Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

SOLDADOS SEBOLD (ACESSO, ACAMPAMENTOS, E TRILHA BASE)

Postado
  • Colaboradores
  • Este é um post popular.

INTRODUÇÃO

Bom dia pessoas!

Segue o relato da viagem em grupo que fiz neste final de semana (dias 15 e 16 de maio de 2021) até o município de Alfredo Wagner/SC, conhecida também como a capital catarinense das nascentes de Santa Catarina.

001.thumb.jpeg.1471131a8ed9b0aac8def99494ce9366.jpeg
Foto do grupo, no estacionamento - início da 'trilha de acesso'.

De lá, seguimos por cerca de 17km em uma estrada do interior que leva até o ponto de estacionamento que dá início à 'trilha de acesso' aos Soldados Sebold.

O caminho de carro até lá é de fácil acesso, você consegue se localizar através do GPS sem qualquer dificuldade - e quando a estrada no Maps acaba, haverão placas indicando o final do percurso até o estacionamento.

É cobrada uma taxa de R$ 10,00 por veículo para deixa-lo estacionado (apenas dinheiro).
Caso tenhas um veículo 4x4, podes seguir por um acesso que leva até ao acampamento (todavia você perde a chance de fazer a 'trilha de acesso').

Para poder acessar a fazenda particular onde os Soldados Sebold estão, é necessário reservar com antecedência (mas vi pessoas chegando de carro na hora e negociando na recepção - todavia não indico pois corre-se o risco de não haver mais vagas).

Informações específicas sobre valores e reserva podem ser obtidos diretamente no site deles: www.soldadossebold.com.br.

Estávamos em um grupo com 06 pessoas, fizemos a reserva com duas semanas de antecedência, e conseguimos apenas vagas para o 'acampamento alto' - todas as opções de hospedagem (refúgios) e as vagas no 'acampamento baixo' já estavam ocupadas.

O valor por pernoite acampando é de R$ 50,00 por pessoa, com acesso à toda estrutura da fazenda (mesmo que você esteja no 'acampamento alto').

Bem, abaixo vou segmentar o relato, em ordem cronológica, falando das trilhas e da fazenda...

 

TRILHA DE ACESSO

Como já havia pontuado acima, a trilha começa no ponto de estacionamento, e segue inicialmente por uma larga estrada rural, passando em dois momentos por rios rasos, e depois um forte aclive até uma interseção que faz os caminhantes subirem o paredão por uma passagem, e depois retorna para uma estrada rural que leva até ao acampamento.

O caminho em si é fácil, com apenas 7km (conforme nosso mapeamento - no site consta cerca de 6km) e 414m de elevação (qual se acumula após passar do segundo rio, até o topo do paredão).

Ambas as passagens pelos rios podem ser feitas pelas pedras (com um pouco de trabalho - não tem um caminho bem definido). Ou tirando os calçados e passando pela água que chegará até a canela. Eu atravessei com botas de trilha de cano alto, pelas pedras.

002.thumb.jpeg.4427cdb6700c5a6aa9165cd48ba5591c.jpeg
Primeiro rio, no primeiros momentos da trilha de acesso.

003.thumb.jpeg.c1e062b1745c22d602954584ae7cb925.jpeg
Segundo rio, logo após o primeiro.

Após o segundo rio, não demorará para chegar no início de um aclive acentuado pela estrada, com muitas pedras soltas. Ele é longo e sinuoso.

Em certo momento, facilmente poderá se perceber um desvio para a esquerda (há inclusive marcações e uma plaquinha), onde saímos da estrada e pegamos uma trilha que nos levará até o topo do paredão. Trata-se de um caminho bem definido, com também muito aclive, e no final o solo argiloso fica úmido (mesmo em um dia ensolarado).

Já no topo do paredão é possível ter o primeiro vislumbre das formações montanhosas (e dos Soldados Sebold) ao final do vale.

004.thumb.jpeg.f4e9be0398aa0581b2a5fcead808dc4a.jpeg
Caminho pelo pasto logo após a subida do paredão (depois daqui quase não haverá mais aclives).

A trilha percorre um pasto, disputando o espaço com algumas vaquinhas, e culmina na estrada rural, que ziguezagueia por cerca de 2km até a entrada da fazenda, com pequenas subidas e descidas. Quase chegando a porteira, temos ainda uma elevação considerável para encarar.

005.thumb.jpeg.00fa3e15d5e9be9d8d5e56fcc443cfcd.jpeg
Estrada rural que segue até a entrada da fazenda - já dar para ver os Soldados Sebold ao fundo.

 

ACAMPAMENTOS BAIXO E ALTO

Quando você chegar na porteira da fazenda, um funcionário verificará se os nomes estão na lista de reservas, daquele ponto a estrada se divide, com um caminho descendo até o 'acampamento baixo', e o outro subindo até o 'acampamento alto'.

A recepção, os refúgios, os chuveiros, a lojinha/bar e praticamente toda estrutura da fazenda ficam no 'acampamento baixo'. Lá há sinal de wifi, tomadas para recarregar os equipamentos, água quente para banho e luz. Na cozinha compartilhada tu encontras um fogão e uma geladeira. Há algumas (poucas) mesas distribuídas pelo espaço, e também, obviamente, áreas para acampar distribuídas ao redor de toda estrutura.

007.thumb.jpeg.f913272f5334f87f577ecb1a32731678.jpeg
Um dos refúgios para locação na frente, a cozinha comunitária e outro refúgio ao fundo - parte da estrutura no 'acampamento baixo'.

Há dois sanitários, três pias, e dois chuveiros (e também há um banheiro/chuveiro numa casinha de madeira pequeninha).
Um dos chuveiros não estava esquentando nesse final de semana, e os demais ficavam mais 'fracos' quando ligados simultaneamente.
Ah, a água é potável em todo acampamento!

A lojinha/bar serve frituras, bolos, pinhão (nessa época) e outras coisinhas (camisas). Há também refrigerante e cerveja (Ecobier).
Os preços são justos (considerando o isolamento do lugar - uma Ecobier de 600ml sai por R$ 10,00).
É aceito cartão de crédito.

Naturalmente pede-se para que todos tenham a sensibilidade com a questão do lixo, e no 'acampamento baixo' há um local para depósito de reciclados.

Diferentemente do 'acampamento baixo', no 'acampamento alto' quase não há estrutura.
Basicamente é um pasto enorme com vários pontos dispersos de acampamento (o espaço é bem amplo).
Existem algumas torneiras distribuídas, e também uma pia.
Tem uma casinha de madeira com um vaso, e ao lado de fora outra pia - mesmo durante o dia fica escuro lá, necessitando de uma lanterna para usar.
Não há pontos de energia, nem luz, nem mesas - enfim, tem uma pegada mais selvagem.

006.thumb.jpeg.8e0dcf98f00c05e7e103f9b2b28020de.jpeg
Conexão entre o acampamento baixo e alto, com aclive acentuado e cerca de 600m.

008.thumb.jpeg.aac30a3b2dd9387b5ab0960b39e898ae.jpeg
Um dos lados do acampamento alto (ele é bem amplo), em foco o banheiro.

Nós acampamos nessa área, e foi super de boas. É um pouco difícil achar áreas planas (eu não consegui - instalei a barraca da melhor forma que deu, mas ainda tinha desnível, e quem acampa sabe como isso é chato).

Parece que os proprietários da fazenda estão tornando o local mais 'acessível' a outros públicos turísticos - estão sendo construídas cabanas e já vimos postes instalados nessa área (tudo indica que futuramente haverá energia aí também).

Tivemos um azar terrível de um outro grupo acampar perto de nós, e fazer barulho (gritos e musica) até tarde.
Mesmo havendo avisos sobre a questão de silêncio, parece que esse pessoal aí não sabia ler, ou muito menos ter mínimo de bom senso. Como a balbúrdia começou já no inicio da noite, não tivemos a chance de nos instalarmos em outro canto mais silencioso - e tivemos que aguentar a macaquice desses 'doutores' (uma ficava toda hora dizendo que tem CRM, outro que era engenheiro - uma piada pronta).

Enfim, vale pontuar que os acampamentos ficam cerca de 600m um do outro. A distância não é muita, mas há um desnível considerável entre ambos, tornando essa caminhada extenuante.
Tivemos que faze-la umas três ou quatro vezes durante nossa estadia.

 

TRILHA ATÉ A BASE DOS SOLDADOS

Essa trilha nos permite subir até o ponto de tocarmos a formação de rochas e arenito de Soldados Sebold. A fizemos no início de domingo, logo após nosso café da manhã.

Ela começa em um dos extremos do 'acampamento alto' (há sinalização) e consiste em um aclive pesado por cerca de menos de 1km, onde chegamos no topo. Eu achei a subida perigosa, com muitos pontos que passava pela beirada, sem nada para impedir uma infeliz queda. O caminho também exigia que por vezes você deveria subir 'de quatro', usando as mãos para se segurar (e na boa, não é zoeira). Totalmente impossível de subir quando úmida.

Mas obviamente, a visão lá de cima é extraordinária!

011.thumb.jpeg.20b97adfcc0e2eed54ac1653ac87dc6d.jpeg
Subida da trilha da base dos Soldados Sebold, com nuvens baixas.

010.thumb.jpeg.c74e42c6b91d824e009add9e66fa122a.jpeg
Outro ângulo durante a subida, em direção aos paredões.

009.thumb.jpeg.0688ca5fabb0236d00ef6b60e5c6fb04.jpeg
Captura de parte do acampamento alto, durante a subida para a base dos Soldados Sebold, cerca de um terço do caminho (sobe muito mais).

Do mirante do topo, é possível subir por mais uns poucos metros e tocar nos Soldados Sebold, e deste caminho têm a opção para descer pelo caminho alternativo (que foi qual tomamos).

É possível perceber que pouca gente opta por ele, dadas as condições da trilha (muito mais fechada e menos definida - mas sem problemas para navega-la).

Ele é mais longo, mas achei mais seguro (apesar de também haverem pontos de exposição ao 'infinito'). Ao final você chega na interseção da trilha que leva para o 'arranha-céu' (uma trilha mais complicada que não fizemos, e exige reserva com guia credenciado), e volta por um caminho batido ao lado de um córrego até os pastos do 'acampamento alto' novamente.

A trilha deu 2.5km (segundo nosso mapeamento), com 437m de aclive acumulado - esquecemos de mapear bem o início dela, então os números podem ser um tanto superiores.

 

CÂNION DO LAJEADO

Logo que terminamos a trilha até a base dos Soldados Sebold, retornamos para nossas barracas e começamos a levantar acampamento.

Demos uma paradinha ainda no 'acampamento baixo' para usar os banheiros, tomar uma cerveja e seguimos pela 'trilha de acesso' para retornar até o estacionamento.

Logo que saímos da fazenda, passados uns 400m, há a possibilidade de acessar o Cânion do Lajeado.
É uma trilha extremamente curta e simples (só há uma escada para descer a parede), e tem um cenário bacana.
Não custa nada a paradinha.

012.thumb.jpeg.a4e15a2961c7fc3619a6ebea7421d4b9.jpeg
Conforme você avança o cânion vai afunilando, mas necessita entrar na água.

A volta foi tranquila, eu sempre acho mais fácil descer do que subir, então foi suave!
Depois, bastou pegar os carros e encarrar a estrada até em casa.

 

CONCLUSÃO

Gente, vale muito a pena conhecer esse lugar - e eu sugiro ter essa experiência nesses moldes que adotamos.
Fazer a 'trilha de acesso' e subir até os Soldados Sebold.
Nós só subimos no domingo pois chegamos tarde no sábado, e ficava muito corrido tentar.
O local é bem agradável para passar o dia, dá pra ficar curtindo a paisagem com tranquilidade.

Infelizmente grupos barulhentos são comuns em todos os cantos, eu nunca vou entender a necessidade dessas pessoas virem para um canto de sossego só para fazer barulho (e ainda por cima gritar 'ninguém dorme')... e isso definitivamente estragou bastante a experiência para mim.

Eu achei a fazenda bem estruturada, e o local é bem movimentado.

Para nosso grupo, desconsiderando combustível, a despesa média ficou em cerca de R$ 80,00 por pessoa (considerando comida, besteirinhas que compramos por lá, entrada/pernoite e estacionamento).
Naturalmente daria de fazer com muuuito menos.

Enfim, foi um resumo da atividade, certamente deixei coisas de fora.
Qualquer dúvida basta deixar uma mensagem que estarei respondendo!

013.thumb.jpeg.5999202d34bd090a4ddba25711c40aa9.jpeg
Eu praticamente no topo! @alankinder

Featured Replies

Postado
  • Membros

Lugar incrível e muito bonito. Venho acompanhando sobre aquela região porque pretendo fazer a travessia começando pelo Morro das Pedras brancas, passando pelo Campo do Padres até Urubici, aqui no site me indicaram começar pelos Soldados Sebold.

 

Postado
  • Autor
  • Colaboradores
20 horas atrás, Robson De Andrade disse:

Lugar incrível e muito bonito. Venho acompanhando sobre aquela região porque pretendo fazer a travessia começando pelo Morro das Pedras brancas, passando pelo Campo do Padres até Urubici, aqui no site me indicaram começar pelos Soldados Sebold.

 

Pois é, vi (enquanto fazia minha reserva) que no site www.soldadossebold.com.br eventualmente são oferecidas oportunidades de travessias pelos Campos dos Padres. São grupos fechados e guiados, os valores são até aceitáveis.

Elas partem do acampamento baixo, e seguem por uma trilha de cerca de 8km até o 'aranha céu', de lá não sei como continua.

 

Postado
  • Membros
7 horas atrás, Alan Rafael Kinder disse:

Pois é, vi (enquanto fazia minha reserva) que no site www.soldadossebold.com.br eventualmente são oferecidas oportunidades de travessias pelos Campos dos Padres. São grupos fechados e guiados, os valores são até aceitáveis.

Elas partem do acampamento baixo, e seguem por uma trilha de cerca de 8km até o 'aranha céu', de lá não sei como continua.

 

 Eu sempre penso em fazer sozinho a trilha, sei que alguns lugares eles não aconselham. Não sou muito fã de guia haha. E pelo visto é um trecho bastante turístico, mas o lugar é lindo, está no meu coração e em breve devo me perder por lá rsrs

Postado
  • Autor
  • Colaboradores
Em 27/05/2021 em 16:31, Robson De Andrade disse:

 Eu sempre penso em fazer sozinho todas as minhas trilhas, sei que alguns lugares eles não aconselham. Não sou muito fã de guia haha. E pelo visto é um trecho bastante turístico, mas o lugar é lindo, está no meu coração e em breve devo me perder por lá rsrs

Eu gosto de compartilhar meus momentos com pessoas próximas, mas no caso um guia dificilmente se encaixa nessa condição. :)

De toda forma, também prefiro ser autônomo, entretanto, parece que especificamente nesse caso aí não é possível.
Os proprietários só autorizam a travessia com guias.

Eu até entendo a necessidade de guias, mas sinceramente aí mais parece que tão fechando o cerco para conseguir arrecadar mais - justificando o custo elevado pelo 'serviço' de guia. Triste, mas é a vida.

Editado por Alan Rafael Kinder

Postado
  • Membros
Agora, Alan Rafael Kinder disse:

Eu gosto de compartilhar meus momentos que pessoas próximas, mas no caso um guia dificilmente se encaixa nessa condição. :)

De toda forma, também prefiro ser autônomo, entretanto, parece que especificamente nesse caso aí não é possível.
Os proprietários só autorizam a travessia com guias.

Eu até entendo a necessidade de guias, mas sinceramente aí mais parece que tão fechando o cerco para conseguir arrecadar mais - justificando o custo elevado pelo 'serviço' de guia. Triste, mas é a vida.

 Eu encontrei alguns relatos de pessoas que partiram de Alfredo Wagner até Urubici sem guia, porém com autorização. Não sei como é pelo Soldado Sebold. Confesso que isso desanima, não sou um transgressor, assino e pago o que tiver, mas enfiar guia e pacotes é foda.

 

Agora, Robson De Andrade disse:

 Eu sempre penso em fazer sozinho todas as minhas trilhas, sei que alguns lugares eles não aconselham. Não sou muito fã de guia haha. E pelo visto é um trecho bastante turístico, mas o lugar é lindo, está no meu coração e em breve devo me perder por lá rsrs

 

Postado
  • Membros

Otimo relato

aproveitando, vc ja fez a tranvessia do canion laranjeiras x funil?

Postado
  • Autor
  • Colaboradores

Ainda não!

Pra ser sincero, eu só comecei nesses últimos meses me ater à Serra Catarinense (mesmo morando tão perto).

Devido a pandemia, tive que me reorganizar, e fiz uns levantamentos sobre a região. Elaborei alguns roteiros, e nessa brincadeira descobri que, para conseguir curtir de uma forma satisfatória tudo aquilo, precisaria de mais dias que o inicialmente cogitado.

Por isso decidi fazer esse passeio até os Soldados Sebold, pra sentir a vibe do lugar, sendo que seria uma atração mais 'concentrada' - ficaria ruim fazê-la e continuar numa roadtrip com os dias que tenho disponíveis.

Enfim, vi que a travessia (Laranjeiras x Funil) passa por diversas propriedades particulares, e que algumas destas tem acordos com alguns guias/empresas para operar as travessias (então não sei se é possível fazê-la sem obrigatoriamente contratar o serviço).

Eu até tenho o contato da fazenda que dá acesso ao Cânion do Funil (perguntei quanto custaria para entrar e acampar por lá, ficou R$ 60,00 por pessoa - acampamento selvagem, nenhuma estrutura, e cia de vaquinhas).

Já para o Cânion Laranjeiras parece haver mais que um acesso, por fazendas distintas, e não cheguei a conversar com alguém de lá ainda.

Postado
  • Membros
9 horas atrás, Alan Rafael Kinder disse:

Ainda não!

Pra ser sincero, eu só comecei nesses últimos meses me ater à Serra Catarinense (mesmo morando tão perto).

Devido a pandemia, tive que me reorganizar, e fiz uns levantamentos sobre a região. Elaborei alguns roteiros, e nessa brincadeira descobri que, para conseguir curtir de uma forma satisfatória tudo aquilo, precisaria de mais dias que o inicialmente cogitado.

Por isso decidi fazer esse passeio até os Soldados Sebold, pra sentir a vibe do lugar, sendo que seria uma atração mais 'concentrada' - ficaria ruim fazê-la e continuar numa roadtrip com os dias que tenho disponíveis.

Enfim, vi que a travessia (Laranjeiras x Funil) passa por diversas propriedades particulares, e que algumas destas tem acordos com alguns guias/empresas para operar as travessias (então não sei se é possível fazê-la sem obrigatoriamente contratar o serviço).

Eu até tenho o contato da fazenda que dá acesso ao Cânion do Funil (perguntei quanto custaria para entrar e acampar por lá, ficou R$ 60,00 por pessoa - acampamento selvagem, nenhuma estrutura, e cia de vaquinhas).

Já para o Cânion Laranjeiras parece haver mais que um acesso, por fazendas distintas, e não cheguei a conversar com alguém de lá ainda.

Legal!

 Estou de olho nas  serras de Santa Catarina, não sou do estado, estive no começo do ano passando por lá, Araranguá. Gostei do lugar e cogito me mudar um dia. E tenho na minha lista Campo dos Padres e recentemente vi um lugar chamado de Serra dos Quiriri e já guardei no meu coração rsrs neste caso me parece que permite mais autonomia, também tem que pedir autorização, vi uns relatos e pretendo começar por lá antes de bater perna no Campo dos Padres.

Postado
  • Autor
  • Colaboradores
7 horas atrás, Robson De Andrade disse:

Legal!

 Estou de olho nas  serras de Santa Catarina, não sou do estado, estive no começo do ano passando por lá, Araranguá. Gostei do lugar e cogito me mudar um dia. E tenho na minha lista Campo dos Padres e recentemente vi um lugar chamado de Serra dos Quiriri e já guardei no meu coração rsrs neste caso me parece que permite mais autonomia, também tem que pedir autorização, vi uns relatos e pretendo começar por lá antes de bater perna no Campo dos Padres.

Bacana!

Eu também tenho interesse na travessia do Campo dos Padres, parece ser algo tranquilo e muito bonito para contemplar.
Minha dificuldade têm sido encontrar uma alternativa autônoma (mas parece que precisarei contratar um 'guia' de qualquer forma - devido às regras).

Foi nos Campos do Quiriri que fiz minha primeira travessia, de apenas dois dias, mas mesmo assim, abriram as portas pra esse tipo de prazer.
Lembro-me que não fizemos todas as 'opções' do lugar... começamos pelo 'caminho dos jesuítas' até o Monte Crista, de lá seguimos para o acampamento da Cabeluda, no segundo dia fizemos um tiro longo direto para um dos possíveis finais da travessia - o morro da antena, mas não sem antes subir no Monte Garuva - nisso tivemos que deixar de conhecer a Tartaruga, que também é um ponto de acampamento.
Na época era possível fazer toda travessia sem requerer qualquer autorização (não que isso fosse um problema), hoje pelo que li andam exigindo guia também (tornando a experiência muito mais cara que o necessário - e chata).

Postado
  • Membros
7 horas atrás, Alan Rafael Kinder disse:

Bacana!

Eu também tenho interesse na travessia do Campo dos Padres, parece ser algo tranquilo e muito bonito para contemplar.
Minha dificuldade têm sido encontrar uma alternativa autônoma (mas parece que precisarei contratar um 'guia' de qualquer forma - devido às regras).

Foi nos Campos do Quiriri que fiz minha primeira travessia, de apenas dois dias, mas mesmo assim, abriram as portas pra esse tipo de prazer.
Lembro-me que não fizemos todas as 'opções' do lugar... começamos pelo 'caminho dos jesuítas' até o Monte Crista, de lá seguimos para o acampamento da Cabeluda, no segundo dia fizemos um tiro longo direto para um dos possíveis finais da travessia - o morro da antena, mas não sem antes subir no Monte Garuva - nisso tivemos que deixar de conhecer a Tartaruga, que também é um ponto de acampamento.
Na época era possível fazer toda travessia sem requerer qualquer autorização (não que isso fosse um problema), hoje pelo que li andam exigindo guia também (tornando a experiência muito mais cara que o necessário - e chata).

Se depender de mim os guias vão ficar pra trás haha

Sobre Campo dos Padres eu li alguns relatos, alguns antigos outros mais recentes de pessoas que foram sem guia, apenas com autorização para passar pelas propriedades. Eu pretendo pedir apenas as autorizações e seguir. Eu sei que Campo dos Padres é um lugar difícil, mas isto não é desculpa pra enfiar guia pra mim, sei até onde vai minha segurança e assumo responsabilidade pelo caminho. Sobre Campo do Quiriri, o relato que li, https://trilhasetrips.blogspot.com/2017/08/travessia-da-serra-do-quiriri-do-monte.html Atualizado em julho 2020 apenas exigem autorização, e que devido a pessoas sem noção mudaram as regras, então aí devem ter incluído guia talvez. Procurei por outro caminho recomendado "Trilhas do queijo", porém não é mais permitindo o acesso por ali.  Uma pena que eles vão fechando tudo, alguns vão acabar sendo transgressores e indo assim mesmo, não que seja meu caso ainda haha

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Conteúdo Similar

Account

Navigation

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.