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Oi pessoal!

Acabei de voltar de um mochilão de 10 dia em Alagoas e, como sempre busco informações aqui, nada mais justo que contribuir também.

Vou tentar ser o mais sucinta possível e,se tiverem dúvidas, podem perguntar.
Cheguei pelo aeroporto de Recife já de noite e, pelas informações, não existe transporte público direto para Maragogi, meu primeiro destino.

Como eu queria estar em Maragogi logo cedo, optei por pagar um transfer que, apesar do preço salgado, me economizaria tempo e uma diária em Hostel de Recife.
Valor transfer Recife -Maragogi R$220
Empresa: Mota Transfer
Contato:  82 8862-2717

O carro era muito bom, só me incomodou o motorista querer, a todo momento, me vender passeios, mesmo eu falando que só resolveria o que fazer depois de chegar lá.

A minha hospedagem em Maragogi foi no Maraga Hostel em quarto misto com 4 camas. O quarto é mto bom (quarto maragogi), com ar condicionado, locker e uma vista de tirar o fôlego. O café da manhã é excelente, com frutas, bolos, pães, ovos mexidos, molho de salsicha, cuscuz e a funcionária ainda faz tapioca se vc pedir.

A localização é ótima, bem em frente a praia da cidade,de onde saem os passeios.
Hostel: Maraga Hostel
Contato: 82 8124-8810
Valor: R$50 a diária (mas tem quartos mais baratos)

A noite é bem parada, a melhor opção é um barzinho de argentinos chamado Pallets, que é um ambiente mais descolado e com música ao vivo.

Como fui em baixa temporada, estava tudo beeemmm parado.

É importante ficar atento pq todo mundo vi querer vender passeios pra todos os lugares, mas encontrei meios alternativos para não gastar tanto.

Para ir para as praias do norte tem vans que saem de frente da Unidade Mista (posto de saúde) e que custam bem baratinho,de R$3 a R$4, dependendo da praia que vc for.

Pra mim a praia mais linda foi a de Ponta do Mangue com maré baixa. Cara, é sem noção, água transparente e quentinha.

A praia de Antunes é na sequência, dá pra ir andando pela praia, não deixem de ir! É mto incrível!

A praia de Antunes tem mais barraquinhas, mas em ponta do mangue é praticamente inexistente. Levem água e um lanchinho e, por misericórdia, levem o lixo de volta!!!

A praia de Barra grande também é muito bonita, mas só dá p ficar lá na maré baixa.

É mto importante ficar ligado na taboa de Marés pois os passeios nas piscinas naturais só saem com maré até 0.6.

Esse passeio vale mto fazer, se tiver snorkel, leve! É maravilhoso ver os peixinhos!
Valor: R$60 de lancha (é mais rápido e menos muvucado)

Fiz também o mergulho com cilindro e achei dinheiro jogado fora. Eles falam q o mergulho dura 15min mas é mentira, filmei todo o mergulho e não durou mais que 5min. Depois do mergulho eles não deixam ficar lá curtindo e vc tem q subir na lancha p voltar.

Desse passeio só salvou pq depois paramos no banco de areia (caminho de Moisés) que é inacreditável de tão lindo, Ms dá p ir lá na maré baixa e TB no passeio das piscinas TB param lá.
Valor: R$120

Não sou base p falar de alimentação pq é uma economia que não faço. Mas lá vc consegue comer um PF de R$13 ou almoço de R$200, depende da sua escolha.

A cozinha do hostel TB é bem equipada e vcs podem fazer comida lá.

De Maragogi fui para Maceió de microônibus.

Acho que são uns 4 ou 5 horários por dia e saem do mesmo ponto que as vans das praias.
Valor: R$23
Aproximadamente 3h de viagem entre as duas cidades.

Em Maceió utilizei muito Uber e 99.

Primeiro fiquei em um.hostel chamado Lupita e nao indico.

O lugar estava trocando de dono, tinham tirado os móveis de lá e não tinha nem mesa pra sentar. Também não tinha locker e nem ar condicionado. Só estava eu lá e me senti em um galpão abandonado.

Combinei com.o dono a café da manhã no dia seguinte, fiquei esperando e não apareceu. Quando eu já estava esperando a van para ir para o Gunga ele me mandou msg perguntando se eu já estava saindo e q ele tinha feito meu café, só que esse café não apareceu.

Quando cheguei do passeio só peguei minhas coisas e fui pra outro hostel.
Valor: R$50 (1 noite dormida)

Fiz o passeio para praia do Francês, Barra de São Miguel e Gunga com excursão. É a forma mais prática e econômica de chegar no Gunga, pois não tem transporte público p lá.

Mas vou falar pra vocês viu, ôôô saco andar com excursão!!!!

A guia ficava fazendo aquelas coisas de guia (bom diaaaaa!!!! Tá muito fraco!!! Bommmmm diaaaaa!!! Vocês não tomaram café naoooo?!?!?). Eles fazem parada de 20min no Francês e em Barra de São Miguel para FOTO! no pode nem entrar na água! (E eu tô avisando que é p vcs não passarem raiva).

No francês eu nem fui ver direito, preferi tomar café (já não tinha tomado no hostel).
Em Barra de São Miguel o guia vai tentar te empurrar um passeio de lancha, que vai de lá pro Gunga. Quem não quiser fazer, segue de van. Eu não fiz pq era caro e já tinham me falado que não valia.

Eis que chegamos no Gunga!!! Lá é lindo! Mas a praia é bem ingrime, ou seja, cuidado pq fica fundo rápido.

Também te oferecem passeio de buggy ou quadriciclo. Esse eu fiz e achei q vale a pena, pq vc vai nas falésias e toma banho em uma lagoa deliciosa.

A excursão deixa em um restaurante com excelente estrutura mas, óbvio, com preços não muito amigáveis.

Os pratos p 2 pessoas dá p.3 e até p 4, dependendo a quantidade que comem.

Se forem fazer o passeio nas falésias, encomendem a comida antes p estar pronto na volta, pq demora pacacete!

O retorno é às 15h

Empresa excursão: Edvantur (te busca na porta do hostel)

Preço excursão: R$25
Preço passeio falésias: R$50 de buggy e R$120 de quadriciclo (se forem 2 pessoas cada um paga R$60, se vc for sozinho ou precisar de acompanhante, é R$120. Não precisa de habilitação pra conduzir o quadriciclo, mas se vc não tem noção nenhuma,não recomendo. A menina que dividiu comigo quis conduzir e quase joga a gente numa pirambeira! Pensa num aperto!)

Fiquei sabendo que tem transporte público para a praia do Francês, mas não deu tempo.de.voltar.

Chegando do passeio fiz checkout no hostel e fui pra outro, o Meu Hostel.

Ele é mais distante do centro,mas a proprietária, Aline, é uma gracinha, dá altas dicas e adora trocar ideia, como só tinha eu lá TB,de noite fomos nós e o Thales, voluntário lá, tomar uma cerveja.

Fiquei no quarto misto com 8 camas, tem locker e luz individual!

Café da manhã é modesto mas gostoso.

Também tem piscina, bar e ar condicionado que é ligado às 21h e desligado às 9h.

O hostel TB disponibiliza prancha de surf, bicicleta e skate para aluguel.
Hostel: Meu Hostel
Valor: R$50 diária
Contato: 82 3185-4410

No dia seguinte fui para Piranhas,conhecer os cânions do São Francisco e a rota do cangaço.

Foi muito difícil encontrar referência de transporte pra lá, no tem nada muito oficial e é bem longe,umas 5h de viagem.

Depois de ler muito aqui encontrei uma menina falando de uma van que sai 5h da manhã da rodoviária de Maceió, chegando em piranhas 10h e, na volta, saindo da rodoviária de Piranhas 14:30 e chegando em Maceió 20h.

Não lembro o nome do cara :(
Contato:  82 8144-3389
Valor: R$48 (ele oferece para buscar no hostel por mais R$10. Foi assim mas não achei que valeu a pena. Ficou mais caro q ir de Uber pra rodoviária e ele me buscou 1h antes e saiu buscando o restante do pessoal)
Em piranhas fique no hostel Albergue Maestro Egídio Vieira, ele fica na parte antiga da cidade, que tem uns barzinho super charmoso de noite e é do lado do São Francisco.

Quem toma conta do albergue é o Ney, um amor de pessoa e que faz absolutamente tudo para te agradar.

O hostel tem ar condicionado e locker
Hostel: Albergue Maestro Egídio Vieira
Contato:  82 8806-1566
Valor: R$70

Em Piranhas fiz o passeio dos cânions que é incrível! Recomendo muito que façam. O passeio sai de um restaurante,chamado Karrancas, que fica em Canindé do São Francisco (Sergipe). Pra chegar lá, saindo de Piranhas, só de moto táxi.

Quando fui tinham dois horários de saída dos catamarãs, 10:30 e 11:30.
Valor: R$40 ida e volta de moto táxi
Catamarã: R$110

Voltei pro hostel quase desmaiando de calor, lá é muito quente e muito seco, não esqueça de passar mto protetor solar, óculos de sol, chapéu e o q mais servir pra proteger do sol.

No dia seguinte fui com Ney acertar o passeio para a rota do Cangaço (o lugar de embarque é pertinho do hostel).

Como era baixa temporada não tinha gente suficiente para ir de catamarã, então fomos de lancha (fizeram o mesmo preço do catamarã). Fui só eu e mais dois casais.

Enquanto esperava o horário da lancha, visitei o museu do Sertão, R$3 o ingresso e tem guia, vale mto a pena.

Fomos para um lugar chamado Cangaço Eco parque. Lá é uma delícia, tem uma prainha do rio, uma.area gramada verde, muito bem cuidada e restaurante.

De lá sai guia para a trilha que leva até a Grota do Angico, lugar que o bando de Lampião sofreu a emboscada e ele foi morto.
A trilha não é muito acidentada, a maior dificuldade é a temperatura. É muuuito quente. Eles não deixam pessoa hipertensão, cardíacas ou com cirurgia recente fazer a trilha. Se vc está nessa condição, não faça! Provavelmente vai dar ruim!

São 1,6km de trilha e a esperta aqui foi de chinelo. Entrou um espinho na sandália e feriu meu pé, nada grave. É importante lembrar que lá é caatinga e os espinhos fazem parte desse tipo de vegetação.
Valor: R$82 (transporte barco e taxa de embarque)
Valor trilha: R$10 (valor para fazer trilha com guia)

Lembre-se de levar pelo menos 1lt de água pra trilha. Se vc levar congelado, melhor, pois vai descongelando ao longo da trilha e nao vira um chá.

A comida e bebida no parque são a parte.
Tem passeio que vai para outro restaurante, chamado Angico, por lá a trilha é bem menor mas parece que o restante não tem estrutura tão boa quanto a do eco parque. Se vc não está acostumado com trilha ou não tem preparo físico, opte pelo lugar a trilha é menor.

Após o passeio voltei para Maceió.
Cheguei em Maceió por volta de 20h, passei no mercado, peguei qualquer coisa congelada, levei pro hostel,comi e fui dormir.

Ah, deixei a cargueira no hostel em Maceió pra ir pra piranhas só com a mochila.menor.

No dia seguinte fui fazer um roteiro cultural passando por estes.lugares:
* Mirante são Gonçalo (Uber do hostel até lá)
* Catedral (a pé)
* Museu floriano Peixoto (a pé)
* Mercado do artesanato ( achei mais barato que o mercado da Pajuçara - a pé)
(Uber)
* Mercado Pajuçara
* Almoço Casa de Mainha

Voltei para o hostel, dormi um pouquinho e, de noite, fui para uma cervejaria chama da Tapanacê. Lá é ótimo! Tem uma grande quantidade de chopps artesanais produzidos em Alagoas e com preço justo. Nesse dia também tinha banda de Rock. Os donos e do lugar são ótimos (um casal, Pedro e Glaucia), troquem um ideia com eles,vcs vão curtir.
Outro bar legal é o El Lugar.

No dia seguinte fiz o passeio de jangada nas piscinas naturais da Pajuçara e aqui peço atenção!

Em Maceió é permitido que visite as piscinas em qualquer maré e os jangadeiros querem é ganhar dinheiro. Eles querem te levar independente do horário e da maré então fique atento a taboa de Marés. Eu fui a maré estava muito alta e não deu para ver piscina e ainda levei uns caldos 😅.

O que valeu foi só o rolê de jangada!
Valor passeio de jangada: R$30 (os valores vão de 30 a 40).
No fim do dia peguei meu vôo de volta mas meu coração ficou em Alagoas! ❤️
 

 

No meu Instagram vcs podem conferir algumas fotos @yane_cerqueira

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      COMO CHEGAR:
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      Recife - São José da Coroa Grande                 Seg-Sáb: 05h40/ 9h15/ 13h40/ 15h/ 18h10  
      Dom-Feriados:  05h40/ 9h15/ 13h40/18h10 

      São José da Coroa Grande - Recife       
      Seg-Sáb: 05h40/  06h30/ 9h10/ 13h/ 18h         Dom-Feriados: 05h40/ 09h10/ 13h/ 18h Recife - Barreiros                                                                                   
      Seg-Sáb: 06h/06h30/7h30/8h30/10h30/11h30/12h30/14h40/15h3016h40/17h10                              
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      c) Carro: o jeito mais fácil de chegar, é só botar o GPS e seguir tranquilamente, não esquecendo, claro de baixar o mapa offline para já ajudar. Essa foi a opção que escolhemos pois, como conseguimos economizar muito no combustível valia mais a pena do que ir de busão, mas de busão era a primeira opção valendo.
      Depois de citar as maneiras de viajar, vale destacar que, indo pela antiga rodovia (que é por onde o maps indica) após passar o complexo de viadutos que fica uns km depois da garagem da Viação Cruzeiro na BR a pista fica MÃO DUPLA, isso mesmo, a BR 101 vira mão dupla e, devo dizer, num estado não muito bom; estreita, esburacada e MUUUITO sinuosa aqui fica o cuidado quadruplicado.
      A CHEGADA Depois de muita pesquisa decidimos onde ficaríamos uma parte do carnaval e escolhemos o Camping e Chalés Beira Mar, que fica localizado na praia de Barra Grande, município de Maragogi - Alagoas. Para chegar nele não tem errada, o ponto de referência principal é a concessionária da Fiat Mavel, descendo nela ou tendo ela como ponto de referência basta entrar na primeira rua imediatamente a esquerda e, mais uma vez, a esquerda e, do seu lado direito estará o camping.    
      Antes de chegar acertamos com o dono que pede para que o pagamento seja feito 50% antes do check in e os outros 50% na chegada. Lá eles aceitam cartão para o pagamento da outra metade mas não aconselho tendo em vista que lá o sinal de telefone é bem precário e eles usam aquelas maquinetas que precisa de telefone, sabe? (eu fiquei TOTALMENTE sem sinal da TIM pelos 3 dias que fiquei lá, foi ótimo!).
      Chegando lá o dono, Ronald, muito simpático acertou nosso check in, preencheu nosso cadastro e fez questão de nos mostrar toda a instalação e ainda disse qual era o lado da sombra durante a tarde (que é o lado direito de quem chega ;] ) ele é muito solícito e organiza de tudo dentro do camping.  
       
       
      A ESTADIA / INSTALAÇÕES DO CAMPING Depois do check in pudemos ir montar nossas coisas; Deixamos o carro bem de frente a porta do camping o que facilitou demais o manejo, montamos a barraca e tratamos de levar nossas coisas para dentro, tudo muito tranquilo e sem demais aperreios. Escolhemos a área protegida pela tela por ter alguma sombra e ser perto do totem de energia, ficamos sabendo depois que aquela tela serve para manter a grama sempre verde e confortável, testado e comprovado.    
      Quando tava tudo montado fomos conhecer o camping e sua estrutura. Nada muito diferente do que eu tinha visto na internet apenas um pouco menor, mas não menos aconchegante. Conta com uma cozinha completa (duas geladeiras, fogão 6 bocas, microondas, pia e balcão) uma área de convivência com mesa grande, algumas redes, um jogo de lançar aros uma tv e um ventilador.
        De frente à área da cozinha temos a piscina e, atrás dela, o salão de jogos que conta com uma mesa de sinuca, totó, basquete e ping pong e, nesse mesmo espaço estão os banheiros únicos (banheiros que contam com uma função, ou privada ou banho) 3 femininos, 2 masculinos e um adaptado para pessoas com locomoção reduzida. Dos lados da área de cozinha há banheiros completos (banho e privada) de um lado masculino e de outro feminino.  
         
      Conhecido o camping saímos e ficamos pelas proximidades do camping mesmo, fomos á praia (caminho muito fácil também só voltar para a rua que entrou depois que saiu da BR e seguir direto que já tá na praia) que é razoavelmente movimentada e, apesar de ser carnaval, não estava lotada. A praia em si não possui uma grande estrutura contando apenas com uma barraca ou outra mas a presença de vendedores ambulantes vendendo camarão (e até lagostinha) é bem grande.  
       
        Uma coisa que eu não estava preparada foi para o frio que fazia a noite. Claro que não era aquele frio de morrer mas, por ser praia, pensei que passaria calor mas nem perto disso, as noites foram de temperaturas muito amenas (pelo menos a sensação térmica era) e teve momentos em que desligamos o ventilador, tamanho era a friagem. No entanto, com ventilador desligado a barraca começa a esquentar cedo, 07h10 da manhã já estávamos despertando devido ao sol começar a bater na barraca, daí vai minha dica de mesmo que não chova leve uma lona para cobrir sua barraca do sol e de eventuais chuviscos. Foi só no segundo dia que notamos como deveríamos colocar a lona para proteger a barraca do sol. De tarde dentro da barraca era bem quente, mesmo com ventilador, mas isso só até umas 16h que é quando começa a amenizar a temperatura; como passamos o dia fora da barraca, não foi um problema não.
        LOCALIZAÇÃO E CONVENIÊNCIAS
      O Camping fica na área inicial da praia de Barra Grande, então para conseguir chegar num mercadinho tem que andar por uma distância de 700m pela beira da pista quase sem acostamento. O mercadinho tem um valor razoável mas, para quem estiver de carro, vale a pena dar mais uma caminhada. Conversando com um pessoal do camping fiquei sabendo que, no sentido de Maragogi, havia alguns restaurantes também e, no sentido voltando para Recife, havia até um restaurante japonês (rsrsrs) então, se andar um pouco, dá pra se ajeitar direitinho.
       
      EXPERIÊNCIA DO CAMPING Ficamos no camping por 2 noites e 3 dias e posso dizer que quando chegou na hora de ir embora nem eu nem o boy queríamos ir. Ficamos muito seguros em todo o momento que estivemos por lá, o policiamento é constante (num só dia vi 3 patrulhas) e todas as casas estavam ocupadas, o que dava uma circulação de gente bem bacana.
        Usar a cozinha foi tranquilo, exceto por um pessoal que veio em família e nem se incomodavam de tirar a panela deles de cima do fogão mesmo quando eles já não estavam mais usando aquela boca, isso um pessoal que estavam nos quartos por que os campistas sabiam dividir tudo e bem. Nas geladeiras ninguém mexeu nas nossas coisas nem ficavam mudando de lugar para benefício próprio, havia um clima de respeito e cumplicidade muito grande entre os campistas, a vibe era incrível. Teve uma hora que ficou um barulho de som terrível mas, novamente, foi um pessoal de outro quarto que estavam com som bem alto e não se importavam que pessoas queriam poder dormir ali, mas alguém pediu para que eles desligassem e eles o fizeram (pelo menos né).
        Outro porém que é preciso avisar de lá é que NÃO HÁ ABASTECIMENTO DE ÁGUA CONSTANTE EM MARAGOGI pois o estado de Alagoas passa por uma crise hídrica e, portanto, o uso da água era controlado, desta forma se forem para lá ECONOMIZEM ÁGUA não só os seus companheiros de hospedagem mas também o planeta agradece.  
         
      A VOLTA   Havia um trânsito bem intenso na segunda-feira no sentido oposto de onde estávamos indo, então acredito que quem viajar na segunda de carnaval (ou da segunda em diante) vai pegar uns lugares mais lotados. Os postos da polícia rodoviária e da polícia estadual também estavam muito atentos e parando carros com frequência para conferir documentos e situações.
        Para quem vai de ônibus há uma parada bem na saída da rua do camping mas como os horários dos alternativos não são concretos é bom se programar de acordo com o horário que pretende pegar o ônibus para voltar para Recife seja em São José seja em Barreiros mas, como eu vi, indico São José por que além de ser mais perto da divisa eu vi muito mais vans fazendo esse percurso.
        Dicas Extras: Fiquei sabendo lá que há transporte meio que municipal para chegar em Maragogi vindo de Maceió então, se for lá pro camping saindo da capital alagoana, pode valer a pena descer em Maragogi e pegar esse mesmo alternativo. Quem tem os horários e preços desse trajeto é a Arsal e no site deles tem sempre os valores das tarifas, onde pegar esses ônibus e quais os trajetos que eles fazem. O valor em 15.02.18 do trajeto Maragogi - Maceió (via Japaratinga) R$ 22,00
      PREÇOS No site deles eles disponibilizam os valores tanto de hospedagem quarto quanto de camping, daí o valor que vocês pagarão dependerá da quantidade de dias, de pessoas e época do ano em que irão. Vale a pena também confirmar o valor com eles pelo Facebook ou Whatsapp que eles respondem bem rápido.   Obrigada pela leitura e, até a próxima! _________________________________________________________________________ Links úteis   Camping e Chalés Beira Mar: http://campingmaragogi.wixsite.com/beiramar http://campingmaragogi.wixsite.com/beiramar/promoes-e-preos https://www.facebook.com/beiramarmaragogi/
        Real Alagoas: http://www.realalagoas.com.br/
        Viação Cruzeiro: https://rodoviariaonline.com.br/viacao/cruzeiro/ 0800-766-9000 (consegui todas as informações por aqui, então é melhor ligar)
      Empresa de transporte público em Alagoas: http://www.arsal.al.gov.br/ http://www.arsal.al.gov.br/tarifas/transporte/ http://www.arsal.al.gov.br/servicos/transporte/linhas-do-sistema http://www.arsal.al.gov.br/servicos (abrindo a aba transportes)  
    • Por lobo_solitário
      A seguir, um pequeno relato sobre Maceió. Estive na cidade apenas passando o final de semana (sexta à domingo) e vou relatar o que presenciei na curta estadia.
      TRANSLADO
      Cheguei ao aeroporto na quinta feira quase meia-noite pois queria aproveitar o dia todo já na sexta feira. O aeroporto fica em Rio Largo na região metropolitana a cerca de 25km da cidade de Maceió. Devido ao horário e por estar viajando com minha filha pequena, nao iria procurar meios alternativos e mais baratos pra se chegar a Maceió, entao peguei um Uber até minha hospedagem em Ponta Verde, Edificio TIME.
      É bem distante a viagem, levou cerca de 40 min pra percorrer 32km até meu destino (R$42.00) e nao havia nenhum transito. Entao caso alguem vá em horarios de pico (indo de/para o aeroporto) já é possível tirar de base que leva-se bem mais de 1hr esse percurso.
      A volta no domingo, de Maceió para o aeroporto, tanto o tempo de viagem quanto o valor também foram praticamente os mesmos.
       
      HOSPEDAGEM
      Como eu estava viajando em família optei por ficar num lugar melhor e mais reservado. Fiquei hospedado no Ed TIME, fica no bairro de Ponta Verde, próxima à praia de ponta verde e pajuçara, esta última a que mais gostei. O prédio é novíssimo, há vários flats que comportam até 4 pessoas e fica muito bem localizado próximo a um grande supermercado e às praias. É possivel se deslocar à pé para esses destinos e o bairro nao passa nenhuma sensação de insegurança.
      Com certeza há locais mais baratos pra se ficar, porém o que o prédio oferece e pelo valor cobrado (diárias a partir de R$125.00 que divido pra 4 sai por apenas R$31.25) compensa bastante. No prédio há um piscina aquecida na cobertura, sauna, academia, jacuzzi, espaço para jogos, uma confortável área para relaxar, wifi no quarto com ótimo sinal, garagem gratuita.










       
      PRAIAS
      Essa é a segunda vez que vou à cidade, na sexta feira passei o dia em pajuçara. O mar possui agua quente, ótimo pra quem vai com criança e nem de longe se parece com o mar gelado tipo o RJ. O valor cobrado pelo guarda-sol + cadeira gira em torno de R$30. Há locais que nao cobram pelos mesmos, porem voce precisa obrigatoriamente fazer consumaçao no local o que pode encarecer bem mais a conta, nesses locais a long-neck é em torno de R$12 a R$15 e os pratos de comida à partir de R$35 uma porçao de batata. Como eu havia levado uma bolsa termica optei por pagar a parte o garda-sol e comprar a cerva mais em conta no supermercado.
      No sabado aluguei um carro e fui para Sao Miguel dos Milagres. A viagem leva cerca de quase 2hs, cerca de uns 100km de onde eu estava hospedado e todo o percurso feito em rodovia de pista simples. Nos últimos 30km pra se chegar em Sao Miguel a estrada é bem perigosa, bem estreita, sem acostamento em todo percurso e com inúmeras curvas fechadas. Saindo de Maceió há um posto da policia rodoviária que estava fazendo blitz tanto na ida quanto na volta. Antes de chegar em Sao Miguel tambem havia blitz na estrada com o pessal parando geral na ida e na volta tambem.
      Em Sao Miguel em si nao curti a praia, a maré estava baixa e nao tinha como entrar no mar praticamente. Como eu estava com criança pequena era complicado... na proximidade da praia dava apenas pra molhar as canelas. Sendo assim optei por ir até a praia do patacho que fica uns 10km pra frente da cidade de Sao Miguel. Mesmo com a mará baixa lá foi possivel entrar no mar que estava com a agua bem quente. 
      As praias da regiao sao praticamente desertas, com pouquíssimas pessoas e quase sem infra estrutura, há um ou outro ambulante vendendo bebidas, entao levar o que vai consumir é fundamental. Passei o dia no restaurante Sonhos do Patacho, o local é recem inaugurado, tinha 28 dias de funcionamento e o pessoal é extremamente atencioso. Nao se cobra pela cadeira e guarda-sol, apenas a consumaçao e os preços nao sao tao salgados, ainda mais por se tratar de um local relativamante isolado. Hã passeios de jangada para as piscinas naturais na maré baixa, o valor é de R$50.00 por pessoa mas é possivel dar uma negociada.
      No domingo o dia amanhaceu nublado com um pouco de chuva, porem no meio da manha o sol ja deu as caras, um pouco timido mas nada que atrapalhasse mais um pouco de praia, ainda mais pelo fato da agua do mar ser quente.






       

       

       
      CONSIDERAÇÕES FINAIS
      Vale muito a pena passar uns dias em Maceió, o pessoal é muito educado e recptivo, as coisas nao sao tao caras se comparadas a outras cidades litorâneas. Agua de coco gelada por exemplo na beira da praia custa apenas R$2.00, em locais mais distantes é possivel encontrar a R$1.50 ou até R$1.00. Ja vi em outros lugares beira mar que um coco gelado nao sai por menos de R$8.00.
      No caminho pra Sao Miguel dos Milagres é possivel visitar diversas praias e tambem passa em frente a beach clubs como Hibiscus e Cafe de La Musique. Vale ficar atento apenas às blitz ta lei seca pois o pessoal pára mesmo!
      Como meu tempo foi curto nao deu pra visitar mais coisas, mas compensou pegar uns dias à beira mar.
    • Por Anderson Paz
      Período: 15 a 19/11/2017 (período chuvoso)
      Cidade-Base: Caiapônia/GO, a 550 km de Brasília e 335 km de Goiânia.
       
      Relato escrito pela companheira de viagem Maria Fernanda. Fiz só algumas pequenas adaptações. Dessa forma muitas vezes vai estar se referindo a mim na 3ª pessoa...hehehe

      Além dela o Raphael também integrou o grupo, na verdade foi ele o mentor da viagem em seu Uninho Mille.

      Dia 15/11, quarta:
       - Saída DF: 05h30
      - Chegada Caiapônia: 13h30
      - Estrada via Iporá em ótimo estado de conservação ao longo de todo o trajeto
       
      - Fomos direto às Cachoeiras Jalapa e Tobogã.
      No caminho de terra à direita avista-se ao longe o "Morro do Gigante Adormecido". Lindão!
      Nível dificuldade das cachús: Zero!
      Segundo nossa avaliação, são as mais "simples", de menor beleza cênica e sujeitas a estarem lotadas nos feriados e finais de semana. Entretanto, quando lá chegamos só havia mais 3 pessoas.

      Depois de ficarmos ali um tempinho, seguimos rumo a Cachoeira Três Tombos
       
      Como chegar: 5 km antes de Caiapônia na GO-221 no sentido Iporá-Caiapônia

      Cachoeira Três Tombos
      Chega-se por cima, onde o Rio São Domingos encontrava-se raso, (na altura de minhas canelas, se tanto!). Do alto, aprecia-se um lindo desfiladeiro e a bela Três Tombos (nome autodescritivo). Próximo ao local do estacionamento à direita há uma trilha para a descida com mais segurança, com cordas para apoio. Não é preciso fazer como nosso audaz e intrépido Anderson Paz que - não encontrando a "descida oficial" - bancou o "Indiana Jones" numa descida arriscada pirambeira abaixo, ok?! O poço dessa cachú é DE-LI-CI-O-SO!! Todos concordamos que suas águas são as mais deliciosas em que tivemos a experiência de nadar / mergulhar. NÃO DEIXEM DE VIVENCIAR ISSO, certo?!
       
      Como chegar: BR 158, 46km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 16km de estrada de chão. Tem algumas placas. Confie nelas. (Digitar “Cachoeira 3 Tombos” no Google Maps)
       
      À noite: Restaurante do Ernesto, frente do Hospital Municipal. Fernanda e Rapha foram de "jantinha" (PF reforçado!) e Anderson foi de sanduba sem carne (com ovo, tomate, milho, alface e maionese).
       
      Dia 16/11, quinta feira.

      Cachoeiras Samambaia e Abóbora
      Chega-se por cima da Samambaia, literalmente! Inclusive, cruzamos o riacho q a origina sem que déssemos fé disso. Um pouco mais a frente percebemos que havíamos passado do ponto - ela estava logo à direita do riacho. Ao fazermos o retorno, tivemos a sorte de avistarmos 2-3 catetos ariscos.

      A de scida da Samambaia é tranquila e sinalizada. Queda d'água bonita. Há um poço pequeno .

      Para chegarmos a Abóbora, voltamos ao ponto de início da descida à Samambaia e pegamos uma trilha em frente, curta (talvez 250 m) e discretíssima! É provável q exista outra trilha por baixo, mas não vimos! A queda e o poço da Abóbora são maiores do que a Samambaia. No entanto, ao chegarmos, deparamo-nos com um fedor forte e nauseante de algum bicho morto nas proximidades.  Não permanecemos mais do que alguns poucos minutos por ali. Peninha...
       


      Nota Importante: das que visitamos, estas duas cachoeiras ficam muuuito próximas de pastagens e plantações imensas.
       
      Como chegar: BR 158, 10km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 30km de estrada de chão. Na BR entrar na placa escrita "Vivas Samambaia". O carro para em um estacionamento ao lado do córrego que desemboca na Samambaia. A primeira cachoeira é a Samambaia. Uns 300m de trilha a direita fica a Abóbora (digitar “Cachoeira Abobora” no Google Maps)
       
      Após, retornamos ao carro e seguimos nossa aventura em busca à Cachoeira São Domingos...

      Nessa tarde, fomos agraciados com um original e generoso "Safari no Cerrado".

      Além dos catetos que avistamos mais cedo conseguimos ver: 10 ou 12 emas, vários tucanos, dezenas de periquitos, muuuuitas corujas, alguns carcarás, seriemas aos montes, curicacas às dezenas, muuuuuitas Araras. Em especial, passamos por um grande pequizeiro e, logo atrás dele, uma fascinante "Árvore de Araras" com 12 exemplares delas, algumas com pequis nos respectivos bicos!

      Muitos bichos depois, chegamos ao mirante natural da cachú São Domingos...
       
      Cachoeira São Domingos
      Respirações suspensas, expressões estupefatas... Até agora, não encontramos a palavra exata para descrevê-la... BELÍSSIMA! EXUBERANTE! ENCANTADORA!*
      Para quem conheceu o *"Buraco das Araras" em Formosa... 3 ou 4x o diâmetro dela x 96 m de altura. Para quem conheceu o "Véu de Noiva da Chapada dos Gimarães...mais bela na nossa opião!

       

      Após muitas fotos e contemplações, ficamos por uns 40 min procurando a trilha para descer até seu poço.
      Já estávamos desistindo da descida, quando um som de esperança inundou o ar... uma moto estacionou: era uma das moradoras da casa logo na entrada do terreno de acesso à cachoeira. Apontou-nos o início da trilha ao lado da cerca da propriedade. Após uns 15 min de percurso no sentido contrário à cachoeira, em um caminho plano, a trilha inicia uma descida relativamente inclinada rumo ao vale; por baixo, retorna-se por cerca de 1 km em direção à cachoeira e VOILÁ: a queda belíssima e o poço magnífico!! Dá pra chegar bem embaixo da cachoeira, como é possível ver na foto abaixo.


      Após uns 40 min, vimo-nos obrigados a abandonar o paraíso recém-encontrado e retornar: já eram 17h40h. Não queríamos correr o risco de retomar a trilha, em geral bem marcada, mas com alguns trechos que requeriam um pouco mais de atenção, e realizar a subida no escuro.

      Ao chegarmos no topo, não pudemos apreciar o pôr do sol... dia nublado. Mas, fomos premiados com um belo passarinho azul da cara preta e mais 2 casais de curicacas.
       
      Como chegar: a partir da Abóbora, há uma estrada de chão de aproximadamente 40 km (digitar Cachoeira de São no Google Maps)
       
      Início da noite. Já na estradinha deserta em direção à Caiapônia avistamos 3 belíssimos veados (um deles galhado), pastando serenos até que o Anderson tentou tirar uma foto deles e... saíram em disparada!
       
      Chegamos famintos na cidade e fomos jantar no Varandas: restaurante e lanchonete do Daniel, próximo à Universidade Rio Verde. Recomendamos o delicioso macarrão ao molho branco.
       
       Dia 17/11, sexta feira

      Cachoeira e Corredeiras Santa Helena
      Local de acesso facílimo, extenso, prazeroso, com variados poços e cascatas. À direita da estrada, sobe-se para um dos seus melhores e maiores poços. Contaram-nos depois que em algum ponto mais acima há um encontro de águas quentes e frias, com uns ótimos poços de banho seguindo pela esquerda.
       



      De volta ao carro e a caminho das Três Barras, em dois momentos distintos, avistamos tatus próximos à estrada.
       
      Como chegar: seguir 45 km pela GO-221 em direção a Doverlândia, seguir 13 km na GO-188 e entrar a esquerda onde há placa indicativa da Cachoeira Paraíso (acesso 2 km depois da Cachoeira Lageado), seguir por mais 11 km

      Cachoeira Três Barras
      Outro local que nos deixou estupefatos, boquiabertos e sem palavras...talvez DESLUMBRANTE! seja uma boa palavra para descrevê-lo. Ainda pouquíssimo conhecida pelos próprios nativos. Seguindo uma trilha bastante discreta após a segunda ponte, conseguimos chegar na cabeceira da que fica mais no alto (nível da estrada) e tomamos um banho nela. Pela lateral à sua esquerda, "achamos"(?!) uma trilha (discretíssima, cheia de folhas e plantas) que desembocou numa pirambeira perigosa. Retornamos, não sem antes perder o rumo de onde estava o nosso valente Fiat Uno Mille, embrenhados que estávamos literalmente num mato sem cachorro, porém pleno de carrapatos e micuins.
       


      No que pese a deslumbrante paisagem, não recomendamos esta aventura para turistas incautos ou iniciantes no trekking. Por enquanto e pelo que pudemos avaliar in loco, temos a firme convicção de que apenas pessoas com ampla experiência em trilhas, com os equipamentos necessário, possam fazer esse desfiladeiro magnífico!
       
      Como chegar: seguir 12 km pela GO-118 após o acesso para a Cachoeira Santa Helena e depois entrar a esquerda onde há placa indicativa da cachoeira e andar mais 13 km
       
      À noite, voltamos ao restaurante Varandas. O Rapha comeu e recomenda o Burritos de Frango. Fernanda não gostou do contra-filé com mandioca: estavam duros! E Anderson manteve-se na aposta segura e apetitosa do macarrão com molho branco!
       
      Dia 18/11, sábado chuvoso

      Mais um dia de aventuras, descobertas e encantos na Serra do Caiapó/GO.

      Excepcionalmente, fomos acompanhados do Guia Valdivino "Jacaré".

      Cachoeiras Salomão e Índio
      O estacionamento fica logo acima e à direita da cabeceira da Salomão. A descida foi tranquila, ainda que escorregadia (há cabo de aço para apoio). Queda de 26 m e um poço pequeno.


      Ao subirmos e nos dirigirmos à cachú do Índio, tivemos a enorme felicidade e emoção de ver bem próximo um belíssimo exemplar do Tamanduá Bandeira. Chegando em sua cabeceira, o Guia e o Raphael avistaram um Cangambá.

      A descida era muito inclinada, fechada e, por conta das chuvas, estava um pouco escorregadia. Mas mesmo assim o Anderson quis descer até o poço da cachoeira. Não teve jeito: lá foi o pobre do Jacaré acompanha-lo!  

      Fernanda e o Rapha aguardaram na cabeceira. Minutos depois, eles retornaram da empreitada sãos, salvos e felizes (desconfio que o guia mais ainda que o Anderson! ) Retornamos todos ao Valente Fiat Mille.

      Cachoeiras Rio Verdão e do Coqueiro
      Para chegar nelas, paramos o carro próximo à sede de uma fazenda e atravessamos a pé 1 km d'uma estrada barrenta, escorregadia e mais uns 600m d'um pasto verdejante, sob uma chuva fina.
      A descida foi tranquila. "Rio Verdão" consiste num paredão em formato de meia-lua com uma queda d'água abundante e um grande poço, mas o fundo estava com muitos troncos e (não sei se porque chovia?) a água estava escura. Quando saíamos dela, a chuva engrossou!
       

       
      A "Cachoeira do Coqueiro" é uma "irmã-menor" da Rio Verdão. Foi a nossa quarta e a mais difícil do dia, pois a fizemos varando o mato, SEM TRILHA, meio que às cegas e com chuva forte!
       


      Quando retornávamos absolutamente encharcados e com frio ao carro, o guia Jacaré informou que poucas vezes viera até ali, uma vez q os turistas preferiam ir nas atrações mais conhecidas e badaladas.
       
      Após um reconfortante banho quente no Hotel e deliciosas roupas secas, fomos no "Jantinha Ki Delícia", bem ao lado da Igreja Matriz. Um local simples, mas surpreendeu-nos com UM SHOW de DELÍCIAS e SABORES!!
      Tudo o que comemos estava DE-LI-CI-O-SO: a jantinha, os bolinhos de arroz, o caldo de galinha, o pudim de leite... PUTZ!! Afirmamos: quem ainda não provou as gostosuras feitas pela Dona Elma e sua filha, não sabe o que está perdendo.

      19/11/2017, domingo nublado

      Anderson e Raphael saíram cedo para uma aventura "exploratória" à Cachoeira Pantano. Fernanda que já estava cansadinha, com dores nos joelhos das aventuras dos últimos e intensos 4 dias, descansou até às 10h e depois foi bater pernas pela simpática e limpa Caiapônia. Tentei visitar a Igreja Matriz, mas estava fechada. A imensa Assembléia de Deus (logo em frente) estava em pleno funcionamento. Fui até a feirinha local, onde comprei alguns hortifrutigranjeiros a bom preço. E descobri que há mais hotéis e pousadas no Centro do que supõe nossa vã internet.
       
      *** [Agora é a parte que eu entro na escrita do relato... hehehe]

      Cachoeira Pantano
      A cachoeira é uma das mais próximas da cidade, a apenas 10 km dela. O dono da fazenda não permite o acesso de grupos ou pessoas que não estão acompanhadas por guia. Como não queríamos pagar um apenas para ir nessa cachoeira. Paramos o carro na estrada, pouco depois da ponte que passa sobre o rio da cachoeira, e seguimos andando pela beira da mata de galera/ciliar, acompanhando um tracklog. Há trilhas abertas na mata, tanto de um lado quanto do outro do rio. Atravessamos o rio e seguimos pela sua margem direita, acompanhando o tracklog. Chegamos ao ponto final e não achamos a cachoeira. Voltamos, acreditando que poderíamos ter passado ela, mas não a encontramos. Depois de algumas idas e voltas e de muita perda de tempo, consideramos que o tracklog estava errado e resolvemos seguir a nossa intuição.
      Seguimos então acompanhando a mata da margem direita do rio e depois de uma caminhada de aprox. 30 min a partir da ponte, avistamos a cachoeira deslumbrante do alto. Vista maravilhosa e uma grande satisfação de termos encontrado a cachoeira seguindo a nossa intuição.

      Infelizmente, como estávamos com o tempo um pouco apertado e também como não conseguimos ver facilmente uma trilha para descer até a parte de baixo da cachoeira, tivemos que deixar a vontade de conhecer a cachoeira por baixo para uma próxima viagem.
      Como chegar: GO - 221, 10km em direção a Doverlândia. Deixamos o carro na estrada logo após a ponte.
       
      Depois da cachoeira, voltamos ao hotel, tomamos banho, terminamos de arrumar nossas coisas e pegamos a estrada. Na saída da cidade, paramos para abastecer e percebemos que o restaurante do posto estava aberto. Era o único aberto no domingo. Comemos ali uma boa comida goiana no self-service com precinho camarada.
       
      Depois do almoço,  nos despedimos de Caiapônia, já pensando em um retorno para conhecermos a Pantano por baixo, a maravilhosa Cachoeira Alvorada (que segundo relatos estava com pouca água) e outras cachoeiras como a bela Campo Belo.
       
      Hospedagem: Hotel Palace Avenida. Limpo, organizado e observei que todos os dias a camareira promovia o arejamento e limpeza dos quartos - ainda que desocupados. Ótimo café da manhã. Apreciei, em especial, o capricho da cozinheira Márcia que procurava enfeitar as bandejas, fazendo esculturas com os alimentos. Apreciei também sua higiene e cuidado com os utensílios e ambiente de trabalho. Funcionários simpáticos.
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