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Olá viajante!

Bora viajar?

Postado
  • Membros

Esta pequena cidade histórica, incrustada aos pés da Serra dos Pireneus, no interior de Goiás, é cercada de morros, com dezenas de cachoeiras. Tombada como Patrimônio Histórico e Cultural Brasileiro, mantém seu aspecto antigo e bucólico - retrato vivo da história goiana, onde um povo hospitaleiro, alegre e festivo, convive com um ambiente de extrema beleza natural.

SUGESTÕES AOS VIAJANTES

*Traga calçados confortáveis - Pirenópolis é uma cidade pequena, calçada com pedras e cercada de montanhas. Portanto caminhar aqui, em pedras, subindo e descendo, é praticamente obrigatório.

*Traga boné ou chapéu e filtro solar - O sol é forte quando aparece.

*Traga quarda-chuva ou capa - se for tempo de chuva (outubro a março).

*Venha de roupas apropriadas - cachoeiras tem mosquitos, trilhas tem capins que riscam as pernas e o sol queima os ombros. Lembre, cachoeira não é piscina e nem praia.

*Venha de carro apropriado - nossos melhores atrativos são rurais e as estradas nem sempre estão boas.

* Não vacile nos feriadões - apesar da criminalidade aqui ser baixa, em feriadões malandros podem visitar nossa cidade.

* Venha com tempo - para conhecer bem Pirenópolis são necessários vários dias.

* Procure contratar um guia - é mais seguro e confortável, você perde menos tempo e conhece bem melhor. Vá ao CAT-Centro de Atendimento ao Turista.

Abraço a todos,

Rogério Félix

  • Respostas 30
  • Visualizações 59.2k
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Usuários Mais Ativos no Tópico

Most Popular Posts

  • muito obrigado pela informacao, acho que se eles investirem em serviços como esses, iriam atrair mais gente para conhecer a cidade

Featured Replies

  • 1 mês depois...
Postado
  • Membros

Tatiana,

Pirenópolis no Reveillon é uma ótma pedida, apesar da cidade ficar muito cheia, gente do Brasil inteiro, aliás do mundo inteiro...

lá não costumam ter festas pré anunciadas, anão ser a pousadas mais chiques que fazem pacotes com festas e shows para os hospedes, não possui show na rua, o que se tem é uma gama de bares e locais para evento que fazem festas, enfim haverá muita gente bonita, em um lugar muito bonito...

 

Dicas:

-procure levar dinheiro em espécie, as coisas lá não são tão caras, apesar de que nessa época os preços se elevam bastante, mais a dica vai pq no feriado de 7 de setembro, acredite se quiser, tinha tanta gente na cidade que o dinheiro de todos os caixas eletrônicos Itáu acabaram... e as máquinas de cartão apresentavam problemas de conexão diversas vezes.

 

-tente fazer alguma reserva, pq lá vai estar muito, mais muito cheio, se for acampar leve lonas, pq costuma chover nesta época, mais é tranquilo, chove e depois faz um calor de lascar.

 

-procure as cachoeiras mais afastadas, pq vai ter muitas gente nas mais próximas e tem um pessoal meio nada a haver, mais é sussa, tem muita cachoeira e trilha por lá.

 

 

Devo passar dia 03 e 04 por lá, já q do dia 30 ao dia 02 estarei chapada, mais precisamente na Vila de São Jorge, próximo a Alto Paraíso.

 

-

  • 1 mês depois...
Postado
  • Membros

Mario,acabei indo para outro lugar! Ahh..amei São Jorge quando fui! Imagino que vc tenha curtido começar o ano lá! :-)

Sigo com vontade de conhecer Piri e agora já penso nos proximos feriados...Carnaval é ruim demais? Acham melhor esperar a semana santa?

  • 2 meses depois...
Postado
  • Membros

Fala galera,

 

Estou indo para Piri nesse feriadão da semana santa com minha família e tenho algumas dúvidas...

Para fazer visitação as cachoeiras [pretendo ir na Cachoeira do Abáde ] tem como ir sem guia? e paga pra entrar nelas?

Alguma dica de lugar imperdível para visitar no dia? irei passar somente o sábado lá e depois volto pra brasília.

 

Valeu :mrgreen::mrgreen:

  • 1 ano depois...
Postado
  • Membros

Olá a todos,

 

apesar de já ter circulado um bocado, nunca havia ido a Piri, cidade do meu estado querido, falha grave corrigida em janeiro deste ano. Como é sempre bom ter infos atualizadas sobre os lugares, deixo algumas dicas para os próximos viajantes. Aproveito para agradecer a todos os colegas que deixaram seus relatos aqui sobre a cidade, ajudaram muito!

Piri vale enormemente a visita, pois reúne cultura e lazer, assim como Goiás Velho. Em comparação com esta, entretanto, Piri tem mais opções de cachoeira e uma estrutura de lazer mais desenvolvida, para o bem e para o mal. A parte ruim, por exemplo, é que as pousadas tem preços altos, mesmo durante a semana (R$ 120 o casal pra começar a conversa), razão pela qual optamos por ficar nas kitinetes da Dona Marli, na praça do Coreto (62-3331-2371 ou 62-9117-9620; R$ 60 o casal), e não nos arrependemos: conforto, simplicidade e uma simpatia fora do comum, tanto dela como do Seu Joaquim, seu marido. Lá há uma geladeira e uma mesa bem grande à disposição dos hóspedes. Compramos coisas de café-da-manhã e comemos por lá mesmo, sempre com um cafezinho preto cortesia do Joaquim todas as manhãs. Aliás, comer em Piri é demais, recomendamos fortemente o Restaurante Central, melhor quilo de comida goiana dos últimos tempos, e o Trilha Zen, para crepes (carne seca com abóbora, filé com gorgonzola, cogumelos com queijo, nutella com banana...) e cremes sensacionais (cajá-manga, manga, morango...). O Restaurante Casebre e a feirinha da praça do Coreto também são boas pedidas.

 

Agora, pedida mesmo é alugar uma bikes turbinadas com o Barão na JC Bikes (62-3331-2348, Rua do Bonfim) e pedalar pelas trilhas da região!! As distâncias da maioria dos atrativos (entre 5 e 30km) favorecem muito o uso da bike e o preço também nos pareceu bem honesto pela qualidade das magrelas (R$ 40 por dia, mas bem negociável). O que não favorece muito é o relevo. Ao perguntarmos para o Barrão se havia muita coisa bonita para ver, sua resposta foi a própria definição do que significa pedalar por ali: "Aqui em Piri tem de tudo, só não tem reta!". O bom é que aquele chavão continua verdade, 'tudo que sobe tem de descer', e constatamos isto na trilha do Mirante do Ventilador, 1h30 para subir uma parede de 10km, 20min para voltar ladeira abaixo. Eles também oferecem socorro (incluso do preço), caso a bike quebre, e guiam, caso você queira se arriscar em passeios mais ousados.

 

Como choveu muito, não visitamos muitas cachoeiras, embora tenhamos ficado impressionados com o preço das entradas, um absurdo, difícil achar algo por menos de R$20 por pessoa. A única que fomos foi a Fazenda Bom Sucesso (R$ 12 por pessoa), que tem uma sucessão de quedas (6, creio), sendo a últimas delas, Lagoa Azul, de uma beleza indescritível! Também compramos alguns quitutes feitos no local, como pamonha, frutas desidratadas, geleia e doce de leite, mas todos me decepcionaram um pouco: estavam longe de serem ruins, mas também estavam longe de serem deliciosos como tradicionalmente são os quitutes feitos em fazenda. Já comi outros muito melhores ali mesmo pelas bandas de Goiás.

A parte cultural da cidade também é incrível, sugiro visitar a Igreja da Matriz, o museu das Cavalhadas e o museu do Divino. No final de semana a população da cidade cresceu muito, mesmo com chuva. Imagino que este crescimento deve chegar a ser um incômodo em um dia de calor ou em temporada. Mesmo assim, ficamos morrendo de vontade de voltar à cidade durante a festa do Divino. Outro atrativo interessante que conhecemos foi o Instituto de Permacultura do Cerrado (IPEC, a quatro quilômetros da cidade). Eles desenvolvem uma série de tecnologias sociais de construção e plantio em um local amplo e bastante vivo, tudo muito bonito, um exemplo de que é possível reinventar nossa relação com a natureza. Fiquei decepcionado apenas com o modo utilitarista com que a gerência do lugar nos tratou, com a sensação de que, mais importante do que ampliar o acesso das pessoas ao conhecimento da permacultura é ganhar dinheiro com isto, uma lógica ecocapitalista cada vez mais comum em iniciativas assim. Mesmo disposto a pagar o preço abusivo que cobravam (em torno de R$25 por uma hora de visita) e tendo feito a reserva com antecedência, tivemos a visita negada sob a desculpa de que todos estavam muito ocupados organizando um curso com mensalidades pagas e não seria possível deslocar uma única pessoa para fazer a visita. Não fosse pela atenção e carinho dos voluntários que ali estavam, não teria sido possível conhecer o lugar de verdade e sairíamos dali com uma impressão ruim do IPEC e da permacultura. O pessoal que gere o lugar precisa repensar seriamente o modo como eles se relacionam com os visitantes, hoje bastante contraditório com os princípios da agroecologia e da permacultura. Mesmo assim, vale a visita.

 

Acho que é isso, se me lembrar de outras dicas volto a postar por aqui. Abração, pessoal, boas viagens!

  • 2 anos depois...
Postado
  • Membros

iaew galera

estou querendo acampar em piri

mais na cidade não fora dela

alguém sabe de algum camping bom

pq procuro na net e não acho

so achei o beija flor mais meus amigos não gostaram

um ate me falo q o lugar e meio acabado e nem pode ligar o som do carro

ajudem por favor

Postado
  • Membros
iaew galera

estou querendo acampar em piri

mais na cidade não fora dela

alguém sabe de algum camping bom

pq procuro na net e não acho

so achei o beija flor mais meus amigos não gostaram

um ate me falo q o lugar e meio acabado e nem pode ligar o som do carro

ajudem por favor

 

Camping Roots, pessoal gente boa...

 

CAMPING ROOTS

Telefones: 61 9901 2071, 62 3331 2105

 

Há tempo que não fico nesse camping, mas era bem maneiro e no meio da cidade...

 

Abraços.

Leandro Goulart

  • 2 meses depois...
Postado
  • Membros

Olá Mochileiros,

 

Vocês sabem dizer em qual site eu posso comprar passagens para Pirenópolis partindo de Brasília-DF.

O site da empresa Goianésia tem como pesquisar os horários e valores das passagens, porém não tem como comprar on line.

 

Desde já agradeço!

  • 5 meses depois...
Postado
  • Membros

Pessoal, estou indo para Pirenópolis agora no feriado de 20/11. Pelo que tenho lido a cidade fica bem lotada em feriados. Alguém pode me indicar as cachoeiras que costumam ficar mais vazias?

 

 

Vlw!

  • 1 ano depois...
Postado
  • Membros

Olá

 

andei lendo bastante sobre Goiás Velho e Pirenópolis e soube que não existe ônibus ligando essas cidades. O ideal seria voltar para Goiânia, pegar um semiurbano até Anápolis e de lá pegar um ônibus para Pirenópolis.

 

Porém, os posts que li sobre isso datam de anos e anos atrás. Essas informações são válidas ainda ou já existem mais linhas de ônibus servindo essas cidades? Se houvesse uma ligando Goiás Velho a Anápolis já me ajudaria muito.

 

Obrigado,

Mateus

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