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oi Junia,

 

brigadão pela dica! valeu!

entrei no site, real/te eh mto bonitinho.

mas infeliz/te eu nao to indo p/ Camboriu, quem sabe numa outra oportunidade a gente possa se encontrar.

 

mas a dica ta anotada p/ uma proxima viagem!

[]s

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Olá Galera...

 

Aqueles que estiverem pensando em visitar Balneário nos próximos dias, podem visitar a página do hostel daqui...

 

A Naomi já postou a página aqui, mas vou frisar e dizer que o local é aconchegante e num preço bem mais acessível do que o das pousadas... no site aparece fotos do local, de fácil acesso para quem vem da BR 101, seja do sul ou do norte...

Este é o site:

http://www.hotelpousadarezende.com.br/

 

Grande abraço e ótimas férias para todos...

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Salve galera!!!! Até que enfim o site voltou ao ar! Que alívio!!!

 

Alguém indica algum camping bacana pro Carnaval? Na verdade, vou ficar na casa de um amigo em Blumenau, mas vou pro show do FatBoy Slim dia 17, e tava pensando em ficar 1 dia num camping pra não ter que pegar estrada depois da balada. E no dia 19 vou fazer a mesma coisa, só que na Praia Brava. Vou pro show do Deep Dish e talvez acampe em algum lugar por lá.

 

Valeeeeeuuuuuu!!!!!

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Alguém pode me dizer qual ônibus - e preço - pegar do aeroporto de floripa pra ir até BC? Se tiver outro tipo de translado, avisem também!

 

TKS

:D

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oi diogo! vc deveria ter pego aviao direto para navegantes, era pertinho. Do aeroporto de floripa, tem onibus que vai ate ocentro, dali vc caminha ate a rodoviaria que eh do lado e pega o onibus da catarinense para balneario do camboriu, acho que uma hora de viagem. O onibus urbano acho que eh uns 2reais e mais um pouco, estive la mes passado e esqeci ovalor da passagem

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Pretendo ir a Balneário em Novembro para assistir um show da Banda australiana Hillsong. Qual a dica dos mochileiros para gastar o mínimo possível?

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Pessoal preciso ir a Balneario em 18/11. Vou assistir um show da banda Hillsong na praia. Como posso gastar o minimo possível? Uma noite talvez duas. Obrigado!

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Pessoal preciso ir a Balneario em 18/11. Vou assistir um show da banda Hillsong na praia. Como posso gastar o minimo possível? Uma noite talvez duas. Obrigado!

Depende... voce nem falou de que cidade vc eh, se vai de aviao ou de onibus, sei que em balneario tem um albergue da juventude no centro, mas esqueci o nome.

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Saindo de Cascavel PR, de onibus.

Tenta no site http://www.hotelpousadarezende.com.br/ que tem um albergue da juventudo oficial. Acho que eh a hospedagem mais barata que existe, a nao ser que vc procure um camping, mas ai vc vai gastar na compra da barraca, colchonete, saco de dormir, etc... Sem falar no desconforto. Agora pra economizar no transporte so se arranjar uma carona.

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    • Por fernandobalm
      Resumo:
      Itinerário: Itajaí → Balneário Camboriú → Canelinha → Nova Trento → Santuário de Madre Paulina
      Período: 19/12/2018 a 26/12/2018
      Gasto Total: R$ 582,96
      Gasto sem Transporte de Viagem: R$ 389,96 Média Diária: R$ 55,71
      Ida e Volta por Carona do BlaBlaCar (R$ 97,00 de ida e R$ 96,00 de volta)
      Considerações Gerais
      Não pretendo aqui fazer um relato detalhado, mas apenas descrever a viagem com as informações que considerar mais relevantes para quem pretende fazer um roteiro semelhante, principalmente o trajeto, preços, acomodações, meios de transporte e informações adicionais que eu achar importantes.
      Sobre os locais a visitar, só vou citar os de que mais gostei ou que estiverem fora dos roteiros tradicionais. Os outros pode-se ver facilmente nos roteiros disponíveis na internet. Os meus itens preferidos geralmente relacionam-se à Natureza e à Espiritualidade.
      Informações Gerais:
      Em toda a viagem houve bastante sol. Chuva pesada houve na 5.a feira (20/12) à noite, quando estava vendo o espetáculo de Natal em Itajaí e na 6.a feira (21/12) no meio da tarde, quando estava chegando em Balneário Camboriú, que durou cerca de 45 minutos. Chuva leve houve na ida à Canelinha no domingo (23/12) e na região de Nova Trento, na 2.a (24/12) e 3.a (25/12). As temperaturas também estiveram bem razoáveis (para um paulistano), chegando em média a 32 C ao longo do dia e caindo até 20 C à noite.
      A população de uma maneira geral foi cordial e gentil 👍. As paisagens das praias, da vegetação e do Santuário agradaram-me muito , principalmente as próprias praias, o mar, a vista a partir de pontos altos, a mata, o templo e os locais históricos e religiosos.
      Como era época natalina, pude aproveitar vários locais com iluminação e decoração de Natal 👍.
      A caminhada no geral foi tranquila. Mesmo quando precisei andar nas estradas, o acostamento na maior parte do percurso foi bem aceitável.
      Não tive nenhum problema de segurança (nenhuma abordagem indesejada) nas praias, nas estradas nem nas cidades.
      Não houve nenhum obstáculo relevante nas praias, pois como estavam em cidades, havia alternativas.
      Todos aceitaram cartão de crédito sem acréscimo. Só a carona de volta paguei em dinheiro.
      Gastei na viagem aproximadamente R$ 582,96, sendo aproximadamente R$ 20,46 com alimentação, R$ 369,50 com hospedagem, R$ 97,00 com a carona de ida e R$ 96,00 com a carona de volta para São Paulo. Sem contar o custo das caronas entre São Paulo e Itajaí e entre Tijucas e São Paulo, o gasto foi de R$ 389,96 (média de R$ 55,71 por dia). Mas considere que eu sou bem econômico.
      A Viagem:
      Minha viagem foi de SP (Estação Consolação do Metrô) a Itajaí em 19/12/2018 pelo BlaBlaCar (https://www.blablacar.com.br). Saímos cerca de 9:30. O ofertante da carona era Élton Luís dos Santos, professor do CEFET, que tinha saído do Rio e estava indo para Porto Alegre. Fomos com o engenheiro mecânico Rogério e o jovem Eduardo, que queria ser político. Desceram em Curitiba, onde subiram Tiago, que foi até Joinville e Naimara, que iria até Florianópolis. Ao longo do trajeto conversamos muito sobre assuntos variados. Ele me deixou na estrada perto de 20:15, no ponto mais próximo para eu ir caminhando até o hostel em Itajaí. Paguei R$ 97,00 com cartão de crédito (paguei o abastecimento do carro num posto). Na estrada comi sanduíches que tinha trazido de casa 🥪.
      Fui andando por 3 km (cerca de 35 minutos) da estrada até o hostel em Itajaí. Fiquei no Fica, Vai Ter Bolo Hostel (https://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g1143387-d15263814-Reviews-Fica_Vai_Ter_Bolo_Hostel-Itajai_State_of_Santa_Catarina.html) por R$ 50,00 a diária, paga com cartão de crédito, com direito a café da manhã. Já havia reservado via Booking (https://www.booking.com). A dona era Francine, pedagoga, que o estava ampliando para a temporada de verão. Seu pai e amigos estavam trabalhando nisto quando cheguei. Sua mãe Jaqueline, diretora de escola, também estava lá. Francine tinha 2 filhos adotivos. Receberam-me muito bem 👍. Deram-me um quarto privativo, pois os coletivos estavam em obras para receber as pessoas na temporada depois do Natal. Conversei com eles sobre viagens e estilo de vida. Experimentaram comer pedacinhos de abóbora moranga crua, que eu havia levado para não estragar em SP. Ofereceram-me camarões cozidos como cortesia, mas recusei porque não como carne. Cozinhei arroz, feijão, soja e batata e juntei com abóbora e chicória para o jantar. Trouxe tudo de casa.
      Na 5.a feira 20/12 fui conhecer Itajaí. Tomei café da manhã com pães, requeijão, doce de leite, doce de banana e bolo de cenoura, durante o qual conversei com Francine sobre hostels, Itajaí e São Paulo. Depois a funcionária Elisa, que era do Mato Grosso e em breve iria para Parati, ensinou-me o caminho até o Bradesco, onde fui depositar o dinheiro que não precisei usar para as diárias. Inicialmente fui conhecer o centro histórico e todos os prédios e monumentos associados. Havia placas com informações e mapas das redondezas nos diversos pontos turísticos, o que facilitou tudo e ainda me deu sugestões de pontos a conhecer. Achei muito interessante a diversidade de peixes no Mercado do Peixe 🐟. Depois fui conhecer as praias, parques e montes. Não tinha ido de roupa de banho por baixo da calça, então não pude nadar . Gostei das praias. A foto abaixo mostra a Praia do Atalaia.

      Gostei também das vistas a partir dos molhes, das paisagens naturais e dos parques . Achei especialmente belas as vistas a partir do Molhe da Barra, a partir do mirante do Parque do Atalaia  e a partir do morro de salto de parapente . A vista a partir do Morro da Cruz também foi boa, mas não contemplava tantas áreas naturais. No Parque do Atalaia aproveitei para tomar água, que estava disponível para o público. Não pude ir até o Farol das Cabeçudas porque estava fechado o acesso privativo da Marinha e não havia ninguém a quem perguntar. À noite vi a iluminação de Natal no calçadão principal, na Igreja, no museu e a apresentação de Natal, com desfile de Papai Noel e dançarinas que terminou no Museu Histórico, onde houve apresentações com várias músicas 👍. Pouco depois do desfile acabar e começarem as músicas, começou uma enorme tempestade ⛈️, com muitos e próximos raios, que durou toda a apresentação e mais um pouco e chegou a fazer a água subir até parte da calçada. Devido à tempestade, a projeção de luzes na catedral e no museu foi cancelada 😞. Após a chuva diminuir bastante voltei caminhando para o hostel por cerca de 30 minutos. Várias ruas estavam com muita água nas calçadas e nas laterais, o que fez com que precisasse andar em pontos com água até um pouco acima da canela. Jantei arroz, feijão, soja, batata, abóbora, chicória e mamão. Comi manga e pão com margarina de sobremesa.
      Na 6.a feira 21/12 fui para Balneário Camboriú. Tomei café da manhã, desta vez com bolo de maça, que achei bom. Despedi-me de todos, incluindo Pedro, filho adotivo da Francine. Um hóspede mineiro pediu para tirar uma foto minha vestido com a camiseta do guaraná Dolly, de que disse ser fã. Inicialmente passei pela Igreja Imaculada Conceição, que estava fechada na hora do almoço em que a visitei no dia anterior. Desta vez estava aberta e pude conhecê-la. Passei novamente pelas praias do Atalaia e Cabeçudas. Depois fui à Praia Brava e à Praia da Solidão, em que para chegar peguei uma trilha íngreme e não muito fácil e para voltar fui pelo mar, mesmo com maré já alta, tomando cuidado com as pedras. Na Praia da Solidão cortei o dedo do pé numa pedra . Quando voltei à Praia Brava, como já estava molhado, aproveitei para tomar um banho de mar. Havia deixado minha mochila com uma moça antes da trilha e ela a guardou até o fim do banho de mar. Achei a praia bela e boa para aproveitar 👍. Estava tranquila . Depois fui caminhando pela praia até seu fim e aí subi no Morro do Careca, já em Balneário Camboriú. No caminho havia um mirante que apresentava boa vista para a Praia do Buraco. A foto da Praia Brava a partir do alto do Morro do Careca está a seguir.

      Achei as diferentes vistas a partir do Morro do Careca espetaculares . Havia vários cadeirantes fazendo voos de parapentes. Todos os voos eram junto com profissionais. Num deles, devido às condições do vento, foram necessárias várias tentativas para o pouso, o que me pareceu trazer uma certa tensão para o público que acompanhava. Depois desci, fui à Praia do Buraco e tomei nela um delicioso banho de mar. Caminhei para o fim da praia e peguei o deck norte. Aí começou a garoar. Perto do fim do deck, a chuva começou a engrossar 🌧️ e eu arrumei um local para me abrigar, um local coberto do outro lado da avenida em que jogavam baralho, dominó e bocha. Após passar a chuva fui ao Hostel In BC Bar (https://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g680306-d15118480-Reviews-Hostel_In_BC-Balneario_Camboriu_State_of_Santa_Catarina.html), que havia reservado pelo Booking. Fiquei hospedado por R$ 52,25 a diária com cartão de crédito, com direito a café da manhã. O hostel era dirigido por Polaco e sua esposa Aline, que tinham uma filha chamada Natália. Havia bastante gente no hostel, incluindo uma família de 15 pessoas de Minas Gerais e interior de São Paulo, pessoas de Franca, Santo André, São Carlos, Caraguatatuba etc. Após instalar-me fui dar uma volta na orla e ver a iluminação natalina. Havia enfeites e uma árvore de Natal (neste dia apagados) na praça central e toda uma sequência de luzes no Molhe da Barra Sul, culminando com uma espécie de globo. Só achei estranho as placas de cuidado com a alta tensão ⚡, pois a chance de uma criança não ver e tocar me pareceu enorme. Devido à chuva, apareceram 2 arco-íris 🌈 no mar e nas montanhas, que fizeram uma imagem de que gostei 👍. Pude ver o pôr do sol 🌇 a partir do molhe e depois da praia, o que me agradou bastante, apesar dos prédios altos que tapavam um pouco a visão. Após escurecer foi possível ver a orla toda iluminada e perto do deck norte, já quando estava no fim da volta, ver outra árvore de natal, esta toda iluminada. Conversei com alguns hóspedes, jantei arroz feijão, soja, batata, abóbora, chicória, mamão, manga e 2 pães com margarina de sobremesa, tudo trazido de casa.
      No sábado 22/12 fui conhecer Balneário Camboriú. Já havia conhecido as praias da Rodovia Interpraias em uma viagem anterior, então estas ficaram de fora desta vez. Achei o café da manhã muito bom , com diferentes tipos de pães (Polaco disse que compraria um especialmente para mim, que estou evitando produtos que causem sofrimento a animais), frios, frutas, bolos, suco, café, leite etc. Valia por um almoço. Primeiramente fui andar um pouco pelo deck norte e as trilhas que ficavam perto, chegando até a Praia do Buraco, para apreciar a área com mais calma, posto que na chegada a chuva me fez passar por este trecho com rapidez. Depois fui conhecer os itens urbanos (igrejas, teatro, universidade, prefeitura, câmara e fórum), além do Cristo Luz, que estava fechado quando lá cheguei (às 12:15) e só abriria as 16 horas. Acabei ficando sem entrar nele. Mas não sei se pagaria os R$ 20,00 (até as 19 hs ou R$ 35,00 após este horário) depois de ter visto tantas paisagens espetaculares gratuitamente a partir de vários morros. Por fim fui ao Parque Ecológico, que também estava fechado 😞, embora tenha chegado no horário correto. Provavelmente era por causa da época do ano. Pouco antes de chegar a ele peguei algumas acerolas no chão, que estavam muito boas 👍. Este passeio valeu para conhecer parte de Balneário Camboriú que não é destinada a turistas 👍. Então decidi ir ao Morro do Boi, mas logo desisti, pois me disseram que o acesso era pela BR-101 e me desinteressei. Como era caminho, cruzei a ponte na estrada e fui até o outro lado do rio. Já havia passado por lá em viagem anterior, mas desta vez pude apreciar a vista com mais calma e ver detalhes do local. Passei pela Ponte Estaiada, apreciei demoradamente a vista 👍 e voltei para a Praia Central. Depois caminhei novamente pela praia, parei, fiquei lá apreciando o mar e a vista, tomei 3 banhos de mar e depois fui novamente ver a árvore e os enfeites da praça central, que desta vez parecia que iriam ser acesos. Porém ocorreu algum problema e a árvore apagou. Esperei um pouco e como não acendeu fui embora, voltando para o hostel, pois já estava anoitecendo. No meio do caminho a árvore acendeu e eu voltei para vê-la . Pude entrar nela e vê-la de dentro, o que foi interessante 👍. Ainda fui procurar um local para ver o Cristo Luz de longe, pois os prédios impediam a visão. Ele estava iluminado e alternando de cores, num espetáculo que achei muito bonito . Após apreciar novamente a orla, que achei bela de dia e de noite 👍, voltei para o hostel e jantei o mesmo que no dia anterior, sem os pães no final. O pessoal do quarto saiu para casas noturnas e eu dormi boa parte do tempo só e não quis ligar o ar condicionado.
      No domingo 23/12 fui para Canelinha. Após o novamente muito bom café da manhã, arrumei-me e parti. A caminhada prometia, pois pelo mapa eram 52 km. Saí perto de 9:30. Devido a algum problema no celular, não consegui enviar mensagem pelo celular para o hotel em Canelinha e fiquei meio preocupado devido à época do ano. Peguei um pouco de chuva leve no início do caminho, que apertou um pouco após eu pegar a BR-101, tanto que acabei usando a capa por cerca de 30 minutos a 1 hora. Depois parou e abriu o sol. Pude ver algumas belas paisagens de praias e mata a partir da BR. Cruzei o Morro do Boi, mas como não cheguei ao topo, não consegui grandes vistas a partir dele. Houve alguns trechos na mini serra em que o acostamento era bem estreito. No resto ele geralmente era bem amplo. Tive um pouco de dor nas costas, nada grave, e fiz bolhas nos pés, provavelmente por causa do modelo do chinelo, que tinha a fixação das alças saltadas que pressionavam partes do pé. Tomei 500 ml de água e comi dois pães de forma durante o caminho. Encontrei um passarinho morto (acho que era bem-te-vi) no acostamento. Após sair da BR havia muitos cachorros 🐕 de rua no trajeto e um animal morto na pista. Quando estava cruzando Tijucas, emocionou-me ver crianças de um bairro periférico gritando e correndo muito felizes ao verem o carro do Papai Noel 🎅 chegando , que aparentemente era de associações de comerciantes da região. A estrada de Tijucas a Canelinha apresentou paisagens rurais de que muito gostei. Logo no início vi esta paisagem.

      Antes desta foto, como a câmera estava apresentando erro, reiniciei o celular e aí as mensagens foram para o hotel, que me respondeu dizendo que estava tudo certo. Mais para frente, já chegando em Canelinha, houve esta paisagem.

      Cheguei perto de 19:30, ainda com dia claro. Cansei um pouco da caminhada. 50 km é mais do que a minha média regular. Havia uma família de cerca de 9 pessoas negociando a estadia e sendo atendida na recepção do hotel e eu os esperei. Creio que decidiram ir embora e aí fiz minha entrada. Era o Hotel Prime (https://www.tripadvisor.com/Hotel_Review-g2578183-d12716553-Reviews-Prime_Hotel-Canelinha_State_of_Santa_Catarina.html), em que paguei R$ 50,00 com cartão de crédito pela diária com direito a café da manhã, quarto privativo com banheiro, TV e ventilador. Cauã, um jovem adolescente, atendeu-me, sendo prestativo. O quarto tinha vista para rua, apesar de um pouco bloqueada pelo supermercado ao lado. Depois de me instalar fui fazer compras no Supermercado Macris (http://macris.com.br) por R$ 4,95 (goiabada, 2 bananas, 2 cenouras, 2 chuchus, 4 limões e 4 cebolas) com cartão de crédito e depois fui visitar a praça central, que tinha um prédio público iluminado e luzinhas natalinas em árvores 👍. Jantei sanduíches 🥪 de abóbora, mamão, limão, chuchu, cenoura e cebola, com banana e pão com goiabada de sobremesa.
      Na 2.a feira 24/12 fui para Nova Trento. O café da manhã foi muito bom , com alguns tipos de pão, manteiga, frios, frutas, bolos, sucos, café, leite etc, preparado por Patrícia. Primeiramente visitei a igreja em Canelinha, que no dia anterior estava fechada e depois saí perto de 10:45. Atrasei porque fiquei enviando as mensagens de Natal . Achei que a estrada de Canelinha a Nova Trento tinha paisagens naturais belas 👍. Foram aproximadamente 18 km. Cheguei perto de 14:15. Carlice, atendente da Pousada CEIC (https://ceicsc.com.br), recebeu-me lembrando-me da conversa que havíamos tido por e-mail para fazer a reserva. Paguei R$ 65,00 (já havia feito depósito de R$ 32,50 quando reservei e paguei os R$ 32,50 que restavam com cartão de crédito) por uma diária na ala da espiritualidade, num quarto privativo, com ar condicionado e banheiro, sem TV (porque era para retiros) e sem direito a café da manhã. Mas Carlice informou-me que me seria concedido o café da manhã como cortesia, como presente de Natal . Acomodei-me e fui visitar a igreja matriz e depois fui ao Supermercado Archer (https://www.archer.com.br), onde comprei R$ 5,71 (pepino, laranja, abobrinha e pão de aipim). Após chegar à cidade fiquei sabendo que a mãe de uma amiga espanhola havia morrido. Sua voz parecia um pouco fragilizada. Quando voltava do supermercado um beija-flor 🐦 parou na minha frente e ficou bicando uma flor em uma árvore. Achei muito interessante a coincidência da vida que flui e reflui, como um sinal, sincronicidade. Informei-me sobre um outro santuário que descobri que existia na cidade e saí para o Santuário de Madre Paulina (https://www.santuariosantapaulina.org.br), que ficava a cerca de 6 km. Achei bonitas as paisagens no caminho para o Santuário, incluindo cascatas, hortênsias, mata etc 👍. Uma foto da paisagem segue.

      O Santuário ⛪ pareceu-me enorme, com um templo bem alto e amplo, vários outros pontos de visitação (oratórios, cascatas, casebre histórico, capela, colina, velário e muitos outros) . Visitei quase todos os que constavam no mapa e depois fui assistir à Missa de Natal. Foi uma celebração especial com encenação de Maria e José, músicas específicas de Natal e a colocação de Jesus no presépio. Houve coral e pequena orquestra natalina. Gostei bastante da celebração 👍, que tinha bastante gente. Depois, ao sair, já à noite, pude ver o templo todo iluminado, conforme foto a seguir.

      Saí para voltar andando cerca de 21:30 e não tive nenhum problema. Quando cheguei à cidade passei pela praça para ver a iluminação de Natal 👍. Cheguei na pousada quando Carlice estava trocando de plantão, e ainda tive tempo de lhe desejar feliz Natal. Jantei sanduíches 🥪 de pão, manteiga, cenoura, limão, cebola, abobrinha, chuchu e abóbora, e banana e goiabada de sobremesa.
      Na 3.a feira 25/12 fui conhecer o outro santuário e voltei ao Santuário de Madre Paulina. Luís atendeu-me de manhã e me relembrou que o café era cortesia. Fui tomá-lo e o achei excelente . Era um enorme buffet, com vários tipos de pães, manteiga, margarina, queijos, frios, bolos, cuca, panetone, doces, iogurte, sucos, café, leite etc. Tomei o café sozinho. Havia mais 3 hóspedes, mas ainda não haviam descido. Após terminar, Luís explicou-me os pontos a visitar dentro da pousada e comecei indo conhecer uma exposição na casa em que Paulina havia recebido seus votos, contando como foi sua trajetória. Depois fui visitar um local chamado de calvário, que ficava no quintal da pousada e tinha as passagens da Via Crúcis. Visitei também a capela e o jardim. Luís deu-me um presente de Natal, que o CEIC estava ofertando aos seus hóspedes no Natal 👍. Depois aprontei-me, combinei com ele de deixar minha mochila na recepção e pegar à noite e fui conhecer os pontos da cidade. Fui primeiramente ao Santuário de Nossa Senhora do Bom Socorro ⛪. Começou uma garoa fina, mas nada que incomodasse. Achei a temperatura agradável (mais de 20 C). No caminho, que era uma enorme subida, havia um Museu Italiano de Pulgas, que olhei por fora e foi possível encontrar pontos com ampla vista. Pena que estava um pouco encoberto e não deu para ver tudo. Encontrei um rapaz que havia visitado o santuário e estava descendo. Ao chegar lá pude visitar o santuário por fora. A igreja estava fechada. A vista pareceu-me muito boa 👍. Não pude ver tudo porque havia muitas nuvens, mas deu para ver até uma parte do litoral. Após sair de lá fui para o Calvário, que ficava num morro afastado 1 ou 2 km do centro. Achei-o interessante, com as passagens da Via Crúcis. Havia uma capela anexa, mas estava fechada. A vista de lá também foi interessante, mas o morro era baixo. Reencontrei o rapaz do caminho do Bom Socorro indo para o Calvário quando eu já estava voltando. Saindo de lá voltei ao Santuário de Madre Paulina para conhecer os pontos que não havia tido tempo de ver no dia anterior e para rever o Santuário, de que havia gostado muito. A Colina estava fechada porque era Natal e os funcionários estavam de folga. O Caminho Mariano, outro ponto que tinha faltado, estava aberto. Além de tê-lo achado belo, a vista a partir dele agradou-me bastante 👍. Lá encontrei uma família de Chapecó, cujo pai e marido trabalhava com sistemas para o agronegócio. Novamente gostei muito do santuário e fiquei admirando o interior do templo e a vista de fora . Tentei conseguir carona sem sucesso. Voltei a pé até Nova Trento, desejei feliz Natal para o atendente Cláudio, que havia substituído Luís e rumei para Canelinha. No caminho ainda visitei a Capela de Santa Ágata, histórica. Novamente apreciei a paisagem. 6 km antes de Canelinha, repentinamente apareceu uma moça de motocicleta na minha frente e me perguntou se eu queria carona, dizendo que tinha capacete para o passageiro. Como eu estava andando no acostamento da contra mão, ela precisou fazer a volta para ir me perguntar. Disse que tinha me visto e achado que eu iria para Canelinha. Fiquei surpreso e disse que tinha um pouco de receio porque havia queimado a perna numa carona de moto. Ela falou que bastava tomar cuidado e eu aceitei. Levou-me até a porta do hotel e ainda me ofereceu um pacote de biscoitos que havia ganho, que eu recusei. Economizou-me quase 1 hora e me fez não andar no escuro completo na estrada . Agradeci muito e lhe disse que em São Paulo seria inimaginável uma mulher sozinha parar sua motocicleta na estrada, já escurecendo, para oferecer carona a um homem estranho com uma mochila nas costas . Após chegar ao Hotel Prime (o mesmo de antes, pagando o mesmo valor de diária – R$ 50,00 – e ficando no mesmo quarto, com as mesmas condições) e me instalar, fui jantar e chegou Márcia, uma amiga que eu havia conhecido numa viagem 2 anos antes, na caminhada da Enseada do Brito até Balneário Camboriú. Conversamos longamente durante o jantar (que foi de sanduíches 🥪, laranja e goiabada) sobre a vida, viagens, trabalho e Canelinha e ela me deu várias sugestões de passeios a fazer no dia seguinte. Na despedida ainda me deu uma caixa de bombons de presente 👍. Antes de dormir fui dar uma volta na praça e rever a iluminação natalina.
      Na 4.a feira 26/12 fui para Tijucas para pegar a carona do BlaBlaCar (https://www.blablacar.com.br) para São Paulo. Inicialmente tomei o café da manhã. Não havia mais pães, pois a padaria estava fechada e provavelmente os outros hóspedes haviam comido o que restou. Fui ver se o supermercado estava aberto e como estava, perguntei a Cauã se poderia comprá-los. Ele foi e trouxe pães integrais, conforme minha preferência 👍. Então saí para ir conhecer os pontos de que Márcia havia falado, a Igreja de Santana, o Casarão dos Santana e a pista de motocross. Achei a vista do morro onde ficava a igreja muito boa e bonitas as paisagens naturais nos caminhos 👍. Voltei ao hotel, peguei a mochila, despedi-me de Cauã e fui rumo a Tijucas. Novamente apreciei a paisagem. Num determinado trecho, um veículo (acho que era um pequeno caminhão) passou por mim rapidamente e meu boné voou. Quando fui pegá-lo uma aranha média (não era minúscula, mas também não era grande) entrou nele. Tirei-a e ela pulou de volta . Coloquei o boné no chão na vegetação e a estimulei a sair e ela se foi para o mato. Chegando em Tijucas visitei o local onde ficam os dinossauros, que estava com enfeites natalinos próximos. Andei pela margem do rio e visitei a igreja. Revisitei casarões que havia visitado na viagem anterior e fui para a Igreja Nossa Senhora dos Navegantes, que estava fechada. Pensei em ir à praia, mas achei que ficaria tarde. Resolvi então passear pela margem do rio. Segue uma foto dele.

      Depois fui à padaria para comer 4 pães antes de ir esperar a viagem. Paguei R$ 1,40 com cartão de crédito por eles e os comi lá mesmo, junto com a margarina que eu tinha. Depois fui esperar a carona no local combinado, que era um posto Ipiranga na lateral da BR-101. A carona foi com Mateus, que devido ao trânsito em Florianópolis, chegou 2 horas depois do combinado. Mas como conversamos por whatsapp, esperei sem problemas. No carro já havia um casal que vinha de Florianópolis e foi até Curitiba. Lá outro casal subiu para vir até São Paulo. Mateus tinha saído de Porto Alegre e vinha até São Paulo. Saímos de Tijucas perto de 18:30 e Mateus deixou-me em casa como combinado perto de 4 horas da manhã de 5.a feira 27/12. Durante a viagem conversamos bastante sobre muitos assuntos, a partir de certo ponto eu já estava com bastante sono 😴, mas não dormi. Paguei R$ 96,00 em dinheiro.

       
    • Por Débora Boblitz
      Oi, pessoal! Chego em Floripa em 1° de junho de 2019. Já fiz um roteiro pelas cidades que me agradam e volto por Balneário Camboriú em 9 de junho de 2019. Alguém aí?
    • Por PriAbdias
      Nunca é tarde!
      Assim começo esse relato, querendo, inicialmente, me desculpar com todos os apaixonados pelo mundo que utilizam esse site para obter informações, se divertir e trazer sonhos à realidade. É como vejo o “Mochileiros”.
      Durante muito tempo tenho acessado o site e nunca me organizo para escrever... Mas, como nunca é tarde para começar, desta vez farei diferente. Espero poder contribuir de alguma forma e retribuir a imensa ajuda que sempre encontro. Infelizmente, demorei a fazer o relato e minha memória está me deixando na mão rsrs. Mas, vamos lá.
      Minhas férias foram decididas em cima da hora, por isso, não consegui separar tempo para pesquisar destinos e, principalmente, para cotar valores. Acabei tirando férias em janeiro- que é um mês ótimo para muitas coisas – mas, ruim em termos de $$$.
      Moro no Rio de Janeiro e acabei encontrando valores interessantes de voos para Floripa/SC. Comecei a pesquisar mais sobre o local e seus arredores e vi que era uma boa opção para viajar com crianças. Assim, montei meu roteiro para conhecer: Balneário Camboriú, Beto Carrero e Florianópolis.
      Alguns dados:
      - $ - não anotei rsrs e minha memória não é lá essas coisas! Mas, nosso tipo de viagem é aquela em que procuramos diminuir certos custos, mas mantendo algum conforto e, principalmente, segurança para as crianças. Por ser alta temporada, sei que consegui economizar e, ao mesmo tempo, fazer atividades interessantes. Mas, não poderei ajudar nesse quesito.
      - TEMPO: de 9 a 17/1/2015 (9 dias)
      - PESSOAS: 7. Eu, marido e filha de 2 anos + casal de amigos com dois filhos (de 3 e 9 anos).
      - CARRO: alugamos uma doblô durante toda a viagem. Quase sempre alugo carros quando viajo. Acho que vale a pena. Você tem um gasto a mais, é verdade, porém ganha em comodidade, tempo e energia; principalmente, ao viajar com crianças pequenas (e pesadas!).
      - HOSPEDAGEM: em Balneário, alugamos um apartamento, pois saiu mais em conta para o grupo. O imóvel fica em cima do Mc Donalds, entre as Avenidas Brasil e Atlântica. Essa localização é boa. Recomendo. Tem vários anúncios no site Alugue Temporada. Só alerto aqueles que forem viajar com crianças, que chequem se o imóvel possui telas de segurança. Ficamos num apartamento super alto, com janelas “mega escancaradas”, o que me gera pavor até hoje só de lembrar a preocupação que tive. Acabamos fechando quase todas as janelas (podem imaginar, né?!). Não sou paranoica, mas sou mãe de uma bebê escaladora!!!
      Já em Floripa, ficamos na Lagoa da Conceição, onde alugamos quartos na Pousada Manga Rosa. É simples, mas gostamos. A localização é muito boa.
      Segue o roteiro que fiz e que deixo como sugestão. Deu super certo.
       
      Dia 1 – sexta-feira
      Almoçamos em Floripa. Seguimos de carro até Balneário Camboriú (BC). Essa cidade é realmente o que a maioria diz: limpa e linda. As pessoas bastante simpáticas. Eu amei!
      À noite, demos um rolé pela orla e pelos arredores. A cidade estava lotada de gente e de carros de luxo. Pelo menos na alta temporada, o comércio fica aberto até tarde (2h, 3h da manhã).
       
      Dias 2 e 3 – sábado e domingo
      Fomos ao Beto Carrero.
      Amei o parque e recomendo para quem vai com crianças que fique 2 dias. Tínhamos outras opções de dias para visitar o parque, mas várias pessoas da região disseram que o domingo é o dia de menor movimento. Realmente, estava bem mais vazio que o sábado.
      Dica para quem vai com crianças: leve filtro solar, roupas leves/extras, boné e se for com bebês, alugue/leve carrinho.
      Se só puder fazer uma única coisa no parque, vá ao espetáculo do “Velozes e Furiosos”. É encantador.
      Se você tem uma criança pequena e acha que ela pode não curtir, esqueça! Minha filha tinha acabado de fazer 2 anos e hoje, 4 meses depois, ainda lembra de algumas coisas. Ela adorou a viagem. Um outro bebê que foi conosco de 3 anos, chorou quando voltou pro Rio (rsrs/Own). Vale a pena, eles curtem muito e, sabendo lidar com aquelas coisas naturais de se ter um bebê (comida, sono, banheiro, etc etc), dá para se divertir.
      Assisti a vários espetáculos e fui em vários brinquedos com minha filha. Foi muito divertido.
      Meu marido e um amigo andaram de helicóptero. É uma atração à parte. Eles gostaram muito. Para quem nunca andou, fica aí a oportunidade $$$
       
      Dia 4 – segunda-feira
      Reservamos esse dia para conhecer as praias de Bombinhas, distante aproximadamente 37km de Balneário. As praias são bonitas. Vimos vários peixinhos e as águas estavam mornas e calmas. As crianças brincaram muito na água e na areia.
       
      Dia 5 – terça-feira
      Apanhamos o Bondidinho e nele conhecemos um pouco de Balneário. No ponto final, apanha-se o bondinho (Estação Barra Sul). Muito legal, dá pra ver a cidade toda. Mesmo que tenha medo de altura, vá, é super tranquilo. Descemos na praia de Laranjeiras e, à tarde, voltamos para conhecer o Parque Unipraias. Lá existe um mirante de onde se tem uma bela vista da cidade e também estão as atrações radicais. Pela hora avançada, só conseguimos ir na tirolesa Zip Ridder. A primeira impressão da tirolesa gera medo, mas a experiência é demais. Vença o medo e vá. A sensação dos hormônios saltitando, quando se chega lá em baixo, é show! Adrenalina pura. Dá vontade de ir de novo. Pergunte aos funcionários, mais ou menos, onde ficam as câmeras para que você saia bem na foto (tipo com olhos abertos, etc etc) rsrsrs. Embora seja rápido pra caramba, vc pode tentar. Eu consegui rsrsrs
      Depois da visita ao parque, ficamos no parquinho - bem legal - e no molhe da Barra Sul – também vale a pena conhecer.
       
      Dia 6 – quarta-feira
      Dia de dirigir de volta à Floripa. Fizemos o check in na pousada Manga Rosa. O esquema lá é de aluguel de quartos com utensílios (não oferecem comida). Em baixo da pousada há uma lavanderia.
      À noite, fomos conhecer a Lagoa da Conceição e apanhamos um cineminha num shopping (o qual não lembro o nome rsrs).
       
      Dia 7– quinta-feira
      Conhecemos as praias de Floripa: Jurerê, Canasvieiras, Ingleses.
      Demos sorte de pegar muito calor (nesses dias, estava mais calor que no Nordeste). As praias são legais. Em minha opinião, há praias mais bonitas (RJ: Ilha Grande, Arraial e outras ; Nordeste: várias), mas cada lugar tem sua beleza e cada um precisa ver com seus próprios olhos. Gostei muito de visita-las, passei momentos muito agradáveis.
       
      Dia 8– sexta-feira
      Visitamos o projeto Tamar e ficamos boa parte do dia na Lagoa, curtindo o calor, a brisa, o balanço gostoso das águas, fazendo stand up paddle, enfim, nos preparando psicologicamente para voltar para a correria do dia a dia. A Lagoa é um lugar bem legal para levar crianças, existem faixas de grama e árvores e, em dias de semana não fica cheia, dá pra fazer pique-nique, praticar esportes, de repente, levar uns jogos, etc.
      À noite, fomos a um rodízio.
       
      Dia 9– sábado
      Volta ao Rio de Janeiro.
      Leve seus filhos para viajar, isso faz toda a diferença na aquisição de cultura, conhecimentos, na formação do caráter e, principalmente, para consolidação dos laços familiares. É isso!


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