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E ae galera! Recentemente cheguei de uma viagem de bicicleta pela Asia, foram mais de 10,000 km em 1 ano e meio. Este relato é referente a primeira parte da viagem que foi no sudeste asiático. Quem quiser pode ver mais fotos no meu Instagram: @ivangousseff

Tailândia:

A viagem começou em Bangkok, logo que cheguei fui atras de uma bicicleta, pois nao tinha uma e então preferi comprar lá, por aproximadamente U$ 100 comprei uma bike usada. Em Bangkok há muitas lojas Decathlon então pude comprar os acessórios ainda mais barato que no Brasil. Meu gasto total foi de U$ 135.

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Comecei a pedalar em direção ao sul da Tailândia, meu objetivo era chegar até Phuket. Logo no primeiro dia tive um pneu furado, parei em um posto de gasolina e ninguém falava inglês, nesse dia vi pela primeira vez como o povo tailandês é gentil, muitas pessoas tentaram me ajudar e como nao foi possivel consertar o pneu no mesmo dia, acampei no posto e no dia seguinte um funcionário veio de caminhonete para me lever até uma bicicletraria, tudo isso sem falar uma palavra em inglês e sem esperar nada em troca.

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Acampando no posto de gasolina

 

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A partir do segundo dia não houve mais problemas, pedalar na Tailãndia é muito tranquilo, as estradas são boas e tem muitos postos com restaurantes e lojas de conveniência no caminho, existem também umas maquinas para comprar água mineral, 1 litro custa entre 5 e 10 Baths, ou seja, menos de R$ 0,10.

Na segunda noite na estrada dormi pela primeira vez em um templo budista, os monges saão muito recipitivos, além de autorizar a dormir muitas vezes me davam frutas e comida.

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Logo cheguei nas praias do sul do país, pedalava entre 80 e 100 km por dia, a única parada de mais de um dia foi na praia de TapSakhae, enquanto estava parado na frente de um lago comendo umas bananas, um senhor passou de moto e ao me ver me convidou pra passar uns dias em seu hostel de graça, para retribuir eu ajudava sua mãe na cozinha e com serviços de limpeza.

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No único dia que não achei um templo para dormir, parei em um posto da polícia e me deixaram acampar lá.

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Depois de 16 dias cheguei em Phuket, consegui um couchsurfing na casa de um casal, um espanhol e uma francesa que vieram de carro desde a Espanha até a Tailândia 

https://perromochilero.com/

Passei uns 10 dias entre Phuket e as Ilhas Ko Phi Phi aonde comemorei meu 34º aniversário

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CouchSurfing em Phuket

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Depois de Phuket voltei pra Bangkok pelo mesmo caminho, levei 15 dias para chegar, ainda em Phuket fiz a grande aquisição da viagem, um fogareiro a gás, a partir daí ficou muito mais facil comer bem e barato, principalmente para mim que não como carne :)

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Parada pro almoço

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Carona em dia de chuva!!!!

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Chegando em Bangkok descansei por 3 dias no Hostel OverStay, sem dúvida a opção mais barata e mais roots da cidade, recomendo!

Agora vou começar a pedalar em direção ao norte do país, o caminho também foi super tranquilo, consegui alguns couchsurfings no caminho, chegando em Chiang Mai fiquei 2 semanas e mais 10 dias em um monastério praticando meditação Vipassana, depois fui ao extremo norte próximo a fronteira com Laos e Myanmar, ao final dos 3 meses de visto cruzei a fronteira para o Laos.

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Monastério Budista

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Fronteira Tailândia e Laos.

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Segunda parte:

Laos:

Cruzar a fronteira entre Tailândia e Laos foi relativamente facil, na ponte que divide os 2 países não é autorizado tráfico de bicicleta, mas é possível colocar a bike no onibus pelo valor de mais uma passagem.

O visto pode ser retirado na própria aduana pelo valor de U$ 30, é recomendável ter fotos de passaporte apesar que para mim não foi pedido, após as 16hs é cobrado uma taxa extra de U$1 para cruzar a fronteira, este valor pode ser pago em dólar ou em qualquer moeda de um dos 2 países.

Para trocar dinheiro recomendo fazê-lo no Laos, há uma rua principal com muitos bancos, se fizer uma pesquisa pode conseguir um bom valor para trocar Baths ou Dólar.

Em Huay Xai dormi em um templo, apesar de que no Laos há muito menos templos do que na Tailândia. No dia seguinte peguei um barco que navegaria 2 dias pelo Rio Mekong até Luang Prabang, o melhor é comprar o ticket no próprio local de embarque, os preços são tabelados. Ao final do primeiro dia o barco para em um vilarejo na metade do caminho, cada um deve buscar uma hospedagem por conta própria e continuar a viagem no dia seguinte pela manhã, é muito facil dividir um quarto com outros viajantes caso vc esteja viajando sozinho.20161115_212517.thumb.jpg.76a9e2593875ebd8222cd41a57100dd6.jpg

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Ao final de 2 dias chegamos em Luang Prabang, lá dividi um quarto com um polonês, uma suiça e uma francesa que conheci no barco, fiquei 4 dias na cidade que tem ótimas cachoeiras para visitar.

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Depois de Luang Prabang segui pedalando, foi a parte mais dificil de toda viagem, o Laos é um país muito montanhoso, no primeiro dia consegui pedalar apenas 40km, e também há poucas cidades no caminho, é preciso se preparar com suficientes suprimentos.

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Na primeira noite durmi no meio do mato e na segunda pedi para acampar no quintal de uma casa em uma pequena vila.

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Depois de 2 dias pedalando cheguei em uma fazenda de morangos em uma pequena cidade nas montanhas, nesta fazendo passei 10 dias trabalhando voluntariamente, foi uma linda experiência compartilhar esses momentos com locais.

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Depois da fazenda de morango fui pra Vang Vieng uma cidade na metade do caminho entre Luang Prabang e a capital Vientiane. Em Vang Vieng há muita natureza para visitar, a cidade tem muitas cavernas e rios de agua cristalina, a capital Vientiane não é tão interessante mas o Buddha Park e o pôr do sol no Rio Mekong valem a pena. No final de 30 dias que é o periodo de visto para brasileiros, cruzei a fronteira para o Vietnã.

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Marcando aqui pra acompanhar o seu relato..

Meu que experiência foi essa que vc teve heim...que loucura boa rsrsrs

Vc deve ter passado por lugares lindos né... forçaai na sua jornada e parabéns por sua coragem..

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Terceira parte:

Vietnã:

Vou começar esse capítulo explicando como conseguir o visto para o Vietnã no Laos. Existem muitas agências que oferecem esse serviço mas é muito mais rápido e barato fazer por conta própria.

O Vietnã é um dos poucos países no sudeste asiático que não permite visto na chegada, muitas pessoas já solicitam o visto ainda no Brasil mas não é necessário, o visto pode ser solicitado em qualquer embaixada do Vietnã em países vizinhos.

No Laos vc deve estar em Vientiane, e bem na região central ir até a embaixada do Vietnã, é recomendável levar fotos mas pra mim não pediram. O visto de 3 meses custa U$ 80 e vc deve informar a data exata de chegada no país pois esse prazo começa a contar a paritr desta data. 

Na embaixada vão te perguntar qual o prazo desejado para entrega do visto, eu escolhi o prazo normal de até 3 dias pois não tem custo extra e mesmo assim me entregaram o passaporte com o visto já no dia seguinte. Cruzando a fronteira por terra será cobrado uma taxa de U$ 1 para carimbar o passaporte, independente do horário.

Logo na minha chegada em Hanoi fiquei espantado com o número de motos, até nas calçadas elas disputam espaço.

Minha primeira parada em Hanoi foi em um centro de Inglês para crianças, cheguei na metade de dezembro então no Natal me vestiram de papai Noel para entregar presentes para as crianças.

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O ano novo eu passei em Halong Bay, na ilha de Cat Ba. é possível comprar as passagens de Hanoi para Halong Bay em uma agência do governo, o valor é realmente muito mais baixo.

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Logo nos primeiros dias do ano deixei Hanoi e comecei a pedalar em direção ao sul, na primeira noite usei uma plataforma diferente do couchsurfin, a Warmshowers que é exclusiva para ciclistas. No começo não encontrei muitos templos então na maioria dos dias acampei em postos de gasolina.

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Quando já estava quase chegando em Saigon, tive que trocar de bicicleta, durante a viagem tive muitos problemas com os aros que quebravam constantemente, foi entao que percebi que naõ precisava de uma bicicleta de marcha e sim de uma bike forte que aguentasse carregar todo o peso que eu tinha. Foi então que ao parar em uma bicicletaria ao invés de arrumar propus trocar minha bike por outra sem marcha, estilo Barra Forte e foi assim que todos os meus problemas acabaram :D

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Com a "nova" bicleta não tive mais problemas, apenas pneus furados. A partir de Saigon tive uma companheira de pedaladas, a suiça que havia conhecido no barco no Rio Mekong, já estavamos viajando juntos desde aquela época mas apenas eu de bicicleta.

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No total foram 3 meses no Vietnã, a maioria dos dias passei acampando em praias, templos ou postos de gasolina, CouchSurfing também é muito popular e muito facil conseguir em todas as partes do país.

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Quarto capítulo:

Cambodia:

O visto para o Cambodia pode ser retirado na aduana, pelo valor de U$ 30 por 30 dias, também é possível tirar o vist na embaixada do Cambodia em Saigon assim vc nao perde tempo na fronteira.

Logo na nossa primeira noite no Cambodia fomos convidados por uma familia para acampar em seu quintal, no resto dos dias sempre ficamos em templos.

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Passamos uns dias em Phnom Phen, a cidade é bonita mas não tem muitas coisas para visitar, em poucos dias começamos a pedalar em direção a Siem Riep. Demoramos 4 dias entre Phnom Phen e Siem Riep e lá ficamos hospedados na casa de um ciclista cambodiano que conhecemos pelo WarmShowers.

Compramos o ticket para Angkor Wat de apenas 1 dia, é tempo mais do que suficiente, no mesmo dia que vc compra o ticket vc tem direito a ir ver o pôr do sol (após 17hs) e utilizar o ticket apenas para o dia seguinte.

Caso vc não tenha uma bicicleta é recomendável alugar uma por apenas 2 dolares por dia, já que em Angkor Wat as distâncias não são longas.

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Depois de Siem Reap pedalamos direto até Sihanoukville, foram 8 dias de pedaladas, Sihanoukville é uma praia paradisíaca e foi o lugar que escolhemos para passar os ultimos dias no Cambodia.

Desta vez eu acabei ficando um dia a mais do que o permitido e tive que pagar uma multa no momento da saída, oficialmente a multa é no valor de U$ 6 mas os oficiais da fronteira cobraram U$ 10 sem recibo, fazer o que né!

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3 horas atrás, Analy disse:

Marcando aqui pra acompanhar o seu relato..

Meu que experiência foi essa que vc teve heim...que loucura boa rsrsrs

Vc deve ter passado por lugares lindos né... forçaai na sua jornada e parabéns por sua coragem..

Obrigado Analy! A viagem foi incrível, agora terminei o relato da primeira parte, depois ainda tem mais 10 meses de viagem pela India, Sri Lanka e Nepal, logo farei um relato dessa parte também.

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3 horas atrás, casal100 disse:

Parabéns pela viagem.

Muito show 

Obrigado casal100!!!

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Cara, que experiência incrível! Parabéns!

Quando fizer o outro relato, atualiza aqui com o link pra que a gente seja notificado. Não quero que ele se perca entre os tópicos e eu não leia...

Bons ventos!

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6 horas atrás, nathan_mg disse:

Cara, que experiência incrível! Parabéns!

Quando fizer o outro relato, atualiza aqui com o link pra que a gente seja notificado. Não quero que ele se perca entre os tópicos e eu não leia...

Bons ventos!

Com certeza vou postar o link aqui Nathan!

Valeu pelas boas energias!

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    • Por Juliana Dassoler
      Ola, pessoal!
      Nos 28 dias conhecemos Bangkok, Chiang Mai, Krabi e Ko Phi Phi na Tailandia, Siem Reap no Camboja, Hanoi e Halong Bay no Vietnam e Luang Prabang no Laos.
      Tinhamos a opção de ficar mais tempo nos lugares, ou aproveitar a viagem e ver mais paises. Escolhemos conhecer varios lugares, mesmo com poucos dias. Claro que foi muito corrido, quando voce começa a acostumar com o lugar.. pá, ja pega o proximo voo. Mas vai saber quando vamos voltar, entao mesmo com os perrengues, valeu a pena!  Pra mim foi uma montanha russa de experiencia, muito intenso e surreal. Tive dias difíceis, mas faz parte do role e a experiencia vale mais que tudo.
      Nos comunicamos em ingles em todos os lugares, na maioria das vezes de boa. No Vietnam eles falam mal, meio truncado...o cara do passeio que fizemos mandou um 'ladies and GERMAN'...todo mundo rachou. Eu falo só o basico do básico e o Ederson fala melhor, entao sobrou pra ele
      Levamos apenas um mochilao cada um, pesando uns 20kg cada. Levei um pouco de roupa de calor e frio. A gente mandou lavar no Camboja, em Chiang Mai e em Krabi. 
      Bom, vou tentar ser pontual e descrever tudo resumidamente, e vou colocar os links que me ajudaram no roteiro, pra nao ficar tao repetitivo. 
      Fomos pela Ethiopian. O voo foi super tranquilo, achei o aviao e o serviço de bordo ok na ida, e na volta o serviço achei meio ruim. O aeroporto de Adis Adeba que achei bem fraquinho, eu precisei comprar um remedio e nao tinha farmacia
      Assim, nao foi uma viagem ruim, mas tudo bem basico. De qualquer forma viajaria de novo com eles.
      La voamos com a AirAsia, LaosAirlines e Vietjet. Todos os voos foram otimos, avioes novos e nao tivemos problemas com atrasos. Como as lowcost tem restrição no peso da mala, compramos bagagem extra em uma das passagens e colocamos as duas mochilas num saco protetor da deuter e fechamos no cadeado. Na bagagem de mao é legal levar uma mudinha roupa...vai que a mala extravia 
      Nosso roteiro
      12/11/2017 Saida Brasil   13/11/2017 Chegada Bangkok Volta cidade 14/11/2017 Ayuthaya Templos 15/11/2017 Bangkok/Camboja Grand Palace, Buda reclinado 16/11/2017 Camboja Angkor - circuito longo 17/11/2017 Camboja Angkor - circuito curto 18/11/2017 Camboja/Vietnam - Hanoi   19/11/2017 Vietnam - Halong Bay passeio 20/11/2017 Vietnam - Halong Bay passeio 21/11/2017 Vietnam - Hanoi/Laos museus 22/11/2017 Laos volta cidade 23/11/2017 Laos rondas das almas/cachoeiras 24/11/2017 Laos/Chiang Mai   25/11/2017 Chiang Mai tatoo 26/11/2017 Chiang Mai zoologico 27/11/2017 Chiang Mai Natural Park 28/11/2017 Chiang Mais/Ao Nang aula culinaria 29/11/2017 Ao Nang centro 30/11/2017 Ao Nang railey beach 1/12/2017 Ao Nang railey beach 2/12/2017 Ao Nang hong islan 3/12/2017 ao Nang phra nang 4/12/2017 Ko Phi Phi monkey beach 5/12/2017 Ko Phi Phi passeio 6/12/2017 Ko Phi Phi passeio privado maya bay 7/12/2017 Ko Phi Phi/Bangkok praia 8/12/2017 Bangkok shopping 9/12/2017 Brasil acabou Transportes utilizados em cada lugar
      - Bangkok - uber, taxi, tuktuk e barco. Taxi usamos poucas vezes pq eles podem nos enrolar, tem q perguntar do taximetro, explicar onde vai e etc, prefirimos usar o uber na maioria das vezes. Tuktuk é caro mas tem que andar, neh hahaha. É mto massa! O barco usamos pra ir ao shopping, pois a estação era proximo do ultimo hotel que ficamos, foi uma experiencia bem bacana e barata, custa 0,90 centavos.
      - Siem Reap - tuk tuk e bike. Fomos e voltamos do aeroporto de tuktuk. Do hotel para o centro era perto, fomos a pé. No primeiro passeio para Angkor fomos de tuktuk, e no segundo fomos de bike. 
      - Hanoi - uber
      - Laos - nao tem uber, usamos taxi pra ir ao aeroporto e voltamos de tuktuk, alugamos moto e bike pros passeios.
      - Chiang Mai - uber e moto
      - Krabi - nao tem uber, taxi (valor fixo de 50 reais do aeroporto para Ao Nang), van ou busao (valor fixo de 15 reais por pessoa do aeroporto para Ao Nang). O busao demora mais, se puder pegue a van. Alugamos moto por 20 reais o dia, mas ficamos com ela só 2 dias, no fim das contas era tudo meio perto e dava pra fazer a pé.
      - Ko phi phi - para ir ate a ilha precisa pegar um ferry, para conhecer a maioria das praias de barco, e pela ilha o só os chinelos mesmo
      Hoteis e restaurantes
      Em todos os lugares tomamos a cerveja local, mas a que mais gostamos e ate trouxemos pro Brasil foi a Angkor. Comemos muuuitos frutos do mar 
      - Bangkok - ficamos no Tara Place e no Villa Phra Sumen Bangkok. Os dois são proximos a Kao San Road e a Rambutri. Eu recomendo muito o Villa Phra, amei ficar la! Bom, comida pra mim infelizmente no começo foi um perrengue. Eles usam mto o lemon keffir, e eu odiei esse negocio rsrsr. Depois descobri os pratos que nao tinham, aí foi sucesso! Na Rambutri comemos no Villa Cha Cha e gostei bastante do pad thai deles. Comi pad thais na rua e nao gostei tanto...vai o bendito keffir. Acho que nao fizemos boas escolhas nos restaurantes de Bangkok, só gostei desse msm kkk
      - Siem Reap - ficamos no Baby Elephant Hotel. Amamos ficar la! Super acolhedores e atenciosos, tem piscina pra aquele 'calô' todo e fica proxima a Pub Street. Comemos nessa rua mesmo, tem bastante opção.
      - Hanoi - ficamos no Tu Linh. Ele é um hotel bem ok, nada de mais, bem localizado e com cafe gostoso. Alias o cafe veitnamita é muito bom!  
      - Luang Prabang - ficamos no Villa Oudomlith. La no Laos achei os hoteis meio caros, esse tinha preço bom e era bacana. Eles tem aluguel de bike e moto, e de quebra tem um catiorinho mto fofo chamado Tom. Fica bem pertinho da rua principal. Tem bastante restaurante, mas gostamos mesmo foi da comida de rua da feira nortuna. Fica meio escondido, tem que fuçar
      - Chiang Mai - Ficamos no The Peaberry. Fica no quadrante principal. Perto desse hotel comemos no Tikky Cafe, que é bem simples mas tem comida boa, e no Its Good Kitchen, The Hideout, Reform Kafe, tb bem gostoso. Alguns dias comemos nas feirinhas noturnas mesmo.
      - Krabi - ficamos no Centra by Centara Phu Pano e a gente amou! Fica proximo ao centrinho de Ao Nang, é confortavel e tem uma vista lida. Fora o café que é ótimo e fica ao lado da piscina. Recomendo fortemente os restaurantes Jungle Kitchen e o May&Zin. Ambos sao simples (mesmo!), mas a comida é otima. O Jungle precisa marcar hora, de tao cheio que é. Mas assim, tipo vc ta comendo e o gato da familia vem te dar um oi, na mesa do lado fica o bebe brincando..é bem familiar mesmo rsrs. O May&Zin fica numa praça de alimentaçao e o dono é uma figura. Precisamos ficar mais alguns dias em Ao Nang e o Centra nao tinha mais vaga, fomos para o Centara Anda Dhevi Resort and Spa.
      Bom, vamos ao relato.
      Dia  13/11 - chegamos em Bangkok e dividimos um Uber com outro casal brasileiro. Ficou uns 200 bath pra cada casal, e o aeroporto é longe da Kao San, uns 30 km. Descansamos um pouco e fomos conhecer a Kao. Gente, que loucura, nao?? kkkkk A Kao San é uma bagunça e lotadaaaa. Eu particularmente nao curti nao, preferi a Rambutri, que tb é lotada mas é mais bonitinha, entao a noite a gente sempre ia lá. Bom, massagem tem a qq esquina, e façam! 15 reais meia hora é de graça, nao dá pra perder. E é uma delicia. 
      Dia 14/11 - fomos para Ayuthaya de trem. Chegamos cedo na estação, mas nao a tempo de pegar o trem com o ar e com preço bom, só tinha o caro ou o sem ar. Resolvemos ir no simplao sem ar mesmo,  e foi de boa, tem uns ventiladores de teto, a galera vendendo uns petiscos.. Pagamos uns 2 reais e demorou 2h pra chegar. Assim que chegamos compramos a volta pra nao correr o risco de ficar sem.
      La na estação tem varios tuktuk, taxi e etc pra te levar nos templos da cidade. Nós optamos por ir de bike mesmo. Os templos mais importantes ficam depois do riozinho, precisa atravessar de barco (acho que era 5 bht), e logo do outro lado alugamos a bike por 10 reais o dia. Alguns templos precisam pagar, no total gastamos uns 50 reais os dois só de entradas. A cidade é pequena e, como todos os lugares que fomos, não é la mto limpa e é pobre. Levamos umas coisas pra beliscar, nao almoçamos por la. Na volta tomamos um smoothie numa cafeteria bem gostosinha que tem na estação. 
      Detalhe, eu tive a sorte de ter uma infecçao de urina logo que chegamos, tentamos comprar remedio perto do hotel, mas nao rolou. Na estação em Bangkok tem uma farmacia e lá fui eu tentar pedir remedio, procurei no google pra poder mostrar pro pessoal. O senhorzinho que me atendeu falava ingles e disse que tinha um remedio melhor pra minha infecção, e me deu uma cartela de antibiotico, sem receita nem nada. Foi o que me salvou! 

       
      Dia 15/11 - Fomos ao Grand Palace e no Wat Pho, pagamos uns 130 o casal. É um complexo gigante e lindo! Precisa ir de calça e as meninas com ombros cobertos. E dica, vá cedo, mais cedo possivel! Fica muuuuiiiito cheio, dá ate nervoso. Acho que chegamos la umas 9h. Demos sorte de pegar uma cerimonia com monges em um dos templos, foi bem massa. E o buda reclinado? Ele é gigante e lindo! Tive que ir duas vezes por que era tanto glamour que uma visitinha só nao ia dar. Sempre quando viajo demoro pra absorver o volume de coisa que conheço...vcs ficam assim tb? Entao das coisas q gosto mto observo por mais tempo 'internalizar' melhor rsrs   




      Saimos umas 13h, nesse dia iamos embarcar para o Camboja. Saimos do hotel as 16h, nosso voo era as 20h, e quase perdemos . Demoramos mto no transito, 3h! Entao precisa prestar bem atenção com esses horarios, pq o aeroporto é longe e o transito é uma bosta. Enfim, deu td certo e fomos para Siem Reap. 
      Chegando no hotel fomos mto bem recebidos, eles são muito prestativos e falavam bem ingles. Fomos jantar a pé, as ruas pareciam meio de praia, sem asfalto, simples, mto sujo e com mtas animais de rua. É uma país mto judiado
      Comemos na Pub Street, que é uma mini Kao San.    
       
      No outro dia fechamos de fazer o circuito longo com um tuktuk. Acho que foi a melhor opção fazer o longo primeiro, é longo devido a distancia entre um templo e outro, mas sao menores e nao tao famosos. O circuito curto que tem os bam-bam-bans.
      Dia 16/11  - Angkor circuito longo. O Tuktuk nos pegou no hotel e a primeira parada foi na bilhetria do parque, que fica numa galeria, onde inclusive tem uma loja das havainas rsrs. Lá compramos o bilhete que dá acesso a todos os templos de Angkor, e pegamos a opção de 3 dias. Custou 124 dolares o casal (carinho, neh). Nessa galeria tinha um livro guia mto legal do complexo, mas achamos que encontraríamos em outro lugar mais barato e nao compramos, só que nao achamos nunca mais  
      Para entrar nos templos precisa estar com ombros e joelhos cobertos. Tem muita gente vendendo de td, te abordam mto e insistem mto! Tenha paciencia! 
      Mas o peoooorrrr de td é o calor umido, gente! Vc sua, fica grudando e é mto abafado... foda. E como tem mta rua sem asfalto, sobe um pó danado. Perdi 2 blusas brancas. Eu levei belisco e whey pra tomar, fiquei com medo de comer na rua.  


      A noite fomos na feirinha noturna, que é uma gracinha. Pechinche td, de 50 vira 25 rsrsrs. Tem mta prata tb, mas tem que ficar de olho com os 'enrolations'.
      Dia 17/11  - Angkor circuito curto. Esse role fizemos de bike. Foram uns 30 km do total, mas valeu a pena! Andamos pela cidade tranquilo e fizemos o nosso tempo. O circuito curto tem Bayon, Ta Phrom (Tomb Raider) e Angkor Wat. A gente queria ter ido mega cedo no Angkor Wat pra ver o nascer do sol, nao deu, ai chegamos la umas 9h...cara, o que que é aquilo de gente??!! Tem chegar cedo MESMO, pq eh lotado! Bom, entramos e o negócio é gigante! A gente deve ter ficado mais de uma hora la. Tem uns macaquinhos mto fofinhos, e uns turistas babacas que ficavam provocando eles 😡 Adorei esse circuito e achei o Ta Phrom o mais massa. Aquelas arvores gigantes meio cor de prata em cima das construções, surreal. 
      Eu acho teria sido melhor dividir o circuito curto em 2 dias, pq os templos sao grandes e ficou corrido fazer td num dia. Se a gente tivesse dividido esse circuito  em 2 poderia ter curtido melhor. 

       
      Dia  18/11 - Demos umas voltas pela cidade, tomamos chopp na Pub Street - que custaram 0,50 dolares 🍻 - e a tarde seguimos para o Vietnam. Chegamos em Hanoi a noite e na imigração tivemos que passar em duas filas: uma para entregar cartinha que exigem pra gente entrar (consegui com a empresa do passeio em Halong Bay) e a outra pra pegar o visto. É meio burocratico entrar no pais, e eles tem uma carinha invocada, me deu medo kkkkk. Fomos de uber pro hotel e saimos para jantar e trocar dinheiro. La era inverno e tava um tempinho fresco, com garoa. Demos umas voltas pela cidade, compramos um negocio que parecia rolinho primavera de banana num vendedor de rua, e estava uma delicia. Eles tem costume de comer ou no chao, ou em banquetas baixinhas, parecia de criança. 
      Dia 19/11  - Fomos para Halong Bay para fazer o cruzeiro. A praia é ate perto de Hanoi, mas como eles nao tem rodovias, é td por dentro das cidades, demorou demais! Saimos as 8h e chegamos no navio as 12h. Fechamos com a empresa Secret Cuise. Achei o barco legal, comida boa, as atividades extra achei meio zuado, tipo o aula de cozinha e o tai chi. A bacia de Halong Bay é linda, tem umas montanhas incriveis, a agua é linda, mas como tava frio, meio que me arrependi de ter ido. Acho que teria valido mais a pena ter ficado mais tempo em Hanoi e ter conhecido ouras cidade, como Ho Chi Min. Fora que é caro esse cruzeiro, foi uns 900 reais o casal.

      Dia  20/11 - Na parte da manha terminamos o passeio em Halong Bay e a tarde voltamos para Hanoi. Em Hanoi saimos para jantar e fomos na rua Ta Hien. Eh tipo uma vielinha com varios restaurantes com mesas na rua. Ai sentamos num restaurante, fizemos nosso pedido, e começou um agito estranho. Logo me dei conta que era o 'rapa' da comida em Hanoi hahahaha. Nao podem colocar mesa nas ruas, ai qd a policia aparece vira essa bagunça, tipo o rapa da 25 de março mesmo. Rachei de rir, mas é de boa, apenas engraçado. Adorei a comida no Vietnam, e o café é uma delicia, trouxemos um pacotinho pra casa!
      Dia 21/11  - Passamos o dia em Hanoi. Fomos no museu da guerra que, apesar da história triste, vale muito a pena conhecer. Fomos ao museu das mulheres, que é bem legal também. Enfim, andamos pela cidade. Fomos no lago Hoan Kien e entramos no museu que tem la, mas nao vale a pena, achei feio e sem nada, mas o lago é bem bonito.  Almoçamos de novo na Ta Hien, e comprei umas louças pra trazer de presente, tem muita coisa bonita. Adoramos Hanoi, queriamos ter ficado mais um dia la! Achei que nao ia ter nada de mais, e gostamos mto. Nos divertimos com o caos e aquelas milhoes de motos pela cidade, atravessar a rua era o desafio do dia! A noite seguimos para o Laos.


      Chegamos em Luang Prabang a noite e fomos dar uma volta na cidade. Ela é super pequena e charmosinha, na rua principal tem varios restaurantes. Achei as coisas mais caras por la, incluive o visto. Chegamos meio tarde no aerporto e nao tinha nada aberto, ou seja, sem casa de cambio! Fizemso a cagada de dar nota baixa pra pagar o visto e na hora de pagar o taxi tinhamos apenas 100 dolares, ou seja, devolveram na moeda local com uma conversao pessima. 
      Dia  22/11  - Alugamos uma bike e fomos andar. Fomos em alguns templos e conhecemos o bar Utopia. Lá é super zen de manha e a noite um fervo. Almoçamos e tomei uma bebida gelada que ia cafe, oero, banana e canela e amei! Vimos o por do sol do mirante, e obviamente é lotadoooo. A vista é incrível, vale o aperto. A noite fomos na feira noturna e la tinha umas barracas de comida que vc escolhe os produtos e a moça faz na hora. Que delicia! E baratinho, acho que pagamos uns 15 reais no prato. Tinha tb uma panquequinha e umas bolachinhas de coco, comemos um monte. Fora as milhares de coisinhas lindas que eles vendem! Me arrependi de nao ter comprado um guarda-chuva de papel que só vi la, e tb uma pintura em tela dos monges. Sempre fico na duvida de comprar as coisas e me lasco 😥. 


       
      Dia 23/11  - Acordamos suuuper cedo, tipo umas 5h, pra poder ver a ronda das almas. É mto lindo! E como é incrivel a cor das tunicas dos monges! Foi mto legal de ver. E como sempre tinha uns turistas sem noçao que quase enfiavam a camera na cara dos coitados 🤦‍♀️


      Alugamos uma moto e uma bike pra ir nas cachoeiras. Eu nao dirijo moto, mas me aventurei em andar la, elas sao automaticas, deu pra ir de boa, e nao precisa de carta. A bike ficou pro Ederson, nao tive coragem de pedalar entre subidas e descidas uns bons km de ida e volta. Foi mto legal poder ir por conta, pq fomos reparando na paisagem, no dia a dia dos locais, vimos ate uns monges entrando numa casa, acredito eu, pra pegar donativos. Umas 2h depois chegamos nas cachoeiras. Que coisas mais linda aquela agua! E olha que tava nublado! Mas é uma cor de agua mto bonita, valeu a pena conhecer. Fora que no começo do parque tem um espaço onde ficam ursos resgatados, um deles nao tinha a perninha, judiação. Fizemos uma trilha pra ir no Budas Cave, mas nao valeu a pena nao, coloquei um pé na caverna e voltei. 'Deuzolivre' aquela escuridao rsrrss to fora.


      De todos os lugares o Laos foi o mais 'ocidental' que passamos, parece q tem mto europeu vivendo la. Por um lado é bom pq da uma melhorada na higiene e no capricho dos lugares, ajudam a desenvolver o local, inclusive do lado do hotel que fiquei tinha um projeto social onde os turistas ensinam ingles aos locais, achei o maximo. Por outro lado tenho um pouco de receio de perderem a identidade, sabe? Mas por enquanto parece que ta num equilibrio bom, eu adorei conhecer Luang Prabang. 
      Dia 24/11  - De manha demos mais umas voltinhas na cidade e a tarde fomos para Chiang Mai. Andamos um pouco em Chiang Mai e fechamos no hotel para ir ver uma luta de Muai Thai a noite. Pagamos uns 120 por pessoa e as lutas eram das 19h as 23h. Foi legal ver e conhecer, parece ser como o futebol pra nos, mas ficamos na duvida se as lutas foram meeeesmo verdadeiras. 
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      Dia 25/11   - De manha fui fazer minha tatoo de bambu com um ex monge. Eu tava um pouco cansada dos dias corridos que tivemos e a tarde ficamos no hotel. Saimos a noite para passear na feira noturna e visitamos o templo prateado.

      Dia  26/11 - Alugamos uma moto e fomos ao zoologico da cidade. Nao sou mto de zoos, mas la tem um PANDA! Amo pandinhas, nao poderia deixar de conhece-lo
      Depois andamos pela cidade meio que sem rumo, pra conhecer os arredores. Nisso passamos numa cidade vizinha que tava tendo festa das lanternas. Achei que fosse aquelas que eles soltam lanterninhas, tudo lindo e ilmuminado #sqn, ja tinha rolado no começo de novembro. Paramos pra conhecer e tava rolando uma dessas feiras noturnas, mas quase sem nenhum turista, só local. Teve apresentação de dança dos locais também, foi bem legal. Comemos varias coisas que nem sei o que eram, eles nao falavam mto bem ingles, a gente pedia na fé mesmo. Teve um doce mto doido que a moça frita uma massa numa chapa, e tinha uns fios de acuçar colorido pra colocar nessa massa e comer. 


      Dia  27/11- Fomos na reserva de elefante no Natural Park. La eles tratam de animais resgatados de circos, de passeios e etc. Foi muuuto legal, passamos o dia la. Demos comida, fizemos um passeio com eles, demos banho e etc. Valeu mto a pena! Pagamos 520 o casal pelo dia. É caro mas vale, gente! 

      Dia 28/11 - Eu fui dar uma volta na cidade e o Ederson fez um curso de culinaria pela manha, ele curtiu bastante! A tarde pegamos o voo para Krabi e, para a nossa alegria, tava chovendo
      A sorte que pegamos um hotel bom e proximo ao centro.
      Dia 29/11  - Acordamos e adivinha, chovendo! Ai que desespero....fez tempo bom a viagem toda, qd chega a tao sonhada praia, chuva! Mas ok, a gente ficou com pensamento positivo que ia passar! Alugamos uma moto e fomos dar uma voltinha na garoa mesmo...qd a chuva deu uma tregua pegamos um barco e fomos para Railay Beach, que fica a uns 10 min de Ao Nang. Chegamos la e começou uma puta chuva. Fomos tomar uma breja pra esperar passar. Breja mega cara, e chuva nao parava...por fim voltamos pra ao nang mesmo e ficamos por la. A noite a chuva parou, fomos ao centrinho e jantamos na Jungle Kitchen.
      Dia 30/11 e 01/02  - Dia nublado e com garoa...aiaiaiia, cade o soooollll! Qd melhorou um pouco  pegamos a moto e fomos pra praia. Saiu um solzinho e fomos novamente para Railay Beach. Chegamos la mas o dia ainda nao tava mto bom...garoava, parava, garoava...nao achei a praia essas coisas - talvez pela chuva - e era cara. Ficamos um pouco e voltamos pra Ao Nang. Parecia que no dia seguinte o tempo estaria melhor, ai fomos atras de um passeio e fechamos um para Hong Island, que parava em algumas praias. 
      Dia 02/12  - Fizemos o passeio para Hong Island. Tava um tempo nublado mas deu pra curtir bem. Só que tava muito cheio. O barco para numas praias mto pequenas e com mta gente...só a ultima que era maior que foi de boa. 

       
      Dia  03/12 - O tempo ainda nao estava legal e resolvemos adiar nossa ida a ko phi phi, pq la as coisas eram um pouco mais caras e os hoteis nao tao bons. Nesse dia fomos para uma praia ao lado de Railay, Phra Nang. Lugar lindo, achei melhor que Railay. Passamos o dia la! Jantamos no May&Zin, acho que foi restaurante mais gostoso que comemos.


       
      Dia 04/12- Fomos para ko phi phi. Aleluia!! De ao Nang pra la da umas 2h, entao pegamos o barco no primeiro horario, as 9h, pra dar temo de chegar e passear a tarde. Nosso hotel ficava perto do pier e da praia. Alugamos um caiaque e fomos na Monkey Beach. Amei essa praia, é cheia de macaquinhos fofos e danados, e dá pra fazer mergulho com snorkel, tem bastante peixe e corais pra ver. Pro dia seguinte fechamos um passeio que saia as 9h e voltava as 20h.

       
      Dia 05/12 - Como a gente queria fazer um passeio particular, aproveitamos esse passeio longo pra definir quais praias iriamos voltar. Foi um passeio bem legal, e deu uma volta na ilha toda, desde Bamboo Island ate Maya Bay. No fim paramos quando ja estava escuro uns 15 minutos pra fazer o mergulho com os planctons, é mto bonitinho, curti fazer. Nosso plano era fazer aquele role de dormir no barco e tals, mas nao conseguimos data, e por fim foi ate bom por causa da chuva. Mas esses minutinhos ja valeram a pena. Chegamos em Maya Bay la pelas 16h, e mare ja tava baixinha, mas era lindo de qq jeito. Pra descer em May Bay precisa pagar uns 40 reais de taxa. Outro lugar lindo que fomos nesse passeio é Bamboo Island e Pileh Lagoon. Conhecemos um casal do Rio e no dia seguinte fechamos um passeio privado com eles. 


      Dia 06/12 - Saimos umas 7h de Ko phi phi e fomos para Maya Bay. Eles falam pra chegar cedo pq lota a praia, que as 9h fica insuportavel e etc, mas eu sinceramente nao achei que ficou tao cheia assim. A gente chegou tao cedo que a mare tava baixa, entao tb na adianta. Pra mim é conversa deles pra poder chegar cedo e fazer outro passeio a tarde, sabe? Chegando em Maya Bay umas 8h acho que ta bom...umas 9, 9:30 a mare ja ta boa e tem mta gente sim, mas pra mim foi ok. Voltamos pra ko phi phi umas 14h e ficamos na praia proxima ao hotel, compramos umas brejas e uns petiscos no 7eleven e ficamos de boa la. 

       
      Dia 7/12 - Infelizmente era o ultimo dia Acordamos cedo, fomos ao mirante e depois ficamos na praia, nosso navio de volta saia as 16h. Adorei conhecer ko phi phi, é bem bonitinha, cheia de restaurantes, bares, festas..pena que é meio largado, acho q ainda sofrem com a devastação do Tsunami de 2004. Mas a praia poderia ser mais limpa, nao tem lata de lixo em nenhum lugar, e tem mto turista porco que larga tudo...isso me deixou meio triste, tanta beleza e pouco cuidado..mas enfim, la é lindo, foi mara e gostaria mto de voltar! Mas ô trem longe, neh!

      Dia 08/12  - Nosso ultimo dia em Bangkok fomos ao shopping ver eletronicos. Nosso hotel ficava perto da estacao de barco, entao fomos de barco msm. Super baratinho e em 20 minutos estavamos la! Tomamos banho no hotel, deixamos nossas malas num quartinho e fomos jantar em Rambutri e fazer as ultimas massagens rsrss
      Nosso voo saiu de madrugada e chegamos no Brasil as 17h do sabado. Eu dormi nas primeiras 8h, mas as outras 12 nao passavam nuncaaaaaa. E chegando no Brasil ainda pegamos um busao pra Ribeirao, mais 5h de viagem! Dá pra colocar as séries e filme em dia, e vai sobrar tempo rsrs
      ]
       
      Dia 09/12 -  Brasil
      Bom, espero ter ajudado, e se eu puder ajudar em mais alguma coisa, estou a disposição
      Aproveitem cada minuto!!! 
      Segue os links me ajudaram a montar meu roteiro:
      http://lalarebelo.com/krabi/
      https://www.umviajante.com.br/tailandia/3509-roteiro-de-um-dia-em-ayutthaya-saindo-de-bangkok
      http://vamosfugir.net.br/2016/07/17/o-que-fazer-em-siem-reap-no-camboja/
      https://www.eduardo-monica.com/new-blog/roteiro-do-que-fazer-em-chiang-mai
      https://www.carpemundi.com.br/o-que-fazer-em-luang-prabang/
      http://www.vounajanela.com/camboja/como-se-locomover-e-quantos-dias-ficar-em-siem-reap/
       
       
       
       
    • Por Abrahao Carla
      Neste vídeo mostro como o trânsito de Bangkok é louco!
       
    • Por rodrigovix
      Índice do Relato (clique na página para ir direto ao capítulo)
      Capítulo 1: Preparativos [Pag. 1] 
      Capítulo 2: Do sonho até lá. [Pag. 5]
      Capítulo 3: Bangkok, tempestade e a corrida contra o tempo. [Pag. 5]
      Capítulo 4: Roby, o motorista mais gente boa de Bali. [Pag. 7]
      Capítulo 5: Templos e praias de Bali, a ilha mágica. [Pag. 7]
      Capítulo 6: Os templos de Ubud, o coração cultural da ilha. [Pag. 8]
      Capítulo 7: Da Floresta dos Macacos aos belos campos de arroz. [Pag. 9]
      Capítulo 8: Os encantos de Nusa Lembongan. [Pag. 9]
      Capítulo 9: Nusa Penida, o melhor lugar do planeta! [Pag. 9]
      Capítulo 10: Angel Billabong, Broken Beach e Crystal Bay. [Pag. 10]
      Capítulo 11:
      Capítulo 12:
      Capítulo 13:
      Capítulo 14:
      Capítulo 15:
      (continua...)
      Quer conferir algumas fotos da viagem e ainda ser informado quando tiver capítulo novo?
      Então segue lá no instagram @queridopassaporte
      Faaala, meu povo!
      Cá estou eu novamente retribuindo tudo o que esse fórum sempre me proporciona. É com prazer que dou início a mais um relato buscando compartilhar o máximo possível de informações e de experiência de viagem com a comunidade mochileira.
      Há três anos, fiz meu primeiro mochilão, percorrendo o clássico roteiro da América do Sul (Bolívia, Chile e Peru), e postei o relato aqui no fórum. Confesso que não tinha noção da proporção que esse relato viria a tomar, e de como ele me apresentou tanta gente do bem e inspirou tantas outras histórias bonitas por aí.
      Para quem ainda não viu, vou deixar o link aqui, ó: 
       
      Agradecimentos
      Eu não poderia dar sequência sem antes agradecer a todo mundo que me ajudou com as informações que me permitiram fazer o roteiro do jeito que eu sempre quis. São muitos nomes:
      Meu parceiro @Tanaguchi que, com seus dois incríveis relatos pelo Sudeste Asiático (veja aqui e aqui), em muito me ajudou nesse planejamento. Aliás, ele também me ajudou com o relato pela América do Sul. Vai seguindo tuas viagens que eu vou te acompanhando, jovem! Hahaha
      Outro grande agradecimento vai pra minha parceirona @Maryana Teles, dona do Vida Mochileira (clica aqui pra conferir o Blog dela, aproveita pra segui-la no Instagram, no YouTube e participar do grupo no Facebook). A Mary sempre foi uma pessoa alto-astral, generosa, autêntica, e que me ajudou muito com as postagens dela sobre a Tailândia. E também me deu aquela força na divulgação do @queridopassaporte durante minha viagem haha. Valeu, Mary! #tamojunto sempre.
      Foi a Mary que me indicou outro cara que também tenho que agradecer, meu xará Rodrigo Siqueira, do TravelerBR, principalmente por indicar o melhor barqueiro de Koh Phi Phi (mais detalhes nos capítulos finais do relato haha). Rodrigo também é referência em mergulho de cilindro por lá, e o barco da empresa dele tá sempre lotado de brasileiros. Não deixe de conferir o site e o instagram dele. 
      E, por fim, agradecer a dois estrangeiros camaradas: o Jackson Groves, do Journey Era, e a Justine, do Travel Lush. Seja pelas matérias nos blogs ou respondendo os meus directs, me ajudaram muito com informações principalmente a respeito de Nusa Penida, em Bali, pois quase não se achava site brasileiro com informação detalhada sobre esse lugar na época em que eu estava pesquisando.
      Ufa! É isso. Claro que mais pessoas me ajudaram, direta ou indiretamente, mas fica aqui meu agradecimento de forma geral.
       
      A viagem
      Essa viagem seria feita originalmente em novembro de 2016. Mas meu namorado e fiel parceiro de boletos, aventuras e repete-essa-foto-até-ficar-do-jeito-que-eu-quero Antenor recebeu uma proposta de emprego e mudou de empresa e, com isso, lá se foram as férias planejadas. Tivemos que esperar o ano seguinte, mas o sacrifício valeu a pena. Daí vocês já imaginam a expectativa que foi quando finalmente embarcamos nessa viagem no final de 2017, né? Spoiler: foi a viagem dos SONHOS!
       
      O Roteiro
       

      O roteiro mudou muitas vezes desde quando comecei a pesquisar essa viagem, há dois anos. No começo, ficava ali por Tailândia, Myanmar, Laos, Camboja, Vietnã… Mas aí depois veio Bali... Aí depois veio Singapura… Aí depois veio Filipinas... A TENTAÇÃO NÃO TINHA FIM! Era uma descoberta atrás da outra. Não havia tempo pra tudo, infelizmente.
      Fechamos, então, Indonésia (Bali), Singapura e Tailândia. Talvez não fosse o roteiro mais prático, mas também nada difícil de ser feito, principalmente considerando os voos low-cost dessa região e a época propícia em que estávamos viajando (mais detalhes logo abaixo na parte “Quando ir?”).
      O roteiro ficou assim:
      11/10/17: Vitória (VIX) x São Paulo (GRU) 
      12/10/17: São Paulo (GRU) x Addis Ababa (ADD)
      13/10/17: Addis Ababa (ADD) x Bangkok (BKK)
      14/10/17: Bangkok (DMK) x Bali (DPS)
      Indonésia (Bali)
      15/10/17: Uluwatu
      16/10/17: Ubud
      17/10/17: Ubud
      18/10/17: Ubud x Nusa Lembongan
      19/10/17: Nusa Penida
      20/10/17: Nusa Penida
      21/10/17: Nusa Penida
      22/10/17: Nusa Penida x Kuta
      23/10/17: Bali (DPS) x Singapura (SIN)
      Singapura
      24/10/17: Singapura
      25/10/17: Singapura
      26/10/17: Singapura
      27/10/17: Singapura (SIN) x Bangkok (DMK)
      Tailândia
      28/10/17: Bangkok
      29/10/17: Bangkok
      30/10/17: Bangkok
      31/10/17: Bangkok (DMK) x Chiang Mai (CNX)
      01/11/17: Chiang Mai
      02/11/17: Chiang Mai
      03/11/17: Chiang Mai
      04/11/17: Chiang Mai
      05/11/17: Chiang Mai x Bangkok, Bangkok (DMK) x Krabi (KBV)
      06/11/17: Railay Beach
      07/11/17: Railay Beach
      08/11/17: Railay Beach x Koh Phi Phi
      09/11/17: Koh Phi Phi
      10/11/17: Koh Phi Phi
      11/11/17: Koh Phi Phi
      12/11/17: Koh Phi Phi
      13/11/17: Koh Phi Phi x Krabi, Krabi (KBV) x Bangkok (DMK)
      14/11/17: Bangkok
      15/11/17: Bangkok (BKK) x Addis Ababa (ADD) x São Paulo (GRU) x Vitória (VIX)
       
      Quando ir?
      Essa pergunta é muito importante. Planejar uma viagem ao Sudeste Asiático sem levar em consideração a época do ano é bem arriscado. As estações se resumem basicamente em Seca e Molhada. Quando eu digo seca, é quente pra burro. E quando eu digo molhada, é daquelas chuvas torrenciais cinematográficas (as famosas monções).
      Bom, eu poderia gastar alguns parágrafos aqui descrevendo as probabilidades climáticas de cada mês em cada um dos três países que eu visitei, mas, como eu sou um cara muito gente boa, montei uma tabelinha mais lúdica pra facilitar a pesquisa.
      Lembrando que essas informações são PROBABILIDADES. Sabemos bem como o clima pode nos surpreender. Você pode ir num mês cuja probabilidade é de chuva e pegar um belo dia de sol, como pode ir numa época típica de sol e pegar dias de chuva. Não é uma ciência exata.
      Indonésia (Bali)

      De maio a outubro é a “estação seca”, bons meses pra se visitar Bali. Abril e novembro também são boas opções, mas ainda são meses de transição entre as estações. Se puder evitar dezembro, janeiro e fevereiro, evite, pois tende a chover mais. Mas nada que vá atrapalhar sua experiência de viagem caso esses sejam os únicos meses disponíveis.
       
      Singapura

      Singapura já possui um clima mais equilibrado, com chuvas bem distribuídas ao longo do ano. Costuma-se ter mais dias de chuva em novembro, dezembro e janeiro. O mês com menos chuva é fevereiro. Mas não é nada que seja uma diferença absurda. Apenas tenha em mente que qualquer dia pode chover, mas que isso não vai estragar o seu passeio.
       
      Tailândia

      Tailândia é o país que mais respondemos “depende” quando a pergunta é “quando ir?”. Isso porque cada parte do país (região central, como Bangkok; região norte, como Chiang Mai; região da costa oeste, banhada pelo Mar de Andamão, como Phuket, Krabi e Koh Phi Phi; e região da costa leste, banhada pelo Golfo da Tailândia, como Koh Sami e Koh Tao) possuem calendários climáticos específicos. De uma forma geral, costuma-se dizer que os melhores meses são janeiro e fevereiro (dezembro, também, dependendo das praias que você queira ir), e os piores meses são de maio a outubro.
       
      O que levar?
      O Sudeste Asiático é quente, muito quente. Mesmo em época de chuva, são raros os momentos em que você precisará de roupa de frio. Em 99% do tempo você vai desejar ser invisível pra poder andar sem roupa e entrar nos estabelecimentos só pra ficar no ar condicionado. Pra não dizer que não levei roupa de “frio”, eu levei uma camisa segunda pele só porque no meu roteiro estava previsto uma visita a uma região bem alta no norte da Tailândia, e lá costuma fazer um “friozinho”. Morreria se não tivesse levado? Não, daria pra aguentar. Mas vai de cada um.
      Meu vestuário foi, na maior parte da viagem, camiseta, bermuda e chinelo. Levei um tênis pra usar nos locais em que se exige sapatos fechados, e também para andar em Singapura, que é uma cidade mais “arrumadinha” e eu ia bater muita perna. Calça eu levei só para os voos internacionais e para entrar em estabelecimentos que pediam esse tipo de vestuário. Na região das praias, era sunga, bermuda e chinelo o tempo todo. Resumindo: FÉRIAS, em maiúsculo.

       
      Equipamentos
      Eu sou um apaixonado por fotografia. Gosto de estudar, praticar e considero quase uma segunda profissão. Mas uma das perguntas que mais recebo é “adorei suas fotos, qual é sua máquina?” hahaha. Poxa vida. Não vou ser hipócrita em dizer que equipamento não faz diferença, porque ajuda. Mas a maior parte do resultado das fotos vem do olhar, do estudo de luz e sombra, composição, pós-edição, etc. Fora os perrengues que a gente passa pra conseguir uma foto. Mas sempre vale a pena.
      De toda forma, deixo aqui a lista dos equipamentos que levei. Foi uma mochila só com eles. Algumas das fotos foram feitas com o próprio celular (na época da viagem, um Samsung Galaxy S7).
      Câmera Nikon Dx D5300
      Lente Nikkor 18-55mm f/3.5-5.6
      Lente Nikkor 35mm f/1.8
      Lente Sigma 10-20mm f/4-5.6
      Tripé 60-170cm
      GoPro HERO5 Black
      GoPro Dome 6’’
      Spray repelente de água
      Bastão GoPro 3 Way
      Bastão Flutuador GoPro
      Carregador triplo + 2 baterias extras GoPro
      Maleta de acessórios GoPro
      Filtro de linha com 6 tomadas e 2 entradas USB
      Adaptador de tomadas
      Quem sabe na próxima eu já arrumei um drone? haha
       
      Precisa de visto?
      Para todos os casos dos três países visitados (e basicamente para a maioria dos países), é necessário passaporte com pelo menos 6 meses de validade restante e apresentação do Certificado Internacional de Vacina contra a Febre Amarela. 
      Abaixo, alguns dos requisitos que eu obtive dos sites da Embaixada do Brasil em cada país.
      Indonésia
      O visto de turismo não é necessário para visitas de até 30 dias. Já o visto de negócios é exigido, e pode ser obtido na chegada ao país, válido por 30 dias e prorrogado por mais 30 dias.
      Singapura
      Singapura não exige visto para entrada de brasileiros no país, caso permaneçam até 30 dias. Nesse caso, é concedido um “visitor pass”.
      Tailândia
      Não é necessário visto para os brasileiros ingressando na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias.
      Atenção! O porte e o tráfico de drogas são severamente punidos pelas legislações desses países, até com pena de morte. Mesmo o porte de quantidades mínimas pode ser punido com muitos anos de prisão.
       
      Documentos
      Sempre levo uma pastinha dessas transparentes e maleáveis com todos os principais papéis que preciso carregar, tais como:
      Cartões de embarque:
      Estão sempre salvos no e-mail e no celular, mas não custa nada ter um back-up impresso guardado com você. Sou do time #menospapel, mas, estando do outro lado do mundo, precaução extra nunca é demais.
      Comprovantes, ingressos, reservas, etc:
      Todas as reservas, compras e ingressos que eu tenha comprado previamente (o que se faço caso não me represente nenhum aumento de custo, ou caso seja necessário, pois prefiro comprar e reservar tudo na hora).
      Certificado do Seguro Viagem:
      Nunca, eu hipótese alguma, viagem sem um Seguro Viagem. É como andar de carro sem seguro. Um risco constante de adoecer ou precisar de assistência médica e ter que gastar centenas ou milhares de dólares do próprio bolso. Acreditem, eu precisei usar nas últimas duas viagens internacionais que fiz. Então, faça sua cotação, sua pesquisa, entre em contato com a operadora do seu cartão de crédito, ou o seu banco, qualquer coisa, mas não viagem sem.
      Cartão Internacional de Vacina (ANVISA):
      É importante ter o seu Cartão Internacional de Vacina para comprovar que foi vacinado contra a Febre Amarela. Se em países como a Bolívia, onde é obrigatório, eles quase nunca te pedem, na Tailândia, por exemplo, é obrigatório apresentar antes mesmo de sair do aeroporto. Não esqueça o seu. Para fazer o seu Cartão Internacional, basta entrar no site da ANVISA, fazer o cadastro prévio, depois ir até uma agência deles, levar seu cartão de vacina em que comprova que foi vacinado contra a febre amarela e pronto, eles emitem o seu Cartão Internacional.
      Nota fiscal dos equipamentos fotográficos:
      Eu sempre procuro levar, ainda que meus equipamentos sejam considerados de “uso turístico” e não precisam ser declarados. Entretanto, nunca se sabe quando você será confrontado por um agente policial questionando a procedência daqueles itens. Então, por precaução, eu levo. Mas nunca me pediram.
      Todo e qualquer papel que você receber durante a viagem:
      Vá guardando tudo o que você receber, principalmente em aeroportos, hotéis, agências, etc. Nunca se sabe quando você irá precisar daquele comprovante. É muito comum ter que apresentá-los nos trâmites de entrada e saída de alguns países.
       
      Como levar o dinheiro?
      Há muitos que optam por levar o cartão para saques nos ATMs, ou então só usar o cartão de crédito, por uma questão de segurança. Eu levo tudo em dinheiro (dólares, geralmente) e deixo as notas num money belt, aquelas doleiras em forma de cinto que a gente usa por dentro da roupa. É ali também que eu guardo o meu passaporte, sempre comigo. Não tiro o money belt para nada. Os únicos momentos que tirava era quando ia entrar no mar, mas ou eu estava num barco privado e minhas coisas ficavam em segurança, ou então eu deixava tudo no cofre do hotel e só saia com o dinheiro necessário para o dia. Nesses países é bem raro ser assaltado, mas o furto é algo comum. Então fique sempre muito atento aos seus pertences para não dar o azar de ser furtado.
      Obviamente, também levo um cartão de crédito para emergências. Mas nunca o deixo junto de onde guardo o dinheiro, justamente para não correr o risco de perder tudo de uma vez só. O mesmo vale para as chaves reservas dos cadeados, se este for o seu caso (eu uso mais o cadeado de código). Sempre guarde a chave reserva num lugar separado.
       
      Finalizando...
      Bom, acho que é isso. No próximo capítulo eu darei início à saga do voo internacional, falo das passagens, de como e por quanto comprei, questões de fuso horário, jet lag, etc.
      Então, até breve!
       
      Próximo capítulo: Do sonho até lá.
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