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  • Conteúdo Similar

    • Por mcm
      Estivemos outras duas vezes pelo Leste Europeu. Os relatos podem ser vistos nos links abaixo:
      De Helsinque a Lubljana
      Leste Europeu II - Romênia, Sérvia e Bósnia
      A escolha dos três países foi circunstancial. Eram países que ainda não conhecíamos. Nos arredores da região também estavam na lista Montenegro, Albânia e a costa croata, que acabaram excluídos por questões logísticas. Encontramos passagens promocionais pela Norwegian para Londres, e aqueles saudáveis preços baixos com as low cost locais para o Leste. Ideia inicial era começar em Dubrovnik, mas acabei gostando mais da logística que prevaleceu.
      Foram duas semanas de férias, partindo num sábado e voltando num domingo. 
      Cidades e países
      Pristina, Prziren (Kosovo)
      Ohrid, Skopje (Macedônia)
      Sofia, Veliko Tarnovo, Plovdiv (Bulgária)
      Além disso, passamos um dia inteiro em Londres na volta. 
      Gastos
      Menos de 50 euros/dia por pessoa no Leste. Exclusive passagens aéreas somente. Incluindo algumas esbanjadas nas jantas (nos permitimos, sobretudo pq não almoçamos).
      Em Londres, mais de 100 euros/dia por pessoa. Londres é cara demais.
      Hospedagens
      Nome – Onde - $$ dia    
      Ibis budget Luton - Londres – 35 GBP
      Sleep Inn Prishtina   - Pristina - 21,25 EUR
      Guesthouse Hotel My Home - Prziren – 23 EUR
      Ivanoski Studios and Guest Rooms - Ohrid – 23 EUR
      Hotel Old Konak - Skopje – 28 EUR
      Rooms43 - Sofia – 51 BGN
      Hostel Pashov - Veliko Tarnovo - 35,7 BGN
      Gramophone Hostel - Plovdiv – 50 BGN
      ibis budget London Whitechapel - Londres - 80,75 GBP
      Passagens
      Rio – Londres – Rio (Norwegian) = 2,8 KBRL cada
      Londres – Pristina (Wizz) = 51 USD cada
      Plovdiv – Londres (Ryanair) = 78 EUR cada
      Em todos os voos apenas compramos o assento, além da passagem. Dispensamos refeições e não despachamos bagagem, viajamos com mochila de mão.
      Os ônibus internos custavam em média 10 euros por cabeça, salvo engano. Não anotei cada um. Exceto de Skopje para Sofia que, salvo engano, custaram quase o dobro. 

      Relato
      Chapei de sono durante quase todo o voo da Norwegian. Galera reclama de ser tudo cobrado e de ter poucas opções de entretenimento. Na boa, eles avisam que é *tudo* cobrado. Inclusive água. Não tem travesseiro, cobertor, essas coisas. E nem me fez falta. Compramos água no aeroporto e foi tudo numa boa. Viva a Norwegian (enquanto mantiver esses bons preços)!
       
      Dia 1 - Londres
      Nosso dia 1 resumiu-se a chegar em Londres no Gatwick e pegar um trem até Luton, onde dormiríamos perto do aeroporto para no dia seguinte seguir viagem para Pristina, Kosovo. Houve algum contratempo com o trem, parece que houve um acidente na linha que pegaríamos. Sem galho, fomos redirecionados a outra e seguimos viagem. Como o vôo chega às 16hs em Londres, chegamos a Luton já de noite. Sob chuva. Ainda me meti a tentar ir andando da estação até o Ibis Budget, mas isso revelou-se um erro. Não é área afeita a pedestres. Logo voltamos e identificamos que o ônibus que conecta a estação com o aeroporto para perto dos hotéis, e a ida está inclusa no bilhete de trem. Simples assim. Enfim, ibis budget, janta e dormir. 
       
      Dia 2 – Pristina, Kosovo
      Acordamos de madrugada 3am e fomos andando para o aeroporto (sempre acho um luxo ir andando para o aeroporto!). Coisa de 15 minutos. Novamente chuvinha, que não deve ter parado desde nossa chegada. Nosso voo partiu às 6 e levou umas 3,5 horas até Pristina.
      O Kosovo é o país mais recente da Europa e um dos mais recentes do mundo. Tornou-se independente em 2008, com grande apoio dos EUA. Mas diversos países (Brasil entre eles) ainda não reconhecem a independência. Sobretudo o país de quem o Kosovo se libertou, a Sérvia.  As reverências aos EUA aparecem em algumas homenagens: estátua do Bill Clinton, rua George Bush, estátua da Madeleine Albright. Foi o que vimos. O Kosovo tem forte influência albanesa (é a língua do país), e viveu história semelhante à da Bósnia em relação aos sérvios (isso para simplificar MUITO a coisa). É um país com forte cultura islâmica, com diversas mesquitas. Desde minha ida à Turquia em 2012 que passei a adorar o azham, a chamada para a oração. Adoro toda vez que ouço a chamada pelos minaretes das mesquitas. No Kosovo ouvimos muito.
       
      Tempo completamente diferente no Kosovo. Céu azul, aberto. Chegamos, perguntei nas informações sobre preço de taxi para o centro (15 euros fixos), e partimos.  Tinha lido sobre motoristas que tentavam cobrar 20 ou 30. Taxi nos deixou na avenida principal de pedestres, nossa pousada era em algum canto paralelo a ela. Encontramos rapidamente. Não havia comunicação em inglês, mas nos entendíamos. Foi a melhor hospedagem da viagem, tudo novo e ótima localização. Largamos mochilas e saímos para explorar a cidade.
       
       
       
       
      Em poucas horas já havíamos percorrido os principais pontos turísticos da pequena capital kosovar. Eu sabia que, para nosso ritmo, um dia seria suficiente. Mas queria evitar de já começar viagem saltando de lugar em lugar, então optamos por esticar nossa estadia em Pristina.
       
       
       
       
      Nesse dia demos longos rolês, chegamos até a repetir algumas áreas. Foi bem bacana. Curtimos um ótimo pôr do sol do alto da torre (campanário) ao lado da igreja moderna.
       
       
       
      E jantamos no badalado (e muito bom!) Liburnia, com direito a uma taça de vinho muito guerreiro local. Meu prato foi um lamb tradicional, que estava ótimo. Dormimos mais cedo nesse dia.

      Dia 3 – Pristina, Kosovo
      Dormimos muito, mas merecidamente. No dia anterior estávamos acordados direto desde às 3am de Londres. Dentro do conceito de slow travel desses primeiros dias, fomos tomar café na rua principal e rodar mais pela área. 
      Em Pristina vi que os carros estacionam em qualquer canto disponível, tal qual vi na Rússia em 2012. Mas em geral param na faixa para os pedestres. Outra coisa que reparamos foi o cumprimento entre pessoas: são 3 beijos no rosto.
      Às 11am fomos fazer o free walking tour, que foi bacana. Bem informativo. Passou pelos lugares que já havíamos visitado antes, ahahaha, mas agora com mais contexto. Era uma 2ª feira, dia de museus fechados. No domingo estivéramos num museu nacional, que achei meio decepcionante. Belo externamente (vale passar para vê-lo de noite também), mas sem muito interessante o que ver dentro.
       
      Depois do tour, pegamos um taxi para Gracanica (7eur). Patrimônio Unesco, lugar lindo. Afrescos sensacionais, que não podem ser fotografados. Admiramos muito o lugar. Voltamos de busum. Havia alguma troca no meio do caminho, e não conseguimos nos comunicar em inglês, mas a galera simpática nos ajudou com mímica. Entendemos que era para esperar com eles e seguirmos o mesmo caminho. De busum era beeeem mais em conta, 0,5 eur.
      Nesse dia rolaria um jogo importante para o Kosovo contra Montenegro, uma qualificatória para a Eurocopa. Era no estádio local, bem perto de onde estávamos. Mas o guia do walking tour avisou que já estava esgotado (alguém do grupo confirmou que não conseguiu encontrar ingressos), e sugeriu de irmos um local perto do estádio cheio de bares e alguns com telões para a galera assistir. Fomos num de cervas artesanais e curtimos o Kosovo vencer por 2 x 0, com a galera local (ao que me pareceu) celebrando. Bem bacana. No bar vimos diversos vendedores ambulantes entrando para vender coisas (amendoim, cigarros). E vimos pedintes entrando também. Coisas a que não estamos acostumados no Rio.
      Jogo acabou tarde, e havia poucos restaurantes ainda abertos. Felizmente caímos num que foi muito bom.
       
       

      Dia 4 – Prizren, Kosovo
      Acordamos e saímos cedo, fomos andando até a rodoviária. Prizren. Galera orientou a esperar no box 5, que é de onde partem os ônibus para Prizren. Não precisava comprar antes, paga no próprio ônibus. O nosso saiu às 8:20. Nada de cinto de segurança. Nem mesmo p motorista usava, ou tinha. Viagem saiu por 4 euros cada. 
      Chegamos em Prizern, e optei por garantir logo nosso busum que sairia às 5 da matina no dia seguinte para Skopje. 10 Euros. Depois fomos andando até o centro histórico para nossa pousada. O cara da pousada falava português, muito simpático. Ele tinha morado em Moçambique. 
       
       
       
       
      Prizren é muito charmosa no centrinho histórico. A ponte lembra Mostar, mas beeem menor. Era outro lindo dia. Eu tinha um roteiro de caminhada que percorria os pontos turísticos da cidade, e que esticava por uma trilha mais longa até a fortaleza, que foi o que fizemos. Passamos por igrejas sérvias destruídas pelos albaneses em 2004, e que até hoje estão fechadas para a visitação. Cercadas com arame farpado. Em frente a uma delas, que é patrimônio Unesco, um simpático menino veio falar conosco. Aquela coisa, Brasil, futebol, etc. Ainda o nosso melhor embaixador, o futebol.
       
       
       
      A longa trilha é bem bacana, passando por bonitos lugares no caminho. Até o belo visual da Fortaleza. Curtimos bastante. Depois ficamos de relax pela cidade, fazendo café crawl, e depois cerva crawl. Ainda subi novamente a Fortaleza, pela trilha mais rápida, para o pôr do sol. Jantamos, demos nosso rolê noturno, e fomos dormir um pouco mais cedo. Madrugaríamos novamente.
       
      Uma coisa que me recordo do Kosovo é que raramente via bebidas (e respectivos preços!) no cardápio. Era meio que na base da confiança, e os preços eram meio que uniformes mesmo.
       
    • Por Mari D'Angelo
      Leia o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/split-uma-cidade-dentro-de-um-castelo/
       
      No caminho entre a capital Zagreb e Dubrovnik, a pérola do Adriático, se encontra a pequena Split, a capital da região da Dalmácia e segunda maior cidade do país, destino comum para quem visita a Croácia. Muita gente a inclui no roteiro exclusivamente como acesso para uma das inúmeras ilhas, mas não foi nosso caso. Alugamos um carro em Zagreb e descemos até Split fazendo uma rápida parada em Zadar, para conhecer o intrigante órgão marítmo. As estradas croatas são bastante boas, e usando o GPS não tivemos nenhum problema.
       
      Chegando na cidade, comecei a ficar meio preocupada, quase desisti de parar por lá, isso porque a parte turística e histórica se concentra exclusivamente dentro do antigo palácio do imperador romano Diocleciano, declarado patrimônio da humanidade pela UNESCO. Fora deste domínio ela não é nada atrativa!
       
      Com alguma dificuldade encontramos o estacionamento (que fica na parte de fora do palácio, não circulam carros por lá) e partimos para uma missão dificílima, encontrar o hotel! Na verdade, não era um hotel, era um apartamento, esse esquema de hospedagem é muito comum por lá, usamos duas vezes reservando pelo Booking.com e foram boas (e baratas) experiências. O lugar em si não era mais que um quarto com banheiro e frigobar, mas para uma noite, está ótimo (e dentro do palácio). É difícil encontrar pois são várias vielas com apartamentos não muito bem identificáveis, e claro, com nomes impronunciáveis. Uma dica é reparar nas portas, geralmente há uma placa azul com um ícone de hospedagem e o termo “sobe”.
       
      Na entrada da cidade velha, próximo ao Portão de Ouro (cada lado do palácio tem um portão: ouro, prata, ferro e latão) está a gigante estátua do bispo Gregório de Nin, que lutou para que os serviços religiosos fossem divulgados também na língua eslava, para que todos pudessem entender, já que na época era usado para estes fins apenas o latim. A tradição manda esfregar a mão no dedão de seu pé esquerdo para trazer sorte.
       
      O palácio de pedras brancas da ilha de Brac foi construído a mando do imperador Diocleciano, que nasceu nesta região e comandou Roma de 284 a 305, quando abdicou voluntariamente de seu cargo. Era conhecido pela fama de perseguidor de cristãos. Ele encomendou aos arquitetos Filotas e Zotikos a então luxuosa construção onde passou seus últimos anos de vida. Após sua morte, o palácio virou residência do governador e foi usado ainda para escritórios administrativos. Em 615, refugiados de Salona, vizinha de Split, se abrigaram no palácio já abandonado, após ter sua cidade destruída pelos avaros e eslavos. Neste momento, começa a surgir a cidade de Split, que com o passar dos anos foi se expandindo para além dos domínios do palácio.
       
      Caminhar por lá é como mergulhar no passado, áreas muito bem conservadas convivem em harmonia com ruínas, colunas coríntias greco-romanas, esfinges egípcias, esculturas e roupas penduradas para fora das janelas. Estilos artísticos e arquitetônicos se misturam, do gótico ao renascentista. Todas as ruas, praças e casas desta região tem ares italianos, o que não é exatamente uma surpresa, já que a cidade foi ocupada por Veneza durante um período.
       
      Saindo pelo portão de latão, a Riva, grande calçadão branco com palmeiras imperiais, margeia as águas do porto (Split é uma cidade basicamente portuária, sem praias na região central). Há uma maquete do palácio em alto relevo e diversos cafés e restaurantes beira-mar.
       
      Vale a pena subir no alto da torre do campanário da Catedral de São Domnius. O trajeto é longo, cansativo e claustrofóbico, mas a vista da cidade e do espetacular azul do mar adriático compensam o esforço. O local era o antigo mausoléu do imperador, quando a religião católica ganhou liberdade, foi transformado em catedral onde foram colocados os restos mortais de São Domnius, padroeiro de Split, e Santo Anastácio, ambos mortos a mando de Diocleciano. No vestíbulo, que fica próximo ao campanário, costumam acontecer apresentações musicais.
       
      Diz-se que as galerias subterrâneas foram usadas como depósitos de lixo na ocupação da cidade pelos refugiados de Salona e que foi isso que conservou a estrutura. Hoje no local ficam diversos stands vendendo de tudo um pouco, é um bom lugar para encontrar souvenirs.
       
      A noite paramos para comer no Restaurant Central, na Praça do povo (Narodni Trg) que fica fora das muralhas, com alguns restaurantes, lojas e um intenso fluxo de turistas. É também onde ficam a prefeitura e a torre da guarda, com um relógio em sua fachada. Para os carnívoros, a pedida é o porco, muito consumido pelos croatas. Já eu preferi uma massa com funghi (os cogumelos também são muito frequentes na culinária local) e foi uma das melhores coisas que já comi na vida, que delícia! O vinho croata, assim como a cerveja, também não deixa nada a desejar.
       
      Na manhã seguinte tomamos café em uma pekara (padaria) próxima à marina e quando percebemos estava tocando Gustavo Lima!… Até na Croácia! Ainda passeamos mais um pouco por lá e partimos para Baska Voda, uma praia paradisíaca e desconhecida.
       
      Leia o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/split-uma-cidade-dentro-de-um-castelo/
    • Por Mari D'Angelo
      Relato original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/brela-e-baska-voda-paraisos-escondidos-na-croacia/
       
      Brela e Baska Voda, uma do lado da outra, são minúsculas cidadezinhas na Croácia que escondem praias verdadeiramente paradisíacas banhadas pela imensidão azul do mar adriático! Na verdade mesmo, não havia nada pra fazer lá, o único atrativo era uma ilhota de pedra com árvores no meio do mar que parecia incrível no Google Images (e que praticamente foi o motivo de escolhermos esse lugar tão fora do roteiro) e que ao vivo era bem menos pitoresca. Mas havia calmaria, simpatia sincera e cenários que fazem meu coração palpitar até hoje, e o melhor, tudo isso só pra nós dois, ou quase.
       
      Depois de passar pelas paisagens mais lindas das estradas croatas (fizemos praticamente a costa toda nessa viagem), chegamos em Baska Voda. Nosso “hotel” era na verdade era um flatzinho que os próprios moradores alugam (já falei um pouco sobre isso aqui no post de Split), o nome era Haus Bilic e reservamos pelo Booking.com. O lugar era grande e super aconchegante. Aliás, entrando na cidade já era possível sentir o clima de aconchego que pairava por lá. A mulher que veio nos receber era de uma simpatia extrema, deixou uma cestinha com bananas e ainda se ofereceu para lavar nossas roupas. Muito amor, muita simpatia!
       
      Como eu disse, não havia muito o que fazer, foi um dia totalmente relax (o único, em uma intensa programação de 30 dias e aproximadamente 10 cidades) e foi maravilhoso! As vezes, tão bom quanto um dia cheio de novidades e cultura é parar e simplesmente andar a toa, sentar nas pedras (lá não tem areia, são praias de pedras), ouvir o mar e se sentir totalmente realizada, naquele momento não queria estar em nenhum outro lugar além daquele!
       
      Passamos pelo modesto porto, algumas lojinhas e uma estátua virada para o mar que ainda estou tentando buscar o significado. Andando pelas poucas ruas da cidade vimos muitos carros modelo Renault 4, muito comuns na época comunista, antes da antiga Iugoslávia se desmembrar em países separados, sendo um deles a Croácia.
       
      Antes do pôr-do-sol pegamos o carro para ir até Brela e ver a tal pedra! Parece até mentira de tão poética a paisagem que íamos tendo no caminho, as casas em frente a gigantes montanhas com seus topos encobertos por nuvens. O visual do sol se pondo então, foi espetacular! Aliás, a Croácia está lá em cima na minha lista de pores-do-sol maravilhosos!
       
      Voltando para Baska Voda, já de noite, observamos um caixa eletrônico no meio do “calçadão”, é engraçado pra nós que estamos sempre preocupados com segurança a ideia de tirar dinheiro assim, tão “abertamente”… é outro modo de viver!
       
      Pra terminar nosso day-off da viagem do melhor jeito possível paramos num restaurantezinho pra tomar uma cerveja e comer os melhores cogumelos-recheadinhos-de-queijo-sobre-arroz do mundo! (não faço ideia do nome desse prato e também nunca mais achei igual em outro lugar, mas era divino). O Dan foi de carne de porco com fritas, bem tradicional por lá.
       
      E assim foi um dia pacato, numa cidade pequena e totalmente desconhecida do qual não vamos nos esquecer jamais.
    • Por Mari D'Angelo
      Post original com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/budapeste-onde-ficar/
       
      O leste europeu está em alta! Tanto pelo custo, que costuma ser mais baixo do que em outros países da Europa, quanto pela beleza, que está sendo pouco a pouco descoberta e desejada. Assim como Praga e Zagreb, Budapeste, a capital da Hungria, é uma dessas cidades encantadoras que surpreendem os visitantes.
       
      Mas, como decidir onde ficar?
       
      O básico a saber é que a cidade é dividida pelo Rio Danúbio em duas partes, Buda e Pest, a ligação principal entre elas é a Ponte das Correntes. A primeira é a parte alta, onde fica o esplendoroso Castelo de Buda, o Bastião dos Pescadores e de onde se tem várias vistas panorâmicas da cidade. É o lado mais tranquilo, não tem tanta vida noturna, até tem alguns restaurantes e é possível (e lindo) subir ao castelo a noite, mas é sem dúvida um lado mais diurno.
       
      Já o lado Pest, como bem sugere o nome, é mais agitado. É onde ficam a maioria dos pontos turísticos, como a Basílica de Santo Estevão e o Parlamento Húngaro, quase tudo é acessível a pé e o metrô cobre as áreas mais distantes. A noite é bastante viva, com vários bares, restaurantes e lojas. Ah, e a cerveja é super barata, então, aproveite!
       
      Ou seja, se quer tranquilidade, fique em Buda, se quer mais proximidade com os pontos turísticos e vida noturna, escolha Pest.
       
      Nós ficamos no Hostel Casa de La Musica, em Pest, achei fantástico! O lugar é simples mas é lindo, todo coloridinho e alegre, pegamos um quarto duplo com banheiro compartilhado, tudo super limpo e tranquilo. No primeiro dia rola um welcome drink no Bikini Beach, o bar do hostel que costuma ficar bem cheio. Inclusive conhecemos na escola em Paris uma húngara que frequentava o bar, então acho que tem uma mistura bem legal de turistas e locais.
       
      O custo benefício foi bem bom (como a maioria das coisas em Budapeste), a localização era ótima e me senti bastante segura andando por lá a noite, mesmo passando por ruas um pouco desertas.
    • Por Mari D'Angelo
      📷 Clique aqui para ler o texto original com fotos.
      Sabe aquelas listas de “Lugares para conhecer antes de morrer”? Bom, esse é um deles!
      Estávamos em Zagreb (capital da Croácia) e o planejado era passar o dia no Parque Nacional dos Lagos de Plitvice. Pesquisei bastante antes de ir, uns diziam que o melhor era ficar hospedado lá por uma noite pra conseguir ver tudo, outros defendiam que um bate-volta era suficiente, ficamos com a segunda opção. Suficiente não foi, pois não chegamos a ver tudo (o lugar é enorme!), mas acho que foi realmente a melhor opção. De carro o trajeto dura aproximadamente 1:30.
      Acordamos bem cedo, passamos em um café perto do hotel (onde descobri que “jabuka” é maçã em croata rsrsrs) e partimos pra estrada. No caminho é possível ver marcas de balas em muitas das casas que ainda não foram reformadas, os croatas preferem investir primeiro na parte de dentro das casas (especialmente com sistemas de aquecimento), por isso é normal que muitas delas por fora estejam inacabadas mas por dentro sejam maravilhosas.
      Em uma determinada parte da estrada fica o museu a céu aberto da guerra (independência da Croácia, de 1991 a 1995), uma grande área com casas completamente destruídas, aviões e tanques de guerra. Um lugar tenso, que realmente impressiona, vale a pena parar alguns minutos por lá.
       
      Ao chegar na região do parque, há uma enorme placa onde você pode escolher entre algumas opções de trilhas de acordo com o tempo que pretende ficar e a dificuldade da trilha, escolhemos a nossa e depois de alguns minutos de caminhada já estávamos perdidos! A ideia das trilhas é ótima, mas faltam placas e as que tem são um pouco confusas (essa da foto por exemplo), então acabamos indo aleatoriamente, o que não foi nenhum problema, pois conseguimos ver grande parte das coisas. Ah, apesar do croata ser uma língua incompreensível pra nós, lá quase todos falam inglês, eles estão em uma crescente no turismo então donos de lojas, funcionários de museus, parques, restaurantes etc realmente se esforçam para atender bem os turistas.
       
      Nosso primeiro contato visual foi nada menos que este ai! Ou seja, já nesse momento deu pra entender o motivo do parque ser patrimônio nacional da UNESCO. E vale avisar que as fotos não conseguem captar nem metade das cores e tons perfeitos deste lugar.
       
      Confesso que fiquei meio medrosa andando nas estreitas passarelas, mas ai passavam grupos e mais grupos de velhinhos andando tranquilamente, muito mais rápido que eu… tive que fingir que estava tudo tranquilo né?! Rsrsrs
      É o tipo de lugar que pede calma e contemplação, cada passo dado é uma nova paisagem, entre águas de um azul indescritível, bosques de árvores multicoloridas, calmas piscinas naturais, cavernas, paredões e pequenas cachoeiras, um dos pontos altos do parque é a grande queda, uma enorme cascata onde se concentram muitas das pessoas espalhadas pelas diferentes trilhas.
       
       
      Tudo estava realmente maravilhoso, mas o tempo começou a virar (fomos em abril, estava um sol delicioso mas, bem frio!), decidimos pegar um dos barquinhos de travessia para conhecer o outro lado, ali as coisas já eram mais “selvagens”, estava muito mais vazio, começava a chover e ficar escuro, estávamos perdidos de novo e começava a bater um leve desespero. Nesse momento eu só pensava no que um croata havia nos dito no dia anterior; se vocês virem um urso, corram para baixo pois eles tem as patas da frente mais curtas e vão rolar caso tentem ir nesta direção. =0 Sim, porque havia a real possibilidade de existirem ursos soltos no local! (Rara, mas havia) Tem um ponto no parque onde se pode observar-los (de longe), mas acabamos não tendo tempo de ir lá. Ah, ainda uma última coisa sobre eles, em croata, a tradução para “Urso” é “Medo”… propício não?
       
      Bom, depois de pouco mais de 3 horas chegamos ao fim do passeio, pegamos o barquinho de volta para o local do estacionamento e saímos de lá com a certeza de termos conhecido um dos lugares mais incríveis do planeta Terra!
      Ainda na Cróacia, estivemos também em Zagreb, Split, Baska Voda e Dubrovnik, é tanta coisa maravilhosa que não dá pra falar tudo de uma vez só, mas quero já neste primeiro relato agradecer a Marília, do blog Uma brasileira na Croácia, nos encontramos com ela e seu marido em Zagreb e posso dizer que sem eles a viagem não teria sido a mesma coisa!
       
       
      Algumas informações úteis:
       
      Site do parque: http://www.np-plitvicka-jezera.hr
      Moeda: Kuna | 1,00 BRL = 2,43 HRK
      Preços: Variam muito de acordo com a idade e época do ano, mas no site tem tudo detalhado.
      Horários: O parque abre diariamente das 07:00 às 20:00 (mas os estacionamentos e os transfers de barcos tem outros horários)
       
      Leve um lanche e água pois não há muitos pontos de venda por lá, e sinceramente, acho que nem vale a pena perder tempo com isso, levamos um sanduíche que comemos contemplando as águas azuis. 😃
       
      📷 Clique aqui para ler o texto original com fotos.


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