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Oi Viviana! Adorei tudo o que vc escreveu. Foi tão profundo, que parece uma poema( percebo em muitos relatos dos mochileiros, a sensibilidade, gratidão e  desprendimento). Tenho lido  bastante sobre mudar de vida, mas como vc falou os medos e o inconsciente popular latejam forte ainda!  Quando falo em ser mochileiro,  as pessoas me olham atravessado e pensando que eu tô louco em largar "tudo" pra cair na estrada.  A vida na "sociedade"  parece uma jaula aberta,  um estereótipo consumista,  auto afirmação, ter a carteira assinada, e pensar no pagamento de boletos até nos sonhos (Tô cansado disso!).  Mas seu depoimento me deu um baita incentivo!  Uma das coisas que mais me segura ainda é a minha família, sou muito ligado a eles. Como vc lida com isso?   Obrigado mesmo pelo relato! Espero em breve poder compartilhar minha nova vida.

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Que o Divino que habita em ti, em mim e em tudo o que há conduza a escrita e a leitura destas palavras.

Olá, @Davi Soares !

Agradeço pelas gentis palavras! 

Acredito que não há ser humano que, tendo compartilhado um sonho, não tenha recebido algum olhar de desaprovação na vida. O que é natural, eu já fiz isso um dia e certamente você também. Faz parte da entidade humana em evolução passar pelo mesquinho e inconsciente pensamento "se eu não me acredito capaz de realizar algo por que iria eu te incentivar a fazê-lo?". É triste, mas real... Rsrsrsrs

O responsável por essa cadeia de desincentivo geralmente é o medo. Foi buscando compreender estes limites não-saudáveis e destrutivos do medo (e suas consequências para nós e para nosso entorno) que pude compreender que ele é apenas uma crença. Um medo é uma ideia que tomamos por realidade e, como consequência, nos limitamos (e também limitamos os outros) a este conceito.

Para tal, foram necessárias horas de dedicação investigando meus medos para só então poder questionar as crenças nas quais se sustentavam.

Respondendo ao que me perguntou, eu também era super apegada e alimentava uma codependência emocional muito forte com minha família. Não era capaz de imaginar uma existência própria sem eles. No entanto, como estava questionando todas as minhas crenças, essa também não escapou. Logo, ao afirmar "eu não sei viver sem minha família", questionei: "SERÁ MESMO? Será mesmo que não sei viver sem minha família ou será que essa é mais uma crença que escolho repetir para mim mesma me autolimitando para não assumir que na verdade estou com medo de viver por conta própria? Será que não sei mesmo viver sem minha família ou essa é só uma desculpa na qual venho me apoiando?"

Só tinha um meio de descobrir, que era encarando de frente a situação que até então evitava: fui ficar sem eles.

O mesmo aconteceu com os demais medos.

Não foi fácil. Foram processos lentos e em alguns momentos bem dolorosos que levaram meses para gradativamente maturar. E, nesses processos, é inevitável nos depararmos com conceitos distorcidos que carregamos, como por exemplo o Amor. O Amor não tem nada a ver com a distância ou proximidade física, com o sentimento de posse ou com a velocidade com que nos respondem uma mensagem...

O Amor só ama e não precisa ser amado de volta. Se precisa, não é Amor: é no mínimo carência ou o tal do apego. E todo apego é uma prisão na qual nos mantemos voluntariamente.

Hoje os amo. Muitos não me apoiam. Alguns pararam de falar comigo (o que é um direito deles) por confundirem a minha necessidade de isolamento de outrora com rejeição. Outros passaram a compreender e até a admirar. E outro tanto apoia incondicionalmente. Mas amo a todos, independente do que sentem por mim. A aceitação alheia não valida nem desvalida minhas escolhas. É assim que lido. Amando.:)

Esse é um rabisco do processo que vivi.

 

Mas sinto que tudo isso isso pode ser resumido ao buscar responder duas questões:

por quê quero as coisas que quero? 

E

qual o preço que estou disposto a pagar por isso?

É muito importante saber responder estas questões em qualquer situação da vida pois se não soubermos o porquê de nossos quereres, significa que talvez eles não sejam tão nossos assim...

Você disse que ainda se sente muito ligado a sua família, o que não é problema nenhum. O problema passa a existir se você insiste em querer sentir algo que não sente! Por isso é importante saber responder as duas questões acima citadas.

Por que você quer se sentir menos ligado a sua família e qual o preço que está disposto a pagar por isso? [Não precisa me responder, tá? É uma pergunta retórica onde o importante é que VOCÊ saiba a resposta... Rsrsrsrs]

Eu queria a liberdade, era só ela que me interessava e estava disposta a abrir mão de tudo o que mais amava para encontrá-la, como o fiz.

Quem procura, acha. E hoje sei que sempre estive em busca da verdade, que só ela me interessa e que estou disposta a pagar o preço que for por ela. Mas isso não passa de um jogo de palavras pois liberdade, verdade e amor são sinônimos e um não pode existir sem os demais. 

Mas aí já é spoiler... Rsrsrs

 

Ao conhecermos nossos medos e questionarmos as crenças que os sustentam, inevitavelmente vamos nos deparar com nossas mentiras. Em algum ponto vamos realizar que às vezes não queremos tanto assim algo como dizemos que queremos. ESSA É A BELEZA DA COISA TODA! Ao nos tornarmos capazes de enxergar - e compreender - coisas que antes não éramos capazes, estamos evoluindo! 

É lindo! 

 

Te convido a espiar este link aqui:

https://www.mochileiros.com/topic/65106-vídeos-que-inspiram/

Por um bom tempo estes foram alguns dos fermentos que catalisaram o meu maturar. Vá degustando e busque não se preocupar. Em algum momento nossa vontade é tão maior do que nossos medos que, nesse momento, nada, absolutamente nada, pode nos conter.

Não dá para acelerar o fluir de um rio ao encontro com o mar, tão pouco impedí-lo...

 

Que você seja feliz. Que a existência possa compassivamente atender a todas as suas necessidades.

In Lak'ech Ala K'In

PRABHU AAP JAGO

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Bah Viviana

Citar

 

, o medo e as desculpas em que nos apoiamos pra justificar nossas atitudes, o jeito é "pagar pra ver".  A vida é muito mais do que isso que nos limita. Tem um mundo gigante lá fora, esperando  pra ser descoberto.  Obrigado pe

Citar

 

lo texto,  com certeza teu relato já contribuiu no meu crescimento pessoal.

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Em 11/23/2017 em 14:38, Viviana Ciclobeijaflorismo disse:

Portanto, é um fato que a BR supre a todas as necessidades daquele que se entrega à ela, mas isso não quer dizer que nossas necessidades serão atendidas como gostaríamos ou quando gostaríamos, mas certamente sempre que realmente precisarmos. Aceitar essa falta de controle sobre as situações e ainda assim confiar que nada nos faltará é um desafio proporcional à magnitude do milagre de ser atendido. Porque a verdade é que nós não controlamos absolutamente nada. Abrir mão da ilusão de controle foi o terceiro grande aprendizado.

eu tô apaixonada por este trecho, parabéns!

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@Sky Nomad você descreveu muito bem o impasse da bicicleta: por um lado ela oferece momentos únicos, por outro ela se torna mais um peso. Em momentos ela te carrega com maestria, em outros nos comportamos como escravos egípcios empurrando peso e levando pedal na canela...

Torço pelo mundo da nanotecnologia desenvolvendo uma bicicleta de bolso! Rsrs

 

Se me permite apenas fazer uma ressalva, "no momento, a única coisa que te impede de virar nômade é VOCÊ MESMO". 

Nós estamos onde nos colocamos.

:)

Bons ventos! 

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      Nesta segunda e última parte vamos falar sobre: formas de chegar em San Pedro Atacama, aclimatação, hospedagem, casas de câmbio, agências de turismo, passeios, alimentação e compras.
      Então vamos ao que interessa [=
      → Formas de chegar até San Pedro de Atacama:
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      • De carro: ir de carro é uma aventura incrível.
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      A maneira de ir vai depender da sua vontade e do quanto você está disposto a gastar.
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       Você embarca no Brasil e desembarca na cidade de Santiago (Chile).
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      De Calama você pode pegar um ônibus (turismo) que te leva até a rodoviária de San Pedro de Atacama ou pode alugar um carro e dirigir até lá.
       Todos os ônibus que chegam em San Pedro de Atacama desembarcam no Terminal de Buses, que é uma pequena rodoviária, que fica bem próxima da Rua Caracoles, que é a principal rua de lá (aprox. 5 min caminhando).
       Distâncias:
       Santiago x Calama: 1530 Km
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       Curiosidades:
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       Dica:
      Beba muito líquido, evite álcool e prefira comidas leves.
        
      → Hospedagem
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      Nós escolhemos um hostel chamado Casa Lascar, que ficava ao lado da rodoviária de San Pedro. Muito próximo ao centro. Esse hostel nos atendeu muito bem, pois tinha dois quartos, uma cozinha, uma sala e um banheiro só para nós. A reserva foi feita na plataforma booking.com. O preço não era absurdo e valeu muito a pena.
       Dica:
      Quando você for procurar a sua hospedagem, você pode escolher por exemplo: quarto compartilhado ou não, banheiro compartilhado ou não, que tenha garagem, local para lavar a roupa, cozinha, etc. Tudo depende da sua necessidade e do quanto você quer gastar. Sites para reservar hotéis é só digitar no Google.
       
       → Casas de câmbio
      Em San Pedro existem algumas casas de câmbio, onde você pode fazer a troca do seu dinheiro de forma muito simples e fácil. A maioria delas fica aberta até tarde da noite, então é bem tranquilo.
      Nós trocamos todo o nosso dinheiro em San Pedro e valeu muito a pena, pois se tivesse trocado no Brasil teríamos perdido muita grana. Nós trocamos o nosso dinheiro na casa de câmbio RENT A BIKE EMILY, pois foi a casa de câmbio que nos ofereceu a melhor cotação. E esta casa de câmbio também aparece em outros blogs de viagem, por isso nós optamos.
       Dica:
      Pesquise em pelo menos três casas de câmbio, antes de trocar o seu dinheiro.
      Nós falamos com duas casas de câmbio antes, para saber a cotação. E por último fomos até a RENT A BIKE EMILY. Chegando lá nós falamos sobre o preço dos concorrentes, então ali conseguimos a melhor cotação.
       
       → Agências de turismo
      Em San Pedro existem muitas agências de turismo, oferecendo pacotes dos mais diversos.
      Existem alguns passeios que não são todas as agências que fazem, por exemplo subir na boca do vulcão. Neste caso só uma e outra fazem o passeio, pois é mais arriscado, demora mais, requer alguns equipamentos específicos, etc.
       Nós reservamos os passeios antes da viagem.
      Fechamos os passeios com a agência Volcano Aventura, que fez um preço muito interessante.
      Na ocasião pagamos uma parte adiantado e o restante quando chegamos. Foi bem tranquilo, nos atenderam super bem, não tivemos qualquer problema. E a negociação toda foi pelo whats.
       Dica:
      Pesquise bastante, pois só assim você consegue um preço bacana.
      Consulte as páginas de cada agência, no Facebook, Instagram, etc. Veja os comentários, a data da última atualização, etc. Assim você tira uma ideia se a agência é boa ou não.
      Mais passeios ou mais pessoas, geram bons descontos. Seja esperto e negocie.
       
       → Passeios
       A maioria dos passeios começa muito cedo, por isso você precisa se programar com horários.
      As agências te pegam na “porta de casa”, ou melhor, na porta do seu hostel.
      Junto ao motorista sempre tem um guia que fala espanhol ou inglês.
      Ao chegar no destino, eles também servem uma mesa de café, com doces, frutas, água, suco, etc.
      É muito divertido, vale muito a pena.
      Geralmente as agências realizam um passeio por dia, para não cansar seus clientes.
      Há também passeios noturnos, basta você pesquisar na internet, para saber mais.
      Outra forma de passear em San Pedro é alugando uma bike. São várias lojas que tem bike para alugar por dia, por hora, etc.
      Dica:
      É possível realizar a maioria dos passeios com seu próprio carro, porém algumas estradas não são boas, pois tem pedras, buracos, lama, etc. Se o seu carro não for preparado, melhor ir com a agência de turismo, pois elas têm carros preparados para esses lugares.
      Nós fizemos todos os nossos passeios com a agência.
       
      → Alimentação
      Os restaurantes servem de tudo e um pouco mais.
      Mas vale lembrar que as comidas de restaurante não são iguais a que você come em casa.
      Por isso, se você prefere aquela comidinha caseira ou aquele feijão, saiba que não vai encontrar.
      Nós optamos em fazer a nossa janta todos os dias. Então passava no mercado, comprava os ingredientes e preparava tudo no hostel.
       
      →Compras
      Em San Pedro você encontra de tudo para comprar, inclusive tem algumas marcas famosas que tem lojas nesse lugar. Não pense que é tudo baratinho não. Se você fazer a conversão para sua moeda, cuide para não cair pra trás.... (kkk);
       Vale a pena comprar uma lembrancinha ou outra, mas não dá para se empolgar.
       
       Acho que é isso pessoal.
      Espero que vocês tenham gostado.
      E tomara que esse relato possa ajudar vocês a planejarem sua próxima viagem.
      Um grande abraço.
       Contatos:
      47 988417695
      Instagram: thiagomarianobnu
    • Por Jv21Games
      Olá, quero passar pela fronteira uruguaia, de carro alugado, porem vou apenas de visita, vou entrar pelo chui e pretendo sair pela barra del chuy, dando uma parada no parque aquático. Sabe se vou precisar do seguro carta verde? De que documentos eu preciso? Alguém sabe responder? Grato, João.
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      Gente o sonho da maioria das pessoas é viver viajando e por que não?! O problema é se organizar para que consiga sempre ta viajando, com organização nada será impossivel. 
      Dê uma lida nesse artigo e descubra como viajar gastando pouco:
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