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Tallidubast

Galápagos - 11 dias (Fevereiro, 2017) : Santa Cruz, Isabela e San Cristóbal

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Salve, salve galera! ::otemo::

 

Gostaria de compartilhar com vocês, o relato da viagem INESQUECÍVEL que fiz em Fevereiro de 2017, a Galápagos, Equador.

 

Confesso que Galápagos não estava nos meus planos, porém foi difícil resistir a uma promoção que a LifeMiles lançou em Maio, 2016. E que bom que eu fui, simplesmente porque Galápagos é INCRÍVEL ::love::! Viajei com 08 amigos mergulhadores, porém, eu não mergulho, ou seja, o relato será proveitoso para os que não mergulham e para aqueles que curtem mergulhar ;)

 

Vou tentar detalhar ao máximo as informações coletadas durante a viagem e se alguém tiver dúvidas, basta postar nos comentários. :D

 

Segue abaixo o resumo do roteiro e dos gastos:

Roteiro:

 

16 de Fevereiro: BSB – SP – BOG

17 de Fevereiro: BOG – QUITO – BALTRA - SANTA CRUZ

18 de Fevereiro: SANTA CRUZ

19 de Fevereiro: SANTA CRUZ

20 de Fevereiro: SANTA CRUZ

21 de Fevereiro: SANTA CRUZ - ISABELA (trânsito pela manhã)

22 de Fevereiro: ISABELA

23 de Fevereiro: ISABELA - SANTA CRUZ (trânsito à tarde)

24 de Fevereiro: SANTA CRUZ - SAN CRISTÓBAL (trânsito pela manhã)

25 de Fevereiro: SAN CRISTÓBAL

26 de Fevereiro: SAN CRISTÓBAL

27 de Fevereiro: SAN CRISTÓBAL - SANTA CRUZ (trânsito à tarde)

28 de Fevereiro: SANTA CRUZ - BALTRA – QUITO – LIMA – SP

01 de Março: SP - BSB

 

Gastos:

 

Por pessoa, incluindo todos os passeios, taxas que deverão ser pagas no aero, as passagens de barco (para se locomover de uma ilha para outra), taxi regular, acomodação, alimentação e cachaça ( bem importante) ::tchann:: : USD 1.700,00.

 

Passagens aéreas: BRL950 (SP – Santa Cruz) + BRL350 (trecho interno BSB-SP-BSB).

 

 

Informações básicas sobre Galápagos

 

As Ilhas Galápagos localizam-se no Oceano Pacífico a cerca de mil quilômetros da costa da América do Sul e fazem parte do território do Equador sendo, administrativamente, uma das 24 províncias do país (Província de Galápagos).

O arquipélago que compreende o conjunto das Ilhas Galápagos, que são de origem vulcânica, é formado por dezenas de ilhas e rochedos, sendo treze ilhas maiores (entre 14 a 4 588 km²), seis ilhas menores, e dezenas de ilhotas e rochedos, que totalizam uma área terrestre de 8 010 km². O arquipélago se distribuí por uma área oceânica de 59 500 km², somando 140 555 km² de mar territorial ao Equador. (fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1pagos).

 

Quatro das ilhas são habitadas: Santa Cruz, Isabela, San Cristobal e Floreana. No caso, visitamos as três primeiras.

 

Trânsito entre as ilhas:

O trânsito entre as três ilhas principais (Santa Cruz, Isabela e San Cristobal) pode ser feito por barco ou avião. Pelo ar, custa em torno de USD 175 o trecho, leva uns 30 minutos e é possível ir de qualquer uma das três ilhas para outra sem dificuldade. A grande restrição (além da financeira!) é que somente é permitido levar 15kg de mala.

 

Por mar, o trecho custa USD 30 e demora cerca de 2,5h. O grande inconveniente, no entanto, é que não existe barco ligando Isabela a San Cristobal direto. Para transitar entre essas ilhas, é preciso passar por Santa Cruz. Os horários dos barcos são os seguintes:

 

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Clima:

As Ilhas Galápagos podem ser visitadas o ano todo (devido ao clima ameno) e apesar de ter lido em vários sites que a estação chuvosa vai de Janeiro a Abril, não presenciei um momento de chuva. Muito pelo contrário, foram dias ensolarados e BEM quentes (sensação térmica de 40 graus estilo verão no RDJ). 8)

 

Moeda:

Desde o ano 2000, o Equador assumiu o dólar americano como moeda corrente devido à grande crise político-econômica enfrentada no final da década de 90 e que acarretou em uma recessão profunda, com grande inflação e desvalorização do Sucre – antiga moeda equatoriana. (Fonte: https://sundaycooks.com/qual-moeda-levar-para-o-equador/).

 

Língua:

A língua oficialmente falada no Equador (e em Galápagos) é o espanhol. Infelizmente, pouquíssimas pessoas incluindo os guias falam inglês (e muito menos português). Eu utilizei bastante o portunhol, hahaha, passei alguns perrengues, mas deu tudo certo no [email protected] ::ahhhh::

 

Voltagem:

110 volts

 

Documentos obrigatórios:

Passaporte, que deverá estar com a validade mínima de 06 meses, com 02 (duas) páginas em branco (preferencialmente centrais, ou uma frente a outra).

 

Vistos:

Brasileiros estão isentos de visto de turismo para permanência de até 90 dias.

 

Vacinas:

Obrigatório o certificado de vacina contra Febre Amarela – CIV (Certificado Internacional da Vacina), que deve ser tomada pelo menos 10 dias antes do embarque. **Gostaria de mencionar que foi cobrado o cartão de vacinação logo no check-in. Tinha uma rapaz no balcão ao lado que não conseguiu embarcar, por não ter o cartão de vacinação contra a febre amarela :shock:

 

Taxas:

Obrigatório pagar USD20 no aeroporto em Quito e USD50 em Santa Cruz.

 

Importante levar:

Adaptador de tomada mundial, protetor solar, bota para trilha, roupas leves, um casaco quente para não morrer de frio no aeroporto, produtos de higiene pessoal, equipamento para fazer snorkel e trajes de banho. Obviamente eu levei mais um monte de coisas, porque não queria ter que comprar nada lá, já que é cobrado em dólar!

 

 

Hospedagem: SEM RESERVAS DE ACOMODAÇÃO EM GALÁPAGOS

 

Pela primeira vez na vida, viajei sem uma reserva sequer. Como fui com um grupo de amigos, decidimos procurar acomodação na hora. Essa decisão foi tomada, baseada em relatos de viajantes que disseram que era muito mais barato. E realmente foi! Por exemplo, um quarto com AC + água quente + TV + frigobar, em uma pousada simples no booking sai por +ou- USD60 + impostos. Encontrei quartos com o mesmo perfil por USD40 (duas pessoas), sem café da manhã. Aliás, é muito raro encontrar pousadas que servem café incluído no preço da diária!

 

Outra coisa interessante é que muitas pousadas cobram por pessoa, dando pouco ou nenhum desconto para quarto triplo, por exemplo. Apenas o quarto individual costumava ser um pouquinho mais caro, algo em torno de USD 25 dólares.

 

Em Santa Cruz, ficamos na pousada Costa del Sol. Simples, mas muito perto do porto e da rua principal. A dona era meio doidinha e a temperatura do chuveiro oscilava, mas, no todo, acho que valeu a pena. Pagamos USD 40 no quarto de casal.

 

Em Isabela ficamos na pousada Paraíso de Isabela. Reservamos essa pousada através de uma agência em Santa Cruz, dois dias antes. Ao chegar no porto de Isabela, tinha uma pessoa nos esperando para nos levar ao hotel. Chegando lá, os quartos ainda não estavam prontos, o que foi um grande problema pois tínhamos um passeio às 11h e precisávamos nos arrumar. Vimos essa mesma desorganização em outros dias. O quarto em si era bom, limpo, com ar condicionado e água quente. Localização era ok (Isabela é bem pequena). Pagamos USD 40 no quarto de casal.

 

Em San Cristóbal nos hospedamos no Hostal Enmanuel. Padrão muito parecido com os demais: AC, água quente (morna, no caso), sem café da manhã e excelente localização. Também pagamos USD 40 o casal.

 

 

Sem mais delongas, vamos ao que interessa...

 

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Dia 1

Foi um pouco cansativa a viagem, como a passagem foi comprada em uma promoção, tinham várias conexões! Saí de BSB e fui até GRU. De GRU voei até Bogotá, depois fui para Quito e em Quito, peguei mais um avião até Santa Cruz (24 horas pulando de aero em aero). Os voos foram tranquilos (sem grandes turbulências) e não tenho nada a mencionar de especial, em relação ao serviço de bordo da AVIANCA. Em Quito tive que pagar a primeira taxa de USD20 e passar pela primeira inspeção de malas (sim, tiveram muiiiiitas). Mala despachada, finalmente estava bem perto de Santa Cruz lol Enquanto esperava o voo, experimentei a cerveza mais famosa do Equador "CLUB" (USD2.50). A cerveja é bem gostosa e lembrou muito a "Stella Artois".

 

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Cheguei no aero em Baltra no dia 17 de Fevereiro, aproximadamente às 16:00 horas. Para chegar no porto que liga Baltra a Santa Cruz, é preciso pegar um ônibus da companhia aérea no aeroporto (de graça). Depois, para atravessar para Santa Cruz, deve-se pegar um boat (US1). Já em Santa Cruz, é possível pegar ônibus (USD 1,8 + USD 1) ou taxi até o centro de Puerto Ayora. Como queríamos passar na fazenda que tem tartarugas gigantes já na chegada, optamos por taxi. Nos cobraram USD 50 do porto para Puerto Ayora, com parada de 1,5h no Rancho El Chato 2. Na volta conseguimos por USD 25 ::dãã2::ãã2::'>

 

Destaco que o trajeto Puerto Ayora-Baltra pode levar bastante tempo, portanto, no retorno, recomendo reservar ao menos três horas para fazer o caminho com segurança.

 

Foi lindo chegar em Santa Cruz após ter prestigiado o mar de águas azuis lá de cima e ver iguanas amarelas tomando sol pelo trajeto até a entrada do aeroporto... Massss, a bagagem de uma das integrantes do grupo não chegou (enviaram para Guayaquil) e foi bem estressante resolver (Fica a dica: verifique se o destino na etiqueta da mala está correto).

 

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Após chegarmos no porto em Puerto Ayora, decidimos conhecer RANCHO EL CHATO 02 (USD3). Explico que, como estava no caminho e provavelmente não teríamos outra oportunidade para conhecer o lugar, fechamos 02 taxis (USD50 cada taxi) e fomos conhecer as tartarugas gigantes.

 

No Rancho El Chato conseguimos ver as tartarugas gigantes de pertinho. Existem muitas, mas muitas tartarugas gigantes caminhando por todos os lados. Todos os visitantes devem calçar uma bota de plástico cano alto, e é recomendável chegar apenas a 02 metros das tartarugas, Nesta mesma chácara, há túneis de lavas, e é possível entrar nos túneis. Experiência inesquecível, recomendo!

 

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Dia 02

 

Acordei bem cedo e fui procurar um local para tomar o desayuno. Como eu disse anteriormente, a maioria das pousadas não fornece café da manhã. Bem perto da pousada tinha uma outra pousada chamada "Pousada de Espanha", e eles serviam café lá. Paguei USD5 por 03 torradas, ovo mexido, café e um copinho de fruta picada. O atendimento não foi muito bom, além de ter demorado um pouco, achei que veio pouca comida. Outra coisa, o café é servido geralmente, entre 07:00 ás 09:00.

 

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Após o café, a turma toda foi conhecer a Playa de Los Alemanes e Las Grietas.

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Olá  Tallidubast! 
Gostaria de tirar uma dúvida. Saberia dizer se é possivel ir direto de Isabela para San Cristobal? Pois estou pensando em voar na ida para Baltra e o retorno de San Cristobal. Vou ficar 8 dias total e acho que ganharei tempo se tiver o transporte direto. Saberia dizer se é possivel fazer com voo?

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    • Por Procurando ângulos
      Olá bon vivant, 
      Queria ajuda nesse roteiro com dicas, experiências etc. (qualquer coisa é bem vinda)
      Como é meu primeiro mochilão escolhi Bolívia por não ser tão caro, além de lindaaaa pelas fotos e mais perto da cidade onde moro. 
      De Corumbá até Puerto Quijarro para pegar o trem da morte (que sai terça, quinta e domingo por 100BOB) até Santa Cruz de la Sierra no dia 17 de janeiro, pensei em comprar na hora, será que rola? 
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      Gratidão.
    • Por Cássio Fogarin
      Boa noite!
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      Valeu!
    • Por cris_unb
      Pessoal, vou conhecer o Equador em outubro e gostaria de uma ajudinha para montar o roteiro.
      Principais dúvidas:
      1. De Cuenca a Quito vale a pena descer em Riobamba para fazer algum passeio? Se sim, durmo lá ou sigo no mesmo dia para Quito?
      2. Acrescento mais 1 dia em Quito (tirando de Galápagos)?
      3. Gostaria de sugestões de como dividir meus dias em Galápagos. Não tenho curso de mergulho, por isso não pretendo contratar um cruzeiro.

    • Por felipenedo
      Olá Mochileiros!!!
      Aqui vai um breve relato da viagem que fiz sozinho para Galápagos agora em Fevereiro de 2018.
       
      Qualquer coisa que eu puder ajudar, é só falar!
       
      Lá no meu blog Profissão: Viageiro tem mais fotos e detalhes para quem quiser visitar!
      www.profissaoviageiro.com
      Insta: @profissaoviageiro
       
       
      Então......
      As coisas mudam tão rápido na vida...
      Essa viagem não foi na data que planejei inicialmente, não foi do jeito que planejei inicialmente e nem rolou todas as coisas que sonhei no princípio, mas no final das contas fiz uma ótima viagem para Galápagos e voltei cheio de recordações incríveis!
       
      Foram 8 dias em Galápagos, incluindo os de chegada e saída. Foi correria, principalmente porque conheci as 3 principais ilhas: Santa Cruz, San Cristóbal e Isabela.
       
      Fiz tudo da forma mais econômica possível, sem deixar de fazer nada que queria.
       
      E assim foi:
       
      18/02/2018 – Santa Cruz
      Cheguei no aeroporto de Santa Cruz que fica na Isla Baltra ao meio dia, depois de um voo de SP para Lima, Lima para Quito, Quito para Guayaquil e Guayaquil para Baltra. Estava meio cansado!
       
      A essa altura já tinha pagado US$ 20,00 em Quito para pegar um formulário de entrada em Galápagos.
      Quando chega, já mostra esse formulário e paga mais US$ 50,00 para entrar.
      Então antes de ver um passarinho sequer já se vão US$ 70!!!!


       
      Fiz então o caminho da boiada... Primeiro o cachorro do policial cheira algumas malas, dá o seu ok e vamos todos para fora do aeroporto. Quem não tem esquema já arranjado, precisa pegar um ônibus de graça até a travessia entre as ilhas Baltra e Santa Cruz. Faz a travessia de balsa por US$ 1,00 se não me engano e depois pega um ônibus até Puerto Ayora por US$ 2,00 (acho) em uma viagem de quase 1 hora.
      Quem quiser pegar um taxi, existem muitas opções lá também. São sempre caminhonetes e se pode compartilhar com outras pessoas, mas se forem turmas diferentes, cada um paga a tarifa cheia e o cara deixa cada um em seu destino.
       
      Chegando no terminal de ônibus, existem alguns taxistas lá esperando. Como eu não tinha reservado hotel, fiquei vendo a movimentação da galera... Mas foi tudo muito rápido... Cada um já se pirulitou para dentro dos taxis com os nomes dos hotéis que estavam indo e em menos de um minuto já não havia mais taxis lá.
      Nesse momento dei a maior sorte que poderia ter dado nessa viagem. Conheci o Cezar, que estava lá oferecendo o seu hotel para os passageiros que chegavam.
      Só tinha ele lá e meio que sem opções aceitei ir com ele conhecer seu hostel. Ele foi muito simpático e disse que se não gostasse ele me deixaria no centro para eu procurar outro lugar.
      Bom, cheguei lá e o lugar era muito bom além de que o Cezar e a Alexandra, que eram os donos, eram sensacionais. Negociei uma suíte com TV e ar condicionado por US$ 25 por dia.
      Disse que tinha dado sorte, porque o Cezar me ajudou com absolutamente tudo na viagem e economizei uma grana com isso, sem contar que dava tudo certo, pois ele sabia os esquemas! Eles foram muito legais comigo, nem acreditei a sorte que dei!!!!
       
      Deixo aqui os contatos do Cezar, que recomendo muito!


       
       
      Nesse dia eu tentei organizar com eles tudo que queria fazer, descobri que tinha coisas lotadas que não conseguiria fazer (como Isla Bartolomé, por exemplo), e depois saí para o único rolê que dava tempo no dia: Las Grietas e Playa de los Alemanes.
      Peguei uma carona com o Cezar até os restaurantes baratos que ele me indicou para comer alguma coisa e depois fui para o píer. Peguei um aquataxi por US$ 0,80 e caminhei até Las Grietas, passando pela Playa de los Alemanes.
       
      Tinha um pessoal lá, mas sem muvuca. Me joguei na água fria e fui até onde dava no fim da formação rochosa.


       
      Já na volta parei na praia para curtir um pouco.




       
      De noite voltei para a rua dos restaurantes para jantar.

       
      Comi todos os dias aqui. Pagava US$ 5,00 em uma refeição com sopa de entrada, um prato principal e um suco. Ótimo custo/benefício!

       
      19/02/2018 – Santa Cruz
       
      Nesse dia pela manhã o Cezar me deixou em um lugar para tomar o típico café da manhã de Galápagos: Um Bolón com carne e ovo frito!

       
      Daí peguei um taxi até a entrada da trilha para Tortuga Bay. É uma bela caminhadinha até chegar na praia...
      Quando chega, percebe-se que valeu a pena! Uma praia linda!!!!











       
       
      Lá se chega pela Playa Brava, e caminhando até o fim dessa praia se encontra a Playa Mansa, onde a maioria da galera monta acampamento.
      Eu fiquei a maior parte do tempo entre as duas praias, em uma piscina natural onde várias iguanas nadavam.






       
       
      De tarde fui fazer o tour nas terras altas com o César. Paguei US$ 50,00.
      Lá as tartarugas gigantes vivem em seu habitat natural. Nesse mesmo passeio se vê os Túneis de Lava, e os Gemelos.
      Foi muito bacana o passeio... Muito mesmo. As tartarugas são incríveis e conseguimos ficar muito perto delas. Realmente um dos pontos altos da viagem! Queria ter ficado mais por lá.







       
       
      Nesse dia esqueci meu guarda-chuva lá e o Cezar deu um jeito de um conhecido dele pegar e me levar lá na pousada!!!!


       
      Túneis de Lava

       
      Los Gemelos

       
      Como alguns passeios estavam lotados e para não perder tempo, decidi ir para Isabela no dia seguinte e deixar reservado meu mergulho em Gordon Rocks para minha volta para Santa Cruz.
      Infelizmente muitos passeios estavam lotados e não consegui mesmo fazê-los. Uma pena.
      Quase nem o mergulho consigo. Eu ia fazer no dia seguinte, mas quando voltei para reservar já estava lotado o barco. Aí o César conseguiu com um outro cara pelo mesmo preço que esse para o dia que voltasse para Santa Cruz.
       
      Ele também me ajudou com os passeios em Isabela me colocando em contato com o Carlos e agilizando tudo para mim, inclusive o aviãozinho de Isabela para San Cristóbal
       PQP, ele me ajudou muito!
      Aí ele também conseguiu o ticket para o barco para Isabela pela manhã. Custa US$ 30,00.
       
       
       
      20/02/2018 – Isabela
       
      Peguei o barquinho pela manhã, pagando ainda US$ 1,50 para o aquataxi me levar até o barquinho que não encosta no porto.
       
      Era um barquinho meio apertado... Não foi das viagens mais confortáveis. Demorou um pouco mais de 2 horas a viagem.
       
      Chegando em Isabela já tinha o pessoal da pousada Coral Blanco me esperando com plaquinha e tudo no píer. Paguei US$ 25 em uma suíte com ar condicionado.
       
      Ah, quando chega em Isabela tem que pagar uma taxa de US$ 10,00 para entrar... Lembra aqueles US$ 70? Então, viraram US$ 80 só para sorrir!
       
      Bom, Isabela tem menos estrutura que Santa Cruz.
      As cores do mar são impressionantes!
       
      Quando cheguei descobri que apesar da pessoa da companhia aérea ter confirmado que havia um lugar no voo no dia anterior, quando foi ver direito de manhã , não tinha lugar nenhum..... Isso me deixou bem puto, porque teria que abrir mão de ir para San Cristóban, pois não teria tempo de ir de barco.
       
      Me colocaram em uma fila de espera e ficaram de confirmar de tarde se arrumariam uma vaga ou não.
       
      Aí também descubro que o passeio para Los Tuneles estava lotado nesse dia e também no próximo.... Isabela não estava me dando muita sorte...
       
      O que fiz foi reservar o passeio para Las Tinoneras para o dia seguinte pela manhã e fui fazer outros passeios para Concha de Perla, a pé, e o Muro das Lágrimas de bike (US$ 10 por meio dia de aluguel).
       
      Concha de Perla fica bem pertinho do píer de entrada de Isabela. É uma grande “lagoa” de água do mar com peixes e lobos marinhos.
       
      Eu estava tão queimado de sol que fiquei mais me protegendo do sol do que fazendo snorkel no lugar.



       
       
      Aqui é a praia do lado do píer, cheia de lobo marinho.


       
      Quando voltei, almocei e aluguei a bike para fazer o Muro das Lágrimas.
      Fazendo um breve desvio no caminho, o primeiro lugar que parei foi o Centro de Crianza Arnaldo Tupiza. Um centro de criação das tartarugas gigantes de Galápagos. É possível ver as tartarugas de várias idades em ambientes fechados.


       
      Depois parei na Laguna Salina do lado do centro para ver os Flamingos que vivem lá.

       
      Então retomei meu rumo em direção ao Muro das Lágrimas.

       
      Quando cheguei no checkpoint do muro, encontrei uma menina do Japão que estava na minha pousada. Acabamos fazendo o resto do passeio juntos.
       
      A partir desse ponto já começamos a encontrar as tartarugas gigantes de Isabela no caminho.
      Sensacional!

       
      Existem muitas paradas no caminho até o muro, mas decidimos não parar muito e se tivéssemos tempo pararíamos na volta em alguma coisa.
       
      O muro em si não tem muita graça e nem muito sentido. O que vale é o passeio.

       
      Existe um morro ao lado com mirantes e decidimos subir até onde desse


       
      Na volta só paramos para as tartarugas mesmo.

       
      Eu estava meio com pressa, pois precisava saber se teria ou não um voo no dia seguinte, porque se não tivesse precisaria reorganizar toda minha viagem.
       
      Assim que cheguei na pousada recebi a notícia que conseguiram um assento para mim no dia seguinte as 13hs. Perfeito!!!!!
       
      Ainda deu tempo de pegar o por do sol na praia já bem feliz que o avião tinha dado certo!

       
      Fui então tomar um banho e me arrumar para procurar um lugar para jantar.
      Me encontrei com minha amiga japonesa e fomos em um restaurante que tinha umas promoções de comida e de drinks.

       
      Estava tudo muito bom.

       
      Ficamos conversando um pouco e depois fui dormir porque no outro dia tinha que acordar cedo para o passeio e ela tinha que pegar o primeiro barco para Santa Cruz muito cedo!
       
       
      21/02/2018 – Isabela / San Cristóbal
       
      De manhã o pessoal do tour para Las Tintoneras passou para me buscar.
      O tour saiu por US$ 35,00
       
      Chegamos lá no píer e ficamos esperando o horário do barco sair, enquanto isso fui fazer amizades com os lobos marinhos!

       
      Quando o passeio começa, a primeira parada é tentar encontrar os Pinguins de Galápagos. Não tivemos sucesso, mas por sorte encontramos o Atobá de Pata Azul (Sula nebouxii), ou Piquero de Patas Azules, ou ainda Blue Footed Booby

       
      Foi o primeiro da viagem esse. Muito lindo!

       
      Bom, sem os pinguins por perto, seguimos a viagem para uma caminhada de onde se pode avistar os Tubarões de Galápagos e um local que eles usam para descanso.
      Um lugar com muitas e muitas iguanas, fragatas e algumas outras aves, caranguejos e os tubarões, claro!


       
      A caminhada termina em uma linda praia que não podemos entrar e é destinada apenas aos moradores locais... Lobos Marinhos e todos os outros animais!




       
      Na volta, como não tínhamos visto os pinguins, fui lá encher o saco para procurarmos mais. E funcionou!
      Avistamos um casal voltando do mar e ficamos lá um pouco pertinho deles curtindo.



      De lá fomos para a área de Snorkel. Provavelmente o melhor Snorkel que fiz em Galápagos.

       
      Vi de tudo... Peixe, ouriço, iguana, estrela do mar, tartaruga, arraia, etc.




       
      E com isso, encerramos o passeio.
       
      Eu já estava na pressão na galera para me levarem embora porque não podia perder meu voo!
      No final deu tempo tranquilamente. O Carlos ainda pegou o carro da dona da pousada que estava e me deu uma carona até o aeroporto. E ainda não quis que eu pagasse pelo transporte... Foi muito gente boa!!!!!!!
       
      O contato do Carlos lá em Isabela é:
      Carlos Valencia
      +593 096 7643662
       
       
      O Voo foi um capítulo a parte... Era necessário, além de muito bonito sobrevoar as ilhas, mas eu estava com um baita frio na barriga... O aviãozinho era muito pequeno!
      Eram 10 lugares... O piloto e mais 9 passageiros.
      E eu vacilei. O assento do lado do piloto podia sentar. Eu não sabia e sentei lá atrás. Que vacilo!
      No final o voo foi bem tranquilo e muito bonito!
      Custou US$ 135,00 o voo de Isabela para San Cristóbal e durou 45 minutos pela companhia Emetebe.



       
      Quando cheguei em San Cristóbal foi a mesma patifaria dos taxis. Um taxista chamou um taxi extra para mim e um casal que ficou para trás.
      Como não tinha lugar para ir, pedi que ele me levasse para um hostel barato. E deu tudo certo.
       
      Aí saí para fechar os passeios. Na verdade só iria fazer um passeio. Minha ideia inicial era fazer o tour para Punta Pitt, onde vivem os Atobás de Pata Vermelha. Não tinha nenhum tour para lá no dia seguinte, então fiz o Tour 360º. Ele passava por Punta Pitt, mas não descia, além de outros lugares bacanas, como Kicker Rock por exemplo. No final achei que foi a melhor coisa, pois vi vários Atobás e ainda fiz muitas outras coisas!
       
      Com isso resolvido, parti em direção ao Cerro Tejeretas.
      No Cerro Tijeretas existe um mirante com um visual bem bonito e para quem quer continuar, uma trilha já mais “suja” (sugeriram não fazer de chinelo, por exemplo) até uma outra praia com uns 40 minutos de caminhada a mais. A trilha até o mirante é urbanizada e até que tranquila.


       
      Eu me dei por satisfeito no mirante e após curtir o visual comecei a descida para o ponto de snorkel.
       
      Um lugar com a água bem azulzinha e lobos marinhos curtindo a vida.





       
      Já próximo do final do dia comecei minha caminhada de volta e meio que sem querer encontrei a indicação para uma praia para ver o por do sol. A praia era linda!


       
      Dei muita sorte! Foi um por do sol incrível!!!!!!!!!
       


       
       
      22/02/2018 – San Cristóbal
       
      Acordei bem cedo para o tour 360º. Paguei US$ 160 pelo tour.
       
      O tour dá toda a volta na Ilha de San Cristóbal, mas os pontos de parada que são os mais interessantes, fora uma praia ou outra que avistávamos que dava vontade de conhecer.
       
      A primeira parada é para uma caminhada onde podemos avistar formações rochosas e lagoas bem bonitas.


       
      Depois fomos para o snorkel. Demos muito azar nessa hora. É um lugar que dizem que 99% das vezes se vê tubarões... Bom, nesse dia eles não estavam lá. E a visibilidade estava muito ruim... Não foi um snorkel dos mais legais, apesar de eu ter visto 2 vezes uma espécie de nudibrânquio bem bonita, além de muitos camarões e caracóis em forma de espiral bem diferentes!



       
      Seguindo fomos esperar o barco em uma praia bem bonita e ficamos um pouquinho lá curtindo. Passa tanta coisa na cabeça em lugares como esse........


       
      A próxima parada era Punta Pitt, Eu já vim pondo pilha nos caras por conta de Punta Pitt o rolê inteiro, então quando chegamos lá o cara parou de verdade para eu conseguir ver os pássaros e tirar umas fotos... Pelo visto era só uma paradinha rápida, mas como eu falei com eles, ficamos um tempinho a mais por lá.



       
      Tinha muita ave ali!
       
      Inclusive a que eu estava atrás, o Atobá de Pata Vermelha (Sula sula), ou Piquero de Patas Rojas, ou ainda Red Footed Booby

       
      Já satisfeito, seguimos para uma praia onde ficamos curtindo um pouco a praia mesmo.
      Nessa praia tinha um jovem lobo marinho bem debilitado... Magrinho que só. Aí eu fui falar com o guia se eles têm algum programa de ajuda para esses animais quando os encontram precisando de ajuda, que na minha opinião era bem o caso daquele. Infelizmente ele disse que não e eles só agem se for algo não natural. Nesse caso não parecia que era o caso, então eles não faziam nada...... Uma pena. Não sei se o coitado iria conseguir sozinho, mas é a vida.



       
      E por último, fomos para Kicker Rock. Uma formação rochosa sensacional



       
      A vida debaixo d’agua é incrível. Corais, peixes, tartarugas e muitos tubarões! Isso que a gente estava só de snorkel... Mergulhar lá deve ser sensacional!




       
       
      Do lado de fora também é bem legal!



       
      E foi isso. Acabei ficando bem satisfeito com o passeio! Foi tudo muito bacana!


       
      Daí foi só pegar o por do sol na cidade, comer e dormir.



       
       
      23/02/2018 – San Cristóbal
       
      Esse dia tirei para conhecer La Loberia.
       
      É uma praia bonita, com uma piscina natural onde ficam os Lobos Marinhos e é possível fazer snorkel, e a parte desprotegida, onde quebram altas ondas e ficam os surfistas.
       
      Nesse dia dei um pouco de azar. Só tinha um lobo marinho nadando por ali e para piorar ele estava bem agressivo. Ficou colocando a galera para correr o tempo todo.
      O tempo ainda estava péssimo e choveu muito! Mas muito mesmo. Muita chuva por muito tempo. Meio que deu uma miada no rolê.


       
      Já na hora que estava saindo apareceu um filhote de lobo marinho e ficou lá nadando um pouco.

       
      Então voltei pegar minhas coisas no hostel e fui para o barco. Dessa vez dei sorte. Era um barco confortável e com espaço sobrando. Foi tranquilo o trajeto entre San Cristóbal e Santa Cruz.
       
      De noite só fiquei caminhando no centrinho e jantei.
       
       
      24/02/2018 - Santa Cruz
       
      Dia do mergulho em Gordon Rocks. Paguei US$ 160 no mergulho.
       
      A expectativa desse dia era grande! Muitas chances de mergulhar com Tubarões Martelo... Eu queria muito isso!
       
      O passeio começa cedo. Tem que estar as 6 da manhã na agência de mergulho.

       
      Lá nos encontramos todos, comemos um pão e um café com leite e partimos para o local de saída do barco, que não é muito pertinho.
       
      O barco vai tranquilo até Gordon Rocks.


       
      Quando chegamos lá tinha um lobo marinho que tinha pegado um peixe e ficou lá se exibindo para nós com seu peixe na boca! Foi bem legal! Pena que ninguém estava com a câmera nessa hora.
      Depois um pelicano quis porque quis pegar minha máscara de mergulho... Foi engraçado! Aí todo mundo correu pegar as câmeras para tirar foto!

       
      Bom, lá recebemos as orientações do mergulho, nos equipamos e bora para a água!

       
      O lugar é sensacional... A quantidade de tubarões é impressionante! Para todos os lados.
      Já nesse primeiro mergulho vi 2 Tubarões Martelo, mas o melhor estava reservado para o segundo mergulho.



       
      Infelizmente algo errado aconteceu com minha câmera e entrou agua no case. Não tinha câmera para o segundo mergulho e tive que pedir para o pessoal que mergulhou comigo me enviar as fotos, porque esse segundo mergulho foi insano!
       
      Eu vi mais de 100 Tubarões Martelo em cardumes de mais de 30 de cada vez... Foi uma das coisas mais bonitas que vi na minha vida... Era maravilhoso!



       
      Vi algumas raias, mas no final enquanto estava fazendo minha parada de descompressão, vi um cardume de raias que foi algo indescritível. Não dava para contar... Umas 60, 70... Sei lá. Elas passaram tranquilamente por baixo de mim........ Nossa, que imagem. Queria cortar os pulsos por não estar com minha câmera.

       
      Que mergulho!!!!! Missão cumprida!!!!!!!

       
      Depois que voltamos não tinha muita coisa para fazer e acabei ficando descansando na pousada.

       
      De noite fui dar minha volta e vi uma coisa que me deixou com pena dos equatorianos... O futebol deles é tão ruim que eles acham espaço para passar um jogo entre Flamengo em Fluminense do campeonato carioca na TV... Coitadinho daquele povo....

       
       
      25/02/2018 - Santa Cruz
       
      Nesse dia estava meio sem muito o que fazer e também sem dinheiro... Então decidi fazer o Tour da Baía... Acho que paguei algo em torno de US$ 25 ou US$ 30,00. Não me lembro exatamente.
       
      Acabou que foi um passeio bacana, apesar que dispensável para quem já tinha feito alguns rolês por lá. Mas eu gostei. Ocupou bem minha manhã!
       
      Vimos muitos animais no passeio. Inclusive uma das fotos que mais gostei da viagem eu tirei nesse passeio.
       
      Vi Atobás de Pata Azul, Lobos Marinhos, Iguanas, Pelicanos, Caranguejos, Fragatas e até um cachorrinho marinheiro!!!!
       
      Choveu muito esse dia também e foi um transtorno andar de chinelo na lama dos lugares que o passeio parava... O pé afundava com lama até as canelas! Tive que tirar e andar descalço mesmo.
       
      Essa é a foto que representa muito o que é Galápagos. Existem 6 espécies diferentes de animais nessa foto. Só a Fragata está desfocada no fundo... As outras todas aí no primeiro plano!!!!

       
      Mais fotos do passeio:






       
      No volta, mais um show de Galápagos... No píer tinha um cardume de Golden Rays, vários tubarões e lobos marinhos nadando juntos... Que absurdo esse lugar!




       
      Daí fui almoçar e depois iria para o centro de pesquisa Charles Darwin. Meu último passeio da viagem.
      Só tive que esperar o dilúvio que estava caindo na cidade passar.


       
      O Centro de Pesquisa Charles Darwin tem várias partes, nem todas abertas para turistas. As principais atrações são as tartarugas gigantes, claro, mas tem outras coisas para ver também.






       
      Aí no centro está “empalhado” (não sei qual é o nome correto disso) o Solitário George. Ele morreu em 2012 já bem velhinho.
      Ele que já foi parar no Guinness Book como o animal mais raro do mundo!
       
      Existe uma visitação controlada no local que ele fica.
      Quando eu o vi lá me deu um nó na garganta...... Triste..........
       
      Ele foi uma das minhas grandes motivações de colocar Galápagos no meu radar de viagens... Ele é a história diante dos nossos olhos... Ele representa o que as pessoas estão fazendo com esse planeta.
      Uma pena que não consegui ir enquanto ele ainda estava vivo.
       
      Além de ter uma história tão triste de como foi encontrado na Ilha de Pinta depois de sua espécie já ter sido dada por extinta... Tadinho!
      Mas tenho certeza que foi muito bem cuidado nos últimos anos de vida depois que foi levado para Santa Cruz.

       
      Obrigado Lonesome George, por ajudar a abrir os olhos das pessoas! Obrigado por me levar à Galápagos!

       
      Bom, encerrado o passeio ainda parei na praia que fica dentro da área do centro de pesquisas. Muitos Darwin’s Finches na praia fazendo amizade com a galera... Principalmente os que deixavam farelos escaparem de suas refeições!



       
       
      Então me despedi de Galápagos.

       
       
      26/02/2018 – Santa Cruz
       
      No aerporto


       
      Espero realmente um dia voltar para conhecer as coisas que não tive oportunidade nessa viagem. É tudo tão perfeito por lá!
       
      Valeu!!!!
       


    • Por vilton.raile
      Equador + Galápagos
       
       
      Fizemos uma viagem de 22 dias, sendo 10 em Galápagos e 12 no Equador. Apesar de ser uma mesma viagem Galapagos e Equador pois são roles totalmente diferentes, com proposta de viagem, gastos, atrações e perfil de viajante totalmente distintos. Aqui vai um relato da viagem inteira com informações úteis sobre trajetos, passeios, dicas e preços e com poucas histórias ou opiniões pessoais sobre os locais.
       
      Resumo da trip:
       
      09/10 - pegamos avião a noite em sp
      10/10 - chegamos e Quito e dormimos lá
      11/10 a 20/10 - Galápagos
      21/10 a 23/10 - Montanita
      24/10 a 25/10 - cuenca (pegamos avião a noite pra quito)
      26/10 - Quito
      27/10 e 28/10 - quilotoa
      29/10 - ida de quilotoa a otavalo (3 bus em seis horas)
      30/10 - Cuicocha
      31/10 - otavalo
      01/11 - Quito (voo a noite pra Sp)
       
      Quito (começo da viagem e antes de Galápagos)
       
      Chegamos no aeroporto pela manhã. O aeroporto é longe da cidade. Você pode pegar um taxi por 25 dólares, um bus que de 8 dolares que te deixa no antigo aeroporto (não sei onde é) ou um bus de 2 dólares que te deixa no terminal Rio Coca após uma hora de viagem, que foi o que fizemos. O terminal Rio Coca é de frente pro terminal Ecovia (só atravessar a rua). Para entrar no terminal Ecovia você paga 25 cents e pega sentido Plaza Forch (só perguntar no terminal), descendo na estação Manuela Canizares (está a duas quadras da Plaza Forch).
      Esse caminho que termina na Plaza Forch é o caminho para o bairro Mariscal Sucre. Esse é o melhor lugar para você se hospedar, onde estão vários restaurantes, bares, hostels, a vida noturna é bem agitado, é um local cheio de polícia e bem seguro de dia e a noite. Em relação a hostels e restaurantes há desde os mais baratos (que não são ruins) até os mais caros e fica a seu critério (como tem muita opção não vamos deixar nada aqui). Só dormimos a primeira noite em Quito como escala para pegar o voo para Galápagos.
       
      GALÁPAGOS
       
      Viemos a Galápagos principalmente para mergulhar e fizemos poucos passeios em terra. Fomos em outubro, que é fim do inverno deles e o clima estava ótimo pra nós brasileiros (frio pros equatorianos). Tipo 22 a 28 graus de dia e 20 a 25. O clima lá é bem instável e em um mesmo dia chove, sol, chove, sol. Não tem como prever como vai ser o dia mas que vai ter solzao e chover algum momento é fato. Outubro é baixa temporada turística (os turistas são principalmente europeus e americanos) mas ótimo pra mergulhar pois é temporada marinha, está "vazio" (sempre tem gente lá) e a água 20 graus (usamos 7mm e segurou sussa). Galápagos, ao contrário do Equador, é um role caro.
       
      SANTA CRUZ
       
      Para entrar em Galápagos tem voo de quito ou Guayaquil, com duração de 1h45min por avianca (aerogal), tame ou lan; e você pode chegar pelo aeroporto de baltra ou san cristobal (fomos por baltra, que é o de Santa Cruz, a ilha principal). Pra ir a Galápagos além do check in normal você tem que fazer o que eles chamam de check in biológico, que consiste em ver se você está levando algo que vá desequilibrar os ecossistemas em Galápagos (tipo frutas, sementes e outras coisas). Lemos nos relatos que esse check in era bem rigoroso e que tinha que chegar uma hora antes do que você chegaria em um voo normal para realizá-lo. O nosso foi bem suave e rápido, mas aconselho que você chegue uma hora antes do que chegaria para um voo normal. É importante que você veja que colocaram o lacre na sua mala de despacho porque sem ele você não entra em Galápagos. Tem que pagar também a taxa ingala de 20 dólares (aumentou mesmo) no aeroporto de saída. Quando você chega em Galápagos tem outra taxa, pra nós brasileiros de 50 dólares. Tem um cadastro que falam que você tem que fazer na internet antes de ir pra Galápagos, que nós fizemos, mas no aeroporto o pessoal da alfândega nem sabia do que se tratava. Saindo do aeroporto de baltra já tem um bus te esperando e leva até uma balsa. O bus é de graça e a viagem dura 15min. A balsa é 2 min, só para atravessar um canal, e custa 1 dólar. Depois você pega um outro bus, que custa dois dólares e te leva até Puerto Ayora, que é a cidade principal de Santa Cruz (dura 40min a viagem). Contando o role inteiro, desde o check in biológico até chegar em Santa Cruz e fazer o check in no hostel, você acaba gastando um dia (saímos dia 11/10 pela manhã de quito e chegamos no hostel no fim da tarde).
       
      Passamos no total 4 dias em Santa Cruz, que é uma cidadezinha bem legal. Como todos os 4 dias que ficamos lá mergulhamos saíamos as 6:30 e chegávamos as 15:30. Sempre era bem movimentado o fim de tarde na pracinha/porto/centro da cidade (é tudo junto). O por do sol lá é muito legal, a cidade é bem limpa e segura.
       
      Comida - você pode gastar de 10 a 25 dólares por refeição com a bebida, a depender do restaurante. Em geral a comida é semelhante em todos e o que varia é o ambiente. Fomos tanto na calle los kioskos, que era o local mais barato, quanto nos restaurantes da avenida charles darwin, que eram mais caros. Não vimos muita diferença mas também não fomos nos tops. A calle los kioskos foi a melhor opção (lá é bem animado). Alguns dias rola uma comida na feira de peixe dos pescadores que voltaram da pesca (fomos na temporada das lagostas e tava rolando altas pescarias) que parecia ser legal mas não comemos lá (achamos que vale a pena ir). Tome o suco de tomate del arbol e coma tortilha de yuca.
       
      Hostel - na média entre 15 a 30 dólares por pessoa (a depender do seu luxo). Ficamos em um legal, que chama morning glory.
       
      Mergulho - fizemos 4 dias de mergulho com a academy bay diving. É um dos mais caros de lá (a priori sai 200 dólares por dia mas fechamos um pacote de 170 por dia) mas esse é o tipo da coisa que não vale a pena economizar. Fechamos antes e todas que têm site o preço é esse. Lá tem várias outras com menores preços (tipo 120 dólares o dia) mas não tomamos conhecimento. Se quiser fechar lá tudo bem, pelo menos na baixa temporada turística em que fomos, pois o pessoal disse que na alta temporada bomba (aí talvez seja melhor reservar antes mas não podemos ajudar nisso). Para nós o top de lá é o mergulho. Fizemos o curso só para mergulhar lá e achamos que se você planeja ir lá é obrigatório mergulhar (dizem lá que 70% do que há pra ver em Galápagos está embaixo da água e é verdade). Lá é como que a meca do mergulho. Vimos vários tipos de tubarão, arraia gigante, lobo marinhos, tartarugas, muito mas muito peixe. Recomendamos muito a academy bay. O Oscar, que é o instrutor, é muito bom. Tínhamos só 10 mergulhos quando chegamos lá e com ele conseguimos fazer o gordon rocks no último dia de mergulho (teoricamente teria que ter uma experiência prévia ou mergulhar uns dias antes com eles pra ver se vc está apto) e foi até bem sussa. Gordon rocks é o mergulho mais legal dos daytrip, onde você vê os cardumes de martelo e de manta dourada, mas todos os mergulhos são sensacionais. Tem o liveaboard mas nem vamos falar aqui que é só pros prós e ricos.
       
      Passeios - vale a pena ir um dia até a tortuga bay conhecer a praia brava e mansa de lá (fomos um dia pós mergulho). Fica aberta das 8-18 e eh uma trilha bem sussa de 40 min só que sem nenhuma sombra.
      Também tem o centro de tartarugas que da pra ir em um fim de tarde mas o de Isabela é bem melhor. Como disse não fizemos os passeios terrestres, então não vamos ajudar mais que isso, mas tem vários passeios. Tem também o cruzeiro pra conhecer as ilhas, que não fizemos e não procuramos saber sobre, mas podemos avisar que tem umas saídas de ultima hora lá que sai bem mais barato do que fechar antes (pelo menos na baixa temporada).
       
      Lembranças - tudo bem caro pelo dólar como ta agora, mas bem legais (não compramos nada)
       
      ISABELA
       
      Na verdade não ficamos os 4 dias direto em Puerto Ayora. Ficamos lá dois dias (12/10 e 13/10), aí fomos para Isabela dia 14/10 pela manhã, onde ficamos dois dias (15/10 e 16/10) e voltamos dia 16/10 a tarde para mais dois dias em Puerto Ayora (17/10 e 18/10) para depois terminar a viagem em San cristobal. Fizemos isso pra dar um intervalo nos mergulhos, porque não tem lancha direto de Isabela para san cristobal e pegar duas lanchas em um dia é complicado (você vai entender porque).
       
      As lanchas custam 30 dólares cada trajeto, com saídas de manhã e a tarde, duração de 2h30min. As agências de turismo e mergulho que vendem os tickets, que é melhor você comprar um dia antes pois se esgotam. Porém, na hora de pegar a balsa você tem que conferir qual é a sua pois as operadoras não vendem lanchas específicas (parece que eles ajustam de acordo com as vendas quantas e quais lanchas vão sair) e é sempre um pouco confusa a coisa. A lancha é um inferno de duas horas que parecem dez. Sempre alguém passa mal (dica: logo que você entra distribuem saquinhos para vomitar), o que é justo porque a lancha vai batendo pra porra, por mais liso que esteja o mar. Você pode ter a sorte de pegar uma lancha confortável ou uma espelunca (você só vai saber isso na hora que o taxi aquático te deixar na lancha). Se puder sente virado para a frente ou de costas (de lado é zica). Eu tomava logo dois anti-emético antes de entrar e evitava comer muito.
       
      Isabela é a menor cidade das três, com dois mil habitantes, ruas de terra, bem rootizeira. É onde mais pegamos o tempo aberto e dizem que lá é a ilha que faz mais sol (porque ela virada pro norte ou algo assim). O porto onde você chega tem uma prainha cheia de lobos marinhos (e uns pingüins) e uma lagoa chamada Concha e Perla ótima para snorkel. Foi lá que acabamos ficando mais.
       
      Passeios - Tem dois passeios pagos, tuneles (dia intero e 80 dólares) e tintoreiras (meio dia e 40 dólares), que são os mais conhecidos. Como já disse, não fizemos, mas todo mundo que vai lá e não mergulha faz (pra quem mergulha acho que não vale muito a pena). Ambos consistem em snorkel em lugares que você chega de barco e da para ver reef sharks, tartarugas e iguanas. Tem também a trilha ate o vulcão Sierra Negra, que são 16km total e não fizemos porque no equador íamos para quilotoa e cotopaxi. De grátis tem a trilha até o muro das lágrimas, que nós fizemos metade e não recomendamos. O que recomendamos é ir até o centro de tartarugas, que é o maior das três ilhas e o único que tem as cinco espécies (tem muita mas muita tartaruga naquele centro). Para chegar até ele vá pela trilha (é bem bonita e nela da pra ver os flamingos) e não pela estrada (é indo sentido muro das lágrimas e tem uma indicação para a trilha). Também recomendamos muito snorkel na concha e perla, que é um tipo de um lago formado por uma reentrância do mar. Lá vimos arraias, polvo, tartaruga, lobo marinho, iguanas nadando e vários peixes (vimos mais coisa nesse snorkel do que nos mergulhos na laje de santos). Basicamente nesses dois dias que passamos em Isabela ficamos na praia dos lobos marinhos (aquela logo que chega no porto) e no snorkel na concha e perla (que é ali do lado).
       
      Hospedagem - ficamos na Cabanhas tero real, por 45 dólares por dia sem nenhuma refeição. O lugar é bom, com ar condicionado e limpo. Só a família que cuida de lá que parece ser meio autista (se vc for entenderá).
       
      Comida - Tem apenas uma pracinha com uns 5 restaurantes na mesma rua. Você pode comer desde menu do dia por 7 dólares até pratos por 15 dólares (é meio que tudo igual os restaurantes). Tem uma panaderia com uns pães bons a 1 dólar.
       
      San cristobal
       
      Pegamos a lancha de manhã (dia 19/10) em Puerto Ayora e chegamos na hora do almoço lá. Passamos uma tarde e uma manhã lá, porque no outro dia (20/10) no almoço pegamos o avião para Guayaquil. A cidade das três é a menos atrativa. O legal de lá é que a rua da praia é bem bonita e cheia de lobo marinho. Mas não gastaria lá mais tempo do que gastamos não, ainda mais depois de Puerto, Isabela e dos mergulhos.
       
      Passeios - Playa mann é uma praia pequenininha bem perto do centro e é bonita, mas nada de mais e infestada de moscas (não sei se foi no dia que fomos ou se é sempre). Tem um passeio pra parte alta, que passa numa grieta, na casa do tarzan e num vulcão que não fizemos (não vimos em nenhum relato esse passeio). Tem também uma praia que chama La loberia, que é bem afastada da cidade (do lado do aeroporto), não tem uma sombra pra ficar e o mar é bem aberto. Fomos porque eu queria surfar e lá é um pico de surf bom, mas não tava rolando onda. Pela praia mesmo não vale a pena ir.
      Lá tem outros passeios que da pra fazer e alguns picos de mergulho também, mas não fizemos.
       
      Comida - jantamos num dos poucos restaurantes que tem lá. Era bem legal, com uma vista pro mar e uma porção de camarão com banana e batata frita bem boa. Chamava miconia. Acho que eh a melhor opção lá. Gastamos 25 dólares os dois com breja e tudo.
       
      Hostel - ficamos um noite só no lá casa de mi sub, que era um pouco espelunca, mas o dono bem gente boa. Foi 50 dólares. Esse lugar era um pouco mais afastado do centro e perto do aeroporto. Mas lá tudo é muito perto (por exemplo nosso hostel ficava a 10 min a pé do centro). Mas tem outros hotéis lá no centrinho.
       
      Montanita
       
      Chegamos no aeroporto de Guayaquil as dia 20/10 às 17:00 (são duas horas de viagem de Galápagos e uma hora a mais pelo fuso).
      Fomos para montanita de bus, mas se preferir pode ir de taxi (eles pedem 80 dólares mas negocia-se até 50 ou 60). De bus é bem fácil. Saindo do aeroporto é só cruzar uma passarela e pegar a metrovia (25 cents) sentido rodoviária (perguntar pra qualquer um que te indicam). Você vai subir no ônibus na metrovia, andar uma estação e já vai chegar no ponto final, que fica na rodoviária de bus local. Chegando nessa rodoviária você sai e cruza outra passarela, em direção a rodoviária de bus intermunicipal. Lá tem bilhetes a montanita (quando fomos era a empresa libertad no posto 83, mas é só perguntar) de hora em hora até as 18:30. A rodoviária é legal e na praça de alimentação da pra comer por 3 a 5 dólares bem. O Bus é bom, custa 6 dólares e a viagem dura 3 horas. O guarda falou pra sempre conferir o ticket na hora da compra pq as vezes eles poe hora ou dia errado e na hora de pegar o bus tu rodas (também não devolvem a grana). Falam que Guayaquil é violenta mas não tivemos tempo para avaliar. No traslado que fizemos tinha bastante policia e não parecia um lugar em que você poderia ser assaltado (talvez furtado se você vacilar como em qualquer grande cidade).
      Ao chegar o ônibus te deixa na entrada da cidade. Ficamos em um hostel um pouco afastado do centro (10min andando, pela praia ou pela estrada). Chamava kundalini, dava direto na praia, café da manhã bom, quarto e chuveiro bons, 45 dólares por noite o casal. Tem vários hostel bem mais barato no centro. O lado bom eh q fica na bagunça e ruim pelo barulho. A cidade eh bem pequena, tipo umas quatro ruas, mas bem legal. Vários restaurantes bons com preço justo (12 dólares com bebida), barraquinhas com bebida e comida boa e barata (2 dólares pra comer, 1 a breja e 2 os drinks na média), várias baladas, cheio de hippies na rua, fácil acesso aos ilícitos (baratos e de qualidade). Tava nublado mas quente de dia e dava pra andar de short e camisa a noite. Não fomos na temporada mas parece q lá bomba no verão (que tem potencial pra bombar tem). Pelo menos fora da temporada parece um lugar bem seguro, até pra andar altas horas da noite na praia. A praia em si eh feia e bem longa. O pico do surf eh no canto direito, onde o fundo de pedra transforma o pico num point com uma direita bem extensa e manobrável. Peguei lá um metro de onda gorda, de drop fácil. O ruim eh que no resto da praia não rola surf (tudo fechadera e bem menor que no canto direito) aí o crowd fica pesado lá no canto e os locais lá parece que não conhecem o termo rabear. É uma cidade que vale a pena ir se vc surfa ou quer balada. Para ir embora tem uma mini rodoviária, que da de frente com a estrada, onde você compra o ticket e espera o bus (ele para na estrada).
      Chegamos dia 20/10 a noite e vazamos 23/10 de manhã.
       
      Cuenca
       
      Saímos de montanita as 11:00, chegamos em Guayaquil as 14:00 e de lá pegamos um bus pra Cuenca (não da pra ir direto de montanita a cuenca, tem que passar em Guayaquil). Para cuenca há ônibus 24 horas, com saída a cada hora, pela empresa allianza, dura 4 horas passando por Cajás (importante falar isso porque se você for por canar é 7 horas de trip) e custa 8.25 dólares. O bus é espelunca, mas não tem outra opção. Chegamos a noite (dia 23/10) e demos um role pelo centro histórico. O planejado inicialmente era ir pra parque nacional Cajas num dia e Ingapirca no outro. Mas acabamos passando os dois dias que tínhamos programado passeando na cidade e vazamos dia 25/10 a noite de avião.
       
      Ingapirca - São ruínas incas e está a 2h30 de Cuenca. Da pra ir por conta de bus ou fechar passeio. Desistimos porque lá funciona assim: você chega, faz um tour guiado de 45min, depois mais uns 15min para passear e volta. Como já conhecemos machu pichu e o tempo estava instável (com possibilidade de chuva), optamos por não ir.
       
      Parque Cajas - está a uma hora de cuenca. É uma reserva com várias trilhas para fazer, sendo a menor de três horas e maior de três dias. Não fomos pela possibilidade de chuva (que depois se concretizou) e porque já tínhamos feito o W em Torres del Paines no começo do ano.
       
      Cuenca - é uma cidade muito legal para passear. Por isso acabamos passando nossos dois dias lá. Pegamos um mapa da cidade e saímos andando. É uma cidade colonial. Lá tem vários museus, com muitos fechados (talvez por ser de Fds, o que não faz sentido mas tudo bem) e um imperdível, que é o do Banco Central. Tem um sítio arqueológico que virou parque atrás do banco central muito legal tb. Tem também muitas igrejas e praças para conhecer e vários lugares para comer. Tem um igreja gigante na praça central com o interior inteiro de mármore italiana e um altar foleado a ouro muito legal (parece que poucas igrejas no mundo tem um altar daquele). Tem muitos restaurantes, bares, cafés, sorveterias, panaderias. O que achamos que vale a pena eh pega o mapa e sair andando por todos os pontos turísticos. Não sei se demos sorte por ser alguma data ou se todo final de semana é sempre assim, mas estavam rolando várias atividades culturais por toda a cidade, com dança, teatro, comidas típicas e artesanias. Inclusive tem em alguns lugares o calendário cultural com os eventos todos da cidade. Aparenta ser um local bem seguro. O clima estava bom de dia (nem quente nem frio) e esfriava um pouco q noite (tinha que sair de calça e blusa).
       
      Comida - uma refeição variando de 5 a 15 dólares a depender do luxo mas em geral dos 5 aos 15 a comida é bem boa. Comemos um menu do dia por 5 dólares em um restaurante na praça central bem bom (era o único que tem mesas fora do estabelecimento). As comidas tipo doces, salgados, eram bons e tinham muitas lojas, com um custo de 1 ou 2 dólares a unidade.
       
      Hotel - ficamos em um hostel a 5 min a pé do centro histórico. Não achamos que valeu muito a pena lá não. Era meio espelunca. Mas tinha vários hostel no centro histórico e acho que vale a pena ficar por lá. Numa média de 10 a 20 dólares.
       
      Quito (meio da viagem)
       
      Fomos de cuenca a quito de avião. Como compramos com antecedência saiu um preço justo (175 reais por pessoa) dado que trocamos 15 horas de bus por 40 min de aviao. Chegamos as 22 no aeroporto e nesse horário não tem mais aquele bus. Então tivemos que pegar um taxi. O preço oficial eh 25 dólares, mas tem vários taxistas que trabalham particular (que não são os taxi amarelo) e ficam indo e vindo de quito. Pagamos 15 em um desses (eles ficam onde você pegaria o bus). No outro dia de manhã fomos para metade do mundo. Saindo da praça Forch, tem que ir até a avenida cólon e pegar um bus para comuna no sentido teleférico (só perguntar pra quem tiver no ponto) e desce no ponto próximo ao teleférico (também tem que perguntar pra quem tiver no bus). Aí você tem que ir até a avenida mariscal sucre e pegar um bus escrito mitad del mundo (tem que pegar no sentido certo, e é só perguntar), que vai te deixar na frente do parque após 1 hora de traslado (é bem longe mesmo). Tudo isso sai por 1 dólar. Todas essas info pegamos com a moça do hostel, que era oligofrenica mas mesmo assim conseguiu explicar, perguntando na rua e usando um mapa da cidade que tínhamos pego. Não é um trajeto fácil mas você se acha. Pode também ir por tour, de Van, mas deve sair tipo 20 dólares.
      O parque é bem legal, com alguns museus, lugares pra comer, planetário, monumento com um museu com vários experimentos "científicos" dentro bem legais, lugares para comprar lembranças. O ticket é 7,5 dólares com direito a tudo (tem outros tickets mais simples mas não tem sentido ir até lá e não ver tudo). O preço da comida é bem justo, igual o da cidade. Do lado tem a Unasur, com um prédio bem legal. Pra voltar é a mesma coisa. Pega o bus metad do mundo (passa quase na frente do parque) e desce na Av mariscal sucre na frente do teleférico (dica: é na avenida, não no bairro mariscal sucre, que têm o mesmo nome mas são em locais totalmente diferentes). Nós aproveitamos que estávamos lá e fomos ao teleférico. Ali onde o bus deixa a galera tem uns taxistas esperando pra te levar até a base do teleférico por 1.5 dólares. É muito justo pois são 2km de pura ribanceira. O teleférico é 8 dólares e te leva dos 2500m de altitude de quito até 4100m em 20min. É bem alto e lá cima bem frio. Tem uma vista panorâmica da cidade, lugares com café, comida e doces. É um passeio caro, relativamente rápido, mas que vale a pena. Se você quiser, de lá sai uma trilha de 5 horas até o vulcão pichincha, que não vimos porque tinha muita neblina. Na volta também descemos de taxi, por mais 2 dólar e ele já nos deixou no ponto pra pega e o bus e nos indicou qual bus pegar. Descemos no mesmo lugar que pegamos na ida, na avenida cólon. Jantamos no tropi burguer, uma mistura de kfc com burguer king bem bom e barato (comemos muito por 6 dólares cada).
       
      Quilotoa
       
      Dormimos em quito e saímos pela manhã (dia 27/10) em direção a Quilotoa, passando por Latacunga (único jeito de ir até quilotoa, pois não há bus direto). A primeira coisa é chegar no terminal quitumbe, de onde saem os ônibus para latacunga. Para isso você deve pegar na linha verde (trolebus) o ônibus C4. Esse ônibus C4 passa em determinados pontos, portanto, assim que chegar no ponto da linha verde mais próximo de seu hostel pergunte pra quem está na bilheteria se ônibus C4 passa nesse ponto (no nosso caso tivemos que pegar outro bus qualquer da linha verde e paramos duas estações na frente) ou a qual ponto você deve ir pra pega-lo. Chegando no ponto onde passa o C4 você deve perguntar em qual porta deve esperar ele (perguntamos pro guarda que estava lá), pois ele para em determinada porta. Pegou o C4 você vai nele até o ponto final, que é no terminal quitumbe. Lá tem ônibus a cada 10min para latacunga por 2,50 dólares. O terminal quitumbe é bem estruturado e tem um ponto muito bom de informações turísticas. A viagem dura umas 2 horas e o caminho até que é legal. Você vai chegar no terminal de latacunga e nele mesmo pegar um ônibus para Quilotoa, por 2 dólares (as vezes tentam cobrar mais no próprio guiche mas bata o pé que só vai pagar dois dólares). Algumas empresas o bus leva até zumbahua e lá você tem que pegar uma caminhonete ate quilotoa (seriam 12km de estrada e 5 dólares o transporte), porém nosso bus nos deixou na entrada de quilotoa (2 horas de viagem). Pelo guia da cidade, as empresas que levam direto a quilotoa são Vivero e Ilinizas. Pra entrar na minúscula vila você assina um livro e paga 2 dólares. Chegamos umas 14, deixamos as coisas e fomos almoçar, ver a vista da laguna e o por do sol. A visão da laguna é animal e o por do sol foi sensacional. Tinha algumas nuvens só e um belo frio que era amplificado pelo vento. Esse frio so vai piorando com o cair da noite e pra dormir é bem frio mesmo, o que já é alertado pelos sete cobertores no quarto. Usamos todos os cobertores e dormimos com segunda pele e casaco, mas foi mais que suficiente pra dormir muito quente. No outro dia (dia 28/10) fizemos a trilha da playita, saindo as 10:00 do hotel e retornando as 15 após almoçar.
       
      Hospedagem - a maioria pessoas dorme em latacunga e passa o dia em quilotoa. Nós optamos por dormir em quilotoa. Aqui tem vários hostel mas todos aparentemente bem ruins. Ficamos em um que chama chuquirawa, e tem um outro que chama Cabanhas de quilotoa, que parecem ser os únicos viáveis (tem no booking). Pagamos 40 dólares por dia no quarto privado com banho quente, fica na frente da laguna, tinha uma área bem confortável com vista pra montanha, tem inclusos café da manhã e janta bons. O quarto até tem um sistema de aquecimento com lenha igual aos outros ambientes do hostel, mas optamos por não usar pela consideração de uma possível intoxicação por CO noturna. Tem um hostel que parece ser bom também, que chama Hostal Princesa Toa, é da prefeitura, de 15 a 35 dólares a depender da acomodação, com café e janta, banho quente e do lado do mirador da laguna. Latacunga não parece ser um lugar legal pra ficar. Se for ficar em quilotoa, que é o que achamos melhor, tem as três opções acima de hostel (não aconselhamos os outros). Não tem internet em lugar nenhum em quilotoa. Se você ficar no chuquirawa aconselho a tomar banho durante o dia, dado que o chuveiro eh meio temperamental (vc vai entender).
       
      Comida - tem vários restaurantes e tudo bem barato. Comemos no único que tem vista para a laguna, que, assim como o alojamento, é da prefeitura e tem um menu do dia que varia de 3 a 7 dólares. Comida boa e vista animal.
       
      Quilotoa - Fizemos a trilha da playita. Tem 3 circuitos de trilha além desse, um que da a volta na laguna de 28km e outros dois de 32km e 39km (apesar do circuito W na Patagônia na virada do ano, não fomos preparados psicológica e fisicamente para trilhas de 30km a 3800m). Também você pode alugar cavalos ou bike pra dar um role. A trilha da playita eh um desnível de 500m numa trilha de 2km, ou seja, só descida na ida e só subida na volta. Demora uma meia hora pra descer e uma hora e meia pra subir. Vá com uma roupa pra sujar porque o chão é de areia vulcânica, que é fininha e impregna na roupa e tênis. Lá embaixo da pra alugar caiaque e não tem nada pra comprar de comida ou bebida. Vale a pena descer lá. A visão na subida, decida e lá embaixo é sempre da lagoa e bem legal.
       
      Otavalo
       
      O dia 29/10 foi apenas de traslado de quilotoa a otavalo. Para sair de quilotoa ou você pega uma Van e vai até zumbahua, de onde saem vários bus ao longo do dia, ou você pode pegar em quilotoa mesmo. Todo dia tem um bus que passa mais ou menos 6:30 na vila toda. Ele passa buzinando (parte dos passageiros deles são crianças que ele deixa na escola em zumbahua) e é só ficar na frente do hostel que ele te pega lá. A empresa chama Vivero, custa dois dólares (se te cobrarem mais brigue porque é dois dólares) e a viagem dura 2 horas. Tem uma outra empresa que passa em quilotoa, também todo dia, as 12:00, 13:00 e 14:00 mas aí você tem que esperar lá na entrada da cidade, onde assina para entrar. Chegando em latacunga você tem que pegar um bus pra Quito mas para comprar o bilhete tem que ir direto na região onde se embarca no bus. É só chegar e perguntar que bus vai para quito (não tem venda de bus para quito nos guiches). Sai 2.15 dólares e nossa viagem durou 1:30. Para ir a otavalo você pode tanto pegar o bus do terminal quitumbe (pois é, agora sai bus de lá para otavalo) ou do terminal Carcelen (que é o que todos falam nos relatos mais antigos). Pegamos de Quitumbe, que é onde param todos os bus saindo de latacunga, pela empresa Pulman no guiche 12. Custou 3.75 dólares e 3 horas de viagem. Detalhe que se você sair do Carcelen dura duas horas. Essa uma hora de diferença é tempo que o bus que sai do quitumbe demora para atravessar a cidade de quito e chegar no terminal Carcelen, onde ele da uma parada rápida pra pegar mais gente. Pergunte se o bus para no terminal de Otavalo. Se não parar lá peça para alguém te avisar e fique de olho que tem placa quando passa na cidade (nós moscamos, passamos reto e tivemos que pegar bus e taxi para chegar em otavalo). Na volta é só pegar o busao no terminal, que é no centro da cidade, perto da maioria dos hostels e da pra ir a pé (não tem guiche e o bus custa 2.50 dólares). Na volta veja em que terminal o bus vai. O nosso foi até Carcelen e de la pegamos o trolebus (25 cents) até a parada Cólon (que é no cruzamento com a avenida cólon), que é umas dez quadras da praça Forch. Otavalo é uma cidadezinha bem agradável e segura. Vale a pena ficar dois dias lá, contando com um dia para Cuicocha.
       
      Cuicocha - Também é um vulcão com um lago bem bonito (achamos mais bonito que quilotoa). Para ir até lá tem que pegar um bus verde da empresa cotacaxi sentido quiroga no terminal. Custa 40 centavos e o trajeto é de uns 30 min. Tem que perguntar também pro cobrador ou alguém do bus em que ponto desce porque tem um ponto específico em que os taxistas e as caminhonetes ficam esperando. Descendo você logo vai ver eles ou eles vão vir até você oferecer o trajeto até Cuicocha. Aí tem uma pegadinha. Lá você tem a opção de ir lá, ver um pequenino museu, dar uma olhada na lagoa pelo mirante, fazer um passeio de barco pela lagoa, almoçar no restaurante com vista para lagoa. Se você for fazer qualquer uma dessas coisas peça pra caminhonete te deixar em Cuicocha, o que custa 5 dólares e dista uns 15km. Se você for fazer a trilha em volta da lagoa, que é o que fizemos, peça pra ele te deixar em Pinos de Cuicocha, que é o fim da trilha. Custa 7 dólares e dista uns 17km. Isso é importante porque em Pinos, que é o fim da trilha, você começa de cima e desce. A galera que vai com guia local começa la embaixo, o que é uma puta burrada. Começando por Pinos a vista é mais bonita e você termina numa descidona. Começando pela entrada principal você começa numa puta piramba e sem vista pra lagoa. Além do que começando por Pinos você termina no restaurante e começando pela principal você termina na estrada. A trilha tem 15km e fizemos em 3:30 (tem várias paradas e da pra ver a laguna de várias ângulos). Não é uma trilha fodastica mas cansa, pois tem várias subidas e descidas e não estamos habituados com a altitude, o que influência bastante (Cuicocha está a 3800m).
      Se você quiser dormir lá tem um hostel bem legal (não ficamos porque não achei na internet e não sabíamos da existência, mas a mulher do hostel disse que tem e falou pra procurar hostel Cuicocha) mas é bem caro (custa 55 dólares o casal). A volta você pode combinar com o cara que te deixou com preço a combinar ou pedir um taxi no restaurante por 6 dólares (se terminar em pinos sei lá como faz). Chegando em quiroga é do pegar o bus que o cara que te trouxe indicar e desce no terminal em otavalo.
       
      Comida - Não tem muitas opções de restaurante mas o que tem em geral servem um comida boa, farta e por um preço justo. Tem bastante padaria e comida típica na rua (na pracinha da feira ficam várias barraquinhas a noite) com preços bons também.
       
      Hostel - tem várias opções. Todas parecem ser bem boas. O importante é você escolher um no centro (porque senão você vai ficar longe de tudo). Ficamos no Hostal Santa Fé 2, que na quando chegamos vimos que era um hotel. Foi o melhor lugar que ficamos em toda viagem em todos os aspectos (banho, café, limpeza, atendimento, wifi). Pagamos 36 dólares por noite o casal.
       
      Feira - Todo sábado tem uma feira, que é a segunda maior feira do mundo. Recomendamos que, assim como nós, se você pretende ir a otavalo deve se programar para estar lá no sábado (se puder também deixa pro fim da viagem melhor, pra não carregar as coisas). Na feira tem de tudo (tudo mesmo, você vai entender lá), ela ocupa quase todas as ruas do centrinho (é muitooo grande) e tem os melhores preços do equador. Deixamos pra comprar tudo por lá e tudo que vimos ao longo dos vinte dias de viagem tinha lá por um preço melhor. Como os equatorianos estão acostumados com os europeus eles metem a faca no primeiro preço, mas o preço real de venda em geral é metade do inicial pra baixo (mas você tem que chorar mesmo, falar que é brasileiro, que o dólar ta alto). Se o cara não quiser abaixar pelo menos 50% vai embora que ou ele vai atrás de você ou você acha outro que faça (tem muitas barracas com coisas iguais).
       
      Quito (fim da viagem)
       
      Tivemos sorte que na ultima noite em Quito pegamos o hallowen (dia 31/10). Parece que não é só no dólar que os EUA influenciam aqui não. A praça Forch bombou e todas as baladinhas estavam cheias, todo mundo a caráter, bem divertido. No último dia fomos ao centro da cidade. Eh só pegar um mapa de quito e seguir ele que da pra ir a pé do mariscal sucre. O centro é legal, mas nada demais também (o de São Paulo é bem mais legal) e bem seguro (aí sim bem mais do que o de sp). Tivemos sorte também porque tava tendo várias atividades no centro por causa do dia dos mortos (comemoram aqui também, como no México). Demos um role pela cidade e pegamos o voo pra Sp a noite. Pra ir pro aeroporto é só fazer o caminho inverso da chegada.


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