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Bravo Mochileiro

Descomplicando o Vale do Pati - Com ou Sem Guia (fotos)

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A primeira coisa que uma pessoa que nunca fez trilhas longas pensa antes de fazer uma trilha de 5 dias é: “meu deus do céu, vou andar sem parar 5 dias, será que eu agüento? Nhe nhe nhe nhe”. Bem, tem trilha que é isso mesmo, kkkkk, andar sem parar o tempo todo! Eu particularmente adoro isso! Mas o Vale do Pati, não, você anda bastante nos dias de ir e de voltar, mas os dias que você fica no Vale as caminhadas são até os atrativos do local, e essas caminhadas, dependendo de onde você estiver, não são tão longas assim, e você pode tirar uns dias de descanso no próprio Vale. Já vive em uma agitação louca de tempo e horários durante a vida toda, na cidade, vai ficar na mesma nóia no PARAÍSO? Sai dessa, vamos descomplicar o Vale do Pati AGORA!!!

 

 

Os preços praticados pelos guias na Chapada Diamantina são altos (principalmente se você é um mochileiro quebrado como eu). Para o Vale do Pati pratica-se o preço de R$ 150,00 por pessoa por dia, incluindo alimentação durante a trilha, estadia na casa de nativos, alguns guias cozinham e levam todo o peso bruto da comida, panelas, kit de primeiro socorros, neste caso o turista leva apenas uma mochila de ataque com seus itens pessoais e não precisa fazer nada além de levar seu próprio corpo, outra opção é sem nada incluso que custa cerca de R$ 80,00 por pessoa por dia, neste caso o guia apenas conduzirá o turista pelas trilhas, ficando a cargo do contratante pagar a estadia diretamente aos nativos e levar sua comida, o guia vai ajudar a fazer a comida, caso tenha que ser feita na mata. Levando-se em conta que o Vale do Pati oferece várias atrações naturais e cada uma exige um dia para ser visitada e gasta-se no mínimo um dia inteiro para chegar no vale e outro para ir embora, o passeio exigirá então, no mínimo, para conhecer muito pouco o vale, 4 dias, o que já custaria a apenas um turista a bagatela mínima de R$ 320,00 sem contar os gastos com comida e estadia, e ele vai ver muito pouco do Vale. Esse valor pode variar de acordo com a época do ano e quantidade de pessoas no grupo. Eu recomendo o mínimo de 6 dias no Vale, e ainda acho pouco, imagine que para um grupo de 4 pessoas esse passeio de 6 dias sairia um total de R$ 3600,00 com tudo incluso, um valor bem interessante para um guia fazer em apenas uma guiada de menos de uma semana, não é?! Imagine grupos grandes com 10 pessoas ou mais, neste caso o guia contrata ajudantes que carregam peso e ajudam os turistas durante a trilha, evitando que se dispersem do grupo e se percam, mas o valor sobe estratosfericamente e torna o trekking inviável para muita gente quebrada como eu.

Outra opção é pegar a trilha por conta própria, sem guias e sem gastos exorbitantes. Essa opção é bem mais arriscada e exige algum preparo extra, além de resistência física (sempre vai exigir resistência, com ou sem guia), mas é perfeitamente possível se você já está minimamente familiarizado com trilhas e acampamento. Ou seja, se você já foi escoteiro, já pegou outras trilhas com pernoite na mata, sabe ascender fogo e cozinhar, enfim, se tiver noção do que está fazendo, vá sem guias. O guia sempre será uma segurança, além de conhecer a flora, a fauna e a história do lugar, o fator limitante aqui é grana ou vontade de se aventurar sozinho (os dois no meu caso). E para mim o próprio guia é um fator limitante, eu gosto de fazer o que me der na telha e não de seguir roteiros pré-programados que todo mundo faz!

Agora se você for optar por um guia, exija da agência ou procure um guia NATIVO e converse com ele antes de fechar, pra ver se as personalidades batem, existem muitos guias de fora no Capão, alguns são muito bons, conhecem muito a mata, são boas pessoas e desejam o bem do turista, mas alguns são uns xibungos que falam abertamente que gringo tem mais é que se perder, que dão indicações erradas, que apagam marcações nas trilhas, que arrumam brigas com pessoas que vão sem pagar guias e só querem seu dinheiro, cuidado com esse tipo de guia, muitas vezes eles são os mais “descolados” que cobram mais barato pois não tem a quem guiar, normalmente. Cuidado com os muito doidos que dizem que são guias mas não sabem de nada do mato. Procure referências, peça para ver fotos, entenda a trilha que você vai fazer antes de fazer!

As trilhas do Vale do Pati são algumas das trilhas mais movimentadas do Mundo e estão sempre cheias de turistas, trilhas dessas (pense bem) não podem ser pouco marcadas, e não são, dizem que as trilhas do Capão não são trilhas, são rodovias, de tão marcadas que são (kkkkk) e você provavelmente vai encontrar outros grupos caminhando na mesma trilha (hora perfeita para aproveitar para tirar dúvidas com o guia dos outros). Ao contrário do que dizem, as trilhas são muito fáceis de encontrar, embora sejam longas. Você só vai se perder se pegar uma trilha muito menor e menos marcada que a trilha principal, o que intuitivamente não vai fazer e se fizer, relaxe, você acabou de aprender um caminho novo para lugar nenhum e nunca mais vai entrar nele outra vez, volte por onde veio e encontre o seu erro, agora entendendo mais a geografia do lugar, sem se desesperar.

Existem muitas trilhas que levam ao Vale do Pati, as mais famosas saem do Vale do Capão, de Guiné e de Andaraí. A trilha clássica e o visual mais bonito é uma das três que saem do Capão. A trilha mais curta, porém menos impressionante, leva o vale do Pati à Guiné. Uma linda trilha usada antigamente pelos mais de 2000 habitantes que existiam no Pati é a trilha que leva à Andaraí pela Ladeira do Império. Também existem trilhas que levam à Mucugê e Igatu, mas são bem mais roots e eu não conheço ainda.

As 3 trilhas que ligam o Capão ao Pati tem um bom trecho em comum, saem do “Bomba” (bairro do Capão) subindo em direção ao Gerais dos Vieiras, passando pelo Córrego das Galinhas, uns minutos a frente pode se ver um extenso caminho levando às montanhas do Pati, à direita se vê uma enorme serra (Serra do Candombá) que se estende praticamente em linha reta até o Pati, à esquerda se vê cadeias de montanhas que lhe fazem perceber que está no meio de um enorme vale onde se encontra o Gerais do Vieira (Gerais é um tipo de fito fisionomia, com solo raso e vegetação geralmente rasteira, muito sol na moleira).

Nesse ponto, depois do Córrego das Galinhas existe a primeira bifurcação importante, existe uma grande trilha principal que segue aparentemente para a direita enquanto outra trilha, também bem marcada, segue para a esquerda. A trilha da esquerda é a trilha que leva ao Pati passando pela Cachoeira do Calixto, é uma trilha mais difícil, exige pernoite na mata (existe um lugar onde as pessoas usualmente acampam, se chama Toca do Gaúcho), passa por uma parte descampada e depois por uma floresta que me arremeteu à Mata Atlântica e à Mata Ciliar (do Cerrado), até chegar na fabulosa Cachoeira do Calixto, depois mais 3horas de caminhada na floresta, recheada de aves e palmito Jussara nativo, chega-se à “Prefeitura” ou “Casa de Jailson” que são, na verdade, casas de nativos que recebem os turistas, eles oferecem quartos com camas (R$ 25,00), alojamentos para isolante térmico (R$ 15,00) ou área para camping (R$12,00), também oferecem refeições (a combinar).

Retornando à primeira bifurcação, viramos agora à direita, continuando a trilha principal por alguns minutos, passando por alguns córregos (nunca vire nas trilhas à esquerda a partir daí, siga a principal, pela direita), chegamos agora em um corregozinho bem impactado, com várias trilhazinhas para tudo que é lado. Esse é um momento de atenção!!! Explore as alternativas de trilhas do lugar para se localizar!!! Seguindo reto você vai subir um pequeno elevado onde vai haver uma bifurcação bem visível, à esquerda andando apenas alguns metros você vai chegar no “Rancho dos Vaqueiros”, é um ponto de apoio coletivo, trata-se de uma casinha de pau-a-pique que fica trancada, mas tem uma varandinha que pode ser utilizada para dormir e/ou cozinhar, existe uma piscina natural de água geláááááda e algumas árvores frutíferas (que se você tiver sorte vai estar na época), voltando à bifurcação, à direita é a “Trilha das Mulas”, só seguir reto e sem dó de ser feliz que essa trilha vai te levar direto para a “Igrejinha” ou “Ruinha”, tenha em mente que a Serra do Candombá estará sempre à sua direita e é só ir a seguindo ao longe que não tem erro. Vale lembrar que das 3 trilhas que ligam o Capão ao Pati essa Trilha das Mulas é a mais curta, porém não tem o mesmo visual das outras duas e da vez que passei por ela estava chovendo e a lama mole da trilha fazia meu pé afundar até o tornozelo a cada pisada, as vezes até a metade da canela, sem contar as urtigas e samambaias que vão te queimando e arranhando durante o percurso, também é a trilha que tem mais sombra, acho que em época de pouca chuva é tranqüilo de fazer. Voltando ao riacho impactado, virando bruscamente à direita, no rumo da Serra do Candombá, está a trilha mais bonita e clássica do Vale do Pati, seguindo essa direita chega-se no pé da serra onde se inicia a subida do “Quebra Bunda”, é uma subida vertiginosa de uns 30 minutos, sobe até o “Gerais do Rio Preto” que é a parte superior da serra, a partir daí é só ir margeando a beira da Serra por quase todo o percurso, existem várias entradinhas à esquerda que levam a belíssimos mirantes, vale a pena entrar em todas para descansar e olhar. Permaneça na trilha principal e não entre nas bifurcações à direita, elas te levarão a Guiné. Seguindo a serra por algumas horas você chegará à beira da “Rampa” descida vertiginosa e tensa (que vira uma subida deliciosamente torturante caso volte por aí). Essa parte exige atenção pois se não perceber o lajedo da descida vai passar reto e errar a trilha, indo no rumo do Cachoeirão por cima ou Mucugê (acredite, você não vai chegar em Mucugê se errar essa trilha, é bem longe, só vai andar pra cacete e depois voltar tudo) . Do alto da Rampa se vê uma montanha com uma trilha bem marcada em um morrinho logo à frente, abaixo e à direita já dá pra ver a “Igrejinha”, se você estiver nesse ponto, procure a descida, vai ser fácil de achar, mas cuidado na hora de descer.

Chegando em baixo, você vai ver que a descida cruza uma trilha, virando à esquerda você vai chegar em menos de 10 minutos na Igrejinha, seguindo reto você vai passar por uma pontezinha improvisada e depois subir a trilha do “morrinho” que você viu lá de cima, depois desce tudo e pronto, você estará dentro do Vale do Pati, vai passar pela casa de Dona Lea, seguindo depois para a casa de André e de Dona Raquel.

 

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Das atrações do vale destaca-se a convivência com os nativos, que habitam o lugar a algumas décadas, vivendo de modo tradicional, com o que eles tem lá, meio de transporte lá é cavalo e burro, fora a caminhada, constroem suas casas com madeira e barro locais, quase sem cimento, que é pouco utilizado apenas nas bases das casas mais novas, tem uma culinária peculiar, não deixe de provar o Palmito de Jaca e o Godó de Banana Verde, converse muito com eles, entenda mais do seu modo simples de viver, talvez você nunca mais volte a ser o mesmo!

 

 

 

Dentro do Vale do Pati existem várias atrações naturais onde é possível a visitação, as mais conhecidas e visitadas são: Cachoeiras dos Funis, Morro do Castelo (ou Lapinha), Cachoeira do Calixto, Cachoeirão (por cima e por baixo), Poção (ou Poço da Árvore). Vou explanar um pouco como são atrativos tendo como ponto inicial a Casa de Dona Raquel, que é o lugar mais famoso onde a galera fica quando chega, além da casa de Dona Raquel, também tem a Igrejinha, Casa de Dona Lea, Casa de André, Casa de Agnaldo e Casa de Seu Wilson, que ficam no chamado “Pati de Cima” que é por onde a galera que vem do Capão normalmente chega. Ainda tem o “Pati de Baixo” onde tem a Prefeitura, Casa de Jailson, Casa de Seu Eduardo e Casa de Jóia que também recebem turistas. Procure ter um mapa que vai ajudar MUUUUITO, você pode conseguir um bem detalhado por R$ 20,00 na pousada “Pé na Trilha”, no Capão.

 

Cachoeiras dos Funis: é um dos atrativos mais perto (ponto de referência Casa de D. Raquel), para chegar na primeira cachoeira é preciso pegar uma trilha subindo que passa ao lado da casa de Seu Wilson, depois desce tudo à direita até chegar na margem do rio Pati e vai subindo, a partir daí não tem erro. Chegando na primeira cachoeira que já pede um bom banho, vai seguindo pelo lado esquerdo do leito (esquerdo de quem vai subindo o rio) pelas trilhas, vai chegar na Segunda cachoeira, preste atenção do lado esquerdo tem uma “escalaminhada” sobe ela, passa pela cachoeira por cima, e continua pelo lado esquerdo as trilhas até a ultima cachoeira que tem um bom lajedo para tomar um solzinho no melhor estilo calango.

 

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Morro do Castelo: Fica de frente para a Casa de D. Raquel e o acesso é por uma subida íngreme, porém curta do outro lado do rio, pouco depois da Escolinha abandonada do Pati. Chegando lá em cima (aproximadamente 40min de subida depois) tem um mirante de onde se vê o Pati e as casas dos moradores, também da pra ver a ultima cachoeira dos Funis. Seguindo a trilha por mais 15 minutos você vai chegar à boca de uma gruta que atravessa para o outro lado da montanha, você vai ter que entrar nessa gruta, então leve lanterna, atravessou a gruta está do outro lado do Castelo, subindo umas pedras saindo por uma fenda. Virando a esquerda existe uma trilha que leva ao mirante mais espetacular da Chapada Diamantina, de lá se vê os dois vales, do Rio Pati e do Rio da Lapinha, no primeiro a ultima cachoeira dos Funis e no segundo a belíssima Cachoeira do Calixto, da até pra ouvir o som da água! Voltando para a fenda e v irando a direita a trilha leva a um novo mirante que dá pra ver o Pati de Baixo, seguindo a trilhazinha a esquerda passando pela mata vai chegar em um terceiro ponto de caverna chamado “Janela”, entrando lá e descendo para a caverna você vai dar em uma galeria subterrânea ainda maior que a primeira e percorrendo toda ela chega em uma fenda que vai dar bem no meio da primeira galeria por onde passamos na primeira entrada da gruta, vire a esquerda e vai estar de novo na boca da gruta, voltando a trilha. Não deixe de subir o Castelo se for no Pati, é sensacional! Pico mais lindo que eu vi na Diamantina!

 

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Cachoeira do Calixto: uma belíssima cachoeira, convidativa para um delicioso banho, saindo de D. Raquel passando pela prefeitura, atravessa o rio pelas pedras, contorna o morro do Castelo e o Morro Branco do Pati, chegou nela, uma andada de 3horas de duração, porém vale MUITO a pena, lá tem lugar para armar barraca, então se não quiser ir e voltar, programe bem seu itinerário para passar pelo Calixto quando estiver deixando o Pati. Mais no final vou deixar um roteiro interessante para se seguir no Vale.

 

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Cachoeirão: existem vários caminhos que levam ao cachoeirão, vou falar só dos mais simples, os outros descem fendas íngremes e perigosas, então se quiser saber desses caminhos, pergunte lá no Pati para algum nativo, ele vai te explicar melhor que ninguém, mas cuidado com o baianês deles! O Cachoeirão é como a Cachoeira da fumaça, um barranco de 300 metros de altura no final de um vale profundo de onde se desprendem mais de 20 cachoeiras com até 280 metros (na época de cheia), um lugar incrível. As trilhas por baixo e por cima são bem diferentes uma da outra, por cima tem que voltar de D. Raquel sentido Igrejinha, ao invés de subir o barranquinho, continue a trilha a esquerda, como se estivesse indo para trás da Serra do Sobradinho, vai passar por uma porteira, abra e feche a porteira, siga a trilha principal, atravesse o rio, suba uma ladeirinha, vai dar lá em cima do Candombá novamente, continue a trilha, vai passar por umas arvorezinhas onde a galera acampa e seguir direto, lá na frente, cerca de 1h30 de caminhada depois vai haver uma bifurcação, a esquerda é nosso caminho, a direita vai para Mucugê, não vá para Mucugê, é longe pra caralho (eu já me perdi aí e andei o dia todo sem ver nada, só sol quente e nenhuma árvore) pegando a esquerda vamos parar em um lajedo, olhando para frente tem uma descida e la na frente já da pra ver a trilha, siga as setinhas e a trilha mais batida. Nesse ponto é só lajedo, muita gente se perde aí, então preste muita atenção para não se perder na volta. Atravessa um reguinho d’água, à direita fica a Toca do Gavião, ponto de dormir, siga reto para o cachoeirão. Chegando lá tem um lajedinho e um pocinho do rio, do lado esquerdo do rio atravessa para um dos mirantes, do lado direito para o outro mirante, explore o lugar todo a partir daí, entre nas trilhazinhas e vá tirando suas próprias conclusões, não esqueça da máquina fotográfica, eu tenho muito poucas fotos daí pois acabou a bateria da câmera, das duas vezes q fui lá, não deixe o mesmo acontecer com você. Cachoeirão por baixo, siga de D. Raquel sentido Prefeitura, na prefeitura passe direto e vire a esquerda e vá caminhando até a Casa de Eduardo, no caminho você vai passar pela entrada do Poção que fica logo antes de uma ladeira à esquerda perto de uma grande pedra (Toca da Árvore). Chegando em Seu Eduardo provavelmente você vai ter que dormir lá, de D. Raquel até S. Eduardo são 3h de caminhada, e de Seu Eduardo até o Cachoeirão, mais 2 horas, então já viu, vai andar! Cuidado no caminho do cachoeirão por baixo, são muitas pedras escorregadias e boa parte do caminho é pelo leito do rio, não se arrisque demais, lembre-se que o socorro está bem longe! Chegando lá você vai ver o primeiro poço, suba as pedras e lá dentro da floresta procure um caminhozinho meio fechado à esquerda, vai dar no Poço do Coração, lindíssimo e geladíssimo!

 

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Com essas explicações, um bom mapa, noção do que está fazendo, aquela “boca de quem vai à Roma” e um pouco de coragem você vai conseguir curtir o Pati sem gastar rios de dinheiro e sem a rigidez de um guia por perto. Pura diversão!

 

Roteiro MASTER 360 no Pati:

Dia 1: Caminhada Capão – Casa de Dona Raquel (pernoite)

Dia 2: Descanso na casa de D. Raquel ou pule para o dia 3

Dia 3: Cachoeiras Dos Funís e volta pra D. Raquel (pernoite)

Dia 4: Casa D. Raquel – Cachoeirão por Cima – Casa D. Raquel (pernoite)

Dia 5: Castelo de manhã, almoço em D. Raquel, caminhada até a Prefeitura (pernoite)

Dia 6: Caminhada Prefeitura - Poção (Poço da Árvore) - Casa de S. Eduardo (pernoite)

Dia 7: Caminhada S. Eduardo – Cachoeira do Calixto (pernoite em barraca)

Dia 8: Cachoeira do Calixto – Vale do Capão

Obs: É interessante deixar uns dias pra descanso, é bem intenso e o resultado é o mesmo de um SPA, mesmo comendo feito um touro você vai chegar mais magro. Esse roteiro dá pra adaptar de modo a passar a noite na casa de vários nativos.

 

 

ATENÇÃO: Cuidado com seus pertences. Não deixe lixo em lugar nenhum, leve todo ele com você, inclusive o orgânico, ele se decompõe sim, mas também causa impacto, não existe farinha de trigo no mato, não existe sal, nem açúcar refinado, então não deixe eles lá. Use sabão de coco para se lavar e lavar os utensílios, sempre em água corrente. Não acenda fogueiras debaixo das grutas, muitas delas já estão pretas de tanta fumaça, ao invés de queimar madeira leve um fogareiro, ou no mínimo um litro de álcool e uma latinha de atum, você já consegue cozinhar assim. Não retire plantas e pedras. Deixe somente pegadas e leve apenas saudade e fotografias. Tenha consciência, outros passarão por ali depois de você. Use esse texto com responsabilidade. Não se arrisque demais!

 

Quem gostou do texto e quiser seguir minha fanpage:

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  • Amei 2

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Muito Bom o relato, agradeço as informações. Escreves muito bem.

Tens diposição de responder a algumas de minhas dúvidas, estou indo para lá em fevereiro e penso em fazer sem guia.

 

Abs.

 

Vinicius

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Você escreve bem mesmo... Uma ótima descrição, deu a sensação de que eu estava realmente lá. rs!

Parabéns!

Depois desse relato, senti mais segurança em fazer sem guia.

Você acha que é tranquilo fazer sozinha?

 

Abraço,

Thays.

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Thays, eu já fiz a trilha e não recomendo fazer sozinho a não ser se você for experiente em trilhas, se este não for o caso recomendo ir com mais pessoas, onde pelo menos uma seja experiente em trilhas... isso é muito importante para evitar perrengues no meio no mato! Por sinal eu estou querendo fazer essa trilha, estarei na chapada a partir de 20 de dezembro!

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Olá a todos!

 

Adorei a descrição, estou muito ansioso para fazer essa viagem mas tenho uma dúvida.

 

O total da minha viagem será de 23 dias (graças a deus!), logo estarei levando muito mais peso do que o necessário para um passeio de 5 ou 6 dias. Existe algum lugar onde eu possa deixar meu peso extra, seja no Capào ou em Andaraí?

 

 

Abraços a todos!

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Pois eh galera, se voce nao esta acostumado com mato não vá sozinho ou sem alguém quer conheça. Mesmo se comece mato evite andar sozinho por esse tipo d trilha.

 

Existem lugares onde voce pode deixar suas coisas para fazer a trilha, as pousadas e campings geralmente quardam a bagagem do hospede quando saem para as trilhas.

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Olá galera!

 

Pow cara, sua descrição me deu mais segurança, vou fazer essa trip agora no carnaval com alguns amigos, vou até imprimir o relato pra me situar junto com o mapa. Agora estou querendo atravessar até andaraí, depois de visitar as atrações do vale é tranquilo seguir até andaraí em vez de retornar pro Capão?

Agradeço se puder tirar essa dúvida.

 

Abração!!

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Olá! Estou indo agora no começo de maio e só vou ter 3 dias, o que vc sugere????

Nossa cara, o guia mais barato que falei cobrou 750,00 pelo passeio.

No Monte Roraima por 8 dias vc paga esse mesmo valor!

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Luziania,

 

Se desejar te passo um contato de um excelente guia na Chapada.

Já fiz várias travessias com ele na região.

Tem um excelente custo x beneficio! Excelente cozinheiro!!

 

Abraços,

 

William

[email protected]

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Parabéns pela descrição.

 

Fui uma vez ao Pati pelo Capão e mês que vem (19/05/14) estou indo por Guiné e volto pelo Capão. Comprei o mapa pra me sentir mais seguro e visitar outras atrações que não conheço ainda.

 

Com seu relato, ficou mais fácil ainda.

 

Muito obrigado.

 

 

Guilherme Luz

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    • Por lucband
      Eu, Lúcio, e minha esposa Marlene, 61 e 55 anos respectivamente, havíamos feito muuuuitos acampamentos (já fazia camping selvagem na década de sessenta) e algumas trilhas, mas a mais exigente até então havia sido a Ferrovia do Trigo, de nível fácil a moderado, além de pequenos trechos de montanha. Tínhamos o sonho de chegar ao topo do Pico Paraná (PP), a montanha mais alta do Sul do país, com 1.877 metros, mas sabíamos que seria muito difícil, então nem nos preocupamos em fazer preparação física especial, somente o que fazemos normalmente: eu jogo Tênis competitivo, minha esposa caminha e corre na esteira, caminhamos seis a oito quilômetros, andamos de bicicleta. Quase todo dia fazemos uma dessas atividades.  Meu planejamento inicial seria chegar com as cargueiras até o Caratuva (com possibilidade de acampar no cume do morro do Getúlio caso estivéssemos muito cansados) acampar e seguir no dia seguinte para o Pico Paraná, percorrendo a Trilha da Conquista até o acampamento 1 (A1). Escolhi pernoitar no Caratuva porque pensei que, se não conseguisse chegar ao Pico Paraná, pelo menos teria o prazer de ver o nascer e o pôr do sol no segundo mais alto pico da região Sul. Fiz um planejamento minucioso, para evitar aperto, e ficamos esperando um final de semana com tempo bom, até que finalmente chegou o grande dia, o feriado de Tiradentes, com uma previsão de tempo perfeito.
      Nos acompanharam na aventura a Tânia, uma amiga nossa com a nossa faixa etária, seus dois filhos Guilherme e Riana, os três com experiência em trilhas, pois fizeram a Ferrovia do Trigo conosco, mas sem experiencia em montanha, e um casal de jovens amigos, Diego e Marina, que não tinham feito nenhuma trilha ainda. Saímos de Chapecó na quinta, dia 19/04/18, à tardinha e pernoitamos em uma Pousada em Quatro Barras, a 30 quilômetros do PP. Na sexta cedinho rumamos para a Fazenda Pico Paraná, onde conversamos com o Dilson e comentamos sobre nosso planejamento. Ele nos recomendou não acampar no Caratuva, porque a trilha da Conquista não era muito usada e era muito fácil de se perder, e falou que era melhor acamparmos no Itapiroca, fazendo a trilha normal para chegar ao PP. Aceitamos a sugestão, afinal o bom planejamento é aquele que prevê alternativas, colocamos as cargueiras, tiramos uma foto e partimos.

      A tradicional foto da partida: Riana, Marina, Diego, Marlene, Lúcio, Guilherme e Tânia.
       
      Com o corpo ainda frio, quase morremos ao subir o íngreme gramado inicial na fazenda kkk (lembrei do filme Por Aqui e Por Ali - A Walk in the Woods, imperdível). Tocamos em frente, sem pressa, parando para apreciar a paisagem e tirar muitas fotos. Perto de uma da tarde chegamos na bica, depois da bifurcação do Caratuva, onde paramos para almoçar um delicioso Cup Nodles turbinado com sopa Vono e meio pacote de queijo ralado para cada um.

      Riana almoçando na bica.
       
      Depois de quase uma hora de descanso, abastecemos de água para o acampamento e tocamos em frente. Com dois quilos a mais em cada mochila o cansaço logo aumentou, e chegamos estropiados ao Itapiroca em torno de quinze e trinta, a tempo de montar acampamento, subir o pequeno trecho até o cume, deixar uma mensagem no livro e apreciar um belo pôr do sol.

      Na chegada ao Pico Itapiroca, eu e Marle dividindo o sabor da conquista.
       

      Deitado na barraca, namorando o Pico Paraná e imaginando como era longe...
       

      Nossas barracas com o PP ao fundo. Em primeiro plano o saco para lixo (traga de volta todo seu lixo e mais um pouco como colaboração).
       
      À noite deve ter feito menos de zero grau, porque estava ventando muito e mesmo assim formou gelo nas barracas. Estávamos bem agasalhados e com bons sacos de dormir, mas mesmo assim passamos frio...

      Na primeira noite formou gelo nas botas, isso que estavam no avanço da barraca...
       
      No dia seguinte bem cedo acordamos para ver o nascer do sol, e as oito horas estávamos prontos para partir para o PP.

      Nascer do sol com o Pico Paraná ao fundo. Parece uma pessoa deitada, onde o PP é o nariz...
       
      Escondi nossa comida no mato (porque na trilha do Pontal de Tapes nos roubaram algumas coisas a noite, inclusive toda nossa comida, nos deixando em situação de risco, fiz um relato aqui no Mochileiros.com), deixamos nas barracas somente os isolantes, os sacos de dormir e alguns itens menos valiosos e saímos com três a quatro quilos em cada cargueira. Tudo na expectativa de não passar muito aperto caso furtassem nossas barracas enquanto estivéssemos na trilha... E fomos subindo, descendo, pulando, escalando, curtindo a paisagem, tirando fotos, bebendo água geladinha de cada fonte que tinha no caminho, até chegar no Acampamento 2 (A2), em torno de onze e meia, onde Tânia e Marina disseram que ficariam ali nos esperando, porque estavam cansadas.

      Marle, Marina e Diego escalando o paredão.
       
      Fomos atrás da bica de água para reabastecer, pegamos somente uma mochila, com água, kit remédios e kit de emergência, e partimos os cinco restantes para o ataque ao PP. Depois de pouco mais de meia hora, parecia que estávamos chegando ao cume, ficamos felizes, mas... não era o cume, avistamos mais um caminho por dentro da mata, e um paredão ameaçador no final, e o cume nos chamando lá em cima. Diego, Riana e Guilherme desanimaram e disseram que não iriam continuar... olhei para a Marle, para ver se ela estava bem, ela me olhou firme e disse: vamos! Não pensei duas vezes, peguei duas garrafas de água, coloquei uma em cada bolso da calça e saímos quase correndo em direção ao pico, com a adrenalina a mil. Chegamos lá em menos de quinze minutos, ainda gritamos para nossos amigos, dizendo que o último trecho era fácil, que era para eles tentarem subir, mas eles não entenderam, acharam que estávamos acenando para eles e voltaram para o A2.

      Eu e a Marle na pedra, ao lado do livro do cume do Pico Paraná.
      Nos abraçamos, rimos que nem crianças, sem acreditar que conseguimos chegar lá, tiramos muitas fotos, curtimos a paisagem, deixamos uma mensagem no livro do cume, sentamos um pouco e iniciamos a caminhada de volta, porque não tínhamos muito tempo, eram mais quatro horas até o acampamento base no Itapiroca, já era mais de duas da tarde e não queríamos pegar noite na trilha. Ao chegar no A2, onde o resto da galera nos esperava, um susto: Guilherme estava com câimbras, eu fiquei com medo de que ele não conseguisse retornar e tivesse que ficar no A2, sem abrigo. Demos para ele um coquetel energético (Capuchino com leite em pó adicional, Carb up, mandolate e Snickers, que mistura!), o que fez com que ele melhorasse (pelo menos das câimbras, porquê o estomago foi detonado kkkk) e ficasse em condições de iniciar a jornada de volta. No caminho abastecemos de água novamente, no último filete que tinha na trilha, ficamos com as mochilas mais pesadas, o que aumentou o cansaço, e acabamos chegando no Itapiroca já quase de noite, as dezoito horas, exaustos. Uma janta quente e uma cumbuca de sopa passada de mão em mão, como em um ritual indígena, nos reanimou, o frio estava menor (ou o cansaço maior?) daí pudemos dormir melhor.
      No dia seguinte, acordamos cedo, a tempo de ver mais uma vez o belo nascer do sol, arrumamos as cargueiras e iniciamos a descida em um bom ritmo, às oito horas. Fazendo as tradicionais paradas para descansar, tirar fotos e apreciar a paisagem, às onze e meia chegamos na Fazenda Pico Paraná e fomos correndo encontrar uma churrascaria para tirar o atraso de comida e bebida. Que ótimo sabor tem a comida e bebida depois da trilha!

      A chegada na fazenda Pico Paraná
       
      Acho que alguns montanhistas contumazes vão rir da nossa história, achando muito fácil chegar ao cume do PP, mas na nossa idade acredito que poucas pessoas teriam a preparação física e principalmente mental para sequer conseguir chegar com as cargueiras até o Itapiroca, o que dirá sair do Itapiroca no dia seguinte, com algum peso na mochila, ir ao PP e voltar. Ficamos muito felizes em poder provar que a velhice está na cabeça das pessoas, e que nunca é tarde para realizar seus sonhos, por mais malucos que possam parecer. O pior é que descobri o que muitos falavam e eu não imaginava o estrago que fazia: o bicho da montanha nos picou e contaminou, ficamos viciados e já estamos preparando nova jornada, agora para conhecer o Pico Caratuva... A montanha é o paraíso na Terra!
       

      No mirante próximo ao A2... nossa sinergia nos faz mais fortes!
    • Por Astrolábio Trip
       Fernando de Noronha é um arquipélago que pertence ao estado de Pernambuco. Noronha acaba sendo um destino não muito econômico, pois todos os produtos utilizados no arquipélago vêm do continente, o que os encarece bastante. Mas cada centavo gasto é muito bem recompensado pelas paisagens. Lembrando que a Baía do Sancho está em primeiro lugar na lista das 25 praias mais bonitas do Brasil pela Traveller’s Choice 2018 e a Praia da Cacimba do Padre também está lá.
      Como chegar:
             As duas companhias aéreas que operam voos para Noronha são a Gol e a Azul. Momento “Lá vem estória”: Essa parte me dói só de lembrar. Rs Estava pesquisando já há algum tempo os preços de passagem, até que achei por 700,00, aí fiquei na indecisão: compro ou não compro? Resultado: não comprei. Quando foi a tarde, a passagem já estava 1200,00, fiz a desesperada e comprei. No dia seguinte estava 700,00 de novo. Moral da estória: se a passagem estiver barata, compra logo ou espera o valor reduzir novamente.

           Para entrar na Ilha é necessário o pagamento da Taxa de Preservação Ambiental que varia de acordo com o tempo de permanência. Segue tabela abaixo:

             Mais informações no site http://www.noronha.pe.gov.br/turPreservacao.php
             Dica: Já compre antes pela internet para evitar filas no aeroporto. E guarde o comprovante !
          Além da taxa de preservação, é preciso comprar um Ingresso do Parque Nacional Marinho para acessar alguns locais como a Baía do Sueste,a trilha para o Mirante da Baía do Sancho e a Praia do Atalaia, que está R$ 97,00 para brasileiros e R$195,00 para estrangeiros e também pode ser comprado pelo site https://tickets.parnanoronha.com.br/ ou direto lá em Noronha.
      Onde ficar:
             Como os valores de hospedagens em hotéis em alta temporada eram muito altos para meu orçamento, depois de muito pesquisa, descobri que alguns moradores fazem adaptações em suas casas transformando em “mini pousadas”. Escolhi a “Casa da Albertina”, pois tinha um valor atrativo e foi super atenciosa comigo e a localização era excelente, no centro – na Vila dos Remédios. Acabei ficando em um quarto anexo do outro lado da rua da casa principal, com micro-ondas, frigobar e sanduicheira. Como o café da manhã não estava incluído, foram extremamente úteis. Quem quiser, eu passo o contato.
      O que levar:
      > Se ainda não tiver um snorkel, acho válido comprar o seu. Pois você o usará em praticamente todas as atividades, além de poder utilizar em outras viagens e não precisará gastar com o aluguel (além de ser mais higiênico também.rs)
      > Câmera subaquática ou gopro. Mas há alguns lugares que alugam essas câmeras.
      > Protetor solar e labial
      > Um tênis confortável, se for fazer as trilhas.
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      O que fazer em Fernando de Noronha
             Fiquei 6 dias em Noronha e pra mim foi o tempo ideal para aproveitar os passeios de barco, de Buggy, mergulho e trilhas. A ilha não é muito grande, mas oferece muito para se ver e fazer. Organize-se para não desperdiçar nem um minuto!
      Praia da Cacimba do Padre, Baía dos Porcos e Sancho.
             Um dos cenários mais bonitos de Noronha, em cima e embaixo d´água. O acesso  à Baía dos Porcos e Sancho não é dos mais simples. Do mirante da Baía do Sancho há uma escada na fenda de um penhasco para descer até a Praia do Sancho, mas como tudo em Noronha, vale a pena o esforço para mergulhar nas águas transparentes repletas de peixes e conseguir apreciar o Morro Dois Irmãos de excelentes ângulos.

      Ilha Tour
             O passeio pelo arquipélago que pode ser realizado em buggy, van ou 4×4 (dependendo da agência) com visita às praias, pontos históricos, com parada para banho, mergulho livre e dura o dia inteiro. Inclui ainda os mirantes e a Vila dos Remédios. O almoço não está incluso.

      Mergulho
             Os mergulhos são os pontos altos de Fernando de Noronha. Devido à sua preservação, podemos entrar em contato com toda sua diversidade de fauna marinha.

              As agências de turismo oferecem mergulhos para credenciados e batismo. Mas como sou uma viajante econômica, achei muito caro. Até que na volta de um dos passeios, chegando na Praia do Porto, conheci um rapaz que cobrava a metade do preço para o mergulho até o Naufrágio GregoEleane Stathatos, afundado em 1929, próximo ao Porto de Santo Antônioe sua profundidade é de 8 metros. Já estava incluído no valor todos os equipamentos (roupa de Neoprene, pés de pato, cilindro, máscara, colete). Para mim esse mergulho foi ideal. Mas para os mais corajosos, oriento verificar direto com as agências os de maior profundidade.
            Pôr do sol        Esse é um espetáculo à parte. Os locais mais disputados (sim, ficam cheios) para assistir são a Praia da Conceição, Cacimba do padre e do forte Nossa Senhora do Remédios e o Forte São Pedro do Boldró (nos levam no final do Ilhatour).
      Projeto Tamar
      Além das palestras ambientais que acontecem diariamente às 20h, sobre tubarões, tartarugas, golfinhos e o próprio Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, há uma atividade imperdível: o monitoramento de tartarugas marinhas. Esta atividade pode ser acompanhada por nós, todas as 2ª e 5ª feiras, e é realizada através de captura intencional para marcação das tartarugas, na Praia da Baía do Sueste.
      Museu do Tubarão
             No museus do tubarão podemos conhecer um pouco mais sobre estes animais e as espécies presentes em Noronha. Há também um restaurante anexo. Uma parte bem divertida desse local são as esculturas onde podemos tirar muitas fotos, além da vista maravilhosa como em toda ilha.

             Gostou? Então não perca o próximo post com a continuação da viagem, com os Passeios de Barco, Trilhas, vida noturna e dicas úteis.
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        Até breve, pessoal! Xoxo
    • Por peresosk

      Antes de sair perguntando eu viajei com bastante tempo e nada melhor que voltar a Istambul para uma mini temporada, na primeira vez que estive em 2015 fiquei 4 dias inteiros, desta vez resolvi ficar 10 e explorar com mais calma algumas regiões novas.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      Dias: 10
      Noites em Hostel: 3
      Couchsurfing: 7
      Valor Gasto em Real: R$291,60 ($91,13)
      Média Diária em Real: R$29,60 ($9,11)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/btbLUM
      Vale ressaltar que estive hospedado com couchsurfing que acaba gastando muito menos, como não paguei para ver atrações turísticas o valor é este mesmo. Como eu já tinho ido a vários lugares pagos em 2015 não achei necessário repetir, além de caro não seria nenhuma surpresa para mim.
      Peguei um voo direto de Varsóvia (Polônia) para Istambul, a primeira coisa para ser fazer na cidade é um cartão transporte que vale no metrô, bondes e ônibus, você vai precisar, nem adianta tentar pagar com dinheiro.
      O mês foi início de setembro com um clima impressionante perfeito, acho que peguei apenas 1 dia nublado e com temperaturas acima dos 25 graus.

      Fonte de Tophane, durante o século 18 serviu de fonte de água pública
      Minha sugestão para 3 ou 4 dias na cidade é dividir em setores, não somente em Istambul mas qualquer cidade gigante, não faz sentir se matar de andar em dois dias para tirar foto e ir embora. Andar pelo centro histórico (apesar de praticamente toda a cidade ser histórica) é fácil, o trânsito é assustador principalmente nos horários de pico, então fica a dica para evitar deslocamento nestes horários.
      Os dois primeiros dias fiquei em um hostel na região de Karaköy, custou por volta de $8,33 dólares, só valeu mesmo por estar perto de onde gostaria de explorar, por este preço não espere grande coisa em Istambul. Mas serviu principalmente para não ficar subindo a descendo os morros de Karaköy, por lá fui fácil até a Praça Taksim.

      A Praça Taksim é um dos point durante o dia, várias opções para comer por menos de 10 Liras

      Igreja Santo Antônio de Pádua, uma igreja católica no centro de Istambul
      Uma das atrações principais da cidade é a Torre de Gálata, onde você vai deixar algumas liras para subir nela, nenhumas das duas vezes senti curiosidade, mas as fotos na internet são bem interessantes, tem fila até mesmo no inverno mas é tranquilo. Não espere conseguir uma foto dela sem uma lente de ângulo aberto, pois a bichinha é grande mesmo com mais de 66 metros de altura.

      A Torre de Gálata de 1348, foi fez parte da expansão da colônia genovesa de Constantinopla

      A Torre de Gálata se destaca até mesmo do outro lado do Rio Bósforo
      A Avenida İstiklal é uma boa pedida para quem deseja comprar produtos de marcas e comer em bons restaurantes, existe um bondinho clássico fazendo uma rota até a Praça Taksim, mas desta vez estava em reforma e nem vi a cor dele. Nestes dois primeiros dias eu andei com muita calma na região e garanto que foi uma ótima escolha ficar hospedado ali.
      Apesar de não estar exatamente perto do meu hostel resolvi ir até Beşiktaş, por lá encontrei centenas de pescadores e gatos tentando roubar os peixes. Por lá também tem a Ponte do Bósforo que une o lado Europeu o Ásiatico da cidade, mas não pode cruzar a pé, então tire o seu cavalinho da chuva.

      Meu primeiro couchsurfing da viagem pela Ásia, um casal que sabe como ninguém fazer uma jantar
      Consegui um casal para ficar em sua casa, eles moram pertinho do aeroporto Atatürk, o que não é exatamente perto mas fácil para chegar ao centro. A recepção dos Turcos foi em grande estilo, extremamente simpáticos e simples como todos que conheci durante a minha viagem.
      Tempo colaborando decidi explorar o Distrito de Sultanahmet, onde se encontra as principais atrações da cidade e também claro um monte de turistas, lembrando que a Turquia é um país seguro para viajar, mas podem acontecer atentados terroristas sim.
      Fiz com calma a Mesquita Azul, Hipódromo e seus arredores, Basílica de Santa Sofia que é paga eu não entrei, o mesmo para a Cisterna da Basílica e o Palácio de Topkapı, os quais visitei na minha viagem para Istambul em 2015.

      A Mesquita Azul é um dos pontos mais visitados entre os turistas

      O interior da Mesquita Azul é de impressionar

      Hipódromo de Constantinopla foi o centro esportivo e social da capital do Império Bizantino
      Pode anotar uma coisa, na sua primeira vez para ver esta pequena região você vai precisar de um DIA INTEIRO, não adianta inventar moda que é quase impossível especialmente pois o Palácio é bem grande, uma dica minha é terminar o dia comendo um sanduíche de peixe ali na Ponte de Gálata, custava uns 10 Liras em 2017, é bem simples tipo pão com peixe e deu, acredite você vai voltar para comer outras vezes.

      Dentro destes coloridos barcos tem sanduíche de peixe, uma tradicional delícia de Istambul
      Continuando a explorar partes não lotadas de orientais resolvi andar por Fatih, uma antiga região da Constantinopla que fica uns 30 minutos andando de Sultanahmet. Separei uma tarde inteira e sem um gps você acaba se perdendo nas centenas de curvas e subidas, em baixo existe uma rua principal para os turistas. Alguns moradores parecem não gostar muito da presença de gringos, bom para observar locais de verdade.
      Lá existe um colégio grego, algumas igrejas em reformas devido a sua idade e um mirante com vista para a torre de Gálata, o bom mesmo é andar sem guia e ir descobrindo cada canto de Fatih.

      Prepare-se para encontrar muitas subidas em Fatih

      Algumas mulheres escolhem cobrir o corpo todo, não é uma obrigação religiosa

      Aqueduto de Valente, do ano 368 era responsável para a chegada de água até Constantinopla
      Se quiser combinar no mesmo dia é possível com uma caminhada até o Spice e Grande Bazar, como o nome fala são dois enormes lugares onde você pode comprar de tudo, eu falei tudo mesmo dentro de uma normalidade, joias, roupas, brinquedos, chás, tapetes, louças, decoração em geral. Se você vai com a intenção de comprar algo só digo boa sorte, algumas horas do dia se torna irritante andar por ruas entupidas de gente, como da foto abaixo.
      Espere encontrar turcos e árabes falando bom dia para você, afinal de contas Brasileiros são facilmente reconhecidos, também preços nas alturas para você treinar o seu poder de barganha, o normal é começar com 3 ou 4 vezes mais caros que o normal. Se você não fala Turco não tem problema, os vendedores sabem quem comprar souvenir é gringo, e eles vão fazer o possível para lhe vender, quase comprei um tapete e eles mesmo enviam para o Brasil, coisa fina.

      Não espere encontrar muito espaço para andar no Grand Bazaar de Istambul

      Chá é coisa séria na Turquia, e eles são incríveis. Também espere pagar bem caro

      O Grand Bazaar é enorme sendo impossível ver todas as lojas, mas tudo é separado por tipo

      O Grand Bazaar fica aberto até umas 7 da noite, melhor mesmo é ir bem cedo
      Comer em Istambul é muito fácil, desde uma simples torrada, kebab, peixe ou arroz com frango você vai encontrar opções baratas até bem caras. Como sempre eu gosto de economizar e comer onde os moradores vão, com 10 Liras é possível fazer um almoço regular. Fica humanamente impossível falar o que e onde comer na cidade, só não vale ficar indo em fast-food na Turquia.
      Nos meus últimos 4 dias na cidade acabei ficando na casa de uma brasileira que trabalha com turismo, voltando para Gálata por sinal, com um razoável sistema de metrô é possível de deslocar pela cidade, uma pena que ônibus seja mais funcional, ou pelo menos tenta pelo horrível trânsito. Entendo que como Istambul seja muito antiga é difícil construir metrô para todas as regiões.
      Uma volta durante a noite é altamente recomendável, especialmente para conferir as iluminações das várias mesquitas, no verão eu garanto que foi muito melhor que em janeiro, onde o vento foi complicado.

      Muito comum este copos com saladas serem vendidos perto da Ponte de Gálata, 2 Liras

      Basílica de Santa Sofia

      A Mesquita Azul fica mais bonita durante a noite
      Resumo da ópera, Istambul não é uma cidade para apenas 2 ou 3 dias e muito menos para uma visita na vida. Mesmo quem não goste de cidade grande acho difícil não se apaixonar por este lugar, não espere uma Europa organizada ou limpa, espere sim encontrar muita gente legal pelo caminho, especialmente quem hospeda viajantes pelo couchsurfing. Foi minha segunda visita na cidade, onde os 10 dias passaram voando.
      Não escrevo dicas do que fazer pois isto vai depender do gosto de cada um, considero mais importante viver o clima de uma cidade e suas pessoas, do que apenas ficar visitando pontos turísticos.
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    • Por fal
      ROTEIRO PIAÇABUÇU E MACEIÓ ARREDORES
      No sábado 28 de abril 2012 às 7:30 peguei os mochileiros no hotel e fomos para litoral sul de alagoas com destino principal Piaçabuçu . Paramos no mirante da praia do Gunga para fotografar e prestigiar a linda paisagem, seguimos para Piaçabuçu.Chegando às 9:30 para fazer o passeio de barco com a agência Site: http://www.faroldafozecoturismo.com Telefone: (82) 3552-1298 (82) 9975-1975 valor 35 reais duração 3h sendo 1hora para chegar, 1 hora para permanece na foz e 1 hora para voltar . A maioria dos barqueiros não te levam exatamente para a foz, então eles param uns 2km do encontro do mar com o rio são Francisco e vc tem que andar mais ou menos 1 hora, então qd for procurar ver um barqueiro que te leve até ao encontro. Pelo que vi vc pode chegar na beira do rio na cidade e lá há vários barqueiros, então poderá negociar valor e que te leve até a foz. No barco conhecermos um casal de salvador super simpático, fizemos amizade. Quando descemos fomos almoçar no restaurante Santiago de frente p o rio (5 pessoas pagamos total 83reais com refri peixe frio arabaiana e acho que dourado), seguimos todos no mesmo carro para Penedo(25km de paiçabuçu),mas como eu e os dois mochileiros tínhamos que voltar para Maceió não paramos na cidade,mas vale muito a pena dormir em piaçabuçu(foi o que o casal de salvador fez) e no dia seguinte ir só para penedo para ver com um guia e conhecer a parte histórica que é enorme. Duas horas de viagem na volta para Maceió.
       
      Gastos
      76 reais de álcool – combustível
      35 reais passeio para foz do rio de barco
      83 reais almoço no santiago para 5 pessoas
      Gasto por pessoa 77 reais
       
      Dicas para piaçabuçu:
      • Programe pegar estrada ainda claro.No nordeste amanhece super cedo ,então às 5:30 já está tudo claro e às 17:30 tudo escuro. Estrada para piaçabuçu alguns trechos com buracos.
      • Leve para o barco biscoitos, sanduiche, achocolatado e frutas, pois lá só vende refri, água cocada e uns salgados fritos. Agência que fechamos o passeio nos dá um isopor com refri, água cerveja que levamos e pagamos na volta a consumação.
      • Na foz conversamos com um senhor que tem uma barraca lá e ele nos contou que ali havia uma cidade que foi engolida pelo rio. Tomamos uma cachaça deliciosa de uma fruta que ele diz que só tem em piaçabuçu,mas não recordo o nome.
      • Dica é ficar em piaçabuçu uma diária para ir a penedo e na volta vim parando em coruripe, miai de cima e baixo e entre as outras que der
      • A noite vá passear pela cidade e bater papo com os moradores, pois em cada casa há no mínimo duas cadeiras de balanço para passar o dia todo jogando conversa fora.
      • Se precisar sair do hotel ou pousada antes do café ser servido poderá tomar café na bodega do sertão (av jatiúca) acho que abre às 5:30 ou na padaria na av. João davino (defronte a concessionária mangabeiras veículos) que abre às 6horas(preço mais em conta que na bodega) em ambos são a quilo.
       
      29 de abril de 2012- domingo
      Peguei o pessoal no hotel às 7:30 e realizamos o seguinte trajeto:
      • praia de jatiúca e ponta verde para tirarmos fotos
      • bairro de bebedouro para para ver alguns casarões antigos(não descemos do carro)
      • pelo dique estrada observando a lagoa (não descemos do carro)
      • Marechal Deodoro conhecer a casa do marechal e lá fomos guiados por uma guia que nos contou a história da família, mostrou objetos e replicas(não paga,mas eles pedem contribuição,sempre bom deixar alguma coisa(lá pegamos um mapa bem explicativo dos mares e lagoas no litoral sul, não deixe de fazer o mesmo)
      • Praia do francês para tirarmos fotos
      • Praia barra de são Miguel para tirarmos fotos
      • Massagueira de baixo para tirarmos fotos
      • Barra nova, onde há uma praia chamada de praia que de um lago é a lagoa e do outro o mar .vc pagar 3 reais para o barqueiro te levar para o outro lado. Reduto de lanchas e Jet Sky .
      • Massagueira redutos de restaurantes
      • Ilha de santa Rita- onde pegarmos um barco do restaurante Joel para atravessar (travessia grátis)e almoçamos lá mesmo. Pedimos peixe frito arabaiana para 3 pessoas . 60 reais com bebidas.
      • Chegamos em Maceió âs 14 horas e eles seguiram para Maragogi
      • Mas para quem ainda tem tempo pode fazer passeio das 9 ilhas para fechar o dia
       
       
      Gastos
      56 reais de álcool – combustível
      60 reais almoço no bar do joel para 3 pessoas
      Gasto por pessoa 39 reais





    • Por lhrodrigues
      Nosso hino nessa aventura foi Erasmo Carlos e Renato Russo cantando "A carta"...por quê? porquê passado um ano retornamos à mesma origem que nos levou ao Jalapão e que foi demais! O guia: Flávio da NorteTur, a amiga: Clara, e desta vez com uma nova integrante: Luzia, com um novo destino: Chapada das Mesas. Então vamos lá. Saindo de Palmas rumo ao Maranhão e com a alma livre, leve e solta. No caminho visitamos um sítio de árvores fossilizadas, nunca havia visto, foi demais. O caminho de Palmas até Carolina, onde ficam as maiores atrações, é um pouco longe ainda que seja mais perto do que se tivéssemos saído de S. Luiz, mas fomos parando para fotos, lanchinho, abacaxi geladinho, risadas e "A Carta"... até Carolina, ou um pouco depois, numa pousada que abriga uma cachoeira sensacional. Uma não ... várias, como vimos no dia seguinte. Foram tantas que não consigo me lembrar o nome de todas, mas não dá pra esquecer a de Santa Bárbara, onde a maioria das pessoas enxerga uma Santa e onde eu não me dei conta que era aquela e perguntei: a que horas a gente vai na cachoeira da Santa? só risadas... a de São Romão, o encanto azul, as trilhas super estruturadas, enfim, não dá pra esquecer nada. A Luzia também é Bióloga e fomos biologando e fotografando pegadas: de onça, de jaguatirica, aves, pequenos mamíferos, a diversidade da flora belíssima, além do grupo é claro. E é Clara, que com suas genialidades tornou a expedição mais interessante até com Max Gehringer dando suas dicas fantásticas de corporativismo e mercado de trabalho enquanto não chegávamos aos destinos . E, claro e Clara, a música que nos acompanhou: a Carta!
      Não dá pra esquecer a viagem, com o profissionalismo do Flávio e agora DUAS melhores amigas, a Chapada das Mesas foi tudo de bom, quero voltar!
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