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Não sei o trajeto exato dos ônibus e não existe o itinerário na internet mas qdo fui peguei ônibus pras duas cidades na Av. Julia Kubitscheck. Fiquei hospedado perto da praia do Forte.

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Exato, Av Julia Kubitscheck.

 

Pra Arraial sai deste ponto no pé do Morro da Guia, junto ao Museu, sentido Rodoviária.

https://www.google.com.br/maps/@-22.8802714,-42.0224227,3a,75y,241.48h,67.87t/data=!3m6!1e1!3m4!1sVW1oqGgfL0qw3_VKOBhWmw!2e0!7i13312!8i6656!6m1!1e1

 

Pra Búzios é do outro lado da Avenida, sentido Canal/ponte/Rua dos Biquínis.

https://www.google.com.br/maps/@-22.8808105,-42.0229318,3a,75y,229.36h,62.77t/data=!3m6!1e1!3m4!1scfANxb-LJiLXrdKvmOF1xw!2e0!7i13312!8i6656!6m1!1e1

 

Horários (aproximados) você encontra aqui:

http://www.salineira.com.br/servicos/linhas-horarios-e-itinerarios/

 

Não deixe de conhecer:

Praia do Forte/Dunas

Ilha do Japonês

Praia do Peró/Conchas

 

Em Arraial é "obrigatório" ir nas prainhas descendo pelo pontal do Atalaia.

Praia do Forno também, mas tem trilha e caminhada.

Praia Grande.

O passeio de barco é recomendado, por passar em todas elas e ir na do farol, só acessível por eles.

 

As praias de Búzios são, em minha opinião, pouco atrativas pra banho, com exceção de Geribá. Muitas pedras... Mas o passeio de barco também é muito recomendado, a melhor visão de Búzios sem dúvida é pelo mar.

É indispensável falar da Orla Bardot e da Rua das pedras... Ir em Búzios tem que ir lá.

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Fala pessoal! Vou tirar minhas férias em outubro, e estou numa grande dúvida: não sei se vou pra Angra dos Reis, conhecendo tbm Ilha Grande, ou se vou pra região dos lagos, no roteiro de Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo. Vou com minha namorada, e quero saber onde q é mais romântico, qual tem os passeios mais legais para fazer, melhores restaurantes e custo-benefício tbm? ME AJUDEM POR FAVOR!!!

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::ahhhh::::ahhhh:: Sou suspeito para dar opinião pq já fui 3 vezes em Buzius , e quatro vezes na Ilha Grande, e claro Arraial uma. Mas de boa amigo vai depender do que vc quer realmente pois são lugares muito diferentes.

 

Se quer um lugar romântico tanto faz um destino ou outro. A maior diferença é que na Ilha Grande vc não tem a mesma estrutura de Buzius e Arraial que tem muito mais opções de Bares e etc, muitas praias lindas e eu adoro Buzius e Arraial que parece o mar do Caribe, só não gosto de Cabo Frio pq virou cidade. Uma opção caso decida por Ilha Grande seria vc incluir Paraty no teu Roteiro, é romântica, uma cidade histórica, tem muitos bares para curtir com a namorada e as praias de Ilha Grande são maravilhosas e algumas bem desertas. ::tchann::::tchann::

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Ah, eu tô em dúvida ainda, porém mais propenso em ir para região dos lagos mesmo...vc sabe me dizer se existem voos de SP para Cabo Frio?

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Ah, eu tô em dúvida ainda, porém mais propenso em ir para região dos lagos mesmo...vc sabe me dizer se existem voos de SP para Cabo Frio?

 

Na inauguração do Aeroporto a Azul fazia o trecho Rio Cabo Frio, em geral custava uma pequena fortuna (Da última vez que pesquisei era na faixa de R$ 700,00 ida e volta), ma pelo que pesquisei não existe mais.

 

Dei uma olhada nesse site e só achei opções a partir do aeroporto de Confins em BH:

http://www.emsampa.com.br/voos/aeroporto_cabofrio.htm

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De 18 a 20 de novembro, Rio das Ostras, balneário a 170km do Rio de Janeiro, realizará a décima quarta edição do Rio das Ostras Jazz & Blues. Serão 13 shows totalmente gratuitos por três palcos da cidade - Praça São Pedro, Lagoa de Iriry e Costazul.

 

A programação de 2016 promoverá o encontro de grandes nomes do jazz e do blues, além de apresentar novos expoentes do gênero no já tradicional palco da Praça São Pedro. A abertura do festival será na sexta-feira, dia 18, em Costazul, com a Orquestra de Sopros de Rio das Ostras.

 

Participam do 14º Rio das Ostras Jazz & Blues o guitarrista Bob Stroger - premiado duas vezes com o Blues Music Award de melhor baixista de blues - acompanhado pela The Headcutters Blues Band, banda de Itajaí, SC, que se destaca na nova geração do blues nacional; Danny Vicent, guitarrista argentino, que se apresentará ao lado do gaitista Flávio Guimarães, criador do Blues Etílicos; Deanna Bogart , multi-instrumentista e cantora americana de blues - vencedora de três Blues Music Awards na categoria melhor músico de sopro, que sobe ao palco com a Big Joe Manfra Blues Band, formada por Big Joe Manfra, Claudio Infante e César Lago.

 

A programação do festival traz ainda Dudu Lima Trio e Wagner Tiso, em um tributo a Milton Nascimento; o maestro e multi-instrumentista Gilson Peranzzetta, considerado um dos maiores arranjadores do mundo, acompanhado da Brass de Pina, banda formada por grandes nomes da música instrumental brasileira. Ainda nesta edição do Rio das Ostras Jazz & Blues a música eletrônica se mistura ao jazz na performance da Bocato Jazz Acid; e a fusão da música africana e brasileira vem com o grupo Afro Jazz, com participação especial de Jesuton.

 

Em 2016 o Rio das Ostras Jazz & Blues completa catorze anos de programação ininterrupta. Pelo festival passaram bandas e músicos em shows memoráveis. Entre eles, John Mayall & Bluesbreakers, Stanley Jordan, Omar Hakin, Mike Stern, John Scofield, Magic Slim, Jane Monheit, Richard Bonna, James Carter, T.S.Monk, Charles Musselwhite, Wallace Ronney, RaviColtrane, Robben Ford, Soulive, Roy Rogers, Steffon Harris, Spyro Gyra, Yellowjackets, Medeski, Martin&Wood, Bill Evans, Nicholas Payton, Incognito, José James, David Sanborn , Roberto Fonseca, Tommy Castro, Ron Carter, Regina Carter, Russel Malone, Nenna Freelon, Kenny Garett, T.M.Stevens, John Hammond, Coco Montoya e Bad Plus, Raul de Sousa, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Egberto Gismonti, Wagner Tiso, Luciana Souza, Celso Blues Boy, Blues Etílicos, Dom Salvador, Naná Vasconcelos, Maurício Einhorn e Hélio Delmiro.

 

Mais do que um festival, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival é um lugar de encontros. Encontros de grandes músicos, de grandes histórias e de grandes plateias.

 

O Rio das Ostras Jazz & Blues é realizado pela Prefeitura Municipal de Rio das Ostras, Secretaria de Turismo, com produção da Azul Produções, por meio da Lei de Incentivo da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro.

 

18/11 (sexta-feira)

 

Palco Costazul, 20h

- Orquestra de Sopros de Rio das Ostras (abertura)

- Gilson Peranzzetta & Brass de Pina

- Bocato Jazz Acid

- Danny Vincent e Flávio Guimarães

 

19/11 (sábado)

 

Lagoa de Iriry, 14h15

- Bob Stroger & The Headcutters Blues Band

 

Palco Costazul, 20h

- Orquestra Kuarup (abertura)

- Wagner Tiso e Dudu Lima Trio - Tributo a Milton Nascimento

- Afro Jazz com participação especial de Jesuton

- Deanna Bogart & Big Joe Manfra Blues Band

 

20/11, domingo

 

Lagoa de Iriry, 14H15

- The Headcutters Blues Band

- Deanna Bogart & Big Joe Manfra Blues Band

 

Palcos:

 

Costazul - Show às 20h

Palco principal do festival, abriga uma praça de alimentação com restaurantes e bares, quiosques de produtos artesanais da cidade, venda de CDs, revistas e camisetas e telão que transmite os shows ao vivo, uma área especial de acessibilidade e área para motorhomes. Ainda em Costazul, há a Casa do Jazz e do Blues. No espaço, shows de bandas locais e exposições.

 

Lagoa de Iriry - Show às 14h15min

No palco da Lagoa de Iriry, o público está lado a lado com o artista em um anfiteatro circundado por vegetação típica de restinga. A Lagoa de Iriry fica no Jardim Bela Vista, em Costazul.

 

Concha Acústica da Praça de São Pedro - Show às 11h15min

Palco criado para a apresentação de novos talentos do jazz e do blues. Fica no centro de Rio das Ostras, ao ar livre e em frente ao mar.

 

O Rio das Ostras Jazz & Blues é realizado pela Prefeitura Municipal de Rio das Ostras, Secretaria de Turismo, e tem a produção da Azul Produções por meio da Lei de Incentivo da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro.

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    • Por maizanara
      Na Patagônia fizemos o nosso primeiro trekking sozinhos, o Circuito W no Parque Nacional de Torres del Paine,  e voltamos ao Brasil energizados para fazer o nosso primeiro em terras brasileñas.
      Só tinhamos um problema: qual? Qual trekking nós, mortais sem GPS,  faríamos?
      Foi aí que nossos amigos Ádria e Hugo, também mortais sem GPS em busca do primeiro trekking no Brasil,  lançaram o convite para fazermos a travessia de Petrópolis Teresópolis no feriado da Páscoa. E quer saber? Por que não? 
      Demos uma olhada nas fotos do Google,  Ádria fez as reservas das 2 noites de acampamento e as entradas do parque, e estava decidido, nossa aventura seria no Rio de Janeiro, dali 40 dias. 
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL

      E então, o perrengue a emoção começou
      O primeiro item do check list que apareceu foi o danado do GPS. Parecia noticiário "...no segundo dia em caso de mal tempo (neblina), o risco de se perder é grande. Utilize o GPS ou contrate um guia".
      Não queríamos contratar um guia,  opção nossa, e não tínhamos um GPS,  opção do nosso bolso.
      O segundo item era uma corda de 10 metros (eu aconselho 15 m) e essa nós tínhamos.
      Para todo restante acreditávamos estar preparados: comida, preparo físico,  primeiros socorros, equipamentos (exceto o GPS) e navegação por carta.
      Chegando ao Parque Partimos de São Paulo às 22h e chegamos à rodoviária de Petrópolis às 6h da manhã seguinte em um ônibus repleto de aventureiros com o mesmo destino, a travessia. Neste ônibus haviam 15 pessoas de um grupo guiado e 5 de outro, também guiado. Todos aqui têm guia? Sim, menos nós 3. É verdade, não éramos mais 4 e sim 3, já que o Hugo se machucou escalando. Ele até viajou conosco, mas teve que ficar em Petrópolis conhecendo todos os restaurantes, cervejarias e museus, enquanto sua esposa, Ádria, nos aturava por 3 dias. Que pena dela...
      Da rodoviária é preciso pegar 2 ônibus municipais para chegar até a sede do parque de Petrópolis (Bonfim), um até o Terminal Corrêas e outro (número 616 - Pinheiral) até a Escola Rural do Bonfim. 
      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL


      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL

       
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    • Por Caio Vinicius Aleixo
      Pra chegar em Ilha grande
      Fomos de Jundiaí pra SP (Rodoviaria do Tiete) 16,00
       Depois de SP para Angra 112,00 (sem taxa de conveniência pq comprei na rodoviária)
      Da rodoviária pegamos uber (7,00) pro cais. (da pra ir andando, uns 20 min)
      No cais compramos a travessia de barco rápido (90,00 ida e volta ou 50 cada trecho se comprar separado). Tem a opção de balsa que é 17 reais por trecho mas os horários são mais limitados (Angra-Ilha as 15h e Ilha angra as 10:30 se não me engano). O barco rápido faz o trajeto em 30 min mais ou menos, a balsa faz em mais ou menos 1h. Na volta acho que não compensa (se bater os horários) pegar o barco rápido, pqe ele fez uma parada em outra praia pra depois ir pra Angra, então deu o msm tempo da balsa. Se comprar o Barco rápido antecipado vc precisa deixar agendado o trecho de volta mas da pra re-agendar facilmente com o número do bilhete ligando no numero descrito tb no bilhete.
       
      Hospedagem
      Ficamos no Hostel Beach House, café da manhã ok, tinha café, leite, um suco que acho que é natural (diluído), pão, presunto e queijo (teve um dia que não teve), melancia e bolo.
      Os quartos são limpos, tem onde trancar a mala, fiquei num quarto pra 9 com um banheiro dentro do quarto (no final ficamos só em 3 pessoas no quarto pqe era baixa temporada na ilha). Custo é de 30,00 reais em dias da semana e 35,00 em fds. Hostel fica bem localizado, perto de mercado, farmácia, restaurantes (se bem que a vila é pequena nada é mt longe). Embaixo do hostel tem uma agencia de turismo
      http://bit.ly/Hostel_Beach_House

       
      Passeios
      Dia 1 - Lopes Mendes
      Fomos andando e voltamos de barco (20,00 barco rápido 15,00 barco mais lento)
      Tem a opção de ir e voltar de barco ou ir e voltar de trilha.
      A trilha é cansativa pqe sobe mt, e é relativamente longa (umas 2h30). A trilha é de mata fechada e tem 1 mirante basicamente (logo depois que terminar de subir tem uma parte de barro a direita, é ali que tem que subir). A trilha é longa então é bom ir de tênis.
       
      Dia 2 - Abraãozinho (lado norte da ilha)
      Fomos andando até a praia do abraãzinho (passa por varias praias até la, que são mais bonitas que a abraãozinho inclusive). Essa caminhada é de boa, vai beirando as praias.
       
      Dia 3 -  Passeio Praias paradisíacas 80,00
      Melhor Passeio na minha opinião, é um passeio que passa em várias ilhas de Angra (botinas cataguases, praia do dentista, lagoa azul (acho que é isso e tem mais uma que não lembro). Passeio é bom para snorkel, o passeio inclui snorkel, agua e macarrão (boia). as praias e ilhas são mto bonitas msm. o passeio foi feito de lancha com capacidade para umas 12 pessoas. (o passeio foi mt animado pqe tinha um carioca engraçadíssimo e uma galera animada na frente. Na frente o barco bate mais se o mar estiver agitado e o visual é melhor. Atrás molha mais caso o mar esteja agitado. Faz frio na volta desse passeio)
       
      Dia 4 - Cachoeira da feiticeira e tentativa de praia da feiticeira (lado sul da ilha)
      A trilha passa pela praia preta, antigo hospital (hospital p pessoas com lepra se não me engano, parece um presídio, mas não confunda com o antigo presídio que existia em 2 rios)
      a trilha não é tãão fácil mas é mais tranquilo que a trilha pra lopes mendes. No meio do caminho tem um lugar que a sinalização é estranha, acabamos pegando o caminho errado e não saímos na praia da feiticeira, saímos em uma praia do lado. Voltamos de barco (20,00) 
       
      Dia 5 - Passeio meia volta 100,00
      Passeio para em algumas praias mas os principais são Lagoa verde e lagoa azul, tem também a praia do amor (que fica de frente p onde gravaram alguma coisa do filme crepúsculo) gostei bastante do passeio mas preferi o “praias paradisíacas”. Passeio é bom para snorkel, o passeio inclui snorkel, água e macarrão (bóia) assim como o “praias paradisíacas”
       
      DICAS: 
      Leve tenis, muita coisa é feita de trilha e tênis vai tornar muito mais confortável as caminhadas
      Para os passeios de barco, de preferencia para os dias de sol, deixa o passeio/praias mt mais bonitos e a prática de snorkel ainda melhor.
      Lagoa azul e lagoa verde tem muita vida marinha, não deixe de praticar snorkel.
      Se sentir mt frio, leve blusa p os passeios de barco qnd estiver nublado (na volta pega mt vento)
      Existem diversos passeios, alguns feitos de escuna, que são mais baratos mas perde-se mt tempo navegando e passa em menos lugares. 
      O Hostel “Aquário” (http://bit.ly/2ueaRPF) da uma festa td noite, é de graça e só paga o que consumir.
      Alimentação vc acha de td, comi pf por 23 reais e moqueca (no restaurante lua e mar) que ficou 90,00 por pessoa (a comida é deliciosa e o ambiente bem massa, pegamos um prato que teoricamente é pra 2 e comemos em 3. Estávamos famintos e deu de boa)
      Comer no “Coruja” é um lugar que vende uma empanada SENSACIONAL, 8,00 e tem opções vegetarianas. lá tb tem promoção de 3 caipirinhas por 25 reais (varios restaurantes do lado tb tem)
      La tem mto estrangeiro, fui em setembro e tinha mt frances e argentino.
      Me disseram que em alta temporada os preços sobem MUITO, tanto passeios qnt restaurantes, hostel TUDO.
      O clima da ilha é meio Roots, não tem carro, é mt bom pra relaxar e fazer amizade. Achei a galera mt gente boa no geral.
       
      Contatos 
      Hostel beach house: http://bit.ly/Hostel_Beach_House
      Nativos turismo (onde fechei os passeios, fica logo em baixo do beach house)                                      24 99997 6382
       
      Quem quiser ver fotos ou tirar duvidas, me chama no instagram @caioviniciusaleixo (lá eu fico mais atento as mensagens)
       
    • Por Guia Claudia Lucia
      Beleza pessoal? Passando só para deixar contatos. Somos um grupo de trilhas no RJ, sempre haverá companhia para trilhar. Quando passar pelo RJ da uma olhadinha na nossa agenda, trilhas de segunda a segunda por R$25.
      AGENDA em nossas redes sociais
      No rodapé do site: partiunatureza.com
      Na aba eventos do Facebook:
      https://facebook.com/partiunatureza
      Nos destaques do Instagram:
      https://Instagram.com/trilhaspartiunatureza
       

    • Por isaribeiro
      Olá Mochileiros!
      Hoje vim relatar um pouco sobre minha viagem para Ilha Grande, que fica na cidade de Angra dos Reis, no Rio! Angra pra mim sempre foi sinônimo de luxo e riqueza e depois de trabalhar o ano todo, decidi separar um pouco mais de dinheiro e conhecer essa ilha. Como essa viagem aconteceu em agosto e minha memória não está tão fresca para preços exatos, vou tentar ao máximo resumir a experiência e dar dicas de como economizar e aproveitar esse paraíso.

                     
      RESUMÃO
      A ILHA – impressões, como chegar, onde ficar, onde comer, o que fazer e passeios.
       • Impressões e como chegar
      Bem, como o nome diz, Ilha Grande é uma ilha e nela só se chega por barco. Há diversas opções, mas decidimos contratar um serviço de transfer ida e volta que nos pegaria no Aeroporto do Galeão e nos deixaria em nosso hotel no Rio na volta. O valor do serviço incluindo transfer terrestre e marítimo com lancha rápida ida e volta custou R$210 reais por pessoa, com a empresa Transfer Ilha Grande que recomendo demais, o serviço foi muito bem prestado.
      Opções mais baratas para chegar na Ilha vindo do Rio é pegar carona/um ônibus na rodoviária até a cidade de Conceição de Jacareí e de lá comprar o ticket de barca para Abraão por 35,00.
      Em ilha grande existem 3 cidades para hospedagem: Abraão, Palmas, Araçatiba e Aventureiro (sendo que esse ultimo só se chega de barco saindo de Angra dos reis). Nossa escolha foi Abraão por ser a maior e principal. Logo no desembarque já sabíamos que a viagem valeria a pena, o lugar é paradisíaco. Não tenho palavras para descrever a beleza do lugar, uma vila simples, pequena, onde o comércio fecha de 13:00 – 17:00, rodeado por uma mata atlântica viva. O dress code é chinelo ou pé no chão, mas não esqueça de incluir um casaco e tênis na sua mochila.
       
      • Onde ficar
      Sobre as hospedagens em Abrãao... Precisa ser levado em consideração que a Ilha é um lugar bem simples, originalmente era uma vila de pescadores e tudo precisa chegar de barco. É uma logística meio complicada que também influencia na inflação dos preços. Estivemos na Ilha em agosto, baixa temporada para o Brasil, mas férias na Europa e consequentemente os valores não estavam tão baratos, pois a Ilha lota de Europeus nesse mês, fomos descobrir isso por lá. Estávamos em casal, não queríamos ficar em camping, nem quarto compartilhado, o ideal era uma pousada com cama confortável e chuveiro quente. As diárias variam muito, escolhemos a pousada Horizonte dos Borbas pelo custo benefício e ótima localização. Foram 6 diárias e o valor total ficou em R$ 877,50 com café da manhã incluso. Recomendo esse lugar, foi um bom achado. Opção mais barata para Ilha Grande é camping e hostel. Recomendo bastante o Che Lagarto. DICA MOCHILEIRA: acampar em Ilha Grande é um prato cheio. Caso decida por essa opção, não deixe de acampar em Parnaioca ou Aventureiro.  
       
      • Onde comer
      Comer em Ilha Grande é absurdamente caro. Não tem meio termo, ou você cozinha no hostel/camping ou gasta, no mínimo, 40 reais em um prato. Até no mercado as coisas são muito caras, e olha que sou de Brasília onde preços altos normalmente não assustam, o que me deixou meio indignada. Uma água de 5 litros custa 10,00. Se você for ficar hospedado em pousada/hotel, recomendo separar pelo menos 100 reais por dia para alimentação entre almoço e janta, contando que sua hospedagem tem café da manhã. Sim, não é exagero.
      O preço é caro, mas a comida é boa. Recomendo os seguintes lugares:
      - Café do Mar Bar e Restaurante
      - Lonier Garoupas
      - Pizzaria Fornilha
      - Ateliê Cafeteria
      - Creperia Tropicana
       
      • Passeios e o que fazer
      A Ilha é dividida entre trilhas que levam até algumas praias e passeios que você faz apenas com barco. As trilhas são perfeitamente demarcadas, não sendo necessário guia apenas disposição. Contratamos todos os passeios com a empresa LIG – Lanchas Ilha Grande. Os passeios saem diariamente de Abraão, não compramos nada com antecedência, porém alguns passeios são determinados pela maré, então recomendo ir atrás dos passeios logo na chegada para garantir. Fizemos os seguintes passeios em nossa estadia por lá:
      - Ilhas Paradisíacas (R$ 90,00)
      - Volta a Ilha (R$110,00)
      - Meia Volta (R$80,00)
      - Lopes Mendes (independente)
      - Trilha até praia de Abraãozinho (independente)
       
      Vou detalhar cada passeio a seguir:
       
    • Por Davi BT Santos
      https://chat.whatsapp.com/Ks6BieKQLhb2hNOoMsfmLu Estamos com um grupo no wpp, a principio será dia 13,14 e 15 de Março!


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