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Valeu, Nanci!!!

Já vi seus relatos!!

Olha só o que pensei:

 

Dia 02/04: eu quero terminar o centro/ponte/trapiche lá pelas 11h e pegar o Executivo Jurerê até o Forte São José... Devo chegar no máximo 12h30. Aí o resto da tarde passo na praia e dando uma olhada nas mansões e pego um ônibus de tardezinha para Santo Antônio. Lá dou uma andada no bairro, como algo e volto à noite.

 

Dia 3/04: acho que iria pra Praia dos Ingleses que tá mais fácil. Pego o TILAG - TICAN e desço o mais perto possível da praia e vou andando. Ali fico até umas 10h30. Aí pegaria ali na praia o ônibus Ingleses até o Costão do Santinho. Tanto o arvorismo quanto a trilha pro Morro das Aranhas (por acaso, vc viu cobra em alguma trilha?) são ali. Acho que das 11h às 15h30 já acabei isso e já almocei rapidinho. Aí o problema é voltar pra fazer o passeio da Costa da Lagoa. Tem outro ponto de onde partem os barcos sim. É dentro do Parque Florestal Rio Vermelho. Não achei a localização certa mas desconfio onde seja pelo mapa... Se o ônibus puder me deixar perto, ótimo. Se não, tenho que fazer o passeio desde o centrinho... Ali na Costa só quero ir na cachoeira, dar uma andada pela trilha só para ver os vilarejos e voltar para comer. Volto de barco pro centrinho.

 

Dia 4/04: o grande problema é que o passeio pra Ilha vc deve ir e voltar com o mesmo barco e eles demoram uma vida pra voltar de lá. Eu não tenho mta paciência de ficar morgando na praia. Faria uma trilhinha, descansaria, cairia na água e pra mim já deu. Hahaha... Já pensei várias formas de ir pros 3 lugares. A ideia mais recente é ir à Lagoinha pela trilha do Pântano, chegar lá umas 9h, talvez subir o Morro da Coroa (se não for mto difícil) e voltar ou pela mesma trilha ou de barco para o Pântano do Sul (se estiverem operando no feriado), almoçar no Bar do Arante... isso até 13h, 13h30. Aí iria pra Armação (de táxi não deve custar mto, se não rolar ônibus) e pegaria um barco pra Ilha. Aí tô vendo com o moço que faz o trajeto se teria como eu voltar mais cedo, lá pelas 16h30, 17h. Como estou sozinha, não deve ter problema em me encaixar num barco que não foi totalmente cheio, eu penso. Aí mais uma vida pra chegar a Ribeirão da Ilha. Pelo que tô vendo tenho que pegar um ônibus de Armação/Pântano ao TIRIO e de lá pegar um que passa por Ribeirão... mas a ideia é chegar entre 18h30 e 19h mesmo. Um saco. De carro é em 30 ou 40 min. Mas se não rolar isso de voltar mais cedo do passeio da Ilha do Campeche, tenho que escolher 2 entre Ilha, Lagoinha e Ribeirão. Quais são melhores? Tb tô pensando em trazer esse passeio pra quinta por causa dos horários de ônibus, mas aí tem que ver se tem os passeios de barco em dia de semana.

 

Dia 4/04: tá light. Se não der pra fazer Ribeirão ou a Costa da Lagoa nos dias anteriores talvez até tenha como encaixar nesse dia, principalmente o segundo, que não depende de ônibus, já que estarei hospedada no centrinho...

 

Ah, sei lá se tô dimensionando mal os tempos, mas sou meio inquieta mesmo. Gosto de fazer aproveitar ao máximo os dias. Hehehe..

O que vcs acham?

 

Oi Paula,

 

Eu concordo totalmente com os comentários do João. Seguem algumas observações adicionais:

 

Em relação ao transporte público de Floripa, o lado bom é que os horários são cumpridos, menos se tiver gdes engarrafamentos. O lado ruim é que em muitas regioes temos poucos horários, principalmente nos finais de semana.

 

Dia 1: O centro de Floripa não é nenhuma brastemp. Vc pode deixar esta programacao p o ultimo dia e antecipar se o tempo estiver ruim.

 

Dia 2: veja os horarios e o tempo de viagem da linha lagoa - canasvieiras, a linha é longa e os horarios escaaaassos.. A trilha do morro das aranhas leva entre 1:30 e 2hs a partir do costao ate retornar pela praia de Mocambique entrando pelos fundos do hotel(faz tempo q nao vou, nao lembro bem o tempo) . Nao creio q tenha cobra nesta trilha, pois é bem aberta. Alem do barco que sai do centrinho da Lagoa tem barco para a Costa da Lagoa saindo da reserva do Rio Vermelho. Só que este trapiche não é acessível de bus. Da geral do Rio Vermelho (rodovia Joao Gualberto Soares) tem q caminhar bastante em estrada de terra (pelo menos até a ultima vez q fui por lá era de terra). Ah! E a cachoeira da Costa da Lagoa é bem fraquinha. Legal na Costa, na minha opiniao, é o visual do caminho, princpalmente pela trilha, andar pela comunidade local e comer peixe e camarao bom e barato nos vários restaurantes da vila.

 

Dia 3: Esse dia tá impossível. A trilha da Lagoinha leva no mínimo 1:30hs para ir, mais o tempo para conhecer a praia, caminhar até a lagoa e, ufa, voltar. Se fizer da Lagoinha para Matadeiro (ao lado da Armação) tem menos subida, mas demora mais. Vc pode conseguir barco no Pantano do Sul se o mar estiver tranquilo. Os barcos para o Campeche ficam 4 hs na ilha. Eles vão saindo qdo enchem. Se vc for a tarde, é mais dificil ter barco. Quinta-feira da semana santa é provável que tenha barco p a ilha do Campeche.

 

Percebi q na sua programacao o unico dia q vc pretende curtir o rango é no Arantes. Na Costa da Lagoa tem várias boas opcoes de frutos do mar, especialmente sequencia de camarao. Em Sto Antonio tb tem otimos restaurantes. E o Ribeirao da Ilha é ideal para apreciar ostras. Por lá todos os restaurantes tem fazenda de ostras. Se vc gosta de ostras, Floripa é o lugar.

 

Espero ter ajudado

 

Abs

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Olha só o que pensei:

 

Dia 02/04: eu quero terminar o centro/ponte/trapiche lá pelas 11h e pegar o Executivo Jurerê até o Forte São José... Devo chegar no máximo 12h30. Aí o resto da tarde passo na praia e dando uma olhada nas mansões e pego um ônibus de tardezinha para Santo Antônio. Lá dou uma andada no bairro, como algo e volto à noite.

 

Dia 3/04: acho que iria pra Praia dos Ingleses que tá mais fácil. Pego o TILAG - TICAN e desço o mais perto possível da praia e vou andando. Ali fico até umas 10h30. Aí pegaria ali na praia o ônibus Ingleses até o Costão do Santinho. Tanto o arvorismo quanto a trilha pro Morro das Aranhas (por acaso, vc viu cobra em alguma trilha?) são ali. Acho que das 11h às 15h30 já acabei isso e já almocei rapidinho. Aí o problema é voltar pra fazer o passeio da Costa da Lagoa. Tem outro ponto de onde partem os barcos sim. É dentro do Parque Florestal Rio Vermelho. Não achei a localização certa mas desconfio onde seja pelo mapa... Se o ônibus puder me deixar perto, ótimo. Se não, tenho que fazer o passeio desde o centrinho... Ali na Costa só quero ir na cachoeira, dar uma andada pela trilha só para ver os vilarejos e voltar para comer. Volto de barco pro centrinho.

 

Dia 4/04: o grande problema é que o passeio pra Ilha vc deve ir e voltar com o mesmo barco e eles demoram uma vida pra voltar de lá. Eu não tenho mta paciência de ficar morgando na praia. Faria uma trilhinha, descansaria, cairia na água e pra mim já deu. Hahaha... Já pensei várias formas de ir pros 3 lugares. A ideia mais recente é ir à Lagoinha pela trilha do Pântano, chegar lá umas 9h, talvez subir o Morro da Coroa (se não for mto difícil) e voltar ou pela mesma trilha ou de barco para o Pântano do Sul (se estiverem operando no feriado), almoçar no Bar do Arante... isso até 13h, 13h30. Aí iria pra Armação (de táxi não deve custar mto, se não rolar ônibus) e pegaria um barco pra Ilha. Aí tô vendo com o moço que faz o trajeto se teria como eu voltar mais cedo, lá pelas 16h30, 17h. Como estou sozinha, não deve ter problema em me encaixar num barco que não foi totalmente cheio, eu penso. Aí mais uma vida pra chegar a Ribeirão da Ilha. Pelo que tô vendo tenho que pegar um ônibus de Armação/Pântano ao TIRIO e de lá pegar um que passa por Ribeirão... mas a ideia é chegar entre 18h30 e 19h mesmo. Um saco. De carro é em 30 ou 40 min. Mas se não rolar isso de voltar mais cedo do passeio da Ilha do Campeche, tenho que escolher 2 entre Ilha, Lagoinha e Ribeirão. Quais são melhores? Tb tô pensando em trazer esse passeio pra quinta por causa dos horários de ônibus, mas aí tem que ver se tem os passeios de barco em dia de semana.

 

Dia 4/04: tá light. Se não der pra fazer Ribeirão ou a Costa da Lagoa nos dias anteriores talvez até tenha como encaixar nesse dia, principalmente o segundo, que não depende de ônibus, já que estarei hospedada no centrinho...

 

Ah, sei lá se tô dimensionando mal os tempos, mas sou meio inquieta mesmo. Gosto de fazer aproveitar ao máximo os dias. Hehehe..

O que vcs acham?

 

Oi Paula,

 

Eu concordo totalmente com os comentários do João. Seguem algumas observações adicionais:

 

Em relação ao transporte público de Floripa, o lado bom é que os horários são cumpridos, menos se tiver gdes engarrafamentos. O lado ruim é que em muitas regioes temos poucos horários, principalmente nos finais de semana.

 

Dia 1: O centro de Floripa não é nenhuma brastemp. Vc pode deixar esta programacao p o ultimo dia e antecipar se o tempo estiver ruim.

 

Dia 2: veja os horarios e o tempo de viagem da linha lagoa - canasvieiras, a linha é longa e os horarios escaaaassos.. A trilha do morro das aranhas leva entre 1:30 e 2hs a partir do costao ate retornar pela praia de Mocambique entrando pelos fundos do hotel(faz tempo q nao vou, nao lembro bem o tempo) . Nao creio q tenha cobra nesta trilha, pois é bem aberta. Alem do barco que sai do centrinho da Lagoa tem barco para a Costa da Lagoa saindo da reserva do Rio Vermelho. Só que este trapiche não é acessível de bus. Da geral do Rio Vermelho (rodovia Joao Gualberto Soares) tem q caminhar bastante em estrada de terra (pelo menos até a ultima vez q fui por lá era de terra). Ah! E a cachoeira da Costa da Lagoa é bem fraquinha. Legal na Costa, na minha opiniao, é o visual do caminho, princpalmente pela trilha, andar pela comunidade local e comer peixe e camarao bom e barato nos vários restaurantes da vila.

 

Dia 3: Esse dia tá impossível. A trilha da Lagoinha leva no mínimo 1:30hs para ir, mais o tempo para conhecer a praia, caminhar até a lagoa e, ufa, voltar. Se fizer da Lagoinha para Matadeiro (ao lado da Armação) tem menos subida, mas demora mais. Vc pode conseguir barco no Pantano do Sul se o mar estiver tranquilo. Os barcos para o Campeche ficam 4 hs na ilha. Eles vão saindo qdo enchem. Se vc for a tarde, é mais dificil ter barco. Quinta-feira da semana santa é provável que tenha barco p a ilha do Campeche.

 

Percebi q na sua programacao o unico dia q vc pretende curtir o rango é no Arantes. Na Costa da Lagoa tem várias boas opcoes de frutos do mar, especialmente sequencia de camarao. Em Sto Antonio tb tem otimos restaurantes. E o Ribeirao da Ilha é ideal para apreciar ostras. Por lá todos os restaurantes tem fazenda de ostras. Se vc gosta de ostras, Floripa é o lugar.

 

Espero ter ajudado

 

Abs

 

 

Netuno

 

Para eu ir fazer o passeio da costa da lagoa saindo dos Ingleses a melhor opção para embarque é no trapiche ao lado da Lagoa da Conceição? Como eu faço para chegar nesse ponto?

Você acha que da para fazer esse passeio de manhã, almoçar por lá e a tarde ir para a Praia Mole?

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Para a Costa da Lagoa vc pode ir de barco ou trilha.

Por trilha:

Para quem esta em Ingleses (ou outro bairro no norte da ilha) sem carro, pode fazer a trilha Ratones - Costa da Lagoa e voltar de barco para o centrinho da Lagoa. La vc pega bus para a Praia Mole. Se estiver de carro, acho melhor fazer a trilha Canto da Lagoa - Costa da Lagoa, voltar de barco saltando no ponto 3 (que é onde estaciona o carro) e entao seguir para a Praia Mole. As 2 trilhas levam em torno de 1:30 (ida). A primeira sobe e desce o morrão e tem belissimo visual da lagoa da Conceicao lá do alto. A segunda vai margeando a lagoa, sempre com bom visual da lagoa. Tem varias pequenas subidas e descidas, mas nao tem morrao.

Sem trilha:

Se estiver de carro em Ingleses o melhor é pegar o barco na Reserva do Rio Vermelho. Como este trapiche é longe da rodovia onde passa o bus, para quem esta sem carro, acho melhor ir de bus ate o centrinho da lagoa.

Dá para fazer a Costa de manhã e pegar uma praia a tarde. Para quem gosta de almocar mais tarde, fazer o contrario pode ser mais interessante.

Para quem vem do leste (Rio Vermelho, Barra da Lagoa) o trapiche fica no final da Av. das Rendeiras. Após descer o morro da Praia Mole vira a direita (para esquerda seria Joaquina), na beira da lagoa vira a direita (ou mergulha, hehehe) e esta avenida que de um lado tem a lagoa e do outro vários bares e restaurantes é a Av. das Rendeiras. No final das Rendeiras tem uma ponte, junto a ponte está o ponto inicial dos barcos para a Costa. Para quem vem do centro, após descer o morro da Lagoa passa pelo centrinho e então vai ver a ponte e a av. das Rendeiras.

 

Espero ter ajudado. Boas Trips

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Para a Costa da Lagoa vc pode ir de barco ou trilha.

Por trilha:

Para quem esta em Ingleses (ou outro bairro no norte da ilha) sem carro, pode fazer a trilha Ratones - Costa da Lagoa e voltar de barco para o centrinho da Lagoa. La vc pega bus para a Praia Mole. Se estiver de carro, acho melhor fazer a trilha Canto da Lagoa - Costa da Lagoa, voltar de barco saltando no ponto 3 (que é onde estaciona o carro) e entao seguir para a Praia Mole. As 2 trilhas levam em torno de 1:30 (ida). A primeira sobe e desce o morrão e tem belissimo visual da lagoa da Conceicao lá do alto. A segunda vai margeando a lagoa, sempre com bom visual da lagoa. Tem varias pequenas subidas e descidas, mas nao tem morrao.

Sem trilha:

Se estiver de carro em Ingleses o melhor é pegar o barco na Reserva do Rio Vermelho. Como este trapiche é longe da rodovia onde passa o bus, para quem esta sem carro, acho melhor ir de bus ate o centrinho da lagoa.

Dá para fazer a Costa de manhã e pegar uma praia a tarde. Para quem gosta de almocar mais tarde, fazer o contrario pode ser mais interessante.

Para quem vem do leste (Rio Vermelho, Barra da Lagoa) o trapiche fica no final da Av. das Rendeiras. Após descer o morro da Praia Mole vira a direita (para esquerda seria Joaquina), na beira da lagoa vira a direita (ou mergulha, hehehe) e esta avenida que de um lado tem a lagoa e do outro vários bares e restaurantes é a Av. das Rendeiras. No final das Rendeiras tem uma ponte, junto a ponte está o ponto inicial dos barcos para a Costa. Para quem vem do centro, após descer o morro da Lagoa passa pelo centrinho e então vai ver a ponte e a av. das Rendeiras.

 

Espero ter ajudado. Boas Trips

 

 

Eu vou de sair de BUS

Vou pegar o 842/840 (TICAN-TILAG) e descer no TILAG. Do TILAG até esse trapiche da para ir a pé?

Ou eu posso pegar o 842/840, descer na Praia Mole. Depois eu pego o 842/840 na Mole e vou para o TILAG e faço o passeio pela costa da lagoa pela tarde. Mas acho que prefiro ir pra costa da lagoa cedinho

 

Netuno, mais uma dúvida

Esse 842/840 que passa pela Mole na ida para o TILAG passa na volta para o TICAN?

Assim, consigo pegá-lo e descer na praia mole e quando for voltar para os Ingleses eu consigo pegar ele na Mole para o TICAN?

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Para a Costa da Lagoa vc pode ir de barco ou trilha.

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Para quem esta em Ingleses (ou outro bairro no norte da ilha) sem carro, pode fazer a trilha Ratones - Costa da Lagoa e voltar de barco para o centrinho da Lagoa. La vc pega bus para a Praia Mole. Se estiver de carro, acho melhor fazer a trilha Canto da Lagoa - Costa da Lagoa, voltar de barco saltando no ponto 3 (que é onde estaciona o carro) e entao seguir para a Praia Mole. As 2 trilhas levam em torno de 1:30 (ida). A primeira sobe e desce o morrão e tem belissimo visual da lagoa da Conceicao lá do alto. A segunda vai margeando a lagoa, sempre com bom visual da lagoa. Tem varias pequenas subidas e descidas, mas nao tem morrao.

Sem trilha:

Se estiver de carro em Ingleses o melhor é pegar o barco na Reserva do Rio Vermelho. Como este trapiche é longe da rodovia onde passa o bus, para quem esta sem carro, acho melhor ir de bus ate o centrinho da lagoa.

Dá para fazer a Costa de manhã e pegar uma praia a tarde. Para quem gosta de almocar mais tarde, fazer o contrario pode ser mais interessante.

Para quem vem do leste (Rio Vermelho, Barra da Lagoa) o trapiche fica no final da Av. das Rendeiras. Após descer o morro da Praia Mole vira a direita (para esquerda seria Joaquina), na beira da lagoa vira a direita (ou mergulha, hehehe) e esta avenida que de um lado tem a lagoa e do outro vários bares e restaurantes é a Av. das Rendeiras. No final das Rendeiras tem uma ponte, junto a ponte está o ponto inicial dos barcos para a Costa. Para quem vem do centro, após descer o morro da Lagoa passa pelo centrinho e então vai ver a ponte e a av. das Rendeiras.

 

Espero ter ajudado. Boas Trips

 

 

Eu vou de sair de BUS

Vou pegar o 842/840 (TICAN-TILAG) e descer no TILAG. Do TILAG até esse trapiche da para ir a pé?

Ou eu posso pegar o 842/840, descer na Praia Mole. Depois eu pego o 842/840 na Mole e vou para o TILAG e faço o passeio pela costa da lagoa pela tarde. Mas acho que prefiro ir pra costa da lagoa cedinho

 

Netuno, mais uma dúvida

Esse 842/840 que passa pela Mole na ida para o TILAG passa na volta para o TICAN?

Assim, consigo pegá-lo e descer na praia mole e quando for voltar para os Ingleses eu consigo pegar ele na Mole para o TICAN?

 

Rodrigo,

 

Na ida para a Lagoa vc desce do bus antes do TILAG. O bus vai passar pela Av das Rendeiras e em frente ao pto de saída do barco. Só não sei te dizer se o melhor pto é antes ou depois do trapiche, mas c certeza o motorista sabe. Se saltar do TILAG tb dá para ir andando.

Da Praia Mole para a Lagoa (e vice-versa) além do raro bus Canas-Lagoa tem o muito + frequente Barra da Lagoa (360).

O Canas-Lagoa vai e volta pelo mesmo caminho. Lagoa, Mole, Barra da Lagoa, Rio Vermelho, Ingleses, Canas.

Se vc fizer primeiro Praia Mole e depois Costa, pode tb voltar para Ingleses pela SC-401 e, quem sabe, dar uma parada em Sto Antonio de Lisboa. Nesse caso, vc pega um bus do TILAG para o Titri e lá vc pega o Sto Antonio.

 

Abs

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Para a Costa da Lagoa vc pode ir de barco ou trilha.

Por trilha:

Para quem esta em Ingleses (ou outro bairro no norte da ilha) sem carro, pode fazer a trilha Ratones - Costa da Lagoa e voltar de barco para o centrinho da Lagoa. La vc pega bus para a Praia Mole. Se estiver de carro, acho melhor fazer a trilha Canto da Lagoa - Costa da Lagoa, voltar de barco saltando no ponto 3 (que é onde estaciona o carro) e entao seguir para a Praia Mole. As 2 trilhas levam em torno de 1:30 (ida). A primeira sobe e desce o morrão e tem belissimo visual da lagoa da Conceicao lá do alto. A segunda vai margeando a lagoa, sempre com bom visual da lagoa. Tem varias pequenas subidas e descidas, mas nao tem morrao.

Sem trilha:

Se estiver de carro em Ingleses o melhor é pegar o barco na Reserva do Rio Vermelho. Como este trapiche é longe da rodovia onde passa o bus, para quem esta sem carro, acho melhor ir de bus ate o centrinho da lagoa.

Dá para fazer a Costa de manhã e pegar uma praia a tarde. Para quem gosta de almocar mais tarde, fazer o contrario pode ser mais interessante.

Para quem vem do leste (Rio Vermelho, Barra da Lagoa) o trapiche fica no final da Av. das Rendeiras. Após descer o morro da Praia Mole vira a direita (para esquerda seria Joaquina), na beira da lagoa vira a direita (ou mergulha, hehehe) e esta avenida que de um lado tem a lagoa e do outro vários bares e restaurantes é a Av. das Rendeiras. No final das Rendeiras tem uma ponte, junto a ponte está o ponto inicial dos barcos para a Costa. Para quem vem do centro, após descer o morro da Lagoa passa pelo centrinho e então vai ver a ponte e a av. das Rendeiras.

 

Espero ter ajudado. Boas Trips

 

 

Eu vou de sair de BUS

Vou pegar o 842/840 (TICAN-TILAG) e descer no TILAG. Do TILAG até esse trapiche da para ir a pé?

Ou eu posso pegar o 842/840, descer na Praia Mole. Depois eu pego o 842/840 na Mole e vou para o TILAG e faço o passeio pela costa da lagoa pela tarde. Mas acho que prefiro ir pra costa da lagoa cedinho

 

Netuno, mais uma dúvida

Esse 842/840 que passa pela Mole na ida para o TILAG passa na volta para o TICAN?

Assim, consigo pegá-lo e descer na praia mole e quando for voltar para os Ingleses eu consigo pegar ele na Mole para o TICAN?

 

Rodrigo,

 

Na ida para a Lagoa vc desce do bus antes do TILAG. O bus vai passar pela Av das Rendeiras e em frente ao pto de saída do barco. Só não sei te dizer se o melhor pto é antes ou depois do trapiche, mas c certeza o motorista sabe. Se saltar do TILAG tb dá para ir andando.

Da Praia Mole para a Lagoa (e vice-versa) além do raro bus Canas-Lagoa tem o muito + frequente Barra da Lagoa (360).

O Canas-Lagoa vai e volta pelo mesmo caminho. Lagoa, Mole, Barra da Lagoa, Rio Vermelho, Ingleses, Canas.

Se vc fizer primeiro Praia Mole e depois Costa, pode tb voltar para Ingleses pela SC-401 e, quem sabe, dar uma parada em Sto Antonio de Lisboa. Nesse caso, vc pega um bus do TILAG para o Titri e lá vc pega o Sto Antonio.

 

Abs

 

 

Netuno,

 

Olhei aqui Sto Antonio de Lisboa! Acho que vou trocar a costa da lagoa por lá

Creio que farei o seguinte trajeto:

 

 

Sábado : Ingleses-Praia Mole (842)

Mole-Barra da Lagoa (360)

Barra da Lagoa - Ingleses (842, pegando o que vem do TILAG)

 

 

Domingo: Devo ficar na praia dos Ingleses de manhã e a tarde. Ai lá pelas 16 horas pego o Gaivotas Circular até o TICAN e do TICAN eu pego o 221 até Sto Antonio de Lisboa e para voltar eu talvez pegue um táxi

 

 

Surgiu mais uma dúvida aqui, hhahaha

Estou pensando em pegar na Barra da Lagoa o 842 que sairá às 20:50 do TILAG com destino ao TICAN. Essa linha passa pela Barra da Lagoa na rua Inelzir Bauer Bertoli. Existe uma parada de ônibus nessa rua?

 

Eu estarei na rua das gaivotas nos Ingleses e na volta eu não queria ir até o TICAN e depois pegar um taxi para a minha pousada.Esse 842 entra nos Ingleses pela SC-406. Da para pegar um taxi para rua das Gaivotas na entrada dos Ingleses?

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Surgiu mais uma dúvida aqui, hhahaha

Estou pensando em pegar na Barra da Lagoa o 842 que sairá às 20:50 do TILAG com destino ao TICAN. Essa linha passa pela Barra da Lagoa na rua Inelzir Bauer Bertoli. Existe uma parada de ônibus nessa rua?

 

Eu estarei na rua das gaivotas nos Ingleses e na volta eu não queria ir até o TICAN e depois pegar um taxi para a minha pousada.Esse 842 entra nos Ingleses pela SC-406. Da para pegar um taxi para rua das Gaivotas na entrada dos Ingleses?

 

Eitcha Rodrigo, Faz pergunta fácil rsrsrsrs

 

Não sei dizer os locais de pontos de bus na Barra da Lagoa, mas aqui em Floripa os ptos são muito próximos. Então, com certeza, se não tiver pto nesta rua terá pto em rua próxima.

 

Em geral em Floripa, vc só consegue taxi nos ptos de taxi ou ligando. Não faço ideia onde são os ptos de taxi nos Ingleses, mas c certeza o pessoal da pousada sabe e pode te passar tels de motoristas q trabalhem na regiao.

 

Espero ter ajudado Boas Trips!

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Surgiu mais uma dúvida aqui, hhahaha

Estou pensando em pegar na Barra da Lagoa o 842 que sairá às 20:50 do TILAG com destino ao TICAN. Essa linha passa pela Barra da Lagoa na rua Inelzir Bauer Bertoli. Existe uma parada de ônibus nessa rua?

 

Eu estarei na rua das gaivotas nos Ingleses e na volta eu não queria ir até o TICAN e depois pegar um taxi para a minha pousada.Esse 842 entra nos Ingleses pela SC-406. Da para pegar um taxi para rua das Gaivotas na entrada dos Ingleses?

 

Eitcha Rodrigo, Faz pergunta fácil rsrsrsrs

 

Não sei dizer os locais de pontos de bus na Barra da Lagoa, mas aqui em Floripa os ptos são muito próximos. Então, com certeza, se não tiver pto nesta rua terá pto em rua próxima.

 

Em geral em Floripa, vc só consegue taxi nos ptos de taxi ou ligando. Não faço ideia onde são os ptos de taxi nos Ingleses, mas c certeza o pessoal da pousada sabe e pode te passar tels de motoristas q trabalhem na regiao.

 

Espero ter ajudado Boas Trips!

 

 

Beleza Netuno!

Obrigado pelas dicas!!

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Obrigada, João e Netuno!!

Tava escrevendo uma super msg, fechei o navegador e perdi. Ai que raiva.

 

Enfim, mudei minha programação baseado nas dicas que vcs deram. Já que está todo mundo falando que tá impossível o terceiro dia (sábado do feriado) rsrs, tenho que escolher entre:

1. Ilha do Campeche de 9h às 14h30 + Ribeirão de tarde até início da noite (bairro + restaurante de ostra); e

2. Trilhas para Lagoinha do Leste (de Matadeiros a Pântano do Sul + Morro da Coroa, se der) + Bar do Arante + Ribeirão da Ilha de noitinha (restaurante de ostras).

Tendo a curtir mais a segunda opção, mas faria essa trilha só com um grupo. Como estou indo sozinha, tô vendo quanto fica em agências e tal (e aí com transporte incluso pra facilitar). Vcs recomendam alguma agência?

A primeira opção é mais tranquila, dá pra fazer sozinha e sem mta preocupação de horário de ônibus...

 

O segundo dia (sexta-feira santa) tô pensando em:

1. Praia do Santinho + arvorismo no Costão às 10h30 (tem horário às 16h tb) + praia dos Ingleses + passeio de barco até a Costa da Lagoa de tardezinha (visita à cachoeira e vilarejo e janta);

2. Praia do Santinho + arvorismo no Costão às 10h30 + trilha topo do Morro das Aranhas (se tiver grupo ou conseguir por agência. Me recomendaram a não ir sozinha devido a assaltos. Será que é perigoso mesmo?) + Costa da Lagoa (indo pela trilha, cachoeira, janta, volta de barco); e

3. Trilha topo do Morro das Aranhas (se for de agência, capaz de o horário ser de manhã) + praia dos Ingleses + praia do Santinho + arvorismo no Costão às 16h.

Tô preocupada com os horários de ônibus pra ir pro Costão se os horários de sexta, por ser feriado, mudarem e ficarem como os de sábado. Até agora não falaram nada se os horários vão mudar. Geralmente muda nos feriados?

Outra coisa: o app da Moovit me diz que a melhor opção pra ir pro Costão de manhãzinha é indo pro TICEN pelo Lagoa Semidireto e dali pegar o direto pra Canasvieiras e dali o Ingleses, o que levaria 1h12 em dia de semana e qse 2h no sábado. Essa é mesmo a melhor opção? Eu tinha pensado em pegar o Lagoa/Canasvieiras e descer num ponto em que passa o Ingleses vindo do TICAN (já até vi que tem esse ponto, na R. Intendente João Nunes Vieira! Hahaha), o que daria um pouco mais de 1h, não sei... Talvez seja melhor ir pelo outro lado mesmo, né?

 

Ah, já cansei desses horários de ônibus. Já tenho os planos A e B. O que der deu, o que não der vou ter que voltar pra ver! Hahaha!

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      Como Garopaba e o Rosa já são nossos velhos conhecidos, se é que isso é possível, cada vez que volto lá descubro um cantinho novo. Dessa vez foi a Igreja Matriz de São Joaquim, e os sinais indígenas que consegui achar.
      GUARDA DO EMBAÚ
      O primeiro dia paramos às 8:00 na Guarda do Embaú, dia perfeito, lá tudo é perfeito. Conseguimos estacionar tranquilo na rua, e partimos a nado cruzei o Rio da Madre, estava uma temperatura agradável. Fomos à Prainha da Guarda e a Lagoinha, depois uma árdua subida até a Pedra do Urubu, a vista lá de cima é sensacional. Inclusive conhecemos um médico que subiu logo após, não acreditei quando ele começou a me contar que tinha medo de andar na trilha e ser atacado por um animal selvagem, rimos bastante. Afinal ele é um profissional que trabalha encarando a morte todos os dias. Descemos, esfomeados. Foi difícil encontrar um restaurante legal para almoçar, só haviam dois abertos: um na margem do Rio da Madre com comidas de turista e um mais no meio da vila com uma comida mais simples no estilo buffet, nossa escolha afinal.


       Pegamos a estrada, uma longa estrada para chegar a uma praia que fica só uns 4 km da Guarda, a Praia da Gamboa.
      PRAIA DA GAMBOA
      A primeira impressão não é muito impactante. Neste dia estava bem deserta, a areia é meio grossa, tem uma água que escorre dos pântanos do entorno, dá um certo nojinho. Mas é sim uma bela praia e que vale a parada, a areia apesar de grossa é bem limpa, e tem umas sombras mais pro meio da praia que me renderam boa hora de cochilo. Saímos de lá umas 16:00 para ir até o Siriú onde seria nosso acampamento. A estrada de terra que liga as duas é uma miragem, vale muito a pena, até porque se for dar a volta pelo asfalto são uns 30 km a mais.

      EXPLORANDO GAROPABA
      Chegamos no Siriú e fomos direto para a praia tomar um banho novamente, e procurar um SUP para o dia seguinte. Achei o Clodoaldo, um simpático senhor e fechamos por um precinho camarada na manhã seguinte duas pranchas. Acampamos, num camping muito aconchegante, e bem estruturado.
      No dia seguinte às 7:00 já estávamos rumando para a Lagoa do Siriú, onde fizemos um passeio longo até às 10:00 remando, tá certo que a última meia hora foi um caos, o vento nos castigou em contrário.
      Ainda fomos nas dunas fazer uma esfolação. Dessa vez fiz sandboard, cai tombos de todos os jeitos mas aprendi, kkkkk. O negócio difícil! no começo.
      Como se não bastasse fomos para o Rosa Sul e trilhamos pela Trilha do Luz sob os últimos raios do Sol. Um espetáculo. Para voltar pedimos informação e entramos num túnel de árvores que leva até o Rosa, o tal do Caminho do Rei. Não foi nada fácil, com pouca luz, o tamanho da subida, e o cansaço acumulado, precisamos fazer algumas pausas inclusive. Mas no final achamos uma viela que cortava, depois de terminar o caminho do rei, cerca de 1 km pela estrada comum. Um pouco de medo de entrar em local privativo? Tivemos, mas o cansaço era mais forte que o medo, kkk.




      No dia seguinte, fizemos 16 km entre Praia da Ferrugem e Praia do Rosa uma trilha sensacional, na verdade a junção de 3 trilhas (Trilha da Caranha, Trilha do Ouvidor, Trilha da Praia Vermelha). Pela areias e costões foi sensacional.Após uma bela anchova triturada na vila da Ferrugem e um cochilo para repor as energias, nada como um banho refrescante na Praia da Vigia, apesar dos ardido da areia esfolada, para relaxar.
      Antes da noite fomos ver o Sol se pôr do Morro das Antenas, conheci um morador muito simpático, ficamos conversando até a noite cair por completo. Durante uma passeio na Vila, que começou a chover, aproveitamos para visitar a Igreja de São Joaquim - obra prima, e a convite de um simpático capelão ficamos para acompanhar a missa.



      ALÉM DO COMUM
      No dia seguinte, saímos cedinho novamente. Conhecemos a Lagoa de Ibiraquera, e sua praia agradável. Curioso que a partir daqui a paisagem muda drasticamente, de montanhas cobertas de verde, passamos a uma vastidão de areia fina, coberta por pequena ilhas de arbustos e esparsar árvores características do litoral catarinense.
      Sempre a beira Mar, sejam as estrada pavimentadas ou extensas costeletas (estradas não pavimentadas de areia) que parecem desgrudar os órgãos internos de que se aventura por elas. Chegamos na Praia da Ribanceira, também muito bela, e já quase deserta, mas o que mais impressionou foram alguns metros de areia depois de um trilha de 500 m, numa ponta de Mar que já destruiu uma edificação de suporte aos pescadores fica a, de nome não menos apropriado, Praia dos Amores: fácil se apaixonar. Ademais conhecemos um morador, muito simpático que nos indicou outra preciosidade do lugar acessível apenas por trilha, a Praia da Água. Lá fomos nós cruzar a elevação. Por ela, vários mirantes colocados pelos pescadores que em junho esperam ansiosos os cardumes de tainhas e a Baleia Francas, e que a nós só mostraram tartarugas sofrendo contra a fúria de Poseidon que com as ondas lançava-as na encosta pedregosa.


      Depois ainda passamos pelas praias de Imbituba, fizemos a trilha do Farol de Imbituba, saindo da Praia da Vila pelo costão e retornando pela trilha comum. Poderia ser chamado de Praia dos Lagartos, tamanha era a quantidade desses répteis que vimos por lá.
      Ainda seríamos surpreendidos nesse dia pela paixão de um holandês que nos surpreendeu com seu acervo de conchas, inexplicável. Antes de nos escondermos na noite, fomos fazer mais uma trilha, curta, ao menos era o que esperávamos. Minha nossa, foram 2 h intermináveis de sobe e desce rochas, até que saímos na Praia de Itapirubá Sul. Bom, que valeu a pena o rochoso é a melhor experiência de Itapirubá, depois do Museu das Conchas.


      Cansados, e esfomeados partimos por mais algumas praias, poderíamos dizer mais uma, só não dizemos porque é uma longa extensão de areia com alguns balneários. Acabamos chegando quase à noite já na Ponta do Gi, mais especificamente na Praia do Sol, a tempo apenas de entrar para o camping. O dono logo saiu e ficamos só nos, naquele deserto. Confesso que passei algum medo, lá na Ribanceira o morador tinha falado de alguns saqueamentos que haviam ocorrido recentemente naquela região, simples assim o bando chegava e levava tudo, deixando os campista sem nada, o que me confortava um pouco era o fato de o pátio ao menos ter muro.
      Seguirei contando, daqui a pouco...
    • Por Marlon Escoteiro
      Travessia Canyon do Funil x Canyon Laranjeiras - novembro/2018
      Essa travessia foi feita com os meus parceiros Wagner e o filho dele o Pedro.
      Foi uma trilha bem tranquila, saímos de carro de Itajai-SC com destino a Bom Jardim da Serra-SC subindo a serra do Rio do Rastro, passando a cidade de Bom Jardim entrando na estrada de terra até o Canyon Laranjeiras, paramos o carro na propriedade do Didio, 3km antes da fazenda Laranjeiras e fizemos um belo de um almoço na casa dele. Combinamos de deixar o carro ali para ser o fim da nossa travessia e ele nos deu uma carona até a substação de energia proximo ao mirante da Serra do Rio do Rastro, local do inicio da trilha. O tempo estava querendo abaixar uma serração, na real na direção do canyon a viração já tinha tomado conta. Já passava das 16h e iniciamos nossa travessia. Já de cara uma pequena cobra nos deu as boas vindas. Os campos estavam repletos de flores colorindo o verde.

      Esse começo de trilha na realidade é uma estrada 4x4 plana e de fácil trajeto. Depois de 1h mais ou menos chegamos proximos ao arroio do funil aonde tem uma antena. Ali a serração estava muito densa dificultando a navegação visual, seguimos sentido norte até o arroio onde o cruzamos e fomos pela sua margem esquerda. Logo observamos o urtigão da serra uma planta com folhas gigantes bem caracteristicos dessa região. Logo após uma subida e o arroio começa a virar canyon, avistamos o curral da fazenda do Funil, andamos mais uns 5min e já avistamos as araucarias da borda do canyon, por conta da serração que já começava a molhar não conseguimos ver o canyon e fomos logo montando acampamento. Saímos para pegar água sentido norte margeando as bordas, 1min do acampamento da área  onde tem as araucarias e arbustos, entra na mata nebular e já ve uma cascatinha, eu costumo seguir adiante pela trilha dos bois e andar mais um pouco proximo a borda tem outro fio dágua que prefiro pegar.



      Barracas montadas, hora de fazer a janta. Ainda bem que trouxemos uma lona para cozinha pois a serração foi ficando mais forte e estava molhando bem. Fizemos uma bela macarronada a carbonara, regada de vinho, e ficamos batendo um bom papo até que o sono pegou.
      No dia seguinte acordamos cedo, demos uma volta e o tempo parecia que ia abrir, tomamos café, desmontamos o campo e por volta das 8h30 saimos rumo norte, antes passamos para abastecer nossos cantis e varar a mata da encosta, desta vez encontrei uma trilha melhor e mais curta por dentro da mata, apesar que essas matas com araucarias são bem limpas em baixo, com grandes xaxins e arvores pequenas.


       

       
      Vencido a subida da encosta dentro da mata alcançamos um plato conhecido como morro dos anastacios, onde tem uma antena bem no topo e um marco geodesico junto de umas placas sinalizadoras do radar do cindacta que esta no morro na igreja distante ainda uns 30km, bem visivel deste ponto. Esse morro dos anastacios tem um temido charco, da primeira vez que passei ali eu não conhecia e cruzamos exatamente no meio dele, levamos quase 2 horas afundando os pés nas turfas. Desta vez fui bordeando o peral até proximo da antena e ali cruzamos o morro já no caminho para a trilha que descia para o próximo vale. Desta vez encontramos o capataz da fazenda Anastacio, era o Edson que era o irmão da Dona Zue da Fazenda Santa Candida, batemos um papo e depois a gente seguiu o caminho.
      Logo adiante começa a descida por um pequeno vale margeando o rio, passando por cerca de arame farpado (uma constante no percurso inclusive). Até chegar no vale, um vale muito bonito, eu particularmente acho essa passagem o ponto alto da travessia, cercado por morros com muita araucaria, o vale verde serpenteado pelo rio, e nesta epoca estava muito florido. Segue proximo as bordas até a subida do morro do outro lado. O topo é formado de esporões de pedra e logo abaixo é o canyon do Portal. Chegamos ai por volta das 13h e almoçamos a serração tomou conta do lugar. Esse vale é bem largo e com um grande charco no meio. Interessante que a grande maiorias destes vales com excessão talvez do canyon do Funil todos os rios correm sentido oeste. Aqui para evitar o charco tem que descer a encosta e ir sentido oeste passar ao lado de uma pequena mata  e descer pelo piquete (cruzando alguns arames farpados) ao avistar o saleiro seguir em direção a ele, cruze e siga adiante em direção a rampa do morro do outro lado, vai cruzar o rio que se forma no charco. Uma boa parada para um banho. Depois é só subir a rampa parece uma antiga estrada de caminhão da epoca das madeireiras. No plano tem um grande charco de novo, tentar cruzar o quanto antes até a mata do outro lado e seguir pro norte, vai ser observado duas "ilhas" de mata no meio do charco. Ali uma pausa na borda é bem vindo pela vista e preparar o folego para a subida.





       


       
      A subida tem dois lances, e o ultimo chega no topo onde vai caminhar muito proximo da borda, mantenha esse caminho pois o campo com alguns pinus ellioti é um grande charco. Ai tem um marco geodesico e logo a seguir a mata que separa do Canyon Laranjeiras. É um vara mato de uns 800m em descida com muitas trilhas de boi, bem facil se perder, tem q manter sempre norte até sair no campo do outro lado. Neste campo caminha-se por um vale muito bonito rodeado de mata logo abaixo a esquerda vai seguindo o fluxo do rio que curiosamente 2 rios correm paralelos um de cada lado das matas e um corredor de campo no meio, fomos seguindo por ai já passado das 16h. no final deste corredor a esquerda esta o canyon, porem tem q tomar cuidado ao adentrar na mata pois é um labirinto de caminhos, muito facil se perder, mantenha-se entre a mata e o campo, apesar de ser dificil isso tambem, por conta da grande trilha que tem nessa mata. Neste momento demoramos bastante até alcançar as bordas do canyon, mas ali achamos um local excelente para acampar, perto de agua, quase na borda do canyon e com uma cachoeira para banhar-se a 5 min de caminhada. Essa cachoeira esta no pequeno canyon que forma a grande cascata do canyon Laranjeiras. Acampamos ali mesmo e montamos a barraca e nossa cozinha. Foi mais uma noite de muitas risadas e vinho. Tivemos a sorte de ver um espetaculo da natureza proporcionado pelos vagalumes. No dia seguinte amanheceu um dia de sol e exploramos bastante as redondezas, inclusive indo até o castelo, uma quase "ilha" de pedra rodeada por paredões de todos os lados tendo somente uma pequena passagem estreita na mata para cruzar. Caminhamos bastante pela mata atrás e por seu labirinto até o vale que viemos. Pela tarde fomos até a cachoeira e tomamos um belo banho gelado. Continuamos mais uma noite acampados ali.








       


      No dia seguinte saimos cedo uma pequena garoa que logo se foi, caminhamos até a outra borda do mirante principal do canyon e cerca de uma hora ate a fazenda Laranjeiras pela trilha principal, na fazenda fomos falar com o sr. Assis e Dna. Zuê. Ficamos um pouco por ali e depois tocamos pela estrada até a propriedade do Gigio. Desta vez não ficamos para o almoço, nos despedimos deles e agradecemos a receptividade de sempre. (RECOMENDO MUITO ALMOÇAR ALI) agora ele esta estruturando melhor para atender mais gente, construiu 2 chales que quero logo, logo levar minhas meninas lá para uma passeio a cavalo, comer pinhão, e curtir a vida do campo.














    • Por casal100
      Realizamos no periodo de 05 a 17 de Julho de 2015 a Volta completa da ilha de florianopolis a pé. Foram 12 dias e 251 quilometros.
      Somente a trilha entre ponta de canas e lagoinha que estava fechada, as outras estavam abertas.
      Em breve relato completo.
    • Por beatrizz
      Saudações meus queridos! 
      É com muito prazer que começo esse relato. Afinal, relatar não é apenas descrever, mas é REVIVER! 
      Bom. A história da travessia começou no Mirante da Serra do Rio do Rastro, onde eu, @darlyn e @Dionathan Biazus encontramos o senhor Miguel. Fizemos 6 horas de estrada desde Chapeco até o Mirante.
      O Miguel é o proprietário das terras onde a travessia acontece, então é com ele que tem que combinar as paradas. Cara super gente fina, de uma simplicidade enorme. O próprio mirante já é um ponto de partida (mas longe de ser o ápice da trip). 
      Mirante da serra do rio do Rastro: o mirante tem um murinho onde as pessoas ficam contemplando o visu da estrada da serra, cercada por suas montanhas. E tem sempre visitas dos quatis... É bom pontuar que aqui é sempre cheio de pessoas, se você quer ficar em contato com a natureza, não apenas olhe a mata, mas entre nela. Não só olhe a montanha mas vá até o topo! 
      Seguindo então, encontramos nossos outros dois parceiros dessa empreitada @dumelo39 e o Lucas, que vieram do Rio de Janeiro! Assim juntou toda a piazada haha.
      Fomos com o Miguel de 4x4 até a primeira fazenda. Ele cobra cerca de 150 pila o transfer (total) e 30 por dia pra acampar nas terras. Pra entrar nessa primeira fazenda mais 10 pilinha por cabeça. 
      Começamos então a subida até o primeiro destino: canyon Laranjeiras, daí foi cerca de 2 horas. O caminho é relativamente tranquilo, apenas umas partes com barro (fichinha perto do que viria a frente). 
      Canyon Laranjeiras: maravilhosamente lindo, o canyon tem 3 pontos principais pra parar. A parte mais do fundo é onde fomos pra descansar um pouco e comer. Estávamos nessa função quando do nada o tempo se armou e caiu um mundo de água. Ainda bem que deu tempo que fazer uma casinha com uma lona grande que o querido Dihonatan levou. Ficamos um tempo ali até que passou a chuva e seguimos.
      Nos tracklog tem uma parte que direciona pra fazer a borda do laranjeiras. Mas como estava muito úmido resolvemos seguir a dica de um guia que estava por ali, e cortamos reto saindo do laranjeiras. 
      Nessa primeira parte já tivemos contato com nossos amigos que apareceram muito nessa travessia: OS CHARCOS! 
      Isso mesmo, lemos tanto sobre eles nos relatos que já chegamos meio preparados. Mas quando começou de verdade, que o pé afundou no barro ou na água que nos demos conta do que eram esses caras. Foi só até acostumar. 
      Chegamos então na entrada de uma floresta, onde começou uma trilha punk. Íngreme, floresta fechada, terreno encharcado (a mochila ficando presa nos galhos uhuuull) coisa linda! Depois de atravessar e subir pelo mato conseguimos ver uma abertura e chegamos a uma plantação de pinheirinhos americanos. Dali passamos uma cerca e entramos na pior parte de charcos. Apareceu outro desafio. A Viração, que é uma neblina densa que cobre tudo. 
      Decidimos acampar ali na plantação mesmo. Arrumamos as coisas, fizemos nosso super miojo e descansamos o corpo pro outro dia, nesse primeiro dia fizemos uns 7 kms. 
      O dia amanheceu com um sol tímido e seguimos viajem, andamos uns 10 kms nesse dia, passando por vários picos de tirar o fôlego. 
      Chegamos ao canyon do Funil cedo, as 15:30, e resolvemos ficar por ali pra aproveitar a vista e continuar no outro dia. Armamos acampamento e logo veio a chuva. Mas já estávamos preparados, ali perto tem um córrego que da pra tomar um banho massa. 
      Era umas 18 e a gente já estava dormindo, porque o corpo estava pedindo. Umas 2 da manhã olhamos pra fora esperando ver uma chuvarada, que o barulho lá fora tava de arrasar, mas era só o vento chegando. O céu estava limpando e lua deu seu espetáculo. Depois de um bom chá /café deu pra olhar as estrelas um tempo até o sono voltar. Aí dormimos até umas 5 e pouco, quando o vento aumentou e o sol começou a chegar. Demos muita sorte, porque o amanhecer foi coisa de outro mundo. 
      Começamos a desmontar o acamps umas 8 e demoramos porque o vento tava do caramba. 
      Caminhamos mais uns 8 kms pelas bordas dos canyons até o final da travessia onde chegamos na porteira final saindo no asfalto, perto da sub estação. Mais alguns kms no asfalto uns 3 e voltamos ao Mirante... 
      Super cansados, mas já querendo voltar e começar tudo de novo. Tivemos um almoço dos deuses lá no Mirante. Depois de quase três dias a base de miojo, uma lasanha caiu super bem. 
      É muito difícil traduzir em palavras o que é uma travessia ou trilha com montanha. Porque o sentimento só pode ser sentido, todo o desafio, desde o peso, o cansaço, o medo, até ficar deslumbrado olhando a imensidão e tendo um pouco de consciência de como somos pequenos nesse universo e como a natureza é perfeita, com respeito, prudência e amor pela natureza, concluímos com sucesso a travessia. Super recomendado. 
      🙏👏🌲🌲🌲




















    • Por Marlon Escoteiro
      Pico da Pedra - SC - março/2019
      Este pico tem 680m e esta na região de Balneário Camboriú-SC. Do topo é possível avistar desde a praia de Gravata ao lado de Penha até a ponta norte da ilha de Florianópolis. Mas a vista privilegiada é da Balneário Camboriú e itapema que estão logo abaixo com todo aquele mar ao redor.
      Desta vez fiz a trilha com minha filha de 8 anos que foi super de boa levamos 1h45min, sozinho faço em 1h.
      De carro passe pela Av. Rio Amazonas em Camboriú-SC em direção a Itapema via estrada velha, mantenha-se sempre a direita nas bifurcações acompanhando o rio a direita também. Já fiz de bike algumas vezes, é um bom rolê. A estrada sobe uma serra e termina no sítio Brilho Verde. Uma casa rural com excelente estrutura, tendo banheiros, estacionamento, serve pastel e caldo de cana. Muito organizado e limpo. 
      A trilha começa aí, no começo uma leve subida ainda em estrada, passa por uma pedreira de mármore e logo adiante se fecha em trilha dentro da mata.

      A primeira parte a subida é leve. Depois de uns 20min aparece uma bifurcação siga a esquerda pois a direita leva a uma area rural do outro lado do pico. Mais adiante vem uma parte plana passando num belo jardim de mata Atlântica. 
      Agora começa a subida são 4 lances pelas raizes e erosões. Utiliza um pouco as mãos mas bem de boa.

      O último lance já é no topo uma rampa de pedra exposta resultado da erosão de tantas pessoas q ali passaram.

      No topo a vista é magnífica. Podendo avistar todo o litoral.

       



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