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Vc sempre com belos relatos e coisas interessantes para dizer.

Mas fiquei curiosa, pq será o seu ultimo relato? Vai se estabelecer em algum lugar? Se a pergunta for invasiva não precisa responder 😅.

Desejo o melhor para vc nessa nova jornada.

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  • 3 meses depois...

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    • Por viniciuscodes
      Se tem uma pessoa que adora buscar formas de viajar barato, essa pessoa com certeza sou eu. Eu sempre tento encontrar destinos ricos culturalmente e baratos para viajar.
      Na minha última viagem, eu queria muito conhecer a cidade de Florianópolis, em Santa Catarina, e de quebra voltar a ser criança no Beto Carrero World, também conhecido como a Disney World Brasileira (risos).
      Para fazer essa viagem, eu consegui 4 dias de folga no trabalho e eu tinha um orçamento limitado a R$ 1.200 (mil e duzentos reais), que deveriam dar para bancar todas as despesas da viagem, de passagem à alimentação.
      E assim, em Fevereiro de 2021, eu embarquei na minha primeira experiência viajando sozinho, e com um orçamento bem limitado:
        O que fiz nos 4 dias de viagem?
      Dia 01 — Vôo e Centro de Floripa
      Sabe aquela passagem barata que você só encontra às 2 horas da manhã? Pois é, era justamente essa a minha passagem. Eu acabei não dormindo à noite, pois a minha ansiedade estava em níveis extremos. Era a primeira vez que eu ia viajar sozinho.
      Quando eram 22h eu já estava com tudo pronto e preparado para pegar meu voo. À meia-noite chamei o Uber e fui para o aeroporto fazer check in e esperar até às 2:30 da manhã.
      O voo era de Goiânia para São Paulo com escala de 3 horas e depois um segundo trecho para Floripa que duraria aproximadamente umas 1h30. Dessa forma, eu cheguei na Ilha da Magia (como Florianópolis é popularmente conhecida) às 8h da manhã.
      Uma coisa que eu tinha muita vontade de experimentar eram os cafés do Starbucks. Esse desejo me fez descobrir que no aeroporto Hercílio Luz, de Florianópolis, tinha uma loja deles.
      Foi aí que eu experimentei pela primeira vez o famoso capuccino do Starbucks, mas preciso ser sincero: não é o melhor capuccino do mundo, porém valeu a experiência.
      Café tomado, fui aproveitar a bela vista que tem o aeroporto.
      Minutos depois, chamei o Uber até o centro da cidade, pois eu queria conhecer a Ponte Hercílio Luz, que fica no centro da cidade.
      Algo que vale a pena ficar atento, é quanto às distâncias dentro de Florianópolis: tudo é muito longe e atravessar a ilha acaba se tornando muito caro.
      No print ao lado você pode ver o quanto eu paguei de Uber do aeroporto até o meu hotel, que ficava na praia de Canasvieiras, no norte da ilha.
      Se tornou inviável para mim ficar saindo todo dia do hotel e indo para o centro, já que eu tenho um orçamento bastante limitado. Mas, isso me fez ser criativo e pensar em formas diferentes de me divertir.
      Mas, voltando ao assunto: no centro da cidade, após sair do aeroporto, eu pude ver a famosa ponte e aproveitar o clima frio e com brisa única que só a cidade de Florianópolis pode proporcionar.
      Eu caminhei muito a pé, atravessei toda a ponte, andei pelo parque que fica lá próximo e desci algumas ruas para chegar até a orla, onde você pode visitar um Píer que dá vista para todos os prédios da cidade.
      Essa parte me lembrou bastante a praia de Copacabana, apesar de nesse ponto da cidade não ter praia própria para banho.
      Já eram umas 14h e decidi que era hora de ir para o hotel, pois estava morrendo de fome e queria almoçar lá perto. Chamei novamente um Uber.
      Lá eu já consegui conhecer a primeira praia e comer uma das piores refeições que já comi na minha vida (e mais caras também, preciso dizer).
      Eu sou uma pessoa que não gosta de nada que vem do mar, e em uma cidade beira mar é bastante complicado encontrar outro tipo de comida. Mas, o errado nessa história aqui sou eu, não é mesmo?
      Depois de almoçar e visitar a praia, fui direto para o hostel Innbox, onde eu fiquei hospedado. O hostel é feito de containers, super colorido e fica a uns 5 minutos de caminhada da praia de Canasvieiras. Super recomendo!
      Dia 02 — Beto Carrero World
      Eu sou completamente apaixonado por filmes de animação, e quando descobri que o Beto Carrero tinha os personagens da DreamWorks logo fui atrás de descobrir os preços do ingresso.
      Para a minha surpresa, não eram tão caros quanto eu imaginava. Consegui pegar uma promoção e paguei R$ 89 no ingresso para 1 dia de uso do parque. Neste valor já estão inclusos 3 fast pass.
      É importante lembrar que o Beto Carrero não fica na cidade de Florianópolis, muito pelo contrário, fica a quase 200 km da cidade. Para fazer esse trajeto eu contratei um transfer pelo site da decolar.com que custou aproximadamente R$ 70 ida e volta, que me pegava na porta do hotel e me deixava na porta do parque e fazia o mesmo no final da tarde.
      O transfer era compartilhado, então acabei fazendo amizade com as pessoas que estavam lá dentro e nós decidimos aproveitar o dia juntos.
      Já dentro do parque fiquei assustado com a quantidade de pessoas e o tamanho das filas. Felizmente o fast pass ajudou bastante nessa parte, já que poderíamos agendar três brinquedos pelo aplicativo do Beto Carrero.
      Foi sem dúvida um dia em que eu voltei a ser criança. Eu cantava todas as músicas, via todos os personagens e me diverti bastante nos brinquedos do parque.
      Um dos mais legais, sem sombra de dúvidas, é o Crazy River, pois ele é uma espécie de toboágua em que você vai dentro de uma bóia e passa por vários cenários do filme Madagascar.
      Dura aproximadamente 10 minutos e é uma viagem para dentro do filme. Se você for ao Beto Carrero eu super recomendo visitar essa atração.
      Dia 03 — De patinete pela orla da praia
      No terceiro dia eu decidi ficar na praia de Canasvieiras, e logo após o café da manhã aluguei um patinete no próprio hostel para poder andar por todo o bairro. Foi uma experiência muito bacana, pois eu pude conhecer várias ruas, várias praias e vários pequenos parques que estão dentro do bairro.
      Eu tinha me planejado ir de patinete até Jurerê Internacional, mas acabei não fazendo esse trajeto pois fiquei com medo de andar de patinete no meio de ruas movimentadas.
      Porém, se você for um pouco mais aventureiro vale super a pena fazer esse trajeto, já que Jurerê Internacional fica ao lado da praia de Canasvieiras e é um destino bastante procurado por quem vai a Florianópolis.
      O aluguel do patinete não é muito barato, mas sem dúvida foi uma das experiências mais legais que eu tive. Como a região é super plana, dá para andar praticamente toda de patinete e a bateria dura várias horas.
      Segundo informações do aplicativo da empresa em que eu aluguei o patinete, daria para andar aproximadamente 20 Km com ele, o que é uma distância bastante considerável, já que eu estava hospedado bem próximo à praia.
      Dia 04 — Dia de me despedir
      O quarto dia já começou cedo, pois foi dia de me despedir de Florianópolis e pegar meu voo de volta para Goiânia.
      No hostel eu consegui conhecer pessoas de todo o mundo: tinha muitos argentinos, casais do Rio Grande do Sul, de Goiás e de vários outros estados do Brasil.
      Me despedir de toda aquela riqueza cultural em que ele estava vivendo foi bastante dolorido.
      Antes de ir para Florianópolis eu tinha bastante medo de ficar em um hostel, pois nunca tinha ficado em um e já tinha ouvido relatos bem ruins.
      Mas, olha, preciso confessar que dormir em um quarto com várias outras pessoas roncando não é a melhor experiência do mundo, porém nos momentos de confraternização — onde eu pude conversar com todas as pessoas, conhecer as suas histórias e as suas características — fizeram com que todo esse “sofrimento” valesse a pena.
      Tive a oportunidade de conhecer um senhor argentino, que veio ao Brasil apenas para curtir as suas férias, e também de conhecer mochileiros que estão viajando por todo mundo e tem uma bagagem cultural riquíssima.
        Quanto eu gastei com a viagem?
      Eu sei que você quer saber quando tudo isso custou e eu não vou esconder de você. Falei todos os valores que eu gastei com essa viagem: transporte, alimentação, passagem, hospedagem e tudo mais, muito bem detalhado, no vídeo que você pode assistir abaixo.
      Eu espero muito que você tenha gostado desse texto e que ele tenha te incentivado a conhecer a Ilha da Magia. Se algum dia você for para Florianópolis, não deixe de me contar como foi a sua experiência.
      Não deixe também de clicar no aplauso ao lado desse texto, pois isso me ajuda muito a continuar trazendo mais conteúdos como esse.
    • Por Guyzan
      E aí, moçada! Sou novo no Fórum e, na prática, em toda essa história de mochilar.
      Hoje tenho 24 anos e, desde bem cedo, sinto muita necessidade de me ver livre, desapegado, sem os laços usuais que nos prendem a um lugar (emprego, relacionamentos, estudos). Nunca segui esse desejo; tenho emprego fixo, uma namorada e faço faculdade. Hahahah
      Me atrai muito a ideia de viajar caminhando, carregando a casa nas costas, conhecendo as pessoas e a história das cidadezinhas que temos por aí.
      Honestamente, acho que me falta a coragem para atrasar (mais ainda) minha faculdade, ter de começar em um novo emprego, e encarar sabe-se lá o que aconteceria com meu relacionamento.
      Não tenho muito dinheiro e meu único bem é uma motoquinha que mal vale 5 mil. Não me assombra a ideia de viajar sem grana, mas entrar nessa vida e ainda não ter onde cair morto daqui 1, 2, 5 anos, um pouco.
      Como vocês lidam com viagens longas e este prospecto?
      É possível unir este estilo de vida à algo que proporcione meios de suprir as necessidades que o futuro trará? 
      Eu não acho que essas perguntas tenham uma resposta. Acredito que se lançar na estrada sem dinheiro seja realmente um ato de muita coragem, que não dá garantias, por isso respeito muito todos que o fazem.
      Mas gostaria de ler seus pensamentos sobre as minhas inseguranças. Talvez algum deles seja a inspiração que me falta. Hahahaha
    • Por REGINALDO GUEDES
      Procuro companhia para viajar a pé de Vitória do Espírito Santo até São Paulo. Estou sem grana 😞. Estou me programando para partir do dia 08/12/2020.
      Obs: Tenho apenas a barraca de 3 lugares o Roteiro pelo Google maps e segundo o mapa leva 8 dias, mas creio q seja mais.
      Estou voltando pra minha família 😍
      Se você já tiver um lugar pra ficar ou apenas seguir e ficar de companhia durante o trajeto estar tudo certo.
      Deixa seu comentário aqui.
       
    • Por wesley west
      A felicidade só e real quando e compartilhada por isso busco outros mochileiros para essa viagem, ainda sem roteiro mais em planejamento assim que a aberturas das praias for decretada vou sair nessa viajem. obs: procuro companhia pra a viajem ser mais segura também. 
      MOTIVO: A vida e só uma e quero aproveitar minha, essa viagem pra mim vai ser uma janada para me desenvolver como pessoa e realizar um sonho tenho 20 anos e não quero passar mais um ano da minha trabalhando por um salario minimo trocando o capital mais importantemente dessa vida que e o tempo por dinheiro.
      -Um pouco sobre mim: tenho 20 anos estudo técnicas de sobrevivência a 2 anos acampo 1 vez em cada 3 meses a 2 anos estudo desenvolvimento pessoal era muito nerd quando criança hoje só bastante extrovertido e comunicativo.
      -Requisitos para a aventura: +18 obrigatório, aventureiro(a), desenrolado e que leva a serio esse estilo de vida. WHATSAPP; +55 84 988656915
       
       
    • Por Filipe O. Barros
      Fala aí gente! Tudo bom? Bem, eu sou um jovem sem experiências de mochilao, mas tenho muita vontade de aprender e pegar o jeito, tenho em mente pro futuro quando pegar o jeito percorrer a costa do Brasil, preciso de companheiros de viagem para que me ajudem, quero fazer uma viagem com pouco dinheiro e free camping, de início queria fazer um trajeto não enorme nem minúsculo. De apenas uma semana por aí. Desculpem o texto grande, precisava explicar que não tenho experiência e o tipo de trajeto que quero fazer. Obrigado!
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