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  1. Saudações viajantes! Acabo de retornar de uma viagem incrível ao Norte do Brasil, sendo minha primeira vez na região. Foram 15 dias intensos em contato com a Floresta Amazônica, enorme biodiversidade, cultura e povo nortista, com paisagens surpreendentes e muitas amizades criadas ao longo do trajeto. Explorar a Região Norte e conhecer a Amazônia era um sonho antigo e aproveitei as férias de janeiro para coloca-lo em prática. Meu maior objetivo dessa viagem era ficar em uma pousada de selva para conhecer e viver a floresta na sua essência, mas aproveitei para incluir outros destinos que já estavam no meu radar (como Alter do Chão), e foi um acerto. Janeiro é considerado é um mês de baixa temporada na Amazônia devido ao clima, já que eles estão no "inverno amazônico" e é o início da temporada de chuvas. Muitos colegas me alertaram sobre o risco de ir nesta época e as chuvas atrapalharem a viagem, mas já adianto que não tive qualquer problema em relação à isso. As chuvas não foram obstáculo em nenhum passeio e acredito que elas façam parte da experiência amazônica, afinal, estamos na maior floresta tropical do mundo, né? ROTEIRO Montei um roteiro prévio antes da viagem e acabei seguindo a maior parte dele, com poucas alterações ao longo da trip. Assim, o roteiro final ficou desta forma: 05/01/2026 - SP X MANAUS 06/01/2026 - MANAUS (Teatro Amazonas, Largo de São Sebastião, Mercado Municipal, Orla do Rio Negro, Mirante Lucia Almeida) 07/01/2026 - SELVA 08/01/2026 - SELVA 09/01/2026 - SELVA 10/01/2026 - MANAUS (Palácio Rio Negro, Ponta Negra, Mercado Municipal, descanso de leve) 11/01/2026 - MANAUS X ALTER DO CHÃO (Praia do Cajueiro, conhecer Alter do Chão) 12/01/2026 - ALTER DO CHÃO (Ilha do Amor) 13/01/2026 - ALTER DO CHÃO (Turismo de cura) 14/01/2026 - ALTER DO CHÃO (Canal do Jari) 15/01/2026 - ALTER DO CHÃO (Rio Arapiuns) 16/01/2026 - ALTER DO CHÃO X BELÉM (Estação das Docas) 17/01/2026 - BELÉM (Theatro da Paz, Museu das Amazonas, Ver-o-Peso, Centro Histórico, Parque Zoobotânico Emilio Goeldi, Mercado São Brás) 18/01/2026 - BELÉM (Mangal das Garças, Basílica de Nazaré, Ver-o-Peso de novo) 19/01/2026 - BELÉM X SP HOSPEDAGENS Tanto em Manaus quanto em Belém fiquei no Ibis. É aquela coisa né? Padrão ibis, não tem muito o que falar kkkkkk bom custo-benefício, café da manhã bem servido e boa localização, no centro de ambas as cidades. Em Alter do Chão, fiquei em quarto coletivo no Hostel Pousada do Tapajós (muito bem recomendado aqui no fórum) e indico fortemente. Pousada bem localizada, próximo ao C.A.T, Praia do Cajueiro e a 10 minutos andando da praça principal. Os funcionários são atenciosos e o café da manhã é bem honesto, com pães, bolos, geleias, frutas, ovo e tapioca, além de café e sucos de frutas regionais. A diária no quarto coletivo é de R$ 95,00. Para a selva, fiquei na Pousada Juma Lake, também muito recomendada aqui no Mochileiros, e gostei demais. Paguei R$ 1.200,00 no pacote de 3 dias, com tudo incluso (refeições e passeios). Ao longo do relato vou dar mais detalhes sobre a escolha da pousada de selva. PASSAGENS Infelizmente, as passagens para o Norte sempre são um pouco mais caras. Mas, considerando ser mês de janeiro, até que paguei um preço bom. Comprei as passagens em duas partes: 1º - SP X MANAUS e BELÉM X SP: R$ 1.460,00 (Latam) 2º MANAUS X SANTARÉM e SANTARÉM X BELÉM: R$ 678,00 (Gol) ITENS INDISPENSÁVEIS NA AMAZÔNIA Não vou especificar as roupas que levei como sempre faço, mas sim detalhar o que é indispensável em uma viagem à Amazônia. Protetor solar (comum e facial) - PRIMORDIAL! O sol judia muito, até mesmo no inverno amazônico rs Repelente - De preferência o Exposis. Nas cidades não vi tanta necessidade, mas para a selva é essencial. Camiseta UV de manga longa - É bom, principalmente se você já estiver muito queimado rs Camisetas Dry Fit - Secam rápido, então se pegar chuva ou se molhar muito em algum passeio (navegar pelo Rio Tapajós é praticamente uma montanha russa) é mais do que válido. Calça de tactel fina - para as trilhas na selva. Remédios para enfermidades diversas (loratamed para alergia à picada e floratil recomendo demais) Bora para o relato!
  2. Fala senhores, Vai ficar do jeito que vcs quiserem. A plataforma foi atualizada pra versão 5. E o que está agora é temporário. Vai mudar tudo. Então, podem opinar que a gente arruma. Importante é que está 100% atualizado. Uma novidade são as páginas de tag. https://www.mochileiros.com/tags/manaus/ Vai ficar mais fácil organizar o conteúdo. As imagens da capa era temporárias. Já mudei!
  3. Fala galeris, Venho trazer meu relato de viagem na Argentina, passei 6 semanas viajando sozinha em novembro e dezembro de 2025 nas províncias de Misiones e Tucumán, com breves passagens em Foz do Iguaçu, Paraguai e Salta que vou comentar também. O rolê iniciou com um festival artístico que descobri que ia rolar em Puerto Iguazú que pirei em ir pra ver se eu aprendia a tocar bombo leguero com a galera das chacarera/malambo e com a desculpa de vender minhas artesanias. Depois disso me meti em voluntariados em sítios agroflorestais na selva misioneira, onde fiquei duas semanas morando sozinha em uma casinha de barro e trabalhando na roça alheia. O plano inicial era depois do voluntariado passar por Tucumán e subir até Salta e Jujuy, mas acabei mudando de ideia e fiquei só por Tucumán mesmo, passeando pelos vales, conhecendo cascatinhas andinas e tomando vinhos. Meu trajeto, todo por terra de busão, foi: Novo Hamburgo/RS - Foz do Iguaçu/PR - Puerto Iguazú/MIS - Puerto Libertad/MIS - San Pedro/MIS - Posadas/MIS (com um dia em Encarnación e Trinidad/PY) - San Miguel de Tucumán/TUC - Tafí del Valle/TUC - Amaicha del Valle/TUC - Cafayate/SAL - outra vez a San Miguel de Tucumán - e o trajeto de volta até Novo Hamburgo. A viagem durou 6 semanas, saí de Novo Hamburgo - RS em um bus a Foz do Iguaçu dia 17 de novembro de 2025 e comecei a voltar pra casa dia 26 de dezembro saindo da capital de Tucumán, chegando em casa dia 29. Nota sobre os preços: o câmbio real - pesos na minha viagem tava mais ou menos 1 real - 260/266 pesos, mas pra facilitar a viagem eu sempre calculava como 250. Então o tempo todo fingi que 1000 pesos são 4 reais, e assim fui indo. Todas as conversões aqui vão ser baseadas nesse câmbio imaginário que usei, mas no fim dá quase a mesma coisa. Levei pouquíssimo dinheiro em reais pra fazer câmbio, resolvi ir sacando com Western Union e achei que valeu bastante a pena, deu elas por elas entre isso e o câmbio. O único problema é que, se tu não se planeja bem e saca muitas vezes, eles podem bloquear teus saques e isso pode te dar muito problema... e é óbvio que isso aconteceu comigo. Esse é um resuminho inicial, agora vou contanto com mais detalhes cada etapa da viagem.
  4. Acho que não, mas eu odiei, se bem que minha opinião não tem valor,mas sim se aparecer mais gente.
  5. 5. Posadas Cheguei de passagem em Posadas, fiquei pouco porque me dei conta de que, se queria ir pra Tucumán, Salta e Jujuy, precisava me apressar. Eu não tinha data de volta, saí sem planos concretos, mas de qualquer forma a ideia não era me estender demais. Fiquei no hostel Como en Casa duas noites, se não me engano deu 34 mil, ou seja 17 por noite, pouco menos de 70 pila no quarto compartilhado por diária. Infelizmente era o mais barato. Minha ideia em Posadas era vender arte e tocar na rua pra juntar uns pilas, mas acabei não tendo sucesso. Eu ainda não tinha entendido como a hora da siesta é levada a sério na Argentina, ainda mais em dezembro que faz um calor horrível no norte, então quando saí pra vender às 11 da manhã foi a pior ideia do mundo porque tava um sol do inferno e pouquíssima gente na rua, obviamente. Fiquei caminhando e vendo onde podia parar pra tocar meu pandeiro, mas além do pouco movimento pensei que eu ia pegar insolação e isso não seria nada bom. O melhor era dormir a siesta mesmo. No dia que saí de noite pra tocar na rua foi péssimo porque eu tocava uma música e vinha um louco me alugar pra ficar hablando y hablando. Acabo sendo muito legal e não corto os loko, daí ficam enchendo o saco, no fim consegui tocar umas 4 músicas e voltei pro hostel com meus pouquíssimos pesos adquiridos nessas de homens chatos icovits que não me deixaram trampar. Acabei desistindo, pensando que em Tucumán dava um jeito de compensar. O único lugar que visitei na cidade foi o Balneario El Brete, uma prainha bem agradável e bem gostosa de tomar banho. Tem tipo uns guarda-sol de concreto pra fazer sombra, então rola ficar embaixo curtindo, e na volta pela costanera passei pela estátua do Andresito, que é uma figura bem importante em Misiones. 6. Idinha pro Paraguai - Encarnación e Trinidad No segundo dia em Posadas acordei me dando conta de que já fazia quase um mês que eu tava na Argentina e não tinha ouvido nenhum argentino nem cogitar dizer a palavra café, quem dirá tomar um meio aos infinitíssimos mates. Catei um expressinho, tomei e fiquei fritaça de ansiedade e nesse estado fui pro Paraguai. A ideia era ir pra Trinidad, nas ruínas das reduções jesuíticas. E fui. Peguei um ônibus pra Encarnación por 4000 pesos, tipo 15 reais. Tinham me dito que valia mais a pena pegar esse onibus do que o trem que cruza o rio porque ele me deixaria de onde eu tava, perto do hostel, na rodoviária, e pra pegar o trem eu precisaria ir até a costanera e depois ir até a rodoviária no Paraguay, bem longe de onde o trem te deixa. Foi um dia muito difícil porque tem momentos que bate a panca de ser uma pessoa autista viajando sozinha e tendo que lidar com situações de crise sem auxílio nenhum. A pior parte disso foi que eu tava no Paraguai, lá não tinha internet porque meu chip era argentino e eu não tinha feito câmbio porque botei fé que seria tranquilo pagar tudo em pesos e no cartão, não tinha nem cogitado que pensar nos números dos preços das coisas e o caos da terminal de Encarnación podia me desencadear uma crise. Quase desisti de ir pra Trinidad porque tava completamente incapaz de fazer qualquer coisa, mal conseguia ver o mapa pra saber pra onde ir, mas consegui me direcionar pra praia que tem ali perto e fiquei olhando o rio na Playa de San José até me sentir capaz de tomar alguma decisão pós crise. Consegui me acalmar e voltei pra terminal pra comprar a passagem pra Trinidad, me custou 5 mil pesos pra ir e mais 5 mil pra voltar, mais ou menos 40 reais, que em guaranies seriam 40 mil. A viagem dura mais ou menos uma hora. Trinidad é um pueblito bem pequeno onde no meio tem esse parque das ruínas, se me lembro bem são as maiores reduções que sobraram e são também as mais recentes antes do fim desse momento histórico com a guerra guaranítica. A entrada custou 30 mil guaranies, só pode pagar em dinheiro paraguaio ou cartão, então como passei no cartão saiu um pouco mais caro mas igual não tanto, deu 38 reais. umas pinturas a caminho do parque Eles tem um museuzinho onde te colocam pra ver um vídeo sobre a história do local e tem uma exposição com uns painéis pra ti ler um pouco mais sobre o assunto. Dentro do parque, as ruínas do que era a redução, com a igreja, as oficinas, as casas dos guaranis, enfim, todo esse rolê. Passei um tempo ali olhando tudo e depois fui dar mais um giro no pueblo que tava bem agradável, fui parar no Parque Ecológico que é uma praça onde tem o Paseo de los Mitos, um caminho meio que nesse matinho urbano com várias esculturas de personagens mitológicos da cultura guarani/argentina. Além disso achei muito foda constatar que foi exatamente nesse lugar a pedreira onde tiraram as pedra pra construir os prédios da redução. algumas das estátuas e as marcas de cortes nas pedras Tinha visto no mapa um tal monumento ao aquífero guarani, cheguei lá e tava nesse estado Foi esse meu rolê paraguaio, peguei o bus pra voltar pra Encarnación, da rodoviária peguei o bus pra voltar pra Posadas e nisso levei muuuuuito tempo porque depois ouvi dizer que deu um acidente na ponte, então levei mais de duas horas pra conseguir cruzar a fronteira. Caos total (e foi depois disso tudo que fui tocar pandeiro na rua, que contei ali em cima) Dormi a segunda noite em Posadas e no dia seguinte era ruta otra vez.
  6. 1. Foz do Iguaçu - PR Passei só uma noite em Foz, a ideia era dormir, acordar, ir cedinho pras cataratas e cruzar pra Argentina pra dormir a segunda noite lá. Me hospedei no Hostel Poesia, bem agradável e confortável, gostei bastante, paguei 66 reais com reserva pelo booking. Sobre as cataratas já devem ter miles de relatos aqui, vou dar uma atualizada pra ajudar com as infos mais recentes. Pra chegar no parque tem que pegar o ônibus de linha 120 que diz Parque Nacional do Iguaçu, pedindo informação tu descobre certinho onde passa. A passagem custa 5 reais e te deixa na porta do parque. O ingresso tá custando R$ 105, valores de 2025. Cheguei numa hora muito ruim, acho que pelas 11h da manhã porque não consegui concretizar meus planos de sair cedinho... no hostel tu conhece gente legal e acaba se perdendo nos papos do café da manhã, acontece, e eu acho preciosíssimo viver essas relações efêmeras da galera encontrada em viagem. Além de que nessas acabei vendendo bastante minhas artesanias e já cobriu o valor do passeio no parque Enfim, cheguei nas cataratas, peguei uma fila gigante e fiz os trajetos super cheios, não foi muito agradável isso mas o pico é tão maravilhoso que tanto faz a muvuca de gente quando tu sente toda aquela energia da água. Na primeira vista das cataratas eu já tava chorando de tão lindo. por algum motivo fiquei virada, mas deixo aí igual kkk Depois de terminar esse trajeto indo até lá a garganta do diabo eu queria fazer a trilha que te leva pra uma cascatinha que dá pra tomar banho, que achei que era o caminho das bananeiras mas me enganei, então fiz a trilha errada. De qualquer forma foi bem legal essa das bananeiras, te leva mais pelo meio do mato até uma outra vista do rio, longinho das cataratas, em que tu vê a imensidão do rio correndo calminho e passa por um bilhão de borboletas e por vários lagartos. O caminho que eu queria ter feito era o circuito São João, que fecha às 15h, daí eu já não tinha mais tempo na hora da volta pra fazer. Deixo aqui esse mapa extremamente útil pra planejar o rolê e que não tem na internet (se tivesse visto ele antes não teria feito a trilha errada rs) Voltei pro hostel e peguei o ônibus internacional pra Puerto Iguazu perto do hostel, numa parada na rua. Tá escrito Puerto Iguazú, é o mesmo que te leva tanto pro centro/rodoviária/feirinha e depois vai pras cataratas argentinas. Custa 30 pila A fronteira é bem serena, eu tava um pouco insegura porque em 2022 tinha ido pra Buenos Aires e voltei pro Brasil sem dar saída da Argentina, mas não tive problema nenhum em cruzar. Tu desce do ônibus, faz o trâmite bem rapidinho, volta pro bus e tchau já tá na Argentina. 2. Puerto Iguazú - Argentina Cheguei de noite, dormi no Hostel Damaris, peguei um quarto privado por 15 mil pesos, que deu mais ou menos 60 reais. A ideia era ficar só uma noite, mas acabei ficando duas, na segunda peguei um quarto compartilhado por 9000, que é tipo 35 pila. É bem simplinho, mas cumpre o prometido pelo preço baixíssimo, achei as camas bem desconfortáveis mas o pátio que tem nos fundos é bem legal pra ficar curtindo com quem mais estiver ali e tem piscina. No dia seguinte acabei preferindo caminhar pela cidade em vez de ir pras cataratas. Fui pra um tal de ~mirador escondido~ que encontrei no mapa ali pertinho da feirinha e segui andando até o marco das três fronteiras. Tava um calor del horto, me queimei horrores e tava cansadona de subir e descer (infelizmente sempre tinha a péssima ideia de caminhar na rua pelo meio dia), mas fui devagarinho curtindo o caminho, descansando nas poucas sombras olhando o rio e tal. Foi ali em Puerto Iguazu que comprei um chip argentino da Claro, paguei 500 pesos ou seja míseros dois reais. Um amigo antes de eu ir viajar tinha me emprestado um da Movistar, mas chegando lá descobri que não funciona essa operadora no norte da Argentina, é mais do centro ali Buenos Aires, Santa Fe etc. O da claro me serviu muito bem, acho que ao todo nesses quase 2 meses de viagem devo ter gastado no máximo dos máximos 15 mil colocando crédito pra usar internet, o que achei que super valeu a pena. Só tem que cuidar pq ele ativa os dados imediatamente quando tu carrega e se tu não compra um pacote ele vai gastando super rápido, tem que entrar no aplicativo pra ver isso e tal se não tu perde altos pila a nada. E só isso, no terceiro dia de manhã peguei um bus na rodoviária com destino a Puerto Libertad, onde ia rolar o festival. 3. Puerto Libertad - Festival Resonancias Bom, esse foi o meu motivo de ter saído pra viajar. Foi a terceira edição do festi, que é organizado por uma galera multiartista , é uma junção de galera pra acampar, tomar banho na barragem, fazer oficinas artísticas, trocar experiências, viver a autogestão e tal. Encontrei no insta por causa de um pessoal que encontrei tocando na rua em Paraty RJ e pirei no trampo deles, comecei a acompanhar e eles são parte da organização do festival. Daí que assim fui atrás deles porque me apaixonei pela chacarera, pelo malambo, pelo zapateo, enfim, queria conhecer mais dessa cultura do folclore argentino que é linda e também é parte da cultura gaúcha que vivo aqui no sul do Brasil. Pra quem quiser acompanhar, no insta é @festivalresonancias Assim acampei uma semana no Parque Urugua-í no meio de completos desconhecidos que viraram várias amizades. O festi foi lindo lindo, fizemos oficinas de música, dança, teatro, cerâmica, pintura, literatura, além de rangos coletivos, mate mate mate, noites na fogueira trocando ideia e tocando violão, sarau na praça da cidade, e foi de gratiss tirando as comidas, que custavam 4mil pesos por refeição, que são tipo 15 reais. Na primeira foto o mural que foi pintado ao longo do evento, minha barraquinha olhando pro lago e meu paño improvisado de artesania e literatura, inclusive se alguém quiser me acompanhar, me encomendar um brinquinho de semente ou ler meus poemas viajeros segue aí @mira.artesanias No último dia do festival fomos visitar uma cascata que é o Salto Jaguareté. Ali na região dizque tem mais um monte de cachoeiras lindas. A região de Misiones é muito conservada, é a parte argentina da Mata Atlântica e tem muitos lugares lindos pra visitar. Não é um destino tão comum além obviamente da capital Posadas, mas eu acho que vale muito a pena passar um tempo ali pela província. Tanto que passei três semanas por aí nesses matos, seguindo o relato pro voluntariado que me enfiei. 4. San Pedro - voluntariado agroflorestal De Libertad segui pra San Pedro pra Chacra Ibirá Potí. Encontrei esse voluntariado em um canal de whats chamado Tejido Misionero, onde tem um monte de grupos de vários assuntos incluindo caronas e voluntariados pela província. Vou passar meio por alto aqui, se quiserem saber especificamente algo podem perguntar. Fiquei duas semanas no sítio de uma família morando sozinha em uma casinha bioconstruída por eles. Trabalhava umas 4h por dia em tarefas entre cuidados de horta, roça, herval, feitio de tabaco, de erva mate, empacotamento de farinhas orgânicas, manejos agroflorestais de modo geral e o que mais rolasse. Não sabia exatamente qual ia ser meu rumo, e isso me deixava bem nervosa e indecisa. Chegou um dia que eu não aguentava mais não saber pra onde ir depois da chácara, tava entrando meio que em uma inércia de ir ficando e ir ficando, então decidi simplesmente ir embora no dia seguinte porque senti que precisava movimentar a energia viajera indo pra estrada pra ser capaz de decidir meu rumo. Tava em dúvida de se voltava pra Libertad pra fazer outros voluntariados em sítios ou se seguia mais pro norte, direção a Tucumán. Assim terminei as duas semanas de voluntariado indo pra Posadas, um meio do caminho adequado pra tomar essa decisão.
  7. - O DIA DO EMBARQUE PARA BOLÍVIA! Dia 25/04/25 foi a data que decidi embarcar, e finalmente esse dia chegou, depois de tantos anos sonhando com essa viagem! Saí de: BH > Guarulhos Guarulhos > Santa Cruz de La Sierra Santa Cruz > La Paz Cheguei no aeroporto de El Alto por volta das 16h da tarde e dentro do aeroporto mesmo optei por câmbiar um dinheiro para pagar o táxi e alguma coisa no hostel, se fosse necessário. Troquei o equivalente a R$ 50,00 e saí do aeroporto para conseguir algum transporte pro hostel. Fui abordada por alguns táxistas e quando eu mostrava o endereço do meu hostel todos cobravam 80bs, resolvi andar mais um pouco e encontrei um monte de van que saía do aeroporto para La Paz e me cobraram 2,50bs para me levar até o endereço. Não pensei duas vezes, colocaram meu mochilão em cima da van, com mais ou menos umas 15 pessoas e a van ainda parava no caminho para pegar mais gente. Era literalmente o transporte local da cidade hahaha pouco mais de 20 minutos o motorista me deixou perto de onde eu precisava descer e valer super a pena. O meu hostel foi o The Adventure Brew Downtown Hostel, ele ficava bem pertinho da rodoviária de La Paz e uns 10 minutos caminhando até o centro da cidade. Gostei muito do hostel, paguei em torno de 58bs a diária, sem café da manhã incluso. Fiz o check-in, dei uma descansada na cama porquê eu já estava sentindo um pouco de dor de cabeça por causa da altitude e pouco tempo depois resolvi sair para conhecer um pouco o centro de La Paz antes que escurecesse. Minha primeira impressão da cidade foi uma mistura de sentimentos. Logo de cara você não vê muito charme mas na medida que você vai conhecendo, você vai se encantando. O lugar que eu mais queria ir quando chegasse em La Paz era o Mercado de Las Brujas. Vi tantos vídeos sobre esse lugar e de repente eu estava lá vendo com meus próprios olhos! Foi bem peculiar e interessante caminhar pelas ruas e ver tanta diferença e riqueza cultural. Ver a fé do povo daquele lugar ser expressada de outra forma, onde por todos os lugares que você caminha há uma oferenda para a Pachamama. Ver essa cultura foi transformador. Caminhar por La Paz quando você não nunca esteve em uma altitude maior que o nível do mar é desafiador. Eu tinha acabado de chegar e já estava me sentindo um pouco cansada. Aproveitei para comprar um chip de telefone (comprei um chip por 65bs com internet ilimitada), para comer alguma coisa e comprar água. Logo voltei para o hostel e optei por jantar lá mesmo. A comida era um pouco cara mas estava tão frio que eu preferi comer todas as noites no hostel mesmo. No dia seguinte acordei já pronta para conhecer a cidade. Fui tomar café da manhã em lugar que só tinha gringo, fui no Mercado Lanza, famoso mercadão de La paz, caminhei sem destino pelas ruas da cidade e também fui no Coca Museo. O museu da Coca foi uma experiência incrível, passei mais de 1 hora lendo todas as informações, toda a história da folha de coca que é uma planta sagrada, até chegar na história de como a mesma folha é usada para produção de cocaína e o impacto disso no mundo. Recomendo a todos irem no museu quando estiverem em La Paz porque vale muito a pena, e você ainda aprende sobre a folha de coca, algo que nessa viagem pelos Andes é muito comum. Esse foi meu segundo dia em La Paz, conhecer um pouco da cidade e os pontos turísticos mais conhecidos. No final do dia voltei pro hostel e depois do banho fui jantar por lá mesmo. E é aqui que começa um dos maiores erros de quem chega em uma cidade com altitude elevada pode cometer. Eu estava com vontade de tomar uma cerveja, afinal, era um sábado e eu estava feliz por estar ali, então pedi um hambúrguer com fritas e uma cerveja local. Chegou uma cerveja gigante e comecei a beber. Pouco tempo depois comecei a conversar com a moça do bar que estava me atendendo e logo uma outra menina começou a conversar comigo também. A moça do bar era argentina e a outra peruana, elas estavam indo para uma balada e me convidaram. Eu já estava de pijama mas acabei animando o rolê com elas, nos encontramos de novo mais tarde e já tinha outras meninas no rolê também, elas eram da Alemanha, Holanda e Reino Unido, se não me engano. Nisso a moça do bar já me pagou uma cerveja e eu já estava ficando mais animadinha né. Chegamos na balada e tava bem legal. Tocaram músicas latinas, músicas locais e até um funk brasileiro. Empolguei um pouco e comprei outra cerveja, queria viver o rolê, claro. Nisso ficamos até umas 2h da manhã, eu acho, e voltamos pro hostel. Eu estava me sentindo bem, só muito cansada, então cheguei e dormi. No dia seguinte eu acordei achando que fosse morrer, com uma ressaca que nunca senti na vida. Bebi apenas 3 cervejas mas o problema foi ter bebido elas em uma altidude onde meu corpo ainda não estava acostumado. Acordei muito mal, com dor de cabeça, nauséas. O que fiz foi tomar uma dipirona, um engov e ainda coloquei folha de coca na boca pra ver se ajudava. Acabei dormindo de novo e acordei um pouco melhor. Era domingo e eu queria ir para feira de El Alto e ver a luta das Cholitas, mas como eu não estava me sentindo tão bem, preferi ficar na cidade mesmo. Fui procurar alguma coisa local para comer e acabei parando em um restaurante onde era bem barato, mas não gostei tanto da comida. Como também estava com pouco apetite, comi o que dava e fui embora. Acabei decidindo conhecer o Mirador Killi Killi e foi muito difícil para conseguir chegar até lá. La Paz é uma cidade com muitas ladeiras super íngremes e por ter uma altitude de mais de 3.600m, andar 5 passos as vezes é um desafio. Consegui chegar até o mirador e a vista é linda, dá pra ver perfeitamente a montanha Illimani. No dia seguinte, eu iria sair cedo de La Paz rumo a Copacabana. Como meu hostel era perto da rodoviária, fui caminhando mesmo até lá e peguei um ônibus (paguei 40bs) rumo a Copacabana. Fiquei bem surpresa com a quantidade de gringo dentro do ônibus, acredito que eu era a única da américa latina. A viagem até Copacabana durou cerca de 4 horas. Em um determinado ponto precisamos descer do ônibus e atravessar de barco pelo Lago Tititica até o outro lado e de lá continuar seguindo caminho. É necessário pagar em torno de 2bs para essa travessia. Confesso que foi bem legal a experiência de atrevessar de barco o maior lago navegável do mundo. Chegamos do outro lado e continuamos seguindo para Copacabana em um caminho com muita subida e várias curvas, e foi aí que a altitude começou a pegar de novo. Cheguei em Copacabana e segui pelo maps o caminho do meu hostel. Estava muito difícil para caminhar nessa cidade. A altitude de Copacabana é de 3.840, mais que La Paz, e eu sofri muitos com os efeitos da altitude logo quando cheguei. Minhas mochilas pareciam pesar uma tonelada e o hostel não chegava nunca. Fiquei no Hostal Puerto Alegre, paguei em torno de 70bs a diária com café da manhã em um quarto privado com banheiro e gostei bastante. Deixei minhas coisas no quarto e fui procurar alguma coisa para almoçar. Ouvi falar que as trutas é o prato principal em Copacabana, então peguei a dica em algum lugar sobre um restaurante e fui até lá. O restaurante é o Kiosko nº20 e fica bem na beira do lago. A comida é muito boa e um preço ótimo. Voltei para o hostel e resolvi deitar um pouco, estava me sentindo cansada e com dor de cabeça, era a altitude. Dormi um pouco e no final do dia fui ver o pôr do sol no lago. Aproveitei para comprar umas coisas para lanchar no hostel a noite e preparar alguns lanches porque no dia seguinte eu seguiria para a Isla del Sol, um dos lugares que eu estava mais ansiosa para conhecer! No dia seguinte acordei cedo para tomar o café da manhã no hostel e seguir viagem rumo a Isla. Mas nesse dia eu não acordei muito bem, estava com dor de barriga e com náuseas. Eu havia comprado a passagem de barco para isla direto no hostel por 40bs, como não acordei me sentindo bem pensei em pedir para remarcar minha passagem pro dia seguinte, se fosse possível. A moça do hostel disse que não teria como, que eu teria que ir naquele dia. Em uma decisão rápida acabei decidindo seguir viagem. Eu iria fazer a trilha na isla, do lado norte ao sul, e não seria uma trilha fácil, visto quê a altitude da ilha é de quase 4.000m. Mas decidi ir assim mesmo, então tomei um dramin, dois floratil e uma diporina e fui procurar o tal do barco. A viagem de barco durou em torno de 1h30 e consegui me sentir melhor depois de tomar os remédios. Quando você chega na ilha, um local informa que é necessário pagar 15bs para adentrar a ilha, uma espécie de "taxa de preservação", e que ao chegar no lado no sul você precisaria pagar os 15bs novamente, pois são dois "territórios" diferentes. Enfim, parei para comprar uma água e perguntei a um local qual era o caminho para iniciar a trilha rumo ao lado sul. Ele me disse que por um caminho eu teria que fazer uma super subida e que pelo outro eu seguiria dentro da comunidade. Eu não sei o que me fez decidir, mas segui pelo caminho que passava dentro da comunidade e só descobri depois que era o caminho mais difícil. Por já ter visto alguns vídeos de pessoas fazendo essa trilha, eu percebi que a trilha que eu estava fazendo era completamente diferente. Bom, eu não sei como é o outro caminho, mas o caminho que eu fiz foi deslumbrante. Essa trilha foi muito desafiadora. Fiz ela em aproximadamente 4h30. Em alguns lugares eu parava a cada dois passos por falta de ar. O caminho foi lindo, eu desafiei meus limites e no final consegui chegar do outro lado. Ao chegar na comunidade Yumani, no lado sul, você tem outro desafio: descer e subir as ladeiras. A comunidade é ladeira pura e pra mim, caminhar por lá era um desafio. Estar na Isla del Sol foi transformador. Aquele lugar tem uma energia surreal, é de encher os olhos. Não só o lugar que é magnífico, mas as pessoas que moram lá são de uma força absurda. É uma cultura encantadora e que resiste aquele lugar. Eu me emocionei nessa ilha e tive a oportunidade de ver um pôr do sol lindo na primeira noite. A Isla del Sol é um lugar MUITO frio, eu sofri um pouquinho com o frio lá, além de dificuldade ao respirar principalmente ao caminhar. No dia seguinte explorei mais a ilha e continuei me encantando e me emocionando com o que eu via. Depois de 2 dias na ilha, voltei para Copacabana onde eu resolvi ficar uma noite a mais porque gostei muito da cidade e ainda queria ir até o cerro Calvario, um dos pontos mais altos da cidade. Conhecer a Isla del Sol foi um sonho! Peguei um barco da Isla para Copacabana por 40bs e essa volta foi um pouco difícil, o barco era um pouco desconfortável e tive um pouco de enjôo. Voltei no mesmo Kiosko para comer a truta que comi no primeiro dia, caminhei por Copacabana e no final da tarde fui fazer a trilha até o cerro Calvário. É uma trilha um pouco puxada para se fazer, bem ingríme mas não impossível e a vista é linda. No dia seguinte eu voltei para La Paz. Quando eu estava na Isla del Sol, fui em um restaurante no final da tarde e lá conheci a Juliana, uma brasileira de São Paulo que estava mochilando pela América do Sul também. Trocamos uma idéia super legal sobre a vida, em um final de tarde lindo e foi muito especial. Quando eu estava voltando para La Paz e precisávamos descer do ônibus para fazer a mesma travessia de barco, acabei encontrando com a Juliana, que coincidentemente estava no mesmo ônibus que eu. Ela estava sem hostel em La Paz e falei que o hostel que eu estava era bom, e ela acabou indo comigo. Ela iria voltar para São Paulo na noite seguinte e eu disse que eu queria subir a montanha Chacaltaya e era um tour de dia inteiro, como o vôo dela era só a noite, ela animou fazer a trilha também. E aqui gostaria de falar sobre uma das partes mais bonitas da viagem, que é quando você conhece pessoas que fazem a sua experiência ser mais especial. Acredito que o universo nos coloca onde precisamos estar no momento certo, e por isso esses encontros são tão especiais. Eu a Juliana fechamos o tour com o hostel e no dia seguinte iriamos subir a montanha Chacaltaya com mais de 5.400m de altitude. Acordamos cedo, tomamos café da manhã e a van pegou a gente no nosso hostel. Fizemos amizade com uma menina da suíça que falava português e que estava mochilando sozinha pela América Latina. A viagem até a montanha é um pouco tensa, a van passa em uma estrada super estreita na beira do precipício e parece que vai cair toda a hora. Chegamos na base da montanha e o guia vai dando as instruções. Foi a primeira vez que eu vi neve na vida, foi lindo! A subida foi extremamente difícil. Muitas pedras soltas, escorregadias, muito frio, falta de ar. Subi mascando folha de coca pra ver se ajudava com a altitude, estava muito difícil. De um grupo com mais de 10 pessoas, muitos foram desistindo no caminho. A cada passo que eu dava era uma batalha que eu travava. Eu comecei a ver o topo da montanha e quando mais perto parecia estar, mas difícil ficava. A Juliana estava lá em cima me gritando, dizia que eu conseguiria, e nós fomos as únicas mulheres do grupo que conseguiram chegar no topo! Foi um desafio fazer essa subida, fiquei tão feliz por ter conseguido, por não ter desistido. Cheguei lá em cima e aí comecei a passar um pouco mal. Fiquei tonta e o guia me falou pra sentar, que logo passaria. Então descansei um pouco, masquei folha de coca e fui me recuperando. Superei meus limites, não poderia estar mais feliz! Depois da montanha Chacaltaya o tour seguiria para o Valle de la Luna, outro ponto turístico de La Paz. É bem interessante, mas depois de fazer aquela montanha nada mais superaria no dia! A Juliana iria voltar para o Brasil naquela noite, era o final da viagem dela. Enquanto eu, segui viagem a noite para Uyuni, eu iria fazer o tour de 3 dias no Salar e seguiria pro Atacama, estava no começo da minha viagem. Nós aproveitamos para fazer compra no mercado das bruxas com outra brasileira que conhecemos no tour e fomos pro hostel. De lá nos despedimos e torcemos para nos encontrar um dia de novo, seja em São Paulo ou BH, ou em qualquer lugar do mundo! Nesse dia eu me despedi de La Paz e segui para Uyuni onde eu viveria outra grande extraordinária experiência. Tanto a Isla del Sol quanto Chacaltaya e até mesmo La Paz, foram lugares únicos que fizeram com que eu me emocionasse muito, nunca vou esquecer de como me senti nesses lugares! Próximo cápitulo: Salar de Uyuni
  8. 3° Dia 28/12/2025 - Santiago del Estero a Fiambalá - 530 km. Acordamos cedo e fomos fazer o café da manhã, compramos pão numa padaria em frente. A seguir juntamos nossas coisas colocamos dentro do carro e partimos para a jornada do dia que era mais curta. Nosso caminho Seguiria em direção à Cuesta del Portezuelo. Um caminho sinuoso e magnífico na précordilheira dos Andes da Argentina. Seguimos pelas estradas estaduais que nos levavam até à Cuesta, começamos a subida e já começamos a ver também lindas paisagens. O local mais alto da Montanha De 1700 m de altitude lá temos lindos mirantes que revelam todo o vale de San Fernando del Vale de Catamarca. Estava tudo ótimo , O dia estava maravilhoso sol a pino, céu azul, porém na descida aconteceu um problema sério. A serra era cheia de curvas e muito fechadas de modo que temos que buzinar para que as pessoas façam uma curva de maneira mais segura, porém alguns argentinos que estavam subindo em velocidade numa curva muito fechada para a direita e vieram com o carro muito para dentro da curva. Eu me assustei e fechei mais a curva De modo que acabei pegando com o lado direito do carro no guard rail O que ocasionou o estouro do pneu dianteiro direito. Nossa sorte é que logo a seguir tinha um local bom para estacionar o carro e trocar o pneu. O complicado é que o pneu fica embaixo de todas as malas que tinham no carro então tivemos que tirar tudo de dentro do bagageiro para poder acessar o pneu. Após isso nós trocamos o pneu. Numa atitude irresponsável de minha parte eu não verifiquei qual era a calibragem do pneu naquele momento e acabei descobrindo depois que estava com baixa calibragem, acho que umas 10 libras. Saímos rodando com o step novo e logo mais abaixo o pneu acabou destalonando. Desse modo acabei ficando sem estepe nenhum. O jeito foi o André do Jeep pegar o step e ir até a cidade próxima para que fosse consertado. Ficamos lá esperando por pelo menos 1 hora para que o nosso amigo fosse e voltasse da borracharia. Após ele voltar da borracharia nós colocamos o step no local e descemos até essa mesma borracharia para ver se tinha como fazer algum conserto no pneu que tinha sido estragado com o impacto no guard-rail. O borracheiro nos falou que levaria pelo menos 6 horas para consertar o pneu pois ele teria que fazer uma vulcanização. Por acaso ele tinha um pneu do mesmo tamanho do que eu usava na Duster. Então eu acabei comprando um pneu usado e o André colocou o pneu que foi danificado em cima do seu carro para que nós fossemos até a próxima cidade consertá-lo. Perdemos cerca de 2 horas mais ou menos nesse problema . Depois disso pegamos umas empanadas e sanduíches e seguimos pela estrada para chegarmos até Fiambalá. Tínhamos reservado uma casa em Fiambalá, Então colocamos no GPS a localização e fomos direto até a casa que ficava bem perto do centro. A casa era grande e mais muito mal cuidada Cheia de gambiarras E mal distribuída. Justo na cozinha tinha um alçapão no chão de onde saíam algumas baratas de vez em quando. Por isso a partir daqui decidimos que iríamos chegar na cidade e procurar por hospedagens Para não pegar lugares muito ruins. Logo que chegamos na cidade tivemos notícias ruins , O paso San Francisco estava fechado por causa de um grande desmoronamento de terra ocasionado por uma chuva muito forte que teve naquela região. Por causa disso tivemos que mudar nossos planos pois no dia seguinte nós iríamos fazer um passeio até o balcão de Pissis. Decidimos que iríamos dar uma descansada no dia seguinte e à noite iríamos às termas de Fiambalá. Compramos mantimentos nos mercados e fizemos nossa janta. Nessa noite tivemos a primeira discussão da viagem com uma parte das pessoas pensando em seguir o caminho por dentro da Argentina até o próximo passo que estivesse aberto e outra parte querendo esperar a abertura do passo São Francisco. Também tivemos uma grande discussão sobre se deveríamos reservar hospedagens ou chegar na cidade e procurar locais para dormir. Combinamos de não mais fazer reservas e seguir por dentro da Argentina até o paso Pehuenche que ficava 1200 km de onde nós estávamos.
  9. já vou parara aqui pra comentar que se vc comprou um lanche em GRU não jantou fora pq já tinha acabado seu orçamento pra comida do dia HAHAUAHAUAHA
  10. Dia #11 - La Spezia > Cinque Terre > La Spezia Quarta-feira, 17 de Setembro de 2025 Cinque Terre card: https://card.parconazionale5terre.it/en Optamos em comprar (com antecedência) o TRAIN CARD PLUS (€37 cada) pq com ele as viagens de trem entre as “terre” são ilimitadas. Além disso, ele também dá acesso à “Via Dell'amore”, uma via cravada nas rochas entre Riomaggiore e Manarola. Achamos que valeu muito! La Spezia > Riomaggiore Acordamos 8h, tomamos café e às 8h50 estávamos indo ao terminal pegar o trem para RIOMAGGIORE, a primeira das “terre”. Assim que chegamos em Riomaggiore decidimos ir direto para Manarola pela “Via Dell’amore” porque ainda estava com poucos turistas. Realmente a Via Dell’amore é maravilhosa! Super tranquila e bem curta (não deve dar 1km). Mas claro que você deve reservar um tempo para olhar as paisagens. Há alguns lugares pra sentar e apreciar a vista. Via Dell'amore Vista da Via Dell'amore Manarola, a 2ª “terre” Simpática e pequena cidade incrustada nas pedras. Caminhamos um pouco por ela e decidimos seguir caminhando até Corniglia. Seguimos um caminho beirando o mar, mas chegou uma hora que ele estava interditado. Parecia que parte da passarela tinha cedido. Voltamos um pouco e começamos a procurar um novo caminho. Manarola ***ATENÇÃO: O caminho alternativo de Manarola até Corniglia é ABSURDAMENTE longo e difícil. Eu NÃO ACONSELHO DE MANEIRA ALGUMA alguém fazer ele. Sério! Vimos umas pessoas subindo o morro atrás da cidade e decidimos segui-las. Mas não imaginávamos o apuro que iríamos passar. Era 9h30 e não havia uma nuvem no céu. A subida parecia interminável. Pelo caminho encontrávamos outros turistas que, assim como nós, pareciam estar perdidos. Conhecemos um casal de americanos que aparentavam ter uns 60 anos. Eles comentaram que costumam fazer trekking, mas nunca tinham passado por aquilo. Manarola vista de cima Manarola vista MAIS de cima Depois de 1h30 subindo degraus à beira de precipícios (muito, mas MUITO perigoso), chegamos a um vilarejo no alto da montanha: Volastra. Havia uma fonte com água potável. Devo ter bebido uns 5 litros d’água. Bem em frente à fonte tinha um mercadinho e compramos uma Birra Beroni 660ml (€3,50) pq não somos de ferro, né? Mais subidas em Volastra Pouco antes de começar a descer Corniglia lááááá embaixo. Descansamos um pouco e seguimos a caminhada. Começamos a deixar o vilarejo e o começo da trilha foi super tranquilo: plano e com uma mata que fazia uma agradável sombra. Mas a alegria durou pouco. Começamos a descer tudo o que tivemos que subir. Aí foram mais 1 hora de descida por caminhos cheios de pedras soltas (quase torci o pé umas 5x). Fomos chegar em Corniglia por volta das 13h, mortos de cansaço, sede e fome. Corniglia, a 3ª “terre” Logo na chegada achamos outra fonte d’água e bebemos mais 5 litros. Enchemos as garrafinhas e fomos procurar um restaurante para almoçar. Fomos ao IL PIRÚN. Pedimos de entrada uma salada caprese. Depois um pacheri com camarão e Spaghetti com frutos do mar. Tomamos uma cerveja. Estava tudo delicioso e a conta ficou €45. Pegamos mais uma cerveja num mercadinho (€3) e fomos à GELATERIA CORNIGLIA. Pedimos pistache e baunilha, torta di riso e caramelo salgado(€4 cada). Estavam muito bons! Depois da experiência traumática do trekking entre os vilarejos decidimos ir só de trem à partir de agora. Descemos uma escadaria IMENSA até a estação de trem de Corniglia. Casa de Corniglia Vernazza, a 4ª “terre” Mais um simpático vilarejo, mas esse tinha um diferencial: uma minúscula praia. Na real era um pequeno monte de areia onde dava acesso ao mar. Mas ainda assim tinha gente lá tomando sol e curtindo a água. Ali perto tem a IGREJA DE STA MARGHERITA DI ANTIOCHIA, que é bem rústica e simples. Nas proximidades tem um buraco no meio das montanhas que dá pra ver o outro lado, mas não achei nada de mais. Voltamos à estação e pegamos o trem para Monterroso. "Mini praia" de Vernazza Monterosso, a 5ª “terre” A cidade lembra os “balneários” do Brasil. Tem uma praia (de pedras, não areia) bem maior que a da cidade anterior, mas ainda assim pequena. Estava lotada de banhistas! Há um calçadão que vai margeando a praia. Caminhamos um pouco, descansamos e voltamos para a estação. Praia de Monterosso Tínhamos decidido voltar até Manarola e fazer a “Via Dell’amore” ao contrário. Chegamos à plataforma e tinha um trem na plataforma, prestes à sair, indicando “La Spezia”. Pensamos: bom, se vai voltar para La Spezia, obrigatoriamente vai ter que passar por Manarola. Entramos correndo com as portas fechando. Mas o trem era o “Inter City” e ele ia direto para La Spezia, sem parar em nenhuma outra “terre”. O cobrador veio conferir nossos bilhetes e disse que não era válido. Mas ele foi muito gente boa e disse que não iria nos cobrar nem multar, era só a gente descer na próxima estação. ***DICA: Atente-se aos trens! Pegamos um trem de volta para Manarola e fizemos novamente o “Camino Della Amore”, mas dessa vez no sentido inverso. Via Dell'amore na volta Chegamos em Riomaggiore e fomos ao centro. Pra chegar lá tem que passar por um tûnel de uns 300m. Caminhamos por pouco tempo e não notamos nada de interessante. Paramos num restaurante chamado La Pampara e tomamos 2 pints de Carlsberg (€6,50 cada). Serviram de cortesia umas porções de amendoim e batata chips. Ruas de Riomaggiore Voltamos pra estação e pegamos um trem de volta à La Spezia. No caminho passamos no mercado (€25). Chegamos em casa MORTOS de cansados. Tomamos banho, jantamos e fomos dormir. Km à pé: 17,5 km Gastos: €174 (continua)
  11. Moro em floripa, onde se hospedar vai depender muito do que vc quer ver e como vai se locomover. Se estiver de carro, fique no centro. Terá fácil acesso às praias do norte e do sul, e terá o movimento da cidade à noite, para caminhar na av. Beira mar e curtir lugares como o armazém rita Maria, pátio milano, bares do centro-leste, Franz cabaret, etc. Sem carro, escolha entre o norte ou o sul, e fique mais na região escolhida. Eu ficaria no campeche, e aproveitaria as praias da região. Mas o norte tbm tem muita coisa, e a região da lagoa é bem bacana (mas já foi melhor, tá meio caidinha atualmente). Hoje minhas praias favoritas são a lagoinha do norte, açores, cachoeira do bom jesus e campeche. Mas visite tbm jurere e armação/matadeiro. Se der, faça a trilha da lagoinha do leste e da costa da lagoa. Em tempo, na lagoa da Conceição tem o passeio de escuna (lady manoela), 35 reais por 1h, com parada pra banho, vale super a pena. Pra comer, tem o boteco do ori, na região do Santa Mônica (muitas opções ali à noite), além de coisas legais em Santo antonio de lisboa e sambaqui.
  12. E aí, pessoal! Espero que estejam bem! Venho compartilhar um pouco da minha viagem pela Patagônia chilena e argentina feita sozinha entre os dias 20/11 e 07/12/25. Optei por fazer o relato dividido em tópicos para tentar deixar as informações mais organizadas, focando no que eu acho que poderá ajudar mais outras pessoas (baseadas nas dúvidas e informações que eu mesma procurei para organizar o meu roteiro!). Ao longo do relato criei alguns links que podem ajudar. E se quiserem saber mais alguma coisa, ou que eu detalhe melhor, só me pedir! E para não ficar um único post muito extenso, vou fazer por partes, mas segue o que vocês encontrarão por aqui: 1. Contexto e Planejamento 2. Bagagens 2.1. Vestuário 2.2. Demais itens 3. Roteiro 4. Clima 5. Dinheiro / câmbio 6. Hospedagens 7. Transporte 8. Alimentação 9. Passeios ----------------------------------------------------------------------------------------------------------- 1) CONTEXTO E PLANEJAMENTO Patagônia estava na minha lista há pelo menos 10 anos (quando conheci esse fórum). Tinha como critérios para a viagem fugir da alta temporada e pegar um clima bom (ainda que seja instável, queria minimizar os riscos de ter o roteiro com muitas alterações no meio do caminho). Nas pesquisas vi que um bom período seria no início do verão ou no final dele. Sempre tento otimizar os dias de férias do trabalho (como todo bom CLT hhahahha) então peguei 15 dias que viraram 19 pela emenda do feriado de 20/11. Então casou bem com o período que queria viajar. Meu estilo de viagem é mais correria mesmo pra tentar otimizar os dias e conhecer o máximo possível e não tanto em profundidade/qualidade (penso que posso voltar numa outra oportunidade para conhecer melhor, e caso não volte, fico satisfeita em ter conhecido os pontos fortes de cada lugar). Foi minha segunda viagem solo, sendo a primeira internacional com foco em turismo. O roteiro foi quase que milimetricamente desenhado justamente para conseguir fazer tudo o que eu queria e otimizar os dias de viagem (mesmo que sacrificando um pouco o orçamento - vinha me planejando para isso há bastante tempo). Comprei as passagens de avião da ida e da volta no final de junho. Fiz a maioria das reservas de hospedagem inicialmente pelo booking.com em julho/agosto. Em todas as reservas, optei pela tarifa com cancelamento gratuito, que no final foi bom porque acabei achando melhores opções/preços e consegui fazer os cancelamentos sem taxas. A passagem de avião El Calafate -> Ushuaia eu só comprei no começo de novembro porque fiquei monitorando os preços e não baixava nunca! hahaha. E quando baixou, eu não comprei e me ferrei. Aí comprei quando baixou um pouquinho e porque já estava muito próximo da viagem. Todos os trajetos de ônibus comprei com cerca de 2-3 semanas de antecedência aqui do Brasil, pagando com o cartão Wise. Nunca tinha feito trilha, apesar de curtir a ideia/vibe, mas já vinha me preparando mental e fisicamente para elas ao longo de 2025. Deixei para decidir a ordem dos passeios, principalmente das trilhas, bem perto das datas programadas para levar em consideração a previsão do tempo. O único passeio que fechei com antecedência foi o mini trekking no Perito Moreno. Internet: eSIM com 10GB disponíveis - usei apenas 2,1GB a viagem inteira. Era basicamente Google Maps/Drive e WhatsApp e sempre que estava na hospedagem ou em algum estabelecimento, usava o WiFi. E claro, peguei muita informação nos relatos daqui e tive muita ajuda de vcs! Já fica o agradecimento! 2) BAGAGENS 1 mochilão de 40L (modelo 'Travel 100' da Forclaz / Decathlon) como bagagem de mão / mala de cabine (peso ~8-9kg) As roupas foram organizadas entre bolsinhas de compressão (packing cubes) e sacos à vácuo para itens mais volumosos (calças de trilha e casacos) 1 mochila 30L como item pessoal (peso ~3-4kg) 1 pochete com os documentos 2.1) Vestuário 1 calça tipo cargo de sarja leve (sempre ia vestida com elas durante os trajetos. Confortável, com elástico na cintura e na barra para não ficar arrastando no chão, principalmente pra usar banheiros hehehe) 2 calças de trilha, sendo 1 tipo 'modular' (vira shorts) e outra mais quentinha para neve (forrada por dentro) - ambas Decathlon 1 legging de trilha Decathlon 1 legging / segunda pele Decathlon 1 calça pantalona soltinha (para andar pela cidade ou ficar nas hospedagens) 4 camisetas Insider (vestindo uma delas) 1 blusinha viscose 1 camiseta algodão 1 manga longa 70% merino Decathlon 1 manga longa segunda pele genérica Shopee 1 shorts de academia + 1 regata (ficar nas hospedagens / pijama) 3 tops de academia + 1 sutiã (vestindo) 10 calcinhas 2 pares de meias para trilha Selene (vestindo uma delas) 2 pares de meias cano baixo (para o outro tênis que levei) 2 pares de meias cano médio tipo 'dry fit' Lupo 1 Casaco impermeável e corta vento Decathlon 1 Casaco 'híbrido' (corta vento e fleece por dentro) Kailash 1 Fleece Decathlon 2 echarpes / lenços 1 par de luvas 1 gorro 1 boné 2 bandanas circulares 1 faixa / joelheira 1 chinelo 1 par de tênis casual (Vans Ultrarange) 1 par de botas de trilha Vegano Shoes (sempre vestindo nos trajetos) 2.2) Demais itens Eletrônicos: fone de ouvido, câmera, tripé, powerbank, cabos e carregadores, adaptador universal de tomada, etc. Kit básico de medicamentos conforme já estou habituada a usar Kit de higiene e cuidados com a pele (todos em frascos pequenos em quantidades suficientes para a viagem) Um 'pipizito' de silicone mais molinho, dobrável, tipo um urinol para mulheres conseguirem fazer xixi em pé (AliExpress). Óculos de grau extra Óculos de sol 2 cadeados para malas / lockers 1 lanterna pequena 1 lanterna de cabeça 1 toalha de microfibra grande (banho) 2 toalhas de microfibra pequenas (rosto) 2 fronhas (sempre levo, prefiro usar as minhas hehehe) 1 ecobag dobrável 1 malinha dobrável 1 térmica pequena para café (250ml) 1 garrafa térmica para água (1L) 1 copo de silicone retrátil (não precisei usar) 1 kit de talheres dobráveis 2 potinhos para levar comidinhas/lanches, sendo 1 de silicone retrátil 3 sachês drip coffee (viciadinha de leve xD) 3 sachês de whey protein 30g cada 3) ROTEIRO 20/11/25 (5a feira): ✈ São Paulo (BR) --> Punta Arenas (CL) Voo de madrugada com conexão em Santiago Tarde: livre para passear pela cidade, fazer mercado 21/11/25 (6a feira): 🛌🏻 Punta Arenas (CL) Manhã: Passeio Navegação Ilhas Marta e Magdalena Tarde: Passeio Forte Bulnes 22/11/25 (sábado): 🚍 Punta Arenas --> Puerto Natales (CL) Manhã: trajeto de ônibus (saída às 10:00h) Tarde: livre para passear pela cidade, fazer mercado e fechar passeios. 23/11/25 (domingo): 🛌🏻 Puerto Natales (CL) Trilha até Base de Torres del Paine (optei por fazer com agência e detalho melhor no tópico dos passeios) 24/11/25 (2a feira): 🛌🏻 Puerto Natales (CL) Manhã: Passeio Navegação Balmaceda e Serrano Tarde: livre / descanso 25/11/25 (3a feira): 🚍 Puerto Natales (CL) --> El Calafate (AR) Manhã: trajeto de ônibus (saída às 7:30h). Processo da fronteira foi super tranquilo, sem filas ou esperas muito longas. O trajeto completo de uma cidade a outra levou 6h no total. Tarde: livre para passear pela cidade, fazer mercado e fechar passeios. 26/11/25 (4a feira): 🛌🏻 El Calafate (AR) Passeio Todo Glaciares 27/11/25 (5a feira): 🛌🏻 El Calafate (AR) Passeio Glaciar Perito Moreno + Mini trekking 28/11/25 (6a feira): 🚍 El Calafate --> El Chaltén (AR) Manhã: trajeto de ônibus (saída às 8:00h). Precisa pagar uma 'taxa de uso do terminal' em um guichê específico antes de se apresentar no ônibus. 3.000 ARS. Tarde: Trilha Chorrillo del Salto 29/11/25 (sábado): 🛌🏻 El Chaltén (AR) Trilha Laguna de Los Tres / Senda Fitz Roy 30/11/25 (domingo): 🛌🏻 El Chaltén (AR) Mirador de los Cóndores / Mirador de las Águilas 01/12/25 (2a feira): 🛌🏻 El Chaltén (AR) Glaciar Huemul e Lago del Desierto 02/12/25 (3a feira): 🚍 El Chaltén --> El Calafate + ✈ El Calafate --> Ushuaia (AR) Manhã: trajeto de ônibus (saída às 8:00h). Também precisa pagar a 'taxa de uso do terminal'. 2.000 ARS. Desci na parada do aeroporto; precisa avisar o motorista pois a bagagem fica separada de quem desce na rodoviária. Tarde: voo pra Ushuaia (era às 15:30h mas atrasou pouco mais de 1h). 03/12/25 (4a feira): 🛌🏻 Ushuaia (AR) Manhã: Trilha Laguna Esmeralda (com @omarciopereira e Clarice) Tarde: livre para passear pela cidade e fechar passeios. 04/12/25 (5a feira): 🛌🏻 Ushuaia (AR) Manhã: Passeio Navegação Isla Redonda Tarde: Passeio Navegação Canal Beagle 05/12/25 (6a feira): 🛌🏻 Ushuaia (AR) Manhã: Passeio Parque Tierra del Fuego (com @omarciopereira e Clarice) Tarde: livre para passear pela cidade e arrumar as mochilas 06/12/25 (sábado): ✈ Ushuaia --> Buenos Aires (AR) --> São Paulo (BR) Manhã: terminar de arrumar as mochilas Tarde: voo para Buenos Aires (18:40h) 07/12/25 (domingo): ✈ Buenos Aires (AR) --> São Paulo (BR) Voo de madrugada e chegada em SP às 6h. 4) CLIMA Reforçando o @omarciopereira (que fez a viagem com a Clarice no mesmo período, mas com itinerário um pouco diferente - o relato dele está aqui com mais informações e dicas boas!), demos MUITA sorte com o clima. Apesar de já ser um período favorável por si só, sabemos da instabilidade patagônica - quase sempre vai acabar com muito vento, montanhas encobertas e alguma chuva no meio do dia. Pegamos praticamente todos os dias de céu azul e limpo. Em Ushuaia, peguei um pouco de chuva no passeio do Canal Beagle; e no meu retorno da Laguna Esmeralda, peguei uns 2 minutos de uma leve neve - apesar de ter achado que eram mini granizos na hora (capturei minha reação em vídeo, foi engraçado!). Apesar não ser o auge do verão, já escurece bem tarde, por volta das 21h30 - dá pra aproveitar muito mais o dia! Na real, me deu até uma bugada, porque eu queria ir dormir cedo, mas nunca conseguia hhahahha. 5) DINHEIRO / CÂMBIO Levei os cartões de débito Wise e Nomad e outros 3 cartões de crédito de bancos diferentes como plano B (não precisei usar). Fui comprando dólares aos poucos ao longo de 2025, concentrando principalmente na Wise porque a cotação sempre era melhor do que na Nomad. Nesse período, peguei a cotação de 1 USD variando entre ~5,40 a ~5,80 BRL considerando VET (taxa efetiva final com IOF e taxas de conversão). Fiz apenas 1 saque em caixa eletrônico durante a viagem inteira, lá no aeroporto de Santiago (durante a minha conexão), usando o cartão da Wise. A ideia era pagar o hostel porque tinha lido que só aceitavam pagamento em dinheiro, mas aceitaram cartão e não houve nenhum acréscimo no valor por isso, então paguei com Wise mesmo. Saquei 100.000 CLP e o caixa (do banco Santander) cobrou 8.500 de taxa. Isso me custou 117,16 USD no total (com a taxa do banco e da conversão da Wise). Fui usando esse dinheiro para compras no mercado e alguns restaurantes, tanto em Punta Arenas como em Puerto Natales. O restante que sobrou (pouco) eu troquei por ARS numa casa de câmbio em El Calafate (nem vi a cotação, só troquei) e usei pra pagar as taxas das rodoviárias e algumas lembrancinhas. Todo o restante dos gastos paguei usando os cartões da Wise ou da Nomad (só usei Nomad quando acabava o saldo da Wise e só percebia quando a compra era recusada por falta de saldo ahhahaha). Foram aceitos em todos os lugares que passei. E dei sorte do dólar não estar tão alto durante a viagem, então ia comprando na Wise conforme necessário. Também paguei algumas coisas usando transferência bancária pela Wise (explico melhor em outro tópicos do relato) e link de pagamento de alguns passeios, também usando o cartão da Wise. Cotações aproximadas na época (valores que eu usava pra converter de cabeça): 1000 CLP = 6 BRL 1000 ARS = 4 BRL (continua...)
  13. 9) PASSEIOS Punta Arenas (CL) Navegação Ilhas Marta e Magdalena (duração ~5h) ⭐⭐⭐⭐ Comprei com uns 2 dias de antecedência aqui do Brasil pelo site Denomades porque estava um pouco mais barato. Apesar de ter lido algumas avaliações ruins do site, deu tudo certo e o passeio propriamente foi feito com a agência Solo Expediciones Não era o auge dos pinguins, que de fato aparecem no verão. Mas deu pra ver um ou outro até que bem de pertinho. São muito fofos! hahaha Forte Bulnes (duração ~4h) ⭐⭐⭐ Também comprei pela Denomades junto com o passeio da Ilha Magdalena e a agência que fez o passeio foi a Caminos Tour Precisa pagar à parte a entrada no Forte e aceitam cartão: 20.000 CLP (achei caro). Guia muito bom e foi praticamente um tour privado, pois estávamos só eu e mais um casal da Espanha Não é um passeio imperdível, mas quis aproveitar o único dia inteiro que tinha na cidade Puerto Natales (CL) Trilha até Base de Torres del Paine ⭐⭐⭐⭐⭐ Como mencionei, não sou de fazer trilhas e considero que essa foi a primeira (pra começar bem hhahaha). Como estava sozinha e o Parque fica longe da cidade, optei por pagar um tour com guia pra me sentir mais segura. Estava em dúvida entre os dias 23 e 24, pois ambos tinham uma previsão do tempo bem favorável. Escolhi dia 23. Também fiz com a Caminos Tour e fechei no dia anterior, tudo pelo WhatsApp. Atendimento muito bom, e como tinha feito o passeio em Punta Arenas com eles, me deram um descontinho. Paguei via link com o cartão da Wise. 70.000 CLP. Incluía o transporte, guia e bastões de trekking Fomos em um grupo de 7 pessoas: um casal da Espanha, uma moça e um moço irmãos (acho que são do Chile) e outros 2 viajantes solos: a Chio, do México e o Jurgen da Holanda. O guia Ernesto sensacional, super atencioso e paciente. Grupo todo foi incrível, de pessoas muito tranquilas e do bem! Dei sorte! Acho que não preciso dizer sobre a experiência que é fazer essa trilha: surreal! Principalmente pra mim que não tenho esse hábito, foi uma vivência única! Confesso que estava um tanto apreensiva, ansiosa de como seria, se eu daria conta, se passaria algum perrengue... mas no final deu tudo certo! Até me emocionei em um momento lá sentada olhando pras torres, pensando em tudo o que vivi, as perdas que tive no ano anterior e a superação de estar ali vivendo aquilo. Mas o dia propriamente não começou muito bem. Houve uma desinformação por parte da pessoa que me atendeu no WhatsApp que me passou o horário errado que me buscariam no hostel. Sorte que eu já estava pronta, mas ia começar a tomar o café da manhã quando o guia chegou. Saí meio correndo e não deu tempo de comer e nem lembrei de abastecer minha térmica com o café. Isso me gerou um pouco de frustração e somou com a ansiedade de como seria o dia, mas logo passou. Outro ponto é que o grupo era mais experiente em trilhas e caminhava super rápido. O guia já tinha dito que o objetivo era chegar no topo e que a estratégia seria acelerar sem parar tanto para fotos, pois poderíamos fazer isso na volta. Então a galera rushou! hahahaha. Eu sempre ficava pra trás, por último, e isso no começo também estava me deixando um pouco frustrada. Mas depois aceitei e fui no meu tempo. Fizemos poucas paradas para dar alguns goles de água e tirar ou colocar o casaco, mas nada mais do que 5 minutos, exceto no Acampamento Chileno onde paramos por mais tempo para comer. Ali, como estava sem café, acabei comprando um e também tive que usar o banheiro pra garantir a bexiga vazia pelo menos por mais algumas horas. 6.000 CLP o café e o banheiro! 😵 Subimos em cerca de 4h: começamos às 8:45h, chegamos no Acampamento Chileno às 10:20h - ficamos uns 30-40 min - e chegamos na base de TDP ~12:45h. Ficamos até umas 14h e pouquinho e começamos o retorno. A volta foi a pior parte, principalmente pros meus joelhos (tenho condropatia patelar bilateral). Comecei descendo bem rápido, talvez pra tentar acompanhar o ritmo do pessoal e por sentir uma certa 'pressão' das pessoas que vinham atrás, de não querer atrapalhar o ritmo delas (coisa da minha cabeça, bastava deixá-las passar 🤦🏻‍♀️). Essa também foi a percepção do guia, que desta vez ficou por último para garantir que todos descessem em segurança. Então ele me acompanhou o caminho todo, já que os demais estavam sempre à frente. Precisei fazer xixi de novo na volta e tinha um banheiro pouco depois de terminar a descidona (se soubesse, não teria pago lá no Acampamento hahaha). Passamos por lá umas 15:00h. Chegando no Acampamento Chileno, paramos por uns 10-15 minutos para descansar. Coloquei a joelheira e tomei um ibuprofeno. O restante do caminho fui mais devagar e o guia sempre comigo também dizendo para eu ir com calma, pois não havia pressa. Foi um querido! E por fim, chegamos no Centro de Visitantes por volta das 18:00h para iniciar o retorno até Puerto Natales. Navegação Balmaceda e Serrano half day (duração ~6h) ⭐⭐⭐⭐ Dia de passeio para descansar do dia anterior. Optei por essa navegação de meio período (também tinha outra opção full day e mais caro ainda). Mais uma vez, fechei pelo WhatsApp no dia anterior e paguei via link com Wise. 120.000 CLP Fiz com a agência TodoPatagonia e achei o passeio muito legal e lindo! Descemos do catamarã pra ver apenas o Glaciar Serrano, fazendo uma rápida caminhada de uns 20 minutos dentro do Parque Bernardo O’Higgins. O Glaciar Balmaceda avistamos durante a navegação mesmo. Teve whisky mas sem gelo hahaha acho que não conseguiram 'pescar' um. El Calafate (AR) Todo Glaciares ⭐⭐⭐⭐⭐ Fechei no dia anterior pelo WhatsApp e paguei via link com Wise. 270.000 ARS Passeio caro, mas muito, muito legal! Poder ver icebergs assim tão de perto foi muito foda! E o Refugio Spegazzini onde descemos é muito lindo! Sentei numa espécie de deck com sofázinhos pra comer, que vista maravilhosa! É outro passeio que não se tem muito o que descrever. É sobre estar ali, sentir e ‘ver com os próprios olhos’ (e ainda sim não acreditar hahaha). Glaciar Perito Moreno + Mini trekking ⭐⭐⭐⭐⭐ Outro passeio que não preciso falar muito, né? Sensacional! Foi caro, mas valeu a experiência! O atendimento, organização e os guias durante o passeio foram excelentes tb. E mais uma vez, foram me buscar no hostel um pouco mais cedo do que o informado, mas pelo menos já estava terminando de tomar o café. O Eugenio (proprietário) foi me avisar e ainda foi um fofo e disse que lavaria pra mim a louça que eu usei no café! Só que nisso que saí correndo, adivinhem? Esqueci de pegar meu almoço que estava na cozinha compartilhada lá no imóvel do outro lado da rua 🙄. Fui a primeira que buscaram, e quando fomos pegar uma outra moça num hotel próximo, me dei conta do esquecimento. Comentei alto, meio que reclamando comigo mesma, e além da moça fofa falando que dividiria o salgadinho dela comigo, o motorista foi outro querido que disse que voltaria pra eu pegar meu lanche (estávamos a 2 quadras do hostel). Almoço garantido! 🤩 A van ainda pegou mais umas pessoas e depois fomos até um ponto de encontro para trocar de transporte. Passamos para um ônibus onde já tinham mais pessoas. Sentei ao lado de uma moça que parecia estar sozinha tb. Cumprimentei em espanhol e depois ouvi ela falando português! Era a Ana Paula! Fizemos o mini trekking em 2 grupos separados (por idioma - espanhol e inglês), mas depois andamos juntas nas passarelas, uma tirando foto da outra! Muito querida e gente boa tb! Sobre o ingresso para o Parque Nacional: eu já tinha comprado com antecedência no site oficial, mas o ônibus para na entrada para verificar quem não tem e comprar ali na hora (dinheiro ou cartão). Ouvi/li outros relatos que nesse passeio combinado, o tempo nas passarelas é curto - e eu também achei. Aquela vista é tão maravilhosa e surreal que eu queria ter ficado mais tempo para apreciar com calma e ver o Perito Moreno de outros ângulos. (continua...)
  14. Numa boa, o serumano ia para Angra dos Reis e desiste por causa de R$ 23,75? É o pobre prêmio plus, não?
  15. 7) TRANSPORTE Fora os trajetos de avião e ônibus já mencionados no roteiro: Punta Arenas (CL): Fiquei meio perdida quando cheguei, queria procurar alguma opção de ônibus do aeroporto até o centro da cidade, mas como já estava cansada, optei pelo táxi mesmo. Caríssimo!!! Foi pelo taxímetro mas deu 20.000 CLP. Restante fiz tudo a pé, incluindo ida até a rodoviária, pois só circulei ali pela região central Puerto Natales (CL): Tudo a pé, incluindo ir/voltar da rodoviária El Calafate (AR): Tudo a pé, incluindo ir/voltar da rodoviária Para o aeroporto, desci direto do ônibus voltando de El Chaltén El Chaltén (AR): Tudo a pé, incluindo ir/voltar da rodoviária Obs: como comprei as passagens com certa antecedência, consegui reservar o assento na primeira fileira do andar de cima do ônibus indo de Calafate pra Chaltén. Se fizer o trajeto durante o dia, vale muito a pena! A chegada próxima da cidade por si só é um espetáculo quando o Fitz Roy começa a dar as caras! Ushuaia (AR): Do aeroporto até o centro: Uber (cadastrei o cartão Wise). 6.377 ARS. Do centro até o estacionamento da Trilha Laguna Esmeralda: Uber / Remis solicitado pelo @omarciopereira. 20.000 ARS dividido em 3 pessoas. Retorno do estacionamento da Trilha até centro: combinado no particular com o mesmo Uber (Maxi). 20.000 ARS. Paguei por aquele esquema de transferência bancária usando Wise, mas o Maxi disse que o banco dele cobrou uma taxa do montante que eu transferi pra ele. Fica a recomendação do Maxi aqui, podem chama-lo no WhatsApp. Ele não fala inglês, mas a comunicação no 'portunhol' foi bem possível. Importante ressaltar que ele tem autorização/credencial para circular dentro do Parque Tierra del Fuego. Verifiquem isso caso optem também por fazer o passeio de forma particular (falo melhor sobre isso na parte dos passeios). Do centro até o aeroporto: Uber. 5.506 ARS. 8 ) ALIMENTAÇÃO Vale reforçar que peguei uma Argentina muito cara, mais do que no Chile no geral. E a gente percebe bem essa diferença quando olha pra alimentação, porque nossos hábitos alimentares tendem a ser os mesmos e é mais fácil pra comparar com os custos nas cidades onde moramos. Geralmente não tenho foco gastronômico em viagens; sou daquelas de comer (quase) qualquer coisa. Maaaaaasssssss o que me pega é o café! Então nessa viagem eu troquei fácil uma refeição em restaurante por um café com docinho numa cafeteria mais legalzinha (vocês vão notar!). Pra quem também é cafezeiro ou cafetina (hauhhauaau), ficam minhas recomendações! Não como carne vermelha e nem frango, apenas peixe (e ovos, derivados do leite, queijos, etc.). Então isso também me limitou um pouco das opções na Argentina. Estou numa fase mais 'fitness', tentando priorizar proteína em todas as refeições, mas não me privei de nada e não fiquei noiada. Acabei comendo até bem mal pros meus padrões atuais. Em todas as cidades fiz mercado e vivi praticamente a base de sanduíche de atum com queijo e magdalenas (bolinhos) hahahaha Os sachês de whey que levei, priorizei nas hospedagens onde não tinha café da manhã e nos dias mais corridos em que não daria tempo de comer nada mais proteico antes dos passeios. Dividi cada sachê de 30g em 2 porções, consumindo com iogurte. Teria levado 1 ou 2 sachês a mais pela praticidade. Peguei algumas recomendações de restaurantes aqui nos relatos, mas a maioria eu dei uma explorada no Google Maps durante o planejamento, olhava o cardápio quando disponível online para ver as opções e uma noção de preços e anotava para tentar ir. Claro que marquei muito mais lugares do que consegui ir, mas com algumas exceções, gostei muito das escolhas. ARGENTINA - MERCADO LA ANOMINA (dica do @omarciopereira): existe um 'programa' de descontos do próprio mercado, o Plus, mas não dá pra turista se cadastrar (eu tentei usando o passaporte, mas não deu certo - precisa do documento argentino). Porém, sendo cara de pau, dá para pedir para algum morador local fazer a inclusão do número do programa na hora de passar as compras no caixa. Alguns itens têm bons descontos, então dependendo do que for comprar, vale a cara de pau! hahahah. Não é nada que seja proibido, que precisa pedir escondido dos funcionários do mercado. E fica a dica também de anotar o número e usar outras vezes sem precisar pedir para outra pessoa. Fiz isso tanto em Calafate como Ushuaia. Punta Arenas (CL): Gud Mood Cafe (sanduíche salmão + cappuccino + cheesecake) = 18.260 CLP ⭐⭐⭐⭐⭐ Restaurante Azuca Coffee (sanduíche de merluza com fritas) = 14.289 CLP ⭐⭐⭐⭐ Mercado Unimarc e outros menores (pão, atum, iogurte, água, bolinhos, salgadinho, etc.) = 12.320 CLP Puerto Natales (CL): Holaste! Specialty Coffee (toasts veganos + cappuccino + doce de maçã) = 16.830 CLP ⭐⭐⭐⭐ Esse doce de maçã era gostoso, mas não achei nada de mais... teria escolhido outra coisa! O restante estava maravilhoso! Tava com tanta fome nesse dia que só lembrei de fotografar os toasts quando já tava quase terminando hahahaha! Restaurante La Terraza (salmão ao molho de cogumelos com purê de batatas) = 20.100 CLP ⭐⭐⭐⭐ Estava delicioso, mas a porção poderia ser um pouco maior pelo preço. Aoni Cafeteria (cappuccino + tortinha de blueberry) = 12.100 CLP ⭐⭐⭐⭐ Don Bosco Mercado/Padaria (sanduíche veggie + pão doce + água para trilha TDP) = 7.700 CLP ⭐⭐⭐⭐⭐ Mercado Unimarc (pão, atum, iogurte, água, bolinhos, chocolate, etc.) = 15.914 CLP El Calafate (AR): Veggies Patagonicos (cappuccino + alfajor) = 10.800 ARS ⭐⭐⭐⭐ Big Pizza (5 empanadas) = 14.000 ARS ⭐⭐⭐⭐ Heladeria Acuarela (menor tamanho com 2 sabores - um deles foi o clássico de calafate e o outro não lembro, mas maravilhosos!) = 4.700 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Koonek Alfajor (1 unidade com recheio de calafate) = 2.500 ARS ⭐⭐⭐ Padaria Don Luis (espresso duplo + bolo) = 13.000 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Padaria Don Luis (sanduíche veggie) = 9.500 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Foi meu almoço no dia do Perito Moreno Restaurante La Tolderia (truta com salada e legumes assados + couvert) = 41.140 ARS ⭐⭐ Foi um dia que decidi gastar pra comer um pouco melhor - estava precisando de 'comida de verdade' - mas tive a maior decepção gastronômica da viagem! Não exatamente porque a comida em si era ruim, mas porque minhas expectativas que estavam altas e paguei super caro. O prato em si era o peixe com um acompanhamento (escolhi a saladinha) e os legumes pedi como porção à parte. O peixe tinha mais espinhos do que carne, filé super fino e meio ressecado; os legumes estavam saborosos, mas assados demais, muito molengas. 🥴 Talvez o forte deles seja a carne mesmo. Olivia Coffee Shop (espresso + cheesecake) = 12.100 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Mercado (pão, atum, requeijão, iogurte, queijo, frutas, bolinhos, ovos, etc.) = 23.896 ARS El Chaltén (AR): La Wafleria (café c/ leite + waffle com geleia de calafate) = 17.500 ARS ⭐⭐⭐ Estava gostoso, mas nada de mais. E achei a porção pequena pelo preço (waffle fininho) La Esquina (lunch box veggie com sanduíche + saladinha + banana + castanhas para Trilha Fitz Roy) = 25.500 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Restaurante Mathilda (sanduíche de falafel + torta Franui) = 26.800 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ A melhor refeição que fiz na viagem toda! Estava muito bom e o atendimento foi maravilhoso. O couvert foi cortesia. Meme's Cake (cappuccino + Apple Crumble) = 9.500 ARS ⭐⭐⭐⭐ Padaria Lo de Haydee (cappuccino + cheesecake banana + 4 chipas) = 17.800 ARS ⭐⭐⭐⭐ Kiosko aleatório - não anotei o nome (sanduíche veggie + cookie) = 12.000 ARS Que Rika (2 empanadas) = 6.000 ARS ⭐⭐⭐⭐ Domo Blanco (sorvete pequeno 2 sabores - não lembro os sabores que pedi) = 5.000 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Mercado Lo de Lourdes (pão, atum, salgadinho, chocolate, bolinho, frutas, etc.) = 34.214 ARS Não achei o estabelecimento no Google Maps, coloquei a localização aproximada, mas fica ao lado do restaurante La Lomiteria. Era o mercado mais próximo do hostel, então acabava indo ali mesmo. Ushuaia (AR): Ana y Juana (mocaccino + brownie) = 11.500 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Xpresso Cafeteria (empanada + torta limão + cafe Chemex) = 22.500 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Tante Sara (cappuccino + bolo) = 17.000 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Un Buen Lugar (6 empanadas) = 17.000 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Muito muito gostoso! Tudo feio na hora, então demora um pouquinho mas vale a pena! Os sabores são divididos entre assados e fritos. Eu prefiro assado, mas a maioria dos sabores vegetarianos eram fritos. Xpresso Cafeteria (cappuccino pequeno + cheesecake) = 16.500 ARS ⭐⭐⭐⭐⭐ Mercado La Anonima (os itens da foto e mais algumas compras tipo mais água, pão, etc.)= 58.624 ARS Ushaia foi o único lugar onde consegui cozinhar uma refeição bonitinha, tanto pelo conforto de ter a cozinha livre, como pelo tempo. Quem quiser saber os preços de cada item, segue a nota. Cortou na foto, mas o desconto que tive usando aquele programa Plus foi de 4.300 ARS. (continua...)
  16. 6) HOSPEDAGENS Priorizei localização, conforto mínimo pras minhas necessidades e custo-benefício (nesta ordem). Na média, as acomodações ficaram entre R$200-300/diária, sendo que somente em El Chaltén peguei cama em quarto compartilhado e ficou menos de R$150 a diária. Por ser baixa temporada, peguei os hostels quase vazios. Conseguia ouvir que havia outros hóspedes, mas raramente cruzava com alguém ou pegava o banheiro/cozinha ocupados quando queria usar (exceto El Chaltén que estava mais movimentado, mas ainda sim, não lotado). Punta Arenas (CL): Hostal Balmaceda Quarto individual com banheiro privativo; sem café da manhã Reservei pelo booking.com e fiz o pagamento integral no momento do check-in (usei cartão da Wise). Localização excelente, perto de tudo. A rua tem várias "casas noturnas" (leds escrito 'drinks' e fotos de mulheres semi nuas hahahah). Mas não interferiu na minha sensação de segurança, mesmo caminhando à noite, e nem em barulho. Na real, eu mal via movimentação perto desses bares. Imóvel meio antigo, piso de madeira que faz barulho quando anda. Imagino que em alta temporada, a circulação das pessoas pode incomodar. Apesar disso, o quarto que peguei estava bem novinho, o banheiro parecia reformado. Possui geladeira para hóspedes e uma área de refeições com pratos, copos/xícaras, talheres, chaleira e forno elétrico. Puerto Natales (CL): YaganHouse Quarto individual com banheiro compartilhado; com café da manhã Reservei direto com a hospedagem por email e WhatsApp (o preço foi bem menor do que consta no site deles) e tive que fazer o pagamento integral antecipado via link de pagamento (usei Wise). Só consegui aproveitar o café da manhã completo no último dia, pois nos dias anteriores tive que sair cedo para os passeios, então só consegui pegar fruta e café pra levar. Mas fica uma pessoa preparando ovos na hora e servem uma porção de manteiga e de geleia, frios, pão e ficam disponíveis frutas, iogurte, café. Gostei muito também, excelente localização e estrutura da cozinha; a decoração e a vibe do lugar são um charme e o quarto que fiquei era uma gracinha! Aqui também vale mencionar o detalhe do piso de madeira que faz barulho quando andam pelo corredor dos quartos. Não chegou a me incomodar, mas fica como ponto de atenção se isso for um critério importante na hora de escolher a acomodação. El Calafate (AR): Lago Argentino Hostel Quarto individual com banheiro privativo; com café da manhã Tinha reservado pelo booking.com um quarto também individual, só que menor, e depois vi no site do próprio hostel um quarto um pouco maior e um pouco mais barato. Então cancelei e reservei direto com a hospedagem. Fiz o pagamento integral no momento do check-in e, para ter um descontinho, o proprietário aceitou transferência bancária (ele viu o cartão verde da Wise e disse que outro hóspede tinha feito o mesmo processo e tinha dado certo). Usei o app da Wise, mas precisei incluir a pessoa como contato e inserir dados bancários e de identificação. A transferência não cai na conta da pessoa na hora, demora algumas horas mas dá pra acompanhar tudo pelo app e fornecer um link pra pessoa também acompanhar o andamento. É bom avisar antes, porque a destinatário pode não concordar ou ficar desconfiado. No caso, ele topou e deu tudo certo! Proprietário (Eugenio) muitíssimo gente boa, super acolhedor, comunicativo e deu várias dicas da cidade e dos passeios. O hostel fica dividido entre 2 imóveis, atravessando a rua. Em um deles ficam a recepção, os quartos e cozinha compartilhados; no outro (que eu fiquei), os quartos individuais e o café da manhã. É muito lindo, colorido e cheio de flores! Apesar de ficar um pouco fora do eixo da avenida principal, achei a localização muito boa. Só se atentarem às travessas porque nem todas caem em linha reta na avenida principal. Lago_Argentino_Hostel.mp4 El Chaltén (AR): Patagonia Travellers Hostel Cama em quarto misto com 4; sem café da manhã Reservei pelo site deles e um tempo depois mudei o roteiro, aumentando um dia na cidade. Fiz a solicitação por email e deu tudo certo. Pagamento no check-in usando o cartão da Wise, sem acréscimos ou taxas. Muito bom hostel, gostei da localização pois fica quase que no meio da avenida principal, então eu estava numa distância praticamente igual para a entrada das trilhas do final e do começo da avenida. Ótima estrutura no geral, cozinha e staff. Estava com receio do quarto ser misto por ser uma mulher viajando sozinha, mas dei bastante sorte! Dividi o quarto com um casal (Eddie e Elise) e um rapaz (Drew), todos americanos e bem jovenzinhos hhahaah. Foram muito tranquilos e respeitosos, bem gente boa! A vista do refeitório do hostel 😍: Ushuaia (AR): Apartamento Viejo Lobo - Aunaisin Apartamento inteiro Equilíbrio é tudo, né? hahhaha Como seria uma cidade com mais dias e menos passeios de ficar o dia inteiro fora (e porque achei por um preço 'ok'), optei pelo apartamento inteiro. Eles tem um site, mas reservei pelo booking.com porque o preço estava melhor. Paguei no check-in usando cartão Wise. Só uma observação que o processo do check-in não é muito facilitado. Precisei ir até um outro endereço para fazer o pagamento e pegar as chaves (fui avisada com antecedência, então do aeroporto peguei o Uber direto pra lá e depois era perto o suficiente para ir caminhando até o apto). Eu achei que seria um escritório, mas foi dentro de um mercadinho e quem me atendeu foi a moça do caixa. Fomos para os fundos do mercado, numa espécie de depósito junto com um mini escritório de fato (mesa, computador), mas achei estranho! Ela estava com um papel com todos os dados da reserva e deu tudo certo. O preço da reserva nesse papel estava separado em 2 partes - da acomodação propriamente e outro valor como 'taxas' e tive que pagar também separado (em maquininhas de cartão diferentes). Mas o preço final era o mesmo conforme a reserva do booking. Então não paguei nada a mais. O predinho era bem bonitinho, simples, antigo e bem residencial. E o apto também tinha um ar de antigo, não nas condições - que eram ótimas - mas na decoração, com piso e tons de madeira mais escuros, meio carregado, mas me atendeu super bem! Também gostei muito da localização. O atendimento também foi muito bom, tanto pelo chat do booking.com como pelo WhatsApp. Tive problema com uma frigideira que estava com algo grudado e derretido nela e não dava pra usar, assim como só tinha um rolo de papel higiênico em uso. Responderam rápido, mas só conseguiram me entregar os itens um dia e meio depois, mas não me prejudicou em nada; deixaram ambos numa sacolinha pendurada na porta pelo lado de fora. Outro ponto positivo é que bem perto do horário do check-out (às 10h) eu perguntei se poderia ficar até o meio dia e liberaram de boa. E não precisei levar as chaves no mesmo lugar que peguei, me orientaram apenas a deixar o apto destrancado mesmo, com as chaves em cima da mesa. (continua...)
  17. 7. San Miguel de Tucumán A partir de agora esse relato tem no fundo uma chacarera. Quis passar por Tucumán porque dois anos atrás conheci dois tucumanos em Cusco e queria me encontrar com eles de novo, principalmente com um que me fiz mais amiga. Fiquei hospedada na casa dele, assim não gastei nada na capital. Paguei de Posadas a San Miguel 65 mil pesos, uns 260 reais. Foi bem barato porque o valor das outras empresas era de 90 a 100 mil, um absurdo, quase desisti. Viajei com a 20 de Junio, um ônibus muito confortável, recomendo muito. Foram 15 horas de viagem mais ou menos até chegar. Aí fechava um mês de viagem, saí de Posadas dia 18 de dezembro e cheguei em San Miguel no dia seguinte. O caminho é uma planura sem fim. Se passa pela borda dos Esteros del Iberá, que é tipo o pantanal argentino, e cruza todo o chaco até ir se aproximando das montanhas. Quando chega bem pertinho de San Miguel é que tu começa a ver os Andes de longe, coisa mais linda, já tava morrendo de saudade dessa paisagem. Já a cidade é uma cidade normal, uma grande capital qualquer com suas coisas de capital, praças, museus, bares, lojas, muita gente etc etc. Por lá passei a duvidar da minha fluência no espanhol. Existe um idioma tucumano a ser aprendido, que fala o r tipo gringo ou caipira e com muitas gírias específicas. Passei todos os dias com meu amigo conversando sobre os regionalismos, aprendendo a falar pingo, ura, lora, culeado e mais um monte de palavrão que eles usam cotidianamente. Mas, depois de uns dias, percebi que o problema não é meu nível de espanhol, com o qual me viro bem em qualquer lugar, mas sim o estado de consciência alterado que eu tava praticamente 24h por dia que deixava minha compreensão e fala um tanto dificultadas. Considerando que quando eu tava sóbria eu tava de ressaca, faz sentido. Ali também entendi a real real importância da siesta. Tinha vontade de vender arte e tocar na rua de tarde, de passear e visitar uns museus e praças, mas era simplesmente impossível. Só rola viver depois das 17h pelo calor insuportável, mas logo fugimos da cidade e fomos passear pelas montanhas. 8. Tafí del Valle Passei o dia que cheguei e mais uma noite em Tucumán e saímos cedinho rumo a Tafí del Valle. A empresa que faz viagens pros vales é a Aconquija, muito confortável e até com bastante horários. Tem ainda umas promoções se tu compra ida e volta junto, por exemplo, de Tucumán capital pra Tafí del Valle só ida me saiu por 15 mil (R$ 60), mas se eu comprasse ida e volta poderia ter pago 20 mil (R$ 80) pelas duas passagens, ou seja, 10 mil (!!! 40 pila) de desconto. Vale muito a pena ter esse planejamento, mas nós não tínhamos rsss só fomos indo, não sabíamos se íamos voltar antes ou depois do natal. O caminho de Tucumán pra Tafí é incrível. A subida dos Andes é passando pela vegetação dos yungas, que é uma floresta úmida de altitude, parece que tu tá subindo a Serra do Mar de 2000m de altitude. Daí quando passa os yungas e chega a Tafí, é tudo mais campo e arbusto beem verdinho. os yungas da subida pra Tafí e a paisagem de quando acaba a floresta Chegamos lá pelo fim da tarde. Tafí é um lugar muito visitado pelos argentinos, vão lá com frequência alugar casas e cabanas pra passar uns dias nas férias, então apesar do rolê turístico tem muitos nacionais também, o que me gusta. Nos hospedamos na Hostería Los Cuartos, não foi muito barata mas meu amigo quis ficar lá porque achou que compensava. Tinha um café da manhã bem bom e na noite tinha peña no refeitório, que não assistimos mas é massa ter um showzinho de folclore dentro do hotel né. Custou 60 mil pesos o quarto duplo/matrimonial, tipo R$ 240, foi o mais caro que pagamos na viagem. Tava tudo meio fechado os lugares que meu amigo conhecia, acabamos comendo um sanduiche de milanesa e comprando uns vinhos pra ficar tomando na rua e batendo perna. Dizque a temporada começa em janeiro né, como estávamos viajando antes do natal ainda não tinha muito movimento. vista da cidade e a ponte que passa o rio embaixo Os planos do dia seguinte foram ir pro rio de manhã cedinho tomar mate, depois comprar comida pra almoçar, voltar pro rio, comer, dormir a siesta embaixo das árvores e beber vinho. Comemos empanadas e tamales, que é tipo uma pamonha recheada,e os vinhos todos topíssimos e baratíssimos, pagávamos tipo 15 reais por uns muito bons que aqui no Brasil custam uns 80 pila. Role perfeito, colocamos os vinhos e cidras pra gelar dentro do rio enquanto dormíamos na beira e depois ficamos por lá curtindo até chegar a hora do nosso ônibus pra Amaicha del Valle. o rio Tafí, meu amigo perro e meu amigo humano com nuestros vinos y tamales 9. Amaicha del Valle Depois do rolezinho bem tranqui em Tafí, seguimos pra Amaicha com a mesma empresa Aconquija, pelo jeito é a única que faz esses trajetos. Essa passagem custou 7 mil pesos (menos de 30 pila). Fomos pro Hostel La Revuelta, cuidado por um casal e o pai do cara. É um lugar muito agradável, acabamos pagando bem baratinho por causa do cara ser amigo do meu amigo, mas o preço normal é 17 mil pesos por noite (uns 70 pila) por pessoa. os mates de sempre, inclusive no ônibus, e o La Revuelta Chegamos de noite no pueblo, dormimos e no outro dia a ideia do meu amigo era ir na cascata El Remate, que ele já conhecia de outras viagens e queria ir de novo. Saímos de manhã e fomos em busca de transporte, não tem transporte público que leva até lá, então na praça central de Amaicha pegamos um remis (que é tipo um taxi, tem um ponto na praça onde eles ficam com os carros) e pedimos pra nos deixar no Dique los Zazos que é perto do lugar onde tem a cachoeira. Não anotei quanto pagamos, talvez uns 15 mil dividido entre nós dois. Compramos uns pães e fiambrito pra levar e fomos. rangos do dia e o tal do dique Chegamos no dique e meu amigo, que sabia a trilha (rs) começou a andar. Fomos indo, até ele notar que a gente na real tava se afastando da montanha onde tinha a cachoeira, nisso já tínhamos andado uns 2km seguindo uma trilha no dique, até que ele resolveu que na real estávamos errados, tínhamos que ter seguido pela mesma estrada que viemos no carro. Voltaaamos tudo e começamos outra vez, pelo menos o caminho era bonito e rolou aproveitar. Tem lugares que até curto me perder e ir pro lado errado, e esse foi um deles. Caminhamos mais quase 2km, agora pro lugar certo. Chegando lá foi só seguir as placas e ir seguindo as trilhas, depois li nos comentários do google que se cobra entrada mas quando chegamos não tinha ninguém, então pra nós foi de graça. Tem uma trilha curta que nos leva até a cascatinha, que é uma queda pequena mas incrível, me impressionei demais com a forma das rochas tão onduladas e lindas, as pedras com tantas nuances de cores, tantos minerais diferentes, fiquei viajando muito nessa formação. Tomamos uns banhos, tomamos uns mates, ficamos ali o dia todo curtindo. A volta fizemos a pé, 8km até Amaicha. Fomos indo devagarinho, comprando umas cervejas e cidras sempre que aparecia um boteco no caminho, até que chegando já bem perto de Amaicha passou um ônibus da cidade que resolvemos pegar pra terminar o caminho porque já estávamos cansados. Eu precisava sacar dinheiro, mas o Western Union de Amaicha tava sem efectivo, tentei na noite e tentei na manhã seguinte e não consegui, então eu já tava bem zerada. Já tinha gastado bem mais do que esperava nessas de ficar pegando remis pra chegar nos lugares e bebendo muito, mas também já tinha desapegado um pouco da grana porque tava amando o itinerário (e os vinhos) que meu amigo escolhia pra nós, resolvi botar fé nos desejos do nativo tucumano do que ficar indo nos lugares mais clássicos turísticos. Cozinhamos umas pizzas, tomamos unos vinos con soda e ficamos tentando decidir qual seria o rumo do dia seguinte. Ainda não sabíamos bem o que íamos fazer. Meu amigo queria ir pra Cafayate, pensamos em talvez ir nas ruínas de Quilmes, mas teríamos que decidir entre um e outro porque a ideia era não dormir mais uma noite, queríamos a princípio voltar naquele dia, que era 23 de dezembro, num bus noturno pra Tucumán pra não gastar mais uma hospedagem. No fim decidimos ir pra Cafayate cedinho e deixar de lado os Quilmes, meu amigo queria fazer um trekking que ele já conhecia de ter ido algumas vezes muitos anos atrás, então decidimos por isso. Sair cedinho, fazer essa caminhada e voltar de noite pra Tucumán, pra descansar o dia todo no 24 porque a noite seria uma loucura (spoiler: o natal na Argentina parace um ano novo…)
  18. Eu tb haha, sempre fico perdida quando muda, normal né... ontem tava esquisito, mas aquelas figuras já sumiram como bem disse o @Silnei então bora!
  19. Ainda tentando me acostumar, mas se veio para melhorar a pesquisa e aumentar o debate que seja bem vindo.
  20. É sempre esperado resistência a mudanças, e confesso que quando entrei ontem sequer consegui acompanhar os conteúdos devido ao layout 'estourado'. Agora já ficou bem melhor! Se essa nova versão traz melhorias, é sensato atualizar.
  21. Gosto muito do tema escuro, mas prefiro a página inicial e sub-fóruns com menos elementos, então acabei editando:
  22. 6º Dia 31/12/2025 - San Juan a Malargue - 645 km. Acordamos, tomamos o café, que diga-se de passagem foi um bom café, reunimos nossas coisas para colocar no carro e seguir viagem. Ao sair da cidade um dos pneus do carro começou a murchar, eu tenho um sensor de pressão nos pneus que me avisou disso. Demos uma olhada na internet e achamos uma borracharia no caminho que estávamos indo. Chegamos na borracharia e ela estava abrindo naquele momento. Pedimos para verificarem o pneu e o cara que estava lá atendendo fez uma c@g@d@ bem grande. Ele foi levantar o carro por trás com o macaco no diferencial central da Duster, o que é completamente errado pois A Duster tem um sistema de suspensão independente atrás. Por mais que ele levantasse o pneu não saia do chão totalmente. Aí ele fez a cagada de começar a tirar os parafusos mesmo assim, que fez com que ele espanasse 3 deles. Tive de tirar 2 parafusos de outras rodas para ficar com 4 na traseira. O incompetente arrumou o pneu, aí colocou os parafusos na roda traseira. Não ficou muito bom porém seguimos viagem. A estrada até Mendoza não tem nada de interessante a não ser as montanhas da Cordilheira dos Andes começando a chegar mais perto pelo lado direito. Ao chegar Mendonza resolvemos entrar na cidade para Ir ao Carrefour comprar algumas coisas para a nossa ceia de ano novo. E lá fomos para o meio da cidade, eu fiquei meio chateado porque não gostaria de entrar no centro pois iria atrasar a nossa viagem. Fizemos nossas compras e perdemos 1 hora pelo menos nisso. Seguimos a viagem pela luta 40 até um certo ponto onde nós viramos a esquerda para desviarmos de um trecho da ruta 40 que é de Terra, uns 100 e poucos quilômetros mais ou menos. Aumentamos a quilometragem porém desviamos de encrencas. Ao passar pela cidade de San Rafael eu errei o caminho, mas foi bem interessante pois passamos por uma cidadezinha bem pitoresca, de nome 25 de Mayo, bem turística, com muitos hotéis e com um rio bem bonito passando ao lado dela. Depois voltamos para a ruta 144. Subimos a cuesta de las Ovejas Depois começamos baixar a serra e vimos as salinas de Diamante ao longe. Seguimos a estrada e em El Sosneado viramos à esquerda e pegamos a rota 40 novamente até chegar em Malargue. Na entrada da cidade já tem um grande posto de gasolina da Axion onde nós paramos para pesquisar sobre hospedagens. Pesquisa daqui e dali, fomos no meu carro procurar por um lado enquanto o André procurava por outro. Achamos com alguma procura uma casa perfeita com 2 quartos e mais duas camas numa sala/cozinha gigante. Lá a Neusa, a Nara e a Josiane começaram a preparar a nossa ceia. Nossa ceia foi bem farta e com muito espumante. Meia noite nos cumprimentamos, bebemos, comemoramos e fomos dormir tarde.
  23. 5º Dia 30/12/2025 - Fiambala a San Juan - 680 km. Acordamos cedo para tomar o café e saírmos pelo menos às 8 da manhã, mas como sempre a gente atrasou um bocadinho. A ideia era rodar até Mendoza, mas como saímos muito tarde e fomos parando bastante durante a viagem acabamos não indo muito longe. O caminho é feito pelo meio do deserto da Argentina, havia muitas formações rochosas, paredões, cactus gigantes e floridos, montanhas e outros lugares muito bonitos. Passamos também pela Cuesta De Miranda que é uma estrada bem interessante com uma engenharia impressionante feita na encosta de uma montanha. Quando estávamos passando por San José Jachal erramos o caminho e viramos à direita. Esse caminho acrescentou uns 80 km a mais a nossa viagem, porém acrescentou também mais beleza a ela. Fomos seguindo no meio de montanhas de diversas cores, com formações rochosas bem interessantes. Em um certo momento da estrada ficamos olhando e não conseguíamos entender onde é que ela ia passar, assim que viramos para a esquerda havia um túnel que estava tão escondido que não dava para nós vermos com antecipação, foi uma bela surpresa. A seguir passamos pela beira de uma represa chamada Dique del viento. Imagino que é um lugar que durante o verão deve ficar cheio de pessoas brincando e nadando. Chegamos em San Juan Perto das 19 h, como ficou especificado que não faríamos reservas fomos bater de hotel em hotel para ver se achávamos hospedagens. Fomos direto ao centro onde descobrimos que tinham alguns hotéis. depois de bater em 2 ou 3 achamos um com um preço razoável, um pouco acima do que estávamos pagando anteriormente. Ficamos num hotel antigo do centro da cidade, o Hotel Shelby que já teve seus dias de glória, porém hoje em dia está bem judiado kkkkk. O banheiro era estranho, você abre a porta e o chuveiro estava do lado esquerdo da porta, junto a ela, e tinha uma cortina de plástico em um varal metálico que chegava apenas a um palmo do chão. Desse modo a porta que ficava do lado do chuveiro molhava ina parte de baixo e estava apodrecendo. Saímos à noite para comer alguma coisinha e eu voltei para o hotel. A Nara e a Josiane resolveram bater perna a noite e conhecer um pouco a cidade.
  24. 4º Dia 29/12/2025 Fiambala. 100 km Neste dia acordamos meio mal humorados pois tínhamos discutido no dia anterior. Tomamos o café e ficamos descansando um pouco. Estava ventando muito naquele dia e alguns foram passear outros ficaram descansando como eu. Os que voltaram da cidade vieram com a notícia de que a passagem do paso San Francisco estava fechada, confirmando o que soubemos. Houve um desabamento de uma grande parte na rodovia devido as chuvas do dia anterior e isso fez com que ela fosse fechada para ser reparada. Desse modo não podíamos ir ao balcão de Pissis, também não poderíamos passar para o Chile para ir à cidade de Caldera, na beira da praia do pacífico, onde passaríamos o ano novo. Ficamos pesquisando pela internet toda, mas não tinha nenhuma opção pois pelo site do governo da Argentina nenhum paso estava habilitado todos estavam fechados. O único que aparecia como aberto era o paso Libertadores que levava a Santiago do Chile. Se isso fosse correto essa passagem estaria lotado de argentinos querendo passar o ano novo no Chile. A Nara falou que no ano passado eles demoraram mais de 6 horas para poderem passar pelo passo Libertadores na virada do ano novo. Aí demos como perdido nossa reserva que tínhamos feito para o ano novo. Ficamos horas pesquisamos e aí descobrimos que o passo Pehuenche estava habilitado. Decidimos que iríamos até lá e passaríamos o Ano-Novo na cidade de Malargue. Seriam quase 1200 km que teríamos que fazer em 2 dias. Como estamos em Fiambalá não poderíamos deixar de ir nas termas da cidade que são maravilhosas. Compramos entradas para o período noturno das 18 às 22:00 horas. Saímos para percorrer os 10 km até As termas. É um lugar muito bonito e estava no fim da tarde com um belo pôr do sol. Fomos um dos primeiros a chegar no período das 18 h e por isso conseguimos vaga na no estacionamento bem na portaria. Fomos todos até uma mesa mais ou menos no meio de todas as piscinas que tem por lá, deixamos nossas bagagens bolsas por ali mesmo em cima da mesa e depois de nos trocarmos fomos para as piscinas. Eu como sempre fui subindo de piscina em piscina até chegar àquela que marca 45º C. Ficamos por lá pulando de piscina em piscina por mais ou menos umas 2:30 h. O lugar é lindo durante o dia e de noite fica mais majestoso ainda, parece um lugar de filme. Comemos um lanchinho que tínhamos levado e depois retornamos para a cidade.
  25. 2 pontos
    Alguém indo para o Peru entre Maio e Agosto/2026? Estou planejando ir entre esse período. (não decidi ainda a data, estou na fase da pesquisa ainda..) Gostaria de ir em Maio, mas se não der, pretendo ir em junho, julho ou agosto..
  26. 7º DIA - 11/01/2026 - MANAUS X ALTER DO CHÃO (conhecer Alter do Chão, Praia do Cajueiro, por-do-sol no CAT) Hora de partir para o Pará! O meu voo para Santarém seria somente às 11:50 da manhã, então acordei por volta das 8 horas, tomei café e parti rumo ao aeroporto de Manaus, de uber. Conversando com o motorista, ele disse que dei sorte por ser domingo, mas que aquele trecho até o aeroporto vive congestionado em horários de pico e já aconteceu de passageiros perderem o voo por conta disso. Então fica a dica, se viajar de semana a Manaus, sair bem cedo em direção ao aeroporto (e o trânsito em Manaus realmente é caótico, então não duvido que a fala do motorista seja real). Enquanto aguardava o horário do meu embarque, caía uma chuva fortíssima do lado de fora do aeroporto. Foi a chuva mais forte que vi durante toda a viagem. Mesmo com esse tempo, meu voo para Santarém partiu pontualmente às 11:50, com previsão de 1hr até o pouso. Foi um voo bem turbulento durante todo o trajeto, que cancelaram até o serviço de bordo por causa do balançar da aeronave. Como Santarém já tem o fuso horário de acordo com Brasília, pousei no aeroporto por volta das 14:00hrs e, ao contrário do Amazonas, aqui estava um sol de rachar! Do avião, já era possível visualizar a imensidão do Rio Tapajós e a vila de Alter do Chão às suas margens, local que seria meu ponto de parada pelos próximos cinco dias! Olha Alter do Chão ali! Ao pousar em Santarém (o aeroporto é minúsculo e está em reforma, só tem dois portões. É um caos quando está lotado), o transfer da Perola Ecotur já me aguardava. Antes de ir a Alter do Chão, eu sabia da existência de uma linha de ônibus que liga Santarém ao vilarejo, porém, ela parte somente do centro da cidade e o aeroporto fica fora da zona urbana principal. Sendo assim, de ônibus, seria necessário pegar uma linha do aeroporto até a cidade, e depois outra até Alter do Chão. Como queria evitar a fadiga, acabei contratando o transfer até Alter com a mesma agência que contratei todos os passeios, ótima por sinal. Custou R$ 150,00 (ida e volta). Alter do Chão fica a cerca de 35 km de Santarém, conectada por uma estrada asfaltada em boas condições de mão dupla. Do aeroporto até o Hostel Pousada Tapajós, levou cerca de 40 minutos. Cheguei na pousada, realizei o checkin e acomodei minhas coisas no quarto coletivo. A acomodação tinha 6 camas, mas só a minha e mais uma estavam ocupadas. Quase um quarto privativo. Lá eu conheci o Lester, um viajante solo que me deu muitas dicas em Alter do Chão e foi minha companhia em alguns passeios e jantares. Como mencionei antes, recomendo a Pousada Tapajós de olhos fechados. A localização é excelente, atrás do CAT (de onde saem os passeios) e ao lado da Praia do Cajueiro. Muito bom. Depois de me acomodar, me troquei e resolvi sair para fazer um conhecimento de área em Alter do Chão. Precisava almoçar também, pois estava de barriga vazia desde que saí de Manaus. A primeira impressão de Alter do Chão foi de um vilarejo rústico, rodeado por natureza exuberante e com um povo muito receptivo e hospitaleiro. Como era domingo, a vila estava bem cheia, pois os moradores de Santarém vão para lá aos finais de semana em busca de lazer. Fui andando pela orla do Rio Tapajós e logo visualizei a Ilha do Amor, um grande banco de areia que, durante a época da vazante, é possível atravessar a pé. Como agora o rio já estava enchendo, a travessia era feita em pequenas canoas. Continuei caminhando e, poucos minutos depois, já cheguei a praça principal da vila, onde há muitos comércios, restaurantes e quiosques que vendem um pouco de tudo. Eu estava morrendo de fome, então parei no quiosque de pastel e pedi um suco para acompanhar. Dali, daria para aguentar até a janta. A famosa ilha do amor! Os botos são um dos símbolos de Alter Em frente a praça, existe a Paróquia Nossa Senhora da Saúde, uma igrejinha simpática que é um dos símbolos do vilarejo. Ali perto, ainda na orla, existe aquele letreiro clássico de "Eu Amo Alter" e aproveitei para tirar uma foto. Depois, retornei em direção a pousada e fui à Praia do Cajueiro tomar meu primeiro banho no Rio Tapajós! Ahhhhhhhhhh, como é boa a praia de rio. A essa hora, já era perto das 17hrs e, depois desse banho de rio maravilhoso, fui a hostel para tomar banho a tempo de ver o por do sol, que começaria perto das 18:30. Primeira vez no Rio Tapajós! Passarela do CAT Por-do-sol no CAT! O CAT é um dos melhores pontos de Alter do Chão para ver o por do sol, pois está virado para oeste e oferece uma visão ampla do Rio Tapajós. A vista é maravilhosa e foi o primeiro dos muitos entardecer incríveis que tive neste local especial que é Alter do Chão. Depois que o sol se pôs, encontrei com o Lester e fomos à praça central para jantar algo. Como o Lester já estava na região há algum tempo e conhecia os points, ele me sugeriu experimentar a lasanha de tacacá (exótico) e topei, afinal, quem tá na chuva é pra se molhar, né? A refeição consistia na massa de lasanha tradicional com recheio de tacacá, acompanhada de arroz paraense. Gostei, achei diferente, mas não é algo que eu comeria com frequência, valeu pela experiência 😅 Depois do jantar, voltamos para o hostel para descansar e combinamos que no dia seguinte iriamos passar na Ilha do Amor, para sentir Alter do Chão na sua essência sem a muvuca de final de semana.
  27. Muitas matérias sensacionalistas a respeito. Este é um virus bem antigo e está longe de ser um "surto", estão colocando números sem dizer que os casos foram ao longo de muitas décadas. Claro que é necessária toda a precaução devida, mas muito do que se diz é apenas alarmismo tosco. A transmissão de humano para humano tb não é facil, é mais ou menos parecida com o HIV, saliva em contato com ferimentos, fluidos e etc!
  28. Dia #12 - La Spezia > Lago di Garda (Sirmione) > Verona Quinta-feira, 18 de Setembro de 2025 Acordamos 8h e 9h estávamos deixando La Spezia. Dirigimos 240km até Sirmione, que fica às margens do Lago di Garda. Chegamos em Sirmione por volta do meio-dia. O plano lá foi alugar uma bike e dar um rolê pelo lago. A primeira loja de aluguel que paramos estava fechada por luto. Sorte que eu tinha salvo no google maps outra loja e fomos até ela. Chegamos na IL CICLISTA e fomos atendidos pelo Sebastian, o proprietário. Havia várias opções de bicicletas e o Sebastian, muito simpático e solícito, deixou testarmos qualquer uma delas. Escolhemos 2 por €15 cada, para devolver até às 19h. O carro ficou no estacionamento da loja e deixamos o local às 12h45. Como tínhamos apenas uma tarde lá, o Sebástian nos sugeriu ir até Desenzano di Garda e voltar. Ida e volta daria uns 12km e foi o que fizemos. No caminho passamos num mercado e compramos 2 refrigerantes e 1 batata (€3,30). Encontramos um pequeno parque à beira do lago, com uma mesa e cadeiras. Paramos lá para fazer nosso almoço (tínhamos preparados uns lanches antes de sair). Seguimos pelo passeio no leito do lago. Apesar de ter placas proibindo andar de bicicleta, havia várias pessoas pedalando lá. Então decidimos fazer o mesmo. Foi super tranquilo e não vimos fiscalização alguma. Lago di Garda Lago di Garda Lago di Garda Chegamos até uma pequena praia chamada Spiaggia "Desenzanino". Havia banhistas na água e tomando sol. "Praia" Voltamos para o centro histórico de Sirmione, que fica em uma península. Chegamos bem perto do centro e prendemos nossas bicicletas em um bicicletário. Logo na entrada do centro antigo já demos de cara com o Castello Scaligero di Sirmione, que dá um clima medieval na cidade. O centro é cheio de vielas com muitas lojas (roupas, souveniers, jóias, etc.). Há também vários restaurantes. Vc não tá alucinando! Tem um jacaré rosa na foto sim! Loja florida Ruas do centro Tomamos um sorvete de 2 sabores por €6 cada (o mais caro da viagem!) mas eu esqueci de anotar o nome da gelateria. Peguei os sabores mojito e tiramisu e estavam excelentes! Andamos mais um pouco e voltamos para devolver as bikes. Era quase 18h e queríamos pegar estrada ainda com sol. Deixamos Sirmione sentido Verona e ao chegar lá pegamos um pouco de trânsito (final de tarde e dia útil, normal). Chegamos em nosso AirBNB por volta das 18h45. Conseguimos achar uma vaga gratuita na rua, em frente ao nosso prédio. Estada: AirBNB em Verona - €180 para 2 noites. Apartamento na área central e completo: com cozinha e máquina de lavar. Deixamos as malas e saímos para fazer compras (€20,30) e conhecer um pouco do bairro. Voltamos pro apto e preparamos um jantar. Bebemos umas cervejas e fomos dormir 23h. Km de carro: 275km Km de bike: 22km Km à pé: 5,75 km Gastos: €100 (continua)
  29. Agora já li a primeira parte da selva, achei bem legal o jeitão da pousada que vc escolheu... mas não gosto da prática de pegar o bicho na mão... eles ficam super estressados e não vejo necessidade alguma dos turistas ficarem tirando esses tipos de foto, mas enfim, como bióloga não tem como apoiar isso, rs. Acho que quando eu for pra selva assim, no norte, vou focar em alguma com experiência de observação apenas, tem várias pousadas/hotéis com pegada de conservação, tô montando uma listinha, rs.
  30. Numa boa, tu chamar estes lambaris minúsculos de piranhas... me paupe 🤣
  31. Mochileiros, grato pela atenção de todos. Venho aqui compartilhar o resumo de uma grande viagem realizada pelo México e Guatemala, em dezembro de 2025. Foram aproximadamente 30 dias de viagem, sendo cerca de 15 dias no México e 15 dias na Guatemala. A viagem foi extremamente bem-sucedida, com o roteiro totalmente concluído conforme o planejamento. Neste tópico deixo um resumo do roteiro, acompanhado de fotos já mixadas. Espero que esse material ajude quem está planejando conhecer essa região fantástica das Américas, que carinhosamente batizei de Coração da Mesoamérica. Mais uma viagem concluída com sucesso — espero que gostem das fotos e fiquem à vontade para comentar. 29/11 (sab) – Campo Grande – Guarulhos Latam LA3535: CGR – GRU - 12:35 - 15:20 - R$874,11 Hotel tenda 1: Rua Birigui 153 Jardim Cumbica, Guarulhos - 29 a 30/11 - R$142,50 s/café 30/11 (dom) – Guarulhos – Cidade do México Avianca AV86: GRU – BOG - 07:35 – 11:20 – R$1167,21 Avianca AV22: BOG – MEX – 14:20 - 18:10 Hotel Castropol: Avenida Pino Suarez 58 Colonia Centro Delegación Cuauhtemoc - 30/11 a 5/12 - R$1122 (s/café R$36) 1/12 (seg) - Cidade do México: City tour (7,1km a pé) Gran Hotel Ciudad de México: terraço com vista do Zocalo – 800m Zocalo: praça principal – 110m Palácio Nacional: (free) visita rápida externa ou guiada, painéis de Diego Rivera – 350m Museu del Templo Mayor: 1h:30m de visita, (seg fechado) – 260m Catedral Metropolitana – 400m Palacio Postal: (30min) exposição de objetos antigos ao lado da entrada principal. – 950m Palácio de Bellas Artes: exposição e saguão (free), museu: painéis de Diogo Rivera (pago), subir no 5º andar da loja Sears na frente do palácio para melhor foto – 190m House of Tiles: palácio de azulejo, restaurantes – 220m Mercado De Artesanias La Ciudadela – 1,2km Monumento y Museo de la Revolucion: subir no mirante – 1,1km Av. Paseo de la Reforma: alugar bike e pedalar - El Ángel de la Independencia e Fuente de la Diana Cazadora – 1,5km Vida Noturna: Condesa e Roma Norte: Avenida Álvaro Obregón: caminhar do Jardin Pushkin até Parque España – Parque México Polanco: baladas alto nível / Zona Rosa: descontraído 2/12 (ter) - Cidade do México: Teotihuacan 07:30 – 700m - Pick-up: Hostal Amigo: Isabel La Católica 61-A – R$338,28 Tlatelolco: sítio arqueológico Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe Oficina de obsidiana: degustação tequila, Almoço com festa típica (não incluso) Pirâmides de Teotihuacan: Pirâmide do Sol, Avenida dos Mortos,Templos de Quetzalpapalotl, Templo das Conchas Emplumadas e Pirâmide da Lua. 3/12 (qua) - Cidade do México: Day Tour Xochimilco, Coyoacan, Frida 08:20 - 19:00 – Amigo Tours - Pick-up atrás do Palácio de Belas Artes (Av. Hidalgo 2, Centro Histórico) - R$494,69 Xochimilco Coyoacan: igreja, letreiro, Bosque (Viveiros Coyoacan), Praça com chafariz, Coyoacan Market, Museu Frida Kahlo Biblioteca Central UNAM e estádio Olimpico em forma de vulcão 4/12 (qui) - Cidade do México: Museus Museu Nacional de Antropologia: (3h), salas dos Astecas e Pedra do Sol – 6,3km (Uber) Museo Nacional de Historia Castillo de Chapultepec: palácio imperial e jardim, subida por um morro, recompensada por vista panorâmica (1h30min) – 1,6km a pé 5/12 (sex) – Cidade do México – Puebla: City Tour Uber 6,5km – TAPO: ADO 06:00 - Puebla CAPU 08:00 - R$103,50 Uber 5,2km - Hotel Sofia Único: 319 Avenida 3 Poniente, Centro de Puebla – 5/12 a 7/12 – c/café - R$512 Zocalo de Puebla: Praça e Catedral – 450m Biblioteca Palafoxiana: dentro da Casa de la Cultura (R$14) – 300m Museu Amparo: vista do terraço, civilizações pré-hispânicas e século xix (R$25) – 210m Callejón de los Sapos: rua colorida e charmosa, antiguidade – 290m Mercado el Parian: artesanato – 500m Museo Casa del Alfeñique: antiga residência (R$14) – 88m Barrio del Artista: mini galerias de artistas locais – 150m La Calle De Los Dulces: doces, artesanatos e souvenirs – 500m Capilla del Rosario, Templo de Santo Domingo – 270m 6/12 (sab) – Puebla: Cholula e Tonantzintla Pirâmide de Tepanapa: 9hs-17hs, túnel atravessa por baixo da pirâmide, antigas construções na área externa (R$25) – 11km Uber Santuario de la Virgen de los Remedios: subir escadaria da pirâmide, Área do Altar, vista dos vulcões Popocatepetl e Iztaccihuatl – 350m Museo Regional de Cholula: perto da entrada do túnel – 600m Convento de San Gabriel – 800m Plaza de la Concordia – 210m Mercado Municipal San Pedro Cholula – 350m Templo de Santa María Tonantzintla – 4,3km Uber Templo San Francisco Acatepec: azulejos de Talavera – 1,4km Uber 7/12 (dom) - Puebla - Queretaro - San Miguel de Allende Extras: Museo Nacional de los Ferrocarriles Mexicanos: 9hs – 1,3km Uber Cuexcomate: menor vulcão do mundo – 5,2km Uber 5,2km - ETN: Puebla CAPU - Central de Autobuses de Queretaro - 10:00 - 14:30 - R$308,93 ETN: Central de Autobuses de Queretaro - Central de Autobuses de San Miguel de Allende - 16:30 - 18:00 – R$60,20 Táxi 2km - Hotel Antigua Casa de Piedra: 92 Relox, 37700 San Miguel de Allende – 7/12 a 10/12 c/café- R$567,28 8/12 (seg) – San Miguel de Allende: City Tour Mercado de Artesanias – 20m Biblioteca Publica – 280m Museo La Esquina: brinquedos (R$29)– 500m Templo de San Francisco - 280m Jardin Allende: praça central em frete a paróquia – 230m Plaza e Parroquia de San Miguel Arcángel: cartão postal – 150m Calle Aldama: rua icônica colorida – 230m Centro Cultural Ignacio Ramírez “El Nigromante”- (free) – 500m Fabrica La Aurora: galeria de arte, 1h30min – 1,1km 9/12 (ter) - San Miguel de Allende: Half Day Horseback Adventure Pick-up 09:00 - 1km - Coyote Canyon Adventures - Dirección: Calle Zacateros #56-A, Centro - Rancho Xotolar, cânions, ordenhar vaca, provar queijo, refeição inclusa - R$757,83 10/12 (qua) – San Miguel de Allende - Guanajauto: City Tour Táxi 2km - ETN: Central de Autobuses de San Miguel de Allende - Terminal Central de Autobuses de Guanajuato - 08:20 – 09:50 - R$85,10 Uber 6,4km - Hotel Meson Cuevano: De La Barranca 8, Zona Centro, Guanajuato – R$549 c/café – 10 a 12/12 Callejón del Beso: ruela com lenda local – 210m Plaza de la Paz – 350m Universidad de Guanajauto: escadaria famosa – 150m Basílica Colegiata de Nuestra Señora de Guanajuato: cartão postal – 190m Plazuela del Baratillo: charmosa, colonial – 170m Jardin de la União: praça central simples com bares – 210m Teatro Juárez: ícone da cidade, entrada (60MX-R$18) – 50m Casa Valadez: restaurante gourmet – 20m Mercado Hidalgo:– 650m Museo Alhóndiga de Granaditas: independência mexicana, história e artefatos antigos (R$25) (opcional: deixar para dia 11/12) – 180m Furnicular: subida ao Mirador Hacia El Pipila (40MX) - 800m Mirador Hacia El Pipila: descida fácil de escada (10 min) 11/12 (qui) – Guanajauto: Múmias, Templo e Mina Museu das Mumias: em baixo do cemitério (R$44)– 2,5km Uber Templo de San Cayetano Confesor (La Valenciana) – 5,4km Uber Mina La Valenciana: (45MX) visita 20min – 40m Furnicular (De La Constancia 17): subida ao Mirador Hacia El Pipila, Monumento Al Pipila, pôr do Sol e descida fácil de escada (10 min) - 5km Uber Callejoneada: à noite em frente ao Teatro Juarez, música e história pelas ruelas Hotel Meson Cuevano - 450m Museo Alhóndiga de Granaditas: (R$25) se não tiver ido 12/12 (sex) – Guanajauto - Guadalajara: City Tour Uber 6,8km – ETN: Terminal Central de Autobuses de Guanajuato - Autobuses ETN Turistar Guadalajara - 07:30 - 11:30 - R$259,18 Uber 10km - Hotel Real de Castilla Colonial: Colon 184, Centro Histórico, 44100 Guadalajara - s/café R$479 – 12 a 14/12 Plaza de Armas: Palacio de Gobierno del Estado de Jalisco – 350m Catedral Basílica de la Asunción de María Santísima – 90m Palácio Municipal: free, afrescos de Orozco – 170m Rotonda de los Jaliscienses Ilustres – 110m Museu Regional de Guadalajara: história natural e arqueologia – 120m Plaza de La Liberación: 2 fontes e Bandeira no centro – 160m Teatro Degollado – 120m Hospício Cabañas: Unesco, jardins, pinturas de Orozco, visita guiada (R$32), 1h – 800m Mercado Libertad - San Juan de Dios: até 20hs – 230m Extra: Templo Expiatorio del Santísimo Sacramento: (free) – 3,2km Uber Av. Chapultepec Sur: vida noturna, referência: Niños Héroes Roundabout Glorieta de los Niños Héroes - 4,6km Uber 13/12 (sab) – Guadalajara: Day Tour Tequila Uber 5km - Pick-up/Drop-off: C. Aurelio Aceves 225 – 10:00 – 18:30 Day Tour Tequila Premium com degustações e harmonizações – R$290,59: Puerta del Agave, destilaria Tequila Seleto, Fazenda El Pedregal, Pueblo Mágico de Tequila e Bar Cantaritos El Guero 14/12 (dom) – Guadalajara – Cidade da Guatemala - Antigua Uber 20km (40min) - Aeroporto Internacional de Guadalajara (GDL) Aeromexico AM209: GDL - MEX - 07:59 - 09:35 - R$1748,32 Aeromexico AM676: MEX - GUA - 11:25 - 13:37 Coban Travels (125Q) - 16:30 - 17:30 – Airport La Aurora (Café Barreto) - Hotel De Cortez y Larraz: 6a. Avenida Sur No. 3, 03001 - Antigua Guatemala - R$548 s/café (R$21) - 14 a 18/12 15/12 (seg) – Antigua: City Tour Parque Central the Plaza, Real Palacio, Ayuntamiento – 350m Arco de Santa Catarina – 400m Igreja de la La Merced – 130m Cerro de la Cruz: 30min subida + 15min descida – 1,2km Convento das Capuchinhas: ruínas (40Q) – 1,1km Paseo de los Museus – 220m Santuario San Francisco el Grande – 650m Convento Santa Clara: ruínas (40Q) – 280m Mercado Central Antigua: Pepian (guisado tradicional) - 1,2km Café Finca La Azotea: Fazenda Tour 1h (50Q) – 2,3km tuk-tuk 16/12 (ter) – Antigua: Acatenago Dia 1 06:30 - 450m – Oxexpeditions (Whats: +50237270652 ): 1º dia Acatenango Overnight Hike - 1.5 days – (100U$) + Entrada (100Q) + Adicional Double Whammy: Caminhada puxada a erupção do Vulcão Fuego (40U$) 17/12 (qua) - Antigua: Acatenago Dia 2 2º dia Acatenango Overnight Hike 12:00 Drop-off Hotel De Cortez y Larraz Extra - Pick-up Hotel 14:00 as 20:00 - Tour Vulcão Pacaya (23U$) 18/12 (qui) - Antigua - Chichicastenago & Panajachel Coban Travels (125Q) - 07:00 – 15:30 - Antigua (Hotel De Cortez y Larraz) - Chichicastenago (Pit-stop - Feria e Iglesia de Santo Tomás) – Panajachel (Gasolinera Shell Atitlan) 700m to Hospedaje El Viajero: final de la calle santader a media cuadra del lago, Panajachel - banheiro privativo - R$242,08 s/café - 18 a 20/12 Calle Santander: têxtil Maias – 280m Church of St Francis – 850m Hotel Atitlan Gardens: passeio no jardim 1h (verificar) - 2km tuk-tuk 19/12 (sex) – Panajachel – Day Tour Santiago de Atitlan 600m - Tzanjuyú dock Panajachel (Ferry: 25min/25Q) a Embarcadero Santiago Atitlán del Shiro - mirantes do lago Cojolya Association of Maya Women Weavers: tecelagem – 280m Parque Central de Santiago Atitlán: ao lado do Mercado – 300m Iglesia de Santiago Apóstol de Atitlán: perto da praça – 170m Capilla de Maximón: cerimônias (local muda) – 400m Extra: Reserva Natural Rey Tepepul: caminhada (2hs), aves e quetzal – 7km tuk-tuk (combinar volta) 750m - Embarcadero Santiago Atitlán del Shiro (Ferry: 25min/25Q) a Tzanjuyú dock Panajachel 600m da Hospedaje El Viajero 20/12 (sab) – Panajachel – San Pedro + San Juan Hospedaje El Viajero: Check-out + guardar bagagem 600m - Tzanjuyú dock Panajachel (Ferry: 30min/25Q) para Muelle San Pedro 450m - Shanti Shanti Hotel & Restaurante: Xetawal 07 Avenida Zona 2 - San Pedro La Laguna, solola - R$132 c/café (183Q pagar efectivo) - 20 a 21/12 Los Termales: hot tub + massagem(200Q) / pisicna 1h(75Q) – 350m Iglesia de San Pedro La Laguna – 750m Parque La Puerta Hermosa – 60m Arte Mirador Vista de Pájaro: mirante colorido (10Q) – 350m 550m - Muelle San Pedro (Ferry: 2min/10Q) a Embarcadero de San Juan la Laguna Xocolatl San Juan la Laguna – 80m ---- La Voz Café – 70m Calle de Café – 200m -- Iglesia Católica San Juan La Laguna – 70m La Calle de los Sombreros: rua colorida e decorada – 110m Extra: Portal de los Dioses - 1,1km tuk tuk (estava fechado, fui até o local para comprovar!) Mirador Kaqasiiwaan: escadas 15min (30Q) – 1,6km tuk tuk (valeu muito a pena) 1,6km tuk-tuk - Embarcadero de San Juan la Laguna (Ferry: 2min/10Q) a Muelle San Pedro --- 450m - Shanti Shanti Hotel 21/12 (dom) – San Pedro - San Marcos - Panajachel 03:45 - 08:00 – 400m to Pick-up: Crown Coffee San Pedro - Nascer do Sol no mirante Indian Nose – R$194,54 Drop-off Canton el Xacal, San Juan La Laguna - 600m to Embarcadero de San Juan la Laguna (Ferry:13min/15Q) a Embarcadero San Marcos Cerro Tzankujil: trampolim (20Q) – 300m Kaqchikel Massage Center: massagem sueca e cuidado corporal/energético – 150m 160m - Embarcadero San Marcos (Ferry:30min/25Q) a Tzanjuyú dock Panajachel 600m - Hospedaje El Viajero: final de la calle santader a media cuadra del lago - 21 a 22/12 – banheiro compartilhado – R$86 s/café - check-in + retirar bagagem Hotel Atitlan Gardens: passeio no jardim 1h – 1,8km tuk-tuk (se não tiver ido dia 18/12) Reserva Natural Atitlan: Trilha principal (55min), Ponte suspensa, Cachoeira, Mirante Simples, Borboletário, Animais (guaxinim, coatí, araras), tirolesa e arvorismo, balanços e plataformas, visita 2hs, (80Q) – 08:00-17:00 – 450m 22/12 (seg) – Panajachel – Lanquin Coban Travels (275Q) - 07:00 - 17:30 - Panajachel (Hospedaje El Viajero) – Lanquin (Tourism Bus Terminal) Tuk-tuk 1,2km - El Retiro Lanquin: retiro lodge, lanquin, 16011 - bangalô - R$414 – (s/café R$25) - (575Q pagar efectivo) - 22 a 24/12 23/12 (ter) – Lanquin: Day Tour Semuc Champey e Gruta Kanba Pick-up: 240m - Restaurante Champey: Marvelus Travel 08:30 - 15:30 – R$194,54 + Entrada: Semuc (50Q) + Kanba (60Q) 3 caminhos, percurso ideal é fazer um O: subir para o mirador (esquerda), de lá continuar até as poças, e depois voltar pelo caminho que vai beirando o rio. Gruta Kanba: salto por cima de rochas, atravessar piscinas com vela na mão, subir cascatas e nadar em canais estreitos, 30min de boia cross no rio Kahabon. 24/12 (qua) – Lanquin – Flores: City Tour Tuk-tuk 1,2km - Coban Travel (225Q) - 08:00 - 16:30 - Lanquin (Bus Station) - Flores (YO AMO PETEN) A pé 400m - Casa Maya Itza: Ciudad Flores, Peten Callejon Corona, 17001 Flores - 24 a 26 - R$389 (s/café R$32) (540,02Q pagar efectivo) Catedral de Nuestra Señora de Los Remedios – 100m Passeio no calçadão a beira do lago 25/12 (qui) – Flores - Tikal - Cidade da Guatemala 04:20 - 400m to Pick-up: Yo Amo Peten - Mayan World: Tour Tikal – R$138,96 + Entrada R$115,76 (150Q): praça central, ícone de Tikal, templo do grande Jaguar, templo II, acrópole norte, templo IV ou a serpente bifásica, mundo perdido. Levar Passaporte. 12:30 - Drop-off Yo Amo Peten – 400m Casa Maya Itza Tuk-tuk 1,4km - Maya de Oro - 21:00 – 05:00+1 - Flores (Terminal de Buses, Santa Elena, Flores) - Cidade da Guatemala (17 Calle 8a. y 9a. Avenidas 8-46 Zona 1, Guatemala) – R$266,80 (Comprei no site Guatego, mas só me enviaram o ticket proximoa data da viagem em meu email!) 26/12 (sex) - Cidade da Guatemala: City Tour (Atenção: por ser final de ano estava tudo fechado os museus, cidade com pouca estrutura turística!) 4km Uber - Hostal Villa Toscana: 16 Calle 8-20 zona 13 Colonia Aurora I, Zona 13, Guatemala - 26 a 27 c/café - R$315 Museu Nacional de Arqueologia e Etnologia: (60Q) - 1,8km - Uber (estava fechado) Mercado De Artesanias La Aurora – 1km Plaza Obelisco: Árvore de Natal, Avenida Las Americas – 1,4km Uber Oakland Place Guatemala: shopping 3 pisos, almoço – 1,7km Uber Plaza Fontabella: shopping com pátios e chafarizes – 550m Museo Ixchel del Traje Indigena: tecido e trajes maias (45Q) – 1,5km (estava fechado) Museu Popol Vuh: cultura maia, (45Q + 15Q fotos) – 230m (estava fechado) Plaza de la Contituición: Palacio Nacional de la Cultura (museu e arquitetura), Catedral Metropolitana de Santiago de Guatemala, Portal del Comercio, Parque Centenário e Biblioteca Nacional – 4,7km Uber Mercado Central – 200m Paseo Cayala: shopping a céu aberto, vida noturna – 8,9km Uber Hostal Villa Toscana - 11km Uber 27/12 (sab) - Cidade da Guatemala – Guarulhos Hostal Villa Toscana - Aeroporto Internacional La Aurora (GUA) Copa CM389 – GUA – PTY – 7:15 – 10:41 – R$2078,98 Copa CM701 – PTY – GRU – 12:04 – 20:50 28/12 (dom) - Guarulhos – Campo Grande Latam LA3886: GRU - CGR - 10:40 – 11:25
  32. 3º DIA - 07/01/2026 - SELVA É chegada a hora de se aventurar na selva amazônica! Acordei por volta de 06 da manhã e desci para tomar café às 06:30, que é o horário que o hotel começa a servir. Tomei um café reforçado, pois sabia que o caminho até a pousada de selva seria longo. No dia anterior, já havia deixado minhas malas arrumadas e comprado alguns snacks (bolacha, salgadinho, chocolate) para caso sentisse fome ao longo do trajeto até a floresta. Pontualmente às 07:30, conforme combinado no dia anterior, o motorista passou para iniciar a via-sacra até chegar na Pousada Juma Lake rs Sobre a escolha da pousada de selva: Li muitos relatos aqui no Mochileiros e fiz cotação com algumas pousadas nos arredores de Manaus. Há hospedagens para todos os estilos: resorts, hotéis de luxo, aqueles mais imersivos, outros apenas para sentir o gostinho amazônico, aqueles mais próximos de Manaus, e outros bem mais distantes. A Pousada Juma Lake é muito bem recomendada aqui no fórum e oferece uma experiência intermediária dentro dos parâmetros que citei, com excelente custo-benefício, um ar de rusticidade, mas sem deixar o conforto de lado. E quando falo em conforto, não se trata de camas ou similares, mas sim refeições agradáveis e guias capacitados para a experiência na floresta (o que se mostrou essencial ao longo do período de selva). A Pousada Juma Lake oferece pacotes que vão de 2 a 5 noites na floresta, e inclui translados, hospedagem, passeios e todas as refeições (café, almoço e janta). A quantidade de passeios varia de acordo com a quantidade de dias que você fica na pousada: quanto mais dias, mais passeios. O pacote que escolhi foi o Negro (3 dias, 2 noites) e me atendeu perfeitamente, pois os passeios essenciais estão presentes nestes pacote. Eu fechei diretamente com a pousada com dois meses de antecedência (pousadajumalake.com/pacotes) e acho importante fechar com alguma margem de antecedência mesmo, pois a pousada estava cheia no período que estive por lá. Há quartos privativos e um coletivo. Continuando o relato, o motorista me buscou no hotel e parou na agência Iguana, que é uma parceira da pousada, para pegar outros passageiros que fecharam com a agência. Existe essa possibilidade também, já que a Iguana é bem conceituada em Manaus, mas preferi fechar direto com a pousada para ganhar um descontinho. Após essa parada, seguimos de van para o porto do CEASA, onde embarcamos em um barco. Caso você vá para Manaus e faça a selva, é importante estar ciente que o barco passa pelo Encontro das Águas, dispensando que se contrate o passeio por fora. Assim, saindo do CEASA, a lancha navega por uns 10 minutos e para no Encontro das Águas, que é um dos cartões postais de Manaus. É mágico ver o encontro dos rios Negro e Solimões ao vivo, e ainda de brinde tinhamos diversos botos cinza e cor-de-rosa dando show ao fundo, salto e fazendo suas acrobacias. Foi maravilhoso! O barqueiro fica por meia hora no Encontro das Águas, sendo tempo suficiente para tirar fotos e contemplar. Aqui eu conheci a Alessandra e a Carol, que também estavam viajando solo e foram minhas companheiras enquanto estive no Amazonas. Viajar sozinho é nunca estar sozinho rs Encontro das águas dispensa apresentações Após essa parada, seguimos pelo Rio Solimões até a margem oposta, onde embarcamos em uma outra van. Daí é mais um trajeto de cerca de duas horas por uma rodovia bem ruinzinha, mas nada de outro mundo. O motorista parou no caminho para quem quisesse ir ao banheiro e comer algo. Por fim, chegamos ao Rio Paraná do Mamori, onde pegamos outra lancha para, finalmente, chegar na Pousada Juma Lake. Todo esse percurso levou cerca de 4 horas (eu disse que era uma via-sacra). Chegamos na Pousada por volta das 11:30 e os anfitriões disseram que podíamos acomodar nossas malas no deck enquanto finalizavam a liberação dos quartos, uma vez que outro grupo estava fazendo check-out enquanto chegavámos. Esse procedimento é de praxe por lá, enquanto um grupo está saindo, outro está entrando, então demora cerca de uma hora para que as chaves dos quartos sejam liberados. Enquanto disso, fomos apresentados ao nosso guia William (maravilhoso), que nos conduziria aos passeios pelos próximos três dias. Ele explicou como funcionaria a dinâmica de passeios, formou o grupo (10 pessoas) e disse que, enquanto os quartos não estavam liberados, poderiamos nos banhar no rio em frente a pousada e aproveitar para almoçar, que seria servido a partir do meio-dia. William também disse que sairíamos para o primeiro passeio às 15:30, tempo suficiente para que todos se acomodassem e pudessem aproveitar um pouco da pousada. A caminho da pousada Rio Paraná de Mamori Chalés da pousada A casa maior é o restaurante da pousada, e do lado direto o deck para banho. Na época da cheia, essa escada não existe Aqui vale salientar que a dinâmica de guias na pousada é bem organizada. Os grupos não são grandes (máximo 10 pessoas, pois é o que cabe no barco) e, como há muitos estrangeiros que visitam a pousada, eles dividem os hóspedes entre aqueles que falam português e inglês. Não existe internet móvel na pousada, apenas um wi-fi bem ruim que funciona quando quer e serve para dizer aos familiares que você está vivo. Vá desapegado de qualquer apego tecnológico ou vicio à internet que tenha, pois na selva é raridade rs também há um bar dentro do restaurante que vende bebidas. Você marca, e paga quando faz o check-out. Café e água eles deixam disponível a vontade. Deixamos as malas no deck, nos trocamos e já fomos tomar um banho de rio em frente à pousada! Uma deliciaaaaaaaa! A água é quentinha e eles disponibilizam coletes para quem não sabe nadar (claro que usei kkkkk). Ficamos cerca de meia hora no rio e fomos almoçar quando começou a formar fila no restaurante. O cardápio do almoço era variado, mas sempre com um peixe, arroz, feijão e um acompanhamento, além da salada. Em alguns dias havia mais de uma carne, como frango. A comida é deliciosa e pode repetir a vontade. Por volta das 13:30, a anfitriã procurou os hóspedes recém-chegados e entregou a chave dos quartos. Assim, levei minhas malas e me organizei no meu cantinho. O chuveiro é gelado, tá? O que nem fez diferença nos dias que estive por lá, pois o calor é constante. O quarto privativo tem 3 camas (1 casal e 2 solteiro), todas com mosqueteiro. Almoço com pirarucu Às 15:20, o grupo se reuniu no deck para esperar o William e partir para o primeiro passeio: observação de fauna e flora e pesca de piranhas. Importante lembrar que TODOS os passeios demandam o barco, ou seja, nunca andei tanto de barco na vida kkkkkk saímos da pousada e o William começou a explicar sobre a dinâmica da floresta, a especulação imobiliária que ocorria na região e como eles fazem para preservar! Fiquei bem surpreso quando ele falou que a maioria das terras daquela região eram privadas e as pousadas de selva tinham sócios estrangeiros. Nesta primeira etapa do passeio, fizemos a observação da fauna e flora da floresta. Conseguimos avistar muitas aves, botos, jacarés, macacos-prego, bugios, preguiças... É incrível a biodiversidade da Amazônia. Um binóculo faz toda a diferença neste tipo de trip, pois permite visualizar muita coisa além do que os olhos veem, me arrependi de não ter levado. Nesta época (janeiro), o rio está enchendo, então ainda é possível visualizar a mata de igapó e os jacarés ficam concentrados bem nestas áreas, vimos aos montes! Lá na Amazônia, os mais comuns são o jacaré tinga e o jacaré-açu (vimos ambos). Pesquei! Depois da observação, o guia para em um determinado ponto próximo à margem do Rio Juma e nos dá as varas e iscas para realizar a pescaria de piranhas! Eu não sou muito da pesca, mas mesmo assim consegui pescar quatro piranhas 😅 os outros integrantes do grupo também conseguiram pescar algumas. Como era pesca esportiva, soltamos todas. Ficamos cerca de uma horinha pescando piranhas e aprendendo um pouco sobre os hábitos dos povos ribeirinhos da Amazônia. Por volta das 18:00, fomos em busca de um por-do-sol (que estava bem escondido) e o William parou em um ponto no rio para tomarmos banho em meio à Amazônia selvagem! Que experiênciaaaaaaaa! Enquanto tomavámos banho de rio, ficamos ali esperando que aquele sol tímido aparecesse, mas ele ficou escondido. Mas, tudo muito bonito de qualquer forma! Ao começar o retorno à pousada, William avisou que o próximo passeio sairia às 20:00, que seria a focagem de jacarés! Voltamos para a pousada perto das 19hrs e já emendamos no jantar, que mais uma vez estava delicioso. Desta vez, o prato principal foi frango e tinha feijoada também. Após a janta subi, me troquei e logo já deu o horário de fazer passeio novamente. Pousada de selva é assim: o descanso é conhecer sempre alguma coisa nova (o que adoro). Às 20 horas saímos para a navegação noturna/ focagem de jacarés e digo com toda a certeza do mundo que foi uma das experiências mais sinistras que já pude fazer. Somente a lanterna de cabeça do guia está acesa e o resto é uma escuridão TOTAL! Você não enxerga nada, há diversos barulhos por todos os lados (animais, peixes pulando, aves, insetos cantando, é surreal). É neste ponto que eu falei sobre a importância de um guia com experiência e conhecedor da região, pois você precisa confiar nele para levar o barco naqueles caminhos escuros e desconhecidos. Ele entrava nos afluentes do Rio Juma, ia pelo meio do igapó... Confesso que senti um medinho rs mas deu tudo certo. Jacarés vimos aos montes, pois conforme ele apontava a lanterna para a margem, os olhos deles brilhavam. Depois de um tempo, o William chegou perto do igapó e conseguiu pegar um jacaré filhote e explicou sobre o desenvolvimento desses répteis. São animais de hábitos noturnos, mas que não representam perigo aos seres humanos desde que não sejam incomodados. O jacaré que ele pegou não era tão filhote assim, tinha aproximadamente 5 anos. Achei grandinho kkkkkk Devido ao tamanho, ele não permitiu que ninguém pegasse e depois das explicações, soltou o jacaré de volta no rio. Após navegar mais um tempinho, o Willian conseguiu pegar um jacaré menor e, aí sim, deixou o pessoal segurar (eu não quis kkkkk). William explicando sobre os jacarés WhatsApp Video 2026-01-25 at 14.50.27.mp4 Uma prévia de como é navegar a noite na Amazônia Continuamos navegando no breu para retornar à pousada, e às 22hrs já estavámos de volta. Fiquei conversando um pouco com as meninas do grupo no deck e depois fui para os meus aposentos dormir. No dia seguinte, a aventura na floresta continua com trilha na selva e acampamento em meio à Amazônia!
  33. 1º DIA - 05/01/2026 - SP X MANAUS Esse primeiro dia foi dedicado quase que exclusivamente ao deslocamento. O meu voo partiu de Guarulhos às 19:20hrs e o tempo de viagem até Manaus é cerca de 3:30. O voo foi bem tranquilo e pousei em Manaus por volta das 21:50 no horário local (lembrando que o fuso de lá é uma hora a menos em relação ao horário de Brasília). Como não despachei malas, desembarquei e fui direto para a saída para pedir um Uber e ir para o hotel. O aeroporto de Manaus fica um pouco distante da cidade e há opções de ônibus que fazem o trajeto até a região do centro. Mas como já estava meio tarde e tudo que eu queria era chegar na hospedagem, fui de Uber mesmo. Em cerca de 25 minutos cheguei no Ibis Styles Manaus, fiz check-in e me instalei. Neste dia nem saí para jantar, acabei comendo um lanche que tinha comprado em Guarulhos e está tudo certo. Agora é descansar para explorar Manaus no dia seguinte! 2º DIA - 06/01/2026 - MANAUS (TEATRO AMAZONAS, LARGO DE SÃO SEBASTIÃO, RELÓGIO, MERCADO MUNICIPAL, CATEDRAL, ORLA DO RIO NEGRO, MIRANTE LUCIA ALMEIDA) Primeiro dia efetivamente completo para conhecer Manaus! Acordei por volta das 07:30 e tomei café com calma, pois comecei meu roteiro pelo Teatro Amazonas e a primeira visita guiada dele só começa às 09 da manhã. Aproveitei que estava cedo e mandei mensagem para o motorista da Pousada Juma Lake para combinar o horário que ele me pegaria no dia seguinte para ir à selva. Ficou acordado que seria às 07:30 da manhã. O translado já está incluso no pacote da pousada (o que é de praxe nas pousadas de selva, visto a distância que se encontram de Manaus). Resolvido essa parte, passei o protetor solar, me troquei e parti para o Teatro Amazonas. Para quem visita Manaus, o ideal é se hospedar nesta área próxima ao Teatro Amazonas, pois existe uma vida noturna por ali e é possível fazer os passeios por grande parte dos pontos turísticos a pé. Cheguei na porta do teatro às 08:40 e, aproveitando que ainda estava fechado, fiquei tirando algumas fotos deste belíssimo patrimônio para aproveitar o dia lindo que estava fazendo. O teatro é um símbolo arquitetônico do Amazonas e a sua visita guiada custa R$ 20,00, havendo política de meia-entrada para estudantes e professores. O horário de funcionamento é das 09 às 15hrs e recomendo ir nos primeiros horários, pois alguns colegas que conheci durante a viagem foram perto do último horário e já não havia mais ingressos disponíveis. A visita guiada é excelente, com guias capacitados que contam a história do teatro (e consequentemente, do Amazonas) com uma riqueza de detalhes incrível, havendo um extraordinário repertório cultural, histórico e geográfico. O teatro foi construído no final do século XIX e teve seu auge durante o ciclo da borracha, com destaque para a arquitetura renascentista com influências francesas. Durante a visita, circulamos pela sala de espetáculos, camarotes, varanda e salões anexos. Todo o percurso dura cerca de 45 minutos que passam muito rápido. No final da visita, você é direcionado a uma lojinha em que pode comprar lembrancinhas vinculadas ao teatro. O maravilhoso Teatro Amazonas Tem uma Torre Eiffel ao contrário! Saindo do teatro, fui para o Largo de São Sebastião e tirei algumas fotos da paróquia de mesmo nome, que possui estilo gótico e neoclássico. É muito interessante notar as influências europeias pelos pontos históricos de Manaus, não a toa que ficou apelidada de "Paris dos Trópicos" ao longo do ciclo da borracha. Após o Largo de São Sebastião, desci pela Avenida Eduardo Ribeiro (uma das principais da cidade) e em poucos minutos já estava na região central da cidade. A av. Eduardo Ribeiro é o grande point comercial de Manaus, com lojas para todos os gostos e comércio fortíssimo. Aliás, algo que me surpreendeu em Manaus foi justamente o comércio popular. É um setor superaquecido que ocupa quadras e quadras, semelhante ao que ocorre no Brás/25 de março em SP (dadas as devidas proporções). No final da av. Eduardo Ribeiro, existe um relógio histórico construído nos anos 30 e, em frente dele, a Catedral de Manaus. Parei um pouco, bati algumas fotos e segui. Depois parei na Praça Tenreiro Aranha, excelente para comprar lembrancinhas, preços tão bons ou melhores do que o Mercado Municipal. Paróquia de São Sebastião Relógio Municipal Catedral de Manaus Após atravessar uma avenida repleta de lojas populares e camelôs, cheguei no Mercado Municipal Adolpho Lisboa. Aqui é o paraíso para quem deseja comprar lembrancinhas e bibelôs para levar para casa. Há para todos os gostos, de todos os preços e tipos, basta garimpar e ver o que melhor se encaixa no seu perfil. Também vendem muitos remédios provenientes de plantas medicinais, frutos do mar, frutas da região (como as castanhas), além de abrigar alguns restaurantes bem famosinhos. A essa altura, já era a hora do almoço e a fome estava batendo. Aproveitei que estava no mercado e fui a um restaurante bem recomendado que se localiza na parte superior: a Taberna do Chef Procópio. É um restaurante bem gostoso, com vista para o Rio Negro, que tem como especialidade o tambaqui. Aquele seria o primeiro prato de peixe dos que eu comeria pelos próximos 15 dias kkkkkkk Pedi uma costela de tambaqui, que vinha acompanhada de banana da terra e arroz com jambu. Estava bem gostoso e o preço é bom (faixa dos R$ 50,00). Já almoçado, fui fazer uma caminhada ali na Orla do Rio Negro próximo ao Mercado Municipal. Sobre a segurança em Manaus: essa região do mercado municipal é bem caótica e recomendo não dar bandeira com celular. É fazer algumas fotos e guardar. Apesar de não ter tido qualquer problema em Manaus, as áreas no entorno do mercado tem sinais de abandono, pouco policiamento e, como em qualquer cidade grande, é bom manter o alerta. A região no entorno do teatro já achei mais de boa, pois sempre havia movimento e como estava tendo diversos eventos, a sensação de segurança era um pouco maior. Rio Negro e uma chuva amazônica a caminho! Corredores do Mercado Municipal Vista do Mirante Lucia Almeida Agência da Caixa até no barco! Depois do almoço, começou a chuviscar e voltei para o hotel para retocar o protetor. A chuva durou menos de 20 minutos e por volta das 16:00 fui ao Mirante Lucia Almeida. Esse mirante é um ponto turístico relativamente novo em Manaus, que possui uma vista bem legal para o Rio Negro e a ponte que liga a capital a Manacapuru. No local, existem algumas lojinhas, restaurantes e cafés. É interessante, mas acredito que seja melhor para ver o por-do-sol. O caminho até lá é um pouco ermo também. Fiquei algum tempo e voltei para o Largo de São Sebastião. No final da tarde, passei na Cafeteria do Largo e pedi um cafezinho com uma torta de limão (que estavam divinos). Tomei um banho e a noite voltei para os arredores do Teatro Amazonas para caçar algo para jantar. Neste dia, estava tendo a última edição de um evento natalino de Manaus e tinha diversas barraquinhas, shows de covers, iluminação natalina no teatro. Achei bem legal. Acabei jantando na Pizzaria Splash (que acabou virando meu ponto favorito para jantar em Manaus) e depois passei na Sorveteria Barbarella, que possui sabores regionais e um sorvete bem delicioso. Acabei experimentando o de tucumã e taperebá (gostei de ambos). Fiquei até umas 22hrs no Largo e depois parti para o hotel, já que precisava preparar minhas malas para a aventura que começaria no dia seguinte e muito esperada por mim: a selva!! Versão natalina do teatro!
  34. Migoooo, eu acompanhei a viagem no insta mas estou ansiosa pelo relato detalhado pq eu amei muito suas escolhas! Já fui pro norte algumas vezes e sempre quero voltar... comida do Pará é a melhor do mundo pra mim!
  35. https://inkatimetours.com/es/ https://www.caminosalkantay.com/ Nestes sites tem bastante informação sobre os passeios. Uma coisa que é muito comum lá é reservar com uma agência e te alocam com outros operadores. Eu reservei alguns passeios com o hostel onde estava hospedada e não curti muito os operadores, os guias eram um pouco chatos, sem paciência. Para as 7 lagunas de Ausangate e a montanha pallay punchu, reservei com a Yaku Travel (WhatsApp +51 982 073 006) e gostei bastante dos operadores. Os guias eram bem atenciosos, as vans bem conservadas. E o preço dos passeios eram melhores que os valores que me ofereceram no hostel. Uma coisa que recomendo muito fazer em Cusco é um Walking Tour. Eu reservei pelo get your guide (https://www.getyourguide.com/pt-pt/cusco-l359/cusco-excursao-a-pe-pelo-centro-historico-e-vistas-panoramicas-com-bebida-local-t867527/) e foi uma das experiências mais legais.
  36. Só conheço a humantay, então minha resposta não é imparcial. Mas eu já fui lá 2 vezes, em 2017 e em 2019. A diferença foi brutal. 2 anos depois e estava lotada e degradada. Por isso eu escolheria a laguna 69: acho que vai bem menos gente e é bem menos degradada.
  37. DIA 6 - QUINTA (11/09): continuando este dia então, o DIA DE TODOS OS GATOS! Logo de manhã fomos até o rio contemplar muitas aves aquáticas que estavam por ali... colhereiros, pelicanos, patos, e muitas outras espécies. E poucos minutos depois já demos de cara novamente com a leoparda, aparentemente a mesma do dia anterior! Que emoção! Depois assistimos um pequeno chacal perseguindo galinhas da angola que rapidamente empoleiraram em uma árvore e ficaram brigando com o chacal... e na sequência, encontramos novamente o bando de leoas e filhotes que tínhamos encontrado no dia anterior! Que feliz, elas estavam descansando de barriga pra cima e alguns filhotes estavam interessados em umas girafas que estavam por perto. Ficamos ali um tempo e seguimos. Vimos uma hiena e depois uma quantidade absurda de elefantes... a gente meio que ficou “presos” na passagem deles e uma mamãe elefanta deu um passa fora na gente, indo de encontro ao carro (que foi retirado de ré calmamente pelo Joe) abanando as orelhas nitidamente nos intimidando e dizendo que não éramos bem vindos perto do filhote dela, haha! Contando agora é tranquilo mas na hora foi um cagaço de nossa parte, rs, guia tranquilo. Aí Joe recebeu uns rádios... e começou a ir pra um lugar no meio do nada, sempre olhando pro chão e se orientando por pegadas. E ele achou! Dois leões machos adultos, irmãos, que mantinham em seu território 3 bandos de fêmeas! selfies! Coisa MAIS LINDA. Eles tb estavam descansando e só deram uma erguida de cabeça pra olhar a gente algumas vezes! E depois gente, encontramos mais um bando de fêmeas e filhotes, estávamos realmente com muita sorte! Seguimos com vários outros bichinhos incríveis e quase saindo já do parque topamos com nosso TERCEIRO BANDO DE LEOAS... nós simplesmente vimos os 3 bandos de fêmeas e os dois machos no mesmo dia, foi absolutamente incrível! Foi épico! Valeu Bots! Foi incrível dividir esses dias com uma natureza tão brutal e pessoas tão incríveis, aventura épica para ficar pra sempre guardada no coração. O Joe foi levar os meninos na fronteira onde um outro carro ia pegar eles, eles já voltariam pra VFA e no dia seguinte retornariam ao Brasil. Tb foi nos levar na nossa hospedagem, que era na vilinha dos moradores... mas eu não achei o endereço (era bem estranho na verdade), nem o Joe, e a dona da hospedagem não atendia minha ligação... acabei desistindo e fomos pra um hotel que achamos ok, seria uma noite só mesmo. Foi um hotel bom, meio caro, mas ok. Jantamos por ali mesmo, tomamos um maravilhoso banho, hahaha e capotamos! DIA 7 - SEXTA (12/09): KASANE > NATA Esse era o dia de pegar o carro no aeroporto de kasane. Acordamos cedo, tomamos café, e como o hotel oferecia transfer pro aeroporto, solicitei. Aí a moça da recepção disse que não tinha voo naquele horário, eu disse que sabia, que ia até lá buscar o carro... aí ela disse que só havia transfer pro aeroporto pra quem fosse pegar avião! OI? Eu disse que isso não fazia diferença pra eles, e que eu só tinha escolhido aquele hotel por causa do transfer... ela insistiu que não, eu insisti que sim, e no fim ela arrumou um motorista pra levar a gente, oxe. Aqui é procon fiii, kkkk! O aeroporto de kasane era um deserto, tinha acabado de abrir (as 8h) e deve receber pouquíssimos voos semanais... mas enfim, pegamos nossa nave, sim, uma Toyota Hilux 4x4 automática e partimos rumo a Nata. O deslocamento seria de cerca de 300km. A estrada tinha trechos bons, regulares, ruins e péssimos. E muitos bichos, principalmente elefantes e avestruzes, mas muitos outros tb... andando assim como andam os caramelos aqui no Brasil. Fizemos algumas paradas em “rest areas” e sempre tinha kilos de placas dizendo que ali era uma área de vida selvagem e que vc estava parando ali por conta e risco, rs! Adoro. Plaquinhas! E chegamos em Nata... na exótica hospedagem cujo nome está no início do relato. Era como se fosse um sitio, com muitas cabanas e outras construções, tudo muito rústico. O dono era da Swazilândia... muito simpático, mas falo das pessoas depois! Ele mesmo que construía tudo... e tb tinha um rio que passava no fundo da propriedade, muito grande, e cabras, muitas cabras... O lugar era de paz... fomos dar uma voltinha na cidade que mais uma vez era um ajuntamento de gente sem nenhuma organização visível, rs... e voltamos pra casa só pra relaxar mesmo, tomando vinho na sombra e descansando na beira do rio. Tínhamos acesso a cozinha, mas o dono da hospedagem (esqueci o nome dele) disse que iria fazer jantar, e o custo era bem bom, então topamos. A noite nos sentamos todos em uma mesa externa pra comer, tinha legumes assados, arroz de brócolis, um purê de algo muito bom e frango assado com o melhor tempero da galáxia! Mas o melhor de tudo foi a conversa caótica. Ao longo da tarde já tínhamos conversado com 2 norte-americanos de meia idade que estavam voluntariando ali. Na verdade, a senhora era da terceira idade já, o cara parecia um pouco mais novo. Antes achei que eram um casal, depois vi que eram apenas amigos... e os dois eram bem esquisitos, kkkk, e tb curiosos. Tb tinha uma senhorinha muito senhorinha por ali, na casa dos 90, não entendi se ela era parente do dono ou dos estadunidenses. O Bolsonaro tinha tido sua prisão domiciliar decretada... assim que a senhorinha soube que éramos do Brasil nos perguntou o que achávamos, eu disse que estava em festa, rs, que ele tinha que pagar pelos seus crimes, e ela comemorou muito! Que fofura. Os voluntários tb perguntaram bastante sobre a nossa vida no Brasil, o carinha já tinha “morado” uns meses por aqui e enjambrava um português! Falando sobre os nossos gostos por vida selvagem e natureza eles perguntaram se a gente não tinha vontade de conhecer os parques dos EAU... e eu disse que sim, mas que por hora o visto estava muito caro, e que o presidente deles não gosta muito de brasileiros, haha... a senhora ficou envergonhada e pediu desculpas pelo país dela... achei fofa. Quando a gente chegou, mais cedo, vimos que uma chinesa estava chegando tb, pela estrada, a pé! Tb conversei com ela a tarde... ela estava há um ano vagando pelo mundo... disse que não queria se casar e que nada prendia ela na China, e tb falou coisas curiosas sobre a sua cultura. Contamos que tínhamos visitado a China no ano anterior e que tínhamos amado, ela ficou muito feliz e orgulhosa. Disse que ia dar um tempo na andança pq estava cansada e com sdd da família! Ela tinha mais de 40 anos... foi bem legal. E no jantar se juntou a nós uma outra senhora, europeia, mas que vivia em diferentes países da África por que gostava... ela era muito doida, parecia bêbada ou meio chapada de remédio, foi muito engraçado! Entendi que ela era muito amiga do dono tb, parece que eles já tinham morado juntos em Luanda. De boné verde o proprietário, do lado dele a amiga doida. Gui em pé, ao lado dele o norte-americano e perto de mim a parça dele! Depois de muita conversa, finalmente fomos dormir, no dia seguinte seguiríamos pro Delta do Okavango. DIA 8 - SÁBADO (13/09): NATA > MAUN Acordamos com calma, tomamos café, nos despedimos de todos e partimos! Nosso destino era Maun, cidade base para o Delta do Okavango, mas no meio do caminho queria conhecer o Nxai National Park, seus “Pans” (salinas e pântanos) e os famosos baobas de Baines. NXAI NATIONAL PARK Foi nosso primeiro rally na areia. Mesmo com carro 4x4 é muito difícil dirigir naquela areia fofa... levamos 1h para andar pouco mais de 30km. A região dos baobás é mesmo muito bonita, e são famosos pq constam nas pinturas de Baines, do sec. XIX. As sete irmãs (são 7 árvores)... Baobás de Baines! No mais valeu a aventura. Vimos que era muito foda mesmo dirigir na areia, mas tb vimos bichinhos e visitamos uma terra ancestral que eu queria muito conhecer. Isso pq o Nxai National Park é contínuo ao Makgadikgadi Pans (Pântanos de Makgadikgadi)... e foi neste lugar que surgimos, nós, a espécie humana. A região foi apontada por um estudo científico publicado na Nature em 2019 como o "berço" da humanidade moderna (Homo sapiens). Pesquisas indicam que, há cerca de 200 mil anos, esta área era um vasto sistema de lagos e zonas úmidas férteis, oferecendo o ambiente estável necessário para a evolução inicial de nossos ancestrais diretos. Enfim, mágico estar ali! Mesmo o estudo sendo um pouco polêmico. Seguimos pela estrada sempre com muitos bichinhos e paz! E chegamos na nossa casa em Maun! Maravilhosa, enorme, numa cidadezinha com alguma estruturinha, a melhor em que estivemos. O dono da casa era belga, casado com uma botsuana, vivia ali a muito tempo, um de seus filhos tb, os demais tinham ido pra Europa! Era muito simpático... no quintal tinha outras casas (incluindo a dele) e chalés, era muito bonita. A tarde fomos passear na cidade, fomos num mercado, mas nada de mais! Voltamos pra nossa casinha linda para os rituais viníferos da noite, rs! (CONTINUA)
  38. Meee, verdade Silvia, desculpa! Eu me lembrei da trilha que sai da Barra da Lagoa e segue até a Praia Mole (passando pela Galheta), daí fiz confusão. Eu costumo estar de carro particular, pois Floripa fica a cerca de 230km de onde moro, mas já usei Uber e transporte público. Como a Silvia pontuou, há transporte público, e ele me atendeu suficientemente, mas não há tantas linhas e horários, exigindo que você se organize caso opte se deslocar dessa forma. Quanto ao Uber, ele funciona nas regiões mais povoadas. Me lembro certa vez que estávamos na Caieira, e pedimos Uber diversas vezes, mas ninguém nos atendeu (visto a região ser isolada), dai felizmente conseguimos um ônibus de linha até Morro das Pedras (próximo de Campeche Leste), e lá pegamos outro até Pântano do Sul, e aí caminhamos até Açores. E em outra ocasião, estive em uma festa na P12 (beach club em Jurerê Internacional), e decidimos sair da festa aí pelas 04h da manhã, e ficamos quase uma hora esperando um Uber nos atender (usamos para ir e foi de boa, estávamos hospedados em Cachoeira do Bom Jesus). Excelente sugestão, já que a intenção será frequentar praias e curtir a vida noturna. Floripa engana em seu tamanho, é uma ilha enorme... com o trânsito 'de boa', pode demorar uns quarenta minutos para se deslocar (de carro) do centro para o norte ou sul da ilha. Você pode tranquilamente optar por ficar em um único lugar, e ir se deslocando com transporte público para visitar diferentes praias ao longo da tua estadia... ou até mesmo ir mudando de hospedagem. Dependerá muito da quantidade de dias que tens programado para ficar por lá! Excelentes sugestões, já me hospedei em todas essas localidades e sempre tive o hábito de acordar cedinho para caminhar pelas praias. Eu também gosto da prainha da Barra da Lagoa (aquela depois da ponte pedonal) e sempre curti muito a calmaria da Daniela (no norte da ilha). Enfim, não falta opção para quem curte praia (e trilha).
  39. @igorilas Já contei aqui, foi você que não deve ter visto. Quando fui a Puno,fiquei preso dentro do hotel por dias.Os aymaras queriam pegar os estrangeiros porque uma mina lá havia sido comprada por uma canadense. Na época, governo Dilma com grande crescimento do Brasil,nós também éramos muito visados.Saia escondido para comer e voltava.Era protesto e mais protesto até que o presidente da época,,Allan Garcia decretou estado de sitio e toque de recolher,deslocando tropas especiais com ordem de matar quem estivesse nas ruas.Foi a minha chance,fomos escondidos em uma van pelo exército às 6h da manhã,eu e outras meninas, todas argentinas e caímos fora. Nunca mais eu piso lá. Isso tudo foi no outro dia que eu conheci os Uros.Sorte eu não comprar nada antecipado, cheguei lá uma noite,comprei o passeio para os Uros no outro dia,quando já estava sendo falado o que aconteceria no outro dia,e aconteceu.
  40. Não tinham proibido isso lá na galheta? tava uma briga jurídica/política há tempos por causa disso Acho que o Allan já deu um resumo completo do que fazer. Como vai estar na baixa temporada, não vai sofrer tanto com trânsito para ir aos lugares. Aproveita para praticar o castelhano, pois vai cruzar bastante com hermano morador agora. Pessoalmente eu gosto da região da lagoa da conceição. Tem muita hospedagem barata, uma avenida só de restaurantes de frutos do mar com a orla do lago para passear, uma das trilhas mais tradicionais da ilha (costa da lagoa), dunas e várias praias na região (Joaquina, praia mole, galheta e Gravatá que acho o MÁXIMO), fora a lagoa em si onde dá para alugar caiaque e tal. E tem o terminal lá (TILAG) para ir para praticamente qualquer parte da ilha. Mas claro, vai de cada um. É pq eu gosto de rodar e bater perna mesmo.
  41. Quanto a segurança, nunca tive problemas em nossa capital (sou catarinense), e fui inúmeras vezes para Floripa. É lógico que vale a pena ser sensato, e não dar mole. Sobre pontos de interesse, vai depender muito da tua vibe. Floripa é uma cidade com muita oferta de natureza, mas também existem outras alternativas (arquitetura/cultural, gastronômica, etc.). Ah, e cabe alertar, apesar de ser uma capital de estado, eu considero Floripa uma cidade com pouca estrutura comparada com outras (como Curitiba, por exemplo). Já estive por lá de final de ano e tudo estava fechado - tudo mesmo, até mercado, de forma que fomos pegos desprevenidos. Há uma infinidade de praias ao longo da ilha, que costumeiramente é dividida entre norte, centro e sul. A parte 'chique' da cidade fica no noroeste, na região de Jurerê Internacional, com famosos beach clubs. Panoramas 'instagramáveis' e trilhas você encontra em toda a ilha, mas talvez a mais famosa delas fique indo para o sul, que é a Lagoinha do Leste (com o Morro da Coroa). Se quiseres imersão na natureza, também no sul, só que vindo pela parte interna da ilha, temos a Caieira, qual possui uma pequena trilha que leva até Naufragados (uma praia isolada). Tem a Praia Mole, que é de nudismo. A primeira rua pavimentada do estado foi feita em Santo Antônio de Lisboa (que é bem agradável com sua arquitetura açoriana). Se queres algo mais ligado a artesanato e 'good vibes' podes ir para a Lagoa da Conceição. Eu já fiquei em toda a ilha, salvo no Centrão (mas já o visitei). O que você pretende fazer por lá?
  42. Acho que ta legalzinho a quantidade de dias e focar apenas na Tailandia, sugiro que um dia de Bangkok você pegue para ir até Ayutthaya, da para ir de trem gastando 5 reais em media, colocam um terror dizendo que o trem é cheio, que é desconfortavel, falsos agentes de turismo ficam na entrada da estação botando medo nos turistas com finalidade de fazer a galera fechar pacote para ir de van ou taxis privados. Pra mim foi um dos melhores trajetos que fiz dentro do país, chegando na estação alugue uma bike ou uma moto e curta a cidade e os templos. Outra sugestão que dou, é tirar um dia de Phuket e ficar uma noite ao menos em Phi Phi, a ilha tem uma vibe bem gostosa e você consegue aproveitar mais algumas atividades como mergulho, snorkeling, fora os rolês das ilhas. Krabi, fique ao menos uma noite em Railay.
  43. Fizemos esse roteiro na nossa lua de mel que passamos na Europa em Dezembro de 2022. Escolhemos esses países porque somos apaixonados pelo natal e tínhamos o sonho de ver neve. Então fizemos a base em Londres, que era onde a passagem estava mais barata e depois fomos para Finlândia e Estônia. Foi uma viagem corrida, mas sem dúvidas, a viagem dos nossos sonhos: muita neve, luzes de Natal e os encantadores mercadinhos que deixam o inverno ainda mais incrível! Cronograma Geral: Dia 1: São Paulo - Londres Dia 2: Londres Dia 3: Londres Dia 4: Londres- Helsinki Dia 5: Helsinki Dia 6: Helsinki - Tallinn Dia 7: Tallinn Dia 8: Tallinn Dia 9: Tallinn - Helsinki Dia 10: Helsinki - Rovaniemi Dia 11: Rovaniemi Dia 12: Rovaniemi Dia 13: Rovaniemi - Ivalo Dia 14: Ivalo Dia 15: Ivalo Dia 16: Ivalo - Helsinki Dia 17: Helsinki - Londres Dia 18: Londres Dia 19: Londres - São Paulo Dia 1 – Brasil → Londres Voo São Paulo → Londres (Latam) Dia 2 – Londres Chegada em Londres Trem do aeroporto até Paddington Winter Wonderland (Hyde Park) -> Festival de Natal, comidas típicas, brinquedos e luzes Dia 3 – Londres St. Pancras & King’s Cross (Harry Potter) Camden Town Almoço: Fish and Chips no Poppies Museu Britânico Museu de História Natural Covent Garden Trafalgar Square (Mercadinhos de Natal) Leicester Square (Mercadinhos de Natal) LEGO Store e M&M’s World Piccadilly Circus Jantar: Hambúrguer no Shake Shack Dia 4 – Londres → Helsinque Voo Londres → Helsinque (Norwegian) Primeira experiência com a neve Praça do Senado (Senaatintori) + Mercadinho de Natal Jantar: Restaurante Italiano La Famiglia Dia 5 – Helsinque Café Regatta Sibelius Monument Igreja Temppeliaukio (Igreja construída na rocha) Capela Kamppi Helsinki Central Station Finnish National Theatre Sauna Löyly + Mergulho no Mar Báltico Jantar: Sopa de salmão no Löyly Chocolate quente no Mercadinho de Natal Dia 6 – Helsinque → Tallinn Ferry: Helsinque → Tallinn (Eckerö Line) Check-in na Old Town Almoço: Salsicha e batata no Mercadinho de Natal Farmácia mais antiga da Europa Muralhas medievais Jantar: Pub Kompressor (Panquecas estonianas) Dia 7 – Tallinn Café Maiasmokk Catedral Alexander Nevsky Mirantes Kohtuotsa e Patkuli Almoço: Peppersack (Restaurante medieval) Museu Kiek in de Kök e túneis dos bastiões Freedom Square Viru Gate à noite Jantar: Pizza no Bella Ciao Restoran Dia 8 – Tallinn Chocolat de Pierre - Melhor chocolate quente da vida! Passeio livre pela Old Town Loja Kalev (chocolates) Museu da KGB Balti Jaama Turg Jantar medieval no Olde Hansa (Special Experience) Dia 9 – Tallinn → Helsinque Ferry Tallinn → Helsinque (Eckerö Line) Nevasca (Aproveitamos para descansar) Jantar: Mcdonald's Dia 10 – Helsinque - Rovaniemi Café Ekberg 1845 Catedral Ortodoxa Uspenski Market Square Almoço: Batata recheada no Mercado Central Museu Nacional da Finlândia Jantar: Mcdonald's Trem noturno para Rovaniemi (VR - Sleep Cabines) Dia 11 – Rovaniemi Chegada de trem em Rovaniemi Passeio de trenó com huskies - Bearhill Husky Museu Arktikum Jantar: Restaurante Rosso Passeio no centro de Rovaniemi e shopping Dia 12 – Rovaniemi Ônibus até a Santa Claus Village Linha do Círculo Polar Ártico Foto com o Papai Noel Almoço: Santa’s Salmon Place Correio do Papai Noel Casa da mamãe noel Passeio pela vila Noite: Tour - Caça Aurora Boreal Dia 13 – Rovaniemi → Ivalo Ônibus até Ivalo + Transfer até o Hotel Check-in no Aurora Village (Cabana de vidro) Passeio e refeições no hotel Aurora boreal de noite (Fraca, mas vimos do quarto) Dia 14 – Ivalo Trenó com renas Alimentação das renas Sauna + jacuzzi ao ar livre Dia 15 – Ivalo Sauna tradicional sobre lago congelado Snowmobile pela floresta Dia 16 – Ivalo → Helsinque Voo Ivalo → Helsinque Passeio pelo mercado central e roda gigante Almoço: La Famiglia Descanso Jantar: Pizza no mercadinho de natal Dia 17 – Helsinque → Londres Voo Helsinque → Londres (Finnair) Tower Bridge Almoço: Josef Traditional Fish & Chips Tower of London (Joias da Coroa) Afternoon Tea no The Wolseley Fortnum & Mason Piccadilly Circus Primark Loja Harry Potter Dia 18 – Londres Caffè Nero London Eye Caminhada até o Big Ben Abadia de Westminster Troca da guarda no Palácio de Buckingham (muito cheio) Caminhada pelo parque Almoço: Pub The Gloucester Arms Science Museum Natural History Museum Covent Garden Dia 19 – Londres Caffè Nero Passeio por Notting Hill The Blue Door (decepção - estava toda pichada) Notting Hill Bookshop Portobello Road e feirinhas Caminhada pelo Hyde Park Palácio de Kensington Almoço: Misto Restaurante italiano Retorno ao hotel e saída para o aeroporto Voo Londres → São Paulo (Latam) Nossas considerações sobre a viagem: Bom, eu já falei que essa foi a viagem dos nossos sonhos e que vivemos coisas que nunca imaginamos viver. Mas agora vamos para a parte mais prática, que sempre ajuda muito quem está planejando uma viagem parecida. Clima Apesar do frio rigoroso, ainda não era inverno oficialmente kkkkk. O inverno mesmo começa mais para o final de dezembro e vai até março, mas a neve pode começar a cair já em novembro, dependendo da região. Nós demos muita sorte, porque pegamos bastante neve desde o primeiro dia na Finlândia e ela só foi aumentando. Mas é importante lembrar que a natureza é imprevisível. Quando voltamos para Helsinque no final da viagem, por exemplo, a neve já tinha derretido e a cidade estava completamente diferente. Câmbio Levamos dinheiro e fizemos o câmbio para euros (Estônia e Finlândia) e libras (Londres). Mas usamos um pouco de cartão também. Transporte Como viajamos em época de neve, ficamos com receio de alugar carro, além de não achar tão vantajoso por conta das grandes distâncias entre as cidades. Fizemos praticamente tudo de avião, trem ou ônibus. Dentro das cidades, andamos muito a pé e, quando necessário, usamos Uber ou metrô, principalmente em Londres. Roupas de frio Essa era uma das nossas maiores dúvidas, já que nunca tínhamos viajado para lugares tão frios. O principal aprendizado foi: se vestir em camadas. A gente usava mais ou menos assim: 1ª camada térmica: calça e blusa térmica + meia leve 2ª camada: calça e blusa para aquecer (tricô, lã ou fleece) + meia mais quente 3ª camada impermeável: casaco para -20 °C e calça de neve + bota de neve Acessórios: gorro, luvas, cachecol ou gola e aquecedores de mão (hand warmers) Essa é a base para não morrer de frio hahaha, e depois você vai ajustando conforme a temperatura e também conforme o seu corpo reage ao frio. Se não der para investir em tudo, priorize um bom casaco impermeável que aguente baixas temperaturas, uma calça de neve e uma bota de neve de qualidade. Dica super importante Levamos aquelas canetas touch screen para conseguir mexer no celular sem tirar a luva. Isso ajudou demais, porque no frio você fica naquele dilema eterno: quero tirar foto, mas não aguento tirar a luva nem por dois segundos kkkk. Sobre a aurora boreal: Ver a Aurora Boreal foi uma experiência legal, mas também um pouco frustrante. Nós sabíamos que, por ser um fenômeno natural, não havia garantia de que iríamos vê-la, ainda mais na época em que estávamos (muita neve e céu nublado), mas ainda assim existia aquela esperança. Fizemos um tour para tentar ver a aurora e, mesmo com o tempo ruim, o guia se esforçou ao máximo, chegando até a nos levar de carro até a Suécia em busca de um céu melhor. Quando finalmente paramos, o que conseguíamos ver era apenas uma luz esverdeada bem fraquinha no céu. Não dava para ver quase nada, mas ficamos surpresos quando vimos as fotos: nelas, a aurora aparecia bem mais intensa e bonita, o que nos fez entender que a experiência real é um pouco diferente do que se vê nas imagens. Quando estávamos no hotel, tivemos um momento um pouco mais especial, eu acordei de madrugada, do nada, e vi uma luz no céu, também era bem fraca igual a outra, mas dava pra ver ela se movimentando levemente. Quando as pessoas olham nossa foto, ficam impressionadas, e apesar de ter sido muito especial, nós não sentimos e nem consideramos que vimos a aurora boreal kkkkk Não podemos reclamar pois não estávamos na época certa e nem era esse o foco principal da viagem. Mas ainda sonhamos em ter uma experiência melhor no futuro e conseguir ver uma aurora “de verdade” kkkkk. Um pouco sobre as cidades: Londres foi o nosso ponto de partida e também de despedida da viagem. Não estávamos com tantas expectativas, mas a cidade nos surpreendeu muito. Apesar de ser grande e bem agitada, Londres é linda, principalmente no inverno, com muitas luzes, enfeites de Natal e algumas opções de mercadinhos natalinos. Fizemos muita coisa e andamos bastante, mas o que mais gostamos em Londres é que o transporte público funciona muito bem, o que facilita demais a locomoção. Dá pra ir de uma ponta a outra da cidade em poucos minutos. Helsinque foi especial porque foi o nosso primeiro contato com a neve. A gente não imaginava que iria pegar neve por lá, mas assim que pousamos já vimos a cidade toda branquinha. É uma cidade muito interessante, porque apesar de ser grande e moderna, tem uma cultura muita diferente: pessoas assando salsichões no Café Regatta, as saunas coletivas, o mergulho no Mar Báltico e sem contar na arquitetura incrível. Rovaniemi é uma cidade pequena, com poucas opções, basicamente um shopping pequeno e um museu. Mas o grande destaque é a Vila do Papai Noel, que é simplesmente incrível e faz a gente se sentir criança de novo. Curtimos muito a neve, as decorações, as músicas natalinas, conversamos com o Papai Noel, atravessamos a linha do Círculo Polar Ártico e enviamos uma carta pelo correio. Além disso, foi em Rovaniemi que fizemos o passeio de trenó com os huskies e também o tour para tentar ver a Aurora Boreal. Ivalo foi um dos pontos mais altos da viagem. Nos hospedamos em um hotel incrível no meio das florestas e foi um momento de descanso. Ficamos nas famosas cabanas de vidro e aproveitamos as experiências que o hotel oferecia: trenós e interação com renas, snowmobile, saunas tradicionais e jacuzzi. Além disso, vimos o frio mais intenso das nossas vidas e também uma aurora boreal muito especial direto do nosso quarto.
  44. Ouvi falar muito desses golpes... inclusive de amigos que já foram na cidade... pensando nisto, escolhi Hotel próximo ao metrô...Eu particularmente descartei uso de taxi... no dia que irei para pontos mais distantes, já reservei carro para alugar.. não quero dor de cabeça nas férias.. kkk
  45. Uma coisa é ter dinheiro. Outra coisa é gostar de ser feito de trouxa (e brasileiro fica sempre no pódio nesse quesito). Virou a tendência do verão 2025/2026 cidade "turística" inventar taxa de preservação, taxa do turismo, taxa do patrimônio natural, taxa da taxa. A pessoa já se mata de trabalhar pra pagar pedágio, combustível caro/ruim, hotéis cheios e com preços lá em cima e ainda pagar mais para contribuir com o orçamento de uma cidade que arrecada bem e tem todo um patrimônio para promover as melhorias "justificadas"? Daqui a pouco, Curitiba (que está até o tucupi de mendigo nas ruas) vai querer cobrar taxa por ser "uma capital ecológica". Daqui a pouco Manaus/Belém (boa parte com lixarais e esgotos a céu aberto) vão querer exigir "taxa da preservação da amazônia" Sou totalmente a favor de boicote de cidade que inventa moda quando seus prefeitos e vereadores já ganham e arrecadam muito bem às custas do visitante.
  46. fiz exatamente o mesmo roterio que você tem em mente istanbul - capadocia - riviera turca viagem foi maravilhosa adorei a viagem, recomendo fortemente único problema são os golpes de taxi/uber deixei um relato aqui:
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