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Galera, 

Estou indo para Peru em junho, queria fazer a trilha salkantay, os preços via Internet são absurdos, li relatos que é melhor comprar lá,  vou com mais uma pessoa, e seria apropriado comprar a entrada para MP antes mesmo sem ter definido Salkantay?  

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Com certeza é melhor deixar para comprar lá. Todos os passeios de Cusco são muito mais baratos se comprados e negociados no local. Quando vc faz Salkantay, chega em Aguas Calientes no penúltimo dia, visitando MP no dia seguinte. As agência normalmente já vendem a entrada para MP no pacote para salkantay. Se vc comprar MP com antecedência vc pode ficar limitado em relação ao dia que for sair a trilha para salkantay (se vc não achar uma agência que saia naquele dia pode perder sua entrada) e vai ter dificuldades em convencer a agência ou achar uma que não cobre a entrada de MP de vc, mesmo que vc já tenha a sua, creio eu. Agora, se vc quiser subir a montanha MP ou Huayna Picchu, vai ser melhor comprar com antecedência mesmo, pois os ingressos são limitados.

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Obrigado pelo retorno !! Pois é ...meu receio é justo esse .. Não comprar e deixar la na hora pra fechar o salkantay..mas se eu não faço pelo alto preço tambem fico sem o bilhete para MP ... Os sites estão cobrando 380 dolares não faço ideia do quanto poderia ser menos ... Voce sabe ? Assim posso tentar  definir antes ...obrigadoooooo

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 Os ingressos para Machu Picchu podem ser comprados direito no site https://www.ingressomachupicchu.com/. Você pode ver qual o custo do ingressos que vc quer comprar. Já os passeios que eu fiz, pela internet o preço estava aproximadamente o dobro do valor cobrado no local, às vezes até mais caro. Para vc ter uma idéia, eu fiz uma reserva pela internet com a empresa alpaca expeditions para a trilha 2d/1n macchu picchu. Você vai de trem até o km 104 da ferrovia, depois desce e chega a MP andando para ver o por do sol, desce e dorme em Aguas Calientes. No dia seguinte visita MP e volta de trem para Cusco. Eu fiz pela internet porque queria subir a montanha, e se deixasse para comprar lá provavelmente não conseguiria. O preço só para poder subir a montanha que me cobraram foi de US$ 75.00 (vc paga este valor em adicional ao  preço normal do passeio, já que o ingresso da entrada a MP já esta incluído no pacote). No site de MP, eu teria pagado apenas US$ 16,00. Mas não há como comprar no site de MP o ingresso apenas para a subida da montanha. E esta empresa não é a que cobra mais caro. Cheguei a ver preços até de US$ 90 adicionais  só para subir a montanha.

Na minha avaliação, MP ou mesmo Salkantay vc compra lá com tranquilidade (acho eu), mas se quiser subir a montanha vc tem que comprar com antecedência (foi o que ouvi falar).

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Muito obrigado pelo relato ! ja nao tem mais ingresso pra montanha no site na época em que irei, somente pra MP, assim vou tentar comprar o pacote com MP, o mais em conta possivel ne ..haha 

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    • Por joshilton
      Iniciando a Trip 4 de maio de 2019, Bolívia e Peru
      TODOS OS VALORES EM DÓLAR.
      Não colocarei os valores ainda no Brasil, vou me concentrar em valores nesses 2 países apenas, para você ter uma ideia que quanto irá precisar para fazer a sua.
      Vou postar em dólares  para facilitar, no dia que você decidir a ri nesse locais.
      Amanhã, será o início, já deixo a parte inicial do Tópico, pois irei postar diariamente, todos os finais dos dias.
      Pretendo ficar 24 dias, se não der para fazer todo o roteiro, poderei ficar mais uns dias para completar.
      Roteiro que tenho em mente, posso mudar, conforme o andamento da carruagem: Santa Cruz de La Sierra > Sucre > Uyuni > Salar > La Paz > Puno > Arequipa > Copacabana > Samaipata > Santa Cruz de La Sierra.
      SANTA CRUZ DE LA SIERRA.
      Compre o chip Tigo, funciona 100% aqui na Bolivia.
      Dicas: Tem 2 bancas que vendem os chips. Uma delas a U$ 1,45 e a outra a U$ 2,17. Uma em frente a outra.
      Outra dica: Peça para a moça configurar seu chip, é um pouco chato.
      U$ 8,68 o taxi do aeropuerto ao centro
      U$ 2,17 de centro ao terminal com muito choro.
      Aprendi a chorar kkkkkkk.
      Não encontrei a moça que iria conosco. Ela já tinha ido com uns Brazucas para Sucre. Se deu mal, pois o Soroche a atacou, fui saber disso, bem depois e por cima, ela esqueceu o celular em Santa Cruz. Então segue o roteiro, somente minha esposa e eu.
      Hospedagem em Santa Cruz de La Sierra, valor para casal: U$ 10
      Já estou em Sucre.
      Acabei de chegar do Parque Cretácico. Entrada: U$ 2,17
      Hospedagem em Sucre: U$ 8 (para casal).
      Viagem de Sucre a Uyuni, Empresa 26 de outubre. Cama U$ 13.
      Hospedagem em Uyuni, pois não aguento ir hoje ao Salar. U$ 20,84 para casal, banheiro privativo. Hotel Salcay. excelente hotel.
       

      Hotel Salcay em Uyuni, U$ 20,84, excelente hotel.

      Parque Cretácico: entrada a U$ 2,17

      Pegada dos dinossauros.

      Aguardando a hora de ir a Uyuni

      Plaza 24 de setiembre, Catedral Menos de San Lorenzo.

      Ao lado da Catedral Menos de San Lorenzo Mártir, aguardando o micro que nos lavará ao Parque Cretácico. U$ 2,17

      Valor das pizzas em quase toda a Bolívia: U$ 7,24 em média.
      Uyuni: Falei acima o valor da hospedagem, tem preços mais em conta. Fiquei nesse hotel, pois quando vi o apartamento quentinho e lembrei do frio lá fora, resolvi ficar nele mesmo, pois me agradou muito.
      Centrinho de Uyuni, é lindo, vale a pena dar um rolé, como também no mercado.
      Lembrando que a tangerina na Bolívia, é muito barato, não sei se é época de safra. o valor de 25 unidades por U$ 0,72. Até agora estou com o gostinho delas .... kkkkkkkkkkk
      Passeios ao Salar.
      O valor que te pedem de cara U$ 115. Ai vem o choro e começa a cair, U$ 110, e vai caindo até U$ 100.
      Conseguimos mais em conta, pois estávamos no hotel e resolvemos fechar um pacote, somente com brasileiros, 7 no total, ficou apertado, porém não correríamos o risco de pegar gringos fedorentos e isso é bem comum na Bolívia. (Europeus, americanos e bolivianos, esquecem que a água, serve para tomar banho). Fechamos o passeio a U$85. # dias no Salar. Se eu fosse hoje, eu faria somente 2 dias e não mais 3 dias, o último dia, é somente estrada e o retorno a Uyuni.






    • Por Lucas1900
      Em Agosto de 2018 fiz Calão/Lima -> Huaraz -> Lima -> Nazca -> Ica/Paracas -> Cusco + Vale Sagrado + Machu Picchu/Haynapicchu -> Arequipa + El Misti + Canon del Colca e pretendia fazer uma relato, mas pós retorno estava morto e do que pretendia fazer hoje ficaria bastante impreciso, o que não me agradaria. Então guardei os mapas pra dar a um priminho e hoje joguei tudo que é quanto nota fora e resolvi tratar somente do Vulcão El Misty, para quem possa interessar.

      Obs: adianto que não tô querendo fazer propaganda (+ ou -) de nada, mas tentando facilitar a vida de quem possa estar interessado em fazer esse rolê.

      No Brasil contratamos o passeio via Denomades, o processo foi bem simples, respondem bem e contratamos outros serviços com eles, mas nesse caso em específico foi um pouco frustrante. Pois na verdade eles intermedeiam a compra de serviço de outra agência local, que nesse caso, ainda comprou o serviço de uma terceira.

      Essa "segunda" foi um desastre. Nos informaram horário errado, não manjavam nada de rolê de montanha. Enviei informações prévias sobre condições físicas e de saúde e pedindo maiores informações para o preparo e "cagaram" pra isso. Ainda bem que não eram eles que prestavam o serviço e sim a  WaikyAdventours. E esses sim são muito responsáveis e prestativos. Sem pesquisar bem, não tinha muito como prever, mas se tivesse como tinha contratado diretamente com eles, barateado o passeio e não tinha me estressado com a "terceirizadora" hehe.

      É possível de se chegar ao cume, mas é importante estar acostumado a fazer caminhadas grandes e estar aclimatado.
      Quando fomos iniciar esse passei já estávamos a 20 dias no Peru, subindo e descendo montanha e laguna.
      Quatro franceses jovens que estavam no grupo do Misti, estavam há apenas 4 dias na região e ao chegar o acampamento base a aproximadamente 4800m já estavam passando mal.

      Dia -1.
      Após os estresses com a "terceirizadora" fomos levados ao Waiki, que nos orientaram que tipo de comida levar, quantidade de água e roupas que deveriamos utilizaram. Alugamos lanternas de cabeça e descobrimos que nossas luvas eram limitadas - eles nos emprestaram luvas deles.
      Dia 1 - Após nos buscarem próximo ao nosso alojamento, checaram nossas mochilas e nos emprestaram jaquetas mais adequadas, pois nossos anoraks eram pra "mata atlântica", eram bons corta ventos impermeáveis, mas não nos protegeriam do frios - se tivéssemos idos com eles, teríamos nos dado mal. Foi bem importante checarem nossa bagagem, nos permitiu reduzir a quantidade de roupas que levaríamos não só para uma quantidade mais adequada, mas num "esquema de camadas" mais adequado ao frio que enfrentaríamos.

      Saindo da agência, passamos no mercado para que os demais integrantes da "trupe" (4 franceses jovens , um mais velho, um canadense, eu e minha companheira de brasileiros e os dois guias peruanos) pudessem pegar água e comida.

      Ao acabar o asfalto pega-se uma estrada de chão até uma "fazenda" com posto de controle, onde está o Misti. O trajeto de carro até o inicio da trilha é bem acidentado, em terreno bastante arenoso, segure-se pra não sair quicando de dentro da pick-up.

      Iniciamos por volta das 12h e chegamos ao acampamento base (4800m de altitude) por volta de 16h30min. Nunca caminhei tão devagar, mas descobriria no dia seguinte que esse é meu passo favorito, além de necessário para alcançar altitudes maiores com esse corpo normalmente acostumado aos 700m hehe.

      Nosso grupo teve "sorte", pois não precisamos carregar as barracas, sacos e isolantes, pois o grupo anterior largou no acampamento base para nós, ou seja, só foi preciso trazer de volta e tal como no Brasil, pra descer todo santo ajuda.

      Os guias Brendesi e Edgar, esquentaram um arroz que trouxeram cozido, fizeram a melhor "hamburguesa" de altitude que ja pude provar, além de uma sopinha da hora. Um chazinho, pra dormir bem e as 17h30/18h já estávamos dormindo (ou tentando) em nossas barracas. Deveríamos acordar a 0h para iniciar a trilha rumo ao cume. Meu maior medo era não conseguir dormir cedo, ficar cansado e não chegar ao cume por isso.
      Por do Sol.

      Apesar do frio dormi super bem, sempre tentando colar em minha companheira e não encostar nas paredes geladas (e em alguns pontos congeladas) da barraca.

      Dia 2
      A 0h os meninos nos chamaram, tomamos um chá de coca e comemos um pão e partimos por volta das 0h30min (tentei  e tentamos levar o mínimo possível pra focar em carregar meu corpo).
      Levei uma coca cola lata, que era para estar quente, um litro de água, um litro de chá de coca, balas de coca, umas bolachas recheadas - enfim, priorizei açúcar e depois descobri que ainda assim levei mais líquido do que precisava hehe).

      De saída um dos franceses já ficou no campo base, pois estava passando mal.

      Depois de algum tempo de caminhada, os outros franceses jovens desistiram, pois também começaram a passar mal. Um dos guias voltou com eles para o campo base.
      Seguimos eu, minha companheira, um australiano jovem, um guia, e o francês mais velho, que estava com dores no joelho, uma tosse horrível, tomava uns golês e fumava... e que aparentava ser o primeiro que desistiria,

      Estávamos caminhando num breu, que era amenizado pela luz da lua, mas que não ajudava a atenuar o frio. Ao chegar em 5500m minha companheira informou ao guia que precisava voltar, pois não estava aguentando de frio e não conseguia seguir no nosso ritmo de tartaruga. O guia questionou se mais alguém queria "bajar", pois dali em diante "teríamos que ir até o fim". Nosso amigo francês estava com o joelho doendo e com frio, mas apostava na chegada do sol, por fim decidiu ficar.

      O guia pediu que esperássemos, pois a levaria até um ponto um pouco mais abaixo, para que ela fosse sozinha até o campo base. Ela tinha como referência a lanterna do outro guia que estava no campo base, que parecia estar perto, mas estava longe pacas. Ele pediu que ela fosse caminhando/deslizando pelas pedras até ver a primeira moita (juro que foi essa orientação) e que lá chegando ela pegasse a esquerda sentido a lanterna. Nisso ele voltou até onde estávamos, e apesar do pouco tempo de espera parecia que tinha nos abandonado hehe.

      O Piere, ficava perguntando de minuto em minuto se ele voltaria, pois estava bem frio pra ficar parado.

      Enquanto seguimos subindo, minha companheira foi caminhando no breu em busca da moita. De pois de vários tombos e pacotes, achou a moita e ficou trocando ideia, aprendendo sobre constelações, vendo o nascer do sol e pensando nos significados e no respeitar seus próprios limites.
      Como "único sulamericano" (excetuando o guia) da competição imaginária que criei em minha cabeça assumi a dianteira junto ao guia, para chegar na frente dos representantes da França e Austrália. Isso até perto de onde achava ser o cume... quando avistei o verdadeiro cume, me contentei em ser o ultimo dos "competidores" e pedi que os meninos me passassem.

      O guia e o francês que iria desistir primeiro hehe sumiram na minha frente, e por longo tempo fui caminhando com Cameron, o australiano que só falava inglês. Meu inglês é bem limitado e só serviu pra eu ficar alimentando meu parceiro perguntando "Do you like ... (coke, tea, bread, biscoito hehe).

      Em dado momento eu parei pra descansar e ele foi embora um pouco mais a frente. Acabei por chegar , acredito que 1h depois do Piere, e uns 30min depois do Cameron. E acredito que só cheguei por uma brincadeira que consistia em respirar, dar 10 passos e repetir isso até o cume.

      Foi muito bacana reencontrar os 3, olhar as fumarolas, tomar uma coca trincando a temperatura "ambiente" (a temperatura ambiente estava proximo a -18ºc) e ficar pensando sobre os Quechuas que subiram aqueles "Apos" para fazer suas oferendas sem jaquetas ou sapatos especiais, sobre os significados das colônias, sobre a violência das mineradoras que ainda existem com as comunidades campesinas, sobre os impactos do turismo, sobre como gostaria como uma pá de gente tivesse condições (econômicas, de tempo e saúde para estar ali), como foi legal compartilhar esse rolê com aquele grupo, nos proximos vulcões, enfim, uma infinidade de coisas passaram na cabeça.

      Cratera do Misti (5822m) com o PIchu PIchu ao fundo.



      Descer foi "moleza", com alguns pacotes no "esqui" nas pedras/areias, mas bem divertido. Ir até o acampamento base, encontrar o restante do grupo, dividir sentimentos, catar os equipamentos e descer rumo a pick-up.

      Outras considerações:
      a) Os guias eram muito gente finas;
      b) Se aclimate para não sofrer no rolê, além de estar subindo descendo e subindo, estávamos tomando chá de coca a vários dias, e tomavamos quase todas as manhãs "profilaticamente", além de eventualmente tomar Sorochi Pill (medicamento industrializado a base de AAS) profilaticamente e Ibuprofeno, quando tivemos dor de cabeça.
      c) O bloqueador solar congelou na mochila no acampamento base, então conversa bem com os guias pra se proteger bem do frio.
      d) Como em qualquer trilha, traga seus lixos para a cidade e peça as devidas orientações para usar o "banheiro" na montanha/vulcão.

      No mais bons passeios e caso possa ser útil estou à disposição.

      Abaixo uma foto da cidade, salvo engano com a fumarola do Sabancaya ao longe.



       
    • Por casal100
      Esse relato é dividido em cinco partes:
      .da página 1 até a 7 refere-se a viagem realizada entre dez/2007 e fevereiro/2008 de carro;
      .a partir do final da página 7 refere-se a viagem que começa no final de dez/2008 até final de fevereiro/2009 de carro.
      .a partir da pag. 15 - viagem a Torres del paine, carretera austral ..........viagem realizada de dez/2009 a fevereiro/2010.
      .a partir da pag.19 - viagem ao Perú e Equador ....vigem realizada de dez/2010 a fevereiro/2011.
      .a partir da pag.23 - viagem venezuela, amazonas, caminho da fé.... realizada entre dez/11 a fev/12.
    • Por mspriscila
      INFORMAÇÕES GERAIS DO PERU E BOLÍVIA (2015)
      Visto: dispensa de visto por até 90 dias no Peru; e por até 30 dias na Bolívia
      Passaporte:  deve ser válido no momento de entrada; permitida entrada com RG
      Vacinas: não há exigências
      Quando ir: para visitar Machu Picchu e Uyuni, de abril a setembro, por conta das chuvas
      Capital: Lima; Sucre
      Moeda: NOVO SOL ou Pen (S/); e BOLIVIANO ou BOB ($b)
      Idioma oficial: castelhano e aimará; espanho, quechua, aimará, guarani e uma variedade de língua indígenas
      Cod. telefone: +51; +591
      Padrão bivolt: 220V; 230V
      Tomadas: A, C
        A viagem ocorreu entre 18abr a 03maio/2015. Durante toda a viagem, a temperatura oscilou entre 15o graus durante o dia e 5o graus a noite, diminuindo um pouco mais no deserto.
        Dia 18
      09:50 - saída de Manaus com destino a Rio Branco
      12:00 - chegada à Rio Branco; almoço no aeroporto R$17,00
      12:30 - saída do aeroporto para Rodoviária de Rio Branco, de onde saem os táxis para Brasileia (R$90,00) e cerca de 45min viagem
      13:30 - saída de Rio Branco para Brasileia (R$60,00 taxi por pessoa) e 2h30 de viagem
      16:00 - chegada à Brasileia e saída imediata para Assis Brasil-Iñapari (R$35,00 táxi por pessoa) e 1h20 de viagem - o táxi para na fronteira para carimbar o passaporte e nos deixa do outro lado. A fronteira dos dois países funciona de 7-19h (hora local)
      17:15 - chegada em Iñapari (no local de onde saem as vans se pode trocar dinheiro - 1/0,90 reais)
      18:00 - saída de Iñapari de van (S/30 por pessoa) rumo a Puerto Maldonado. A viagem deveria durar cerca de 3h, mas pegamos um péssimo motorista, que fez muitas paradas desnecessárias, atrasando a viagem em 1h. Perdemos o ônibus para Cusco. O último ônibus para Cusco sai as 21h da rodoviária. E existem várias empresas.
      22:00 - chegada à Puerto Maldonado. Cidade pequena, suja, sem estrutura.
      Pernoite no hotel Oasis Inn (bem ruim e sem café a S/20)
      Cruzando a fronteira  
      Van de Iñapari para Puerto Maldonado  
      Ônibus de Puerto Maldonado para Cusco Dia 19
      10:30 - saída de Puerto Maldonado rumo a Cusco. Tentamos tomar café no mercado central, mas tudo extremamente ruim. Pagamos cama (S/70) e uma taxa de S/2.50 pelo uso do terminal. Isso acontece em todo o Peru. Paga-se uma espécie de 'taxa de embarque', fora a passagem, mesmo no caso de ônibus. O ônibus para no caminho para almoçarmos (S/8). Comida caseira e muito boa. No trajeto, foram exibidos dois filmes. Sem Wi-Fi.
      22:00 - chegada à Cusco (o ônibus atrasou).
      Táxi da rodoviária para o albergue (S/10). Táxi no Peru e Bolivia é muitooo barato.
      Pernoite em Pirwa Hostel (S/97 quarto casal com banheiro privativo): o Hostel foi mto recomendado na internet, mas particularmente não gostei. Não tinha água quente em todos os banheiros, o café extremamente fraco e limitado. Saímos as 8h pra tomar café e muitas coisas já tinham acabado.
      Lanche no Mc Donalds (S/18 trio big Mac)
        Chegada a Cusco Dia 20
      Trocamos dinheiro na Plaza das Armas. Melhor cotação 1-0,95 (sim, nossa moeda está desvalorizada) na Western Union
      10:00 - Pegamos um ônibus see-sighting (S/20), com 1h20min de passeio, que fez o trajeto passando por Sacsayhuaman, Cristo Branco e parada em uma loja têxtil (com roupas de alpaca extremamente caras)
      13:00 - almoço no Emperador (S/30 por pessoa), próximo à Plaza de Armas; comida boa e bem servida
      Durante o resto do dia passeamos pela cidade, até o Convento Santo Domingo S/10 (vale a pena conhecer) e compramos o bilhete para Machu Picchu (S/70 para estudante) e os bilhetes de trem de Ollanta para Águas Calientes (U$128 pela empresa Inca Rail; a Peru Rail estava esgotada e era mais cara). Aqui vale uma observação. Eu não havia percebido que o número de 2500 pessoas diárias é para Machu Picchu e não para as montanhas. As montanhas estão reduzidas a um número de 500 pessoas por dia. Por isso, quando fomos comprar o bilhete, já estava esgotado para Huayna Picchu. Pedimos, então, o bilhete para a Montanha de Machu Picchu, mas só na cidade inca percebemos que nos venderam o bilhete errado, com entrada somente para a cidade.
      Ainda, compramos um passeio turístico de Cusco-Puno, que faríamos depois de Machu Picchu (S/150). Não compensa o passeio; caro e pouco atrativo.
      Pernoite em Pirwa Hostel (S/97 quarto casal com banheiro privativo)
      Convento Santo Domingo Dia 21
      06:30 - café na padaria Panam (S/10 empanada com café), próximo à Plaza das Armas. Excelente padaria. O café no Hostel era só a partir das 7h. Fizemos check out e deixamos as mochilas grandes no Hostel. É seguro e todos fazem isso.
      07:00 - saída para o tour do Vale Sagrado (S/35 pela empresa Orellana). Na chegada a Pisaq, paga-se S/70 para o bilhete turístico parcial, para visita somente para o Vale Sagrado (Pisaq, Ollantaytambo e Chinchero). Pode-se pagar ainda o bilhete integral (S/140). Para o parcial, não se aceita carteira de estudante. Para quem deseja pernoitar em Águas Calientes para ir até Machu Picchu, deve interromper o passeio em Ollantaytambo e não ir até Chinchero
      16:00 - terminamos o passeio em Ollanta e pegamos um tuk tuk (S/3) até o terminal de trem
      16:36 - saída do trem para Águas Calientes. Não esqueçam repelente e protetor solar para Machu Picchu
      19:00 - chegada em Águas Calientes (não há táxi na cidade; todos os hotéis estão ao redor...bem pertinho)
      Pernoite no Hostel Supertramp (S/30 dormitório misto). Excelente Hostel, com ótimo atendimento, camas confortáveis, água quente e o café é bem servido a partir das 04:30! O único problema foram as tomadas...todas frouxas, mas a recepcionista nos deixou carregar os eletrônicos na tomada da recepção
      Trem de Ollantaytambo para Águas Calientes Dia 22
      04:30 - café no Hostel
      05:00 - saída do Hostel e compra dos bilhetes na própria parada de ônibus (S/75)
      05:30 - saída dos primeiros ônibus. As 05:30 a fila já estava enorme
      06:30 - início do tour em Machu Picchu. Contratamos o guia na hora por S/20. Eles tentam fazer com que você contrate no Hostel por S/30, mas não há necessidade
      08:00 - término do tour com o guia. Vale muito a pena conhecer a história, que é contada apenas na cidade de Machu Picchu. Após, estamos liberados para explorar a vontade e fazer as subidas para as montanhas
      17:00 - saída de Machu Picchu. O parque fecha neste horário
      19:00 - trem de volta para Ollanta
      21:00 - chegada em Ollanta e táxi-lotação para Cusco (S/15 por pessoa)
      23:00 - chegada à Cusco
      Pernoite em Pirwa Hostel (S/30 em dormitório misto)
      Ônibus para Cusco às 5:30h   Grupo que partilhou as informações do guia por 1h30. Vale a pena!   A linda Machu Picchu Dia 23
      Para o dia seguinte, optamos por Deixar Cusco e seguir para Puno, para que continuássemos até o Lago Titicaca.
      06:30 - a empresa nos buscou no Hostel e nos deixou no ônibus para Puno
      17:00 - chegada a Puno
      Compra do passeio para o Lago Titicaca pela empresa Edgar Adventures (S/100), localizada na Calle Lima. O passeio é de 2d1n. Na Calle Lima é possível sacar dinheiro nos caixas eletrônicos e trocar moeda.
        Dia 24
      08:00 - início do passeio pelo Lago Titicaca. A primeira parada é na ilha flutuante de Uros. La é oferecido um passeio num barco típico por S/10
      13:00 - chegada à ilha de Amantani. Cada grupo é alojado na casa de uma família da ilha. Lá dormimos, almoçamos, jantamos e tomamos café do dia seguinte, tudo incluso no pacote.
      16:00 - somos convidados a nos reunir no ginásio da ilha para iniciarmos a subida até o Templo do Sol (aprox. 40 min de caminhada). O ar rarefeito torna a caminhada muito difícil
      19:00 - jantar
      20:00 - somos convidados para participar de uma festa local. Para isso, nos vestem com roupas típicas. Não há eletricidade. Somos guiados por uma lanterna entre os morros.
      Ilha flutuante de Uros   Alojamento em casa de família típica, na ilha de Amantani   Alto do Templo do Sol   Trajes típicos para festa na ilha Dia 25
      07:00 - café da manhã
      08:00 - saída para a ilha de Taquile
      12:00 - almoço na ilha (S/20) e retorno para Puno
      16:00 - chegada à Puno
      À noite, também pela Edgar Adventures, compramos o passeio para Canyon del Colca, de 2d1n (S/419), incluso hotel em Chivay, guia, boleto para entrar em Chivay (S/40 para latinos e S/70 para demais estrangeiros) e passeios. Passeio adicional para as águas termais S/20.
      Ilha de Aquiles Dia 26
      06:00 - saída de Puno para Chivay
      13:00 - chegada à Chivay
      15:00 - Almoço no Restaurante La Cabana (S/16)
      18:30 - Planetário da Casa Andina (S/20): péssimo. O cara só mostrou algumas constelações, onde nos encontrávamos e alguma história dos incas. Meu amigo sabia mais
      19:30 - Jantar no El Hornito (S/35 por pessoa): apresentação de danças típicas, bandas, ótima comida e atendimento
      Pernoite no Hotel Colca Inn (incluso no pacote)
        Dia 27
      06:00 - saída para o Canyon. Subimos até a Cruz do Condor, parando nos mirantes e passando pelas cidadezinhas de Maca e Cabanaconde
      12:00 - chegada à Chivay para almoço no Restaurante Wititi (S/28)
      13:00 - saída para Puno
      19:30 - chegada à Puno
      Voo do Condor   Colca del Canyon Dia 28
      07:30 - saída de Puno para La Paz de ônibus, com parada em Copacabana (S/40 comprados diretamente no Hostel Pirwa). O ônibus para na fronteira para imigração nos dois países e aqui podemos trocar dinheiro. O Bs vale a metade do real
      12:00 - chegada à Copacabana para almoço no restaurante El fogon de La Cabana - péssimo atendimento, uma só pessoa para atender; há indicação de Wi-Fi, mas o sinal estava cortado, tivemos que pegar os cardápios e ir diretamente no balcão fazer o pedido
      13:30 - saída de Copacabana com destino à La Paz
      17:00 - chegada à La Paz
      20:30 - saída de La Paz a Potosi (80Bs cama) pela empresa Trans Copacabana. Não recomendo de forma alguma. O banheiro ficou fechado boa parte da viagem, tendo o motorista parado para que os passageiros fossem ao banheiro na beira da pista. Não houve uma parada em uma viagem de 10h. Após 6h de viagem, o banheiro foi aberto. O ônibus chegou com 1h de antecedência.
      Fronteira do Peru com a Bolívia Dia 29
      05:00 - chegada a Potosi, ouvindo Victor & Leo e Leonardo em espanhol.
      07:00 - café da manhã no Café Restaurante Santa Fé: excelente atendimento e café da manhã muito bom.
      Aqui percebemos que estávamos perdidos. Lemos em algum site no Brasil que o Salar de Uyuni estava localizado na região de Potosi, por isso erroneamente pensamos que o passeio sairia dali e que não havia uma cidadezinha chamada Uyuni. Conclusão: perdemos o passeio. Andando pela cidade, fomos salvos pela Hellen, dona da agência de viagens Amigos da Bolívia. Recomendo muitíssimo. Extremamente atenciosa. Salvou-nos a vida. A Hellen nos comprou a passagem de Potosi-Uyuni (que sai de hora em hora e custa 40Bs), reservou o hotel La Cabana (quarto duplo com banheiro compartilhado a 60Bs) e o passeio de 3 dias pelo Salar a 850Bs. Em Uyuni estava 100Bs mais barato, mas naquela altura do campeonato foi nossa melhor opção
      11:30 - almoço
      13:00 - saída de Potosi-Uyuni
      17:00 - chegada a Uyuni. A moça da agência contratada nos buscou e nos levou até o Hostel. Já hospedados, saímos pra comer e conhecer o pouco que há para conhecer da cidade. Curiosidades: há caixas eletrônicos, câmbio de moedas, venda de óculos escuros e roupas de frio.
        Dia 30
      10:30 - saída para o Salar de Uyuni
      12:00 - almoço num hotel de sal
      14:00 - ida para o Salar
      17:00 - chegada à Ilha de Cactus
      18:00 - por do sol no Salar
      20:00 - chegada ao hotel de sal Los Piez para pernoite. Hotel adorável. Não há ducha quente e se paga pela toalha (Bs3) e pela ducha sem água quente (Bs10)
      Saída para o Salar   Almoço num restaurante de Sal   Salar de Uyuni Dia 01
      08:00 - visita às lagoas coloridas durante todo o dia! Almoço no caminho. Aqui, por volta das 11:00, nosso carro quebrou. Caminhamos cerca de 40 minutos até a próxima laguna e lá esperamos o carro ate por volta das 15:00
      18:00 - chegada ao acampamento para o pernoite do segundo dia. Os seis integrantes do grupo ficaram hospedados no mesmo quarto. Aconselha-se alugar, ainda em Uyuni, o saco de dormir (Bs50), já que nesse acampamento, no meio do deserto, faz muito frio. Esquecemos uma garrafa de água dentro do carro e ela amanheceu congelada
      21:00 - as luzes, ligadas por gerador, se apagam as 21h da noite
      Na segunda noite, as agências entregam um vinho para o grupo, como cortesia pelo passeio. Mas as vezes, se os turistas não pedem, os motoristas não entregam (ouvimos histórias de motoristas que beberam o vinho)
      Laguna Hedionda   Laguna Colorada   Jantar no alojamento Dia 02
      05:30 - café da manhã no acampamento (e aqui começaram os problemas)
      Deveríamos ter saído às 6h para ver os gêiseres. Entretanto, simplesmente fomos impedidos de deixar o acampamento porque nosso guia não havia pago o alojamento. Enquanto estávamos no carro, com muito frio, a dona do acampamento e o motorista discutiam lá fora. As 07:30 conseguimos partir
      08:00 - visita aos gêiseres. No caminho para a Laguna Verde, o pneu furou
      09:30 - chegada à Laguna Verde. Novamente, o carro apresentou problemas. Conclusão: fim do passeio. As três mulheres voltaram em outra van, que parou para nos ajudar e os três rapazes ficaram com o motorista e chegaram cerca de uma hora depois em Uyuni
      17:00 - depois de muito estresse, chegada à Uyuni. O proprietário da empresa já nos esperava. Expusemos todos os problemas. As inglesas, nervosas, não conseguiam mais falar espanhol. Depois de muita discussão, o Natalio, dono da Atacama Mística nos propôs a devolução de Bs150 por pessoa, pelos transtornos do passeio. Não pudemos visitar os banhos termais
      No ultimo dia, encontramos com outros dois grupos que tiveram diferentes problemas durante o tour (Esmeralda, Full Adventure e a nossa, Atacama Mística). Detalhe que todas foram recomendadas. O que nos parece é que o serviço mal prestado é lei na Bolívia. Não foi diferente em absolutamente nenhum lugar desde que cruzamos a fronteira
      20:00 - saída de Uyuni para La Paz (Bs100 pela empresa Omar: onibus com calefação, cobertor e banheiro)
      Geiseres       Laguna Verde       Carro quebrado no meio do deserto       Fim do passeio Dia 03
      09:00 - chegada à La Paz. O ônibus deveria chegar por volta das 7h, mas incrivelmente atrasou duas horas. Nosso voo para Cobija saía às 09:50. Fizemos o check-in exatamente 05 minutos antes de encerrar o check in. Isso porque, por sorte, o aeroporto ficava ao lado de onde o ônibus nos deixou
      10:50 - chegada à Cobija. Logo na saída do aeroporto encontramos o Valdir (68 99787511), que nos ofereceu a corrida até Rio Branco, sem troca de táxis por R$ 210 para 2 pessoas. Paramos na fronteira, carimbamos os passaportes, trocamos dinheiro e entramos no Brasil
      14:30 - chegada ao aeroporto de Rio Branco
      15:40 - saída para Manaus
       
      Publicado em: https://mspriscila1.wixsite.com/meusite/blog/roteiro-peru-bolívia-pela-fronteira-15-dias
       
    • Por camila_tmfa
      Oi gente, tudo bem?
      Vou pra Cusco dia 1 de junho (vulgo mês que vem) e ainda não consegui fechar meu roteiro!
      São muitos lugares lindo pra conhecer e acho que tenho um tempo legal, vou ficar 10 dias. Tenho um esboço do que quero ver mas tô com dificuldade na ordem (tentando intercalar passeios mais cansativos pra não morrer com a altitude)
      Meu roteiro ta assim:
      1/5- Sábado 
      10h55 chega em Lima
      City Tour Lima
      Trocar dinheiro
      16h voltar para o Aeroporto 
      19h voo Lima/Cusco
      21h chega em Cusco
       
      2/5- Domingo
      City tour Cusco
      (Acostumar com a altitude)
      3/5- Segunda
      Vale Sur?
      Sítios e templos
       
      4/5- Terça
      Montanhas coloridas
       
      5/5- Quarta
      Valle Sagrado
       
      6/5- Quinta
      Machu Picchu
       
      7/5- Sexta
      Moras e Morays
       
      8/5- Sábado 
      Laguna humantay
       
      9/5- Domingo
      Onibus com paradas para Puno
       
      10/5- Segunda
      Puno lago titikaka
       
      Volta para Cusco
       
      11/5- Terça 
      Cusco 
       
      17:30 voo para Lima
      21h voo pra SP
       
      12/5- Quarta
      6h30 chega em SP
       
      Queria um roteiro que não precisássemos trocar tanto de hotel pra não ser mais cansativo ainda. E se tiverem indicação de agências ou guias em conta pros passeios eu agradeço mais ainda :)


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