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Decidimos eu e mais 04 amigas passar o feriado de Corpus Christi na Chapada dos Guimarães. Com antecedência na programação a viagem sai em conta.

Dia 01: Chegada a noite em Cuiabá

Pegamos um vôo saindo do Rio de Janeiro (SDU) as 18h55 e chegando em Cuiabá as 22h com breve parada em São Paulo (GRU). Optamos por não seguir viagem para a Chapada no mesmo dia por ser noite e não conhecermos a estrada. Então, pernoitamos em um hotel honesto na frente do aeroporto. Hotel Express. Alugamos um Jeep Renegade com desconto na Localiza ao lado, mas, para quem não tem desconto de empresa, aconselho o site Rent a Car para descolar vantagens em locações. 

Dia 02: Ida para a Chapada

A viagem até a cidade da Chapada dos Guimarães é rápida (cerca de 80km) a estrada é boa, sem pedágios e dali já se ve o incrivel paredão de pedra. Chegamos na cidade e fomos direto para nossa pousada. A mais que simpática Pousada Charme. Fomos muito bem recebidas e paparicadas!

Dali, seguimos para aproveitar o dia na cachoeira da Geladeira e em seguida na do Marimbondo. Na volta, pelas 15h30, paramos para almoçar no Morro dos Ventos, com uma vista impressionante do local. Tudo isso é possível fazer sem guia. A noite fomos à pracinha local onde descobrimos a Vila do Chocolate. Um inusitado café temático (Disney) super simpático.

Dia 03: 07 Cachoeiras

Aproveitando o sol, fomos fazer o passeio das 07 Cachoeiras com guia. São 6,5 km de trilha, com quedas d'água deslumbrantes e banhos de cachoeira maravilhosos. Pagamos R$ 50,00 por pessoa.

Dia 04: Cavernas

Mais uma vez, com guia, são 03 cavernas e quase 13 km de caminhada. Optamos por fazer a volta de trator, uma vez que apenas a ida nos duraria desde as 10h30 até as 15h. Na entrada da reserva onde ficam as trilhas tem um restaurante de comida regional que já reserva almoço. Aconselho.

A noite jantamos em um restaurante na cidade que se chama Pomodori. Não vá esperando grande cantina italiana, mas, quebra um galho.

Dia 05: Volta para Cuiabá / Rio de Janeiro

Íamos visitar a Cidade de Pedra pela manhã, onde é possivel avistar todo paredão da Chapada. Porém, chuva, frio e muita neblina impediram o passeio. Voltamos então para Cuiabá em hora de almoçar na curiosa peixaria Lelis. É um rodizio de peixes tal como estamos acostumados aqui no sul / sudeste com carnes. Ali pode-se provar todos os peixes de rio do MT além do jacaré. Vale cada centavo!

Pegamos um voo para o Rio no fim da tarde com parada e Brasília.

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    • Por Merilin
      Pra quem tem apenas um final de semana disponível, não muito dinheiro, mas muita vontade de conhecer um lugar fantástico, aqui vai o meu relato de viagem para a Chapada dos Guimarães, no primeiro final de semana de "inverno propriamente dito" na Chapada, dias 28 e 29/junho.
       
      Com a Copa do mundo de futebol no Brasil, a Tam ofereceu umas promoções incríveis pra viagens dentro do país neste período: duas passagens de ida-e volta São Paulo- Cuiabá ficaram R$399,00!
       
      Chegamos na sexta-feira à noite no aeroporto Marechal Rondon que fica em Várzea, passamos a noite na casa de amigos e no dia seguinte partimos da Rodoviária de Cuiabá no primeiro ônibus (06:30) para a Chapada, empresa Rubi ou Xavante, valor R$ 15,00. (Nós não usamos, mas há ônibus do aeroporto em Várzea até a Rodoviária em Cuiabá por menos de R$3,00)
       
      Ao chegar na cidade, com chuva e muito frio, fomos direto para a Pousada Aurora Boreal, hospedagem simples, mas confortável, e bom atendimento, além de terem topado negociar as diárias, que em geral começam e terminam as 12h
      (entramos as 8h do dia 28 e saímos as 19h do dia 29) valor das 2 diárias- casal 220,00; há várias opções , mas por causa da Feijoada de Inverno as pousadas estavam todas lotadas.
       
      Vale lembrar que a maior parte dos passeios na Chapada só podem ser feitos com guias credenciados, depois de fazer os passeios, a gente entende por quê.
       
      Nossa guia, (maravilhosa!) foi a Márcia ([email protected]), que acompanhou por email todo o processo de programação da viagem, deu altas dicas e nos guiaria nos dois passeios previstos: Circuito das Cavernas (Aroê Jari, Kiogo Brado e Gruta da Lagoa Azul, fechando na Cachoeira do Alméscar); e Vale do Rio Claro (poços de água cristalina próximos à nascente do Rio Claro) mirante da Crista do Galo e fechando na espetacular Cidade de Pedra.
       
      Primeiro dia, jogo do Brasil, tempo chuvoso, fomos os únicos a entrar na trilha das Cavernas, o que considero um privilégio! A Márcia ia nos mostrando as belezas da mata nativa com uma familiaridade incrível, de quem tem 20 de experiência como guia na Chapada e um amor incondicional pelo que faz e pelo lugar fantástico que ela escolheu para viver.
       
      Infelizmente no segundo dia, a Márcia não pôde nos guiar, mas nos levou até a casa do Fabiano, que foi um excelente guia, junto com a Aninha que fez o transporte com a caminhonete 4x4 da Fora de Estrada Eco tour (https://pt-br.facebook.com/foradeestradamt).
      (Vale do Rio Claro transporte + guia 350,00 valor fechado do passeio podendo ser dividido com outros turistas)
       
      Depois deste fim de semana renovador, que foi quase uma experiência mística, cheia de aromas deliciosos ( o alméscar, o limãozinho do cerrado), cores surpreendentes das flores, banhos revitalizantes e visões incríveis dos paredões... bora, pegar o carro no Aeroporto de Guarulhos e cair de volta na Babilônia. Valeu!
    • Por Luzazen
      Dom. 8/7. Saímos de São Paulo no vôo das 6:40 da Avianca, que foi pontual. Porém tivemos que pousar em Campo Grande, pois o aeroporto de Cuiabá estava fechado devido ao clima desfavorável. Isso fez a nossa viagem atrasar um bocado, pois esperamos umas duas horas as condições melhorem para finalmente voarmos para Cuiabá. Chegamos em Cuiabá às 12:30, pegamos o carro alugado e seguimos pra Chapada. A viagem leva menos de uma hora, estrada boa e o visual é incrível. O tempo fo melhorando no decorrer da tarde e chegamos na cidade da Chapada dos Guimarães umas 15 h, pois paramos no caminho pra fazer um lanche. Lá chegando, fomos pra pousada Bom Jardim e como já era tarde e estava meio frio, concluímos que não daria pra fazer grandes coisas, além do cansaço todo de ter madrugado pra pegar o vôo, sem mencionar a "esticada" compulsória até Campo Grande. Acordamos umas 17 h e fomos explorar o local e procurar algo pra comer, e saindo da pousada achei que ainda estava dormindo e no meu sonho estava na Transilvânia, pois a cidade estava imersa em uma bruma espessa e tenebrosa. Foi incrível andar naquele cenário surreal. Achamos uma batataria que parecia ser o único local aberto àquela hora do domingo e naquelas condições.


      Seg. 9/7 . Acordamos umas 7:30, e tentamos ligar pra alguns guias cadastrados no site da ICMBio. Sem sucesso, saímos da pousada e entramos numa agência de turismo na praça pra tentar fechar algum passeio, porém achei o preço muito alto (170 o casal só pela diária do guia, pois estávamos de carro), então saímos à procura de indicações de guias independentes e acabamos encontrando a Márcia Meneses, F. 65 - 9241 7582, guia local conhecidíssima e moradora da chapada há muitos anos, que fechou com a gente 100 reais a diária, pro casal. Tudo acertado, a Márcia fez nosso cadastramento pela Internet (obrigatório para ingresso no parque) e rumamos à nossa primeira jornada no Coração da América. Fomos primeiro no cartão postal da chapada, a cachoeira Véu da Noiva, e fomos presenteados com um belo sobrevôo de um casal de araras vermelhas. De lá adentramos o parque e fizemos o circuito das cachoeiras. A Marcia é uma guia bem falante, vai mostrando o rastro dos bichos, fala das flores e frutos do cerrado, mostra os picos da Chapada, enfim, é um passeio bem instrutivo, mas se você for do tipo que preferiria curtir o silêncio do local talvez fosse achar um pouco over, mas acho que isso é questão de se conversar. Eu recomendo muito a Marcinha, ela é uma excelente guia, honesta e sabe dar dicas valiosas, além de montar os roteiros de uma maneira bem inteligente. Fizemos as cinco cachoeiras do parque, uma caminhada de 7 km no total que nem parece isso, os momentos mais puxados são as descidas das cachoeiras, mas tudo muito seguro, bem tranquilo. As cachoeiras sao deliciosas, uma melhor que a outra, ficaria horas em cada uma delas. Na volta, passamos pela Casa de Pedra, uma formação muito interessante de rochas, vale a pena ver, mas tome cuidado com os borrachudos, tem muitos lá.
      Retornando do parque, fomos almoçar e ver o pôr do sol no ótimo Morro dos Ventos, um restaurante numa encosta com mirantes em cima dos penhascos e uma visão toda do vale, muito legal. O almoço é meio carinho, mas estava excelente. E se vc for lá só ver a vista tem que pagar 10 reais, então acho que vale a pena sim almoçar com aquele belo visual. Pagamos os 75 reais por um pela picanha que estava incrível, com arroz, feijão, fritas, salada e farofa. À noite, fomos dar uma voltinha na cidade fomos no Restaurante Pomodori, que é bem simpático. Tem uma empada muito boa.

      cachoeira das andorinhas

      Casa de Pedra

      Vista do Morro dos Ventos
       
      Ter 10/7. Saímos umas 9 h e fizemos check out da Bom Jardim, pois achamos a pousada um pouco fraquinha pelo que cobravam: 150 reais a diária de um quarto com ar e frigobar, mas com os quartos voltados pro estacionamento, com muito barulho de carros e hóspedes, e tudo meio velho e descuidado, cama pequena, toalhas pequenas e muito usadas, muita poeira no quarto. Por 20 a mais fomos para ótima Cambará, http://sitiocambara.chapadadosguimaraes.tur.br/, que fica a 1km da praça central, numa chácara deliciosa, e o casal de donos, d. Genoveva e Sr. Odenir são super atenciosos e acolhedores, te tratam como um filho lá. Só deixamos nossas malas e seguimos para o passeio do dia, a caverna Aroe - Jari e Gruta da Lagoa Azul. No caminho, paramos no Mirante do Centro Geodésico, que tem um belo visual do vale, onde dá pra ver ate Cuiabá. De lá, seguimos para nosso destino, atravessando plantações de algodão e milho e trechos do cerrado. A Marcinha ia nos mostrando os bichos, e vimos um Urubu rei, que é branco, e ao que consta bem raro de ser visto, e um casal de corujas buraqueiras e algumas siriemas. Chegando no ponto de partida para a trilha da caverna, colocamos caneleiras ( obrigatórias para este passeio) e seguimos. O caminho é bem interessante, trechos de cerrado intercalados com mata amazônica, muito legal. A primeira parada é na caverna, onde se pode entrar um pedaço dela e observar estalactites de arenito e rastros de animais. Bem legal. Depois fomos pra Gruta do Lago Azul que é linda. Nesta época do ano o sol entra na gruta umas 14h e a água fica de um azul turquesa cintilante, é lindo. Ao lado, a gruta de Nossa Senhora, que tem uma formação rochosa que de fato lembra uma Imagem da santa. O percurso total à pé dá uns 9 km, e no retorno paramos para um banho refrescante na cachoeira do Alméscar, que foi ótimo depois daquela caminhada toda. Voltamos umas 18h, vimos um gavião no caminho, pra fechar com chave de ouro nossa observação ornitológica do dia, e retornamos à cidade. Jantamos uma refeição típica num restaurante super simples, na rua ao lado da Igreja, do lado da Virtual lan house, nem placa tinha, só um banner dizendo Janta 9,90. Comi por 15 reais um prato com picanha, arroz, feijão, salada, farofa, e nao ficou muito atras não da refeição do Morro dos Ventos.
       

      Casal de corujas buraqueiras, na árvore
       

      Caminho pra caverna
       

      vista do interior da Caverna
       

      áua dentro da caverna, com a guia Márcia iluminando
       

      Gruta da Lagoa Azul, com o sol batendo na água
       
       
      11/7 quarta. Depois de uma noite muito bem dormida no silêncio e nos lençóis macios da Cambará, tomamos um dos melhores cafés da manha de pousada que já tive na vida. A D. Genoveva prepara um café colonial onde quase tudo é ela que faz, os pães todos, o queijo, as geléias, pão de queijo, bolinho típico do Mato Grosso de arroz, enfim, é um daqueles momentos em que a gula toma conta e que você lamenta nao ter um estômago extra pra poder comer de tudo. Eu recomendo muitíssimo a Cambará, mesmo se os donos nao fossem legais valeria só pelo café da manha (hehe), mas além disso eles são uns amores, a pousada é super gostosa, até o Tobias que e um pintcher é um fofo, onde já se viu um Pintcher que não late, acho que o astral do lugar fez ele ficar calminho. Enfim, com uma certa dor no coração deixamos aquele paraíso e rumamos para Bom Jardim, distrito de Nobres, a cerca de 200 km da Chapada. Aqui começa o purgatório da viagem. A estrada durante um bom pedaço e um tapete, sem viva alma, exceto um calango que quase se suicidou , nao fosse eu desviar dele com toda a minha misericórdia, ate que começa um trecho de estrada de terra péssimo, cheio de desvios, pois estão fazendo terraplanagem, porém sem sinalização alguma. Nao fosse eu ter tido a sorte de passar no horário de trabalho, perguntei aos trabalhadores da estrada e fui conseguindo me achar naquela bagunça. Mas nao recomendo ninguém passar naquela estrada depois das 17h e ne nos finais de semana, a não ser que vc tenha um bom GPS, que nao era meu caso. Chegamos em Bom Jardim, que não passa de uma concentração de casas à beira da estrada, umas 14h, deixamos as coisas na Pousada Bom jardim e fomos ao Reino Encantado, por indicação da nossa guia da chapada, almoçar e negociar os passeios. O Cleber que é o dono do local , que é restaurante, pousada e tem a nascente do Rio Salobra, é bem simpático e nos serviu almoço, e depois fomos fazer a flutuação na nascente, a ressurgência do rio, onde tem uma concentração grande de peixes, é bem legal. Descemos o rio mais mil metros flutuando, mas no percurso nao vi quase nenhum peixe mais, porém foi bacana passar por essa experiência. Voltamos ao Bom Jardim umas 18 h, e fomos procurar algo pra jantar. Só tinha aberta uma pizzaria que acabou de abrir, com comida ok, nada demais. No vilarejo não pega celular Oi nem Tim, reza a lenda que Claro e Vivo malemal pegam, internet nem em sonho, pra cartão de banco tem uma maquina no posto que só passa em ocasiões raras, das quais eu nao tive o privilegio de ser presenteada nenhuma vez. Se for a Bom Jardim, passe no banco de sua cidade antes e leve tudo que tiver, pois vc terá que pagar tudo com cash, eles também não são muito afeitos ao cheque, pois o banco mais próximo fica a 70 km de estrada precária, em Nobres. Porém, mesmo com toda essas precariedade de recursos, o comércio e habitantes locais acham que estão te fazendo um grande favor de permitir que você flutue em seus rios, e cobram preços de resort para as atracões, que são 60 reais por passeio de duas horas, sem negociação, pois é tudo tabelado. Pra isso, eles sao bem organizados. Aqui faço uma ressalva ao Cleber do Reino Encantado, que fez um descontinho no passeio e no almoço, e foi bacana nos atendendo de última hora.
       

      Caminho para Nobres/ Bom Jardim
       

      Nascente do rio Salobra
       
      12/7 quinta : Saí do purgatório e desci ao inferno em Bom Jardim. Primeiro lugar, o café da manhã não tinha um pãozinho fresco, apenas dois frios, umas bolachas prontas, pão de forma de mercado, poucas frutas e só. Fui fechar os passeios com O. Sr. Isaias sem choro nem vela, 60 reais cada passeio por pessoa. Eu queria fazer a flutuação no Rio Triste e depois pra cachoeira, para chegar lá com sol, mas ele nao permitiu, pois tinha um único guia para em três carros diferentes, e para eles era mais conveniente ir pra cachoeira primeiro. O detalhe é cada pessoa paga 60 reais, mas não tem o direito de escolher qual passeio quer fazer primeiro. Fiquei indignada mas segui pra fazer o roteiro, pos queria muito ir à cachoeira e Rio Triste, e sem comunicação e opções, seria difícil encontrar outra agência que pudesse fechar o passeio. No caminho pra cachoeira, comecei a ter dores de estômago muito fortes. Detalhe que fui o caminho todo comendo poeira da caminhonete da frente, pois partilhávamos o guia que estava com eles. Pergunta: Se era apenas um guia pra três veículos diferentes, não seria mais justo cobrar a diária do guia e dividir entre todos ? Ou então se é cobrado de cada pessoa, esta não tem o direito de escolher o seu roteiro ?
      Chegando lá na Serra Azul, que é uma fazenda que foi comprada pelo Sesc Pantanal, fomo administracao pegar a chaave e equipamentos de flutuação, e havia muitas araras e macacos. Depois fomos à bela cachoeira, com um cardume de peixes que mora no local, mas nem pude curtir muito pois a cólica de estômago estava terrível. Voltando à Bom Jardim, resolvemos voltar à Chapada, pois realmente não gostei daquele esquema todo de passeios curtos e caros, além do que com dor de estômago não me animava a tomar outro café da manhã na pousada, sem falar na precariedade do local (a única farmácia só abre às 13 h). Comprei um Buscopan e seguimos viagem de volta à Chapada dos Guimarães. O estômago foi melhorando até consegui comer às 19 h na Chapada, pois não tinha feito nenhuma refeição desde o café da manhã.
       

      Cachoeira Serra Azul
       

       
      Meu balanço sobre Bom Jardim foi negativo. Lá na Chapada já haviam me alertado para só fazer refeições em determinados locais, pois várias pessoas já haviam reclamado tanto da pouca variedade dos cafés da manhã como de terem de fato passado mal. Eu pude comprovar na pele tudo isso, exceto no Reino Encantado, que tinha a comida boa, embora eu ache caro 25 reais por um buffet que não tem tanta variedade assim. Desde o acesso à cidade até a qualidade do atendimento, acho que Bom Jardim ainda tem muito que melhorar na qualidade do serviço que oferece. Acho ainda que os turistas deveriam se recusar a pagar esses preços exorbitantes pelos passeios, pois o local não oferece uma estrutura condizente com estes preços. Um local que é quase impossível de se chegar sem se perder muito, que não passa cartão de crédito em quase nenhum estabelecimento, onde a telefonia celular é precária, não tem serviços básicos e tem qualidade duvidosa na alimentação que oferece não pode cobrar esses preços abusivos dos turistas. Eu recomendo as pessoas a realmente se recusarem a ir a Bom Jardim até que essa situação mude, e só o turista exigente e consciente pode conseguir alguma mudança nesse panorama. Embora eles gostem de levantar o lema "Nobres é mais que Bonito, é Lindo", acho que Bonito tem muito mais estrutura para atender o turista, e por isso seus preços s!ão altos, porém justos com a qualidade do serviço.
       
      13/7 6a. Último dia no Mato Grosso, saímos para fazer o passeio até o Morro de S. Jerônimo no Parque Nacional. Caminho lindo e longo, são 8km até chegar ao Morro, e lá também uma subida bem puxada, que não completei pois tenho limitações físicas que me impediram de chegar até o topo. Uma mata com um trilha bem fechada no caminho, da qual trouxe alguns carrapatos de lembrança rsrs, leve repelente bom pois eu passei Off e não adiantou. Na volta, um último banho na cachoeira 7 de setembro e voltamos para arrumar as coisas. Deixamos a Chapada e perdemos o por do sol, que pretendíamos ver do Alto do Céu, mas ficou pra próxima. Chegamos em Cuiabá e foi um pouco difícil achar o caminho até o aeroporto, quase nenhum indicação. No caminho, passamos pelo Marco Geodésico de Cuiabá. Existe uma disputa entre os dois locais, qual deles é o verdadeiro centro geodésico. Cada um defende o seu lado. Chegando no aeroporto, devolvemos o carro sem maiores problemas, aliás indico a Locadora Cuiabá, eles foram extremamente atenciosos e pontuais, o carro estava ótimo também. Assim acabou minha epopéia à Chapada dos Guimarães
      .

      café da manhã colonial na pousada Cambará
       

      Caminhos do Cerrado
       

      Chegando no morro
       

      Vista do pé do morro S. Jerônimo
       

       
       

      Proprietarios da Pousada Cambará e Tobias , o pintcher simpatico
    • Por thiagozuza
      Depois de uma semana à trabalho em Cuiabá, resolvemos esticar o final de semana para conhecer à Chapada dos Guimarães. Durante a estada em Cuiabá, pedi informações várias vezes, e sempre o pessoal de lá falava assim:
       
      “porque vocês não aproveitam e conhecem Nobres que é bem mais bonito?”
       
      Alugamos um Palio por 70 reais a diária, no aeroporto, e fomos em direção à Chapada dos Guimarães. O município da Chapada do Guimarães fica à 65 Km de Cuiabá.
       
       

       
      Na estada já se pode ver os encantos da chapada, com suas altas montanhas. No meio do caminho paramos em um mirante chamado “Portão do Inferno”.
       


       
      Chegamos no munícipio da Chapada, que é bem pequeno, ao anoitecer e hospedamos na Pousada Bom Jardim, que ficava na praça principal, Pagamos 30 reais cada um, pelo quarto triplo com café da manhã.
       
      Sábado pela manhã fomos conhecer o cartão portal da Chapada, a Cachoeira Véu da Noiva que fica dentro do parque nacional. A entrada é controlada pelo ibama e para nossa surpresa, o parque estava fechado pois houve um desmoronamento ano passado em que morreu uma pessoa e várias ficaram feridas. Tentamos insistir mas não deu certo. Fomos para outra cachoeira que tinha sido indicada pela recepcionista da pousada. Cachoeira das Andorinhas. Fica no caminho de volta, entro o Parque Nacional e a cidade. Paga-se 10 reais por pessoa para entrar. Tomamos um banho refrescante mas não achei grande coisa a cachoeira.
       

       
      Nesta cachoeira, conheci um guia que me indicou uma trilha alternativa que levava até a cachoeira Véu da Noiva, pelo meio do mato. O guia disse que era tranquilo e me levou sem cobrar nada até o início da trilha. 1 hora de caminhada estávamos dentro do parque nacional e passamos perto do posto do ibama, sem sermos avistados.
       

       
      Conseguimos chegar até o mirante da cachoeira véu da noiva, por esse caminho alternativo e sem pagar nada.
       

       
      Enquanto admirávamos a cachoeira no mirante, 2 funcionários do Ibama chegaram e solicitaram a nossa retirada. Foram educados, disseram que o parque estava interditado, mas não nos deixaram ficar mais nem um minuto. Portanto, nem sei se tem mais coisas para conhecer dentro do parque além da cachoeira. O pessoal do Ibama não nos deixou voltar pela trilha clandestina e tivemos que voltar pelo asfalto… resultado: andamos mais duas horas no sol quente até chegarmos onde estava o carro.
       
      Pegamos o carro e seguimos até a cidade de Chapada, para ver o por do sol no mirante.
       


       
      No mirante outras pessoas nos falaram de Nobres. Sendo assim, decidimos partir domingo de manhã e conhecer Nobres. Voltamos ao carro para ir à cidade descançar. Quando liguei o farol, uma cobra enorme na frente do carro.

       
      À noite comemos uma pizza na pizzaria da Chapada e fomos dormir cedo.
       
      Acordamos 6 horas da manhã, tomamos o café e fomos determinados a conhecer Nobres. Um nativo até nos disse a seguinte frase: “Nobres não é Bonito, Nobres é Lindo”. Fazendo referência às comparações de Nobres com a cidade de Bonito no Mato Grosso do Sul.
       
      Voltamos quase até Cuiabá e no trevo pegamos o caminho de nobres.

       
      Tem uma parte que é estrada de terra e passa por alguns rios.
       

       
      Vimos até algumas capivaras. Cerca de 9 da manhã chegamos em Nobres e encontramos uma agência de turismo. Não me lembro o nome da agência. Sei que fica em uma estradinha de terra, no arraial que fica próximo de onde são realizados os passeios.
       
      Depois de muito negociar, fechamos em 80 reais por pessoa a visista à cachoeira Serra Azul, a flutuação no Áquario Encantado / Rio Salobra e incluía almoço e equipamento para flutuação. Eles ainda nos emprestaram uma caixa estanque para colocarmos à maquina sony cybershot e tirarmos fotos sub aquáticas. Na hora, achei o preço salgado, mas depois vi que foi bem barato.
       
      Pegamos o equipamento e fomos de carro. O guia foi com a gente e nos levou primeiro até a Cachoeira, Cerca de 30 minutos de estrada de terra e mais 30 minutos andando. A cachoeira é realmente sensacional.
       

       
      A água é quente, azul e pode-se mergulhar com máscara e observar as milhares de Piraputangas – peixe local.

       
      Depois de conhecer a cachoeira pegamos o carro se seguimos mais uns 40 minutos até o Aquário encantado. Deixamos o carro na fazenda e seguimos a trilha, cerca de 15 minutos. Colocamos o equipamento e mergulhamos no aquário vendo diversos peixes e até uma arraia de água doce, que até então eu nem sabia que existia.
       

       

       
      Depois saímos do aquário, que é como se fosse uma parte mais larga do rio e descemos o rio salobra flutuando e vendo diversos peixes. O passeio é muito legal.

       
      Quando termina o passeio, caminhamos mais uma meia hora e um banquete nos esperava na sede da fazenda. Me surpreendeu em todos os sentidos o passeio, e na minha opinião Nobres superou em muito a Chapada dos Guimarães.
       
      Por fim, concordei com o que o pessoal de lá havia me falado… “Nobres não é Bonito, é lindo.”
    • Por Daniii_arantes
      No dia 12/12/2016 fui a trabalho para Cuiabá e aproveite para conhecer a Chapada dos Guimarães.
      O tempo disponível era na parte da tarde, pois no período da manha estava trabalhando.
      Após uma busca aqui na comunidade sobre onde visitar, encontramos boas referencias da Guia Marcia, entramos em contato e ela nos guiou na trilha na cidade das Pedras e depois para ver o por do sol no Mirante do Altos do Céu.
      Tínhamos marcado mais dois dias de passeios com ela, porém o tempo mudou então tivemos que cancelar.
      No penúltimo dia em que ficamos lá, estava nublado e decidimos arriscar sozinhos, a Marcia deu as dicas e nos auxiliou pelo whatsapp para visitarmos os principais pontos turísticos da chapada: Cachoeira do Véu da Noiva e Mirante Geodésico.
      As fotos que postei não estão com filtro! O lugar é tao maravilhoso que dispensa
       
      Guia: R$150,00 a diária. (65) 992417582.
      Como estávamos com o tempo bem apertado valeu super a pena contrata-la, alem de nos levar nos lugares, ela nos ajudou a chegar nos pontos sozinhos e escolher lugares para almoçar/lanchar.Deu total apoio!
       
      Aluguel carro: Saiu R$88,00 a diária com km livre.
      Alugamos um Celta na Locadora Cuiabá((65) 3623-3019)- Demoramos para encontrar uma locadora por um preço bom,estava em média nas outras 120-180 a diária. O Celta é um carro que super atende a visita na chapada.
       
      Entrada para Cidade das Pedras: R$20,00
      A trilha da ao todo 7km, achei ela leve porém lá é muito mais quente de onde moro, e isto foi o que dificultou , aconselho o uso de chapéu e bastante água.
       
      Mirante do Alto dos Céus: R$ 5,00
      Vi o por do sol mais lindo . A trilha é bem leve , não chega nem uns 300m, porém, o pessoal que mora na chapada e estava lá disseram que aparece onças. O lugar mais encantador dos 4 pontos em que visitamos! O dono da propriedade é muito simpático e receptivo.
       
      Cachoeira do Véu da noiva: Entrada Gratuita
       
      Mirante Geodésico : Entrada Gratuita







    • Por Mayuuuu
      Olá Pessoal,
      Segue meu relato de viagem feita nesse Carnaval (2014), aliás meu e de mais 7 pessoas.
       
      Primeiro pegamos um voo de São Paulo para Cuiabá, como compramos a passagem em cima da hora, pagamos, aproximadamente R$580,00 cada um. Saímos no dia 28/02 de São Paulo e chegamos as 00h do dia 01/03 em Cuiabá.
       
      Chegando em Cuiabá, fomos na agência de aluguel de carro (Thrifty) pegar os dois carros, fomos andando do aeroporto até a agência, tivemos que andar em meio à várias reformas que estão fazendo por conta da Copa. O aluguel de carro ficou R$333,30 (período: 01/03 a 04/03).
       
      Dia 01/03 saímos de Cuiabá e seguimos para Vila Bom Jardim (Nobres). E ai está um cuidado, o lugar é conhecido como Nobres, mas os passeios ficam na Vila Bom Jardim. Agendamos os passeios com a Anaconda Turismo, por meio do Vicente, mas não recomendo essa agência não, pois o Vicente, foi bem desorganizado, pois ele não só organizou os passeios como também havia agendado a nossa pousada. Aliás a dona da pousada, a Sueli é uma graça e até a alertei para tentar não vincular a sua pousada à Anaconda Turismo.
      Para quem se interessar, os dados da pousada, que tem ar condicionado, está sempre limpinho e tem um senhor café-da-manhã (7h as 9h):
      Pousada Rio Cuiabazinho
      Telefone(65) 8401-5479
      email: [email protected]
      Tratar com a Sueli
       
      Dia 01/03: Passeio da Lagoa das Araras, fomos no por do sol que é o horário que dá pra ver mais araras - R$15,00. O passeio é bem simples,e fica perto da avenida onde tem agências e pousadas. O passeio consiste em duas plataformas e vc simplesmente fica lá observando as araras o lugar é bem bonito. Ah NÃO ESQUEÇAM repelente.
       
      Dia 02/03: As 8h da manha estávamos na agência para pegar o voucher do passeio Cachoeira Serra Azul (R$50) o guia da agência já acompanha a gnt desde a saída da agência até o local do passeio. Chegando no lugar o pessoal te equipa e ai depois dá-lhe caminhadinha até a cachoeira. Demoramos cerca de 1h30min nesse passeio, esse tempo depende do grupo que está junto. Depois seguimos para o Balneário Estivado (R$10) mas o Vicente não havia nos dado o voucher e nem avisado os donos do lugar que passaríamos lá para visitar e almoçar no local. Então optamos por não fazer esse passeio, que não é muito interessante mesmo e fomos para a avenida principal procurar um lugar para almoçar. Depois de alimentados, fomos para o Rio Triste (R$65,00) o guia num era lá aquelas coisas, até porque ele quase matou a arraia que avistamos, com um galho. Mas o passeio é lindo, vale muito a pena, a água é bem clarinha.
       
      Dia 03/03: Como ontem, as 8h da manhã lá estávamos nós na agência Anaconda para pegar o voucher de lá, um dos guias nos acompanhou até uma parte do caminho, depois seguimos sozinhos até o Reino Encantado (R$65,00). Chegando lá o pessoal nos equipou com colete, snorkel e sapatilha. Alugamos uma câmera por R$50,00 (não esqueça de um memory card). O guia que nos acompanhou era do Reino Encantado mesmo, o nosso foi o Renato, super gente boa e bem diferente daquele que quase matou a arraia souber nos guiar muito bem, além de tirar algumas dúvidas também. Esse passeio foi muito bommm.... pudemos ver vários tipos de peixes e arraias e foi um dos que mais valeu a pena. Terminado o passeio você pode almoçar por lá (R$25,00), mas como já havíamos agendado almoço no passeio seguinte, acabamos não aproveitando o almoço do Reino Encantado (uma pena, porque no almoço do Recanto Ecológico acabaram com as carnes e tiveram que improvisar para poder nos servir).
      Seguimos para o Reino Encantado (Aquário + Rio Salobra) - R$65,00. O Aquário é azulzinho e super bonito, também tem a possibilidade de alugar cameras, por R$50,00, nos arrependemos de não ter alugado só no aquário, mas no rio salobra não, porque o passeio do rio salobra não é tão bonito como no Reino Encantado.Terminado esse passeio fomos almoçar, mas como disse a vcs eu trocaria esse almoço pelo almoço no Reino Encantado. De lá seguimos para o Duto do Quebó, para fazer o passeio do Boia Cross (R$45), cuidado porque tem outro Boia Cross, mas que não passa na caverna com morcegos. Fomos sem agendamento da agência. Chegando lá conversamos com o dono do lugar q deixou aproveitar o Boia Cross, que é bem tranquilo, mesmo na parte da caverna, além disso o pessoal, donos da propriedade, nos ofereceram café um queijo maravilhoso!!!
       
      Dia 04/03 pegamos a estrada para a Chapada dos Guimarães, saimos por volta das 7h da Vila Bom Jardim. A princípio havíamos agendado o passeio das cachoeiras com a Marcia (65) 9241-7582, mas no meio do caminho ela resolveu dobrar o preço, não concordamos com isso e ela simplesmente desligou o telefone e não nos atendeu mais. Péssima atitude para aquela que tem como profissão guiar os outros. NÃO INDICO!
      Fomos para o "centrinho" da Chapada dos Guimarães procurar uma agência que pudesse nos ajudar para ir ao passeio, pq sem guia, não tem como fazer passeio. Por sorte conseguimos falar com o Alberto Krebs da agência Chapada Explorer, que conseguiu pedir ao Julio para nos guiar. Aliás o Julio está de parabéns, guia show de bola, mostrou que conhece o lugar como ninguém!!!! SUPER RECOMENDADO!!!! Passamos por 7 cachoeiras, não eram todas que podiam entrar, mas as que podiam a gente aproveitou muito.
       
      Depois...bora pro aeroporto de Cuiaba e...São Paulo !!!


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