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Dia 31/01 – Alguns pontos turísticos de Madri e... futebol!

 

Desde que colocamos o pé para fora do hostal, vimos uma movimentação de pessoas que pareciam estar se dirigindo a alguma passeata ou algo do tipo, todas com camisetas ou portando uma bandeira roxa. Ficamos curiosos.

Caminhamos até a Plaza de Cibeles, e dali fomos até a Puerta de Alcalá.

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Voltamos, e demos uma olhada no valor da entrada para o prédio do Palacio de Comunicaciones, mas resolvemos andar mais pela cidade. Fomos até a Puerta del Sol, a movimentação de pessoas envolvidas com aquela manifestação só aumentava.

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Voltamos em direção à Plaza de Cibeles, mas a movimentação de pessoas tinha se transformado em uma multidão! A rua estava tomada, com muitos policiais, camburões, etc, o clima parecia tenso :o ! Percorremos um outro caminho para fugir daquele tumulto, e fomos para o Parque del Retiro.

O parque é muito gostoso, e o dia estava muito bonito, o que ajudava. Famílias passeando, pessoas correndo, pedalando, passeando com seu cachorro... enfim, aquele clima legal de parque. Ficamos ali um bom tempo, curtindo.

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Nos dirigimos a uma estação do metrô. Lá compramos o passe que dá direito a 10 viagens, e que pode ser usado por mais de uma pessoa, custou €12,20 – muito vantajoso, pois só uma viagem custa entre €1,5 e €2.

Compramos na máquina de autoatendimento, bem tranquilo. Mas na hora de passar o cartão no leitor, nada acontecia. Procuramos um funcionário que estava por ali, que verificou que o cartão não funcionava. Ele trocou nosso cartão por um novo, nos perguntou onde estávamos indo, explicou qual linha pegar, onde descer etc, foi super gentil.

O metrô de Madri, apesar de possuir muitas linhas, é fácil de usar. É muito bem sinalizado, com gráficos das linhas, tudo que a gente precisa.

E então chegamos no aguardado Santiago Bernabeu! Ao sair da estação de metrô a gente já dá de cara com ele. Como eu já relatei antes, não tínhamos conseguido comprar entradas pela internet, então fomos direto à bilheteria. Os ingressos mais baratos estavam esgotados, compramos o segundo mais barato que foi €50! Tudo bem, não é qualquer hora que a gente assiste ao Real Madrid!

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Como chegamos um pouco cedo (com medo de não conseguir ingressos), fomos procurar um lugar para lanchar/almoçar. As opções de almoço não eram interessantes, então comemos uns bocadillos de tortilla, que é bem típico na Espanha. Aproveitamos para fazer um programa que nunca fazemos juntos: tomar cerveja antes de entrar no estádio. Costumamos ir a jogos, mas não juntos: sou colorada, e ele é gremista!

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Quando finalmente entramos no estádio... uou! Sensacional! Nosso assento era lá em cima, bem longe do campo, mas quem se importa? O único porém é que ventava bastante, aumentando o frio de cerca de 1º que fazia. Estávamos sentindo muito, muito frio, mesmo cheios de roupas.

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Não se engane com a foto acima, até começar o jogo o estádio encheu!

E começa o jogo! Cristiano Ronaldo tinha feito o favor de ser expulso no jogo anterior, então estava suspenso. Tivemos que nos “contentar” com James Rodrigues, Tony Kroos, Benzema, Bale, Sérgio Ramos e por aí vai... uma seleção!

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Logo que começou o jogo, começou a passar a sensação de frio. Não que tenha ficado quente, mas ficou confortável. Olhamos para cima, e havia aquecedores enormes presos sob a cobertura do estádio! Surreal!

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O jogo terminou Real Madrid 4 x 1 Real Sociedad, uma experiência inesquecível.

Pegamos o metrô, e voltamos até o Museu Reina Sofia. Antes comemos um bocadillo de calamares (sanduíche com anéis de lula empanados), que também é típico espanhol. Achei gostoso, e eu nem gosto de lulas.

Aproveitamos o horário grátis do Reina Sofia, das 19h às 21h. Vimos, é claro, o Guernica, além de uma seção de obras do Dalí e artistas do seu período. No mais, não nos interessou muito, não curtimos arte moderna. Diferente do que aconteceu no Museu do Prado, nesse aqui saímos antes de acabar o horário, e sem dó de não ter visto mais coisas.

O Rodrigo tinha se empolgado e comprado uma manta do Real Madrid antes de entrar no jogo, e vários funcionários do museu conversaram com a gente por causa disso, perguntando se o jogo estava bom, se tínhamos gostado, quem tinha feito os gols. Aproveitamos e pedimos para um deles uma dica de mercado perto dali, pois não havíamos visto nenhum. Ele explicou direitinho como chegar. Compramos alguns biscoitos, água, suco, coisinhas para levar no bate-volta do dia seguinte e também para lanchar mais tarde, gastamos menos de €5.

Vimos notícias de que aquela manifestação que estava acontecendo reuniu cerca de 100 mil pessoas! Eles estavam reivindicando mudanças diversas, pois a Espanha atualmente tem uma taxa de desemprego superior a 20%! Fazendo um parênteses no relato, tanto em Portugal quanto na Espanha vimos muitas pessoas mendigando. Pessoas com plaquinhas que diziam que estavam desempregadas e precisavam de ajuda, ou então pessoas de idade simplesmente abordando quem passava e pedindo dinheiro. Bem triste!

 

Dia 01/02 – Bate-volta a Segóvia

 

Pegamos o metrô até a estação Moncloa, entramos no terminal de ônibus que fica anexo, e procuramos o guichê da empresa Sepulvedana (horários e preços atualizados: http://www.lasepulvedana.es/). Chegamos a tempo de pegar o ônibus das 9h15, mas já estava lotado e só conseguimos para o das 10h. Custou €14,76 por pessoa, com o horário da volta em aberto. Aproveitamos para tomar café no Dunkin Donuts da estação e usar o wi-fi até o horário do ônibus.

55 minutos de viagem e chegamos em Segóvia. Colocamos o pé para fora da estação e já sentimos como seria o dia: muito frio! ::Cold::

Em poucos minutos caminhando chegamos em frente ao aqueduto, lindíssimo!

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Ali mesmo há um posto de informações turísticas, pegamos um mapa e diversas informações com um atendente super atencioso.

Exploramos um pedaço da cidade, subindo pela lateral do aqueduto e caminhando pelas ruas até a Catedral. Entramos nela, olhamos um pouco, estava iniciando uma visita guiada à torre. A visita custava €5 e durava cerca de 1 hora, optamos por não fazer (na verdade já estávamos meio enjoados de ver igrejas e catedrais e com ainda menos vontade de ter que pagar por isso).

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Fomos até o Alcázar, nos informamos sobre a visitação, e voltamos para almoçar. Comemos no restaurante El Patio de la Catedral, boas opções de comidas típicas da região a preços amigáveis e ambiente aconchegante. Provamos o cochinillo assado (leitão) e a sopa castellana, pratos bem gordinhos para encarar o inverno segoviano. Estavam gostosos, gastamos €31,77 com vinho, sobremesa e café.

Fomos fazer a visitação no Alcázar, €7 por pessoa. O lugar é muito legal, tanto a sua arquitetura quanto os ambientes e objetos expostos ali. Lá de cima a vista é linda, vendo a cidade e ao fundo as montanhas da Serra da Guadarrama com seus cumes nevados.

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Saímos do Alcázar e fomos caminhar pelas ruas do Bairro Judeu. Por ser domingo, muitas coisas estavam fechadas e o lugar estava um pouco deserto, mas é bem bonitinho.

Desde o início do planejamento dessa viagem tínhamos esperança de ver neve justamente em Segóvia, por ser a cidade mais fria pela qual passaríamos. E foi durante nosso passeio pelo Bairro Judeu que começaram a cair aqueles floquinhos minúsculos, mas devagar demais para serem pingos de chuva. Uhu, estava nevando! Começamos a pular feito crianças, foi a primeira vez que vimos neve na vida. Era tão fininha que nem aparecia nas fotos, e estava longe de cobrir as coisas de branco, mas mesmo assim ficamos ali pulando que nem bobos ::hahaha:: !

Mais para o fim da tarde voltamos à rodoviária para marcar a volta para o ônibus das 17h15, mas este também já estava lotado, e marcamos para o das 18h. Eu disse “deixa, quem for embora nesse ônibus não vai ver a neve mais forte que vai cair daqui a pouco!”.

Voltamos até o aqueduto, e fizemos um lanche com chocolate quente em uma lancheria ali em frente. Quando retornamos para a estação, começou mesmo a cair uma neve um pouco mais forte! Todo mundo ficou dentro da estação, e nós saímos para o pátio para de novo pular sob a neve, que ainda não era abundante, mas pra nós era uma nevasca! Valeu a pena esse dia que foi o mais frio que já passei.

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Voltamos para o hostal, e à noite fomos jantar em um restaurante de comida tailandesa bem ali pertinho. O restaurante é o Pad Thai, eu não tinha levado muita fé de que ele seria bom e o Rodrigo insistiu para irmos, mas depois de provar a comida... uau! De entrada uma sopa de coco que estava divina, e depois um prato de pad thai de camarão (massa de arroz, vegetais e temperos tailandeses). Salivo só de lembrar daquela comida! Gastamos €30, com vinho e sobremesa.

 

Dia 02/02 – Conhecendo mais de Madri

 

Pegamos o metrô até a estação Plaza España, e fomos conhecer a praça de mesmo nome e a sua estátua do Dom Quixote.

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Dali fomos ao Templo de Debot. Não conhecemos sua parte interna, estava fechado por ser segunda-feira.

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Passeamos por dentro dos jardins ao lado do Palácio Real, depois por sua frente, ainda não sabíamos se faríamos a visitação e decidimos não fazer. Passamos em frente à Catedral de Almudena e também não entramos.

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Fomos ao Mercado San Miguel. Não é um mercado normal, onde a população vai fazer suas compras de dia-a-dia, é bem mais bonitinho e arrumado, e vende produtos mais requintados. Tem diversos estabelecimentos que vendem montaditos e pinchos (porções de petiscos). As coisas eram meio carinhas, mas eram tão bonitas e apetitosas que tivemos que provar. Pegamos duas sangrias e uns pinchos que eram umas azeitonas enormes recheadas com salmão e outras coisinhas, estava bom.

Dali é um passo da Plaza Mayor. Muito legal.

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Caminhamos de volta até o restaurante tailandês, gostamos tanto que fomos almoçar lá. Menu fixo de entrada+prato principal+bebida por incríveis €8,95 por pessoa, digo incríveis por que a comida é espetacular.

Depois de almoçar, fomos aproveitar o horário grátis do museu Thyssen-Bornemisza, que fica bem próximo dali. A entrada é gratuita às segundas-feiras, das 12h às 16h. Adoramos o museu, especialmente alguns quadros de Van Gogh, Rembrandt, Renoir e Monet.

À noite, fomos à estação de trens comprar passagens para ir a Toledo no dia seguinte, €20,60 ida+volta por pessoa. E depois, fomos jantar/bebericar no 100 Montaditos em frente à estação. Às segundas-feiras eles fazem uma promoção em que os montaditos saem pela metade do preço, e fomos lá aproveitar para provar mais alguns, acompanhados de canecos de tinto verano! Delícia!

 

Dia 03/01 – Bate-volta a Toledo

 

Pegamos o trem das 8h50 para Toledo (horários e preços em http://www.renfe.com/), em meia hora de viagem se chega lá.

Existe um ônibus que passa em frente à estação e leva à praça principal da cidade, mas fomos caminhando, é perto e tem um visual bonito. A gente passa por uma ponte sobre o rio Tajo (que é o mesmo Tejo que corta Lisboa), e entra pela Puerta de Alcantara, que é uma das entradas da parte murada da cidade.

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Chegamos na praça Zocodover, passamos no posto de informações turísticas que tem ali, pegamos mapa e informações.

Fomos até a Mesquita del Cristo de la Luz, com a intenção de ver uma construção diferenciada, pois trata-se de uma construção de arquitetura e decoração islâmicas. Pagamos €2,50 cada e ficamos decepcionados, o lugar é até bonitinho, mas 10 minutos de visita são mais do que suficientes, é minúsculo.

Fomos ao Alcázar, e há duas formas de entrar nele: visitando o Museu do Exército, que não me interessava, ou a Biblioteca Pública da cidade. Pensamos que por ser dentro do Alcázar, a biblioteca conservaria características da sua arquitetura. Depois de subir a pé 8 andares (para completar o elevador estava estragado), chegamos em um ambiente tão normal quanto qualquer outra biblioteca que já conhecemos na nossa escola ou faculdade. ::toma::

Existem diversas lojas pela cidade que vendem espadas e outras armas, e suas vitrines são muito bonitas, com armaduras completas expostas. É uma atração à parte.

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Chegamos em frente à Catedral, que possui uma fachada belíssima, mas não entramos.

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Começamos a buscar um lugar para almoçar, e entramos no La Campana Gorda. O ambiente era bem bonitinho, mas a comida... variava entre o comum e o bem ruim. Os restaurantes, tanto em Portugal quanto na Espanha, costumam dar o preço da refeição com o “IVA incluso”, é um imposto deles, e essa informação geralmente está na placa dos preços ou no menu. Para nossa surpresa, na hora da conta nesse restaurante, o IVA era cobrado à parte, e não satisfeitos, havia uma taxa de serviço de 2 euros por pessoa! Saímos indignados. ::grr::

Paramos em um boteco mais adiante para tomar um cafezinho, pedimos no balcão mesmo para não ter nenhuma sobretaxa, mas custou €2 cada café! A essa altura estávamos nos sentindo os verdadeiros turistas explorados: primeiro aquela mesquita sem graça, depois a biblioteca do Alcázar que não tinha nada demais, depois o almoço, e agora o café! ::putz::

Chegamos ao Monastério de San Juan de Los Reyes, e ao lado deste inicia uma trilha que sai dos muros e passa pelas margens do Tajo. Ficamos com a opção na qual ninguém nos cobraria alguma entrada ou taxa ou coisa do tipo. :D

Essa trilha foi a coisa mais legal que fizemos em Toledo. Em meio à natureza, andando rente ao rio, com belas vistas da muralha e das construções na margem oposta. Cerca de uma hora de caminhada bem tranquila, parando para curtir e tirar fotos, até chegar no outro acesso para retornar à cidade.

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Ali já era bem pertinho da Sinagoga del Trânsito, fomos conhecê-la (€3 cada). Essa achamos legal, não é muito grande mas possui exposição de diversos objetos da cultura judaica.

Depois, fomos em uma exposição dos Cavaleiros Templários. Eram diversos manequins com roupas típicas, e painéis contando a história da Ordem. €4 o ingresso por pessoa.

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Logo ali ao lado, entramos no Museu da Cultura Visigótica. Pouca coisa exposta e com poucas informações, mas era grátis.

Nos dirigimos à estação, nosso trem para retornar era às 17h e pouco. Apesar dos poréns, gostamos muito de Toledo, é uma cidade muito bonitinha e que deve sim ser visitada ::otemo:: .

À noite, saímos para encontrar um colega meu de trabalho que também estava em Madri, fomos beber e petiscar, foi uma despedida bem legal da cidade. Na manhã seguinte seguimos para Granada.

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  • 2 meses depois...
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Dia 04/01 – Ida para Granada

 

Acompanhamos o site da Renfe por muito tempo para comprar as passagens Madri-Granada com antecedência e conseguir um bom preço, mas nunca abria a venda para a data que queríamos. Acabamos comprando na estação Atocha, no dia em que chegamos em Madri, e pagamos €49,60 cada. Pegamos o trem das 09h05, a viagem durou 4h40min.

A estação de trens fica a uns 25 minutos de caminhada do centro histórico, onde fica o Hostal Mesones. Fizemos o check-in, a proprietária nos recebeu e foi super atenciosa, nos deu um mapa e explicou todo o necessário. Nesta hospedagem tivemos o melhor atendimento da viagem toda.

Largamos as coisas e saímos pra rua. Paramos para almoçar em um restaurante/lancheria/fast-food de comida árabe (Shawarma King), onde havia uma salinha de orações ao lado da área das mesas e dava para ver alguns homens ali rezando. Já deu para sentir a influência árabe na cidade.

Quase ali em frente há uma livraria onde fica a máquina para retirar os ingressos comprados antecipadamente para Alhambra, passamos ali e retiramos os nossos. É preciso inserir na máquina o cartão de crédito usado para a compra. Compramos antecipadamente, o que é bastante recomendado, pagamos €15,40 cada.

Caminhamos até o Albaicín, passeamos por suas ruas, até chegarmos no Mirador San Nicolás. O tempo estava um tanto fechado, mas mesmo assim o cenário é sensacional.

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E foi aí que começou a nevar! Adivinha o que fizemos? Começamos de novo a pular que nem bobos, e a neve já estava mais forte do que tinha sido em Segóvia, então percebemos que ela estava molhando nossas roupas. Entramos na igreja que tem junto ao Mirador, e ficamos um tempinho ali esperando passar. Em seguida parou, e voltamos ao Hostal.

O Hostal tem umas sacadinhas para a rua, ficamos ali curtindo a neve que tinha recomeçado, as pessoas passavam com os guarda-chuvas abertos tapados de branco, muito legal.

Mais tarde saímos à procura dos famosos bares de tapas de Granada. Uma das regiões com maior concentração é a da Calle Elvira, e foi para lá que fomos.

Primeiro conhecemos o El Castillo Viejo, que é um bar de tapas gourmet. Tu pedes a bebida, pode ser cerveja, sangria etc, e escolhe uma tapa grátis no cardápio, tipo “montadito com salmão e cream cheese”, ou “anéis de lula empanados”. São porções pequenas (é claro: são tapas), mas era tudo muito gostoso.

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Depois de umas sangrias, fomos para outro bar, o La Antigualla 2. Esse estava mais cheio, com bastante gente em pé. As tapas aqui eram mais simples porém mais fartas, e pelo que notamos eles servem uma sequência fixa conforme o número de bebidas: na 1ª bebida veio um hamburguerzinho com fritas, na 2ª bebida veio uma espécia de biscoito salgado recheado com frios e fritas também, e aí paramos porque já estávamos com a pança cheia de tanto comer. Um copo de “caña” (um copinho de cerveja, de uns 250ml) custava €1,20 e vinha um lanche grátis! Surreal! As sangrias eram um pouco mais caras, uns €3. No final de tudo que comemos e bebemos nos dois bares gastamos €16,20.

 

Dia 05/01 – La Alhambra

 

Logo que saímos do Hostal, notamos que tinha nevado bastante à noite (fez -5º).

É tranquilo de subir a pé até a entrada do complexo de La Alhambra, mas optamos por pegar o ônibus que sai da Plaza Isabel La Catolica (€1,20 cada ticket).

Conforme o ônibus ia subindo, o visual ia impressionando cada vez mais, pois a vegetação estava toda branquinha, coberta de neve. Quando descemos do ônibus o visual era indescritível! Talvez as fotos deem uma ideia.

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Foi emocionante ver um cenário tão lindo e completamente inesperado! Como falei antes, tínhamos esperança de ver neve em Segóvia, mas não passou pela nossa cabeça ver neve em Granada, mesmo sabendo que seria bem frio. E menos ainda que nevaria com abundância para deixar tudo branquinho! Fantástico.

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Entramos no complexo e começamos a visita pelo Generalife. Tudo lindo demais, e a neve deu um toque a mais de beleza.

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Caminha-se muito nessa visita, há muitos recantos bonitos para ver. É interessante dar uma planejada para não ficar andando perdido de um lado para o outro, esse site aqui ajuda: http://www.alhambradegranada.org/es/info/itinerariosorganizaciondesuvisita.asp.

Quando chegamos no Alcazaba, estava fechado pois o chão estava coberto de gelo. Pena!

Compramos uns chocolates quentes na máquina automática de bebidas, já estava quase no nosso horário de entrada nos Palácios Nasridas, tínhamos marcado para 12h. A fila é grandinha mas vai rápido.

Os Palácios Nasridas são, sem dúvida, o ponto alto da visita! A riqueza nos detalhes esculpidos, os azulejos, as cores, a arquitetura. Recomendo muito deixar isto para o fim da visita, para não achar “sem graça” o restante depois. Lindo demais!

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Fomos embora a pé, uma caminhada superagradável. Passamos no Hammam Al Andalus (detalhes em http://granada.hammamalandalus.com/) para marcar nosso horário de banho árabe. Um horário de banho (1h30) com massagem de 15 minutos custava €36, e apresentando o bilhete da Alhambra ganhava 10% de desconto. A atendente disse que um dos ambientes estava fechado, não entendi direito se era uma piscina ou uma sauna, e por isso nos cobrou €30. Agendamos para 18h.

Almoçamos em um restaurante pertinho da Catedral, Casa Cepillo, almoço de dois pratos com uma bebida e sobremesa, €9,90 por cabeça. Boa a comida. Depois, um passeio pelo mercado de artesanato para comprar umas lembrancinhas.

Voltamos para o Hostal para dar uma ajeitada na mala, no outro dia íamos embora cedo.

Fomos novamente ao Mirador San Nicolás, desta vez o tempo estava mais aberto e a vista estava espetacular. Dava para ver perfeitamente as montanhas da Sierra Nevada.

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Descemos para o nosso banho árabe. Que ma-ra-vi-lha! Não são permitidas fotos no seu interior, mas quem ficar curioso pode ter uma ideia no site. Tudo lá dentro é suave: a temperatura quentinha, iluminação toda feita por velas, há uma música de fundo que só se escuta prestando bastante atenção, um cheirinho delicioso de óleos aromáticos… eles deixam um bule de chá para que todos se sirvam, que também era uma delícia. 1h30 só se preocupando em trocar da piscina morna para a quente, da piscina quente para a sauna, e depois a massagem, e voltar para a piscina morna… Enfim, €30 muito bem gastos. Saímos novinhos em folha, completamente relaxados!

Fomos direto para a rua dos bares de tapas. Começamos na Casa de Todos, tomamos só uma caña e nos serviram um sanduichinho, gostoso, mas queríamos conhecer outros bares. Fomos então ao Babel World Fusion, tinha um menu de tapas bem diferente e nos pareceu interessante. O lugar estava muito cheio, e o atendimento não dava conta. Anotaram errado nosso pedido, e a tapa que veio era ruim! Resolvemos ir novamente no bar da noite anterior que gostamos bastante, tanto da sangria e das tapas, quanto do ambiente e do atendimento, o Castillo Viejo. Nessa peregrinação toda de cañas+sangrias+tapas gastamos €18,60.

Que baita dia! Visita à Alhambra, cenário de neve inesquecível, banho árabe com tratamento de rainha/rei, e, para fechar, bebidas e petiscos deliciosos! ::love::

 

Dia 06/02 – Ida para Sevilha

Tínhamos comprado bilhetes de trem para Sevilha no dia em que chegamos em Granada, custou €30,15, para as 8h43. Caminhamos até a estação, o trem atrasou uns 10 minutinhos. Em pouco mais de 3 horas de viagem chegamos.

Em frente a Estação Santa Justa pegamos o ônibus 32 (€1,40 a passagem), até a Plaza del Duque, e dali caminhamos até o Hostal Zaida. No check-in recebemos um mapa, e mais uma vez a recepcionista foi bem atenciosa e nos explicou várias coisas sobre a cidade. Largamos as bagagens e saímos.

Almoçamos em um lugar ali perto, simples e barato (€7 cada), foi o único lugar da viagem toda onde fomos atendidos de maneira grosseira. Engolimos a comida e saímos dali o mais rápido possível. :shock:

Saímos a caminhar pela cidade. Fazia uns 15 graus e um lindo dia ensolarado. Depois de Madri e Granada, estávamos nos sentindo em uma praia do Nordeste :D ! Passamos pela Catedral, depois até a beira do rio Guadalquivir, pela Torre de Oro, e fomos até a Plaza España.

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Ali sentamos e ficamos um bom tempo à toa, aproveitando o sol. Voltamos, passamos pela Plaza de Toros, mas não quis fazer a visita. Passamos por um 100 Montaditos e tomamos um "Tinto Verano".

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À noite fomos ao Bairro Santa Cruz, atrás dos bares de tapas e quem sabe de um show de flamenco. Primeiro paramos para tomar umas cañas na Cervezeria La Grande, o lugar mais parece um açougue, todo revestido em azulejos brancos :) . Cerveja barata, e uma porçãozinha de camarões grátis (pequenos, mas deliciosos).

Depois fomos à Cervezeria Albaceá, comemos um rabo de toro, uma carne feita no molho e servida com pão, muito bom, e mais cañas. Nestes dois lugares gastamos €15. Pedimos ao garçom uma dica de lugar onde rolasse um flamenco mais frequentado pelos locais, e não uma coisa turística. Ele explicou como chegar. Não sei se não entendemos direito a explicação ou se ele nos passou o conto, mas chegamos lá e não tinha absolutamente nada. Fomos embora.

 

Dia 07/02 – Pueblos Blancos

 

Tínhamos alugado um carro ainda antes da viagem, através do Booking. Como era a primeira vez que alugaríamos um carro no exterior, lemos todas as entrelinhas de diversas locadoras antes de tomar uma decisão. Acabamos locando pela Sixt, por €51 a diária.

Fomos até a estação Santa Justa, o quiosque da locadora fica do lado de fora da estação, mas perambulamos um pouco até descobrir isso. O trâmite foi rápido. Acabamos pagando um up-grade por um carro um pouco mais potente (segundo a atendente, para subir os morros dos Pueblos) e mais a gasolina adiantada, aí foram mais €39. Depois apanhamos um tantinho do GPS em espanhol ::sos:: , e finalmente partimos em direção aos Pueblos Blancos.

A primeira parada, depois de mais de uma hora de viagem, foi Zahara de La Sierra. Um visual maravilhoso daquele monte de casinhas brancas tapando parte da montanha, com um lago de um azul incrível aos seus pés.

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Subimos por ruazinhas muito estreitas, chão todo de pedras, até chegar no mirante lá em cima.

Uau! Deslumbrante! Diversas amendoeiras carregadas de flores complementaram o cenário, magnífico!

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Ficamos um tempo ali, depois entramos em um barzinho para tomar um café, e partimos porque ainda havia duas cidades no roteiro. A minha vontade era ficar ali mais, o lugar era muito lindo e agradável.

A segunda cidade foi Ronda. Quando chegamos a neblina tapava quase toda a vista do desfiladeiro. Procuramos um lugar para almoçar, nos arredores da Plaza de Toros há diversos restaurantes com preços razoáveis. Comemos em um de comida italiana, deu €22 para nós dois.

Voltamos para o mirante do desfiladeiro e o tempo tinha aberto! Muito legal a vista da ponte sobre o desfiladeiro e todo o resto da paisagem.

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Pagamos €2,50 cada para conhecer o interior da ponte, achando que dali o cenário seria ainda mais bonito, mas não foi grande coisa. Rapidinho percorremos tudo e voltamos para fazer a trilha que leva até a parte de baixo da ponte.

Essa sim foi muito boa! A trilha não é difícil, a gente vai olhando tudo e curtindo e logo está lá. O desfiladeiro e a ponte vistos por baixo são bem interessantes, e o rio que passa ali tem uma cor diferente, verdinha, bonita. Bem legal.

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Subimos de volta e caminhamos mais um pouco pela cidade, e rumamos para conhecer Setenil de Las Bodegas. O carro tinha ficado em um estacionamento próximo da Plaza de Toros, pagamos €6 por cerca de 5 horas.

Setenil de Las Bodegas tem as ruas ainda mais estreitas que Zahara. Deixamos o carro em um estacionamento público logo na entrada da cidade e caminhamos para conhecê-la. Os poucos carros que circulavam tiravam fininhos das casas, é certo que eles perdem muitos espelhos por lá :lol: !

O legal de Setenil é a maneira que eles aproveitam as rochas para suas construções, como paredes e muitas vezes até como teto. Tomamos um café em um barzinho e o teto do banheiro era pura rocha!

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Mais um Pueblo muito bonitinho! Todas as casinhas brancas, chão de pedras…

Já começava a anoitecer e fomos embora. Gostaria de ter ficado mais tempo em cada uma dessas cidades, mas valeu muito a pena ter apertado um pouquinho e conhecido as três. Cada uma com suas particularidades, todas são lindas! E o aluguel do carro também, não foi barato, mas valeu cada centavo! Esse foi um dos melhores dias da viagem, por conhecer uma Espanha mais autêntica, mais tranquila, menos turística, além dos cenários naturais que não se veem nas cidades grandes. ::love::

Mais tarde, fomos assistir ao flamenco no La Carboneria, mais uma dica dada em diversos relatos por aqui no Mochileiros.

O lugar é bem simples, tipo um galpão, um senhor bem simpático na recepção mandou a gente entrar que o flamenco já ia começar. A entrada é grátis. Claro que todos os assentos próximos aos músicos estavam cheios. Pegamos umas bebidas e uns petiscos e sentamos.

Os músicos começaram a tocar, primeiro uma música bem lenta, e bem aos poucos o ritmo foi ficando mais forte. Aí a gente começou a pensar “cadê a bailarina? Será que vai entrar alguém para dançar daqui a pouco?”, quando de repente a moça que está sentada ao lado de um dos músicos, usando roupas normais (sem aqueles vestidos típicos) se levantou e começou a dançar. A dança foi no mesmo embalo, começou com movimentos mais suaves e foi ficando mais intensa, e mais intensa... o negócio é alucinante! De tirar o fôlego! A apresentação durou uns 20 minutos. Ficamos bebericando e petiscando até tudo recomeçar, mais ou menos uns 45 minutos depois, e a apresentação rolou toda da mesma maneira. Demais!

Ficamos andando um pouco procurando um bar de tapas, vários já estavam fechando e os que estavam abertos estavam meio vazios. Tomamos uma caña em um e fomos embora.

 

Dia 08/02 – Sevilha

 

Último dia da viagem.

Caminhamos bastante pela cidade e pela beira do rio. A beira-rio estava cheia de pessoas correndo, andando de bicicleta, de patins. Mais um lindo domingo de sol! Ficamos por ali um tempão.

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Depois de almoçar, fomos conhecer o Real Alcázar. €9,5 por pessoa. O lugar é lindo, mas nos bateu um cansaço de fim de viagem, junto com a melancolia de ter que ir embora… Caminhamos bastante pelas partes internas e pelos jardins.

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Depois entramos na Catedral, mas não nos animamos a pagar para subir na Torre de La Giralda.

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À noite fomos novamente ao Bairro Santa Cruz, o movimento já era mais fraco que nos dias anteriores. Voltamos em direção à Catedral e fomos ao 100 Montaditos para um lanche de despedida.

Pedimos ao Hostal para chamar um táxi para 4h45, o único táxi da viagem toda em função do horário. Com as ruas praticamente desertas, antes das 5h chegamos no aeroporto, esse trecho custou €30!

Voamos de Sevilha para Lisboa, com 4 horas de conexão e muitas “olhadinhas” nos free shops para passar o tempo, e depois para Porto Alegre.

 

Adoramos os dois países, recomendo muito! Espero ter ajudado a quem busca informações para sua viagem, pois obviamente nosso planejamento foi feito usando muitos relatos daqui.

Se eu puder auxiliar em algo, fique à vontade para perguntar!

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  • Silnei featured this tópico
  • Colaboradores
Em 16/01/2018 em 09:29, D FABIANO disse:

Adorei o seu relato,menos a parte do futebol que desconsiderei.

Por que escolheu andar de tren em España?Não há bus da ALSA?

Outra dúvida é sobre os preços das comidas.Não havia menos caro?Foi escolha mesmo?

 

Obrigada, que bom que gostaste! 

Na época os trens tinham melhor relação custo-benefício que os ônibus (disponibilidade de horários, locais de saída e chegada, tempo de deslocamento).

Sobre a alimentação, tinha coisas mais baratas sim, mas muuitas coisas mais caras. Nossas refeições ainda ficavam na faixa “econômicas”. Dá para fazer uma refeição com um ou dois euros a menos cada, conforme o caso, mas mais barato que isso, só passando a lanches.

Espero ter ajudado. Qualquer coisa pergunte! ;)

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  • 1 ano depois...
  • Membros

Gostei bastante do seu roteiro, Helen.

Fiz esse roteiro baseado no seu. O que achas?

ROTEIRO

16/10 - CHEGADA - LISBOA, ÀS 10:10

DIA 1- 16/10 -LISBOA - APROVEITAR A TARDE

DIA 2 - 17/10 - LISBOA

DIA 3 - 18/10 - BATE-VOLTA - SINTRA

DIA 4 - 19/10 - BATE-VOLTA A ÓBIDOS, BATALHAS E FATÍMA (CARRO OU EXCURSÃO)

DIA 5 - 20/10 - IDA AO PORTO (MANHÃ)

DIA 6 - 21/10 - PORTO

DIA 7 - 22/10 - BATE-VOLTA A BRAGA E GUIMARÃES

DIA 8 - 23/10 - IDA A BACELONA (MANHÃ) - AVIÃO ?

DIA 9 - 24/10 - BACELONA - SAGRADA FAMÍLIA E ARREDORES

DIA 10 - 25/10 - BATE-VOLTA A PALS E PETRALHA - CARRO

DIA 11 - 26/10 - VIAGEM  A MADRI  (MANHÃ OU TARDE)

DIA 12 - 27/10 - MADRI

DIA 13 - 28/10 - BATE-VOLTA SEGÓVIA

DIA 14 - 29/10 - BATE-VOLTA TOLEDO

DIA 15 - 30/10 - VIAGEM PARA GRANADA (MANHÃ)

DIA 16 - 31/10 - GRANADA - POSSÍVEL VIAGEM A SERVILHA A NOITE (mais provável)

DIA 17 - 01/11 - SERVILHA  E A NOITE, RETORNO A PORTUGAL

DIA 18 - 02/11 - VOO DE PORTUGAL AO BRASIL - ÀS 4:30 DA MANHÃ

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  • Colaboradores

Olá, @Beno Chaves!

 

Teu roteiro está bem bom, o único porém, na minha opinião, é estar um pouco corrido. Tem mais cidades que no meu roteiro, em menos tempo. Mas, é meu gosto e meu estilo de viagem, gosto de aproveitar cada lugar com um pouco mais de tempo. Se para ti isso não é problema, vai firme! Teu roteiro é perfeitamente “fazível”. 😁

 

Se der, tenta comprar a passagem multitrechos, foi o que fiz. Comprei Brasil-Lisboa / Porto-Barcelona / Sevilha-Brasil tudo em um só bilhete. Facilitou muito a vida e o preço ficou pouca coisa acima do que se eu tivesse comprado ida e volta por Lisboa (pouco mesmo, coisa de cento e poucos reais na época).

 

Excelente viagem pra ti! 

 

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  • Membros
4 horas atrás, Helen Pusch disse:

Olá, @Beno Chaves!

 

Teu roteiro está bem bom, o único porém, na minha opinião, é estar um pouco corrido. Tem mais cidades que no meu roteiro, em menos tempo. Mas, é meu gosto e meu estilo de viagem, gosto de aproveitar cada lugar com um pouco mais de tempo. Se para ti isso não é problema, vai firme! Teu roteiro é perfeitamente “fazível”. 😁

 

Se der, tenta comprar a passagem multitrechos, foi o que fiz. Comprei Brasil-Lisboa / Porto-Barcelona / Sevilha-Brasil tudo em um só bilhete. Facilitou muito a vida e o preço ficou pouca coisa acima do que se eu tivesse comprado ida e volta por Lisboa (pouco mesmo, coisa de cento e poucos reais na época).

 

Excelente viagem pra ti! 

 

Helen, eu fiquei observando essa questão da quantidade de cidades. Coloquei Fátima/Batalha e Óbidos somente para uma ida rápida, pois minha mãe é bem religiosa e ela me mataria se eu não trouxesse algo de Fátima para ela. Então a passagem por lá, vai ser rápida. Talvez eu até retire Batalha, mas Óbidos quero visitar, pois é uma cidade estilo medieval, o que me atrai muito.

Fiz uma inversão nas cidades para melhor se encaixar no roteiro e otimizar tempo. Por exemplo: 

Ao chegar na cidade, vou preferir fazer primeiro os bate-voltas para depois ficar na cidade, pois caso não goste muito, já economizo tempo para seguir viagem.

16/10 - CHEGADA - LISBOA, ÀS 10:30

DIA 1- 16/10 -LISBOA - APROVEITAR A TARDE

DIA 2 - 17/10 - BATE-VOLTA - SINTRA

DIA 3 - 18/10 - BATE-VOLTA - BATE-VOLTA A ÓBIDOS, BATALHAS E FATÍMA (CARRO OU EXCURSÃO)

DIA 4 - 19/10 - LISBOA

Em todos os trechos que têm bate volta fiz assim. Embora eu tenha menos dias,  algumas coisas me ajudará quanto ao tempo, tipo assistir o jogo em Madri. Eu não tenho a menor curiosidade quanto ao futebol, então isso já é um tempinho a mais para usufruir a cidade. Achei o bairro de Évora muito sem graça e tirei do roteiro.

Infelizmente, já comprei passagens de ida e volta. ambas saindo de Lisboa, mas é pertinente suas observações. Caso eu tivesse comprado o retorno saindo de Sevilha, seria uma boa estratégia.

 

 

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