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Olá amigos tenho uma viagem de 10 dias programada para fevereiro de 2019 a Brasília e Goiás.

A princípio faria Brasília e Alto Paraíso de Goiás. 

Porém um amigo decidiu ir  junto  e ele não está acostumado com trilhas e por isso decidimos Pirenópolis. 

O que sugerem 05 dias em Brasília e 05 em Pirenópolis? No caso faremos todo nosso deslocamento de ônibus. 

É possível fazer muita coisa no DF além dos palácios ? Pirenópolis é uma boa opção ? 

Desde já os agradeço!

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Dá pra fazer bastante coisa em Brasília. Para relaxar um pouco, você pode ir até o Pontão do Lago Sul, um dos lugares mais lindos da cidade e perfeito para passeios. O local conta com bares, restaurantes, parques e uma linda vista para o Lago Paranoá. Se estiver muito quente, uma ótima alternativa é se refrescar no Lago Paranoá. Outros passeios para relaxar podem ser feitos no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, o maior parque urbano do mundo, ou no Água Mineral Parque Nacional, um dos mais famosos parques ecológicos da cidade. Tem ainda o Jardim Botânico ou quem sabe o belíssimo Parque Olhos d’ Água. Nos outros dias você pode escolher alguns dos diversos museus e centros de cultura da cidade.

Agora Pirenópolis vou ficar te devendo, haha.✌️

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@natan.cruz eu particularmente acho que ficar cinco dias em brasilia é muito tempo, mas de toda forma gosto é gosto. De antemão já ti aviso que lá tudo é longe, dificilmente vai ter alguma coisa que queira ir/fazer que ja vai estar perto de onde vc está. Veja certinho entao o que pretende conhecer por lá pra saber se será preciso ficar mais ou menos tempo.

Quanto à Pirenópolis é uma cidadezinha bacana, com ruas de pedra onde a única coisa pra se fazer dentro da cidade é andar por algumas ruas do centrinho, visitar alguma igreja e sentar em algum lugar pra tomar uma cerveja.

O forte de Piri são as cachoeiras, lá tem muitas, o único detalhe será como vc vai fazer pra chegar até elas. Por mais que tenha alguma mais próxima da cidade, de toda forma nao da pra ir à pé. E na grande maioria vc precisa andar vários km de carro pra chegar até elas. A melhor alternativa seria alugar um carro, ai vc poderia ir para qualquer lugar e ficar o tempo que desejasse. Ir de táxi penso que nao seja a melhor escolha pois uma corrida poderia sair salgada e teria a questao da volta, as vezes nao pega cel na regiao das cachoeiras. Ah! as cachoeiras ficam em propriedades privadas e sempre é preciso pagar alguma taxa pra entrar.

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Nathan, concordo com o amigo acima! Gosto é gosto mas....por morar e conhecer Brasília eu acho que seria bakana vc passar mais tempo em Pirenópolis. Particularmente já fui lá também e acho uma cidade muito aconchegante e com muitas opções de cachoeiras e tal. Em Brasília é tudo longe, com dificuldade maior pra locomoção. E pra vc ficar no centro hospedagem tbm não é muito barata....Sou suspeita pq amo piri, então diria pra vc passar no máximo 2 dias em bsb e o restante em piri! Mas minha opinião beleza.

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5 dias em Brasilia é tempo demais, principalmente se estiverem sem carro. Mas tem o Parque Nacional (Agua Mineral) para ir durante a semana, fim de semana é lotado. Lá dá para chegar de Uber e transporte público, mas tem que descer numa rodovia... No eixo monumental tem as visitas cívicas (Itamaraty é minha favorita, mas é bom agendar antes), além da Torre de Tv (ótima vista), a catedral e o planetário (sessões gratuitas em vários horários). Se estiverem de carro, tem a Chapada Imperial, que é uma cachoeira bacana, que costuma abrir só aos finais de semana e tem que reservar antes. A 80 km tem Itiquira em Formosa, que também rola se estiverem de carro. Hospedagem costuma ser caro...

Pirenopolis  é fofa, muitos bares e restaurantes, e tem muitas cachoeiras, e dá para contratar passeios (eu acho).

Agora, a Chapada dos Veadeiros tem trilhas para todos os gostos... Vale da Lua, caminho dos Cristais e Loquinhas são bem tranquilas, o acesso é fácil e quase não tem trilha (ou é bem marcada, com corrimão, escada onde é mais complicado). Eu acho que escolhendo bem, é o mesmo grau de dificuldade de Pirenopolis, mas a cidade em si não é tão bonita.

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Se fosse eu, ficaria uns dois ou tres dias no maximo em brasilia e ficava o restante em Piri ou em algum outro lugar conforme a NandaFC citou. Piri tem tanta cachoeira que vc pode visitar uma por dia e ficar sem repetir nenhuma por muito tempo. Brasilia é chato porque tudo é muito longe.

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Brasília é uma cidade de estadia relativa, e vai do seu perfil de viajante. Mas como sempre falo, se existe uma palavra para definí-la, seria RICA.

Sendo assim, 3 dias JAMAIS seriam suficientes se vc quisesse conhecer a riqueza dessa cidade e seus arredores. Pra vc ter idéia, só no parque nacional e na chapada imperial dá para passar um dia quase inteiro (em cada). No parque da cidade de Brasília mesmo, uma tarde inteira seria bem aproveitada também (fotos, um passeio de kart, a caminhada em si, os espaços para o social, o parquinho que tem por lá...). O zoológico da cidade também é ENORME, te fazendo ficar uma manhã ou uma tarde inteira ali, se vc quiser ver todo o acervo. Como vc vai estar de ônibus, tem toda a questão do deslocamento também. E lembrando que tem uber e metrô, dependendo de onde você estiver, também.

Fora que fevereiro é temporada de chuvas em Goiás, corre o risco de vc perder um ou dois dias por causa da chuva, mas é apenas uma possibilidade. 

Seria bom ficar hospedado em uma das asas, e quanto ao lance da hospedagem "cara" no centro, pessoalmente acho uma questão relativa também, pois mesmo nas asas, é possível achar hotéis e hostels a bons preços (na faixa de 40-60 reais a diária). E no booking mesmo estão alguns exemplos. De dia achei super de boa caminhar por lá (apesar do bicho pegar, naturalmente, de noite, como em toda cidade).

Então assim, em um dia vc automaticamente só tiraria para o Eixo monumental e dependências, caso te interessasse aquele roteiro cívico-cultural (bosque dos constituintescongresso, praça dos 3 poderes, esplanada, catedral, museu, torre de TV, planetário, Mané garrincha, praça dos cristais e museu/memorial JK). Boa parte desse percurso dá pra fazer a pé (trilha e calçada larga nas vias não falta). E isso pq não incluí as visitas guiadas. A noite poderia ficar para shopping ou mesmo procurar uma boa referência gastronômica (eu gosto MUITO do crepe brasiliense, por exemplo, não deixe de comer).

os demais dias poderiam ser para as atrações distantes (ponte JK, + lago Paranoá com ênfase no pontão do lago sul, muito bonito o entardecer lá, jardim botânico, o parque nacional, chapada imperial, zoológico de BSB, parque olho d'água...). 

Eu tiraria 4 dias em BSB sem dúvida alguma, no mínimo, e sabendo que ficou faltando coisa pra fazer e ver. Ah sim, na torre de tv tem uma feira na base onde dá pra encontrar lembrancinhas bem em conta da cidade. Daí só partir da rodoviária para Piri e conhecer suas belezas naturais.

 

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Realmente o tempo necessário em Brasília vai depender muito dos seus interesses. Além das dicas do StanlleySantos, eu sugeririria:

- SQS 308 (a "quadra modelo"), passando pela igrejinha de Fátima - que é logo ali. Essa quadra é considerada uma das mais fiéis ao projeto original da cidade.

- Um passeio de metrô até Águas Claras, se você quiser conhecer uma Brasília mais verticalizada;

- o CCBB é bem legal também. Antigamente eu via uns ônibus gratuitos indo da região central para lá. Não sei se ainda estão operando.

A torre de TV muitas vezes fecha para manutenção, mas a feirinha funciona. Se você quiser ter uma vista panorâmica e o elevador da torre não estiver funcionando, uma dica é a torre de TV digital.

O deslocamento até Pirenópolis de ônibus é demorado: um pinga-pinga de 4 horas! Então reserve parte do tempo para esses deslocamentos.

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    • Por Anderson Paz
      Período: 15 a 19/11/2017 (período chuvoso)
      Cidade-Base: Caiapônia/GO, a 550 km de Brasília e 335 km de Goiânia.
       
      Relato escrito pela companheira de viagem Maria Fernanda. Fiz só algumas pequenas adaptações. Dessa forma muitas vezes vai estar se referindo a mim na 3ª pessoa...hehehe

      Além dela o Raphael também integrou o grupo, na verdade foi ele o mentor da viagem em seu Uninho Mille.

      Dia 15/11, quarta:
       - Saída DF: 05h30
      - Chegada Caiapônia: 13h30
      - Estrada via Iporá em ótimo estado de conservação ao longo de todo o trajeto
       
      - Fomos direto às Cachoeiras Jalapa e Tobogã.
      No caminho de terra à direita avista-se ao longe o "Morro do Gigante Adormecido". Lindão!
      Nível dificuldade das cachús: Zero!
      Segundo nossa avaliação, são as mais "simples", de menor beleza cênica e sujeitas a estarem lotadas nos feriados e finais de semana. Entretanto, quando lá chegamos só havia mais 3 pessoas.

      Depois de ficarmos ali um tempinho, seguimos rumo a Cachoeira Três Tombos
       
      Como chegar: 5 km antes de Caiapônia na GO-221 no sentido Iporá-Caiapônia

      Cachoeira Três Tombos
      Chega-se por cima, onde o Rio São Domingos encontrava-se raso, (na altura de minhas canelas, se tanto!). Do alto, aprecia-se um lindo desfiladeiro e a bela Três Tombos (nome autodescritivo). Próximo ao local do estacionamento à direita há uma trilha para a descida com mais segurança, com cordas para apoio. Não é preciso fazer como nosso audaz e intrépido Anderson Paz que - não encontrando a "descida oficial" - bancou o "Indiana Jones" numa descida arriscada pirambeira abaixo, ok?! O poço dessa cachú é DE-LI-CI-O-SO!! Todos concordamos que suas águas são as mais deliciosas em que tivemos a experiência de nadar / mergulhar. NÃO DEIXEM DE VIVENCIAR ISSO, certo?!
       
      Como chegar: BR 158, 46km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 16km de estrada de chão. Tem algumas placas. Confie nelas. (Digitar “Cachoeira 3 Tombos” no Google Maps)
       
      À noite: Restaurante do Ernesto, frente do Hospital Municipal. Fernanda e Rapha foram de "jantinha" (PF reforçado!) e Anderson foi de sanduba sem carne (com ovo, tomate, milho, alface e maionese).
       
      Dia 16/11, quinta feira.

      Cachoeiras Samambaia e Abóbora
      Chega-se por cima da Samambaia, literalmente! Inclusive, cruzamos o riacho q a origina sem que déssemos fé disso. Um pouco mais a frente percebemos que havíamos passado do ponto - ela estava logo à direita do riacho. Ao fazermos o retorno, tivemos a sorte de avistarmos 2-3 catetos ariscos.

      A de scida da Samambaia é tranquila e sinalizada. Queda d'água bonita. Há um poço pequeno .

      Para chegarmos a Abóbora, voltamos ao ponto de início da descida à Samambaia e pegamos uma trilha em frente, curta (talvez 250 m) e discretíssima! É provável q exista outra trilha por baixo, mas não vimos! A queda e o poço da Abóbora são maiores do que a Samambaia. No entanto, ao chegarmos, deparamo-nos com um fedor forte e nauseante de algum bicho morto nas proximidades.  Não permanecemos mais do que alguns poucos minutos por ali. Peninha...
       


      Nota Importante: das que visitamos, estas duas cachoeiras ficam muuuito próximas de pastagens e plantações imensas.
       
      Como chegar: BR 158, 10km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 30km de estrada de chão. Na BR entrar na placa escrita "Vivas Samambaia". O carro para em um estacionamento ao lado do córrego que desemboca na Samambaia. A primeira cachoeira é a Samambaia. Uns 300m de trilha a direita fica a Abóbora (digitar “Cachoeira Abobora” no Google Maps)
       
      Após, retornamos ao carro e seguimos nossa aventura em busca à Cachoeira São Domingos...

      Nessa tarde, fomos agraciados com um original e generoso "Safari no Cerrado".

      Além dos catetos que avistamos mais cedo conseguimos ver: 10 ou 12 emas, vários tucanos, dezenas de periquitos, muuuuitas corujas, alguns carcarás, seriemas aos montes, curicacas às dezenas, muuuuuitas Araras. Em especial, passamos por um grande pequizeiro e, logo atrás dele, uma fascinante "Árvore de Araras" com 12 exemplares delas, algumas com pequis nos respectivos bicos!

      Muitos bichos depois, chegamos ao mirante natural da cachú São Domingos...
       
      Cachoeira São Domingos
      Respirações suspensas, expressões estupefatas... Até agora, não encontramos a palavra exata para descrevê-la... BELÍSSIMA! EXUBERANTE! ENCANTADORA!*
      Para quem conheceu o *"Buraco das Araras" em Formosa... 3 ou 4x o diâmetro dela x 96 m de altura. Para quem conheceu o "Véu de Noiva da Chapada dos Gimarães...mais bela na nossa opião!

       

      Após muitas fotos e contemplações, ficamos por uns 40 min procurando a trilha para descer até seu poço.
      Já estávamos desistindo da descida, quando um som de esperança inundou o ar... uma moto estacionou: era uma das moradoras da casa logo na entrada do terreno de acesso à cachoeira. Apontou-nos o início da trilha ao lado da cerca da propriedade. Após uns 15 min de percurso no sentido contrário à cachoeira, em um caminho plano, a trilha inicia uma descida relativamente inclinada rumo ao vale; por baixo, retorna-se por cerca de 1 km em direção à cachoeira e VOILÁ: a queda belíssima e o poço magnífico!! Dá pra chegar bem embaixo da cachoeira, como é possível ver na foto abaixo.


      Após uns 40 min, vimo-nos obrigados a abandonar o paraíso recém-encontrado e retornar: já eram 17h40h. Não queríamos correr o risco de retomar a trilha, em geral bem marcada, mas com alguns trechos que requeriam um pouco mais de atenção, e realizar a subida no escuro.

      Ao chegarmos no topo, não pudemos apreciar o pôr do sol... dia nublado. Mas, fomos premiados com um belo passarinho azul da cara preta e mais 2 casais de curicacas.
       
      Como chegar: a partir da Abóbora, há uma estrada de chão de aproximadamente 40 km (digitar Cachoeira de São no Google Maps)
       
      Início da noite. Já na estradinha deserta em direção à Caiapônia avistamos 3 belíssimos veados (um deles galhado), pastando serenos até que o Anderson tentou tirar uma foto deles e... saíram em disparada!
       
      Chegamos famintos na cidade e fomos jantar no Varandas: restaurante e lanchonete do Daniel, próximo à Universidade Rio Verde. Recomendamos o delicioso macarrão ao molho branco.
       
       Dia 17/11, sexta feira

      Cachoeira e Corredeiras Santa Helena
      Local de acesso facílimo, extenso, prazeroso, com variados poços e cascatas. À direita da estrada, sobe-se para um dos seus melhores e maiores poços. Contaram-nos depois que em algum ponto mais acima há um encontro de águas quentes e frias, com uns ótimos poços de banho seguindo pela esquerda.
       



      De volta ao carro e a caminho das Três Barras, em dois momentos distintos, avistamos tatus próximos à estrada.
       
      Como chegar: seguir 45 km pela GO-221 em direção a Doverlândia, seguir 13 km na GO-188 e entrar a esquerda onde há placa indicativa da Cachoeira Paraíso (acesso 2 km depois da Cachoeira Lageado), seguir por mais 11 km

      Cachoeira Três Barras
      Outro local que nos deixou estupefatos, boquiabertos e sem palavras...talvez DESLUMBRANTE! seja uma boa palavra para descrevê-lo. Ainda pouquíssimo conhecida pelos próprios nativos. Seguindo uma trilha bastante discreta após a segunda ponte, conseguimos chegar na cabeceira da que fica mais no alto (nível da estrada) e tomamos um banho nela. Pela lateral à sua esquerda, "achamos"(?!) uma trilha (discretíssima, cheia de folhas e plantas) que desembocou numa pirambeira perigosa. Retornamos, não sem antes perder o rumo de onde estava o nosso valente Fiat Uno Mille, embrenhados que estávamos literalmente num mato sem cachorro, porém pleno de carrapatos e micuins.
       


      No que pese a deslumbrante paisagem, não recomendamos esta aventura para turistas incautos ou iniciantes no trekking. Por enquanto e pelo que pudemos avaliar in loco, temos a firme convicção de que apenas pessoas com ampla experiência em trilhas, com os equipamentos necessário, possam fazer esse desfiladeiro magnífico!
       
      Como chegar: seguir 12 km pela GO-118 após o acesso para a Cachoeira Santa Helena e depois entrar a esquerda onde há placa indicativa da cachoeira e andar mais 13 km
       
      À noite, voltamos ao restaurante Varandas. O Rapha comeu e recomenda o Burritos de Frango. Fernanda não gostou do contra-filé com mandioca: estavam duros! E Anderson manteve-se na aposta segura e apetitosa do macarrão com molho branco!
       
      Dia 18/11, sábado chuvoso

      Mais um dia de aventuras, descobertas e encantos na Serra do Caiapó/GO.

      Excepcionalmente, fomos acompanhados do Guia Valdivino "Jacaré".

      Cachoeiras Salomão e Índio
      O estacionamento fica logo acima e à direita da cabeceira da Salomão. A descida foi tranquila, ainda que escorregadia (há cabo de aço para apoio). Queda de 26 m e um poço pequeno.


      Ao subirmos e nos dirigirmos à cachú do Índio, tivemos a enorme felicidade e emoção de ver bem próximo um belíssimo exemplar do Tamanduá Bandeira. Chegando em sua cabeceira, o Guia e o Raphael avistaram um Cangambá.

      A descida era muito inclinada, fechada e, por conta das chuvas, estava um pouco escorregadia. Mas mesmo assim o Anderson quis descer até o poço da cachoeira. Não teve jeito: lá foi o pobre do Jacaré acompanha-lo!  

      Fernanda e o Rapha aguardaram na cabeceira. Minutos depois, eles retornaram da empreitada sãos, salvos e felizes (desconfio que o guia mais ainda que o Anderson! ) Retornamos todos ao Valente Fiat Mille.

      Cachoeiras Rio Verdão e do Coqueiro
      Para chegar nelas, paramos o carro próximo à sede de uma fazenda e atravessamos a pé 1 km d'uma estrada barrenta, escorregadia e mais uns 600m d'um pasto verdejante, sob uma chuva fina.
      A descida foi tranquila. "Rio Verdão" consiste num paredão em formato de meia-lua com uma queda d'água abundante e um grande poço, mas o fundo estava com muitos troncos e (não sei se porque chovia?) a água estava escura. Quando saíamos dela, a chuva engrossou!
       

       
      A "Cachoeira do Coqueiro" é uma "irmã-menor" da Rio Verdão. Foi a nossa quarta e a mais difícil do dia, pois a fizemos varando o mato, SEM TRILHA, meio que às cegas e com chuva forte!
       


      Quando retornávamos absolutamente encharcados e com frio ao carro, o guia Jacaré informou que poucas vezes viera até ali, uma vez q os turistas preferiam ir nas atrações mais conhecidas e badaladas.
       
      Após um reconfortante banho quente no Hotel e deliciosas roupas secas, fomos no "Jantinha Ki Delícia", bem ao lado da Igreja Matriz. Um local simples, mas surpreendeu-nos com UM SHOW de DELÍCIAS e SABORES!!
      Tudo o que comemos estava DE-LI-CI-O-SO: a jantinha, os bolinhos de arroz, o caldo de galinha, o pudim de leite... PUTZ!! Afirmamos: quem ainda não provou as gostosuras feitas pela Dona Elma e sua filha, não sabe o que está perdendo.

      19/11/2017, domingo nublado

      Anderson e Raphael saíram cedo para uma aventura "exploratória" à Cachoeira Pantano. Fernanda que já estava cansadinha, com dores nos joelhos das aventuras dos últimos e intensos 4 dias, descansou até às 10h e depois foi bater pernas pela simpática e limpa Caiapônia. Tentei visitar a Igreja Matriz, mas estava fechada. A imensa Assembléia de Deus (logo em frente) estava em pleno funcionamento. Fui até a feirinha local, onde comprei alguns hortifrutigranjeiros a bom preço. E descobri que há mais hotéis e pousadas no Centro do que supõe nossa vã internet.
       
      *** [Agora é a parte que eu entro na escrita do relato... hehehe]

      Cachoeira Pantano
      A cachoeira é uma das mais próximas da cidade, a apenas 10 km dela. O dono da fazenda não permite o acesso de grupos ou pessoas que não estão acompanhadas por guia. Como não queríamos pagar um apenas para ir nessa cachoeira. Paramos o carro na estrada, pouco depois da ponte que passa sobre o rio da cachoeira, e seguimos andando pela beira da mata de galera/ciliar, acompanhando um tracklog. Há trilhas abertas na mata, tanto de um lado quanto do outro do rio. Atravessamos o rio e seguimos pela sua margem direita, acompanhando o tracklog. Chegamos ao ponto final e não achamos a cachoeira. Voltamos, acreditando que poderíamos ter passado ela, mas não a encontramos. Depois de algumas idas e voltas e de muita perda de tempo, consideramos que o tracklog estava errado e resolvemos seguir a nossa intuição.
      Seguimos então acompanhando a mata da margem direita do rio e depois de uma caminhada de aprox. 30 min a partir da ponte, avistamos a cachoeira deslumbrante do alto. Vista maravilhosa e uma grande satisfação de termos encontrado a cachoeira seguindo a nossa intuição.

      Infelizmente, como estávamos com o tempo um pouco apertado e também como não conseguimos ver facilmente uma trilha para descer até a parte de baixo da cachoeira, tivemos que deixar a vontade de conhecer a cachoeira por baixo para uma próxima viagem.
      Como chegar: GO - 221, 10km em direção a Doverlândia. Deixamos o carro na estrada logo após a ponte.
       
      Depois da cachoeira, voltamos ao hotel, tomamos banho, terminamos de arrumar nossas coisas e pegamos a estrada. Na saída da cidade, paramos para abastecer e percebemos que o restaurante do posto estava aberto. Era o único aberto no domingo. Comemos ali uma boa comida goiana no self-service com precinho camarada.
       
      Depois do almoço,  nos despedimos de Caiapônia, já pensando em um retorno para conhecermos a Pantano por baixo, a maravilhosa Cachoeira Alvorada (que segundo relatos estava com pouca água) e outras cachoeiras como a bela Campo Belo.
       
      Hospedagem: Hotel Palace Avenida. Limpo, organizado e observei que todos os dias a camareira promovia o arejamento e limpeza dos quartos - ainda que desocupados. Ótimo café da manhã. Apreciei, em especial, o capricho da cozinheira Márcia que procurava enfeitar as bandejas, fazendo esculturas com os alimentos. Apreciei também sua higiene e cuidado com os utensílios e ambiente de trabalho. Funcionários simpáticos.
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Se você é da Europa (ou está viajando por ela), provavelmente acredita que o Chipre possa ser um destino potencial para suas próximas férias de praia.
      E se você é de fora da Europa, pode ser que você não saiba muito sobre essa linda e estranha ilha dividida!
      Porém, há muito mais no Chipre do que você possa imaginar.
      Sim, o Chipre é o lar de praias imaculadas, águas cor de esmeralda turquesa e um lindo litoral rochoso.
      Mas e além disso? Uma visita a Chipre também lhe dá a chance de….
       
      Explorar as ruínas da Grécia antiga ou um dos muitos imponentes castelos e fortes das “cruzadas” espalhados pelo país. Continue lendo: Viagem de carro pelo Chipre – Roteiro de 5, 7 e 10 dias (com Chipre do Norte)

    • Por Birovisky
      Feriado do Corpus Christi fomos para lá, uma viagem de aproximadamente 3 horas. Chegamos na noite de quarta feira (19) e ficamos até o sábado à tarde. Baita duma cidade acolhedora, muita coisa gostosa pra comer e conhecer. Confiram:
      1º DIA
       
       
      2º DIA
       
       
      3º Dia
       
       
       
    • Por Garfoemala
      O Bahrain é um país pequeno e lindíssimo, cheio de praias de águas verdes cristalinas, clubes, prédios modernos contrastando com a arquitetura típica árabe, tudo de forma harmoniosa
       
      Repleto de ensinamentos culturais e delicias culinárias!
      Composto por 33 ilhas e Manama, a capital, é a principal delas. Entretanto, está conectada à Arábia Saudita por uma enorme ponte – a mais cara já construída na região do Golfo.
      Os Bahreines são em sua maioria muçulmanos e se consideram liberais quando se comparam aos sauditas, seus vizinhos. De maneira idêntica aos vizinhos, você verá por toda parte mulheres cobertas por abayas pretas, e algumas somente com os olhos de fora.
      Veja mais no link: www.garfoemala.com.br/9-lugares-para-visitar-no-bahrain-no-oriente-medio/
    • Por Birovisky
      Unboxing, Review e Como Escolher o Travesseiro Certo
       
       
      Como escolher o travesseiro certo?
      Meça com uma trena ou régua a distância da sua orelha até o final do seu ombro em linha reta. NO meu caso deu 16 cm a distância, ou seja, o travesseiro ideal para mim deve ser com 16 cm de espessura. É batata!
      Motivação
      Travesseiros já estavam surrados e minhas noites mal dormidas. E como sempre ouvi falar bem deste látex resolvi arriscar mesmo sendo bem mais caro que o convencional.
      Preço
      R$123,90 na Internet, em lojas físicas chegou a R$190,00.
      Pontos Positivos
      Confortável e que encaixa bem a cabeça ao dormir.
      Qualidade do material.
      Antiácaro.
      Não afunda.
      Vida útil maior que os concorrentes.
      Pontos Negativos
      Não tem ajuste de altura.
      Preço salgado, porém justificável, veremos a longo prazo.
      Para ser lavado requer cuidados maiores, inclusive com exposição a calores intensos por ser de látex.
      Resumo da Obra
      Só poderei ser mais claro daqui há pelo menos 6 meses. Um dos melhores que eu já tive foi da NASA com gel, mas depois de alguns meses ficou uma merda. Vamos ver esse. É como dizem, 1 ano dormindo com o travesseiro certo pode apostar que pode valer mais do que R$200,00, só quem tem insônia sabe do que estou falando.


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