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    • Por Guia Claudia Lucia
      Beleza pessoal? Passando só para deixar contatos. Somos um grupo de trilhas no RJ, sempre haverá companhia para trilhar. Quando passar pelo RJ da uma olhadinha na nossa agenda, trilhas de segunda a segunda por R$25.
      AGENDA em nossas redes sociais
      No rodapé do site: partiunatureza.com
      Na aba eventos do Facebook:
      https://facebook.com/partiunatureza
      Nos destaques do Instagram:
      https://Instagram.com/trilhaspartiunatureza
       

    • Por Tayná Venturini
      Boa tarde Pessoal!
      Estou indo para Boa vista, mas queria passar uns 5 dias em Manaus, alguém já conseguiu fazer Stopover com as companhias aqui do Brasil?
      Minha ideia era sair de SP, ficar uns 3 dias em manaus, ir para Boa vista, passar 10 dias, na volta passar mais uns 5 dias em manaus e ai vir para SP, 
      Tayná,
    • Por fmoreira
      Em 2019, voltei à Manaus para trabalhar por uma semana e consegui esticar o fim de semana e então me aventurei à fazer as Anavilhanas por minha conta, escapando dos hotéis de selva (como o Anavilhanas Lodge e o Mirante do Gavião). Afinal, quase quatro mil para um pacote individual está longe léguas do meu orçamento. Então minha viagem foi no modelo econômico.
      O Parque Nacional de Anavilhanas foi criado em 2008, antes a área era classificada como unidade de conservação por um decreto de 1981. 70% do parque está localizado em sua maioria em Novo Airão, distante aproximadamente 180 Km  de Manaus, foi criado com o objetivo de preservação do arquipélago fluvial, um dos maiores do mundo, com mais de 400 ilhas e 60 lagos, em uma área de mais de 3.500Km2. No início de novembro, o rio ainda estava na seca, ou baixa, que vai de setembro a fevereiro. Foi minha primeira vez na amazônia nesse período: anteriormente eu havia ido em 2005 em abril e em 2017 em junho, ambas na cheia , que vai de março a agosto. São paisagens distintas e dessa vez as praias tiveram seu charme. Mas, pensando bem, ainda prefiro a cheia, com seus igapós e pode ser impressão, mas a luz é mais interessante, além dos espelhos d'água tornarem a paisagem um tanto mais atraentes que na seca. 
      Então vamos à logística... Para chegar à Novo Airão você tem algumas opções: ônibus que sai do terminal rodoviário de Manaus cujo trajeto leva 6 horas (acho que vai parando em todas as cidadezinhas do caminho), alugar um carro (não viável no meu caso, porque o custo x benefício era alto já que eu estava sozinha), pagar um transfer pela pousada (também não viável pelo preço de 360 pratas cada trecho) ou encarar o taxi lotação, que foi o meu caso, que custou R$60/trecho e eu tive a maior sorte, ao chegar no ponto estava saindo um carro e tinha uma vaga. Nessa modalidade são duas horas e meia. O ponto fica na Avenida Cirilo Neves (acesso à Ponte Rio Negro), do outro lado do Supermercado CO, tem um placa indicando Sindicato de Taxi de Novo Airão (tel.: 92 99428-0595). Os carros vão saindo conforme fecham as quatro vagas. Eu fui com um motorista muito fofucho chamado Roney, que me deixou na porta da pousada. Na volta, marcamos um horário e ele já esquematizou um horário e um outro motorista também foi me buscar.
      Fiquei hospedada na Pousada Bela Vista, que reservei pelo whatsapp (92 99229-6667), que é super bem localizada na beira do rio, em uma área um pouco mais alta, mas com acesso direto ao rio negro (e como estava na baixa, à praia). Os quartos são simples, mas são limpos, tem ar condicionado, frigobar, chuveiro forte e uma café da manhã bem gostoso. A piscina é bem legal também (e eu raramente uso), mas é uma excelente opção para o fim da tarde, acompanhada de uma cervejinha e o bar tem uma opção variada delas. A própria pousada disponibiliza os passeios em parceria com um agência, que são caros caso não consiga dar a sorte de entrar em algum grupo, que normalmente são formados de casais e cada barco tem capacidade para quatro pessoas. Eu dei sorte, porque no dia que cheguei havia um casal na recepção fechando o passeio do dia seguinte com um filho de 12 anos e eu consegui me encaixar como o quarto integrante. Para uma pessoa sozinha pagar R$1.300 pelo passeio inteiro, sai super caro.
      Fizemos o passeio completo, com parada para banho em um praia de areias clarinhas no meio do rio, visitando as Grutas do Madadá com caminhada na mata com um guia local que foi mostrando esconderijos das taturanas, o segredo das plantas medicinais utilizadas pela população, depois seguimos para as ruínas de Airão Velho (e ao sair pegamos um senhor temporal com raios cruzando o céu em uma quantidade de meter medo). Em seguida fomos até o Parque Nacional do Jaú, onde ficamos na base esperando o temporal passar. No caminho de volta paramos em um local que só é possível na baixa, para ver os petróglifos (gravuras rupestres gravadas em rochas). Eu, particularmente, achei o passeio meio cansativo e acho que teria gostado mais de fazer o de meio período, mas não sei se vão aos mesmo lugares. O que mais gostei foi da parada nas ruínas. Fotograficamente foi meio frustrante: aquele lugar merecia um espetacular pôr do sol.
      Eu passei duas noites lá e achei super suficiente. No dia da chegada eu jantei na pousada, cujo restaurante é bem bom. Na noite seguinte eu fui à uma hamburgueria bonitinha perto da pousada, chamada Saloon do Alex, que tinha uma comidinha boa, cerveja gelada e rock rolando no som ambiente. Na manhã seguinte, o dia do meu retorno, eu fui até o flutuante dos botos (aproximadamente uns 500 metro da pousada), mas estava fechado por um problema com a tempestade do dia anterior. Fiquei chateada, porque eu tinha que retornar à Manaus e não pude fotografar os lindos botos cor de rosa. Assim, da próxima vez que eu for à Manaus, vou ser obrigada a dar uma nova esticada à Novo Airão, espero que na cheia.
      Para ver o post completo e as fotos: https://www.flaviamoreirafotografia.com/manaus e no instagram: lugaresfotogenicos
    • Por Lucas_Rodrigues
      Quando você não está de férias mas quer viajar e não tem muito tempo, Pirenópolis é uma boa opção! Fica bem pertinho de Brasília (2h mais ou menos) e em 2 dias você consegue ter um gostinho de tudo que dá para fazer na cidade. 
      Para organizar a nossa viagem queríamos aproveitar: as cachoeiras, a vida noturna da cidade e subir os morros da região.
      Os lugares que escolhemos para fazer isso foram: 
      Cachoeiras dos Dragões; Rua dos Restaurantes; e Parque dos Pirineus. Cachoeiras dos Dragões
      Para começar, saímos de Brasília 7h da manhã, o caminho de ida foi pela BR 060, estrada muito boa com boa parte do caminho com via duplicada. O plano era ir direto para as cachoeiras dos dragões que fica num mosteiro budista mais ou menos a uns 45 minutos de Pirenópolis e funciona de 9h - 17h. Para chegar lá você terá que passar por uma estrada de terra de mais ou menos uns 15km, de carro comum você consegue chegar lá, porém pode sofrer um pouco pois é uma subida e tem muita terra fina. Mas é uma estrada bem sinalizada e não acho que vai precisar de um guia. 
      Chegando no mosteiro você passa por uma orientação rápida sobre as regras do local e já pode ir para a trilha. No local você pode usar os banheiros e encher as garrafinhas de água. 
      Na trilha você vai ter duas opções uma mais leve e outra um pouco mais pesada, as trilhas têm uma boa manutenção e são bem sinalizadas, acho que tem um nível de dificuldade baixa, mesmo sendo 4,5 Km no total você consegue fazer ela toda sem muita dificuldade.
      Eu fui em outubro lá, época que as chuvas ainda estão voltando então tinha 3 cachoeiras que estavam secas, por isso eles dão um desconto na entrada, mas ainda assim acho que vale a pena, você consegue chegar em lugares da rocha que não seria possível na época da cheia. 





      Rua dos Restaurantes 
      A cidade é bem charmosa e preparada para receber os turistas, ficar a noite apenas andando nas ruas e olhando a cidade já bem interessante. Muita coisa só funciona a noite, uma rua em especial fica cheia de gente e tem vários restaurantes para você escolher. Descobrimos por acaso essa rua apenas caminhando pela cidade, mas é muito interessante para ir jantar e aproveitar a noite, porque nessa rua também funciona algumas casas de festa.
      Ficamos hospedados no "camping do theo" que nos foi indicado pelas pessoas da cidade mesmo, é um local muito tranquilo fica perto do centro da cidade, então você pode passar pela cidade e voltar a pé mesmo, pode entrar com o carro no quintal e montar a sua barraca do lado. Ele disponibiliza os banheiros e é um senhor muito simpático, conversando com ele você pode usar a geladeira e fogão também. 
       


       

       
      Parque dos Pirineus
      O parque fica bem próximo a Pirenópolis, porém você tem que pegar uma estrada de chão de mais ou menos 12km para chegar lá, que para ir de carro comum você vai gastar um tempo a mais, devido as imperfeições que a estrada fica por conta do vento. Se você for voltar para Brasília, deixar o parque como última atração é muito bom, porque você já tem uma saída para a direção de Brasília que corta uma grande caminho da estrada convencional. Você sai na BR 070 dessa vez, que não é duplicada, mas é uma estrada em boas condições e chega em Brasília em 1:15h apenas.
      O parque tem várias trilhas pela "cidade de pedras" porém são trilhas sem muita manutenção e nenhuma sinalização, então é importante ir com um guia se quiser fazer as outras trilhas do parque. Porém você pode ir para a atração mais visitada que é subir os morros, aí você não precisa de guia, pois o caminho é bem simples e você vai ter uma vista linda de toda a região, já que você vai está a 1385m de altura em relação ao nível do mar. 
      O morro que tem a capelinha tem uma subida simples, mas se você quiser subir os outros a trilha não é tão simples e terá que subir por trilhas sem sinalização e com uma dificuldade um pouco maior. Mas se você gosta de paisagens vai gostar da vista que os morros têm.



       
       
    • Por Jonas Silva ForadaTribo
      Preparação
      Mais uma vez começamos um planejamento para uma trip em grupo, e acabamos terminando em dois só, kkkk.
      Levantamos muita informação, dados, e dicas. Não é segredo algum que minhas viagens geralmente não contam com guia contratado, eu mesmo navego e planejo tudo. De posse das informações, havíamos levado dois meses aprendendo sobre a Serra dos Órgãos, talvez por isso as pessoas desistiram. Tiveram tempo de pensar no que fariam. Encarar uma grande aventura exige mesmo espírito livre.
      A Grande Jornada
      Em 19/07/19 saímos de Campo Mourão às 00:00, foram 1.100 km de estrada, cerca de 17h de viagem. Ainda bem que um dos passageiros que me acompanhou (BlaBlaBla Car) se dispôs a dirigir entre São Paulo e o Nova Iguaçú. Foi um dia todo na estrada. Chegamos em Terezópolis já se passavam das 17:50; o primeiro furo da viagem. Eu havia estimado chegar em Tere dia 20/07 antes das 17h e conseguir viajar até Petrópolis no mesmo dia ainda, dormindo próximo da portaria lá. Doce ilusão, já era noite e tive de procurar um camping ainda, mas tudo certo os Óreas (deuses da montanha) sempre fazem certo.
      Paciência ... tenha paciência.
      Levantamos acampamento ás 06:00, que é a hora que abre (deveria abrir) o Parque em Tere. Chegamos na portaria para guardar o carro e lá estava um aglomero de gente, logo fiquei sabendo que a recepcionista não tinha chegado. Foram 45min de espera, enquanto isso ia aumentando a fila. Quando a mulher chegou já armou-se um fuzuê danado, o povo queria brigar ao invés de me deixar fazer checkin. Com muito trabalho consegui fazer o meu checkin e deixei o povo lá batendo boca.
      Com o carro estacionado voltei para a portaria na esperança de um Uber me levar a Petro. Outra trabalheira danada, uns cinco motoristas recusaram a viagem, chegaram a pedir dinheiro por fora pra fazer o carreto, mó sacanagem. Mas o sexto Uber não hesitou e nos levou ao destino.
      Dia 1, subida, subida, s u  b   i    d     a      .        .          .
      Às 10:15 começamos a trilha, foram 7h de subidas sem fim, mas com um visual de tirar o fôlego, até o desgaste físico passa desapercebido diante da exuberância da mão verde.
      Quase todo o dia foi por dentro do Vale do Bomfin subindo suas encostas. Quase no fim do dia chegamos a Isabeloca de onde já podemos avistar a Baía de Guanabara e os Castelos do Açú, nossa parada para dormir. No final da tarde, o pôr do Sol visto do Morro do Açú foi apaixonante. Leia mais aqui.




       
      Dia 2, sobe e desce, sobe e desce...
      O segundo dia é o mais intenso de toda a travessia, e provavelmente um dos mais belos dias que você pode passar na vida. Toda a cadeia da montanhas da Pedra do Sino ficam de frente para nós. A navegação também é mais complicada, presenciamos alguns grupos perdidos (geralmente pessoas sem experiencia ou fanfarrões).
      A cada descida uma subida maior esperava do outro lado, mas tinha-mos a certeza que o visual depois da ascensão e durante a próxima descida seriam ainda mais incríveis. Foram cerca de 8 km, caminhamos por 6 morros (Morro do Açú, Morro do Marco, Morro da Luva, Morro do Dinossauro, Pedra da Baleia e Pedra do Sino), é nesse trecho também que ficam os obstáculos mais difíceis (Elevador, Lajão, Grotão e Cavalinho). Eu particularmente me apaixonei pela pedra conhecida como Garrafão, talvez seja a lembrança que ela me traz que tenha me conquistado. Foi um dia realmente incrível e às 17h novamente chegamos no Abrigo. Ainda tive tempo de tomar um banho frio numa tarde de 4º C. Leia mais aqui



       
      Dia 3, uma corridinha para encerrar a travessia.🏃‍♂️
      Levantei com o escuro e subi novamente na Pedra do Sino contemplar a sinfonia de Apolo ao empurrar seu Astro sobre as montanhas.
      Saímos do abrigo às 07:15, a partir daí só descida praticamente uma trilha bem relax, com a oportunidade de avistar Teresópolis de cima, o Morro da Caledônia e os Três Picos no horizonte. De brinde uma vista por entre as montanhas da Granja Comari, onde um dia já treinou uma seleção de dar medo. Chegamos na barragem às 11:00 fizemos a trilha suspensa e conhecemos o encanto (Cachoeira Peri e Ceci) onde nasceu uma obra prima nacional: "O Guarani". Deixei a tralha no carro e tomei a trilha para o mirante do cartão postal, logo na entrada li que tinha 1.200 m, e eu com pressa; ainda tinha 1.110 km de rodovia até a casa. Não deixei me abalar, liguei a Go Pro e saí em disparada, em 15 min estava de frente para a formação que encantou os portugueses. Mais 15 min estava novamente no carro, exausto agora.




      Reuni tudo, dei uma parada para repor as calorias e às 14:00 rumava novamente para o Paraná, dessa vez tive de dirigir sozinho por 16h. 06:30 do dia 24 de julho eu deligava o carro com aquela sensação de euforia, sinônimo de missão cumprida, só no aguardo da próxima. Leia o relato completo aqui.
       


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