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Olá viajante!

Bora viajar?

Pico Paraná

Postado
  • Membros

Copiei este relato do augusto por que são informações consistentes do Pico do Paraná necessárias neste tópico. Ela foi editada em relatos de viagem o qual ele é editor.

 

 

 

E aí galera.

Estou disponibilizando mais um outro relato da subida de mais um Pico.

É bem hard, mas pelo menos a trilha está bem demarcada. Não tem erro. Nessa subida passei por alguns apertos, então recomendo p/ quem for lá que veja se o tempo estiver bom.

 

 

 

Boa leitura.

 

Não conhecia a trilha e só tinha duvidas quanto aos perigos de assaltos nela, mas procurei informação c/ o pessoal de Curitiba (CPM) e me disseram que na trilha não ocorriam roubos.

Os assaltos que ocorriam nas montanhas do PR eram no Anhangava, então estava tranqüilo (na verdade não ocorrem mais também). Só tinha receio das torrenciais chuvas que estavam ocorrendo na região sul naquela semana e como já tinha marcado alguns dias de folga, não tinha como mudar as datas e o jeito era ir assim mesmo.

 

Saí de São Paulo em direção a Curitiba no dia 04/Abril, em um Domingo planejando retornar no dia 07 ou 08 (Quarta ou Quinta-feira). Levei um relato do Beck que estava na Revista dele e algumas outras dicas que encontrei na net.

 

Sai do Terminal Tiete, em Sampa no ônibus das 07:00 hrs e já quase na divisa de SP/PR peguei chuva forte, o que era um mau presságio.

No posto do Tio Doca (Shell), no Km 48 já no PR, cheguei por volta das 12:00 hrs com tempo bom. O posto é bem fácil de encontrar, pois fica logo após a Represa de Capivari. Descendo no Posto tive que retornar 2 Km até o Km 46 onde se inicia a estrada de terra à direita em direção à Fazenda Pico do Paraná.

 

Uns 15 minutos depois de iniciada a caminhada pela estrada, passei ao lado de vários pés de caquis, que estavam abarrotados e ao longo da estrada. Uma pena era que os caquis estavam moles demais, o que inviabilizava levar alguns para a trilha. Mais 15 minutos de caminhada existe uma bifurcação à esquerda que leva a alguns sítios e chácaras, mas a trilha é sempre seguindo em frente, se orientando pela placa "BRUNO" ou Fazenda Pico do Paraná. Logo à frente passa-se ao lado de uma Igreja da Assembléia de Deus à esquerda e mais à frente haverá uma outra bifurcação, onde se deve seguir pela esquerda (Placa BRUNO).

 

Daqui para frente o trecho começa a ficar mais íngreme e será assim até a porteira de entrada da Fazenda Pico do Paraná, onde termina a estrada, cerca de 1 hora e 30 minutos desde a Rodovia. Cheguei aqui pouco depois das 14:00 hrs.

 

Assim que se passa a porteira existe uma descida forte até a sede da Fazenda e a direita já é possível ver uma pequena crista por onde passa a trilha e com alguns picos ao fundo (Caratuva e Itapiroca). Após passar o riacho (pegue água aqui) há uma pequena casa à esquerda onde se deve pagar uma taxa de R$3,00/pessoa e R$5,00 pelo estacionamento.

 

O Dílson, que é o responsável pela Fazenda diz que o dinheiro é para a manutenção da trilha e que a Fazenda ainda disponibiliza banheiro e chuveiro quente para os montanhistas (uma mão na roda p/ quem tá voltando do pico). No dia que passei aqui o estacionamento tinha aproximadamente uns 10 carros, então eu iria cruzar c/ muita gente voltando do Pico.

 

A trilha se inicia ao lado do estacionamento, no lado direito, onde a trilha entra na mata. Com um trecho muito forte de subida durante uns 40 minutos e vistas de toda a Fazenda, a Rodovia e a Represa ao fundo. Há também alguns mirantes naturais, onde encontrei vários montanhistas descansando. Logo a trilha se estabiliza e segue para a esquerda, passando por um lago de água parada (água não-potável) à esquerda e algumas clareiras onde podem ser montadas barracas.

 

Após cerca de 2 horas desde a Fazenda, a trilha emerge numa área de vegetação bem baixa com o Pico do Caratuva bem à frente com suas antenas de rádio localizadas no topo e o Pico do Itapiroca do lado direito, um pouco escondido. Até esse ponto devem ter passado por mim cerca de 15 pessoas, entre grupos e alguns solitários voltando do pico. Assim que a trilha volta a entrar em mata fechada novamente, existe uma clareira do lado direito, onde cabem umas 5 barracas e onde montei a minha e passei a 1ª noite. Já era por volta das 16:00 hrs e ainda vários montanhistas passaram por ali e perguntando para eles como estava a trilha do PP, diziam que estava muito escorregadia e o Pico do Paraná e seu entorno estava a maior parte do tempo encoberto. Como não tinha trazido muita água lá da Fazenda, agora era buscar em bicas que se localizavam um pouco à frente, cerca de 15 minutos de onde eu estava. Peguei cerca de 2 litros de água e fiz o meu jantar. A noite chegou e rapidamente tudo ficou encoberto.

 

No dia seguinte sai em direção ao PP por volta das 07:30 hrs com o tempo totalmente fechado e andando uns 20 mts há uma bifurcação, à esquerda que leva ao Pico do Caratuva e ao um pequeno riacho onde se pode pegar água. Não recomendo subir por essa trilha, já que é bem íngreme. Segui pela bifurcação da direita, que vai contornando o Caratuva. A trilha agora é quase toda por trechos de raízes expostas, onde o caminhar se torna mais lento. Cerca de 15 minutos depois da bifurcação há uma bica à esquerda da trilha e depois de quase 1 hora há uma outra bifurcação para a direita que leva ao Pico do Itapiroca, onde se chega no topo uns 30 minutos depois.

 

Procurei um lugar p/ esconder minha mochila e subi até o topo somente com a máquina fotográfica. Chega-se primeiro a uma parte plana bem abaixo do topo e daqui sai uma outra trilha que entra por uma mata fechada e depois emerge quase próximo do topo. Aqui em cima de uma rocha há uma caixinha que contém o livro do cume. Assinei e deixei uma mensagem. Daqui até o topo ainda são uns 3 minutos, onde pode ver em dias claros toda a crista do PP. Cheguei aqui por volta das 09:30 hrs. No dia que passei por aqui não dava p/ se ver nada. Totalmente encoberto. A descida é bem rápida e voltei para a trilha em direção ao PP.

 

Passei ainda por mais uns 2 riachos e como nos dias anteriores tinha chovido bastante encontrei varias poças de água e um lamaçal só. Pelo menos a bota estava agüentando o tranco. A trilha sempre vai contornando o Pico do Caratuva pela direita e logo se estabiliza. Agora a trilha é feita por uma vegetação baixa e logo passa por uma grande clareira bem no meio da trilha. Aqui chamam de Abrigo 1. Dessa clareira sai uma trilha à esquerda para o Pico do Caratuva. Não chega a ser difícil encontrá-la. Há também uma outra clareira uns 20 mts à frente. Cheguei aqui por volta das 11:00 hrs com o tempo totalmente encoberto e se o tempo estivesse bom daria p/ ver perfeitamente o maciço do PP e todo o percurso da crista para se chegar nele. Passando as clareiras, onde cabem umas 10 barracas, mas sem água, a trilha se inicia por uma pequena crista, mas a partir desse ponto, sempre descendo por uns 20 minutos até chegar à base do PP, onde tem início a pior parte da trilha.

 

Chegando na base, inicia-se uma longa subida íngreme, sendo que no 1º momento há um enorme paredão não muito inclinado a ser ultrapassado, mas que alguns grampos fixados na rocha ajudam. E tome subida. Passado cerca de 40 minutos desde a base do PP chega-se ao Abrigo 2 com algumas pequenas clareiras muitos boas para montar barracas e onde existe um Refúgio semi-destruído na borda à esquerda. Somente suas paredes estão de pé, não havendo teto. Aqui também é o ultimo ponto p/ se pegar água, que se localiza seguindo por uma trilha que passa ao lado do Refúgio e segue pela encosta à esquerda. A bica é bem pequena.

 

Saindo das clareiras para a direita, há uma trilha que vai p/ o Pico do Camelo, visível daqui, mas bem abaixo do PP onde se chega em uns 20 minutos.

De vez em quando o tempo abria e dava p/ se ver toda a crista restante de subida do PP, distante ainda cerca de 1 hora. Continuando a subida em direção ao topo, a trilha vai se tornando mais lenta e difícil, com lances de escalada em rocha que são um pouco perigoso. É necessário tomar muito cuidado para não sofrer algum acidente. Cerca de 2 minutos antes do topo existe uma pequena clareira à direita, suficiente para umas 2 ou 3 barracas. Junto dessa clareira também há uma trilha para esquerda que leva a um pico do Ibitirati mais abaixo. Chega-se no cume do PP pelo lado direito sem maiores dificuldades.

 

O topo é plano e possui algumas clareiras (3 ou 4) suficiente para umas 10 barracas ou mais. A visão daqui alcança o litoral, uma parte da cidade de Curitiba e todos os picos ao redor. Cheguei aqui por volta das 15:00 hrs. Há também um livro do cume que fica dentro de uma caixinha fixada em uma rocha. Pelo teor das mensagens dava para notar que a maioria que sobe até o topo retorna no mesmo dia, por isso lixo inexistia aqui. Um problema de se acampar aqui é que o topo é um local muito exposto, mas prendendo bem a barraca não haverá dificuldades.

 

Devido às chuvas dos dias anteriores, o solo estava bem encharcado e quando chegou a noite a chuva voltou com força total, continuando até a madrugada. Foi um Deus nos acuda porque onde estava começou a se formar poças de água embaixo da barraca e não deu outra. Logo estariam entrando pelos micro-furos no piso. Se eu não estivesse com o isolante, o saco de dormir estaria já estaria molhado. Por volta das 03:00 hrs da madrugada a chuva cessou e notei que a temperatura não estava tão baixa (cerca de 4°C).

 

Voltei para a barraca e dormi por mais algumas horas. Por volta das 08:00 hrs da manha (06/04 - Terça-feira) acordei, tomei um belo café da manhã e passei boa parte do tempo tentando limpar embaixo da barraca, o que foi tempo perdido, pois algo de pior ainda me aguardava.

 

Sai por volta das 09:30 hrs em direção ao Pico do Caratuva. O tempo estava todo encoberto e a vegetação toda molhada, então já imaginava que chegaria uma sopa lá no topo. Foi pior. Qdo estava chegando no Abrigo 2 a chuva retornou e com intensidade. Como estava com parte da roupa toda molhada, a chuva resolveu fazer o restante do serviço.

Pelo menos estava com uma capa para a mochila, evitando que a mesma também se molhasse. Resolvi nem pegar água na bica, pois já nem contava subir o Caratuva. A água da chuva ia formando um verdadeiro riacho pela trilha que ia descendo, mas depois de 1 hora, quase chegando no Abrigo 1 a chuva cessou e o tempo abria de vez em quando dando para ver toda a crista do PP.

 

No abrigo 1 torci algumas peças de roupas para secar um pouco da água e fiquei por um tempo ali pensando se subiria o Caratuva ou não. A alternativa que eu tinha era subir o Caratuva e acampar no topo descendo no dia seguinte pelo outro lado, mas havia um problema de eu não ter água. E se na subida da trilha, eu passar por algum riacho? A outra alternativa era voltar pela mesma trilha p/ a sede da Fazenda e acampar por lá, para no dia seguinte ir embora. Fiquei alguns minutos pensando no que fazer e resolvi seguir a 1ª alternativa.

 

Em vez de tomar a trilha que vai seguindo para à esquerda, contornando o Caratuva, para subir até o topo deve tomar uma trilha que sobe em linha reta, saindo das clareiras do Abrigo 1. Na subida não existem bifurcações o que facilita um pouco, mas logo a chuva retornou e tomei outro caldo e p/ piorar, nada de encontrar o riacho p/ se pegar água. A subida vai alternando por vegetação de capim baixo e árvores pequenas, porém sem escaladas por rochas. O solo estava bastante encharcado, então várias vezes enfiei o pé na lama.

 

No topo do Caratuva cheguei cerca de 1 hora depois, com o tempo fechado e vento muito forte. Já eram por volta das 13:00 hrs e não encontrei riacho nenhum mesmo, o que era um problema, pois estava sem uma gota de água. Até tentei procurar alguma bica de água, mas nada. Então não me restou alternativa senão descer pelo outro lado e acampar lá embaixo. O topo desse pico é marcado pela colocação de antenas de retransmissão de rádio. Existem boas clareiras onde dá p/ montar barracas sendo algumas protegidas do vento. Há até um livro do cume, que fica dentro de um cano de PVC, preso em uma das antenas.

 

A trilha de descida é bem fácil de encontrar, porém é ainda mais íngreme que a do PP, por isso todo cuidado é pouco. Fiquei imaginando alguém subindo por essa trilha. Deve ser bem difícil e não vale a pena. A vantagem é que a trilha é feita em mata fechada e as raízes expostas e os galhos ajudam muito na descida.

Existe uma pequena bifurcação à direita depois de uns 30 minutos, que provavelmente leva a outros picos, mas a trilha correta é sempre descendo. Logo cheguei a um pequeno riacho, onde peguei alguma água e continuei descendo. Mais à frente a trilha passa por um outro riacho e logo chega na bifurcação, que p/ à direita leva à sede da Fazenda e à esquerda ao PP (no dia anterior tinha passado por aqui).

 

Daqui p/ frente já conhecia a trilha e o tempo já estava bom (tinha até um sol bem forte). Passei ao lado da clareira, onde tinha acampado a 1ª noite e segui em frente, chegando logo na trilha de campo aberto. Do topo do Caratuva até ali tinha levado quase 1 hora. Resolvi então procurar um local plano junto à trilha e colocar p/ secar o que tinha molhado (mochila, isolante, barraca, bota, parte do saco de dormir.........).

 

Desse ponto dava p/ se ver que o topo do Caratuva e os picos ao redor o tempo estava muito bom, mas só foi anoitecer que o tempo se fechou novamente. A noite foi tranqüila e não choveu. Pelo menos isso, né?

 

No dia seguinte (07/04 - Quarta-feira) acordei cedo, procurei organizar bem a mochila e desci em direção à sede da Fazenda. Foi um percurso bem rápido e fiz algumas paradas. Cheguei na sede por volta das 10:00 hrs. Um funcionário da Fazenda estava próximo do início da trilha e aí pedi a ele p/ tomar um banho de chuveiro quente (os $3,00 tinham que servir para alguma coisa, né?), pois meus banhos na trilha tinham sido "bem nas coxas".

Fiquei por um bom tempo no banho (que delicia!) e sai em direção à Rodovia por volta das 11:00 hrs, mas como tinha a informação de que o ônibus para Curitiba passava entre 15:00 e 16:00 hrs, por isso fui numa caminhada bem lenta e sem pressa.

 

Passei ainda na plantação de caquis que estavam ao longo da estrada, peguei alguns e fui comendo até a Rodovia, aonde cheguei por volta das 14:00 hrs.

Existe um ponto de ônibus na Rodovia que fica ao lado do final da estrada, mas resolvi ir até o Posto do Tio Doca, onde fiquei aguardando o ônibus até quase as 16:00 hrs, chegando em Curitiba pouco antes das 17:00 hrs e em São Paulo pouco minutos antes 00:00 hrs, a tempo de pegar o Metrô e voltar p/ casa.

 

 

DICAS

 

# Existe um Hotel no Posto Tio Doca, para quem quiser ir de noite e ficar até o amanhecer para iniciar a trilha bem descansado. Só não sei os valores

 

# O telefone do responsável pela Fazenda Pico do Paraná (onde se inicia a trilha) é: Sr. Dílson

(041) 9906-5574

(041) 272-6959

 

# Água potável na estrada de acesso até a Fazenda não existe. Até têm alguns pequenos riachos, mas a água não é confiável, já que passa por algumas residências. Água somente na sede da Fazenda a poucos mts do inicio da trilha, na base do Caratuva, onde existe uma bifurcação (nas duas trilhas é só caminhar uns 10 minutos e encontrará um riachinho) e no Abrigo 2, a cerca de 1 hora do cume do PP.

 

# A água do Abrigo 2 fornece água em pequena quantidade. Talvez no inverno, quando chove menos, a qualidade da água pode não ser boa (é melhor perguntar p/ o Dílson).

 

# Sinal de celular da operadora Vivo se consegue na crista e no topo dos picos. Me disseram que celulares da Tim também possuem sinal na região.

 

# Existem varias clareiras na trilha para montar barracas, antes de se chegar nos Abrigos 1 e 2. Elas estão localizadas a cerca de 40 minutos do início da trilha e outra a cerca 50 minutos, onde existe um lago de água parada. A ultima clareira antes do abrigo 1 está junto à base do Pico do Caratuva.

 

# Se vier de carro economizará uma boa caminhada desde a Rodovia e estacionamento não é problema, porque ao lado do inicio da trilha há um imenso gramado usado como estacionamento, mas que é cobrado $5,00. Eu não perguntei, mas acho que é por dia.

 

# O valor da passagem em ônibus convencional, saindo de São Paulo é de cerca de $40,00 (referencia - mês de Abril/2004) pela Viação Cometa ou Itapemirim. Já o valor da passagem de ônibus do início da estrada até Curitiba está em pouco mais de $4,00.

 

# A região, por estar próxima do litoral, apresenta chuvas constantes, por isso é quase obrigatório levar uma capa de mochila.

 

# A menos que vc esteja treinando para uma corrida de aventura, não recomendo fazer o PP em 1 dia, pois o trecho de subida da crista do PP é bem íngreme e extremamente perigoso e vale ficar alguns minutos contemplando a vista porque é uma região muito bonita.

 

Breve estarei colocando as fotos no meu album virtual e passarei o endereço.

 

Abcs.

 

 

Augusto

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  • Não procure pelo posto do tio doca que vai se perder... O posto faliu e mudou de dono/nome. Agora é posto Mahle.

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ia responder teu mail agora....

 

dá uma olhada aqui:

http://www.freddyduclerc.com.br/roteiros_det.asp?codigo=67&menu=2

 

no final da página, tem uma foto iundicando o itapiroca, o cerro verde e o tucum. o itapiroca é aquele à direita do caratuva, de quem olha do getúlio em direção ao PP.

 

eu tenho só esses três dias, pdomingo já tenho que embarcar de volta pra spe em sp demanhã já embarco pra catanduva, onde recomeço minhas atividades letivas do semestre...

 

esse mapa aqui embaixo é melhor. eu queira meeeeesmo era fazer o ciririca a partir da fazenda pp, partindo do itapiroca, cerro verde, tucum e finalmente o ciririca. mas não vou ter tempo pra isso....

Postado
  • Membros
humpf, eu quero fazer o ciririca e marcar bem o caminho, pra botar aqui no mochileiros e encher o saco de um mané do orkut, que se negou a dar infos pra mim e mandou que eu descobrisse...

 

fala-se muito do ciririca, parece que é difícil mesmo, mas não é impossível não. ao que já descobri (depois que o cidadão me mandou descobrir sozinho), o maior problema é de navegação, achar a trilha.

 

tô pensando em gastar o carnaval fazendo justamente isso. mas vamos ver como vai estar a grana até lá.

Ogun, tente se informar com o pessoal do CPM, eles são gente fina e conhecem a região.

Já fui algumas vezes p/ o PP e Itapiroca, mas faz tempo que não vou mais (as costas e a falta de tempo não deixam).

Quando eu frequentava aquele paraíso cheguei a ver uma foto de duas placas pregadas numa árvore: "Ciririca" prum lado e "Tucum" pro outro. Acho que esta foto é do tempo que tinha duas placas parecidas na subida do PP, na bifurcação pro Itapíroca: "Itapiroca" e "PP".

Os relatos eram que a trilha saía de Terra Boa (se não me falha a memória), a outra fazenda que a galera faz a "travessia" Cerro Verde-Tucum-Itapiroca-Fazenda do Dilson. Ou seja, as placas indicavam uma bifurcação na trilha saindo de Terra Boa.

O negócio é ir pra lá e fazer esta "travessia" (que na verdade passa por uma parte da Serra do Ibitiraquire), achar a outra fazenda (se você já não a conhece) e procurar a trilha pro Ciririca. Do Itapiroca até o Cerro Verde sei que rola, o meu antigo parceiro de escalaminhadas fez recentemente (uns 2 anos atrás).

Sempre quis conhecer o Ciririca (ainda tem aquelas antenas enormes por lá?), quando completares a trip manda o relato.

AH! segue o site do CPM: http://www.cpmorg.com.br/cpm/

Boa sorte!!!

  • 2 semanas depois...
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aviso aos navegantes:

os degraus nas pedras foram praticamente todos retirados!!!!!! :evil::evil:

 

um grupo de montanhistas frequentadores, preocupados com a "invasão" de gente de fora, resolveu retirar os degraus, para que só "verdadeiros montanhistas" tenham acesso ao PP.

 

maiores informações vcs obtêm numa comu do orkut initulada "fazenda pico paraná". os defensores da medida estão lá, todos faceiros.

 

realmente, foi prestado um desserviço ao local. mas a idiotia não escolhe áea, tb existe entre aqueles que frequentam montanhas.

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Danilo copiei como segue. É lamentável.

 

 

 

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Conforme alguns boatos, algumas pessoas estiveram na região do Pico Paraná durante a última semana e retiraram as escadarias que facilitavam o acesso àquela montanha.

 

Apesar das informações ainda estarem um pouco desconexas, sabe-se que ao menos 25 degraus das escadarias foram retirados. Alguns montanhistas que estiveram na região durante o último final de semana informaram que alguns degraus foram mantidos e, ao que parece, sobreviveram à retirada por estarem em pontos onde poderia ser possível abrir uma nova rota, o que causaria degradação ambiental na montanha.

 

O ato está provocando um grande debate entre os freqüentadores da montanha. Alguns defendem a atitude, outros, contudo, não concordam com a retirada das escadarias.

 

Segundo o texto enviado pelo montanhista Gustavo Godoi ao Orkut, que não concorda com a retirada, “é uma segurança para os freqüentadores e para a própria montanha, já que sem as escadas algumas pessoas vão começar abrir trilhas secundarias e a destruição da montanha vai aumentar. Infelizmente essa pessoa (que retirou os degraus) acabou com nosso passeio, mas pode acabar com alguma vida já que sem as escadas ficou muito perigoso.”

 

Já o montanhista Elcio Ferreira concordou com a retirada: “Em 92 a única ajuda que tinha era aquela corrente pouco depois do falso cume, e mais nada. E cansei de ver pessoas idosas e crianças por lá.” E complementa: "Você tem que se adequar a montanha, e não a montanha a você!"

 

O site AltaMontanha.com entrou em contato com o Dilson, proprietário da Fazenda Pico Paraná, que dá acesso àquela montanha. Este informou que, ao que parece, alguns degraus foram mesmo serrados, mas que a maior parte dos montanhistas que estiveram no domingo por lá, incluindo 2 crianças, conseguiram chegar ao topo da montanha sem muitos problemas.

 

Segundo ele, “o pessoal que tem mais experiência chega mesmo, e alguns nem reparam que não existe mais as escadarias. Mas outros, que não estão acostumados com o montanhismo, sentem mais dificuldades. Tem 4 pessoas que no domingo, inclusive, queriam que eu devolvesse o dinheiro do estacionamento porque não conseguiram passar os lances que não tinham as escadarias. Esse povo é mal acostumado. O Caratuva (outra montanha da região) estava ali bem fácil e é só caminhada. Mas você acha que eles querem subir o segundo mais alto?”

 

Alguns depoimentos mais moderados, como o do Mikael Arnemann, se encaixam melhor à nova realidade da montanha: “Não consigo imaginar subir o Pico Paraná sem ajuda dos degraus... se isso for mesmo verdade, eu, assim como muitos outros montanhistas, teremos que nos adaptar a essa nova realidade. O jeito é voltar pro curso de escalada... Mas uma coisa é certa: se da próxima vez em que eu for, conseguir chegar ao cume, darei muito mais valor à "escalada" dessa montanha do que das vezes anteriores, pois agora o esforço será muito maior!!!”

 

O site AltaMontanha.com, apesar de não concordar com a colocação de escadarias e degraus em montanhas, também não concorda com a sua retirada sem o aval dos Clubes de montanhismo da região. Acreditamos sempre que atos democráticos são muito mais legítimos que atos isolados.

Postado
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O AltaMontanha.com publicou um texto a respeito...

 

http://www.altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=1051

 

Acho que vou ter que conferir ao vivo. Bora Marcos? Hahahahaha. :lol::mrgreen:

 

eu postei meu comentário lá.

 

fico aqui pensando. se eu junto a postura do "montanhista" que vende pacotes aqui postada neste tópcio, mais a postura facistóide de quem foi lá e arrancou os degraus, e concluo que essa é a postura normal dos montanhistas, eu prefiro ser chamado de outra coisa.

Postado
  • Membros

é aquela velha historia do pessoal querer separar o escalador do montanhista, nem todo mundo é obrigado a dominar técnicas de escaladas, uns gostam outros não.

 

Mas tudo isso tem um unico culpado o pseudo-ecoturista brasileiro, é o mesmo cara que enche de lixo as praias de ilha grande como foi mostrado em um post do sandro; o mesmo cara que marca seu nome nas arvores; que arranca estalactites do PETAR; que faz trilha cantando, gritando, bebendo; que faz fogueiras; assusta animais etc ... e o pior faz tudo isso mtas vezes pagando os olhos da cara....

 

Lamentável...

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  • Membros

Estive nesse carnaval no PP junto com o Danilo Dassi, acampamos a primeira noite no Caratuva e desceríamos no segundo dia rumo ao PP para acampar no A2, porém meu irmão passou mal à noite e descemos o Caratuva pelo lado oposto até o A1onde deixamos nossas cargueiras e meu morimbundo irmão e fomos atacar as escadas para ver como estavam.

 

Como estavamos totalmente leves conseguimos subir bem, os grampos que retiraram aparentemente não fizeram muita falta - mas friso que estavamos sem cargueiras - acredito que eu não conseguiria com segurança subir as escadas com peso máximo. Talvez tenham que ser içadas, aliás já havia sinais disso por uma corda amarrada em um dos primeiros degraus que ainda existem, que ali não adiantavam de nada. Subimos as escadas e nem chegamos ao A2 pois tinhamos que voltar rápido pra fazenda.

 

Na volta pela trilha vimos que todos os grampos da trilha também foram retirados, inclusive o da pedra logo após a bica d'água, onde ficou perigoso - eu cai na pedra e meu irmão ficou enganchado num resto do degrau, rasgando sua calça e cueca (o que foi engraçado, apesar de muito perigoso) - porém já havia sinais de desgaste na vegetação lateral, ocasionado por pessoas que estavam desviando da trilha onde anteriormente se usada os grampos.

 

Eu não conhecia a região, foi minha primeira trip por ali, acredito que o Danilo possa dar mais referências sobre a dificuldade atual.

Postado
  • Membros

Salve galera,

 

Como o Marcos já adiantou, estivemos na fazenda nesse final de semana e pudemos averiguar de perto todo o caso (ou descaso).

Os degraus do A1 -> A2 não fizeram tanta falta como imaginava. Espera ter uma resistência maior, mas até que foi tranquilo transpassar a parede se agarrando as pedras. Não tenho tecnica nenhuma em escalada, sou totalmente leigo e consegui subir sem ajuda das cordas (que foram colocadas pelo Hermes Ricardo).

 

Porém, vendo um vídeo do mesmo, percebi algumas "mudanças":

 

Nesse vídeo, ele diz que colocou uma corda na pedra próxima a bica d'agua, porém não encontramos mais essa corda. Alguem passou e já retirou (que beleza heim?!). Observem que ele mostra que já se iniciou um processo de degradação ao lado da pedra, porque o pessoal está criando "vias alternativas".

No restando do vídeo, vocês podem confirmar o que eu disse acima, o trecho das escadas A1 -> A2 não foi tão comprometido.

 

 

Depois faço um relato mais completo a respeito, pode ser Marcos?

 

 

Abraços a todos

Postado
  • Membros

Ogum, também vacilei um pouco e não tirei fotos muito detalhadas, mas o vídeo mostra bem como as coisas estão lá.

 

Segue três fotos minhas.

 

dsc08336.jpg

 

dsc08339.jpg

 

dsc08340.jpg

 

PRA MIM, a pior parte está entre a bifurcação até A1. Fizemos esse caminho voltando e eu tive certa dificuldade em cruza-los. Para descer uma rampa o Renato (irmão do Marcos) teve a calça rasgada pelo grampo mal removido e o próprio Marcos desequilibrou e caiu na pedra, ralando legal a costela. Eu dei alguns passos e pulei, não tendo problemas. A outra parte foi mais chata (pelo menos pra mim), onde tive que me esticar todo pra descer, não conseguindo ver onde pisava, mas não houve quedas/machucados.

 

 

Fica tranquilo Ogum, faremos o relato o mais breve possível.

 

 

Abraços

  • 5 meses depois...
Postado
  • Membros

Entendi...

Não vou te falar que a subida é fácil, mas não há necessidade de experiência em escalada. No trecho que antecede o A2 é necessário muita cautela e calma, nada de equipamentos tecnicos. Talvez uma corda para abaixar sua mochila na descida ou puxa-la na subida.

 

A água no A2 não é muito fácil de encontrar, o Marcos e eu demoramos uns 15 minutos pra ver a pequena bica d'agua. Ela seca com muita facilidade, então vai depender se choveu nos dias anteriores. Perto do A2, em direção aos Camelos você também pode conseguir agua, mas não conheço pessoalmente esse trecho.

 

Garantia de água mesmo é na bica cimentada, que fica 15 minutos depois da bifurcação [ Caratuva <--> Paraná / Itapiroca ].

 

Tudo vai depender do seu planejamento tdz, vai direto para o Paraná? Da pra fazer o Caratuva e descer pela outra encosta. Da pra conhecer o Itapiroca antes.... tudo isso pode alterar a quantidade de agua que você vai levar.

 

Ahhh... leve um produto para purificar a agua, assim você consegue pegar agua em outros pontos, em riachos que cruzam a trilha em diversos pontos.

 

 

Quanto aos degraus devolta, duvido muito :mrgreen:

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