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Valeu, Nanci!!!

Já vi seus relatos!!

Olha só o que pensei:

 

Dia 02/04: eu quero terminar o centro/ponte/trapiche lá pelas 11h e pegar o Executivo Jurerê até o Forte São José... Devo chegar no máximo 12h30. Aí o resto da tarde passo na praia e dando uma olhada nas mansões e pego um ônibus de tardezinha para Santo Antônio. Lá dou uma andada no bairro, como algo e volto à noite.

 

Dia 3/04: acho que iria pra Praia dos Ingleses que tá mais fácil. Pego o TILAG - TICAN e desço o mais perto possível da praia e vou andando. Ali fico até umas 10h30. Aí pegaria ali na praia o ônibus Ingleses até o Costão do Santinho. Tanto o arvorismo quanto a trilha pro Morro das Aranhas (por acaso, vc viu cobra em alguma trilha?) são ali. Acho que das 11h às 15h30 já acabei isso e já almocei rapidinho. Aí o problema é voltar pra fazer o passeio da Costa da Lagoa. Tem outro ponto de onde partem os barcos sim. É dentro do Parque Florestal Rio Vermelho. Não achei a localização certa mas desconfio onde seja pelo mapa... Se o ônibus puder me deixar perto, ótimo. Se não, tenho que fazer o passeio desde o centrinho... Ali na Costa só quero ir na cachoeira, dar uma andada pela trilha só para ver os vilarejos e voltar para comer. Volto de barco pro centrinho.

 

Dia 4/04: o grande problema é que o passeio pra Ilha vc deve ir e voltar com o mesmo barco e eles demoram uma vida pra voltar de lá. Eu não tenho mta paciência de ficar morgando na praia. Faria uma trilhinha, descansaria, cairia na água e pra mim já deu. Hahaha... Já pensei várias formas de ir pros 3 lugares. A ideia mais recente é ir à Lagoinha pela trilha do Pântano, chegar lá umas 9h, talvez subir o Morro da Coroa (se não for mto difícil) e voltar ou pela mesma trilha ou de barco para o Pântano do Sul (se estiverem operando no feriado), almoçar no Bar do Arante... isso até 13h, 13h30. Aí iria pra Armação (de táxi não deve custar mto, se não rolar ônibus) e pegaria um barco pra Ilha. Aí tô vendo com o moço que faz o trajeto se teria como eu voltar mais cedo, lá pelas 16h30, 17h. Como estou sozinha, não deve ter problema em me encaixar num barco que não foi totalmente cheio, eu penso. Aí mais uma vida pra chegar a Ribeirão da Ilha. Pelo que tô vendo tenho que pegar um ônibus de Armação/Pântano ao TIRIO e de lá pegar um que passa por Ribeirão... mas a ideia é chegar entre 18h30 e 19h mesmo. Um saco. De carro é em 30 ou 40 min. Mas se não rolar isso de voltar mais cedo do passeio da Ilha do Campeche, tenho que escolher 2 entre Ilha, Lagoinha e Ribeirão. Quais são melhores? Tb tô pensando em trazer esse passeio pra quinta por causa dos horários de ônibus, mas aí tem que ver se tem os passeios de barco em dia de semana.

 

Dia 4/04: tá light. Se não der pra fazer Ribeirão ou a Costa da Lagoa nos dias anteriores talvez até tenha como encaixar nesse dia, principalmente o segundo, que não depende de ônibus, já que estarei hospedada no centrinho...

 

Ah, sei lá se tô dimensionando mal os tempos, mas sou meio inquieta mesmo. Gosto de fazer aproveitar ao máximo os dias. Hehehe..

O que vcs acham?

 

Oi Paula,

 

Eu concordo totalmente com os comentários do João. Seguem algumas observações adicionais:

 

Em relação ao transporte público de Floripa, o lado bom é que os horários são cumpridos, menos se tiver gdes engarrafamentos. O lado ruim é que em muitas regioes temos poucos horários, principalmente nos finais de semana.

 

Dia 1: O centro de Floripa não é nenhuma brastemp. Vc pode deixar esta programacao p o ultimo dia e antecipar se o tempo estiver ruim.

 

Dia 2: veja os horarios e o tempo de viagem da linha lagoa - canasvieiras, a linha é longa e os horarios escaaaassos.. A trilha do morro das aranhas leva entre 1:30 e 2hs a partir do costao ate retornar pela praia de Mocambique entrando pelos fundos do hotel(faz tempo q nao vou, nao lembro bem o tempo) . Nao creio q tenha cobra nesta trilha, pois é bem aberta. Alem do barco que sai do centrinho da Lagoa tem barco para a Costa da Lagoa saindo da reserva do Rio Vermelho. Só que este trapiche não é acessível de bus. Da geral do Rio Vermelho (rodovia Joao Gualberto Soares) tem q caminhar bastante em estrada de terra (pelo menos até a ultima vez q fui por lá era de terra). Ah! E a cachoeira da Costa da Lagoa é bem fraquinha. Legal na Costa, na minha opiniao, é o visual do caminho, princpalmente pela trilha, andar pela comunidade local e comer peixe e camarao bom e barato nos vários restaurantes da vila.

 

Dia 3: Esse dia tá impossível. A trilha da Lagoinha leva no mínimo 1:30hs para ir, mais o tempo para conhecer a praia, caminhar até a lagoa e, ufa, voltar. Se fizer da Lagoinha para Matadeiro (ao lado da Armação) tem menos subida, mas demora mais. Vc pode conseguir barco no Pantano do Sul se o mar estiver tranquilo. Os barcos para o Campeche ficam 4 hs na ilha. Eles vão saindo qdo enchem. Se vc for a tarde, é mais dificil ter barco. Quinta-feira da semana santa é provável que tenha barco p a ilha do Campeche.

 

Percebi q na sua programacao o unico dia q vc pretende curtir o rango é no Arantes. Na Costa da Lagoa tem várias boas opcoes de frutos do mar, especialmente sequencia de camarao. Em Sto Antonio tb tem otimos restaurantes. E o Ribeirao da Ilha é ideal para apreciar ostras. Por lá todos os restaurantes tem fazenda de ostras. Se vc gosta de ostras, Floripa é o lugar.

 

Espero ter ajudado

 

Abs

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Dia 02/04: eu quero terminar o centro/ponte/trapiche lá pelas 11h e pegar o Executivo Jurerê até o Forte São José... Devo chegar no máximo 12h30. Aí o resto da tarde passo na praia e dando uma olhada nas mansões e pego um ônibus de tardezinha para Santo Antônio. Lá dou uma andada no bairro, como algo e volto à noite.

 

Dia 3/04: acho que iria pra Praia dos Ingleses que tá mais fácil. Pego o TILAG - TICAN e desço o mais perto possível da praia e vou andando. Ali fico até umas 10h30. Aí pegaria ali na praia o ônibus Ingleses até o Costão do Santinho. Tanto o arvorismo quanto a trilha pro Morro das Aranhas (por acaso, vc viu cobra em alguma trilha?) são ali. Acho que das 11h às 15h30 já acabei isso e já almocei rapidinho. Aí o problema é voltar pra fazer o passeio da Costa da Lagoa. Tem outro ponto de onde partem os barcos sim. É dentro do Parque Florestal Rio Vermelho. Não achei a localização certa mas desconfio onde seja pelo mapa... Se o ônibus puder me deixar perto, ótimo. Se não, tenho que fazer o passeio desde o centrinho... Ali na Costa só quero ir na cachoeira, dar uma andada pela trilha só para ver os vilarejos e voltar para comer. Volto de barco pro centrinho.

 

Dia 4/04: o grande problema é que o passeio pra Ilha vc deve ir e voltar com o mesmo barco e eles demoram uma vida pra voltar de lá. Eu não tenho mta paciência de ficar morgando na praia. Faria uma trilhinha, descansaria, cairia na água e pra mim já deu. Hahaha... Já pensei várias formas de ir pros 3 lugares. A ideia mais recente é ir à Lagoinha pela trilha do Pântano, chegar lá umas 9h, talvez subir o Morro da Coroa (se não for mto difícil) e voltar ou pela mesma trilha ou de barco para o Pântano do Sul (se estiverem operando no feriado), almoçar no Bar do Arante... isso até 13h, 13h30. Aí iria pra Armação (de táxi não deve custar mto, se não rolar ônibus) e pegaria um barco pra Ilha. Aí tô vendo com o moço que faz o trajeto se teria como eu voltar mais cedo, lá pelas 16h30, 17h. Como estou sozinha, não deve ter problema em me encaixar num barco que não foi totalmente cheio, eu penso. Aí mais uma vida pra chegar a Ribeirão da Ilha. Pelo que tô vendo tenho que pegar um ônibus de Armação/Pântano ao TIRIO e de lá pegar um que passa por Ribeirão... mas a ideia é chegar entre 18h30 e 19h mesmo. Um saco. De carro é em 30 ou 40 min. Mas se não rolar isso de voltar mais cedo do passeio da Ilha do Campeche, tenho que escolher 2 entre Ilha, Lagoinha e Ribeirão. Quais são melhores? Tb tô pensando em trazer esse passeio pra quinta por causa dos horários de ônibus, mas aí tem que ver se tem os passeios de barco em dia de semana.

 

Dia 4/04: tá light. Se não der pra fazer Ribeirão ou a Costa da Lagoa nos dias anteriores talvez até tenha como encaixar nesse dia, principalmente o segundo, que não depende de ônibus, já que estarei hospedada no centrinho...

 

Ah, sei lá se tô dimensionando mal os tempos, mas sou meio inquieta mesmo. Gosto de fazer aproveitar ao máximo os dias. Hehehe..

O que vcs acham?

 

Oi Paula,

 

Eu concordo totalmente com os comentários do João. Seguem algumas observações adicionais:

 

Em relação ao transporte público de Floripa, o lado bom é que os horários são cumpridos, menos se tiver gdes engarrafamentos. O lado ruim é que em muitas regioes temos poucos horários, principalmente nos finais de semana.

 

Dia 1: O centro de Floripa não é nenhuma brastemp. Vc pode deixar esta programacao p o ultimo dia e antecipar se o tempo estiver ruim.

 

Dia 2: veja os horarios e o tempo de viagem da linha lagoa - canasvieiras, a linha é longa e os horarios escaaaassos.. A trilha do morro das aranhas leva entre 1:30 e 2hs a partir do costao ate retornar pela praia de Mocambique entrando pelos fundos do hotel(faz tempo q nao vou, nao lembro bem o tempo) . Nao creio q tenha cobra nesta trilha, pois é bem aberta. Alem do barco que sai do centrinho da Lagoa tem barco para a Costa da Lagoa saindo da reserva do Rio Vermelho. Só que este trapiche não é acessível de bus. Da geral do Rio Vermelho (rodovia Joao Gualberto Soares) tem q caminhar bastante em estrada de terra (pelo menos até a ultima vez q fui por lá era de terra). Ah! E a cachoeira da Costa da Lagoa é bem fraquinha. Legal na Costa, na minha opiniao, é o visual do caminho, princpalmente pela trilha, andar pela comunidade local e comer peixe e camarao bom e barato nos vários restaurantes da vila.

 

Dia 3: Esse dia tá impossível. A trilha da Lagoinha leva no mínimo 1:30hs para ir, mais o tempo para conhecer a praia, caminhar até a lagoa e, ufa, voltar. Se fizer da Lagoinha para Matadeiro (ao lado da Armação) tem menos subida, mas demora mais. Vc pode conseguir barco no Pantano do Sul se o mar estiver tranquilo. Os barcos para o Campeche ficam 4 hs na ilha. Eles vão saindo qdo enchem. Se vc for a tarde, é mais dificil ter barco. Quinta-feira da semana santa é provável que tenha barco p a ilha do Campeche.

 

Percebi q na sua programacao o unico dia q vc pretende curtir o rango é no Arantes. Na Costa da Lagoa tem várias boas opcoes de frutos do mar, especialmente sequencia de camarao. Em Sto Antonio tb tem otimos restaurantes. E o Ribeirao da Ilha é ideal para apreciar ostras. Por lá todos os restaurantes tem fazenda de ostras. Se vc gosta de ostras, Floripa é o lugar.

 

Espero ter ajudado

 

Abs

 

 

Netuno

 

Para eu ir fazer o passeio da costa da lagoa saindo dos Ingleses a melhor opção para embarque é no trapiche ao lado da Lagoa da Conceição? Como eu faço para chegar nesse ponto?

Você acha que da para fazer esse passeio de manhã, almoçar por lá e a tarde ir para a Praia Mole?

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Para a Costa da Lagoa vc pode ir de barco ou trilha.

Por trilha:

Para quem esta em Ingleses (ou outro bairro no norte da ilha) sem carro, pode fazer a trilha Ratones - Costa da Lagoa e voltar de barco para o centrinho da Lagoa. La vc pega bus para a Praia Mole. Se estiver de carro, acho melhor fazer a trilha Canto da Lagoa - Costa da Lagoa, voltar de barco saltando no ponto 3 (que é onde estaciona o carro) e entao seguir para a Praia Mole. As 2 trilhas levam em torno de 1:30 (ida). A primeira sobe e desce o morrão e tem belissimo visual da lagoa da Conceicao lá do alto. A segunda vai margeando a lagoa, sempre com bom visual da lagoa. Tem varias pequenas subidas e descidas, mas nao tem morrao.

Sem trilha:

Se estiver de carro em Ingleses o melhor é pegar o barco na Reserva do Rio Vermelho. Como este trapiche é longe da rodovia onde passa o bus, para quem esta sem carro, acho melhor ir de bus ate o centrinho da lagoa.

Dá para fazer a Costa de manhã e pegar uma praia a tarde. Para quem gosta de almocar mais tarde, fazer o contrario pode ser mais interessante.

Para quem vem do leste (Rio Vermelho, Barra da Lagoa) o trapiche fica no final da Av. das Rendeiras. Após descer o morro da Praia Mole vira a direita (para esquerda seria Joaquina), na beira da lagoa vira a direita (ou mergulha, hehehe) e esta avenida que de um lado tem a lagoa e do outro vários bares e restaurantes é a Av. das Rendeiras. No final das Rendeiras tem uma ponte, junto a ponte está o ponto inicial dos barcos para a Costa. Para quem vem do centro, após descer o morro da Lagoa passa pelo centrinho e então vai ver a ponte e a av. das Rendeiras.

 

Espero ter ajudado. Boas Trips

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Para a Costa da Lagoa vc pode ir de barco ou trilha.

Por trilha:

Para quem esta em Ingleses (ou outro bairro no norte da ilha) sem carro, pode fazer a trilha Ratones - Costa da Lagoa e voltar de barco para o centrinho da Lagoa. La vc pega bus para a Praia Mole. Se estiver de carro, acho melhor fazer a trilha Canto da Lagoa - Costa da Lagoa, voltar de barco saltando no ponto 3 (que é onde estaciona o carro) e entao seguir para a Praia Mole. As 2 trilhas levam em torno de 1:30 (ida). A primeira sobe e desce o morrão e tem belissimo visual da lagoa da Conceicao lá do alto. A segunda vai margeando a lagoa, sempre com bom visual da lagoa. Tem varias pequenas subidas e descidas, mas nao tem morrao.

Sem trilha:

Se estiver de carro em Ingleses o melhor é pegar o barco na Reserva do Rio Vermelho. Como este trapiche é longe da rodovia onde passa o bus, para quem esta sem carro, acho melhor ir de bus ate o centrinho da lagoa.

Dá para fazer a Costa de manhã e pegar uma praia a tarde. Para quem gosta de almocar mais tarde, fazer o contrario pode ser mais interessante.

Para quem vem do leste (Rio Vermelho, Barra da Lagoa) o trapiche fica no final da Av. das Rendeiras. Após descer o morro da Praia Mole vira a direita (para esquerda seria Joaquina), na beira da lagoa vira a direita (ou mergulha, hehehe) e esta avenida que de um lado tem a lagoa e do outro vários bares e restaurantes é a Av. das Rendeiras. No final das Rendeiras tem uma ponte, junto a ponte está o ponto inicial dos barcos para a Costa. Para quem vem do centro, após descer o morro da Lagoa passa pelo centrinho e então vai ver a ponte e a av. das Rendeiras.

 

Espero ter ajudado. Boas Trips

 

 

Eu vou de sair de BUS

Vou pegar o 842/840 (TICAN-TILAG) e descer no TILAG. Do TILAG até esse trapiche da para ir a pé?

Ou eu posso pegar o 842/840, descer na Praia Mole. Depois eu pego o 842/840 na Mole e vou para o TILAG e faço o passeio pela costa da lagoa pela tarde. Mas acho que prefiro ir pra costa da lagoa cedinho

 

Netuno, mais uma dúvida

Esse 842/840 que passa pela Mole na ida para o TILAG passa na volta para o TICAN?

Assim, consigo pegá-lo e descer na praia mole e quando for voltar para os Ingleses eu consigo pegar ele na Mole para o TICAN?

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Para quem esta em Ingleses (ou outro bairro no norte da ilha) sem carro, pode fazer a trilha Ratones - Costa da Lagoa e voltar de barco para o centrinho da Lagoa. La vc pega bus para a Praia Mole. Se estiver de carro, acho melhor fazer a trilha Canto da Lagoa - Costa da Lagoa, voltar de barco saltando no ponto 3 (que é onde estaciona o carro) e entao seguir para a Praia Mole. As 2 trilhas levam em torno de 1:30 (ida). A primeira sobe e desce o morrão e tem belissimo visual da lagoa da Conceicao lá do alto. A segunda vai margeando a lagoa, sempre com bom visual da lagoa. Tem varias pequenas subidas e descidas, mas nao tem morrao.

Sem trilha:

Se estiver de carro em Ingleses o melhor é pegar o barco na Reserva do Rio Vermelho. Como este trapiche é longe da rodovia onde passa o bus, para quem esta sem carro, acho melhor ir de bus ate o centrinho da lagoa.

Dá para fazer a Costa de manhã e pegar uma praia a tarde. Para quem gosta de almocar mais tarde, fazer o contrario pode ser mais interessante.

Para quem vem do leste (Rio Vermelho, Barra da Lagoa) o trapiche fica no final da Av. das Rendeiras. Após descer o morro da Praia Mole vira a direita (para esquerda seria Joaquina), na beira da lagoa vira a direita (ou mergulha, hehehe) e esta avenida que de um lado tem a lagoa e do outro vários bares e restaurantes é a Av. das Rendeiras. No final das Rendeiras tem uma ponte, junto a ponte está o ponto inicial dos barcos para a Costa. Para quem vem do centro, após descer o morro da Lagoa passa pelo centrinho e então vai ver a ponte e a av. das Rendeiras.

 

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Eu vou de sair de BUS

Vou pegar o 842/840 (TICAN-TILAG) e descer no TILAG. Do TILAG até esse trapiche da para ir a pé?

Ou eu posso pegar o 842/840, descer na Praia Mole. Depois eu pego o 842/840 na Mole e vou para o TILAG e faço o passeio pela costa da lagoa pela tarde. Mas acho que prefiro ir pra costa da lagoa cedinho

 

Netuno, mais uma dúvida

Esse 842/840 que passa pela Mole na ida para o TILAG passa na volta para o TICAN?

Assim, consigo pegá-lo e descer na praia mole e quando for voltar para os Ingleses eu consigo pegar ele na Mole para o TICAN?

 

Rodrigo,

 

Na ida para a Lagoa vc desce do bus antes do TILAG. O bus vai passar pela Av das Rendeiras e em frente ao pto de saída do barco. Só não sei te dizer se o melhor pto é antes ou depois do trapiche, mas c certeza o motorista sabe. Se saltar do TILAG tb dá para ir andando.

Da Praia Mole para a Lagoa (e vice-versa) além do raro bus Canas-Lagoa tem o muito + frequente Barra da Lagoa (360).

O Canas-Lagoa vai e volta pelo mesmo caminho. Lagoa, Mole, Barra da Lagoa, Rio Vermelho, Ingleses, Canas.

Se vc fizer primeiro Praia Mole e depois Costa, pode tb voltar para Ingleses pela SC-401 e, quem sabe, dar uma parada em Sto Antonio de Lisboa. Nesse caso, vc pega um bus do TILAG para o Titri e lá vc pega o Sto Antonio.

 

Abs

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Para quem esta em Ingleses (ou outro bairro no norte da ilha) sem carro, pode fazer a trilha Ratones - Costa da Lagoa e voltar de barco para o centrinho da Lagoa. La vc pega bus para a Praia Mole. Se estiver de carro, acho melhor fazer a trilha Canto da Lagoa - Costa da Lagoa, voltar de barco saltando no ponto 3 (que é onde estaciona o carro) e entao seguir para a Praia Mole. As 2 trilhas levam em torno de 1:30 (ida). A primeira sobe e desce o morrão e tem belissimo visual da lagoa da Conceicao lá do alto. A segunda vai margeando a lagoa, sempre com bom visual da lagoa. Tem varias pequenas subidas e descidas, mas nao tem morrao.

Sem trilha:

Se estiver de carro em Ingleses o melhor é pegar o barco na Reserva do Rio Vermelho. Como este trapiche é longe da rodovia onde passa o bus, para quem esta sem carro, acho melhor ir de bus ate o centrinho da lagoa.

Dá para fazer a Costa de manhã e pegar uma praia a tarde. Para quem gosta de almocar mais tarde, fazer o contrario pode ser mais interessante.

Para quem vem do leste (Rio Vermelho, Barra da Lagoa) o trapiche fica no final da Av. das Rendeiras. Após descer o morro da Praia Mole vira a direita (para esquerda seria Joaquina), na beira da lagoa vira a direita (ou mergulha, hehehe) e esta avenida que de um lado tem a lagoa e do outro vários bares e restaurantes é a Av. das Rendeiras. No final das Rendeiras tem uma ponte, junto a ponte está o ponto inicial dos barcos para a Costa. Para quem vem do centro, após descer o morro da Lagoa passa pelo centrinho e então vai ver a ponte e a av. das Rendeiras.

 

Espero ter ajudado. Boas Trips

 

 

Eu vou de sair de BUS

Vou pegar o 842/840 (TICAN-TILAG) e descer no TILAG. Do TILAG até esse trapiche da para ir a pé?

Ou eu posso pegar o 842/840, descer na Praia Mole. Depois eu pego o 842/840 na Mole e vou para o TILAG e faço o passeio pela costa da lagoa pela tarde. Mas acho que prefiro ir pra costa da lagoa cedinho

 

Netuno, mais uma dúvida

Esse 842/840 que passa pela Mole na ida para o TILAG passa na volta para o TICAN?

Assim, consigo pegá-lo e descer na praia mole e quando for voltar para os Ingleses eu consigo pegar ele na Mole para o TICAN?

 

Rodrigo,

 

Na ida para a Lagoa vc desce do bus antes do TILAG. O bus vai passar pela Av das Rendeiras e em frente ao pto de saída do barco. Só não sei te dizer se o melhor pto é antes ou depois do trapiche, mas c certeza o motorista sabe. Se saltar do TILAG tb dá para ir andando.

Da Praia Mole para a Lagoa (e vice-versa) além do raro bus Canas-Lagoa tem o muito + frequente Barra da Lagoa (360).

O Canas-Lagoa vai e volta pelo mesmo caminho. Lagoa, Mole, Barra da Lagoa, Rio Vermelho, Ingleses, Canas.

Se vc fizer primeiro Praia Mole e depois Costa, pode tb voltar para Ingleses pela SC-401 e, quem sabe, dar uma parada em Sto Antonio de Lisboa. Nesse caso, vc pega um bus do TILAG para o Titri e lá vc pega o Sto Antonio.

 

Abs

 

 

Netuno,

 

Olhei aqui Sto Antonio de Lisboa! Acho que vou trocar a costa da lagoa por lá

Creio que farei o seguinte trajeto:

 

 

Sábado : Ingleses-Praia Mole (842)

Mole-Barra da Lagoa (360)

Barra da Lagoa - Ingleses (842, pegando o que vem do TILAG)

 

 

Domingo: Devo ficar na praia dos Ingleses de manhã e a tarde. Ai lá pelas 16 horas pego o Gaivotas Circular até o TICAN e do TICAN eu pego o 221 até Sto Antonio de Lisboa e para voltar eu talvez pegue um táxi

 

 

Surgiu mais uma dúvida aqui, hhahaha

Estou pensando em pegar na Barra da Lagoa o 842 que sairá às 20:50 do TILAG com destino ao TICAN. Essa linha passa pela Barra da Lagoa na rua Inelzir Bauer Bertoli. Existe uma parada de ônibus nessa rua?

 

Eu estarei na rua das gaivotas nos Ingleses e na volta eu não queria ir até o TICAN e depois pegar um taxi para a minha pousada.Esse 842 entra nos Ingleses pela SC-406. Da para pegar um taxi para rua das Gaivotas na entrada dos Ingleses?

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Surgiu mais uma dúvida aqui, hhahaha

Estou pensando em pegar na Barra da Lagoa o 842 que sairá às 20:50 do TILAG com destino ao TICAN. Essa linha passa pela Barra da Lagoa na rua Inelzir Bauer Bertoli. Existe uma parada de ônibus nessa rua?

 

Eu estarei na rua das gaivotas nos Ingleses e na volta eu não queria ir até o TICAN e depois pegar um taxi para a minha pousada.Esse 842 entra nos Ingleses pela SC-406. Da para pegar um taxi para rua das Gaivotas na entrada dos Ingleses?

 

Eitcha Rodrigo, Faz pergunta fácil rsrsrsrs

 

Não sei dizer os locais de pontos de bus na Barra da Lagoa, mas aqui em Floripa os ptos são muito próximos. Então, com certeza, se não tiver pto nesta rua terá pto em rua próxima.

 

Em geral em Floripa, vc só consegue taxi nos ptos de taxi ou ligando. Não faço ideia onde são os ptos de taxi nos Ingleses, mas c certeza o pessoal da pousada sabe e pode te passar tels de motoristas q trabalhem na regiao.

 

Espero ter ajudado Boas Trips!

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Surgiu mais uma dúvida aqui, hhahaha

Estou pensando em pegar na Barra da Lagoa o 842 que sairá às 20:50 do TILAG com destino ao TICAN. Essa linha passa pela Barra da Lagoa na rua Inelzir Bauer Bertoli. Existe uma parada de ônibus nessa rua?

 

Eu estarei na rua das gaivotas nos Ingleses e na volta eu não queria ir até o TICAN e depois pegar um taxi para a minha pousada.Esse 842 entra nos Ingleses pela SC-406. Da para pegar um taxi para rua das Gaivotas na entrada dos Ingleses?

 

Eitcha Rodrigo, Faz pergunta fácil rsrsrsrs

 

Não sei dizer os locais de pontos de bus na Barra da Lagoa, mas aqui em Floripa os ptos são muito próximos. Então, com certeza, se não tiver pto nesta rua terá pto em rua próxima.

 

Em geral em Floripa, vc só consegue taxi nos ptos de taxi ou ligando. Não faço ideia onde são os ptos de taxi nos Ingleses, mas c certeza o pessoal da pousada sabe e pode te passar tels de motoristas q trabalhem na regiao.

 

Espero ter ajudado Boas Trips!

 

 

Beleza Netuno!

Obrigado pelas dicas!!

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Obrigada, João e Netuno!!

Tava escrevendo uma super msg, fechei o navegador e perdi. Ai que raiva.

 

Enfim, mudei minha programação baseado nas dicas que vcs deram. Já que está todo mundo falando que tá impossível o terceiro dia (sábado do feriado) rsrs, tenho que escolher entre:

1. Ilha do Campeche de 9h às 14h30 + Ribeirão de tarde até início da noite (bairro + restaurante de ostra); e

2. Trilhas para Lagoinha do Leste (de Matadeiros a Pântano do Sul + Morro da Coroa, se der) + Bar do Arante + Ribeirão da Ilha de noitinha (restaurante de ostras).

Tendo a curtir mais a segunda opção, mas faria essa trilha só com um grupo. Como estou indo sozinha, tô vendo quanto fica em agências e tal (e aí com transporte incluso pra facilitar). Vcs recomendam alguma agência?

A primeira opção é mais tranquila, dá pra fazer sozinha e sem mta preocupação de horário de ônibus...

 

O segundo dia (sexta-feira santa) tô pensando em:

1. Praia do Santinho + arvorismo no Costão às 10h30 (tem horário às 16h tb) + praia dos Ingleses + passeio de barco até a Costa da Lagoa de tardezinha (visita à cachoeira e vilarejo e janta);

2. Praia do Santinho + arvorismo no Costão às 10h30 + trilha topo do Morro das Aranhas (se tiver grupo ou conseguir por agência. Me recomendaram a não ir sozinha devido a assaltos. Será que é perigoso mesmo?) + Costa da Lagoa (indo pela trilha, cachoeira, janta, volta de barco); e

3. Trilha topo do Morro das Aranhas (se for de agência, capaz de o horário ser de manhã) + praia dos Ingleses + praia do Santinho + arvorismo no Costão às 16h.

Tô preocupada com os horários de ônibus pra ir pro Costão se os horários de sexta, por ser feriado, mudarem e ficarem como os de sábado. Até agora não falaram nada se os horários vão mudar. Geralmente muda nos feriados?

Outra coisa: o app da Moovit me diz que a melhor opção pra ir pro Costão de manhãzinha é indo pro TICEN pelo Lagoa Semidireto e dali pegar o direto pra Canasvieiras e dali o Ingleses, o que levaria 1h12 em dia de semana e qse 2h no sábado. Essa é mesmo a melhor opção? Eu tinha pensado em pegar o Lagoa/Canasvieiras e descer num ponto em que passa o Ingleses vindo do TICAN (já até vi que tem esse ponto, na R. Intendente João Nunes Vieira! Hahaha), o que daria um pouco mais de 1h, não sei... Talvez seja melhor ir pelo outro lado mesmo, né?

 

Ah, já cansei desses horários de ônibus. Já tenho os planos A e B. O que der deu, o que não der vou ter que voltar pra ver! Hahaha!

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      *INFORMAÇÃO*: Essa travessia é realizada em área particular é OBRIGATÓRIO solicitar AUTORIZAÇÃO para passar nas propriedades do Campo dos Padres. Vamos respeitar os proprietários e manter o local aberto para que possamos continuar com nossas travessias e trekking.
      Entrar em contato com a Fazenda Búfalo da Neve.
      Instagram: @fazendabufalodaneve  via direct
      Fone: 48-99617 7552 Arno Philippi – 48-99152 1277 Lucas Philippi
      *IMPORTANTE*
      -NÃO FAÇA FOGO NUNCA – Use fogareiro
      -LEVE TODO O SEU LIXO EMBORA
      -TUBOSTÃO (Vamos todos começar a usar esse banheiro) nesta região estão muitas nascentes importantes de SC, é necessário mantermos o meio ambiente em equilíbrio e limpo. Temos outras áreas de montanha do Brasil como o Pico Paraná e Pedra da Mina que já estamos tendo problemas sérios de contaminação por conta das fezes, papel higiênico e dos lenços umedecidos deixados nos “banheiros” ao redor das áreas de acampamento. O TUBOSTÃO serve para vc levar tudo isso de volta para a sua casa e descartar no lixo.
       
      Vamos a Travessia
      Essa travessia eu tinha combinado com meu parceiro Bernhard que já havia ido comigo em Itatiaia, porém tive um imprevisto na empresa e acabamos não indo. Sorte nossa, pois foi bem na semana do tal ciclone bomba que destruiu muita coisa em Santa Catarina e no Campo dos Padres não foi diferente, tem áreas de mata lá que parece que passou um trator derrubando tudo. Neste interim entrou em contato comigo o Rafael @dinklerafa perguntando sobre a travessia solo que eu havia feito entre Urubici e Bom Jardim da Serra pelo PNSJ. E que ele estava programando vir para a serra catarinense fazer uma travessia, eu disse que ainda estava em aberto ir para lá e assim combinamos a parceria para a travessia. Marcamos então nos encontrar em Urubici na Pedra da Águia no vale do Rio Canoas no domingo a noite. O meu amigo Bernhard começou a trabalhar naquela semana infelizmente mas por sorte minha foi em Lages, e aproveitei a carona com ele saindo de Itajaí.
      1° Dia – Pedra da Águia
      Este dia já começou de noite. Kkkkkkk cheguei no ponto de encontro quase as 20h, garoava um pouco naquele momento quando o Bernhard me deixou no Vale do Rio Canoas junto a propriedade Pedra da Águia que serve como base para camping e estacionamento para aqueles que vão para o Cânion Espraiado. Chamei na casa e ninguém atendeu apesar de as luzes estarem acesas e ter carro ali estacionado, tão pouco sinal do meu parceiro Rafa que a esse momento já deveria estar por ali, dei uma olhada ao redor para ver se já não estava acampado, mas não encontrei. Aproveitei o ultimo facho de luz do farol do carro e montei próximo ao rio minha barraca. Quando estava ajeitando minhas coisas o Rafa aparece do meio do nada! Ele disse que o taxista deixou ele uns 5 km adiante já em direção ao Cânion Espraiado e ele teve que voltar andando pela estrada na chuva. Ali nos conhecemos e fomos conversando, um cara muito bacana. Enquanto preparávamos nosso rango o papo fluía. Acertamos alguns detalhes referente a travessia como um todo e do próximo dia também, o qual ao invés de seguir o caminho tradicional pela estrada para alcançar o Cânion Espraiado, sugeri então contornar a Pedra da Águia e passar por trás dela e seguir até a borda da Serra Geral próximo ao Corvo Branco e então seguir sentido norte bordeando os peraus até chegar ao Cânion Espraiado. Logo em seguida fomos dormir para descansar.

      2° Dia – Pedra da Águia até o Cânion Espraiado – 12km de trilha

      Acordamos cedo, ainda estava meio nublado mas entre as nuvens já víamos que iriamos ter um dia limpo pela frente. Enquanto a água ia fervendo para o café íamos desmontando o campo e arrumando a mochila. O vale do Rio Canoas nessa região é muito bonito com a vista da Pedra da Águia de fundo as araucárias na extensão do vale e o rio descendo suavemente entre as pedras. Após tudo pronto começamos nossa caminhada as 8h, os cachorros vieram nos seguindo uma parte da estrada e foram dispersando um a um, mas sobrou um pretinho que nos acompanhou toda a trilha. Logo quando contornamos a pedra da Águia passamos pela casa do Candimiro e ficamos ali um tempo de prosa com ele que nos autorizou passar pela propriedade e assim seguimos nosso rumo. Uma subida suave por uma antiga estrada que já não passa mais carro.



      Depois de uma hora e pouco de trilha chegamos a borda da Serra Geral ao sul estava a estrada da Serra do Corvo Branco na direção norte o Cânion Espraiado, paramos para curtir o visual e tirar fotos, naquele momento nos preocupamos um pouco com o cachorro pretinho que vinha nos seguindo. O caminho todo foi bordeando a serra seguindo a estradinha abandonada na margem direita do Espraiado. Em um certo ponto chegamos em uma depressão onde formava um pequeno Cânion afluente do rio Canoas em direção oposta a borda da serra geral ali tinha uma pequena faixa de mata para cruzar e adiante seguimos andando pelos campos, banhados e turfeiras que seriam uma constante em toda a travessia e também curtindo o visual do Cânion. 


      Passado das 13h paramos de frente para a cachoeira do Adão para almoçar. Tinha sobrado um macarrão com linguiça Blumenau da noite anterior e já pus na panela, ainda fervi água para um bom chá de hortelã com gengibre e ali ficamos contemplando aquele visual. Quando retornamos a caminhada vimos logo acima do vértice do Cânion que havia um objeto retangular e ficamos imaginando o que poderia ser, o Rafa falou que poderia ser uma placa informativa eu já pensei que fosse tipo um deposito/armário de madeira para guardar o material do pendulo.  Quando chegamos lá a nossa surpresa foi que era uma geladeira da Cervejaria Patagônia, eles estavam fazendo um comercial publicitário. Ali encontramos também a Carol proprietária da Fazenda Espraiado e ela nos indicou ir na cachoeira e avisou que a outra parte da borda do Cânion estava proibido passar por problemas de vizinhos e uso da área. Descemos até a cachoeira, que na realidade são 2 uma primeira menor que forma um baita poço para banho e a queda principal que desagua por 86m Cânion abaixo. Neste momento flagramos o pretinho abocanhando alguma coisa no mato e quando vimos era um tipo de roedor que em seguida ele soltou no chão.



      Logo fomos em direção a sede da fazenda onde é o camping e hostel do Cânion Espraiado. Ali conversamos com o Jacaré do Cânion que trabalha na fazenda, acertamos com ele o valor de R$ 40 pelo pernoite em camping, comemos um pastel muito bom e montamos nossa barraca, depois ficamos no galpão crioulo ao redor do fogo de chão proseando e tomando uma cerveja Patagônia com o Jacaré. Aproveitei para secar minhas meias, com os furos que minha bota tinha e os banhados no caminho esse seria um problema que eu enfrentaria todos os dias com os pés molhados. Também recarregamos o celular e aproveitamos para mandar as últimas mensagens pois a partir dali não teria mais sinal pelos próximos 4 dias. Preparei minha janta uma bela polenta com bacon e conversando com o pessoal, falaram que a partir dos 2 próximos dias viria uma frente fria muito forte. Pegamos umas dicas da trilha para o próximo dia cedo em direção ao Morro da Antena (agora montanha infinita) para ver o nascer do Sol e em seguida fomos dormir.




       


       
      3° Dia – Cânion Espraiado – Campo dos Padres – parte alta do Rio Canoas - 18km de trilha

      Acordamos as 4h30 pois queríamos estar as 7h para o nascer do sol. Já fomos desmontando a barraca e o frio já era forte na escuridão da madrugada, havia um pouco de gelo no sobreteto da barraca. Após tudo desmontado tomamos um café passado pelo Jacaré dentro do galpão e comi meu pão sírio com polengui, queijo e salame, além do meu super brownie com malto e dextrose além de algumas castanhas (esse seria meu cardápio de café da manhã de todos os dias). As 6h horas seguimos pela trilha por entre a mata até o topo do morro da Antena e já no chapadão do cume presenciamos várias poças de água congeladas.


       
      As 7h05 foi o alvorada sobre um mar de nuvens aos nossos pés e um céu limpo sobre nossas cabeças, a vista do Cânion espraiado lá de cima é linda e ainda é possível ver toda a extensão da Serra Geral com destaque para as Pirâmides Sagradas e o Morro da Igreja. Estive nesse morro em 2001 subimos eu e o meu amigo BIG Daniel Casagrande de Toyota Bandeirante, na época ainda havia a Antena em pé, hoje ela foi derrubada, lembro que nós curtimos o visual por ali e quando decidimos ir embora atolamos a Toyota e quem disse que conseguimos tirar.... foi uma longa história e uma grande aventura. Voltando a 2020, nossa ideia original era seguir bordeando até chegar no rio canoas, pois pela carta teria somente 2 faixas de mata pra cruzar morro acima. Mas ai o Jacaré nos indicou seguir pela estrada e lá adiante passando a porteira entrar na antiga estradinha, eu sabia que havia essa trilha, mas tinha receio de seguir pois era uma mata grande, e imaginava ter vários caminhos por conta do gado.





      Mas enfim mudamos nosso plano inicial e seguimos então pelo caminho sugerido. Logo que passamos a porteira eu vi uma estradinha seguindo adiante e outra descendo, supus que essa seria a estrada, ledo engano..... descemos o morro e cortamos a estradinha para lá embaixo tentar encontrar ela de novo, havia um morro bem grande de mata a frente que se estendia a leste até a borda da serra e para o lado oposto a oeste entre esse morro havia uma encosta suave de mata e a borda do profundo Cânion do rio canoas, a trilha só podia ser nesta encosta suave e fomos descendo mas não encontrei a estrada. Seguimos adiante pela mata até chegar ao rio que já formava um pequeno desnível, pensei que já fosse o começo do Cânion afluente do Cânion principal do rio canoas. Demos uma volta enorme em círculo e voltamos para o mesmo lugar. Seguimos acompanhando a estrada e tentamos mais uma vez descer na direção daquela encosta, mas a mato tava muito fechado voltamos mais uma vez para a estrada e então decidimos seguir a estrada, logo adiante vimos uma casa e antes de chegar nela uma entrada a direita com cara de estrada abandonada. Só podia ser essa. Bingo! Já era 12h passado e então paramos ali na estradinha e fizemos nosso almoço o meu seguiu o mesmo cardápio do café da manhã sendo pão sírio, polengui, queijo e salame e chá de hortelã com gengibre, e assim foi todos os dias. Depois de 40min de pausa retornamos a trilha. A trilha é em uma antiga estrada abandonada que não é mais possível transitar de carro nem de 4x4, somente a pé ou a cavalo, uma descida suave por entre a mata de araucárias até chegar em um pequeno rio que corria sentido Cânion do rio canoas. Esse era o ponto mais baixo e após o rio a trilha começava a subir. “A algumas horas atrás chegamos bem perto deste rio porem a mata estava muito fechada e o rio afunilava em um brete e não conseguimos achar um caminho para passar e acabamos voltando”.



      Lá adiante na trilha encontramos um barraco destruído e depois cruzamos com um pequeno rio onde fomos seguindo ele rio acima até a trilhar sumir no mato, ali percebemos que em algum lugar lá atrás teríamos que ter contornado o morro. Resolvemos então subir aquela encosta de mata bem fechada com muitos xaxins, bambus e mata nebular. Foi um momento um pouco tenso pois já eram umas 17h sabíamos que estávamos no rumo certo, mas não na trilha e onde estávamos não tinha como acampar. Fomos mirando o topo tendo as copas das araucárias ainda iluminados pelo sol. Quando alcançamos então a parte mais alta abriu um pequeno descampado sujo com vassouras, porem plano e com condições de acampar. Decidimos seguir ainda um pouco mais adiante até as margens do Rio Canoas, mas de qualquer forma não fomos muito longe e acampamos por ali mesmo. Aquela noite prometia muito frio, tratamos de montar nossas barracas e a escuridão já tomou conta e o frio veio junto. Arrumei minhas coisas e tratei de ferver uma água para o chá e picar o bacon, quando comecei a fritar o Rafa já sentiu o cheiro maravilhoso do bacon, e ele com aquela comida liofilizada dele. Prometo que vou tentar de novo, nem que seja levar para uma noite a liofilizada, confesso que ainda venho tentando uma comida boa e leve sem abrir mão de certos luxos que conquistei nesses 30 anos de acampamentos, mas que agora com a idade e falta de tempo para treinar a boa forma já não posso mais carregar tanta coisa, sei que tenho que diminuir peso. Nesta travessia eu pesei item por item antes de sair de casa, desde celular, meia, cueca, itens de primeiros socorros, comida, enfim tudo grama por grama e encontrei que eu carregava no corpo 3kg contanto botas, roupas, bastão...; na mochila mais 24kg contando 4 litros de água que me dispus a levar mesmo com a fartura de água da região somente para testar meu consumo e uso em cozinha. É muito interessante pesar pois sempre imaginamos o quanto levamos, mas só anotando tudo e fazendo um verdadeiro checklist é que sabemos o quanto de peso realmente carregamos e não sabemos.

       
       
      Depois da janta ainda era cedo e não conseguiria dormir, então decidi sair da barraca para ver o céu estrelado, minha saída noturna não demorou mais que o suficiente para ir ao banheiro e voltar correndo para a barraca de tanto frio que fazia. Nessa noite os termômetros bateram negativos os - 8ºC dormi no limite do frio essa noite.
       
      4° Dia – Parte alta do Rio Canoas – Cemitério – Borda da Trilha dos Índios – Morro do Campo dos Padres – Morro da Boa Vista - 15 km de trilha

      Acordamos pelas 6h mas o frio era tanto que não deu vontade de sair do saco de dormir, o sobreteto da barraca do Rafa congelou a condensação, neste quesito estava muito satisfeito com a minha Naturehike Cirrus pois o layout dela permite uma boa ventilação e evita o acumulo de condensação, mas vi que tinha que fazer alguns ajustes no sobreteto para incluir mais 2 pontos de cada lado para fixar mais espeques e poder abaixar mais a lona para o vento não entrar tanto em dias frios. Também tive minhas meias congeladas e a água nas garrafas estavam congeladas. Já pus a água para ferver e fazer meu café na Pressca e ao mesmo tempo já ir guardando minhas coisas. Mas foi difícil desmontar a barraca, os dedos doíam de tanto frio. Eram 7h30 e saímos, vimos que 1h30 era o tempo que precisávamos para começar o dia. Logo adiante avistamos uma cabana bem bonita de madeira que é a sede da Fazenda Búfalo da Neve, passamos ao lado e seguimos adiante descendo a encosta do vale do rio canoas até atingir suas margens, havia muita geada no pasto e as poças d´água no caminho estavam congeladas e também partes do rio onde a água estava parada.







      Aproveitamos para repor nossos cantis e tirar fotos com os pedaços de gelo. Essa parte é muito linda, o vale com os morros de mata de araucárias, o rio e suas curvas e os campos formavam uma bela paisagem. Fomos subindo o rio e logo alcançamos uma pequena cachoeira e uma taipa de pedra logo acima formando um caminho de tropeiros e por ali seguimos dando uma grande volta para desviar a várzea do rio que formava um banhado e suas turfeiras. Logo adiante vimos 1 casa azul e 1 galpão passamos por ela e logo a frente no vale havia um morro isolado, pelas minhas contas ali deveria ser o cemitério. Uma subida íngreme e logo no topo já vimos um quadrado de taipa e ali estava o cemitério, haviam 3 túmulos com cruz, uma lapide que não conseguimos ler e ao que parecia algumas covas abertas. Interessante imaginar um lugar inóspito daquele que outrora pessoas moravam ali em um passado não muito distante, mas longe da civilização. E tinham que ali mesmo enterrar seus entes queridos, escolheram um belo lugar para ser os Campos Elíseos destas pessoas.





      Logo descemos a encosta em direção ao rio canoas e dali iremos a leste para alcançar as bordas da Serra Geral. Naquela altura quando atravessamos o rio canoas ele era tão límpido e cheio de plantas aquáticas, uma pintura natural. Subimos uma pequena encosta e por acaso encontramos a trilha dos índios que liga a Anitápolis, dali subimos uma pequena mata e já no topo paramos para almoçar e contemplar a vista. O dia estava lindo e podia ver o horizonte bem longe, sendo possível ver a serra do tabuleiro e o contraste do mar mais a sudeste. Depois do almoço fomos bordeando os peraus tendo o Morro do Campo dos Padres na nossa direção e mais a noroeste o Morro da Boa Vista que é o ponto mais alto de Santa Catarina onde iriamos acampar. Para alcançar o morro do Campo dos Padres tivemos que dar uma volta para contornar a mata e depois seguir por uma subida bem íngreme. Bem ao longe no colo onde ligava esse morro com o morro da Boa Vista avistamos 2 capatazes campeando o gado. Alcançamos o topo do morro e ficamos um tempo ali contemplando uma das vistas mais bonitas da trilha. Depois seguimos em curva de nível até o colo e em seguida partimos para cima do Morro da Boa Vista, neste momento o Rafa começou a ficar sem água e chegou até a coletar um pouco nas turfas, eu ainda tinha água dentro do meu teste de consumo e cozinha, e ofereci para ele um pouco caso precisasse.
       





       
      Já no topo vibramos pois éramos as pessoas mais “altas” em solo catarinense, localizamos o marco geodésico e ali ao lado acampamos com a porta das barracas virada para o nascer do sol, porem naquele momento presenciamos um lindo pôr do sol, tiramos muitas fotos e vídeos e ficamos curtindo aquele momento. Já dentro da barraca tratei de fazer meu ritual de limpar e secar os pés úmidos dos charcos e passar vick vaporub, um santo remédio para o montanhista já que serve para muitas coisas. Pela primeira vez na vida levei lenço umedecido e tomei meu banho de gato, gostei do resultado melhor que toalha úmida. Tratei logo de me vestir pois fazia muito frio aos 1827m de altitude. Nesta noite cozinhei uma invenção que fiz com sopão+arroz+bacon, porem o arroz não cozinhou o suficiente e o sopão já começou a empelotar, não gostei nada. Ainda bem que sempre levo como emergência 2 pacotes de miojo e tive que atacar um com linguiça frita e queijo ralado. Durante a noite sai para ver o céu, estava menos frio que a noite anterior, mas ainda sim muito frio, consegui ficar um bom tempo ali observando as constelações e algumas estrelas cadentes, também vi ao longe a luminosidade das cidades como da grande Floripa que formava um grande clarão a leste e a oeste uma área menor porem mais luminosa a cidade de Lages. Me recolhi ao aconchego da minha barraca e dormi. Acordei com o vento batendo forte na barraca, chegando até a entortar as varetas, mas a barraca segurou bem. Não dormi muito bem pois volte e meia acordava com o vento.




       
      5° Dia – Morro da Boa Vista – Arranha Céu – Morro da Bela Vista do Guizoni – Campos de Caratuva - 17km de trilha

      O vento batia forte na barraca, o céu estava bem nublado predizendo que o tempo estava mudando. Como montei a barraca a sotavento, pude deixar a porta aberta e curtir o nascer do sol no horizonte enquanto preparava meu café foi um alvorada fantástico mesmo com o céu nebuloso. Tomei meu delicioso café com brownie e pão sírio/queijo/salame a combinação perfeita e rápida para o desjejum.



      Logo em seguida desmontamos todo o acampamento. Nesse dia pude testar melhor uma pratica que encontrei para usar o banheiro de forma confortável e privativo (uma dica para as mulheres). A minha barraca Cirrus tem como desmontar o tapete e o mosquiteiro interno sem desmontar a lona do sobreteto e assim deixar o chão somente na grama. Desta forma com toda a mochila arrumada ficando somente o sobreteto e a armação por último, pude dentro da barraca mesmo pôr o meu jornal no chão com cal e dar uma cagada tranquila, depois só por mais cal em cima, embrulhar o jornal, por numa sacola plástica e aí dentro do tubostão. Usei um cano de pvc de 100mm com 2 caps nas extremidades e vedou muito bem, sem cheiro nenhum ou vazamento, tem na internet como fazer. Porem só achei um pouco pesado. Da próxima vez vou testar um pote de tampa larga e de rosca de 1l que tenho em casa, pois é bem mais leve e o volume é o suficiente para uns 4 dias de trilha.
      Saímos as 8h40 para a trilha o vento era muito forte e o sol já raiava, inclusive quando fui desmontar a lona ela quase sai voando. Nos protegemos bem e começamos a descida pelo colo do Boa Vista com o Morro do Campo dos Padres que é o divisor de águas do rio Canoas e do rio Itajaí, paramos numa pequena nascente e enchemos nossos cantis e seguimos bordeando a Serra Geral. Lá pelas 11h passamos pelo rio Campo Novo do Sul que corre aos pés do Morro Bela Vista do Ghizoni e demos uma parada para um banho rápido e gelado além de aproveitar que paramos fomos almoçar. Nesse momento o tempo voltou a nublar e esfriar. Depois deste descanso subimos até a rampa que dá acesso ao Ghizoni e deixamos nossas mochilas ali e demos uma esticada até o pico do Arranha Céu que estava na borda do Cânion que na outra ponta estava os Soldados do Sebold. Voltamos as mochilas e subimos mais uma rampa e deixamos a mochila novamente e caminhamos por 2h ida e volta no chapadão do Ghizoni por um grande charco de turfeira até subir os matacões do topo onde havia o marco geodésico, ali era o terceiro ponto mais alto de SC e o Morro da Igreja é o segundo.




      O tempo já estava piorando e voltamos até a mochila já passava das 16h e vimos que não alcançaríamos o objetivo do dia, pois quando olhamos ao longe vimos que iriamos cruzar a parte mais estreita do campo dos padres onde havia perau e Cânion para os dois lados, e tínhamos pelo menos 2 morros com mata para subir e cruzar. Conseguimos somente cruzar o primeiro que tinha uma trilha bem fechada com muitos caminhos de gado até chegar num ponto bem estreito com perau e uma antiga taipa utilizada para cercear o caminho do gado e não cair precipício abaixo. Chegamos em um campo que vimos lá do Ghizoni que tinha uma vegetação diferente, a princípio eu imaginava ser de vassourão, mas a tonalidade era outra, quando chegamos lá me surpreendi em constatar que eram o bambuzinho caratuva bem comum na região do Pico Paraná e que eu nunca tinha visto por essas bandas. Ali a cerração começou a fechar então decidimos já achar um lugar plano para acampar. Montamos nossa barraca bem ao lado da trilha que era bem demarcada e única. Não deu nem uma hora e caiu um temporal, era tanta chuva e vento que tínhamos que manter tudo bem fechado. Fizemos nossa janta nessa condição, uma das escolhas que fiz pela barraca cirrus foi o avanço um pouco maior para que me possibilitasse cozinhar em condições de chuva e vento e também espaço para 2 pessoas para que a cargueira ficasse dentro da barraca. Acabamos dormindo cedo nesse dia. Apesar que durante a noite levantei algumas vezes para conferir se estava tudo em ordem e seco na barraca, pois foi a primeira chuva torrencial que ela pegava, choveu a noite toda, e tudo se manteve seco. Passou no teste.
      6° Dia – Campos de Caratuva - Morro das Pedras Brancas – Localidade das Pedras Brancas -  BR 282 - 18km de trilha

      Lá pelas 7h a chuva parou, levantamos e já fomos tomando nosso café e desmontando as coisas. A trilha a nossa frente era um rio de tanta água, fomos secando o que dava na barraca para guardar na mochila e as 8h30 saímos e logo entramos na mata que estava muito molhada e fomos subindo o aclive em diagonal, era uma trilha bem batida na encosta que descia ao Cânion do Rio Campo Novo do Sul, havia muitas árvores caídas e quebradas por conta do ciclone bomba que havia atingido a região a uma semana atrás. Quando saímos no topo o sol já despontava meio tímido, mas a chuva já havia ido embora. Tinha uma bela vista do Morro do Ghizoni e do Cânion logo abaixo.


      E fomos seguindo pelos campos e cruzando algumas faixas de mata, banhados e turfeiras até chegar ao istmo como uma “ponte” de 5m de largura que ligava o campo dos padres até o Morro das Pedras Brancas, ultimo resquício de planalto ligado a Serra Geral. Já era 12h30 atrasamos meia hora pelas nossas contas, mas ainda sim estávamos muito longe do nosso destino final que era a BR 282 onde tínhamos combinado com nosso amigo Bernhard de o encontrar as 17h. Descemos a trilha íngreme aproximadamente 500m de desnível, nesse ponto o estrago do ciclone foi bem maior, a destruição era grande por toda a trilha. Alcançamos a estrada e fomos seguindo tendo o vale do rio Santa Barbara como caminho. Passamos pela comunidade das Pedras Brancas e precisávamos de sinal de celular e internet para avisar a todos que tudo estava bem e comunicar o Bernhard que estávamos ainda 1h atrasados. Aí passamos por uma propriedade que indicava “informações pousada do vô Chico” paramos ali e conhecemos o vô um senhor nascido ali e bem gente boa que nos emprestou a internet e nos deu uma carona até a estrada. Sorte nossa pois ainda havia uns 7 km a frente com subidas e descidas, mas uma estrada rural muito linda tendo sempre as Pedras Brancas ao fundo como destaque e o vale do Rio que vinha esculpindo um bonito Cânion. Chegamos a BR e encontramos nosso amigo e assim termina nossa pernada. Somamos 80 km de trilha no total





       


























    • Por luisa campos
      Somos duas amigas que estaremos em Floripa em dezembro. Procuramos carona saindo do dia 17 a diante. Podemos ajudar com a gasosa!
    • Por Marcos Tavares
      <PT>
      Olá galera, me chamo Marcos e moro na Barra da Lagoa em Florianópolis, um dos lugares mais lindos do Brasil. Adoro este lugar e poder compartilhar oque há de bom aqui. Se estiverem afim de se divertir contem comigo! me chamem no whasapp +55 19 981652554
      <EN>
      Hi guy, i am Marcos, and i live at Barra da Lagoa beach in Florianópolis (BR), one of the most Brazil's beautifull place. I love this place, and i love to share what is good in here. Whether you are up to enjoy tell me, let's do it! Call me on whatsapp +55 19 981652554.
       
    • Por Paulonishi
      A intenção da viagem é a de conhecer os sítios arqueológicos da civilização maia, pois o tema Arqueologia é a minha principal motivação para as viagens pelas Américas 🤠 (Peru, Bolívia, Chile e agora México). Cancún foi escolhida como a porta de acesso e, assim, comecei a fazer um roteiro e a pesquisar os sítios arqueológicos que seriam possíveis de serem visitados durante os 10 dias em que permaneceria no México. Comprei as passagens de São Paulo (Congonhas) x Cancún pela empresa Gol, que fez uma boa promoção ao preço de R$ 1600,00, já com todas as taxas. As passagens de Florianópolis x São Paulo, incluindo o retorno, consegui comprar com as minhas milhas no programa Smiles.
      Algumas passagens de ônibus do roteiro comprei no site da empresa de ônibus ADO e, por terem sido compradas com antecedência, garanti um bom desconto que chegou a mais de 60%, como foi o caso dos trechos de Valladolid x Chichén Itzá (ida e volta) e Mérida x Cancún (somente ida). Vale muito a pena pesquisar e comprar mesmo com a taxa de IOF e variação do câmbio no cartão de crédito.
      Comprei dólares para levar, aguardando até o último momento para ver se baixava, mas não teve jeito... A cotação que peguei em 03/03/20 foi a de R$ 4,75 por doleta, e mesmo assim, com a disparada que aconteceu nas semana seguintes, chegando a R$ 5,25, até que me dei bem.
       
      O roteiro estabelecido foi o seguinte:
      07/03 - Embarque em Florianópolis com destino a São Paulo (Congonhas), para, de lá, pegar outro vôo até Brasília;
      08/03 - Embarque em Brasília com destino a Cancún
      10/03 - Deslocamento de Cancún a Tulum;
                  - Visita ao sítio arqueológico de Tulum
                 - Pernoite na cidade.
      11/03 - Visita ao sítio arqueológico de Cobá;
                  - deslocamento de Tulum a Valladolid;
      12/03 - Visita ao sítio arqueológico de Chichén Itzá;
      13/03 - Visita ao sítio arquelógico de Ek Balam e Cenote X-Canche;
      14/03 - Deslocamento de Valladolid para Mérida
      15/03 - Visita ao sítio arqueológico de Mayapán e Cenote de Telchaquillo;
      16/03 - Visita ao sítio arqueológico de Uxmal
      17/03 - Deslocamento de Mérida para Cancún
      18/03 - Compras no Walmart e Mercado 28
                  - Embarque de retorno de Cancún para São Paulo (Congonhas)
       
      Assim sendo, com todos os lugares definidos, hostels reservados (mas não pagos) pelo Booking e U$ 500 no bolso, estava pronto para mais um mochilão... Desta vez pelo México!
       
      07/03/20 - sábado
      Minha viagem teve início em Florianópolis, mais precisamente no bairro de Canasvieiras, norte da Ilha.
      Cheguei no terminal urbano de Canasvieiras, carreguei o cartão de transporte com 20 reais e fui para a fila do ônibus direto ao centro, linha TICAN x TICEN (210) . Como tenho o cartão, a viagem ficou R$ 4,18, senão seriam R$ 4,25. Saímos às 07:50h e chegamos às 08:20h sem pegar trânsito, pois era um sábado. No terminal do centro (TICEN), vi o que horário do próximo ônibus direto e seria só às 09:20h e, para não ficar esperando muito, perguntei e foi indicado ir ao Terminal do Rio Tavares, pegando o ônibus da linha 410 TICEN x TIRIO, que saiu logo em seguida e em menos de 30 minutos, já chegamos no TIRIO.  O próximo ônibus para o Aeroporto sairia às 09:00h (Aeroporto x Via Tapera 477) e saiu quase vazio o que foi muito bom para poder escolher um lugar e acomodar a mochila maior. 

      Apenas 15 minutos depois e já estávamos no Aeroporto, descendo bem em frente ao terminal de embarque.

      Olhei os voos para São Paulo, na intenção de pedir a antecipação se fosse o caso e tinha um que sairia em menos de 40 minutos. Até fui para a fila do balcão para tentar antecipar, mas demorou tanto que já não teria mais tempo hábil. Fui para o embarque e utilizei o cartão gerado na reserva pelo celuar, funcionando sem problema. No raio x, devido às diversas baterias dos equipamentos (power bank, gopro, gimbal, câmera fotográfica...), pediram para olhar a bagagem mais detalhadamente, mas já liberaram em seguida. Fui direto para o portão 11, pois sabia que existem algumas poltronas grandes e macias que muita gente não conhece...

      Consegui pegar uma, me instalando para o carregamento dias equipamentos, backup das fotos e também adiantar o upload, pois o wi-fi deste aeroporto é muito bom e permite conexão por até 3 horas.  Chamaram meu nome no alto falante e fui até o balcão ver do que se tratava. A fileira 13, na qual havia feito a reserva do assento, não existe nesse avião e me alocaram na 10A. O avião chegou atrasado, já às 11:45h, e ainda tivemos que aguardar o desembarque das pessoas que chegaram nela. Aproveitei que sou cliente ouro e entrei logo após os idosos. Para a minha surpresa, na minha poltrona não tinha janela! Justamente reservei para poder filmar a decolagem... Mas, ainda assim, com certo contorcionismo, consegui registrar com a GOPRO a bela visão da decolagem, que passa muito próximo à Ilha do Campeche.

      Durante o vôo serviram biscoito e peguei um suco junto, para enganar a fome, pois infelizmente o serviço da Gol nos destinos nacionais têm se resumido somente a isso...
      Chegamos a Congonhas por volta das 13:25h, tive que sair no desembarque e fazer novo embarque. Facilita bastante o fato de não ter bagagem despachada. O preço das comidas até que estavam razoáveis, com promoção no McDonald's de 2 sanduíches por R$ 15,00 e rodízio na Pizza Hut por R$ 30,00. Preferi ficar com meu lanche e chocolate mesmo. Achei um lugar com carregamento de energia e ocupei os bancos. A internet gratuita é boa, mas só permite o acesso a páginas da web e Facebook, não sendo possível fazer backup das fotos que tirei durante a viagem com a GoPro.
      Longa espera... Por volta das 17h vi a previsão de portão 12 para o vôo a Brasília (já fazendo parte da viagem comprada de São Paulo x Cancún), porém, chegando lá, já havia outro para o Rio quase no mesmo horário.
      Fiquei atento até que anunciaram a mudança para o portão 17, que fica no final do piso térreo. Tive que voltar quase todo o aeroporto para ir a esse portão!

      Embarquei rápido e fui o segundo a entrar no avião. Hoje, como todo mundo leva bagagem de mão, quanto mais rápido pudermos entrar, mais garantido fica o espaço no bagageiro. Nem podia pensar em despachar a mochila pois tinha todo o meu equipamento fotográfico dentro dela. O embarque demorou e a decolagem se deu com atraso, às 18:40h. Preferi sentar na poltrona 9D, corredor, para agilizar o desembarque.
      A surpresa boa foi o lanche que serviram, pois além do tradicional biscoito e suco, deram também uma barra de chocolate da Lacta 60% de cacau... 😋

      Ao pousarmos às 20:17h estava chovendo forte e na saída do finger perguntei ao funcionário da Gol se realmente poderia sair do aeroporto e embarcar amanhã, haja visto que seriam 14h de espera, e ele confirmou que sim. Quando saí do aeroporto já não chovia e fui me hospedar para o pernoite. Pensei em parar no restaurante do Posto Shell, mas segui em frente tendo em mente pedir algo pelo Ifood. Chegando no hotel, pedi uma pizza grande e aproveitando o desconto que tinha no Ifood, saiu por R$ 10,99 🤪. Às 22h chegou a pizza que não era muito recheada, mas matou bem a fome.

      Fiz os backups das imagens da Gopro e fui dormir por volta das 23h, com a intenção de acordar cedo para estar no Aeroporto por volta das 07:30h.
      Gastos no dia:
      R$ 4,18 (ônibus urbano em Florianópolis)
      R$ 4,50 (ônibus em Brasília)
      R$ 10,99 - pizza no Ifood
       
      08/03
      Acordei por volta das 5h e fiquei deitado até às 06:28h. Tomei o café da manhã e já me pus a caminho do aeroporto. Cheguei bem rápido e fui perguntar a respeito do meu acesso à área de embarque pois o cartão emitido no celular não tinha informações e  no totem a viagem não foi localizada. Fui até o balcão e emitiram a passagem do segundo trecho, Brasília x Cancún, mas só pude entrar no embarque internacional após às 07:30h. Depois disso, passei pelo raio x sem problema e depois pela migração, acessando a parte do embarque internacional. Estava no portão já às 07:40h.

      Uma mulher sentou-se atrás do meu banco e ficou espirrando e fungando atrás de mim. Depois, uma velha sentou quase ao meu lado e começou a tossir e assoar o nariz... Aí, não vi outra alternativa senão colocar uma máscara, nem por conta do Corona vírus, mas por proteção a qualquer outro vírus, pois perder a viagem por conta de uma gripe seria um desastre.
      Fui ao banheiro e às 09:20h já estava na fila de embarque preferencial, entrando no avião em pouco tempo. Era um Boeing 737-800, apertado e sem tela multimídia, com tomadas quebradas... Meu assento era lá no fundo, na 31D corredor (cancelaram a minha reserva e emitiram outra poltrona), porém, quando anunciaram que o embarque estava encerado, pulei para uma poltrona vazia na janela. Dica importante, mesmo não estando lotado o vôo, os bagageiros depois da fileira 30 estavam lotados.
      O avião era muito pequeno para uma viagem tão longa. Ainda bem que, como viajo frequentemente, já havia instalado o APP para assistir aos vídeos da Gol e pude me distrair um pouco. A revista da companhia está cada vez mais pobre de conteúdo e nem dá para ver algo interessante nela.
      Foi anunciado que o voo faria uma escala em Manaus, o que será ótimo para filmar também esse pouso também. Comi uma maçã que trouxe e já senti o cheiro da bóia...😛  Espero que pelo menos seja boa!
      Pior que não era a refeição, mas sim um lanche... Foi servido um misto quente de queijo com peito de frango (bem gostoso)  e tomei um suco. Fui assistindo ao filme Ford vs Ferrari, que é muito bom.

      Por volta das 13h (12h local devido ao fuso horário) pousamos em Manaus para o reabastecimento da aeronave. Consegui capturar boas imagens da aproximação e pouso.

       
      Uma fila enorme se fez para o banheiro, que estava bem pertinho de mim. Continuei usando máscara. Decolamos, terminei o filme mas não havia nenhum outro interessante para assistir. Senti um cheiro de comida e acho que vai sair mais alguma coisa para comer. Realmente, começaram o serviço às 14:42h (13:42 local) e até chegar em mim, que estou nas últimas, vai demorou um monte... Pois bem, 15 minutos depois recebi o meu almoço, que era arroz, sobrecoxa desossada de frango, alguns legumes e um pão de mel como sobremesa. Para beber tomei suco de pêssego sem açúcar e peguei água na minha garrafa. Até que estava gostoso. E o tempo não passa, pior ainda com crianças berrando no ouvido.

      Distribuíram formulário de migração e, prevenido como sempre, peguei a minha caneta na mochila para o preenchimento. Foi servido um bolinho doce e água ou café, enquanto o avião já iniciava o procedimento de descida. Pousamos às 17h locais (-2 horas em relação à Brasília) e o táxi foi bem longo, tendo o avião aguardar por vários minutos uma posição no finger. O tempo estava nublado e fazia 26 graus.

      Não paramos no finger e o deslocamento até o terminal foi de ônibus com ar bem gelado. Já ganhei várias posições ao entrar na migração, que foi bem rápida. O senhor que me atendeu perguntou minha profissão, quanto tempo ficaria no México e onde estaria hospedado. Carimbou o formulário mas não o passaporte... Fiquei meio apreensivo, não sabendo se ele havia esquecido ou se era um procedimento normal. Dali, fui direito para a alfândega, levando grande vantagem por não ter despachado a bagagem, pois avisaram que a inspeção levaria uns 20 minutos até liberarem na esteira.
      No saguão do aeroporto já peguei um mapa gratuito e vi uma casa de câmbio com cotação de $17,50 (pesos)  por dólar, o que era muito baixo pela cotação que havia pesquisado pela manhã. Logo a diante já vi o balcão da ADO, a empresa de ônibus que tem rotas para Playa del Carmen e ao centro de Cancún, este ao preço era $94. Como não havia feito o câmbio da moeda, perguntei se aceitava cartão de crédito e a senhora disse que sim, mas aí lembrei e perguntei se também se aceitava dólar e qual seria a cotação. Resposta afirmativa, os $94 sairiam US$5 e como eu tinha trocadinho na carteira (levei 5 notas de U$100, uma de US$ 10 e outra de US$5 para essas eventualidades), aceitei de imediato, pois também a cotação deu $18,50 por dólar.

      Peguei as informações e fui atrás do ônibus, que sairia em 20 minutos. Tive que perguntar numa lanchonete e o rapaz me explicou com boa vontade. A posição era no extremo oposto do terminal, mas cheguei em pouco tempo. Aguardando a chegada do ônibus pesquisei wi-fi e, para a minha surpresa, tinha uma do Google gratuita. Consegui enviar mensagens para todos e logo o ônibus chegou.

      Coloquei a mochila no bagageiro, apresentei o ticket e entrei. Muito boa a qualidade e conforto, com ar condicionado e televisão. Só faltou um wi-fi para ter nota máxima. A viagem é bem curta, mas ainda pegamos um pouco de trânsito nas proximidades do centro da cidade. Chegamos no terminal e usei o wi-fi gratuito, que é muito bom,  para enviar mensagens. Verifiquei o rumo do hostel no celular, usando o Google Maps offline (havia feito o download dos mapas ainda no Brasil) e parti para lá. Passei por uma praça grande e estava bem animada, com várias barraquinhas de lanche e também um show acontecendo.

      Cheguei rapidinho no hostel e fui bem recebido. Fiz o check in e já fui para o quarto, escolhendo uma cama na parte de cima e verificando as tomadas elétricas por perto para o carregamento dos equipamentos. O dono permitiu que eu fizesse o pagamento no dia seguinte, pois não havia feito o câmbio e também pagar em dólares ou no cartão não seria vantajoso para mim. Nesse hostel o diferencial é oferecer também o jantar gratuito e, como estava cansado de toda essa maratona para chegar até Cancún, resolvi não sair nesta noite para aguardar o jantar, pegar a fila do chuveiro e depois descansar, pois no dia seguinte a programação seria bem extensa.

      E assim, encerrei essa primeira etapa da viagem...
      Gastos no dia:
      R$ 4,50 - ônibus em Brasília
      R$ 26,25/US$ 5,00 - ônibus do Aeroporto ao centro de Cancún
       
      Para aqueles que quiserem acompanhar os detalhes, podem acessar o vídeo detalhado da viagem no Youtube:
      É isso aí!!!! 😉

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