Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

Indonésia + Singapura + Tailândia (36 dias – out e nov/2017) A viagem dos SONHOS!

Postado
  • Membros
  • Este é um post popular.

capa_relato_mochileiros.thumb.jpg.4f924c9b658ba04b89c8f944809ca0a4.jpg

 

Índice do Relato (clique na página para ir direto ao capítulo)
Capítulo 1: Preparativos [Pag. 1] 
Capítulo 2: Do sonho até lá. [Pag. 5]
Capítulo 3: 
Bangkok, tempestade e a corrida contra o tempo. [Pag. 5]
Capítulo 4: 
Roby, o motorista mais gente boa de Bali. [Pag. 7]
Capítulo 5: 
Templos e praias de Bali, a ilha mágica. [Pag. 7]
Capítulo 6:
Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. [Pag. 8]
Capítulo 7:
Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. [Pag. 9]
Capítulo 8:
Os encantos de Nusa Lembongan. [Pag. 9]
Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta! [Pag. 9]
Capítulo 10: 
Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay. [Pag. 10]
Capítulo 11: Goa Giri Putri, Atuh Beach e uma casa na árvore. [Pag. 11]
Capítulo 12: 
O espetáculo do sol: adeus Nusa Penida! [Pag. 11]
Capítulo 13: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands. [Pag. 13]
Capítulo 14: Chinatown, Gardens by the Bay e Singapore Flyer. [Pag. 13]
Capítulo 15:

(continua...)

Quer conferir algumas fotos da viagem e ainda ser informado quando tiver capítulo novo?

Então segue lá no instagram @queridopassaporte

Faaala, meu povo!

Cá estou eu novamente retribuindo tudo o que esse fórum sempre me proporciona. É com prazer que dou início a mais um relato buscando compartilhar o máximo possível de informações e de experiência de viagem com a comunidade mochileira.

Há três anos, fiz meu primeiro mochilão, percorrendo o clássico roteiro da América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), e postei o relato aqui no fórum. Confesso que não tinha noção da proporção que esse relato viria a tomar, e de como ele me apresentou tanta gente do bem e inspirou tantas outras histórias bonitas por aí.

Para quem ainda não viu, vou deixar o link aqui, ó: 

 

Agradecimentos

Eu não poderia dar sequência sem antes agradecer a todo mundo que me ajudou com as informações que me permitiram fazer o roteiro do jeito que eu sempre quis. São muitos nomes:

Meu parceiro @Tanaguchi que, com seus dois incríveis relatos pelo Sudeste Asiático (veja aqui e aqui), em muito me ajudou nesse planejamento. Aliás, ele também me ajudou com o relato pela América do Sul. Vai seguindo tuas viagens que eu vou te acompanhando, jovem! Hahaha

Outro grande agradecimento vai pra minha parceirona @Maryana Teles, dona do Vida Mochileira (clica aqui pra conferir o Blog dela, aproveita pra segui-la no Instagram, no YouTube e participar do grupo no Facebook). A Mary sempre foi uma pessoa alto-astral, generosa, autêntica, e que me ajudou muito com as postagens dela sobre a Tailândia. E também me deu aquela força na divulgação do @queridopassaporte durante minha viagem haha. Valeu, Mary! #tamojunto sempre.

Foi a Mary que me indicou outro cara que também tenho que agradecer, meu xará Rodrigo Siqueira, do TravelerBR, principalmente por indicar o melhor barqueiro de Koh Phi Phi (mais detalhes nos capítulos finais do relato haha). Rodrigo também é referência em mergulho de cilindro por lá, e o barco da empresa dele tá sempre lotado de brasileiros. Não deixe de conferir o site e o instagram dele. 

E, por fim, agradecer a dois estrangeiros camaradas: o Jackson Groves, do Journey Era, e a Justine, do Travel Lush. Seja pelas matérias nos blogs ou respondendo os meus directs, me ajudaram muito com informações principalmente a respeito de Nusa Penida, em Bali, pois quase não se achava site brasileiro com informação detalhada sobre esse lugar na época em que eu estava pesquisando.

Ufa! É isso. Claro que mais pessoas me ajudaram, direta ou indiretamente, mas fica aqui meu agradecimento de forma geral.

 

A viagem

Essa viagem seria feita originalmente em novembro de 2016. Mas meu namorado e fiel parceiro de boletos, aventuras e repete-essa-foto-até-ficar-do-jeito-que-eu-quero Antenor recebeu uma proposta de emprego e mudou de empresa e, com isso, lá se foram as férias planejadas. Tivemos que esperar o ano seguinte, mas o sacrifício valeu a pena. Daí vocês já imaginam a expectativa que foi quando finalmente embarcamos nessa viagem no final de 2017, né? Spoiler: foi a viagem dos SONHOS!

 

O Roteiro
 

roteiro_sudeste_asiativo.thumb.jpg.c57bac6c32cf39ee17815fd012b8ee04.jpg

O roteiro mudou muitas vezes desde quando comecei a pesquisar essa viagem, há dois anos. No começo, ficava ali por Tailândia, Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã… Mas aí depois veio Bali... Aí depois veio Singapura… Aí depois veio Filipinas... A TENTAÇÃO NÃO TINHA FIM! Era uma descoberta atrás da outra. Não havia tempo pra tudo, infelizmente.

Fechamos, então, Indonésia (Bali), Singapura e Tailândia. Talvez não fosse o roteiro mais prático, mas também nada difícil de ser feito, principalmente considerando os voos low-cost dessa região e a época propícia em que estávamos viajando (mais detalhes logo abaixo na parte “Quando ir?”).

O roteiro ficou assim:

11/10/17: Vitória (VIX) x São Paulo (GRU) 
12/10/17: São Paulo (GRU) x Addis Ababa (ADD)
13/10/17: Addis Ababa (ADD) x Bangkok (BKK)
14/10/17: Bangkok (DMK) x Bali (DPS)

Indonésia (Bali)
15/10/17: Uluwatu
16/10/17: Ubud
17/10/17: Ubud
18/10/17: Ubud x Nusa Lembongan
19/10/17: Nusa Penida
20/10/17: Nusa Penida
21/10/17: Nusa Penida
22/10/17: Nusa Penida x Kuta
23/10/17: Bali (DPS) x Singapura (SIN)

Singapura
24/10/17: Singapura
25/10/17: Singapura
26/10/17: Singapura
27/10/17: Singapura (SIN) x Bangkok (DMK)

Tailândia
28/10/17: Bangkok
29/10/17: Bangkok
30/10/17: Bangkok
31/10/17: Bangkok (DMK) x Chiang Mai (CNX)
01/11/17: Chiang Mai
02/11/17: Chiang Mai
03/11/17: Chiang Mai
04/11/17: Chiang Mai
05/11/17: Chiang Mai x Bangkok, Bangkok (DMK) x Krabi (KBV)
06/11/17: Railay Beach
07/11/17: Railay Beach
08/11/17: Railay Beach x Koh Phi Phi
09/11/17: Koh Phi Phi
10/11/17: Koh Phi Phi
11/11/17: Koh Phi Phi
12/11/17: Koh Phi Phi
13/11/17: Koh Phi Phi x Krabi, Krabi (KBV) x Bangkok (DMK)
14/11/17: Bangkok
15/11/17: Bangkok (BKK) x Addis Ababa (ADD) x São Paulo (GRU) x Vitória (VIX)

 

Quando ir?

Essa pergunta é muito importante. Planejar uma viagem ao Sudeste Asiático sem levar em consideração a época do ano é bem arriscado. As estações se resumem basicamente em Seca e Molhada. Quando eu digo seca, é quente pra burro. E quando eu digo molhada, é daquelas chuvas torrenciais cinematográficas (as famosas monções).

Bom, eu poderia gastar alguns parágrafos aqui descrevendo as probabilidades climáticas de cada mês em cada um dos três países que eu visitei, mas, como eu sou um cara muito gente boa, montei uma tabelinha mais lúdica pra facilitar a pesquisa.

Lembrando que essas informações são PROBABILIDADES. Sabemos bem como o clima pode nos surpreender. Você pode ir num mês cuja probabilidade é de chuva e pegar um belo dia de sol, como pode ir numa época típica de sol e pegar dias de chuva. Não é uma ciência exata.

Indonésia (Bali)

quadro_climatico_indonesia_bali.thumb.jpg.8cb28e16c6ca2aa4fc83c63592605e4c.jpg

De maio a outubro é a “estação seca”, bons meses pra se visitar Bali. Abril e novembro também são boas opções, mas ainda são meses de transição entre as estações. Se puder evitar dezembro, janeiro e fevereiro, evite, pois tende a chover mais. Mas nada que vá atrapalhar sua experiência de viagem caso esses sejam os únicos meses disponíveis.

 

Singapura

quadro_climatico_singapura.thumb.jpg.2b7312195feae1dd0a3aa4d0c9729444.jpg

Singapura já possui um clima mais equilibrado, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Costuma-se ter mais dias de chuva em novembro, dezembro e janeiro. O mês com menos chuva é fevereiro. Mas não é nada que seja uma diferença absurda. Apenas tenha em mente que qualquer dia pode chover, mas que isso não vai estragar o seu passeio.

 

Tailândia

quadro_climatico_tailandia.thumb.jpg.7627a2f94fb52624788c5ba227fa0d76.jpg

Tailândia é o país que mais respondemos “depende” quando a pergunta é “quando ir?”. Isso porque cada parte do país (região central, como Bangkok; região norte, como Chiang Mai; região da costa oeste, banhada pelo Mar de Andamão, como Phuket, Krabi e Koh Phi Phi; e região da costa leste, banhada pelo Golfo da Tailândia, como Koh Sami e Koh Tao) possuem calendários climáticos específicos. De uma forma geral, costuma-se dizer que os melhores meses são janeiro e fevereiro (dezembro, também, dependendo das praias que você queira ir), e os piores meses são de maio a outubro.

 

O que levar?

O Sudeste Asiático é quente, muito quente. Mesmo em época de chuva, são raros os momentos em que você precisará de roupa de frio. Em 99% do tempo você vai desejar ser invisível pra poder andar sem roupa e entrar nos estabelecimentos só pra ficar no ar condicionado. Pra não dizer que não levei roupa de “frio”, eu levei uma camisa segunda pele só porque no meu roteiro estava previsto uma visita a uma região bem alta no norte da Tailândia, e lá costuma fazer um “friozinho”. Morreria se não tivesse levado? Não, daria pra aguentar. Mas vai de cada um.

Meu vestuário foi, na maior parte da viagem, camiseta, bermuda e chinelo. Levei um tênis pra usar nos locais em que se exige sapatos fechados, e também para andar em Singapura, que é uma cidade mais “arrumadinha” e eu ia bater muita perna. Calça eu levei só para os voos internacionais e para entrar em estabelecimentos que pediam esse tipo de vestuário. Na região das praias, era sunga, bermuda e chinelo o tempo todo. Resumindo: FÉRIAS, em maiúsculo.

itens_bagagem.thumb.jpg.4909f731f48b97306dfa1d12cba9463c.jpg

 

Equipamentos

Eu sou um apaixonado por fotografia. Gosto de estudar, praticar e considero quase uma segunda profissão. Mas uma das perguntas que mais recebo é “adorei suas fotos, qual é sua máquina?” hahaha. Poxa vida. Não vou ser hipócrita em dizer que equipamento não faz diferença, porque ajuda. Mas a maior parte do resultado das fotos vem do olhar, do estudo de luz e sombra, composição, pós-edição, etc. Fora os perrengues que a gente passa pra conseguir uma foto. Mas sempre vale a pena.

De toda forma, deixo aqui a lista dos equipamentos que levei. Foi uma mochila só com eles. Algumas das fotos foram feitas com o próprio celular (na época da viagem, um Samsung Galaxy S7).

Câmera Nikon Dx D5300
Lente Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6
Lente Nikkor 35mm f/1.8
Lente Sigma 10-20mm f/4-5.6
Tripé 60-170cm
GoPro HERO5 Black
GoPro Dome 6’’
Spray repelente de água
Bastão GoPro 3 Way
Bastão Flutuador GoPro
Carregador triplo + 2 baterias extras GoPro
Maleta de acessórios GoPro
Filtro de linha com 6 tomadas e 2 entradas USB
Adaptador de tomadas

Quem sabe na próxima eu já arrumei um drone? haha

 

Precisa de visto?

Para todos os casos dos três países visitados (e basicamente para a maioria dos países), é necessário passaporte com pelo menos 6 meses de validade restante e apresentação do Certificado Internacional de Vacina contra a Febre Amarela. 

Abaixo, alguns dos requisitos que eu obtive dos sites da Embaixada do Brasil em cada país.

Indonésia
O visto de turismo não é necessário para visitas de até 30 dias. Já o visto de negócios é exigido, e pode ser obtido na chegada ao país, válido por 30 dias e prorrogado por mais 30 dias.

Singapura
Singapura não exige visto para entrada de brasileiros no país, caso permaneçam até 30 dias. Nesse caso, é concedido um “visitor pass”.

Tailândia
Não é necessário visto para os brasileiros ingressando na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias.

Atenção! O porte e o tráfico de drogas são severamente punidos pelas legislações desses países, até com pena de morte. Mesmo o porte de quantidades mínimas pode ser punido com muitos anos de prisão.

 

Documentos

Sempre levo uma pastinha dessas transparentes e maleáveis com todos os principais papéis que preciso carregar, tais como:

Cartões de embarque:
Estão sempre salvos no e-mail e no celular, mas não custa nada ter um back-up impresso guardado com você. Sou do time #menospapel, mas, estando do outro lado do mundo, precaução extra nunca é demais.

Comprovantes, ingressos, reservas, etc:
Todas as reservas, compras e ingressos que eu tenha comprado previamente (o que se faço caso não me represente nenhum aumento de custo, ou caso seja necessário, pois prefiro comprar e reservar tudo na hora).

Certificado do Seguro Viagem:
Nunca, eu hipótese alguma, viagem sem um Seguro Viagem. É como andar de carro sem seguro. Um risco constante de adoecer ou precisar de assistência médica e ter que gastar centenas ou milhares de dólares do próprio bolso. Acreditem, eu precisei usar nas últimas duas viagens internacionais que fiz. Então, faça sua cotação, sua pesquisa, entre em contato com a operadora do seu cartão de crédito, ou o seu banco, qualquer coisa, mas não viagem sem.

Cartão Internacional de Vacina (ANVISA):
É importante ter o seu Cartão Internacional de Vacina para comprovar que foi vacinado contra a Febre Amarela. Se em países como a Bolívia, onde é obrigatório, eles quase nunca te pedem, na Tailândia, por exemplo, é obrigatório apresentar antes mesmo de sair do aeroporto. Não esqueça o seu. Para fazer o seu Cartão Internacional, basta entrar no site da ANVISA, fazer o cadastro prévio, depois ir até uma agência deles, levar seu cartão de vacina em que comprova que foi vacinado contra a febre amarela e pronto, eles emitem o seu Cartão Internacional.

Nota fiscal dos equipamentos fotográficos:
Eu sempre procuro levar, ainda que meus equipamentos sejam considerados de “uso turístico” e não precisam ser declarados. Entretanto, nunca se sabe quando você será confrontado por um agente policial questionando a procedência daqueles itens. Então, por precaução, eu levo. Mas nunca me pediram.

Todo e qualquer papel que você receber durante a viagem:
Vá guardando tudo o que você receber, principalmente em aeroportos, hotéis, agências, etc. Nunca se sabe quando você irá precisar daquele comprovante. É muito comum ter que apresentá-los nos trâmites de entrada e saída de alguns países.

 

Como levar o dinheiro?

Há muitos que optam por levar o cartão para saques nos ATMs, ou então só usar o cartão de crédito, por uma questão de segurança. Eu levo tudo em dinheiro (dólares, geralmente) e deixo as notas num money belt, aquelas doleiras em forma de cinto que a gente usa por dentro da roupa. É ali também que eu guardo o meu passaporte, sempre comigo. Não tiro o money belt para nada. Os únicos momentos que tirava era quando ia entrar no mar, mas ou eu estava num barco privado e minhas coisas ficavam em segurança, ou então eu deixava tudo no cofre do hotel e só saia com o dinheiro necessário para o dia. Nesses países é bem raro ser assaltado, mas o furto é algo comum. Então fique sempre muito atento aos seus pertences para não dar o azar de ser furtado.

Obviamente, também levo um cartão de crédito para emergências. Mas nunca o deixo junto de onde guardo o dinheiro, justamente para não correr o risco de perder tudo de uma vez só. O mesmo vale para as chaves reservas dos cadeados, se este for o seu caso (eu uso mais o cadeado de código). Sempre guarde a chave reserva num lugar separado.

 

Finalizando...

Bom, acho que é isso. No próximo capítulo eu darei início à saga do voo internacional, falo das passagens, de como e por quanto comprei, questões de fuso horário, jet lag, etc.

Então, até breve!

 

Próximo capítulo: Do sonho até lá.

  • Respostas 126
  • Visualizações 63.9k
  • Criado
  • Última resposta

Usuários Mais Ativos no Tópico

Most Popular Posts

  • Capítulo 4: Roby, o motorista mais gente boa de Bali. 4º dia (14 de outubro) As 4h15 do voo de Bangkok a Bali passaram com tranquilidade. Para quem havia experimentado as intermináveis horas

  • Capítulo 2: Do sonho até lá.   Cotação das Moedas Antes de mais nada, vamos a uma informação que vai nortear todo o relato: a cotação das moedas. Deixarei abaixo o valor médio de

  • Abandonei legal aqui, ein?! Pelo menos terminei 1 país kkkk. Tá foda.

Posted Images

Featured Replies

Postado
  • Autor
  • Membros

Faaaala, galera. Desculpa o "sumiço". Tava colocando umas coisas em ordem, e agora acho que dá pra continuar escrevendo o relato (cada capítulo me consome o tempo livre de um dia inteiro ou mais rs).

Comecei a escrever aqui, e acho que amanhã já consigo postar o Capítulo 4.

Abraços!!!

Postado
  • Autor
  • Membros
  • Este é um post popular.

Capítulo 4: Roby, o motorista mais gente boa de Bali.

4º dia (14 de outubro)

As 4h15 do voo de Bangkok a Bali passaram com tranquilidade. Para quem havia experimentado as intermináveis horas do Brasil até aqui, isso era como um passeio no parque. A ilha vista de cima é tão deslumbrante quanto sua fama. E, considerando que o piloto precisou dar várias voltas por ela até obter autorização para o pouso, pudemos constatar isso com propriedade.

Quando descemos do avião, o famoso por do sol de Bali já estava em seus instantes finais. Conseguimos uma rápida selfie, e partimos para os trâmites de bagagem e imigração. No nosso roteiro original, não fosse o imprevisto da chuva em Bangkok e o voo perdido, estaríamos naquele momento curtindo a hora dourada no templo de Uluwatu, depois de passar a tarde toda desbravando a região nas scooters alugadas.

cap4-02-sunset.thumb.jpg.04f2cd8fd820460d7ae4f5e9738f34c5.jpg

Preenchemos os formulários de imigração e fomos pra fila. Cães farejadores inspecionavam cada passageiro, cada bagagem, e, na nossa vez, bateu aquele paranoico medo de "e se alguém colocou droga escondido na minha mochila?". Para a minha sorte, não foi o caso. Fosse isso, eu nem estaria aqui escrevendo esse relato. O tráfico de drogas é punido com a morte na Indonésia.

Seguimos para trocar alguns dólares. Bastou uma nota de 100 para nos tornarmos milionários pela primeira vez na vida. (VIU, MÃE? EU DISSE QUE CONSEGUIRIA!!!). Com a cotação de Rp. 13.100 por dólar, pegamos Rp. 1.310.000, mais que o suficiente para o Uber até o hotel, a diária e o jantar.

cap4-01-rupias.thumb.jpg.174fa75591bfb8ab184a4870786c7d7c.jpg

Eu disse Uber? Que inocência a minha. A gente não conseguia localizar o ponto de encontro nem por decreto. Não bastasse isso, cerca de setecentos e vinte e nove motoristas ficavam nos abordando num frenesi diabólico oferecendo corrida. Mas não era uma simples oferta, era uma aporrinhação do c*ralho. Eles enchem o saco com FORÇA. Ficam te seguindo, insistindo, e quando você se livra de um, vem outro. Eu e Antenor já estávamos a ponto de cair na porrada com um deles, quando enfim nos demos por vencidos. Não seria possível achar o Uber.  Fechamos por Rp. 120.000 o trecho do aeroporto até o nosso hotel em Uluwatu (não era um trecho muito pequeno), um pouco mais caro que o que pagaríamos no Uber, porém não reclamamos depois que nos demos conta da distância percorrida.

Chegando no nosso hotel, o Batu Kandik Homestay (simples, prático, e que nos serviria apenas para uma noite), pagamos a diária de Rp. 305.490, conforme reserva do booking (reservamos praticamente todas as hospedagens dessa viagem pelo booking, e todas com a opção de cancelamento gratuito). Pedimos um jantar na recepção, e eles foram a um restaurante buscar para a gente. Junto com uma Bitang 600ml, a famosa cerveja balinesa, ficou por Rp. 134.000 o casal. Fomos para a área da piscina relaxar e tomar nossa cerveja. O céu completamente estrelado. Aquela cerveja gelada. A noite quente, mas com uma brisa agradável. "Meu Deus, eu estou em Bali". Foi um daqueles bons momentos em que nos damos conta do quão abençoados somos por essas experiências vividas num mundo tão injusto e desigual.

"O jantar de vocês chegou", disse o garoto da recepção num inglês de sotaque engraçado. Seguimos para o quarto e abrimos as sacolas de comida. Isso mesmo, SACOLAS haha. Como pedimos às escuras, sem saber o que cada nome daquele significava no cardápio, nos deparamos com algumas sopas rs. Se a apresentação não estava lá essas coisas, o gosto estava. Bem apimentado, porém delicioso. Aliás, "apimentado, porém delicioso" seria uma constante em nossas refeições durante essa viagem rs.

cap4-comida.thumb.jpg.fed9ba1c95a70ec8aae6498f1e90c6e4.jpg

Era hora de dormir. Havíamos combinado com o Roby, nosso motorista, de nos levar cedo para um passeio pelos principais templos e praias daquela região da ilha. E não poderíamos ter escolhido pessoa melhor para isso.


SALDO DOS DIAS (dividido por pessoa):

Rp. 60.000 - Táxi
Rp. 152.745 - 1 diária no Batu Kandik Homestay
Rp. 67.000 - Jantar e cerveja

TOTAL: Rp. 279.745  (USD 21)

_______________________________________________

 

Roby, o motorista mais gente boa de Bali.

Eu precisava fazer um capítulo a parte para esse cara.

Durante o planejamento dessa viagem, eu me convenci de que, devido ao tempo que tínhamos disponível e a quantidade de coisas que queríamos fazer, precisaríamos contratar um motorista/guia privado em Bali. Pesquisando bastante pela internet, cheguei ao nome/e-mail de uns três que eu julguei confiáveis, dados os relatos apresentados. Apenas dois me deram o retorno. Nas negociações, o Roby foi o que me transpareceu mais confiança. E como eu estava certo!

Roby é um balinês como eu quero guardar na memória. Solícito, atencioso, esforçado, trabalhador e sorridente. Tratou a gente com a máxima educação, honestidade e cuidado.

O melhor de tudo foi quando, de repente, ele começou a arriscar um português com a gente. Quase não acreditamos. Mas logo depois lembramos que estávamos em Bali, o paraíso dos surfistas, e o Brasil é bem forte no surf, então muitos brasileiros vem pra cá. Fazia sentido.

Com isso, Roby acabou se tornando um motorista e guia particular especializado em viajantes brasileiros e portugueses. Isso mesmo! Não bastasse conhecer a ilha como a palma de sua mão, ser um excelente profissional, ainda se esforçava para se comunicar em português. Detalhe: aprendeu por conta própria, de tanto atender a brasileiros e portugueses.

Nós, que havíamos planejado apenas 1 dia de motorista privado, decidimos contratar 2, de tão satisfeito que ficamos. Ele nos deu altas dicas de roteiro, indicando os melhores lugares, melhores caminhos e a ordem que deveria ser feito, mas isso sem jamais querer forçar um lugar que a gente não queria ir. Ele fez de tudo para atender nossas vontades. Porém, como o trânsito em Bali pode ser caótico nos horários de pico, ele sabia exatamente que ordem seguir e quais horários evitar em determinadas regiões, pois isso poderia resultar em horas preciosas perdidas em engarrafamentos.

O preço médio para as diárias de um motorista particular em Bali é de 50 dólares americanos. E isso inclui o carro 4x4 confortável, com ar condicionado (ESSENCIAL EM BALI), gasolina e etc. Foi o que pagamos (Rp. 650.000) na diária do primeiro dia, vez que visitaríamos a região Uluwatu, depois passaríamos por várias praias subindo pela costa, até terminarmos o dia com um por do sol no famoso Tanah Lot (templo do mar), e ele ainda nos deixaria no nosso hotel em Ubud, região central da ilha. Isso totalizaria umas 10 horas de serviço.

No dia que nos despedimos de Roby, disse a ele que o indicaria para os demais viajantes brasileiros. Ele me agradeceu como se eu tivesse fazendo um favor filhos dele. Achei aquilo bem bacana. 

Já aqui no Brasil, perguntei a ele se ele toparia uma parceria. Eu indicaria os serviços dele, e ele, em contrapartida, ofereceria um preço mais camarada para os leitores aqui no mochileiros. Ele topou na hora!!! E não apenas me ofereceu preços mais baixos, como disse que fará um desconto de 10% para os que mostrarem a ele essa imagem abaixo:

cap4-03-cupom-roby.thumb.jpg.74f827a6884b2e85ffeef6e2678409d0.jpg

Isso mesmo!!! Se vocês forem a Bali e quiserem contratar o Roby como motorista e guia particular (um guia de verdade, que explica as coisas em detalhes, e não apenas finge ser guia), ele cobrará Rp. 600.000 pela diária que envolva distâncias maiores (apresentando essa imagem-cupom, o preço ainda cai pra Rp.550.000), e Rp. 500.000 para diárias em locais mais próximos ou de direção única (e com o desconto do cupom, cai pra Rp. 450.000). É muito mais barato do que o que eu mesmo paguei!!!

Para entrar em contato com ele, é só procurar por Wayan Roby Parwanto Roby no facebook. O e-mail dele é o wayanrobyparwantoroby@yahoo.com.

Eu não vou ganhar 1 centavo sequer com isso. Apenas a certeza de estar indicando um excelente profissional para a galera mochileira, e ajudando um cara super trabalhador a sustentar sua família.

Quem por acaso tiver a chance de conhecer o Roby e usar o cupom, não esquece de avisar aqui no tópico. Aproveitem pra me dizer como foi a viagem de vocês. 

Até a próxima!

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Templos e praias de Bali, a ilha mágica.

Postado
  • Autor
  • Membros

Obs.: postei um comentário antes da hora e depois não soube apagar. Se alguém souber como faz, me avisa aqui. Tô um pouco perdido nesse formato novo do fórum rs.

  • 2 semanas depois...
Postado
  • Autor
  • Membros

Capítulo 5: Templos e praias de Bali, a ilha mágica.

5º dia (15 de outubro)

Acordamos um pouco antes do horário combinado com o Roby, pois nosso hotel não tinha café da manhã. Caminhamos uns 10 minutos pela beirada do asfalto até uma dessas vendinhas locais, e ali já deu pra sentir melhor o clima mágico de Bali. Pagamos Rp. 20.000 cada nuns biscoitos de gosto diferente e um café adoçado com leite condensado. Não foi a coisa mais gostosa do mundo, mas se alimentar como os locais era um dos nossos objetivos nessa viagem, e isso era empolgante demais.

Roby nos mostrou pontualidade quando encostou seu carro em nosso hotel às 7h55. Após uma breve apresentação, para o que se tornaria uma grande amizade de viagem, seguimos para a primeira parada do dia: o templo de Uluwatu.

Antes de continuar, vou deixar o roteiro do dia conforme havíamos combinado por e-mail. Toda a conversa sobre os melhores locais a se visitar foi feita com antecedência. Eu disse os locais que queria conhecer, e ele me deu os conselhos de melhor ordem e possibilidades. Fiquei muito satisfeito com o planejamento final, porque em nenhum momento ele quis me empurrar locais ou me desencorajar de outros - pelo contrário, ele foi muito sincero e realista, tentando ao máximo satisfazer nossas vontades. Afinal, é para isso que se contrata um motorista/guia particular.

O roteiro do dia ficou assim:

- Partida do nosso hotel em Uluwatu;
- Templo de Uluwatu (lê-se "Uluatú");
- Padang Padang beach (a praia que Julia Roberts gravou cenas pro filme "Comer, Rezar e Amar"; lê-se "Padãn Pandãn", quase engolindo o som do "g");
- Dreamland Beach (uma praia que pertence a um resort);
- Pausa pro almoço
- Green Bowl Beach (acredito que tenha esse nome "tigela verde" por conta das pequenas cavernas que ficam nos paredões);
- Nusa Dua Beach;
- Tanah Lot (o famoso templo no mar; lê-se "Tána Lót");
- Finalizamos no nosso hotel em Ubud.

 

Templo de Uluwatu

Começamos pelo famoso templo de Uluwatu. Já na entrada, dezenas de macacos nos recepcionavam, fazendo a alegria da gringaiada. Nós já estávamos espertos com nossos pertences, porque a fama deles por aqui não é muito boa rs. Costumam afanar as coisas em busca de comida, então todo cuidado é pouco.

01_cap5_uluwatu.thumb.jpg.d20e8760373982e019170cb44bd681a1.jpg

 

A entrada do templo custa Rp. 30.000 por pessoa, e inclui o empréstimo do "sarong" (lê-se "sarõn", engolindo o "g"), uso obrigatório no local. O local é grande e muito bonito, e pudemos presenciar uma aula de música para meninos balineses, a trilha sonora perfeita para a ocasião.

321010094_02_cap5_uluwatu(Personalizado).thumb.jpg.ca26445a516fd9d6a279f4879ab258d4.jpg

763625585_04_cap5_uluwatu(Personalizado).thumb.jpg.4541f5019f1566881c59c6278a0acf3c.jpg

2116890259_03_cap5_uluwatu(Personalizado).thumb.jpg.ba9917a44aafe73abc3ad4b733ba3e2b.jpg

 

Enfim, chegamos à parte do penhasco, onde era possível avistar o templo de Uluwatu (cuja entrada é restrita) bem na ponta, e toda a "orla" a ser percorrida pelos visitantes. Lindo demais!

1611297353_06_cap5_uluwatu(Personalizado).thumb.jpg.b71f9ad4a678145ab0851929a49899be.jpg

2058546345_06_cap5_uluwatu_2(Personalizado).thumb.jpg.3272acf827463ac3bd6f4d8d9973bd33.jpg

1340438256_07_cap5_uluwatu(Personalizado).thumb.jpg.8b01f2e728c5d4899db04953e6b810f9.jpg

 

Em nosso roteiro original, não fosse o vôo que perdemos em Bangkok, teríamos vindo aqui no dia anterior, por conta própria, presenciar o por do sol, que dizem ser muito bonito, e participar do famoso espetáculo de dança que acontece no final da tarde, e custa Rp. 100.000 por pessoa. Então fica a dica para quem tiver tempo.

 

Padang Padang Beach

Seguimos viagem para a praia de Padang Padang, que ficou famosa após a gravação do filme Comer, Rezar e Amar, estrelado por Julia Roberts. Pagamos Rp.10.000 cada na entrada, que acredito ser uma pequena taxa de preservação. A praia não é muito extensa, mas é bem bonita. Combinamos de ficar ali por 1 hora, então aproveitamos para relaxar, tomar uma água (Rp. 10.000) e, é claro, uma Bitang bem gelada (Rp. 40.000).

1981670202_08_cap5_padang_padang(Personalizado).thumb.jpg.4b68292bbb9397760894e8e54362ccb7.jpg

283581041_09_cap5_padang_padang(Personalizado).thumb.jpg.4ec4d619189c723d33d625ec4dd297e7.jpg

200712660_10_cap5_padang_padang(Personalizado).thumb.jpg.ad9dc3450678e15a5aa23c463e095a0c.jpg

1635834856_10_cap5_padang_padang_2(Personalizado).thumb.jpg.e31406f5a95adf171ce9b06f252f8579.jpg

 

 

Dreamland Beach

Nosso destino seguinte foi a Dreamland Beach, uma praia que pertence a um resort, porém permite acesso ao público de não hóspedes. Roby nos deixou num estacionamento, que era o ponto limite de onde os carros podiam ir. A partir dali, somente os carrinhos de transporte do resort podiam transitar, e para isso pagamos Rp. 10.000 cada (ida e volta), para que nos levassem até a praia.

Logo na chegada, havia uma feirinha, onde na volta compramos uma camiseta (Rp. 50.000) e duas águas de 500ml (Rp. 5.000 cada). Essa feirinha fica ao lado de uma água suja, não muito convidativa, mas que não tira a beleza da praia, até porque não faz contato com o mar (acredito eu).

Percorremos pela praia fazendo fotos, subimos um morrinho na entrada pra ter uma visão mais ampla, e depois fomos embora. Não quisemos gastar muito tempo ali.

1940711284_11_cap5_dreamland_beach(Personalizado).thumb.jpg.1e809f817907ad51096ed7ed44844dc9.jpg

1591767371_12_cap5_dreamland_beach(Personalizado).thumb.jpg.2fb3175273d9626eaff02659cb5cddf2.jpg

997710973_13_cap5_dreamland_beach(Personalizado).thumb.jpg.d635370146866064146e87361e92d177.jpg

1417129007_14_cap5_dreamland_beach(Personalizado).thumb.jpg.d077e1100c4c2e62ca1f0660610653e6.jpg

308158780_15_cap5_dreamland_beach(Personalizado).thumb.jpg.15f0d5a7b6b1209df3505a794fa68af1.jpg

1682726116_16_cap5_dreamland_beach(Personalizado).thumb.jpg.15e75d7fb399e0a064070a803af1c5a9.jpg

1146008551_17_cap5_dreamland_beach(Personalizado).thumb.jpg.8400167fb36f5482f3e284b93461ed96.jpg

 

Pausa para o almoço

O carrinho do resort nos levou de volta ao encontro do Roby, e era hora de uma pausa para o almoço. Pedimos a ele que nos levasse num lugar onde os locais almoçavam, e assim ele fez. Antes, paramos para comprar um chip de internet para Antenor (Rp. 80.000 para 4GB de internet), que aguentou bem os quase 10 dias que ficamos em Bali. Eu ainda estava usando o meu chip da EasySIM4U, embora não estivesse funcionando muito bem. No caminho, aproveitamos para trocar mais uns dólares na melhor cotação que achamos (Rp. 13.300 por dólar), não muito diferente do que pegamos no aeroporto.

O "restaurante" para onde ele nos levou (com muitas "aspas") era bem o que queríamos. Comida local e barata. Foram Rp. 20.000 por um prato de frango frito, arroz e um molho apimentado, e mais Rp. 5.000 numa garrafa de refrigerante local que parecia mais um chá. Valeu a experiência! Pagamos o almoço do Roby, também.

603467171_18_cap5_almoco(Personalizado).thumb.jpg.3c81db4f25b678d8f4f939f241267d6b.jpg

 

Green Bowl beach

A parada seguinte foi Green Bowl Beach, uma praia que prometia ser muito bonita pelas fotos que eu havia pesquisado. E ela não decepcionou. Pagamos Rp. 10.000 cada na entrada, e aproveitamos pra comprar uma garrafa de 1L de água por Rp.10.000. Afinal, seria necessário descer e subir muitos degraus por aqui. E sol tava daquele jeito!

1808950609_19_cap5_green_bowl(Personalizado).thumb.jpg.a55ef3de70de51cd913687b3419d5d1f.jpg

 

O visual da descida é deslumbrante! A praia não é muito longa, e os turistas ficam concentrados nas pequenas "cavernas" que dão nome ao lugar, creio eu. O mar é bem raso, com muitas pedras, uma leve correnteza, e uma água muito quente. Ideal para ficar relaxando e curtindo a vibe das férias.

1363542638_20_cap5_green_bowl(Personalizado).thumb.jpg.01a0b3883535c53681a516a6a9802e33.jpg

823560660_21_cap5_green_bowl(Personalizado).thumb.jpg.262d680ed6276f3a2d0a7f7257fbd93a.jpg

1255195219_22_cap5_green_bowl(Personalizado).thumb.jpg.09d1b11b39472bf9da17b68ec509c187.jpg

107351212_22_cap5_green_bowl_2(Personalizado).thumb.JPG.4cc4a6c7231ab831ca2c82e6d655273a.JPG

 

Nusa Dua Beach

Seguimos para a última praia do dia, Nusa Dua. Ficamos cerca de 40 minutos por lá, o suficiente para dar um mergulho e aproveitar a paisagem. Nessa praia, não pagamos nada para entrar, e também não quisemos ficar muito tempo, pois o objetivo era pegar o por do sol no Tanah Lot e a tarde já estava quase no fim. Lembrem-se: o trânsito em Bali pode ser caótico, então se antecipem a isso.

1782802872_23_cap5_nusa_dua(Personalizado).thumb.jpg.d949efce4cba14a61ee63afa58d0f2ad.jpg

1363938962_24_cap5__nusa_dua(Personalizado).thumb.jpg.80609e65c548eafcd58f47e7d72baf8c.jpg

 

Tanah Lot

Chegamos ao último ponto a ser visitado no dia, o "Templo no Mar". O Tanah Lot é o principal cartão postal de Bali, e isso ficou claro tão quando descemos do carro. Estacionamento, feirinhas, e muitos turistas na entrada do local. O por do sol é bem famoso por aqui, então espere sempre o lugar cheio. Pagamos Rp. 60.000 cada de entrada, e mais Rp. 10.000 numa água de 1L. Demos uma rodada pelo lugar e fizemos algumas fotos, mas não demoramos muito, porque eu queria mesmo era me posicionar bem para o por do sol. 

341182171_25_cap5_tanah_lot(Personalizado).thumb.jpg.a10f6b6bb90b134108579b15cbf1b6da.jpg

831462320_26_cap5_tanah_lot(Personalizado).thumb.jpg.646b41ae5ad6b1b1ed6bec49c7fa9e52.jpg

 

Avistei uns restaurantes numa parte mais alta, e subimos até lá. Era preciso consumir (quase uma obrigação moral, visto que os garçons já te abordam quando você chega), então pedimos uma Bitang (Rp. 38.000). Se valeu a pena? Bom, deixo vocês concluírem pelas fotos rs. Só sei que foi o tempo exato, pois, logo após o sol se por, começou a chover. 

1828796684_26_cap5_tanah_lot_2(Personalizado).thumb.JPG.205232b8aa1d7decd36d259435f1d72b.JPG

1353772765_27_cap5_tanah_lot(Personalizado).thumb.jpg.e9bf1f6270d5066ea3e168dc878ca34f.jpg

635827282_28_cap5_tanah_lot(Personalizado).thumb.jpg.d825bf9c9116c9e5e49f1d6ad51ca330.jpg

127400727_29_cap5_tanah_lot(Personalizado).thumb.jpg.c64a4607ad9b3ad97f3df8f9fbda8068.jpg

 

Juntamos as nossas coisas e fomos ao encontro do Roby no estacionamento. Era hora de seguir para Ubud. Antes, decidimos experimentar um "milho doce" na brasa por Rp. 15.000. Pedimos para o cara não colocar muita pimenta, mas foi o mesmo que nada. Tava tão apimentado que ficou impossível comer haha. Compramos uma água por Rp. 5.000 e partimos!

 

Ubud

Combinamos com Roby de que ele nos deixasse no nosso hotel em Ubud ao final do dia. Isso foi essencial para o nosso roteiro, visto que ganharíamos um precioso tempo com locomoção.

A ideia original era usar o dia seguinte para conhecer as proximidades de Ubud por conta própria, de scooter alugada (aquelas motinhas automáticas) e, no outro dia, usar os serviços do Roby novamente para conhecer algumas regiões mais afastadas. Ele nos perguntou se podíamos inverter os dias (provavelmente porque havia cliente querendo agendar com ele também no mesmo dia). O serviço dele foi tão satisfatório que não hesitamos em aceitar. Ele agradeceu demais pela ajuda!

Fizemos check-in no Angga Homestay, um dos poucos hotéis dessa viagem em que não foi preciso pagar tudo com antecedência. Foi uma das melhores hospedagens dessa viagem. Não à toa tem uma nota tão boa no booking. A dona, Putu (lê-se "Putú") nos tratou como filhos. Sem falar na arquitetura, linda demais! Bem típica do lugar. É como se você estivesse hospedado na casa de um balinês (o que não deixa de ser). Aproveitamos para deixar umas roupas com ela para serviço de lavanderia e saímos para jantar.

Ubud é um charme, e não foi preciso a luz do dia para perceber isso já no primeiro contato. A rua principal é repleta de restaurantes e um milhão de scooters estacionadas. É o principal meio de locomoção local. Ubud me deu uma sensação semelhante ao que senti em San Pedro de Atacama, no Chile. É como visitar Búzios, porém na versão cultural do país em que estamos haha. Não à toa é o lugar preferido da maioria dos que visitam Bali.

Jantamos num restaurante "melhorzinho" por Rp. 144.500 o casal. Depois de um dia cansativo, a gente merecia. Combinamos com Roby de nos pegar às 8h no dia seguinte. Muitos templos nos esperavam, e a nossa viagem estava só começando.

1118267699_30_cap5_jantar(Personalizado).thumb.jpg.a07cf07aca2644140e4beb3d1f7214b3.jpg

 

Mapas

Vou deixar aqui a imagem do mapa da ilha e de alguns dos principais pontos turísticos locais que achei no carro do Roby. Quebra um bom galho pra gente se organizar no roteiro a ser visitado.

00_cap5_bali_map.thumb.jpg.daf8b45b7e2fcd7bd1083c555f0e1839.jpg

00_cap5_bali_map_2.thumb.jpg.a7e48dbc934b69d515172788c1a0f936.jpg

 

SALDO DO DIA (por pessoa):

Rp. 20.000 - Café da manhã
Rp. 30.000 - Entrada Uluwatu Temple
Rp. 10.000 - Entrada Padang Padang Beach
Rp. 25.000 - Cerveja e água na praia
Rp. 10.000 - Entrada Dreamland Beach
Rp. 5.000 - Água 500ml
Rp. 50.000 - Camiseta na feirinha
Rp. 50.000 - Almoço de 2 pessoas com bebida
Rp. 80.000 - Chip com 4GB de franquia de internet
Rp. 10.000 - Entrada Green Bowl Beach
Rp. 10.000 - Água 1L
Rp. 60.000 - Entrada Tanah Lot
Rp. 10.000 - Água 1L
Rp. 19.000 - Cerveja
Rp. 15.000 - Milho doce apimentado
Rp. 5.000 - Água
Rp. 650.000 - Diária do Roby 
Rp. 144.500 - Jantar em Ubud

TOTAL: Rp. 1.203.500  (USD 88)

 

PRÓXIMO CAPÍTULO: Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha.

Postado
  • Colaboradores
Em 25/05/2018 em 22:19, rodrigovix disse:

Obs.: postei um comentário antes da hora e depois não soube apagar. Se alguém souber como faz, me avisa aqui. Tô um pouco perdido nesse formato novo do fórum rs.

clica em opções > desaprovar (se usa pc, navegadores) 

Screen Shot 06-06-18 at 09.33 AM.JPG

Postado
  • Autor
  • Membros
Em 06/06/2018 em 09:32, Dan Wollker disse:

@rodrigovix show man .. ja pensou em escrever um livro futuramente ??? muito bom !

Hahaha valeu, Dan! Cê já pensou? Quem sabe um dia. 

Postado
  • Autor
  • Membros
Em 06/06/2018 em 09:35, Dan Wollker disse:

clica em opções > desaprovar (se usa pc, navegadores) 

 

Obrigado!!! O jeito vai ser essa estratégia aí mesmo rs.

Postado
  • Membros

Pretendo fazer sudeste asiático no mesmo período (outubro e novembro) e esse relato será bem útil. Inclusive tenho pesquisado bastante o roteiro a fazer por conta do raio das monções, e Indonésia, Singapura, Malásia e Tailândia pelo menos estariam no meu itinerário.

Aguardando o restante, mas até agora está muito bom!

Postado
  • Autor
  • Membros
21 horas atrás, alexandresfcpg disse:

Pretendo fazer sudeste asiático no mesmo período (outubro e novembro) e esse relato será bem útil. Inclusive tenho pesquisado bastante o roteiro a fazer por conta do raio das monções, e Indonésia, Singapura, Malásia e Tailândia pelo menos estariam no meu itinerário.

Aguardando o restante, mas até agora está muito bom!

Valeu, @alexandresfcpg! É um bom período pra se fazer caso você consiga combinar outubro pra Indonésia/Singapura e Novembro pra Tailândia. Espero que o relato te ajude. Abraços!

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Conteúdo Similar

Account

Navigation

Pesquisar

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.