enquanto esperávamos o ônibus, comemos o alfajor comprado no mercado; nossos créditos do SUBE não dariam pra chegar no centro, decidimos parar no Museo del Chocolate da Havana, a entrada custa 90 pesos por pessoa, 50% desse valor é abatido nas compras na loja, compramos 2 alfajor, ficou 90 pesos com o credito do museu acabamos não pagando por eles; na minha opinião os comprados no mercado (TOFI) eram mais gostosos.
      Caminhamos até o centro, recarregamos 100 pesos no SUBE, voltamos para o hostel para descansar.
      Jantamos no Rock Chicken, pedimos 1 milanesa de ternera a la Suiza com papas fritas, 1 bife de chorizo com ensalada mista, 1 gaseosa e 1 cerveja litrão (1.660 pesos), o garçom nos perguntou se iríamos pagar a taxa de serviço, sim afinal fomos muito bem atendidos, meu marido perguntou se repassavam o valor, ele nos explicou que ao final do expediente era somado todo o valor e dividido entre todos, inclusive com o cozinheiro e o funcionário da limpeza, achamos bem legal (valor final 1820 pesos). Pegamos um taxi e voltamos para o hostel (120 pesos). 


       
      Bariloche/ Villa La Angostura- 25/08/2019
      Saímos do hostel por volta das 09:15h, o nosso ônibus para Villa La Angostura saiu às 09:45h, chegamos por volta das 11:00h ao nosso destino.
      Ao lado do Terminal Neuquen, tem um posto de informação ao turista, lá perguntamos se era necessário alugar roupas, foi nos dito que não, apesar de estar -2°C, só precisaríamos de bota.
      Pegamos um taxi até o Cerro Bayo (500 pesos), perguntamos ao motorista como fazíamos para chamá-lo de volta, ele nos falou de uma lojinha que ligava para o ponto de taxi.
      Alugamos as botas na própria loja do Cerro Bayo (1760 pesos), para subir pagamos 335 pesos cada. Nós brincamos bastante na neve fofa e bem branquinha (ainda não pisoteada), a vista é fantástica. Comemos em uma das lanchonetes lá de cima, 2 waffle com dulce de leche (60 pesos cada), 1 cappuccino (80 pesos), 1 cerveja (120 pesos). Brincamos mais um pouco e descemos até a base. O atendente da lojinha chamou o taxi (500 pesos), voltamos para o Terminal, compramos as passagens de volta para Bariloche (180 pesos cada). Enquanto esperávamos o ônibus, fomos dar uma olhadinha nas lojinhas ao lado, compramos uma lembrancinha de lá (50 pesos).
      Voltamos para o Terminal, pegamos o ônibus. Chegando e Bariloche, passamos no mercado e compramos algumas coisas para o nosso jantar (380,78 pesos).

       
      Bariloche- 26/08/2019
      Esse foi o nosso dia de “bobis”, tomamos café da manhã; caminhamos parte da extensão do Lago Nahuel Huapi, até o letreiro de Bariloche para tirar fotos. O lago estava bem agitado nesse dia e o vento bem forte. A água do lago é potável, meu marido queria colocar a mão dentro do lago, mas tinha um cachorro que queria brincar com ele, mas o cachorro estava com um pauzinho na boca que mais parecia uma árvore kkkkkkkk, quase derrubou o Nilo dentro do lago, aí ele desistiu... não ia ser boa ideia cair no lago super hiper mega gelado.
      Fizemos umas comprinhas na Rapanui (720 pesos). Passamos na casa de câmbio Andina e trocamos mais R$200,00 deu 2.340 pesos.
      Caminhamos até a praça da feirinha na Calle Moreno, comemos choripán na barraquinha de um tiozinho gente boa (35 pesos cada) é bem gostos e sustenta.
      Seguimos até o Carrefour, compramos 3 potes de dulce de leche e 2 pacotes de alfajor (349,50 pesos). Deixamos essas coisinhas no hostel e fomos ao mercado comprar mais alguns vinhos (9 vinhos/ 932,16 pesos). Voltamos para o hostel arrumamos nossos mochilões e descansamos um .
      Pegamos o ônibus para a Mitre e jantamos novamente no Rock Chicken, 1 milanesa de pollo com purê, 1 milanesa de ternera com purê, 1 gaseosa de 1,5l + a taxa de serviço ficou 1120 pesos. Voltamos de ônibus para o hostel.

       
      Bariloche/Buenos Aires- 27/08/2019
      Demos uma última volta na Mitre, tomamos um helado na Fiore Helados (190 pesos). Fizemos uma recarga de 100 pesos no SUBE.
      Voltamos para o hostel, fizemos nosso almoço com as coisas que tinham sobrado dos outros dias. Fizemos o check out e fomos para o ponto em frente ao mercadinho, pegamos a linha 72 para o aeroporto; lá compramos um Franui (190 pesos) e meu marido comprou uma cerveja de framboesa para experimentar (120 pesos) ele não gostou, ele disse que é muito doce e enjoativa.
      Partimos com destino ao Aeroparque em Buenos Aires; e como na vinda à Bariloche haviam muitos egressados no voo de volta.

      Meu marido estava tão estressado com eles, que íamos trocar mais um pouquinho de dinheiro, acabamos nem trocando, pois tinha uma festa de boas-vindas aos egressados. Aí pegamos o primeiro taxi que vimos (o Uber não vai até a entrada do aeroporto, tem que ir até o estacionamento).
      Que arrependimento, Taxista maluco!
      Entramos no taxi, meu marido passou o endereço, o motorista fechou os vidros, aumentou o som no último e saiu em disparada. Ele deu 140 km na avenida do Obelisco. E depois ainda queria gorjeta, claro que não.
      Pernoitamos no Hostel Suites Florida (US$32,72) eu não gostei de lá, o atendimento ruim, a janela do nosso quarto não tinha nem cortina, dava para ver o quarto da frente, improvisamos uma cortina com nossa jaquetas.
      Saímos cedo, caminhamos até o Terminal Madero, pegamos o transfer Tienda León (gratuito) até o Ezeiza. Já no aeroporto, troquei R$50,00 deu 660 pesos, para o nosso café da manhã.
      Pegamos nosso voo retornamos para o Brasil.
      Agradecemos à Deus pela oportunidade de conhecer mais um lugar. E aguardamos ansiosos o próximo Mochilão.

          
    • Por Marcelo Manente
      Em breve iniciarei o relato da aventura que está acontecendo neste momento.
      Estou hoje em Chile Chico, Chile. Seguindo para a Carretera Austral.
      Muitos perrengues, problemas da viatura, mas lugares maravilhosos para compensar tudo isso.
      Vou tentar fazer um relato com os custos de quase tudo que eu lembrar.

    • Por cassizanon
      Fala Galera, finalmente to tomando coragem pra fazer minha primeira viagem sozinho. Sempre fiquei dependendo de ter alguém pra viajar comigo mas datas, orçamentos e disposição nunca bateram, e nunca consegui viajar. ACHO QUE AGORA VAI, tenho um certo receio de estar por conta própria, mas acho que faz parte da experiência.
      Sempre quis viajar pra Argentina e há anos tenho pesquisado e feito vááários roteiros que nunca se concretizaram. 
      Agora, pesquisando preços de passagens, achei valores que achei incrivelmente baixos e antes de reservar, queria confirmar com vocês se meu (pouco) planejamento até agora está nos conformes e se os valores realmente valem a pena.
      Bem, moro em Florinópolis/SC, mas achei as seguinte passagens:
      Porto Alegre para Buenos Aires
      FLYBONDI
      Ida: 14/04 (19:25 - 20:10)
      Volta: 30/04 (17:05 - 18:40)
      Total: R$426,91
      A Flybondi não tem bagagem incluída, porém eles mencionam isto: A piece of hand luggage of up to 6kg is included. If you are flying to or from Brasil, 10kg are included for hand and cabin luggaged combined.
      Então eu teria 10kg para levar na cabine. Vocês acham que é possivel passar 16 dias (no possível frio de Bariloche) com 10kg de bagagem só? Eu teria que pagar 110 reais por trecho pra levar mala de 20kg.
       
      Buenos Aires para Bariloche
      AEROLINEAS ARGENTINAS
       
      Ida: 17/04 (13:00)
      Volta: 29/04 (15:25)
      Total: R$316,43*
      *Aqui que pega, esse voo não inclui nenhuma bagagem, apenas "mochila que caiba embaixo do assento", não achei peso nem nada, porém para poder levar bagagem adicional, que também não sei ao certo o peso, pelo site da Cia, seria cerca de R$50 por trecho, então o total poderia ficar em R$ 416 +-. O que acham?
       
      HOSPEDAGEM:
       
      No Booking.com, encontrei o Hostel HOPA-Home Patagonia Hostel & Bar, a 1,1km do centro (no site deles diz 700m).
      12 dias - R$371 + R$78 de ISS (Quarto compartilhado com 8 camas)
       
      Alguém já se hospedou neste hostel? Parece ser bom e bem completo, porém queria opiniões da galera daqui. O preço está ok também?
       
      O QUE FAZER:
      Bem, aqui eu teria que com tempo reler meus guias, comprar guias novos (o que tenho é de 2013), e meus roteiros antigos, porém tenho uma boa noção do que quero conhecer, até locais mais distantes, como El Bosón, Ventisquero Negro, Rota dos 7 Lagos, etc.
      O problema é que dessa vez meu planejamento vai ser sem carro, e estou 100% desatualizado em como tá a situação lá pra usar Uber, 99, Bla bla car, etc, qualquer tecnologia que facilite transporte. Ou se ainda devo me focar em tours, passeios contratados pra conhecer certos lugares, tipo fazer o circuito chico, grande, rota dos 7 lagos, e idas pra lugares mais longe. E até mesmo transporte dentro da cidade. Vocês poderiam me dar um help nisso? Eu queria muito conhecer alguém lá e fazer esses passeios juntos.
       
      Mas enfim, para conhecer bem Bariloche e região, vocês acham que 11, 12 dias dá com tranquilidade? Não sei que tipo de viajante sou, mas sei que quero apreciar muito o lugar.
      E também, coloquei uns 3 dias para Buenos Aires, acho que vai ser meio corrido, mas como meu foco é Bariloche mesmo, acham que é suave deixar esse tempo pra capital?
       
       
      Eu queria muito incluir Mendoza e o Aconcágua nessa viagem, mas acho que encareceria muito, mas fazia parte do meu roteiro dos sonhos, mas acho que fica pra uma próxima.
      Desculpem o post longo, mas tentei organizar o máximo possível!
      Valeu galera!
       

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