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Tópico para troca de informações sobre El Chaltén 


PARAÍSO DO MONTANHISMO E DO TREKKING...EL CHALTÉN

Vai encarar uma travessia nos gelos continentais?

Escalar o mítico Fitz Roy?

Ou irá caminhar alguns dias pelas trilhas? O seu lugar é aqui!

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MARCIO!

 

Cara vc tem uma bela chance e conhecer esses dois parques, em 1 mes vc pode onhecer muio bem eles! e ainda fazer um turisminho ligth pra descansar, pois bem, conheço relativamente bem os dois locais, estou comçando a escrever um guia mais ou menos completo sobre el chalten.primeiro vou tentar fazer uma comparação entre os dois parques, com base nas suas perguntas:

 

Se vale a pena ir aos dois? com certeza absoluta vale... É bastante viável ir a ambos, pois os dois estão na mesma região da patagônia, embora em paises diferentes.

 

Mais caro? Acho que torres Del paine, pois a entrada é paga, os campings na maioria as pagos, se pensa ficar em refugio, são caríssimos, etc, etc, etc...e a vida no Chile em geral é mais cara que na Argentina (El Chaltén).

 

Mais bonito: impossível dizer.

 

Melhor forma física para que parque? Bem, boa forma física é aconselhável para ambos parques, para que as caminhadas não se tornem suplícios e sim fontes de prazer, sacas? Se for a torres Del paine, por exemplo, o indicado é o circuito completo, é uma caminhada que leva de 6 a 10 dias dependendo de como vc queira fazer... são longas marchas de até 7, 8 hors nos dias mais pesados, mas sem nenhum grande desnível, e lembre-se que vc estará e altitudes baixas, mal de altitude não az parte da brincadeira na patagônia, hehe. Os circuitos em torres Del paine são a única maneira e vc realmente conhecer o parque, não dá pra fazer u ponto de base e ir conhecendo um local e retornando ao mesmo lugar...me expliquei?

 

El Chaltén: os circuitos são a pedida, é o ideal, mais vc tb pode fazer de base o povoado de el chalten e fazer caminhadas de bate e volta, lugares como a laguna torres, o lagua de los tes(base do fitz roy) podem ser conhecidas nesse sistema, EMBORA aconselhe vc a acampar nos acampamentos bases dessas montanhas, pois ai sim vc ralmente curtirá o lugar.

 

Bem, isso é somente uma introdução, de acordo com o qu vc quiera saber, vou descrevendo as caminhadas dos parques(aqui as e El Chaltén, de t. Del paine no seu tópico correspondente).

 

Sobre como ir? Aconselho o avião! Vc deve ir a el calafate e de lá ir a el chalten e torres Del paine(passando por puerto natales), de carro não acho uma boa, somente com muiiiiito tempo de sobra, de ônibus nem pensar , no máximo até buenos Aires de ônibus e depois avião para el calafate, por que isso? Por que avião é o mesmo preço do ônibus!!!!!!!

 

Qq coisa sobre El Chaltén é só perguntar, fiz muita pesquisa para a minha viagem desse ano, tenho bastante material tb (livros, mapas, guias etc.)

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Pessoal, é possível conhecer El Chaltén sem levar barraca?

 

Existe ônibus partindo de El Chaltén para Ushuaia? Quanto tempo e qual seria o preço?

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É perfeitamente possivel sim, vc fica nos albergues, hoteis ou o que seja, no povoado de El Chaltén, e faz as caminhadas de idae volta no mesmo dia, claro que vc vai aproveitar infinitamente menos, mas é uma alternativa válida.

 

Para ushuaia, somente desde EL CALAFATE,(de onde vc parte para chegar a El Chaltén- inclusive), não sei o preço, mas aqui www.santacruz.gov.ar deve ter...

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Lá vai: é mais ou menos de cabeça, pois estou no trabalho e sem mapas, mas depende de onde pretende sair né..vou colocar os pontos mais normais:

POVOADO DE EL CHALTÉN - DE AGOSTINE: depende, mas varia de 2h30m à 3,4h, caminhada bem tranquila e muito bonita mesmo, só no começo, na saida do povoado, diria os primeiros 40min são de pendentes mais pronuunciadas.

PLAYITA: bem, vc primeiro vai ter que passar pelo refugio piedra del fraile...saido da ponto do Rio electrico, começo da trilha que sai da estrada 23, são 2h30min até o refugio, e se não me falha a memória, até a pLAyita, zona de campamento depois da laguna electrica, são umas 2h. esse é um camp. para quem fai fazera atrvessia dos geolos, é caminho para o paso marconni.

POINCENOT: base para a laguna de los tres - fitz roy, umas 3h desde o povoado.

TORO: campemento toro: bem no valle del rio toro, saido do povoado vc sobe sobe sobe sobe sobe sobe....... até um ponto, onde ou vc caia direita para a loma del pliegue tumbado ou desce direto para o vale, dá pra ver a rio lá em baixo, ao fundo o lago viedma, etc, fantástico. bem, chegando ao fundo do valle, é seguir em direção oeste, seguindo as marcas nas árvores, plasticos laranjas, etc...é bem longo e venta muito, alí é o paso de los vientos. devem ser umas 6h.

Rodrigo, qualquer coisa é só falar, tenho muitos mapas, guias, info, etc...

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Algumas coisas que me lembrei acerca de El Chaltén:

 

1 .Não compre mapa para trekking (como eu fiz e acabei não usando). os guarda-parques te dão de presente, com um detalhe: os mapas deles são atualizados. Sim, porque algumas trilhas são alteradas periodicamente, para proteger o terreno do uso intensivo. Os mapas comprados são antigos e nada te avisam sobre estas alterações. Por exemplo: A trilha da Laguna Capri foi desviada no último ano. Isto consta dos mapas do parque, mas, não dos comprados em livrarias.

 

2. Evite levar roupas de algodão. elas pesam muito, demoram para secar. depois que você sua, o suor não vai embora e pode , até congelar junto da sua pele. na medida do possível, leve vestimentas interiores feitas de Dry Fit, ou coisa que o valha.

E, repetindo o aviso que considero mais importante: Caminhe leve. Pense bem na real necessidade de coisas sobressalentes. Eu carreguei coisas demais (latas, roupas, botas reserva, ceroulas a até pilhas velhas...podem rir). foi um inferno. As trilhas são muito punk e andar leve é imprescindível.

Falow

 

PMota

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> Concordo na parte de que ' NÃO É PRECISO' ajuda de agências ou guias para se trilhar El Chaltén !!!!

Quanto a fazer o 'bate-e-volta' na cidade acho muito cansativo, pessoal aproveitem e acampem.....é muito mais produtivo (pelo meno para mim), fiquei 8 dias trilhando El Chaltén em Nov de 2007....e acampando se tem mais liberdade.

O que pega na realidade é que vc terá que levar tudo consigo....comida, barraca, isolante ee etc....quanto a agua desencane, tem em muito pontos.

Pense bem e se decidir acampar terá todo meu apoio rsrsrs e verá que é muito melhor.

Se for apenas para dormir, tem um Hostel atras do rancho grande que se chama Nido de aguila, é hostel de montanhista...tava custando 25 pesos, não tinha quase infra alguma, mas tinha um banho quente e uma beliche para esticar o esqueleto...rsrrrrsr.

Dica: No caso dos equipamentos cada grama faz diferença, então na dúvida de levar ou não....NÃO LEVE....vai pesar com certeza.

 

Resumindo: Acampar em El Chaltén acho mais produtivo, te dá mais opções de passeios e vc fica livre para conhecer o que quiser...pergunta pro TROTTA TORRES.....(Abração Trotta).

 

Abração e espero ter ajudado.

 

Mochila90lts

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putz, revirando uns arquivos antigos encontrei este mapa de El Chaltén que peguei lá no Rancho Grande, deve ajudar quem vai pra lá....1855_1855_chalten_1_1.jpg[/img]

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A cidade base do Fitz Roy é El Chalten então obrigatoriamente vc terá que ir pra lá.

 

De El Calafate há 2 ônibus diariamente que partem para El Chalten.. se não me engano um as 8 da manhã e outro as 17 da tarde. É bom você comprar pelo menos um dia de antecedência pois pode não haver passagens na hora.

 

Eu reservaria pelo menos 4 dias, sendo o roteiro:

1º dia - Camping Los Troncos, Pedra del Fraile, Paso del Quadrado.

2º dia - Glaciar Piedras Blancas, Fitz Roy, Camping Poincenot

3º dia - Cerro Torre

4º dia - Arredores de El Chalten e volta no busão das 17 para El Calafate.

 

Bom, isso se vc tiver sorte pois o clima é complicado lá.

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Se vc não tiver experiencia em trilhas longas e acampamentos recomendo vc ficar em algum hostel na cidade e fazer as trilhas em 1 dia só. Lá é frio, faz vento e dependendo pode até nevar.. sensação térmica -10º é comum lá, não vá achando que será passeio no bosque pois é Patagônia com P maiúsculo.

 

Os campings não tem nada, o Poincenot tem uma vala pra vc dar um barro e olhe lá. Vc terá que levar todo o equipamento.

 

Se tiver experiência não haverá problemas com o trajeto, a trilha é bem aberta e demarcada.. em todo caso vá segunido alguém e perguntando... turista não falta lá tb.

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Realmente, em El Chalten é melhor fazer as trilhas durante o dia e voltar e passar a noite na vila em algum hostal....

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Só para constar, eu fiz o bate e volta até o Fitz Roy, na ida por um caminho alternativo e mais fácil e na volta pelo trajeto normal, não pernoitamos, mas fiquei meio cansativo...mas para quem não queria acampar (como minha namorada), valeu à pena...

 

abraços

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vôo livre

 

minha sugestão para 05 dias em el chalten é o sguinte roteiro:

 

dia 1 . subiria em direção ao acampamento poincenot, dando uma passada pela laguna capri.

dia 2- subida, só com mochila de ataque, até a laguna de los tres, depois na volta uma esticada até o glaciar piedras blancas ou mesmo até a laguna sucia

dia3- ida do poincenot até o acampamento de agostine, base do cerro torre, via trilha das lagunas madre y hija.

dia 4 - ida até o mirador maestri, nas margens da laguna torre (pode ser feito no dia anterior) e descida até o povoado de el chalten.

dia 5- subida até a loma del pliegue tumbado.

 

Adam: já vi teu email e hj mesmo respondo....

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Voo Livre, quanto ao horários eu não tenho certeza.. mas pelo que vi no site é isso mesmo.. sai as 08:00 de calafate para chalten... e depois volta as 17h e 18h de chalten para calafate.....

 

Sobre ir de Chalten direto para Puerto Natales não tem como... tem de ir para calafate antes.... e de la ir para puerto natales....

 

abço

 

Rafael... nesse mapiinha tem o local.. de uma olhada:

 

20090918221131.jpg

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Reynaldo,

 

Cara, com 5 dias da para fazer mais coisas rs.... vamos la.... é besteira ir ao laguna capri... e depois voltar de novo para ir a laguna de los tres... pois a laguna Capri é caminho para ir a laguna de los tres... você no caminho vai acabar passando de qualquer jeito pela laguna capri....

 

Eu faria o seguinte:

 

1º Dia... chegando no primeiro onibus que sai de calafate para chalten.. vc chega em chalten la pelas 13h... tempo suficiente... de ir até a Laguna Torre... que sem peso.... num ritmo mto tranquilo e tirando mtas.. mtas mtas.. fotos vc faz em 7hrs.... ida e volta.... isso indo bem devagar...... e até 21:40 ta claro.. então da tempo sussa.....

 

2º Dia... Faria a Laguna de Los três... essa é uma trilha bem puxada.... demora... num ritmo lento ... umas 9hrs.... mas da para fazer mais rapido dependendo de como vc anda e etc.... a média é 8h... e é bem puxada... a trilha na ida é só subida... e na volta é só descida rs.... mas é lindo... no caminho vc passa pela laguna capri....

 

3º Dia... Faria o Viedma Pro.... que parece legal.. mas é mais caro.... e mais fraquinho que o Ice Trekking no Cerro Torre... mas me pareceu bem legal....

 

4º Dia... faria a Loma Del Pliegue tumbado... vale mto a pena... é uma caminhada tranquila.... e la tem uma vista incrivel.... eu fiz ida e volta em 6,5hr... parando bastante para tirar fotos.... .. neste mesmo dia da para ir a chorrillo del salto... ou ao mirador de los condores... isso se sair cedo do hostel....

 

5º Dia... Iria ao Lago del desierto.... e faria uma outra trilha mais perto....

 

da para fazer isso tudo tranquilamente.....

 

se for ficar em Hostal.. eu recomendo o Pioneiros del Valle... vc comprando a passagem pela Caltur... a primeira diaria sai por 20 pesos.... e as outras por 36 pesos... sem duvida o melhor custo beneficio.. o hostal.. é mto bom... mto novo.. moderno e etc.....

 

abço e boa viagem

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Guilherme.. então o trekking do lago toro é longo... algo em torno de 8h só ida... então se não atrasar o bus.. da tempo de ir no mesmo dia sim... mas sei la... falaram que é bonito e tals.. mas acho que tem lugares mais interessantes para se conhecer na região... laguna de los tres.. vale do rio electrico ... e etc...

 

cara.. só uma duvida... vc vai fazer dois ice trekkings?... na boa.. eu acho que é besteira realizar dois... acho que um só já é o bastante rs...

 

o trekking no glaciar torre é mais barato que os outros porém é bem puxado.. vc caminha algo em torno de uns 30km num dia só... esse acampamento que você esta falando é o acampamento para as agencias, você só pode acampar la se estiver participando de alguma excursão guiada com uma das agencias e que tenha pernoite no pacote, do contrario sem chance.. ai você tera de ir até o acampamento de agostini que fica bem proximo... um roteiro que acho legal para vc fazer se o tempo estiver bom seria esse:... ir até a laguna torre (no passeio do ice trekking), e na volta ao inves de ir para cidade pernoitar no acampamento de agostini... e no dia seguinte fazer o sendero madre e hija até o acampamento de agostini na base da laguna de los tres... dorme no acampamento de agostini.. conhece a laguna de los tres e o glaciar piedras blancas... e retorna para chalten passando pela laguna capri...

 

abço

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Vocês acham possível chegar em El Chalten 11h, ir à Laguna de los tres e voltar para El Chalten no mesmo dia?

 

SIM! tem sol até bem tarde, 22h ainda há luz.

 

Qual passeio/trekking posso fazer em El Chalten a tempo de pegar o ônibus de 13h?

 

Chorrillo del Salto, essa cachoeira:

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De Bariloche para Chatén não tem avião vc terá que ir a Calafate e de lá de busão, Em Calafate é bom confirmar se as trilhas não estão interditadas.

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Pessoal, estou na correria total e como sei que muitos estão indo por agora vou tentar postar um pouco aqui. Depois do dia 15 de dezembro atualizo com muitas outras informações.

Resumindo, depois de TDP (post no fórum de TDP) fui para Chalten e fiquei 7 dias, cheguei no Brasil dia 23/11/10. Vou começar corrigindo alguns preços:

 

Viedma Mini A$ 330 + A$ 50 do transfer (só tem caminhada no gelo, sem escalada)

Viedma Pro A$ 480 + A$ 50 do transfer (Viedma Mini + escalada no gelo)

O local de onde sai o barco é longe da Cidade, portanto precisa de carro ou pagar os 50 do transfer.

 

Ice trekking Cerro Torre $ 380 - São 30km no total, e inclui passeio no glaciar e escalada no gelo (não anda de barco). Dura 12 horas no total.

 

Bus Chalten - Calafate: $ 150

A ida custa 75 e a volta também... não precisa comprar ida e volta de uma vez. Olhe as dicas abaixo.

 

Caminhadas que fizemos:

- Chorrilo Del Salto

- Laguna de Los 3 (leia as dicas)

- Laguna Torre

- Lago del Desierto + Glaciar Huemul

- Lomo del Pliegue Tumbado

- Os outros dias foram ocupados com escalada em rocha na cidade (levei todo o meu equipo aqui do Brasil)

 

DICAS FUNDAMENTAIS PARA CHALTEN:

1 - Tem ônibus direto de El Chalten para o aeroporto. Na verdade todas as empresas param no aeroporto se você pedir, pois está no meio do caminho entre El Chalten e El Calafate. Como não sabia disto, acabei comprando ida e volta e tive que devolver a passagem para ficar mais 1 dia em Chalten.

 

2 - Ao invés de voltar de ônibus você pode contratar uma van da Las Lengas (tem guichê na rodoviaria de Chalten). Quem vai dirigindo é o dono da empresa e ainda contou a história de Chalten na van... custa A$ 90,00 (o ônibus é A$ 75). A vantagem aqui é que o horário da van é combinado...

 

3 - No dia que for fazer a caminhada para Laguna de Los Três a uma opção interessantíssima: você pega um transfer e desce na Hosteria Pilar (30 min de Chalten). Da Hosteria segue por outra trilha que chega no Poicenot. De lá faz a Laguna de Los Três e volta pelo caminho tradicional, passando pela Laguna Amarga.

As vantagens nesse caso é que a trilha é mais curta e plana e muuuuuito bonita, no meio do bosque. No meio do caminho tem um mirante para ver o Glaciar "não lembro o nome agora". Além disso a trilha demora somente 2 horas e não tem toda a subida de Chalten até Poicenot. Ao invés de fazer um bate e volta pela mesma trilha, você vai por um lugar e volta pelo outro. O transfer custa A$ 40,00.

 

DICAS MAIS QUE FUNDAMENTAIS PARA CHALTEN (IMPORTANTÍSSIMAS!!!!!!):

 

1 - Na rua que chega a cidade tem uma loja chamada Patagônia Hikes (parede azul). Pertence a Maria e Simon. Os 2 são hiper gente finas. Deram um monte de dicas para nós, além de serem muitíssimos simpáticos. Vale a pena ir lá, mesmo que não for para comprar. A dica abaixo foi da Maria:

 

2 - As lojas, hostels, agências de Chalten tem um combinado entre elas: todo mundo, vende todo mundo... ou seja: se comprar o Passeio no Glaciar Torre na loja da Maria vai custar A$ 380, no hostel A$ 380, na agência A$ 380,00... isso vale para absolutamente qualquer produto. Eles ganham é um percentual quando vendem para outras empresas. Inclusive os guias são os mesmos, independente de onde comprar... Resumindo: não adianta bater perna procurando um preço mais baixo, dá tudo no mesmo.

 

3 - A loja citada, Patagonia Hikes, vende simplesmente tudo, até passagens de ônibus. Se forem passar por lá digam que foi o Christian do Brasil que indicou... ela vai se lembrar e com certeza fará um precinho camarada nos produtos da loja.

 

4 - Ahonikenk!!! Guardem esta palavra. Fica também na rua que chega na cidade. É o melhor lugar para comer e mais barato. Das 9 refeições, fizemos 6 neste lugar... o jantar para 2 pessoas saia por volta de A$ 60 - A$ 70 com bebida. Tentamos comer em outros lugares mas sempre nos decepcionamos e voltamos ao Ahonikenk. O bifé de chorizo de lá tem 420gr e é do tamanho de um Bolo de Caxinha (destes quadrados). A milanesa é do tamanho de um chinelo havaiana número 45... e tudo vem com uma montanha de batata.

Obs: eles dizem que o prato é para 1 pessoa, mas todos os dias pedimos 1 prato somente e eu e minha noiva saímos bem satisfeitos. Faça o teste antes de pedir! Se a comida não der, peça outro...

 

Quando tiver um tempinho venho aumentar o tópico. Se tiverem dúvidas, postem abaixo que respondo assim que possível.

 

Abraços

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      Comprei as passagens em setembro/2017 e paguei R$2000,00 em SP-BUE; BUE-FTE; FTE-BUE-SP.
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      Decidi que faria diferente nessa viagem e fui andando perdida pela cidade sem nenhum destino. Passei pelo centro, Florida, Casa Rosada, Manzana de Las Luces, seguindo para San Telmo (e passando por uns lugares meio estranhos, mas felizmente policiados) e fui parar em Puerto Madero, que estava bem suja por conta da virada do ano. Decidi voltar para o hostel e dormir cedo porque tinha acordado de madrugada para o vôo.
      Gastos do dia:
      25 pesos cartão sube
      125 recarga (sendo 75 do arbus)
      1375 hostel 06 central
      75 empanadas + coca (corrientes 965)
      45 pesos água 1,5L (open25h)

      Avenida 9 de Julio e entradinha da Corrientes ↑

      Avenida 9 de julio ↑

      Museu Fragatta Sarmiento em Puerto Madero ↑

      Casa Rosada ↑

      Dia 02/01/2018
      Às 10h30, em frente ao Teatro Colón, saem grupos de Free Walking Tour para a Recoleta (http://www.buenosairesfreewalks.com/). Os guias ficam de camiseta laranja, não tem como errar. Começaram separando os grupos em espanhol e inglês e como tinha muita gente, foram 2 grupos só de inglês com umas 40 pessoas em cada. 
      As paradas não são muitas, mas os guias explicam muito sobre a história da cidade, dos prédios e a cultura e o tour acabou sendo bem leve e menos cansativo do que eu imaginava só que mais longo também, finalizando no no cemitério da Recoleta (o meu acabou às 14:30, mas o previsto era 14h). 
      A programação "Aline" era voltar para o centro e ir no City Center Tour da mesma empresa que começa às 15h. Como a caminhada de volta seria bem longa e eu estava com fome, desisti e fui andando sentido hostel. 
      Descansei um pouco à tarde e à noite jantei no restaurante La Cabrera, indicação do taxista, porque o restaurante bem avaliado e escolhido antes estava fechado.
      Gastos do dia:
      7ars 1maçã
      XXars tips free tour
      139ars combo Mc Donalds
      1300ars jantar para 2 no La cabrera

      Teatro Colon ↑


       
      Dia 03/01/2018
      Como o city tour do Centro no dia anterior não deu certo, decidi tentar com uma empresa diferente que tinha saída às 11h do Congresso Nacional (http://www.bafreetour.com/) com grupos apenas em inglês (antes passei na calle Lavalle que tem várias lojinhas de souvenirs). Foi um grupo menor com menos de 10 pessoas se não me engano, mas também muito leve. A guia era muito simpática, explicava super bem e de fato, deu dicas sobre a cidade e os portenhos. 
      Depois do almoço que já era lanche da tarde (no mesmo restaurante do dia anterior - El Rey - Corrientes 965), fui para Puerto Madero novamente. Me apaixonei por esse contraste de novo e antigo da cidade e achei lindo o Parque de las Mujeres Argentinas.
      Gastos do dia:
      199ars globo de neve (lavalle 969)
      100ars por 2 bandeiras/patches para o mochilão
      45ars sorvete
      XXars ba free tour
      40ars água 500ml
      60ars 2 pedaços pizza + refri (el rey)

      Congresso Nacional ↑

      Obelisco ↑

      Parque de las Mujeres em Puerto Madero ↑
      Dia 04/01
      O dia começou na caminhada até a livraria El Ateneo Gran Splendid e que coisa maravilhosa são livros dentro de um teatro! Fiquei apaixonada, nem um pouco envergonhada de tirar mil fotos e fazer vídeos porque tinham muitos turistas lá também.
      De lá, segui para a faculdade de direito de Buenos Aires, passei pela Floralis Generica e acabei no Museo Nacional de Bellas Artes (gratuito). Gastei umas 2horas andando ali dentro e quando bateu a fome, fui até o SanJuanino (Posadas 1515) almoçar (lanche da tarde já). Pedi uma empanada que estava deliciosa e depois uma massa, mas vi muitas pessoas que pediram apenas as empanadas, sem prato principal.
      À noite era dia de tango e decidi escolher um menos turístico, mais simples e optei pelo Centro Cultural Borges que fica dentro das Galerías Pacífico. Começou as 20h, com duração de 1h10, misturando o tango de 4 casais, performance de músicos e um cantor - tudo ao vivíssimo. Superou minhas expectativas!
      De volta ao centro (porque a Galería e a praça de alimentação fecham as 21h), jantamos no restaurante com melhor custo-benefício da viagem e porque quando eu gosto, gosto de verdade, repito muito mesmo e conto e levo todo mundo que encontro.
      Gastos do dia:
      250ars almoço empanada + massa + Pepsi
      430ars tango CC Borges
      40ars pão de queijo Starbucks
      147ars jantar pizza no El Rei

      El Ateneo ↑



      Faculdade de direito de Buenos Aires ↑

      Floralis Generica ↑

      San Juanino Empanadas ↑
      Dia 05/01
      Planejamento de parques, dia incrível, ansiedade a mil e... chuva! Triste, mas estamos sujeitos a isso em qualquer viagem.
      O roteiro que eu deveria ter feito era esse, mas nada deu certo e junto com mais 2 brasileiros, fomos ao Malba (atente-se ao horário de abertura, porque, como nós, muitos turistas tiveram a mesma ideia e deram de cara com as portas ainda fechadas). Sobre o Museu: prefiro o Bellas Artes, mas tem quem ache incrível, então melhor ver com os próprios olhos.
      Saímos dali e fomos até o Il Quotidiano (Uber), restaurante de massas super aconchegante, com pratos muiiiito bons.
      De lá, pegamos o metrô para tentar a visita guiada do Congresso Nacional e chegando lá fomos informados que as visitas estavam suspensas até fevereiro por conta das férias. Não fez sentido algum porque a cidade estava cheia de turistas, mas enfim, eram férias dos portenhos também. Paciência, mais um negócio do roteiro que não deu para fazer.
      Fomos até a Calle Lavalle comprar o restante das minhas lembrancinhas e lá descobri a Bomboneria Royal Lavalle (número 951) com preços bem camaradas para alfajor (me empolguei um pouco).
      Das marcas que experimentei, os que mais gostei foram: Milka sabor Mousse; Negro (chocolate ao leite com recheio de doce de leite e coberto com castanhas); Jorgito da embalagem azul (chocolate branco por fora e recheio de doce de leite).
      À tarde/noite fomos na Florida e nas Galerías Pacífico novamente.
      Gastos do dia:
      25ars uber
      120ars Malba
      18ars uber
      209ars Il quotidiano
      282ars alfajor
      120ars 2 imãs geladeira
      180ars 2 chaveiros mafalda
      150ars 2 chaveiros
      50ars lanche avulso mc donalds
       

      Brazucas no restaurante Il Quotidiano ↑

      Dia 06/01
      Impressões sobre Buenos Aires: maior do que eu pensava, mais limpa, mais bonita. A impressão que tive é de que tudo é muito grande - ruas, praças, parques e numa arquitetura linda de estilo europeu (minha sogra por ex não curtiu e achou tudo com cara de velho), com muito mais para ver do que eu tinha planejado. Fiquei 5 dias quase completos e me arrependo de não ter colocado mais 2 para ver tudo com mais calma ainda, voltar aos locais que não consegui por causa da chuva e fazer as visitas guiadas nos prédios que tinha programado.
      Não tive muito contato com os portenhos, mas o pouco que vi, mostraram-se bem educados, sempre simpáticos e ainda mais ao saber que eu era brasileira. Apesar de não ser o estilo de viagem que eu curto, gostei e voltaria com certeza!
      Esse dia foi praticamente perdido indo para El Chaltén. Saí do aeroparque às 12:50 e chegando no aeroporto de El Calafate, comprei o transfer Aeroporto FTE-Chalten e Chalten-Centro de Calafate com a empresa Las Lengas, que solicita a data de retorno, o hostel da saída e pede para confirmar um dia antes na rodoviária de El Chaltén sua partida. O transporte demorou aproximadamente 3h, com uma parada na La Leona, um hotel/restaurante/banheiro e mais duas paradas em miradores para o Fitz Roy. 
      Cheguei já noite, deixei tudo no hostel e saí para jantar e tirar fotos no mochilão símbolo da cidadezinha. O mais impressionante foi jantar no Patagonicus com vista para as montanhas vendo o pôr-do-sol e as cores do céu depois das 22h. Incrível como os dias são longos!
      Gastos do dia:
      110ars Uber para o Aeroparque
      220ars Almoço no Hard Rock aeroparque
      1300 Transfer FTE-Chalten e Chalten-calafate (las lengas)
      2250ars Hostel La Luna Country
      35ars kiwi e pêssego
      40ars pão
      120 Pizza no Patagonicus

      Chegando em El Chalten ↑

      Parador La leona ↑
       

      Uma das paradas que o motorista faz no caminho ↑

      Mochila símbolo de El Chaltén ↑
      Dia 07/01
      Usei o aplicativo Windguru para a previsão do tempo porque é o mais recomendado para esse clima de montanha e o que mais acerta, pelo que eu ouvi dizer, fora que lá todo mundo usa esse. Havia previsão de chuva depois de meio-dia, então decidi acordar cedo e fazer a trilha para Laguna Torre porque tinha lido que eram só 14km e o sendero sai bem pertinho do hostel em que fiquei.
      Saí às 7h15 e em 2:30 cheguei na Laguna. A trilha não tem uma dificuldade alta e depois do km 5, vira praticamente uma reta só. 
      Nos km 2, 7 e 8 você encontra pontos onde pode encher a garrafinha e no percurso vi 3 banheiros (recomendo fortemente que você fique apertado e não use, porque o cheiro é TENSO!). 
      Chegando na Laguna (9km) e seguindo para o lado direito dela, a trilha continua por mais 3km (gastei 1h) até o Mirador Maestri, quando você chega bem mais perto do Glaciar. Essa continuação tem chão de pedrinhas soltas, uma desgraça que dificulta o percurso, mas a recompensa vale o esforço. Poucos viajantes continuam subindo até lá (encontrei apenas 2 voltando enquanto eu subia) e recomendo que você apenas faça isso se não houver ventos, porque é alto, em vários pontos estreito e fácil de escorregar. Qualquer ventinho que te desequilibre pode causar um acidente. 
      Pausa para fotos, para contemplar aquela vista maravilhosa - SÓ PARA MIM, tempo fechando no Cerro Torre e decidi voltar. Enquanto voltava, o tempo fechou mesmo e começou a garoar um pouquinho. Essas mudanças são muito frequentes, então é importante ter um saquinho para proteger câmera, celular, passaporte e coisas de valor e um casaco de prefência impermeável.
      De volta ao hostel, depois de tomar banho e descansar um pouco, fui atrás de um mercado (achei 2 na cidadezinha), jantar e dormir.
      Gastos do dia:
      55ars Frutas
      84ars 3 iogurtes
      270ars Jantar no La Estepa (+30ars gorjeta)

      Cerro Torre ao fundo ↑

      Mirador para o Cerro Torre ↑

      Laguna Torre ↑

      Caminho para o Mirador Maestri: pirambeira de um lado e de outro também ↑

      Vista do Mirador Maestri ↑
      Dia 08/01
      Previsão de chuva e ventos muito fortes, deixei de lado do plano de ir para Laguna de Los 3 e fui numa trilha mais de boas, sendo que cada trecho tem 3.5km. 
      Saí umas 9h para o Chorrilo del Salto e tirando o vento forte que peguei na estrada aberta e dificultou muito a caminhada, a trilha é bem tranquila. Cachoeira linda só para olhar, com água congelante e queda muito forte para banhos.
      Depois do almoço, fui para outra trilha fácil que era Mirador de Los Condores (1km) e Las Aguilas (2km), que tem saída próxima da rodoviária. Começando pelo Mirador de Los Condores, a trilha é uma subida não muito íngreme que dá uma vista muito bonita para o cordão de Adela. Como ventava muito, acabei não continuando para Las Águilas mas me disseram que a vista de lá é ainda mais bonita, com alcance até o Lago Viedma.
      Gastos do dia:
      300ars Almoço La Tapera 
      Jantar no hostel (sobra do dia anterior)

      Caminhando contra o vento ↑

      Chorrillo del Salto ↑

      Vista de El Chaltén do Mirador de Los condores ↑
      Dia 09/01
      Com tempo favorável, reservei no dia anterior no próprio hostel o transfer para Hosteria Pilar, que me buscou às 8h e foi passando em outros hoteis pegando turistas. 
      O percurso leva uns 30min, com uma parada num mirador para o Fitz Roy.
      Esse trajeto tem uma subida menos puxada que a trilha que sai direto da cidade e te possibilita ir e voltar por caminhos diferentes, com visões diferentes, com 10km em cada trecho.
      O caminho de ida é por bosques dentro da floresta que dão a sensação de filme, um cenário surreal, meio mágico, com pequenas subidas e descidas e o Fitz Roy te acompanhando do lado direito em boa parte do caminho. O brinde desse trajeto fica por conta do Glaciar Piedras Brancas - lindão lá no meio do nada.
      Depois ou um pouco antes do acampamento Poincenot, não me lembro bem, me deparei com umas 3 pequenas trilhas no caminho. Não reparei que uma delas tinha troncos pequenos colocados em cima e segui um pouco até perceber que tava estranho pois não havia ninguém na minha frente e nem atrás, então não pensei duas vezes e voltei. Não sei para onde elas iam, mas entravam mais na floresta, quando a trilha certa nesse ponto passava por um descampado.
      Minha dica então: sempre vá pela trilha mais batida e se encontrar pequenos troncos cruzados em alguma, essa não é a correta. Se estiver na dúvida, espere que algum turista vai chegar e você pode ir junto.
      O desespero começa mesmo no km 9 (levei umas 2h30 para chegar nesse ponto), quando você se depara com uma placa dizendo que falta 1km, com trilha de alta dificuldade desnível de 400m. Coma um alfajor, um gel de carboidrato ou qualquer coisa que dê energia e se tiver bastões de caminhada, não pense 2x e use muito!
      A subida é desgraçada, você começa achando que tá indo bem, aí os degraus de pedra começam a ficar cada vez maiores e mais molhados, você olha para cima achando que já andou bastante e vê umas formiguinhas se mexendo lá longe no alto. Nessa hora confesso que bateu o desespero, diminuí o ritmo, parei algumas vezes para respirar e apreciar a vista e uns 40min depois, cheguei na Laguna de los 3. Sério, nem todas as fotos da internet que eu tinha visto retratam o que é esse lugar! Pena que o Futz Roy tava meio tímido e encoberto durante todo o tempo que estive lá (e durante a trilha ele tava lindão todo se mostrando). 
      Sentei, comi, quase chorei, continuei para o lado esquerdo e me deparei com a Laguna Sucia, do mesmo lindo tom de azul da sua vizinha maior. 
      A volta foi punk, porque meus joelhos já podres (tenho condromalácia nos 2), resolveram que não era suficiente o problema que eu já tinha e me deram um novo no ligamento colateral lateral. Comecei a descida bem devagar, tentando não forçar muito (ilusão) e no final da descida (quase 1h depois, ou seja, mais tempo descendo que subindo esse trajeto), eu mal conseguia dobrar a perna esquerda. Continuei num ritmo tranquilo e dando graças a Deus que tudo virou uma reta quase infinita, passando por lugares lindíssimos. Depois de um determinado tempo você se depara com uma bifurcação que te dá a opção de contornar a Laguna Capri ou ir direto para Chaltén. Acredito que a distância seja a mesma, então vale a pena ir pela Laguna e ver uma paisagem linda e diferente.
      Nos últimos 3km mais ou menos, a reta dá lugar à descida (para o meu desespero e dor no joelho), mas nada muito íngreme. No último quilômetro temos o Mirador Rio de Las Vueltas com um visual lindíssimo que vale a parada. No final da trilha você chega no "finalzinho" do vilarejo, próximo a uma das ruas principais. Mortos de fome como estávamos (eu e mais um brasileiro), paramos no famoso restaurante Rancho Grande, com pratos bem servidos, wi-fi bom e preços bem razoáveis.
      Chegando no hostel, notei que meu joelho esquerdo estava muito inchado, então comecei a colocar gelo e tomar antiinflamatório torcendo para que não fosse nada sério.
      Gastos do dia:
      150ars transfer hosteria el pilar
      280ars almojanta no Rancho Grande

      No comecinho da trilha, perto da Hosteria Pilar ↑

      Glaciar Piedras Brancas ↑

      Laguna Capri vista de uma parte da trilha ↑

      Finalzinho da trilha para Laguna de los 3 (quando vc acha que a subida acabou, percebe que ainda falta mais um tanto) ↑

      Linda Laguna de los 3 e o Fitz Roy escondido ↑

      Laguna Sucia ↑

      Panorâmica da Laguna Sucia e de Los 3 ↑

      Trilha de volta para EL Chalten ↑

      Vista do Fitz Roy na trilha de volta (lembre de olhar para trás de vez em quando!) ↑

       

      Laguna Capri ↑

      Mirador Rio de las Vueltas ↑
       
      Dia 10/01
      O planejamento era fazer a trilha Lloma del Pliegue Tumbado, uma das mais bonitas segundo li e com aproximadamente 20km de percurso. Entretanto, nem tudo sai como planejado e ao acordar, meu joelho ainda doía muito, então decidi ficar de molho no hostel só tomando remédio e colocando gelo, já pensando em me poupar para o Big Ice que tinha reservado para fazer em Calafate.
      Saí apenas para almoçar, comprar frutas e alfajor.
      Gastos do dia:
      140ars almoço (pizza) no Patagonicus
      100ars 4 alfajor Milka
      40ars Kiwi, banana e maçã
      Dia 11/01
      Dia de terminar de arrumar o mochilão, fazer checkout e partir para El Calafate com o transfer que eu já tinha reservado quando cheguei no aeroporto na vinda. 
      Logo de cara, percebe-se que El Calafate é uma cidade maior, mais bem estruturada para o turismo e com mais opções. Fiz checkin no Hostel Bla Guesthouse (recomendo pela qualidade do serviço, wifi e café-da-manhã muito bons, mas possuem poucos banheiros para a quantidade de quartos disponíveis) e fui para a avenida principal pagar pela reserva do Big Ice com a Hielo y Aventura (se você não possuir cartão de crédito ou não quiser pagar IOF, manda email para eles para reservar e pagar até 1 dia antes da data escolhida) e procurar as demais excursões que eu faria.
      Com o joelho ainda doendo muito e o esforço físico requerido para o Big Ice, achei melhor mudar a reserva e acabei pagando para o Mini Trekking. A única pergunta que fizeram foi porque da mudança e quando respondi, perguntaram se eu achava que estava bem o suficiente para o Mini.
      Na Chaltén Travel, na avenida principal, fechei o passeio Full Day para Torres del Paine e quase em frente, na própria agência da Estância Cristina, fechei o pacote Discovery.
      Jantei uma omelete gigante no Pietro's e depois tomei o famoso e delicioso sorvete de calafate (frutinha típica da Patagônia que parece uma blueberry) no Helados Tito. Sério, não vá embora sem experimentar o sorvete, porque a geleia não é tão boa quanto!
      Passei no Green Market, ao lado do Pietro's e comprei uma empanada para levar na excursão do dia seguinte. Eles tem sucos, empanadas, lanches naturais e várias opções de compra para levar aos passeios.
      Gastos do dia:
      1412ars Hostel Bla Guesthouse
      3300ars Mini trekking com Hielo y Aventura
      2700ars Full day Torres del Paine com Chalten Travel
      4280ars Estância Cristina Discovery 4x4 + 500ars pela entrada do Parque Nacional (cobram junto porque no local não há fiscais que recolham o dinheiro)
      125ars Almojanta de omelete no Pietro's
      35ars Empanada no Green Market
      60ars Sorvete de calafate no Helados Tito

      Hostel Bla Guesthouse ↑
      Dia 12/01
      Dia de mini trekking no Perito Moreno! Se não me engano, eles pegam no hostel às 9h. Quase 1h de estrada até a entrada do parque nacional, onde todos os veículos param e o fiscal cobra a entrada de todos presentes no ônibus. Eu tinha lido muito que residentes do Mercosul pagam mais barato que demais estrangeiros, entretanto, isso não é mais válido e apenas argentinos tem desconto no valor.
      Quase 30min depois andando pelo parque vemos a imensidão de gelo que é o Perito Moreno em algumas curvas que o ônibus faz (para essa visão, sente do lado esquerdo do veículo).
      Quando chegamos às passarelas, uma guia nos explica o percurso e por quais deveríamos andar e ter melhor visão dos descolamentos de gelo e quais eram melhores para o tempo que tínhamos disponível. O tempo estava horrível, uma chuva grossa, muita gente abrigada na plataforma principal que tem uma pequena cobertura... mas como o clima na Patagônia é bem variável, pouco depois depois já tinha parado e um leve sol surgiu (que também não durou muito tempo). No período em que estava andando por lá e observando, vi um descolamento gigante (mas não estava com a câmera fácil para gravar) e muitos outros pequenos. Esse é o motivo porque tantos turistas esperam nas passarelas, mas é um pouco triste saber o porquê de tais rupturas acontecerem.
      Uma hora e meia depois, voltamos ao ônibus para ir até o porto de onde sai o barco que nos leva até a base para os trekkings. A navegação leva uns 15min e chegando lá, você encontra um abrigo com banheiros onde pode deixar seus pertences para levar apenas o essencial.
      Uma caminhada rápida de 5min nos leva às cabanas onde são colocados os grampones e separados os grupos por idioma (inglês ou espanhol).
      Daí começa o mini trekking de verdade: próximo às cabanas, já subimos no gelo onde a guia nos explica como andar, subir e descer e todas as demais recomendações. Nos informes da Hielo y Aventura, é explicado que o tempo caminhando no gelo é de 1h30, entretanto, nosso grupo ficou quase 2h, o que eu achei suficiente e nem um pouco arrependida de ter mudado do Big Ice, visto que dá trabalho caminhar com os grampones e requer um esforço dos joelhos (talvez você não sinta se não estiver com o joelho machucado, como eu estava).
      Durante todo o caminho, são 2 guias que dão suporte, se oferecem para tirar fotos, falam sobre os glaciares e o Perito Moreno e ao final, chegamos no famoso whisky com gelo diretamente do glaciar. Eu passei a bebida (não gosto), mas peguei uma trufa de chocolate regional que eles deram como surpresa.
      Um bônus: naquele mesmo dia mais cedo, uma caverna de gelo se abriu bem perto das cabanas dos grampones e nossa guia nos levou para ver. Que negócio incrível! Achei bem legal da parte dela porque já tinha passado do nosso horário e outros grupinhos do mini trekking não viram o que o meu viu.
      Considerações sobre o mini trekking: posso dizer apenas sobre aquilo que vivi, então aqui vai: achei o mini trekking excelente! Não fiquei com vontade de fazer o Big Ice e pelo que eu entendi e um colega brasileiro que fez me contou, a grande diferença entre os dois (além do preço, claro), é o tempo caminhando no gelo e as cavernas de gelo que se pode visitar no Big Ice. Como eu dei sorte e vi uma caverna de gelo no mini trekking, fiquei super satisfeita. 
      Além disso, toda a estrutura e o respeito que os profissionais tem com o lugar fazem com que o preço tenha valido cada centava pago.
      Mais 15min de navegação de volta, quase 1h30 de ônibus e cheguei no hostel por volta das 19h. Jantei no restaurante San Pedro na avenida principal e não anotei quanto paguei, mas comi uma pizza (para variar). Comprei umas empanadas para deixar no hostel umas bolachas para levar para Torres del Paine no dia seguinte.
      Gastos do dia:
      500ars Entrada no Parque Nacional
      70ars Empanadas no Green Market
      85ars Bolachas num quiosque

      Vista do ônibus ↑

      Nas passarelas, setor azul se não me engano ↑

      Observe o tamanho das pessoinhas lá embaixo perto da geleira ↑

      Outro grupo lá embaixo começando o mini trekking ↑

      Com os grampones nos pés (use calçado impermeável!) ↑

      Toda felizinha passando frio ↑

      Caverna de gelo ↑


      Esperando o barco chegar para ir embora ↑
      Dia 13/01
      Às 5h30 da manhã a empresa Always Glaciar me pegou no hostel depois de um pequeno susto - meu nome não constava na lista e aparentemente não tinha mais lugar disponível. Os locais de parada podem ser vistos no site da Chalten Travel (http://www.chaltentravel.com/main.php) e mesmo sabendo que seria extremamente cansativo por conta do tempo dispendido no ônibus eu quis arriscar e minha opinião: não vale a pena! hahahaha 
      As paisagens são incríveis mas o parque é imenso e de fato vale a pena perder muito mais que 1 dia por lá. Fiquei com vontade de ver mais e não recomendaria a excursão porque além dos fatores já citados, tem o clima também. Pegamos um vento absurdamente forte, não conseguimos fazer a trilha de 1h até o Mirador para os Cuernos del Paine e tivemos que voltar. 
      Não recomendo essa empresa pois o guia que estava conosco simplesmente saiu andando sem olhar para trás enquanto todos os outros estavam sentados sem conseguir andar por causa do vento e um jovem senhor americano caiu e cortou o rosto nessa empreitada. Quando chegamos na van, o guia soltou um: "eu avisei" e foi isso! Achei muito desrespeito, sério!
      O almoço é o ponto alto da excursão (já incluso no preço): num restaurante lindo ao lado de um lago lindo com vista para os Cuernos, com entrada (filé de peixe empanado), prato principal (uma carne que não reconheci e purê de batata) e sobremesa (pudim de leite), além de vinho ou refrigerantes.
      Cheguei em Chaltén em torno de 21h (o retorno deveria ser às 23h se tivéssemos feito a pequena trilha até o mirador) e fui jantar no Pietro's novamente (porque tinha wifi, era próximo do hostel, preço bem ok e eu gostei da comida).
      Gastos do dia:
      200ars Pizza no Pietro's

      Cerro Castillo ↑

      Vista ainda de fora do parque ↑

      Vicuñas ↑

      Lago impossível de escrever o nome e Cuernos del Paine ↑

      Cachoeira Salto Grande

      Pequena demonstração do vento patagônico (fiquei com medo de perder o celular e saiu isso aí) ↑
      Dia 14/01
      Não sei o que dizer sobre a Estância Cristina além de "VÁ!", SIMPLESMENTE VÁ! Uma das coisas mais incríveis que meus olhos viram até hoje foi esse lugar. 
      Existem 3 tours diferentes e eu escolhi o 4x4 porque um era mais barato mas não via tudo e outro era mais caro e tinha um trekking de 14km, então meus joelhos decidiram por mim e escolhi o conforto do carro.
      O tour começa te buscando no hostel às 7h e você leva mais ou menos 1h (não lembro com certeza) para chegar no porto Punta Bandera, onde pega uma linda embarcação e navega por quase 3h pelo Lago Argentino, com muitas pausas para foto e icebergs pelo caminho.
      Depois de tanto tempo, parabéns! você praticamente chegou no fim do mundo (ou foi assim que me senti). A estância foi criada em 1914 pela família Masters, que veio da Inglaterra quando ouviu falar sobre um lugar inóspito onde praticamente davam terras de graça a quem se interessasse. Hoje, tudo que era da família faz parte do Parque Nacional Los Glaciares, visto que não sobraram herdeiros.
      O tour começou num pequeno museu onde o guia explica sobre a história da família e você pode ver itens originais usando tanto na casa principal como itens que eles utilizavam na criação das ovelhas e para retirada da lã. De lá, um pequeno passeio em torno da propriedade principal, mostrando detalhes da flora e construções da família.
      Depois tivemos 1h para o almoço (custa 800ars se você reservar no barco e acredito que 500ars se você comprar junto com a excursão), mas não se apavore: muita gente não compra o almoço (como eu que levei minhas empanadas e alfajor) e pode comer junto com todo o restante no restaurante, sem problemas. Pelo que eu lembro, era oferecido uma entrada, um prato principal e sobremesa, além de água diretamente do glaciar da propriedade (bebidas são cobradas a parte).
      A melhor parte então: o 4x4! São dois carros que fazem um percurso de mais ou menos 40min só ida e o guia vai explicando muito sobre a história, sobre a fauna e a flora. Quando você acha que viu tudo, chega-se no Mirador do Glaciar Upsala e meu Deus, quase chorei de tão bonito! Ele delimitava a parte norte da propriedade dos Masters e eu só conseguia pensar em como eles conseguiam fazer tudo que faziam há 100 anos atrás, sem a tecnologia que temos hoje e num lugar de clima tão difícil.
      Uns 40min depois de ficar só apreciando (dica: prendam os cabelos o máximo que puderem, porque o ventinho patagônico não dá trégua e tudo vira um bolo infinito de nós), voltamos no 4x4 e pegamos o barco de volta para Punta Bandera, que não faz paradas para foto e portanto leva umas 2h, além do ônibus do porto até Chaltén, chegando por volta das 18h, quando fui bater perna no centrinho, comprar as geleias que eu queria e tals. Não jantei, só comi uma empanada e tomei um sorvetinho para me despedir.
      Consideração sobre o passeio: vale cada mísero centavo. Desde a organização, até a distância percorrida, você vê que tudo é extremamente bem cuidado, bem feito e sente que vale tudo que pagou. Recomendo mil vezes e voltaria com certeza!
      PS: eles tem um hotel e pelo que pesquisei, as diárias custam em torno de 500 dólares (sonho meu!)
      Gastos do dia:
      35ars Empanada no Green Market
      60ars Sorvete no Helados Tito
      160ars Por 2 geleias de calafate
      96ars Por 3 alfajor

      Iceberg no Lago Argentino ↑

      Iceberg diferentão no caminho (não lembro da explicação sobre a cor dele) ↑

      Parte das hospedagens da Estância Cristina ↑

      Pequena capelinha ↑

      Moinho construído pela família Masters e rio de degelo dos glaciares ↑

      Chegando no Mirador Upsala ↑

      Glaciar Upsala (todo esse lago foi glaciar ainda em meados de 1950) ↑

      Completamente apaixonada por esse lugar! ↑
      Dia 15/01
      Arrumei minhas malas e às 11h o transfer que reservei pelo próprio hostel passou para me pegar. Como fui a única passageira, o trajeto levou só uns 20min até o aeroporto. Fiz o ckeckin para o vôo que saia depois das 13h, almocei e fiquei esperando a hora de voltar para casa.
      Gastos do dia:
      150ars transfer até o aeroporto
      230ars almoço no aeroporto
       
      Sobre os hostels:
      Recomendo todos que eu fiquei, apesar dos pontos negativos já citados, todos tinham excelente localização e só isso já me conquista.
      Sobre comidas:
      Principalmente em Buenos Aires, existe opção para todos os gostos e bolsos. Eu comi a famosa carne argentina só uma vez porque de fato, não sou muito carnívora. As empanadas são outra coisa que você precisa comer pelo menos uma vez (e para isso, recomendo fortemente o restaurante San Juanino).
      Na região da Patagônia você tem que provar o cordeiro. Particularmente, achei a carne muito gordurosa e não gostei, mas valeu a experiência.
      Alfajor: 
      Experimentei várias marcas e minhas preferidas foram Negro e Jorgito da embalagem azul marinho (super baratinho e me conquistou). 
      Simplesmente esqueci de comprar doce de leite, mas tinham me recomendado a marca San Ignacio.
      Fim do meu relato e de mais um sonho realizado! 
    • Por Dan Wollker
      Atualizado em 18/01/2018]
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      Talvez você não saiba, mas a Argentina está, realmente, muito próxima do Uruguai! Os dois países são separados pelo Rio da Prata e as duas capitais ficam bem próximas! É comum moradores de Buenos Aires passarem o final de semana em Montevidéu. Por isso, se você visitar Buenos Aires e tiver interesse, é muito fácil e barato chegar a Montevidéu! Há quatro maneiras de viajar entre as duas capitais: avião, barco, ônibus e barco + ônibus. Já adianto que a última opção é a melhor, mas vamos começar pelas opções menos populares.
       
      Avião
      Como todos imaginam é a opção mais cara. Um voo entre as duas capitais dura entre 45 minutos e uma hora e pode custar bem caro. Apenas duas companhias aéreas fazem esse trajeto direto, sem escalas, que são: Aerolíneas Argentinas e Amaszonas. Não considero que fazer esse trajeto de avião valha a pena, há outras opções rápidas e mais baratas; a não ser se você encontrar uma boa promoção. Se você quiser ir de avião só vale a pena se o voo sair do Aeroparque (AEP), que é o aeroporto que fica dentro de Buenos Aires, a 15 minutos do centro. Já se o voo sair do aeroporto Ezeiza (EZE), não valerá a pena, já que o aeroporto fica a uma hora do centro da cidade.
       
      Ônibus
      Essa é a opção mais demorada e não é a mais barata. Pois, enquanto os barcos “cortam caminho”, os ônibus precisam dar uma volta bem maior. Por terra, a distância entre as duas capitais é de 590 Km e a viagem demora sete horas. Há várias opções de ônibus, inclusive ônibus noturnos. Eu peguei um ônibus noturno, depois que o barco que eu iria viajar estragou e deixou todo mundo na mão. Os ônibus são confortáveis e há opção de ônibus cama, que são equivalentes aos nossos leitos. O preço é em torno de $1.000 Pesos Argentinos (US$53) [jan/2018]. Há várias empresas que realizam esse trajeto. Como é a opção mais demorada, essa não é a melhor maneira de viajar, já que existem opções mais rápidas e baratas.
      Barco
      Uma opção interessante é fazer a travessia de barco direto entre as duas capitais. Apenas uma empresa oferece essa opção: a Buquebus. O barco utilizado no trajeto é grande e possui um free shopping de tamanho razoável. O barco sai de Puerto Madero, região próxima ao centro de Buenos Aires e a viagem demora três horas. Há dois horários por dia, um pela manhã e outro pela tarde. O barco é mais espaçoso e confortável que os barcos da opção barco + ônibus. O único problema dessa opção é o preço, o bilhete custa em torno de $2.200 pesos argentinos [jan/2018], cerca de US$116. Pode chegar a ser mais caro que o avião. Mas, sem dúvida é uma viagem mais interessante!
      Barco + ônibus
      Essa é a principal maneira de viajar e também a mais barata! Nesse tipo de viagem, o barco sai de Buenos Aires e vai até Colônia do Sacramento no Uruguai; essa parte do trajeto demora uma hora. Chegando em Colônia, os ônibus já estão esperando os passageiros e a viagem continua por mais três horas. Ou seja, quatro horas de viagem. No sentido contrário, Montevidéu – Buenos Aires é a mesma coisa, só que primeiro você pega o ônibus e depois o barco. Há três empresas que fazem esse trajeto: Buquebus, Seacat e Colonia Express.
      A Buquebus é a maior empresa e também a mais cara, seus barcos são maiores e mais confortáveis. A Seacat é uma subsidiária da Buquebus que possui barcos menores e passagens mais baratas. A Colonia Express possui preços similares a Seacat, porém oferece algumas promoções com bons preços. Apesar do preço, a Colonia Express não é uma empresa confiável! Eu fui ao Uruguai de Seacat e iria voltar de Colonia Express, mas quando chegamos à rodoviária, eles nos avisaram que o barco havia dado um problema e que as passagens haviam sido canceladas. Não nos transferiram para outra companhia, nem deram nenhuma assistência, falaram que “o máximo que poderiam fazer era devolver o dinheiro”. E como as outras empresas já estavam cheias, precisamos voltar de ônibus. Depois, pesquisando, descobri que não era algo raro a Colonia Express cancelar viagens. Por isso, prefira as outras duas companhias.
      A passagem da Buquebus variam entre $1.000 e $1.400 Pesos Argentinos. Já a da Seacat é custa entre $920 e $1.200 Pesos. E a da Colonia Express custa cerca de $1.030 Pesos, mas comprando com antecedência é possível achar por $850 Pesos.
      Os preços são de janeiro de 2018.
      Bônus - Dicas
      Se deseja comprar o transporte pela internet, você poderá escolher a moeda para a cobrança. As empresas que oferecem o transporte de barco possuem dois sites, uruguaio e argentino. Se comprar pelo site uruguaio o preço será em pesos uruguaios, já se for pelo site argentino o preço será em pesos argentinos. Para mudar de país é só clicar na(s) bandeirinha(s) que fica(m) no canto superior direito. É bom comparar os preços (câmbios) porque pode dar uma diferença razoável. Quando eu fui, era muito mais vantajoso  pagar em peso uruguaio, pois a Argentina tinha o câmbio oficial que era muito diferente do câmbio negro! O que dava uma grande diferença no valor final! Mas, tudo isso depende de como o câmbio vai estar na época que você comprar! Colônia do Sacramento é uma cidade bonitinha que é Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Vale a pena conhecê-la! A parte turística da cidade é pequena, por isso em algumas horas é possível percorrer tudo. Uma boa dica é pegar o barco para Colônia no final da tarde, dormir por lá e no dia seguinte, depois do almoço seguir para Montevidéu. Há vários horários de ônibus para Montevidéu. Não há marcação de poltrona nos barcos, por isso chegue cedo para conseguir sentar na cadeira da janela ou perto dela. Veja também nossas outras matérias sobre Buenos Aires:
      Quantos dias ficar em Buenos Aires?
      Onde ficar em Buenos Aires: no centro ou nos bairros?
      7 dicas essenciais de Buenos Aires
      10 Pontos Turísticos Gratuitos em Buenos Aires
      Como escolher o show de Tango em Buenos Aires?
      Alfajor, uma delícia da culinária latina
      Colaboração Felipe Zig
      http://abraceomundo.com/

      Colônia del sacramento x montevidéu 



    • Por anselmoportes
      Fui para o Uruguai, Argentina e Chile em Março de 2017 e meu roteiro foi esse:
      SP - Punta del Este - Montevidéu - Colônia de Sacramento - Buenos Aires - Rosário - Salta - San Pedro de Atacama - Santiago.
      Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de Rosario
      LEGENDA
      UYU - Peso Uruguaio
      USD - Dólar Americano
      BRL - Real Brasileiro
      ARS - Peso Argentino
      ROUPAS
      Em março o clima é bem agradável sem muitas variações de temperatura. O começo da manhã e à noite as temperaturas caem um pouco então é bom sempre ter uma blusa na mochila de ataque. 
      Não esqueça do protetor solar, boné e óculos de sol.
      CELULAR
      Levei meu celular mas não comprei nenhum chip local. Fiquei usando apenas o wi-fi que funcionou bem durante a maioria da viagem.
      DINHEIRO e CARTÃO
      Em espécie levei apenas DÓLARES AMERICANOS e trocava aos poucos por moeda local em casas de câmbio. Usei sem problemas o cartão VISA INTERNATIONAL do Banco do Brasil na maior parte da viagem.
      ACOMODAÇÃO
      Há quase 10 anos faço parte do Couch Surfing então quase sempre consigo me hospedar na casa de locais. Em Rosário fui hospedado pelo Pablo, um couchsurfer que mora no centro da cidade.

      CHEGANDO EM ROSÁRIO
      Peguei um ônibus na estação de Retiro (Buenos Aires) por volta das 9h30 e cheguei em Rosário por volta das 15h. Havia uma manifestação na entrada da cidade por isso o ônibus atrasou um pouco.
      O táxi da estação ao centro me custou ARS100.
      O QUE FAZER
      Rosário é a terceira maior cidade da Argentina (atrás apenas de Buenos Aires e Córdoba) mas no entanto não é muito turística. Na verdade eu só decidi passar por ela pois estava no caminho de Salta, cidade que visitei posteriormente.
      1º dia: 15 de Março de 2017 (quarta-feira)
      Devido a uns desencontros com meu anfitrião só fui chegar à casa dele por volta das 18h. Bem perto dali havia um supermercado e fui até lá comprar pão e achocolatado para o café da manhã e umas cervejas Quilmes. Voltei, conversei um pouco com o Pablo e saí para o encontro semanal do Couch Surfing.
      Comprei um cartão de transporte (ARS30) e coloquei mais ARS30 de crédito nele.
      Peguei um ônibus na Calle 3 de Febrero e desci na Bv. Oroño. Caminhei umas 10 quadras até a Calle Suipacha, onde se encontra o bar “Gatufo”. Um bar bem pequeno, mas tinha umas cervejas artesanais muito boas. Bebi 3 “rubias” e 1 “negra”. Conversei bastantes com os couchsurfers locais (uns 15 no total).
      Na volta dividi um táxi com 5 pessoas e por ARS20 voltei pra casa.
      2º dia: 16 de Março de 2017 (quinta-feira)
      Acordei por volta das 9h, tomei um café, conversei com o Pablo e sai para caminhar. 
      Fui até a orla do Rio Paraná, que tem um passeio bonito e arborizado. Cheguei até o Monumento à Bandeira e paguei ARS15 para subir nele. De lá se tem uma vista belíssima vista da cidade e do rio. Ali do lado está a Pasaje Juramento e também bem próximo está a simpática Basílica Catedral Nossa Senhora do Rosário.
      Segui caminhando até o centro e encontrei o Centro Cultural Roberto Fontanarrosa. Estava tendo uma pequena exposição de um cartunista argentino chamado Andrés Cascioli. Suas incríveis caricaturas criticavam o governo argentino mesmo nos tempos de ditadura. Conversei com um solícito funcionário chamado Marcelo que me explicou qual ônibus pegar até o Parque de la Independência.
      O parque tem um lago com patos e é bem cuidado. Lá também se encontra o Museu Histórico Provincial de Rosario Dr. Julio Marc. No museu há uma sessão com objetos da América pré-colombiana, arte sacra e quadros dos heróis da América do Sul como San Martin e Simón Bolivar. Apesar de pequeno (dá pra ver tudo em 30min.) vale a visita.
      Ao lado do museu está o estádio do Newell's Old Boys. Não existem tours guiados pelo estádio, mas eu pedi para um funcionário e ele me deixou entrar para tirar umas fotos lá de dentro na arquibancada.
      Voltei caminhando para casa. Tomei um banho, conversei com o Pablo, descansei e fui dar uma volta pelo bairro. Encontrei um bar chamado Zodiako (Calle 3 de Febrero, 562). Até às 21h30 qualquer pint de cerveja saia pelo preço de ½ pint (de ARS70 por ARS42). Primeiro tomei uma Blond Ale, mas tinha muito gás e parecia cerveja de garrafa. Depois pedi uma Red Ale e uma Kolch que estavam muito boas. Ficou tudo por ARS130.
      Na volta pra casa encontrei na mesma rua um restaurante por kg para levar. Fiz um marmitex de arroz, bife à milanesa, lula, almôndegas e salada (ARS87) e levei pra comer em casa.
      Jantei, conversei mais um pouco com o Pablo e fui dormir.
      3º dia: 17 de Março de 2017 (sexta)
      Acordei por volta das 8h30, tomei café e saí para caminhar mais uma vez pela cidade. Passei por um teatro e casa de show chamado Plataforma Lavardén, que tem uma belíssima escada em espiral. Vale a visita para quem ama (assim como eu) tirar foto de escadas em espiral.
      Segui caminhando até a Plaza de la Cooperación, onde era a casa natal de Ernesto “Che” Guevara. Não há mais vestígios da casa, apenas uma pequena praça com uma ilustração do rosto de Che Guevara. Sinceramente só vale ver se estiver passando por lá, caso contrário nem perca seu tempo.
      Caminhei mais umas 4 quadras até o Parque España, que também não tem muita coisa pra ver. Fui até o Planetário mas estava fechado. Voltei pra casa, arrumei minhas coisas, me despedi do Pablo e fui pegar o ônibus (115 Aeropuerto) até o aeroporto. Entrei no ônibus às 13h e ele cruza a cidade inteira. Fui chegar no aeroporto mais de 14h.

      Por volta das 16h estava decolando sentindo Salta.

      Anexo ao relato algumas fotos da minha passagem por Rosário.

      Espero ter ajudado.
       
       










    • Por Samantha Paredes
      Olá viajantes!
      gostaria de saber se alguém tem dicas do norte da Argentina... 
      estou querendo ir em maio de 2018.
    • Por anaflaviaos
      Hola, como estão?
      Sou nova aqui no grupo, e vendo as postagens fiquei muito animada e resolvi compartilhar um pouco das minhas experiências !!! Primeiramente vou me apresentar, me chamo Ana Flavia, tenho 21 anos e a cerca de 1 ano tenho me aventurado viajando pelo Brasil e meu primeiro país fora no qual sou apaixonada pelas suas belezas e cultura, Argentina ! Em Agosto de 2016 comecei essa grande aventura, não me lembro exatamente dos valores, me perdoem, porém sempre busquei gastar o menos possível, ficando na casa de amigos que conheci pela internet, viajando pedido carona ... sim, nem eu imaginava que chegaria a ter essa experiência, porém como conheci vários amigos que faziam resolvi experimentar e gente, foi a melhor coisa,  baixo custo e novas amizades.
      Bem, dando inicio a essa história eu tive a oportunidade de fazer um intercâmbio para a Argentina de 6 meses em Mar del Plata para estudar na Universidad Nacional de Mar del Plata, como eu queria aproveitar ao máximo o país, fui 20 dias antes de ter inicio as aulas para me adaptar a língua (sabia nada) e também para conhecer a cidade e tal. Esse relato vai ser das minhas viagens nos meus primeiros 10 dias na Argentina, em que conheci as cidades ao redor da onde viveria, então vamos ....
      Lembrando, esse é um relato dos meus primeiros 10 dias na Argentina. 
      No dia 04 de agosto de 2016 sai de São Paulo Guarulhos com um vôo destino Buenos Aires, chegando troquei cerca de 1000 reais para pesos argentinos, e peguei um ônibus do Aeroporto, empresa Tienda Leon, com direção a Mar del Plata, o preço foi cerca de 700 pesos. Como foi uma viagem durante a madrugada, dormi bastante no ônibus, chegando em MdP, peguei um remis (Taxis da Argentina) com direção a Rodoviária. Na Rodoviária de MdP peguei outro ônibus com direção a Balcarce, cidade que viveria durante os próximos 6 meses. Eu já estava conversando com pessoas que estudavam na universidade que iria estudar a cerca de 1 mês, e ficaria os primeiros dias na casa de um amigo que chama Fran, argentino genuíno, que foi um grande amigo durante minha estadia. Chegando na casa do Fran, ele não estava em casa, e sim uma amiga que vivia com ele que me recebeu super bem, oferecendo o famoso Mate e algumas facturas ( uma das grandes maravilhas que me apaixonei na Argentina ). Depois de umas duas horas o Fran chegou em casa, e super agitado, me chamou para ir visitar a casa dele em uma cidade próxima, chamada Tandil, como eu estava super feliz de ter chegado, aceitei na hora. Arrumei minha mochila, e como não era acostumada a viajar nem nada, vocês vão ver o look que fiz minha primeira experiência como viajante  O que eu não imaginava é que a gente iria pedindo carona, só vi ele pegando uma plaquinha, e a gente indo para a estrada, só fui entender depois que chegamos realmente na rodovia e começamos a pedir carona hahahaha foi simplesmente incrível, e ali o Fran já começou a me ensinar algumas dicas, como por exemplo, não pegar carona com caminhoneiros. Essa viagem fiz em companhia do Fran. 
      Olha eu super noob pedindo carona, e isso já foi no dia 05 de agosto de 2016 hahahaha 
      Primeiro destino: Balcarce - Tandil (Locomoção: Carona) - 100 km - 06 DE AGOSTO DE 2016
      Nessa foto eu estava em Balcarce pedindo carona para ir para Tandil.

      Depois de esperar cerca de meia hora, conseguimos carona com uma mulher e sua filha que moravam em Tandil. Elas estavam de viagem de Mar del Plata para Tandil, e nos aceitaram super bem e nos levaram super curiosas fazendo várias perguntas. Tandil fica a cerca de 100 km de Balcarce, e a mulher que nos deu Carona, nos deixou na porta da casa dos familiares do Fran, onde a gente dormiria aquela noite. Os familiares do Fran foram super receptivos, fizeram uma janta especial, Pastel de papas  e tomamos algumas cervejas quilmes. No dia seguinte, o Fran me levou para conhecer a cidade, recomendo visitarem um dia. Vou deixar algumas fotos para vocês verem a cidade, que é onde o famoso tenista Del Potro e o atual presidente da Argentina Macri nasceram. 
       
      Dia 06 de agosto de 2016.

      A cidade é cheia dessas laranjas, porém elas são muitos azedas, claro várias vezes peguei delas 




      Finalizando Tandil com uma foto com Fran e seus familiares. 
      Segundo Destino: Tandil - Mar del Plata (Locomoção: Carona - 200 km) - 06 DE AGOSTO DE 2016
      No mesmo dia 06 de agosto, umas 17:00 horas, eu e Fran saímos correndo para a Rodovia, para ver se a gente conseguia alguma carona antes de anoitecer para Mar del Plata. Depois de uns 40 minutos conseguimos carona em um carro que vinham 2 mecânicos, e estavam indo para Mar del Plata. Com muita sorte conseguimos chegar a Mar del Plata, porém não ficamos no nosso local de destino e um pouco longe. Os mecânicos nos deixaram na entrada da cidade, e de lá eu e Fran seguimos a pé por uns 5 km até chegar ao nosso destino ( Nesse momento comecei a sentir no pé o sapato que estava usando hahahahahaha), a gente ficaria pelos 2 dias seguintes na casa de verão de um amigo do Fran em Mar del Plata, a uma quadra do mar. Em MdP, pela noite fomos conhecer o mar, mesmo que eu já estivesse passado por MdP, ainda não tinha conhecido realmente. Foram dois dias incríveis na cidade, onde comemos empanadas, caminhamos pelo Mar, muitas novidades para alguém que nunca tinha viajado sozinha. Eu ainda voltei a cidade várias vezes, caso queiram posso fazer alguma publicação falando mais da cidade. 
      Mar del Plata dia 06 de agosto de 2016.

      Dia 07 de agosto de 2016, estava cerca de 12 graus em MdP. 

      Dia 08 de agosto de 2016

      Terceiro destino: Mar del Plata - Balcarce ( Locomoção: Carona) - 70 km - 08 DE AGOSTO DE 2016
      No dia 08 de agosto de 2016 pegamos uma carona para Balcarce, tivemos sorte pois pegamos a Carona e já era de noite, cerca de 20:00 horas. Pegamos carona com uma família que estava voltando de um final de semana em Mar del Plata, e que viviam em Balcarce. Chegamos em Balcarce, nos deixaram em uma praça próxima a casa de Fran, e fomos para a casa de Fran onde jantamos hamburguesas com purê de batata, e depois de conversar bastante, ele me contar as experiências dele como mochileiro, fomos dormir. 
      Os próximos dias em Balcarce foram super agitados, onde conheci várias pessoas e que me levaram para conhecer a cidade do famoso Juan Manuel Fangio, e me apresentaram muito da cultura local. Balcarce é uma cidade pequena, com cerca de 40 mil habitantes, dá para caminhar por praticamente toda a cidade a pé, e caso seja um pouco mais longe, tem linhas de ônibus que custam 10 pesos por viagem. Comecei a ter aulas de dança que é tipico da região, Musica Folclórica, e fiz vários passeios para conhecer os pontos turísticos da região e comi bastante também, empanadas, tartas, alfajores ... não é atoa que ganhei alguns quilinhos  Logo consegui uma casa para alugar ( pagava 2000 pesos, com energia, internet, água e gás incluso) , e também conheci a Toti, que me convidou para conhecer a sua cidade Necochea, e que fui conhecer me aventurando pedindo carona mais uma vez.  Antes de falar sobre Necochea, algumas fotos sobre os meus primeiros dias em Balcarce. 
      Esse era o edifício que eu morava com outra Argentina, morávamos no ultimo andar. 


      PS: Eu e minha companheira de apartamento sempre faziamos janta em casa, e era muito tarde, os Argentinos tem o costume de comerem depois das 23:00 horas, demorei a me adaptar porém valia a pena, pois eram super gostosas. A alimentação não saia muito caro, como dividiamos entre a gente, e sempre chamava alguns amigos, por refeição ficava cerca de 20-30 pesos argentinos.

      PS: Essa é uma comida tipica Argentina, o guiso. O fran que cozinhou, é bem pesado porém gostoso. É feito com fava, batatas, cenoura, abóbora entre outros codimentos, é muy rico !!!


      PS: Esses são dois grandes amigos que fiz, o Francisco e a Mili, que me levaram para conhecer as Serras de Balcarce, que recomendo, para ver o Autódromo atualmente desativado de Manuel Fangio, é uma vista incrível. 

      PS: A maioria dos Argentinos que conheci gostam muito de cozinhar, e sempre fazem muito bem ! Nessa foto está o francisco fazendo um pastel de papas. 

      PS: Festa em que tive o primeiro contato com as músicas Folcloricas, as famosas festas Peña. Os jovens de Balcarce estão muito ligados a cultura local, e tinham muitas festas com a temática de Peña.

      PS: Outra comida muito tipica que tive contato, o Pollo al disco, que é frango ao molho feito em um disco com batatas fritas.
      Quarto destino: BALCARCE - NECOCHEA E QUEQUÉN (Locomoção: Carona) - 153 KM - 12 DE AGOSTO DE 2016
      A convite de uma amiga que estudava na mesma faculdade, Toti, fui para a sua Cidade Necochea para ficar em sua casa e de sua familia. Mais uma vez viajei pedindo carona, e consegui uma carona que me deixou no destino final com Toti. Pedir carona era algo muito comum na região, sendo que os motoristas tem o prazer de ajudar esses jovens aventureiros 
      Fui bem recebida por toda a sua familia, e nos dois próximos dias conheci toda a cidade, e os principais pontos turisticos. Por ser uma cidade que atrai muita gente por conta das suas praias, em Agosto a cidade estava deserta por conta do frio, porém voltei outra vez no fim do ano para conhecer outra Necochea, caso queiram também posso fazer outra publicação falando sobre a cidade. 
      Os pais de Toti me levaram de carro para conhecer a cidade, e também uma cidade vizinha Quequén para me mostrar os lobos marinhos que ficam na praia. São cidades muito próximas, com apenas uma ponte dividindo as duas. Também conheci a vida noturna, fomos em uma boate em Necochea, onde dançamos bastante Cumbia e Reggaeton. Os argentinos são bem mais timidos que os Brasileiros para dançar, porém foi uma ótima experiência. Para economizar, tomamos bastante vinho em casa antes de ir para a balada, e como começa somente 03:00 hrs da manhã as boates da Argentina, deu para ficar bem borrachas hahaha

      PS: Rio que separa Necochea e Quequén.

      PS: As empanadas fizeram parte da minha dieta, por serem baratas e muito deliciosas.

      Ps: Os vinhos na Argentina são bem mais em conta que no Brasil, e são uma ótima opção para quem gosta. 

      PS: Pai da Toti fazendo o famoso  assado. 

      PS: Praias de Necochea.

      ps: Em quequén.

      Escultura em Quequén !
      Depois de 2 dias nessas incriveis cidades voltei para Balcarce de ônibus mesmo, e assim encerrou o meu ciclo de viagens antes do inicio das aulas, durante o meu período na Argentina também fiz outras viagens, porém fica para outro post !!!!
      Hasta luego amigos viajeros !!!
       
       
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