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Fala Pessoal,

Gravei esse vídeo abaixo para documentar a minha primeira viagem com a minha Sportster 1200. Confesso que estava um pouco receoso de pegar a estrada com ela de escapamento aberto e com o guidom Seca Suvaco, mas realmente não tive nenhum problema com esses itens. Aliás, o único problema foi um pneu furado e a lâmpada do farol baixo que queimou na volta. O pneu, tive sorte de parar num posto com borracharia, o borracheiro consertou com macarrão, não é a melhor solução, mas eu já estava para trocar o pneu, então não teve problema. A luz eu só troquei no dia seguinte, em casa.

Ao todo foram 4 dias de viagem, onde saí de São Paulo, fui para Blumenau, São Joaquim (para fazer a Serra do Rio do Rastro na volta), Balneário Camboriú e São Paulo – 2.230km.

 

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    • Por TMRocha
      No período entre os dias 07 e 14 de Outubro realizei uma viagem junto a Luciana com a São José para o seguinte destino: Vale Europeu c/ Curitiba, Beto Carrero World e Oktoberfest.

      Caso queira acompanhar o relato diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      https://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/10/passeando-pelo-vale-europeu-p1.html
      Confira agora como foi a 1ª parte dessa viagem, onde conto como foi a nossa viagem de ida e também um pouco do que fizemos em Curitiba.
      Antes da Viagem
      Navegando pela net a Lu viu um pacote bem legal da São José Viagens, de nome "Vale Europeu c/ Curitiba, Beto Carrero World e Oktoberfest", de 07 a 14 de Outubro de 2018. Como ela era doida para conhecer o Beto Carrero e ainda bateria com a semana das crianças, onde a Lu teria uma folguinha na faculdade, eu poderia jogar uma parte das minhas férias para essa data e seria tudo supimpa.
      Então juntei, juntei e juntei mais dinheiro, e principalmente depois da greve dos caminhoneiros e do aumento absurdo e abusivo da conta de luz e do grande número de consultas médicas, em especial da Luciana que estava fazendo um tratamento essa tarefa ficou ainda mais difícil, mas de alguma forma faltando uns dois meses para o passeio consegui pagar o valor do pacote a vista e consegui 5% de desconto.
      Após isso a minha nova tarefa seria juntar mais um bocadinho para gastar por lá. Não consegui juntar tudo o que queria mas fomos assim mesmo. Aliás, quase achei que não conseguiríamos realizar esse passeio, já que faltando apenas duas semanas a Lu passou muito mal por duas vezes na faculdade e até achamos que poderia ser apendicite ou hérnia. Com os problemas resolvidos, finalmente, no dia 07/10 começamos a nossa viagem.
      Sem mais delongas, vamos ao relato...
      DIA 01 - Domingo [07 de Outubro de 2018]
      Acordei razoavelmente cedo, pouco depois das 8:00h, me arrumei meia boca [vesti uma calça e saí de chinelo mesmo] e fui votar numa escola próxima da minha casa. Dei azar porque chovia um pouquinho, mas nada que me atrapalhasse de chegar ao local.

      Demorou demais, quase uma hora para poder votar porque o pessoal tinha que digitar o nome de muitos candidatos e parecia que todos os velhinhos com mais de 65 anos resolveram votar no mesmo horário que eu, e como tinham preferência eles sempre entravam na minha frente.
      Dessa vez fui bem consciente e votei em todos os cargos, sendo que pesquisei todos os números pela internet e os anotei em um papelzinho. Meu principal objetivo era se esforçar pra evitar que nosso país não virasse uma Venezuela nos próximos anos.
      Ao voltar meu irmão Gabriel cortou o meu cabelo. Ficou bom?

      Após isso passei a colocar as roupas que usaria no passeio em cima da nossa cama. Nesse mesmo tempo a Lu já estava arrumando as coisas da casa e limpando ela, já que ficaríamos fora por uma semana inteira.

      Ela estava muito mal humorada e choveu levemente por praticamente toda a manhã. Algum tempo depois pedimos um Pop e fomos para a casa da mãe da Luciana. Chegou a vez dela votar também.
      O lugar estava super bagunçado e lotado de gente. A numeração das salas estava bem confusa, mas por um milagre a sala em que ela iria votar não tinha ninguém. Então votamos rapidamente e seguimos para a casa da minha sogra, que estava perto dali.
      Em quem será que ela votou em?

      Ela também tinha anotado os números de sua votação em um papelzinho, mas esqueceu ele em casa e acabou usando o meu como base. Já perto das 12:00h almoçamos e às 14:00h pegamos outro Pop, dessa vez para voltar pra casa pra terminar de arrumar as coisas.
      Casa da Sogra:

      Minha Casa:



      Às 15:50h solicitamos um Uber para irmos até o Terminal JK, em Belo Horizonte. Antes do carro chegar até deu tempo de tirar uma última foto da minha mãe com a Lu.

      Demoramos no caminho porque o motorista errou um "pouco" e direto fazia um caminho um pouco mais longo que o normal. Mesmo assim o cara deu bobeira, já que eu sempre pago no crédito e para o Uber o preço não muda quando isso acontece [Dica: Se você usa o Pop deixe o motorista fazer o trajeto que o aplicativo está indicando, assim sua tarifa não aumentará em nada. Caso faça mudanças no trajeto o valor será recalculado e você pagará um pouco mais caro do que o valor demonstrado inicialmente].
      Chegamos no Terminal JK às 16:30h e fizemos o check-in com o pessoal da administração da São José Viagens.


      Após esperar mais algum tempo o ônibus chegou e tanto nós quanto o pessoal do grupo começou a colocar suas bagagens mais pesadas dentro do ônibus. Só continuamos carregando nossas mochilas com os laptops e uma sacola onde havia mais algumas coisinhas e nossas cobertas para o caso de estar muito frio.



      Tradicional careta da Luciana.
      Partimos às 17:10h, bem dentro do previsto. Nosso guia se apresentou e disse que se chamava Luís, e informou que seus amigos costumam chamá-lo de Luisinho.

      Ele também explicou um pouco mais do que faríamos e distribuiu um lanchinho bem leve pra gente.

      Às 20:20h fizemos nossa primeira parada rápida no Graal Shopping de Perdões (MG).








      Ali resolvemos pedir um combo com batata, hambúrguer e refri para cada um na Nyo.

      Às 21:00h nosso ônibus voltou para a estrada novamente. Enquanto seguíamos pelo caminho, para não ficarmos entediados o guia foi esperto e deixou rolando o filme "A Escolha" para que pudéssemos assisti-lo.

      DIA 02 - Segunda [08 de Outubro de 2018]
      Às 00:00h fizemos nossa segunda parada, dessa vez no Restaurante e Churrascaria do grupo Batistella, em Itapeva (MG).



      Você percebe imediatamente que está viajando quando começa a ver essas galinhas pintadas sendo vendidas pelo caminho.

      Aqui pedimos apenas um espetinho e suco para cada um, e infelizmente o suco não estava muito gostoso, apesar de ser meio caro! A parada durou cerca de meia hora e pouco depois já estávamos seguindo pela estrada novamente.
      Durante o caminho pela noite pesquei um pouco e acabei dormindo e acordei às 5:00h, quando paramos no Graal Buenos Aires, já em Registro (SP), onde fizemos nossa parada para lanchar.




      Eu estava meio sonolento nessa hora, então não percebi se o guia havia dado ou não alguma explicação, por isso achei que seria apenas um lanche rápido como das outras duas vezes. Enquanto preferi pedir pão de queijo com alguns pedacinhos de queijo e de presunto a Lu preferiu atacar um salgado mesmo!
      A parada foi um pouco maior e durou cerca de uma hora. Nesse meio tempo deu pra desestressar um pouco do ônibus já que a viagem foi bem longa e ainda teríamos muito mais estrada pela frente. Aproveitei ainda para tirar uma foto sobre a Oktoberfest [que até foi utilizada pelo pessoal da excursão para montar um grupo de Whatsapp depois].

      O tempo continuava fechado e chovia um pouco, mas nada que pudesse nos atrapalhar. 
      Algumas paisagens pelo caminho:





      Trajeto que fizemos até o presente momento:


       
      Conseguimos chegar em Curitiba às 9:00h, mas como o trânsito estava bem engarrafado e outro grupo de excursão estava descarregando suas coisas no mesmo hotel que a gente o guia Luís pediu apenas que fôssemos ao banheiro e deixássemos as malas na recepção do hotel, assim adiantaríamos o passeio que deveria ser feito às 14:00h nesse dia.




      Essa parte do dia foi bem agitada, em especial para as mulheres por conta das longas filas no banheiro e também do fato de já estarmos um pouco cansados dessa longa viagem. Após nos ajeitarmos um pouco seguimos para o passeio, que começou às 10:00h.
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      Curitiba

      A cidade de Curitiba, capital do Estado do Paraná, é conhecida pelo cuidado com o planejamento urbano, belas áreas verdes e um transporte público de qualidade. A fama não é para menos, já que a cidade realmente oferece um excelente padrão de vida para os moradores. O fenômeno se reflete também no turismo e torna a cidade um dos destinos mais bem preparados do país para receber viajantes.
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      Chegamos próximo do devido local em pouco tempo e logo descemos do ônibus. Aqui encontramos o Jardim Botânico de Curitiba, que é um dos principais pontos turísticos e cartões postais da cidade.
      Palácio de Cristal

      Inaugurado em 5 de outubro de 1991, seu nome oficial (J.B. Francisca Richbieter) presta uma homenagem à urbanista Francisca Maria Garfunkel Rischbieter, uma das pioneiras no trabalho de planejamento urbano da capital paranaense). O jardim contém inúmeros exemplares vegetais do Brasil e de outros países, espalhados por alamedas e estufas de ferro e vidro, a principal delas com três abóbadas do estilo Art nouveau foi inspirada no Palácio de Cristal de Londres, do século XIX. A estufa é climatizada e mantém espécies da Floresta Atlântica como Caraguatá, Caetê e Palmito. Do seu interior é possível ter uma vista privilegiada do jardim em estilo francês.
      Fonte Pesquisada:
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Jardim_Botânico_de_Curitiba
      Eu e a Lu fomos espertos e tiramos uma selfie bem legal com esse monumento ao fundo:


      E continuamos andando, tirando mais fotos dessa obra de arte curitibana.

      Passamos por um jardim com um arranjo de bambu lindíssimo.



      Depois que passei por esse lugar olhei pra trás e vi que tudo poderia ficar ainda mais bonito.

      E continuamos nos aproximando do Palácio de Cristal, que era enorme.

      No meio temos o monumento principal, que funciona como uma estufa para diversos tipos de plantas. A sua frente há um jardim enorme, que se não me engano foi inspirado nos que existem na Europa.


      Atrás está a área pela qual passamos, que aliás, ao longe fica ainda mais bonita!

      Então atravessamos uma mini-ponte que deixava um rio passar por ela.

      E finalmente entramos na estufa, que era bem apertada, com caminhos muito estreitos e claro, cheia de espécies de árvores e plantas.




      Assim que se entra, à esquerda havia uma cascatinha e um rio com algumas pedras. Eu já iria passar por ali quando a Lu me mostrou uma plaquinha bem pequena pedindo para não pisar nas pedras. Assim segui pelo outro caminho.


      Mais a frente só havia mais do mesmo [árvores e plantas], por isso preferimos voltar e subir na escadinha que avistamos próximo da entrada.





       


      A estrutura do teto, o fato do piso ser aramado [possibilitando ver tudo o que está abaixo] e os detalhes da parede de vidro da construção faz com que ela tenha um aspecto muito legal, mas a estufa em si é bem simples e há pouca coisa para se ver. Por isso descemos tudo e saímos dela para apreciar melhor o jardim que estava lá fora.


      Enquanto nosso grupo passeava pelo jardim, tiramos uma selfie com o Palácio de Cristal em outro ângulo.

      Como nossa visita por aqui seria rápida, já que estávamos bem cansados da longa viagem de ônibus e a fome também começava a apertar um pouco, seguimos pelo jardim.




      Ao chegar no estacionamento o guia nos informou que próximo a casinha escrito "Curta Curitiba" tinha banheiro pra quem precisasse e assim que o usamos tiramos algumas fotos em frente a ela:
      # Cool e descolado:

      Notas: Antes dessa foto eu estava sentando segurando as pernas e a foto tinha ficado bem feia: Resumindo = a pose é tudo! Um pouquinho que você se mexer ou gesticular já muda bastante a "cara" da foto.
      # "Cagado"!

      Já diferentemente de mim, a Luciana foi bem estilosa e ficou legal em cada uma das fotos que tirou ali.



      Ao atravessar o estacionamento e passar pelo portão chegamos à calçada, mas como o povo ainda estava muito disperso resolvemos atravessar a rua e entrar numa lojinha que estava ali perto.









      Ao entrar na loja ficou louco, pois vi souvenir, souvenir e mais souvenires, fiquei tão empolgado que nem sabia se levava um de globo ou de outro jeito, mas de alguma forma a Lu conseguiu me convencer e comprei um do mais simples. Ela preferiu comprar uns chaveirinhos.

      Às 11:00h nos reunimos com o resto do pessoal e o bus partiu para o próximo ponto turístico, porém vou deixar isso no próximo post, já que esse aqui está muito extenso.
      Notas: Ainda estou escrevendo o relato, em breve posto aqui novamente.
    • Por casal100
      ROTEIRO À PÉ:
       
      RIO GRANDE DO SUL:
      Portão
      Bom Princípio
      Carlos Barbosa
      Garibaldi
      Bento Gonçalves - Vale dos vinhedos
      Bento Gonçalves - Pinto Bandeira
      Bento Gonçalves - pela cidade
      Bento Gonçalves - caminho de Pedras
      Caxias do Sul - flores da Cunha
      Caxias do Sul - estrada dos imigrantes
      Nova Petropolis
      Gramado - Natal de Luz
      Canela - Cachoeira do Caracol
      Gramado - pela cidade (parques, centro)
      Santa Maria Herval
      Picada Café
      Ivoti
      Sapiranga
      Três Coroas
      São Francisco de Paula
      São Francisco de Paula  (parques, lagos e pela cidade)
      Tainhas
      Cambará do Sul
      Cambará do Sul - Canyon Itambezinho
      Cambará do sul - canyon Fortaleza
      Torres - praia
       
      SANTA CATARINA:
      Praia Grande - descida Serra do faxinal
      Balneário Gaivota - Praia
      Balneário arroio do Silva - Praia
      Balneário Rincão - Praia
      Balneário corrente - Praia
      Farol de Santa Marta - Praia
      Laguna - cidade histórica + Praia
      Orleans
      Guatá  (distrito de Lauro Muller) pé da serra do Rio do Rastro
      Bom Jardim da Serra
      ROTEIRO DE ÔNIBUS :
      São Joaquim
      Urubici
      Bom Retiro
      Lages
      Fraiburgo
      CONTINUAÇÃO À PÉ SANTA CATARINA:
      Videira
      Treze Tílias
      Água Doce
      Jaborá
      Concórdia
      Seara
      Chapecó
       
      PARANÁ (ÔNIBUS):
      Curitiba
      Paranagua
      Morretes
       
      QUILÔMETROS /DIAS: +- 1.300 kms em 53 dias
       
      PESSOAS:
      No planejamento da viagem nossa preocupação era de como seríamos recebidos nas pequenas cidades, visto que algumas delas não tinham vocação turística, e "mochileiros"poderiam ser "novidade". Mas, essa preocupação foi rapidamente deixada de lado.
      Fomos recebidos muito bem em todos os lugares (exceto dois episódios, que não afetou em nada nossa caminhada).
      Ficamos impressionados com a educação e o acolhimento da população do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, sempre solícitos às nossas demandas.
      Poxa, que saudade de tudo aquilo, em breve voltaremos.
       
      CIDADES:
      Praticamente todas as cidades desse roteiro tinham pousada ou hotel, somente o distrito de tainhas-SC não tem, somente restaurante (mas esse trecho tem serviço de ônibus intermunicipal).
       
      ESTRADAS:
      Optamos em fazer pelas estradas asfaltadas(alguns trechos fizemos em estrada de terra), pois não conseguimos informações sobre estradas secundárias nesta região.
       
      COBRAS:
      Nunca vimos tantas cobras como na serra Gaúcha, teve dia que vimos umas 5, quase minha esposa pisou numa em uma rodovia asfaltada.
      Elas ficam enroladas na pista de rolamento, é normal vê-las todas esmagadas por veículos, ficam parecendo um desenho no chão (pois vários veículos passam por cima).
       
      ANIMAIS SELVAGENS:
      Outra coisa que nos chamou atenção, vimos muitas espécies(raposa, cobras, tatu, macacos, roedores, porco espinho etc) passando lentamente perto de nós.
       
      PRECONCEITO:
      Tivemos um fato lamentável num hotel fazenda.
      O gerente nos recebeu num descaso tremendo, nem respondia nossas perguntas, foi preciso a intervenção de uma funcionária para resolver a situação (quase mandei o cara a pqp), o infeliz está no lugar errado.
      O outro caso foi mais leve, mas fiquei puto.
      Tirando isso, foi muito tranquilo ser mochileiro naquela região, muito tranquilo mesmo.
       
      PREÇOS HOTÉIS:
      Variou de $25 a 95 por pessoa (mas a crise pegou todo mundo ), em alguns lugares priorizamos ficar em lugares melhores,
      Sempre pechinchamos os preços, na maioria dos casos conseguimos descontos, principalmente à vista.
      Não fizemos nenhuma reserva, foi muito tranquilo.
       
      PREÇOS REFEIÇÕES:
      variou de $10 a $35 por pessoa à vontade.
      Peso : de $20 a $44 o quilo.
      Obs.: em média coloque $22 por refeição sem bebidas.
       
      ABUSO CONTRA TURISTA:
      Só tivemos alguns casos de abuso, mas nada gritante:
      Você chega em duas pessoas e pede somente um cafezinho pequeno, o cara trás dois grandes (claro, mais caro) e na maior cara de pau diz que pedimos dois.
      Isso aconteceu nuns 5 lugares na serra gaúcha, lamentável!
      Obs.: para nos proteger disso, fazíamos assim: chegávamos nos caixas do estabelecimento e pagava antecipadamente, acabou o problema.
       
      CARONA: precisamos pegar carona em algumas oportunidades, e foi até tranquilo conseguir.
      .fomos ao canyon Itambezinho e no Fortaleza à pé, e voltamos de carona, foi tranquilo.
      .quando visitamos uma cachoeira em Cambará do sul, fomos à pé e voltamos de carona ( neste dia pegamos três, cada um nos levou num pequeno trecho).
      .dividimos o trecho entre Seara e Chapecó-SC em dois, como o ônibus demoraria muito, resolvemos ir de carona, demorou uns 40 minutos para aparecer.
       
      SEGURANÇA:
      Em momento algum tivemos problema, somente em Porto Alegre (visita ao mercado central que nos orientaram a ter cuidado), mas os moradores de PA estão preocupados.
      .na saída de Caxias do Sul, saída para estrada dos imigrantes tem um lugar que me pareceu inseguro, mas nada complicado.
       
      NEGOCIAÇÃO HOSPEDAGEM:
      Sempre negocie, em alguns casos conseguimos descontos de 10% abaixo dos sites de hospedagem. Principmente nesta crise, em alguns casos somente nós dois estavam hospedados no hotel.
    • Por filosofiadeviajante
      Apesar de morar em Florianópolis e gostar muito de viajar, poucas vezes tinha ido para a região do Vale Europeu e em nenhuma delas com o intuito de conhecer as atrações turísticas. É engraçado pensar que muitas vezes viajamos tão longe, mas nem sequer conhecemos as nossas cidades vizinhas. Aproveitei, então, o feriado de Corpus Christi para visitar várias cidades de colonização alemã, entre elas Blumenau. E me surpreendi com a organização da cidade. Logo que cheguei me deparei com vários folhetos que indicam os locais do “centro histórico da cidade”. Tudo muito bem explicado e ilustrado. Passamos um dia inteiro na cidade e visitamos diversos museus, igrejas e construções. As influências alemãs estão presentes tanto na arquitetura das construções quanto na cultura do povo da cidade. Nesse post apresentaremos algumas das atrações que recomendamos a quem quiser conhecer um pouco desse cantinho europeu em Santa Catarina.
      Continue lendo mais em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/06/23/roteiro-de-1-dia-em-blumenau/

    • Por beatrizz
      Olá!! Hello! Hola!! 
      Pra quem gosta de cerveja artesanal, tem que conhecer Blumenau e Pomerode! Lá tem diversas cervejarias e cervejas pra todos os gostos! Mas não é só isso. 
      Conheci Blumenau em Outubro/17. Fiquei na pousada do Gaudino, que é muito bem estruturada, limpa e próximo do Parque onde tem o Morro do Spitzkopf (nome alemão). Na estrada pro Morro você passa por uma vila bem tradicional alemã, como é da cultura, muito bem cuidada. 
      Chegando no parque você paga uma pequena taxa (acho que 10 pila) e pode fazer a trilha de subida ao morro e as trilhas das cachoeiras. Tem uma senhorinha que cuida lá, ela é da Polônia (ou algum lugar por lá). 
      1. Morro do Spitzkopf : pra subir leva cerca de 2:30 horas, em ritmo leve. Dá pra beber água da subida (pelo menos bebi e não acontece nada haha). Logo na primeira parte a trilha é uma estradinha, depois vira trilha mesmo. Dá pra ouvir muitos pássaros, alguns eu nunca tinha ouvido. Chegando no topo o visual é deslumbrante! Bom pegar um dia aberto. 
      2. Cachoeiras : descendo o morro, depois você pode fazer as trilhas das cachoeiras, eu fiz 3. Todas perto, cerca 15 min a 30. Em duas delas dá pra tomar banho. Uma delas é bem funda e perigosa. 
      Passei umas 7 horas caminhando no parque, tem coisas pra fazer todo esse tempo.
      3. Pomerode: saindo de Blumenau fui a Pomerode, é uma cidadezinha muito aconchegante. Fui fazer um pedal com o pessoal da Seledon, muito profissionais. Saimos da cidade, fazendo 30 k na estrada de chão. Até uma casa bem antiga e típica alemã, e conhecemos duas cachoeiras lindas no interior.  
      Simples, fácil e muito massa. Dá pra fazer sozinha (como maior parte das viagens) 
      Fotinhas logo ali. 










       

    • Por thsouthier
      Amigos,
       
      Com grande satisfação compartilho com vocês nosso sincero relato de viagem, na certeza de que a lembrança do passeio levará às lágrimas os que já visitaram os lugares extraordinários pelos quais passamos.
       
      No resumo: saímos de Chapecó-SC, passamos por Curitiba, Morretes, Ilha do Mel, Guaratuba, Balneário Camboriú, no Beto Carrero World em Penha e na Serra do Rio do Rastro, em Lauro Muller, numa aventura de sábado a sábado, em abril de 2014.
       
      1º dia: Sábado na estrada.
       

       
      Arrumamos as malas, enchemos o tanque, calibramos os pneus, fizemos quatro sanduíches de mortadela pra viagem e embarcamos no auto rumo à liberdade com grande alegria. Saímos de Chapecó-SC ao meio-dia e meio, precisamente, com destino à capital do Paraná.
       
      Viajamos a tarde inteira e não chegamos. Estávamos quase lá quando o sol se pôs.
      Como estava escurecendo, decidimos passar a noite em Campo Largo-PR, cidade vizinha da capital, e nos hospedamos no ótimo Hotel Campo Largo. Confortável, limpo, bonito, barato e com um bom atendimento. Sendo sábado, conseguimos um desconto bacana num quarto executivo. Que maravilha.
       
      Jantamos por lá mesmo, no restaurante do hotel, com música ao vivo e o pessoal dançando tango. Bem legal.
       
      2º dia: Domingo na capital.
       

       
      Acordamos sem pressa de acordar, tomamos um excelente café da manhã colonial no Hotel Campo Largo, e nos despedimos.
       
      Entramos no auto rumo à Curitiba. Sendo domingo, trânsito tranquilo.
      Pela localização em frente à Rodoferroviária, preferimos o Hotel Novo Vernon. Igualmente confortável, limpo, bonito e barato. A recepção estava em reformas para melhor nos atender em breve. O café da manhã não era muito variado, mas cumpria com a sua função. Deixamos o auto na garagem e saímos passear. Era quase meio dia.
       
      Passamos no Mercado Público, ali pertinho, assistimos uma bonita apresentação gratuita do grupo que representa a cultura polonesa em Curitiba, que, diga-se de passagem, é a segunda maior colônia de poloneses no mundo, e almoçamos um delicioso pastel frito na hora, barato e muito bem servido por um garçom sincero, gente fina e careca. De sobremesa, um gelato Diletto.
       
      Saímos correndo pra alcançar o ônibus da Linha Turismo que para ali na frente, para passar a tarde fazendo um tour pela capital mais verde do país. Este ônibus é o seguinte: você paga um embarque e tem direito a outros quatro. O ônibus passa pelos principais pontos turísticos de Curitiba e você pode descer ou subir em quais quiser. Entenda melhor aqui: http://www.curitiba.pr.gov.br/idioma/portugues/linhaturismo.
       
      Interessantíssimo. Tem que se fazer.
      Como a Ópera de Arame estava fechada e o Museu Oscar Niemeyer não era muito a nossa praia, descemos no Parque Tanguá, que é um parque bem legal assim como todos os outros parques de Curitiba; no Centro Histórico, que é... histórico; no Museu Ferroviário, onde também fica o shopping Estação; e no Jardim Botânico, lógico. Curitiba é uma cidade bem bacana.
       
      3º dia: Segunda de trem.
       

       
      Acordamos cedo com pressa de acordar, ou perderíamos o trem que sai exatamente às 8:15h da Rodoferroviária.
      É o mundialmente famoso Trem da Serra do Mar, que desce até Morretes. Mais informações aqui: http://www.serraverdeexpress.com.br/site/Index.aspx.
       
      Se você for a Curitiba, precisa fazer este passeio.
      Embarcamos no vagão turístico, que inclui alguns biscoitos e uma água ou um refri. Não menos importante que o lanche é o guia que nos acompanha e explica o que está acontecendo, conta histórias, imita o canto de passarinho e nos mostra essa paisagem à esquerda em 1, 2, 3 e... passou... Quem viu, viu.
       
      O passeio é muito legal. Imperdível.
      Passa pela Mata Atlântica em uma ferrovia centenária, com pontes de ferro, com estações abandonadas e tudo o mais. O problema é que demora, e aí a gente vai cansando.
       
      Mas tudo bem.
      O trem chega em Morretes perto do meio-dia e aí o pessoal sai louco para experimentar o famoso barreado, que também experimentamos e não achamos nem bom nem ruim. Há muitos restaurantes na cidade que servem o legítimo barreado, alguns com vista para o rio que corre sem cessar.
       
      Feito o passeio e comido o barreado, se você for voltar pra Curitiba tem o seguinte, querido: você pode voltar de trem, de ônibus, de táxi ou de van. Nós optamos por voltar de ônibus, com a Viação Graciosa. O bus é bom e veio cheio. A volta dura cerca de 1:30h até a Rodoferroviária e a passagem custou 20 e poucos pilas.
       
      À noite fomos no shopping Estação. Minha noiva decidiu comer um prato feito. E comeu mesmo.
      Já eu estava curioso pra saber como era o best burger in the world e por este motivo e não querendo mais nada, fui ao Madero e comi muito bem. Senhores, experimentem uma vez na vida.
       
      4º dia: Terça na ilha.
       

       
      Saímos de Curitiba com destino à belíssima e rústica Ilha do Mel.
      No caminho passamos em Paranaguá pra conhecer, que é uma cidade histórica e tem o segundo maior porto do Brasil. Nunca vi tanto caminhão graneleiro todos juntos reunidos. Passeamos de carro pela cidade histórica, que é realmente histórica, mas não paramos. Bastante poeira. Seguimos em frente.
       
      Não vou contar o que aconteceu pelo caminho porque não aconteceu nada.
       
      Certo. Chegamos em Pontal do Sul pelo meio-dia. Deixamos o auto num estacionamento duvidoso por R$ 10. Passei a tarde com dúvidas.
      Corremos e subimos no barco para Encantadas, que é uma das vilas na Ilha do Mel. No barco, só nós, uma mulher e os pilotos do barco. Praticamente vip. O passeio é tranquilo. Chegamos na ilha e fomos almoçar umas iscas de peixe. Minha noiva quis um prato feito outra vez.
       
      Depois de satisfeitos, fomos passear e conhecer o máximo que podíamos no pouco tempo que ficaríamos na ilha. Estava deserta. Não achamos bike pra alugar, então fomos caminhando até a Gruta das Encantadas, que, sinceramente, é só uma gruta de frente pro mar. Subimos e descemos uns morros, caminhamos pra lá e pra cá, tiramos algumas fotos e curtimos o visual bacana da ilha. A praia é bonita mesmo! Outra hora vamos com mais tempo.
       
      Pegamos o penúltimo barco pra voltar ao continente, ansiosos, com dúvidas se o auto ainda estava lá no estacionamento.
      Como sou muito esperto, bolei uma tática e disse exatamente o seguinte: 'minha querida e amada noiva que tanto amo, você fica aqui e eu vou buscar o auto sozinho. Se eu demorar mais do que 10 minutos você chama ajuda e vai me buscar'. Não precisou. O auto estava bem. Pode ficar tranquilo querido.
       
      De volta para a estrada.
      Passamos o ferryboat em Guaratuba e ficamos no Hotel Santa Paula, que é um hotel bem bonito. O hotel me pareceu um pouco antigo, mas é um ótimo hotel. Boa estrutura, confortável, limpo, bom e barato. Estava lá também hospedada uma excursão de senhoras, curtindo uma prainha.
       
      5º dia: Quarta jantamos galeto.
       
      Acordamos tarde, tomamos café e fomos dar uma volta na praia. Só que o dia estava nublado. Então subimos o Morro do Cristo pra dar uma olhada, e foi isso. Almoçamos num buffet por kg e seguimos viagem.
       
      No caminho, entramos em Itapoá para ver como é que é. É uma praia que nem as outras praias: tem a areia e tem o mar e tem o porto que eu queria ver mas não vimos. Certo.
       
      Seguimos em direção a Balneário Camboriú pela BR-101 que é uma boa estrada pra se dirigir. Nem lembro onde almoçamos. Talvez nem almoçamos.
       
      Em Balneário Camboriú ficamos no Hotel Melo, que é um hotel muito bom de se ficar. Confortável, limpo, bom e barato. Aí achamos uma baita oferta, que foi o passaporte e o transfer pro Beto Carrero World no balcão de uma agência de viagens que fica no andar térreo do BIG. Cara, por um preço ótimo.
       
      Passeamos de bondindinho pela linda e bem iluminada Av. Atlântica e jantamos na Cantina Dilda. Amigo, o galeto primo canto de lá é bom demais. De entrada tem pão caseiro com vinagrete, e o galeto vem acompanhado de massa seca-barriga, polenta frita diet, maionese light e rúcula com bacon. Sempre somos muito bem atendidos lá. Comemos até envergar e fomos embora satisfeitos.
       
      6º dia: Quinta na Firewhip.
       

       
      Como combinado no dia anterior lá na agência de viagens, a van apareceu e nos levou segura e confortavelmente até a entrada do Parque Beto Carrero World. Pra você ter uma ideia, tinha até um alerta que disparava quando a van passava de 90km/h. Interessante, me senti ainda mais seguro.
       
      Cara, aqui vai a dica mais preciosa que você pode precisar: se você estiver em Balneário, vá de van ao Beto Carrero. Penso que não te vale a pena ir de carro, e de ônibus é muito demorado. Fomos e voltamos tranquilos, sem o stress de trânsito e sem pagar estacionamento. Perfeito.
       
      O Parque é muito legal e se você não conhece, precisa conhecer. Sendo quinta-feira e com o tempo nublado, acredite meu amigo: não pegamos fila nenhuma, a não ser na Firewhip, montanha-russa que me fez tremer a base. Minha noiva gostou e queria ir de novo, e depois ainda queria me levar junto pra passear na Big Tower, hahaha. Vê se pode. Não fui.
       
      Demos muita sorte. Conhecemos o parque inteiro, fomos em todos os shows que queríamos, e não perdemos tempo em filas. Parabéns. Obrigado.
      Cara, não perca o Velozes e Furiosos Show. É muito fera, bicho.
       
      Tem o seguinte também: os restaurantes da praça de alimentação estão todos combinados. O almoço livre estava em R$ 32. Eu comi uma fatia de pizza por uns R$ 9 e minha noiva um prato cheio de yakisoba por R$ 19, muito bom por sinal, segundo ela.
       
      Às 19h, depois do espetáculo Sonho de Cowboy, a van nos esperava no mesmo lugar onde nos havia deixado, para um retorno tranquilo.
      De volta à Balneário, como se não houvessem outras opções, jantamos no Madero. Depois de experimentar um pedaço do best burger in the world lá em Curitiba, minha noiva não quis mais saber de prato feito.
       
      7º dia: Sexta na Serra.
       

       
      Acordamos cedo, tomamos um ótimo café da manhã no Hotel Melo, nos despedimos com lágrimas nos olhos de Balneário Camboriú, e seguimos para o sul. Almoçamos um xis salada muito bom no Panifício e Lanchonete Real, lá em Tubarão, e pegamos a estrada até Lauro Muller. A gasolina estava um pouco cara em Lauro Muller.
       
      Subimos a Serra do Rio do Rastro com tempo nublado.
      Encontramos alguns caminhões e ciclistas pelo caminho. Até que deu um friozinho na barriga pilotar naquelas curvas. No Mirante, tiramos fotos e curtimos o visual. A Serra é coisa mais linda. É um negócio incrível. E bem gelada também. Lá em cima venta muito e é frio pra caramba.
       
      Pegamos a estrada novamente até Campos Novos. Dormimos no Bebber Hotel. Confortável, limpo, bom e barato também. Seguindo a dica do recepcionista do hotel, jantamos uma picanha gaúcha no Restaurante Candelábro. Bá, que coisa bem boa.
       
      8º dia: Sábado em casa.
       
      Depois de tudo isso, cheguei a conclusão de que todos os hotéis que ficamos eram confortáveis, limpos, bons e baratos também.
      Se você leu até aqui, muito obrigado.
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