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@taylorsmohr penso que comida vegana nao deve ser barato e nem facil de encontrar em qualquer lugar, entao dependendo do seu destino a dificuldade pode ser maior ainda. Eu sou diabético, entao já viajei para paises subdesensolvidos com todos os insumos que eu poderia usar já sabendo que a probabilidade de encontrar algo nesses países é quase zero.

Entao dependendo do seu roteiro pode ser que ache algo mais facil ou nao. Ai tem outro agravante, viajar quase sem grana, entao será bom pensar bem pra onde ir pra nao passar fome.

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17 horas atrás, taylorsmohr disse:

É possível se manter bem em um mochilão (quase sem grana) sendo vegano? Penso em mochilar daqui um tempo e sou vegano, tenho um receio por causa disso. Qualquer informação é útil! Valeu!

Depende muito do seu roteiro mas de maneira geral não acho que seja caro. As pessoas tem tendência de achar que a alimentação vegana é super restrita mas ao meu ver é uma alimentação super diversa. Pode ser que seja caro comer comida vegana em restaurantes a depender do lugar mas você tem inumeras opções veganas em um supermercado, por exemplo.

Caso você esteja indo pra países desenvolvidos é bem barato comer comida vegana. Estive na europa no ano passado e os preços em restaurantes são basicamente os mesmos. Em supermercados o preço dos queijos/leites veganos também são praticamente os mesmos dos feitos com leite animal.

Abraços,

Gustavo Woltmann

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Oi, então quando eu mochilei no ano passado pelo nordeste eu estava tentando ser vegetariano, não consegui na viagem, até porque eu fiquei na casa das pessoas, de amigos e familiares, quando chegava a comida já estava pronta então eu fiquei sem jeito de negar os alimentos, mas se você for fazer sua própria comida eu acho que é de boa mochilar e ser vegano.

Segue o link de um vídeo do meu mochilão pelo nordeste.

 

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Aqui na Europa o veganismo ainda é forte, mas é uma tendência que está começando a passar por aqui.

Depois de 3 ou 4 anos sendo veganas, as pessoas começaram a perceber que estavam tendo muitos problemas de saúde, pois o veganismo levado ao pé da letra é muito prejudicial à saúde se você não conseguir substitutos de qualidade para completar a dieta.

O problema é que estes substitutos de custo mais acessível são altamente industrializados, tem baixa qualidade nutricional, são cheios de aditivos químicos e conservantes, já as opções mais naturais e de qualidade geralmente são caros, e poucos tem condição de pagar.

Ou seja, ser vegano e saudável, consumindo os substitutos de qualidade que tenham os nutrientes necessários é caro, e a maioria das pessoas não tem condições de pagar mesmo aqui na Europa, e por causa disto aqui na Alemanha o percentual de veganos com problemas de saúde é muito maior do que no resto da população, por que como não tem condições de pagar por bons produtos substitutos, acabam tendo dietas abaixo do necessário para manter a saúde.

Então muitos tem adotado o "veganismo em tempo parcial", ou seja, tentam manter uma alimentação vegana na maior parte do tempo, mas consomem alguns produtos não veganos caso necessário para complementar a dieta ou quando não tem outra opção.

 

Em 25/11/2020 em 22:57, taylorsmohr disse:

É possível se manter bem em um mochilão (quase sem grana) sendo vegano?

O que seria viajar "quase sem grana" na sua definição?

Seria viajar gastando pouco, mas ter dinheiro para almoçar num restaurante de vez em quando, ir no supermercado comprar os ingredientes e preparar as refeições na cozinha do hostel? 

Ou então seria viajar com quase zero de grana, dependente de ajuda dos outros para conseguir comer?

Em 26/11/2020 em 16:28, gustavo.woltmann disse:

Estive na europa no ano passado e os preços em restaurantes são basicamente os mesmos. Em supermercados o preço dos queijos/leites veganos também são praticamente os mesmos dos feitos com leite animal.

 

Não podemos comparar Europa com Brasil e America do Sul, na Europa o veganimo é bem mais popular do que no Brasil e America do Sul, então na Europa é relativamente fácil achar restaurantes veganos ou comida vegana nos supermercados, geralmente de qualidade questionável, com preço só um pouquinho mais caro que o normal. 

Mas quando você começa a falar de Brasil e América do Sul, a coisa fica mais complicada, a quantidade de restaurantes veganos é bem menor, e opções de comida vegana nos supermercados são bem mais restritas, com mais oferta nas cidades grandes, e quase inexistente nas pequenas cidades do interior.

 

Em 25/11/2020 em 22:57, taylorsmohr disse:

Penso em mochilar daqui um tempo e sou vegano, tenho um receio por causa disso

O maior problema de mochilar sendo vegano, é quando você está nos deslocamentos, tipo numa viagem de busão de 12 ou 15 horas da cidade A até a cidade B e tem que comer durante a viagem.

Nas rodoviárias, restaurantes e paradas de beira de estrada é quase impossível você achar algo vegano para comer, você sempre vai ter que levar uma "marmita" junto com você.

Tenho um amigo vegano, e ele sempre anda com uma "marmita" na mochila quando viaja, pois sabe que na rua ou na estrada pode ser complicado achar algo vegano para comprar.

 

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    • Por Paulonishi
      Em Florianópolis são muitos os lugares para se visitar, mas um deles é quase obrigatório, a Lagoa da Conceição. Marco da colonização inicial da cidade, tem muitas atrações culturais, históricas e gastronômicas. Deixarei abaixo um panorama do lugar, com dicas e impressões da última visita em dezembro de 2020. 

      A lagoa da conceição é onde a cidade começou.  Está ao leste de Florianópolis e é dividida em duas partes por uma ponte, a lagoa de dentro e a de fora, estando  ligada ao mar pela Barra da Lagoa
      Para se chegar até ela entrando na ilha, pega-se a beira mar Norte até o Itacorubi. Mas calma, não se preocupe porque tem muitas placas indicativas até o acesso à rodovia SC 404, que nos leva até o nosso destino.

      É uma via de pista simples e que fica bem complicada durante a temporada, devido ao movimento intenso e pelo relevo íngreme e bem sinuoso.
      Na parte mais elevada, temos um mirante com um pequeno estacionamento gratuito. Oportunidade para se ter uma visão da bela paisagem da região.
      Depois disso, agora é só descida, mas com curvas ainda mais fechadas, pedindo muita atenção e paciência até o final.
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      Apesar de poucos hotéis, tem muitas opções de hospedagem em hostels e casas de aluguel por temporada, que considero a melhor opção para quem viaja acompanhado.
      Encontrando uma opção próxima ao centrinho e ao terminal urbano, é possível explorar as principais atrações à pé e de ônibus, sem o stress do trânsito e do gasto com estacionamento.

      Da pequena ponte que corta parte da lagoa, se tem uma bela visão da marina e da chamada Lagoa de fora… Boa também para observar o cotidiano do lugar
      A avenida das rendeiras é passagem obrigatória e caminhar pelo calçadão é uma ótima maneira de apreciar a vista com calma e temos acesso às belíssimas dunas de areias branquinhas e bem finas, é uma atração bem característica da região.

      Continuando a caminhada no sentido a Joaquina, essa parte da Lagoa tem uma boa estrutura para passar o dia, com sombras e gramados, além de ser bem em frente aos restaurantes. Bateu fome, é só atravessar a rua para comer. Conta também com quiosques, aluguel de caiaques e aulas de Stand Up e windsurf.

      Suas águas são bem rasas e limpas na maior parte da sua extensão, mas convém sempre dar uma conferida, principalmente nas épocas de maior movimento.
      A lagoa de dentro tem águas mais escuras.. parecendo sujas 😦
      No Centrinho encontramos agências bancárias dos principais bancos, supermercados, vários restaurantes e um comércio bem variado… ah, e muitos brechós!
      Estando por lá, não deixe de visitar a parte histórica, que preserva parte do calçamento original que dá acesso ao Santuário de Nossa Senhora da Imaculada Conceição da Lagoa, que deu o nome a esta região.

      Esta igreja recebeu a visita ilustre de Dom Pedro II por 2 vezes, que doou 2 sinos para ela. Um pouco mais acima, ainda preservando a arquitetura colonial, temos a casa do vigário, datada do século 18, mais uma belo panorama do lugar.
      Em termos de opções gastronômicas, temos uma variedade bem grande, assim como em preços… Uma boa opção para quem gosta de culinária oriental é esse buffet, com ótima variedade em carnes, saladas e até sushis.

      Fica no Shopping Via Lagoa e abre todos os dias para almoço
      Você vai encontrar dois tipos de ônibus. O amarelo é o executivo. É mais caro (o dobro do comum) e confortável. Para em qualquer lugar também, bastando acenar. O outro é comum (azul e branco), que tem interligação entre os terminais.

      A terceira opção são os barcos, que fazem o transporte pela Lagoa nos mesmos valores dos ônibus urbanos.

      O transporte por aplicativo também é uma opção… Não tão barata, mas com uma ótima disponibilidade e comodidade para quem quer conhecer as outras atrações na ilha, principalmente a noite
      As atrações mais próximas são o passeio de barco até a Costa da Lagoa, a Praia da Barra da Lagoa, a Praia Mole, Praia da Joaquina.
      E, para aqueles dias em que está chovendo muito, uma ida até o centro da cidade para visitar o mercado público ou andar pelos museus e igrejas é uma das opções.
      Ah e no final da tarde, o por do sol na Lagoa é imperdível!
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      Abraços carinhosos!
    • Por Paulonishi
      Durante o planejamento da viagem ao Peru, fui fazendo o levantamento das atrações mais interessantes nas proximidades dos lugares por onde iria passar e uma reportagem no google chamou muito a atenção, a respeito da civilização mais antiga das Américas, no vale do Supe, região central do País. Com uma idade aproximada de mais de 5.000 anos de existência, e um sítio arqueológico imenso e cheio de pirâmides gigantescas, não poderia deixar de conhecer. Encontrei o site do Ministério da Cultura peruano e vi que eles promoviam um passeio saindo de Lima, com almoço incluso e visita aos sítios arqueológicos de Vichama e Caral. O passeio custaria $100 Nuevos Soles, atualmente $150: http://www.zonacaral.gob.pe/viajes-educativos-2/index.html

      Fiz a minha inscrição mas, na época (2016), teria que fazer um depósito em Nuevos Soles. Aí ficou complicado, pois o envio de valores do exterior é sempre convertido em dólares. Mandei um e-mail informando a situação e  fui muito bem atendido, com a resposta sendo de que eles aguardariam a minha chegada ao país para que eu pudesse fazer o depósito. Aí tudo tranquilo, pensei... Chegaria na sexta-feira à noite e logo no sábado passaria no banco, que abrem normalmente nesse dia. Porém, para a minha surpresa, quando fui ao banco... Estava fechado! Era feriado naquele sábado... Já chateado e pensando que não faria mais o passeio, vi uma plaquinha do BCP (o banco em questão) em uma mercearia. Perguntei se era possível fazer o depósito e sim! Consegui, peguei o ticket e agora era torcer para que o meu nome estivesse confirmado na manhã seguinte.

      09/10/2016 - É, Madruguei no BRT… Saí do Hostel ainda de madrugada e sem o café da manhã e caminhei poucas quadras até a estação BRT de Ricardo Palma. Usei o cartão que ganhei no dia anterior e fiz uma recarga de  de créditos. O terminal é bem fácil de usar e auto-explicativo.

      Terminal praticamente vazio, pegaria a mesma linha de ontem, durante o passeio com o free walking tour, mas, desta vez, o ônibus tinha pouca gente… também era domingo e de madrugada…

      Desci algumas estações mais a frente, na Javier Prado. O BRT aqui de Lima é muito funcional e bem sinalizado e a gente consegue se achar bem fácil por ele. A região da Javier Prado é parte do Centro Financeiro de Lima, como se fosse a avenida Paulista de São Paulo. Como sempre, fui navegando pelo Google Maps e não tive dificuldade nenhuma até então. Passei pelo terminal da Cruz Del Sur…No Peru não tem rodoviárias como no Brasil. Os ônibus saem de terminais das próprias empresas, e a Cruz del Sur tem 2 em Lima, por isso tem que ter atenção na hora de comprar a passagem.
      Foi uma caminhada de quase 3 quilômetros mas em pouco tempo cheguei ao prédio do Ministério da Cultura, de onde sairia o ônibus. Como cheguei cedo, aproveitei para tirar algumas fotos do lugar, cujo prédio é muito belo e imponente.

      Um pouco antes das 7 horas, estacionou um microônibus e um rapaz desceu com uma prancheta na mão. Tratei logo de ir perguntar e conferir se meu nome estava na relação... E sim! Entreguei o comprovante de pagamento e já me posicionei num assento na parte da frente e à direita do ônibus, para ir registrando todos os detalhes do trajeito.

      Iniciamos o passeio com andando pelas avenidas de Lima, que tinha o mesmo céu nublado de sempre neste dia. O que deu para perceber de diferente é a quantidade de lixo pelas ruas… Infelizmente, bem sujo por onde fomos passando.
      As vias expressas são muito boas… aliás, no Peru o asfalto das rodovias são muito bons mesmo!
      O guia do ônibus foi explicando como seriam as visitas. Faríamos uma parada de 30 minutos para o café da manhã e depois visitaríamos Vichama, Végueta e finalmente Caral, onde almoçaríamos.
      e quanto mais a gente se afasta da capital, piores vão ficando as condições urbanas…
      É muito seco por lá!

      Depois de percorrer algumas horas e ter parado para o café da manhã (não incluso), chegamos à primeira atração do dia: Vichama!

       
      Vichama é um sítio arqueológico muito recente. Foi descoberto em 2007 e fazia parte da Civilização de Caral. Fomos recebidos por um guia local que nos explicou a história da civilização e percorremos as construções, conhecendo os detalhes até agora descobertos sobre essa civilização pesqueira ainda tão pouco estudada. São mais de 25 hectares ainda não totalmente estudados… e o pior, ameaçados pelo avanço das casas, que estavam retirando materiais para a construção de outras moradias…. Imagina quanta coisa pode ter se perdido até então…

      Percorremos todo o sítio com o passeio guiado por um empolgado guia, de nome Kenji (nome do meu filho! 😜) que nos foi explicando cada detalhe e a história do lugar. Realmente, o Peru é um lugar maravilhoso para quem aprecia história e cultura...

      Fiz muitas fotos do lugar e pude aprender bastante sobre uma civilização incrível, mas totalmente desconhecida pela grande maioria, da qual me incluía, até então. Quando se fala em Peru, infelizmente resumem tudo à Civilização Inca e Machu Picchu... talvez até alguns lembrem de Nasca... Só estando aqui para conhecer o quão grande e diverso foi esse lugar antes da chegada dos saqueadores espanhóis!

      Passeio concluído, voltamos ao ônibus e deslocamos para ums pequena cidade, Végeta, onde visitaríamos um museu contendo mais informações sobre a civilização de Caral.

      Museu pequeno, mas com um rico acervo e excelente organização. Fomos guiados por Jane, que também com a mesma empolgação, nos contou mais a respeito da história e descobertas feitas na região. A população tem aprendido a valorizar muito a sua própria origem!

       
      Pé na estrada novamente e já estava com muita fome... Fomos percorrendo a região mais para o interior e pude perceber que mesmo com toda as dificuldades de uma terra árida e praticamente sem perspectivas, a população local persevera e trabalha o solo, conseguindo, contra todas as adversidades, plantar e colher o seu sustento... E o mais extraordinário, com técnicas e canais de irrigação herdados dessas civilizações desaparecidas!

      Agora sim... Finalmente em Caral, Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO!

      Antes de iniciar o tour pelo sítio, finalmente a parada para o almoço... Mas que, sinceramente, não deu para saciar a fome que eu estava sentindo. Foi um prato com um pedaço de frango que quase não tinha carne, só osso (carcaça, que chamamos aqui no Brasil), uma batata grande e outra média, bem diferentes da que estamos acostumados (afinal de contas, é o país com a maior diversidade em batatas do mundo!), um pedaço de espiga de milho verde e 3 vagens gigantes... Ah, sem esquecer do COENTRO 😝, que assim como no Nordeste brasileiro, é ingrediente obrigatório.

      Depois do almoço, fomos guiados por um arqueólogo para conhecer as ruínas de Caral. Grande parte dos trabalhos ainda continuam e o tamanho da área impressiona. São muitas as construções pelo lugar.

      Caminhamos sob um sol forte e ar bem seco por uma boa extensão. Infelizmente, não se pode ter acesso às construções.

      A mais impressionante delas é, sem dúvida, a Pirâmide Maior, com uma estrutura circular bem na entrada.

       
      Terminamos a visita e saí bem satisfeito por ter conhecido esse fantástico lugar, levando comigo muitas fotos e a vontade de explorar mais outros lugares igualmente incríveis por esse país tão especial.

      Esse foi o motivo por ter retornado por mais dois anos ao Peru...
      Chegamos na capital já à noite, por volta das 20h.

      Tratei logo de ir para o Hostel, fazer o backup das centenas de fotos do passeio e comer alguma coisa antes de dormir, já pensando na próxima aventura do dia seguinte... Mais um tour por Lima!
      Fiz um vídeo com todos os detalhes dos passeios, que deixarei logo abaixo. Procurei colocar tudo o que achava de importante para ajudar àqueles que pretendem conhecer o lugar. Só peço que, se o conteúdo for útil, não deixem de dar uma curtida, para incentivar as próximas postagens, além, é claro, de comentar e deixar o seu relato de viagem aqui no site. Assim, vamos nos ajudando e incentivando mais pessoas a conhecerem lugares fantásticos pelo mundo!
      É isso aí! Não perca o próximo episódio dessa jornada incrível... 🤠👍
       
    • Por Paulonishi
      Apesar de ter dormido pouco desde que cheguei, até levantei bem disposto e também ansioso para explorar a cidade. Aí fui conhecer o centro com o Free Walking Tour saindo às 10h de Miraflores.


      Conhecer uma cidade tão grande e tão cheia de atrações não é uma tarefa muito fácil, mas dicas como essa do free walking tour ajudam bastante, principalmente para entender o funcionamento do transporte público (BRT 2,50 / ônibus comum 1,00).

      Aí, tudo fica mais fácil depois disso... Vou deixar o link do Free Walking Tour: https://freewalkingtoursperu.com/en/ . É preciso fazer o cadastro e é tudo gratuito (damos uma contribuição ao final, mas vai de cada um). No Peru, além de Lima, tem tour em Arequipa e Cusco. E vale muito a pena!
      E só andando mesmo no meio do povo, pegando ônibus, comendo nos mercados, é que dá pra ter uma noção melhor do dia a dia da cidade… e olha, fiquei bem impressionado com a empatia desse povo… sempre disposto a ajudar e bem receptivo com os turistas.
      Na Plaza de Armas, assistimos à troca da guarda presidencial, um grande espetáculo imperdível para quem estiver pela cidade. Depois, andando e conhecendo a história da cidade, com os guias contando as histórias e lendas de cada lugar... Uma verdadeira aula por entre ruas e construções seculares!

      Terminamos o passeio com uma deliciosa degustação de Pisco, a bebida típica do Peru, sendo uma aguardente de uvas. O Pisco Sauer é o mais saboroso!

      Depois do passeio guiado, fui andando pelas ruas orientado pelo Google Maps, que funcionou maravilhosamente bem no modo offline.
      A sensação de segurança que eu tive andando pela cidade  foi bem grande e não tive nenhum problema assim de ficar andando pelas ruas mesmo à noite. Claro que não pode abusar, né mas a impressão foi muito boa. Agora, o trânsito… Nossa… O que que é isso???  Todo cuidado é pouco! É uma loucura mesmo e como pedestre tem que ficar mais esperto ainda. Quanto à moeda local, troquei mais alguns dólares em uma casa de câmbio lá no centro e a cotação foi muito boa de 3,34 soles por dólar (out 2016)…  também é a maneira mais segura de trocar dinheiro, porque arriscar com cambistas na rua é sempre perigoso. 
      Me ofereceram um passeio em um ônibus panorâmico por somente 10 Soles 🤗 até o Cerro de San Cristóbal e, é claro que fui! Muito barato e bem interessante, dando uma visão mais abrangente da cidade e com direito a uma vista privilegiada do alto...



      Valeu muito a pena, ainda mais pelas emoções tanto na ida como na volta... Não deixe de assistir ao vídeo para conferir o que estou falando... 😅
      E depois de tanto andar, finalizei o meu passeio pela Capital Peruana com uma ótima impressão da cidade e seu povo. Cheguei no hostel, fiz um lanche e tratei de fazer o backup das imagens captadas, já imaginando como seria o passeio tão aguardado para o próximo dia... CARAL!!!
      Vou deixar o vídeo completo no link abaixo... Se interessar, inscreva-se no Canal, que sempre tem muitos relatos de viagem!
       
      É isso aí, espero ter ajudado. Não perca os próximos capítulos!!! 🤠✌️
       
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