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Só reforçando o que o Aldair disse, alugar carro e uma ótima opção mesmo! fora o que dividi com ele, também aluguei por uma semana com minhas amigas e andamos muito pela Ilha!

o Hostel Backpackers sunset é uma ótima opção de hospedagem,recomendo também! Tem fácil acesso a tudo e a Praia Mole também foi eleita a minha preferida, ia tds os dias nela ! #apaixonada ::love::

Obrigada também pessoal pelas dicas, se alguém precisar de ajuda também e só perguntar!

 

 

Apenas retornando ao tópico para agradecer as pessoas que me ajudaram.

Eu acabei alugando um veículo e foi uma excelente opção. A PAMM aqui do Mochileiros também estava por lá e acabamos dividindo o custo com o mesmo.

Fiquei no Backpackers sunset na Praia Mole. Ótima opção. Eu recomendo.

 

Abraços e até a próxima.

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Vinicius,

 

A lagoa acredito que seja o melhor local pra sair andando e ver o que ta melhor, eu fiquei na praia mole, que e próximo e fiz isso alguns dias. Varias pessoas me indicaram o The Black Swan tipo um pub com musica ao vivo( sempre lotado ) fica no centrinho da lagoa . nesse cheguei a ir mas quando cheguei não consegui entrar porque já tinha o máximo de pessoas pro dia. John Bull Pub de rock e musica ao vivo bem cheio também fica na av. das rendeiras. e no centrinho tem vários barzinhos e só ver o que te agrada no dia. Nesses abaixo foi os que fui e fica tudo na região da Lagoa / Av. das rendeiras...

De raiz : Forro as terças e Samba aos domingo - foi o que mais gostei , fica na rua que vai pra praia da Joaquina! ótimo pra conversar, beber e dançar muito...

Casa de Noca: salsa as quintas, mesmo esquema do De raiz.

Fields - Sertanejo, pessoal mais "sofisticado" fica no centro, somente nessa fui de carro que taxi ficava mais caro pela distancia.

P12 : em Jurere , fui duas vezes também mas de carro, vale super a pena curtir uma balada em Jurere.

 

rs espero ter ajudado bom qq coisa me chama!

 

Gostaria de saber dicas sobres a localidade exata do local da maior concentração (se houver) das atrações noturnas. Tanto na lagoa, como no centro e no norte da ilha. Gosto muito de sair andando na noite e entrar no local que mais me agradar. Ou ir para um local, ter pessoas na rua para conversar e animar a noite. Em Curitiba temos muito esses locais que se concentram os bares/baladas que ficam bem cheio de pessoas na rua. Em Floripa há locais assim?

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Apenas retornando ao tópico para agradecer as pessoas que me ajudaram.

Eu acabei alugando um veículo e foi uma excelente opção. A PAMM aqui do Mochileiros também estava por lá e acabamos dividindo o custo com o mesmo.

Fiquei no Backpackers sunset na Praia Mole. Ótima opção. Eu recomendo.

 

Abraços e até a próxima.

Aldair... tudo bem? qto eles cobraram pela diaia do carro? o ideial seria pegar uma galera de 4 pessoas para rachar o carro.

 

Cara, você vai conseguir diárias por menos de R$ 100,00 já com as taxas em um veículo mais simples (CAT A ou B).

Pesquise qual locadora tem parceria com a cia que você vai viajar.

Sei que TAM é a Unidas. Azul é com a Hertz. Gol com a Localiza e Avianca com a Movida.

Eu gosto da movida. Geralmente os carros são mais novos (km mais baixa) e o preço mais em conta. Por sorte, fui de Avianca, o que baixou mais ainda o preço das diárias.

Se você pretende conhecer toda a ilha eu sugiro que você alugue um carro. Transporte público lá é osso.

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crazy guy

Se você participa do KM de vantagens do posto Ipiranga, ele também da 50% de desconto nas diárias da Movida, eu peguei por ele e ficou super baratinho, pedimos categoria A e nos deram um B por não ter disponível.

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Bom dia Turma,

 

Eu e uma amiga estamos descendo para Floripa dia 02 de abril, mais alguém?

 

O plano inicial era Caribe, mas o dólar não está ajudando, depois pensamos em nordeste mas queríamos algo mais agitado e Floripa foi a pedida, mais alguém?

 

Dicas?? Que lugares conhecer, que bares e baladas ir e afins?

 

Bisous!!

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Fui para Floripa antes do Carnaval. Fiquei num hostel na Lagoa da Conceição, lugar muito bonito com praia e uma galera animada que conheci no hostel.

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Florianópolis de 16 a 23 de março de 2016.

Olá galera tudo bem?

Gostaria de algumas dicas.

A inicio iria passar 3 dias em Florianópolis ficando no hostel The Search House, consegui mais uns dias de férias agora serão 7 dias. Chegarei e sairei de Florianópolis pelo aeroporto.

Gostaria da informação se com esses dias a mais seria legal curti mais Floripa ou utilizar para conhecer Balneário Camboriú e Bombinhas, se sim seria melhor passar o fds em qual localidade.

Gostaria também de dicas de onde ir o que fazer, procuro lugares não muito cheios com uma infraestrutura razoável, por ser em março acredito que não esteve lotado. Quero conhecer lugares bons sem ficar muito na correria de ficar indo de manha num lugar tarde no outro.

Desde já

Obrigado.

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Fui para Floripa antes do Carnaval. Fiquei num hostel na Lagoa da Conceição, lugar muito bonito com praia e uma galera animada que conheci no hostel.

Oi Sandro, qual o nome do Hostel?

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Felipe, você está vindo para Floripa bem na época pós temporada e aqui as coisas dão um certa esfriada.. As opçoes para lazer noturno ficam restritas aos bares/pubs que abrem o ano inteiro ou se tiver sorte de pegar algum show... O P12, famoso parador de praia já não sei se vai estar aberto para receber gente para passar o dia na praia, depois de certa data eles fecham e vira uma casa para eventos (com um show a cada 45 dias mais ou menos).

 

O que você pode aproveitar em Floripa é a beleza natural. Fazer algumas trilhas como Lagoinda do Leste e Naufragados, passar um dia na costa da lagoa indo de barco, passar um fim de tarde em santo antonio de lisboa, aproveitar o recem reformado mercado público...

 

Balneário também vai estar como floripa em relação a festas. A cidade já vai estar bem mais vazia do que na temporada e vai acabar caindo nas baladas tradicionais (na maior parte sertaneja, como Woods, etc).

 

Bombinhas tem otimas opções para fazer mergulho, dê uma olhada em 4 Ilhas e Mariscal.

 

Agora sobre o assunto alugar carro em Floripa. A geografia da ilha é complicada e temos apenas uma estrada para ir para o norte da ilha e uma para ir ao sul da ilha. Então o trânsito aqui está infernal... Já não tem mais horário de congestionamento e eu como trabalho com o carro passo a maior parte do meu dia preso em longas filas. Escolher o lugar com a melhor localização está cada vez mais importante aqui. E se alugar carro vai ter que ter muita paciência com trânsito.

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Fui para Floripa antes do Carnaval. Fiquei num hostel na Lagoa da Conceição, lugar muito bonito com praia e uma galera animada que conheci no hostel.

Oi Sandro, qual o nome do Hostel?

 

Olá, Laracagnani! Fiquei no Sunset Backpackers, entre a praia Mole e a da Joaquina.

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    • Por foradatribo
      Entre novembro e dezembro de 2018 tiramos 10 dias percorrendo o litoral catarinense,  3 foram em Bombinhas e Floripa; cartas marcadas.
      A parte mais interessante/surpreendente da viagem começa depois da Praia do Luz, mas é impossível não falar nada de Garopaba, Embaú e o Rosa. No total foram mais de 20 praias além Rosa Sul, da quais pelo menos 7 foram memoráveis surpresas.
      Como Garopaba e o Rosa já são nossos velhos conhecidos, se é que isso é possível, cada vez que volto lá descubro um cantinho novo. Dessa vez foi a Igreja Matriz de São Joaquim, e os sinais indígenas que consegui achar.
      GUARDA DO EMBAÚ
      O primeiro dia paramos às 8:00 na Guarda do Embaú, dia perfeito, lá tudo é perfeito. Conseguimos estacionar tranquilo na rua, e partimos a nado cruzei o Rio da Madre, estava uma temperatura agradável. Fomos à Prainha da Guarda e a Lagoinha, depois uma árdua subida até a Pedra do Urubu, a vista lá de cima é sensacional. Inclusive conhecemos um médico que subiu logo após, não acreditei quando ele começou a me contar que tinha medo de andar na trilha e ser atacado por um animal selvagem, rimos bastante. Afinal ele é um profissional que trabalha encarando a morte todos os dias. Descemos, esfomeados. Foi difícil encontrar um restaurante legal para almoçar, só haviam dois abertos: um na margem do Rio da Madre com comidas de turista e um mais no meio da vila com uma comida mais simples no estilo buffet, nossa escolha afinal.


       Pegamos a estrada, uma longa estrada para chegar a uma praia que fica só uns 4 km da Guarda, a Praia da Gamboa.
      PRAIA DA GAMBOA
      A primeira impressão não é muito impactante. Neste dia estava bem deserta, a areia é meio grossa, tem uma água que escorre dos pântanos do entorno, dá um certo nojinho. Mas é sim uma bela praia e que vale a parada, a areia apesar de grossa é bem limpa, e tem umas sombras mais pro meio da praia que me renderam boa hora de cochilo. Saímos de lá umas 16:00 para ir até o Siriú onde seria nosso acampamento. A estrada de terra que liga as duas é uma miragem, vale muito a pena, até porque se for dar a volta pelo asfalto são uns 30 km a mais.

      EXPLORANDO GAROPABA
      Chegamos no Siriú e fomos direto para a praia tomar um banho novamente, e procurar um SUP para o dia seguinte. Achei o Clodoaldo, um simpático senhor e fechamos por um precinho camarada na manhã seguinte duas pranchas. Acampamos, num camping muito aconchegante, e bem estruturado.
      No dia seguinte às 7:00 já estávamos rumando para a Lagoa do Siriú, onde fizemos um passeio longo até às 10:00 remando, tá certo que a última meia hora foi um caos, o vento nos castigou em contrário.
      Ainda fomos nas dunas fazer uma esfolação. Dessa vez fiz sandboard, cai tombos de todos os jeitos mas aprendi, kkkkk. O negócio difícil! no começo.
      Como se não bastasse fomos para o Rosa Sul e trilhamos pela Trilha do Luz sob os últimos raios do Sol. Um espetáculo. Para voltar pedimos informação e entramos num túnel de árvores que leva até o Rosa, o tal do Caminho do Rei. Não foi nada fácil, com pouca luz, o tamanho da subida, e o cansaço acumulado, precisamos fazer algumas pausas inclusive. Mas no final achamos uma viela que cortava, depois de terminar o caminho do rei, cerca de 1 km pela estrada comum. Um pouco de medo de entrar em local privativo? Tivemos, mas o cansaço era mais forte que o medo, kkk.




      No dia seguinte, fizemos 16 km entre Praia da Ferrugem e Praia do Rosa uma trilha sensacional, na verdade a junção de 3 trilhas (Trilha da Caranha, Trilha do Ouvidor, Trilha da Praia Vermelha). Pela areias e costões foi sensacional.Após uma bela anchova triturada na vila da Ferrugem e um cochilo para repor as energias, nada como um banho refrescante na Praia da Vigia, apesar dos ardido da areia esfolada, para relaxar.
      Antes da noite fomos ver o Sol se pôr do Morro das Antenas, conheci um morador muito simpático, ficamos conversando até a noite cair por completo. Durante uma passeio na Vila, que começou a chover, aproveitamos para visitar a Igreja de São Joaquim - obra prima, e a convite de um simpático capelão ficamos para acompanhar a missa.



      ALÉM DO COMUM
      No dia seguinte, saímos cedinho novamente. Conhecemos a Lagoa de Ibiraquera, e sua praia agradável. Curioso que a partir daqui a paisagem muda drasticamente, de montanhas cobertas de verde, passamos a uma vastidão de areia fina, coberta por pequena ilhas de arbustos e esparsar árvores características do litoral catarinense.
      Sempre a beira Mar, sejam as estrada pavimentadas ou extensas costeletas (estradas não pavimentadas de areia) que parecem desgrudar os órgãos internos de que se aventura por elas. Chegamos na Praia da Ribanceira, também muito bela, e já quase deserta, mas o que mais impressionou foram alguns metros de areia depois de um trilha de 500 m, numa ponta de Mar que já destruiu uma edificação de suporte aos pescadores fica a, de nome não menos apropriado, Praia dos Amores: fácil se apaixonar. Ademais conhecemos um morador, muito simpático que nos indicou outra preciosidade do lugar acessível apenas por trilha, a Praia da Água. Lá fomos nós cruzar a elevação. Por ela, vários mirantes colocados pelos pescadores que em junho esperam ansiosos os cardumes de tainhas e a Baleia Francas, e que a nós só mostraram tartarugas sofrendo contra a fúria de Poseidon que com as ondas lançava-as na encosta pedregosa.


      Depois ainda passamos pelas praias de Imbituba, fizemos a trilha do Farol de Imbituba, saindo da Praia da Vila pelo costão e retornando pela trilha comum. Poderia ser chamado de Praia dos Lagartos, tamanha era a quantidade desses répteis que vimos por lá.
      Ainda seríamos surpreendidos nesse dia pela paixão de um holandês que nos surpreendeu com seu acervo de conchas, inexplicável. Antes de nos escondermos na noite, fomos fazer mais uma trilha, curta, ao menos era o que esperávamos. Minha nossa, foram 2 h intermináveis de sobe e desce rochas, até que saímos na Praia de Itapirubá Sul. Bom, que valeu a pena o rochoso é a melhor experiência de Itapirubá, depois do Museu das Conchas.


      Cansados, e esfomeados partimos por mais algumas praias, poderíamos dizer mais uma, só não dizemos porque é uma longa extensão de areia com alguns balneários. Acabamos chegando quase à noite já na Ponta do Gi, mais especificamente na Praia do Sol, a tempo apenas de entrar para o camping. O dono logo saiu e ficamos só nos, naquele deserto. Confesso que passei algum medo, lá na Ribanceira o morador tinha falado de alguns saqueamentos que haviam ocorrido recentemente naquela região, simples assim o bando chegava e levava tudo, deixando os campista sem nada, o que me confortava um pouco era o fato de o pátio ao menos ter muro.
      Seguirei contando, daqui a pouco...
    • Por Marlon Escoteiro
      Travessia Canyon do Funil x Canyon Laranjeiras - novembro/2018
      Essa travessia foi feita com os meus parceiros Wagner e o filho dele o Pedro.
      Foi uma trilha bem tranquila, saímos de carro de Itajai-SC com destino a Bom Jardim da Serra-SC subindo a serra do Rio do Rastro, passando a cidade de Bom Jardim entrando na estrada de terra até o Canyon Laranjeiras, paramos o carro na propriedade do Didio, 3km antes da fazenda Laranjeiras e fizemos um belo de um almoço na casa dele. Combinamos de deixar o carro ali para ser o fim da nossa travessia e ele nos deu uma carona até a substação de energia proximo ao mirante da Serra do Rio do Rastro, local do inicio da trilha. O tempo estava querendo abaixar uma serração, na real na direção do canyon a viração já tinha tomado conta. Já passava das 16h e iniciamos nossa travessia. Já de cara uma pequena cobra nos deu as boas vindas. Os campos estavam repletos de flores colorindo o verde.

      Esse começo de trilha na realidade é uma estrada 4x4 plana e de fácil trajeto. Depois de 1h mais ou menos chegamos proximos ao arroio do funil aonde tem uma antena. Ali a serração estava muito densa dificultando a navegação visual, seguimos sentido norte até o arroio onde o cruzamos e fomos pela sua margem esquerda. Logo observamos o urtigão da serra uma planta com folhas gigantes bem caracteristicos dessa região. Logo após uma subida e o arroio começa a virar canyon, avistamos o curral da fazenda do Funil, andamos mais uns 5min e já avistamos as araucarias da borda do canyon, por conta da serração que já começava a molhar não conseguimos ver o canyon e fomos logo montando acampamento. Saímos para pegar água sentido norte margeando as bordas, 1min do acampamento da área  onde tem as araucarias e arbustos, entra na mata nebular e já ve uma cascatinha, eu costumo seguir adiante pela trilha dos bois e andar mais um pouco proximo a borda tem outro fio dágua que prefiro pegar.



      Barracas montadas, hora de fazer a janta. Ainda bem que trouxemos uma lona para cozinha pois a serração foi ficando mais forte e estava molhando bem. Fizemos uma bela macarronada a carbonara, regada de vinho, e ficamos batendo um bom papo até que o sono pegou.
      No dia seguinte acordamos cedo, demos uma volta e o tempo parecia que ia abrir, tomamos café, desmontamos o campo e por volta das 8h30 saimos rumo norte, antes passamos para abastecer nossos cantis e varar a mata da encosta, desta vez encontrei uma trilha melhor e mais curta por dentro da mata, apesar que essas matas com araucarias são bem limpas em baixo, com grandes xaxins e arvores pequenas.


       

       
      Vencido a subida da encosta dentro da mata alcançamos um plato conhecido como morro dos anastacios, onde tem uma antena bem no topo e um marco geodesico junto de umas placas sinalizadoras do radar do cindacta que esta no morro na igreja distante ainda uns 30km, bem visivel deste ponto. Esse morro dos anastacios tem um temido charco, da primeira vez que passei ali eu não conhecia e cruzamos exatamente no meio dele, levamos quase 2 horas afundando os pés nas turfas. Desta vez fui bordeando o peral até proximo da antena e ali cruzamos o morro já no caminho para a trilha que descia para o próximo vale. Desta vez encontramos o capataz da fazenda Anastacio, era o Edson que era o irmão da Dona Zue da Fazenda Santa Candida, batemos um papo e depois a gente seguiu o caminho.
      Logo adiante começa a descida por um pequeno vale margeando o rio, passando por cerca de arame farpado (uma constante no percurso inclusive). Até chegar no vale, um vale muito bonito, eu particularmente acho essa passagem o ponto alto da travessia, cercado por morros com muita araucaria, o vale verde serpenteado pelo rio, e nesta epoca estava muito florido. Segue proximo as bordas até a subida do morro do outro lado. O topo é formado de esporões de pedra e logo abaixo é o canyon do Portal. Chegamos ai por volta das 13h e almoçamos a serração tomou conta do lugar. Esse vale é bem largo e com um grande charco no meio. Interessante que a grande maiorias destes vales com excessão talvez do canyon do Funil todos os rios correm sentido oeste. Aqui para evitar o charco tem que descer a encosta e ir sentido oeste passar ao lado de uma pequena mata  e descer pelo piquete (cruzando alguns arames farpados) ao avistar o saleiro seguir em direção a ele, cruze e siga adiante em direção a rampa do morro do outro lado, vai cruzar o rio que se forma no charco. Uma boa parada para um banho. Depois é só subir a rampa parece uma antiga estrada de caminhão da epoca das madeireiras. No plano tem um grande charco de novo, tentar cruzar o quanto antes até a mata do outro lado e seguir pro norte, vai ser observado duas "ilhas" de mata no meio do charco. Ali uma pausa na borda é bem vindo pela vista e preparar o folego para a subida.





       


       
      A subida tem dois lances, e o ultimo chega no topo onde vai caminhar muito proximo da borda, mantenha esse caminho pois o campo com alguns pinus ellioti é um grande charco. Ai tem um marco geodesico e logo a seguir a mata que separa do Canyon Laranjeiras. É um vara mato de uns 800m em descida com muitas trilhas de boi, bem facil se perder, tem q manter sempre norte até sair no campo do outro lado. Neste campo caminha-se por um vale muito bonito rodeado de mata logo abaixo a esquerda vai seguindo o fluxo do rio que curiosamente 2 rios correm paralelos um de cada lado das matas e um corredor de campo no meio, fomos seguindo por ai já passado das 16h. no final deste corredor a esquerda esta o canyon, porem tem q tomar cuidado ao adentrar na mata pois é um labirinto de caminhos, muito facil se perder, mantenha-se entre a mata e o campo, apesar de ser dificil isso tambem, por conta da grande trilha que tem nessa mata. Neste momento demoramos bastante até alcançar as bordas do canyon, mas ali achamos um local excelente para acampar, perto de agua, quase na borda do canyon e com uma cachoeira para banhar-se a 5 min de caminhada. Essa cachoeira esta no pequeno canyon que forma a grande cascata do canyon Laranjeiras. Acampamos ali mesmo e montamos a barraca e nossa cozinha. Foi mais uma noite de muitas risadas e vinho. Tivemos a sorte de ver um espetaculo da natureza proporcionado pelos vagalumes. No dia seguinte amanheceu um dia de sol e exploramos bastante as redondezas, inclusive indo até o castelo, uma quase "ilha" de pedra rodeada por paredões de todos os lados tendo somente uma pequena passagem estreita na mata para cruzar. Caminhamos bastante pela mata atrás e por seu labirinto até o vale que viemos. Pela tarde fomos até a cachoeira e tomamos um belo banho gelado. Continuamos mais uma noite acampados ali.








       


      No dia seguinte saimos cedo uma pequena garoa que logo se foi, caminhamos até a outra borda do mirante principal do canyon e cerca de uma hora ate a fazenda Laranjeiras pela trilha principal, na fazenda fomos falar com o sr. Assis e Dna. Zuê. Ficamos um pouco por ali e depois tocamos pela estrada até a propriedade do Gigio. Desta vez não ficamos para o almoço, nos despedimos deles e agradecemos a receptividade de sempre. (RECOMENDO MUITO ALMOÇAR ALI) agora ele esta estruturando melhor para atender mais gente, construiu 2 chales que quero logo, logo levar minhas meninas lá para uma passeio a cavalo, comer pinhão, e curtir a vida do campo.














    • Por casal100
      Realizamos no periodo de 05 a 17 de Julho de 2015 a Volta completa da ilha de florianopolis a pé. Foram 12 dias e 251 quilometros.
      Somente a trilha entre ponta de canas e lagoinha que estava fechada, as outras estavam abertas.
      Em breve relato completo.
    • Por beatrizz
      Saudações meus queridos! 
      É com muito prazer que começo esse relato. Afinal, relatar não é apenas descrever, mas é REVIVER! 
      Bom. A história da travessia começou no Mirante da Serra do Rio do Rastro, onde eu, @darlyn e @Dionathan Biazus encontramos o senhor Miguel. Fizemos 6 horas de estrada desde Chapeco até o Mirante.
      O Miguel é o proprietário das terras onde a travessia acontece, então é com ele que tem que combinar as paradas. Cara super gente fina, de uma simplicidade enorme. O próprio mirante já é um ponto de partida (mas longe de ser o ápice da trip). 
      Mirante da serra do rio do Rastro: o mirante tem um murinho onde as pessoas ficam contemplando o visu da estrada da serra, cercada por suas montanhas. E tem sempre visitas dos quatis... É bom pontuar que aqui é sempre cheio de pessoas, se você quer ficar em contato com a natureza, não apenas olhe a mata, mas entre nela. Não só olhe a montanha mas vá até o topo! 
      Seguindo então, encontramos nossos outros dois parceiros dessa empreitada @dumelo39 e o Lucas, que vieram do Rio de Janeiro! Assim juntou toda a piazada haha.
      Fomos com o Miguel de 4x4 até a primeira fazenda. Ele cobra cerca de 150 pila o transfer (total) e 30 por dia pra acampar nas terras. Pra entrar nessa primeira fazenda mais 10 pilinha por cabeça. 
      Começamos então a subida até o primeiro destino: canyon Laranjeiras, daí foi cerca de 2 horas. O caminho é relativamente tranquilo, apenas umas partes com barro (fichinha perto do que viria a frente). 
      Canyon Laranjeiras: maravilhosamente lindo, o canyon tem 3 pontos principais pra parar. A parte mais do fundo é onde fomos pra descansar um pouco e comer. Estávamos nessa função quando do nada o tempo se armou e caiu um mundo de água. Ainda bem que deu tempo que fazer uma casinha com uma lona grande que o querido Dihonatan levou. Ficamos um tempo ali até que passou a chuva e seguimos.
      Nos tracklog tem uma parte que direciona pra fazer a borda do laranjeiras. Mas como estava muito úmido resolvemos seguir a dica de um guia que estava por ali, e cortamos reto saindo do laranjeiras. 
      Nessa primeira parte já tivemos contato com nossos amigos que apareceram muito nessa travessia: OS CHARCOS! 
      Isso mesmo, lemos tanto sobre eles nos relatos que já chegamos meio preparados. Mas quando começou de verdade, que o pé afundou no barro ou na água que nos demos conta do que eram esses caras. Foi só até acostumar. 
      Chegamos então na entrada de uma floresta, onde começou uma trilha punk. Íngreme, floresta fechada, terreno encharcado (a mochila ficando presa nos galhos uhuuull) coisa linda! Depois de atravessar e subir pelo mato conseguimos ver uma abertura e chegamos a uma plantação de pinheirinhos americanos. Dali passamos uma cerca e entramos na pior parte de charcos. Apareceu outro desafio. A Viração, que é uma neblina densa que cobre tudo. 
      Decidimos acampar ali na plantação mesmo. Arrumamos as coisas, fizemos nosso super miojo e descansamos o corpo pro outro dia, nesse primeiro dia fizemos uns 7 kms. 
      O dia amanheceu com um sol tímido e seguimos viajem, andamos uns 10 kms nesse dia, passando por vários picos de tirar o fôlego. 
      Chegamos ao canyon do Funil cedo, as 15:30, e resolvemos ficar por ali pra aproveitar a vista e continuar no outro dia. Armamos acampamento e logo veio a chuva. Mas já estávamos preparados, ali perto tem um córrego que da pra tomar um banho massa. 
      Era umas 18 e a gente já estava dormindo, porque o corpo estava pedindo. Umas 2 da manhã olhamos pra fora esperando ver uma chuvarada, que o barulho lá fora tava de arrasar, mas era só o vento chegando. O céu estava limpando e lua deu seu espetáculo. Depois de um bom chá /café deu pra olhar as estrelas um tempo até o sono voltar. Aí dormimos até umas 5 e pouco, quando o vento aumentou e o sol começou a chegar. Demos muita sorte, porque o amanhecer foi coisa de outro mundo. 
      Começamos a desmontar o acamps umas 8 e demoramos porque o vento tava do caramba. 
      Caminhamos mais uns 8 kms pelas bordas dos canyons até o final da travessia onde chegamos na porteira final saindo no asfalto, perto da sub estação. Mais alguns kms no asfalto uns 3 e voltamos ao Mirante... 
      Super cansados, mas já querendo voltar e começar tudo de novo. Tivemos um almoço dos deuses lá no Mirante. Depois de quase três dias a base de miojo, uma lasanha caiu super bem. 
      É muito difícil traduzir em palavras o que é uma travessia ou trilha com montanha. Porque o sentimento só pode ser sentido, todo o desafio, desde o peso, o cansaço, o medo, até ficar deslumbrado olhando a imensidão e tendo um pouco de consciência de como somos pequenos nesse universo e como a natureza é perfeita, com respeito, prudência e amor pela natureza, concluímos com sucesso a travessia. Super recomendado. 
      🙏👏🌲🌲🌲




















    • Por Marlon Escoteiro
      Pico da Pedra - SC - março/2019
      Este pico tem 680m e esta na região de Balneário Camboriú-SC. Do topo é possível avistar desde a praia de Gravata ao lado de Penha até a ponta norte da ilha de Florianópolis. Mas a vista privilegiada é da Balneário Camboriú e itapema que estão logo abaixo com todo aquele mar ao redor.
      Desta vez fiz a trilha com minha filha de 8 anos que foi super de boa levamos 1h45min, sozinho faço em 1h.
      De carro passe pela Av. Rio Amazonas em Camboriú-SC em direção a Itapema via estrada velha, mantenha-se sempre a direita nas bifurcações acompanhando o rio a direita também. Já fiz de bike algumas vezes, é um bom rolê. A estrada sobe uma serra e termina no sítio Brilho Verde. Uma casa rural com excelente estrutura, tendo banheiros, estacionamento, serve pastel e caldo de cana. Muito organizado e limpo. 
      A trilha começa aí, no começo uma leve subida ainda em estrada, passa por uma pedreira de mármore e logo adiante se fecha em trilha dentro da mata.

      A primeira parte a subida é leve. Depois de uns 20min aparece uma bifurcação siga a esquerda pois a direita leva a uma area rural do outro lado do pico. Mais adiante vem uma parte plana passando num belo jardim de mata Atlântica. 
      Agora começa a subida são 4 lances pelas raizes e erosões. Utiliza um pouco as mãos mas bem de boa.

      O último lance já é no topo uma rampa de pedra exposta resultado da erosão de tantas pessoas q ali passaram.

      No topo a vista é magnífica. Podendo avistar todo o litoral.

       



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