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drika_nexa

Europa 25 Dias

Pergunta

Eu e minha namorada estamos planejando nossa primeira viagem para Europa, 25 dias com as seguintes paradas.

- 3 dias Londres

- 2 dias Amsterdã

- 3 dias Berlim

- 5 dias Veneza, Verona e Toscana

- 5 dias Barcelona

- 2 dias Madrid

- 2 dias Lisboa

 

Acham viável?

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8 respostass a esta questão

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Achei bem corrido.

Londres é uma das maiores cidades para se visitar, com centenas de coisas legais/interessantes pra ver. A maioria das pessoas recomendam pelo menos 5 dias cheios, sem contar o dia de chegada.

em 5 dias na Itália, porém tem que colocar no papel que, para chegar de Berlin, vai precisar pegar um voo de umas 2:30, contando +1h de antecedência e 1h de descolocamento para chegar no aeroporto, mais a saída em Veneza, outro aeroporto longe da cidade, são mais umas 2h, ou seja, uma viagem de umas 6h, e as vezes fica preso no horário que lhe custa todo o dia.

Então sobra 4, A Toscana é grande, mas se a intenção é dar uma passeada de carro, eu acho que dá pra colocar 1 dia ali para dar uma volta, mas não poderá visitar Florença, porque seria mais dois dias.

Barcelona, se gosta de balada, está bom, se não, vale uns 2 dias. Porém tem o mesmo problema de transporte, avião + tempo gasto, etc.

2 dias em Lisboa, e de volta o tempo gasto para chegar de avião.

 

 

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2 minutos atrás, Davi Leichsenring disse:

Achei bem corrido.

Londres é uma das maiores cidades para se visitar, com centenas de coisas legais/interessantes pra ver. A maioria das pessoas recomendam pelo menos 5 dias cheios, sem contar o dia de chegada.

em 5 dias na Itália, porém tem que colocar no papel que, para chegar de Berlin, vai precisar pegar um voo de umas 2:30, contando +1h de antecedência e 1h de descolocamento para chegar no aeroporto, mais a saída em Veneza, outro aeroporto longe da cidade, são mais umas 2h, ou seja, uma viagem de umas 6h, e as vezes fica preso no horário que lhe custa todo o dia.

Então sobra 4, A Toscana é grande, mas se a intenção é dar uma passeada de carro, eu acho que dá pra colocar 1 dia ali para dar uma volta, mas não poderá visitar Florença, porque seria mais dois dias.

Barcelona, se gosta de balada, está bom, se não, vale uns 2 dias. Porém tem o mesmo problema de transporte, avião + tempo gasto, etc.

2 dias em Lisboa, e de volta o tempo gasto para chegar de avião.

 

 

O que acha que tirarmos Berlim da rota?

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3 minutos atrás, drika_nexa disse:

O que acha que tirarmos Berlim da rota?

 

Hm, Agora que vi que comentou de 25 dias, mas a soma dos dias que colocou dá 22. Mas mesmo assim acho melhor tirar Berlin, para espalhar esses dias para fazer algo com mais folga.

 

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Em 20/06/2019 em 10:04, drika_nexa disse:

- 5 dias Veneza, Verona e Toscana

O que eu complementaria em relação a Toscana, é que toda esta logística de transporte pode não encaixar muito bem.

A Davi já falou, tem que chegar em Veneza de avião, o aeroporto é longe da cidade, dependendo do horário do voo, perde-se um dia inteiro em função de chegar lá.

Toscana é distante e demorado para se visitar a partir de Veneza, a única parte da Toscana que realmente fica fácil de visitar a partir de Veneza é Florença, mas ai estaríamos falando de Florença e não de Toscana, pois a Toscana do imaginário popular não costuma ser Florença, mas sim as pequenas cidades e vilas do interior, e estas fica complica de visitar saindo de Veneza, teria que ficar hospedado pelo menos uns 3 ou 4 dias em Florença ou alguma cidade próxima para conseguir visitar estas pequenas cidades e vilas da Toscana.

E depois a ida até Barcelona também pode lhe complicar a vida, pois é super longe, tem que ir de avião e nem sempre os horários dos voos são bons, por exemplo, ou chegam tarde demais em Barcelona, depois da meia-noite já é complicado ir até o centro, e você tem que pagar super caro num táxi as 1:00 da madruga, ou então saem muito cedo, para um voo saindo as 6:00 da manhã você tem que estar no aeroporto as 04:00, horário que só vai ter táxi super caro..

E para complicar ainda mais, pode ser que o melhor preço ou horário de voo para Barcelona não seja saindo de Florença, mas sim de Pisa ou Bologna.

Então esta é uma parte que você tem que pensar melhor e esquematizar melhor, pois é a parte que potencialmente pode lhe causar mais dor de cabeça e problemas se você não pensar ou planejar direito como vai fazer.

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Eu estou pensando em tirar a Toscana, a princípio, seriam dois dias em Florença mesmo com trajetos de avião, mas vou reavaliar o tempo gasto com os deslocamentos.

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No mesmo sentido que o Davi mencionou, acredito que seja interessante ter em mente a questão do deslocamento, proximidade entre os destinos etc. Não vale a pena apenas "pisar" nos destinos sem tempo pra conhecer minimamente as cidades. É difícil dizer qual delas retirar do cronograma, mas acredito que seja interessante repensar o roteiro tendo em vista aspectos como distância e facilidade de deslocamento. Barcelona, Madri e Lisboa, por exemplo, guardam certa distância entre si e bastante diversidade a ser explorada em cada uma. Recomendo, diminuírem as distâncias e os destinos de modo a aproveitarem melhor o que cada cidade tem a oferecer.

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13 horas atrás, drika_nexa disse:

Eu estou pensando em tirar a Toscana, a princípio, seriam dois dias em Florença mesmo com trajetos de avião, mas vou reavaliar o tempo gasto com os deslocamentos.

Uma boa prática para quem está começando um roteiro é sempre separar um dia para cada deslocamento entre cidades, e depois conforme você for evoluindo o roteiro, e se conseguir encaixar os voos e trens e voos em horários bom, dá para fazer alguns ajustes pequenos aqui e ali para aumentar o tempo onde está apertado ou mesmo incluir uma cidade pequena adicional na melhor das hipóteses. 

Por exemplo no seu caso seria algo mais ou menos assim:

Dia 01: Saída do Brasil
Dia 02 : Chegada em Londres, geralmente um dia perdido
Dia 03: Londres
Dia 04: Londres
Dia 05: Londres
Dia 06: Deslocamento para Amsterdam
Dia 07: Amsterdam
Dia 08: Amsterdam
Dia 09: Deslocamento para Berlin
Dia 10: Berlin
Dia 11: Berlin
Dia 12: Berlin
Dia 13: Deslocamento para Veneza
Dia 14: Veneza
Dia 15: Veneza (Trem para Florença no final da tarde, pois este deslocamento realmente dá para fazer assim)
Dia 16: Florença
Dia 17: Florença (bate-volta a Pisa)
Dia 18: Deslocamento para Barcelona
Dia 19: Barcelona
Dia 20: Barcelona
Dia 21: Deslocamento para Madrid
Dia 22: Madrid
Dia 23: Madrid
Dia 24: Deslocamento para Lisboa
Dia 25: Lisboa
Dia 26: Lisboa
Dia 27: Lisboa (bate-volta a Sintra)
Dia 28: Volta ao Brasil
Dia 29: Chegada no Brasil

Não seria seria um roteiro muito folgado, muitas pessoas achariam meio correria. Mas se a ideia de você é acordar cedo para curtir a cidade e não passar a madrugada toda nas baladas e acordar de ressaca ao meio dia,  daria sim pra fazer deste jeito.

Mas como você viu, não caberia em 25 dias, precisaria de pelo menos uns 28 ou 29 dias, ou seja, teria que tirar pelo menos alguma cidade.

O que tirar, é decisão pessoal de cada pessoa, mas pessoalmente que acho que tirar Florença e ficar só com 2 dia em Veneza na Itália, seria um desvio enorme na sua viagem para muito pouco tempo na Itália.

Italia é um destino espetacular, que merece uma viagem só para ela, os 3 destinos clássicos da Itália (Roma, Florença e Veneza) demandam sozinhos uns 8 ou 9 dias de viagem.

Mas se Veneza for uma das suas prioridades, eu pensaria seriamente em cortar outra cidade e manter Florença, e uma das minhas primeiras candidatas a corte seria Madrid, pois comparado as demais cidades que você tem no roteiro, Madrid é a cidade com menos atrativos turísticos para lhe oferecer.

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Em 24/06/2019 em 15:56, dieguribeiro disse:

No mesmo sentido que o Davi mencionou, acredito que seja interessante ter em mente a questão do deslocamento, proximidade entre os destinos etc. Não vale a pena apenas "pisar" nos destinos sem tempo pra conhecer minimamente as cidades. É difícil dizer qual delas retirar do cronograma, mas acredito que seja interessante repensar o roteiro tendo em vista aspectos como distância e facilidade de deslocamento. Barcelona, Madri e Lisboa, por exemplo, guardam certa distância entre si e bastante diversidade a ser explorada em cada uma. Recomendo, diminuírem as distâncias e os destinos de modo a aproveitarem melhor o que cada cidade tem a oferecer.

Falou tudo! Menos é mais. Menos deslocamento, menos cidade... mais se aproveita a viagem. Não dá para sonhar todos os sonhos de uma única vez.

Gasta-se 20-30 mil e não vê quase nada. 25 dias = 23 dias líquidos fazendo-se deslocamentos próximos e viáveis (no máximo 4 horas de trem). Há de se fazer opções na vida. Não dá para querer desbravar Norte, Sul, Leste e Oeste... infelizmente.

Fica nesse "pinga, pinga" de 02 aqui, 03 dias ali... com 15 dias está exausto por conta das "micro" viagens dentro da viagem maior, fora da sua cultura, esforçando-se para se comunicar em um idioma que não é o seu, fora dos padrões de alimentação e sono... todo um esforço para meramente passar pelas cidades e sair batendo fotos em cartões postais... e a verdadeira viagem, aquela mágica do descobrimento de uma nova cultura, sem acontecer...

23 dias = 5 cidades = 4-5 dias em cada cidade. Quer maximar a quantidades de lugares? Day Trip na região.

23 dias = fragmente a viagem em no máximo 2 macro regiões. Exemplo: 1º etapa - Comece em Barcelona e combine com o Sul da França.... subindo devagarzinho de ônibus ou trem.... / 2º etapa: Faz o Eixo Paris + Bélgica....

O que quero dizer com isso? Não dá para ficar indo e voltando de Norte a Sul... Tipo o cara começa em Lisboa, sobe para Londres, dai vai para Grécia, volta para Itália.... Pense no Brasil: Acha viável em 20 dias passear pelo Nordeste, depois ir para o Sul e finalizar no Pantanal? É a mesma coisa... Valeria a pena sair 02 dias no Rio, 02 dias em Salvador... 02 dias em Fortaleza... 02 dias em Manaus? E porque fazer isso na Europa? rs...

Agora se você me fala em fazer Cotê D'Azur em 15 dias subindo Marselha, Toulon, Sain-Tropez, Cannes, Nice, Monaco... etc... (ou seja, tudo numa mesma região)... aí eu vejo sentido no roteiro "pinga pinga"... o mesmo se aplica a Toscana... 

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    • Por panda
      Meu primeiro mochilão pela Europa foi no longínquo ano de 2004 (mesma época em que entrei aqui no fórum).
      Acredito que a frase acima já lhe permita imaginar como minha viagem foi bastante diferente, levando em conta o quanto o mundo evoluiu em 15 anos.
      Sem mais delongas, vou citar abaixo 10 itens/coisas que levei em meu primeiro mochilão e que hoje poderia dispensar.
      As imagens são meramente ilustrativas.
       
      1. Câmera Fotográfica
       

      Eu sei exatamente o que você está pensando: em 2004 câmeras digitais já eram (quase) populares.
      Sim, já eram. Inclusive levei uma delas comigo (daquelas fininhas point and shoot).
      O problema é que minha câmera digital usava pilhas palitos que se desgastavam rapidamente.
      Além disso, meu irmão tinha uma câmera analógica semiprofissional da Canon e eu a levei acreditando que as fotos ficariam muito melhores do que na outra.
      A Canon era pesada, com uma lente grande...e não era fácil de guardar em uma mochila.
       
      2. Carregador de pilhas

      Mais barato do que comprar pilhas todos os dias para a minha câmera, eu comprei um carregador com 4 pilhas recarregáveis.
       
      3. MP3 Player

      Nada como ouvir uma boa música enquanto você espera o trem chegar...ou antes de dormir, depois de andar quase uma maratona para conhecer o maior número de pontos turísticos na cidade que se visita.
      Aliás, cabe salientar que meu mp3 player também usava pilhas palito.
       
      4. Despertador/relógio

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      Diante deste problema, corri para uma loja de 1,99 e comprei um despertador (só pra garantir...sabe como é...).
       
      5. Lanterna

      Quando você dorme em um quarto com 8 ou 10 pessoas que você não conhece, é sempre bom ter uma lanterna pra encontrar o caminho do banheiro ou algum item perdido na sua mochila bagunçada.
       
      6. Dicionário

      Como já tinha certo conhecimento da língua inglesa, levei comigo um dicionário português/francês, pois passaria por 3 países francófonos.
       
      7. Diário de viagem

      Para guardar boas lembranças, além de registrar informações importantes (que depois compartilhei aqui no fórum), levei um caderno ou diário de viagem. Tenho ele guardado até hoje.
       
      8. Guia de viagem / mapas em papel /outros tantos papéis

      Levei um livro/guia de Amsterdã que emprestei de um amigo, além de várias páginas impressas com dicas que encontrei na rede (como ir da estação de trem/aeroporto até o hostel, principais pontos turísticos, onde comer gastando pouco, etc).
      Lembrando que o mochileiros.com tinha apenas 2 anos na época e a internet ainda não dipunha de tantas informações compartilhadas entre viajantes.
      Além disso, me utilizei de vários mapas em papel que ganhei ou comprei pelo caminho.
      Sem falar, é claro, nos tickets de trem/ônibus/avião que eu precisava guardar em minha mochila.
      Enfim...muitos papéis.
       
      9. Roupas em excesso / Peso em excesso

      Ainda que o mochilão tenha ocorrido no inverno, calculo que levei quase o dobro de roupas que eu efetivamente usei. Lavei algumas peças nos hostels e outras nem cheguei a usar.
      Isso impactou principalmente no peso de minha mochila (e em dores nas costas).
       
      10. Kit de costura

      Pensei muito se incluía ou não este item na lista, pois ele efetivamente salvou a minha vida (metaforicamente, é claro).
      Em razão do citado excesso de peso em minha mochila, somado ao fato desta não ser de uma qualidade muito boa, sofri um acidente quando aguardava meu trem na estação de Bonn, na Alemanha.
      Minha mochila simplesmente rasgou o fundo, despejando minhas coisas diante de uma plateia de alemães incrédulos com a cena.
      Embora inicialmente desesperado, vi o kit de costura no chão e o usei para costurar minha mochila.
      Entretanto, não foi tão fácil assim.
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      A mochila ficou feia, mas aguentou o resto da viagem sem problemas.
      Pensando melhor...talvez seja bom manter o kit de costuras...
       
      Enfim, esta é a minha lista.
      É fácil perceber que o smartphone substituiu a maioria destes itens que citei, dentre outros que acabei não citando aqui (talvez em uma parte 2).
      E você? O que não levaria no seu próximo mochilão?
       
    • Por Beaoli
      Estou organizando uma viagem entre alguns lugares da Europa. Não pretendo me locomover de avião entre eles. (Apenas pra chegar na Europa). Alguém poderia me ajudar dizendo qual é a melhor opção para deslocar entre eles? Barco, trem ou ônibus?
      Trecho 1
      Londres - Paris
      Trecho 2
      Paris - Lugano
      Trecho 3
      Lugano - Barcelona
      Trecho 4
      Barcelona - Palma de Mallorca
      Trecho 5
      Palma de Mallorca- Lisboa
      de Londres a Paris, pensei em ir pela Mancha, mas não achei preço apenas de ida do barco
      alguém pode me ajudar? Desde já obg!😊
    • Por Mari D'Angelo
      No dia 14 de Julho, a França comemora o dia da queda da Bastilha, quando se iniciou a revolução francesa que deu fim a monarquia.
       
      A festa nacional francesa começa na verdade no dia 13 de julho, com o tradicional baile dos bombeiros em algumas das casernas de Paris, dizem ser algo bem animado e que geralmente rola até um strip-tease dos heróis nacionais rs, mas acabamos não indo conhecer.
       

       
      No dia 14 acordamos bem cedo (ou pelo menos era o que pensávamos) para assistir ao desfile militar, mas quando chegamos, a Champs-Élysées já estava completamente lotada! (Ao meu ver, mais de turistas que de franceses). Procuramos em vão um lugar onde pudéssemos enxergar alguma coisa mas depois de alguns minutos sem ver mais do que cabeças e máquinas fotográficas desistimos e sentamos num gramado para esperar a apresentação dos aviões (que era o que eu mais queria ver). Foi até interessante, primeiro passaram diversos tipos de aviões da força aérea, em seguida os helicópteros e os paraquedistas, e por fim algo como a “esquadrilha da fumaça” francesa, eu esperava várias acrobacias colorindo o céu de azul, vermelho e branco, mas passaram apenas uns poucos aviões soltando as três cores da bandeira em linha reta e nada mais. Saí um pouco decepcionada por não ter visto grande coisa, mas de qualquer forma, achei legal ter participado deste momento, da série “coisas pra fazer uma vez na vida”.
       

       
      Como estava tudo muito lotado, decidimos voltar a pé para casa, ainda acompanhamos um pouco a dispersão dos soldados e seguimos nosso caminho às margens do Sena. Depois de comer alguma coisa e recuperar o sono perdido, chegou a hora da segunda (e mais esperada) comemoração do dia, os fogos de artifício na Torre Eiffel.
       
      O início seria só a noite mas chegamos com muitas horas de antecedência, e mesmo assim, novamente, já estava lotado! Optamos por ficar no final do Champ de Mars, no tablado da instalação “Mur pour la paix” (um monumento em aço, madeira e vidro com a palavra “paz” escrita em diversos idiomas) era bem longe, mas achei que tivemos uma visão perfeita! A espera trouxe uma recompensa impagável, acompanhamos o sol se pondo lentamente ao lado da Torre, um daqueles momentos em que a gente agradece ao universo por fazer parte deste mundo.
       

       
      Quando já escurecia (no verão isso significa que já é mais de 22h), as luzes da Torre começaram a se acender e o hino nacional marcou o começo da apresentação. Os franceses cantavam “A Marselhesa” com verdadeira emoção, muitos chorando, foi um momento bastante emocionante até para nós que somos brasileiros.
       

       
      A queima de fogos foi incrível, um verdadeiro show com o tema “Liberté, Egalité, Fraternité”. A narração da história combinada com músicas francesas, música eletrônica, Nirvana e até Beatles e sincronizada com a iluminação na Torre ficou perfeita! E no fim uma grande surpresa, no ano em que a França, depois de muita discussão, finalmente aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo (nossa, como ouvimos falar do Mariage pour tous!), a Torre ficou inteira colorida homenageando esse avanço!
       

       
      Na hora de ir embora, nem cogitamos o metrô, também não encontramos uma Velib (sistema de locação de bikes) disponível então fomos caminhando por uma boa parte até achar uma bicicleta para terminar o trajeto.
       
      Foi uma das coisas mais lindas que já vi, valeu cada segundo esperando e cada passo dado pra chegar até lá.
       
      Texto original, mais fotos e um vídeo da queima de fogos aqui: http://www.queroirla.com.br/um-14-de-julho-em-paris/


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