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Qual o melhor mês para ir ao Salar do Uyuni ?


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Olá Joshilton,

O Salar de Uyuni é daqueles lugares que você pode visitar em qualquer época do ano. Eu só não fujo um pouco dos meses de junho, julho e agosto, quando a temperatura gira em torno de 3 e 4 graus, com registros de mínimas de -15 graus.   É muito frio para tomar alguns banhos gelados que se encontram pela região (sem energia) rs.. 

Acrescentando....
Quando fui paguei 100 dólares para uma trip completa de 4 dias, passando primeiro pelo Cementério de Trenes, depois Salar de Uyuni, Vales das Rochas (árvore de pedra), Lagunas Coloridas, os Geisers, Vulcão Licancabur, piscinas termicas entre muitos outros lugares maravilhosos. Esse valor de U$ 100 é referente a um Toyota 4x4 (5 pessoas) e além do guia x carro está incluído toda alimentação e hospedagens pelo caminho (hotéis e pousadas). A empresa que contratei é a Estrela del Sur, e você contrata na avenida principal de Uyuni. abração! 

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17 minutos atrás, joshilton disse:

Grato. Infelizmente não poderei ir em janeiro, ferias somente em maio, já comprei as passagens para não ter desculpas de não ir rssss

Conforme citado acima, em todas as épocas tem suas particularidades, mas as coisas que vc n pode nunca esquecer são óculos escuro (por causa do sol q reflete no chão branco de sal) e roupas de frio. 

E mesmo que vc n veja os espelhos d'Água com certeza verás muita coisa bonita nas lagunas. 

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  • 4 semanas depois...
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Em 07/12/2018 em 19:54, Luka Izzo disse:

Olá Joshilton,

O Salar de Uyuni é daqueles lugares que você pode visitar em qualquer época do ano. Eu só não fujo um pouco dos meses de junho, julho e agosto, quando a temperatura gira em torno de 3 e 4 graus, com registros de mínimas de -15 graus.   É muito frio para tomar alguns banhos gelados que se encontram pela região (sem energia) rs.. 

Acrescentando....
Quando fui paguei 100 dólares para uma trip completa de 4 dias, passando primeiro pelo Cementério de Trenes, depois Salar de Uyuni, Vales das Rochas (árvore de pedra), Lagunas Coloridas, os Geisers, Vulcão Licancabur, piscinas termicas entre muitos outros lugares maravilhosos. Esse valor de U$ 100 é referente a um Toyota 4x4 (5 pessoas) e além do guia x carro está incluído toda alimentação e hospedagens pelo caminho (hotéis e pousadas). A empresa que contratei é a Estrela del Sur, e você contrata na avenida principal de Uyuni. abração! 

Fera, você acha mais adequado levar dolares para pagar o salar? Pelas pesquisas que fiz encontrei por 900 bolivianos. Valeu

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      [Trip Deserto – Atacama, Uyuni e Santiago]
      A Trip que estava no topo da minha lista de desejos foi realizada com muito sucesso em junho de 2019. Foram 13 dias, sendo 4 dias no Atacama, 4 dias para fazer a travessia para o Deserto do Uyuni e 5 dias em Santiago. San Pedro é daquelas cidadezinhas pacatas, chão de terra, paz e amor que rouba o coração da gente, as paisagens, os lugares são tão incríveis que parece que você está em outro mundo, SURREAL, minha alma transbordou de tanta emoção, vi a Via Láctea inteira bem em cima da minha cabeça, ouvi histórias ancestrais de Atacamenho raiz e o lugar menos esperado que eu não consegui segurar minhas lágrimas foram os Gêiseres Del Tatio, não sei explicar o que eu senti naquele lugar, só sei que foi incrível, apesar do frio de - 9° (alguns falaram que era de - 13°), fiquei hospedada no Hostel Hultur e foi incrível, porque tem área de fogueira e todo mundo se reunia em volta da fogueira toda noite. A travessia do Uyuni, não foi fácil, mas tbm não foi muito difícil, as hospedagens eram boas, disponibilizavam sacos de dormir, a comida era muito boa e tomei banho quente todos os dias. O mais complicado é o vento gelado em alguns lugares e a altitude, eu passei muito mal na laguna colorada, altitude de 4600 mts, tive que andar mais ou menos por uma hora e deu muito ruim. Fiquei 5 dias em Santiago tbm, vi neve, nevasca na montanha, não aproveitei tanto a cidade como gostaria, porque a Trip do Uyuni roubou minhas energias, me hospedei no Hostel Providência e um dos melhores Hostels que já passei, festa diariamente, e rodadas grátis de Pisco Sour. Uma dica para Santiago, fujam dos taxistas, eles são muito filhos da puta. No fim das contas foi tudo incrível. Como sempre digo "Tudo Vale a pena, quando a alma não é pequena"
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      Fiz a minha inscrição mas, na época (2016), teria que fazer um depósito em Nuevos Soles. Aí ficou complicado, pois o envio de valores do exterior é sempre convertido em dólares. Mandei um e-mail informando a situação e  fui muito bem atendido, com a resposta sendo de que eles aguardariam a minha chegada ao país para que eu pudesse fazer o depósito. Aí tudo tranquilo, pensei... Chegaria na sexta-feira à noite e logo no sábado passaria no banco, que abrem normalmente nesse dia. Porém, para a minha surpresa, quando fui ao banco... Estava fechado! Era feriado naquele sábado... Já chateado e pensando que não faria mais o passeio, vi uma plaquinha do BCP (o banco em questão) em uma mercearia. Perguntei se era possível fazer o depósito e sim! Consegui, peguei o ticket e agora era torcer para que o meu nome estivesse confirmado na manhã seguinte.

      09/10/2016 - É, Madruguei no BRT… Saí do Hostel ainda de madrugada e sem o café da manhã e caminhei poucas quadras até a estação BRT de Ricardo Palma. Usei o cartão que ganhei no dia anterior e fiz uma recarga de  de créditos. O terminal é bem fácil de usar e auto-explicativo.

      Terminal praticamente vazio, pegaria a mesma linha de ontem, durante o passeio com o free walking tour, mas, desta vez, o ônibus tinha pouca gente… também era domingo e de madrugada…

      Desci algumas estações mais a frente, na Javier Prado. O BRT aqui de Lima é muito funcional e bem sinalizado e a gente consegue se achar bem fácil por ele. A região da Javier Prado é parte do Centro Financeiro de Lima, como se fosse a avenida Paulista de São Paulo. Como sempre, fui navegando pelo Google Maps e não tive dificuldade nenhuma até então. Passei pelo terminal da Cruz Del Sur…No Peru não tem rodoviárias como no Brasil. Os ônibus saem de terminais das próprias empresas, e a Cruz del Sur tem 2 em Lima, por isso tem que ter atenção na hora de comprar a passagem.
      Foi uma caminhada de quase 3 quilômetros mas em pouco tempo cheguei ao prédio do Ministério da Cultura, de onde sairia o ônibus. Como cheguei cedo, aproveitei para tirar algumas fotos do lugar, cujo prédio é muito belo e imponente.

      Um pouco antes das 7 horas, estacionou um microônibus e um rapaz desceu com uma prancheta na mão. Tratei logo de ir perguntar e conferir se meu nome estava na relação... E sim! Entreguei o comprovante de pagamento e já me posicionei num assento na parte da frente e à direita do ônibus, para ir registrando todos os detalhes do trajeito.

      Iniciamos o passeio com andando pelas avenidas de Lima, que tinha o mesmo céu nublado de sempre neste dia. O que deu para perceber de diferente é a quantidade de lixo pelas ruas… Infelizmente, bem sujo por onde fomos passando.
      As vias expressas são muito boas… aliás, no Peru o asfalto das rodovias são muito bons mesmo!
      O guia do ônibus foi explicando como seriam as visitas. Faríamos uma parada de 30 minutos para o café da manhã e depois visitaríamos Vichama, Végueta e finalmente Caral, onde almoçaríamos.
      e quanto mais a gente se afasta da capital, piores vão ficando as condições urbanas…
      É muito seco por lá!

      Depois de percorrer algumas horas e ter parado para o café da manhã (não incluso), chegamos à primeira atração do dia: Vichama!

       
      Vichama é um sítio arqueológico muito recente. Foi descoberto em 2007 e fazia parte da Civilização de Caral. Fomos recebidos por um guia local que nos explicou a história da civilização e percorremos as construções, conhecendo os detalhes até agora descobertos sobre essa civilização pesqueira ainda tão pouco estudada. São mais de 25 hectares ainda não totalmente estudados… e o pior, ameaçados pelo avanço das casas, que estavam retirando materiais para a construção de outras moradias…. Imagina quanta coisa pode ter se perdido até então…

      Percorremos todo o sítio com o passeio guiado por um empolgado guia, de nome Kenji (nome do meu filho! 😜) que nos foi explicando cada detalhe e a história do lugar. Realmente, o Peru é um lugar maravilhoso para quem aprecia história e cultura...

      Fiz muitas fotos do lugar e pude aprender bastante sobre uma civilização incrível, mas totalmente desconhecida pela grande maioria, da qual me incluía, até então. Quando se fala em Peru, infelizmente resumem tudo à Civilização Inca e Machu Picchu... talvez até alguns lembrem de Nasca... Só estando aqui para conhecer o quão grande e diverso foi esse lugar antes da chegada dos saqueadores espanhóis!

      Passeio concluído, voltamos ao ônibus e deslocamos para ums pequena cidade, Végeta, onde visitaríamos um museu contendo mais informações sobre a civilização de Caral.

      Museu pequeno, mas com um rico acervo e excelente organização. Fomos guiados por Jane, que também com a mesma empolgação, nos contou mais a respeito da história e descobertas feitas na região. A população tem aprendido a valorizar muito a sua própria origem!

       
      Pé na estrada novamente e já estava com muita fome... Fomos percorrendo a região mais para o interior e pude perceber que mesmo com toda as dificuldades de uma terra árida e praticamente sem perspectivas, a população local persevera e trabalha o solo, conseguindo, contra todas as adversidades, plantar e colher o seu sustento... E o mais extraordinário, com técnicas e canais de irrigação herdados dessas civilizações desaparecidas!

      Agora sim... Finalmente em Caral, Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO!

      Antes de iniciar o tour pelo sítio, finalmente a parada para o almoço... Mas que, sinceramente, não deu para saciar a fome que eu estava sentindo. Foi um prato com um pedaço de frango que quase não tinha carne, só osso (carcaça, que chamamos aqui no Brasil), uma batata grande e outra média, bem diferentes da que estamos acostumados (afinal de contas, é o país com a maior diversidade em batatas do mundo!), um pedaço de espiga de milho verde e 3 vagens gigantes... Ah, sem esquecer do COENTRO 😝, que assim como no Nordeste brasileiro, é ingrediente obrigatório.

      Depois do almoço, fomos guiados por um arqueólogo para conhecer as ruínas de Caral. Grande parte dos trabalhos ainda continuam e o tamanho da área impressiona. São muitas as construções pelo lugar.

      Caminhamos sob um sol forte e ar bem seco por uma boa extensão. Infelizmente, não se pode ter acesso às construções.

      A mais impressionante delas é, sem dúvida, a Pirâmide Maior, com uma estrutura circular bem na entrada.

       
      Terminamos a visita e saí bem satisfeito por ter conhecido esse fantástico lugar, levando comigo muitas fotos e a vontade de explorar mais outros lugares igualmente incríveis por esse país tão especial.

      Esse foi o motivo por ter retornado por mais dois anos ao Peru...
      Chegamos na capital já à noite, por volta das 20h.

      Tratei logo de ir para o Hostel, fazer o backup das centenas de fotos do passeio e comer alguma coisa antes de dormir, já pensando na próxima aventura do dia seguinte... Mais um tour por Lima!
      Fiz um vídeo com todos os detalhes dos passeios, que deixarei logo abaixo. Procurei colocar tudo o que achava de importante para ajudar àqueles que pretendem conhecer o lugar. Só peço que, se o conteúdo for útil, não deixem de dar uma curtida, para incentivar as próximas postagens, além, é claro, de comentar e deixar o seu relato de viagem aqui no site. Assim, vamos nos ajudando e incentivando mais pessoas a conhecerem lugares fantásticos pelo mundo!
      É isso aí! Não perca o próximo episódio dessa jornada incrível... 🤠👍
       
    • Por ms.priscila
      ROTEIRO BOLIVIA (05 DIAS)
      INFORMAÇÕES GERAIS 
      Visto: dispensa de visto por até 30 dias
      Passaporte:  deve ser válido no momento de entrada; permitida entrada com RG
      Vacinas: não há exigências
      Quando ir: de abr-set, por conta das chuvas
      Capital: Sucre
      Moeda: BOLIVIANO ou BOB ($b)
      Idioma oficial: espanhol, quechua, aimará, guarani e uma variedade de língua indígenas
      Cod. telefone: +591
      Padrão bivolt: 230V
      Tomadas: A, C

      Após passarmos 11 dias no Peru, atravessamos a fronteira, por via terrestre, e continuamos nossa viagem à Bolívia. 

      Dia 01
      07:30 – saída de Puno para La Paz de ônibus, com parada em Copacabana (S/40 comprados diretamente no Hostel Pirwa). O ônibus para na fronteira para imigração nos dois países e aqui podemos trocar dinheiro. O Bs vale a metade do real
      12:00 – chegada à Copacabana para almoço no restaurante El fogon de La Cabana – péssimo atendimento, uma só pessoa para atender; há indicação de Wi-Fi, mas o sinal estava cortado, tivemos que pegar os cardápios e ir diretamente no balcão fazer o pedido
      13:30 – saída de Copacabana com destino à La Paz
      17:00 – chegada à La Paz
      20:30 – saída de La Paz a Potosi (80Bs cama) pela empresa Trans Copacabana. Não recomendo de forma alguma. O banheiro ficou fechado boa parte da viagem, tendo o motorista parado para que os passageiros fossem ao banheiro na beira da pista. Não houve uma parada em uma viagem de 10h. Após 6h de viagem, o banheiro foi aberto. O ônibus chegou com 1h de antecedência.
      05:00 – chegada a Potosi, ouvindo Victor & Leo e Leonardo em espanhol.
      07:00 – café da manhã no Café Restaurante Santa Fé: excelente atendimento e café da manhã muito bom.
      Aqui percebemos que estávamos perdidos. Lemos em algum site no Brasil que o Salar de Uyuni estava localizado na região de Potosi, por isso erroneamente pensamos que o passeio sairia dali e que não havia uma cidadezinha chamada Uyuni. Conclusão: perdemos o passeio. Andando pela cidade, fomos salvos pela Hellen, dona da agência de viagens Amigos da Bolívia. Recomendo muitíssimo. Extremamente atenciosa. Salvou-nos a vida. A Hellen nos comprou a passagem de Potosi-Uyuni (que sai de hora em hora e custa 40Bs), reservou o hotel La Cabana (quarto duplo com banheiro compartilhado a 60Bs) e o passeio de 3 dias pelo Salar a 850Bs. Em Uyuni estava 100Bs mais barato, mas naquela altura do campeonato foi nossa melhor opção
      11:30 – almoço
      13:00 – saída de Potosi-Uyuni
      17:00 – chegada a Uyuni. A moça da agência contratada nos buscou e nos levou até o Hostel. Já hospedados, saímos pra comer e conhecer o pouco que há para conhecer da cidade. Curiosidades: há caixas eletrônicos, câmbio de moedas, venda de óculos escuros e roupas de frio.

      Dia 02
      10:30 – saída para o Salar de Uyuni
      12:00 – almoço num hotel de sal
      14:00 – ida para o Salar
      17:00 – chegada à Ilha de Cactus
      18:00 – por do sol no Salar
      20:00 – chegada ao hotel de sal Los Piez para pernoite. Hotel adorável. Não há ducha quente e se paga pela toalha (Bs3) e pela ducha sem água quente (Bs10)
       
      Saída para o Salar
       
      Almoço num restaurante de Sal
        Salar de Uyuni

      Dia 03
      08:00 – visita às lagoas coloridas durante todo o dia! Almoço no caminho. Aqui, por volta das 11:00, nosso carro quebrou. Caminhamos cerca de 40 minutos até a próxima laguna e lá esperamos o carro ate por volta das 15:00
      18:00 – chegada ao acampamento para o pernoite do segundo dia. Os seis integrantes do grupo ficaram hospedados no mesmo quarto. Aconselha-se alugar, ainda em Uyuni, o saco de dormir (Bs50), já que nesse acampamento, no meio do deserto, faz muito frio. Esquecemos uma garrafa de água dentro do carro e ela amanheceu congelada
      21:00 – as luzes, ligadas por gerador, se apagam as 21h da noite
      Na segunda noite, as agências entregam um vinho para o grupo, como cortesia pelo passeio. Mas as vezes, se os turistas não pedem, os motoristas não entregam (ouvimos histórias de motoristas que beberam o vinho)
       
      Laguna Hedionda
        Laguna Colorada
        Jantar no alojamento

      Dia 04
      05:30 – café da manhã no acampamento (e aqui começaram os problemas)
      Deveríamos ter saído às 6h para ver os gêiseres. Entretanto, simplesmente fomos impedidos de deixar o acampamento porque nosso guia não havia pago o alojamento. Enquanto estávamos no carro, com muito frio, a dona do acampamento e o motorista discutiam lá fora. As 07:30 conseguimos partir
      08:00 – visita aos gêiseres. No caminho para a Laguna Verde, o pneu furou
      09:30 – chegada à Laguna Verde. Novamente, o carro apresentou problemas. Conclusão: fim do passeio. As três mulheres voltaram em outra van, que parou para nos ajudar e os três rapazes ficaram com o motorista e chegaram cerca de uma hora depois em Uyuni
      17:00 – depois de muito estresse, chegada à Uyuni. O proprietário da empresa já nos esperava. Expusemos todos os problemas. As inglesas, nervosas, não conseguiam mais falar espanhol. Depois de muita discussão, o Natalio, dono da Atacama Mística nos propôs a devolução de Bs150 por pessoa, pelos transtornos do passeio. Não pudemos visitar os banhos termais
      No ultimo dia, encontramos com outros dois grupos que tiveram diferentes problemas durante o tour (Esmeralda, Full Adventure e a nossa, Atacama Mística). Detalhe que todas foram recomendadas. O que nos parece é que o serviço mal prestado é lei na Bolívia. Não foi diferente em absolutamente nenhum lugar desde que cruzamos a fronteira
      20:00 – saída de Uyuni para La Paz (Bs100 pela empresa Omar: ônibus com calefação, cobertor e banheiro)
       
      Geiseres
        Laguna Verde
        Carro quebrado no meio do deserto
          Fim do passeio

      Dia 05
      09:00 – chegada à La Paz. O ônibus deveria chegar por volta das 7h, mas incrivelmente atrasou duas horas. Nosso voo para Cobija saía às 09:50. Fizemos o check-in exatamente 05 minutos antes de encerrar o check in. Isso porque, por sorte, o aeroporto ficava ao lado de onde o ônibus nos deixou
      10:50 – chegada à Cobija. Logo na saída do aeroporto encontramos o Valdir (68 99787511), que nos ofereceu a corrida até Rio Branco, sem troca de táxis por R$ 210 para 2 pessoas. Paramos na fronteira, carimbamos os passaportes, trocamos dinheiro e entramos no Brasil
      14:30 – chegada ao aeroporto de Rio Branco
      15:40 – saída para Manaus
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