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Junim

Safári no Kruger National Park – África do Sul

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Kruger National Park

Em março de 2016 fiz uma viagem inesquecível para a África do Sul com 5 amigos. Dentre todas atrações vale destacar o Kruger Park. Localizado na parte nordeste do país, o Kruger Park faz fronteira com o Zimbabwe pelo Norte e Moçambique pelo Oeste. Ocupa uma área de quase 20.000 quilômetros quadrados. Esse é o tamanho aproximado de estados brasileiros como Sergipe, Alagoas caso você esteja tentando imaginar o quão grande essa reserva natural é!

 

Foi criado em 1898 para proteger a vida selvagem sul africana. Kruger é o lar de um número impressionante de espécies: 336 árvores, 49 peixes, 34 anfíbios, 114 répteis, 507 aves e 147 mamíferos.

 

Como Chegar?

 

A maioria dos visitantes do Kruger Park voam até o Aeroporto Internacional de Tambo (JNB) perto de Joanesburgo. A partir de JNB existem vôos para Nelspruit / Kruger Mpumalanga International Airport (MQP) em Mpumalanga, a porta de entrada para o setor sul do Kruger Park. Alternativamente, voam para Hoedspruit (para as seções centrais e do norte) ou Phalaborwa (para a seção norte).

 

Pode-se ainda voar diretamente para o aeroporto de Skukuza, localizado dentro do Kruger Park.

É possível alugar um carro em Joanesburgo e seguir para o parque através da estrada N4. O parque tem nove portões de entrada, o mais próximo fica entre 420 km e 500 km de Joanesburgo. As estradas são excelentes e a viagem leva entre 3h30 a 5h00 dependendo do portão de entrada escolhido.

 

Linhas aéreas domésticas e vôos na África do Sul

 

Várias companhias aéreas domésticas voam para o Aeroporto de Nelspruit / Aeroporto Internacional Kruger Mpumalanga (MQP), localizada perto do Kruger Park.

 

Os vôos domésticos podem ser reservados com as seguintes operadoras nacionais:

 

  • SAA
  • SA Airlink
  • SA Express
  • Comair Airways
  • Kulula
  • Mango

 

Para chegar até o Kruger Park fomos de carro alugado a partir de Joanesburgo. As estradas são ótimas e muito bem sinalizadas.

 

 

[t3]Dica![/t3]

 

Antes de entrarmos no Kruger Park fomos no supermercado em Phalaborwa próximo ao parque. Você vai precisar comprar suprimentos para a sua estadia no Kruger Park se você não quiser depender dos restaurantes, mercados e lanchonetes dentro do parque, como fizemos. Muitos dos acampamentos possuem restaurantes, em uma das noites que passamos no Letaba Rest Camp fomos ao restaurante jantar. A comida estava excelente e o visual é lindo!

 

Cozinhar no Kruger Park é fácil uma vez que várias acomodações dentro do parque vem com uma cozinha totalmente equipada. A maioria dos acampamentos dentro do parque têm lojas onde você pode comprar suprimentos básicos, então não se preocupe se você se esquecer de algumas coisas ou não comprar o suficiente.

 

Para ver algumas opções de hospedagens na região do Kruger National Park clique aqui.

 

 

Como se locomover?

 

No nosso caso self-drive (tínhamos alugado carro no aeroporto de Joanesburgo). Para quem não tem carro, a solução é contratar os passeios na recepção de seu acampamento.

 

Entramos pelo portão Phalaborwa, nosso primeiro destino no parque foi o Letaba Rest Camp, localizado a cerca de 50km do portão de entrada.

 

Já na entrada do parque encontramos com uma família de avestruz atravessando a estrada. Logo no início já era possível ver o que nos esperava!!!

 

Várias vezes durante nossa estadia no Kruger Park passamos por esse tipo de situação. Ter que esperar os animais atravessarem a estrada não é raro!

 

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Onde se hospedar?

 

Você pode optar por ficar em várias opções de alojamento em uma série de diferentes acampamentos.

  • Berg-en-Dal Rest Camp
  • Crocodile Bridge Rest Camp
  • Letaba Rest Camp
  • Lower Sabie Rest Camp
  • Mopani Rest Camp
  • Olifants Rest Camp
  • Pretoriuskop Rest Camp
  • Punda Maria Rest Camp
  • Satara Rest Camp
  • Shingwedzi Rest Camp
  • Skukuza Rest Camp
  • Tamboti Satellite Camp

 

Para saber mais sobre os acampamentos clique aqui.

 

[t3]Tipos de hospedagens[/t3]

 

Camping

Acampamento – a maioria tem energia elétrica (exceto Balule e alguns em Punda Maria).

 

Hut

Quarto individual com cozinha comunitária e instalações sanitárias compartilhadas.

 

Safari Tent

Tenda de lona permanente quartos em plataformas permanentes. Alguns têm cozinha comunitária e instalações sanitárias compartilhadas, enquanto outros são totalmente equipados e têm guarnições mais luxuosos.

 

Bungalow

Unidades de quarto de solteiro com banheiro. Alguns têm cozinhas comunitárias, enquanto outros têm suas próprias com equipamentos básicos de cozinha. Alguns bangalôs têm vista para o perímetro ou do rio, enquanto outros foram atualizados para o status de luxo.

 

Cottage

unidades de quarto de solteiro com sala de estar, banheiro e cozinha.

 

Family Cottage

Múltiplos quartos com sala de estar, banheiro e cozinha.

 

Guest Cottage

Várias quartos com, pelo menos, 2 banheiros dos quais um é suíte. cozinha totalmente equipada.

 

Guest House

Várias quartos e banheiros com área de estar e muitas vezes com facilidades e vista exclusiva.

 

Luxury Lodges

Estes alojamentos privados exclusivos, com um estilo e forma atmosfera única parte de um conjunto de produtos conhecidos como SANParks “Golden Kudus”, onde o luxo é a ordem do dia.

 

Para reservar e pagar sua hospedagem clique aqui.

 

Nas primeiras duas noites ficamos no Letaba Rest Camp no Guest Cottage (FQ6) para 6 pessoas. Possui duas suítes com ar-condicionado, três camas de solteiro em cada quarto, uma sala, uma cozinha completa e uma varanda com uma mesa ampla.

Na nossa primeira noite no Letaba Rest Camp fizemos um night drive (mais abaixo explico sobre os Game Drives).

 

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No parque você verá diversos animais e logo perceberá que Impalas e Zebras tem aos milhares!

 

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Depois de duas noites no Letaba partimos com destino a Pretoriuskop Rest Camp localizado na parte Sul do Parque. O legal é que você não vê o tempo passar durante o deslocamento pois vai fazendo safári pelo caminho! Durante a viagem passamos para almoçar no Skukuza Rest Camp, considerado o maior e mais completo acampamento do Kruger Park.

Procurar os Big Five (Elefante, leão, búfalo, leopardo e rinoceronte) logo se torna sua principal “missão”! Desses, somente o leopardo eu não consegui ver e fotografar.

 

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Pretoriuskop Rest Camp

No Pretoriuskop Rest Camp ficamos hospedados no Family Cottage (FF6DB) para 6 pessoas. Possui um quarto com uma cama de casal, e dois quartos com duas camas de solteiro em cada, ar-condicionado, dois banheiros, cozinha completa e uma churrasqueira na parte externa e uma varanda com uma mesa ampla.

Lá fizemos um braai (a palavra Afrikaans para churrasco) durante a noite de carnes exóticas (avestruz, kudu, impala, etc) acompanhado de excelentes vinhos sul africanos.

Abaixo algumas fotos dos self-drives que fizemos! Explorando as belezas do parque por conta própria.

 

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Portões de entrada para o Kruger Park

 

Para saber horário de abertura e fechamento dos portões e maiores informações clique aqui.

 

Observações:

– O limite de velocidade dentro do Kruger Park é 50 km/h.

– É aconselhado aos turistas a não viajar mais de 200 quilômetros entre os campos em qualquer dia.

 

 

O que fazer no Kruger Park?

 

Atividades disponíveis:

 

  • Wilderness Trails
  • Game Drives
  • Guided Walks
  • 4×4
  • Mountain Biking
  • Backpacking Trails
  • Eco-Trails
  • Golf
  • Birding

Para maiores informações clique aqui.

 

Hospedando dentro do parque é possível fazer os game drives oferecidos pelos rest camps. Game drive é um safári fotográfico em jipe ou caminhão aberto nas laterais, com um guia/motorista. Cada “game” dura de 3 a 4hs, e o preço varia de 220 a 380 rands. Precisa reservar e pagar na recepção do camping, com pelo menos 30 minutos de antecedência do horário de saída, ou no dia anterior se o game for de manhã.

 

A maioria dos campings e lodges no interior do Kruger Park oferecem game drives no início da manhã e no final da tarde. Alguns campings também oferecem games pela manhã porém não tão cedo (late morning games) e à noite.

 

Dentre os Game Drives temos:

 

Sunset drives

Essa atividade sai antes de o sol se por e retorno já durante a noite. Guias experientes conduzem os grupos. Informe-se nos escritórios de reservas ou no acampamento que você estiver hospedado sobre essa atividade.

 

Night drives

A saída é por volta das 17:00 e dura pelo menos 3 horas.

 

Morning drives

Sai em torno de 04:30 da manhã no verão e no inverno 05:30. Deve-se confirmar com recepção na noite anterior. A duração da atividade é de 3-4 horas.

 

 

[t3]Curiosidades[/t3]

The Big Five – Búfalo, elefante, leopardo, leão e rinoceronte.

The Little Five – Pássaro Tecelão (Búfalo Weaver), Elephant Shrew(sengis), Tartaruga leopardo, Ant Lion e besouros-rinoceronte.

Birding Big Six – Ground Hornbill, Kori Bustard, Lappet- faced Vulture, Martial Eagle, Pel’s Fishing Owl and Saddle-bill Stork.

Five Trees – Baobab, Fever Tree, Knob Thorn, Marula, Mopane.

Natural/Cultural – Letaba Elephant Museum, Jock of the Bushveld Route, Albasini Ruins, Masorini Ruins, Stevenson Hamilton Memorial Library, Thulamela.

 

Há muitos animais raros para ver e fotografar durante sua viagem! Mantenha-se atualizado com os movimentos da vida selvagem no Kruger Park, consultando o mapa na recepção de seu acampamento, ele é atualizado diariamente!

 

[t3]Passaporte, vistos e outros requisitos de entrada[/t3]

 

Os requisitos de entrada podem mudar, então por favor entre em contato com a Embaixada Sul Africana de seu país para verificar se as informações abaixo são atuais.

O passaporte é exigido para todos os visitantes estrangeiros e tem de ser válido por pelo menos seis meses.

Todos os visitantes estrangeiros vai precisar para realizar um retorno ou bilhete para a frente.

Os cidadãos da maioria dos países não precisam de visto e tem permissão de 90 dias.

 

Para maiores informações clique aqui.

  • Gostei! 2

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Olá,

muito bom!!! Direto ao assunto e informativo!

Estou indo semana que vem, temos alguns planos de rotas por lá. Entre os planos alguns que envolvem as rotas secundárias, de terra. Você acha que um polo 1.0 consegue fazer de forma relativamente fácil essas rotas secundárias do sul do parque?

 

Pretendo entrar pelo Numbi gate, passar pelo Pretorius Camp e ir em direção a Lower Sabie. Uma boa parte pelas estradas de terras que cruzam riachos que geralmente estão secos.

 

Também pretendo me orientar com base em mapa e se pegar, o gps de celular (se pegar antena melhor ainda), acha que é tranquilo?

 

Se puder adiantar algo agradeço.

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Boa tarde Renato!

De forma geral as estradas são excelentes!!!!. Mas pode acontecer contratempos...

Nossa carro era um elantra automático e passamos aperto duas vezes... Uma vez ele ficou atolado numa estrada de chão e tivemos que contar com a ajuda de um casal que passava em um 4x4 e tinha corda para nos puxar... Foi tenso pq tivemos que ficar de fora do carro um tempo! E isso não é recomendável de forma alguma! Muito perigoso!

Os restcamps tem serviço de reboque, mas pode demorar...

A segunda vez foi menos tenso pq o carro atolou na areia mas conseguimos sair rapidamente. Dessa vez não poderíamos sair do carro pq estávamos em frente a vários leões que dormiam debaixo da árvore a poucos metros de distância.

Andar no parque é bem tranquilo utilizando GPS e mapas... Baixa os mapas offline para falicitar!

 

Abraços e excelente viagem!

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Muito irado o seu relato, Mauro !

 

Surgiu uma dúvida: é possível se hospedar fora do Parque e mesmo assim comprar/participar dos game drives oferecidos pelo próprio Parque ?

 

Obrigado pela ajuda !

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    • Por amanda.teles
      Olá pessoal,
       
      Contaremos um pouco sobre nossa viagem à África do Sul, fomos eu (Renan), minha namorada Amanda e nossa amiga Jessica.
       
      Aproveitamos o feriado do carnaval, com mais alguns dias de folga, para conhecer um pouco da África do Sul. Encontramos uma ótima promoção para Joanesburgo pela TAAG e, por termos poucos dias, decidimos conhecer apenas o Kruger Park e a cidade de Joanesburgo.
       
      Dia 28 - Chegada a Joanesburgo e ida para Nelspruit;
      Dia 01 - Kruger Park - Entrada pelo Malelane Gate;
      Dia 02 - Kruger Park;
      Dia 03 - Kruger Park - Saída pelo Orpen Gate - Ida ao Blyde River Canyon e depois Joanesburgo;
      Dia 04 - Joanesburgo;
      Dia 05 - Joanesburgo;
       
      Optamos por levar dólares e trocarmos o dinheiro todo lá. Conseguimos taxa de 12,60 Rands por dolar no aeroporto.
       
      Dia 28:
       
      A viagem começou com uma ótima impressão da companhia aérea TAAG, com refeições muito gostosas e lugares espaçosos, pecando apenas na simpatia da tripulação.
       
      Chegando a Joanesburgo, alugamos um carro pela Tempest Car Hire, que teve o melhor custo benefício para nós. Um Picanto, locado para todos os dias que estivemos no país, e um GPS para não nos perdemos, tudo por US$ 190,77.
      Para poder locar o carro, foi necessário a emissão de Permissão Internacional para Dirigir, emitido pelo Detran.
       
      *Outro documento imprescíndivel para embarbar é o Certificado Internacional de Vacinação, emitido nos postos da Anvisa.
       
      Assim que pegamos o carro, partimos para Nelspruit (aproximadamente 340 Km de distância). O começo foi bem dificil e engraçado, pois eles adotaram o sistema de mão inglesa, sendo bem confuso no começo, mas nada que nao se acostume com facilidade. As rodovias são excelentes e chegamos com tranquilidade ao nosso destino. Nossa intenção foi passar uma noite na cidade, por ser uma das mais próximas ao portão Malalena Gate, por onde optamos entrar no parque. A cidade é muito bonita, e aparentemente bastante segura, reservamos o Hostel Mamma Mia, que foi uma ótima surpresa para nós. Reservamos um quarto para três (US$ 70), mas quando chegamos lá era uma casa enorme, com muito conforto e limpeza. Tivemos o imprevisto de trancarmos a casa com a chave dentro , mas com um pouco de trabalho conseguimos resolver o problema.
       
      Dia 01:
       
      No segundo dia, aproveitamos um café da manhã sensacional do hostel, e partimos para o Kruger por volta das 7 da manhã. Mais uma hora de viagem. Chegamos no parque e começamos o safari (por cada dia no parque tem que ser pago cerca de R$ 70/pessoa). Optamos por não fazer nenhum passeio guiado, fazendo tudo por conta, onde em nossa opinião valeu muito a pena, pois tinhamos uma grande emoção sempre que encontravamos um animal inesperado. Logo na entrada do parque já nos deparamos com duas girafas lindas.
      Continuamos o dia andando pela parte Sul do parque, por onde há uma maior ocorrência de animais, sempre na busca de encontrarmos o rei da selva. Nosso trajeto rumava para o Skukuza, onde iriamos passar a primeira noite dentro parque. Chegamos na hora do almoço, almoçamos por lá. Saimos na nossa caçada novamente, encontrando milhares de animais, experiencias e emoções incríveis a cada novo animal encontrado, mesmo que já tivessemos visto algum da mesma espécie. As 18 horas voltamos para o Skukuza para dormirmos, tendo encontrado apenas 1 dos Big 5, o elefante. Alugamos uma tenda (US$ 57). Foi muito legal, pois sentimos muito a interação com a natureza, ouvindo os barulhos da selva durante a noite inteira.
       





       
      Dia 02:
       
      Saímos por volta das 6 da manhã (recomendamos o mais cedo possível, pois é o melhor horário para encontrar os animais) sentido ao Satara, onde passaríamos nossa segunda noite dentro do parque. Continuamos rodando em busca dos outros Big 5, mas principalmente dos leões. E então, por volta das 10 da manhã, na estrada principal para o Satara, em área de savana aberta, demos de cara com o bichão, dois leões e uma leoa maravilhosos. A essa altura esse já era o nosso 4° Big Five, restando apenas o Leopardo (que não encontramos ). Chegamos ao Satara para almoçar e continuar o safari. Novamente voltamos por volta das 18 horas para descansarmos. O valor para 3 pessoas la foi de US$ 140.
       




      Dia 03
       
      Com sensação de dever cumprido, partimos novamente bem cedo, para aproveitarmos a manhã no parque e sairmos pelo Orpen Gate. Após a saída do parque, decidimos ir para o Blyde River Canyon (cerca de duas horas de distância). A estrada até o local é bem esburacada e muito mal sinalizada, onde, apesar de estarmos com o GPS, tivemos muita dificuldade para achar o local. Por fim, depois de rodarmos um pouco, pedirmos informações, conseguimos chegar. O local é lindo, com uma bela vista para o Canyon, compensando o esforço. Não ficamos muito tempo, pois nao queriamos chegar tão tarde em Joanesburgo, e estávamos um pouco distante. Paramos para almoçar em um restaurante de alguma cidade no meio do caminho, onde pedi por engano panqueca de pulmão de frango. Não foi muito agradável mas foi uma experiencia no mínimo engraçada. Chegamos por volta das 20 horas, fomos direto ao Hostel (Once in Joburg - US$ 70). A redondeza é meio perigosa, preferimos jantarmos no hostel e não sair mais.
       

       
      Dia 04:
       
      Pela manhã fechamos um passeio guiado para o Soweto. Uma experiência incrível, um lugar com uma energia diferente e com uma história muito impactante. Demos sorte, pois no dia da nossa visita teve o maior classico do futebol local, entre o Orlando Pirates e Kaizer Chiefs, onde toda a cidade estava num clima muito festivo, com ambas torcidas reunidas, com muita alegria e sem qualquer tipo de desentendimento. Sons de vuvuzelas por toda parte . Fizemos o passeio a pé (tem a opção do passeio de bike). Achamos muito mais proveitoso, pois sentimos um contato mais pessoal com os moradores e principalmente as crianças, que nos receberam super bem. Conhecemos a casa do Mandela e outros locais icônicos da região. Almoçamos la mesmo, comemos pratos típicos locais, muito bom tbm, recomendo.
       
      Após fomos ao museu do Aparthaid, novamente uma experiência bastante impactante e muito interessante.
       
      Logo já voltamos ao Hostel para evitarmos andar a noite.
       
      Dia 05:
       
      Nosso último dia na África. Demos apenas uma volta de carro pra conhecermos alguns pontos da cidade e já fomos para o aeroporto.
       
      Considerações:
       
      Hostel Mamma Mia - Recomendamos muito, comida excelente e acomodações melhores ainda;
      Skukuza - Tenda - Muito legal, não falta conforto e com um contato direto com a natureza;
      Satara - Bangalô super confortável, a acomodação mais cara mas valeu muito a pena. Muito bom!
      Hostel Once in Joburg - Local bem legal, mas muito barulhento, rolando som alto na rua até altas horas da madrugada;
      Segurança: Joanesburgo é muito perigoso, MUITA atenção em qualquer lugar e a qualquer horário.
       
      Para quem ama ver a natureza e os animais, como nós, tenho certeza que será um passeio inesquecível!
       
      Dúvidas, ficamos à disposição!
       
      Renan Cavalheiro
    • Por jenifervogel
      Segue abaixo o relato da minha viagem à África do Sul entre 23/12/2016 e 05/01/2017:
       
      VISÃO GERAL: é um destino que reúne praias lindas, vinhos e gastronomia, safaris, cultura e história. O povo é muito simpático e hospitaleiro.
       
      VOO: compramos as passagens em uma promoção da South African (R$1.800). Os aviões da SA são bons, a tela para filmes a melhor que já vi, comida ok e serviço de bordo bom. O voo dura quase 9 horas até Joanesburgo. Mesmo quem vai a Cape Town/Cidade do Cabo precisa retirar a mala em Joanesburgo e despachá-la de novo. Quase perdemos a conexão porque nosso voo saiu atrasado de SP e a fila na imigração estava enorme! Saímos correndo aeroporto afora e conseguimos pegar o nosso voo a Cape Town, que também saiu atrasado.
      Ah, dica importante: nossa mala não chegou em Cape Town e ficamos sem bagagem até no outro dia (eles entregaram no nosso hostel). Me pareceu que era uma coisa "comum", portanto, na mochila de mão tenha itens e roupas essenciais para uns 2 dias rsrs.
       
      DINHEIRO: levamos dólares e reais. Fazendo as contas valia mais trocar dólares mesmo na época que fomos. No aeroporto não conseguimos uma cotação tão boa. No Waterfront tem diversos bancos que trocam dinheiro, pergunte a cotação e a comissão deles. O banco Bidvest troca reais (tem um no shopping) e tem várias agências no país.
      Quando trocamos a cotação ficou 1 Real = 3,88 Rands. Os preços no relato sempre estarão em Rands.
       
      VACINAS: é necessário ter a Carteira de Vacinação Internacional para Febre Amarela. Eles realmente olham se você tem.
       
      COMPRAS: pechinche e negocie. Nas lojas de shopping não conseguíamos muito desconto, mas nas tendas e feirinhas de rua conseguíamos as coisas até pela metade do preço.
       
      SEGURANÇA: em Cape Town não me senti insegura em nenhum momento, mas por conselho do staff do hostel, usamos Uber para nos locomover à noite. De dia você deve cuidar com batedor de carteira como em qualquer cidade grande do mundo. Já em Joanesburgo é mais perigoso e feio. Ficamos num local que tinha seguranças da rua de dia e de noite, então era tranquilo, mas nos falaram que podíamos ser assaltados mesmo de dia se saíssemos daquela área. Passávamos de carro e víamos muita gente na rua, lixo, gente pedindo dinheiro em cada semáforo. À noite dava um pouco de receio, ficávamos bem ligados, mas acho que não deve ter assaltos a carros como no Brasil.
       
      CLIMA: Cape Town tem um verão seco, não choveu nenhum dia enquanto estávamos lá. As temperaturas são bem quentes no sol durante o dia, mas a noite fica fresquinho. Mas é bom sempre ter um casaco, pois no barco e em lugares mais altos como a Table Mountain, sempre tem um ventinho frio. No Kruger Park e em Johannesburg chove mais no verão, mas pegamos chuva somente no primeiro dia. Também é mais quente e abafado que Cape Town.
       
      DICAS:
      - Se for nessa época de férias, reserve tudo com bastante antecedência. Tentei reservar os melhores restaurantes 3 meses antes de ir e já estavam fully-booked/lotados toda aquela semana entre Natal e Ano Novo. Os passeios para a Robben Island consegui apenas o último horário reservando 3 meses antes. Quando estávamos lá tinha uma papel avisando que só tinha vaga após 8 de Janeiro. Isso vale para acomodação, etc.
      - Todos os lugares que fiquei possuíam adaptadores para a tomada do Brasil, mas se precisar de mais algum, compre no Pick n`Pay. Este mercado está em todo canto e custou bem barato (R35 rands).
      - Baixamos o mapa da África do Sul no aplicativo Here e foi muito útil, usamos como GPS no celular sem precisar estar conectado na internet.
       
      GASTOS: RS 1.800 reais passagem saindo de SP. Antes de ir gastamos uns RS 670 reais com pré-reservas e levamos mais US$ 650 dólares. Com uns pequenos gastos de Uber no cartão dá pra jogar o total pra RS 5.000 reais cada. Com isso comemos bem, alugamos carros, compramos vinhos etc.
       
      23/12 (sexta) - Chegamos já à noite por causa do atraso. Eu havia reservado um transfer antes de ir e não consegui avisar ele em Joanesburgo, mas quando cheguei em Cape Town consegui ligar pelo skype e o cara ainda estava lá esperando, coitado. O transfer foi pela http://www.airporttaxiservice.co.za/ e custou 270 Rands para os dois.
      Acomodação: ficamos no Atlantic Point Hostel (R340 quarto com 6 camas). Ótima localização, perto do Waterfront, centro e ponto de ônibus. Café da manhã excelente, seguro (possui senha na entrada principal e nos quartos), os quartos com 6 são camas e não beliches e bem espaçosos, armários com chave (leve seu cadeado), camas confortáveis, limpo. Enfim, foi um bom custo-benefício, já que acomodação em CT nessa época do ano fica bem cara.
      Quando chegamos encontramos minha mãe que já estava lá e fomos passear no Waterfront. Estava lotado de turistas e iluminado para o Natal, lindo! Aquela noite estava friiiia. Comemos fish and chips no shopping (69 rands) e depois fomos no Ferrymans Tavern que teria banda. A música estava legal, mas o atendimento péssimo! Um chope grande custava uns 40 rands.
       
      24/12 (sábado) - Neste dia fomos ao Waterfront resolver umas coisas de início de viagem:
      - Trocar dinheiro: vale a pena nos bancos, tem vários do Waterfront.
      - Comprar um chip de telefone: compramos na Vodafone do shopping apenas para internet, custou R120 o chip + 500MB de internet. Rendeu a viagem toda usando apenas quando não tinha wi-fi.
      - Cartão para ônibus Myciti: esta é a melhor opção de transporte junto com o Uber se você está sozinho. Pagamos R30 pelo cartão e carregamos R80 rands. Ele conecta vários pontos da cidade. Depois vimos que vale a pena apenas se você está viajando sozinho. Em 3 teria sido mais barato a gente usar o Uber. O Uber lá é super barato. A parada de ônibus fica bem pertinho do hostel, na rua principal (Main St). Pegamos o ônibus 108 até Hout Bay, com o trânsito levou uns 40 minutos.
      Hout Bay é tipo uma vila de pescadores, praia bonita, vários barcos de pesca e restaurantes de frutos do mar. Mas meu objetivo era ir na feirinha que rola aos sábados e domingos entre 10AM e 4PM. Você tem que caminhar atééééé o final da praia, tipo 1km, para chegar na feirinha. Adorei esta feirinha, música ao vivo, gente bonita, uma vibe muito boa. Tem as tendas com artesanatos, as de comida e um bar no meio que vende vinhos e cervejas. Foi difícil achar um espaço nas mesas de tão cheio que estava. Pegamos ostras (R20 cada) e uma salada de atum selado (R69 e o melhor que comemos a viagem toda), um vinho rosé e curtimos o som. Não deixe de ir!
      Depois que acabou a feira fomos tentar pegar o barco para a ilha das focas, mas fomos avisamos que o barco não estava se aproximando da ilha por causa das condições do mar, então fomos outro dia. Caminhamos mais um pouco pela orla e então pegamos o ônibus de volta. À noite eu e o Renan pegamos um Uber até a Long Street e fomos no Beerhouse, bar com vááááárias cervejas. Esta rua tem vários bares e baladas e estava bombando, muito gente louca na rua rsrs Mas você tem que ficar ligado, embora tenha seguranças na frente de cada estabelecimento, ouvi falar de pequenos crimes. Pegamos uma régua de degustação. Como a maioria dos lugares na África do Sul, não veio gelado Ai a gente até perde o gosto de beber rsrsrs Tomamos mais uns 2 chopes e voltamos.




       
      25/12 (domingo) - Neste dia acordamos cedo para subir a trilha da Table Mountain. Foram com a gente a brasileira Natália e um outro americano que minha mãe tinha feito amizade antes. Fomos de Uber até a entrada do teleférico (já cedo a fila para pegar o teleférico estava enorme, ouvi falar de 2-3 horas de fila para subir). Caminhamos mais um tempo pela rua até a placa indicando o início da trilha. A trilha foi bem mais puxada que eu imaginava. É subida direto, pedras altas e não tem sombra nenhuma pra aliviar o sol quente (leve bastante água e protetor solar). Mas minha mãe conseguiu subir, com muuuuito esforço kkkkkk Ao todo, com muitas paradas para esperar minha mãe se recuperar, levamos 2 horas e meia. A vista lá de cima é espetacular, as fotos falam por si só. Curtimos a vista lá de cima um tempo, compramos água, comemos umas frutas e compramos a descida (R135 rands). Também tinha fila para descer rsrs mas foi rápida até. Muito legal descer com o teleférico
      De lá pegamos um Uber para Camps Bay para almoçar. Lugar muito popular, com vários restaurantes de frente pro mar. Após o almoço a Natália tinha que ir e o Renan também queria voltar para o hostel porque estava cansado e torrado do sol. Eu e minha mãe fomos andar um pouco na praia. Realmente é gelada demais, ninguém entra na água rsrsrs Mas é linda, com as montanhas ao fundo. Ficamos lá até o pôr-do-sol.






       
      26/12 - Acordamos mais tarde para descansar e fomos caminhando até o centro. Passamos pela igreja St. George e pela Company`s Garden. Este jardim é muito mais bonito que eu esperava...um oásis naquele dia quente. Lindos jardins e muuuitos esquilos fofos que vêm até você e ficam olhando esperando comida rsrsr parecem cachorros. Depois fomos ao South African Museum and Planetarium (R30 rands), mas o planetário estava fechado para reforma. Não é o museu mais legal que já fui, mas é interessante. Bem grande, dá para ficar umas 3 horas. Depois fomos caminhar na Long Street, de dia ela é mais parada, tem várias lojas de souvenirs e restaurantes. Também passamos na GreenMarket Square, uma praça com várias barracas de artesanato. À noite fomos passear novamente no Waterfront e jantamos no Den Anker, restaurante belga com localização privilegiada no Waterfront. Estava lotado mas logo conseguimos uma mesa. Serviço amigável, várias opções de cervejas belgas, menu bem variado e a comida estava bem boa. Com 2 entradas, prato principal e bebidas saiu cerca de R400 rands cada.



       
      27/12 - Nesse dia o plano era subir a Lion`s Head de manhã, mas como estava muito quente acabamos não indo (me arrependo hoje rsrs). Fomos no Waterfront para andar por umas partes que não tínhamos ido ainda (é enorme o lugar), almoçamos um sanduíche no shopping (R45 rands) e fomos esperar o barco para a Robben Island (R320 rands, lembre de comprar antecipado online, tem às 9h, 11h, 13h e 15h). O passeio dura cerca de 4 horas (2h ida e volta de barco mais 2h na ilha). O passeio de barco em si já é legal. Na chegada entramos em um ônibus com uma guia. A parte 1 do passeio consiste numa volta na ilha dentro do ônibus onde a guia vai falando dados da ilha, história, fauna, explica algumas construções etc. Na parte 2 paramos na entrada da prisão e outro guia, que é um ex-prisioneiro político e ficou preso com Mandela, nos leva para dentro e fala um pouco sobre o apartheid, a luta deles, como funcionava o esquema prisional e as alas da prisão, visitamos as celas e ele fala como foram aqueles muitos anos presos lá (Mandela ficou 18 anos preso nessa ilha). Ninguém falava nada, todos só ouviam, é uma mistura de sentimentos.
      Após o passeio fomos jantar no restaurante La Mouette, bem concorrido e quando fiz a reserva 3 meses antes já tinha apenas 1 horário disponível e eles pegam um pré-pagamento no cartão. Esta foi a janta mais cara da viagem, mas também é outro nível, desde as mantas disponíveis nas cadeiras no exterior, atendimento impecável, cerveja gelada rsrsrs. Pegamos o Menu Degustação que custa R445 e vem 6 pratos. A comida e apresentação dos pratos estavam perfeitos, até minha mãe que não curte coisas diferentes gostou do carpaccio de avestruz e dos outros pratos. Com 2 garrafas de vinho saiu uns R650 rands cada.



       
      28/12 - Acordamos cedo, fizemos check-out e fomos buscar o carro alugado na Hertz pela internet (R1044 rands 3 dias, carro B). Teoricamente precisaria carteira de motorista internacional, mas pegamos com a do Brasil sem problemas. No primeiro dia foi tenso dirigir do lado esquerdo, mas logo o Renan acostumou, após quase bater numa rotatória porque olhamos pro lado contrário
      Nosso destino era Cape of Good Hope/ Cabo da Boa Esperança, com paradas pelo caminho. Primeiro paramos em Hout Bay para fazer o passeio até a ilha das focas. Já no pier tem várias focas que os pescadores ficam jogando peixe. O passeio dura 40 minutos, custa R85 rands e vale muito a pena. A ilha é repleta de focas, muito legal ver elas brincando, brigando e nadando ali ao redor.
      Depois seguimos para Chapman`s Peak (R42 pedágio), uma das estradas costeiras mais espetaculares do mundo. Realmente espetacular! Vontade de ir parando a cada 10 metros para tirar fotos. Passando Chapman`s Peak drive seguimos em direção a Simon`s Town, depois seguimos as placas para Cape Point. Quando passamos por Boulders Beach resolvemos parar para almoçar e já ver os pinguins. Estava lotado, fila para estacionar, então estacionamos mais longe e caminhamos até lá. Por onde entramos tem uma tarifa para nadar na praia, e no outro lado do deck de madeira é a tarifa para ir observar os penguins. Pra variar tinha fila e estava lotado, então não entramos, porque caminhando pelo deck já é possível observar a praia, os pinguins na praia mais de longe e alguns penguins bem próximos da cerca.
      Seguimos viagem para Cape Point, várias placas de BABOONS pelo caminho, mas não vimos nenhum. Quando estávamos próximos de chegar já tinha uma fila de carros. Esperamos não sei quando tempo na fila e quando estávamos chegando próximos da entrada um guarda disse que poderia levar até 2 horas para liberar estacionamentos (tem que chegar cedo pra tudo ou pegar filas intermináveis, essa é a desvantagem de viajar nesta época do ano). Desistimos e resolvemos voltar no outro dia bem cedo. Seguimos para Stellenbosch para visitar algumas vinícolas. Como as degustações encerram às 16h-17h na maioria delas, conseguimos visitar apenas a Vredenheim. Serviço ok talvez porque já estavam quase encerrando, vinhos não estavam na temperatura certa.
      Em Stellenbosch alugamos uma casa pelo AirBnb https://www.airbnb.com/rooms/8746700. O melhor lugar que ficamos, linda casa num bairro residencial, super limpa e espaçosa, muito bom!






       
      29/12 - Saímos de casa umas 6AM e levamos mais ou menos 1h30min até Cape Point. Fomos uns dos primeiros a chegar rsrs, não tinha fila nenhuma. Seguimos a Cape Point e subimos as escadas até o Farol. Vistas espetaculares de lá e pensa num vento. Bom ler um pouco da história deste local antes de ir, pois o mais legal além da beleza natural é sua importância histórica. Lá tiramos umas mil fotos. Depois seguimos pela trilha que vai até Cape of Good Hope, é possível ir até lá de carro, mas a trilha é bem tranquilo e leva no máximo 2h ida e volta. Depois dirigimos mais um pouco no parque e voltamos para Stellenbosch.
      Eu tinha reservado uma degustação na Neethlingshof às 13h, chegamos só um pouco atrasados porque nos perdemos um pouco. Vale muito a pena a Flash Food, Slow wine pairing! Custa R90 e cada vinho vem com um mini prato armonizando. De lá seguimos para a Die Bergkelder (Fleur du Cap) onde havia reservado outra degustação com comida, mas chegando lá falaram que só seria possível a de vinhos. Os vinhos são muitos bons mas não gostei do atendimento. Depois fomos para a Spier, vinícola muito popular, mas estava lotado e não conseguimos fazer a degustação, então apenas compramos uns vinhos na loja e fomos pra casa.






       
      30/12 - Dia de degustações. Importante destacar que meu noivo estava de motorista, então a maioria das degustações só eu e minha mãe fizemos, tadinho rsrs
      Primeira vinícola foi a Warwick. Minha preferida, lindo lago e jardim, atendimento ótimo, vinhos excelentes! Eles fazem picnic gourmet então tem almofadas, mantas etc no jardim em frente ao lago. Sentamos na varanda sob uma árvore para fazer a degustação. Que lugar tranquilo e agradável, se tivesse mais tempo ficaria ali uma manhã inteira. A degustação básica custa R50 mas este valor é abatido se você comprar vinho depois, então vale muito a pena! Levamos 2 garrafas.
      Próxima vinícola foi a Fairview Cheese and Wine. Estava lotado. Na entrada tem uma casinha de cabras, muito fofas rsrs. Após um pouco de espera fizemos a degustação de queijos e vinhos (R40 ótimo preço). Os vinhos são bons, mas os queijos...deliciosos! Levei um queijo de cabra e um queijo azul. Recomendo muito este lugar também!
      Depois paramos na La Motte. Vinícola grande e mais chique, um jardim lindo, algumas esculturas e peças de arte, uma ponte sobre um lago. Os vinhos realmente são muito bons, mas também são os mais caros. Compramos apenas uma garrafa rsrsrs
      Quase em frente a La Motte fica a Eikehof. Faça um favor a si mesmo e visite este lugar! Amei! É uma vinícola familiar pequena e mais rústica. A degustação é feita sob as árvores em frente ao vinhedo. A própria família te recebe, e são muuuuito atenciosos e queridos, contando a história deles e daquele lugar. Minha mãe até foi andar no meio do vinhedo pra ver rsrsrs Pegamos uma tábua de frios, tudo delicioso. É um lugar imperdível na região!
      Fomos para casa pois já tinha dado de vinho, apaguei e acordei com aquela sede rsrs Quando olhei o relógio já estávamos atrasados para o jantar que tinha reservado na Tokara! Fomos correndo e chegamos a tempo para o pôr-do-sol. Sim, porque ver o pôr-do-sol neste lugar é obrigatório. Chegamos e o host já perguntou se queríamos primeiro tomar algo no deque. Lógico! Este é o restaurante e vinícola com o visual mais lindo! A fachada do restaurante é toda de vidro, então enquanto você janta pode ficar observando aquele restinho de sol no horizonte. Este restaurante é um dos melhores na região e possui poucas mesas, então reservei uns 3 meses antes. Comida maravilhosa, tudo perfeito! Com 2 entradas, 3 pratos principais, água e uma garrafa de vinho deu uns R400 cada.











       
      Como eu adoro gastronomia e vinho, amei Stellenbosh e ficaria mais tempo se meu noivo também gostasse tanto quanto eu.
       
      31/12 - Saímos cedão para devolver o carro e pegar um voo para Lanseria/Joanesburgo. Esse voo foi comprado separadamente na Kulula (budget airline). No aeroporto pegamos outro carro alugado na Budget (R1923 rands carro automático por 6 dias). Ambas as empresas foram boas.
      Seguimos direto para Hoedspruit, cidade próxima ao Kruger Park. Todas as estradas da África do Sul são ótimas e foi super fácil dirigir por lá. No caminho vários pedágios, mas pelo menos as condições das rodovias eram excelentes. O caminho foi bem longo e levamos umas 6h para chegar. Ficamos na Lourie Guesthouse (reservado pelo Booking.com) e foi R270 uma diária em quarto família. É uma pequena cidade, apenas ponto de entrada para o Kruger Park, apenas para dormir e seguir viagem. Passamos o ano-novo dormindo rsrs
       
      01/01 - Saímos umas 6AM rumo ao portão Orpen do Kruger Park. No caminho existem várias reservas privadas e vimos já uma girafa peto de uma cerca no caminho. Na entrada perguntam se temos armas, revistam o carro mais ou menos. Infelizmente ainda tem muita caça ilegal mesmo dentro do Kruger, vi num folheto que em 2013 foram mortos mais de 300 rinos
      Na próxima parada tem uma recepção onde mostramos nossa reserva e eles anotam a placa do carro etc. Também compramos um mapa muito bom por R40, que tem o tempo de viagem entre os acampamentos, fotos e nomes dos animais, etc.
      Observações:
      - Reservamos acomodação no Skukuza Camp e o Sunset Safári pelo site do governo https://www.sanparks.org/parks/kruger/. É importante reservar com bastante antecedência pois este camp é o maior e o mais popular. Tive problemas para pagar com meu cartão, bug no site, então liguei lá e o pagamento foi feito por telefone.
      - Esses safáris oferecidos pelo parque só estão disponíveis para quem dorme lá, pois começam ou terminam fora do horário que os portões estão abertos para "day visitors" (o nosso safari terminava as 20h e os portões fecham às 18:30 por exemplo).
      - Tem toda uma lista de regras que você recebe ao reservar, como limite de velocidade, recomendações como nunca abrir as janelas do carro etc. E tem que respeitar o limite mesmo que eles multam.
      - Se você faz questão de ver os Big 5, o ideal é ficar pelo menos 4 dias no parque.
       
      Logo na entrada vimos uns carros parados e fiquei olhando e não via nada, eles olhavam para uma árvore, então olhamos pra cima e vimos um leopardo num galho. Começamos bem, já que é super difícil ver leopardo.
      Seguimos pela via asfaltada em direção ao Satara camp. Em determinado momento pegamos uma estrada de barro para fazer um loop, mas tivemos que seguir por esta estrada de barro por muito tempo, pois todas as que ligavam a estrada principal estavam fechadas (parece que devido a uma forte chuva). Mas foi bom, pois quase não tinha carros nesse caminho e vimos elefantes, zebras, muitos tipos de antílopes, búfalos, rinocerontes... Claro, passamos muito tempo dirigindo sem ver nada, é muita questão de sorte..pois a savanna é imensa e tem que ter sorte de o bicho estar ali perto da estrada. Acho que as estradas de barro são melhores para achar os animais por ter menos movimento. Também quando o sol está mais forte, e estava muuuito quente aqueles dias, os animais tendem a ficar mais deitados e sob as árvores, então os melhores horários para vê-los é bem cedo ou final da tarde.
      Chegamos na recepção do Skukuza para pegar a chave pro nosso hut, pagamos a taxa de conservação (R304 cada) e fomos esperar a hora do check-in. Este acampamento possui um restaurante, uma loja de souvenirs e mini mercado, uma piscina. É bem completo, nem parece que você está no meio da savanna. E tudo com preço razoável, mesmo preço das cidades. Estava muuuito quente. Fomos no restaurante tomar um cerveja. O deck fica em frente ao rio e vimos um monte de macacos correndo sobre a ponte. Às vezes até é possível ver elefantes bebendo água no rio ali na frente (vi em fotos, mas não vimos).
      Fizemos check-in, tomamos banho e descansamos para o safári, que começava às 16:30h. Seguimos com o jipe, dirigimos bastante tempo sem ver nada. O próprio guia falou que como estava muito quente, só quando o sol saísse veríamos mais coisas. O safari decepcionou na verdade, pensei que com o guia veríamos mais animais por eles saberem os melhores lugares para olhar, mas não. Valeu a pena pela família de girafas que passou na frente do jipe, aquele pôr-do-sol lindo ao fundo, parecia cena do Discovery rsrs e outros pequenos animais que sem o guia nem notaríamos, como cobra, pássaros, pequenos roedores, etc. Voltamos 20H para o acampamento e fomos jantar. À noite você percebe que está no meio na savanna, pois só ouve o barulho dos animais, o céu mais estrelado que já vi...





       
      02/01 - Saímos umas 7h, jogamos a chave na caixa "Key Drop" (check-out mais eficiente rsrs) e seguimos mais ao sul do parque. Seguimos um bom tempo sem ver nada numa estrada de barro e de repente, uma grande manada de elefantes bem próxima da estrada, os filhotinhos brincando tãaaaao fofo. Sempre batia um medinho quando tinha filhotes, pois as mães ficam mais agressivas rsrs então sempre mantemos uma distância segura. Às vezes era impossível porque você vai dirigindo devagarzinho e de repente tem um elefante enooorme bem no lado do carro. Dava uns frios na barriga e eu começava a gritar "fica com a ré engatada" daí o elefante começava a vim na nossa direção e eu gritava "saaai sai rápido" kkkkkkk É que eu vi um vídeo onde um elefante derrubou um carro, dai já viu. Nesse dia vimos muuuitos elefantes naquela rota e também girafas, mas nada de leão Próximo da saída do parque vimos mais 2 rinocerontes bem perto, então já fiquei feliz pois eles também são difíceis de encontrar.


      Foi umas das experiências mais legais da minha vida, ver estes animais no seu habitat natural e a savanna africana e suas "Acacias tortilis". Nossa passagem foi rápida, não vimos o leão, mas valeu a pena. Como falei antes, se você quiser ver todos os animais, fique pelo menos 4 dias no parque.
      Seguimos viagem rumo a Joanesburgo, mais 5h. Ficamos num flat alugado no AirBnB no bairro Moboneng.
       
      03/01 - Após dias acordando super cedo, dormimos até mais tarde neste dia. O bairro que ficamos tem guardas nas ruas, então é seguro sair ali a pé para tomar um café, mas fora daquela região é perigoso. Este bairro foi totalmente reformulado e se tornou "cool", cheio de galerias de arte, um cinema independente, lugar da moda.
      Fomos ao Museu do Apartheid (entrada R80 e estacionamento seguro e gratuito). Na entrada te dão um ingresso que te discrimina aleatoriamente pela cor, então você se separa do grupo na entrada, uma amostra de como muitas famílias foram separadas quando o regime começou. Muito louco pensar que isso é tão recente. O museu é enorme, dá pra ficar 4 horas ou mais, pois também conta a história da África do Sul desde a colonização. Nossa, o que dizer deste museu...impossível não se emocionar. Alguns vídeos são bem gráficos, tinha até gente chorando. O ser humano pode ser muito cruel. Mas emociona também a determinação, resiliência e força dos que lutaram contra a segregação, não somente negros, mas também indianos, brancos e asiáticos.
      Depois fomos para o shopping Sandton. É enoooorme, fizemos umas compras e jantamos no The Butcher Shop and Grill. Finalmente comi a carne de avestruz e o malva pudim que estava querendo provar.

       
      04/01 - Fomos ao Cradle of Humankind/Berço da Humanidade, que fica cerca de 1h de carro de Joanesburgo. O ingresso custa R190 (combo cavernas Sterkfontein + Maropeng). Paramos primeiro na Sterkfontein Caves, caverna onde foram encontrados diversos fósseis dos primeiros seres humanos e os famosos Little Foot e Mrs. Pleas. A caverna é legal e tem estalagmites, um lago etc, mas o mais legal é a parte histórica e saber que naquela região viveram, milhões de anos atrás, os primeiros seres humanos. Algumas partes tem que andar agachado, passar por lugares bem estreitos, mas não muito.
      Depois fomos ao Maropeng Visitor Centre, que fica a 6km das cavernas. É um museu interativo focado da evolução do planeta, dos humanos e nossos ancestrais. Primeiro tem uma parte com fósseis de dinossauros. Depois vem a parte mais legal. Entramos num bote redondo que vai passando por um túnel gelado e azul, depois passa uma parte escura com fumaça e lava, placas tectônicas se movendo, muito massa, só isso já valeu a pena a visita! Depois passamos por um túnel que é pra ser o momento do Big Bang (dá uma tontura) e saímos em uma sala com exposições interativas sobre a evolução da humanidade, extinções, etc. Curtimos!
      Depois fomos à Lesedi Cultural Village, mas chegamos tarde demais para visitar as "aldeias" (o tour ocorre 11:30 e 16:30). O lugar recria a vila/casas de 5 tribos africanas diferentes. É feito para turista, mas para quem não tempo para visitar uma tribo mesmo (acho que é possível somente em outros países da África), tá valendo. Vimos então apenas a apresentação das danças e músicas (R150). Minha mãe adorou e todos foram realmente muito queridos, mas eu achei apenas legalzinho.
      Na volta fomos novamente no Sandton Mall porque o Renan queria comprar uma camiseta de Rugby e jantamos no Ocean Basket, uma rede de fast-food de frutos no mar. Nossa como nos arrependemos de não ter comido nessa rede antes (tentamos mas sempre tinha fila e não temos paciência ). Muito bom custo-benefício!!! O fish and chips custou R59 e a casquinha tava bem sequinha e crocante, molho delicioso, bem servido. Também pegamos uma porção de frutos do mar (R119) com camarão, mariscos, peixe e arroz, o molho de manteiga é delicioso! Já o sushi não achei aquilo tudo. Essa rede tem em todas as cidades, se soubesse que era assim bom antes...
      À noite foi arrumar as malas e embalar bem os vinhos com papel bolha para a volta.



       
      05/01- Dia de ir embora, já bate aquela depressão
      Minha mãe queria porque queria ir no Soweto. Não é o tipo de turismo que curto, é como ir nas favelas no Rio. Mas como ela não parava de insistir, chamei um Uber e fomos até a casa do Nelson Mandela. Ela entrou, tirou umas fotos, caminhamos um pouco ali na rua que é cheia de artesanato (e por ser turística não tinha pobreza), o nosso motorista do Uber falou um pouco sobre o Soweto e tal, e logo voltamos. Neste dia matamos tempo num shopping perto do Aeroporto, depois devolvemos o carro e pegamos o voo de volta.
      The end.
    • Por Marianne_mdc
      Acabei de voltar da Arica do Sul e achei incrível....segue ai meu roteiro:
       
      As fotos estão no face....fiquem a vontade para olhar e perguntar!!!!
       
      https://www.facebook.com/marianne.d.santos.5/media_set?set=a.1399233473421955.1073741863.100000059472009&type=3&hc_location=ufi
       
       
      Comprei a passagem aérea SP - Joanesburgo pela LATAM (1600 reais ida e volta por pessoa).
      Reservei um carro econômico com a Avis rent a car (cerca de 50 reais a diária).
      Hospedagens foram reservadas no Booking
      No Kruger reservamos a hospedagem e os game drivers no site oficial: sanparks
       
      Chegando em Joanesburgo pegamos o carro no aeroporto. Tudo muuuuito organizado e simples. Era umas 15 h e saímos em direção a Middelburg, uma cidade onde iríamos apenas dormir ( fica bem no meio do caminho entre joanesburgo e o kruger). Hospedagem: Punpkin guest house.
       
      saímos cedo em direção ao Kruger, no portão de acesso Crocodile Bridge, bem ao sul do parque.
      Ficamos num bagalow bem legal de frente pro rio, logo na chegada já tinha um hipopotamo e um monte de elefantes bem de frente da nossa sacada
       
      No parque paga-se uma taxa diária de 280 rands. O preço do bangalow foi uns 300 e poucos reais, mas lá, existem opções de barraca bem mais baratos.
       
      Depois de descarregar as malas, saímos de carro pelas ruazinhas do krueger e vimos muitos bichos, não imaginava que tinha tanto.
       
      Voltamos e partimos para um game drive noturno, organizado pelo rest camp naqueles carros de safári mesmo (cerca de 60 reais) . Foi legal, vimos hienas, elefantes, bufalos, girafa...etc...
       
      No outro dia partimos por uma outra rota em direção a Lower sabie, um dos melhores locais para avistar animais, e de fato vimos uns 5 leões, muitos elefantes juntos bebendo água......natureza linda!
       
      Ainda era cedo e partimos para skukuza, é um rest camp e um centro de visitantes com bastante estrutura, como restaurante, lanchonete...tudo com um preço bem justo.
       
      Neste dia íamos dormir fora do parque pois não conseguimos vaga em skukuza. Ficamos no Sabie river bush lodge. ficamos por lá descansando, tomando cerveja, apreciando os elefantes....
       
      Era o 3° dia de safári e ainda não tinhamos visto todos os big five (faltava leopardo e rinoceronte). Decidimos pegar uma rota alternativa e foi muita sorte....vários rinocerontes e mais um pouco a frente um leopardo em cima de uma árvore devorando uma impala.
       
      Chegamos no Satara Rest camp e fomos direoto para o Sunset Drive que tinhamos reservado.....foi legal, mas o dia estava nublado e não vimos aquele famoso por do sol na savana.
       
      Na manhã seguinte saímos em direção a Rota Panorâmica (Blyde River canyon). na saída do Parque (orpen gate) tinha 2 leoas na estrada, bem perto onde os guardas estavam....omos os únicos a ver! Elas ficaram intimidadas com a nossa presença e sairam....
       
      A rota panorâmica e linda ( fica na cidade de Grastrop) e tem vários pontos legais para tirar foto e apreciar a vista.
       
      Dormimos em Emalaheni no hotel Protea....
       
      Acordamos cedo e fomos em direção a Pretória, queríamos conhecer o vilarejo cultural Nbedele que fica ao noroeste de Pretória. Foi interessante, mas pra turista ver, eles não mantiveram as tradições. Porém, tem uma arquitetura legal e antigas tradições interessantes.
       
      Depois do Vilarejo descemos para Joanesburgo para visitar o berço da Humanidade, local onde tem um museu sobre a história do surgimento da humanidade e perto tem várias cavernas onde foram encontrados fósseis humanóides abertas a visitação.
       
      Neste dia íamos pegar o voo de madrugada para Capetown, então decidimos dormir próximo aos aeroporto (Europrime).
       
      O voo entre Joanesburgo e Capetown, que dura cerca de 2 h, foi operado pela Fly Safair (avião beeeem antigo, apertado, sem reclinação na poltrona...ruinzinho kkkkk, mas, barato).
       
      No aeroporto pegamos novamente um carro pela Avis e fomos direto para Stellenbosh, um vale com mais de 400 vinícolas, lindo, lindo!!!! paguei 100 rands para degustar 8 vinhos e ganhar uma taça da Vinicola Tokara, lá tb tem um restaurante muito bom. Ficamos no vale apenas uma manhã e fomos para Hermanus. A rota, que faz parte da rota jardim, é bem bonita, com montanhas, prais....
       
       
      Dormimos 2 dias em Hermanus, cidade super aconchegante, onde se pode ver baleias da praia.
      Também fizemos aquele passeio do tubarão, onde ficamos em uma gaiola (foi caro 1600 rands), mas é legal, vimos vários tubarões enormes. Pontos negativos: água gelada demais....e o enjoo....geral vomita, balança muito..e olha que pegamos um dia bom.
       
      Na manhã seguinte saímos cedo para tentar ver as baleias, pois em dois dias ali elas não apareceram. E não é que tivemos sorte....um pouco longe mas deu pra ver.
       
      Já em Cape town fomos a Boulders Beach (prais dos pinguins), Cape Point ( Cabo da Boa esperança) e Waterfront para jantar (quay for - restaurante que recomento, mas fica embaixo pq lá em cima é beeem mais caro).
       
      Dormimos no Hotel MOJO.
       
      Último dia em CapeTown fomos na Table Montain ( nunca ví tanta fila na vida kkkkk) mas valeu! A vista é top!
       
      Saindo da Table montain fomos no aquário. Achei legal, mas, nem tanto kkkk, mais pra criança.
       
      Nosso voo de retorno a Joanesburgo saiu final de tarde e chegamos a noite em Joanesburgo. Dormimos em Melville, Guest House super caprichosa (Saffron).
       
      No último dia na Africa fomos a Soweto, Museu do Apartheid e Mandela Square.
       
      Adoramos a viagem, a comida...tudo. O país surpreeende muito. As estradas são bem melhores q o Brasil (tudo via rápida-freeway), tudo muito limpo....
       
      Qualquer dúvida só entrar em contato.
    • Por untamed
      Visitar o Kruger não é complicado. Na verdade é bem simples! E uma excelente idéia também. Você só precisa seguir alguns passos importantes.
       
      Primeiro, entre no site oficial do parque (http://www.sanparks.org/parks/kruger/) para conhecer melhor o local e reservar a acomodação com antecedência - no site há várias opções de campos (locais onde as pessoas se hospedam) e também de acomodações, com fotos, descrição, etc.. Além disso, é possível fazer a reserva online, pagar com cartão de crédito, num processo bem simples.
       
      Eu, quando estive na África do Sul, fiquei no parque por cinco noites, sendo três delas no campo de Lower Sabie, uma em Satara e outra em Skukuza. Cada campo tem as suas características próprias, tanto de fauna quanto de flora. Esses três campos têm uma estrutura muito boa, com várias opções de hospedagem, restaurantes, mercados, postos de gasolina, etc.
       
      Entre no site e veja o mapa do Kruger. No mapa é possível ver por onde entrar, qual estrada pegar, etc. No site, inclusive, tem um passo-a-passo de como chegar ao parque vindo de Johanesburgo. Não se preocupe, é bem fácil e é uma rota que milhares de turistas percorrem todos os dias! No mapa, você também vai poder ter a idéia do roteiro que fiz, da localização dos campos em que me hospedei, etc.
       
      Primeiro, defina os campos em que você vai se hospedar. Depois, escolha o tipo de acomodação em cada campo. As acomodações variam de barracas de camping a luxuosos quartos. Eu fiquei em “huts” duplos, com ar condicionado. Foram muito bons e baratos. No site do parque você pode ver as opções de cada campo e fazer as reservas.
       
      Mas é importante você sempre lembrar que o parque é muito popular e com muitos turistas. A estrutura é excelente, não é nada “selvagem” ou “radical”. O parque é uma atração internacional, principalmente para turistas europeus. E o serviço é de primeiro mundo. Inclusive nos restaurantes, lojas, internet, etc. Alguns campos têm piscina, lan house, caixas automáticos, etc. É tudo bem estruturado e organizado. E, por isso mesmo, é necessário efetuar sua reserva com muita antecedência. Dependendo da época do ano, é preciso confirmar com mais de seis meses de antecipação!
       
      Depois de reservar a hospedagem, você deve reservar também o aluguel do carro – pode ser qualquer um, mesmo popular. Não há necessidade de ser um carro de rali ou de safári. As estradas no parque são muito boas – algumas asfaltadas e outras de terra – mas todas muito bem cuidadas. Eu só acho que é uma boa um carro com ar condicionado, já que pode fazer calor no meio do dia. Com isso, é só dirigir até o parque. As estradas entre Johanesburgo e o Kruger são boas e simples. Eu fui sem nenhum mapa especial – só o mapa do guia Lonely Planet e foi bem fácil. Depois que você entra no parque, tudo é muito organizado e fácil. Na entrada você ganha um mapa do parque e uns guias de animais e outras informações.
       
      Para o aluguel do carro, eu utilizei uma empresa sul-africana chamada Tempest Car Hire (http://www.tempestcarhire.co.za). Eu fiquei com o carro durante quinze dias, buscando o veículo em Durban e devolvendo em Johanesburgo. Foi tudo muito tranquilo, sem nenhum problema. E o custo do aluguel foi bem menor do que o cobrado pelas empresas internacionais, como a Hertz, Avis, e outras. Acho que vale a pena dar uma olhada no site dessa empresa. Pode ser um bom negócio!
       
      Você pode voar até Johanesburgo, pegar o carro no aeroporto e ir dirigindo até o parque. Outra opção seria voar diretamente para um aeroporto que fica nas proximidades do parque, chamado Mpumalanga. É uma opção mais rápida e prática, mas também mais cara, já que poucas empresas voam até esse aeroporto (a principal delas é a Airlink, ligada à South African Airlines). Para Johanesburgo, porém, você pode utilizar alguma das várias empresas low cost que existem na África do Sul (1time, Kulula Air, etc)
       
      Viram como não é tão complicado assim? Se você fizer o seu trabalho de cada com cuidado e antecedência, tenho certeza que terá uma das melhores e mais marcantes experiências da sua vida! Ah, e se você tiver qualquer outra dúvida, não se preocupe: é só perguntar.
    • Por ederfortunato
      Em dezembro de 2017, passei 3 dias no Zimbábue(relato aqui) e 15 dias na África do Sul, e devo agradecer a galera
      daqui do fórum que me ajudou muito através dos relatos, por isso, resolvi fazer um também!
       
      Eu vou focar nas dicas de passeios e trajetos para chegar nos lugares, e menos nos detalhes do que eu fiz no
      dia-a-dia(até porque tenho péssima memória).
       
      Pra quem gostou das fotos, eu posto muito mais no meu instagran, segue lá: http://instagram.com/ederfortunato/
       
      África do sul

      Roteiro: Foram 8 dias na Cidade do cabo, 2 dias em Joanesburgo e 4 dias no Kruger.
      Ficou boa essa quantidade de dias para cada lugar, não mudaria, mas caso dispusesse de mais tempo, ficaria uns 14 dias
      na Cidade do Cabo(queria morar lá pra falar a verdade rs).
      Uma coisa que compensou fazer, foi passar 4 dias no bairro de WaterFront e 4 dias na Long Street, fiz isso pra conhecer
      bem cada canto da Cidade do Cabo.
      E porque não conseguia me decidir onde ficar rs.
      Depois passei 2 dias em Joanesburgo, e acredito que foram suficientes(me lembrou muito São Paulo, e como sou daqui,
      não curtir rs).
      Finalmente, fui para o kruger, de van, caso você também vá via terrestre, reserve 3 dias no mínimo, pois de Joanesburgo
      pra lá, são umas 6 horas na estrada, por isso os dias de ida/volta acabam sendo quase perdidos. Tem um aeroporto mais
      próximo do parque, o Nelspruit, mas a passagem estava cara.
      Tirei a Garden Route do roteiro, pelo que vi precisa no mínimo uns 5 dias pra aproveitar bem.
       
      Passagens: Voei com a South African Airways, que é muito boa. Já que a ideia era conhecer mais um lugar além
      da África do Sul, escolhi ir para o Zimbábue.
      Pesquisando, percebi que se comprasse 3 trechos de uma fez, 1º São Paulo > Victoria Fall, 2º Victoria Fall > Cape
      Town e 3º Joanesburgo > São Paulo,
      acabou ficando mais barato do que se comprasse a ida/volta da África do Sul para o Zimbábue, recomendo usar
      a ferramenta do google para fazer essas pesquisa de preço por várias cidades.
      O trecho Cape Town > Joanesburgo, comprei pela FlySafair, só $250 Reais a passagem, tem muitas outras
      companhias de low-cost por lá, valeu a pena.
       
      Gastos: Com hospedagem, passeios, comida e transporte gastei $1.350 dólares pelos 15 dias(fora a passagem
      ida/volta do Brasil).
      Vou separar por cidade, assim ajuda a ter uma ideia melhor:
      8 dias na Cidade do Cabo: $600 dólares.
      2 dias em Joanesburgo: $100 dólares.
      4 dias no Kruger: $650 dólares.
      O lugar onde gastei mais do que deveria, foi o safári no Kruger, como eu estava sozinho, acabei tendo que apelar
      para uma agência, que cobrou $600 dólares o pacote de 4 dias, o valor compensou, pois estava tudo incluso, mas
      tenho certeza que se fizesse por conta, ou se estivesse com mais pessoas, gastaria bem menos.    
      No geral, o custo lá não é alto, é possível encontrar hospedagem a menos de R$50 Reais(em hostel) e refeições
      de R$15 a R$50 Reais, mas os passeios acabam sendo bem caros. Fiz vários day-tour que custavam em média
      R$200 Reais.
      Um dica que posso dar é fazer os passeios por conta própria, alugando carro e tentar ir em mais pessoas.
       
      Dinheiro: A moeda usada na África do sul, é o Rand, ele vale mais ou menos ¼ de 1 real, então 4 Rand = 1 Real,
      fiz esse calculo na hora de fazer as contas.
       
      Dólar/Rand/Real, o que levar? O melhor é comprar dólar aqui e trocar lá por Rand, talvez você tenha lido que
      não vale a pena, pois vai fazer o cambio duas vezes, e perde nas duas, bem... a verdade é que depende. Depende o
      quanto você perde, é possível perder mais fazendo apenas um câmbio, o que determina isso é se a moeda trocada é
      forte ou fraca.
      Nesse caso, você vai perder bem mais trocando diretamente Reais por Rand, do que se fizer Real > Dólar > Rand.
      Isso porque o Real é considerado uma moeda fraca por lá, quer dizer que ninguém, na áfrica, quer comprar Reais,
      isso faz com que o cambio dele seja baixo, diferente do dólar, que é uma moeda forte, e faz com que as casas de
      câmbio queiram comprá-la(mais do que real).
      Além disso, tenha em mente que levando dólares, você consegue um cambio melhor, mas tem o inconveniente de ter
      que andar com muito dinheiro, então leve uma doleira pra carregar a grana embaixo da roupa, e não ande com tudo,
      deixe uma quantia no cofre do hostel/hotel.
       
      Câmbio: Use sites como Melhor Câmbio para achar a melhor cotação, um outro que recomendo pra quem é de SP,
      é o Câmbio Store(é onde geralmente compro).
      Chegando na África do Sul, troque uma pequena quantia no aeroporto, que normalmente têm taxas ruins, e deixe pra
      trocar o resto do dinheiro num lugar que faça "câmbio alternativo"(casas de câmbio clandestinas, onde pagam melhor
      e não cobram taxas), tem um que achei por indicação, que fica na 39 Strand Street, o lugar parece meio "suspeito",
      tem portões com grade, o pessoal parece mafioso, mas vai sossegado que é de boas lá rs.
       
      Cartão de crédito: Você pode optar por usar apenas cartão, é aceito na maioria dos lugares em Cape Town e
      Johannesburg, de várias bandeiras, seja cartão de credito ou debito, inclusive você pode sacar Rand no caixa
      automático, e é bem fácil achar um caixa 24.
      Além desse ser o modo mais seguro, já que não precisará andar com muito dinheiro, mas é o pior pelas taxas do banco,
      como IOF por transação, além da cotação de dólar que o banco usa ser bem desfavorável.
       
      Idioma: A África do Sul tem 11 línguas oficiais. Quase todo mundo fala inglês, alguns com um sotaque que eu achei
      bem difícil no começo(sério, no primeiro dia eu fiquei perdidão, não entendia nada).
       
      Insetos: Era uma preocupação minha antes de viajar, acho que de muita gente também, até pesquisei um repelente
      bem forte, mas quando cheguei lá, não usei.
      Durante o safári, que foi o lugar onde mais estive em áreas selvagens, dormi num chalé que tinha aquelas mosquiteira
      na cama, então não foi problema, e durante as saídas, fiquei o tempo todo dentro do carro, e em momento algum vi
      mosquitos nele.
      Sobre o medo de malária, o perigo existem em algumas regiões do país, mas nenhuma das que eu passei, então não me
      preocupei em correr atrás de vacina, mas o que pesquisei é que é bem cara é não tão eficaz.
       
      Segurança: Na Cidade do Cabo, era bem tranquilo andar durante o dia, mas a noite a recomendação era de sempre
      pegar táxi e não caminhar, embora eu tenha achado que não parecia tão perigoso(e olha que eu sou de São Paulo).
      Já em Joanesburgo, até de dia é complicado andar por lá, e era recomendado nunca andar sozinho.
       
      Transporte: Vale muito a pena alugar um carro, pelo que pesquisei é bem barato. Porém não tão barato que
      compensasse pra mim que estava sozinho, o que fez a viagem ficar um pouco mais cara, já que para chegar em muitos
      lugares, tive que recorrer às agências turísticas.
      Outra coisa a se levar em conta, é que muitos lugares, como Cape Point, são bem melhor aproveitados de carro próprio
      do que passeios de agências.
       
      Uber: boa alternativa caso não alugue um carro, em alguns casos, deve compensar bem mais. O custo é realmente
      muito baixo(pude perceber que a maioria dos motoristas de Uber, são de outros países vizinhos, mais pobres que a
      África do Sul, e que foram pra lá conseguir um trabalho melhor).
      Recomendo que compre um CHIP de celular quando chegar, para poder chamá-los de qualquer lugar, eu não comprei
      pois sempre conseguia Wi-FI free, mas nem sempre era garantido, e as vezes tive que apelar para o táxi.
       
      Cidade do cabo
      Ponto importante para quem pretende ir esse ano, a Cidade do Cabo está com um problema sério de falta de água,
      existem avisos em todos os lugares para economizar, nos hostel que fiquei, pedia para tomar banho de menos de 2 minutos!
      o problema só deve se agravar pelo resto do ano.
       
      Do aeroporto para o centro da cidade, teve ter uns 25 km de distância, eu usei o My City Bus, é o sistema de
      transporte público da cidade, funciona como o bilhete único aqui de SP, você precisa comprar um cartão e colocar
      credito nele, os ônibus são ótimos.
      No aeroporto me deram um mapa com todos os pontos de parada, por isso foi fácil chegar ao meu destino, o ônibus
      foi direto até um terminal no centro da cidade, e de lá eu peguei outro para o meu hostel, custou $100 Rand. Caso
      fosse de Uber ficaria uns $300 Rand, então preferi ir de ônibus, pra já ir sentindo a vibe da cidade.
       
      Hospedagem
      Fiquei em 2 hostel nessa cidade, no Atlantic Point Backpackers, ele é muito topzera, tem ótima estrutura, quarto
      espaçoso(coisa rara em hostel), um banheiro por quarto, ar-condicionado, locker grande no quarto, o café da manhã
      é bem completo, e eles organizam muitas atividades entre os hospedes, todo dia havia algo pra fazer, além de estar
      bem localizado, uns 10 minutos á pé do WaterFront, preço um pouco acima da média, mas vale totalmente.
      O outro hostel foi o Cape Town Backpackers(cuidado pra não confundir com outro bem próximo chamado The
      Backpackers), a equipe é bem solícita e me ajudaram muito. O hostel é OK, tem um estrutura bem mais simples,
      como um banheiro para vários quartos, apesar de ser mais barato que o outro, acabou ficando caro, por ele não
      oferece café da manhã. A localização, até que é boa, mas fica distante demais da Long Street,  tipo uns 15 minutos
      de caminhada. Os quartos não eram limpos todos os dias. O ponto positivo era o bar dentro dele, bom lugar pra
      socializar, mas acho que não voltaria lá, tem outras opções melhores
       
      O ônibus vermelho
      Você vai vê-los em todos lugar em Cape Town, são os ônibus turísticos de dois andares, que tem a parte de cima
      aberta, o site oficial é o City Sightseeing.
      Vale a pena dar uma olhada no site, seja para planejar e comprar o ingresso, ou para ver os pontos turísticos mais
      famosos e ir para lá por conta própria. Eu usei esse ônibus por uns 4 dias seguidos, e me quebrou muito o galho,
      pra ir de um canto para o outro da cidade, recomendo bastante.
      Um bom roteiro de um dia, nesse ônibus, é pegar o ingresso de $400 Rand, que inclui a entrada pra Montanha da
      Mesa. Então passar pela Long Street, depois a Montanha da Mesa, almoçar na Camps Bay e final do dia no WaterFront.
      Outra dica, eu fui comprar o ingresso no ponto 5, que fica na Long Street, um vendedor de lá me fez uma promoção
      muito boa, eu paguei $1120 Rand, pelo day-tour em Cape Point + o pacote Deluxe(3 dias pra andar no ônibus) +
      O Attractions City Pass(que dá uma entrada gratuita na maioria das atrações de Cape Town, veja
      aqui no site o preço de cada uma delas, e calcule se vale a pena pra você comprar).
      No final, compensou bastante, se eu somar as entradas das atrações que fui, davam bem mais do que paguei, mas
      só por causa do pacote que o vendedor me fez, então vá lá, e se não tiver cara de pobre sem grana igual eu, tente
      dar uma chorada no preço rs.
       
      Lions Head
      O melhor horário para ir é no final do dia, para ver o pôr-do-sol lá de cima, pois é muito bonito. Para chegar, chamei
      um Uber, que me deixou no portão, não precisa pagar nada para entrar.
      A subida leva apenas 1 hora, não chega a ser difícil, apenas algumas partes mais complicadas, onde existem umas
      escadas e correntes pra te ajudar a subir,tirando isso é bem tranquilo. Se for mesmo no final da tarde, lembre-se de
      descer logo, ou pelo menos tenha uma lanterna(do celular mesmo), o caminho fica bem escuro na volta. Também
      vale a pena procurar pela Wally's Cave, é um caminho alternativo e um pouco mais difícil,
      onde se tem uma vista pra Montanha da Mesa, recomendo buscar algum vídeo no YouTube mostrando como chegar
      lá, não vou explicar aqui porque fica complicado(e também porque eu não lembro rs).

      Montanha da Mesa
      Uma dica importante sobre lá: É possível vê-la de várias partes da cidade, e se você perceber que o tempo está
      aberto, suba!
      O clima lá é muito imprevisível e muda muito rápido, tem este site que você pode ver a condição do tempo, e se o
      teleférico está aberto ou fechado por causa do vento(me fudi 2 vezes indo lá a toa até descobri o site).
       
      Signal Hill
      Passeio padrão e muito bom, o ideal é ir para ver o pôr-do-sol, vale muito a pena, tem a opção de ir com ônibus
      vermelho, táxi, ou Uber.
      E não esqueça uma blusa pois faz bastante frio lá em cima, e leve vinho e um pouco de comida para um piquenique
      (ou muita pra uma farofada mesmo, ninguém vai te julgar por isso rs)
       
       
      Cape Point
      Ou Península do Cabo, passeio quase que obrigatório, fica a 70km da Cidade do Cabo, recomendo ir de carro para
      poder parar onde quiser, principalmente se fizer a rota pela costa oeste, tem muitos pontos cuja paisagem é muito
      bonita. Caso esteja sem carro, a maioria das agências/hostel/hotel e até o ônibus vermelho vendem esse passeio,
      a média de preço é a mesma, $800 Rand, incluindo uma parada em Boulders Beach, onde você pode conhecer a
      praia de pinguins(eu não esperava ver pinguins! na África, foi surreal), por $80 Rand a entrada. Já em Cape Point,
      é possível subir/descer pelo bondinho($50 Rand), ou a pé, só 20 minutos no máximo. A vista lá de cima é bem legal,
      além de ter uma trilha que circula por baixo pra chegar mais perto do final da rocha.
      Depois disso, é possível ir andando até o Cape of Good Hope(Cabo da Boa Esperança), deve levar uns 40 minutos
      numa trilha bem tranquila (caso esteja de carro, talvez seja melhor ir até lá pela estrada), para chegar lá, vá andando
      até uma praia que você com certeza viu lá de cima, que está à esquerda, ela se chama Dias Beach, e não é própria
      para banho, pois as ondas ali são bem fortes, mas dá pra andar pelo rochedo por cima dela.
      O final da trilha, no Cabo da Boa Esperança, é outro lugar obrigatório para visitar.
       
      Vinícolas
      Outro tour bem famoso, é o da rota de vinhos, é possível conseguir em qualquer agência/hostel e também no
      ônibus vermelho, não sei se todas fazem as paradas nas mesmas vinícolas, mas não deve ser muito diferente.
      O passeio é um bate e volta no mesmo dia, passando por várias vinícolas, e fazendo degustação de vinho em todas,
      além disso, a paisagem é muito bonita. Também é possível fazer por conta própria, indo diretamente nas cidades.
      A melhor e mais conhecida é Stellenbosch.
       
      Free walking tour
      Eu fiz o free walking tour deste site, eu gosto de fazer esses passeios, sempre que visito uma cidade nova, já procuro
      se tem algum, é a melhor forma pra conhecer a história da cidade e ainda ter algumas dicas de lugares pra visitar.
      Nesse em específico, as caminhas eram mais curtas, umas 2 horas, e havia 3 diferentes para escolher. Fiz o do
      centro histórico, e um outro chamado Apartheid to Freedom, valeu muito a pena esse segundo,
      é uma aula de história, mostrando sobre como era a vida das pessoas em Cape Town no período do Apartheid, e ver
      alguns objetos daquela época que ainda estão na cidade, mantidos como registro histórico(como um banco de praça
      escrito "apenas para brancos", é impactante).
      Não fiz o tour para o Bo-Kaap, que é o antigo bairro apenas para muçulmanos, onde as casas são coloridas, eu
      apenas dei uma passada por lá num outro dia, mas acredito que vale a pena conhecer mais detalhes históricos dali.
       
       
      Outros passeios e lugares que gostei:
       
      Two Oceans Aquarium: Fica do WaterFront, o melhor é ir às 14h00, que é quando eles alimentam os peixes,
      e tem um pequena palestra. Às 14h30 vá para parte de cima, para ver a alimentação dos pinguins.

      Museo do Rugby(The Springbok Experience Rugby Museum): Fica no WaterFront, ali dá pra ter uma ideia
      do porque o rugby é tão importante para os sul africanos, e como ele foi usado para unir a nação, fiquei com vontade
      de ir num jogo, mas não achei nenhum que iria acontecer enquanto estivesse lá.

      Mama Africa: Restaurante muito bom, voltado para turistas, fica na 178 Long Street, tem banda ao vivo, que toca
      músicas típicas.
      Se você quiser experimentar carnes exóticas, tem um prato chamado Wild Game, nele vem carne de Kudu(a melhor
      que comi), avestruz, javali, crocodilo e outros, custa $320 Rand, um pouco caro mas valeu muito a pena.

      Galbi Restaurant: Fica numa galeria na 210 Long Street, outro lugar com carnes exóticas, só que mais barato,
      o legal aqui é que você pode escolher a carne e cozinhar você mesmo! tem uma grelha em cada mesa, achei bem
      legal esse esquema.

      African Tradin Port: Fica no WaterFront, é uma loja gigante, uns 3 andares, vale a visita só pra ver os itens a
      venda, o preço é um pouco salgado, se gostar de algo, procure o mesmo item em outra lojinha, como as várias da
      Long Street, onde você pode negociar o preço.
       
       
       
       





       

       





      Hout bay

      Uma cidade costeira, próxima de Cape Town, com vários passeios interessantes,  é tranquilo ir de carro ou ir com o
      ônibus vermelho(a rota Mini Peninsula):

      Parque Kirstenbosch Botanical Garden, é um parque bem grande e bonito, caso você tenha vários dias disponíveis,
      vale fazer a visita e ficar um pouco por ali, talvez fazer um piquenique, pois é bem tranquilo e seguro pelo que percebi,
      no mais, é só um parque.
       
      World of Birds/Monkey Park, é um zoológico, que possui muitas aves, muitas mesmo! é quase um labirinto, e você
      vai passando de uma jaula pra outra, podendo chegar bem perto deles, é um ótimo lugar pra fotografar por causa
      disso. O único ponto ruim, é que dá uma certa dó de vê-los presos, eu li que as aves ali são resgatadas, e não
      poderiam ser re-inseridas na natureza, porque não sobreviveriam, mas ainda assim, dá uma dó deles.
      Existe também uma parte dedicada aos macaquinho, e é bem legal pois é possível chegar perto deles.
       
      Imizamo Yethu, é um tipo de povoado, bem pobre, e oferece visitas guiadas para conhecer aquela comunidade,
      a história dela, e ajudar com as instituições de caridade dali.
       
      Mariner's Wharf, é um cais, ótimo lugar para almoçar, muitos pratos de frutos do mar, e depois dá pra fazer o
      passeio de barco para a Seal Island, uma ilha cheia de lobos marinhos.







      Joanesburgo e Soweto

      Fiz o tour do Soweto, com uma agência chamada MoAfrika, mas acho que não foi tão bom, pelo que ouvi de outras
      pessoas, que fizeram outros tours, eles visitaram algumas instituições/ONG de ajuda aos moradores da região, no
      tour que eu fiz, não passamos por uma, e eu gostaria muito de ter conhecido.
      O passeio foi por algumas vielas de uma parte do Soweto, e entramos em uma das casas, no final teve uma
      apresentação de uma dança típica local, com alguns jovens, muito legal. Fizemos outras paradas, uma no museu do
      Hector Pieterson, que conta a história de uma revolta da população contra o governo, e da importância dos
      movimentos que nasceram do Soweto na luta contra o Apartheid, e a última parada foi no museu do
      Apartheid/museu do Nelson Mandela, os dois ficam juntos, e vale muito a visita, o tanto de informação que tem ali,
      é impossível ver apenas em uma dia, a maioria do material são vídeos, jornais e fotos da época, algumas partes são
      bem impactantes, mas sem duvida vale a visita.
       
      Minha opinião sobre esses tours do Soweto.(sinta-se livre pra pular essa parte se quiser rs). Sobre o tour em si, acho
      que ele é mais impactante pra quem mora em países desenvolvidos(europeus, americanos), pra quem mora aqui na
      América Latina, e mesmo em grandes cidades do Brasil, é possível achar pessoas em situações bem parecidas(ok,
      provavelmente não tão precárias como lá, devo dizer), não que deixe de ser uma boa experiência, conheço muitas
      pessoas que precisam de um "choque de realidade" daqueles, principalmente para lembrar que aquela é a realidade
      de boa parte do mundo, incluindo talvez o bairro onde elas moram. Ao mesmo tempo, me incomodou um pouco fazer
      esse tipo de "tour de miséria", perguntei para o guia, que era morador dali, o que os outros moradores achavam de
      ver vários turistas visitando o lugar, e tirando fotos deles.
      Ele explicou que, desde que as coisas por ali melhorarem, os moradores não se importariam, desde que aquela
      movimentação de turistas, também trouxesse uma melhora na vida deles, mesmo que pequena, eles aceitariam.
      Por isso, achei que faltou a visita em alguma instituição beneficente,
      no tour que fiz. E caso você vá visitar o lugar, não deixe de ajudar, da forma que conseguir, você vai sair levando
      algo dali, seja uma alegria pelas crianças que correm e pulam pra te abraçar, seja uma inquietação pela situação
      que aquelas pessoas vivem. E por levar essa lembrança, nada mais justo que deixar alguma ajuda em troca para eles.

       




      Safári
      Essa parte me deixou bem confuso antes da viagem, vários nomes e termos, vários parques, onde ir, como ir.
      Vou colocar aqui o que eu aprendi pra te ajudar a decidir.
      Existem muitas opções de safári para fazer em vários lugares da África do Sul, a maioria dos parques você pode
      chegar por conta, e dirigir por eles, ou contratando agência para te levar.
      Se você estiver em Cape Town, tem poucas opções, o mais perto o é Aquila Private Game Reserve, que mais
      parece um zoológico aberto.
      Entre os parques que merecem destaque, pelo tamanho e quantidade de animais, estão o Addo Elephant National
      Park, bem próximo de Port Elizabeth. O outro, e pode-se dizer o maior e melhor, é o Kruger National Park, fica a
      6 horas decarro de Joanesburgo, ou pegando um voo para a cidade Nelspruit.
       
      Game drive: Você deve ter lido isso se já pesquisou, esse é o nome que as agências dão aos passeios de carro
      4X4 para ver os animais dentro do parque. Esses game drive duram umas 4 horas, e são feitas ou bem no inicio ou
      no final do dia, num carro alto e aberto, para que os passageiros possam ver os animais e fotografar.
       
      Walk game: é uma caminhada dentro da área selvagem, juntos com dois guias armados para te acompanhar,
      um deles vai mostrando o lugar, ensinando sobre algumas plantas, animais que passagem por ali, muitas pegadas
      ou cocôs(no que eu fiz aprendi muito sobre isso rs).
      É possível ver alguns bichos, mas sempre mantendo distância, gostei mais desse passeio do que o de carro, isso
      porque eu gosto de andar na natureza, é mais empolgante do que andar de carro.
       
      Hospedagem: Existem várias opções, camping, tendas grandes, chalés e até casas.
      Caso você resolva ficar numa Private Reserve, algumas delas tem acomodações bem luxuosa-topzera(como a  
      Sabi Sand Game Reserve que eu queria ter ido, mas não deu por motivos de:$$$) e outras mais humildes que
      oferecem tendas em áreas mais afastadas, com banheiro compartilhado, uma espécie de camping, para quem
      quer uma experiência mais root's.
       
      Private Reserve ou Game Reserve: Em volta do Kruger, existem algumas áreas que são privadas, porém
      não possuem cercas de separação, então os animais acabam transitando para lá, e é possível ver nelas, a maioria
      dos animais que estão no Kruger. A vantagem aqui, é que os carros podem entrar em áreas mais difíceis, além de
      ter menos veículos circulando.
      Dentro dessas reservas, existem os Lodge, que são os lugares que oferecem pacotes com hospedagem/game
      drive/refeições.
      Da mesma forma que o Kruger, existem pra todos os bolsos.
       
      Dica de fotografia: Esqueça Go-Pro ou similares, com celular até que dá pra tirar dos animais que estejam
      mais próximos.
      O ideal é ter uma câmera com um bom zoom, prefira uma lente Teleobjetivas com no mínimo 200mm, pois muitos
      animais ficam distantes da estradas.








      Safári no Kruger
      Se o objetivo é economizar, o melhor é alugar um carro e ir por conta, reservando sua hospedagem pela internet
      (esse é o site oficial para escolher).
      A outra opção é fechar com uma agência, que vende pacotes all-inclusive, podendo escolher o tipo de acomodação
      (chalé, tenda, cabana), e o preço varia pra cada tipo.
      Eu escolhi a Viva Safaris, na ocasião ficou em $600 dólares o pacote de 4 dias, o que inclui: Transporte ida/volta de
      Johannesburgo para o Kruger; uma parada para os cânions Blyde River na volta; 3 noites num tipo de chalé bem
      confortável(eu escolhi tenda, mas deu "overbooking" e acabei ficando em chalé!); 3 jantares, 3 cafés da manhã; e um
      almoço(os outros almoços foram na estrada ou dentro do Kruger, mas que não ficaram caros); além dos passeios:
      e 1 Walk Game, 3 Game Drive de 4 horas na reserva privada, e mais 1 de dia inteiro dentro do Kruger.
      Até que compensou pois foi tudo organizados por eles, recomendo pra quem não quiser pesquisar muito pra fechar
      cada coisa em separado, dentre as agências que pesquisei, acho que foi a de melhor custo/benefício.

      Hospedagem: Quando reservar acomodação no Kruger, jogue no google o lugar, e veja no mapa, pois algumas dizer
      ser dentro do Kruger, mas não são. Não que isso seja ruim, muitas dessas reservas são ótimas, eu fiquei numa delas,
      mas só pra você ter certeza do que tá comprando.

      Game drive: Um conselho importante: tenha paciência quando fizer os safáris! pois é possível que você fique até
      uma hora inteira sem ver muitos animais, o parque é muito grande mesmo. Caso você esteja dirigindo por si, se vir
      muitos carros parados, chegue perto pois teve ter algum animal interessante alia

      Rota: Caso resolva dirigir por conta própria, no caminho para lá, faça uma parada no cânions Blyde River, tem uma
      vista belíssima.










       
       
       
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