Como vão mochileiros? Espero que todos estejam bem.
Depois de dois anos sem nos reunirmos, finalmente chegou o dia da nossa tão esperada travessia Petrô x Terê. Havíamos comprado os ingressos em Janeiro de 2020 para irmos em Maio, porém, com a Pandemia, não conseguimos ir e a travessia foi adiada até que o parque voltasse a abrir. Pois bem, conseguimos reagendar para os dias 21 e 22 de Maio de 2022.
Como de costume, saímos de Santa Rita do Sapucaí com nosso motorista oficial, Edson, e seu irmão Edilson (mais conhecido como Claudinei) em 12 pessoas rumo à Petrópolis RJ.
Começo meu relato com uma frase magnífica que fará todo o sentido nesse relato:
"A caminhada até aqui pode não ter sido fácil, mas a contemplação dessa paisagem vale qualquer esforço."
Da esquerda para direita: Henry, André, Bruno, Samuel, Éder, Isaac, Breno, Luiz Miranda, Saulo, Nandão, Luiz e Zé Renato.
Chegamos em Petrópolis por volta das 07:30, fomos na entrada do parque assinar os papéis e começarmos a trilha rumo ao primeiro camping do Açu - começamos a trila 08h15. Passamos por vários lugares bonitos, cachoeiras, grutas, picos...seguem fotos:
A subida até o Açu é pesada, como todas as pessoas já haviam informado. Por volta de 12h20min chegamos no abrigo.
O dia estava ótimo, porém, começou uma neblina forte e não conseguimos registrar fotos do caminho até o Açu, mas temos algumas de lá:
Montamos acampamento e fomos explorar mais o local. À noite prometia fazer muito frio, pois estava ventando muito.
Levantamos cedo, depois de uma noite fria e fomos ver o nascer do sol - um espetáculo à parte da natureza.
Tomamos café e fomos conhecer o famoso Portais de Hércules, não irei comentar sobre o mesmo, as fotos mostram por si só.
Saímos de la e fomos rumo à Pedra do Sino, uma subida forte até chegarmos no Morro da Luva.
Depois de um tempo caminhando, chegamos no Elevador, o primeiro dos dois pontos de atenção da travessia.
Após passar o Elevador e subir um pouco mais, chegamos na Pedra da Baleia e de lá tivemos uma visão melhor da Pedra do Sino:
Passamos pelo mergulho e logo enfrentamos outro ponto de atenção na trilha, o Cavalinho:
Passando por ele e contornando o Sino, chegamos na base da pedra onde da acesso a ela
Chegamos no abrigo 4, descansamos um pouco e descemos para finalizar a trilha, coisa de 10km até onde nossa van nos esperava. A descida é sem fim e muito cansativa.
Considerações finais:
Considerada uma das travessias mais bonitas do Brasil, senão a mais bonita, é uma travessia clássica que possui belezas particulares, recomenda-se fazê-la em 3 dias e confesso que é uma ótima recomendação.
Gostaria de agradecer a todos que foram com a gente nessa aventura, as risadas, o companheirismo e os momentos felizes que tivemos. Fazia tempo que não nos reuníamos para acampar então foi muito bom. Com essa pandemia aprendemos a valorizar os momentos com os amigos e falo por todos aqui que esse momento foi aproveitado da melhor maneira. Fazer em dois dias e uma noite foi muito desgastante, mas como diz nosso companheiro Luiz Miranda: "Você afunda o pé no brejo, queima no sol durante a trilha, passa frio cedo e à noite e dorme sem tomar banho, para no final falar: 'Quando é a próxima'?"
Galera, sem falsa modéstia, deixo aqui um show de fotos compartilhadas por todos que foram, mas, em especial, as fotos do Zé Renato ficaram show, sem palavras.
Como vão mochileiros? Espero que todos estejam bem.
Depois de dois anos sem nos reunirmos, finalmente chegou o dia da nossa tão esperada travessia Petrô x Terê. Havíamos comprado os ingressos em Janeiro de 2020 para irmos em Maio, porém, com a Pandemia, não conseguimos ir e a travessia foi adiada até que o parque voltasse a abrir. Pois bem, conseguimos reagendar para os dias 21 e 22 de Maio de 2022.
Como de costume, saímos de Santa Rita do Sapucaí com nosso motorista oficial, Edson, e seu irmão Edilson (mais conhecido como Claudinei) em 12 pessoas rumo à Petrópolis RJ.
Começo meu relato com uma frase magnífica que fará todo o sentido nesse relato:
"A caminhada até aqui pode não ter sido fácil, mas a contemplação dessa paisagem vale qualquer esforço."
Da esquerda para direita: Henry, André, Bruno, Samuel, Éder, Isaac, Breno, Luiz Miranda, Saulo, Nandão, Luiz e Zé Renato.
Chegamos em Petrópolis por volta das 07:30, fomos na entrada do parque assinar os papéis e começarmos a trilha rumo ao primeiro camping do Açu - começamos a trila 08h15. Passamos por vários lugares bonitos, cachoeiras, grutas, picos...seguem fotos:
A subida até o Açu é pesada, como todas as pessoas já haviam informado. Por volta de 12h20min chegamos no abrigo.
O dia estava ótimo, porém, começou uma neblina forte e não conseguimos registrar fotos do caminho até o Açu, mas temos algumas de lá:
Montamos acampamento e fomos explorar mais o local. À noite prometia fazer muito frio, pois estava ventando muito.
Levantamos cedo, depois de uma noite fria e fomos ver o nascer do sol - um espetáculo à parte da natureza.
Tomamos café e fomos conhecer o famoso Portais de Hércules, não irei comentar sobre o mesmo, as fotos mostram por si só.
Saímos de la e fomos rumo à Pedra do Sino, uma subida forte até chegarmos no Morro da Luva.
Depois de um tempo caminhando, chegamos no Elevador, o primeiro dos dois pontos de atenção da travessia.
Após passar o Elevador e subir um pouco mais, chegamos na Pedra da Baleia e de lá tivemos uma visão melhor da Pedra do Sino:
Passamos pelo mergulho e logo enfrentamos outro ponto de atenção na trilha, o Cavalinho:
Passando por ele e contornando o Sino, chegamos na base da pedra onde da acesso a ela
Chegamos no abrigo 4, descansamos um pouco e descemos para finalizar a trilha, coisa de 10km até onde nossa van nos esperava. A descida é sem fim e muito cansativa.
Considerações finais:
Considerada uma das travessias mais bonitas do Brasil, senão a mais bonita, é uma travessia clássica que possui belezas particulares, recomenda-se fazê-la em 3 dias e confesso que é uma ótima recomendação.
Gostaria de agradecer a todos que foram com a gente nessa aventura, as risadas, o companheirismo e os momentos felizes que tivemos. Fazia tempo que não nos reuníamos para acampar então foi muito bom. Com essa pandemia aprendemos a valorizar os momentos com os amigos e falo por todos aqui que esse momento foi aproveitado da melhor maneira. Fazer em dois dias e uma noite foi muito desgastante, mas como diz nosso companheiro Luiz Miranda: "Você afunda o pé no brejo, queima no sol durante a trilha, passa frio cedo e à noite e dorme sem tomar banho, para no final falar: 'Quando é a próxima'?"
Galera, sem falsa modéstia, deixo aqui um show de fotos compartilhadas por todos que foram, mas, em especial, as fotos do Zé Renato ficaram show, sem palavras.
Até a próxima...
Editado por E.Samuel
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