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Fala, viajantes! Estou planejando uma trip para NYC, porém, pensando em ir no inverno. Alguém que já tenha visitado a cidade no inverno pode me dizer se vale a pena, se é possível conhecer os principais pontos turísticos, quantos dias são necessários para conhecer a maior parte da cidade nessa época... Enfim, dicas em geral. Valeu!

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Olha, NY no inverno faz muito frio, com riscos de tempestade de neve. Tem ano que faz -10 graus.

Porém, "valer a pena" é um tanto difícil de definir, porque para alguns ainda sim vale a pena, para outros não. Só tenha em mente que é muito difícil ficar mais de 30min andando do lado de fora quando a temperatura está 0 graus, ainda mais a noite. Então a programação tem que ser voltada para lugares fechados, além de que o sol se põe as 5 da tarde.

Se o inverno é sua única opção e tem muita vontade de conhecer NY, eu iria. Basta não programar atividades ao ar livre (como ir de barco a Estátua da Liberdade). Não é o ideal, mas é possível.

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Eu fui duas vezes a NYC em Janeiro a trabalho, e pessoalmente, se possível eu não iria novamente em Janeiro, ainda mais se for a passeio.

Na primeira vez foi horrível, um caos total, estava havendo uma tempestade de neve justo nos dias que eu estava lá, temperaturas de -10ºC a -15ºC, 1 metro de neve nas ruas e calçadas, metrô parcialmente fechado, era complicado de sair na rua para fazer qualquer coisa.

Na segunda vez tive um pouco mais de sorte, estava bem frio, 0ºC a 5ºC, mas ao menos não estava nevando, mas como é um local que venta muito, era horrível fazer qualquer coisa na rua, depois de 30 minutos você já estava louco para achar um lugar abrigado do frio e vento congelante.

Fui uma terceira vez a NYC, desta vez a passeio e em maio, e foi uma viagem muuuuito melhor e prazerosa, deu pra subir no Empire State Build sem congelar, também deu para ir visitar a Estátua da Liberdade, coisa que não tive ânimo para fazer em janeiro devido ao clima ruim e frio.

Em resumo, como o Davi já falou, é possível, mas você não pode programar atividades ao ar livre, pois nem sempre dá para fazer estes passeios devido ao clima, você deixa pra decidir isto lá na hora de acordo com o que o clima permitir fazer.

E principalmente, tem que ir ciente de que se você tiver o azar de pegar uma tempestade de neve justo nos dias que você estará lá, e elas ocorrem quase todos anos, você pode nem conseguir sair do hotel.

 

 

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Estive duas vezes em Nova Iorque e ambas foram no inverno. Mais que o frio o quê pega mesmo é o vento. Se não estiver ventando dá para fazer os passeios numa boa. O Central Park coberto de neve é espetacular. Da primeira vez a temperatura ficava sempre entre 0 e -8º. Nos dias que ventava realmente ficava dureza bater perna pelas ruas.

Já na segunda visita tivemos mais sorte, foram dias de sol sem vento e com temperatura bastante amigável pra época, teve dias que bateu nos 16º positivos.

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Estive em NYC em Março e ainda estava frio 0°C, com a roupa que sai do hotel não conseguia ficar na rua, tive que ir comprando no caminho para me esquentar: luva, touca, cachecol. Porém consegui fazer todos os passeios programado normalmente  e vale a pena ver ir ao Central Park .. da uns bons cliques.20190328_155739.thumb.jpg.4680d50c649c97ef4047c6e4eac18dab.jpg

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    • Por leticia&MV
      Galera, estou passando um roteiro para quem vai para Nova York, quem fez foi uma amiga minha (que é ótima nisso), fomos meu marido e eu em lua de mel no final de Outubro e Início de Novembro de 2018.
      Amamos tudo! O lugar das nossas vidas, dá vontade de sair do Brasil kkkkkk
      PEGAMOS ENTRE 5 E 23 GRAUS, O VENTO FRIO CORTA OS LÁBIOS E ROSTO NOS DIAS MAIS FRIOS, POR ISSO LEVE UM CREME HIDRATANTE PARA LÁBIOS E PELE, INCLUSIVE PARA PASSA QUANDO FOR DORMIR.
      Hospedagem: Hotel POD 51 - SUPER RECOMENDO (TEM UM EXCELENTE PUB NO TÉRREO, BEBIDA E COMIDA 10)
      Consulado Geral do Brasil em Nova York:
      Endereço: 225 East 41st Street
      E-mail: [email protected]
      Telefone: +1(917)777-7777
       Chip de celular: Primeiramente, vale lembrar que chip de celular nos EUA se chama SIM card. Ao chegar em Nova York você pode visitar uma das inúmeras lojas de operadoras de celular como a T-Mobile ou a AT&T, escolher um plano “prepaid” e sair dali usando. Vocês podem comprar ainda no aeroporto ou mesmo na cidade. Existe uma loja da T-Mobile bem pertinho do hotel, endereço: 914 3rd Av. Para chegar até lá, ao sair do hotel, siga a 51st St (rua do hotel) para a esquerda e vire a primeira à direita, na 3rd Ave. Siga direto por 4 quarteirões. A loja fica na esquina da 3rd Ave com a 55th St.
       
       
      Dia 1 – 22/10/18 segunda-feira
      CHELSEA MARKET – HIGH LINE – EMPIRE STATE BUILDING
      CHEGANDO... Horário previsto: 6:40am
      TAXI:
      Chegando no aeroporto seguir as placas para o ground transportation/taxi. A taxa do taxi é fixa para Manhattan. Quando chegar sua vez, o funcionário perguntará quantas pessoas são e para onde você vai. Basta dizer o número de pessoas e “Manhattan”. Quando entrar no táxi, dê as coordenadas para o seu hotel (230 East 51st street).
      Custo aproximado: $52 (tarifa fixa) + $0.50 (tarifa) + pedágio (uns $6) + 18% de gorjeta = $70. Alguns motoristas -- olha a simpatia! -- pedem o dinheiro para o pedágio no momento de ser pago; outros deixam para cobrar no final.
      Tempo: 30-50min, porém depende do trânsito.

       
      No hotel perguntar sobre “early check-in”. Se for possível, ir para o quarto, deixar as malas e depois seguir para tomar café da manhã no Ess-a-bagel, que fica a 2min de caminhada do hotel (831 3rd Ave). O “bagel” é um pãozinho redondo que é cara de Nova York e tem que fazer parte da viagem. Na hora escolha o tipo de bagel (por exemplo, com gergelim, alho, grãos etc) e escolha o recheio (se quiser algo bem americano escolha o recheio de cream cheese e salmão). Se for escolher café para beber não se esqueça que o café americano é muito aguado!
      Depois do café voltar para o hotel e descansar um pouco pois a viagem foi longa.
      Depois de descansar vamos conhecer o Chelsea Market e o High Line.
      Esse vai ser o primeiro contato de vcs com o metrô. Como se locomover e como comprar o ticket?
      Para andar de metrô é preciso ter o “metro card”. Com ele você poderá, por exemplo, usar o transporte público da cidade para viagens ilimitadas (Unlimited Ride) nas opções semanal (US$ 30) ou mensal (US$ 112) ou carregá-lo com um valor específico (Pay Per Ride) — mínimo de US$ de 5 e máximo de US$ 100 — e vai descontando US$ 2,50 a cada viagem viagem feita (confirmar o valor atual das passagens). Para quem vai passar mais de 3 dias na cidade o ideal é escolher a opção Unlimited Ride.
      Como Comprar? Toda estação de metrô tem uma máquina de autoatendimento com touchscreen. 1- Clique no botão Start que fica no canto superior direito
      2- Selecione o idioma
      3- Vão aparecer três opções... selecione MetroCard 
      4- Após selecionar o MetroCard novamente aparecem três opções: Refill your card (para recarregar um MetroCard), Get card info (para saber quanto dinheiro ainda existe no seu passe) e Get new card (para comprar um novo cartão). Selecione Get New Card. Observe que será cobrado US$ 1 pelo cartão, valor que não é convertido em passagem
      5- Em seguida a máquina pergunta qual o tipo de MetroCard você vai querer: Regular MetroCard ou Unlimited Ride. Selecione Unlimited Ride.
      6- Como selecionamos o Unlimited Ride aparecem três opções fixas: 7 days – US$ 30, 30 days – US$ 122 e 7 days XBussPass – US$ 55 (que dá acesso aos ônibus expressos que não são cobertos pelo MetroCard normal). A opção escolhida deve estar de acordo com suas necessidades.
      7- Como você quer pagar? Dinheiro (Cash), ATM Card (cartões de débito com conta nos EUA) ou Cartão de Crédito (Credit Card)? São aceitos cartões brasileiros internacionais com autorização de compra no estrangeiro. Em algum momento da compra com cartão o sistema pede o CEP (Zip Code) digite 00000 (ou qualquer outro número cinco vezes) e tudo certo! Quando o cartão não é americano eles não verificam o CEP. Se você selecionar cash tenha em mãos dinheiro trocado porque as máquinas devolvem, no máximo, US$ 8 de troco. Insira o dinheiro e espere a emissão do seu MetroCard. Prontinho!
      Para chegar ao metrô e ir ao Chelsea Market caminhe dois quarteirões ao norte do hotel (5min de caminhada) onde há a estação “Lexington Av-53St” (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegue a Linha E de cor azul, sentido World Trade Center. O metrô é bem sinalizado. Saltem na estação “14 St / 8 Av” (demora uns 6min, 7 paradas até lá). Ao sair do metrô caminhe uns 300m no sentido da 10th Ave. O Chelsea Market fica nesse sentido, ocupando um espaço grande estre as ruas 15th e 16th.
       
      O Chelsea Market é um mercado que fica no bairro Chelsea (horário de funcionamento: Segunda a sábado de 7am a 9pm e domingos de 8am a 7pm). O prédio antigo tem uma arquitetura bastante rica e ainda conserva detalhes de quando abrigava a fábrica de biscoitos Nabisco – National Biscoit Company, que produz o famoso biscoito Oreo. Em 1958, o prédio foi abandonado, com a mudança da fábrica para o Estado de New Jersey. Nos anos 90, o complexo foi revitalizado, sendo criado no andar térreo o Chelsea Market. Basta caminhar pelos longos corredores para apreciar as guloseimas nas vitrines. E opções não faltam. Para pães, recomendo o Amy’s Bread, uma lojinha simples, mas que possui variados tipos de pães. Para acompanhar, nada melhor que os queijos artesanais da Lucy Whey. Para tomar café da manhã, vá ao Friedman’s Lunch.
      Dali vamos conhecer o High Line? Bem em frente ao Chelsea Market tem uma escadinha de acesso (16 St).
      O High Line é um parque público elevado super descolado em NY. Aproveite para caminhar por ele e aprecia-lo, sem pressa... Esse passeio é uma boa pedida para uma manhã ou tarde de sol, sentar em um dos banquinhos, descansar, ler um livro ou simplesmente ver o tempo passar em um ritmo diferente. Durante as caminhadas não deixe de reparar os grafites e artes de rua.
      Um pouquinho de história do High Line: no início do século passado, a 10ª Avenida era conhecida como a “Avenida da Morte” devido aos inúmeros acidentes causados pelos trens que ali circulavam. No começo da década de 30, foi construída a linha férrea elevada (high line) de transporte de carga que conectava os trens diretamente às fábricas e aos armazéns com o intuito de desafogar o tráfego da área e diminuir os acidentes. A ferrovia funcionou até 1980, quando encerrou suas atividades e ficou abandonada, entregue a mendigos, prostitutas e usuários de drogas por anos. O local estava prestes a ser demolido, mas a ONG “Amigos da High Line” se mobilizou e, não apenas impediu que isso acontecesse, como também conseguiu arrecadar fundos para a fundação do Parque, que ocorreu em 2009. Fica aberto diariamente de7 às 23h.
      Quem não quiser percorrer toda a extensão do parque pode acessar ou sair dali através de escadas localizadas nos seguintes locais:
      Gansevoort Street / 14th Street West / 16th Street / West 18th Street / West 20th Street / 23rd Street / West 26th Street / West 28th Street / West 30th Street
       
      Ao terminar o passeio pela High Line, se estiverem muito cansados sugiro voltar para o hotel e descansar, continuando os passeios no dia seguinte. Uma outra opção, caso tenham disposição, é seguir até o Empire State Building para ter uma vista noturna de Nova York inesquecível.
      Opção 1 – se forem voltar direto para o hotel a melhor opção é descer a escada da High Line na West 30th St (um dos acessos/saídas). Andar na 30th St, virar à esquerda na 8th Ave e pegar o metrô na estação que fica na esquina com a 34th St, a estação “34 St-Penn Station”. Pegue a linha E, cor azul, sentido “Jamaica Center-Parsons/Archer” e desça na estação “Lexington Av-53 St” (9min, 5 paradas). Ao descer vc estará a 200m do hotel, é só seguir até lá.
      Opção 2 – se forem para o Empire State a melhor opção é descer a escada da High Line na West 30th St (um dos acessos/saídas). Andar na 30th St e virar à esquerda na 5th Ave. O Empire State Building fica a 3 quarteirões depois de virar na 5th Ave. Não tem erro, o prédio é facilmente visível. Chegando lá compre as entradas e suba. Se ainda estiver de dia, aguarde anoitecer, é maravilhoso. Para voltar ao hotel pegue o metrô na estação “34 St-Herald Sq” que fica na esquina da 6th Ave com a 34th St. Pegue o metrô linha M, cor laranja, sentido “Forest Hills-71 Av” e desça na estação “Lexington Av-53 St” (7min, 4 paradas). Ao descer vc estará a 200m do hotel, é só seguir até lá.
       FOMOS EM ÉPOCA DO DIA DAS BRUXAS, ESTAVA TUDO DECORADO COM MONSTROS. NO CAMINHO ENCONTRAMOS VÁRIAS COISAS LEGAIS, FEIRAS DE COMIDA AO AR LIVRE, MERCADOS, LOJAS ETC.
       
      Dia 2 – 23/10/18 terça-feira
      MIDTOWN MANHATTAN (QUINTA AVENIDA, ROCKFELLER CENTER, TIMES SQUARE ETC)
      Aproveite o dia para caminhar, se habituar com a cidade e conhecer o centrão de Manhattan. Não precisa se prender tanto ao roteiro. Caso não consiga fazer tudo hoje, volte outro dia.
      Comece o dia caminhando até a St Patrick’s Cathedral (9min de caminhada a partir do hotel). Essa igreja é um marco da cidade e, ao chegar até ela, vc já estará na 5ª avenida e no Rockfeller Center, um dos quadriláteros mais imponentes da cidade. O complexo compreende a região da W 48th St à W 51st St, entre a 5th Ave e 6th Ave e abriga 14 prédios comerciais. Uma das principais atrações, a Ice-Skating Rink (pista de patinação) fica aberta de outubro a abril.
      Ali ao lado, o teatro Radio City Music Hall (esquina 50th com 6th) foi o maior do mundo quando inaugurado em 1932. Os estúdios da rede NBC de televisão e a célebre casa de leilões Christie’s também ficam aqui. Mas o prédio mais assediado é o G.E. Building, onde está o Top of The Rock, com três observatórios que permitem uma vista de 360º de Nova York, além de favorecer uma belíssima foto do Central Park.
      Dali siga em direção à Broadway St (+ - 5min a pé) e desça a partir daí, conhecendo a Times Square durante a luz do dia. A “Times Square” é uma espécie de largo composto por vários cruzamentos. O principal entroncamento está na Broadway com a 7th Ave. Além dos outdoors, a região está cheia de telões das empresas jornalísticas transmitindo notícias o tempo todo. A região abriga também o Museu de Cera Madame Tussauds (nº 234 na 42nd St, entre a 7 e 8th), e a deliciosa loja M&M (1600 Broadway, entre a 48 e 49th).
      Opção para almoço na Times Square: Margon Restaurant (restaurante cubano) 136 W 46th St (entre a 6 e 7th Ave).
      Ali na região da Times Square fica a famosa loja Carlo’s Bakery (Cake Boss): 625 8th Avenue. Entre as ruas 41 e 42. --- próximo ao teatro da Broadway. Funcionamento 7am to midnight. Aproveitem para conhecer.
      Ao sair da Carlo’s bakery, na 42nd St volte em direção à 5th avenue (para a esquerda - leste) e você chegará à New York Public Library (5th Ave e 42nd St), um magnífico exemplo do Beaux-Arts, um estilo arquitetônico rebuscado que mistura influências gregas, romanas e renascentistas. O edifício, todo em mármore, é de 1911. Dentro, possui uma gigantesca sala de leitura. Acesso livre.
      Atrás da biblioteca fica o Bryant Park. O parque também tem uma pista de patinação no gelo, bem menor que a do Rockfeller Center, mas com uma diferença gritante: é grátis! Pague apenas o aluguel dos patins.
      Após, continue na mesma rua, pela 42nd Street mantendo a direção leste até chegar ao Grand Central Terminal (42nd St com a Park Avenue), o maior terminal ferroviário do mundo em número de plataformas e umas das construções mais incríveis da cidade. Observe o teto do Salão Principal (Main Concourse) com uma agradável pintura do céu e suas constelações e astros do universo, além dos três enormes janelões para entrada de luz natural de 23 metros de altura. A obra é do artista francês Paul César Helleu. Ao sair da estação — que também conecta Manhattan a outros destinos do estado de Nova York e Connecticut — examine a fachada da 42nd Street. O relógio é a maior peça de vidro Tiffany do mundo e está rodeado por esculturas de deuses gregos como Hércules, Minerva e Mercúrio. Dentro da estação há uma loja da Apple e uma Magnolia Bakery e seus cupcakes consagrados na série Sexy and the City (mais fama do que sabor). Vale para matar a curiosidade, mas há outras unidades em Nova York.
      OBS: No caminho do Bryant Park para o Grand Central Terminal, pela 42nd St você observará o Chrysler Building ao fundo (405 Lexington Ave esquina com a 42nd St). Quando o prédio de 77 andares — 319 metros de altura — foi inaugurado em 1930 era o mais alto de Nova York. A torre no estilo art-déco feita em aço inoxidável tem janelas triangulares vazadas e lembra o radiador de um automóvel. Não à toa o prédio reflete o poderio econômico das indústrias automobilísticas da época.
      Ao fim do dia: voltar para o hotel, +-15min de caminhada. Descanso.

       
      Dia 3 - 24/10/18, quarta-feira
      CENTRAL PARK – SHOW JUSTIN TIMBERLAKE
      Hoje o dia é dedicado ao Central Park. Acorde mais tarde, saia sem hora pois o dia ontem foi cansativo. No caminho até o Central Park passe no famoso cubo de vidro da Apple Store (17min de caminhada).
      O Central Park envolve mais de 50 quarteirões — limitada entre a W 59th Street (ao sul) e W 110th. É formado por lagos (o Reservoir é o maior deles), quase 40 pontes, muitos playgrounds e mais de 90 quilômetros de calçadas para pedestres. Vai ser impossível conhecer todos eles, mas separei algumas das principais atrações e as primeiras da lista estão mais ao sul do parque e são fáceis de se visitar.
      Algumas atrações:
      - Wollman Rink (East Side entre 62nd e 63rd St): além de patinar no gelo no inverno, é possível tirar fotos lindas durante o ano todo da skyline da cidade
      - Zoo (East Side entre 63rd e 66th Street): Ele foi cenário da animação Madagascar. Destaque para a área gelada com urso polar, leões marinhos, leopardo da neve e pinguins;
      - The Mall (região central do parque, da 66th até 72nd Street): um grande corredor arborizado, que muito provavelmente você já viu em algum filme. Caminhe por ele e tire ótimas fotos;
      - Bethesda Fountain (região central do parque, na 72nd Street): um belo chafariz que é um dos grandes símbolos do parque;
      - Strawberry Fields (West Side, 72nd Street): Trata-se de um tributo que Yoko Ono fez à memória de John Lennon.  Seu nome tem origem na música da famosa música dos Beatles ”Strawberry Fields Forever”.  Está localizado à frente do edifício Dakota, o local onde John Lennon viveu desde 1973 e onde faleceu. No piso há um mosaico com a palavra Imagine;
      - Bow Bridge (região central do parque, na 74th  Street): Uma das  pontes de ferro fundido do parque, dá uma visão ampla dele e dos prédios ao seu redor.
      - Belvedere Castle (região central do parque, na 79th  Street): seu mirante proporciona uma das melhoras vistas para o parque;
      - Delacorte Theatre (região central do parque, na 80th Street 😞 no coração do parque, é conhecido pelas produções de verão das peças de Shakesperare.
      - The Great Lawn, ou o grande gramado (da 79th  até  a 85th Street): uma das mais famosas áreas verdes do mundo, é o lugar onde os novaiorquinos se divertem no verão, fazem picnic, jogam futebol americano, basebol, e levam seus filhos para brincar;
      - Conservatory Garden (East Side da 104th até 106th Street, entrada pela 5th Ave com 105th Street): uma espécia de labirinto de jardins, repleto de fontes e estátuas.
       
      Após o passeio voltem para o hotel à tarde e se arrumem para o show do Justin. Local: Madison Square Garden (endereço: 4 Pennsylvania Plaza).
      Como ir de metrô: dois quarteirões ao norte (5min de caminhada) há uma estação (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegar a Linha E, azul, sentido World Trade Center. Saltar na estação “34 St – Penn Station” (demora uns 9min, 5 paradas até lá).
      Saindo do metrô caminhe 2 minutos até o Madison Square Garden e aproveitem o show!
      Na volta pegue o metrô no mesmo local, linha E, azul, sentido “Jamaica Center-Parsons/Archer” e desça na “Lexington Av – 53 St”, a estação mais próxima ao hotel.
       
       
      Dia 4 - 25/10/18 quinta-feira
      LOWER MANHATTAN (LIBERTY STATUE – FINANCIAL DISTRICT)
      Comecemos o dia bem cedo com um passeio mais tradicional ao sul da ilha.
      Como ir de metrô: dois quarteirões ao norte (5min de caminhada) há a estação “Lexington Av-53St” (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegar a Linha E, azul, sentido World Trade Center. Saltar na estação final “World Trade center” (demora uns 22min, 11 paradas até lá).
      Ao sair do metrô desça a Church St (sentido sul) até o Battery Park local de onde saem as balsas (ferry boat) para a Liberty Island, onde fica a Estátua da Liberdade. A caminhada até o Battery Park dura uns 15min (700m).
      As balsas operam diariamente, das 9h30 às 15h30, com o último retorno às 18h. Antes de pegar o ferry boat você irá passar por um processo de segurança, que é semelhante ao utilizado nos aeroportos norte-americanos. Há detectores de metal, raios-x e outros procedimentos que todos os visitantes precisam passar. O ingresso custa aproximadamente $17. Aproveite o passeio para tirar fotos e, depois de dar umas voltinhas ao redor da Estátua pegue a balsa de volta.
      Na volta a balsa faz uma parada extra na Ellis Island. Essa parada está inclusa no preço do ingresso e se você não quiser descer lá é só aguardar que o barco continua o trajeto de volta para Manhattan. A Ellis Island foi por muitos anos um importante ponto de entrada de imigrantes e por isso lá está o Museu da Imigração, que conta a história dessas pessoas que arriscaram suas vidas para conseguir uma nova chance em Nova York. O museu é um prédio enorme, com arquitetura francesa, e foi construído em 1900. A entrada é gratuita e um tour guiado é disponível por cerca de 10 dólares. 
       
      Na volta, como você já vai estar bem lá embaixo da ilha, aproveite para passear pelo Financial District. Caminhando cinco minutinhos você chega ao Bowling Green Park onde está o Charging Bull, o touro de bronze — escultura famosa do artista ítalo-americano Arturo di Modica. Tirar uma foto com o touro símbolo de lá faz parte do programa e reza a tradição que passar a mão nos testículos do cidadão atrai prosperidade e fortuna. Ainda pela Broadway, duas quadras acima, está a Wall Street, o centro financeiro de Nova York. Observe a arquitetura histórica da região onde nasceu a cidade. Por aqui temos edifícios lendários como a Bolsa de Valores e o Federal Hall National Memorial, onde George Washington tomou posse como primeiro presidente dos Estados Unidos em 1789.
      Subindo um pouco mais a Broadway você passará pelo Zucotti Park (pequena praça bastante danificada durante os ataques do 11 de setembro) e sua gigante escultura vermelha Joie de Vivre do escultor Mark di Suvero. Na praça, vire à esquerda na Liberty Street e dois quarteirões mais você está no Ground Zero, a área onde ficavam as Torres Gêmeas. O Memorial construído é lindo, silencioso, sereno e, sim, triste. Aqui fica o National September 11 Memorial & Museum construído no subsolo das torres. A visita completa ao museu — o que inclui alguns filmes — pode levar de 3 a 4 horas. Analise se cabe no seu roteiro e se está de acordo com seus interesses da viagem.
      Para os que não conseguem ficar um dia sequer sem umas comprinhas, ali bem em frente ao memorial fica um dos melhores locais para compras da cidade, o Century 21 (se a programação estiver apertada, não se preocupe, pois agora tem uma Century 21 mais perto de tudo, na Broadway, entre a 66 e a 67).
      Daqui suba mais três quadras até o City Hall, sede da prefeitura de Nova York. Aprecie o local e, após isso, provavelmente estarão exaustos. A melhor pedida é pegar o metrô, voltar para o hotel, tomar um banho e jantar.
      Como voltar para o hotel: Bem na praça onde fica o City Hall há a estação de metrô “Brooklyn Bridge City Hall Station” (na esquina das ruas Chambers St e Centre St). Pegue a linha 6, verde, sentido Pelham Bay Park. Desça na estação 51 St Station (17min, 9 paradas). Essa estação fica a 300m do hotel.

       
      Dia 5 - 26/10/18, sexta-feira
      MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL
      Que tal um café da manhã com os melhores cookies do mundo? Saia do hotel direto para a Levain Bakery, uma pequena padaria que ficará para sempre nas suas lembranças. Peça um cookie e leite/café e se delicie antes de prosseguir com suas atividades.
      Como chegar à Levain Bakery: Saindo do hotel pegue o metrô dois quarteirões ao norte (5min de caminhada) na estação “Lexington Av-53St” (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegar a Linha E, azul, sentido World Trade Center e desça na estação “ 42 St-Port Authority Bus Terminal”. Saia da estação e caminhe na rua cerca de 5 min pois será necessário pegar outra linha de metrô. Entre na estação “Times Sq-42 St” que fica na esquina das ruas 8th Ave e 42nd St. Pegue a linha 3, cor laranja, sentido “Harlem-148 St” (5min, sem paradas) e desça na estação “72 St Broadway”. Essa estação fica a 100m da padaria, é só seguir sentido norte até a 74th St.
       
      Pertinho, uns 400m dali, está o American Museum of Natural History. O museu ocupa quatro quarteirões e tem acervo gigante que vai de meteoritos, vasta coleção de fósseis, animais empalhados a esqueletos de dinossauros, incluindo o do Tiranossaurus rex. Separe pelo menos umas 4h do seu dia para conseguir ver um pouco das exposições. A entrada tem o valor sugerido de US$ 22 como colaboração — sendo que você pode pagar o quanto quiser para visitar o museu. Para tanto, é só ir ao balcão de compras dos ingressos e já entregar a quantia que pretende pagar, dizendo “one admission, please”. Isso, aliás, é bem comum, não precisar ter vergonha. Caso também queira assistir a alguma das exposições como IMAX, Rose Center e Planetário, é necessário pagar o preço integral do ingresso.
      Anexo ao museu, está localizado o Hayden Planetarium. Este planetário possui um dos projetores mais avançados do mundo sendo capaz de recriar o espaço, os planetas e as estrelas com um realismo impressionante. O “space show” é uma animação que dura cerca de meia-hora e conta a história do universo desde o Big Bang até hoje. Uma dica: assim que comprar o seu ingresso, já reserve o horário para fazer a visita ao globo, pois é uma atração bem concorrida.
      Horário de funcionamento: diariamente de 10:00 às 17:45h.
      Ao saírem do museu temos duas opções: ir comer algo ou então voltar direto para o hotel.
      OPÇÃO 1: Caso saiam do Museu com vontade de comer alguma coisa recomendo ir ao Sacco Pizza, uma pizzaria minúscula mas que vende pedaços de pizza maravilhosos. Para ir até lá saia do Museu e entre na estação de metrô “81 Street – Museum of Natural History Station” que fica na parte de trás do museu, grudado com o Central Park. Pegue a linha C, azul, sentido Euclid Av (3min, 2 paradas) e desça na estação “59 St Columbus Circle”. Dali caminhe no sentido contrário ao central park, sentido sul, e vire à direita na 54th St. A Pizzaria fica na esquina da 54th St com a 9th Ave. Lá eles vendem apenas fatias e não pizzas inteiras. Dê preferência para sabores simples como pepperoni, uma delícia! Saindo da pizzaria vá andando para o hotel (1,3km) passando pela Times Square e arredores.
       
      OPÇÃO 2: Para voltar ao hotel a partir do museu: Pegue o metrô na estação “81 Street-Museum of Natural History” que fica na parte de trás do museu, grudado com o Central Park. Pegue a linha B, laranja, sentido Brighton Beach e desça na estação “7 Avenue Station” (5min, 3 paradas). Pegue a outra linha, a linha E, azul, sentido “Jamaica Center-Parsons/Arche” e desça na “Lexington Av-53 St” (3min, 2 paradas).
       
       
      Dia 6 - 27/10/18, sábado
      BROOKLYN
      Depois de tomar café comece o dia pegando o metrô até a Brooklyn Bridge. Para ir caminhe do hotel até a estação “51 St Station” (esquina da 51 com a Lexington Ave) e pegue a linha 6, verde, sentido “Brooklyn Bridge-City Hall” e desça na estação “Brooklyn Bridge City Hall Station” (19min, 9 paradas).
      Ao descer da estação vc logo localizará a ponte. Siga as placas até lá. O passeio pela manhã será apenas caminhar pela Brooklyn Bridge. Dá para alugar bicicleta, mas as pessoas recomendam fazer o passeio a pé. A dica principal é fazer essa travessia com calma para curtir o cenário. Essa é uma das programações que não te custam nada e onde resultará lindas fotos e memórias.
      Não se preocupe com os carros pois eles passam embaixo da ponte, mas fique atento à faixa de bicicletas para não atrapalhar a ciclovia.
      Chegando ao final da travessia (2km) você chegará ao Brooklyn Bridge Park, parada obrigatória de quem visita NY. Ali é possível ter uma das melhores vistas de Manhattan. Existe até um lindo Carrossel liberado para todas as idades além de locais para um lanche/almoço. Se bater a fome peça uma pizza na Grimaldi’s, ou um hambúrguer na Shake Shack. Ou então aprecie um sorvete por ali na Brooklyn Ice Cream Factory (fica quase ao lado da ponte, uma casinha branca com janelas azuis - 1 Water St, Brooklyn).
       
      À tarde a sugestão é ir até o extremo sul do Brooklyn, em Coney Island, conhecer o Luna Park, um famoso parque que abre apenas em alguns períodos do ano. Em outubro seu funcionamento só acontece aos fins de semana de 11am-7pm. Verifique detalhes no site https://lunaparknyc.com/plan/park-hours/
       
      Para chegar ao Luka Park, saindo do Brooklyn Bridge Park, caminhe uns 500m até a estação de metrô “York Street Subway Station: F” (fica na esquina da York St com a Jay St) e pegue a linha F, laranja, sentido “Coney Island-Stillwell Av” (38min, 20 paradas) e desça na estação “West 8 Street-New York Aquarium”. Essa estação fica a 200m do parque.
      A entrada no Luna Park é totalmente gratuita, mas para andar e usar seus brinquedos e serviços é preciso pagar. Isso é bem legal pois você pode experimentar só um brinquedo ou, se pretender ir em vários brinquedos, eles vendem ingressos fixos para o dia.
      Pertinho do Luna Park fica o Aquário de Nova York e, aos sábados de outubro, funciona de 10am-4:30pm. Caso dê tempo incluam no roteiro antes ou depois do Luna Park. A entrada custa aproximadamente $30.
      Para voltar ao hotel: caminhe até a estação “West 8 Street-New York Aquarium” e pegue a linha F, laranja, sentido Jamaica-179 St. Desça na estação “Broadway-Lafayette St F” (45min, 24 paradas) e troque de metrô. Pegue a linha M, laranja, sentido Forest Hills- Av e desça na estação “Lexington Av-53 St” (16min, 7 paradas).
       
       
      Dia 7 – 28/10/18, domingo
      COMPRAS
      Hoje o dia é reservado para compras. A melhor opção é ir até o Jersey Gardens Outlet, que fica localizado em Elizabeth, New Jersey. O horário de funcionamento aos domingos é de 11am-7pm.
      Existem várias formas de chegar até o outlet, mas a forma mais barata é indo de ônibus. Você deve ir até a estação Port Authority Bus Terminal que fica na 40th/42th em Manhattan ao lado do Carlo’s Bakery.
      OBS: Para chegar até esse terminal de ônibus pegue o metrô do hotel até lá da seguinte forma: Estação “Lexington Av-53 St” linha E, azul, sentido World Trade Center. Descer na estação “42 St-Port Authority Bus terminal” (9min, 4 paradas).
      Depois de chegar na estação, procure as máquinas da NJ Transit espalhadas. Clique na tela e escolha a opção “Round Trip Adult”. Depois disso digite o número do ônibus para o Jersey Gardens que é 111. Em seguida, escolha o destino final do ônibus que é “Jersey Garden Mall”. A tela a seguir será de pagamento, escolha entre “Cash” (dinheiro) ou Credit (cartão de crédito). O bilhete de ida e volta custa $14 dólares por pessoa.
      Depois de ter comprado os bilhetes, dirija-se até o portão indicado: 223 é muito fácil localizar os portões (gate), só seguir as placas espalhadas pela estação. No ônibus não é por lugar marcado e sim por ordem de chegada, então dependendo do horário vá preparado para esperar por um bom tempo. Depois é bem simples, só esperar chegar até na porta do Outlet (duração da viagem: +-40min)
      Na volta o processo é o mesmo, sem lugares marcados, por ordem de chegada, por isso é sempre bom evitar horários cheios e o último horário. No mesmo local onde o ônibus deixar, será onde ele irá passar para levar novamente para Manhattan, é muito tranquilo e fácil.
       
      Saindo da estação de ônibus pegue o metrô no sentido inverso da ida para voltar ao hotel. Estação “42 St-Port Authority Bus terminal” linha E, azul, sentido Jamaica Center-Parsons/Archer e descer na “Lexington Av-53 St” (7min, 4 paradas).
       
      Dia 8 – 29/10/18, segunda-feira
      NESSE DIA VOLTAMOS E FIZEMOS MAIS COMPRAS KKKKK 
       
      Dia 9 – 30/10/18, terça-feira
      METROPOLITAM MUSEUM OF ART (MET)
      Pegue o metrô na estação “51 St Station” (esquina da 51 com a Lexington Ave) linha 6, verde, sentido Parkchester. Desça na estação “77 St” (5min, 3 paradas) e caminhe cerca de 500m até o museu, que fica dentro do Central Park.
      O Metropolitan, ou Met, é o equivalente nova-iorquino do Louvre ou do British Museum. É aquele tipo de museu que vale por uma enciclopédia ao vivo, onde você passeia por civilizações antigas (Egito, Grécia, Roma), revisita clássicos europeus, descobre tesouros islâmicos, asiáticos e africanos e aprende a história da arte americana. O prédio do Metropolitan Museu, seu jardim e ainda algumas surpresas ao longo do museu fazem com que a visita aqui seja muito mais longa do que você tinha planejado. Por isso, reserve meio dia para curtir tranquilamente a sua visita ao MET.
      Na entrada do Museu, você recebe um mapa que te ajudar a visitar as diversas coleções do Metropolitan Museum e assim visitar diversas épocas, países, continentes e culturas.
      Às terças-feiras 12:00h acontece uma visita guiada em português. Para isso você não precisa pagar mais nada, você precisa somente comparecer numa terça-feira, ao meio dia, no great hall (entrada principal do MET) e dali parte um tour em português que conta a história das obras mais famosas do Metropolitan Museum of Art em Nova York.
      Após explorar o Metropolitan Museum of Art em Nova York é hora de se apaixonar com a vista que o Rooftop Bar no topo desse Museu oferece. Este jardim no terraço do Metropolitan Museum of Art está aberto de maio à outubro e visitá-lo é uma experiência imperdível por causa da vista espetacular do Central Park e do horizonte de Midtown Manhattan. Tome um drink durante a sua visita, garanto que vai tirar lindas fotos. Para subir no Roof Garden Café and Martini Bar basta pegar o elevador na sala “European Sculpture and Decorative Arts-Galerie” até o 2° andar e depois subir uma escadinha que vai diretamente para o bar do terraço do Metropolitan Museum of Art em Nova York. Aqui menores de 21 anos de idade podem entrar e a entrada no Rooftop é gratuita.
      O Metropolitan Museum of Art em Nova York fica num dos bairros mais nobre da cidade, o chamado Upper East Side. Essa é a região com prédios novas, lojas de marcas e também cenários de inúmeros filmes e séries.
      Saindo do Museu que tal comer um hambúrguer icônico? Vá à uma das lojas Shake Shack que fica pertinho do museu, a 500m, (154 East 86th St) e bom apetite.
      O metrô para voltar ao hotel fica quase ao lado do Shake Shack, na esquina com a Lexington Av, estação “86 St Lexington Av”. Pegue a linha 6, verde, sentido Brooklyn Brigde-City Hall e desça na estação “51 St Station” (8min, 4 paradas).
       
       
      Dia 10 – 31/10/18, quarta-feira
      ZOOLÓGICO DO BRONX (MARAVILHOSO)
      O FANTASMA DA ÓPERA - BROADWAY

       
       Dia 11 – 01/11/18
      CENTRAL PARK
      PASSEIO PELA CIDADE 
       
      Dia 12 – 02/11/18
      MAIS ALGUMAS VOLTAS - CAFÉ DA MANHÃ AMERICANO ETC 
      Programar para voltar para casa. Para ir até o aeroporto de LaGuardia pegue um taxi (+-$40), fica a 14Km da Times Square mas considere que o trânsito para sair ou chegar ao aeroporto pode não ser dos melhores e, apesar da curta distância de Manhattan, pode-se gastar cerca de 40 minutos nesse deslocamento. Saia com antecedência para não perder

    • Por StanlleySantos
      Primeiro de tudo, MAS MANO QUE FRIO DA PESTE É ESSE QUE FAZ NO SUL! 
      Ok, provavelmente não é nada perto do uruguai, patagônias, ou a serra catarinense (que registrou temperaturas negativas nessas semanas fácil, fácil). Mas pra um nortista....
       
      Bom, o objetivo deste relato é passar infos atualizadas sobre muitos lugares, sejam eles conhecidos e relatados, ou não. Muitas atrações do estado passam batido, então creio que seja justo falar sobre o máximo de lugares, sem passar spoilers. A época escolhida para esta visita foi a primeira quinzena de agosto, junto com a namorada, até pq gostaria de conhecer um pouco do inverno gaúcho e ter uma programação a dois de respeito. Moro em Manaus, ou seja, com 25 graus os caboclos já estão passeando no centro com moletom achando que estão no filme do frozen   imagina pegando 1 grau em gramado!!!
      Costumo tentar economizar nas viagens, e como falam que Gramado, em particular, é um destino que arranca o couro da pessoa, em termos de gastos, quis ver se era tudo isso mesmo. Cada um Levou R$ 1.700,00 para duas semanas no estado, levei um cartão de crédito que não foi usado, e uma poupança de emergência de 500 mangos, que acabou sendo usada mais para comprar mimos para mim 

      Quando você mora numa cidade que não tem trem e viaja para uma que tem corre o risco de cometer esses retardos mentais aí
       
      Chegamos no dia 07/08 em POA, basicamente o dia foi reservado para conhecer as rotas de ônibus e planejar os próximos dias num apartamento reservado pelo Booking no partenon (bairro próximo do centro, bem guarnecido de ônibus, aliás, gostei do abastecimento da frota de ônibus da cidade, mesmo em horários de pico, dificilmente peguei buzu lotado). A passagem estava custando R$ 4,70, e POA conta com um trem a R$ 4,20 que parte do mercadão e faz a conexão com alguns distritos do interior, até Novo Hamburgo. Sim, Novo Hamburgo, a cidade dos calçados (atenção mochileiras!) Então segue a primeira dica do tio, quer conhecer Novo Hamburgo, economizar no transporte, e não quer ficar dependendo de Uber/ônibus? Um trem partindo do centro é uma opção a considerar. De trem vc faz a conexão aeroporto-centro tbm.
      O itinerário era conhecer algumas cidades do Estado e Fazer a famosa travessia da Ferrovia do Trigo, que liga Guaporé a Muçum. Antes eu soubesse que iria dar ruim.... depois eu explico essa marmota. Destinos definidos, andaríamos pela capital, curtindo alguns pontos. 
      No dia 08 resolvemos sair cedinho para conhecer o famoso parque farroupilha. O parque mais famoso (e bonito a meu ver), colado ao centro da cidade, também. Quem for se hospedar no centro, pode até ir andando. Falam da violência em Porto Alegre, e realmente, vejo que há um problema de marginalização e pobreza na metrópole (como toda grande cidade), mas, apesar dos inúmeros mendigos nas proximidades da rodoviária, não me senti inseguro andando pelo centro. A polícia se fazia presente, e muitas pessoas passeavam com seus cães de boinha (o povo se compromete bastante com a causa animal lá, vários cachorródromos, pouquíssimos cães de rua, pelo menos no centro e adjacências, e muitos cães agasalhados, a coisa mais engraçada do mundo )

      Le parque farroupilha no seu esplendor verde

      Aquela foto bem maneira e clássica no centrão

      Para quem é de uma fé do oriente, o parque conta com um mini-templo, com uma arte elaborada. 
      De lá seguimos para o Parque moinhos de vento (conhecido como Parcão), como o clima estava agradável, arriscamos ir também a pé. Existem patinetes e bicicletas para locação pelos aplicativos locais, então se você quer poupar um tempo indo de um lugar para outro, é uma boa.



      Para quem quer fazer a famosa foto declarando o amor à capital, um letreiro bem bonito fica no parcão.
      Deixamos de conhecer na ocasião os parques Germânia e o Província de Shiga, que dizem que possui uma influência oriental bem forte na ornamentação. Mas fica para a próxima viagem. Hora do almoço, fomos para o centro procurar um pouco de culinária porto alegrense. No caminho passamos pela Rua Gonçalo de Carvalho, que diz a lenda que é a rua mais bonita do Brasil (e algumas fontes dizem que foi eleita a mais bonita do mundo). Pessoalmente achei ela bem bonita e limpa, mas creio que é exagero.

      A tão comentada Gonçalo de Carvalho
      O gaúcho adora comer: isso é fato. E é um carnívoro por natureza. Além do tradicional churrasco, o povo é viciado em fast food (no dia que os gaúchos forem extintos da terra Mcdonalds entra em crise), com ênfase no famoso Xis, que nada mais é que uma versão "anabolizada" dos sanduíches tradicionais, sendo de duas a três vezes maior, e recheado de maionese  claro, é duas vezes mais caro que os sanduíches dos outros estados, mas vai por mim, enche que uma beleza. Xis coração (de frango) deles é uma coisa divina 😍  Agora para almoço, existem as famosas alaminutas, que basicamente é arroz, feijão preto, ovo mal passado, saladinha, batata frita e a proteína, que varia. No norte chamamos de PF (Prato Feito).
      GAÚCHO NÃO COME FARINHA!!! 🤬😱🤯 e pro amazonense, isso é quase um pecado  além do fato de quase não ter visto peixe nos restaurantes, outro vício do povo do norte. 

      A cara de felicidade da caboquinha que não tem farinha na comida

      Vai por mim, é assim mesmo, a cara de tristeza acima não é à toa
      Seguimos pelo centro, conhecemos o Mercadão municipal (o grande centro de comércio alimentício da cidade, parada mais que obrigatória para o visitante), e aqui já começa uma história engraçada: existe um costume de cunho religioso de deixar moedas no centro do mercadão, uma espécie de tributo ao Bará, que seria uma entidade da prosperidade da cultura afro-brasileira. Minha namorada, simplesmente olhou uma moedinha no chão e pegou na naturalidade. Eu, olhando as pessoas jogarem as moedas no meio, tive um pressentimento de que elas deveriam ficar lá (turista que acabou de chegar ne, besta, sem saber dos causos), mas a dita cuja guardou no bolso e fomos embora. Ao longo da viagem ela perdeu uma jaqueta jeans e seu saco de dormir , e na volta para POA, resolveu devolver o dobro do valor para se livrar de qualquer "azaração" 

      Le mercadão. Passe por aqui para comprar lembrancinhas ou ingredientes para um chimarrão ou churrasco

      O interior com o espaço de agradecimento à entidade guardiã no centro.
      O centro de POA não só tem uma variedade de lojas e lanches, como também reúne vários museus e espaços de cunho cultural e histórico. Para terminar o dia, visitamos: o museu de arte do Rio Grande do Sul, que na ocasião estava recebendo uma exposição em homenagem ao modernista Xico Stockinger, o museu do Comando Militar do Sul, com uma exposição histórica do arsenal utilizado pelas forças armadas ao longo da história mais recente, e a casa de cultura Mário Quintana, que não estava tendo nenhuma programação em particular, mas conhecer o espaço e algumas exposições valeu a visita.

      Casa de cultura Mário Quintana


      War.......War never changes
      O Museu do Gasômetro se encontrava fechado na ocasião (diz que desativado por tempo indeterminado), então o dia terminou com um pôr do sol gelado na Orla do Guaíba. Com a ventania que empurrava o frio até os ossos, deve ser o lugar mais frio da capital no inverno  uma tristeza saber que o lago do guaíba está poluído, é uma paisagem muito bonita para atividades ao ar livre, que me fez lembrar da boa e velha ponta negra, em Manaus.


      A orla é ponto obrigatório no final da tarde, para ver a vida gaúcha acontecendo, ou fazer um passeio, ou exercício.
      Dia 09-10: De POA para Torres.
      Decidimos que iríamos sair cedo no dia seguinte para a cidade de Torres, afinal, a praia mais bonita do estado está lá. Claro, parece loucura ir numa praia no inverno, mas Torres possui belas paisagens, e pontos interessantes a serem conhecidos, e acredito que valeu a visita de um dia e meio a essa pequena cidade. Recapitulando: Torres fica boa a partir do reveillón, pois o verão inicia geralmente no fim do ano, aí a cidade lota de gente. Mas em compensação no inverno você tem os parques e o litoral só para você e mais meia dúzia de visitantes  o que é mais a minha cara.
      Pegamos um blablacar baratinho (30 reais, quando você paga bem mais indo de ônibus), e chegamos ainda de manhã no litoral. Dica: o blablacar funciona muito bem no estado, dá para conseguir muita carona barata para cidades visitadas como pelotas, gramado, cambará, entre outros. 

      E cá estamos em Torres, que beleza!
      Chegamos na cidade e a primeira surpresa: nenhum camping aberto  E não, eu não tenho frescura em acampar no frio, eu tinha ciência de que pegaria um frio na ferrovia, então não me importaria de ficar em camping paracendo um mendigo que não tem money pro hotel. Papo vai, papo vem, nos recomendam a pousada martins, que é administrada pelo Sr. Paulo e Dona Eva, um casal simpático na melhor idade que nos acolheu como se fôssemos da família 😭 além dos quartinhos serem TDB, sério, recomendo a pousada, o tratamento cortês é um diferencial de lá. E ela fica próxima ao parque da guarita, então tem uma ótima localização também.
      Outro momento retardo mental: eu, pobre iludido, vendo a previsão do tempo esperava ver um solzinho em Torres e quem sabe poderia arriscar tomar um banho de mar gelado. O resultado foi esse:

      Alguma coisa ta me dizendo que não vou andar de sunga e calção nessa praia hoje....
      A neblina cobrindo o oceano e boa parte da cidade dava um ar desértico e de certa forma triste ao lugar, mas também dava um clima para sentar numa pedra, ouvir o mar e meditar, ou pensar na vida. Adorei passear com a namorada da praia da Cal até os pequenos molhes de pesca, no fim do estado. Mais uma vez, se você curte uma vibe mais calma, sem todo aquele barulho e multidão, a cidade acaba não sendo descartável, mesmo fora da temporada.

      Como nossos egos e arrogâncias são pequenininhas e frágeis perante a grande criação

      A cerração tomando a cidade, chega a ser linda. No fundo o letreiro de Torres
      Existe um lugar curioso nessa cidade, que é a ponte Pênsil. Veja só, uma ponte de madeira de algumas dezenas de metros, onde você pode ter o prazer de mudar de estado, de RS para SC  Curiosamente era sexta da carne num açougue em Passo de Torres (SC), então muita gente de Torres (RS) atravessava o estado para fazer fila no vizinho. É meio besta, mas engraçado de certa forma

      A fotografia foi tirada em RS, só para constar. Do lado de lá fica Passo de Torres.
      O dia seguinte seria para o retorno à capital, mas também seria para curtir o parque da guarita, e o sol favoreceu a visita. O frio estava bem ameno nesse dia, então deu pra sair de short e camiseta, engraçado como as pessoas agasalhadas às vezes olhavam para mim, como se eu fosse algum alienígena 👽

      Não duvido que esse cenário seja bastante usado para ensaios fotográficos ou pedidos de casamento 

      Uma das minhas fotos favoritas dessa viagem. Na encosta, vários pescadores
       
       

      Um pouco da vida local
      Ficamos até meio-dia, e fechei mais um blablacar de volta para POA pela parte da tarde. A ideia inicial era ficar mais um dia, mas acredito que vimos o que queríamos em Torres, fora que eu queria conhecer o famoso Brique da Redenção da capital, então a estadia em Torres foi bem curtinha, mas valeu cada segundo aproveitado. Conhecemos o litoral na cerração e no céu aberto, enchendo os olhos com belíssimas paisagens. 
       
      Dias 11-14: Lá vem a bendita frente fria.....e agora?
      De volta à capital, no domingo (11) começamos o dia indo para o parque farroupilha novamente, para vermos o famoso brique. E digo, se estiver na cidade, passe um domingo no parque, o brique é TRILEGAL!!!! Pois você encontra de tudo um pouco em termos de brechó, pessoalmente fiquei cativado pelas antiguidades que algumas banquinhas vendiam. Discos de vinil, louça antiga, brinquedos dos anos 90, colecionáveis, entre outros......nossa, tenho fé de que isso virará febre no país.
       
      Acredite, isso vai bem longe...


      Esse simpático artista é figura conhecida no Brique, a namorada curtiu a beça o espetáculo. 
      Uma dica que muito gaúcho passa para quem está no parque, e adianto logo, é passar na famosa lancheria do parque. O buffet livre tem uma ótima variedade de opções para encher o bucho, e os sucos deles são de polpa pura, a um preço mega justo, além das várias opções de carnes. Sério, não deixe de visitar.
      O centro fecha aos domingos, mas, muitas atrações ficam abertas, então decidimos visitar o Jardim Botânico. Localizado no bairro de mesmo nome, próximo à PUCRS, é fácil de chegar a partir do centro, mas é necessário ônibus/uber/bici. A entrada é bem em conta, e o jardim te dá a liberdade para andar por quase todas as instalações, divididas em seções, mostrando elementos da flora da região sul (e um pouco das demais regiões). O parque Conta com um museu natural com serpentário, que é bem bacana de visitar também. 

      Lindo o espaço. Como amazonense, é interessantíssimo conhecer algumas características de um bioma diferente da floresta amazônica.

       
      Dormimos cedo de noite, pois a segunda-feira seria o dia de pegar o ônibus bem cedinho para Guaporé. Passagem comprada e tudo mais.....
      ...Mas a vida é uma caixinha de surpresas ⛈️⛈️⛈️🌧️🌧️
      Segunda, 12 de agosto, 05 da manhã. Chuva forte, e mais chuva prevista para o início da semana devido a uma frente fria que estaria visitando o estado. Bem na data em que iríamos para Guaporé! 
      Segundo a previsão, só iria limpar lá para quarta. Uma coisa é subir o estado e pegar um frio e uma cerração num trecho de 50km. Não iríamos morrer de frio pq tínhamos os equips e roupa. Outra coisa é pegar chuva o dia inteiro no meio do nada e comprometer o avanço da travessia, que na melhor das hipóteses leva de dois a três dias  e para completar as reservas de hospedagem em Gramado já estavam pagas e não poderiam ser alteradas! Como era um risco ao qual não queria submeter a namorada, que é menos acostumada com perrengues do que eu, conversamos, tivemos um pouco de DR , e decidimos que o melhor seria não arriscar. Perderíamos as passagens (que custaram um braço) porque 1. o atendimento ao cliente da BENTO foi uma MERDA deixa a desejar, não recomendo, e 2. poderíamos ter solicitado o retorno dos valores se tivéssemos cancelado a viagem com 3 horas de antecedência do embarque (tecnicamente teríamos que bater na rodoviária às 3 da madrugada e torcer para ter alguém na hora que fizesse isso para a gente). Confesso que fiquei um pouco decepcionado com o serviço de coletivo intermunicipal do estado.
      Com isso a ferrovia miou, e precisaríamos mudar o roteiro para a semana. Significaria mais gastos (pois a travessia é 0800, salvo os alimentos e água comprados para o percurso em si), fora que tínhamos nas mochilas sacos de dormir + barraca que agora ocupavam um volume desnecessário  A segunda-feira foi praticamente perdida. Com isso, só restava encontrar um lugar para ficar, e ir atrás de lembrancinhas no centro de POA.....bom, será que nossa viagem estragou?

      Era o sentimento naquela segunda
      A terça-feira veio, então decidimos que iríamos conhecer alguma cidade das várias que existem para o turismo histórico. O estado possui uma herança das grandes colonizações, que já datam de dois séculos atrás (como referência, a colonização italiana em 1875), e cidades como Farroupilha, Garibaldi, Bento Gonçalves, ou Caxias do Sul se tornam opções interessantes. Escolhemos Caxias do Sul na quarta para sexta (14 a 16). Então, o que fazer em POA até lá?

       
      Como estava com uma vontade enorme de conhecer, fomos atrás, desta vez, do Museu de Ciência e Tecnologia da PUCRS. Localizado, obviamente, nas dependências da PUC, não tão longe do jardim botânico, a entrada custa R$ 40,00 (em AGO/19), mas com direito a meia entrada para estudante, e não posso deixar de elogiar o espaço! 3 andares de puro conhecimento, atividades lúdicas, e curiosidades! É o tipo de lugar onde excursões escolares são bem-sucedidas, pois é possível dar aulas de matemática, física, biologia, geografia e história nos vários setores do espaço, sem tornar a aula chata. Como licenciado em biologia, meio que me senti em casa 😍

      A primeira coisa que você bate o olho e pensa "quero brincar", quando entra no museu

      Lembra do desafio dos cubos da série 3%? Pois é, eu reprovei 

      Visitem o museu da PUCRS, e como diria o e.t. bilu, busquem conhecimento!!
      Passamos uma manhã e uma tarde no museu, é muita coisa para conhecer e interagir, você tira um dia inteiro somente para isso. Ah, existe também um planetário na cidade, que vale a visita para os que têm um interesse mínimo por astronomia, ou querem reviver aquela aulinha de ciências sobre o universo. Acabamos não visitando também.
      Dia 15: La Cittá pela terra da Uva
      No dia 14, conseguimos arrumar mais um blablacar para Caxias do Sul, esta localizada no coração da Serra gaúcha. Infelizmente o transporte saiu tarde, e não daria tempo de conhecer a cidade ainda na quarta. Algumas pessoas disseram que não valia a pena conhecer Caxias, por "ela ser industrial demais e quase não ter nada para se ver". Pessoalmente, não posso concordar com tais afirmações, pois Caxias possui roteiros histórico-culturais tanto no centro urbano quanto na zona rural (Rota dos Imigrantes, distrito de Criuva, Ana Rech), embora seja necessário um carro próprio para esses destinos. Então, o que fazer?
      Como dito, existe o roteiro "La Cittá", onde você tem acesso a vários pontos turísticos no centro urbano, e tem uma noção da história da colonização italiana nos vales da Serra Gaúcha. Seria isso que faríamos. 
      Antes de tudo, tomei conhecimento sobre um autêntico château brasileiro, o Castelo Lacave, uma fortaleza erguida em 1968 como um sonho de um uruguaio, teve sua propriedade passada entre famílias, e na atualidade funciona como vinícola, restaurante gourmet, ponto turístico e local para a realização de eventos. O tour guiado custa R$ 16,00 (AGO/19), e é falado sobre a história do lugar (nada que você não ache na internet, rs), incluindo uma degustação dos vinhos locais. Além do mais, ele foi todo decorado com uma temática medieval, o que torna a visita ainda mais imersiva.

      O modo de construção dos castelos com a união de blocos gigantes é uma coisa charmosa que inspira poder

      O legal da visita são algumas réplicas de esculturas conhecidas, como a "bocca della verittà", que arranca a mão de quem mente, entre algumas outras. Sem dúvidas o custo-benefício da visita é bem justo a meu ver.

      "Eu sou um tremendo partidão e isso é verdade!"
      Após essa visita, partimos para o centrão. No roteiro "La Città" conhecemos: o Monumento ao Imigrante, algumas catedrais, como a de São Pelegrino (a mais bonita da cidade, com uma arte sacra interna de emocionar), e a Paróquia Santa Teresa D'ávila, na praça Dante Alighieri, o Museu Municipal, onde você aprende sobre a colonização italiana, embora no monumento você também tem uma aula de história, o Museu Memorial dos ex-combatentes da FEB (Força Expedicionária Brasileira), onde você aprende um pouco sobre a participação do Brasil na segunda guerra (é, a cobra fumou), o Museu casa de pedra, que reproduz uma típica residência italiana do século passado, e o Pavilhão da festa da uva, onde estava rolando um rodeio de acesso 0800 no final do dia. Roteiro que pode ser feito em um dia inteiro. 

      Praça Dante Alighieri com a paróquia Santa Teresa

      Exposição da imigração italiana no museu municipal

      Catedral de São Pelegrino
      Sobre Caxias: cidade tranquila, mesmo sendo grande (a segunda mais populosa do estado e a maior da serra gaúcha), com muitas alternativas turísticas, e quase todas gratuitas! Para quem procura algo mais culto e histórico, e não quer gastar muito além do transporte e alimentação, acredito que a cidade seja um prato cheio. Mas para curtir tudo o que ela tem a oferecer, super recomendo um carro, próprio ou alugado. 
      Dias 16-20: A jóia da Serra Gaúcha, Gramado
      Os dias finais do mochilinho pelo estado seriam na grande atração capitalista do estado, Gramado  Tivemos a bendita sorte de arrumar um blablacar de Caxias para Gramado na manhã de sexta. Para isso é necessário descer a serra e subir novamente, com direito a enjôo para quem não for acostumado(a). Chegamos numa tarde ensolarada, e com aquela expectativa de dar de cara com uma geada matinal morrendo. Muita gente vai pra serra pra ver aquele clima europeu de frio, neblina e geada, e acontece uma coisa dessas . Mas a previsão do tempo mais uma vez estava alertando sobre outra frente fria, então seria bem possível que minhas preces fossem atendidas.

      Legendas são dispensáveis
      Ficamos em parte no Eleganz hostel & suites, como uma reserva de última hora (pois era para chegarmos em gramado somente no sábado), e super indico esse hostel. Atendimento de excelência, um ambiente SUPER chique, padrão hotel mesmo, com café da manhã TOP dos TOP, e camas confortáveis. A diária foi de na faixa de 80 reais para um casal, que está até bom para os padrões gramadenses. Faço questão de fazer essa recomendação.
      A tarde foi dedicada para conhecer um pouco da elegante cidade, com a educação dos motoristas, a ausência de semáforos, e a sensação de segurança nas ruas. Chega a ser difícil de acreditar ver tanta gente andando com os celulares na mão, bem arrumada, indo para cá e lá, sem preocupações. Visitamos o Museu de Chocolate da Lugano, que custou R$ 35,00 (AGO/19), com direito a desconto para estudante, deixo destacado isso porque 90% das atrações de gramado possuem desconto para estudantes, crianças pequenas, idosos, e não lembro mais quem, então você economiza HORRORES se você tiver aquela sua carteirinha estudantil de meia entrada, ou similar, atualizada, claro. Já anota a dica. Depois ficamos rodando pelo centro, que é super de boa para passear.

      Le rua torta, que passa 24 horas do dia com gente tirando foto, mas o que tem de mais, é só uma rua torta 

      Le paróquia São Pedro. Cartão-postal da cidade. 
      Terminamos o dia no lago Joaquina Rita Bier, com aquele pôr do sol digno de filme romântico. Agradecemos pelas coisas boas da viagem.

      Gramado e seu clima para romances
      O segundo dia foi dedicado ao Mini-Mundo, que a meu ver é uma atração obrigatória da cidade. Parece frescura, mas o lugar é mágico! Uma cidade-miniatura, que inclusive possui réplicas de prédios históricos do Brasil e do mundo. Não só o mundo minimizado é bonito e bem feito, como o tratamento recebido é digno de aplausos! Uma dica: pegue uma visita guiada com o Sr. Nelson, um verdadeiro P R O F I S S I O N A L que ama o que faz, nos ensinando alguns truques para tirar boas fotos, e divertindo o tour com suas piadas de gaúcho  O valor em AGO/19 era de R$ 42,00, também com direito a desconto.

      os gigantes na estrada em obras

      A riqueza dos detalhes gera fotos maravilindas
      O passeio no mini-mundo é uma atividade que toma uma manhã e um pedaço da tarde se a pessoa quer conhecer cada centímetro do parque, e melhor: o espaço está em constante expansão, ganhando novos personagens e estruturas. Será que um dia teremos um mini teatro amazonas?
      O final da tarde foi basicamente dedicado à compra de lembrancinhas, e a noite foi dedicada a um delicioso Fondue. O fondue, assim como o café colonial, a cuca, e o trudel, são especialidades de gramado que merecem ser experimentadas. Você gasta muito com isso? A resposta é: depende de onde você procura. Para você ter uma noção, a sequência do fondue varia entre os restaurantes, de 35,00 a 150,00. O café colonial, idem. Então uma pesquisa antecipada se faz necessária. Nosso café da manhã estava incluso nas nossas hospedagens, e como ficamos em locais com cozinha compartilhada, boa parte das refeições foram compradas no supermercado e feitas na panela, poupando também um senhor dinheiro. E sem arrependimento.
      Para minha alegria, na madrugada de domingo caiu uma senhora chuva, e com isso veio a cerração, que envolveu a cidade numa neblina maravilhosa para passear nas ruas da cidade e tirar boas fotos. Enfim, era pra isso que fui à Serra.
       


      Aquele clima padrão europeu, adoro!
      A namorada queria passar o dia dormindo nesse frio, enquanto isso eu tratei de conhecer Canela pela parte da manhã, embora a neblina tenha me impedido de ver muita coisa. A Icônica Catedral de Pedra infelizmente (ou felizmente, pois é uma visão igualmente espetacular) estava coberta pela neblina, então ficou difícil de observar seus detalhes.

      Que visão é essa cara!
      Pela parte da tarde, convenci a namorada a sair, e, entre tantas opções de museus, com suas modernidades e atrações, resolvemos conhecer um espaço mais alternativo. Então, conhecemos o segundo castelo da viagem, o Museu Medieval Castelo Saint George. Conhecer a história dessa edificação, e como o Senhor Gilberto Guzenski está dando o sangue para levantar bloco por bloco, e elaborando um trabalho SENSACIONAL na área da Heráldica, além da coleção de armas, entre elas algumas famosas, de fato inspira os corações dos fortes. Além da coleção de armas (algumas forjadas pelo próprio dono), e os souvenirs com temática medieval, você pode consultar as raízes de sua família com base no seu sobrenome. Quer descobrir se tem sangue azul ou de plebeu? Visite o Saint George. A entrada custa R$ 25,00 (AGO/19), com desconto apenas para anciões.

      Uma estrutura linda e imponente, e ainda em construção

       

      Stanlley dos Marinheiros dos Santos, primeiro de seu nome, O Viajante.
      Os último dois dias em Gramado foram dedicados para as atrações mais naturais, como o Lago Negro e o Parque do Caracol. O Lago negro fica perto do centro, embora necessite de um uber básico para chegar lá. Reza a lenda que ele tem esse nome porque em seu entorno foram plantadas árvores nativas da floresta negra. Possui um pedalinho, que achei caro, então não brinquei.

      O Lago negro nos dias ensolarados

      E o Lago Negro em dias de Neblina. Uma visão igualmente bela para quem está de passagem
       
      O parque do Caracol Se encontra afastado da cidade de Canela, Subindo a Serra mais um pouquinho. Existe uma linha de ônibus que vai para lá, mas é bem difícil de passar, tornando necessário o uso de carro próprio ou uber. Existe sinal de internet, então é possível voltar de aplicativo. O ingresso custou R$ 20,00 (com direito a meia entrada), e possui várias trilhas, com alguns espaços para o social. O ponto alto do passeio é a cascata do caracol. 



       
      E com isso concluía minha estadia no grandioso estado gaúcho, tchê!
       
      Agora as infos básicas:
      Gastos: Levei 1.700,00 + um cash guardado, como falei, e acabei usando o valor inteiro, mais um pouquinho da reserva. No final das contas, uns 2.000 reais muito bem gastos. Perdi um pouco por causa de ônibus, utensílios inúteis para camping, e compras pessoais, então diria que é um valor médio bom para duas semanas no estado. Me hospedei em hostels em todos os dias, pude comer durante o dia inteiro, e fiz minha própria refeição em alguns dias. É possível gastar menos? É possível, mas vai do perfil de cada um.
      Transporte: o estado é bem abastecido de estradas, e possui um sistema de ônibus que serve até bem (apesar de ter odiado o atendimento da rodoviária de POA). Alguns destinos são mais acessíveis que outros, mas como falei ao longo do relato, o Blablacar é uma opção muito barata e usada no estado, super recomendo. O uber nas cidades (mesmo em Gramado) é barato, se você estiver com pelo menos uma pessoa para rachar as despesas, se torna uma opção bem em conta. Em POA, tem ônibus, aluguel de patinete e bicicletas como meios de deslocamento.
      Hospedagem: 90% das minhas hospedagens foram reservadas pelo Booking.com, e os preços estavam agradáveis. No centro de POA era possível encontrar diárias de 30 reais ou 50 (por dupla). Mesmo em gramado pude encontrar ótimas opções, mas claro, é necessário reservar com antecedência em caso de viagem em alta temporada, por motivos óbvios.
      Custo das atrações: muitas atrações da capital são ao ar livre, e mesmo nos museus, não havia cobrança de ingresso, com exceção da PUC, e mesmo assim, tem o desconto para estudante. Em Caxias todas as atrações do roteiro "La Città" foram 0800, e a visita ao Castelo Lacave tem um valor justo. Os locais mais caros ficam em Gramado mesmo, e vai muito do que a pessoa procura. 
      Afinal, Gramado é uma cidade cara? - Sim, e não. antes que queira botar na cabeça que quer ostentar na cidade bonita, tenha em mente que é necessário pesquisa e autocontrole. Fazer a própria comida, de vez em quando, ou poupar o Uber quando pode se deslocar a pé pelo centro da cidade, são medidas que ajudam bastante no bolso. E como já disse, tenha sua carteirinha estudantil ou comprovante em mãos, ajuda bastante.
      Lugares para conhecer: cara, eu poderia fazer um relato inteiro só falando dos lugares que não visitei  Cambará, Novo Hamburgo, Farroupilha, Bento Gonçalves, Três Coroas (que descobri só no final da viagem que possui uma estrutura bacana para o rafting), Guaporé-Muçum, Pelotas, Rio Grande, todas estas cidades, e fora outras, possuem sua importância no estado, possuindo atrações, naturais, históricas, etc. Eu não canso de dizer que é um Estado Rico em termos de coisas para fazer.
      Melhor Época: depende do lugar que você quer conhecer. Por exemplo, Torres (praias) é melhor na época mais quente, que compreende o início do ano, enquanto que a Serra Gaúcha é bem visitada no inverno (meio do ano), e Gramado possui alguns períodos especiais (Natal, Páscoa, Festival de Cinema e Inverno). Pesquisar é bom, e se atentar ao clima, no caso de atrações e atividades ao ar livre (como foi no meu caso), faz uma diferença entre fazer uma atividade ou ficar no hotel chateado.
      Moro num estado quente e quero pegar frio, devo levar roupa pro frio no inverno? Cara, Porto Alegre tem tanto comércio de roupas para o frio, luvas, cachecol, gorros e jaquetas a preços populares, penso que nem vale a pena comprar uma roupa cara na sua cidade. Em POA também existe uma loja da Decathlon, onde vc pode comprar uma vestimenta de qualidade.
       
      Então é isso, gurizada! Conheçam essa baita região! 
       
    • Por Juliana Champi
      Sempre começo dizendo pq desta viagem, deste destino, já que o mundo inteiro me interessa! Então vai lá: pq meus planos eram “Islândia” mas não deu ($$ - segundo ano consecutivo mudando o destino por falta de grana, rs). Pq eu li sem querer querendo um relato e depois mais um e depois mais dois, e depois todos, sobre “este destino” (compilei os relatos mais recentes neste tópico).
      Pq eu já queria ir. E agora estava apaixonada. Pq eu andei negligenciando a América do Sul. Pq AMAMOS natureza e paisagens. E estamos cada vez mais curtindo viagens de carro! Então por tudo isso, e pq passagens de avião estão caras demais e pq sim, decidimos partir de Londrina-PR com destino ao Atacama, no Chile, com lenta passagem pela Argentina! E rolou até Bolívia!
      “Noooooossa, mas que loucura, vcs vão de carro??? E ainda vão levar o filho???? Vão fazer o que num deserto??” 🤨
      [email protected], loucura pra mim é pagar 3 mil reais num celular!”🤦‍♀️
      Apesar de ter bons relatos de carro pelo roteiro que me propus fazer, sempre muda alguma coisa, e tb é interessante atualizar valores e trazer informações mais recentes... e escrevo tb como forma de memória minha... o meu “livro de viagens” é aqui, rs! E em tempo, obrigada a todos que compartilharam aqui suas histórias e me fizeram sonhar além e rir muito!
       
      Roteiro
      Londrina > Foz do Iguaçu > Corrientes > San Salvador de Jujuy (e arredores) > San Pedro de Atacama (e arredores incluindo Bolívia, rs) > SSJ > Corrientes > Iguazu > Londrina. Em 17 dias, 6300km! Com esse tempo tem gente que vai mais longe, que vai pra Santiago, Mendoza e afins, mas gosto assim, com calma! E o mundo estará sempre lá pra gente voltar.
       
      Quem foi
      Até convidei um casal de amigos, mas as datas não bateram. Então fomos naquela formação original básica: Guilherme: marido e piloto; Juliana (eu): esposa, navegadora e co-pilota; e João Gui: filho (11 anos), comissário de bordo!
       
      Como
      De Nissan Versa 1.6 manual ano/modelo 2018/2018! Mandei pra revisão na concessionária antes de viajarmos apesar dele estar recém revisado. Como a gente sempre faz o que não deve com ele um monte de parafuso e proteção na parte debaixo do carro tinha quebrado/soltado. Tb me disseram que eu não precisava colocar nenhum fluido em nenhum lugar pra evitar congelamento, que o que estava lá era o correto, e assim fiz, mas verifique esta questão pq com o seu carro pode ser diferente.
      Equipamentos obrigatórios: 2 triângulos e extintor de incêndio. SÓ! (Além de cinto de segurança e estas coisas normais). Não tem cambão, mortalha e o carai... Por favor, leiam este tópico! Daqueles que dão orgulho do mochileiros.com!!
      Seguros obrigatórios: Carta Verde (Argentina) e Soapex (Chile). Mais detalhes abaixo.
       
      Documentos
      Passaportes: é bem mais prático do que levar o RG e a gente já tinha;
      PID: a gente já tinha, mas ninguém pediu;
      Carta verde: seguro argentino no nome do dono do veículo, que tem que estar dentro do carro, foi emitido gratuitamente pelo meu corretor de seguro do carro pq já estava incluído no seguro do meu carro (tem que ser impresso em papel verde, rs). Se vc não é o dono do carro tem que ter uma autorização do dono (seja da locadora ou do parente) pra dirigir o carro fora do Brasil. CARRO FINANCIADO está no seu nome e não precisa de autorização nenhuma;
      Soapex: seguro chileno para estrangeiros, comprado dias antes pelo site da HDI por 10,77 dólares. Na hora de comprar vc vai ter que informar o número do motor do carro, rs. Nem sabia que isso existia. Não é o chassi, é o motor. Procurei na internet onde tava o número do motor do Versa e fica no motor mesmo, kkkk. Foi só bater uma lanterninha lá e anotar!
      Extensão do seguro pela América do Sul (fale com seu corretor): incluso no seguro do meu carro;
      Seguro viagem: tive dificuldade em contratar, até pedi ajuda aqui. Eu nunca compro seguro pq uso o do cartão, mas desta vez como não compramos passagens, o cartão não oferecia. Quando comecei a cotar percebi que seguros “terrestres” quase não existiam, ou quando achava, eram super caros e se aplicavam apenas para viagens de ônibus. Depois de dar uma estudada e até falar com corretores, acabei contratando um aéreo mesmo, afinal, minha preocupação era ter algum problema de saúde em alguma cidade, tipo uma dor de dente ou cólica de rim, sei lá. Nestes casos não faria diferença eu estar de carro ou de avião. Compramos pela Mondial/Alianz por 235,00 para nós 3, para Argentina e Chile, por 17 dias. Estava com um cupom de 50% de desconto;
      Receitas dos meus medicamentos (#diabetica): como assisto muito “Fronteiras Perigosas da América Latina” kkkkk fiquei encanada de alguém cismar com meus medicamentos!
       
      Money
      Trocamos reais por pesos argentinos na fronteira (Foz do Iguaçu) e em Salta, e dólares por pesos chilenos em SPA. No relato aprofundo mais sobre as tarifas. Mas assim, câmbio é uma coisa que flutua tanto que vc tem que pesquisar exatamente na data da sua viagem. Via de regra compensa levar dólar pro Atacama pq lá não tem demanda por real, ao contrário de Santiago, em que a troca direta real x peso pode compensar ou empatar. Na Argentina costuma ser viável trocar direto... mas reparou no “costuma”? Pesquise na data da sua viagem!
       
      Internet
      Baixamos todos os mapas do google off-line e não compramos chip nem no Chile nem na Argentina! Usamos somente a internet dos bares/restaurantes e hospedagens e deu tudo certo! 
       
      Na mala
      Calçado quente, confortável e impermeável, eu de botas vento titã (muito amor), os meninos de Quechua. Roupas em camada, pegamos de -10oC a 30oC. Soro de nariz, protetor labial (bepantol), protetor solar e óculos de sol são itens de SOBREVIVÊNCIA, a umidade relativa é zero e a neve cega.
      Medicamentos: eu já tinha abandonado a ideia de ficar levando remédio a toa, mas preferi levar alguns desta vez. Pra dor, anti-alérgico e Diamox. Falo mais sobre o mal de altitude no durante o relato.
       
      Hospedagens
      Airbnb do começo ao fim! Sou muito fã de Airbnb e mais uma vez tivemos muita sorte! Me sinto em casa, me sinto parte do lugar quando posso cozinhar, ir no mercado e interagir eventualmente! Sei que na maioria dos hostels tb é assim, mas no Airbnb sempre acho mais conforto, privacidade e preços melhores! Tivemos excelentes experiências e preços muito, mas MUITO, acessíveis, vou abordar melhor abaixo.
      As hospedagens escolhidas, bem como preços e qualidade foram as seguintes:
      Foz do Iguaçu (1 noite): Eu já tinha me hospedado duas vezes em Foz do Iguaçu pelo Airbnb, na casa da Adriana. A casa dela se aluga inteira e é enorme, super confortável, linda, show! Legal pra ir com mais gente! (Se alguém quiser indicação me manda MP). Mas desta vez era só uma noite, resolvi pegar uma casa menor, onde mora uma senhora, pertinho da Argentina! Sabe quanto? 68 reais pra nós 3, e com café da manhã! 21 reais por pessoa!  Amo Airbnb! A Léo, nossa anfitriã, foi muito fofa, amamos! Casa simples e confortável, perfeita para uma noite!
      https://www.airbnb.com.br/rooms/29173885?guests=1&adults=1
       
      Corrientes (1 noite): Mais uma experiência de ficar em um quarto na casa de alguém. Na verdade é uma dependência no fundo da casa do Cesar. Desta vez pagamos 93 reais pra nós 3, 31 reais para cada! O César foi super querido com a gente, tivemos uma ótima estadia!
      https://www.airbnb.com.br/rooms/14149168?guests=1&adults=1
       
      San Salvador de Jujuy (5 noites): Eu tinha 200 reais de desconto quando paguei, então no total ficou 321 reais para 5 noites para nós 3, incríveis 20 reais por dia por pessoa, não é bom demais? Lugar super legal, a anfitriã mora nos fundos e dá muitas dicas, não poderia ter escolhido lugar melhor! Quem vai passar um tempo na região costuma hospedar em Salta, mas fiquem de olho, lá é bem mais caro! SSJ, Tilcara e Purmamarca além de serem puro charme tem opções bem mais em conta! AMEI.
      https://www.airbnb.com.br/rooms/26893928?guests=1&adults=1
       
      San Pedro de Atacama (6 noites): Eu tinha 169 reais de desconto quando paguei, então no total ficou 970 reais para 6 noites para nós 3! Cerca de 55 reais por noite por pessoa! Apesar de ter ficado mais caro que a média, todo mundo sabe que em SPA as hospedagens são mais carinhas mesmo, ainda mais na alta temporada! Esta hospedagem consiste num quarto triplo com banheiro privativo e acesso a cozinha coletiva! Tinha mais um quarto semelhante nos fundos. Os anfitriões foram bem prestativos! Eles moram lá em SPA e alugam estes dois quartos nos fundos de uma casa, que me pareceu ser de parentes deles. Esta foi meio parecido com um hostel.
      https://www.airbnb.com.br/rooms/24290251?guests=1&adults=1
       
      SSJ (1 noite): a ideia era hospedar em General Guemes e ficar mais na mão de voltar, ou em Salta... eu tinha uma reserva com cancelamento grátis pelo Booking em Salta, mas resolvemos retornar pra mesma casa onde ficamos na ida pq tinha umas plantas lá que eu queria muda, hahahahauaha! Desta vez pagamos 105 reais pra nós 3, 35 reais por pessoa!
       
      Corrientes (1 noite): eu queria ter pernoitado em Resistencia só pra ser uma cidade diferente, rs, mas faltando 2 meses para a viagem eu solicitei reserva no mesmo lugar que iria me hospedar na ida, só que estava indisponível. Achei um outro lugar do mesmo dono, mas no mesmo endereço... Achei estranho mas solicitei reserva. Me custaria míseros 73 reais para nós 3 por uma noite. Mas sabe quanto eu paguei? ZERO reais, pois tinha crédito de viagem! Esta segunda reserva aparentemente é de um outro cômodo dentro da casa dele, mais barato, mas acabamos ficando na mesma dependência do fundo e deu tudo certo, o cara é um gentleman! Vou deixar o link desta hospedagem abaixo apenas pq parece diferente da que ficamos na ida, mas foi o mesmo lugar, rs.
      https://www.airbnb.com.br/rooms/18043226?guests=1&adults=1
       
      Puerto Iguazu (1 noite): última hospedagem da viagem! Quis ficar em Iguazu pra ser diferente da ida, rs, e pq antes de ir embora queria comprar cereja em conserva (pq todo o resto é caro e pega turista em Iguazu). Pra não ter que atravessar a fronteira de novo, resolvemos ficar do lado argentino mesmo. Quarto em casa compartilhada, MUITO simples e com problemas de higiene. Me custaria 52 reais a pernoite pra nós três, mas não paguei NADA pq tinha crédito de viagem! A anfitriã era gente boa mas não recomendo esta casa... poderia ter comprado a minha cereja e atravessado na mesma noite pro Brasil e dormido de novo na Léo que tava mais esquema!
      https://www.airbnb.com.br/rooms/26877281?guests=1&adults=1
       
      TOTAL: 1557,00 reais, mais ou menos 33 reais por dia por pessoa, já que foram 16 noites! Achei MUITO bom!  Se depois de tudo que vc leu, resolver experimentar o Airbnb, faça cadastro com o meu link que eu e vc ganhamos descontos!
      https://www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3?currency=BRL
       
      IMPORTANTE: neste tópico, para quem interessar, há uma discussão bem legal que rolou aqui sobre os malefícios do Airbnb, principalmente para as pessoas que moram em cidades muito turísticas. Muito do que foi colocado neste tópico é BEM importante quando vc tem alguma preocupação com o impacto que causa em qualquer ocasião da sua vida, incluindo viajar. Tente escolher bem seus anfitriões de forma a minimizar os impactos negativos do Airbnb! Casas compartilhadas com o morador, anfitriões que só tem uma casa e idosos são uma boa.
       
      Clima
      Esta é uma viagem que pode ser feita a qualquer tempo, mas o cenário muda muito e há períodos em que certos passeios ficam fechados!
      As duas principais temporadas para nós, brasileiros, são inverno e verão, por conta de férias escolares e tals. E fomos no inverno, a mais ALTA temporada do Atacama! Pq... tem o João, rs! Ele está no sexto ano e ano passado não quis ir conosco pra África do Sul pra não perder aula e provas! Apoiei a responsa dele mas não queria deixa-lo de fora de novo... e já convenci ele que ano que vem a viagem vai ter que ser durante as aulas mesmo, rs.
      Mas qual é a do inverno e a do verão?
      Falando especificamente do Atacama... no verão é MUITO calor durante o dia e pode chover. Em janeiro, e principalmente fevereiro, o inverno altiplânico (chuvas intensas) podem estragar seus planos. Este ano várias rotas foram interrompidas por chuvas intensas e muitos passeios foram cancelados, dava pra ver marcas de alagamento em algumas partes de SPA ainda. Mas sabe quem ama o verão? Os flamingos! É nesta estação que vc corre o risco de vê-los fazendo aquela dancinha de corte sensacional! Só tenham atenção com FEVEREIRO.
      E o inverno?? O céu é maravilhosamente azul, é alta temporada (férias na Europa e América do Norte), não chove nem a pau, mas pra quem não curte, cuidado: a temperatura fica abaixo de zero a noite! Tudo bem pq a noite vc tá debaixo das cobertas quentinho certo? Errado! Tem tour que sai as 5h da manhã, nos Geyseres del Tatio o frio é extremo. Extremo mesmo, -15oC pra menos. O vento faz a sensação térmica te colocar no topo do Everest, rs! E hospedagem de mochileiro em SPA não tem calefação neah... FRIACA! Outros pontos negativos são: os flamingos se mandam pra bandas mais quentinhas e as nevascas podem interromper temporariamente os passeios de altitude e a ascensão aos vulcões (Lascar, Cerro Toco, Licancabur e etc). Mas pra quem, como eu, é apaixonada pelos topo de morro branquinhos e se amarra numa bochecha rosa queimada de vento, o inverno é a sua estação!
      ATENÇÃO para AGOSTO. Eles dizem que fim de julho, agosto e comecinho de setembro é o período da “última invernada”... neva muito e é a mais baixa temporada do Atacama, frio extremo e muitos passeios fechados! Se quiser curtir a primavera, melhor deixar pra segunda quinzena de setembro pra frente!
      Obs. Estas informações me foram contadas por moradores locais. Com certeza há quem tenha ido em fevereiro e agosto e tenha dado sorte, mas se vc puder evitar, fica a dica!
       
      E na véspera...
      Machuquei o pé. Sim, forte! No dia antes de viajar a marmota aqui cutucou uma unha! Fui parar na podóloga e não desejo pra ninguém a dor de cortar nacos de carne e unha sem anestesia, fiz força pra não fazer xixi! Por este motivo acabei levando antibióticos caso infeccionasse, antisséptico para curativo e antibiótico pomada para os primeiros dias! No fim... #spoiler super sarei e não tive maiores problemas, rs!
       
      Finalmente...
      Vou relatar tudinho, com muitas fotos e todos os custos. Por dia, eles serão divididos nas seguintes categorias: combustível, pedágio, alimentação (que inclui mercado, refeições diversas, bebidas), compras (que inclui coisas úteis e inúteis, vulgo "souvenires e regalos", assim como eventuais estacionamentos e uso de sanitários), diversão/entrada (inclui entradas em atrações e eventuais taxas de turismo) e câmbio.
      No fim farei um resumão de custos, e gente... esta viagem divide com a África do Sul a primeira posição de “minha viagem favorita no mundo”... mesmo que nem tudo tenha sido... FLORES.
      Prometo começar o relato em si, no próximo post! 😃
    • Por nicolesuet
      Olá, pessoal! Estou planejando fazer um mochilão pela Europa durante 30 dias em fevereiro de 2020. Devido a faculdade janeiro a fevereiro são os únicos meses disponíveis para fazer a viagem. Além disso, de acordo com as minhas pesquisas o verão europeu é a época mais cara para viajar.
      Estou preocupada com o tempo, pois sei que é muito frio e que costuma chover bastante nessa época, logo não quero colocar lugares no roteiro que não conseguirei aproveitar devido ao tempo. Gostaria de saber de vocês quais destinos vocês acham imperdíveis na época do ano e quais vocês acham furada. Existem alguma atração ou destino em particular que vocês recomendariam?


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