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Exato, Av Julia Kubitscheck.

 

Pra Arraial sai deste ponto no pé do Morro da Guia, junto ao Museu, sentido Rodoviária.

https://www.google.com.br/maps/@-22.8802714,-42.0224227,3a,75y,241.48h,67.87t/data=!3m6!1e1!3m4!1sVW1oqGgfL0qw3_VKOBhWmw!2e0!7i13312!8i6656!6m1!1e1

 

Pra Búzios é do outro lado da Avenida, sentido Canal/ponte/Rua dos Biquínis.

https://www.google.com.br/maps/@-22.8808105,-42.0229318,3a,75y,229.36h,62.77t/data=!3m6!1e1!3m4!1scfANxb-LJiLXrdKvmOF1xw!2e0!7i13312!8i6656!6m1!1e1

 

Horários (aproximados) você encontra aqui:

http://www.salineira.com.br/servicos/linhas-horarios-e-itinerarios/

 

Não deixe de conhecer:

Praia do Forte/Dunas

Ilha do Japonês

Praia do Peró/Conchas

 

Em Arraial é "obrigatório" ir nas prainhas descendo pelo pontal do Atalaia.

Praia do Forno também, mas tem trilha e caminhada.

Praia Grande.

O passeio de barco é recomendado, por passar em todas elas e ir na do farol, só acessível por eles.

 

As praias de Búzios são, em minha opinião, pouco atrativas pra banho, com exceção de Geribá. Muitas pedras... Mas o passeio de barco também é muito recomendado, a melhor visão de Búzios sem dúvida é pelo mar.

É indispensável falar da Orla Bardot e da Rua das pedras... Ir em Búzios tem que ir lá.

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  • 2 semanas depois...
  • Membros

Fala pessoal! Vou tirar minhas férias em outubro, e estou numa grande dúvida: não sei se vou pra Angra dos Reis, conhecendo tbm Ilha Grande, ou se vou pra região dos lagos, no roteiro de Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo. Vou com minha namorada, e quero saber onde q é mais romântico, qual tem os passeios mais legais para fazer, melhores restaurantes e custo-benefício tbm? ME AJUDEM POR FAVOR!!!

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  • Colaboradores

::ahhhh::::ahhhh:: Sou suspeito para dar opinião pq já fui 3 vezes em Buzius , e quatro vezes na Ilha Grande, e claro Arraial uma. Mas de boa amigo vai depender do que vc quer realmente pois são lugares muito diferentes.

 

Se quer um lugar romântico tanto faz um destino ou outro. A maior diferença é que na Ilha Grande vc não tem a mesma estrutura de Buzius e Arraial que tem muito mais opções de Bares e etc, muitas praias lindas e eu adoro Buzius e Arraial que parece o mar do Caribe, só não gosto de Cabo Frio pq virou cidade. Uma opção caso decida por Ilha Grande seria vc incluir Paraty no teu Roteiro, é romântica, uma cidade histórica, tem muitos bares para curtir com a namorada e as praias de Ilha Grande são maravilhosas e algumas bem desertas. ::tchann::::tchann::

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  • 3 semanas depois...
  • Colaboradores
Ah, eu tô em dúvida ainda, porém mais propenso em ir para região dos lagos mesmo...vc sabe me dizer se existem voos de SP para Cabo Frio?

 

Na inauguração do Aeroporto a Azul fazia o trecho Rio Cabo Frio, em geral custava uma pequena fortuna (Da última vez que pesquisei era na faixa de R$ 700,00 ida e volta), ma pelo que pesquisei não existe mais.

 

Dei uma olhada nesse site e só achei opções a partir do aeroporto de Confins em BH:

http://www.emsampa.com.br/voos/aeroporto_cabofrio.htm

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  • 1 mês depois...
  • Membros

De 18 a 20 de novembro, Rio das Ostras, balneário a 170km do Rio de Janeiro, realizará a décima quarta edição do Rio das Ostras Jazz & Blues. Serão 13 shows totalmente gratuitos por três palcos da cidade - Praça São Pedro, Lagoa de Iriry e Costazul.

 

A programação de 2016 promoverá o encontro de grandes nomes do jazz e do blues, além de apresentar novos expoentes do gênero no já tradicional palco da Praça São Pedro. A abertura do festival será na sexta-feira, dia 18, em Costazul, com a Orquestra de Sopros de Rio das Ostras.

 

Participam do 14º Rio das Ostras Jazz & Blues o guitarrista Bob Stroger - premiado duas vezes com o Blues Music Award de melhor baixista de blues - acompanhado pela The Headcutters Blues Band, banda de Itajaí, SC, que se destaca na nova geração do blues nacional; Danny Vicent, guitarrista argentino, que se apresentará ao lado do gaitista Flávio Guimarães, criador do Blues Etílicos; Deanna Bogart , multi-instrumentista e cantora americana de blues - vencedora de três Blues Music Awards na categoria melhor músico de sopro, que sobe ao palco com a Big Joe Manfra Blues Band, formada por Big Joe Manfra, Claudio Infante e César Lago.

 

A programação do festival traz ainda Dudu Lima Trio e Wagner Tiso, em um tributo a Milton Nascimento; o maestro e multi-instrumentista Gilson Peranzzetta, considerado um dos maiores arranjadores do mundo, acompanhado da Brass de Pina, banda formada por grandes nomes da música instrumental brasileira. Ainda nesta edição do Rio das Ostras Jazz & Blues a música eletrônica se mistura ao jazz na performance da Bocato Jazz Acid; e a fusão da música africana e brasileira vem com o grupo Afro Jazz, com participação especial de Jesuton.

 

Em 2016 o Rio das Ostras Jazz & Blues completa catorze anos de programação ininterrupta. Pelo festival passaram bandas e músicos em shows memoráveis. Entre eles, John Mayall & Bluesbreakers, Stanley Jordan, Omar Hakin, Mike Stern, John Scofield, Magic Slim, Jane Monheit, Richard Bonna, James Carter, T.S.Monk, Charles Musselwhite, Wallace Ronney, RaviColtrane, Robben Ford, Soulive, Roy Rogers, Steffon Harris, Spyro Gyra, Yellowjackets, Medeski, Martin&Wood, Bill Evans, Nicholas Payton, Incognito, José James, David Sanborn , Roberto Fonseca, Tommy Castro, Ron Carter, Regina Carter, Russel Malone, Nenna Freelon, Kenny Garett, T.M.Stevens, John Hammond, Coco Montoya e Bad Plus, Raul de Sousa, Yamandú Costa, Hamilton de Holanda, Egberto Gismonti, Wagner Tiso, Luciana Souza, Celso Blues Boy, Blues Etílicos, Dom Salvador, Naná Vasconcelos, Maurício Einhorn e Hélio Delmiro.

 

Mais do que um festival, o Rio das Ostras Jazz & Blues Festival é um lugar de encontros. Encontros de grandes músicos, de grandes histórias e de grandes plateias.

 

O Rio das Ostras Jazz & Blues é realizado pela Prefeitura Municipal de Rio das Ostras, Secretaria de Turismo, com produção da Azul Produções, por meio da Lei de Incentivo da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro.

 

18/11 (sexta-feira)

 

Palco Costazul, 20h

- Orquestra de Sopros de Rio das Ostras (abertura)

- Gilson Peranzzetta & Brass de Pina

- Bocato Jazz Acid

- Danny Vincent e Flávio Guimarães

 

19/11 (sábado)

 

Lagoa de Iriry, 14h15

- Bob Stroger & The Headcutters Blues Band

 

Palco Costazul, 20h

- Orquestra Kuarup (abertura)

- Wagner Tiso e Dudu Lima Trio - Tributo a Milton Nascimento

- Afro Jazz com participação especial de Jesuton

- Deanna Bogart & Big Joe Manfra Blues Band

 

20/11, domingo

 

Lagoa de Iriry, 14H15

- The Headcutters Blues Band

- Deanna Bogart & Big Joe Manfra Blues Band

 

Palcos:

 

Costazul - Show às 20h

Palco principal do festival, abriga uma praça de alimentação com restaurantes e bares, quiosques de produtos artesanais da cidade, venda de CDs, revistas e camisetas e telão que transmite os shows ao vivo, uma área especial de acessibilidade e área para motorhomes. Ainda em Costazul, há a Casa do Jazz e do Blues. No espaço, shows de bandas locais e exposições.

 

Lagoa de Iriry - Show às 14h15min

No palco da Lagoa de Iriry, o público está lado a lado com o artista em um anfiteatro circundado por vegetação típica de restinga. A Lagoa de Iriry fica no Jardim Bela Vista, em Costazul.

 

Concha Acústica da Praça de São Pedro - Show às 11h15min

Palco criado para a apresentação de novos talentos do jazz e do blues. Fica no centro de Rio das Ostras, ao ar livre e em frente ao mar.

 

O Rio das Ostras Jazz & Blues é realizado pela Prefeitura Municipal de Rio das Ostras, Secretaria de Turismo, e tem a produção da Azul Produções por meio da Lei de Incentivo da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro.

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  • Silnei changed the title to Cabo Frio e Arraial do Cabo

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      Da rodoviária é preciso pegar 2 ônibus municipais para chegar até a sede do parque de Petrópolis (Bonfim), um até o Terminal Corrêas e outro (número 616 - Pinheiral) até a Escola Rural do Bonfim. 
      DICA: em feriados corra para as filas destes ônibus, pois lotam e você pode acabar tendo que esperar próximo.
      Na sede, às 9h assinamos os termos, checaram as nossas entradas e acampamentos (leve impresso!) e pronto.  Pé na trilha!

      DIA 1
      O primeiro trecho até a bifurcação para a cachoeira Véu de Noiva (ponto de água) foi bem tranquilo, cachoeira para esquerda e Castelos do Açu para direita. Para chegar até a cachoeira, é preciso atravessar um rio de pedras escorregadias e a trilha continua até ela, que é linda e vale a pena. Sou daqueles que entra na cachoeira por mais gelada que esteja, mas não entra em um chuveiro gelado nem com reza brava.
      Aquele dia de céu azul ainda estava começando. Voltamos até a bifurcação e tocamos para Pedra do Queijo, nossa parada para almoço e um lugar para sentar estava concorrido. Então, continuamos até o Ajax (ponto de água). No primeiro dia são mais de 1.100 metros de altimetria conquistados em 7km. Puxado! O trecho final de subida, conhecido por Isabeloca, foi desviado da rota original, portanto se você está com GPS, cuide para estar com seu tracklog atualizado. A rota original está preservada para restauração da vegetação.
      O final da Isabeloca, marcou o começo das vistas de tirar o fôlego. A caminhada neste trecho estava tranquila, mas durante o caminho para o Morro do Açu, o sol já estava se pondo, e agora? Corremos para aproveitar a luz do dia ou ficamos para ver o sol se pôr? Pessoas experientes diriam para aproveitar a luz solar e apertar o passo. Nós aproveitamos a luz solar, acompanhamos cada raio de sol se escondendo em um pôr do sol maravilhoso, e depois apertamos o passo.  No primeiro dia não tem segredo! A trilha é muito bem marcada em meio à vegetação.
      A noite, chegamos ao Morro do Açu e lá, era possível acampar próximo ao abrigo ou à cabeça da tartaruga.

      DIA 2
      Este era o dia! Navegar sem GPS, passar pelo "elevador", "mergulho", "cavalinho" e chegar até o Abrigo 4, da Pedra do Sino.
      5h da matina, é hora de ver o sol nascer! Como um ritual, todos vão ao Castelos do Açu para este momento. 
      Fez um bocado de frio a noite, mas não deve ter chegado a 0° C. Levantamos acampamento, enchemos nossas garrafas de água e partimos. Geralmente, o tempo que se leva no primeiro dia é parecido com o tempo do segundo.
      Neste dia, existem pelo menos 2 trechos que são por laje de pedra que em caso de neblina, só um guia ou GPS poderão te salvar. Tome cuidado!

      A travessia começou ao lado do abrigo, sentido Pedra do Sino. Depois de pouco tempo encontramos uma descida íngreme e então uma laje de pedra. Como o tempo estava  bom, foi possível ver a continuação da trilha ao lado do vale.
      Continuamos e começamos a subir o Morro do Marco, na subida tivemos alguns trechos de trepa pedra e os primeiros escorregões e no final d a trilha (no topo) viramos para direita, caminhamos pela crista e a descemos pela laje de pedra em direção ao Dedo de Deus.
      Chegamos a um riacho na base do Morro da Luva onde tem sombra e água fresca, (estávamos precisando!). Conosco, haviam umas 10 pessoas e outras estavam chegando, então resolvemos sair para diminuir a fila da água.  Sim, havia fila. Tocamos para cima, agora subindo o Morro da Luva. O começo é pela mata, mas a sombra durou pouco, seguimos com um sol do agreste de tostar a moleira. Quando chegamos a crista, transmitindo uma paz e maior do que as fotos podem representar, surgiu a Pedra do Garrafão. Que vista!

      A trilha continua pela crista, atravessando o morro. Terá um vale e o sentido é para direita,  continuando entre lajes de pedra, trilha e atravessando outro riacho (ponto de água). Depois de um bom tempo atravessamos uma ponte de madeira e chegamos ao Elevador. Havia chovido nos dias anteriores e boa parte da trilha tinha lama e a Ádria que tomou todo cuidado para não molhar a bota a fim de escalar o "Elevador" sem o risco de escorregar, descobriu que ele inteiro estava molhado. Antes da subida, parada para almoço. E aí, grupos estavam chegando, a fila aumentando e o tempo passando.  Vamos. A subida não foi tranquila, teve muita atenção e tensão. Ferros da escada soltos e outros faltando, todo cuidado era pouco (sem falar no peso da mochila te empurrando). Um pé de cada vez, sem pressa. Pronto, passamos.
      INSPIRADOS NA TRAVESSIA PETRÔ X TERÊ CRIAMOS UMA CAMISETA INCRÍVEL


      Como recompensa um cubinho de doce de leite doado pelo amigo da trilha, a Maiza (com a mão bem limpinha) não pensou duas vezes. Obrigado amigo!
      Após o elevador, seguimos até encontrar mais um trecho de laje, agora mais íngreme, onde era possível ver 2 pês cravados na rocha que podem ser muito úteis em dias de chuva forte. Por todos estes trechos onde caminhamos pelas rochas foi possível encontrar os totens (foto abaixo). Já as setas indicando a direção (amarela para Teresópolis e branca para Petrópolis) eram raras. Subimos a crista do Dinossauro, passamos pelo Vale das Antas (ponto de água), continuamos pela Pedra da Baleia, depois zizagueando pelas lajes de pedra chegamos ao Mergulho.
      O Mergulho é uma depressão (buraco) no final das lajes de pedra com uns 5 metros de altura. Quando chagemaos, um casal com corda, ajudava outros dois trilheiros, que não tinham. Então, começamos a nos preparar enquanto a fila se formava atrás de nós. Optamos por fazer um pequeno rapel pois achamos que era o mais seguro para aquela pedra úmida e escorregadia (imagine em dias de chuva!). No meio do rapel da Ádria, chegou um quarteto de cabras da peste, metidos a Indiana Jones, querendo passar rapidinho e ao mesmo tempo que a Ádria. 
           - Amigo,  quer passar, passa, mas não segura na corda que ela está pendurada né?
      Pois é, esses Indiana Jones estavam sem o chicote para lançar na árvore e usar feito cipó.
      Pronto, mergulho superado,  então vamos para o próximo,  o Cavalinho.
      Quando chegamos lá,  adivinha quem estava travado com medo de altura e não conseguia passar pelo cavalinho?  Um dos Indiana Jones.
           - É amigo,  no filme era mais fácil, né?
      Assim como no Mergulho, tiramos as mochilas e passei primeiro para içá-las. No Cavalinho existe um "pê" para proteção que usei para içar um Indiana Jones, dois Crocodilos Dundee, a Ádria, a Maiza, quatro pessoas que não tinham corda, tampouco guia e onze mochilas, até que chegou o grupo guiado pelo Janio,  que me perguntou:
      - Você é guia?
      - Não, estou mais para bom samaritano de trilha mesmo.
      - Eita, então pode continuar que ali em cima tem uma passagem pior que essa, e o pessoal deve estar te esperando .
      Dito e feito, dali 10 metros, a turma estava lá me esperando. Mais um trecho bem complicado com necessidade do uso da corda. Acredito que levamos mais de 1 hora, entre o Mergulho, Cavalinho e o último trepa pedra, pois foram trechos técnicos, com fila e ajuda aos desavisados.
      Dali em diante, a trilha foi tranquila e rápida até o Abrigo 4. 

      Dica: chegando ao abrigo, a primeira coisa a se fazer é colocar o nome na fila do banho quente, caso você tenha comprado, pois a espera pode ser bem longa. Armamos a barraca, a Maiza fez um jantar sinistro, comemos e esperamos, esperamos, até que eu comecei a dormir em pé esperando a minha vez no banho. Quer saber? Já tomei um banho de cachoeira antes de ontem, vou dormir. A Maiza conseguiu revender o meu banho e o lugar na fila.
      DIA 3
      5h da manhã, hora de acordar para ir ver o sol nascer na Pedra do Sino. Chegamos em 30 minutos, com tempo para andar pelo pico e escolher o melhor lugar para dar bom dia ao sol.

      Descemos, levantamos acampamento e seguimos morro abaixo. O caminho foi óbvio e tranquilo, com vários pontos de água. Chegamos à portaria da sede em Teresópolis realizados! Satisfeitos com cada minuto desta travessia e famintos.
      Andamos até o ponto de ônibus indicado pelos funcionários do parque, e próximo à rodoviária comemos um PF de respeito. Entramos no ônibus para Petrópolis, depois para o hostel e finalmente tomei banho.
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