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Olá gente, tudo bem?

 

Farei uma viagem para Europa dia 21/02, e estou com algumas dúvidas gerais... assim, queria pedir a ajuda de vocês.

Para vocês entenderem melhor o roteiro, farei uma mistura de work exchange com mochilão. Serão 40 dias no work exchange, com tudo incluso, então não terei gastos (ou se tiver, serão bem mínimos) e 24 dias de mochilão, de fato. O roteiro é: Amsterdam, Ootmarsum, Bruxelas, Bruges, Frankfurt, Praga, Český Krumlov e Berlim.

A ideia é fazer grande parte dos trajetos de ônibus, mas o que não der ou não compensar, de trem.

Primeira dúvida: geralmente falam que comprar as passagens de trem na hora ou com pouco tempo de antecedência custa bem mais caro... qual a experiência de vocês? Porque como serão 2 meses, fico com medo de dar algum problema no caminho, ter que mudar os planos e perder tudo que eu comprei com antecedência...

A outra dúvida é quanto à bagagem: minha passagem me dá direito a bagagem de mão, apenas, sem mala despachada. Pelo que eu pesquiso e ouço todos falando, os limites são sempre de até 10kg pelas regras da ANAC. Porém, quando entro na página da British Airways para checar (https://www.britishairways.com/pt-pt/information/baggage-essentials/hand-baggage-allowances) eles colocam as dimensões da bagagem de cabine e da de mão, e falam que as duas podem ser até 23kg. E aí, eu fiquei confusa hahaha qual limite de bagagem que vale? O determinado pela ANAC ou pela cia aérea? É a primeira vez que eu viajarei de mochilão, então tô realmente perdida... minha mochila é a Escape 50l da Quechua, que está dentro das dimensões descritas. Não pretendo ultrapassar muito os 10kg, mas queria saber se eu tenho esse direito, assim fico mais livre para comprar algo durante a viagem :)

E oooutra dúvida: o dinheiro que estou levando são 1000 euros para 24 dias de mochilão. Esse dinheiro dá? As hospedagens já estão reservadas e embutidas nesse valor, muitas estadias tem o café da manhã incluso, pretendo comprar comida no supermercado, enfim... só não sei ao certo quanto dará de transporte e passeios em geral. Deixem a opinião de vocês, please hahaha

Agradeço desde já, gente!

Bjs

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Olha... mil euros para 24 dias é muito desafiador... é uma média de 41 euros por dia para alimentação, transporte, ingressos e outras coisas mais que apareçam na viajem...

Não vou afirmar que não seja possível (tem muita gente guerreira por aí que faz milagres), mas é extremamente desafiador se manter na Europa com 41 euros/dia...vai depender muito de como vai ser seu mochilão...

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@gabsml Antes de qualquer coisa, brasileiro com visto de turista nao pode trabalhar em hipótese alguma na Europa. Se voce chegar lá na imigraçao e o oficial ao menos por uma fraçao de segundo sonhar que vc está indo pra trabalhar ou vc demonstrar isso pode ter certeza que vc volta na primeiro voo para o Brasil, nem os pés pra fora do aeroporto vc irá conseguir colocar.

Voce tem que chegar la e demonstrar que tem apenas o intuito de turistar, porem passar esse periodo entre o dia da chegada e da volta com mil euros será complicado o oficial ti liberar tambem. Mil euros pra cerca de 64 dias dao uns 15 euros por dia, será essa a conta simples que o oficial irá fazer, ou seja, grana totalmente insuficiente. Caso voce seja solicitada a comprovar renda pra ficar tanto tempo assim por la, seria algo em torno de uns quatro mil euros.

Por mais que vc ja tenha todo o esquema arrumado por la, voce nao pode chegar la dizendo que a maior parte do tempo irá trampar e por isso os mil euros seriam suficientes para uma estadia futura, isso nao vai colar, entao repense seu planejamento. Arrume mais grana, ou diminua seu periodo por la, nem que vc remarque depois a passagem para uma data mais pra frente porque realmente com essa grana disponivel vc nao entra la pra ficar dois meses.

Boa sorte

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@lobo_solitário , eu pressuponho que essa questão do visto para o trabalho seja ponto resolvido. Se não tem o visto, aí a questão sai de desafiadora para praticamente sem possibilidades... mesmo conseguindo entrar, se der uma vírgula errada no trabalho e não entrar a grana planejada para a primeira parte da viagem, a situação piora é muito...

  • Gostei! 1

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@f0soare eu tambem pensei a mesma coisa, mas vai saber ne nao custa nada alertar, tem pessoas que nao tem conhecimento e podem achar que basta dizer vou ali na europa trabalhar, entrar no aviao e ta tudo certo.

Uma vez ouvi a seguinte frase: "O óbvio também precisa ser dito" hehe

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Concordo que 1000 euros pra 24 dias é complicado demais, ainda mais nos locais escolhidos.

Com relação a trem, tem muito tempo que não uso trem na europa. Nem me lembro se já comprei passagem na hora. Mas vale a pena cogitar ônibus, que é algo que as pessoas acabam não pensando muito quando se trata de Europa. As passagens tendem a ser muito mais baratas e você consegue cotar nas rotas do google.

Já na bagagem, vai pela cia aerea. Se fosse menor que a ANAC, valeria ir pela ANAC - acontecia muito quando as regras de voos de/para Brasil eram de 32kg. Era bem comum eu ter problema com multi-trecho, galera querendo me taxar ou não permitir minhas malas. Ai eu tinha que falar que era do Brasil, blábláblá, e sempre tinha algum funcionário que já tinha passado por isso antes e me liberava. Mas sendo MAIOR que as regras da ANAC, não faz sentido o funcionário ir contra as regras da cia aérea no momento do check-in. Se você, na ida, não pretende ultrapassar os 10kg de qualquer forma, pergunta lá na hora do embarque... Assim você fica tranquila pra volta. (E é estranho você não ter direito a bagagem despachada, se o próprio site da british diz que voos de/para Brasil tem direito a bagagem despachada... Voo constantemente com eles e nunca nem cogitei que minha passagem poderia vir sem bagagem).

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    • Por MarceloBarce
      (relato em vídeo no fim do post)
      Na primavera desse ano, fui visitar a região de Trentino-Alto Àdige, para conhecer os Dolomiti, no norte da Itália.
      Me hospedei no Youth Hostel Bolzano, que era um dos únicos na região.

      Fiz 3 dias de trilhas, mas vou falar primeiro dessa travessia que eu registrei em foto e vídeo.
      No hostel, eu conheci 3 americanos que também tinham bastante experiência em trilhas, e fui com eles.

      Era primavera (4 de junho), um dia ensolarado com previsão de chuva para o fim da tarde, fazia uns 27 graus de temperatura.
      A chuva parecia inofensiva, mas se revelou uma tempestade assustadora no alto da montanha e deixou a temperatura NEGATIVA.
      Este foi um dos dias mais incríveis, bonitos e assustadores da minha vida.
      A ROTA DA TRAVESSIA

      Tomamos um ônibus circular de Bolzano para a bela cidade de Selva di Val Gardena, 1 hora de viagem ao preço de 5 EUROS, esse seria o único custo do passeio.

      PLANO A: pegaríamos o bondinho de ski Dantercepies (bandeirinha verde do mapa, abaixo do plano B) e a partir dali, daríamos uma volta no Monte Puez, um lugar com vistas incríveis, e desceríamos pelo vale de Valunga (trecho azul do mapa).
      PLANO B: começaríamos a trilha pelo final do Plano A, o vale Valunga, e ao chegar no ponto mais alto (o coraçãozinho do mapa), voltaríamos pelo mesmo caminho.
      EMERGÊNCIA: esta foi uma rota de fuga que precisamos tomar para fugir da tempestade

       
      RELATO
      O dia estava lindo, a previsão era de sol com nuvens para a tarde toda com uma garoa no fim da tarde.


      Infelizmente, o bondinho Dantercepies estava em manutenção, e por isso fomos seguir o plano B, começando pelo vale de Valunga, que começa nesta foto acima.
      Valunga é fantástico, se parece muito com o vale de Yosemite dos EUA. Inclusive, eu diria que esta rocha em primeiro plano da foto acima é parecida com o famoso "El Capitan".
      Já estive nos 2 parques nacionais para fazer esta comparação. Os americanos que estavam comigo concordaram, hahaha.
      O legal do Valunga é que não passa carros no meio.


      As vistas eram lindas em todos os sentidos.

      Enfim, começou a grande subida do fim do plano B, uma parte muito íngreme com bastante escalaminhada e alguns trechos de neve bem perigosos em que um escorregão poderia ser fatal.
      Mas fomos com calma e cuidado, e deu tudo certo.

      A vista dali era fantástica, mas já começava a dar sinais de chuva.

      Para nossa surpresa, quando chegamos no final da subida, que era uma passagem de montanha, avistamos uma tempestade assustadora que não era visível antes.
      Do lado de onde viemos, o clima estava razoável... mas do outro lado da montanha, as nuvens estavam bem escuras e já estava chovendo:

      PRESTE ATENÇÃO naquela cidadezinha no canto inferior direito da foto, este lugar se chama Colfosco e foi nossa salvação.
      Estávamos num lugar com pouca visibilidade dos arredores, subi num ponto mais alto antes que fosse tarde, para ver qual seria a direção mais segura para fugir da tempestade:

      Repare nas duas fotos acima que a chuva já havia mudado de lugar, use a montanha pontuda (monte Sassongher) como ponto de referência.
      Foi questão de 10 minutos para eu descer e a chuva pegar a gente.
      Daí pra frente, as coisas só pioraram.
      Nosso plano de voltar pelo mesmo caminho foi por água abaixo (literalmente), porque seria impossível descer aquele trecho íngreme de neve com chuva.
      Optamos por seguir a trilha do plano A até encontrar um dos abrigos de montanha da região, que estaria a mais ou menos 2 horas de distância.



      Porém, este plano também não deu certo.
      Começou uma tempestade de granizo muito forte com MUITOS RAIOS e nós tivemos que nos separar e abaixar, para diminuir a chance de tomar um raio.
      Estimamos que a temperatura baixou para -5 graus.
      A paisagem que antes estava verde e ensolarada, ficou cinzenta, coberta de neve e granizo.
      Estávamos todos com casacos corta-vento impermeáveis, bem protegidos, mas vestindo shorts, o que obviamente tornou a experiência bem fria, apesar de suportável (graças às jaquetas).
      O local era SUPER EXPOSTO, pois se tratava de um platô gigante. O melhor que podíamos fazer era tentar ficar numa parte menos alta.

      Na foto: eu em primeiro plano, Micky de jaqueta vermelha no fundo, Nathan de preto mais ao fundo, Elsa de preto no canto esquerdo da foto.
      Foi aí que traçamos a rota de emergência!
      Nós não voltaríamos mais para Val Gardena, porque as duas rotas (plano A e B) estavam extremamente perigosas, e eram os únicos caminhos de volta.
      A prioridade agora era encontrar um abrigo para salvar a nossa pele.

      Após a chuva diminuir, nós desceríamos para a cidade de Colfosco, que fica do outro lado da montanha e tem uma trilha quase plana cercada por montanhas, que era menos exposta aos raios, mas não menos desoladora.

      Tivemos que atravessar algumas cachoeiras de lama causadas pela chuva, mas não foi difícil e deu tudo certo:

      Esta descida pela rota de emergência durou aproximadamente 1 hora e meia, e apesar dos trovões assustadores e da garoa que não parava, essa rota passou segurança.
      Claramente, foi uma decisão sensata abrir mão de retornar a Val Gardena.
      Chegando em Colfosco, batemos na porta de uma casa que tinha luzes acesas e fomos recebidos por uma senhora MUITO hospitaleira que nos deu toalhas e preparou um chá para cada um.
      Rachamos um taxi para Bolzano, que saiu 30 euros por pessoa. Se não fosse isso, o passeio inteiro teria custado apenas 10 euros de ida e volta do ônibus. Ao fim, saiu 35 euros.
      Valeu a pena? Sim, hahahahahaha.

      Abaixo, o relato em vídeo, no meu canal, para vocês terem uma noção do que foi:
       

      Obrigado, espero que gostem.
      Qualquer dúvida, é só perguntar
    • Por carlos.lima1
      Pessoal,
       
      Alguem interessado em ir no St. Patricks em Dublin em 2020? Os preços das passagens pela TAP estão bem interessantes media menor que 2k ida e volta. Estou indo sozinho partindo de BH, caso alguem tenha interesse entre em contato.
       
       
      Atc,
       
      Carlos Lima
    • Por lourencobj
      Olá, mochileiros!
       
      É bom estar de volta, postando e planejando uma viagem para fora novamente.
       
      Em 2016 e 2017 fiz mochilões para Europa sozinho, cujos relatos estão na minha assinatura (conheço Budapeste, Viena, Praga, Berlim, Paris e Londres).
       
      Jà em 2018 a situação mudou. No final de 2017 conheci a minha Mônica 😍...
       
      Viajamos para Gramado, Tiradentes (onde noivamos no final do ano🤩), Caldas Novas, e no início do ano fomos para a incrível Paraty.
       
      Estávamos pensando em celebrar nossa união fazendo um casamento com festa e etc. Porém, finalmente decidimos não mexer com isso. Vamos é curtir nosso relacionamento juntos, "mochilando" pela Europa.
       
      Já comprei as passagens: chegada em Amsterdam no dia 12/07/19 e saída por Paris no dia 29/07/19.
       
      Importante: ela ainda não sabe nenhum dos nossos destinos. Eu montarei o roteiro e ela só vai saber para onde iremos na hora do embarque. Absolutamente a viagem será uma surpresa do início ao fim (e ela nunca viajou para fora). 
       
      Pretendo, sim, ficar uns 3 ou 4 dias em Amsterdam, assim como uns 4 dias em Paris (no final da viagem).
       
      Então aí vem uma dúvida: o que sugerem de cidades e passeios para fazer um roteiro "redondo"?
       
      Pensei em sair de Amsterdam, ficar umas 2 noites em Bruxelas (conhecendo essas redondezas).
       
      À princípio pensei em fazer: Amsterdam > Bruxelas > Londres > Paris.
      Eu sei que Londres é fantástico! Aliás, se hoje me perguntarem "qual cidade vc gostaria de visitar agora", prontamente responderia Londres. Foi a cidade que mais curti na vida!!!
       
      Mas gostaria muuuito de visitar Lauterbrunnen na Suíça, bem como Chamonix na França. Acho que são destinos com cara "romântica", embora estejam relativamente longe. E eu não gosto de fazer maratona de cidades. Gosto de realmente aproveitar e sentir o clima da cidade.
      Para tal, pensei em pegar um voo de Amsterdam (ou Bruxelas) para Zurique, e dali arrumar um jeito de ir a Lauterbrunnen. Depois pensei em ir para Chamonix e finalizar em Paris.
       
      E então, o que acham? Vale a pena esses translados até Lauterbrunnen? Ou deveria deixá-la para outra oportunidade (assim como Chamonix)? Sugerem algum outro destino bacana para um casal em lua de mel? 😀
       
      Ahhh, e é claro. Farei um novo relato assim que voltarmos. 😉
    • Por WMFlores
      Olá pessoal. 
      Mês que vem estaremos indo para 20 dias na Europa e minha dúvida é se precisa despachar mochilas de 50l / 60l.
      Iremoa pegar 5 voos ao todos e minha preocupação é com a Latam, já que nas demais paguei pela bagagem. 
       
      Desde já agradeço. 
    • Por LuucaaS
      Eai galera
      Em julho 2019 irei fazer um intercâmbio de 1 mês em Malta,logo após o intercâmbio irei fazer um mochilao de 12 dias para Roma > Viena 
      Escolhi só 2 países pra ter bastante tempo e não ficar muito corrido,é minha primeira viagem internacional tô bem preocupado RS,meu roteiro inicial ficou assim:
      Dia 01. Malta>Roma
      Dia 02  Roma
      Dia 03 Roma
      Dia 04 Roma
      Dia 05 Roma
      Dia 06 Roma>Viena
      Dia 07 Viena
      Dia 08 Viena 
      Dia 09 Viena
      Dia 10 Viena
      Dia 11 Viena>Malta
      Dia 12 Malta>Brasil 
      Estou bem desorientado em relação a quantos euros levar,dei uma pesquisada e durante esses dias vou gastar uns 650 euros incluindo (passagens de avião de malta>Roma>Viena>malta), alimentação,passeios e hospedagens.
      Gostaria de saber se está bom meu roteiro e a quantidade de euro que irei levar...
      Obrigado 😁
       
       
       
       


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