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Fala Pessoal,

Gravei esse vídeo abaixo para documentar a minha primeira viagem com a minha Sportster 1200. Confesso que estava um pouco receoso de pegar a estrada com ela de escapamento aberto e com o guidom Seca Suvaco, mas realmente não tive nenhum problema com esses itens. Aliás, o único problema foi um pneu furado e a lâmpada do farol baixo que queimou na volta. O pneu, tive sorte de parar num posto com borracharia, o borracheiro consertou com macarrão, não é a melhor solução, mas eu já estava para trocar o pneu, então não teve problema. A luz eu só troquei no dia seguinte, em casa.

Ao todo foram 4 dias de viagem, onde saí de São Paulo, fui para Blumenau, São Joaquim (para fazer a Serra do Rio do Rastro na volta), Balneário Camboriú e São Paulo – 2.230km.

 

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    • Por casal100
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      Fomos recebidos muito bem em todos os lugares (exceto dois episódios, que não afetou em nada nossa caminhada).
      Ficamos impressionados com a educação e o acolhimento da população do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, sempre solícitos às nossas demandas.
      Poxa, que saudade de tudo aquilo, em breve voltaremos.
       
      CIDADES:
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      ESTRADAS:
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      PRECONCEITO:
      Tivemos um fato lamentável num hotel fazenda.
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      O outro caso foi mais leve, mas fiquei puto.
      Tirando isso, foi muito tranquilo ser mochileiro naquela região, muito tranquilo mesmo.
       
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      Sempre pechinchamos os preços, na maioria dos casos conseguimos descontos, principalmente à vista.
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      Peso : de $20 a $44 o quilo.
      Obs.: em média coloque $22 por refeição sem bebidas.
       
      ABUSO CONTRA TURISTA:
      Só tivemos alguns casos de abuso, mas nada gritante:
      Você chega em duas pessoas e pede somente um cafezinho pequeno, o cara trás dois grandes (claro, mais caro) e na maior cara de pau diz que pedimos dois.
      Isso aconteceu nuns 5 lugares na serra gaúcha, lamentável!
      Obs.: para nos proteger disso, fazíamos assim: chegávamos nos caixas do estabelecimento e pagava antecipadamente, acabou o problema.
       
      CARONA: precisamos pegar carona em algumas oportunidades, e foi até tranquilo conseguir.
      .fomos ao canyon Itambezinho e no Fortaleza à pé, e voltamos de carona, foi tranquilo.
      .quando visitamos uma cachoeira em Cambará do sul, fomos à pé e voltamos de carona ( neste dia pegamos três, cada um nos levou num pequeno trecho).
      .dividimos o trecho entre Seara e Chapecó-SC em dois, como o ônibus demoraria muito, resolvemos ir de carona, demorou uns 40 minutos para aparecer.
       
      SEGURANÇA:
      Em momento algum tivemos problema, somente em Porto Alegre (visita ao mercado central que nos orientaram a ter cuidado), mas os moradores de PA estão preocupados.
      .na saída de Caxias do Sul, saída para estrada dos imigrantes tem um lugar que me pareceu inseguro, mas nada complicado.
       
      NEGOCIAÇÃO HOSPEDAGEM:
      Sempre negocie, em alguns casos conseguimos descontos de 10% abaixo dos sites de hospedagem. Principmente nesta crise, em alguns casos somente nós dois estavam hospedados no hotel.
    • Por filosofiadeviajante
      Apesar de morar em Florianópolis e gostar muito de viajar, poucas vezes tinha ido para a região do Vale Europeu e em nenhuma delas com o intuito de conhecer as atrações turísticas. É engraçado pensar que muitas vezes viajamos tão longe, mas nem sequer conhecemos as nossas cidades vizinhas. Aproveitei, então, o feriado de Corpus Christi para visitar várias cidades de colonização alemã, entre elas Blumenau. E me surpreendi com a organização da cidade. Logo que cheguei me deparei com vários folhetos que indicam os locais do “centro histórico da cidade”. Tudo muito bem explicado e ilustrado. Passamos um dia inteiro na cidade e visitamos diversos museus, igrejas e construções. As influências alemãs estão presentes tanto na arquitetura das construções quanto na cultura do povo da cidade. Nesse post apresentaremos algumas das atrações que recomendamos a quem quiser conhecer um pouco desse cantinho europeu em Santa Catarina.
      Continue lendo mais em: http://filosofiadeviajante.com.br/2017/06/23/roteiro-de-1-dia-em-blumenau/

    • Por beatrizz
      Olá!! Hello! Hola!! 
      Pra quem gosta de cerveja artesanal, tem que conhecer Blumenau e Pomerode! Lá tem diversas cervejarias e cervejas pra todos os gostos! Mas não é só isso. 
      Conheci Blumenau em Outubro/17. Fiquei na pousada do Gaudino, que é muito bem estruturada, limpa e próximo do Parque onde tem o Morro do Spitzkopf (nome alemão). Na estrada pro Morro você passa por uma vila bem tradicional alemã, como é da cultura, muito bem cuidada. 
      Chegando no parque você paga uma pequena taxa (acho que 10 pila) e pode fazer a trilha de subida ao morro e as trilhas das cachoeiras. Tem uma senhorinha que cuida lá, ela é da Polônia (ou algum lugar por lá). 
      1. Morro do Spitzkopf : pra subir leva cerca de 2:30 horas, em ritmo leve. Dá pra beber água da subida (pelo menos bebi e não acontece nada haha). Logo na primeira parte a trilha é uma estradinha, depois vira trilha mesmo. Dá pra ouvir muitos pássaros, alguns eu nunca tinha ouvido. Chegando no topo o visual é deslumbrante! Bom pegar um dia aberto. 
      2. Cachoeiras : descendo o morro, depois você pode fazer as trilhas das cachoeiras, eu fiz 3. Todas perto, cerca 15 min a 30. Em duas delas dá pra tomar banho. Uma delas é bem funda e perigosa. 
      Passei umas 7 horas caminhando no parque, tem coisas pra fazer todo esse tempo.
      3. Pomerode: saindo de Blumenau fui a Pomerode, é uma cidadezinha muito aconchegante. Fui fazer um pedal com o pessoal da Seledon, muito profissionais. Saimos da cidade, fazendo 30 k na estrada de chão. Até uma casa bem antiga e típica alemã, e conhecemos duas cachoeiras lindas no interior.  
      Simples, fácil e muito massa. Dá pra fazer sozinha (como maior parte das viagens) 
      Fotinhas logo ali. 










       

    • Por thsouthier
      Amigos,
       
      Com grande satisfação compartilho com vocês nosso sincero relato de viagem, na certeza de que a lembrança do passeio levará às lágrimas os que já visitaram os lugares extraordinários pelos quais passamos.
       
      No resumo: saímos de Chapecó-SC, passamos por Curitiba, Morretes, Ilha do Mel, Guaratuba, Balneário Camboriú, no Beto Carrero World em Penha e na Serra do Rio do Rastro, em Lauro Muller, numa aventura de sábado a sábado, em abril de 2014.
       
      1º dia: Sábado na estrada.
       

       
      Arrumamos as malas, enchemos o tanque, calibramos os pneus, fizemos quatro sanduíches de mortadela pra viagem e embarcamos no auto rumo à liberdade com grande alegria. Saímos de Chapecó-SC ao meio-dia e meio, precisamente, com destino à capital do Paraná.
       
      Viajamos a tarde inteira e não chegamos. Estávamos quase lá quando o sol se pôs.
      Como estava escurecendo, decidimos passar a noite em Campo Largo-PR, cidade vizinha da capital, e nos hospedamos no ótimo Hotel Campo Largo. Confortável, limpo, bonito, barato e com um bom atendimento. Sendo sábado, conseguimos um desconto bacana num quarto executivo. Que maravilha.
       
      Jantamos por lá mesmo, no restaurante do hotel, com música ao vivo e o pessoal dançando tango. Bem legal.
       
      2º dia: Domingo na capital.
       

       
      Acordamos sem pressa de acordar, tomamos um excelente café da manhã colonial no Hotel Campo Largo, e nos despedimos.
       
      Entramos no auto rumo à Curitiba. Sendo domingo, trânsito tranquilo.
      Pela localização em frente à Rodoferroviária, preferimos o Hotel Novo Vernon. Igualmente confortável, limpo, bonito e barato. A recepção estava em reformas para melhor nos atender em breve. O café da manhã não era muito variado, mas cumpria com a sua função. Deixamos o auto na garagem e saímos passear. Era quase meio dia.
       
      Passamos no Mercado Público, ali pertinho, assistimos uma bonita apresentação gratuita do grupo que representa a cultura polonesa em Curitiba, que, diga-se de passagem, é a segunda maior colônia de poloneses no mundo, e almoçamos um delicioso pastel frito na hora, barato e muito bem servido por um garçom sincero, gente fina e careca. De sobremesa, um gelato Diletto.
       
      Saímos correndo pra alcançar o ônibus da Linha Turismo que para ali na frente, para passar a tarde fazendo um tour pela capital mais verde do país. Este ônibus é o seguinte: você paga um embarque e tem direito a outros quatro. O ônibus passa pelos principais pontos turísticos de Curitiba e você pode descer ou subir em quais quiser. Entenda melhor aqui: http://www.curitiba.pr.gov.br/idioma/portugues/linhaturismo.
       
      Interessantíssimo. Tem que se fazer.
      Como a Ópera de Arame estava fechada e o Museu Oscar Niemeyer não era muito a nossa praia, descemos no Parque Tanguá, que é um parque bem legal assim como todos os outros parques de Curitiba; no Centro Histórico, que é... histórico; no Museu Ferroviário, onde também fica o shopping Estação; e no Jardim Botânico, lógico. Curitiba é uma cidade bem bacana.
       
      3º dia: Segunda de trem.
       

       
      Acordamos cedo com pressa de acordar, ou perderíamos o trem que sai exatamente às 8:15h da Rodoferroviária.
      É o mundialmente famoso Trem da Serra do Mar, que desce até Morretes. Mais informações aqui: http://www.serraverdeexpress.com.br/site/Index.aspx.
       
      Se você for a Curitiba, precisa fazer este passeio.
      Embarcamos no vagão turístico, que inclui alguns biscoitos e uma água ou um refri. Não menos importante que o lanche é o guia que nos acompanha e explica o que está acontecendo, conta histórias, imita o canto de passarinho e nos mostra essa paisagem à esquerda em 1, 2, 3 e... passou... Quem viu, viu.
       
      O passeio é muito legal. Imperdível.
      Passa pela Mata Atlântica em uma ferrovia centenária, com pontes de ferro, com estações abandonadas e tudo o mais. O problema é que demora, e aí a gente vai cansando.
       
      Mas tudo bem.
      O trem chega em Morretes perto do meio-dia e aí o pessoal sai louco para experimentar o famoso barreado, que também experimentamos e não achamos nem bom nem ruim. Há muitos restaurantes na cidade que servem o legítimo barreado, alguns com vista para o rio que corre sem cessar.
       
      Feito o passeio e comido o barreado, se você for voltar pra Curitiba tem o seguinte, querido: você pode voltar de trem, de ônibus, de táxi ou de van. Nós optamos por voltar de ônibus, com a Viação Graciosa. O bus é bom e veio cheio. A volta dura cerca de 1:30h até a Rodoferroviária e a passagem custou 20 e poucos pilas.
       
      À noite fomos no shopping Estação. Minha noiva decidiu comer um prato feito. E comeu mesmo.
      Já eu estava curioso pra saber como era o best burger in the world e por este motivo e não querendo mais nada, fui ao Madero e comi muito bem. Senhores, experimentem uma vez na vida.
       
      4º dia: Terça na ilha.
       

       
      Saímos de Curitiba com destino à belíssima e rústica Ilha do Mel.
      No caminho passamos em Paranaguá pra conhecer, que é uma cidade histórica e tem o segundo maior porto do Brasil. Nunca vi tanto caminhão graneleiro todos juntos reunidos. Passeamos de carro pela cidade histórica, que é realmente histórica, mas não paramos. Bastante poeira. Seguimos em frente.
       
      Não vou contar o que aconteceu pelo caminho porque não aconteceu nada.
       
      Certo. Chegamos em Pontal do Sul pelo meio-dia. Deixamos o auto num estacionamento duvidoso por R$ 10. Passei a tarde com dúvidas.
      Corremos e subimos no barco para Encantadas, que é uma das vilas na Ilha do Mel. No barco, só nós, uma mulher e os pilotos do barco. Praticamente vip. O passeio é tranquilo. Chegamos na ilha e fomos almoçar umas iscas de peixe. Minha noiva quis um prato feito outra vez.
       
      Depois de satisfeitos, fomos passear e conhecer o máximo que podíamos no pouco tempo que ficaríamos na ilha. Estava deserta. Não achamos bike pra alugar, então fomos caminhando até a Gruta das Encantadas, que, sinceramente, é só uma gruta de frente pro mar. Subimos e descemos uns morros, caminhamos pra lá e pra cá, tiramos algumas fotos e curtimos o visual bacana da ilha. A praia é bonita mesmo! Outra hora vamos com mais tempo.
       
      Pegamos o penúltimo barco pra voltar ao continente, ansiosos, com dúvidas se o auto ainda estava lá no estacionamento.
      Como sou muito esperto, bolei uma tática e disse exatamente o seguinte: 'minha querida e amada noiva que tanto amo, você fica aqui e eu vou buscar o auto sozinho. Se eu demorar mais do que 10 minutos você chama ajuda e vai me buscar'. Não precisou. O auto estava bem. Pode ficar tranquilo querido.
       
      De volta para a estrada.
      Passamos o ferryboat em Guaratuba e ficamos no Hotel Santa Paula, que é um hotel bem bonito. O hotel me pareceu um pouco antigo, mas é um ótimo hotel. Boa estrutura, confortável, limpo, bom e barato. Estava lá também hospedada uma excursão de senhoras, curtindo uma prainha.
       
      5º dia: Quarta jantamos galeto.
       
      Acordamos tarde, tomamos café e fomos dar uma volta na praia. Só que o dia estava nublado. Então subimos o Morro do Cristo pra dar uma olhada, e foi isso. Almoçamos num buffet por kg e seguimos viagem.
       
      No caminho, entramos em Itapoá para ver como é que é. É uma praia que nem as outras praias: tem a areia e tem o mar e tem o porto que eu queria ver mas não vimos. Certo.
       
      Seguimos em direção a Balneário Camboriú pela BR-101 que é uma boa estrada pra se dirigir. Nem lembro onde almoçamos. Talvez nem almoçamos.
       
      Em Balneário Camboriú ficamos no Hotel Melo, que é um hotel muito bom de se ficar. Confortável, limpo, bom e barato. Aí achamos uma baita oferta, que foi o passaporte e o transfer pro Beto Carrero World no balcão de uma agência de viagens que fica no andar térreo do BIG. Cara, por um preço ótimo.
       
      Passeamos de bondindinho pela linda e bem iluminada Av. Atlântica e jantamos na Cantina Dilda. Amigo, o galeto primo canto de lá é bom demais. De entrada tem pão caseiro com vinagrete, e o galeto vem acompanhado de massa seca-barriga, polenta frita diet, maionese light e rúcula com bacon. Sempre somos muito bem atendidos lá. Comemos até envergar e fomos embora satisfeitos.
       
      6º dia: Quinta na Firewhip.
       

       
      Como combinado no dia anterior lá na agência de viagens, a van apareceu e nos levou segura e confortavelmente até a entrada do Parque Beto Carrero World. Pra você ter uma ideia, tinha até um alerta que disparava quando a van passava de 90km/h. Interessante, me senti ainda mais seguro.
       
      Cara, aqui vai a dica mais preciosa que você pode precisar: se você estiver em Balneário, vá de van ao Beto Carrero. Penso que não te vale a pena ir de carro, e de ônibus é muito demorado. Fomos e voltamos tranquilos, sem o stress de trânsito e sem pagar estacionamento. Perfeito.
       
      O Parque é muito legal e se você não conhece, precisa conhecer. Sendo quinta-feira e com o tempo nublado, acredite meu amigo: não pegamos fila nenhuma, a não ser na Firewhip, montanha-russa que me fez tremer a base. Minha noiva gostou e queria ir de novo, e depois ainda queria me levar junto pra passear na Big Tower, hahaha. Vê se pode. Não fui.
       
      Demos muita sorte. Conhecemos o parque inteiro, fomos em todos os shows que queríamos, e não perdemos tempo em filas. Parabéns. Obrigado.
      Cara, não perca o Velozes e Furiosos Show. É muito fera, bicho.
       
      Tem o seguinte também: os restaurantes da praça de alimentação estão todos combinados. O almoço livre estava em R$ 32. Eu comi uma fatia de pizza por uns R$ 9 e minha noiva um prato cheio de yakisoba por R$ 19, muito bom por sinal, segundo ela.
       
      Às 19h, depois do espetáculo Sonho de Cowboy, a van nos esperava no mesmo lugar onde nos havia deixado, para um retorno tranquilo.
      De volta à Balneário, como se não houvessem outras opções, jantamos no Madero. Depois de experimentar um pedaço do best burger in the world lá em Curitiba, minha noiva não quis mais saber de prato feito.
       
      7º dia: Sexta na Serra.
       

       
      Acordamos cedo, tomamos um ótimo café da manhã no Hotel Melo, nos despedimos com lágrimas nos olhos de Balneário Camboriú, e seguimos para o sul. Almoçamos um xis salada muito bom no Panifício e Lanchonete Real, lá em Tubarão, e pegamos a estrada até Lauro Muller. A gasolina estava um pouco cara em Lauro Muller.
       
      Subimos a Serra do Rio do Rastro com tempo nublado.
      Encontramos alguns caminhões e ciclistas pelo caminho. Até que deu um friozinho na barriga pilotar naquelas curvas. No Mirante, tiramos fotos e curtimos o visual. A Serra é coisa mais linda. É um negócio incrível. E bem gelada também. Lá em cima venta muito e é frio pra caramba.
       
      Pegamos a estrada novamente até Campos Novos. Dormimos no Bebber Hotel. Confortável, limpo, bom e barato também. Seguindo a dica do recepcionista do hotel, jantamos uma picanha gaúcha no Restaurante Candelábro. Bá, que coisa bem boa.
       
      8º dia: Sábado em casa.
       
      Depois de tudo isso, cheguei a conclusão de que todos os hotéis que ficamos eram confortáveis, limpos, bons e baratos também.
      Se você leu até aqui, muito obrigado.
    • Por beatrizz
      Saudações meus queridos! 
      É com muito prazer que começo esse relato. Afinal, relatar não é apenas descrever, mas é REVIVER! 
      Bom. A história da travessia começou no Mirante da Serra do Rio do Rastro, onde eu, @darlyn e @Dionathan Biazus encontramos o senhor Miguel. Fizemos 6 horas de estrada desde Chapeco até o Mirante.
      O Miguel é o proprietário das terras onde a travessia acontece, então é com ele que tem que combinar as paradas. Cara super gente fina, de uma simplicidade enorme. O próprio mirante já é um ponto de partida (mas longe de ser o ápice da trip). 
      Mirante da serra do rio do Rastro: o mirante tem um murinho onde as pessoas ficam contemplando o visu da estrada da serra, cercada por suas montanhas. E tem sempre visitas dos quatis... É bom pontuar que aqui é sempre cheio de pessoas, se você quer ficar em contato com a natureza, não apenas olhe a mata, mas entre nela. Não só olhe a montanha mas vá até o topo! 
      Seguindo então, encontramos nossos outros dois parceiros dessa empreitada @dumelo39 e o Lucas, que vieram do Rio de Janeiro! Assim juntou toda a piazada haha.
      Fomos com o Miguel de 4x4 até a primeira fazenda. Ele cobra cerca de 150 pila o transfer (total) e 30 por dia pra acampar nas terras. Pra entrar nessa primeira fazenda mais 10 pilinha por cabeça. 
      Começamos então a subida até o primeiro destino: canyon Laranjeiras, daí foi cerca de 2 horas. O caminho é relativamente tranquilo, apenas umas partes com barro (fichinha perto do que viria a frente). 
      Canyon Laranjeiras: maravilhosamente lindo, o canyon tem 3 pontos principais pra parar. A parte mais do fundo é onde fomos pra descansar um pouco e comer. Estávamos nessa função quando do nada o tempo se armou e caiu um mundo de água. Ainda bem que deu tempo que fazer uma casinha com uma lona grande que o querido Dihonatan levou. Ficamos um tempo ali até que passou a chuva e seguimos.
      Nos tracklog tem uma parte que direciona pra fazer a borda do laranjeiras. Mas como estava muito úmido resolvemos seguir a dica de um guia que estava por ali, e cortamos reto saindo do laranjeiras. 
      Nessa primeira parte já tivemos contato com nossos amigos que apareceram muito nessa travessia: OS CHARCOS! 
      Isso mesmo, lemos tanto sobre eles nos relatos que já chegamos meio preparados. Mas quando começou de verdade, que o pé afundou no barro ou na água que nos demos conta do que eram esses caras. Foi só até acostumar. 
      Chegamos então na entrada de uma floresta, onde começou uma trilha punk. Íngreme, floresta fechada, terreno encharcado (a mochila ficando presa nos galhos uhuuull) coisa linda! Depois de atravessar e subir pelo mato conseguimos ver uma abertura e chegamos a uma plantação de pinheirinhos americanos. Dali passamos uma cerca e entramos na pior parte de charcos. Apareceu outro desafio. A Viração, que é uma neblina densa que cobre tudo. 
      Decidimos acampar ali na plantação mesmo. Arrumamos as coisas, fizemos nosso super miojo e descansamos o corpo pro outro dia, nesse primeiro dia fizemos uns 7 kms. 
      O dia amanheceu com um sol tímido e seguimos viajem, andamos uns 10 kms nesse dia, passando por vários picos de tirar o fôlego. 
      Chegamos ao canyon do Funil cedo, as 15:30, e resolvemos ficar por ali pra aproveitar a vista e continuar no outro dia. Armamos acampamento e logo veio a chuva. Mas já estávamos preparados, ali perto tem um córrego que da pra tomar um banho massa. 
      Era umas 18 e a gente já estava dormindo, porque o corpo estava pedindo. Umas 2 da manhã olhamos pra fora esperando ver uma chuvarada, que o barulho lá fora tava de arrasar, mas era só o vento chegando. O céu estava limpando e lua deu seu espetáculo. Depois de um bom chá /café deu pra olhar as estrelas um tempo até o sono voltar. Aí dormimos até umas 5 e pouco, quando o vento aumentou e o sol começou a chegar. Demos muita sorte, porque o amanhecer foi coisa de outro mundo. 
      Começamos a desmontar o acamps umas 8 e demoramos porque o vento tava do caramba. 
      Caminhamos mais uns 8 kms pelas bordas dos canyons até o final da travessia onde chegamos na porteira final saindo no asfalto, perto da sub estação. Mais alguns kms no asfalto uns 3 e voltamos ao Mirante... 
      Super cansados, mas já querendo voltar e começar tudo de novo. Tivemos um almoço dos deuses lá no Mirante. Depois de quase três dias a base de miojo, uma lasanha caiu super bem. 
      É muito difícil traduzir em palavras o que é uma travessia ou trilha com montanha. Porque o sentimento só pode ser sentido, todo o desafio, desde o peso, o cansaço, o medo, até ficar deslumbrado olhando a imensidão e tendo um pouco de consciência de como somos pequenos nesse universo e como a natureza é perfeita, com respeito, prudência e amor pela natureza, concluímos com sucesso a travessia. Super recomendado. 
      🙏👏🌲🌲🌲






















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