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RViana10

Primeira viagem internacional

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Fala galera, belezinha? Bom, me chamo Rafael e estou tentando planejar uma viagem para Europa com um amigo, como nosso orçamento é um pouco curto, desistimos de tentar fazer um mochilão e focamos apenas em conhecer um país, que no caso seria a Holanda (ou Itália, porém vou fazer o mesmo post na sessão da Itália para ficar algo mais organizado). Temos em caixa algo em torno de R$7.000,00 e queríamos ficar pelo menos uns 15~20 dias. Bom, como disse antes, estamos limitados em relação ao dinheiro, então esses R$7.000,00 seriam para a viagem como um todo (passagens, hostel, deslocamentos, alimentação, etc). Planejamos ir em Março de 2020, é uma boa época para ir? Vi que é um mês de "baixa" temporada, então acredito que encontraremos preços mais em conta.

Montei um roteirinho bem fuleira, só para organizar um pouco as ideias, mas estou aceitando sugestões caso seja necessário tirar, incrementar ou alterar alguma coisa.

Amsterdam - 5 dias
Keukenhof - 2 dias (Com algumas pesquisas, disseram que só vale a pena vir para cá da metade de Abril até meados de Maio, por conta do parque das tulipas, mas como vamos em Março, eu deveria tirar essa cidade do roteiro?)
Rotterdam - 4 dias
Kinderdijk - 2 dias
Delft - 2 dias

Qualquer opinião é muito bem vinda, até porque não conheço muito a Europa, não sei se a divisão de dias ficou muito boa, se há outras cidades que eu deveria incluir para colocar no lugar de alguma outra aí ou então se eu deveria tirar alguma por ter cidades demais, enfim, sou todo ouvidos.

Desde já, agradeço imensamente!

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Em ‎03‎/‎04‎/‎2019 em 19:16, RViana10 disse:

Keukenhof - 2 dias (Com algumas pesquisas, disseram que só vale a pena vir para cá da metade de Abril até meados de Maio, por conta do parque das tulipas, mas como vamos em Março, eu deveria tirar essa cidade do roteiro?)

Olá Rafael, vou comentar só sobre Keukenhof. Isso que vc escreveu "Tirar essa cidade do roteiro" não faz muito sentido.  Keukenhof não é uma cidade, é um parque/jardim privado, no meio do nada, com horário de abertura. Vc encontra as infos no site, incluindo datas e horários de abertura: http://keukenhof.nl/en/

Não há porque visitar Keukenhof fora das datas de visitação, já que os portões estarão fechados, ok?

Se mudar a data da viagem e pegar Keukenhof aberto: eu fiquei ali 4 horas (e isso que adoro flores). Já 2 dias acho meio exagerado, mas claro que vai do gosto de cada um.

Pelo país há parques nacionais, se vc tem vontade de experimentar a natureza é uma opção para vc já que são públicos e abertos em qualquer horário / epoca do ano (e gratuitos) aqui uma lista: http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_national_parks_of_the_Netherlands

Eu visitei um parque nacional perto de Haarlem: http://www.np-zuidkennemerland.nl/299/national-park-zuidkennemerland é um parque bem pequeno e deu pra visitar tudo de bicicleta, num único dia. Adoro fazer pedaladas na natureza e pra mim valeu muito a pena.

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@Adriana T-Tresch Olá, Adriana! Muito obrigado pela explicação! Eu não fazia ideia que era um parque, eu montei esse roteiro meio que sem uma pesquisa mais profunda, até porque eu não conheço nada na Holanda, tirando Amsterdam e Rotterdam que são os locais que mais ouço falar.

Vou dar uma pesquisada melhor então e reorganizar meu roteiro, mas desde já, agradeço!

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@RViana10 Em termos de custo a itália é mais barata, portanto recomendaria a Itália.

Amsterdam vou no mês que vem, ai posso te falar melhor, mas só pelas pesquisas, estadias etc... já da pra ter uma noção.

 

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Geralmente os países Europeus, como Canadá e EUA, para você entrar, tem que ter uma quantia determinada por eles e já ter as passagens de ida e volta, como também as hospedagens, de onde você irá ficar. Essas hospedagens, você pode fazer uma simulação e fazer uma cópia para levar.

É bom ficar atento a esses detalhes

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Em 03/04/2019 em 14:16, RViana10 disse:

R$7.000,00 seriam para a viagem como um todo (passagens, hostel, deslocamentos, alimentação, etc).

Considerando em média R$ 2.500 a passagem de ida e volta, te sobram R$ 4.500,00. A preço de hoje da em torno de 1.000,00 Euros. 10 diárias em hosteis na Holanda saem por 300 euros na média. Te sobrariam 70 euros/dia para alimentação e passeios. Mais que 10 dias já ficaria muito apertado... aí você teria que partir para cozinhar em hostel + fast food e sacrificar alguns passeios pagos.

Para ter ideia, um ticket de transporte publico em Amsterdam estava custando 3 euros ano passado. Uma refeição popular (menu simples com arroz ou batata, 200g de proteína e uma pseudo salada) entre 15-20 euros. Uma cerveja a partir de 5 euros. As atrações entre 15-20 euros. Hospedagem é uma das mais caras do mundo... acho pior que em Paris. 

10 dias daria para fazer Holanda combinado com Bélgica ou Paris ou Londres, tranquilamente!! O fator limitante é a grana porque são países caros de verdade. A Alemanha, algumas cidades são mais baratas - Berlim por exemplo.

Portugal você passa tranquilamente com 50 euros por dia. Madri os custos são bem menores em relação aos países do Norte da Europa.

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@Diogo Souza Fontes Então, Diogo... estava planejando ir para Holanda, Itália, UK ou um mochilão para o Leste Europeu, esses são os lugares que mais me chamam atenção entende?

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Aham entendi, leste europeu deve ser mais cara a passagem, porém os gastos lá são menores. Só fui 1 vez para europa, então vou deixar os mais experientes opinarem.

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    • Por flrc888
      Saudações Amigos!
      Meu nome é Franco Coimbra, sou de Minas Gerais. Sempre gostei de viajar, ônibus, avião, trem. Nunca tinha saído do País e achava que não tinha condições para isso. 
      Achei o site mochileiros.com, por acaso na net, é comecei a ler. Entre relatos de viagens, tutoriais, fui apreendendo formas de viajar barato. Muitos relatos de viagem me tocavam, as pessoas estavam sempre felizes amadurecidas e ansiosas, já planejando uma nova viagem. Agora tenho o maior prazer de ajudar e retribui toda a informação que consegui neste site.
       
      PLANEJAMENTO
      Transporte: Tenho uma facilidade com internet pois trabalho com tecnologia.
      Depois de várias buscas de preços descobrir que a melhor formar é se cadastrar no site Skyscanner. Após o cadastro, você criar um alerta de preço no trecho pleiteado. Fiz isso em janeiro de 2018. Em fevereiro comprei uma passagem Brasília a Campo Grande por R$179 incluindo bagagem. Também uma de Bogotá a São Paulo, com escala em Fortaleza por R$ 680,00, todas da Avianca. Descobri também que mudando a localização do navegador, você pode comprar passagens domesticas em outro país de forma mais barata. 
       
      O resto do trecho foi todo de Bus, usei as páginas Busbud e redbus para estimar o preço das passagens para o planejamento. Felizmente não usei o sites para realizar a compra, pois a vista é bem mais barato. Os ônibus em geral são mais confortáveis e baratos que no Brasil. Em países como Peru e Bolívia tem serviço de bordo, e telas de interatividade. As passagens são pechichaveis pode se fazer um leilão indo em várias empresas, mais não deixem de conferir a qualidade das avaliações nos sites que vendem passagens. Foram milhares de quilômetros admirando paisagens deslumbrantes pela janela. Andei em empresas como Copacabana, Trans Titicaca, Oltursa, Tepsa, Civa, Berlinda del Fonce, Ochoa e Bolivariana. Não tive nenhum problema. 
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      Fiz uma planilha com a estimativas de custo, e levei 10% a mais. Fiz uma planilha, que ao longo da viagem fui trocando os custos estimados pelos custos reais.
       
      Pará reservar acomodações e estimar custos de hospedagem, usei Hostel Word e Booking.
       
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      A melhor forma que encontrei, é levar um poço de dinheiro numa doleira. O resta deixa numa conta brasileira. Assim baixei o app da western Union e envia via app do meu banco e depois de meia hora sacava em uma loja local da western Union.
       
      PERRENGUES
       
      O tempo foi curto, talvez o trajeto deveria ser menor.
      Dava pra ter feito trechos de voo, se me programasse e comprava a passagem uma semana antes. Teria ganha tempo. E na maioria das vezes é mais barato que ônibus.
      Já na cidade de Ipiales, comprei uma passagem em um bus noturno para Medellín. Por volta das 04:00 de hoje 19/09/2018, na carretera 25 no povoado de El Cruero, o ônibus é parado pela polícia para uma fiscalização de rotina. Eu estava na poltrona 01, o policial ao notar que eu era estrangeiro me acordou e me chamaram pra dentro da guarita. Era um policial de etnia branca e um de etnia negra. Lá revistaram todas as minhas malas. Não satisfeitos pediram para ligar meu celular e escutaram todas minhas ultimas conversas. Não satisfeitos pegaram minha carteira contaram meu dinheiro (540 dólares). Disseram que poderia pedir para o ônibus seguir viagem, porque estava preso para averiguação da Interpol. Aí eu fiquei muito puto... Falei que estava correto. Que estava legal no país, que tinha visto em meu passaporte, e que o dinheiro que estava por tanta dó estava longe da quantidade limite que poderia portar. O policial de uma forma muito truculenta disse que se não calasse ia me fazer uma multa. Peguei meu telefone, falei que ia ligar numa linha de emergência do consulado brasileiro (nem sei se existe). Para pedir ajuda. Nesse momento um dos policiais foi para fora da guarita, enquanto o outro que ficou, na maior cara deslavada me pediu 100 dólares. Falei que não ia pagar, porque primeiro estou correto, e em segundo porque meu dinheiro estava contado e 100 dólares me faria falta para voltar ao Brasil. Não paguei, repeti que não pagaria, até porque o dinheiro me faria falta mesmo. Perguntaram minha profissão, quanto era meu salário. E por fim quando viram que não conseguiria me extorquir, me liberaram. Atrasou o ônibus em meia hora.
      CONCLUSÃO
      Não sou a mesma pessoa. Mudei e muito. Mais humilde, aberto. Aprendi a chegar nos lugares me apresentar e conhecer todos. Que se tem uma amizade intensa, ou um amor intenso, e depois a vida segue, e a despedida pode ser um adeus. Me renovei quero iniciar novos projetos, estudar mais, melhorar meu salário, cuidar da minha saúde. conhecer muito mais. Viajar sempre. Quero cuidar mais da minha saúde, racionalizar o álcool e para de fumar.
      Estudei muito quase um ano pra fazer essa viagem. Quem quiser dicas e compartilhar experiências meu zap é
      34 9 9944 2608
      Abaixo uma planilha com todos os custos, as datas não estão certas mais os custos sim.
      https://docs.google.com/spreadsheets/d/1_yIgkqtuVEvNEooOlkJhYwEIwpRGtyUKGMFkGk5KjZA/edit?usp=drivesdk
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      V_20181102_072341_N0.mp4
    • Por panda
      Meu primeiro mochilão pela Europa foi no longínquo ano de 2004 (mesma época em que entrei aqui no fórum).
      Acredito que a frase acima já lhe permita imaginar como minha viagem foi bastante diferente, levando em conta o quanto o mundo evoluiu em 15 anos.
      Sem mais delongas, vou citar abaixo 10 itens/coisas que levei em meu primeiro mochilão e que hoje poderia dispensar.
      As imagens são meramente ilustrativas.
       
      1. Câmera Fotográfica
       

      Eu sei exatamente o que você está pensando: em 2004 câmeras digitais já eram (quase) populares.
      Sim, já eram. Inclusive levei uma delas comigo (daquelas fininhas point and shoot).
      O problema é que minha câmera digital usava pilhas palitos que se desgastavam rapidamente.
      Além disso, meu irmão tinha uma câmera analógica semiprofissional da Canon e eu a levei acreditando que as fotos ficariam muito melhores do que na outra.
      A Canon era pesada, com uma lente grande...e não era fácil de guardar em uma mochila.
       
      2. Carregador de pilhas

      Mais barato do que comprar pilhas todos os dias para a minha câmera, eu comprei um carregador com 4 pilhas recarregáveis.
       
      3. MP3 Player

      Nada como ouvir uma boa música enquanto você espera o trem chegar...ou antes de dormir, depois de andar quase uma maratona para conhecer o maior número de pontos turísticos na cidade que se visita.
      Aliás, cabe salientar que meu mp3 player também usava pilhas palito.
       
      4. Despertador/relógio

      Levei dois relógios de pulso (um com o fuso do Brasil e o outro com o fuso local), mas descobri alguns dias antes da viagem que ambos tinham o som do alarme muito baixo (e eu o sono muito pesado).
      Diante deste problema, corri para uma loja de 1,99 e comprei um despertador (só pra garantir...sabe como é...).
       
      5. Lanterna

      Quando você dorme em um quarto com 8 ou 10 pessoas que você não conhece, é sempre bom ter uma lanterna pra encontrar o caminho do banheiro ou algum item perdido na sua mochila bagunçada.
       
      6. Dicionário

      Como já tinha certo conhecimento da língua inglesa, levei comigo um dicionário português/francês, pois passaria por 3 países francófonos.
       
      7. Diário de viagem

      Para guardar boas lembranças, além de registrar informações importantes (que depois compartilhei aqui no fórum), levei um caderno ou diário de viagem. Tenho ele guardado até hoje.
       
      8. Guia de viagem / mapas em papel /outros tantos papéis

      Levei um livro/guia de Amsterdã que emprestei de um amigo, além de várias páginas impressas com dicas que encontrei na rede (como ir da estação de trem/aeroporto até o hostel, principais pontos turísticos, onde comer gastando pouco, etc).
      Lembrando que o mochileiros.com tinha apenas 2 anos na época e a internet ainda não dipunha de tantas informações compartilhadas entre viajantes.
      Além disso, me utilizei de vários mapas em papel que ganhei ou comprei pelo caminho.
      Sem falar, é claro, nos tickets de trem/ônibus/avião que eu precisava guardar em minha mochila.
      Enfim...muitos papéis.
       
      9. Roupas em excesso / Peso em excesso

      Ainda que o mochilão tenha ocorrido no inverno, calculo que levei quase o dobro de roupas que eu efetivamente usei. Lavei algumas peças nos hostels e outras nem cheguei a usar.
      Isso impactou principalmente no peso de minha mochila (e em dores nas costas).
       
      10. Kit de costura

      Pensei muito se incluía ou não este item na lista, pois ele efetivamente salvou a minha vida (metaforicamente, é claro).
      Em razão do citado excesso de peso em minha mochila, somado ao fato desta não ser de uma qualidade muito boa, sofri um acidente quando aguardava meu trem na estação de Bonn, na Alemanha.
      Minha mochila simplesmente rasgou o fundo, despejando minhas coisas diante de uma plateia de alemães incrédulos com a cena.
      Embora inicialmente desesperado, vi o kit de costura no chão e o usei para costurar minha mochila.
      Entretanto, não foi tão fácil assim.
      As linhas do meu kit eram de má qualidade e quebravam quando eu tentava costurar um material tão duro quanto a mochila. Diante de tal infortúnio, não tive dúvidas: costurei com algo muito mais resistente, fio dental.
      A mochila ficou feia, mas aguentou o resto da viagem sem problemas.
      Pensando melhor...talvez seja bom manter o kit de costuras...
       
      Enfim, esta é a minha lista.
      É fácil perceber que o smartphone substituiu a maioria destes itens que citei, dentre outros que acabei não citando aqui (talvez em uma parte 2).
      E você? O que não levaria no seu próximo mochilão?
       
    • Por Mari D'Angelo
      Viajamos para Amsterdam nos primeiros dias do verão europeu, mas acho que esqueceram de avisar São Pedro, o frio estava congelante! Não que isso tenha estragado o fim de semana, a cidade das bikes é maravilhosa, chova ou faça sol, dá pra aproveitar! Aliás, é super comum ver as mães e pais carregando seus filhos pequenos na bicicleta mesmo em dias de chuva.
       
      Chegamos no fim da tarde meio perdidos e descemos do ônibus no ponto errado, que para nossa sorte era exatamente na Praça dos museus (ou Museumplein), onde fica o Museu nacional e a famosa escultura I Amsterdam. O lugar é lindo, até em dias cinzentos como aquele. O grande lago com algumas esculturas contemporâneas completa o charme.
       

       
      Decidimos ir direto ao Museu Van Gogh, que não é barato, mas é maravilhoso! Obrigatório para os amantes da arte. Logo ao chegarmos, uma banda começou a tocar no hall principal. Uma banda dentro de um museu, adorei! As obras estão dispostas em ordem cronológica, o que é muito interessante pra ir acompanhando as diversas fases da vida do pintor holandês. Além dos quadros há também desenhos, rascunhos e uma parte muito interessante onde é possível através de microscópios ver as espessas camadas de tintas utilizadas pelo artista. só tivemos 2 horas antes do museu fechar, mas dá pra “perder” horas lá dentro!
       

       
      Fomos a pé para o hostel admirando os canais, as floreiras nas pontes e toda a peculiar arquitetura dos prédinhos holandeses. Mas em pouco tempo de caminhada já deu pra perceber que quem manda na cidade são as bikes! Se você está a pé tem que prestar muita atenção pra não ser atropelado por uma delas.
       

       
      Sobre o hostel, a dica é: Não fique lá! A hospedagem em Amsterdam é bem cara e pelo que vi não há muitas opções (viáveis) interessantes. Na minha pesquisa pelo melhor custo-benefício (mais custo na verdade rs) encontrei o Hansbrinker, eles se auto-intitulam como o pior hotel do mundo e fazem campanhas bem-humoradas confirmando isso, mas, achei que era mais uma jogada de marketing, que não seria tão ruim assim e de qualquer forma, era um dos mais baratos mesmo, então ficamos com ele. Me arrependi! Na chegada nos deparamos com uma fila enorme para o check-in, uma multidão entrando e saindo sem o menor critério, barulho a noite toda e o atendimento era bem razoável. Talvez seja um sinal de que estou ficando velha, mas enfim, não recomendo! (ps. pelo menos a localização era boa!).
       
      À noite saímos sem rumo e acabamos na Rembrandtplein, seu nome homenageia o pintor Rembrandt, assim como uma grande estátua no centro da praça. Na frente dela há um conjunto escultural representando um de seus quadros, “A ronda noturna”. A grande praça é cercada por vários bares, restaurantes, casas noturnas e claro, coffe-shops. Amsterdam, apesar (ou exatamente por isso) de ser uma cidade liberal em relação às drogas (leves, é bom especificar) e sexualidade, funciona muito bem e é bastante segura.
       

       
      No dia seguinte começamos pela Casa de Anne Frank, enfrentamos uma enorme fila no frio e na chuva, mas valeu a pena! Li “O diário de Anne Frank” há muito tempo e foi algo que me marcou muito. Entrar nos pequenos aposentos onde se escondia toda uma família e ver as condições em que eles sobreviviam é realmente muito triste. No fim há um depoimento do pai dela, único sobrevivente da família e responsável por publicar o diário da filha após a guerra. É impossível não sair com lágrimas no olhos!
       

       
      Seguimos pela mais antiga praça da cidade, a Dam Square, onde entre outras coisas fica o obelisco em homenagem aos soldados mortos na 2ª guerra mundial e o famoso Madame Tussauds (e uma multidão de turistas e locais).
       
      A Fábrica da Heineken (ou Heineken experience) é parada obrigatória, mesmo pra quem não é tão apreciador de cerveja. Começa contando um pouco a história da marca com garrafas e rótulos antigos, depois uma breve explicação sobre os elementos principais e uma visita à sala dos enormes caldeirões. Há ainda uma criativa sala de cinema onde eles prometem te transformar em uma cerveja, e não é mentira Mas a parte mais legal é no fim, onde há a degustação de algumas rodadas de cerveja e uma sala interativa toda futurista. Vale a pena passar na lojinha, as coisas são caras mas as promoções são boas! Comprei um pack com 4 long necks com embalagens comemorativas por 5 euros!
       

       
      À noite fomos até o Red light district, estava curiosíssima pra conhecer essa tão falada região! A conclusão é que é exatamente como falam, vitrines ao longo de todo o canal e das ruas próximas com mulheres (das mais variadas belezas e feiuras) de lingerie ou biquini tentando atrair seus “clientes” e várias casas eróticas de shows de todo o tipo (segundo os cartazes, não me aventurei! Rsrsrs). Os neons nas fachadas criam o clima, mais ou menos como no baixo Augusta em São Paulo. Mas, apesar do “conteúdo adulto”, haviam muitas famílias, homens e mulheres de todas as idades, acho que hoje já se tornou mais um ponto turístico, algo que as pessoas tem curiosidade de ver. Ah, nem tente tirar fotos das moças, além de ser proibido, elas percebem mesmo de longe e se escondem.
       

       
      No último dia fomos até o Vondel Park, que é o mais famoso da cidade. Para nossa sorte, estava tendo uma apresentação musical meio alternativa e paramos um pouco pra ouvir, uma delícia! O legal foi ver no fim do show, todo mundo guardando as cadeiras em que estavam sentados.
       

       
      Sem tempo pra mais muita coisa, apelamos para o tradicional Mc Donald’s e seguimos para o aeroporto, com mais algumas lembranças na mala.
       
      Texto original e mais fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/pelos-canais-de-amsterdam/ =)
    • Por Mari D'Angelo
      Essa foi nossa segunda vez em terras holandesas, e já que da primeira conhecemos só a capital Amsterdam, dessa vez decidimos explorar as cidadezinhas próximas também. Fizemos tudo de trem, o melhor custo benefício em relação a transporte pois as passagens são baratas e as cidades são bem perto umas das outras. Foram 4 cidades em 3 dias e apesar de parecer corrido, deu pra aproveitar tudo com calma! Foi a primeira vez que viajei meio sem roteiro, com dias livres para simplesmente andar sem rumo e descobrir o que cada lugar tinha a oferecer.
       
      Para comprar as passagens pesquisamos tudo no site do sistema de transportes nacional, o http://www.ns.nl, dá pra simular os valores e ver os horários dos trens. Mas atenção! Algumas cidade tem nomes diferentes do que conhecemos, se não estiver escrito corretamente em holandês, você não vai encontrar. Decidimos comprar na hora em cada lugar pois os trens tem intervalos bem curtos e assim podíamos ficar mais flexíveis.
       
      O sistema funciona muito bem! A maioria das estações são super modernas, tem lockers para deixar as malas e você pode comprar os bilhetes em máquinas ou nos balcões de venda. As informações de horários e plataformas são bem indicado nos painéis. Os trens são extremamente pontuais e tem wi-fi grátis!
       
      Dia 1 – Utrecht e Gouda
       
      Chegamos no aeroporto de Schiphol em Amsterdam e já pegamos o trem direto de lá para Utrecht, o trajeto dura pouco mais de meia hora. Saindo do trem você já está no centro e para chegar no centro não demora mais do que 5 minutos. Tudo pode ser feito a pé.
       
      A cidade é daquelas pequenininhas e super fofas! Sua maior atração é a torre gótica Domtoren, que pode ser vista de quase toda a cidade e (dizem) oferece uma linda vista. Alguns passos depois fica a catedral gótica Domkerk e ao lado, o Jardim monástico Pandhof, um dos lugares mais lindos de lá! Entre os diversos canais, o Oudegracht é um dos principais e fica abaixo do nível da rua, com alguns restaurantes charmosos beirando suas águas. Se quiser um lanche rápido experimente as batatas fritas no cone, já é bom por ser batata frita e eles ainda colocam uns molhos deliciosos!
       
      A cidade tem uma atmosfera bem vibrante, suas ruas são cheia de cafés, restaurantes e lojas que atraem uma boa quantidade de turistas. Ficamos meio dia por lá antes de partir novamente para a estação de trem.
       
      A outra metade do dia foi em Gouda, que como o nome sugere, é o berço do delicioso queijo, produzido por fazendeiros nos arredores da cidade. Às quintas-feiras acontece um tradicional mercado de queijos e no sábado uma feira livre com diversas bancas onde é possível pedir por peso, assim já dá pra sair comendo na hora. Difícil é escolher só uma das opções!
       
      Ainda falando de comida, Gouda também é famosa pelo Stroopwafel, um delicioso waflle prensado com recheio de caramelo. Não deixe de experimentar um feito na hora, sério!
       
      O ponto central é a Praça Markt, onde fica o maravilhoso prédio da prefeitura em estilo gótico e encantadoras janelinhas vermelhas. Lá também fica um museu que conta a história do queijo e diversos restaurantes com preços não muito convidativos. Não deixe para jantar muito tarde, muitos lugares encerram as atividades por volta das 22h.
       
      Fazer uma pequena caminhada beirando o canal principal é super agradável e no fim você ainda descobre um dos moinhos da cidade (nada mais holandês, né?).
       
      Obs. O nome da cidade em holandês é pronunciado “rráuda”, caso não fale desta maneira provavelmente você não será entendido.
       
      Dia 2 – Haia
       
      Haia, diferente de Utrecht e Gouda, tem também seu lado mais moderno. Embora conserve a atmosfera de cidade pequena, seu skyline tem prédios novos e diferentões.
       
      É lá que fica a sede do governo e monarquia holandeses e alguns museus fantásticos! O Mauritshuis está repleto de obras de grandes mestres holandeses como Rembrandt e Vermeer, autor do quadro “Moça com brinco de pérola” lá exposto. Além disso a luxuosa “casa” pertencia a Maurício de Nassau, um dos responsáveis pela colonização holandesa no Brasil.
       
      Outra atração super interessante é o Escher in et paleis, um museu sobre o incrível trabalho de M. C. Escher, que mostra desde as obras iniciais até as gravuras mais conhecidas com imagens surrealistas e ilusões de ótica. Os lustres de cada sala tem formatos diferentes como caveiras, vasos, pássaros…
       
      Uma dica pra fugir dos restaurantes da praça central é o Le Cafe, um simpático bistrô que serve comidinhas deliciosas por um preço justo. Pode pedir o vinho da casa sem medo!
       
      Dia 3 – Amsterdam
       
      É claro que Amsterdam merece mais de um dia, eu diria uns 3 pra curtir tudo com calma, mas como já conhecíamos a capital holandesa, resolvemos ficar só um dia, ver alguns pontos que não vimos da outra vez, como o Rijksmuseum, admirar os prédinhos holandeses tão típicos e lindos e caminhar um pouco sem rumo pra sentir a cidade.
       
      Veja aqui um roteiro com as principais atrações de Amsterdam: http://www.queroirla.com.br/pelos-canais-de-amsterdam/
       
      ps. Em Haia e Amsterdam ficamos na rede de hostels StayOkay e com certeza recomendo! Tudo é bem limpo e organizado e o café da manhã incluso é bastante completo.
       
       
      Sobre os trens, aqui vai um resumo de valores (p/ 2 pessoas, com taxas) e durações aproximadas das viagens.
       
      Amterdam Schiphol – Utrecht: € 19,40 / 40 minutos
      Utrecht – Gouda: € 14,60 / 20 minutos
      Gouda – Haia (Den Haag): € 13,00 / 25 minutos
      Haia – Amsterdam Centraal: € 25,00 / 50 minutos
       
      *Valores de Junho/2016
       
      Post original com fotos e links: http://www.queroirla.com.br/holanda-trem-roteiro-3-dias/
    • Por henrique.silvestre
      Fala galera!
      Eu estou indo mochilar pela Ásia. Pedi demissão e fiz as malas, vou postar vídeos dos perregues e das experiências começando pelo dia 0 (link abaixo) 
       
      Amanhã to indo pra korea do sul 
      Bora também? 
       


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