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Oi Viviana! Adorei tudo o que vc escreveu. Foi tão profundo, que parece uma poema( percebo em muitos relatos dos mochileiros, a sensibilidade, gratidão e  desprendimento). Tenho lido  bastante sobre mudar de vida, mas como vc falou os medos e o inconsciente popular latejam forte ainda!  Quando falo em ser mochileiro,  as pessoas me olham atravessado e pensando que eu tô louco em largar "tudo" pra cair na estrada.  A vida na "sociedade"  parece uma jaula aberta,  um estereótipo consumista,  auto afirmação, ter a carteira assinada, e pensar no pagamento de boletos até nos sonhos (Tô cansado disso!).  Mas seu depoimento me deu um baita incentivo!  Uma das coisas que mais me segura ainda é a minha família, sou muito ligado a eles. Como vc lida com isso?   Obrigado mesmo pelo relato! Espero em breve poder compartilhar minha nova vida.

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Que o Divino que habita em ti, em mim e em tudo o que há conduza a escrita e a leitura destas palavras.

Olá, @Davi Soares !

Agradeço pelas gentis palavras! 

Acredito que não há ser humano que, tendo compartilhado um sonho, não tenha recebido algum olhar de desaprovação na vida. O que é natural, eu já fiz isso um dia e certamente você também. Faz parte da entidade humana em evolução passar pelo mesquinho e inconsciente pensamento "se eu não me acredito capaz de realizar algo por que iria eu te incentivar a fazê-lo?". É triste, mas real... Rsrsrsrs

O responsável por essa cadeia de desincentivo geralmente é o medo. Foi buscando compreender estes limites não-saudáveis e destrutivos do medo (e suas consequências para nós e para nosso entorno) que pude compreender que ele é apenas uma crença. Um medo é uma ideia que tomamos por realidade e, como consequência, nos limitamos (e também limitamos os outros) a este conceito.

Para tal, foram necessárias horas de dedicação investigando meus medos para só então poder questionar as crenças nas quais se sustentavam.

Respondendo ao que me perguntou, eu também era super apegada e alimentava uma codependência emocional muito forte com minha família. Não era capaz de imaginar uma existência própria sem eles. No entanto, como estava questionando todas as minhas crenças, essa também não escapou. Logo, ao afirmar "eu não sei viver sem minha família", questionei: "SERÁ MESMO? Será mesmo que não sei viver sem minha família ou será que essa é mais uma crença que escolho repetir para mim mesma me autolimitando para não assumir que na verdade estou com medo de viver por conta própria? Será que não sei mesmo viver sem minha família ou essa é só uma desculpa na qual venho me apoiando?"

Só tinha um meio de descobrir, que era encarando de frente a situação que até então evitava: fui ficar sem eles.

O mesmo aconteceu com os demais medos.

Não foi fácil. Foram processos lentos e em alguns momentos bem dolorosos que levaram meses para gradativamente maturar. E, nesses processos, é inevitável nos depararmos com conceitos distorcidos que carregamos, como por exemplo o Amor. O Amor não tem nada a ver com a distância ou proximidade física, com o sentimento de posse ou com a velocidade com que nos respondem uma mensagem...

O Amor só ama e não precisa ser amado de volta. Se precisa, não é Amor: é no mínimo carência ou o tal do apego. E todo apego é uma prisão na qual nos mantemos voluntariamente.

Hoje os amo. Muitos não me apoiam. Alguns pararam de falar comigo (o que é um direito deles) por confundirem a minha necessidade de isolamento de outrora com rejeição. Outros passaram a compreender e até a admirar. E outro tanto apoia incondicionalmente. Mas amo a todos, independente do que sentem por mim. A aceitação alheia não valida nem desvalida minhas escolhas. É assim que lido. Amando.:)

Esse é um rabisco do processo que vivi.

 

Mas sinto que tudo isso isso pode ser resumido ao buscar responder duas questões:

por quê quero as coisas que quero? 

E

qual o preço que estou disposto a pagar por isso?

É muito importante saber responder estas questões em qualquer situação da vida pois se não soubermos o porquê de nossos quereres, significa que talvez eles não sejam tão nossos assim...

Você disse que ainda se sente muito ligado a sua família, o que não é problema nenhum. O problema passa a existir se você insiste em querer sentir algo que não sente! Por isso é importante saber responder as duas questões acima citadas.

Por que você quer se sentir menos ligado a sua família e qual o preço que está disposto a pagar por isso? [Não precisa me responder, tá? É uma pergunta retórica onde o importante é que VOCÊ saiba a resposta... Rsrsrsrs]

Eu queria a liberdade, era só ela que me interessava e estava disposta a abrir mão de tudo o que mais amava para encontrá-la, como o fiz.

Quem procura, acha. E hoje sei que sempre estive em busca da verdade, que só ela me interessa e que estou disposta a pagar o preço que for por ela. Mas isso não passa de um jogo de palavras pois liberdade, verdade e amor são sinônimos e um não pode existir sem os demais. 

Mas aí já é spoiler... Rsrsrs

 

Ao conhecermos nossos medos e questionarmos as crenças que os sustentam, inevitavelmente vamos nos deparar com nossas mentiras. Em algum ponto vamos realizar que às vezes não queremos tanto assim algo como dizemos que queremos. ESSA É A BELEZA DA COISA TODA! Ao nos tornarmos capazes de enxergar - e compreender - coisas que antes não éramos capazes, estamos evoluindo! 

É lindo! 

 

Te convido a espiar este link aqui:

https://www.mochileiros.com/topic/65106-vídeos-que-inspiram/

Por um bom tempo estes foram alguns dos fermentos que catalisaram o meu maturar. Vá degustando e busque não se preocupar. Em algum momento nossa vontade é tão maior do que nossos medos que, nesse momento, nada, absolutamente nada, pode nos conter.

Não dá para acelerar o fluir de um rio ao encontro com o mar, tão pouco impedí-lo...

 

Que você seja feliz. Que a existência possa compassivamente atender a todas as suas necessidades.

In Lak'ech Ala K'In

PRABHU AAP JAGO

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Bah Viviana

Citar

 

, o medo e as desculpas em que nos apoiamos pra justificar nossas atitudes, o jeito é "pagar pra ver".  A vida é muito mais do que isso que nos limita. Tem um mundo gigante lá fora, esperando  pra ser descoberto.  Obrigado pe

Citar

 

lo texto,  com certeza teu relato já contribuiu no meu crescimento pessoal.

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Em 11/23/2017 em 14:38, Viviana Ciclobeijaflorismo disse:

Portanto, é um fato que a BR supre a todas as necessidades daquele que se entrega à ela, mas isso não quer dizer que nossas necessidades serão atendidas como gostaríamos ou quando gostaríamos, mas certamente sempre que realmente precisarmos. Aceitar essa falta de controle sobre as situações e ainda assim confiar que nada nos faltará é um desafio proporcional à magnitude do milagre de ser atendido. Porque a verdade é que nós não controlamos absolutamente nada. Abrir mão da ilusão de controle foi o terceiro grande aprendizado.

eu tô apaixonada por este trecho, parabéns!

  • Obrigad@! 1

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@Sky Nomad você descreveu muito bem o impasse da bicicleta: por um lado ela oferece momentos únicos, por outro ela se torna mais um peso. Em momentos ela te carrega com maestria, em outros nos comportamos como escravos egípcios empurrando peso e levando pedal na canela...

Torço pelo mundo da nanotecnologia desenvolvendo uma bicicleta de bolso! Rsrs

 

Se me permite apenas fazer uma ressalva, "no momento, a única coisa que te impede de virar nômade é VOCÊ MESMO". 

Nós estamos onde nos colocamos.

:)

Bons ventos! 

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    • Por Mari D'Angelo
      Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/
       
      Quem seria louco de decidir em cima da hora, no feriado, sair de São Paulo e ir até Arraial do Cabo? Bom, olhando as fotos daquele paraíso de águas azul-caribe, acho que muita gente além de nós! É claro que a experiência deve ser infinitamente melhor sem a multidão de gente nas praias, mas ainda assim valeu cada minuto!
       
      Arraial do Cabo fica na região dos lagos, há aproximadamente 2 horas do Rio de janeiro e 8 de São Paulo (de carro), logo na chegada da cidade a vista da Prainha já encanta, mas pode se preparar que o melhor vem depois, e fica mais escondidinho. Não espere muito da parte urbana, não é uma cidadezinha agradável e aconchegante como Búzios ou Paraty, o forte são mesmo as praias e a prática de mergulho!
       
      Nós ficamos na Pousada Casa Verde, na Praia dos Anjos, aprovei e recomendo! Ela é bem simples mas limpa e agradável, tem piscina, churrasqueira e cozinha para quem quiser economizar e fazer as próprias refeições (inclusive o café da manhã, que não está disponível). O proprietário, Carlos, é super receptivo e nos ajudou bastante com dicas do que fazer por lá. A localização também é boa, depois de ter andado um pouco pela cidade achei aquele um dos melhores lugares, é tranquilo, perto do porto e da trilha para a Praia do Forno e próximo a um centrinho com alguns (poucos) bares e restaurantes. A praia é bem próxima mas não muito indicada para banho pois é onde ficam os barcos.
       
      Começamos pela Praia do Forno, para chegar até lá é preciso encarar uma trilhazinha de uns 10 minutos, é bem simples, apesar de um pouco cansativa. Mirantes e pontos estratégicos para fotos são constantes no caminho repleto de mandacarus (mais conhecidos como cactos) e a vista é recompensadora! A praia, de um tamanho razoável, conta com certa infra-estrutura além de vários ambulantes. Achei um pouco desnecessário o som alto vindo dos restaurantes, mas nada que pudesse estragar a beleza caribenha daquele lugar!
       
      Seguimos para a Prainha, essa já de fácil acesso mas em compensação não tão bonita quanto a primeira e bem mais cheia. Ficamos pouco tempo por lá pra poder conferir o pôr-do-sol em um lugar fantástico onde quase ninguém vai, é preciso subir as escadas da ponta esquerda da Praia Grande (olhando para o mar) e continuar mais um pouco para cima, assim que passar o posto policial é só estender a canga e curtir a vista. O lugar “oficial” para ver o pôr-do-sol por lá é o Pontal do Atalaia, onde dizem ser melhor ir de carro pois é bem afastado, não tivemos a oportunidade de conhecer pois apesar de tempo bom, todos os dias terminaram parcialmente nublados.
       
      À noite, no centrinho da Praia dos Anjos jantamos no restaurante Saint Tropez, achei o mais aconchegante de lá, com mesinhas na varanda e um clima legal. Comemos um camarão com catupiry delicioso! Não é super barato mas o prato dá pra duas pessoas, vale a pena se a ideia for uma jantinha gostosa. Se quiser algo mais em conta não faltam opções, há pizzarias, restaurantes por quilo, casas de lanche e a maravilhosa tapioca da Sabor em Pedaços, um lugar pequenininho mas cheio de amor e delícias doces e salgadas, tudo bem baratinho. Só não vá em busca de baladas, a vida noturna ali se resume a uma praça com barraquinhas de caipirinha (e cuidado ao pedir caipifruta, queria uma de manga mas o que recebi foi uma batida… estava muito boa, mas não era uma caipirinha!).
       
      No dia seguinte fomos conhecer Búzios, recomendo muito fazer um bate-volta pois é pertinho de Arraial do Cabo, cerca de uma hora de viagem e se estiver de carro dá pra conhecer as praias mais afastadas, que eu particularmente gostei mais do que as próximas ao centro. Mas esse vai ser assunto para um próximo texto!
       
      No terceiro e último dia fechamos o tradicional passeio de escuna. Todas as agências (são muitas) oferecem esse passeio e atualmente o valor cobrado é R$60,00 por pessoa, incluso água e refrigerante durante todo o tempo no barco (churrasco, caipirinha e cerveja são vendidos a parte), mas a agência Tubarão Rio costuma cobrar R$30,00! Ficamos meio desconfiados mas como foi indicação acabamos indo e foi tudo certo (exceto o péssimo atendimento na loja), metade do dinheiro economizado! No barco eles oferecem aluguel snorkel por R$10,00, nós pegamos um mas não recomendo! O tempo é muito curto nas praias e não há tantos pontos para ver os peixes.
       
      Dica: Fique o mais longe possível do churrasco, é impossível respirar naquela região do barco!
       
      Os passeios saem por volta das 11h e duram aproximadamente 3 horas, é preciso pagar uma taxa portuária de R$5,00, isso é feito diretamente nas cabines no porto e em seguida é só encontrar seu barco no meio da zona de gente e música alta que conturba o ambiente. Ah, fique de olho nas cordas que amarram as embarcações, muitas tartarugas costumam aparecer ali.
       
      Antes de fazer as paradas, a escuna passa por alguns pontos como o Boqueirão, que é o estreito que separa o continente da Ilha do Farol, a Pedra do Perfil do Macaco, a maravilhosa Gruta azul e a Fenda de Nossa Senhora da Conceição, onde há uma estátua da Santa, tudo com a devida explicação do guia. Passar por essas paisagens rochosas é tão diferente que nos faz sentir em outro lugar, algo como a Escócia ou Nova Zelândia, imagino.
       
      Quando o barco começa a se aproximar da primeira parada, a Praia do Farol, já dá pra perceber a mudança na tonalidade da água de um azul mais escuro para um turquesa hipnotizante! Essa praia é considerada pela Marinha a mais perfeita do Brasil, é super restrita, sendo possível desembarcar nela uma quantidade limitada de gente e por apenas 40 minutos, além disso não é permitido levar alimentos e outras coisas que possam gerar sujeira na praia. Não há restaurantes nem ambulantes, o tempo é todo para apreciar aquela areia branca bem fininha e o mar tão transparente que dá pra enxergar nitidamente os dedos dos pés, é tudo tão perfeito que dá até dó de não poder aproveitá-la mais um pouquinho.
       
      A segunda e última parada é em uma das duas Prainhas do Pontal do Atalaia, assim como a anterior é paradisíaca, mas além de não ser restrita, tem acesso por terra também, então fica bem mais cheia. Nessa e em todas as outras praias de Arraial do Cabo, a água é muito gelada, mesmo no calor!
       
      O passeio acabou por volta das 15h e passamos para conhecer a Igreja Nossa Senhora dos Remédios, padroeira de Arraial do Cabo. Ela fica no caminho da saída do porto e é daquelas bem simples, com teto de madeira, branquinha e azul, uma graça!
       
      Terminamos o dia na Praia Grande, que apesar do nome, não lembra nem de longe a homônima paulista e é realmente enorme! Os restaurantes cobram R$10,00 pela mesa e guarda-sol caso não haja consumo de comida. Ficamos lá aproveitando o último dia no paraíso até o sol se pôr entre as nuvens.
       
      Pra quem é de São Paulo, se não quiser passar pelo Rio pra voltar, a dica é ir por Magé, o tempo é o mesmo. Aproveite para fazer uma pausa na Parada do Bubi, na Dutra, o restaurante beira de estrada mais aconchegante que já vi!
       
      Texto original com fotos e mapa aqui: http://www.queroirla.com.br/arraial-do-cabo-o-caribe-brasileiro/
    • Por Mari D'Angelo
      Leia aqui o texto original com fotos e gráficos!
       
      Quem tem um bichinho de estimação sabe, dói viajar sem eles! Mesmo deixando com alguém de confiança ou em um hotelzinho, ficamos sempre preocupados, querendo saber como estão e sofrendo por estar longe.
      Viajar de avião com animais de estimação requer um processo geralmente demorado, trabalhoso e não exatamente barato. Mas garanto que todo o esforço vale a pena!
      O ideal é começar o processo com uns 5 meses de antecedência. Muitos passos são os mesmos para diferentes destinos, mas a documentação e as vacinas necessárias podem mudar de país para país e de acordo com o animal. Vou relatar detalhadamente aqui o nosso caso, viajando com um cão, de Lisboa para São Paulo (ida e volta) com a TAP. Ou seja, fizemos todo o processo em Portugal, podem haver diferenças caso o processo seja feito no Brasil.
      Espero que esse relato te ajude a também viajar com seu bichinho, pois achei bem difícil conseguir informações concretas nos sites das cias aéreas e órgãos responsáveis!
       
      Passo a passo para viajar de avião com animais:
       
      1. Colocar o chip no animal
      O primeiro passo de todos é fazer a implantação do chip. Atualmente isso é obrigatório para todos os animais com viagens de/para a Europa. É lá que vão constar todos os seus dados e dos dados dele/a caso aconteça alguma coisa.
      Quando adotei o meu, na Casa dos Animais de Lisboa, ele já tinha o chip. Caso o seu não tenha, procure um veterinário de confiança para te orientar e fazer a aplicação.
       
      2. Dar a vacina da raiva
      Em alguns países, como Portugal, a raiva está erradicada, mas para viagens à países com risco, como o Brasil, a vacina é obrigatória! Em Lisboa, a Câmara Municipal tem um programa de vacinação que leva uma base móvel cada semana a um bairro. O custo é de 5 euros, veja aqui a programação.
      A vacina também pode ser dada no veterinário, e é importante fazer isso depois da colocação do chip, caso contrário será preciso aplicar a vacina novamente depois desse passo.
      Verifique atentamente se a data e outros dados inseridos na carteira de vacinação do animal estão certas, e peça sempre o selo comprovante
       
      3. Exame de sorologia (titulação de anticorpos contra o vírus da raiva)
      Depois de vacinado contra a raiva, é preciso submeter o animal ao exame de sorologia. É como um exame de sangue, que servirá para verificar se a vacina está fazendo efeito.
      Para isso vá ao seu veterinário de confiança e avise que o motivo é uma viagem para o Brasil, pois o exame só será válido se feito em laboratórios certificados para este fim. É muito importante que o laudo final seja algo como este da imagem. No nosso caso havíamos recebido um outro mais simples e não era válido oficialmente.
      A sorologia pode demorar até 3 meses para ficar pronta. Nós recebemos o resultado muito rápido, mas é melhor contar com esse prazo para programar a viagem.
      Uma observação importante: O resultado do exame deve ser igual ou superior à 0,5 U.I./ml. Caso o valor seja menor, vai ser preciso vacinar novamente e submeter o animal à sorologia outra vez, ou seja, mais possíveis 3 meses.
      Em Lisboa pagamos € 150,00 nesse exame. Ele é válido por toda a vida desde que as vacinas estejam sempre em dia.
       
      4.Comprar a passagem
      É claro que esse passo pode ser feito a qualquer momento, mas recomendo que já comece a pensar nisso assim que marcar a sorologia. É importante ser feito com antecedência pois nem todas as cias aéreas aceitam animais e as que aceitam podem ter uma limitação de no máximo 3 por voo. Vamos combinar que já é difícil achar um voo que se encaixe no nosso orçamento e planejamento, né? Melhor não arriscar.
      Assim que comprar a sua passagem, é preciso ligar na cia aérea para comprar a passagem do animal. Depois há um tempo até a transação ser aprovada e você recebe o comprovante por email.
      Pela TAP nós pagamos, só a parte dele, 400 euros ida e volta (são 200 por trecho). Isso varia muito se o cão ou gato vai na cabine ou porão e o peso total dele + a caixa de transporte. Veja aqui uma tabela com esses valores e outras informações da cia aérea sobre viagens com animais.
      Geralmente o peso máximo limite para que o bichinho possa ir na cabine é de 8kl (animal + caixa de transporte). O Banoffe foi no porão pois além de ele pesar mais que isso, é muito alto e não caberia na caixa de transporte de cabine (vou explicar sobre isso mais pra frente).
       
      5. Comprar a caixa de transporte
      Algumas cias aéreas aceitam animais de pequeno porte ou cães-guia na cabine. Nesse caso, uma caixa de transporte maleável é suficiente. Se o seu pet for no porão, terá que ir em uma caixa de transporte rígida e compatível com os padrões da IATA, que basicamente são:
      O animal tem que caber na caixa em pé e sentado, sem encostar a cabeça no teto; Ele tem que conseguir dar uma volta completa em torno de si mesmo; A caixa tem que ser rígida, com uma porta de metal e aberturas para ventilação em pelo menos 3 lados, A caixa não pode conter rodinhas. Caso tenha, vai ser preciso retirá-las antes de embarcar. Nós compramos o modelo Skudo da marca Trixie. Como não estava muito fácil encontrar uma que se encaixasse no tamanho dele, não tivemos tantas opções, mas ela atendeu perfeitamente às nossas necessidades. Pagamos € 101,99 na loja Fish Planet.
      O ideal é comprar a caixa o quanto antes depois de comprar a passagem, assim você já vai acostumando seu pet com ela e ele vai ficar menos tenso no dia da viagem.
      No nosso caso o Banoffe se acostumou super rápido, colocamos a caminha dele dentro da caixa e no segundo dia já entrava sozinho para dormir lá. Com o tempo colocamos também a porta e de vez em quando fechávamos com ele dentro e ficávamos interagindo com ele.
      No dia da viagem, forre a caixa com tapetes higiênicos, coloque a caminha dele ou o cobertor onde ele esteja acostumado a dormir, os bichinhos ou brinquedos que ele goste (se a cia aérea permitir) e uma peça de roupa sua, para que ele fique com o seu cheiro durante o vôo.
      Para os compartimentos de água e comida, não encontramos nada pronto a um preço acessível, então o elaboramos uma solução com um suporte de shampoos de banheiro + tupperwares, deu super certo! Não tivemos problema em ser algo adaptado, mas é importante se certificar que não esteja oferecendo nenhum risco de machucar o animal.
      Certifique-se de que as travas estão todas bem presas, e se necessário coloque parafusos nos espaços livres para isso (em algumas cias isso é obrigatório). Veja também se não tem cantos pontudos ou algo que possa machucar o animal duante o vôo, se for preciso lixe ou cubra essas partes.
       
      6. Fazer o passaporte
      Sim, eles também tem passaporte! Você pode fazer esse passo quase a qualquer momento, mas recomendo ser o quanto antes, só por precaução. É na própria clínica veterinária e geralmente sai na hora.
      Pagamos € 20,00 euros pelo dele. Vai ser preciso constar lá todas as comprovações de vacinas, exames etc, pois isso será checado no aeroporto.
       
      7. Desparasitação interna e externa
      Com no máximo 15 dias antes da viagem, é preciso fazer a desparasitação interna e externa do animal. Mesmo que você vá fazer isso em casa, é preciso ir ao veterinário pois ele deve apontar qual foi o desparasitante e a data de aplicação no passaporte! Atenção, é preciso fazer os dois! Tínhamos feito só o interno e tivemos que voltar para fazer o externo também, que é obrigatório para o Brasil.
      Pagamos € 2,50 pelo interno e € 23,50 pelo externo (esse valor é para 3 meses, mas há uma opção mais barata para apenas mês).
       
      8. Atestado de saúde do veterinário
      Com no máximo 10 dias antes da viagem é preciso levar o cão ou gato ao veterinário para que seja examinado e pegar o atestado dizendo que está apto para viajar.
      Atenção: Em Portugal o atestado deve ser como esse da foto. Ao solicitar esse documento ao veterinário, lembre-se de dizer que é para uma viagem intercontinental, caso contrário pode ser que receba um atestado comum, que não é válido para viagens.
       
       9. Entregar a documentação na DGAV
      Estamos chegando na fase final! Caso esteja viajando de Portugal para o Brasil, vai ser preciso reunir todos esses documentos acima e entregar na DGAV (Direção geral de Alimentação e Veterinária). Recomendo fazer isso assim que tiver o atestado do veterinário (ou seja, entre 9 e no máximo 3 dias antes da viagem), só pra garantir caso tenha que refazer alguma coisa.
      Na unidade de Lisboa não é preciso marcar horário, normalmente funcionam de segunda à sexta, das 9h-12h30 e das 14h-17h30. Clique aqui para mais informações.
      Os documentos necessários são:
      Passaporte do animal Atestado do veterinário Resultado da sorologia Carteira de vacinação Formulário que vão te entregar lá mesmo preenchido (com dados do voo, endereço de origem e destino e etc). Com isso eles vão te fornecer o Certificado Veterinário Internacional (CVI), um papel que vai juntar toda essa informação para que você entregue quando chegar no destino.
      O custo foi de 25 euros e ficou pronto no dia seguinte (mas isso não é uma regra).
      Se o seu pet tiver um passaporte europeu (que substitui o CVI na volta para a Europa) ou se for voltar em menos de um mês, o prazo não importa muito. Caso contrário é preciso ficar atento pois no Brasil o CVI tem validade de 30 dias.
       
      10. Check-in
      No dia da viagem, chegue com pelo menos 3 horas de antecedencia para garantir um embarque tranquilo. No nosso caso, fomos pela TAP e era só se dirigir ao balcão normal de check-in. Além das malas, o animal será pesado, assim como a caixa de transporte. Você receberá um termo de responsabilidade para ler e assinar.
      Pudemos ficar com ele até 1h antes do embarque, achei melhor assim para que ele ficasse menos tempo sozinho.
      Tente deixá-lo o máximo alimentado e hidratado possível, e leve sempre com você alguns tapetes higiênicos, saquinhos e panos para limpar as possíveis necessidades que eles farão dentro do aeroporto!
      Conversei bastante com a veterinária sobre como deixar ele mais tranquilo na viagem e ela me recomendou o Sileo, um calmante leve em forma de gel para darmos um pouco antes da viagem.
      Verifique se a sua cia aérea permite tranquilizantes e não dê algo muito forte, pois ou eles podem perder muito a consciência e não conseguir reagir caso precisem, ou, dependendo do calmante, eles relaxam por fora, mas o cérebro continua muito ativo por dentro, o que pode deixá-los angustiados! Fale com seu veterinário para chegar à melhor solução!
       
      11. Embarque
      Agora vem a hora mais tensa de todas, entregar o bichinho! Primeiro a funcionária da TAP nos leva para passar a caixa em um Raio X, em seguida vamos até o setor de cargas onde colocaremos o animal na caixa. É nessa hora que você coloca água e comida. Segundo eles, ninguém vai lá checar durante o vôo, então é bom colocar uma boa quantidade, só tomando cuidado para não correr o risco de cair com as manobras do avião.
      Lembrando que a caixa deve estar forrada com tapetes higiênicos e é ideal deixar o espaço o mais confortável e conhecido para ele. Deixe lá uma peça de roupa com o seu cheirinho!
      Também coloquei plaquinhas com a foto, o nome dele, origem, destino e número do vôo e nossos contatos em Portugal e no Brasil. Precaução nunca é demais, né?!
      Ps. Mães, agora entendo o que vocês sentem quando deixam os filhos na escola no primeiro dia de aula ou os vêem passando pela porta de embarque para um intercâmbio, que angústia!
       
      12. Desembarque
      Ao chegar no Brasil, é preciso se dirigir à esteira de bagagens especiais (que fica parada, não é como as de bagagens convencionais, claro!). Quando chegamos ele estava lá sozinho! Achei isso meio absurdo, mas Ok.
      Seguimos então para a Vigiagro, que fica logo após a polícia federal. Lá recolheram o certificado internacional e verificaram o passaporte, informando que para a volta deveríamos checar a legislação de Portugal.
      Ele parecia bastante tranquilo quando o pegamos. Um pouco assustado, mas logo que saiu da caixa já abanava o rabinho e caminhava normalmente!
       
      13. Volta
      Na volta a coisa já foi um pouco mais complicada.
      No caso de voltar para Portugal, é preciso entrar em contato por escrito com o Ponto de Entrada dos Viajantes pelo menos 48 antes da chegada, informando os dados do voo (confira aqui a lista de emails de acordo com a cidade de destino). Por segurança enviamos também todos os documentos do cão para conferir se estava Ok e se precisava de mais alguma coisa. A resposta foi que estava tudo correto e só seria necessário apresentar o passaporte dele no check-in.
      Só que chegamos lá e pediram também o CVI, alegando então que ele não poderia embarcar pois o documento estava datado com mais de 30 dias. Como era regresso à Portugal, o passaporte europeu é válido em substituição ao certificado sanitário (essa informação constava inclusive no folheto que nos deram na chegada ao Brasil para saber como proceder na volta).
      Depois de muita troca de informação entre a funcionária do balcão (muito atenciosa) e o superior dela (que deu de ombros para o nosso caso), conseguimos embarcar graças ao email da DGAV confirmando que estava tudo Ok.
      No Brasil as regras são um pouco diferentes. O animal não pode estar de roupa nem coleira e não podem ter brinquedos ou outros itens que possam ferí-lo durante a viagem. É preciso preencher diversos formulários e colar na caixa os adesivos que eles fornecem.
      Depois é como em Portugal, a caixa de transporte passa pelo raio-X, você coloca água e comida para o bichinho e entrega ele.
      Ao chegar no Aeroporto de Lisboa, há uma porta perto da esteira 9 onde ele vai ser entregue. A hora que ele chegar, um funcionário vem avisar e confere a passagem.
      A última coisa é passar pela consulta do veterinário lá dentro do aeroporto mesmo. Eles verificam o chip, conferem os documentos e pronto! Essa consulta é obrigatória e custa 40 euros.
       
      Custo total em euros baseado na nossa experiência: Lisboa – São Paulo (ida e volta)
      Vacina da raiva: 5,00 Sorologia: 150,00 Passagem (do cão): 400,00 Passaporte: 20,00 Caixa de transporte: 101,99 Desparasitação externa (Bravecto): 23,50 Desparasitação interna (Caniquantel Plus): 2,50 Consulta para pegar o atestado do veterinário: 30,00 Certificado veterinário na DGAV: 25,00 Tranquilizante (Sileo): 10,00 aproximadamente  Exame pericial veterinário no aeroporto de Lisboa: 40,00 TOTAL: € 807,99
      (não esqueça de contar outros gastos como os tapetes higiênicos, saquinhos de recolher o cocô etc)
       
      Links úteis:
      DGAV (Direção Geral de Alimentação e Veterinária) Vigiagro (Vigilância Agropecuária Internacional) Consulado Brasileiro em Portugal Consulado Português no Brasil TAP Aeroporto de Lisboa Viajar com animais (blog com muita informação / E-book)  
      O ideal é ter sempre o acompanhamento do seu veterinário de confiança. Em Lisboa recomendo o Hospital Veterinário Arco do Cego. É 24h e a equipe sempre foi muito atenciosa com o Banoffe!
      Como eu disse, tudo pode mudar de caso para caso, então certifique-se sempre de toda a documentação necessária com a cia aérea e os órgãos responsáveis dos dois países.
      Peço desculpas pelo texto tão longo, mas senti muita falta de explicações detalhadas e centralizadas quando foi minha vez, então espero que isso ajude você que também quer levar seu bichinho para outro país! 
       
      Leia aqui o texto original com fotos e gráficos!
    • Por Hi.Loren
      Olá, galera!
      Vou sair de mochilão pelo BR e América do Sul (roteiro incerto), pretendo ir esse ano sem data para voltar, estou com pouco dinheiro mas dinheiro não é o mais importante, podemos fazer grana pelo caminho, pedir caronas, dormir em albergues, acampar, etc. Sem mordomias.
      Quero mesmo é aventurar em todas as adrenalinas que puder, me divertir muito, amo cachoeiras, praias, natureza no geral.
      Sou de Minas Gerais, será meu primeiro mochilão roots. Adoraria companhia de pessoas dispostas a viver uma experiência apaixonante.
      Sempre com respeito e responsabilidade.
      Bora?
    • Por HugoNuary
      Então galera, pretendo sair agora día 4 ou 5 de outubro, e fazer a rota: SP rumo a Campo Grande ou Corumba - MS (a rota que ficar mais em conta) seguir para Puerto Quijarro depois tomando o trem da morte rumo a Santa Cruz de la Sierra. Sendo meu destino final Lima. Tenho 30 dias para seguir essa rota, e tentando gastar o mínimo possível durante toda viagem. Meu maior temor é quanto aos valores dos transportes da Bolivia rumo ao Perú, onde se hospedar por la num preço legal. E onde consigo fazer câmbio de Real para BOB e para SOL. 
    • Por Damarens Santos
      Faaaaaaala viajantes e mochileiros, to aqui pra mais um relato com valores  (do jeito que a gente gosta!) 🤩
      Desta vez o destino escolhido foi BOM JARDIM/MT.
       
      Local ainda desconhecido por muitos e que só foi mais explorado depois que apareceu em uma reportagem na Ana Maria Braga em 2010.
      Devido a sua recente "descoberta" ainda existe alguns "impasses" para sua exploração.    
       
      Um de seus empecilho para exploração é a maneira de se locomover...
      Existe um ônibus que sai de Cuiabá/Várzia Grande as 06:00 todos os dias com destino Nobres, de Nobres para Bom Jardim apenas 3x na semana.
      Por este motivo optamos pela locação de um carro já que para acesso aos passeios não existe o serviço de transfer (não existe nenhuma agência que faça este serviço no vilarejo, tentamos de todas as formas e localizamos uma pessoa que nos cobrou 1200,00 golpes para nos locomover por 4 dias 😅) então locamos um carro da categoria econômica, utilizamos os 4 dias de viagem e gastamos apenas um tanque de combustível pra todos dias ou seja metade do valor acima.
       
      Nos hospedamos na Pousada Cantinho de Casa que fica no vilarejo de Bom Jardim, fica próximo a mercado, restaurante, lanchonete e etc... (vale lembrar que Bom Jardim é um vilarejo beeeem pequeno então tudo é próximo) estávamos em 2  pessoas, então saiu  225,00 para cada (os 4 dias)!
      A agência escolhida para os passeios foi: GUARÁ TUR ([email protected]), fizemos 2 passeios por dia (todos os passeios tem a durabilidade de 2/3 horas).
       
       
      Boraaaa  laááááá!!!!
       
      02/08 SAÍDA DE CAMPINAS
      Saímos de Campinas com destino a Guarulhos com a Lirabus as 19:30 (por 💰 40,66) nosso voou tinha saída de SP as 23:45 com chegada em MT as 01:10 do dia 03.
       03/08 – PRIMEIRO DIA DE VIAGEM
      Sem perrengue não é viagem nénom? 🤣🤣 então vamos lá
      Desembarcamos em Cuiabá e fomos na Localiza pegar o carro reservado, poréééééém tivemos um imprevistos na liberação... e depois de 1:30 conseguimos pegar o carro 
      (depois de ter se desesperado, pensado em pedir carona, ir caminhando... enfim, Deus foi bondoso conosco e nos abençoou haha). 
      Saímos de Cuiabá as 03:40 e partimos para Bom Jardim (155 KM) com chegada 05:15.
      Chegamos na pousada já corremos descansar para acordar as 08:00 e começar os passeios.
      Primeiro passeio: Flutuação no Vale das Águas  que fica 23km de onde nos hospedamos, pagamos por este passeio  💰 80,00.
      O passeio dura cerca de 2/3 horas, com guia, vestimentas para a flutuação. Eles tbm fazem fotos e filmagem por 💰 50,00 (dividimos e ficou 25 cada). Tivemos mta sorte de sermos os únicos no horário que fomos então fechamos as fotos e tivemos um book só nosso 🤣🤩 LUGAR MARAVILHOSO E ENCANTADOR ❤️
      Vale das Águas:

      Saímos de lá e fomos para o Rancho do Chapolin almoçar (fechamos com a agencia por 💰 35,00 q fica do lado da nossa pousada). O Chapolin é pura simpatia e fica vestido a caráter o tempo todo kkkk. Lugar super rustico e simples, comida caseira e equipe simpática, ah, não se assuste... você mesmo quem cobra o valores do seus gastos rs fica uma maleta com dinheiro no balcão, ele te fala o valor e vc paga, pega seu troco e vai embora 😅 (consumo no local 💰8,00)
      Depois voltamos pra pousada para descansar pois iriamos ver o pôr do sol no mirante no final do dia.
      As 16:00 saímos para fazer a Trilha de Quadriciclo no Mirante Recanto da Natureza pagamos 💰 120,00 golpes e foi mtttttttt massssssa, voltamos as 18:00.
      Mirante Recanto da Natureza:

      Saímos do passeio e fomos tomar uma ceva ☺️ e comer algo, local escolhido Lukinhas. (ceva e lanche 💰28,00).
       
       
      04/08 - SEGUNDO DIA
      Saímos as 08:00 para encontrar nosso guia no vilarejo e seguirmos para a famosinha de Bom Jardim: Cachoeira da Serra Azul 🥰 ela fica dentro do SESC de MT e fica a 22 km no vilarejo, o caminho é 95% em estrada de terra.
      Chegando lá fizemos uma caminhadinha de 80 metros +- e subimos/descemos cerca de 470 degraus até a preciosa ♥ (o parque possui tirolesa, ciclismo e arvorismo... não fizemos nenhum) pagamos pelo banho na cachoeira 💰 125,00 já equipamento para flutuação incluso + almoço completo no restaurante do SESC (o melhor almoço que tivemos la, mtt bom).
      Sobre a cachoeira? SEM COMENTARIO né. PERFEITA e gelaaaaaaaaaada kkk
      Cachoeirada Serra Azul:

      Após o almoço saímos em direção ao Rio Triste para mais uma flutuação, pagamos  💰 90,00 com o equipamento incluso. Locamos outra câmera pra atualizar na flutuação (rachamos em 3, paguei 15,00).
      Rio Triste:

      Depois voltamos ao vilarejo e ficamos no balneário que possui na rua principal tomando uma cerveja ate dar o horário de seguirmos para a lagoa das araras.
      Saímos as 16:00 para a visitação na Lagoa das Araras, 💰 25,00 a entrada, a lagoa fica no próprio vilarejo e trás uma paz fantástica.
      Lagoa das Araras:

      Saímos de lá e fomos pro Espetinho da Marina jantar (espetinho gostoso e acompanhamentos caseiro, recomendo) 💰 19,00 total no jantar.
       
      05/08 TERCEIRO DIA
      Acorda as 09:00 tomamos café e partimos para fazer a  Flutuação no Reino Encantado que fica a 10 km da pousada onde estávamos fechamos o pacote  com Almoço por 💰 120,00, chegamos la nos preparamos com os equipamentos, alugamos uma câmera (50,00 dividimos em 2) e fomos ao passeio. Retornamos e almoçamos la mesmo (gastos 13,00).
      Reino Encantado:

      Logo apos o almoço andamos mais 21 km ate o Bóia Cross Duto do Quebó o passeio durou cerca de 1:30 e pagamos 💰 85,00. 
      O rio é bem calmo, beeeeeeeeem calmo mesmo, a emoção fica por conta da gruta que passamos por dentro, ele é completamente escura, sem iluminação e cheia de morcegos kkkkkk essa parte foi massa, do resto, eu esperava mais (fomos em baixa temporada então o rio não estava mtt cheio para ter mais adrenalina).
      Duto do Quebó:

       
      Ao retornarmos para a Vila paramos no Lukinhas para beber 😅 e jantar  (comemos uma pizza, tomei açaí)  gastei 40,00.
       
      06/08 Quarto Dia
       
       Acordamos as 08:00 ja deixamos nossas malas arrumadas pois serio o último dia de viagem, tomamos café e fomos para a  Flutuação no Aquário Encantado e no Rio Salobra  que fica no mesmo lugar do dia anterior (11 km da pousada), mas é mtttttt  diferente o local 😍 fechamos o pacote com Almoço por 💰 125,00  (gastei 8,00 com bebidas e 50/2 da câmera).
      Aquário Encantado:
       
       
      Depois do almoço andamos mais 5 km até o Balneário Refúgio da Água Azul para passarmos a tarde, pagamos 💰 30,00. 
      É um balneário simples apenas para banho mesmo, não curti mtt rs mas é bonito o local.

       
       
      Retornamos para a pousada as 15:00 pois iriamos para o aeroporto as 16:00 demos carona para os gringos que estava na nossa pousada, gastamos 120,00 para encher o tanque novamente e devolvermos a locadora. E partimos para SP, chegamos em  Guarulhos as 23:30 pegamos um bus para Campinas 00:30 e chegamos por volta as 2:00 em caaaaaaaaasa 🙏
      Bom Jardim é um lugar incrível com pessoas encantadoras, ainda falta um pouco na infra estrutura porém quanto mais rustico mais eu gosto. EU AMEI tudo, os guias, a recepção, os lugares e os preços hahaha.
       
      Total da viagem: 2.106,00
      Passagens Aéreas: 480,00 Transporte (bus + carro + combustível): 323,00 Hospedagem: 225,00 Passeios: 855,00 Alimentação e cevaaaaa: 135,00 Fotos e filmagens: 88,00  


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