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@leandronutricaounip 

Em 12/10/2018 em 01:16, MochilaEtc - Caroline Cruz disse:

1) Achei muito tranquilo (óbvio que não dei nenhum mole). Dinheiro sempre na doleira, documentos na mochila de attack e sempre atenta. Obs: Eu cheguei a parar no meio de uma comunidade em La Paz 😂 (mas isso ainda é assunto láááá pra frente)

2) Eu pesquisei MUITO antes de ir, e acabei escolhendo essa época pq seria onde conseguiria ver os espelhos d'água e pegar MP com um tempo OK. (Eu dei sorte, pois no dia que cheguei em Águas Calientes choveu, no dia que fui pra MP o tempo ficou estável e no dia seguinte choveu rs) Algumas amigas foram algumas semanas antes e também pegar o tempo fechado. Sugiro você fazer entre Março à Junho (quando começa o outono o céu to Atacama consegue ser ainda mais surreal do que o normal) 

Se tiver mais alguma dúvida, fique a vontade para perguntar. 

 

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  • 2 semanas depois...
  • 1 mês depois...
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@Igor Bagnara 15:00 horário local correto ? A aduana foi super rápido, pegar as malas também. Relaxa que vai dar tudo certo ❤️ 

@gabg72 é uma ótima viagem de casal, eu fiz com meu namorado e adoramos. Na real é uma ótima viagem pra se fazer em todos os estilos. Vocês vão adorar.

 

Sei que estou devendo atualização por aqui, mas em breve vou acabar o relato. 

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  • 1 mês depois...
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SUCRE - RELATO DETALHADO PARTE 01
 
No instagram @mochilaetc tem mais dicas e alguns textos mais compactos, relatando minha experiência em cada local.
 
Sucre - Bolívia
Altitude: 2.600 m.n.m
Clima: Março a temperatura fica entre 20° a 10°c (bem agradável)
 
 Curiosidade: 
Sucre foi a primeira cidade do país, e ao contrário do que muitos pensam, La Paz não é a capital oficial da Bolívia. Aliás conversando com o povo local, rola um treta a respeito do país possuir duas capitais.
La Paz é a sede do presidente e dos poderes Executivo e Legislativo, enquanto Sucre é a capital constitucional e sede do poder judiciário.
 
Conhecida com La Ciudad Blanca da Bolívia, é considerada a cidade mais bonita do país, super bem conservada, com todas suas plazas bem cuidadas e floridas. Procurada pelos turistas por conta das suas construções datadas do século XVIII e XIX, além de ser rota principal de quem está indo em direção ao UYUNI (nosso caso). 
Além disso, também é conhecida pelo povo boliviano com cidade universitária, é possível observar a mescla do movimento dos jovens bolivianos em contraste com as cholitas e suas roupas coloridas entre o trânsito um tanto caótico.
 
Como explorar a cidade: 
* É possível conhecer todo centro a pé. Parque e Plaza Bolívar *se possível visitar a Plaza Bolivar durante o dia e a noite , Plaza 25 del Mayo, Mercado Central, Igrejas, Conventos)
*Parque Cretáceo tem como ir de transporte público (não lembro agora o ônibus, mas só perguntar no hostel que você ficar hospedado)
*Monastério La Recoleta - ideal pegar um táxi para ir (tem muita ladeira) mas da pra voltar caminhando.
*Rodoviária, até da pra ir caminhando ou de ônibus, mas preferimos pegar um táxi.
 
 
Dica:
-Sempre da pra negociar e eu poderia ter economizada mais, mas eu sou PÉSSIMA para pedir descontos, o hábito de pechinchar é uma coisa que eu realmente preciso desenvolver.
- Vale lembrar que o povo local é adepto a sesta - aquele cochilo pós almoço- então alguns lugares fecham entre 14:00 às 16:00 
 
 Porque incluir no roteiro ?
Sucre é uma cidade ótima para descansar um pouco, aliviar a tensão pre viagem
*Eu por exemplo antes da viagem fiquei mais de 1 semana dormindo apenas 2 horas por dia, depois que passou toda a ansiedade e a primeira parte da peregrinação, realmente precisei dar uma "pausa". 
Fora isso é um bom ponto de partida para se aclimatar e fazer os últimos preparativos para ir em direção ao Uyuni. 
 
Importante:
Se você não esta acostumado com altitude elevada, eu realmente sugiro ficar pelo menos 1 dia na cidade, parece besteira mas não é. Porém não precisa morrer de medo rs. Fiz essa viagem no auge do meu sedentarismo e fiquei super de boas. 
 
Hospedagem: 
Hostel Clave Blanco Bs 120,00 +/- R$ 60,00 (valor casal)
- Fica bem próximo a Plaza 25 del Mayo (ponto principal da cidade) e tem um bom custo x benefício. 
*lembrando que todas as hospedagens ficamos em quartos de casal.
 
Minha experiência: 
-Achei a cidade muito limpa e segura (andei por todos os cantos), população no geral educada e super solicita.
-Fiquei apaixonada pelo Parque/Plaza Bolívar, foi um dos lugares urbanos mais bonitos que visitei em toda viagem. 
- Consegui me comunicar bem, as vezes ate sozinha rs, quando ficava confusa pedia ajuda do Bernardo. Me senti falando a todo tempo algo do tipo "mim quer biscoito" mas o importante é que todo mundo entende.
 
 
Fotos:
Não tenho as melhores fotos do lugar, o motivo da viagem foi curtir mesmo. Sem contar que viajamos apenas com nossos celulares (ZenFone) e 01 GoPro (que até hoje não aprendi a usar direito rs). Mas as que salvaram vou deixar por aqui ou la no meu instagram @mochilaetc .
 
Sugestão roteiro em Sucre:
 
08:00 AM - Café da Manhã
09:00 AM - Rodoviária (comprar passagem para o Uyuni)
09:30 AM -  Explorar Parque Bolivar *da pra ficar umas 2 horas tranquilamente.
11:30 AM - Mercado Central *é um mercadão, se você gosta de ver os costume e o dia a dia do povo local, vale a visita. Caso o contrário, pule essa parte.
12:30 PM - Parque Cretáceo  
14:30 PM - Plaza 25 del Mayo e seus arredores + pausa para o almoço
17:00 PM - Monastério La Recoleta - Café Mirador ver o pôr do sol e tomar uma cerveja
18:00 PM - Hostel *tomar banho e ir pra rodoviária 
19:30 PM - Chegada na rodoviária
20:00 PM - Sucre > Uyuni
* Dos itens que listei, o únici que tiramos foi o Parque Cretáceo, por conta da falta de tempo.
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SUCRE - RELATO DETALHADO PARTE 02
 
No instagram @mochilaetc tem mais dicas e alguns textos mais compactos, relatando minha experiência em cada local.
 
 
Dia 02 - 09/03/2018 - Sucre - Bolívia 
 
  •  Coloquei o relógio para despertar as 07:00 da manhã, mas a o cansaço falou mais alto e só levantamos mesmo as 10:00 AM. Dormimos muito bem, estávamos exaustos, acumulou a tensão pré viagem, ansiedade, os pequenos perrengues e a bateria descarregou. 

- Como ainda tinha tempo até o check-out, decidimos só tomar um banho e ir comer. Café bem servido, mas é basicamente o que serve em todo lugar rs.

Opções: Torrada (normalmente é um pão MUITO duro e ruim), manteiga, geleia, ovo, café, suco.

  • Conhecemos uma brasileira que trabalha no hostel chamada Flávia que é de BH, ela nos deu um mapa da cidade e algumas dicas.
*TINHA GUARDADO O MAPA PRA POSTAR AQUI, MAS INFELIZMENTE O  SE PERDEU DURANTE A VIAGEM.
 
  • Depois do café nos arrumamos, como iriamos passar o dia caminhando pela cidade e estava fazendo calo/frio (o tempo lá é meio doido), coloquei uma roupa mais confortável. *  Carol: tênis, legging, t-shirt, blusa jeansBernardo: t-shirt, fleece, bermuda, bota
 
  • Arrumamos as mochilas de attack e mochilões. 
*Deixamos 01 mochila de attack maior separada com as coisas para o banho e arrumamos a outra para o dia na cidade.
 
  • Deixamos os mochilões guardados na recepção
Obs: Antes de fazer o check-in no dia anterior, perguntamos da possibilidade de tomar banho mesmo depois do check-out e se tinha lugar para deixar as mochilas guardadas. É sempre bom conferir se o hostel tem essa facilidade (sem cobrar taxa extra)
  • Mochila de attack CIDADE: água, gopro, carregador portátil, fleece (não usei), snacks (não comemos), pasta com documentos, necessaire protetores - labial, rosto, corpo-,álcool em gel, lenço de papel, diomax, colírio, neosoro e dramim.
 
  • Check-out feito, mochilas guardadas, agora sim vamos explorar a cidade. Como já estava tarde, decidimos cortar o Parque Cretáceo do roteiro. 
 
  • 12:00 PM - Táxi HOSTEL CLAVE BLANCO > RODOVIÁRIA  Bs 8,00
 
 
-Chegando na rodoviária seguimos as dicas que pegamos no roteiro da Mary (VIDAMOCHILEIRA), e fomos procurar o guichê da 11 de Julio ou 6 de Octubre para compararmos os preços. Logo que chegamos avistamos a 6 de Octubre, mas não tinha ninguém lá, caminhamos mais um pouco e achamos a 11 de Júlio.
 
  • 11 de Julio - SEMI LEITO com paradas para BAÑO (para no meio do mato rs) - VALOR Bs 120,00 (casal) - Previsão de chegada 04:00 AM UYUNI
 
-Voltamos para 06 de Octubre para verificarmos os preços e ai descobrimos que tinha outra loja mais pra dentro e fomos até la.
 
  • 06 de Octubre - SEMI LEITO com paradas pra BAÑO  - Valor Bs 160,00 se chorar cai pra Bs 140,00 (casal)
 
-Por motivos de economia, fechamos com a 11 de Julio, a moça pediu para chegarmos as 19:30 e a saída seria as 20:00.
 
 Obs: Pelo que pude perceber na época que fui é que todos os ônibus tem a estrutura meio precária, então nesse trajeto em específico não vá esperando uma viagem super confortável.
 
-Saindo de lá decidimos caminhar um pouco e ver onde que iria dar (seguindo nosso mapinha),  e eu fiquei babando admirando as casinhas, as ruas floridas e tudo ao redor.
 
  • Plaza Bancários 
 Bem fofinha e florida, tem uma estátua no meio em homenagem as mulheres *eu bem turistinha parei pra tirar foto.
 
 
  • Táxi  PLAZA BANCÁRIOS > PARQUE BOLIVAR  Bs 10,00
Taxista estava com a filha neném no banco da frente, achei fofinha, ela toda protegida do sol e dormindo (fofinho, mas não seguro, até pq na Bolívia o trânsito é muito doido).
Obs: Os táxis na Bolívia não tem preço fixo, a maioria são carros muitos velhos .. mas é isso ai rs. 
 
  • Parque Simon Bolviar
CURIOSIDADE: A região de Chuquisaca onde fica a cidade de Sucre abriga um dos mais importantes sítios paleontológicos, uma das principais atrações da cidade é o Parque Cretáceo. Por isso é comum você encontrar referências de dinossauros em alguns lugares da cidade e o Parque Simon Bolivar é um bom exemplo disso. É um parque público, onde tudo faz referência aos dinossauros.
 
- Creio que seja o tipo de lugar onde a maioria das pessoas iriam passar, achar legal e tirar uma foto. Mas definitivamente eu não sou todo mundo, e por isso fique lá no meio das crianças me divertindo no escorrega de dinossauro rs. Bernardo só olhava pra minha cara e ria, mas tenho uma frase que sempre digo "Se não for pra passar vergonha, não saio de casa."
 
  • Plaza Simon Bolivar 
Uma das principais praças cidade, foi o lugar urbano que mais gostei durante toda viagem, li alguns relatos que dizem que a noite é ainda mais lindo. Ficamos pouco tempo por lá, mas o suficiente pra que eu me encantasse. 
 
-De la decidimos caminhar até o mercado central, ai vem a importância de salvar o mapa da cidade em algum app ou pegar um mapinha de papel (Confesso que gosto mais do mapa de papel).
*Gosto muito de caminhar, de me perder entre as ruas, observar a rotina da população local e ir fazendo descobertas no percurso e foi justamente isso que fizemos no nosso dia em Sucre.
 
  • Mercado Central 
É interessante pra quem gosta de ver os costumes do povo local, la você imerge realmente na cultura. Você encontra vendendo de tudo, muitos pedintes, muito cheio. Eu que não gosto muito de muvuca mas achei a experiência interessante, não tirei fotos do local. Durante nossa andança a fome já era grande e decidimos ignorar todos os conselhos de NÃO comer a "gastronomia de rua" e encaramos um almoço no Mercado Central, entre os locais. Confesso que fiquei com um pouco de medo, mas TODOS os locais estavam la comendo. 
 
*02 Refeições (Frango, legumes, salada, banana) +02 refrigerantes Bs 28,00 (cerca de R$ 7,00 por pessoa)
 
  •  Caminhada aleatória 
- Saindo, continuamos nossa caminhada e decidimos procurar uma casa de câmbio, a maioria estava fechada - lembra que dei a dica da SESTA ? pois é.. aprendi lá rs.- , muitos locais estavam fechados para "hora da soneca da tarde", por fim achamos uma casa e trocamos $400,00 que deu Bs 2768,00 ($1,00 = Bs 6,92), vamos usar para o Uyuni e sobrando vamos gastar em Copacabana. Não nos preocupamos muito em sobrar, pois de toda forma iríamos voltar para Bolívia.
 
- Continuamos caminhando um pouco sem rumo, paramos em uma lojinha de artesanatos -  2 imas + 1 caneta de lhama (muito vagabunda rs) Bs 25,00
 
-  Continuamos a caminhada e paramos no Chocolates Parati (sou a maluca dos doces rs)
* Chocolate de coca + bombons sortidos Bs 19,00
 
- Continuamos a caminhada até a Plaza 25 del Mayo.
 
  • Plaza 25 del Mayo
Principal ponto de Sucre, onde está localizado os principais hostels, restaurantes, atrações turísticas, prédios históricos. 
 
-Observamos a população local, assistimos uns meninos dançando street dance, o clima é bem agradável. 
 
- Continuamos caminhando e conhecendo os prédios históricos e igrejas em volta, tudo sem rumo mesmo, indo apenas na intuição e nos guiando pelo mapa.
 
  • Igreja La Merced - Entrada Bs 20,00 (casal)
Bem legal, da pra subir até a cúpula e é liberado para tirar fotos. Alias o lugar tem uma linda vista da cidade.  Pra quem vai turistar pela cidade, indico incluir no roteiro. 
 
- Ao lado tem uma outra igreja que não lembro o nome, mas não estava aberta. De toda forma decidimos que não iriamos entrar em todas as igrejas, como já estava ficando tarde e nosso tempo ficando curto decidimos pegar um táxi até o Mirador La Recoleta.
 
  • Táxi - Igreja La Merced > Mirador La Recoleta Bs 10,00
*Dá pra ir a pé ? Dá.. mas é ladeira, altitude.. enfim.. melhor opção mesmo é pegar um táxi. 
 
  • Mirador La Recoleta
CURIOSIDADE: O mirador fica situado na praça onde a cidade foi fundada. 
 
Localizado no ponto mais alto da cidade é parada obrigatória para apreciar a vista e ver o  entardecer. 
 
-Na praça tinha uns meninos jogando bola, alguns hippies vendendo artesanato e em volta também tem umas lojinhas de artesanato.
 
  • Café Mirador
Fica bem ali no mirador La Recoleta, lemos vários relatos indicando lá para apreciar o final de tarde. O tempo estava bem nublado e não conseguimos apreciar o pôr do sol com estava programado no roteiro, mas o local é uma delicia e vale muito passar um tempinho  por la. Pedimos uma cerveja artesanal Huari  600 ml Bs 30,00 e ficamos la apreciando a vista que é linda (mesmo com o tempo fechado)
 
* O atendimento não é um dos melhores, mas vale pelo lugar, que é super charmoso e pra quem gosta de fotografar rende umas boas fotos.
 
  • Caminhada / Retornos Hostel
- Depois de descansar, seguimos na nossa andança, pegamos nosso mapinha e fomos rumo a Plaza 25 del Mayo, no caminho paramos em um lugar que vendia bebida e compramos uma garrafa de 300 ml de Singani - destilado de uva, bebida típica da Bolívia - Bs 37,00. 
Bernardo já estava cansado de andar e estava ficando tarde, então decidimos ir direto pro hostel. 
*Confesso que fiquei surpresa dele andar tanto  tempo e ver tanta gente sem reclamar. 
Eu sou o tipo de pessoa que quero fazer TUDO ao mesmo tempo quando estou viajando, quero aproveitar o máximo o lugar pois não sei quando vou ter a oportunidade de voltar.
Ele prefere conhecer poucos lugares de forma mais demorada.
Essa nossa diferença é legal pq com equilíbrio nos tornamos uma boa dupla de viagem. 
 
-No meio do caminho decidi fazer a última parada, uma especie de museu de arte indígena, mas por motivos de cansaço só dei uma breve espiada. 
 
  • 17:00 Hostel Clave Blanco
- Reorganizei os mochilões e as mochilas de attack para compactar ainda mais as coisas, tomamos banho e como ainda estava claro aproveitei pra lavar o cabelo novamente. 
- Enquanto organizávamos tudo com calma, aproveitei o wifi do hostel para fazer uma vídeo chamada com minha mãe pra avisar que estava tudo bem, porém a alegria durou pouco a internet caiu e não deu tempo de falar com meu irmão pra saber se os bichos estavam bem
*durante o mochilão meu irmão ficou na minha casa cuidando dos filhos de 4 patas.
 
Continuando na preparação, a dona do hostel veio se despedir e ficamos conversando um pouco, e durante a conversa nos explicou o nome do hostel
 
CURIOSIDADE: Clave Blanco = Cravo Branco (flor), o cravo é uma flor comum na Bolívia, os espanhóis trouxeram na época da colonização e plantaram por todo lugar. Seu significado é paz, pureza;  
 
- Por fim nos despedimos da dona e dos outros hospedes que nos desejaram boa viagem e agradecemos pela ótima hospitalidade. A Flávia (brasileira que estava trabalhando no hostel) nos ajudou a pedir um táxi.
 
  • Hostel > Rodoviária Bs 10,00
- Chegamos na rodoviária e nosso ônibus já estava la, pagamos a taxa de embarque Bs 5,00 (o casal), guardamos os mochilões na parte de carga e saímos para comprar água e a alguma coisa pra comer.
 
- Comemos hamburguesa (hamburguer) o tipo de coisa que eu NUNCA comeria em uma lanchonete estranha em uma rodoviária brasileira, mas comi na Bolívia (bem aventureira eu rs.), pedi uma espécie de água com gás saborizada (eu AMEI isso, se chama Aquarius, é da Coca-Cola), Bernardo pediu uma coca total deu Bs 20,00 (02 hamburguesas + 02 bebidas)
 
- Paramos em uma vendinha compramos 3lts de água + chocolate sublime + chiclete Bs 15,00
 
- Antes de embarcarmos decidimos ir no banheiro Bs 1,00 (casal)
 
-Finalmente entramos no ônibus, Bernardo leu errado o número dos assentos e sentamos no lugar errado, ai do nada veio um moço falando que o lugar estava errado. Pronto, começou a treta eu pensei rs, mas na verdade estava errado mesmo, nosso assento era semi leito e sentamos em um assento "normal" (não que tivesse muiiiita diferença), já estava super confortável (logo pensei que podia ter economizado um dinheiro rs), e no meio da confusão de troca de assento entrou uma moça vendendo uns bolinhos e como ainda tinha um buraco no meu estomago decidi comprar, Bs 10,00.
 
- O ônibus saiu pontualmente as 20:00 PM, como já imaginávamos o transporte não era la aquela maravilha, logo descobri que meu banco não deitava todo (o que fazia meu assento semi-leito a mesma coisa que um assento normal), o ar estava desligado e eu pingando de suor, com medo de senti frio fui viajar toda trabalhada no look inverno (meia calça de lã, meia pra frio, calça de moletom, segunda pele, blusa. fleece), em menos de 1 hora já tinha tirado quase a roupa toda de tanto calor. Janelas fechadas e um cheiro de chulé insuportável e Bernardo pra variar, APAGADO .
 
- Consegui cochilar por 1 hora e acordei com sede e vontade de fazer xixi, mas preferi esperar a primeira parada pra fazer xixi e depois beber água, ônibus lerdo vive parando, já passaram 3 ônibus na frente. Muita gente começou a reclamar do calor e do cheiro, eu consegui abrir minha janela o que deu uma aliviada.
 
- Mais pra frente o ônibus ficou um bom tempo parado, eu curiosa fui logo ver o que tinha acontecido, teve um acidente de carro (por sorte ninguém ferido gravemente), aproveitei a parada pra ir do lado de fora fazer xixi no mato (aliás esse foi a única parada do ônibus), aproveitei pra pegar um ar e observar um pouco o céu.  Depois de um tempo seguimos viagem e foi tudo tranquilo. 
 
Gastos do dia: 
*Táxi rodoviária Bs 8,00
*Ônibus Sucre > Uyuni Bs 120,00 (casal)
*Táxi Parque Bolivar Bs 10,00
*Almoço Mercado Central Bs 28,00 (casal)
*Coisas Bs 25,00
*Chocolate ParaTi Bs 19,00
*Igreja la merced Bs 20,00 (casal)
*Taxi la recoleta Bs 10,00 
*Mirador café - Cerveja 600 ml Bs 30,00
*Singani Bs 37,00
*Extra Bs 18,00
*Táxi rodoviária Bs 10,00
*Taxa Rodoviária Bs 5,00 (casal)
*Lanche Bs 20,00
*Água + snacks Bs 15,00
*Banheiro Bs 1,00 (casal)
 
Resumo:
*Alimentação Bs 63,00
*Transporte: Bs 163,00
*Extra: Bs 21,00
*Extra 2 - cerveja, souvenir, chocolate - Bs 129,00
 
Total: 
Bs 376,00 (casal) 
     188,00 (por pessoa)
*Em média R$ 94,00 por pessoa
 
Cotação do dia: 
$1,00 = Bs 6,92
*R$3,30 = $1,00 
*R$ 1,00 +/-  Bs 2,09
 
CAIXA
 
$2400,00
R$ 1800,00
Bs 2728,00
 
PARQUE BOLIVAR 

SUCRE-PARQUEBOLIVAR.jpg

 

MURAL DE GRAFITE PARQUE BOLIVAR 

SUCRE-PARQUEBOLIVAR2.jpg

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    • Por leocaetano
      [align=justify]Relato de viagem de um mochilão pelo Peru. Foi minha terceira viagem para fora do Brasil e, como nas outras anteriores, fui sozinho. Passei 19 dias em território peruano e, pela primeira vez, não alterei o tempo de viagem! Valeu muito a pena, mas só não voltei alguns dias antes porque a TAM complicou um pouco para trocar as passagens.
       
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      Todos os valores estão expressos em nuevos soles, salvo quando houver o R, de reais, na frente do cifrão ou US, significando dólares norte-americanos. Na época da viagem, UM real equivalia a cerca de 1,62 nuevos soles e cerca de 0,59 dólares norte-americanos.
       
      Agradeço aos amigos e conhecidos que ajudaram, principalmente à galera aqui do Mochileiros![/align]
    • Por rodrigovix
      Índice do Relato:
      [Pag. 1] Capítulo 1: Preparativos para a viagem
      [Pag. 1] Capítulo 2: Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude.
      [Pag. 4] Capítulo 3: Enfim Uyuni! Três dias inesquecíveis.
      [Pag. 6] Capítulo 4: Vulcões, desertos e as Lagunas Altiplânicas.
      [Pag. 8] Capítulo 5: ¡Adiós, Uyuni! A beleza dos Geisers e o sofrimento dos -10ºC.
      [Pag. 10] Capítulo 6: Os encantos de San Pedro de Atacama.
      [Pag. 11] Capítulo 7: As Piedras Rojas, as Lagunas Altiplanicas e o Salar de Atacama.
      [Pag. 12] Capítulo 8: O Salar de Tara e o adeus a Atacama.
      [Pag. 15] Capítulo 9: De Arica para Tacna: cruzando a fronteira com o Peru.
      [Pag. 16] Capítulo 10: Ô Maria esta suruba me excita... Arequipa! Arequipa! Arequipa!
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      [Pag. 20] Capítulo 12: Dois dias de calotes, perrengues e superação pelo magnífico Cañon del Colca. [2ª Parte]
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      [Pag. 51] Capítulo 24: Chacaltaya, Valle de la Luna... e o dia em que fomos furtados.
      [Pag. 57] Capítulo 25: O eletrizante downhill pela Carretera de la Muerte.
      [Pag. 62] Capítulo 26: ¡Hasta la vista, baby! É hora de voltar pra casa.
      [Pag. 62] Capítulo 27: Agradecimentos.
       
      Pessoal, criei recentemente um instagram só de viagens. Então se você também ama carimbar seu passaporte, segue lá:
      @queridopassaporte.
      Aproveita pra comentar que veio pelo Mochileiros hehe.
       
      Editado:
      Baixe o PDF com o relato completo:
      relato_rodrigovix_mochilao_bolivia_chile_peru.pdf
       
      (Edit em 14/09/2021: Algumas pessoas estavam me dizendo que não conseguiam mais baixar o pdf, então fiz o upload novamente).
      (Agradecimentos à Fernanda Arruda por ter compilado o relato em pdf pra gente - página 47)
       
       
      Salve, salve, mochileiros deste Brasil varonil!
       
      Cá estou eu prazerosamente cumprindo minha obrigação de compartilhar o relato da viagem que fiz em abril deste ano. Digo “obrigação” mesmo, porque me sinto moralmente obrigado a ajudar o mínimo que seja no planejamento da viagem dos próximos mochileiros, uma vez que 99%, se não 199%, se não 27.569%, se não 6,02x10²³% (aulas de química? alguém lembra? hehedeusmelivrehehe) do meu planejamento se devem aos relatos e informações presentes aqui neste fórum. Por isso, já vou logo deixando o meu MUITO OBRIGADO, CAMBADA!!!
       
      Antes de mais nada, devo informar que este relato será cheio de texto, informações e fotos (muitas fotos). Portanto, praquela galera menos paciente que gosta de ir direto ao assunto, farei, ao final, uma versão resumida com as principais informações, belê?
       
      O ROTEIRO:
       
      O roteiro já é um clássico aqui no mochileiros. A chegada por Santa Cruz de la Sierra, seguindo pra Uyuni, depois Atacama, subindo pro Peru e fechando a volta até La Paz é um bom caminho para irmos nos aclimatando gradativamente. Muitos optam pelo caminho inverso e sofrem muito com a brusca mudança de altitude ao chegar em La Paz.
       

       
      01/04 Vitória x São Paulo x Santa Cruz de la Sierra x Sucre
      02/04 Sucre x Uyuni
      03/04 Salar de Uyuni
      04/04 Salar de Uyuni
      05/04 Salar de Uyuni
      05/04 San Pedro de Atacama
      06/04 San Pedro de Atacama
      07/04 San Pedro de Atacama x Arica
      08/04 Arica x Tacna x Arequipa
      09/04 Arequipa
      10/04 Cañon del Colca
      11/04 Cañon del Colca x Arequipa x Ica
      12/04 Huacachina
      13/04 Islas Ballestas + Paracas
      13/04 Ica x Cusco
      14/04 Cusco
      15/04 Cusco (Vale Sagrado)
      16/04 Cusco x Aguas Calientes
      17/04 Machu Picchu
      18/04 Aguas Calientes x Cusco x Puno
      19/04 Puno (Uros + Taquile)
      20/04 Puno x Copacabana
      21/04 Isla del Sol
      22/04 Isla del Sol x Copacabana x La Paz
      23/04 La Paz (Chacaltaya + Valle de la Luna)
      24/04 La Paz (Downhill)
      25/04 La Paz
      26/04 Santa Cruz de la Sierra x São Paulo  
      Quanto ao valor no título (1.600 dólares), ele se refere a PASSAGENS AÉREAS + TRANSPORTE + ALIMENTAÇÃO + HOSPEDAGENS + PASSEIOS durante esses 26 dias. Só não inclui aqui os gastos prévios que tive com vestuário, bota impermeável, mochilas, câmera e equipamentos fotográficos, passaporte, etc., porque isso varia muito de pessoa pra pessoa. E como o custo em reais depende muito do preço do dólar à época, decidi manter em dólar.
       
      De toda forma, a quem interessar possa, ficam aqui algumas coisas que comprei:
       
      - Bota Timberland Flume Mid Waterproof
      http://www.centauro.com.br/bota-timberland-masculina-flume-mid-waterproof-777831.html
       
      Pra quem quer investir numa bota impermeável, é uma ótima opção, além de ser esteticamente bonita. Pisei em diversas poças d'água, peguei chuva, e os pés continuaram secos. Ela é até confortável, mas isso não costuma ser a principal característica de botas de trekking, então não espere o conforto de um tênis. Foi o único sapato que usei durante toda a viagem (além do par de chinelos, claro).
       
      - Blusa e calça segunda pele (1ª camada), fleece (2ª camada) e casaco corta-vento-e-chuva (3ª camada), money belt, saco de dormir (lençol), mochila, capa para mochila, meias, toalha de secagem rápida e mais uma porrada de coisas eu comprei na Decathlon. É o lugar mais completo e barato para se comprar essas coisas. Deixei uma grana boa por lá. Dá uma olhada no site e, se tiver uma loja perto de você, melhor ainda, dê uma passada lá.
      http://www.decathlon.com.br/
       
      - Câmera Nikon D5300 kit de lente 18-55mm VR II
      http://www.nikon.com.br/Nikon-Products/Product/dslr-cameras/1522/D5300.html
       
      - Lente Wide Angle Sigma 10-20mm f4-5.6
      https://www.detonashop.com.br/lente-grande-angular-sigma-10-20mm-f-4-5-6-ex-dc-hsm-para-nikon.html
       
      - Tripé, filtro polarizador, disparador remoto, etc. eu comprei pelo Mercado Livre.
       
      SOBRE AS MOCHILAS...
       
      Usei uma Forclaz 50L Quechua...
      http://www.decathlon.com.br/montanha-aventura/mochilas-38170/mochila-trecking/mochila-forclaz-50-litros-quechua_167478
       
      E uma Targus Spruce EcoSmart de mochila de ataque.
      http://targus.com/us/15_6-spruce-ecosmart-backpack-tbb013us
       
      Essa da Targus eu já tinha há bastante tempo. É uma mochila mais voltada para notebook, mas como eu não queria gastar com uma mochila de ataque, optei por essa mesmo. Foi nela que carreguei meus equipamentos fotográficos durante todo o tempo.
       
      Obs.: É MUITO importante uma mochila de ataque (mochila de menor tamanho) nesse tipo de viagem. Isso evita carregar peso desnecessário em diversos momentos. Não deixe de levar uma.
       
      Quanto à mochila de 50L, muitos me questionaram se não era pequena demais pra 26 dias. Minha resposta é: depende. Se você não quiser lavar muita roupa, tem que levar uma maior. Agora, se você busca praticidade, 50L bastam. Levei roupa pra uma semana, mais ou menos, e usava o serviço das lavanderias sempre que necessário. É barato e você acha fácil em qualquer lugar por onde passa.
       
      Aqui vai uma relação completa do que levei nessa viagem:
      7 camisetas
      1 camisa manga longa segunda pele (1ª camada)
      1 calça segunda pele (1ª camada)
      1 casaco fleece (2ª camada)
      1 casaco impermeável (3ª camada)
      1 calça-bermuda
      3 bermudas
      8 cuecas
      6 pares de meias grossas cano alto
      1 toca
      1 par de luvas
      1 toalha microfibra (secagem rápida)
      1 saco-lençol de dormir
      1 money belt (doleira)
      1 relógio
      1 sabonete
      1 shampoo médio
      1 protetor solar grande
      1 protetor labial
      1 repelente
      2 cadeados
      1 escova de dentes
      1 creme dental
      1 barbeador elétrico
      1 desodorante aerossol
      1 perfume
      1 cortador de unhas
      1 canivete suíço
      1 kit remédios (enjoo, dormir, dores e gripe)
      1 bepantol creme
      1 par de óculos de sol
      1 pacote de lenços umedecidos
      1 celular
      1 carregador
      1 par de fones de ouvido
      1 máquina fotográfica
      1 lente 18-55mm
      1 lente 10-20mm
      2 cartões de memória 32GB
      1 tripé grande
      1 mini-tripé
      1 kit limpeza para câmera
      1 caneta
      1 bloco de anotações
      1 capa de chuva para a mochila
      1 pasta plástica para documentos
      1 carteira com Identidade e Cartão de Crédito Internacional  

       
      NA PASTA DE DOCUMENTOS:
      Cartões de embarque
      Ingresso de Machu Picchu + Huaynapicchu
      Cartão internacional de vacina (ANVISA)
      Certificado do Seguro Viagem
      Nota fiscal dos equipamentos fotográficos
      Todos, eu disse TODOS os papeis que você receber durante a viagem  
      É importante levarmos uma pasta para documentos. Levei uma dessas de plástico maleável, que permite dobrar ao meio e guardar facilmente na mochila. É ali que você vai carregar muita coisa importante, como:
       
      - Cartões de embarque: Guarde-os sempre, mesmo quando já tiver realizado o voo. Nunca se sabe.
       
      - Ingresso para Machu Picchu: Compramos pelo site oficial, e não por agências. Tentamos com o meu cartão e não consegui, mesmo com a liberação da VISA para compras internacionais. Tentamos com o cartão da minha cunhada, e deu certo. A dúvida então seria quanto à exigência de que o titular do cartão seja um dos que ingressarão no parque. Levamos cópia do cartão e da identidade dela, com medo de sermos barrado na entrada. Quando chegamos lá, nem olharam pra nossa cara direito. Olharam o ingresso, carimbaram a entrada e pronto.
       
      - Cartão Internacional de Vacina: A vacina contra febre-amarela, por lei, é obrigatória para ingressar na Bolívia. Se você já tomou essa vacina nos últimos 10 anos, basta ir direto a um posto da ANVISA retirar o seu Certificado Internacional. No meu caso, precisei tomar de novo, porque já não tinha mais a minha carteirinha. Fui a um posto de saúde e me vacinaram na hora. Verifique antes os dias e horários de vacinação do seu posto, pois eles costumam destinar um período específico da semana pra certos tipos de vacina. Depois de vacinado, fui à ANVISA (já tendo feito previamente o cadastro no site deles, que eles pedem mais pra adiantar o atendimento) e lá emitiram o Cartão Internacional de Vacina. Aí você me pergunta, em algum momento pela Bolívia as autoridades nos cobraram este Cartão? A resposta é NÃO, como você pode ler em todos os relatos aqui do fórum. Massss, lei é lei, e você não quer dar sorte ao azar numa viagem dessas, certo? Pois é.
       
      - Certificado do Seguro Viagem: Faça um Seguro Viagem. Não chore miséria e nem cogite não fazer numa viagem desse tipo. Eu fiz e foi o que me salvou, pois precisei acioná-lo. É um valor relativamente pequeno (menos de R$200) perto da segurança que é contar com o amparo médico em terras estranhas. Há relatos de pessoas que gastaram fortunas com hospitais por não terem feito o Seguro, portanto não dê essa bobeira. Eu fiz pela Mondial Travel, apenas porque foi o que mais li nas indicações aqui no fórum. Faça sua pesquisa e escolha a empresa que achar melhor, mas não deixe de se assegurar.
       
      - Notas fiscais de equipamentos eletrônicos: É uma forma de comprovar que você os comprou no Brasil ou em outro local cujos impostos já foram devidamente pagos. Eu não quis arriscar e levei as notas dos equipamentos fotográficos que estava carregando. Se você estiver levando notebook, máquinas de maior valor e afins, não custa nada levar as notas, caso ainda as tenha. Não ocupa espaço e te dá mais tranquilidade. Mas eu precisei usar? Não. Nem mesmo na declaração aduaneira eu precisei registrar, porque era considerado “uso turístico”. Então é quase uma questão opcional, vai de cada um.
       
      - Todos os papeis que você receber: Guarde TODOS. Muitos deles você irá precisar quando estiver retornando ou saindo daquele país, e perde-los é uma dor de cabeça que você quer evitar. Nós já aproveitamos a pastinha pra ir guardando tudo, de documentos de imigração até recibo carimbado de passeio. Sem falar que é a melhor forma de você se recordar dos lugares que visitou, os nomes, a ordem das coisas que viu, etc.
       
      NO MONEY BELT:
      Dólares
      Reais
      Passaporte
      Chave reserva do cadeado  
      O uso do money belt (uma espécie de cinto onde se guarda documentos e dinheiro e que se usa por baixo da roupa) é altamente recomendável. Deixar essas coisas na mochila pode ser muito arriscado, porque o principal problema do turismo são os altos índices de furto. Mantenha seu dinheiro e o seu passaporte com você o tempo todo, e só tire para tomar banho. Durante o único e pequeno momento em que nos afastamos do nosso money belt na viagem, deu merda. Então não se arrisquem.
       
      Ah, outra dica é não deixar o cartão de crédito junto com o dinheiro e o passaporte. Por segurança, é melhor que ele esteja em um local separado. Se você for furtado ou perder seu money belt, terá o cartão para emergência. No nosso caso, deixávamos o dinheiro e o passaporte no money belt e o cartão de crédito guardado na mochila. O mesmo vale para as chaves do cadeado. Mantenha a chave reserva guardada em um local separado.
       
      PREPARATIVOS PARA A VIAGEM:
       
      Bom, a preparação pra essa viagem começou lá em agosto de 2014, mais ou menos. Quando digo “preparação” leia-se “- Bora viajar pela América do Sul ano que vem? - Bora! - Então fechou!”. De lá pra cá, muita pesquisa, muito rabisco, muita mudança de planos e muito obstáculo. Isso é normal, não se assustem. Se querem atingir o grande objetivo de viajar pelo mundo, estejam preparados para enfrentar de tudo um pouco.
       
      As únicas coisas que compramos com antecedência foram as passagens aéreas BRA x BOL, o aéreo Santa Cruz x Sucre, o Seguro Viagem e os ingressos para Machu Picchu + Huaynapicchu, pois, se você deseja subir este último, é necessário comprar com meses de antecedência (a subida ao Huaynapicchu é limitada a dois grupos de 200 turistas por dia). Pegamos uma promoção da GOL e pagamos R$ 574,77 no trecho ida e volta SP/Guarulhos (GRU) x (VVI) Santa Cruz de la Sierra/Viru-Viru (fiquem atentos aos grandes feirões de promoção que costumam acontecer a cada dois meses em média). O trecho VVI x SRE/Sucre optamos por fazer de avião, e pagamos US$ 55. Já o Seguro Viagem, pagamos R$ 140 para cobertura Mochilão / 26 dias / Bolívia, Chile e Peru.
       
      Tudo ia dando certo, dinheirinho na poupança todo mês, 13º dando aquele help, planejamento seguindo nos conformes. Masssss a calmaria antecede a tempestade, meus jovens. E foi só chegar nos últimos dois meses antes da viagem que o Universo começou a dizer “Tá achando que vai ser fácil assim, cara pálida? Negativo”.
       
      Pra começar, o dólar, que já não parava de subir, decidiu entrar num foguete e decolar rumo à estratosfera. E como só compraríamos os dólares na véspera da viagem... nos F*DEMOS bonito. Só em março foi um aumento de R$ 0,35 (trinta e cinco f*cking centavos). E isso só nos deixou com duas opções: injetar mais dinheiro pra compensar a subida ou economizar ainda mais pra compensar a queda. Acabamos optando por um pouco de cada.
       
      Ok, alta do dólar devidamente “digerida”, seguíamos com os preparativos finais. Mas aí o Universo deu aquela risada de deboche e disse “Pensam que acabou? Então peraí...”, e resolveu mandar o que parecia ser algo bem simples tipo O FIM DO MUNDO:
       

       
      Vulcões em erupção no Chile. “-Beleza, acontece.”
      Dilúvio no Atacama. “-Oi??? Dilúvio na p*rra do deserto mais seco do mundo?!”
      Terremoto de 5,8 com alerta de tsunami. “-Véi, na boa...”
      Crise política se agrava no Peru. “-MAIS GRAVE VAI FICAR QUANDO EU CHEGAR AÍ!!!1”
       
      Sacomé, a gente é mochileiro, e mochileiro brasileiro não desiste nunca. Ignoramos todo o caos, a zica e as 14 velas acesas por nossas mães e partimos rumo ao Apocalipse. Afinal, se é pra curtir o fim do mundo, que pelo menos seja de mochila nas costas batendo perna por aí, né não?
       
      PRÓXIMO CAPÍTULO: Partiu Mochilão!!! Santa Cruz de la Sierra, Sucre e... o mal da altitude.
    • Por Fernando Giroto
      Estou nesse momento em La Paz na Bolívia e estou querendo ir daqui para o Peru. 
      - As fronteiras continuam fechadas? Se não, quais as restrições para entrar?
      - Qual a melhor fronteira para entrar?
    • Por Lucass7
      Provavelmente tem essa informação em algum lugar aqui do fórum, mas não a encontrei então...
      ALGUÉM TEM ALGUMA DICA DE HOSPEDAGEM (MAIS BARATA POSSÍVEL) EM MACHU PICCHU PUEBLO?
      VALE A PENA PASSAR UMA NOITE LÁ OU VOLTAR DIRETO PRA CUSCO?
      SE TIVEREM DICAS DE TURISMO GRÁTIS PELAS REDONDEZAS TAMBÉM SERÁ DE AJUDA.
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