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Tadeu Pereira

Camping e trilha bate e volta na  Prainha Branca, Praia Preta e Camburi - Guarujá - São Paulo  - 02 dias - trem e ônibus - 29/04/18 a 30/04/18 - (São Paulo, Bertioga, Guarujá)

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Salve salve mochileiros!

Segue o relato com as dicas para fazer trilhas, cachoeira e conhecer três praias em um bate e volta de 2 dias bem perto da cidade de São Paulo. Este relato será baseado na minha última visita a Prainha Branca porém contém dicas e fotos de todas as vezes que fui neste paraíso!

 

     1º Dia: Ida - 29/04/18 - 11h00min - São Paulo x Bertioga x Guarujá - Metrô e Trem R$4,00 - Vans e Carros R$25,00 - Empresa de Ônibus Viação Breda R$26,00 - Camping Tabajara R$30,00

 

     Partindo de São Paulo do bairro de Perdizes, peguei o METRÔ de SP na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Azul) para baldear até a estação Sé (linha Vermelha) e depois até a estação Brás (linha Vermelha). Aguarda por alguns minutos pelo trem da CPTM com sentido a estação Guaianazes (linha Coral) onde acontece a troca de trens (se dirija ao primeiro vagão do trem, pois no desembarque você poderá ter problemas por causa do fluxo contrário). Feito a troca é só pegar sentido estação Estudantes (linha Coral) com tempo de aproximadamente 1h10min este primeiro trecho.  

     Na estação Estudantes existe um terminal de ônibus com passagens para Bertioga por R$26,00 e com tempo estimado em 1h30min. A linha é a Mogi x Bertioga e o tempo de descida depende de como está o fluxo do trânsito no dia. Em feriados prolongados e datas festivas acontece muito fluxo por essas estradas e o tempo de descida pode demorar um pouco mais para chegar até Bertioga, então fiquem ligados. No mesmo terminal assim que você sai das catracas da estação Estudantes de trem, algumas pessoas vão te oferecer o mesmo caminho feito por carros ou vans pelo valor de R$25,00 por pessoa. É só aguardar por alguns minutos até fechar a quantidade de um carro (4 pessoas) ou van (10 pessoas) que acontece a descida (nos feriados, reveillon e carnaval a espera é bem rápida pois muitas pessoas fazem este percurso, então vale a pena esperar). 

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     Chegando em Bertioga fomos até a balsa para fazer a travessia até o lado do Guarujá, onde fica a trilha para a Prainha Branca. A travessia de balsa dura aproximadamente uns 15 minutos e chegando é só seguir poucos metros para o começo da trilha para Prainha Branca pois fica bem perto da balsa. A trilha de nível fácil hoje está calçada até a vila ficando de fácil acesso inclusive em dias de chuva,  dando um tempo de aproximadamente 10 a 20 minutos. 

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     Pronto, chegando na vila da Prainha Branca onde tem toda infraestrutura da praia com padaria, mercadinhos, camping, pousadas e alguns restaurantes, tudo bem simples mas bem receptivos. Chegando na praia seguimos para o lado esquerdo e caminhamos por uns 10 minutos até o Camping Tabajara que fica quase no final da praia. Fechei o valor de R$30,00 por pessoa com banheiros, chuveiro quente, cozinha compartilhada (fogão, geladeira, mesa, cadeiras e alguns utensílios de cozinha), com Wi-fi  e uma bela área para acampar. O camping fica a poucos metros da praia então você dorme com o som das ondas a noite quando o silêncio do lugar prevalece. www.campingtabajara.com/  

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     Acampamento montado, mochila guardada bora curtir o dia na Praia Branca. Como era um feriado prolongado e muitos iriam trabalhar na segunda-feira, a praia não estava nem muito cheia e nem muito vazia, estava meio a meio. Ficamos o resto do dia nesta praia com um por do sol nas montanhas fantástico com cores muito fortes e assim que o sol se foi uma Lua digna de uma pintura se levantou no céu ainda azulado. Ela parecia que nascia de dentro do mar iluminando cada vez mais enquanto se erguia no céu. Horas de contemplação para esse momento pois era de uma beleza única! 

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   Fui informado que aconteceria um Luau na praia mais a noite, então fomos para o camping para pegar alguns drinks e bora pro luau que aconteceu no meio da Prainha Branca e foi sensacional, a lua iluminando toda praia ao som de uma banda que só tocava os sons que você mais gosta, foi muito boa a vide e o clima do pessoal.

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Na praia mesmo existem algumas barracas com porções de peixe, batata frita, calabresa, cervejas e drinks mas seus preços são um pouco salgados por estarem localizados na areia da praia, então vale a pena dar uma pesquisada antes. Após comer um belo peixe frito e tomar uma bela garrafa de vinho fomos para o camping descansar pois o dia seguinte teria que acordar cedo para fazer as trilhas para conhecer as outras duas praias e a cachoeira. 

 

2º Dia: Volta: 30/04/18 - 21h30min - Guaruja x Bertioga x São Paulo - Metrô e Trem R$4,00 - Vans e Carros R$25,00 - Empresa de Ônibus Viação Breda R$26,00 - Almoço Restaurante Lipe Point R$15,00 a R$20,00

 

     Por volta das 6h00 da manhã com nascer do sol maravilhoso na Prainha Branca tomamos nosso café da manhã, aprontamos nossas mochilas com alimentos e água e bora trilhar. Andamos a Prainha Branca até o final e como ainda a maré estava baixa, teve a possibilidade de conhecer a ilha que fica bem pertinho da praia a pé mesmo atravessando pelo mar. Tem um trilha que corta a ilha atravessando do outro lado tendo uma vista muito linda. Voltamos e fomos em direção a entrada da trilha para a Praia Preta que fica no canto do último restaurante da praia. Ou se não encontrar é só perguntar pro pessoal do restaurante que te informarão onde fica. A trilha é de nível fácil também e leva aproximadamente uns 15 a 20 minutos até a Praia Preta. Quando estiver quase chegando, quando você conseguir ver e ouvir o mar, vai ser quando aparecerá uma bifurcação, vá para o lado esquerdo descendo a trilha, pois se continuar reto irá chegar na cachoeira que fica uns 20 minutos a frente.

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     A cachoeira não é muito grande, mas da pra tomar um belo banho na sua queda para renovar as energias. Descemos a trilha e ficamos contemplando a Praia Preta que geralmente fica vazia pois não tem nenhuma infraestrutura na praia e nem se pode acampar por lei, mas algumas pessoas ainda sim acampam. Eu mesmo já acampei uma única vez na Praia Preta em uma outra vez  e fui surpreendido pelo helicóptero da Polícia Ambiental que desceram na praia e mandaram desmontar a barraca imediatamente ou seria multado pelo crime previsto na lei ambiental. Ficamos algumas horas na praia preta e de lá fomos para mais uma trilha, agora para a Praia do Camburi. A entrada da trilha fica no final da Praia Preta, é de nível fácil e leva uns 25 minutos até a Praia do Camburi. A praia é cortada por um rio de água doce que faz um contraste lindo com o mar. A praia também não tem infraestrutura nenhuma porém existe uma casa de um senhor que dependendo do seu humor ele pode te arrumar um lugar para acampar, tudo bem barato. Mas lembre - se, isso só acontece se o humor do senhorzinho que reside lá estiver bom rsss. Contemplamos por horas esse pedacinho de paraíso, como chegamos de manhã na praia, ficamos com ela somente para nós. Esta sensação de estar sozinho em uma praia é maravilhosa, te dá a sensação de liberdade! Ficamos horas nesta praia contemplando cada pedacinho de paraíso ali.

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     Pra voltar para a Prainha Branca onde estava o camping é só fazer o mesmo caminho, não tem erro. Chegando na prainha branca almoçamos em um restaurante que fica nas pequenas ruas da vila chamado Restaurante e Pousada Lipe Point, pedi um tipo de prato feito que vem em um bandejão por R$15,00R$20,00. Barriga cheia e pé na areia! Fomos direto para a praia, dormi algumas horas de frente para aquele mar fantástico, com um céu azul, um sol lindo ai foi só encontrar uma boa sombra debaixo das árvores para algumas horas de sono.

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Corpo descansado ficamos por alguns estantes na praia até o anoitecer, quando recebemos de presente o nascer da lua ainda mais linda que na noite anterior. Ela estava fantástica iluminando mais uma vez toda a praia e a vila da Prainha Branca. Foi emocionante! 

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    Após este presente da natureza retornamos ao camping para levantar acampamento e fazer a trilha de volta para a balsa para poder voltar a São Paulo. Assim que você sai do camping ao invés de retornar até a vila para fazer a trilha de volta, dentro do próprio camping já tem uma outra trilha que se encontra com a principal e corta um bom caminho, fazendo com que não tenha necessidade de andar nas areias com mochila nas costas, o que é muito cansativo. Então quando for sair do Camping Tabajara se informe com o proprietário do camping, o Marcelo, onde fazer a trilha para a balsa. A trilha é de fácil acesso e te leva até a trilha principal para retornar a balsa. Chegando na balsa é só aguardar alguns minutos para que a balsa possa ter o número de carros e pessoas para a travessia até Bertioga.

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     Chegando em Bertioga é só caminhar até as feirinhas e perguntar onde fica os guichês da empresa de ônibus Viação Breda que sai de Bertioga até a Estação Estudantes pela Mogi-Bertioga. O valor da passagem é de R$26,00 e tem a duração de 1h30min dependendo do trânsito no dia. Sugiro que comprem as passagens de volta antecipadamente em feriados ou datas festivas pois corre o risco de acabar. 

    Chegando na estação/terminal Estudantes (linha Coral) é só pegar o trem sentido Guaianazes  (linha Coral), trocar de trem e pegar sentido estação da Luz, ai faz a baldeação para a Estação Paraíso (linha Azul) e de lá para a Estação Vila Madalena (linha Verde). Pronto nosso bate e volta de dois dias ao litoral saindo de São Paulo esta feito!

     Espero ter ajudado em algumas dicas e fico a disposição para qualquer dúvida. Vlw

 

 

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      O Charyn Cânion se estende por 90 km ao longo do rio de mesmo nome, a 200 km de Almaty no sul do Cazaquistão e quase na fronteira com a China. Há 12 milhões de anos que o vento, a areia e as águas do rio vêm esculpindo as mais diferentes e intrigantes formas nas pedras avermelhadas do Cânion, formando um dos locais de natureza mais exuberante que visitamos no Cazaquistão. Chegamos tarde e tivemos que acampar no topo do Cânion, tendo sido surpreendidos no meio da noite por uma ventania das mais severas que já enfrentamos, que nos obrigou a fechar a barraca que ameaçava voar pelos céus e nos deixar desabrigados em pleno deserto, tendo ido dormir dentro do carro. Nos próximos 2 dias acampamos na beira do rio, dentro do Cânion, num local que mais parecia um oásis em meio àquela aridez toda, com muita vegetação e pássaros coloridos. Subíamos e descíamos os paredões e ficávamos horas admirando as formações rochosas e tentando adivinhar com o que se pareciam. Os cânions são mesmo surpreendentes, tendo ganhado o apelidado de “little brothers” do pop star Grand Canyon, no Arizona. Um lugar imperdível na sua visita ao Cazaquistão. 






    • Por Tadeu Pereira
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       Ida - 22/10/18 - 8h00min - São Paulo x Mogi das Cruzes x Biritiba Mirim (Serra do Mar) - Metrô e Trem R$4,00 - Ônibus R$4,10
        Partindo de São Paulo do bairro Perdizes Zona Oeste, peguei o Metrô na estação Vila Madalena (linha verde) até a estação Paraíso (linha Azul) para baldear para a linha vermelha seguindo até a estação Sé (linha Vermelha) sentido Itaquera e descendo na estação Brás (linha Vermelha) onde encontrei mais dois amigos para pegarmos o trem da CPTM sentido Guaianases (Linha Coral) e finalmente após a troca de trens pegar para o sentido final e para nossa primeira parada, a Estação Estudantes (Linha Coral).  

        Na Estação Estudantes existem 3 formas de você chegar nesta trilha: A 1ª é de lotação de carros ou vans. Logo que você cruza as catracas da estação de trem você já irá ser abordado por alguém te perguntando se precisa descer para o litoral pela estrada Mogi x Bertioga. Essas pessoas lotam um carro ou uma van e descem até as cidades de Bertioga e do Guarujá cobrando o valor de R$25,00 a R$30,00 por pessoa. O único problema desta opção é ter que ficar esperando lotar o carro ou van e isso levaria mais tempo para iniciar a trilha. Já a 2ª forma de chegar ao início desta trilha seria de ônibus. Saindo da estação de trem pelo lado esquerdo você encontrará um terminal de ônibus onde realizam também a descida pela rodovia Mogi x Bertioga feita pela empresa de ônibus Breda. O valor é aproximadamente R$29,00 e é só pedir para o motorista parar no KM81 para iniciar a trilha. A ª3 forma de chegar no início da trilha e foi a que nós escolhemos e é também de ônibus, porém de ônibus circulares. Saindo da estação você encontra uma passarela que te leva para o lado direito da estação Estudantes. Chegamos em uma rua e caminhamos para a esquerda por alguns metros e já de frente vimos um terminal de ônibus onde pegamos um ônibus circular de transporte público intermunicipal até o ponto final que fica no KM77. O ônibus é o NºE392 (Manoel Ferreira) que nos levou em 30 minutos até o KM77 seu ponto final, onde tem uma balança, um bar e uma feirinha com várias frutas, uma ótima opção pra levar pra trilha como bananas, mangas, uvas etc. Compramos água e algumas frutas e caminhamos pela rodovia até o KM81 para iniciar a trilha. Neste trecho de aproximadamente 4 quilômetros ocorreu uma tensão pelo fato de não haver acostamento na rodovia e os carros passarem bem próximos de nós, então é bom ter um pouco mais de cuidado nesta parte do trajeto.
       

        
       
        Caminhando por alguns bons 25 minutos pela rodovia chegamos ao KM81, foi quando avistamos uma placa vermelha e amarela dizendo "Atenção - Descida da Serra - Verifique os freis - Desça engrenado". Atravessamos a rodovia para o lado esquerdo e bem no começo do guard rail se encontra o começo da trilha da cachoeira da Pedra Furada e da Light.  
       
        

       
        A trilha começa bem tranquila e tem uma extensão de uns 3 Km e pode ser feita em menos de 1 hora desde a Rodovia até a cachoeira. A caminhada é sempre em meio à mata atlântica com muitas bromélias pelo caminho, algumas áreas de brejo e cruzando alguns pequenos riachos. Ao longo da caminhada surgem algumas bifurcações na trilha principal, uma delas existe um tronco de árvore caído quase que atravessado na trilha. Para o lado direito onde a trilha é mais ingrime leva a parte de baixo da Cachoeira da Pedra Furada e já pelo lado esquerdo onde a trilha é um pouco mais fechada leva para a cachoeira da Light e para a parte de cima da cachoeira da Pedra Furada. 
       
       
       
        A cachoeira vista do lado de cima não mostra a real beleza e peculiaridade que tem as suas águas ao passarem por uma pequena fenda na rocha e sair pelo meio dela do outro lado. Como chegamos pelo lado de cima da cachoeira não tínhamos noção de como seria vê - la de frente e pela parte de baixo.
       

       
        Encontramos 2 formas de ir para a parte de baixo da cachoeira. A primeira é uma trilha que desce bem rente a cachoeira com auxilio de uma corda. Já a segunda forma é também uma trilha pelo lado direito do topo da cachoeira porém um pouco mais para dentro da mata. Subimos por uma trilha onde uma enorme árvore esta caída e descemos até a base da cachoeira.
       
        

        

       
        De frente com a cachu se vê o quanto ela é bonita. Este dia ela estava dividida em duas cachoeiras, pois a água estava passando por cima e também saia pelo meio das suas fendas, onde se deu o nome de Pedra Furada. Ficamos por alguns minutos contemplando aquele paraíso, fizemos nosso lanche, recolhemos nosso lixo, descansamos um pouco e partimos para conhecer a outra cachoeira, a da Light. 
        Voltamos para a trilha principal e seguimos ela a diante. Caminhamos pouco mais de uns 25 minutos e já começamos a ouvir o som de queda d'água novamente. Chegamos em uma barragem onde o rio Sertãozinho passa por cima formando uma mini cachoeira. Neste local encontramos muito lixo, muitas lonas velhas, roupas, barracas improvisadas que acreditamos que sejam de caçadores e pescadores, restos de acampamentos deixados pelas pessoas. Este cenário foi um pouco ruim de se ver, pois há muito descaso das pessoas com a natureza. Leve sempre todo seu lixo com você e descarte em um local adequado, não deixando na natureza ou na rodovia.
       

        

       
       Volta - 22/10/18 - 18h:00min - Biritiba Mirim (Serra do Mar) - São Paulo - Mogi das Cruzes x- Ônibus R$4,10 - Trem e Metrô R$4,00
        Na volta da trilha em um cruzamento, resolvemos entrar em uma trilha que não tínhamos ido ainda. Andamos por mais ou menos uma hora e não achamos nada além de mato. Não encontramos e nem ouvimos mais nenhuma queda de água. Foi quando demos de encontro com o Rio Sertãozinho novamente e foi ai que demos conta que estávamos perdidos pois toda demarcação, pegadas, as fitinhas que estavam amarradas nas árvores desapareceram. Fudeu! Parecia até mesmo um filme ahahahaha. Nós estávamos perdidos! Ficamos por alguns minutos procurando as demarcações que estávamos seguindo e nada. Não achamos nada. Então resolvemos descer o Rio Sertãozinho até a cachoeira que vimos por último, a da Light. Andamos por mais ou menos 1 hora mata a dentro mas sempre seguindo o rio. E depois de alguns arranhões,, depois de um pouco de tensão andando na mata fechada, depois de quase bater o desespero, chegamos na cachoeira da Light novamente. Um alívio pois estava ficando escuro muito rápido e ainda tinha a nossa volta. Só tivemos tempo para descansar por alguns minutos. Iniciamos a trilha de volta e logo tivemos que ligar nossas lanternas pois dentro da mata por volta  das 18:00 já estava muito escuro. Andamos por uma hora e meia até chegarmos na rodovia novamente. Caminhamos pela rodovia novamente até o bar e a balança no KM77 por mais uns 30 minutos para poder pegar o ônibus circular para retornarmos ao Terminal Estudantes e fazer nosso retorno pra São Paulo. Chegamos exaustos na Estação. Comemos alguma coisa e pegamos o trem sentido Guaianases para retornamos para nossas casas e finalizarmos essa fantástica trilha bate e volta bem pertinho da cidade de São Paulo. Gratidão... 
       

       
       
      Vlwwwww!!!
       
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    • Por Phany
      Galera, estou planejando essa trip com meu irmão em julho/19. Viagem o mais econômica possível. Estou com uma barrada para 5 pessoas e por enquanto somos só nós dois. Vamos ficar em camping que custa R$30,00 a diária. O almoço temos a média de R$30,00 em pensão (o guia nos adiantou essas informações, indicou onde podemos comer em cada dia). Vamos levar fogão para não gastar muito com comida. Montamos uns roteiros e estamos pesquisando os que precisamos de guia ou não. O guia cobra em média R$40,00 por pessoa. Vamos alugar um carro em Brasília e partir para Goiás com mais ou menos 2h de viagem. O aluguel do carro fica mais ou menos R$150,00 por pessoa. O guia também nos informou os valores de entrada para algumas cachoeiras (Média de R$50,00). 
      Alguém anima? Vamos partir de avião do RJ
      Abaixo o roteiro resumido:
      Dia 1: Cachoeira Loquinhas e Cristais / Dia 02: Cachoeira do Segredo / Dia 03: Catarata dos Couros / Dia 04: Cachoeira de Santa Bárbara, Cachoeira da Capivara e Candaru / Dia 05: Vale da Lua, Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela / Dia 07: Complexo dos Macaquinhos / Dia 08: Bocaina do Farias / Dia 09: Simão Correia  / Dia 10: Complexo do Rei do Prata
      Dia 11: Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Saltos 120 metros e 80 metros, Carrossel e Corredeiras) / Dia 12: Canyons l e ll e Cachoeira Carioquinhas.
       
    • Por Thiago Guido
      _______________________________ D E T A L H A M E N T O _________________________________________
       
      Foram 10 dias de viagem cruzando o Chaco Argentino, a Cordilheira dos Andes, Salinas Grandes de Jujuy e o Deserto do Atacama, o mais árido do mundo.
      CUSTO TOTAL: R$1.800,00 (mil e oitocentos reais)
       
      ________________________________________________________________________________________________
       
      ROTEIRO

       
      ________________________________________________________________________________________________
       
      HOSPEDAGENS
      1º dia: NADA - Barraca no Posto em Foz do Iguaçu
      2º dia: 400 pesos ARG - Hostel Catedral em Corrientes
      3º dia: NADA - Barraca no Posto YPF em Taco Pozo
      4º dia: 350 pesos ARG- Hostel Don Tomáz em Purmamarca
      5º dia: 15.000 pesos CHI - Hostel Mirador em San Pedro de Atacama
      6º dia: 6.500 pesos CHI - Hostel Pampaloja em Antofagasta
      7º dia: 150 pesos ARG - Barraca no Camping La Reliquia em Purmamarca
      8º dia: 400 pesos ARG - Hostel Catedral em Corrientes
      9º dia: 28 reais - Hostel Beija Flor em Foz do Iguaçu
       
      ________________________________________________________________________________________________

      ALIMENTAÇÃO
      Nessa viagem levamos diversas coisas e praticamente não comemos "na rua". Na nossa lista de comida tinha Arroz, Feijão, Atum, Salada Seleta, Salame, Macarrões, etc, etc, etc. Levei o fogareiro e nem terminamos a primeira lata de butano. Em todo Hostel tem uma cozinha.
      Segue uma lista detalhada:
      - Arroz
      - Feijão
      - Atum
      - Salame
      - Salsicha
      - Salada
      - Macarrões variados
      - Barras de Cereais
      - Bolinhos de Chocolate
      - Nescau
      - ClubSocial
       

       
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      COMBUSTÍVEL E PEDÁGIO
      Infelizmente não registrei os abastecimentos portanto não sei quanto gastei com isso. Uma única vez consegui fazer a média e estava em 30km/L, porém um valor nada confiável... Lá os frentistas não abastecem até onde você quer. Eles decidem qual é o máximo e ai de você de falar alguma coisa. KKKKK. Alguns colocam até a "redinha", outros até quase vazar. O que posso dizer é que o preço médio na Argentina é de 48,9 pesos argentinos o litro e no Chile paguei 774 pesos Chilenos na 93 octanas e 817 pesos chilenos na 95 octanas. No Chile ainda tem pedágio, 900 pesos pra ir e 900 pra voltar à Antofagasta. No Brasil quase 130 reais apenas de pedágio.
       
      Acho que é isso. Qualquer coisa é só perguntar que eu respondo se souber.
       
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      Mais vídeos de Viagens, Passeios, Cursos, Dicas, Acessórios e outras coisas mais:
      https://www.youtube.com/thiagoguido
       
      Outros detalhamentos:
      https://www.facebook.com/guidaodemoto/
    • Por Karen M.
      Olá galera mochileira,
      Volto aqui para tentar retribuir de alguma forma toda a informação que aqui consegui. Este foi meu 1º mochilão e graças a esta plataforma me senti segura para montar todo o meu roteiro e ir de forma (quase) completamente independente. Vocês fazem parecer tão fácil!!! E foi! E foi uma delícia também!
      *já faz um tempo que comecei a escrever esse relato e tinha abandonado por causa de correrias da vida, mas quero terminar antes que o facebook pare de me lembrar que eu fiz essa viagem foda há 1 ano!
      PARTE 0 - Planejamento e preparativos
      Viajar ao continente africano sempre foi um de meus maiores sonhos e ele começou a se tornar verdade há 4 anos, quando ouvindo uma discussão sobre quanto se gastaria para assistir a 1ª fase da copa do mundo na Rússia eu pensei “com esse dinheiro vou conhecer a África”. E eu tinha a companhia perfeita: minha grande amiga (e na época roommate) Camila estava disposta a encarar a aventura comigo, se eu provasse a ela que viajaríamos por 1 mês com relativo conforto e não gastaríamos mais de R$10mil... E eu provei!
      *imprevisto: a viagem ficou mais cara (não dá pra comparar dólar de 2014 com de 2018!), durou 39 dias e incluiu aventuras que até agora não acreditamos que vivenciamos!
      (Parênteses: certeza que é possível fazer este roteiro gastando menos, mas tínhamos algumas premissas que não queríamos abrir mão. Estas seriam as primeiras férias em algum tempo para nós 2 e já estávamos em ritmo de corta-tudo-e-tira-leite-de-pedra para economizarmos para A viagem, então queríamos ter algum conforto e, muito importante: queríamos tomar cerveja todo final de tarde! :D)
      Logo no início das pesquisas a África do Sul se mostrou o país que melhor se encaixava nos nossos planos, seja pelo custo benefício ou mesmo pela facilidade de encontrar informações. Nem sempre nossa ideia foi de planejar tudo e ir sozinhas, até mesmo pelo fato de que nenhuma de nós 2 dirige, e lendo (milhares de) blogs, cheguei ao site Pangea Trails, de um cara que tem um roteiro de van por todo o país que dura 21 dias. Esse era o plano inicial. Chegada a época que íamos realmente afinar tudo e colocar o plano em prática, os custo deste pacote já estava tomando quase todo o nosso orçamento e começamos a pesquisar a coisa toda independentemente, mas ainda assim com o roteiro dele como base, pois já sonhávamos com muitos locais por onde a Pangea Trails passava.
      Tínhamos então os locais que queríamos passar e mais ou menos definidos quantos dias ficar em cada um, quando a história começou a tomar outro rumo: um perfil de turismo da África do Sul que eu seguia no instagram, publicou por 5 dias seguidos fotos da Otter Trail, uma travessia de 5 dias e 4 noites que acompanha a costa selvagem do Tsitsikamma National Park através de paisagens cênicas e eu fiquei completamente obcecada. Pronto! A paisagem era tão espetacular que eu tinha que presenciar aquilo!
      E eu devo ser muito mais persuasiva do que imagino, pois eu, que de travessia tinha apenas feito a Salcantay para Macchu Picchu, mas que contava com uma equipe que levava a bagagem mais pesada e provia comida e acampamento (foi um esquema meio princesa mesmo), queria levar comigo nesta trilha totalmente independente a minha amiga Camila, que nunca tinha feito trilha na vida. Bom, nem sei bem como, mas a convenci!
      Foi a primeira reserva que fizemos. E quase choramos de emoção quando recebemos a confirmação!
      A questão é que esta é uma trilha bem exclusiva e as reservas se esgotam com cerca de 1 ano de antecedência, pois apenas 12 pessoas por dia podem percorrê-la. Comecei a monitorar o site do parque e checar todas as condições de tempo e maré (o caminho inclui algumas travessias de rio que podem ser bem perigosas a depender da maré do dia) para conseguir a data ideal para as nossas férias.
      Feito isso, o resto da viagem começou a se desenhar melhor em torno da trilha. Alguns destinos que queríamos tiveram que ser cortados, pois a logística para a Otter Trail precisava de 6 dias da nossa viagem. Numa destas decisões, cortamos Drakensberg, pois esta parada era principalmente para fazermos algumas trilhas e este assunto já estaria muito bem garantido!
      Na sequência compramos as passagens, fechamos o overland tour para o trecho que passaria pelo Kruger Park e a Suazilândia e compramos nosso ticket de ônibus Baz Bus.
      A Baz Bus oferece um serviço de vans que funcionam no estilo hop-on hop-off com foco em mochileiros que atravessam o país, recolhendo os passageiros na porta do hostel e deixando no seu próximo destino. A logística é bem bacana e a rota vai desde Joanesburgo até Cape Town, com paradas obrigatórias em Durban e Port Elizabeth, pois as vans só circulam de dia. Eles têm uma lista de hostels que são atendidos pelo roteiro e diversas opções de tickets, a depender da quantidade de dias que se quer viajar, se viaja apenas em uma direção, etc... O valor dos tickets não é muito barato, mas pela comodidade e segurança achamos que valeu a pena. Quando já estávamos lá ficamos sabendo de outra empresa que presta o mesmo tipo de serviço, tem uma rota semelhante e parece ser um pouco mais barata, a Mzansi.
      O roteiro então ficou mais ou menos assim:
      10.03 a 15.03.18 Chegada por Joanesburgo e estadia em Maboneng; 16.03 a 22.03.18 Overland pela região do Kruger Park, Rota Panorâmica, Suazilândia, Greater St Lucia, chegando a Durban; 23.03 a 01.04.18 Seguimos de Baz Buz pela costa passando por Coffee Bay, Chintsa, Port Elizabeth e Jeffreys Bay até Storms River; 02.04 a 06.04.18 Estabelecemos base em Storms River para percorrer a Otter Trail; 07.04 a 10.04.18 Seguimos novamente de Baz Buz pela Garden Route passando por Wilderness e Mossel Bay; 11.04 a 16.04.18 Exploramos Cape Town, de onde voltamos para São Paulo.
      mapinha das nossas andanças....
      MEDICINA DO VIAJANTE
      Já tinha lido algumas vezes sobre este serviço público (e totalmente gratuito) de avaliação e orientação de acordo com o local de destino e áreas de risco para doenças, mas nunca tinha utilizado. Resolvi testar e não me arrependi!
      O atendimento em São Paulo é no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e o agendamento é feito por e-mail.
      No dia da consulta é necessário levar documento com foto e carteira de vacinação. Então começa uma entrevista na qual você conta qual o destino e as características da viagem, com a maior quantidade de detalhes possível. Daí eles te dão todas as orientações em relação à sua saúde durante a viagem e atualização de vacinas.
      Aproveite para tirar todas as dúvidas! Saindo da consulta já te encaminham para as vacinas e pronto. Quem precisa do Certificado Internacional de Vacinação da Febre Amarela (CIVP) deverá antecipadamente acessar o site da Anvisa para realizar seu pré-cadastro, necessário para a emissão da CIVP.
      A preocupação principal da maioria das pessoas que viaja à África do Sul, em especial à região do Kruger, é em relação à malária. Não existe vacina e a melhor profilaxia é evitar o contato com o mosquito através de barreiras físicas (roupas protegendo a maior parte do corpo, tela mosquiteira sobre a cama, etc..). Existe também um repelente (exposis) que foi recomendado e também os comprimidos, embora não tenham garantia total.
      A orientação que recebi foi: usar o repelente para a pele e para a roupa (existe um spray específico para passar na roupa e dura algumas lavagens) e tomar os comprimidos (aqui vale uma observação que o médico só indicou os comprimidos pois passaríamos pelas regiões de incidência no início da viagem e depois ainda teríamos um período longo antes de retornar ao Brasil, passando por áreas remotas e o receio era termos qualquer sintoma e não conseguirmos atendimento imediato.. se fossemos apenas ao Kruger e voltássemos em seguida, o médico não indicaria o remédio porque em qualquer emergência conseguiríamos atendimento fácil em SP).
      O que de fato aconteceu: levamos o exposis, mas não comprei o spray para roupa e tomamos os comprimidos que compramos em uma farmácia em Joanesburgo (parece que o melhor é comprar no próprio aeroporto, mas esquecemos e enfrentamos uma pequena burocracia para conseguirmos o remédio, que é controlado e não é barato). No início do overland, o guia fez um terrorismo de que nenhum repelente trazido de países que não tem malária é eficaz e sugeriu comprar outro, o peaceful sleep, que acabamos comprando também. Não sei se foi o remédio ou a mistura disso tudo com sol e suor, mas tive uma alergia forte na pele (rosto, pescoço e costas) que só foi sumir mesmo em Cape Town. Camila ficou enjoada nos primeiros dias do overland, o que logo relacionamos com o remédio também.
      Para mais informações sobre a Medicina do Viajante: http://www.emilioribas.sp.gov.br/pacientes-e-acompanhantes/medicina-do-viajante/
      MOCHILA, O DRAMA...
      A principal dificuldade neste tema foi: precisaríamos de uma mochila que aguentasse o tranco e boa o suficiente para utilizar na trilha (tenho problema na cervical e essa era minha maior preocupação) e isso costuma ser bem caro! No final das contas: uma amiga que estava de mudança para a Austrália tinha uma mochila usada Trilhas & Rumos Crampon 72L e deu pra gente. Camila acabou ficando com esta, pois eu não queria uma mochila tão grande. Outra amiga ofereceu a mochila dela emprestada, uma Deuter Futura Vario 45 + 10, que eu me neguei a pegar até quase a véspera da viagem. Mas de tanto ela insistir e de tanto faltar dinheiro, aceitei..
      Resultado: olha, quando estava pesquisando pra comprar uma cargueira pra esta viagem, li muita coisa positiva sobre a T&R, então simplesmente não sei dizer o que aconteceu, mas a mochila praticamente se desfez durante a viagem. Na arrumação ela já rasgou um teco (o que levou Camila ao desespero antes mesmo da gente ir pro aeroporto) e no restante da viagem ela se rasgou inteira! Tentamos remendar com um bocado de fita e nada adiantou... enfim, outro ponto fraco que percebi é que ela ficava visivelmente desestruturada nas costas. Quanto à que eu levei, ela foi perfeita. Nas 1ªs horas da trilha precisei fazer alguns ajustes, mas ela segurou bem!
      O que levei:

      Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois)
      Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc..
      7 calcinhas 2 pares de meia para trilha 3 pares de meia de algodão 2 sutiãs 2 tops 2 biquinis 2 calças legging 1 calça-bermuda 1 calça jeans 2 camisetas dryfit 7 camisetas 1 blusa térmica (fleece) 1 jaqueta impermeável 2 blusinhas manga longa 1 shorts de corrida 2 shorts 1 saia jeans 2 vestidos 1 pijama 1 canga de praia 2 lenços 1 toalha microfibra 1 capa de chuva 1 chinelo 1 sandália kit de higiene / cuidados pessoais maquiagem básica kit primeiros socorros (com umas coisas bem específicas pra trilha, mas que não precisamos usar.. ufa!) saco de dormir lanterna de cabeça + pilhas 2 cantil + tabletes para purificação da água 1 canivete 1 bastão de trilha 1 capa protetora mochilão (comprei uma Arienti www.territorioonline.com.br/bolsa-para-transporte-arienti-m para despachar a cargueira, que até por ser emprestada merecia um cuidado mais especial e também porque precisávamos de uma bolsa pra deixar nossas coisas no hostel durante a trilha) 1 binóculo Confesso que não sou nem de longe aquelas pessoas bem compactas para viajar e foi bem difícil ficar nisso aí... mas era tudo que cabia na mochila, então... (na verdade cabia mais mas jurei pra mim mesma que não queria partir com a mochila no limite pra conseguir trazer umas coisinhas depois)
      Ainda, como tínhamos a trilha no meio da viagem e eu já tinha pensado mais ou menos em um cardápio, levei daqui coisas que por algum motivo tinha receio de não encontrar pra comprar ou que precisava de apenas uma quantidade pequena, etc..
      leite em pó (levei em saquinho zip lock apenas o necessário pra preparar 5 canecas de manhã) *confesso que quando estava separando o leite em pó no saquinho pra levar na mochila me bateu uma sensação mega ruim de que aquilo podia dar muito errado no aeroporto, mas deu em nada não... toddy (2 colheres de sopa / dia - levei em saquinho zip lock) geléia (aquelas individuais de cestas de café da manhã) castanhas semente de girassol cuscuz marroquino (em zip lock) quinoa (em zip lock) arroz + lentilha (em zip lock) temperos: sal (aqueles saquinhos de restaurante), pimenta do reino (não vivo sem!), azeite barras de cereais e proteínas 2 pratos plásticos rígidos, 1 caneca alumínio + kit talher de plástico Esta lista era basicamente para o meu café da manhã (com alguns itens complementares que compraria fresco na véspera da trilha) e jantar para nós 2! A Camila levou com ela o que iria precisar para o café da manhã dela e levaria o kit de panela.
      Além disso levei uma pequena mochila de ataque (aquelas dobráveis da decathlon, que viram uma bolinha compacta) com pasta completa de documentos e comprovantes de reservas impressas, bloco de anotação, travesseiro de viagem (meio dispensável pra mim, mas até que garantiu um conforto quando acampamos), carregador de celular, 2 power banks, câmera (uma véia digital que tenho, levei mais como garantia se a memória do celular faltasse).
      Acho que foi isso. A maioria das coisas que não tiveram utilidade durante a viagem foi levada por alguma indicação específica para a trilha e não acho que deixaríamos de levar (mesmo sabendo agora que não usamos), pois poderiam ter sido necessárias.. mas confesso que daria pra ter cortado umas peças de roupa e a sandália.... No final deu isso aí..

      mochila pronta...
      O relato diário irei postando em partes para não ficar tãããão comprido... Até!


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