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Maryl Carvalho

Uma viagem pelo perú em pleno carnaval por uma brasileira, um nativo e uma colombiana

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Buenas noches Mancha (galera/gente gíria peruana)

Os preparativos para viagens começam dois dias antes da viagem marcada para o dia 07/02/2018. Fui ao aeroporto pegar meu certificado internacional de vacinação. Para entrar ao país não precisa, mas como nesta época são paulo estava com muitos casos de febre amarela, fiquei preocupada e fiz meu certificado (melhor estar preparada).Neste mesmo dia troquei reais por dólares (100 dólares deu aproximadamente 342 reais). Não peguei soles (moeda do país), pois meu amigo (nativo do perú) fez uma cotação pra mim la no país e trocar dólares por soles era mais em conta no perú do que no Brasil, então troquei  20 dólares por soles no aeroporto em cusco apenas. Taxi aceita dólares e alguns lugares para comer aceitam também. Dia da viagem  07/02 peguei o voo as 05:50 no aeroporto de Curitiba -PR com destino a São Paulo. Em São Paulo peguei outro voo a Lima com duração de 4 horas. Em lima peguei outro voo a cusco (aqui vale a pena comentar que se você comprar a passagem pela avianca, e o clima estiver nublado ou chovendo, eles remarcam sua passagem para até dois dias e não dão hotel para se hospedar. Se você for de latam, eles descem em cusco com ou sem neblina, mas podem não descer se tiver chovendo, podendo então remarcar seu voo para mais tarde, mas no mesmo dia). Quando cheguei em cusco, estava chovendo muito (háa bom comentar que fevereiro é um período muito chuvoso) e tivemos que voltar a Lima. Ao chegar a Lima, a chuva parou e voltamos a cusco. Eu deveria chegar as 15 horas (horario de cusco! horario do Brasil seriam 18 horas da tarde) cheguei as 19 horas em cusco (horario de cusco). Como já tinha onde ficar, não fiz cotação de hostels ou hotel, mas caminhando pela cidade vi muitooooos hostels. Para ir a casa de meu amigo nativo, pegamos um onibus de valor de 80 centavos (o que seria quase uns 80 centavos aqui no Brasil). Meu amigo mora em um bairro alto, então começando a subir, senti o efeito da altitude. Fiquei cansada só de subir a escada de sua casa. Para comer, tomei um plasil, pois eu estava sentindo os efeitos da altitude e com medo de passar mal. Clima era de chuva e muito frio. Dia seguinte (08/02), conheci a cidade, museus que não precisavam do boleto turístico. Para alguns lugares precisa apresentar  um boleto turístico que custa 130 soles (tipo uns 130 reais).

Os locais que visitei e não precisei do boleto foram:

- Templo da Mercê (10 soles) - MARAVILHOSO!

- Museu Scotia Bank (Graça)

- Tupac inca yupanqui (Graça)

-Direção desconcentrada da cultura (graça) (aqui se compra os boletos a machupicchu - Comprei inteira e paguei 153 soles apenas passeio a machupicchu sem a montanha)

-Qorikancha (15 soles) - bacana ir!

- Palácio (Prefeitura) Municipal de cusco (aqui tem dois museus: um precisa do boleto turístico e outro fica no pátio da prefeitura tem amostras de graça)

- Hilário Mendivil (Atêlier de artesanato- Graça) isso na praça de San Blas.

No dia 8 e 9 fiz o tour pela cidade visitando os lugares citados a cima. Peguei o onibus pagando apenas 80 centavos nas viagens. Comprei algumas coisas e vale a pena comentar que sempre negocie o valor. Como eu estava com um nativo, eles cobravam mais barato. Os lugares que pedi sozinha, me cobravam até o triplo do valor.

Dia 10 levantamos cedo rumo a machupicchu. Nesta aventura foram eu, Joel (amigo nativo) e sua namorada colombiana Alejandra. Pegamos uma van as 8 da manhã até a hidroelétrica ( varia de 30 a 35 soles direito ida e volta). Chegamos as 14 horas na hidroeletrica. Uma estrada muitooo loca, um abismo, uma poeira, um frio, altitude de mais de 3000 metros. Chegando a hidroelétrica tem um lugar para comer, mas é caro em torno de 18 soles. Então  caminhamos em direção a estrada que nos leva a cidade de machupicchu. Mas antes almoçamos por algumas tendas em frente ao trem e pagamos 6 soles pela comida. Para machupicchu tem dois jeitos de chegar, caminhando a pé pelas linhas do trem ou por trem. Como o trem para brasileiros é caro, fomos a pé mesmo. Fui com uma mochila pequena, pois sabia que ia caminhar muitoooooo. Durante a caminhada vimos muitos turistas! se você for sozinho (a), fique tranquilo (a) sempre tem pessoas passando por você pelo caminho. Foram 11 Km da hidroeletrica a águas calientes (cidade de machupicchu). Isso deu em torno de 3 horas caminhando, parando para tomar agua e comer algo pelas tendas instaladas pelo meio do caminho. Chegamos ao final da tarde na cidade e pegamos um hotel de valor de 20 soles para um quarto de solteiro e um de casal por 40 soles. Isso para uma noite. Tomamos banho, descansamos e fomos dar umas voltas pela cidade (LINDAAA). Jantamos por 13 soles ( foi o prato mais caro que comigo durante todo o tempo em cusco, inacreditavel não?!) De manhã cedo (dia 11) pegamos uma van para subir até o lugar sagrado, pagamos 12 dólares cada um para apenas subir, para voltar teríamos que pagar mais 12 dolares, mas como iriamos voltar para hidroeletrica e não para águas calientes (cidade de machupicchu) então pagamos apenas 12 dólares para subir e descemos a pé. Cerca de meia hora para chegar ao lugar sagrado. Sem palavras! lindoo, sensação milll. Ficamos em torno de 3 horas (utilizamos 1 hora para conhecer ponte inca, muita gente não sabe desse lugar, aconselho ir ver). Saimos do lugar sagrado perto do meio dia e como la é tudo muito caro, decidimos descer e comer durante o caminho a hidroeletrica. Pra descer tudo aquilo que subimos de van, demorou 1 horas, uma descida muitoooooo complicada! Nessa hora que vc percebe que deveria ter ido de trem e pegar outra van para descer hehehe, mas logo vc percebe que não tem muito dinheiro e vai hehehe. Quando chega a estrada, tem mais umas 3 horas caminhando até a hidroelétrica e assim consegue almoçar e descansar. Esse dia caminhamos por 7 horas! (se você é gordinha como eu, foque tranquila  que vc consegue heheh. O bom é que não pega altitude nestes lugares). Na hidroeletrica pegamos um taxi até a cidade de santa teresa ( não se assuste se o taxista colocar mais umas 3 pessoas juntos e alguns vão no porta malas, bem tenso isso). Escolhemos ir a santa teresa, pois voltar a cusco seriam mais 6 horas dentro de uma van nada confortável e uma estrada sinistra. Então pagamos 5 soles cada um até santa teresa e ficamos em um hotel pelo valor de 20 soles o quarto de solteiro e 30 o casal para uma noite apenas. Jantamos e fomos relaxar nas aguas termais. Um lugar fantastico! ( para quem caminhou muitoooooo, bem merecido!). Para ir la pegamos um taxi e pagamos 3 soles cada e para entrar no termas, pagamos 10 soles cada um. Fomos a noite, pois durante o dia, é muito quente a cidade. A noite é frio, então vale a pena ir a noite. No dia seguinte, bem cedo fomos a Santa Maria (10 soles cada no taxi) para visitar Ollantaytambo (boleto turistico) e voltamos a cusco. Para voltar a cusco fomos a praça para pegar um taxi ou van (10 soles cada). No dia seguinte dia 13,fomos a pisaq (pegamos uma van no mercado Rosaspata pagamos 4 soles cada). Em pisaq você pode subir a pé (cansativo) ou pode pegar um taxi (25 soles total). Pegamos o taxi hehehe. Para voltar a cidade, voltamos a pé para não pagar mais 25 soles de taxi. Ao terminar toda a descida, pegamos uma van (4 soles) de volta a cusco, mas descemos em outro ponto turistico que fica na entrada decusco mesmo, chamado de  Sacsayhuamam (boleto tursitico) e encerramos nosso passeio pelos  principais pontos turísticos. Havia mais, mas por termos um tempo curto, apenas deu para conhecer os principais. 

Lugares que fomos para beber e comer:

- Limbus (lindooo principalmente a noite! vá)

-chec maggy (pizzaria, muitooooo boaaaa)

-la yola (muito bom e barato! comida bem peruana)

Na rua teecsecocha muuitos bares de rock (nós curtimos só rock)

Importante comentar que feiras nos sábados (el baratilho) tem preços mais baratos ainda para comprar artesanatos e lembrancinhas (mais barato de todo o cusco)

ex: uma chompa (blusas de lã) 20 soles, mas nas lojas as mesmas estão por 35 soles e no aeroporto vai achar por 100 dolares. Lenços (13 soles) e não esqueça de levar um pisco (bebida tipica alcoólica de peru e a inca kola (refri de cola do peru).

Voltei ao Brasil com a boca rachada (clima muitooo seco em cusco), muitas bolhas no pé e amando este povo muito educado e humilde. Ameiii conhecer e voltarei para conhecer outros lugares!

Qualquer dúvida chama ai. Bjão

 

 

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@Wesley_Justino simm, acho que vale mais a pena. Encontrei um casal brasileiro que foi por agência de turismo, eles comentaram que todo dia tinham coisas paara fazer pelo pacote, que não podiam aproveitar mais a cidade. recomendo ir por conta

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6 minutos atrás, Maryl Carvalho disse:

@Wesley_Justino simm, acho que vale mais a pena. Encontrei um casal brasileiro que foi por agência de turismo, eles comentaram que todo dia tinham coisas paara fazer pelo pacote, que não podiam aproveitar mais a cidade. recomendo ir por conta

Obrigado!  Vejo o pessoal comentando que fazendo o Vale Sagrado por agência fica muito corrido e não dá tempo de conhecer direito os locais. Vou ver se me animo de fazer solo, mas como vou sozinho, se não arrumar companhia não sei se será viável. Embarco no próximo sábado.

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o vale sagrado é lindooo, seria bom se tu pegasse esses táxis e fosse conhecer, o valor deles é sempre negociável, você pode encontrar carros mais caros, mas carros baratos também. Se precisar de algo, me chama, vou te ajudando.Pela cidade tem mutas agencias de turismo, pesquisa a mais em conta, tem variados valores. Boaa viagem e qlquer coisa dá um grito hehe

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    • Por roteiroviagemdemochileiros
      Olá Mochileiros,
      Aqui está >> O Passo a passo Roteiro de viagem Cusco e Machu Picchu 6 dias, mas antes anote as dicas abaixo:
      - Se você estiver sozinho (a) recomendo contratar o serviço da agência, pois algumas atrações ficam distantes do centro histórico e é necessário carro particular. Mas você pode tentar fechar um grupo com 4 pessoas no hostel pra rachar o táxi/carro particular. O problema é achar um guia-motorista, ou então contratar dois profissionais! Só não esqueça de que ver ruínas sem alguém mostrando o seu significado pode ser uma experiência bem frustrante. O tour pela agência ou por conta própria (táxi/carro particular + guia), vai dar quase o mesmo valor. Fica a seu critério! O que eu NÃO recomendo é fechar pacotes aqui com as agências brasileiras. 
      - Fique hospedado nas proximidades da famosa Plaza das Armas, isso porque em volta dela possui tudo: casas de câmbio, agências de turismo, lojas, cafés, restaurantes, bares, pubs, boates, etc... Para a galera Mochileira que gosta de festas e fazer novas amizades, super recomendo ficar hospedado no Wild Rover Hostels Cusco, que fica próximo a Plaza das Armas. Eu adorei !!! Selecionei também outras boas opções de hospedagem em Cusco com preço. 
      - Leve dólar: aqui no Rio não achei casas de câmbio com a moeda peruana. Não sei informar se o real é bem aceito lá. Eu levei dólar!
      - Sobre as famosas Montanhas Machu Picchu e Huayna Picchu: Não é necessário escalar essas duas montanhas para ver aqueles visuais que estamos costumados a ver na internet da cidade perdida.
      - A melhor época para visitar Machu Picchu vai de maio a setembro, pois a probabilidade de chuva é menor. 
      - Altitude: Cusco está localizado a 3.400m de altitude e alguns viajantes podem sentir algum desconforto pelo impacto do ar rarefeito em seu organismo. Conhecido como “Mal de Altitude”. Na fase de adaptação os sintomas mais comuns são dores de cabeça, náusea, tontura, respiração curta e perda de apetite. É importante fazer uma consulta médica antes de viajar, pois o médico irá indicar um medicamento. Outra dica é mastigar ou beber em chá as folhas de coca para aliviar esses sintomas, vende em qualquer lugar em Cusco.
      Anotou?! Agora Segue O Passo a Passo do Roteiro de viagem Cusco e Machu Picchu
    • Por debalves
      Olá amigos Mochileiros!
      Venho por meio deste relato, contar nossa experiência nesse país incrível que é o Peru! Lendo outros relatos por aqui, descobri que a maioria das pessoas vai para o Peru para uma experiência mais... como diria... mais roots, aquela coisa de trilha nível intenso, acampamento e vida selvagem... Mas nós estávamos procurando uma experiência mais tranquila, light, e sem muito esforço físico. Não que não gostemos de fazer exercícios, mas quem acompanha meus relatos pode ver que uma série de problemas foi acontecendo em nossas vidas nos últimos meses e dentre eles, uma hérnia de disco lombar e uma cirurgia de tireoide que me atrapalhou um pouco os planos e não consigo mais planejar experiências que me exijam tanto o lado físico. Então, por isso que nossa viagem foi mais "light". 🙃
      Eu confesso que há muito tempo tinha vontade de conhecer o Peru e, é claro, o Machu Picchu. Mas desde que minha cunhada e eu começamos a perturbar meu irmão e meu marido com essa ideia, há uns 5 anos atrás, mais ou menos, eles foram irredutíveis. Meu irmão ainda aceitava ir para Lima para uma viagem gastronômica, mas Rodrigo (marido) não gostou de nenhuma ideia sobre o Peru. Mas eis que este ano Rodrigo, fazendo curso de espanhol, se depara com um professor que é peruano (e acho que ele já ficou com a cabeça um pouco mais aberta à ideia de conhecer o Peru) e somando ao fato que eu queria ir conhecer a Grécia esse ano, mas o Euro está muito caro e o Rodrigo deve ter ficado desesperado com meus assuntos de viagem, depois da minha cirurgia de tireoide, quando eu só pensava na recuperação, ele veio com a ideia: “vamos viajar para o Peru nas férias?!”. Ele queria "hablar español"... mas eu só conseguia pensar na Grécia (ainda mais que uma amiga tinha acabado de voltar de lá) e eu fiquei meio desanimada à princípio com o Peru, logo eu que tanto atormentei os outros com essa idéia de viagem... mas depois entrei no clima de conhecer o Peru e embarquei nos planejamentos.
      Nossa viagem foi agora em Setembro, de 03 a 12, conhecendo primeiro Lima e depois Cusco. O nosso vôo foi pela Avianca, não lembro o valor, mas vou consultar o Rodrigo e já digo à vocês. O voo partiu do Rio de Janeiro cedinho, às 5:45 da manhã e tivemos que estar no aeroporto por volta das 3:40 da manhã... sério, se eu soubesse quem inventa esses horários de voo, eu esganava! Não dormimos nada, chegamos por volta de 9h da manhã, se não me engano, e o check in era só à tarde... que raiva! Ficamos mortinhos com farofa!
      O Voo foi tranquilo, a entrada no País também. Pensei que iam implicar conosco e nos revistar porque nossa última viagem foi para a Colômbia, achando que fazíamos parte do tráfico de drogas e na hora das perguntas, até esqueci que dia que voltaríamos (me deu um branco), mas a funcionária não levou em consideração, fez alguns comentários dizendo que gostaria de ir passear em Cusco também e nos liberou. Graças a Deus! Também não pediram nossa carteira internacional da vacinação de febre amarela (que nos pediram umas 3 vezes na Colômbia)... mas levamos, claro! Mas como já disse a minha amiga Juliana, é só não levar drogas que tá tranquilo! 🤣🤣🤣
      Saindo do Aeroporto, pegamos um táxi até o hotel. Caminho comprido, em alguns momentos se vê muitas áreas bem feias e pobres, mas em outros, o caminho é  bonito, que dá para ver o mar... mas está cheio de obras e em muitos pontos a vista para o mar fica bloqueada.  O hotel fica no bairro de Miraflores, que é um dos bairros mais "arrumadinhos", que os turistas mais ficam em Lima. Ficamos no hotel Ibis Larco Miraflores. Achei bem localizado e bem arrumadinho e confortável. Assim que chegamos, fizemos o check in e a funcionária da recepção nos indicou uma saída lateral onde poderíamos deixar a mala até o horário que o quarto estaria pronto. Segundo ela, se quiséssemos, teria um quarto à disposição no momento, mas era em um dos andares mais baixos e portanto, mais barulhento. Resolvemos esperar. Saímos com a mala e no local indicado, encontramos uma rampa de carro, de estacionamento... será que teríamos que descer?! Na frente do hotel ficam uns senhores oferecendo passeios pela cidade para os turistas, mas não entendemos nada do que nos foi dito e resolvemos não arriscar perguntar onde era pra deixar a mala. Rodrigo desceu a rampa  freando a mala pesada (coitado) e lá embaixo ficava realmente um espaço cheio de malas, com um funcionário cadastrando elas. Deixamos a nossa e fomos passear. Eu ainda estava um pouco desnorteada com o horário do vôo, sem conseguir raciocinar direito sobre o que fazer na cidade, então falei com o Rodrigo para andarmos pela rua principal, a Av Larco, até o shopping. Tinha lido em blogs de viagem que nessa Avenida Larco tem de tudo: casas de câmbio, lojas de chip de celular, restaurantes, lojas de lembrancinha, etc. Rodrigo ativou o roamming do celular com o sistema de pontos que ele foi acumulando ao longo do tempo e que conseguiu fazer essa troca. A internet não nos decepcionou e não tivemos que comprar chip de celular dessa vez! Fomos andando, trocamos  mais algum dinheiro em casa de câmbio e até que chegamos rapidinho no shopping. Rodrigo falou: “é aqui”. Mas era tipo uma praça, um mirante atravessando a rua, com vista para o mar lá embaixo. Quando chegamos mais perto que vimos que realmente era o shopping... só que o shopping era para baixo! Nessa “praça” tinha escadas para baixo e dava pra ver que tinham muitas lojas lá embaixo.
      Ficamos tirando fotos da vista e depois passeando pelo shopping. Foi quando começou um vento muito, muito frio e não aguentamos ficar próximo ao mar, estava muito frio para as roupas que estávamos vestindo (e olha que estávamos de casaco)!
      Tudo no shopping era bastante caro, muitas lojas de marca... mas até que a praça de alimentação tinha cadeias de fast food que eram bem em conta. Rodrigo não quis arriscar comer comida peruana logo no primeiro dia e quis comer o Pizza Hut que encontramos. Só que o lugar era muito simpleszinho, um balcãozinho, só tinha 4 sabores de pizza, e o Rodrigo pediu uma pizza que vinha com uns pães de alho, mas eis que a danada era minúscula! Eu pedi uma lasagna e veio em uma embalagem que mais parecia uma “quentinha da esquina”... mas não estava ruim não. Ficamos com medo da comida peruana, pois não somos de comer comida muito temperada. Eu tive alguns problemas na Alemanha com temperos e levei todos os remédios que poderia para qualquer indisposição para essa viagem! Alimentados e ainda com frio, seguimos de volta para o hotel. Conseguimos um quarto no oitavo andar e nos instalamos. Aproveitamos para descansar um pouco, já que não dormimos nada à noite. Aos nos recuperarmos, já era noite e saímos para comer novamente. Próximo ao hotel comemos em um lugar chamado La Lucha Sanguchería Criolla, que achamos muito, muito bom! São uns sanduíches de pão redondo com diferentes recheios, que vem com batatas fritas (que tem casca e tudo) e molhos pra acompanhar. Muito gostoso! Após comer, fomos visitar o shopping Larcomar novamente e ver a paisagem com a perspectiva das luzes da noite.
      Nesse dia aproveitamos para descansar mais, já que a coluna reclama bastante da poltrona e da viagem de avião.
      No dia seguinte acordamos refeitos e fomos bater pernas. Pegamos um uber (foi bem tranquilo pegar uber na frente do hotel) e rumamos para a Plaza de Armas. Custou em torno de 18 soles. Chegando lá, algumas ruas estavam fechadas em torno da Praça e descobrimos somente depois que teve um evento da guarda, mas só vimos o finalzinho, pois na hora do início, estávamos visitando a Catedral.  Tiramos muitas fotos com todos os prédios que ficam ao redor da praça e depois visitamos a Catedral (ingressos 10 Soles), bem bonita. Tiramos algumas fotos na Plaza Perú também (uma praça pequenininha com uma bandeirona do Peru, que fica ali pertinho) e rumamos para a Igreja de são Francisco. Muitas pessoas tentando vender de tudo ali em volta da igreja, assediando os turistas. Visitamos o interior da igreja e não pagamos nada, mas não fomos na parte paga. Confesso que não visitamos um dos maiores pontos turísticos que são as Catacumbas do Convento São Francisco (me julguem... Não gosto desses passeios mórbidos...) mas vimos algumas catacumbas na visita da Catedral, que foi bem interessante, mas um pouco claustrofóbico.
      Eu queria conhecer a Casa de la Gastronomia Peruana, mas Rodrigo não ficou animado. Andamos mais um pouco pelas ruazinhas do centro e ainda visitamos um mercadinho de artesanato que achamos no meio do caminho. A fome apertou e fomos procurar algum lugar próximo para comer. Convenci o Rodrigo a experimentar o Tanta, que é a versão mais em conta do Astrid y Gastón, também do famoso chef Gastón. Tínhamos visto esse Tanta no shopping Larcomar no dia anterior também, mas não comemos lá, achamos tudo bem caro.
      Entrando no Tanta próximo a Plaza de Armas, confirmamos que era caro mesmo, cada prato em torno de 40 soles! Mas resolvemos experimentar. Perguntamos ao garçom se os pratos eram para duas pessoas. Não eram, mas eles poderiam “dividir” um prato em duas porções menores. Aceitamos e pagamos pra ver. Pedimos Lomo Saltado. Cada prato nosso veio uma porção menor do que o prato geralmente vem (comparei olhando o prato dos outros clientes), mas como as porções são normalmente bem servidas, acabamos comendo bem, ficamos satisfeitos! E estava muito bom, apesar do molho que acompanha a carne ser bem temperado! Pedimos Inca kola para experimentar e ainda pedi um suspiro limeño para experimentar também e gostei bastante (apesar da consistência ser diferente do que eu achava que seria). Gastamos 78 Soles no total.
       Estávamos alimentados e a minha idéia era visitar o Museo Larco à tarde. Pedimos um Uber e rumamos para o museu, que parece ser um tanto distante da parte mais turística da cidade. Passamos em locais que pareciam bem humildes e ficamos comparando com alguns bairros do Rio de Janeiro. Gastamos em torno de 12 soles no uber. Chegando ao Museu, tem uma rampa bem grandinha para acessá-lo e em seguida, a casa lá em cima. Eles têm um bebedouro com água com rodelinhas de laranja para os visitantes e adorei a ideia. O ingresso foi bem caro, 30 soles cada um, mas o Museu é muito interessante e fiquei encantada com a visita! Como bebi bastante água de graça, achei que economizei na água e gastei no ingresso (hehehe, que vergonha isso, não?!). Esse museu me lembrou bastante o Museo Del Oro em Bogotá, e conta toda a história dos Incas e as regiões onde habitaram. Achei que iríamos visitar tudo rápido, mas como sempre, demoramos um bocado olhando tudo e ficamos cansados. Em uma parte “anexa”, cruzando um jardim central da casa que é o museu, fica a exposição das peças que são representações sexuais... e essas são um tanto divertidas!
      Nessa hora meu celular deu pane e começou a cair a bateria vertiginosamente. Resolvemos voltar para o hotel de uber novamente (custou 18 soles pra voltar), pra ligar o celular na tomada e recarregar. Encontramos um Pizza Hut grande próximo ao Shopping Larcomar e fomos lá lanchar e desfazer a impressão ruim que ficamos da pizza minúscula que Rodrigo comeu no shopping. Pedimos uma grande para dividir e dessa vez contávamos com mais sabores para escolher! E foi lá que tivemos uma ótima surpresa! O garçom falava espanhol muito rápido, mas conseguimos conversar com ele e responder coerentemente às perguntas.  Brinquei com ele que falava rápido e ele brincou com a gente algo do tipo que ele não entendia o português quando falávamos rápido também. Deu um orgulho por estarmos treinando bem o espanhol da gente, sabe?!
      À noite novamente fazia muuuito frio lá, mas dessa vez estávamos melhor agasalhados! Depois da pizza descansamos porque o dia foi intenso e no dia seguinte tinha mais visitas!
      No dia seguinte acordamos e pegamos um uber (em torno de 8 soles) e fomos para um sítio arqueológico chamado Huaca Pucllana. São ruínas pré-incas, as visitas são guiadas em espanhol ou inglês e custa 12 soles a entrada. Existe a Huaca Pucllana e a Huaca Huallamarca. Alguns dizem que as duas se complementam e outros dizem que é mais do mesmo. Resolvemos visitar só a que era mais "perto" de onde estávamos hospedados e gostei bastante! A fila para comprar a entrada estava bem grande e achei que iria demorar bastante, mas foi rápido, a próxima visita em espanhol estava começando assim que entramos e foi tudo bem dinâmico e interessante.  Ficamos encantados com a visita, achamos tudo muito interessante e bem organizado! Só uma coisa que não tinham falado com a gente antes é que ficamos muito empoeirados. Nossos tênis e barra das calças era só areia no final do passeio! Vão preparados!
      Foi lá também que compramos a água mais barata de toda a viagem, que custou somente 1,50 Soles na máquina!
      Ao terminar a visita, fomos procurar um restaurante próximo para comer, mas todos que encontrávamos eram bem caros. Vimos um italiano que era caro... Andamos mais um pouco até um que era a mistura de restaurante chinês e peruano (as famosas Chifás) que tinha visto recomendado em blogs de viagem (não lembro o nome do restaurante agora), mas chegando lá demos uma olhada geral no cardápio e vimos que os preços de cada prato eram mais de 50 soles... desistimos. Pegamos um outro uber até o shopping Larcomar (7,50 soles) e resolvemos almoçar em uma chifá no shopping mesmo, só que essa chifá era uma cadeia de fast food... mas estava gostosinho também e foi mais barato, gastamos em torno de 30 soles nós dois.
      Após comer, fomos passear mais um pouco. Nossa ideia era ir passeando tranquilo à “beira mar” (só que o beira mar deles é em cima da falésia, o mar fica lá embaixo), e visitar a série de parques que ficam um atrás do outro nesse caminho, que se chama Malecón de Miraflores. Eu tinha separado algumas coisas que queria conhecer: O Parque Del Amor, o Farol, o parque Maria Reiche... Saímos do shopping e fomos andando tranquilos. Os parques são todos muito bem arrumadinhos e limpinhos. As pessoas levam suas crianças e seus cachorros para passear. O Parque Del Amor é um dos primeiros e é bem movimentado de turistas e de vendedores. Seguimos adiante e passamos por áreas arborizadas e lindinhas, quadras de tênis, pelo farol, por mais parques com brinquedos para as crianças, pela pista de parapente... bem, agora só faltava o parque Maria Reiche, que tem a decoração com as flores que lembra as linhas de Nasca... mas onde está?!
      De onde estávamos, olhávamos mais adiante e parecia que os parques tinham menos gente circulando... tinha umas obras acontecendo próximo e ficamos com um certo receio de continuar e nos darmos mal. O Google apontava que era ali (depois descobrimos que tinha um colégio chamado Maria Reiche ali)... como já estávamos cansados, resolvemos voltar. Por mim voltaríamos à pé novamente, mas Rodrigo reclamava muito que seus pés doíam e queria voltar de uber. Pegamos um uber de volta para o hotel e custou em torno de 7,50 soles.
      Chegando no hotel fomos descansar um pouco e acabamos pegando no sono. A ideia era conhecer o Circuito Magico del água no Parque de La Reserva. Acabamos rumando para lá um pouco depois do que imaginávamos, para depois comer alguma coisa. Ficamos com medo de deixar para outro dia e acabar perdendo a visita. O uber custou em torno de 13 Soles para lá e o caminho foi bem comprido. O ingresso acho que foi 10 soles para cada.
      Chegando lá, achamos que era pequeno, mas qual não foi nossa surpresa com o tamanho das fontes e a quantidade de água! E são várias fontes, cada uma com  design diferente e cores e músicas, tudo bem legal. Muitas crianças brincando, tem até um parque de diversões lá dentro também.
      Visitamos todas as fontes que víamos e tiramos fotos com todas. Algumas fontes são interativas. Existe uma que é um túnel que podemos entrar e não nos molhamos. E outra, que quando a água abaixa, conseguimos andar até o meio e ficar lá dentro assistindo o show das águas sem nos molharmos (teoricamente) e quando a água abaixa de novo, saímos de lá.
      Bem, eu fiquei um tempo ganhando coragem para entrar nessa fonte, pois não preciso nem dizer que estava muito frio e eu não queria me molhar pra ter que passar mais frio depois, né ?!  Quando ganhei coragem e entrei, descobri que nessa fonte a água que vem de cima não molha a gente, mas quando ela bate no chão (que tem uma grade de ralo), ela respinga e molha a barra da calça e o sapato da gente todo. Concluindo: fiquei com os pés todos molhados e passando frio! O Rodrigo ia depois de mim e acabou desistindo, para não passar frio também. 😟 Depois disso, resolvemos ir embora e nesse momento foi um pouco difícil de pegar o uber, pois tinha muitos táxis em volta da saída do parque, mas conseguimos e o uber custou 12,50 soles.
      Fomos para a La lucha Sanguchería Criolla novamente comer os gostosos sanduíches com o maior prazer, de novo.
      Esse dia também foi intenso: nos empoeiramos de manhã e nos molhamos de noite... Mas descansamos para no dia seguinte passear mais.
    • Por rezinhatucci
      - R$1.500 de passagem pela Latam saindo 7h40 de GRU e chegando em Cusco às 14h (com escala em Lima). Tem voos mais baratos de madrugada, mas preferimos não fazer escala no meio da noite. A volta foi das 9h40 às 19h45.
      - Hotel Santa Maria em Cusco – 7 noites por R$1.713. Ótima localização, bom chuveiro, bom wi-fi, café da manhã ok, mas ficamos no quarto 102 que era colado com a cozinha então o barulho começava as 5h da manhã... complicado. Também não tinha frigobar, nem abajur, e não colocavam tapete no banheiro e nem toalha de rosto.
      - Restaurantes: comemos muito bem e gastamos cerca de S/130 e S/170 nas refeições (com drinks e sobremesa). Recomendo o famoso Chicha do chef Gastón Acúrio (ceviche e maravilhoso ravióli de abóbora, com globo de chocolate de sobremesa), Morena (pisco sour feito na sua frente com toda a explicação), Marcelo Batata (steak de alpaca, frango adocicado e cheese cake de queijo de cabra), Greens (menu super variado de comida orgânica deliciosa – amei um sanduíche de queijo de cabra, tomate seco, cebola caramelizada e abobrinha), Papachos (hambúrguer), Justina (pizza boa e por S/40) – fica do lado do bar Cholos, que tem música boa e várias cervejas artesanais.
      - compre o boleto turístico (S/130) que dá direito a entrar em vários museus, Centro Qosqo de Arte Nativo (onde tem um show de dança típica) e sítios arqueológicos. Dá pra comprar em algumas das atrações inclusas no boleto ou na Av. Sol 103 (todos os dias das 8h às 18h).
      - um táxi do aeroporto pro centro (Plaza de Armas) não passa de S/25 (negocie sempre antes).
      - em Cusco: Qorikancha (Templo Dourado); bairro de San Blas (galerias, lojinhas, bares e um mirante com uma vista legal da cidade); Mercado Central de San Pedro (pechinchar sempre e quem sabe se arriscar nas comidas típicas e que ali são baratas); Museu Casa Concha (sobre Machu Picchu – incrível ir logo depois de ir pra Machu Picchu. Custa S/20); ruínas Sacsaywamán (vale muito a pena! Fomos de táxi e voltamos pro centro a pé); Museo Arte Precolombiano (muito interessante!); Museo Histórico Regional (também valeu a pena); música e dança típica no Centro Qosqo de Arte Nativo (começa às 19h mas é bom chegar até 18h20 – tem uma bela fila!); Museu Inka (não tão interessante quanto outros); meu guia (Lonely Planet) dava a dica do Museo de Plantas Sagradas, Mágicas y Medicinales, mas ele fechou. Tem um com o mesmo nome mas que não vale nem um pouco a pena – nem poderia ser considerado um museu.
      - fizemos o passeio Moray e Salineiras por S/50 (incluindo o ingresso pras Salineiras). Fechamos na agência que tinha no nosso hotel mas não gostamos. Demorou 1h30 pra buscar todo mundo e reunir no ônibus e depois ficava só meia hora em cada lugar. O passeio em si é incrível mas recomendo fazer tour privado ou no máximo numa van.
      - como não gostamos do tour de ônibus, resolvemos fazer o passeio do Vale Sagrado de táxi. Custou S/180, mesmo preço que as agências vendem o tour de van. Combinei por WhatsApp com o taxista Rafael – tel. +51974892015 – email [email protected]). Foi ótimo pq podíamos administrar o tempo e ele ia explicando as coisas conforme íamos passando (inclusive as ruínas).
      - perto de Cusco paramos num lugar chamado Awana Kancha, onde vc vê e alimenta lhamas e alpacas, vê a produção artesanal de tecidos e uma variedade de tipos de batata e milho cultivados na região. Muito legal! Entrada gratuita.
      - fomos nas ruínas de Pisac e no Mercado de Pisac (achei melhor que o de Cusco), e lá comemos empanadas feitas em enormes fornos de barros (tradicional e barato, gostosinho – nada muito espetacular, mas matou a fome). Em seguida fomos para as incríveis ruínas de Ollantaytambo. Se tiver tempo, acho que vale dormir uma noite nessa charmosa cidade. Não comemos por lá mas tivemos uma indicação de restaurante na praça principal: Chuncho.
      - em Ollantaytambo pegamos o trem da IncaRail às 16h36 para Águas Calientes. Leva 1h30 até Águas Calientes. Um lindo trajeto, mas bem caro. A ida foi US$68 no trem The Voyager e a volta foi US$103 no trem 360°. Não achei que valeu a pena a diferença de preço – recomendo comprar o mais barato mesmo e com antecedência (comprei pelo site uns 20 dias antes da viagem).
      - Hotel Tambo Inn em Águas Calientes – 1 noite por US$30. Bem simples mas a gente não precisava de mais do que aquilo. Café da manhã ok e deixamos as mochilas de graça no dia seguinte, quando fomos pra Machu Picchu.
      - compramos os ingressos pra Machu Picchu em Cusco, assim que chegamos, na Calle Garcilaso (quase esquina com a Calle Heladeros). S/152 e aceita cartão. Vc tem que escolher se vai de manhã ou a tarde e isso estará escrito no seu ingresso. Vc pode subir a pé ou comprar o ticket pro ônibus – US$24 ida e volta (comprado em Águas Calientes). Precisa levar o passaporte pra conseguir comprar as duas coisas.
      - muita gente quer pegar os primeiros ônibus pra Machu Picchu (começa às 5h30), então fica na fila desde 4h30 – a ideia é ver o nascer do sol lá de cima. Fomos às 7h e achei ótimo – nem 5min na fila e conseguimos fazer todo o passeio antes do sol do meio dia. Chegando no parque contratamos uma guia só pra gente (eles começam pedindo S/150 mas negociamos e pagamos S/130). Foi ótimo ter um guia só pra gente e recomendo que no máximo o guia seja pra 6 ou 8 pessoas (aí obviamente fica mais barato o valor por pessoa). Ir sem guia nem pensar (vi bastante gente vagando sem guia). Não esqueça de levar repelente, protetor solar, água e de carimbar seu passaporte na saída.
      - em Águas Calientes as coisas são bem caras e muita gente reclama de serviço ruim. Almoçamos no Restaurante Indio Feliz e achamos bom.
      - passeios que não fizemos mas que parecem incríveis são a Lagoa Humantay (que fica a 4h de Cusco + uma caminhada) e a Rainbow Mountain (que fica a 3h de Cusco + uma caminhada) – vi que uma alternativa a Rainbow Mountain é Palccoyo (conhecida com Três Rainbows), que ainda não está cheia de turistas mas fica um pouco mais longe: 4h de Cusco + caminhada.


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