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Olá viajante!

Bora viajar?

MOCHILÃO CUBA - Cuba mudou muito! Informações atualizadas 2023. 18 dias (Havana, Santiago Cuba, Santa Clara, Trinidad, Cienfuegos, Playa Giron, Vinales e Cayo Jutias). Agora com Ebook gratuito para comunidade

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Galera! O post virou um livro! Isso mesmo! Um amigo meu foi para Cuba mês passado e me ajudou a atualizar e aprimorar novas informações de Cuba! Resolvi assim publicar um livro para alcançar mais pessoas e promover o turismo em Cuba!

 

 

DOWNLOAD GRATUITO PARA GALERA DO MOCHILEIROS.COM: https://drive.google.com/file/d/1wAMHj2S0Q-1gXZToBlK7vJ5PWhFtBKIy/view?usp=sharing  

 

Para quem prefere a versão impressa, você pode encomendar uma no site da editora Clube de autores: https://clubedeautores.com.br/livro/vai-pra-cuba  (R$ 41,00)

 

Se tiverem alguma sugestão, crítica ou apontamento por favor me escrevam no mesmo email para que eu possa atualizar as informações nas novas reimpressões!

 

Caso queiram saber de algo ou algum detalhe extra, podem me procurar no INSTAGRAM: "eddiesantos1912" (link do meu instagram). Lá acompanho mais as mensagens. Além disso, as fotos desconfiguraram aqui, mas no insta estão postadas, assim como destaques dos stories relatando o mochilão. O insta é fechado por questões de segurança, mas ao perceber que se trata de alguém do ramo das viagens e dos mochileiros.com sempre aceito. 

 

 

Segue abaixo o post original. 

___________________________________________

 

Considerações Iniciais

Prazer galera! Sou Eddie, professor de Geografia, e sempre planejo meus mochilões e viagens pelo relatos da comunidade. Agradeço ao meu amigo João aqui de Joinville que viajou no fim de 2022 e me deu algumas dicas e materiais essenciais, assim como todos os mochileiros que postaram seus relatos de Cuba aqui no fórum, os quais foram de muita ajuda no meu planejamento. Porém, como todos os relatos aqui são do período anterior a pandemia, vou me esforçar por relatar minha experiência na minha viagem a Cuba em Fev de 2023. A partir da minha experiência em Cuba, posso afirmar que Cuba, o turismo e a sociedade cubana mudaram e estão mudando em um ritmo acelerado no período pós-pandemia. Vou colocar alguns  tópicos com as principais mudanças, e nas demais postagens comento a experiência, meus gastos e pontos imperdíveis em cada uma das atrações e cidades visitadas. Viajei sozinho por 18 dias por Cuba, onde conversei com centenas de cubanos sobre o cotidiano, os desafios e a história de Cuba. Ideal mesmo é fazer um mochilão de 30 dias por Cuba, mas 18 já deu para conhecer um pouquinho do "essencial". No caminho conheci pessoas sensacionais, desde pessoas locais, a casais brasileiros em viagem e alguns mochileiros europeus (porém nenhum mochileiro latino 😔 então bora viajar galera! 😆), os quais algumas das histórias relatarei quando comentar a experiência em cada cidade. Caso queiram saber de algo ou algum detalhe extra, podem me procurar no INSTAGRAM: "eddiesantos1912" (link do meu instagram). Lá acompanho mais as mensagens. Mas agora segue o essencial de Cuba em 2023, a partir da minha experiência. 

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Resumo da história econômica cubana e a situação em 2023

Como dito, conversei com centenas de cubanos das mais variadas correntes de pensamento e profissões. Então segue um resumo do que captei. Entre os mais idosos que viveram o período de mudança após o triunfo da revolução é consensual que o que viveram na década de 80 foram "anos de ouros". Havia comida em quantidade abundante e sobrava dinheiro do salário para o trabalhador comum comprar diferentes itens de consumo importados dos demais países do bloco socialistas. Ademais, como não havia turismo externo, o turismo em cuba era praticamente interno. Assim, todo trabalhador cubano conseguia fazer turismo uma vez ao ano. Um senhor cubano me contou que o salário na época era de cerca de120 pesos mensais, e no fim de ano ele sempre consegui fazer o "tour turismo da época": 15 dias por várias cidades da ilha com ônibus, hotel e comida tudo pago por uns 80 pesos, ou seja, vivia-se bem e com boa qualidade de vida. O sistema, dentro dos paradigmas ao qual foi baseado - um modelo soviético - funcionava relativamente bem e deu as bases de um estado de bem estar social que dava inveja aos países caribenhos vizinhos. Assim, essa época deixa saudades e nostalgia em todos que viveram o auge do sistema. Porém, a queda do bloco socialista na década de 1990 e o consequentemente isolamento político e econômico deixaram o país em situação bastante complicada. O fato também de Cuba ter mantido com a URSS uma relação neocolonial e não ter feito uma política de industrialização de "substituição de importações" também veio a cobrar o preço após a queda do muro de Berlim. Por tudo isso, eles chamam a década de 90 de "período especial", uma época de escassez, sacrifícios e muitas dificuldades. Cuba perdeu mais de 75% dos compradores de seus produtos, e o embargo econômico dos EUA recrudesceu e assim afetou mais do que nunca o governo e o funcionamento do sistema. Dois exemplos: o maquinário de produção de açúcar, que era todo baseado em máquinas soviéticas. Logo, sem ter uma indústria de base forte, não tinha como repor, e hoje a indústria açucareira passa dificuldades e Cuba inclusive tem que importar açúcar de outros países; 2) O embargo econômico dificulta tudo, pois a impossibilidade do governo cubano ter contas em dólares no estrangeiro, importar ou exportar produtos que direta ou indiretamente tenham relação com os EUA, e outras sanções (Veja mais aqui), como a que os cargueiros de mercadorias enfrentam ao ir a cuba, pois se um navio aporta em porto cubano, não pode ir aos EUA nos próximos 6 meses, ou seja, que dono de cargueiro aceita um frete a Cuba se depois não poderá ir aos EUA um dos maiores importadores e exportadores do mundo? Assim, Cuba na prática tem que pagar o dobro pelo frete dos produtos importados, o que resulta em importar produtos por quase o dobro do preço e exportar seus produtos a um preço mais barato para compensar o frete para os países compradores. Uma das soluções para a saída do período especial foi a abertura ao turismo. Assim, a partir dos anos 2000 o turismo passou a ser uma das principais atividades econômicas da ilha, que foi crescendo ano a ano até chegar ao seu pico antes da Pandemia Covid. Mas aí começa uma das contradições: para sair do período especial, o  governo cubano teve que abrir mão de vários dos seus princípios "socialistas". Assim, quem trabalha com algo relacionado ao turismo nesses 30 anos conseguiu um padrão e qualidade de vida muito superior a quem não estava ligado a essa atividade ou manteve-se trabalhando para o governo. O mesmo pode ser dito para as famílias cubanas que possuem familiares no estrangeiro e recebem remessas em dólares dessas famílias. Pessoas nessas duas situações, tem um padrão de vida e de consumo bastante diferente do resto da população. Então não espere ir a Cuba e encontrar a Cuba pintada pela extrema direita no Brasil (todo mundo pobre e se ferrando igual) ou pintada pela esquerda idealista brasileira (um país com igualdade e modelo de vide onde todos os serviços públicos funcionam perfeitamente). A sociedade cubana é bastante dividida em segmentos sociais e o governo está com dificuldades de socializar o dinheiro que vem da atividade econômica turismo e das remessas externas, pois é bastante ineficiente e "amador" em cobrar impostos e outras situações burocráticas advindas de um contexto de abertura econômica. Assim, muitos cubanos sonegam facilmente imposto, como uma guia de freetour me falou: "a gente tem que pagar 50 pesos de imposto por turistas que guiamos, mas o governo nunca sabe quantos são, então a gente chega no fim do mês e autodeclara qualquer número e tá ok"; ou venda de imóveis ou casas: para o governo se declara um valor e por fora se vende por 50 vezes mais tal bem, e o governo acaba cobrando o imposto apenas do valor declarado que é ínfimo 👀. Assim, de 2000-2020 foi um período que Cuba vinha se recuperando economicamente, apesar da desigualdade e diferentes problemas advindos do bloqueio e de uma não industrialização de base no país. Obama retirou algumas sanções e resultou em mais melhorias econômicas. Fruto desse período é que percebi que praticamente todos possuem um smartphone, acessam a internet e usam roupas importadas (grande parte falsificadas, mas simulacro das marcas internacionais), demonstrando que consumiam bastante alguns desses bens. Nas ruas de Havana os típicos carros antigos já dividiam as ruas com centenas de carros importados novos. Porém, as coisas começaram a piorar depois de 2016 quando Trump assumiu o poder e adicionou centenas de sanções econômicas, colocando ainda Cuba na lista de países terroristas e todas consequências econômicas que disso resulta. Um exemplo é proibição de cruzeiros de aportarem em Cuba, o que já afetou fortemente o turismo, principalmente de Santiago de Cuba. TUDO PIOROU AINDA MAIS COM A PANDEMIA. SIMPLESMENTE ARRASOU O PAÍS, como um furacão que nocauteou o sistema que já vinha cambaleando. Um país que tinha como principal fonte o turismo, o fato de ficar fechado por quase dois anos foi um baque duro. Até agora, os arrendadores de casa e outros cubanos me relataram que mesmo em 2023 não chega a 10% de turistas que viam antes da pandemia, ou seja, a principal atividade econômica não voltou ao "pleno vapor" e isso continua com o estrangulamento econômico do país. Então, para ajudarem na recuperação econômica da ilha, "vão pra Cuba"! 👌 Diante desse contexto, uns 80% cubanos acham o período pós pandemia pior que o período especial pós queda do bloco socialista. Pelo que entendi, naquela época todo mundo se ferrou junto e as mudanças foram mais lentas. Entretanto, atualmente as mudanças estão ritmo muito acelerado, atingindo fortemente alguns setores sociais e outros menos. O governo no plano de tentar fazer abertura econômica no estilo do que Vietnã e China fizeram do "socialismo de mercado", está deixando de subsidiar vários produtos e alimentos e deixando na mão do mercado privado. Assim, muitas bodegas do governo estão vazias e a caderneta de ração mensal dos cubanos está cada vez mais pequena e não chega aos pés que era na década de 80 ou mesmo nos anos 2010. Isso afeta principalmente os cubanos que vivem de aposentadoria ou trabalham em cargos estatais de menor complexidade. Somado a esse efeito da pandemia, a fusão das moedas CUC e CUP e outras políticas econômicas, fizeram o preço e inflação dos alimentos disparar. Assim, quem vive do salário do governo (varia entre 2.000 a 6.000 pesos cubanos, ou seja, entre 12 a 40 USD) a situação é crítica. Antes, mesmo com esse salário padrão internacional dólar baixo, a galera em geral conseguia viver bem pois o governo garantia o subsídio de vários produtos através das suas bodegas e a caderneta de alimentos. Mas agora com governo quebrado pós pandemia (pois gastou praticamente todas divisas que tinha em busca de vacina e com saúde pública), com preço dos alimentos tendo que ser comprados no mercado negro ou lojas do mercado privado com padrão similar ao preço internacional, complica muito para essas famílias mais pobres. Porém, não vi cenário da galera passando fome ou desespero total, eles estavam "levando a vida", como dizem. Nesse sentido, comiam de forma "não balanceada" com excesso de carboidratos (arroz e feijão e massas pizza pão) e pouca proteína (mais ovos, o que todos relatavam que estavam muito caros). Porém, vocês vão encontrar uma boa porcentagem da população cubana em situação de consumo mais elevada 🤑🤑. Muitos cubanos que trabalham por conta própria direta ou indiretamente ao turismo, tem familiares no estrangeiro, tem familiares médicos que trabalham ou trabalhavam fora e assim acumularam dólares ou que são donos de pequenos negócios (uma burguesia ascendente) ou mesmo trabalham em alguns cargos em negócios privados levam uma vida relativamente boa. Vi em várias casas que fiquei jovens jogando PS4 ou XBOX One (mto melhor que eu 🤔 ) , frequentando discotecas, bebendo cerveja e outros elementos de padrão de consumo típicos do capitalismo ocidental - até porque lá a cultura capitalista de cinema, novelas, vídeos e internet sempre existiu. Entre os jovens, principalmente os que são bem "educados" no sistema formal de ensino - formados em cursos superiores - e que não viveram os tempos auges da revolução, as vozes contrárias ao sistema são mais fortes. Alguns inclusive parecem imersos em redes de conspiração da extrema direita (alguns me falavam de marxismo cultural, outros que queriam que EUA anexasse Cuba como estado aos moldes de Porto Rico) e em suma tinham como principal esperança juntar dólares para pagar a um coiote (uns 10.000 USD) para ir aos EUA e iniciar uma vida economicamente ativa lá, pois creem que há poucas perspectivas de melhorias econômicas a curto prazo. Esses jovens tem posição crítica em relação ao governo, sistema e o futuro da ilha. Mas também conversei com jovens mais pobres ou formados mas que são de esquerda, e assim tem uma corrente de pensamento na qual esperam que Cuba abra sua economia mas mantenha as conquistas sociais na segurança, educação e saúde e sigam caminho parecido com o socialismo de mercado na China e Vietnã. Esses jovens querem ver mudanças, mas não tem ilusões que o neoliberalismo é o caminho. Então querem um estado de bem estar social ou socialismo de mercado que funcione bem com o capitalismo que virá em breve cada vez mais forte. Enfim, Cuba está passando por um período de mudanças intensas e não vejo a hora de retornar daqui uns 5 anos para a ilha para ver para onde tudo isso vai dar. E você mochileiro, organize-se para ir rápido a Cuba! É um país imperdível, com cultura única e história geopolítica cheio de reviravoltas e contrastes, afinal, não é fácil sobreviver no  sistema mundo isolado com bloqueio econômico por quase 30 anos, achar um caminho (o turismo) mas ser nocauteado por seguir padrões sanitários e assim ter que fechar suas fronteiras por 2 anos. Mas apesar disso, o povo cubano é alegre, simpático e gentil. Em cada praça, uma música; em cada rua, crianças e adultos se divertindo e sorrindo do seu modo. Mesmo diante de dificuldade, a segurança é incrível, não me senti inseguro em nenhum momento e tampouco ouvi relatos de outros viajantes ou população local. Uma frase que ouvi me marcou muito: "nós cubanos somos felizes, não passamos fome, mas só passamos vontade mesmo de vez em quando". 

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Moedas, conversões e dicas de câmbio

Essa é a parte mais confusa! 🤯 Apesar da extinção do CUC, na prática há 5 formas de moedas ou de pagamentos em Cuba 😲. Demorei uns dias para entender, e no final estava craque nisso. Então segue resumo:  01- Peso Cubano ou "moeda nacional". é a moeda do dia a dia. Cobrados nos comércios locais e na maioria das lojas que atendem turistas. Então quando você chegar, faça a troca na casa de alguma família (ou alguém indicado por eles) que você for ficar hospedado, pois vão de ter uma melhor cotação do que nas cadecas do governo. A cotação oficial do governo é: 1 DÓLAR OU 1 EURO = 120 PESOS. Mas no câmbio paralelo que todos os cubanos usam estava no final de março em: 1 DÓLAR OU 1 EURO = 170 PESOS CUBANOS. Eu acabei fazendo por 160, porque ao longo das 3 semanas que estava lá o peso cubano deu uma desvalorizada. Assim, compensa ir trocando de pouco em pouco a cada 05 dias por exemplos seus dólares. Repare que a cotação do euro e dólar é a mesma, mas no Brasil o dólar é muito mais barato que euro 🤓 então levem dólar 🤑! Antigamente tinha taxa sobre o dólar, por isso relatos do fórum falavam para levar euros, mas agora não há mais taxa e em cuba em todos os lugares formais e informais o Dólar e EURO valem o mesmo.  Mas sempre confirmem como está a cotação com a pessoa que vocês forem ficar lá. Como falarei no tópico hospedagem, usem o AIRBN para isso e conversem com a pessoa da casa por lá que ela te ajudará (darei dicas de pessoas confiáveis para isso). 02 - EURO E DÓLAR. É o que eles chamam de "moeda forte". Os taxistas, arrendadores de casa, alguns pacotes turísticos e alguns lojas ou restaurantes específicos em lugares muito turísticos cobram em Euro ou Dólar. Eles aceitam a moeda nacional, mas fazem a "conversão do jeito que querem". Por exemplo, táxi eu paguei 10 dólares e o restante em peso cubanos, e ele fez cotação 1 dólar = 180 pesos. Mas outros lugares faziam por 160 e alguns lugares do governo faziam por 120. Confuso, enfim, "Coisas de Cuba".  03 - CARTÃO DE CRÉDITO. O cartão de crédito 💳 já é aceito em muitos lugares administrados para o governo, e pior, em alguns lugares SÓ É ACEITO CARTÃO DE CRÉDITO MASTER! Então levem um cartão mastercard com vocês para esses momentos. Meu Nubank funcionou super bem e até daria para sacar dinheiro lá se precisasse (mas seria na cotação 120 pesos, ou seja, não compensaria, mas em uma urgência teria essa opção). Mas como não sabia disso, como irei contar em um dos dias, planejei ir a Cayo Santa Maria e quando cheguei lá tinha que comprar voucher com a agência de turismo do governo cubano, porém só podia pagar em tarjeta mastercard. tinha dólares e pesos cubanos, mas que não aceitavam 😪! Fiquei chupando dedo e tentando ajuda de outros turistas para passar a tarjeta. Só passou uns canadenses pnc* que não me ajudaram 😵. Mas faz parte, nos outros dias aprendi a lição e sempre andava com a tarjeta, e a utilizei algumas vezes (para comprar passagem viaazul, bus turístico em Trinidad e em um ou outro restaurante do governo. 04 - TARJETA MLC (livremente conversível). Essa é a versão nova do CUC, mas não se preocupe, apenas as pessoas locais usam ela. Na prática, ela é um cartão de débito que e recarregável com dólares. Algumas tiendas de produtos importadas SÓ pode comprar com a MLC ou cartão master "dos turistas". Basicamente, o governo fez isso porque precisa de dólares para importação de produtos essenciais. Assim, as famílias que moram no estrangeiro e enviam dólares para cubano locais via sistema bancário cubano, que ficam com os dólares e convertem em MLC na tarjeta do cidadão cubano e o dólar fica com governo (para conseguir importar produtos e etc.). E com o MLC você pode comprar os produtos no mesmo preço do que em dólar. Além disso, quem vive do turismo e ganha muitos dólares, faz um depósito para transformar em MLC e pode comprar os produtos importados nas tiendas específicas. Nessas tiendas dá para comprar Coca cola e tudo que você imagina 🤣. O cubano que recebe apenas em peso cubano e não tem familiares, pode comprar nos comerciozinhos locais que revendem esses produtos importados, mas claro, com margem de lucro. Ou seja, mercado está se abrindo lá, de modo bem embrionário e com fortes contradições. Enfim, confuso não? Mas com alguns dias você pega os segredos e em dez dias já é quase um cubano com MLC e por dentro das "coisas de Cuba".

Hospedagens

Fiquei hospedado em casas de famílias, as quais todas encontrei pelo Airbn e em média todos custaram 10 a 12 dólares/euros o quarto dependendo da cidade. E 10 dólares valeria para 2 ou mais pessoas as vezes, ou seja, média de 5 a 6 E por pessoa, mas como estava sozinho pra mim custou 10. Achei muito em conta e um valor justo para os dois lados. Eram todos quartos confortáveis e exclusivos, com ar condicionado, roupas limpas, enfim tudo perfeito. Durante a viagem descobri que vários brasileiros estavam pagando 35 a 40 dólares quartos com mesmo padrão que meu, talvez um pouco mais bem localizados, mas mesmo assim não valeria a pena. Tudo porque não tinham descoberto a opção do airbn... Eu mesmo, no início estava perdido, pois como costumo usar o booking nas viagens e ele está indisponível em Cuba, acabei pedindo ajuda em páginas do instagram como "Dicas Sobre Cuba" e "Vou pra Cuba!" e a hospedagem diária estava respectivamente 25 a 35 Euros. Mas quando descobri pelo airbn foi paraíso. Tudo bem avaliadas e conseguia em média por 10 dólares. Em Havana, fiquei em duas casas que relatarei na postagem específica, uma com quarto privativo e outra hostel (bom conhecer galera viajando sozinha)  e ambos foram 10 dólares. A maioria das casas eu reservei do Brasil, mas o fim da viagem estava flexível e acabei fazendo a reserva de lá mesmo e mesmo com poucos dias de antecedência consegui boas opções por 10E ou menos (em promoção). Apenas para fazer operações financeiras em cuba nesses apps, por conta do bloqueio econômico, você precisa de um VPN (dou dica tópico apps abaixo, mas se estiver do Brasil não precisa). E mesmo que você não reserva antes ou pelo apps, nas cidades você vai encontrar uma grande oferta, pois como turismo esta em baixa, a oferta está muito acima da demanda, então você consegue facilmente por 10 dólares negociando em locais com poucas quadras afastadas do centro. Minha opinião pessoal 🤓: não negociar muito inferior a 10 dólares, pois a galera em dificuldade econômica e oferecer menos de 10 é quase explorar economicamente as famílias. Conheci uma senhora que fazia uns 2 meses que não hospedava ninguém, e me tratou super bem. Assim, achei justo pagar 12Euros (em Playa Giron). Por fim, percebi que as comidas e desayunos oferecidos nas casas das famílias sempre são mais fartas do que as vendidas nos comércios. Acho um valor justo para desayuno 3 usd (500 pesos) e jantar 5 usd (800 a 900 pesos na cotação da época). Como direi no post, você consegue achar refeições por 500 a 600 pesos, mas raramente são tão fartas como as servidas nas casas das famílias.

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Transportes (Viaazul e taxis compartilhados)

O transporte é de fato o mais complexo para se locomover em Cuba. Eu acabei usando 5 vezes o ônibus da empresa Viaazul e 3 vezes a dinâmica dos táxis compartilhados. Ao contrário de muitos tópicos aqui, achei boa a experiência com a via azul. Usei por 5 vezes os ônibus da empresa estatal e não tive problemas ou atrasos significativos em nenhuma das vezes (ao contrário para ir de Joinville a São Paulo aqui no Brasil de busão atrasou na ida e na volta mais de 3 horas 😒). As passagens da viaazul é bom comprar com alguns dias de antecedência no site da empresa ou nos guichês nos terminais de ônibus da empresa com cartão master que existem em quase todas as cidades mais turísticas. Para comprar do site estando em Cuba apenas com VPN, mas aqui do Brasil é possível comprar sem problemas ou dá ao menos para acompanhar o valor e o número de vagas disponíveis e comprar quando tiver quase esgotando. O site da empresa é este: clique aqui. Fiz os trajetos "Havana - Santiago de cuba" (16 horas, mas viajando de noite foi tranquilo. A viagem é de 16 horas só atrasou 40 minutos); Santiago de Cuba a Santa Clara (8 horas viajando de madrugada, 😴); Trinidad > Cienfuegos (1 horinha de viagem); Cienfuegos > Playa Girón (1 hora também) e por fim Playa Girón a Havana (3 horas). Se puder escolher e o horário for favorável, sempre sugiro escolher viaazul do que os taxis compartilhados, pois estes últimos são mais aleatórios e imprevisíveis (tem que esperar lotação, as vezes o taxista pode querer cobrar mais dependendo do seu desespero, etc. Esse roteiro em específico indico muito de ônibus, onde você pode fazer a costa sul ficando um ou dois dias em cada cidade e pegando apenas o viaazul para ficar mais barato (em geral metade do preço do que cobram os táxis): TRINIDAD > CIENFUEGOS > PLAYA GIRON > PLAYA LARGA  >  HAVANA. É a mesma linha do busão (que eles chamam de guagua), e cada dia você pode pegar um desses trechos e continuar a viagem. Ele sai às 07 da manhã de Trinidad e demora 1 hora e pouquinho para chegar na próxima cidade em média. Já de Santa Clara para Trinidad fiz com cara que era "taxista informal (ilegal)", então era único aceitou minha corrida por 20 dólares porque o outro taxi compartilhado os passageiros furaram e ele não faria apenas para mim por 20 usd. Então esse taxista ilegal fez caminho mais pelo interior para desviar atenção da polícia. O cara era gente boa, mas não tinha licença e aí poderia dar problema para ele. E de Havana para Viñales fiz de taxi compartilhado oficial porque o ônibus da via azul era só de manhã e cheguei de Playa Girón a tarde, então o taxi era a única chance para chegar lá no mesmo dia. Mesmo assim foi difícil, pois tanto de Havana para Viñales como de Viñales para Havana os taxis compartilhados saem pela manhã e a tarde são raros. Então consegui o último táxi e fui ajudado porque achei duas francesas na guagua que vinha de Girón e que também iriam para Viñales, senão o taxista me cobraria 30 dólares, mas como tinha mais pessoas deu para fazer por 20usd. E de Viñales para Havana fiz de taxi compartilhado também porque saia um pouco mais tarde (13 horas e era o último) e dava aproveitar mais a manhã toda em Viñales do que se eu fosse de viaazul que saia às 11 horas (mas tem que aparecer uma hora antes para check-in). A dona da casa fez o contato e o táxi passou no horário certinho com outros passageiros e custou 20 usd. Também há as opções entre algumas cidades na carroceria de caminhões, mas aí é tudo mais aleatório e imprevisível. Em um dos tópicos do fórum um mochileiro relata como foi. Eu particularmente acho mais tranquilo e sem perrengues, principalmente quando você não tem tantos dias, as opções acima relatadas.

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Aplicativos essenciais

  • AIRBN: fazer as reservas das casas no melhor custo benefício e se basear nos comentários de viajantes. Não tem erro.
  • PSIPHON PRO. App para fazer VPN. Basta baixar da Google play, instalar e clicar em INICIAR. Pronto. Agora você consegue fazer operações financeiras nos demais app e sites que precisar.
  • NAVE. Tipo o uber de Cuba. Funciona só com VPN. Mas é interessante porque você pode pagar valor mais justo pelas corridas na madrugada por exemplo. Durante o dia você pode tentar pegar cocotaxi mas sempre negociando o preço (o qual você tem uma base pelo app já).
  • MAPS.ME - app de geolocalização que funciona offline melhor que googlemaps. 
  • CALCULADORA - são muitas conversões entre os diferentes câmbios 🤣

Dicas para fugir dos golpes, "propinas" e "regalos" para os locais

Em geral, 99% do povo cubano é de bom coração e hospitaleiro. Mas especialmente nas principais praças turísticas sempre você vai encontrar alguns tentando levar a melhor sobre os turistas. Eu como brasileiro, sempre esperto e desconfiado, não cai em nenhum golpe é claro 😁, mas alguns turistas que achei caminho caíram mesmo sendo avisados antes 😝. Outra coisa que me ajudou foi o fato de quase ninguém me reconhecer como turista, pois para ele turista tem que ter olhos claros e cabelos loiros (isso por conta perfil de mais de 90% turistas que vão para lá são da Europa ou Canadá). Assim, como sou moreno e andava com a camisa do Brasil (os cubanos são loucos pela seleção brasileira!🟨🟦🟩), todos pensavam que eu era cubano e me abordavam muito pouco. Basicamente se uma pessoa em um lugar bem turística chegar puxando conversa com você ele ou ela quer algo. Como eles são de ótimo papo e simpáticos, às vezes você se pode deixar levar para comprar um charuto com desconto das cooperativas de charuto (que não existem 😒). Assim, os caras vendem por 50 dólares caixas com charutos falsificados (no tópico abaixo comento onde comprar de modo seguro e com qualidade), ou te convidam para show de salsa ou da Buena vista social club, mas que é na própria residência de algum deles e você acaba pagando muito caro por uma dose de alguma bebida ou pela "entrada" na casa. Por exemplo, jamais pague 4 dólares (na época 600 pesos) por um copo de mojito ou outro drink, pois o custo em geral dessas bebidas lá é de um dólar (150 a 200 pesos ou até menos) (muito barato, vivia "borracho" 😆).  Mas isso você pega com dois dias lá sendo um bom observador. Então nos primeiros dias fique esperto e compare o preço das coisas nos lugares turísticos, nos lugares onde os cubanos consomem, etc. Mas tem diferentes tipos de pessoas que querem conversar e às vezes um pequeno regalo ou propina é mais que justo e merecido, ainda mais na situação econômica que está Cuba. Como eles não tem uma cultura de mendigar, o que ocorre as vezes é tentarem ser o máximo simpáticos para ganhar um pequeno presente ao final. Assim, alguns só querem ganhar um drink ou tomar uma cerveja para "desfrutar", pois no dia a dia não teriam condição para isso como outros cubanos de classe média ou alta possuem. E essas pessoas eu até curtia dividir uma cerveja e acabavam sendo uma boa experiência, pois os caras eram gente boa, mas eu já era papo reto: seguinte só tenho tantos pesos, e só posso te pagar uma cerveja e um cigarro. Cara já ficava mó feliz e era experiência sempre interessante trocar ideia. Outras vezes os caras pediam algo de doação, tipo um sabonete ou um calção. Acabou que no final da viagem voltei com metade das minhas roupas, pois doei para galera que fui conversando ou trocando por coisas e objetos deles no melhor estilo "economia solidária". Mas fiz isso de coração mesmo e pra me desapegar um pouco da materialidade das coisas, pois queira ou não tenho muita roupa aqui no Brasil do que a maioria dos cubanos podem ter acesso, então não me faria tanta falta. Mas as vezes fique esperto, eles exageram na condição de vida para te despertar mais pena, por isso eu filtrava bem com quem conversava e tals. Mas em geral sempre dê uma propina ou agrado para quem te trata super bem. Por exemplo os guias nos museus são gratuitos, mas sabendo da condição econômica atual e dos salários deles, no final da condução do guia pelo museu eu dava propina de 200 a 400 pesos (tipo de 5 a 10 reais na conversão, ou seja, valor irrisório quase aqui BR) e os caras ficavam maravilhados. Inclusive num museu em Trinidad um casal de franceses após o guia falar por quase 2 horas super simpáticos e com muito bom conteúdo, não deram nada para ele. Cara ficou muito triste, aí eu dei 200 pesos da minha parte e mais 200 por eles, cara quase chorou de emoção, viu que um brasileiro com todas precariedades econômicos que temos aqui é mais sensível e menos sem noção do que muito europeu gringo cheio dos euros. Ou na gorjeta para os garçons: se aqui no Brasil não sinto muito conforto em pagar a taxa "voluntária" devido preço das coisas serão altas, lá em Cuba sempre fazia questão, principalmente comércios frequentados por cubanos locais, onde o preço da comida e principalmente das bebidas era MUITO barato. Tipo mojito, daiquiri ou outros drinks tops saiam por menos de 300 pesos cubanos (ou seja, menos de dez reais por DRINKS tops), fazia questão de dar gorjeta de uns 200 pesos (7 reais) para garçons e eles ficavam gratos. 

 

Como chegar do Aeroporto para Centro de Havana praticamente de GRAÇA:

A maioria das pessoas pega transfer ou um táxi na hora. O preço costuma ser de 25usd, mas quando cheguei lá o cara queria 30 e não baixou. Tentei achar alguém para compartilhar em mais pessoas, mas não encontrei, pois a maioria já pegou antecipado algum transfer. Mas pesquisando achei a opção de ir de transporte público até o centro de Havana de modo fácil, seguro e praticamente gratuita. Segue as instruções: o aeroporto é pequeno, então quando descer e sair do terminal internacional fica a esquerda da saída. É só sair e perguntar a um guardinha qualquer onde passa o ônibus entre terminais, pois você quer ir para a AVENIDA BOYEROS que fica próxima ao terminal 2. Em fev de 2023 esse ônibus interterminais passava de hora em hora fechada ali a esquerda do terminal 3, ou seja, às 08h, 09h,10h,11 etc. Custa 2 pesos cubanos, ou seja, r$ 0,05 😀. Como não tinha trocado nada e não iria dar tempo de ir na cadeca oficial porque estava próximo ao horário do ônibus, o próprio guarda me doou 3 pesos kkkk, e em troca dei uma moeda de um real para ele e o cara ficou muito faceiro kakaka. Embarcando nesse busão não te erro, só perguntar para os passageiros e ou motorista para te avisarem quando chegar na avenida boyeros, fica um ponto depois do terminal 2 (lembrando que você saiu do terminal 3). Descendo na avenida boyeros, o próprio motorista vai te falar a direção pro centro de havana. Aí é só atravessar a avenida e já tem o ponto de ônibus da "guagua" (como eles chamam os ônibus de transporte público), vans ou táxis para o centro de havana. Custa 2 pesos cubanos também. Já por 10 pesos cubanos (0,20 centavo de reais) você pode pegar umas vans ou ônibus menores mas que não lotam e são mais confortáveis. Nesse ponto de ônibus na avenida boyeros basta pegar as guaguas com a placa P12 ou P16. Não demorou nem 5 minutos e passou o P12. Paguei 1 peso porque nao tinha 2 senão teria que trocar 100 pesos, e o cobrador deixou de boas, porque 1 peso é algo muito simbólico na economia cubana. 😅. E pronto, em 40 minutos eu estava no centro de havana por "0800". Observe nas imagens abaixo: o ponto onde a guagua dos interterminais para; a guagua que vai para o terminal 2 e para a avenida Boyeros; o ponto de ônibus na avenida Boyeros onde para o ônibus p12 e p16 (está indicado na placa); os cubanos na guagua em direção ao centro de havana com seus smartphones 😮. Essa avenida boyeros é tipo uma via arterial de Havana, que cruza a cidade e assim te leva do aeroporto até Havana Vieja. Não tem erro .E ainda tem a opção dos transportes mais confortáveis, basta perguntar para alguém ali no ponto na Avenida Boyeros que eles te avisam. Só nisso economizei mais de R$ 150,00 que foram convertidos em Mojitos ao longo da viagem 😆👌🍹

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Agora tem a opção de ônibus estatal do Aeroporto ao centro de Havana. O mochileiro Rodrigo foi esse mês e me escreveu atualizando.

 

É o SHUTTLE AEROPUERTO.

 

Agora creio que seja a opção mais conveniente, pois custa 5 dólares, nada mto absurdo (perto do que os taxistas cobravam) . No centro de havana ele sai do Parque central. Abaixo as fotos (dezembro de 2023).

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Internet e Chip de Celular Cubano - como conseguir e planos (paquetes)

A internet em Cuba lembra a internet discada brasileira da década de 2000 😆. Apesar de quase todos os cabos submarinos de internet passarem ao redor da ilha, Cuba não pode se conectar a eles devido ao embargo econômico dos EUA. A solução é fazer um puxadinho da internet via Venezuela, o que explica um pouco a baixa velocidade dos planos de dados e wi-fi. Já os cubanos de direita argumentam que isso também se deve ao monopólio da ETECSA, a empresa estatal de comunicação, pois nos últimos anos empresas da Itália e Venezuela demonstraram interesse em entrar no mercado cubano e foram supostamente impedidas pelo governo poder ter o controlo da internet no país e assim "cortá-la" em momentos críticos de protestos, etc. Mas indo direto ao ponto, para você se conectar em Cuba há três opções: 1) comprar uns cartões de internet em lojas do comércio locais ou da ETECSA e se conectar nos pontos que possuem wi-fi pública (25 pesos cada um (R$ 1,00) e dava pra uma hora. Mas não é toda cidade que tem essa opção de cartão, e mesmo nas cidades que tem é necessário ir a certas praças, hotéis ou lugares públicos para se conectar); 2) Chip de celular cubano, o que achei a melhor opção. Comprei o meu em uma loja da ETECSA que fica na Avenida Carlos III no centro de Havana (foto abaixo) por 1000 pesos cubanos (R$ 33,00) e que veio com 250 pesos cubanos de saldo. Comprei um "paquete" plano de 1,4 gb por 30 dias com minutos de ligação e incríveis 20 sms por 110 pesos. Dava para usar de boas WhatsApp, pesquisas no Google e abrir páginas de internet. Não existe essa de censura em Cuba, consegui abrir todos os sites e redes sociais que precisava. Apenas para operações financeiras, aí precisava do VPN para funcionar mas era por conta do embargo econômico dos EUA. Só evitava abrir vídeos e Instagram para poupar dados. Nos últimos dias de viagem os dados acabaram e comprei as "bolsas diárias", no valor de 25 pesos por dia e 200 MB de dados. Dava de boas para passar o dia e fazer pesquisas no Google necessárias para viagem. No meu celular quando o sinal ficava fraco, a internet 4g desconectava e mesmo após voltar o sinal forte ela se recusava a funcionar. Com o tempo peguei o segredo: colocar em modo avião por alguns segundos e depois ativar os dados; ou reiniciar o telefone. Após esses procedimentos a internet geralmente voltava. No mais, a cobertura da ETECSA é boa, cobrindo a parte urbana de todas as cidades que visitei. Apenas em alguns pontos e dentro de prédios que o sinal ficava fraco e tinha que fazer o procedimento de reiniciar; 3) Wi-fi nas casas. A única casa que fiquei e possua internet wi-fi disponível 24 horas foi o "Hostel Aguilla" em Havana. Não era a mais rápida do mundo, mas dava para navegar em sites de pesquisa e redes sociais. O restante das casas ou tinha que pedir para a pessoa fazer um login na rede (e provavelmente ela tinha que pagar certa taxa, por isso elas deixavam disponível só quando a gente pedia ou por alguns minutos) ou não possuíam wi-fi mesmo (o lema de muitos bares era "não temos wi-fi mas temos Mojito que ajuda a socializar muito mais 🧐). Na viagem só fiquei preocupado com o upload das minhas fotos, as quais só consegui fazer no aeroporto de São Paulo no retorno. Isso porque já tive meu celular roubado em um assalto no Paraguai e outra vez perdi ele em um lago, e nas duas vezes não perdi nada de importantes como as fotos por conta dos uploads que fazia em Wi-fi. Mas em Cuba ocorreu tudo bem e com segurança total nas ruas, então não me fez falta os uploads. Por fim, uma curiosidade, a de como as pessoas de fato usam a internet em Cuba: elas usam por sistema criativo que demonstra como a sociedade cubana se reinventa frente aos desafios e limites a que estão expostos. São os paquetes semanais de internet: Basicamente há como se fossem lanhouses que distribuem o conteúdo da internet que você quer por um preço baixo, tipo uns  60 a 100 pesos (2 reais) por transferência. Então o cubano toda semana vai lá e leva seu pen drive de 40gb e descarga as séries lançadas da semana, ou séries específicas, novos clipes, músicas, notícias, filmes e tudo que você possa imaginar. Então passa a semana ouvindo e assistindo isso em casa ou em seus smartphones. A galera que distribui isso se organiza em rede para cada um "baixar um pedaço do paquete" para depois distribuir por hd externos ou pen drives nos diferentes pontos de distribuição dos paquetes. São as vezes jovens que possuem hotspot de alta velocidade situadas em alguns pontos de Cuba e assim conseguem baixar conteúdo rápido e em rede com outros usuários.  Isso é criatividade e resiliência!

Freetours e Guruwalk (recomendo muito!)

Na maioria das cidades que visitei usei a estratégia de iniciar sua exploração através de Freetours ou Guruwalks. Recomendo essa opção pois é uma excelente forma de descobrir os segredos e melhores dicas locais. A cidade, construções antigas e as calles ganha novos sentidos, bem como curiosidades relatadas também tornam mais interessante e apaixonante cada destino. Além disso, durante os freetours sempre tinha acesso as informações dos restaurantes conforme o perfil desejado (no meu caso BBB - barato, bom e bastante😝). Também conseguia trocar várias ideias do cotidiano de Cuba com pessoas que tinham uma visão sempre peculiar e diversa da sociedade cubana. Em Havana (Link aqui) e Trinidad (whats +53 5 4338256) fiz freetours em grupos de 4 pessoas; já em Santiago de Cuba, Santa Clara e Cienfuegos acabou sendo individual por conta da procura ser menor pela plataforma Guruwalks (https://www.guruwalk.com/es/c/cuba ). Nos freetours recomenda-se dar a gorjeta por volta de 10usd. Aí vai do teu planejamento dar um pouco menos ou mais; geralmente nos tours que tinham várias pessoas acabava dando menos que isso; e quando estava sozinho e o guia era muito bom e me identificava com ele dava um pouco mais, uns 2000 pesos e a pessoa ficava feliz (afinal, isso equivale a quase 50% do salário mensal normal da maioria dos cubanos) e acreditava ser valor justo considerando meu orçamento diário de gastos. No relato de cada cidade vou deixar o contato e informações dos guias em si, afinal foram experiências muito ricas que faço questão de divulgar!

Sobre seguro viagem

Quanto ao seguro viagem, não é obrigatório. Porém, caso você queira contratar um por precaução, pode pegar o seguro da ASSIST CARD no site https://www.segurospromo.com.br/     

Meu orçamento da Assist Card para 18 dias ficou R$ 320,00.  A atendente da segurospromo na época me relatou que: "Tendo em vista o sistema de saúde adotado por  Cuba, e ciente das restrições do mesmo para estrangeiros , indicamos a Assist Card , que é a única seguradora que trabalha em parceria com uma rede hospitalar local. As outras seguradoras você vai conseguir atendimento, porém por reembolso. Então o mais indicado é a Assist Card, que você não vai precisar ter nenhuma despesa. A fim de sanar qualquer mal estar e desconforto durante a viagem e evitando assim possíveis transtornos."

RESUMO dos preços de produtos básicos em Fev de 2023

Achei Cuba muito barata em comparação com os demais países da América Latina. Mas tem que ficar esperto e ser bom observador em cada destino, pois há muitos "turistastrap" (Armadilhas para turistas), aqueles lugarzinhos muito famosinhos e instagramáveis que todo mundo quer ir e logo o preço dispara. Tipo a Bodeguita do medio, é um lugar legal para você passar e tirar uma foto, mas um Mojito lá saia por 600 pesos cubanos, com qualidade inferior ao que pagava em outros lugares por 150 pesos. Dito isso, a melhor opção é consumir nos locais que os cubanos de classe média/alta vão, pois o preço é barato e a qualidade boa. Vale dizer que em Cuba 2023 há restaurantes privados e restaurantes do governo. Em ambos podem ter preços muito caros ou muito baratos, depende muito da localização e quanto é famoso ou não. Mas em geral tive boa experiência com os restaurantes do governo, pagando um preço mais justo e em boa fartura a comida. Mas é aquela coisa, nem sempre vai ser a melhor comida do mundo, no tempo mais rápido, etc. O cardápio também, tanto no privado quanto no governo depende do dia só vai ter uma ou outra opção do Menu.

Desayuno nas casas da família: Em algumas comi por 3usd, mas a maioria era 5usd, então nessas acabava evitando. Era bastante regado esses desayunos, então pode valer a pena caso você não tenha jantado na noite anterior ou não pretenda almoçar por conta da correria do dia.

Café negro: Nas padarias do governo entre 30 a 60 pesos cubanos (1 a 2 reais). Na rua, galera cheguei a ver por 10 a 20 pesos. Algo que notei: os cubanos tomam açúcar com café, pois metem mais açúcar que café na xícara. Eles se assustavam por eu tomar café sem açúcar, era algo incompreensível para eles. Ao menos eles sempre davam separados o café negro e uns 5 pacotinhos de açúcar, os quais sempre dispensava.

Cappucino: 80 a 90 pesos por cappucinos muito tops em restaurantes do governo (3 reais).

Sanduíche: de 150 a 300 pesos (5 a 10 reais). Geralmente de queijo e presunto.

Lanche mais arregado: Uma hamburguesa custava bom preço uns 300 pesos (10 reais). Comi algumas assim nesse preço e achei ótimo.

Almoço restaurantes bons e baratos: 500 a 700 pesos (cerca de R$ 20,00). Geralmente restaurantes do governo eram melhores. Nos privados ou demorava muito ou era mais caro. 

Almoço para gringos em restaurantes famosinhos: 10 usd. Comi só uma vez, depois aprendi. Se for lugar xique, tome uns drinks que não costumam ser tão caros e depois você come algum sanduíche na rua ou em lugar mais simples e dá mesma e sai até mais satisfeito.

Lagostas: CONSEGUI ENCONTRAR prato de LAGOSTA EM HAVANA POR 600 PESOS (20 reais). Nunca tinha comido, foi incrível kkkk. Na playa Ancon um pescador informal queria vender por 10 Euros, mas chorei, fiz jogo difícil, falei ia deixar de lado, e ao final o cara fez por 800 pesos (R$27,00) cada uma para mim e casal de brasileiros que estava comigo. Foi deliciosa! Já no Cayo Jutias, que é bem isolado e sem muitas opções, o restaurante do governo vendia por 1500 pesos (R$ 50,00) e os malucos informais enganavam os gringos vendendo por 10 Euros. Esse eu tentei chorar e o cara não fazia por menos de 1500 pesos. Então deixei quieto e bebi umas cervejas e deixei para comer a noite. 

Bebidas - Drinks (Mojito, Daiquiri e outros drinks tops): Mojitos cheguei a encontrar drinks por 70 pesos (R$ 2,20!) cubanos no restaurante Balear em Havana. Alguém do fórum indicou e foi ponto cheio! Mas em geral se encontrava entre 100 a 200 pesos (R$ 4 a 7,00+-). Nos lugares um pouco mais turísticos saia por uns 300 pesos (R$10,00) e valia a pena. Agora trap turísta tipo bodeguita do meio, Floridita e callejon de hamel saía por mais de 600 pesos ou 5Euros! Ou seja, evite tomar nesses lugares quando estiver acima de 4 dólares.  Vai lá, tira uma foto e tals, vê movimento e vai beber mais feliz e barato nos outros locais.

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bebidas importadas (cerveja e refri em lata): refri em lata ou cerveja em lata saia entre 150 a 200 pesos (5 a 8 Reais). Ou seja, eu que no Brasil bebo muita cerveja, lá passei em seco e foquei nos mojutos e drinks. 

Sucos naturais: Teve um restaurante que achei por 40 pesos (casa espanola em Miramar, Havana). Simplesmente tomei 5 sucos naturais! Mas em geral custava uns 90 a 120 pesos, mas não era tão comum ter essa opção.

Refrescos (ótimo para calor): Achava por 20 a 30 pesos (R$ 1,00). Tipo aqueles sucos de pacotinhos bastante gelados (ou frios como dizem em espanhol). 

Pizzas: Era melhor opção de comida rápida e barata. Em Havana achava fácil pizzas tamanho pequeno/médio por 150 a 200 pesos (R$ 5,00). Mas pegava no caixa e comia na rua mesmo e matava a fome momentânea. Nas demais cidades variava entre 150 a 300 pesos. 

Sorvetes: umas duas bolas saia por uns 40 a 50 pesos (1 a 2 reais). Uma opção sempre interessante refrescar e ter energia de açúcar nas caminhadas.

Entrada nos museus e atrações: Em média de 100 a 200 pesos. Só lugares muito top, tipo Capitólio, ai era uns 20 dólares.

Propina para guias: Nos museus, costumava dar uns 200 a 400 pesos. 

Valor corrida táxis urbanos: Parecido com o Brasil, mas jogam muito com o desespero e fator turístico da pessoa. Assim, sempre tentavam meter o dobro ou quadrúplo do preço. Sempre negociar ou chamar pelo Nave, ou já negociar sabendo o valor que o Nave dava, aí não tinha erro.

Passeio de autoclássico em Havana.  era 50 dólares, mas chorei que estava sozinho e o cara fez por 25 dólares e curti. Talvez ele até fizesse por 20, mas joguei 25 de cara e o cara acetou rápido. É aquela coisa de turista e tals, mas entre ir de taxi do aeporto para centro de havana e andar de autoclássicos com o cara de guiando pelas ruas de Havana, fique com a segunda opção!

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Onde comprar charutos

A melhor opção para comprar charutos cubanos de boa qualidade e preço justo é direto com os campesinos produtores de Tabaco. Em Vinales há muito deles, inclusive na área urbana dessa pequena e charmosa cidade rural de Cuba. O que se passa é que cada produtor de Tabaco tem que vender (por um "valor simbólico") para o governo 80 a 90% por cento da produção do tabaco já seco e pronto para ser embrulhado como puro (como chamam na Espanha, puro pois vai só folha do tabaco e nada mais). Todo processo demora quase 2 anos entre o plantio e a secagem natural. Assim, o governo compra por preço simbólico desses campesitos e trata nas fábricas estatais colocando sabor mais forte ou suave e alguns processos químicos. Assim, a marca dos charutos individuais sai entre 16 a 50 dólares nas lojas oficiais em Havana. Se não for a Vinales, em Havana você pode comprar na "Romeo Y Julieta Cigar Factory" (Endereço aqui) ou na Tienda De Habanos, Cafe y Ron (fica fim da plaza das armas). Mas você pode comprar o mesmo charuto (mas sem a marca oficial) dos campesinos por 5 dólares em Vinales. É de extrema qualidade e altamente confiável, pois as famílias do airbn mesmo indicam e ninguém quer levar uma avaliação negativa lá na plataforma. Então pode confiar. Mais barato que isso em qualquer lugar não é um puro autêntico. Os Cubanos fumam charutos de baixa qualidade, quando são misturadas outras folhas que não a do tabaco ou o processo de secagem é acelerado, ou seja, não é natural, assim perde-se a qualidade e tals. Daí os cubanos fumam os que valem menos de 100 pesos (R$ 3,00), não é que são falsificados, mas são de baixa qualidade comparado aos verdadeiros puros. O problema é os golpes que relatei acima, que pegam esses não puros e vendem como se fossem puros por 5 a 10 dólares cada e passam a impressão que estão fazendo uma "promoção" ao embalar com marcas oficiais do governo, como Romeu e Julieta. 

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Viaje a Cuba!

Cuba foi a última viagem antes da minha paternidade. Agora vou descansar um pouco e voltar a viajar daqui uns anos quando bebe tiver grande e poder ficar com os avós. Conheci todos os países da América do Sul e por fim Cuba, mas se soubesse teria visitado Cuba antes. Não fui porque achava uma viagem mais complicada e cara, mas após todos os dias que passei lá percebi que Cuba é um dos destinos mais baratos da América do Sul, se você souber se virar bem e pesquisar. Principalmente aqui no fórum tem muita dica e acaba viabilizando a viagem. Mas tentem priorizar Cuba em seus roteiros! Parte do seu charme é poder quase como fazer uma viagem do tempo e retornar ao uma vida em ritmo mais lenta, e porque não mais mentalmente saudável do que a que vivemos no capitalismo ocidental nos tempos atuais. E não sei até quando vai durar isso, pois a ilha está se transformando rápido demais, ainda mais com a abertura do mercado. Cuba é um país apaixonante, com paisagens incríveis e um povo orgulhoso da sua história (menos parte dos jovens kkkk). A segurança é incrível, você pode caminhar pelas ruas mais escuras a qualquer horário da noite e não se passa nada. É um país peculiar, com estilo de vida e funcionamento cheio de desafios mas que culminou em um povo criativo e resiliente frente a realidade, que sempre dão um jeito para botar para funcionar as coisas antigas e os desafios de um bloqueio econômico assassino ou de um governo que encontra desafios em superar o paradigma do modelo soviético e se abrir com mais modernidade e flexibilidade aos desafios da abertura ao mercado. 

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Orçamento geral:

Passagem aérea ida e volta: Copa Airlines. Escala Panamá. Custo: R$ 2.700,00

Efetivo em dólares levados: 600 usd (convertidos em Joinville a partir de R$ 3.200,00, onde consegui comprar o dólar por R$ 5,44 na casa de câmbio (cotação oficial do dia estava em 5,15). 

Gastos cartão crédito: para as reservar de hospedagem via airbn, compra das passagens do ônibus da viaazul e alguns passeios e restaurantes: R$ 500,00.  Custo total da viagem: por volta de R$ 6.500,00 

Planejamento do roteiro

Para o planejamento do roteiro me inspirei muito no tópico do @Fael Fepi que mochilou por 30 dias por Cuba e relatou aqui no fórum sua viagem. Mas como tinha apenas 18 dias disponíveis, adaptei o roteiro do seguinte modo:

  • Havana: 06 dias (entre chegada e partida)
  • Santiago de Cuba: 02 dias cheios
  • Santa Clara: 02 dias (considerando que em um dia a ideia era fazer bate e volta até Cayo Santa Maria).
  • Trinidad: 02 dias (considerando que um dia fiz bate e volta até a Playa Ancón).
  • Cienfuegos: 01 dias,
  • Playa Girón: 01 dias
  • Viñales: 03 dias (considerando um dia um bate e volta até Cayo Jutias. Mas foi corrido aqui, pois dois dos dias em Vinales foram meio período, porque cheguei fim da tarde e tive que ir embora meio dia).
  • Deslocamento entre cidades: 1 dia.

Gostei de todas as cidades que passei e sugiro todas. Cada uma possui um encanto e atrações únicas, conforme tentarei relatar nos tópicos específicos. Se eu tivesse 30 dias, faria do seguinte modo:

  • Havana: 06 dias cheios (sem contar os dias que você chega e parte, que acabam sendo bem corridos)
  • Santiago de Cuba: 02 dias cheios
  • Baracoa: 03 dias
  • Santa Clara: 01 dias 
  • Remédios: 02 dias (sendo um deles bate e volta até Cayo Santa Maria)
  • Trinidad: 03 dias (considerando que um dia fiz bate e volta até a Playa Ancón).
  • Cienfuegos: 01 dias,
  • Playa Girón: 01 dias
  • Playa Larga: 02 dias (lugar ótimo para fazer snorkeis e tem lugares baratos para passar dia allincluse)
  • Matanzas: 01 dia
  • Varadero: 01 dia
  • Viñales: 04 dias cheios (considerando um dia um bate e volta até Cayo Jutias que é imperdível).
  • Deslocamento entre cidades: você vai perder uns 3 dias +-.

Sumário do relato:

Referências midíaticas e bibliográficas para enriquecer sua viagem a Cuba

SANTOS, Fabio Luis Barbosa dos; VASCONCELOS, Joana Salém; DESSOTTI, Fabiana (ORGS). Cuba no século XXI: dilemas da revolução. São Paulo: Elefante, 2017. Disponível em: https://www.marxists.org/portugues/tematica/livros/cuba/cuba-no-sec-XIX.pdf ou https://drive.google.com/file/d/1SBLvUkcJ2TG7v9pKFLfxrLJ48dWG4Fyc/view?usp=sharing.   Magnífico livro escrito em 2016 por um conjunto de 30 pesquisadores brasileiros, que passaram o ano estudante teoricamente Cuba e depois fizeram uma Viagem de campo a ilha no mesmo ano. São 22 capítulos curtos escritos a partir de perguntas curtas.  A questão é que depois de 2016 veio Trump e mais de centenas de sanções econômicas, adicionando Cuba na lista de países terroristas e todas consequências econômicas que disso resulta e todos imaginam, além é claro da pandemia que arrasou o país. Então o cenário não está tão otimista quanto na época, mas mesmo assim é uma leitura fundamental para chegar na ilha bem situado politica e economicamente.

Cuba e o Cameraman. Documentário disponível no netflix: https://www.netflix.com/title/80126449 . Jon Alpert acompanha os destinos de três famílias cubanas ao longo de quatro conturbadas décadas da história da nação. ele retorna de dez em dez anos na ilha para ver as mudanças na vida dessas famílias em cada contexto econômico que descrevi nas considerações iniciais. Um filme emocionante e arrepiante para mostrar as conquistas da revolução, mas também triste por notar como bloqueio econômico e o isolamento político e econômico resultou vida difiícil na década de 90, e esperançoso por mostrar rumo melhor na década de 2010. mas Jon Alpert precisa voltar a Cuba agora no pós pandemia para registrar esse período histórico que está se passando por lá!

Coisas de Cuba. O podcast do Direto de Cuba. O cotidiano da Ilha, por Marcia Choueri. São episódios bem curtinhos e que contextualizam muito bem a vida social, cotidiana e econômica da ilha. Super indico. Disponível em: 

 

 

Livro Vai pra Cuba ebooknet.pdf

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  • Eddie Santos
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    Primeira Cidade: Havana, a capital de todos.  Dia 03, 04, 05, 06 e 07 de fev Onde me hospedei: Em Havana me hospedei em dois lugares para ter duas experiências diferentes. Nos dois primeiros dias

  • Eddie Santos
    Eddie Santos

    Sim é claro. Nunca tinha comido pois no Brasil é facada, mas lá consegui achar por 20 reais. Atualize o post com essas informações! haha Obg, exatamente, matando as saudades de fazer relato de

  • Ótimo relato, de brinde avaliação sem viés algum! Curtindo aqui..

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Bem vindo ao fórum Eddie! Que bom que resolveu compartilhar seu relato! Só pela introdução eu já percebi seu olhar geográfico, formei em Geografia tb então peguei os detalhes descritivos aí no texto kkk Cuba tá na minha lista, não é pra tão já mas tá! Vou acompanhando aki pq o relato promete ser fod@

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3 horas atrás, Eddie Santos disse:

Considerações Iniciais

Prazer galera! Sou Eddie, professor de Geografia, e sempre planejo meus mochilões e viagens pelo relatos da comunidade. Agradeço a  todos que postaram seus relatos de Cuba aqui no fórum, os quais foram de muita ajuda no meu planejamento. Porém, como todos são do período anterior a pandemia, vou me esforçar por relatar minha experiência na minha viagem a Cuba em MARÇO de 2023. A partir da minha experiência em Cuba, posso afirmar que Cuba, o turismo e a sociedade cubana mudaram e estão mudando em um ritmo acelerado no período pós-pandemia. Vou colocar alguns  tópicos com as principais mudanças, e nas demais postagens comento a experiência, meus gastos e pontos imperdíveis em cada uma das atrações e cidades visitadas. Eu viajei sozinho por 18 dias por Cuba, onde conversei com centenas de cubanos sobre o cotidiano, os desafios e a história de Cuba. Ideal mesmo é fazer um mochilão de 30 dias por Cuba, mas 18 já deu para conhecer um pouquinho de tudo e foi perfeito. No caminho conheci pessoas sensacionais, desde pessoas locais, a casais brasileiros em viagem e alguns mochileiros europeus (porém nenhum mochileiro latino 😔 então bora viajar galera! 😆), os quais algumas das histórias relatarei quando comentar a experiência em cada cidade. Caso queiram saber de algo ou algum detalhe extra, podem me procurar no INSTAGRAM: "eddiesantos1912" (link do meu instagram). Lá acompanho mais as mensagens. Mas agora, segue o essencial de Cuba em 2023, a partir da minha experiência. 

Resumo da história econômica cubana e a situação em 2023

Como dito, conversei com centenas de cubanos das mais variadas correntes de pensamento e profissões. Então segue um resumo do que captei. Entre os mais idosos que viveram o período de mudança após o triunfo da revolução é consensual que viveram na década de 80 anos de ouros. Havia comida de sobra e sobrava dinheiro do salário para o trabalhador comum comprar diferentes itens de consumo importados dos demais países do bloco socialistas. Ademais, como não havia muito turismo externo, o turismo em cuba era praticamente interno. Assim, todo trabalhador cubano conseguia fazer turismo uma vez ao ano. Um senhor cubano me contou que o salário na época era uns 120 pesos mensais, e no fim de ano ele sempre consegui fazer o tour turismo da época: 15 dias por várias cidades da ilha com ônibus, hotel e comida tudo pago por uns 80 pesos, ou seja, vivia-se bem e com boa qualidade de vida. O sistema, dentro dos paradigmas ao qual foi baseado - um modelo soviético - funcionava relativamente bem e deixa saudades e nostalgia em todos que viveram o auge dele. Porém, a queda do bloco socialista na década de 1990 e o consequentemente isolamento político e econômico deixaram o país em situação bastante complicada. O fato também de Cuba ter mantido com a URSS uma relação neocolonial e não ter feito uma política de industrialização de "substituição de importações" também veio a cobrar o preço após a queda do muro de Berlim. Por tudo isso, eles chamam a década de 90 de "período especial", uma época de escassez, sacrifícios e muitas dificuldades. Cuba perdeu mais de 75% dos compradores de seus produtos, e o embargo econômico dos EUA recrudesceu e assim afetou mais do que nunca o governo e o funcionamento do sistema. Dois exemplos: o maquinário de produção de açúcar, que era todo baseado em máquinas soviéticas. Logo, sem ter uma indústria de base forte, não tinha como repor, e hoje a indústria açucareira passa dificuldades e Cuba inclusive tem que importar açúcar de outros países; 2) O embargo econômico dificulta tudo, pois a impossibilidade do governo cubano ter contas em dólares no estrangeiro, importar ou exportar produtos que direta ou indiretamente tenham relação com os EUA, e outras sanções (Veja mais aqui), como a que os cargueiros de mercadorias enfrentam ao ir a cuba, pois se um navio aporta em porto cubano, não pode ir aos EUA nos próximos 6 meses, ou seja, que dono de cargueiro aceita um frete a Cuba se depois não poderá ir aos EUA um dos maiores importadores e exportadores do mundo? Assim, Cuba na prática tem que pagar o dobro pelo frete dos produtos importados, o que resulta em importar produtos por quase o dobro do preço e exportar seus produtos a um preço mais barato para compensar o frete para os países compradores. Uma das soluções para a saída do período especial foi a abertura ao turismo. Assim, a partir dos anos 2000 o turismo passou a ser uma das principais atividades econômicas da ilha, que foi crescendo ano a ano até chegar ao seu pico antes da Pandemia Covid. Mas aí começa uma das contradições: para sair do período especial, o  governo cubano teve que abrir mão de vários dos seus princípios "socialistas". Assim, quem trabalha com algo relacionado ao turismo nesses 30 anos conseguiu um padrão e qualidade de vida muito superior a quem não estava ligado a essa atividade ou manteve-se trabalhando para o governo. O mesmo pode ser dito para as famílias cubanas que possuem familiares no estrangeiro e recebem remessas em dólares dessas famílias. Pessoas nessas duas situações, tem um padrão de vida e de consumo bastante diferente do resto da população. Então não espere ir a Cuba e encontrar a Cuba pintada pela extrema direita no Brasil (todo mundo pobre e se ferrando igual) ou pintada pela esquerda idealista brasileira (um país com igualdade e modelo de vide onde todos os serviços públicos funcionam perfeitamente). A sociedade cubana é bastante dividida em classes sociais e o governo está com dificuldades de socializar o dinheiro que vem da atividade econômica turismo e das remessas externas, pois é bastante ineficiente e "amador" em cobrar impostos e outras situações burocráticas advindas de um contexto de abertura econômica. Assim, muitos cubanos sonegam facilmente imposto, como uma guia de freetour me falou: "a gente tem que pagar 50 pesos de imposto por turistas que guiamos, mas o governo nunca sabe quantos são, então a gente chega no fim do mês e autodeclara qualquer número e tá ok"; ou venda de imóveis ou casas: para o governo se declara um valor e por fora se vende por 50 vezes mais tal bem, e o governo acaba cobrando o imposto apenas do valor declarado que é ínfimo rsrs. Assim, de 2000-2020 foi um período que Cuba vinha se recuperando economicamente, apesar da desigualdade e diferentes problemas advindos do bloqueio e de uma não industrialização de base no país. Percebi que praticamente todos possuem um smartphone, acessam a internet e usam roupas importadas (maioria creio que paraguashion), mas demonstrando que consumiam bastante alguns desses bens. Nas ruas de Havana os típicos carros antigos já dividiam as ruas com centenas de carros importados novos. TUDO MUDOU COM A PANDEMIA. SIMPLESMENTE ARRASOU O PAÍS, como um furacão que nocauteou o sistema que já vinha cambaliando. Um país que tinha como principal fonte de turismo, ficar fechado quase dois anos, foi um baque final. Até agora, os arrendadores de casa e outros cubanos me relataram que mesmo em 2023 não chega a 5% a 10% de turistas que viam antes da pandemia, ou seja, a principal atividade econômica não voltou ao "pleno vapor" e isso continua com o estrangulamento econômico do país. Então, vão pra Cuba! 👌 rsrs  Diante desse contexto, uns 80% cubanos acham o período pós pandemia pior que o período especial pós queda do bloco socialista. Pelo que entendi, naquela época todo mundo se ferrou junto e as mudanças foram mais demoradas. Agora as mudanças estão ritmo muito acelerado. O governo no plano de tentar fazer abertura econômica no estilo do que Vietnã e China fizeram do "socialismo de mercado", está deixando de subsidiar vários produtos e alimentos e deixando na mão do mercado privado. Assim, muitas bodegas do governo estão vazias e a caderneta de ração mensal dos cubanos está cada vez mais pequena e não chega aos pés que era na década de 80 ou mesmo nos anos 2010. Isso afeta principalmente os cubanos que vivem de aposentadoria ou trabalham em cargos estatais de menor complexidade. Somado a esse efeito da pandemia, a fusão das moedas CUC e CUP e outras políticas econômicas, fizeram o preço e inflação dos alimentos disparar. Assim, quem vive do salário do governo (varia entre 2.000 a 6.000 pesos cubanos, ou seja, entre 12 a 40 USD) a situação é crítica. Antes, mesmo com esse salário padrão dólar baixo, a galera conseguia viver bem pois o governo garantia o subsídio de vários produtos através das suas bodegas e a caderneta de poupança. mas agora com governo quebrado pós pandemia (pois gastou praticamente todas divisas que tinha em busca de vacina e com saúde pública), com preço dos alimentos tendo que ser comprados no mercado negro ou lojas do mercado privado com padrão similar ao preço internacional, complica muito para essas famílias mais pobres. Porém, não vi cenário da galera passando fome ou desespero total, eles estavam "levando a vida", como dizem. Assim, comiam um pouco mal, com excesso de carboidratos (arroz e feijão e massas pizza pão) e pouca proteína (mais ovos, o que todos relatavam que estavam muito caros). Porém, vocês vão encontrar uma boa porcentagem da população cubana em situação de consumo mais elevada 🤑🤑. Muitos cubanos que trabalham por conta própria direta ou indiretamente ao turismo, tem familiares no estrangeiro, tem familiares médicos que trabalham fora e assim recebem em dólares e são donos de pequenos negócios (uma burguesia ascendente) ou mesmo trabalham em alguns cargos em negócios privados levam uma vida relativamente boa. Vi em várias casas que fiquei jovens jogando PS4 ou XBOX One (mto melhor que eu 🤔 kkk) , frequentando discotecas, bebendo cerveja e outros elementos de padrão de consumo típicos do capitalismo ocidental - até porque lá a cultura capitalista de cinema, novelas, vídeos e internet sempre existiu). Entre os jovens, principalmente os que são bem "educados" sistema formal de ensino - formados em cursos superiores -, que não viveram os tempos auges da revolução, as vozes contrárias ao sistema são quase hegemônicas. Alguns inclusive parecem imersos em redes de conspiração da extrema direita (alguns me falavam de marxismo cultural, outros que queriam que EUA anexasse Cuba como estado aos moldes de Porto Rico) e em suma tinham como principal esperança juntar dólares para pagar a um coiote (uns 10.000 USD) para ir aos EUA e iniciar uma vida economicamente ativa lá, pois creem que há poucas perspectivas de melhoras a curto prazo. Esses jovens tem posição crítica em relação ao governo, sistema e o futuro da ilha. Mas os jovens mais pobres ou formados mas que são de esquerda, esperam que Cuba abra sua economia mas mantenha as conquistas sociais na segurança, educação e saúde e sigam caminho parecido com o socialismo de mercado na China e Vietnã. Esses jovens querem ver mudanças, mas não tem ilusões que o neoliberalismo é o caminho. Então querem um estado de bem estar social ou socialismo de mercado que funcione bem com o capitalismo que virá em breve cada vez mais forte. Enfim, Cuba está passando por um período de mudanças intensas e não vejo a hora de retornar daqui uns 5 anos para a ilha para notar para onde tudo isso vai dar. E você mochileiro, organize-se para ir rápido a Cuba! É um país imperdível, com cultura única e história geopolítica cheio de reviravoltas e contrastes, afinal, não é fácil sobreviver no  sistema mundo isolado com bloqueio econômico por quase 30 anos, achar um caminho (o turismo) mas ser nocauteado por seguir padrões sanitários e assim ter que fechar suas fronteiras por 2 anos. Mas apesar disso, a sociedade cubano é um povo alegre, em cada praça, uma música. Em cada rua, a galera se divertia e sorria. Mesmo diante de dificuldade, a segurança é incrível, não me senti inseguro em nenhum momento e tampouco ouvi relatos de outros viajantes ou população local. Uma frase que ouvi me marcou muito: "nós cubanos somos felizes, não passamos fome, mas só passamos vontade mesmo de vez em quando". 

Moedas, conversões e dicas de câmbio

Essa é a parte mais confusa! kkkk  Apesar da extinção do CUC, na prática há 5 formas de moedas ou de pagamentos em Cuba kkkkk. Demorei uns dias para entender, e no final estava craque nisso. Então segue resumo:  01- Peso Cubano ou "moeda nacional". é a moeda do dia a dia. Cobrados nos comércios locais e na maioria das lojas que atendem turistas. Então quando você chegar, faça a troca na casa de alguma família (ou alguém indicado por eles) que você for ficar hospedado, pois vão de ter uma melhor cotação do que nas cadecas do governo. A cotação oficial do governo é: 1 DÓLAR OU 1 EURO = 120 PESOS. Mas no câmbio paralelo que TODOS cubanos usam estava no final de março em: 1 DÓLAR OU 1 EURO = 170 PESOS CUBANOS. Eu acabei fazendo por 160, porque ao longo das 3 semanas que estava lá o peso cubano deu uma desvalorizada. Assim, compensa ir trocando de pouco em pouco a cada 05 dias por exemplos seus dólares. Repare que a cotação do euro e dólar é a mesma, mas no Brasil o dólar é muito mais barato que euro kkkk então levem dólar 🤑! Antigamente tinha taxa sobre o dólar, por isso relatos do fórum falavam para levar euros, mas agora não há mais taxa e em cuba em todos os lugares formais e informais a o Dólar e EURO valem o mesmo.  Mas sempre confirmem como está a cotação com a pessoa que vocês forem ficar lá. Como falarei no tópico hospedagem, usem o AIRBN para isso e conversem com a pessoa da casa por lá que ela te ajudará (darei dicas de pessoas confiáveis para isso). 02 - EURO E DÓLAR. É o que eles chamam de "moeda forte". Os taxistas, arrendadores de casa, alguns pacotes turisticos e alguns lojas ou restaurantes específicos em lugares muito turísticos cobram em Euro ou Dólar. Eles aceitam a moeda nacional, mas fazem a "conversão do jeito que querem". Por exemplo, táxi eu paguei 10 dólares e o restante em peso cubanos, e ele fez cotação 1 dólar = 180 pesos. Mas outros lugares faziam por 160 e alguns lugares do governo faziam por 120. Confuso, enfim, Cuba kkk  03 - CARTÃO DE CRÉDITO. O cartão de crédito 💳 já é aceito em muitos lugares administrados para o governo, e pior, em alguns lugares SÓ É ACEITO CARTÃO DE CRÉDITO MASTER! Então levem um cartão mastercard com vocês para esses momentos. Meu Nubank funcionou super bem e até daria para sacar dinheiro lá se precisasse (mas seria na cotação 120 pesos, ou seja, não compensaria, mas em uma urgência teria essa opção). Mas como não sabia disso, como irei contar em um dos dias, planejei ir a Cayo Santa Maria e quando cheguei lá tinha que comprar voucher com a agência de turismo do governo cubano, porém só podia pagar em tarjeta mastercard. tinha dólares e pesos cubanos, mas que não aceitavam kk! Fiquei chupando dedo e tentando ajuda de outros turistas para passar a tarjeta. Só passou uns canadenses pnc* que não me ajudaram rsrs. Mas faz parte, nos outros dias aprendi a lição e sempre andava com a tarjeta, e a utilizei algumas vezes (para comprar passagem viaazul, bus turistico em trinidad e em um ou outro restaurante do governo. 04 - TARJETA MLC (livremente conversível). Essa é a versão nova do CUP, mas não se preocupe, apenas as pessoas locais usam ela. Na prática, ela é um cartão de débito que e recarregável com dólares. Algumas tiendas de produtos importadas SÓ pode comprar com a MLC ou cartão master "dos turistas". Basicamente, o governo fez isso porque precisa de dólares. assim, as famílias que moram no estrangeiro mandam dólares para cubano locais via sistema bancário cubano, que ficam com os dólares e convertem em MLC na tarjeta do cidadão cubano e o dólar fica com governo (para conseguir importar produtos e etc.). E com o MLC você pode comprar os produtos no mesmo preço do que em dólar. Além disso, quem vive do turismo e ganha muitos dólares, faz um depósito para transformar em MLC e pode comprar os produtos importados nas tiendas específicas. Nessas tiendas dá para comprar Coca cola e tudo que você imagina kkkk. O cubano que recebe apenas em peso cubano e não tem familiares, pode comprar nos comerciozinhos locais que revendem esses produtos importados, mas claro, com margem de lucro. Ou seja, mercado está se abrindo lá, de modo bem embrionário e com fortes contradições. Enfim, confuso não? Mas com alguns dias você pega os segredos e em dez dias já é quase um cubano com MLC kkkk

Hospedagens

Fiquei hospedado em casas de famílias, as quais todas encontrei pelo Airbn e em média todos custaram 10 a 12 dólares/euros o quarto dependendo da cidade. E 10 dólares valeria para 2 ou mais pessoas as vezes, ou seja, média de 5 a 6 E por pessoa, mas como estava sozinho pra mim custou 10. Achei muito em conta e um valor justo para os dois lados. Eram todos quartos confortáveis e exclusivos, com ar condicionado, roupas limpas, enfim tudo perfeito. Achei absurdo descobrir que vários brasileiros que conheci na viagem estavam pagando 35 a 40 dólares quartos com mesmo padrão que meu, talvez um pouco mais bem localizados, mas mesmo assim não valeria a pena. Tudo porque não fizeram pelo airbn... Eu mesmo, no início estava pedindo ajudar com páginas do instagram como Dicas Sobre Cuba e Vou pra Cuba! e a hospedagem diária estava respectivamente 25 a 35 Euros. Mas quando descobri pelo airbn foi paraíso. Tudo bem avaliadas e conseguia em média por 10 dólares. Em Havana, fiquei em duas casas que relatarei na postagem específica, uma com quarto privativo e outra hostel (bom conhecer galera viajando sozinha)  e ambos foi 10 dólares. A maioria das casas eu reservei do Brasil, mas o fim da viagem estava flexível e acabei fazendo a reserva de lá mesmo e mesmo com poucos dias de antecedência consegui boas opções por 10E. Apenas para fazer operações financeiras em cuba nesses apps, por conta do bloqueio econômico, você precisa de um VPN (dou dica tópico apps abaixo, mas se estiver do Brasil não precisa). E mesmo que você não reserva antes ou pelo apps, nas cidades você vai encontrar uma grande oferta, pois como turismo esta em baixa, a oferta está muito acima da demanda, então você consegue facilmente por 10 dólares negociando em locais com poucas quadras afastadas do centro. mas sugiro não negociar muito inferior a 10 dólares, pois a galera em dificuldade econômica e menos de 10 é quase explorar a galera. Minha opinião hehe. Conheci uma senhora que fazia uns 2 meses que não hospedava ninguém, e me tratou super bem. Assim, achei justo pagar 12Euros (em Playa Giron).

Transportes (Viaazul e taxis compartilhados)

O transporte é de fato o mais complexo para se locomover em Cuba. Eu acabei usando 5 vezes o ônibus da empresa Viaazul e 3 vezes os táxis compartilhados. Ao contrário de muitos tópicos aqui, achei boa a experiência com a via azul. Usei por 5 vezes os ônibus da empresa estatal e não tive problemas ou atrasos significativos em nenhuma das vezes (ao contrário para ir de Joinville a São Paulo aqui no Brasil de busão atrasou na ida e na volta mais de 3 horas 😒). As passagens da viaazul é bom comprar com alguns dias de antecedência no site da empresa ou nos guichês nos terminais de ônibus da empresa com cartão master que existem em quase todas as cidades mais turísticas. Para comprar do site estando em Cuba apenas com VPN, mas aqui do Brasil é possível comprar sem problemas ou dá ao menos para acompanhar o valor e o número de vagas disponíveis e comprar quando tiver quase esgotando. O site da empresa é este: clique aqui. Fiz os trajetos "Havana - Santiago de cuba" (16 horas, mas viajando de noite foi tranquilo. A viagem é de 16 horas só atrasou 40 minutos); Santiago de Cuba a Santa Clara (8 horas viajando de madrugada, 😴); Trinidad > Cienfuegos (1 horinha de viagem); Cienfuegos > Playa Girón (uma hora também) e por fim Playa Girón a Havana (3 horas). Se puder escolher e o horário for favorável, sempre sugiro escolher viaazul do que os taxis compartilhados, pois estes últimos são mais aleatórios e imprevisíveis (tem que esperar lotação as vezes, o taxista pode querer cobrar mais dependendo do seu desespero, etc. Esse roteiro em específico indico muito de ônibus, onde você pode fazer a costa sul ficando um ou dois dias em cada cidade e pegando apenas o viaazul para ficar mais barato (em geral metade do preço do que cobram os táxis): TRINIDAD > CIENFUEGOS > PLAYA GIRON > PLAYA LARGA  >  HAVANA. É a mesma linha do busão (que eles chamam de guagua), e cada dia você pode pegar um desses trechos e continuar a viagem. Ele sai às 07 da manhã de Trinidad e demora 1 hora e pouquinho para chegar na próxima cidade em média. Já de Santa Clara para Trinidad fiz com cara que era "taxista informal (ilegal)", então era único aceitou minha corrida por 20 dólares porque o outro taxi compartilhado os passageiros furaram e ele não faria apenas para mim por 20 usd. Então esse taxista ilegal fez caminho mais pelo interior para desviar atenção da polícia. O cara era gente boa, mas não tinha licença e aí poderia dar problema para ele. E de Havana para Viñales fiz de taxi compartilhado oficial porque o ônibus da via azul era só de manhã e cheguei de Playa Girón a tarde, então era a única chance para chegar lá no mesmo dia. Mesmo assim foi difícil, pois tanto de Havana para Viñales como de Viñales para Havana os taxis compartilhados saem pela manhã e a tarde são muito raros. Então consegui o último táxi e fui ajudado porque achei duas francesas na guagua que vinha de Girón na sorte e que também iriam para Viñales, senão o taxista me cobraria 30 dólares, mas como tinha mais pessoas deu para fazer por 20usd. E de Viñales para Havana fiz de taxi compartilhado também porque saia um pouco mais tarde (13 horas e era o último) e dava aproveitar mais a manhã toda em Viñales do que se eu fosse de viaazul que saia às 11 horas mas tem que aparecer uma meia hora antes para checkin. A dona da casa fez o contato e o táxi passou no horário certinho com outros passageiros e custou 20 usd. Fora isso com viagens entre caminhões tudo fica mais aleatório e imprevisível, mas em um dos outros tópicos um mochileiro relata como foi, mas particularmente acho mais tranquilo e sem perrengues essas opções acima relatadas.

Aplicativos essenciais

  • AIRBN: fazer as reservas das casas no melhor custo benefício e se basear nos comentários de viajantes. Não tem erro.
  • PSIPHON PRO. App para fazer VPN. Basta baixar da google play, instalar e clicar em INICIAR. Pronto. Agora você consegue fazer operações financeiras nos demais app e sites que precisar.
  • NAVE. Tipo o uber de Cuba. Funciona só com VPN. Mas é interessante porque você pode pagar valor mais justo pelas corridas na madrugada por exemplo. Durante o dia você pode tentar pegar cocotaxi mas sempre negociando o preço (o qual você tem uma base pelo app já).
  • MAPS.ME - app de geolocalização que funciona offline melhor que googlemaps. 
  • CALCULADORA - são muitas conversões de câmbio 🤣

Dicas para fugir dos golpes, "propinas" e "regalos" para os locais

Em geral, 99% do povo cubano é de bom coração e hospitaleiro. Mas principalmente nas principais praças turísticas sempre você vai encontrar alguns tentando levar a melhor sobre os turistas. Eu como brasileiro, sempre esperto e desconfiado, não cai em nenhum golpe é claro 😁, mas alguns turistas que achei caminho caíram mesmo sendo avisados antes 😝. Basicamente se uma pessoa em um lugar bem turística chegar puxando conversa com você ele ou ela quer algo. Como eles são de ótimo papo e simpáticos, às vezes você se pode deixar levar para comprar um charuto com desconto das cooperativas de charuto (que não existem kk). Assim, os caras vendem por 50 dólares caixas com charutos falsificados (no tópico abaixo comento onde comprar de modo seguro e com qualidade), ou te convidam para show de salsa ou da Buena vista social club, mas que é na própria residência de algum deles e você acaba pagando muito caro por uma dose de alguma bebida ou pela entrada. Por exemplo, jamais pague 4 dólares (na época 600 pesos) por um copo de mojito ou outro drink, pois o custo em geral dessas bebidas lá é de um dólar (muito barato, vivia "borracho" 😆).  Mas isso você pega com dois dias lá sendo um bom observador. Então nos primeiros dias fique esperto e compare o preço das coisas nos lugares turísticos, nos lugares onde os cubanos consomem, etc. Mas tem diferentes tipos de pessoas que querem conversar e às vezes um pequeno regalo ou propina é mais que justo e merecido, ainda mais na situação econômica que está Cuba. Como eles não tem uma cultura de mendigar, o que ocorre as vezes é tentarem ser o máximo simpáticos para ganhar um pequeno presente as vezes. Assim, alguns só querem ganhar um drink ou tomar uma cerveja para "desbaratinar", pois no dia a dia não teriam condição para isso como outros cubanos de classe média ou alta possuem. E essas pessoas eu até curtia dividir uma cerveja e acabavam sendo uma boa experiência, pois os caras eram gente boa, mas eu já era papo reto: seguinte só tenho tantos pesos, e só posso te pagar uma cerveja e um cigarro. Cara já ficava mó feliz e era experiência sempre interessante trocar ideia. Outras vezes os caras pediam algo de doação, tipo um sabonete ou um calção. Acabou que no final da viagem voltei com metade das minhas roupas, pois doei para galera que fui conversando ou trocando por coisas e objetos deles no melhor estilo "economia solidária". Mas fiz isso de coração mesmo e pra me desapegar um pouco da materialidade das coisas, pois queira ou não tenho muita roupa aqui no Brasil do que a maioria dos cubanos podem ter acesso, então não me faria tanta falta. Mas as vezes fique esperto, eles exageram na condição de vida para te despertar mais pena, por isso eu filtrava bem com quem conversava e tals. Mas em geral sempre dê uma propina ou agrado para quem te trata super bem. Por exemplo os guias nos museus são gratuitos, mas sabendo da condição econômica atual e dos salários deles, no final da guiada pelo museu eu dava propina de 200 a 400 pesos (tipo de 5 a 10 reais na conversão, ou seja, valor irrisório quase aqui BR) e os caras ficavam maravilhados. Inclusive num museu em Trinidad um casal de franceses após o guia falar por quase 2 horas super simpáticos e com muito bom conteúdo, não deram nada para ele. Cara ficou muito triste, aí eu dei 200 pesos da minha parte e mais 200 por eles, cara quase chorou de emoção, viu que um brasileiro com todas precariedades econômicos que temos aqui é mais sensível e menos sem noção do que muito europeu gringo cheio dos euros.

Como chegar do Aeroporto para Centro de Havana praticamente de GRAÇA:

 

Chip de Celular Cubano - como conseguir e planos (paquetes)

Continuo daqui a pouco e coloco fotos para contextualizar também logo mais. Rrsrs

Freetours e Guruwalk (recomendo muito!)

 

RESUMO dos preços de produtos básicos em março de 2023

 

O que Cuba tem de melhor

Onde comprar charutos/

Viaje a Cuba!

 

Referências midíaticas e bibliográficas para enriquecer sua viagem a Cuba

 

 

QUE MARAVILHOSO esse seu relato! Ou seria uma pesquisa de campo? rs!
Vou acompanhar e estou te seguindo no insta (sou @familiamochileira)!

 

:D

Postado
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3 horas atrás, Eddie Santos disse:

Considerações Iniciais

Prazer galera! Sou Eddie, professor de Geografia, e sempre planejo meus mochilões e viagens pelo relatos da comunidade. Agradeço a  todos que postaram seus relatos de Cuba aqui no fórum, os quais foram de muita ajuda no meu planejamento. Porém, como todos são do período anterior a pandemia, vou me esforçar por relatar minha experiência na minha viagem a Cuba em MARÇO de 2023. A partir da minha experiência em Cuba, posso afirmar que Cuba, o turismo e a sociedade cubana mudaram e estão mudando em um ritmo acelerado no período pós-pandemia. Vou colocar alguns  tópicos com as principais mudanças, e nas demais postagens comento a experiência, meus gastos e pontos imperdíveis em cada uma das atrações e cidades visitadas. Eu viajei sozinho por 18 dias por Cuba, onde conversei com centenas de cubanos sobre o cotidiano, os desafios e a história de Cuba. Ideal mesmo é fazer um mochilão de 30 dias por Cuba, mas 18 já deu para conhecer um pouquinho de tudo e foi perfeito. No caminho conheci pessoas sensacionais, desde pessoas locais, a casais brasileiros em viagem e alguns mochileiros europeus (porém nenhum mochileiro latino 😔 então bora viajar galera! 😆), os quais algumas das histórias relatarei quando comentar a experiência em cada cidade. Caso queiram saber de algo ou algum detalhe extra, podem me procurar no INSTAGRAM: "eddiesantos1912" (link do meu instagram). Lá acompanho mais as mensagens. Mas agora, segue o essencial de Cuba em 2023, a partir da minha experiência. 

Resumo da história econômica cubana e a situação em 2023

Como dito, conversei com centenas de cubanos das mais variadas correntes de pensamento e profissões. Então segue um resumo do que captei. Entre os mais idosos que viveram o período de mudança após o triunfo da revolução é consensual que viveram na década de 80 anos de ouros. Havia comida de sobra e sobrava dinheiro do salário para o trabalhador comum comprar diferentes itens de consumo importados dos demais países do bloco socialistas. Ademais, como não havia muito turismo externo, o turismo em cuba era praticamente interno. Assim, todo trabalhador cubano conseguia fazer turismo uma vez ao ano. Um senhor cubano me contou que o salário na época era uns 120 pesos mensais, e no fim de ano ele sempre consegui fazer o tour turismo da época: 15 dias por várias cidades da ilha com ônibus, hotel e comida tudo pago por uns 80 pesos, ou seja, vivia-se bem e com boa qualidade de vida. O sistema, dentro dos paradigmas ao qual foi baseado - um modelo soviético - funcionava relativamente bem e deixa saudades e nostalgia em todos que viveram o auge dele. Porém, a queda do bloco socialista na década de 1990 e o consequentemente isolamento político e econômico deixaram o país em situação bastante complicada. O fato também de Cuba ter mantido com a URSS uma relação neocolonial e não ter feito uma política de industrialização de "substituição de importações" também veio a cobrar o preço após a queda do muro de Berlim. Por tudo isso, eles chamam a década de 90 de "período especial", uma época de escassez, sacrifícios e muitas dificuldades. Cuba perdeu mais de 75% dos compradores de seus produtos, e o embargo econômico dos EUA recrudesceu e assim afetou mais do que nunca o governo e o funcionamento do sistema. Dois exemplos: o maquinário de produção de açúcar, que era todo baseado em máquinas soviéticas. Logo, sem ter uma indústria de base forte, não tinha como repor, e hoje a indústria açucareira passa dificuldades e Cuba inclusive tem que importar açúcar de outros países; 2) O embargo econômico dificulta tudo, pois a impossibilidade do governo cubano ter contas em dólares no estrangeiro, importar ou exportar produtos que direta ou indiretamente tenham relação com os EUA, e outras sanções (Veja mais aqui), como a que os cargueiros de mercadorias enfrentam ao ir a cuba, pois se um navio aporta em porto cubano, não pode ir aos EUA nos próximos 6 meses, ou seja, que dono de cargueiro aceita um frete a Cuba se depois não poderá ir aos EUA um dos maiores importadores e exportadores do mundo? Assim, Cuba na prática tem que pagar o dobro pelo frete dos produtos importados, o que resulta em importar produtos por quase o dobro do preço e exportar seus produtos a um preço mais barato para compensar o frete para os países compradores. Uma das soluções para a saída do período especial foi a abertura ao turismo. Assim, a partir dos anos 2000 o turismo passou a ser uma das principais atividades econômicas da ilha, que foi crescendo ano a ano até chegar ao seu pico antes da Pandemia Covid. Mas aí começa uma das contradições: para sair do período especial, o  governo cubano teve que abrir mão de vários dos seus princípios "socialistas". Assim, quem trabalha com algo relacionado ao turismo nesses 30 anos conseguiu um padrão e qualidade de vida muito superior a quem não estava ligado a essa atividade ou manteve-se trabalhando para o governo. O mesmo pode ser dito para as famílias cubanas que possuem familiares no estrangeiro e recebem remessas em dólares dessas famílias. Pessoas nessas duas situações, tem um padrão de vida e de consumo bastante diferente do resto da população. Então não espere ir a Cuba e encontrar a Cuba pintada pela extrema direita no Brasil (todo mundo pobre e se ferrando igual) ou pintada pela esquerda idealista brasileira (um país com igualdade e modelo de vide onde todos os serviços públicos funcionam perfeitamente). A sociedade cubana é bastante dividida em classes sociais e o governo está com dificuldades de socializar o dinheiro que vem da atividade econômica turismo e das remessas externas, pois é bastante ineficiente e "amador" em cobrar impostos e outras situações burocráticas advindas de um contexto de abertura econômica. Assim, muitos cubanos sonegam facilmente imposto, como uma guia de freetour me falou: "a gente tem que pagar 50 pesos de imposto por turistas que guiamos, mas o governo nunca sabe quantos são, então a gente chega no fim do mês e autodeclara qualquer número e tá ok"; ou venda de imóveis ou casas: para o governo se declara um valor e por fora se vende por 50 vezes mais tal bem, e o governo acaba cobrando o imposto apenas do valor declarado que é ínfimo rsrs. Assim, de 2000-2020 foi um período que Cuba vinha se recuperando economicamente, apesar da desigualdade e diferentes problemas advindos do bloqueio e de uma não industrialização de base no país. Percebi que praticamente todos possuem um smartphone, acessam a internet e usam roupas importadas (maioria creio que paraguashion), mas demonstrando que consumiam bastante alguns desses bens. Nas ruas de Havana os típicos carros antigos já dividiam as ruas com centenas de carros importados novos. TUDO MUDOU COM A PANDEMIA. SIMPLESMENTE ARRASOU O PAÍS, como um furacão que nocauteou o sistema que já vinha cambaliando. Um país que tinha como principal fonte de turismo, ficar fechado quase dois anos, foi um baque final. Até agora, os arrendadores de casa e outros cubanos me relataram que mesmo em 2023 não chega a 5% a 10% de turistas que viam antes da pandemia, ou seja, a principal atividade econômica não voltou ao "pleno vapor" e isso continua com o estrangulamento econômico do país. Então, vão pra Cuba! 👌 rsrs  Diante desse contexto, uns 80% cubanos acham o período pós pandemia pior que o período especial pós queda do bloco socialista. Pelo que entendi, naquela época todo mundo se ferrou junto e as mudanças foram mais demoradas. Agora as mudanças estão ritmo muito acelerado. O governo no plano de tentar fazer abertura econômica no estilo do que Vietnã e China fizeram do "socialismo de mercado", está deixando de subsidiar vários produtos e alimentos e deixando na mão do mercado privado. Assim, muitas bodegas do governo estão vazias e a caderneta de ração mensal dos cubanos está cada vez mais pequena e não chega aos pés que era na década de 80 ou mesmo nos anos 2010. Isso afeta principalmente os cubanos que vivem de aposentadoria ou trabalham em cargos estatais de menor complexidade. Somado a esse efeito da pandemia, a fusão das moedas CUC e CUP e outras políticas econômicas, fizeram o preço e inflação dos alimentos disparar. Assim, quem vive do salário do governo (varia entre 2.000 a 6.000 pesos cubanos, ou seja, entre 12 a 40 USD) a situação é crítica. Antes, mesmo com esse salário padrão dólar baixo, a galera conseguia viver bem pois o governo garantia o subsídio de vários produtos através das suas bodegas e a caderneta de poupança. mas agora com governo quebrado pós pandemia (pois gastou praticamente todas divisas que tinha em busca de vacina e com saúde pública), com preço dos alimentos tendo que ser comprados no mercado negro ou lojas do mercado privado com padrão similar ao preço internacional, complica muito para essas famílias mais pobres. Porém, não vi cenário da galera passando fome ou desespero total, eles estavam "levando a vida", como dizem. Assim, comiam um pouco mal, com excesso de carboidratos (arroz e feijão e massas pizza pão) e pouca proteína (mais ovos, o que todos relatavam que estavam muito caros). Porém, vocês vão encontrar uma boa porcentagem da população cubana em situação de consumo mais elevada 🤑🤑. Muitos cubanos que trabalham por conta própria direta ou indiretamente ao turismo, tem familiares no estrangeiro, tem familiares médicos que trabalham fora e assim recebem em dólares e são donos de pequenos negócios (uma burguesia ascendente) ou mesmo trabalham em alguns cargos em negócios privados levam uma vida relativamente boa. Vi em várias casas que fiquei jovens jogando PS4 ou XBOX One (mto melhor que eu 🤔 kkk) , frequentando discotecas, bebendo cerveja e outros elementos de padrão de consumo típicos do capitalismo ocidental - até porque lá a cultura capitalista de cinema, novelas, vídeos e internet sempre existiu). Entre os jovens, principalmente os que são bem "educados" sistema formal de ensino - formados em cursos superiores -, que não viveram os tempos auges da revolução, as vozes contrárias ao sistema são quase hegemônicas. Alguns inclusive parecem imersos em redes de conspiração da extrema direita (alguns me falavam de marxismo cultural, outros que queriam que EUA anexasse Cuba como estado aos moldes de Porto Rico) e em suma tinham como principal esperança juntar dólares para pagar a um coiote (uns 10.000 USD) para ir aos EUA e iniciar uma vida economicamente ativa lá, pois creem que há poucas perspectivas de melhoras a curto prazo. Esses jovens tem posição crítica em relação ao governo, sistema e o futuro da ilha. Mas os jovens mais pobres ou formados mas que são de esquerda, esperam que Cuba abra sua economia mas mantenha as conquistas sociais na segurança, educação e saúde e sigam caminho parecido com o socialismo de mercado na China e Vietnã. Esses jovens querem ver mudanças, mas não tem ilusões que o neoliberalismo é o caminho. Então querem um estado de bem estar social ou socialismo de mercado que funcione bem com o capitalismo que virá em breve cada vez mais forte. Enfim, Cuba está passando por um período de mudanças intensas e não vejo a hora de retornar daqui uns 5 anos para a ilha para notar para onde tudo isso vai dar. E você mochileiro, organize-se para ir rápido a Cuba! É um país imperdível, com cultura única e história geopolítica cheio de reviravoltas e contrastes, afinal, não é fácil sobreviver no  sistema mundo isolado com bloqueio econômico por quase 30 anos, achar um caminho (o turismo) mas ser nocauteado por seguir padrões sanitários e assim ter que fechar suas fronteiras por 2 anos. Mas apesar disso, a sociedade cubano é um povo alegre, em cada praça, uma música. Em cada rua, a galera se divertia e sorria. Mesmo diante de dificuldade, a segurança é incrível, não me senti inseguro em nenhum momento e tampouco ouvi relatos de outros viajantes ou população local. Uma frase que ouvi me marcou muito: "nós cubanos somos felizes, não passamos fome, mas só passamos vontade mesmo de vez em quando". 

Moedas, conversões e dicas de câmbio

Essa é a parte mais confusa! kkkk  Apesar da extinção do CUC, na prática há 5 formas de moedas ou de pagamentos em Cuba kkkkk. Demorei uns dias para entender, e no final estava craque nisso. Então segue resumo:  01- Peso Cubano ou "moeda nacional". é a moeda do dia a dia. Cobrados nos comércios locais e na maioria das lojas que atendem turistas. Então quando você chegar, faça a troca na casa de alguma família (ou alguém indicado por eles) que você for ficar hospedado, pois vão de ter uma melhor cotação do que nas cadecas do governo. A cotação oficial do governo é: 1 DÓLAR OU 1 EURO = 120 PESOS. Mas no câmbio paralelo que TODOS cubanos usam estava no final de março em: 1 DÓLAR OU 1 EURO = 170 PESOS CUBANOS. Eu acabei fazendo por 160, porque ao longo das 3 semanas que estava lá o peso cubano deu uma desvalorizada. Assim, compensa ir trocando de pouco em pouco a cada 05 dias por exemplos seus dólares. Repare que a cotação do euro e dólar é a mesma, mas no Brasil o dólar é muito mais barato que euro kkkk então levem dólar 🤑! Antigamente tinha taxa sobre o dólar, por isso relatos do fórum falavam para levar euros, mas agora não há mais taxa e em cuba em todos os lugares formais e informais a o Dólar e EURO valem o mesmo.  Mas sempre confirmem como está a cotação com a pessoa que vocês forem ficar lá. Como falarei no tópico hospedagem, usem o AIRBN para isso e conversem com a pessoa da casa por lá que ela te ajudará (darei dicas de pessoas confiáveis para isso). 02 - EURO E DÓLAR. É o que eles chamam de "moeda forte". Os taxistas, arrendadores de casa, alguns pacotes turisticos e alguns lojas ou restaurantes específicos em lugares muito turísticos cobram em Euro ou Dólar. Eles aceitam a moeda nacional, mas fazem a "conversão do jeito que querem". Por exemplo, táxi eu paguei 10 dólares e o restante em peso cubanos, e ele fez cotação 1 dólar = 180 pesos. Mas outros lugares faziam por 160 e alguns lugares do governo faziam por 120. Confuso, enfim, Cuba kkk  03 - CARTÃO DE CRÉDITO. O cartão de crédito 💳 já é aceito em muitos lugares administrados para o governo, e pior, em alguns lugares SÓ É ACEITO CARTÃO DE CRÉDITO MASTER! Então levem um cartão mastercard com vocês para esses momentos. Meu Nubank funcionou super bem e até daria para sacar dinheiro lá se precisasse (mas seria na cotação 120 pesos, ou seja, não compensaria, mas em uma urgência teria essa opção). Mas como não sabia disso, como irei contar em um dos dias, planejei ir a Cayo Santa Maria e quando cheguei lá tinha que comprar voucher com a agência de turismo do governo cubano, porém só podia pagar em tarjeta mastercard. tinha dólares e pesos cubanos, mas que não aceitavam kk! Fiquei chupando dedo e tentando ajuda de outros turistas para passar a tarjeta. Só passou uns canadenses pnc* que não me ajudaram rsrs. Mas faz parte, nos outros dias aprendi a lição e sempre andava com a tarjeta, e a utilizei algumas vezes (para comprar passagem viaazul, bus turistico em trinidad e em um ou outro restaurante do governo. 04 - TARJETA MLC (livremente conversível). Essa é a versão nova do CUP, mas não se preocupe, apenas as pessoas locais usam ela. Na prática, ela é um cartão de débito que e recarregável com dólares. Algumas tiendas de produtos importadas SÓ pode comprar com a MLC ou cartão master "dos turistas". Basicamente, o governo fez isso porque precisa de dólares. assim, as famílias que moram no estrangeiro mandam dólares para cubano locais via sistema bancário cubano, que ficam com os dólares e convertem em MLC na tarjeta do cidadão cubano e o dólar fica com governo (para conseguir importar produtos e etc.). E com o MLC você pode comprar os produtos no mesmo preço do que em dólar. Além disso, quem vive do turismo e ganha muitos dólares, faz um depósito para transformar em MLC e pode comprar os produtos importados nas tiendas específicas. Nessas tiendas dá para comprar Coca cola e tudo que você imagina kkkk. O cubano que recebe apenas em peso cubano e não tem familiares, pode comprar nos comerciozinhos locais que revendem esses produtos importados, mas claro, com margem de lucro. Ou seja, mercado está se abrindo lá, de modo bem embrionário e com fortes contradições. Enfim, confuso não? Mas com alguns dias você pega os segredos e em dez dias já é quase um cubano com MLC kkkk

Hospedagens

Fiquei hospedado em casas de famílias, as quais todas encontrei pelo Airbn e em média todos custaram 10 a 12 dólares/euros o quarto dependendo da cidade. E 10 dólares valeria para 2 ou mais pessoas as vezes, ou seja, média de 5 a 6 E por pessoa, mas como estava sozinho pra mim custou 10. Achei muito em conta e um valor justo para os dois lados. Eram todos quartos confortáveis e exclusivos, com ar condicionado, roupas limpas, enfim tudo perfeito. Achei absurdo descobrir que vários brasileiros que conheci na viagem estavam pagando 35 a 40 dólares quartos com mesmo padrão que meu, talvez um pouco mais bem localizados, mas mesmo assim não valeria a pena. Tudo porque não fizeram pelo airbn... Eu mesmo, no início estava pedindo ajudar com páginas do instagram como Dicas Sobre Cuba e Vou pra Cuba! e a hospedagem diária estava respectivamente 25 a 35 Euros. Mas quando descobri pelo airbn foi paraíso. Tudo bem avaliadas e conseguia em média por 10 dólares. Em Havana, fiquei em duas casas que relatarei na postagem específica, uma com quarto privativo e outra hostel (bom conhecer galera viajando sozinha)  e ambos foi 10 dólares. A maioria das casas eu reservei do Brasil, mas o fim da viagem estava flexível e acabei fazendo a reserva de lá mesmo e mesmo com poucos dias de antecedência consegui boas opções por 10E. Apenas para fazer operações financeiras em cuba nesses apps, por conta do bloqueio econômico, você precisa de um VPN (dou dica tópico apps abaixo, mas se estiver do Brasil não precisa). E mesmo que você não reserva antes ou pelo apps, nas cidades você vai encontrar uma grande oferta, pois como turismo esta em baixa, a oferta está muito acima da demanda, então você consegue facilmente por 10 dólares negociando em locais com poucas quadras afastadas do centro. mas sugiro não negociar muito inferior a 10 dólares, pois a galera em dificuldade econômica e menos de 10 é quase explorar a galera. Minha opinião hehe. Conheci uma senhora que fazia uns 2 meses que não hospedava ninguém, e me tratou super bem. Assim, achei justo pagar 12Euros (em Playa Giron).

Transportes (Viaazul e taxis compartilhados)

O transporte é de fato o mais complexo para se locomover em Cuba. Eu acabei usando 5 vezes o ônibus da empresa Viaazul e 3 vezes os táxis compartilhados. Ao contrário de muitos tópicos aqui, achei boa a experiência com a via azul. Usei por 5 vezes os ônibus da empresa estatal e não tive problemas ou atrasos significativos em nenhuma das vezes (ao contrário para ir de Joinville a São Paulo aqui no Brasil de busão atrasou na ida e na volta mais de 3 horas 😒). As passagens da viaazul é bom comprar com alguns dias de antecedência no site da empresa ou nos guichês nos terminais de ônibus da empresa com cartão master que existem em quase todas as cidades mais turísticas. Para comprar do site estando em Cuba apenas com VPN, mas aqui do Brasil é possível comprar sem problemas ou dá ao menos para acompanhar o valor e o número de vagas disponíveis e comprar quando tiver quase esgotando. O site da empresa é este: clique aqui. Fiz os trajetos "Havana - Santiago de cuba" (16 horas, mas viajando de noite foi tranquilo. A viagem é de 16 horas só atrasou 40 minutos); Santiago de Cuba a Santa Clara (8 horas viajando de madrugada, 😴); Trinidad > Cienfuegos (1 horinha de viagem); Cienfuegos > Playa Girón (uma hora também) e por fim Playa Girón a Havana (3 horas). Se puder escolher e o horário for favorável, sempre sugiro escolher viaazul do que os taxis compartilhados, pois estes últimos são mais aleatórios e imprevisíveis (tem que esperar lotação as vezes, o taxista pode querer cobrar mais dependendo do seu desespero, etc. Esse roteiro em específico indico muito de ônibus, onde você pode fazer a costa sul ficando um ou dois dias em cada cidade e pegando apenas o viaazul para ficar mais barato (em geral metade do preço do que cobram os táxis): TRINIDAD > CIENFUEGOS > PLAYA GIRON > PLAYA LARGA  >  HAVANA. É a mesma linha do busão (que eles chamam de guagua), e cada dia você pode pegar um desses trechos e continuar a viagem. Ele sai às 07 da manhã de Trinidad e demora 1 hora e pouquinho para chegar na próxima cidade em média. Já de Santa Clara para Trinidad fiz com cara que era "taxista informal (ilegal)", então era único aceitou minha corrida por 20 dólares porque o outro taxi compartilhado os passageiros furaram e ele não faria apenas para mim por 20 usd. Então esse taxista ilegal fez caminho mais pelo interior para desviar atenção da polícia. O cara era gente boa, mas não tinha licença e aí poderia dar problema para ele. E de Havana para Viñales fiz de taxi compartilhado oficial porque o ônibus da via azul era só de manhã e cheguei de Playa Girón a tarde, então era a única chance para chegar lá no mesmo dia. Mesmo assim foi difícil, pois tanto de Havana para Viñales como de Viñales para Havana os taxis compartilhados saem pela manhã e a tarde são muito raros. Então consegui o último táxi e fui ajudado porque achei duas francesas na guagua que vinha de Girón na sorte e que também iriam para Viñales, senão o taxista me cobraria 30 dólares, mas como tinha mais pessoas deu para fazer por 20usd. E de Viñales para Havana fiz de taxi compartilhado também porque saia um pouco mais tarde (13 horas e era o último) e dava aproveitar mais a manhã toda em Viñales do que se eu fosse de viaazul que saia às 11 horas mas tem que aparecer uma meia hora antes para checkin. A dona da casa fez o contato e o táxi passou no horário certinho com outros passageiros e custou 20 usd. Fora isso com viagens entre caminhões tudo fica mais aleatório e imprevisível, mas em um dos outros tópicos um mochileiro relata como foi, mas particularmente acho mais tranquilo e sem perrengues essas opções acima relatadas.

Aplicativos essenciais

  • AIRBN: fazer as reservas das casas no melhor custo benefício e se basear nos comentários de viajantes. Não tem erro.
  • PSIPHON PRO. App para fazer VPN. Basta baixar da google play, instalar e clicar em INICIAR. Pronto. Agora você consegue fazer operações financeiras nos demais app e sites que precisar.
  • NAVE. Tipo o uber de Cuba. Funciona só com VPN. Mas é interessante porque você pode pagar valor mais justo pelas corridas na madrugada por exemplo. Durante o dia você pode tentar pegar cocotaxi mas sempre negociando o preço (o qual você tem uma base pelo app já).
  • MAPS.ME - app de geolocalização que funciona offline melhor que googlemaps. 
  • CALCULADORA - são muitas conversões de câmbio 🤣

Dicas para fugir dos golpes, "propinas" e "regalos" para os locais

Em geral, 99% do povo cubano é de bom coração e hospitaleiro. Mas especialmente nas principais praças turísticas sempre você vai encontrar alguns tentando levar a melhor sobre os turistas. Eu como brasileiro, sempre esperto e desconfiado, não cai em nenhum golpe é claro 😁, mas alguns turistas que achei caminho caíram mesmo sendo avisados antes 😝. Basicamente se uma pessoa em um lugar bem turística chegar puxando conversa com você ele ou ela quer algo. Como eles são de ótimo papo e simpáticos, às vezes você se pode deixar levar para comprar um charuto com desconto das cooperativas de charuto (que não existem kk). Assim, os caras vendem por 50 dólares caixas com charutos falsificados (no tópico abaixo comento onde comprar de modo seguro e com qualidade), ou te convidam para show de salsa ou da Buena vista social club, mas que é na própria residência de algum deles e você acaba pagando muito caro por uma dose de alguma bebida ou pela entrada. Por exemplo, jamais pague 4 dólares (na época 600 pesos) por um copo de mojito ou outro drink, pois o custo em geral dessas bebidas lá é de um dólar (muito barato, vivia "borracho" 😆).  Mas isso você pega com dois dias lá sendo um bom observador. Então nos primeiros dias fique esperto e compare o preço das coisas nos lugares turísticos, nos lugares onde os cubanos consomem, etc. Mas tem diferentes tipos de pessoas que querem conversar e às vezes um pequeno regalo ou propina é mais que justo e merecido, ainda mais na situação econômica que está Cuba. Como eles não tem uma cultura de mendigar, o que ocorre as vezes é tentarem ser o máximo simpáticos para ganhar um pequeno presente as vezes. Assim, alguns só querem ganhar um drink ou tomar uma cerveja para "desbaratinar", pois no dia a dia não teriam condição para isso como outros cubanos de classe média ou alta possuem. E essas pessoas eu até curtia dividir uma cerveja e acabavam sendo uma boa experiência, pois os caras eram gente boa, mas eu já era papo reto: seguinte só tenho tantos pesos, e só posso te pagar uma cerveja e um cigarro. Cara já ficava mó feliz e era experiência sempre interessante trocar ideia. Outras vezes os caras pediam algo de doação, tipo um sabonete ou um calção. Acabou que no final da viagem voltei com metade das minhas roupas, pois doei para galera que fui conversando ou trocando por coisas e objetos deles no melhor estilo "economia solidária". Mas fiz isso de coração mesmo e pra me desapegar um pouco da materialidade das coisas, pois queira ou não tenho muita roupa aqui no Brasil do que a maioria dos cubanos podem ter acesso, então não me faria tanta falta. Mas as vezes fique esperto, eles exageram na condição de vida para te despertar mais pena, por isso eu filtrava bem com quem conversava e tals. Mas em geral sempre dê uma propina ou agrado para quem te trata super bem. Por exemplo os guias nos museus são gratuitos, mas sabendo da condição econômica atual e dos salários deles, no final da guiada pelo museu eu dava propina de 200 a 400 pesos (tipo de 5 a 10 reais na conversão, ou seja, valor irrisório quase aqui BR) e os caras ficavam maravilhados. Inclusive num museu em Trinidad um casal de franceses após o guia falar por quase 2 horas super simpáticos e com muito bom conteúdo, não deram nada para ele. Cara ficou muito triste, aí eu dei 200 pesos da minha parte e mais 200 por eles, cara quase chorou de emoção, viu que um brasileiro com todas precariedades econômicos que temos aqui é mais sensível e menos sem noção do que muito europeu gringo cheio dos euros. Ou na gorjeta para os garçons. Se aqui no Brasil não sinto muito conforto em pagar a taxa "voluntária" devido preço das coisas serão altas, lá em Cuba sempre fazia questão, principalmente comércios frequentados por cubanos em geral, onde o preço da comida e principalmente das bebidas era MUITO barato. Tipo mojito, daiquiri ou outros drinks tops saiam por menos de 300 pesos cubanos (ou seja, menos de dez reais por DRINKS tops), fazia questão de dar gorjeta de uns 200 pesos (7 reais) para garçons e eles ficavam realmente felizes. 

Como chegar do Aeroporto para Centro de Havana praticamente de GRAÇA:

A maioria das pessoas pega transfer ou um táxi na hora. O preço costuma ser de 25usd, mas quando cheguei lá o cara queria 30 e não baixou. Tentei achar alguém para compartilhar em mais pessoas, mas tava fraco, pois a maioria já pega antecipado algum transfer. mas achei a opção de ir de transporte público fácil e segura e praticamente gratuita. Então seguinte. O aeroporto é pequeno, então quando descer e sair do terminal internacional pergunta a um guardinha qualquer onde passa o ônibus entre terminais, pois você quer ir para a AVENIDA BOYEROS que fica próxima ao terminal 2. Em março de 2023 esse ônibus interterminais passava de hora em hora fechada ali no terminal 3, ou seja, às 08h, 09h,10h,11 etc. Custa 2 pesos cubanos, ou seja, r$ 0,05 😀. Como não tinha trocado nada e não iria dar tempo de ir na cadeca oficial porque tava hora ônibus, o próprio guarda me doou 3 pesos kkkk, e em troca dei uma moeda de um real para ele e o cara ficou muito faceiro kakaka. Embarcando nesse busão não te erro, só perguntar para os passageiros e ou motorista para te avisarem quando chegar na avenida boyeros, fica um ponto depois do terminal 2 (lembrando que você saiu do terminal 3). Desceu na avenida boyeros, o próprio motorista vai te falar a direção pro centro de havana. Aí é só atravessar a avenida e já tem o ponto de ônibus da "guagua" pro centro de havana. Custa 2 pesos cubanos também. Já por 10 pesos cubanos (0,20 centavo de reais) você pode pegar umas vans ou onibus menores mas que não lotam e é mais confortável. Nesse ponto de ônibus na avenida boyeros basta pegar as guaguas com a placa P12 ou P16. Não demorou nem 5 minutos e passou o P12. Paguei 1 peso porque nao tinha 2 senãi teria que trocar 100 pesos, e o cobrador deixou de boas, porque 1 peso é algo muito simbólico na economia cubana. haha. E pronto, em 40 minutos eu estava no centro de havana por 0800. Observe nas imagens abaixo: o ponto onde a guagua dos interterminais para; a guagua que vai para o terminal 2 e para a avenida Boyeros; o ponto de ônibus na avenida Boyeros onde para o ônibus p12 e p16 (está indicado na placa); os cubanos no guagua em direção ao centro de havana com seus smartphones 😮. Essa avenida boyeros é tipo uma via arterial de Havana, que cruza a cidade e assim te leva do aeroporto até Havana Vieja. Não tem erro .E ainda tem a opção dos transportes mais confortáveis, basta perguntar para alguém ali no ponto que eles te avisam. Só nisso economizei mais de R$ 150,00 que foram convertidos em Mojitos ao longo da viagem 😆👌🍹

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Chip de Celular Cubano - como conseguir e planos (paquetes)

Continuo daqui a pouco e coloco fotos para contextualizar também logo mais. Rrsrs

Freetours e Guruwalk (recomendo muito!)

 

RESUMO dos preços de produtos básicos em março de 2023

 

O que Cuba tem de melhor

Onde comprar charutos/

Viaje a Cuba!

 

Referências midíaticas e bibliográficas para enriquecer sua viagem a Cuba

 

 

Ótimo relato, de brinde avaliação sem viés algum!

Curtindo aqui..

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Só de começar a ler já deu vontade de ir a Cuba real hahaha. Obrigado por compartilhar, aos poucos vou lendo e já seguindo no insta. Abcs

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Os topicos sobre Cuba sao sempre gratas surpresas! A aula esta dada... Mas nao custa perguntar prof...

Nao rolou umas lagostinhas no menu? P.S. Entendedores entederao... Ver para crer!

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18 horas atrás, Eddie Santos disse:

governo

Isso é o que falta em certos paises que invejam Cuba aonde policia comum não usa armas por não ter violencia!!!!

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Primeira Cidade: Havana, a capital de todos.  Dia 03, 04, 05, 06 e 07 de fev

Onde me hospedei: Em Havana me hospedei em dois lugares para ter duas experiências diferentes. Nos dois primeiros dias fiquei na casa da Maria Helena (Valor diária: 12E, ver o perfil airbn e número whats) para uma experiência mais familiar e nos outros dois dias no Hostal Aguilar (valor: 10E e Perfil airbn e número whats) para conhecer outros mochileiros viajando solo. Gostei bastante dessa dupla experiência e sugiro aos demais também! A Maria Helena foi muito querida e é uma pessoa simples. Contou sobre o cotidiano de um cubano normal e os perrengues do dia a dia e como a situação está difícil no período pós pandemia. Foram conversas que aprendi bastante e ela sempre estava receptiva a conversar sobre a vida em cuba. Por sua vez, no Aguila foi onde conheci uns mochileiros espanhóis e saímos uma noite e foi superdivertido. Por sua vez, o Aguilla é um anfitrião incrível e muito bem informado politica e economicamente. Sabe todos os detalhes mais teóricos e aprofundados do governo. Aprendi muito sobre o embargo econômico dos Estados Unidos e os planos econômicos que o governo está tentando aplicar. Seu pai, hoje com 81 anos, serviu na Coluna do Che durante a Revolução Cubano. Bem isso diz tudo sobre a grande experiência e conversa que tive com Aguila. Além disso, o desayuno completo era 3 usd (mais barato que encontrei em Cuba) e o Aguila me ajudou no cambio dos dólares por peso quando eu cheguei na Ilha. E também antes de ir ele me passava a cotação que estava no momento. Uma pessoa confiável a quem eu indico que procurem antes de irem a Cuba. Ele também me levou na rua de cima da sua casa onde é possível comprar o chip cubano. 

Visão geral da cidade: Havana é a cidade mais populosa de Cuba. Foi minha cidade preferida, mas tudo depende do ponto de vista. Porque Havana de início parece muito confusa e caótica, e isso pode deixar alguns confusos e com um pé atrás sobre a capital cubana. Mas com o passar dos dias, você vai descobrindo as várias facetas de Havana e se apaixonando por seus contrastes e diferentes versões. Divido Havana em 05 partes: Habana Vieja, Centro Havana, Vedado, Miramar e Praias do Leste. Cada uma tem uma dinâmica diferente, então vale a pena montar um roteiro para tentar conhecer cada uma delas. Habana Vieja e Centro de Havana é lugar único no mundo: seus prédios históricos são habitados por pessoas simples, pelo "povão" mesmo. Eles não estão segregados em bairros distantes, morros, buracos ou favelas. Estão no coração da cidade mesmo e com isso todas as contradições sociais ficam latentes aos seus olhos. Então você pode ter impressão errada de Cuba e Havana se só se limitar a estas duas partes da cidade. Mas apesar do povão ali habitar e mesmo com a situação econômica do país, É HIPER MEGA SEGURA caminhar por lá a qualquer hora do dia. Seja de dia, de noite, de madrugada, sempre me senti seguro e todos os relatos confirmavam isso. Pelas calles de Habana Vieja e Centro de Havana vemos nascendo vários pequenos comércios, daqui a poucos anos irão florescer muito, acredito, mas agora são bem embrionários e digamos amadores. Nao vemos nenhuma publicidade quase por toda a cidade, e isso foi curiosos. O que eu mais gostava em Havana era de caminhar, me perder e fotografar os contrastes da cidade. O tempo passava e nem percebia, só meus pés e meu corpo, pois ao final de 5 dias fiquei cheio de calos nos pés de tanto caminhar kkkk mas valeu muito a pena. Nos dois primeiros dias fiz os freetours por Habana Vieja e depois Centro de Havana, isso me ajudou a "dominar" a cidade e assim curti-la mais, porque de início o seu caos e dinâmica pode te assustar.

Roteiro dia 03/02 - Sexta-feira - Chegada em Havana, Freetour por Habana Vieja e noite na Fantástica Fábrica de Arte Cubana

Cheguei no Aeroporto de Havana às 09h40 hrs da manhã. Após sair da imigração tentei achar alguém para compartilhar o táxi até o centro de havana e não achei. Então resolvi tentar ir de Transporte público até o centro de Havana e deu super certo por praticamente de graça, conforme relatei no primeiro post. Cheguei no centro de Havana umas 11 e pouco, e tive meu primeiro perrengue: apesar de baixar mapa de Havana no Google Maps, meu celular bugou e não funcionava o GPS 😒 (acontece isso com ele até se conectar a internet em outro país). Sem mapa tive que pedir ajuda aos bicitaxis que me levaram até endereço do Aguila por 500 pesos (caro mas tava perdido e me entreguei ao desespero kkk). Chegando lá, aguardei uma mulher que Aguila intermediou o contato que trocou 400 dólares por 64.000 pesos cubanos na cotação: 1 dólar = 160 (agora já deve tá 1=175). Depois o Aguila me levou até a ETECSA para eu comprar o chip de internet cubano. Agora com internet e GSP não tem como um geógrafo se perder mais 😆! Fiz check-in na casa da Maria Helena por volta das 14 hrs e tive uma conversa agradável com ela sobre a vida em Cuba. Após comprei uma pizza de 150 pesos grande (R$ 5,00) e comi caminhando até o ponto de encontro do freetour Havana Vieja, que começaria às 16 horas. Não precisa reservar, era só aparecer na praça Angel (perto do museu da Revolução) e aguardar a formação dos grupos em espanhol e inglês para os dois destinos ofertados: Habana Vieja e centro habana. Nesse primeiro dia fiz o Freetour por Habana Vieja com um casal de espanhóis e desfrutei muito das histórias de cada calle e construções históricas emblemáticas da cidade velha. A guia tinha uma posição de direita, então passava algumas informações sobre um viés político oposicionista. Enfim foi interessante porque pude contrastar as opiniões de diferentes correntes de pensamento político e social, o que é sempre rico. O que não dá é para sair acreditando cegamente a partir  de só um viés. Mesma coisa aqui no Brasil um gringo chegar e perguntar sobre o Brasil para um bolsonarista fanático e achar que sabe tudo sobre nosso país. Em Havana Vieja os moradores tem costume de identificar os cãozinhos com uma placa com seu nome e as ruas que domina territorialmente. Achei engraçado (foto abaixo rsrs). A guia contou várias curiosidades sobre os pontos turísticos que sem isso eu passaria batido. Passamos pelo emblemático Bodeguita del medio. Tocava uma boa música, mas o Mojito é muito caro. Compensa só tirar umas fotos, curtir um pouco a música e ir tomar na praça vieja por 3 vezes mais barato. Passamos pela Plaza Catedral, Plaza Armas, Plaza de San Francisco de assis e terminamos na Plaza Vieja, a mais animada e emblemática do centro histórico. Fim da tarde voltei a casa da Maria Helena e ela me ofertou um café negro. Tomei um banho e iniciei uma caminhada de uma hora e meia (mas foi agradável por ser via Malecon) até a Fábrica de Arte Cubano, talvez um dos lugares mais emblemáticos do MUNDO. Imperdível uma visita lá. É composto por vários conteiners que formam espaços de arte paralelo e ambientes com shows diferentes. Nesse dia tinha exposições de arte, pinturas e shows e apresentações diversas, onde você comprava um drink (barato considerando o local muito turístico - 300 pesos) e depois ia visitar as diferentes galerias e apresentações musicais e artísticas. Nesse dia de música tinha banda de saxefone e um showzinho de rock. A entrada senão me engano foi 200 pesos cubanos e tomei uns 4 drinks e a conta total saiu 1300 pesos (R$43,00). O local estava cheio, e uns 70% eram de Cubano, contrariando minha prévia opinião que só teria turista lá. Para voltar tem o golpe do táxi. Os caras te abordem e como é madrugada lidam com seu desespero. Me cobraram de início 20 USD, mas bati o pé e falei que só podia pagar 10usd (1600 pesos) e os caras aceitaram. A questão é que realmente longe do centro de havana, então caminhar de madrugada quase 2 horas é inviável e cansativo. Quando voltei outro dia peguei a manhã, é só ir até a rua paralela ali que passa vários taxis de cubanos em direção ao centro de Havana e você pode conseguir um por uns 5usd ou ate menos se dividir com alguém.

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Roteiro dia 04/02. Freetour por Centro de Habana, Bairro Chino e Vedado; Plaza da Revolution e Centro Fidel Castro

Pela manhã acordei cedo e a Maria Helena serviu um café negro de regalo. Batemos um papo com ela e seu companheiro sobre a inflação dos alimentos em Cuba e a imigração em massa de muitos jovens. Por sua vez, ela falou que não pensar em sair, pois tem seu cantinho e só quer que as coisas melhorem um pouco por Cuba. Depois sai caminhar pelo Malecon, sempre muito agradável. Depois caminhei um pouco pelas ruas do centro de Havana e fiz várias fotografias do contrastes entre os carros antigos e os prédios de Havana Vieja. Às 09h30 começou o Freetour por Centro de Havana. Pessoalmente, gostei mais do roteiro desse tour, pois abarcou um pouco da vida cotidiana e da atualidade de Cuba, o que me chama mais atenção. E também a guia era bastante dinâmica e falou bastante do funcionamento da economia e das dificuldades atuais. Ela mostrou uma tienda de distribuição dos mantimentos mensais (vinha uma libra de arroz, feijão e alguns meses sabão, óleo, etc.) dados pelo governo a cada cidadão e sua carteirinha de Controle de Vendas. Contou que atualmente no pós pandemia isso dá somente para uma ou duas semanas em caso de famílias pequenas, e assim cada família tem correr atrás no mercado negro ou mercado privado para se alimentar ao longo do mês, fato que fez disparar a inflação nestes mercados e vinha sendo o principal problema econômico e social da ilha no início de 2023. Isso porque as famílias que não tem renda extra do turismo ou famílias estrangeiras estão gastando tudo com alimentos e mantimentos básicos. No tour também conhecemos a história da emblemático Captolio, antiga sede do parlamento cubano antes da revolução e hoje museu nacional. É a construção mais linda de Cuba sem dúvidas e muito bem conservada com seu domo de ouro. Continuamos o percurso no Centro de Havana passando pelo Bairro Chino, que tem portal chinês, mas praticamente todos os chineses se foram depois da revolução, então ficou só uns 3 restaurantes típicos chineses para contar história do nome do bairro 🤣. Depois passamos pelo "Paladar San Cristobal", onde Barack Obama almoçou em sua visita a Cuba em 2015. É um restaurante privado e um dos mais chiques e estilosos de Cuba e tinham pratos promocionais por apenas 6 Usd. No Brasil custaria no mínimo uns 30 dólares. Único detalhe é que tem que ligar ou mandar mensagem reservando (+53 7 8601705). Finalizamos o tour no bairro Vedado no Hotel Nacional, emblemático Hotel usado pelas Máfias italianas e dos EUA que comandavam Cuba antes da Revolução Cubana. Hoje é um Hotel administrado pelo governo e que possui um ambiente aberto para drinks (em média 300 pesos cubanos) e refeições a um custo interessante e com uma agradável vista do Malecon e da Baía de Havana. Após, caminhei direto sem almoçar uns 20 minutos até a emblemática Plaza de la Revolucion, onde estão as fachadas artísticas nos prédios dos ministérios do governo Cubano com os rostos de Che Guevara e Camilo Cienfuegos. Incrível a energia e história daquele lugar. Arrepia pensar em como deve ser um primeiro de maio ali! Queria subir a Torre José Martí, que possui um memorial ao herói da independência Cubana e inspirador das ideias nacionalistas de Fidel Castro, mas estava em restauração e não pude subir até o topo para ter uma visão ainda mais sensacional da praça. Assim, optei por visitar o Centro Fidel Castro, uma espécie de museu/memorial inaugurado a alguns anos para homenagear esse que é considerado por muitos Cubanos o maior nome da história Cubana ao lado de José Marti. Fiz o passeio guiado com um grupo de cubanos e a guia foi sensacional, ela amava muito Fidel Castro e guiou com paixão por todos os espaços do Centro Cultural. O centro possui diferentes espaços com objetos pessoais doados por grandes líderes a Fidel Castro, seus pensamentos, discursos e principais legados sociais. Por ser relativamente novo, é um dos museus mais bem cuidados de Cuba. Saí de lá era 5 horas e me dei conta que não tinha almoçado. Como estava no Bairro Vedado e perto da Casa Belear (que alguém aqui no fórum tinha indicado). Comi Hambúrguer com Tamada (massa de milho ao invés de pão rsrs) e batatas por 300 pesos, e tomei um Mojito e uma Pina Colada e saiu por apenas 130 pesos ambos (R$ 4,00!). Serviço pouco lento, mas custo benefício valia a pena e foi bom para descansar. A noite pensei em ir em Club de Salsa para olhar os cubanos dançar (sim, porque sou péssimo em dançar e não gosto nem de tentar) mas acabei desistindo porque estava realmente cansado de tanto caminhar. Meu relógio marcou 43.400 passos, realmente muito 😮😆. Comi uma pizza de 200 pesos na Calle San Rafael e fui dormir.

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Roteiro dia 05/02: Museu Gramna, Rumba no Callejon de Hamel e passeio atrações na margem leste da Bahia de Havana

Pela manhã tomei o último café com a Maria Helena e seu companheiro. Me despedi deles e saí com a certeza que havia deixado amigos do coração em Havana. Como os cubanos gostam muito do Brasil e sua cultura e poucos brasileiros vão para lá comparado aos demais turistas, quando encontram um brasileiro a tendência é tratá-lo muito bem 😍. Em seguida caminhei uns 15 minutos até a Casa do Aguila e deixei minhas malas no quarto. O cronograma da manhã era visitar o Museu da Revolucion, mas estava fechado para restauração, estando disponível apenas a parte aberta e externa do mesmo que se chama "Memorial Granma", composto por objetos e veículos usados na luta contra o ditador Fulgêncio Batista durante a Revolução Cubana entre 1956-1959. E também é o local onde está o Iate Granma (original), usado pelos revolucionários para desembarcar próximo a Sierra Maestra. Era domingo e as ruas da Havana Vieja estavam muito animadas com alguns grupos musicais desfilando pelas calles para ganhar umas propinas. Como não tinha comido bem nos outros dias, nesse dia me presentei com um almoço no "Sibarita Habana" em Havana Vieja por 1500 pesos🍲. Caminhei pelo agradável Paseo del Prado e fui caminhando pelo Malecon até o Callejon de Hamel. Reserve para conhecer esse beco de arte e escultura peculariares com temas afros em um domingo, pois todo domingo a partir das 14 horas rola uma rumba cubana muito animada. Ali tinham muitos cubanos afro e interagi com um senhorzinho, que novamente, pelo fato de eu ser brasileiro ficou muito animado e feliz de conversar comigo😉. Por volta de umas 15h30 comecei minha caminhada até o Terminal de Ferris para atravessar a Bahia de Havana de Lancha pública. O custo é simbólico: 2 pesos cubanos. A lancha faz a travessia entre Havana Vieja até Casablanca, margem leste da bahia e onde estão situados o Cristo de Havana (uma melhores visões da capital cubana), La cabaña de Che, o Museo Histórico Militar e a Fortaleza de San Carlos de La Cabaña (onde acontece a cerimônia do "Cañonazo"), o Castillo de los tres reyes del morro e o faro del Castillo del Morro. Deveria ter chegado mais cedo para conseguir ver tudo, mas como me distrai me divertindo na rumba acabou que não consegui visitar o Castillo del Morro e seu Faro e  foi um pouco "corrido"😬. Após a travessia da lancha, visitei a cabaña onde viveu Che em Havana quando exercia a função de ministro do governo. A casa é pequeninha mas certamente vale a visita, pois tem réplicas de como era o cômodo do seu escritório, quarto e frases emblemáticas do guerrilheiro latino-americano. Depois curti um pouco a paisagem do Cristo de Havana, uma espécie de réplica menor do Cristo Redendor brasileiro 😆. Uma curiosidade que durante os 40 primeiros anos da revolução quando havia um cisma entre a Igreja Católica e o governo revolucionário, o Cristo ficava "escondido" atrás da vegetação que não era cortada propositalmente. Porém, com a aproximação da Igreja Católica e Fidel Castro intermediada pelo bispo brasileiro Frei Beto da teologia da libertação (corrente "comuna" da Igreja Católica), o local foi revitalizado e hoje é um dos melhores locais para visualizar panoramicamente a capital cubana. Depois fui caminhando pela estrada em direção a Fortaleza La Cabaña e no caminho e em local aberto há várias réplicas e originais de armas, aviões e até os mísseis nucleares da crise dos mísseis em 1962 no Museo Histórico Militar. Por fim, cheguei por volta das 19 horas na Fortaleza de San Carlso de la Cabaña. Lá bati um longo papo com a guardinha da fortaleza, que me contou sobre a história e sua vida na atualidade. Quem tá mais ferrado nesse momento é quem trabalha para o governo sem ganhos extras, então o salário de uns 4.000 pesos não dá para praticamente nada nesse momento de escassez de produtos subsidiados e inflação dos alimentos nos mercados privados e negro. Ela também me presenteou com uma nota de 3 pesos do Che a qual foi guardar com muito carinho. Sabia que no fundo ela queria uma gorjeta e dei para ela 200 pesos😅. Vi o pôr do sol dos muros da fortaleza de La Cabanã e foi fenomenal. Às 20 horas inicia a cerimônia do Cañonazo e custa 200 pesos (já incluídos na visita da Fortaleza La Cabaña). Vai bastante cubanos simples, porque para eles é cobrado um preço bem mais barato e é bom evento familiar para fechar a domingueira. Achei bem legalzinho a cerimônia, que replica como ocorria o disparo dos canhões na Havana colonial, quando às 21 hrs da noite os soldados espanhóis disparavam um tiro de canhão para avisar sobre o fechamento com correntes da Bahia da Havana e disparavam outro tiro às 05 da manhã avisando sobre a reabertura do acesso a navios e embarcações para entrar ou sair de Havana via a bahia. A cerimônia dura uma hora e o ponto alto é de fato o disparo do canhão. Se fosse no Brasil, o ministério público já tinha mandado cancelar faz tempo, pois quase fiquei surdo com o disparo 🤯kkk, mas achei interessante (não dispara de fato munição, mas faz o barulho de uma explosão e da pólvora tal como). Vale a visita em uma das noites, até porque a visão que se tem de Havana e seu Captólio com domo dourado da Fortaleza é incrível. No fim enche de taxistas tentando te meter a facada, até porque não tem mais a lancha nesse horário. Mas a guardinha me ensinou a voltar de ônibus por apenas 2 pesos. É só caminhar uns dez minutos até o ponto dos ônibus na Via Monumental e pegar qualquer busão que passe em direção a Havana, pois ele irá atravessar o submerso "túnel de la habana" e aí você desce no primeiro ponto em Havana Vieja e de lá tudo fica mais fácil. Isso porque é proibido atravessar a pé o túnel pois é perigoso por conta dos gases, então vai de "guagua" que não tem erro. Cansado? Mas é claro. Mas ainda tive um pouco de fôlego para ir em "La Piragua", um espaço para shows públicos próximo ao Malecon e ao Hotel Nacional. Estava rolando um festival de Rumba e tinha milhares de cubanos lá curtindo e consumindo produtos nas tendas de venda. Tinha Coca-Cola para vender, hamburguesas e muito Mojito. Curti uma boa música, interagi com alguns cubanos, tomei mojitos e comi uma pizza de 300 pesos. Esse é o legal de Havana, sempre tá rolando algum festival de música gratuito nos finais de semana, é só se informar com a galera local e partiu! Fim da noite!

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Roteiro dia 06/02: dia de Pedalar até Miramar, Bosque Havana e curtir Lagosta por 20 reais e Reggaeton cubano

Durante o desayuno na casa do Aguilar (3usd) conheci uns espanhóis que estavam viajando solo e tinham chegado na noite anterior no Hostel Aguilla. Victor e Rocio eram os mais gente boa, e combinei com eles de a noite sair e tomar uns drinks em algum lugar. O roteiro do dia era alugar uma bike e conhecer os bairros mais distantes de Havana, como Miramar e a parte sul do centro de Havana. Consegui alugar uma bicicleta na "Vélo Cuba S.U.R.L" (no fim do Paseo del Prado, próximo ao Malecon) por 1600 pesos (53 reais) pelo dia todo. Talvez vocês consigam encontrar mais barato, mas a bike era boa. Esse é um passeio de um dia que super indico, pois Havana é plana e ótimo para pedalar e conhecer Miramar com tempo é ótimo roteiro. Fui pedalando pelo Malecon e achei bem seguro, pois passam poucos carros e quando vão te ultrapassar todos tomavam distância. Como o conserto de carros é caro e complicado em Cuba, percebi que eles dirigem com bastante cuidado pois tudo que eles não querem é um acidente e estragar o carro 😆.  Para atravessar para Miramar de bike você tem que fazer pela Puente de hierro. Após uns 30 minutos de pedalada cheguei na 5° Avenida em Miramar, realmente icônica. Depois passei pelo Teatro Karl Marx e fui pedalando costeando algumas pequenas praias como as "Playas de 16" e as Playas de 3ra y 70". Queria visitar o Acuario Nacional de Cuba e ver uma apresentação dos golfinhos, mas por azar era segunda-feira e era o dia da semana que fechava. Dizem que o lugar não é mais o mesmo de antes, mas é barato (150 pesos), acredito que vale a pena a visita. Ali perto fica a embaixada da Rússia, um prédio construído nos melhores e "curiosos" moldes da arquitetura soviética. Parece uma nave espacial ou torre de rádio. Em Miramar ficam dezenas de embaixadas de diversos países e é um barato pedalar pelas suas chamorsas ruas. A qualidade de vida aqui parece bem mais elevada que nos demais bairros de Havana. Em Miramar você vai achar também os melhores restaurantes para comer bem e barato em Havana. Pedalando por um deles eu tive que olhar 5 vezes na placa para ver se estava enxergando bem🤓: LAGOSTA  POR 600 pesos (R$ 20,00) e SUCO NATURAL por 40 pesos (R$ 1,30)! WTF! Entrei na hora e pedi Lagosta, 3 sucos naturais (sede de pedalar 🤣), um drink de Mojito (120 pesos, R$ 4,00) e chopp (que eles chamam de "cerveja dispensada") por 90 pesos (3,00). ANOTA ESSE NOME: RESTAURANTE CASA ESPAÑOLA, direção aqui. Depois do almoço pedalei até o belo e mágico Bosque de La Habana. Uma paisagem incrível. A pedalada continuou pelo Necrópolis Cristóbal Colón, um cemitério amplo com cerca de 1 milhão de túmulos e memoriais e mausoléus ornamentados. Pedalei ainda na parte sul de Havana Vieja e vi uns treinos de jovens boxiadores locais, próximo Almacenes San José Artisans' Market. Ali tem alguns ginásios de treinamento e você pode acompanhar de longe os treinos ou até combinar um horário se você gostar de lutas (não é meu caso 😅). Devolvi a bike um pouco antes das 16 horas e tomei um pote de sorvetes na sorveteria na calle obispo: 5 bolas por 50 pesos cubanos (R$1,70). Finalizei o dia tomando um Mojito por 150 pesos em um restaurante chique do governo na Plaza Vieja e fui descansar no Hostel. Enquanto aguardava os espanhois, conversei com Aguila por mais de uma hora e tive uma aula sobre a economia cubana e os desafios de sobreviver sob o bloqueio econômico dos EUA. Ele mostrou como o povo cubano é resiliente e sempre acha um jeito de sobreviver mesmo nos momentos difíceis. Também contou algumas histórias do seu pai, que serviu quando era jovem na coluna revolucionária do Che em sua marcha da sierra mastra até Havana durante a revolução cubana. Uma das melhores conversas que tive na viagem, sem dúvidas! Era quase umas 22 horas e os espanhois chegaram do happyhour depois do freetour que tinham feito e ficaram sabendo de um lugar muito animado nas segundas-feiras de Havana, se chama King Bar. E para minha surpresa o local estava lotado de jovens cubanos locais. O Drink era relativamente barato, 250 a 300 pesos. Foi uma noite bem divertida na companhia dos espanhois e ficamos lá até umas 03 e pouco da manhã. Pra voltar os taxistas queriam 1000 pesos, então resolvemos voltar a pé caminhando pelas ruas super seguras de Havana e foi tranquilo demais. 

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Roteiro dia 07/02: Passeio de autoclássico por Havana e ida até busão até Santiago de Cuba

Como havia economizado dentro do orçamento ao qual tinha me proposto em Havana, fui até o Parque central e tentei negociar um passeio de auto clássico por Havana. Um dos vendedores começou oferecendo por 50usd, mas chorei que estava sozinho e era brasileiro e que tinha no meu bolso apenas 4.000 pesos cubanos, equivalente a 25 usd. Cara aceitou e partiu. Talvez dê para negociar por menos. Mas se estiverem em mais pessoas fica mais viável, pois o valor pode ser dividido entre todos. É um passeio bem turista e tals, mas eu curti! Esses carros bem coloridos e conversíveis eram usados pela máfia italiana e dos EUA que mandavam na ilha antes da revolução. Com o triunfo da revolução, a máfia fugiu e os carros foram confiscados pelo governo cubano. Atualmente o governo meio que terceiriza para agências e motoristas fazerem os passeios. Mas também tem alguns carros que os donos são particulares. No passeio passamos por vários pontos turísticos, tais como lugares para comprar charutos puros, Plaza de la Revolucion, Hotel Nacional, Parque John Lennon e diversas avenidas e calles de Vedado e Centro de Havana. Foi uma viagem de carro e conversa com o motorista muito agradáveis. Meio dia retornei ao Hostel aguilla e me despedi dele e já agendei de ficar ali no último dia de viagem quando retornaria a Havana para pegar o voo no outro dia. Fui caminhando por 20 minutos até o terminal de ônibus. No caso da viaazul você tem que chegar uma hora antes para fazer o check-in. O ônibus saiu as 15 horas de Havana e chegou ao destino em Santiago de Cuba às 09h hrs da manhã do dia posterior (atrasou 40 minutos apenas). Como estava muito cansado das caminhadas, foi momento de descansar. O ônibus parou para jantar em um lugar em que o Prato que era bem feito em um lugar deserto estava em 800 pesos (R$ 27,00), até que tá bom pois no Brasil os lugares que os ônibus param durante as viagens seria quase o dobro.

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O que ficou faltando ou não deu tempo:

Ficou faltando ver as atrações que estavam fechadas para reforma (Museu da Revolução, Torre José Marti) e fechadas no dia que tentei ir (Acuário Nacional e Edíficio Focsa, o mais alto de Havana e que possui um restaurante no último andar). Também outra opcão de dia em Havana é ir até a "Beach Santa Maria del Mar", praia que fica leste de Havana. Dá para chegar lá de transporte público praticamente de graça. Também queria ter visto alguma apresentação de ballé ou de teatro, pois a valorização de arte em Cuba é incrível e os espetáculos de alta qualidade. Mas devido a correria não consegui me organizar para tanto. Também queria ter visto uma partida de futebol profissional do campeonato cubano, mas era difícil achar informações e no Google só aparecia no dia do jogo as datas, e aí acabei perdendo o dia que teria. Também faltou ver algumas fortalezas icônicas, tais como o Castillo de la Real Fuerza de la Havana e o Castillo de los Tres reyes. E também diferentes outras atrações como Museo Rom Havana Club, Casa de la Musica de Centro (salsa) e a visita interna ao Captólio Nacional de Cuba (dizem ser incrível e imperdível, mas um pouco caro, uns 20 usd, e burocrático para comprar).

Editado por Eddie Santos
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Santiago de Cuba, a cidade onde tudo começa e termina em Cuba. Dias 08 e 09 de fev

Onde me hospedei: Me hospedei na Casa Juliz-Felix por um pouco menos de 10E, reservado pelo Airbn. O quarto é bem confortável e a casa fica próxima do centro da cidade e da peatonal José Antonio Saco, um calçadão bastante movimento e onde estão os principais comércios da cidade. O Felix é um jovem que está tentando empreender. Perto da casa dele abriu um bar/casa noturna chamado "Corona Bar" e hóspedes dele tem entrada gratuita 😅

Visão Geral da cidade: Santiago de Cuba é a segunda maior cidade de Cuba e muito diferente de Havana. É um roteiro obrigatório para quem gosta de história e de ter contato com a cultura e sociedade cubana. É dali que saíram os principais movimentos que mudaram a história de Cuba: tanto José Marti e a luta pela independência, quanto Fidel Castro e o movimento 26 de julho dali partiram. A cidade é conhecida assim por ser "rebelde". Diz o ditado que é em Santiago de Cuba que "tudo começa e termina em Cuba", pois os movimentos revolucionários partiram dali, mas é ali também que estão enterrados os grandes heróis nacionais, como Fidel, Martí e outros heróis nacionais. A cidade ainda tem vários museus imperdíveis, como o Museu da Lucha Clandestina, o Quartel Moncada e os túmulos de Fidel e Martí no cemitério Santa Ifigenia. Eu acabei levando um pouco de azar, pois tanto o museu do Quartel Moncada quanto o Cemitério Santa Ifigenia estão em restauração para o grande evento dos 70 anos do assalto ao Quartel Moncada em julho de 1953 (mas mesmo assim deu um jeito de conhecer o lendário cemitério, como escreverei abaixo 🤣 ). Também tem o Castillo del Morro, com uma paisagem e histórias incríveis e que se pode chegar de mototaxi. Por tudo isso, creio que 2 dias em Santiago são o recomendável para curtir o que a cidade tem de melhor. Das cidades que visitei, pareceu a que está com maiores dificuldades econômicas, pois ali aportava muitos cruzeiros antes das sanções econômicas de Trump, e sem esses cruzeiros a atividade turística está bem em baixa na cidade. Além disso, vale muito a pena uma excursão para outras cidades do oriente cubano, como Baracoa e Bayamo para ir à Sierra Maestra. Porém eu não tinha dias disponíveis então não consegui continuar o roteiro rumo a oriente.

Roteiro dia 08/02 (Quarta-feira) - Se perdendo pelas Ruas de Santiago de Cuba, Freetour e musica cubana

Após desembarcar no terminal de ônibus, fui caminhando por 20 minutos até o endereço do Félix. Porém o Google maps indicou errado, mas uma senhora me viu perdido e me ajudou a encontrar a casa dele algumas quadras abaixo. Cubanos simpáticos 🥰. Fiz o check-in e logo fui caminhar pelas ruas centrais e as praças de Santiago de Cuba (Parque Céspedes, Plaza de Dolores, Plaza de martes, Parque Serrano e peatonal José Antonio Saco). Ali vi um centro comercial bastante movimentado, parecia que eu estava nos centro comercial de uma cidade média brasileira. Cubanos comprando várias coisas e fazendo filas para comprar os baratos refrescos, sorvetes e pizzas de almoço. Comer fora em restaurantes é um luxo, então a galera costuma comer sanduíches, pizzas ou "bocaditos", salgadinhos e comidinhas baratas de 30 pesos. Passei a manhã perdido vendo aquele movimento todo. Interessante é que no Parque Serrano há uma "Pena Deportiva", espécie de local de encontro para práticas de jogos de tabuleiros e cartas onde não se pode tomar bebidas alcóolicas 😇. rsrs. Ali disputei uma partida de xadrez  e perdi para os cubanos (meu rating no xadrez é 1400♟️). Eles jogam bem e tem toda uma torcida que fica em volta comentando o jogo. Povo culto é outra história, Interessante demais! O cubano médio é muito superior em capital cultural que o brasileiro médio, isso é inegável. Como não tinha desayunado, o Félix me sugeriu almoçar no restaurante "San Francisco", na calle de mesmo nome e indico também. Prato com camarões e uma cerveja saiu 1100 pesos (R$ 37,00). Às 14 horas iniciou o tour com a guruwalk Roxane. Guruwalk é plataforma de freetours que você pode combinar com algum morador local te apresentar a cidade. O pagamento sugerido pela plataforma é entre 10e-50e. Mas no contexto cubano 10e já um valor significativo, assim ao final paguei 1600 pesos. Roxane é professora universitária mas seu salário atualmente mal dá para alimentação mensal. Assim, o guruwalk é uma forma de complementar a renda. O tour com Roxane foi um dos pontos altos da viagem a Santiago de Cuba. Ela me levou aos principais pontos da cidade e explicou detalhes, segredos, curiosidades e histórias que sem ela passariam despercebidos. Falou sobre a história de Santiago de Cuba e de como a cidade é "lutadora" e rebelde. Em várias calles e praças da cidade encontramos placas com referências sobre acontecimentos históricos que ocorreram, demonstrando o orgulho e respeito por esses acontecimentos históricos. Além disso, ela me contou muito sobre o cotidiano de Cuba na perspectiva de uma professora universitária bastante informada. Altamente recomendado que vocês fazem esse tour com ela. Vocês podem reservar com ela por esse link da plataforma guruwalk. Foi uma ótima conversa e tarde de conhecimentos sobre a cultura santiaguera. O tour finalizou no Quartel moncada, que hoje é uma escola e parte museu. Porém como dito no início o museu estava fechado, assim fiquei apenas olhando as crianças e jovens cubanos na educação física do pátio da escola que fica onde era o antigo quartel assaltado por Fidel Castro antes da revolução. Ali percebi que o futebol começa a ser o esporte preferido de muitos jovens cubanos, mas também entendi porque nunca mais classificaram para outra Copa desde 1938 pois ainda falta muita técnica 😬. Depois fui caminhando até a Plaza Antonio Maceo Grajales (a Plaza da Revolução de Santiago de Cuba). A praça é enorme e nos seus arredores fica o Teatro Heredia, que possui uma arte com a imagem do poeta cubano que inspirou o nome do teatro ao mesmo estilo das fachadas de Che e Cienfuegos em Havana. Cheguei tarde e não pude subir na parte de cima e na subterrânea da praça da revolução onde há placas informativas e homenagens aos heróis da revolução cubana. Na praça há uma escultura enorme de 16 metros de altura que é a mais alta de Cuba ao herói Antônio Maceo Grajales. A escultura mostra o herói Maceo em um cavalo, ao lado de 23 facões que se levantam verticalmente, representando a data de 23 de março de 1878, dia em que a luta pela independência foi reconfirmada. Voltei caminhando até a Casa de Félix e pelo caminho fui observando os trabalhadores ou estudantes cubanos voltando para suas casas após mais um dia útil em transportes bastante precários, em geral em carrocerias lotadas de caminhões privados, furgões antigos ou carroças 😪 ). Roxana havia me falado antes em tom crítico que os ônibus novos comprados pelo governo só ficaram em Havana e em Santiago há esse problema de mobilidade urbana. Sentei na praça Parque Céspedes onde um cubano jovem puxou assunto comigo. Começou a me oferecer tudo que podia, mas falei que só queria tomar uma cerveja e conversar sobre o cotidiano e poderia pagar a ele apenas uma cerveja e um cigarro. Foi uma conversa bem divertida e interessante para notar como muitos cubanos fazem para conseguir tomar uma cerveja, puxando assunto com turistas 😅. Ele me falou sobre seus planos, se interessou em saber quanto um pedreiro ganha no Brasil e que seu maior sonho é poder ir para fora trabalhar de pedreiro e assim conseguir dólares para ajudar sua mãe. Depois quando falei que iria no outro local, ele pediu um sabonete de presente, pois com a inflação estava custando quase 300 pesos (10% do salário mensal quase). Aí fui até a Casa de Feliz e dividi meu sabão em dois e doei a ele junto com um calção jeans que eu não gostava tanto e o cara ficou super feliz. Mais a noite fui conhecer o "Corona Bar" do Félix. Os drinks eram bons e baratos e havia promoção para o dia da mulher. Mas fiquei lá por um tempo já no meio da noite, mas naquele dia não tinha dado boa a divulgação e só apareceu eu lá 😵. Bem, início do empreendedorismo nunca é fácil 😅.  Depois retornei próximo ao Parque Céspedes onde há mais atrações noturnas. Subi na terraza de uma casa onde tocava uma animada música cubana. Lá conheci um italiano e trocamos umas ideias. Para Santiago percebi que iam mais italianos. Lá também percebi que o turismo sexual é muito procurado por esses italianos. Inclusive um me disse "você precisa provar uma negra dessas". Achei o comentário bastante deplorável e me afastei, contextualizando tal turismo sexual 😪. Aproveitei a deixa e fui descansar. Fim da noite!

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Roteiro dia 09/02 (Quinta-feira) - Museu da Lucha Clandestinas e Castillo del Morro e infiltrado em um enterro p/ ver túmulo do Fidel

Sai as 09h para tomar um café, mas o lugar que eu tomei no dia anterior um cappuccino estava fechado. Então acabei indo direto ao Museo da Lucha Clandestina cuja entrada foi apenas 2 pesos cubanos. Adorei o museu, mas recomendo fortemente que vocês solicitem uma guia e ao final deem uma pequena gorjeta a ela de regallo (dei a ela 200 pesos, R$ 7,00) e ela ficou surpresa de feliz, pois a maioria que visitam são cubanos e não podem dar esse regallo; já os gringos que visitam o museu geralmente vão em grupos fechados e guias próprios). O museu conta a história da luta clandestina que ocorreu na cidade de Santiago de Cuba no período da revolução cubana. Foi como uma guerrilha urbana que fazia ações e articulações na cidade de Santigo em apoio aos guerrilheiros que estavam lutando na selva da Sierra Maestra. Foi durante esse período que a ditadura de Fulgêncio Batista mostrou seu lado mais sanguinário, assassinando centenas de jovens santiaguinos. Isso colocou praticamente toda população contra o ditador e simpática ao movimento de 26 de julho que era encarado como os libertadores nacionais. Um nome de um jovem no museu se destaca bastante: Frank País García. Frank agia nos bastidores articulando apoio a Fidel na Sierra Maestra e emboscadas em Santiago e passou a ser perseguido pela ditadura de Batista. Primeiro seu irmão foi morto e em 1957, com 23 anos, foi brutalmente assassinado pela polícia de batista. Se ele tivesse sobrevivido, teria sido um dos grandes nomes do governo revolucionário cubano para as futuras décadas. A admiração e respeito de Fidel em suas cartas a esse jovem sinaliza isso. Após a visita, bati um papo com a guardinha do museo que por eu ser brasileiro me tratou super bem. Falei que queria visitar o Castilo del Morro que fica distante do centro mas não queria pagar caro. Prontamente ela ligou para o filho dela que me veio buscar de moto e me cobrou apenas 500 pesos pela corrida  de ida e volta e ficar me esperando lá por uma hora. Ao final paguei um pouco mais de gorjeta a eles porque achei preço justo e queria ajudar sua mãe. A visita ao Castillo del morro super valeu a pena. A paisagem do Castelo costeado pelo mar do caribe é uma das paisagens mais lindas de Cuba! Para entrar no Castelo paga-se 100 pesos e só vale a pena se você solicitar um guia. Ai o guia te leva pelo castelo e te explica detalhes, além de você trocar uma ideia com ele sobre a vida em Cuba. Experiência muito rica. Como regallo, dei ao guia 400 pesos porque foi muito gente boa. Queria dar mais, mas precisava respeitar meu limite diário de gastos. Ele me contou que teve que implorar meses para sua avó que está no Panamá pudesse comprar para ele um smartphone. Falou que é só assim que muitos cubanos conseguem um... Quando falei que voltaria a Cuba daqui um 5 anos ele brincou que esperava não me ver de volta, pois pretende imigrar em breve para tentar uma sorte econômica melhor. Com o passeio guiado pelo jovem em tela o Castelo internamente ficou mais interessante, pois ele me explicou como foi o processo de construção, a geografia da entrada da bahia de Santiago de Cuba e o papel que o Castelo desenpenhou na batalha pela independência entre Cuba e a Espanha e que ao final os EUA interveio para "salvar" Cuba e torná-la quase um protetorado dos yanques. Retornei ao centro e almocei em um restaurante privado na peatonal. Essa foi uma má experiência, pois demorou mais de 1 hora do meu pedido e até servirem o prato, enfim negócios embrionários em Cuba tem dessa. Quando sai descobri que houve Blackout na cidade no início da tarde e até minha saída da cidade no fim da noite ainda não tinha retornado a energia😆. Assim, não pude visitar o Museu Rom Bacardi, que parecia interessante mas sem "corriente" não funciona. Fui então até o cemitério Santa Ifigenia tentar a sorte e ver se estava mesmo fechado e o guarda me barrou. MAS AÍ TEVE O ROLÊ MAIS ALEATÓRIO DA VIAGEM. Uma senhora viu que fiquei frustrado e me chamou de canto: "ei, você quer mesmo conhecer o túmulo do Fidel? Venha conosco que estamos no enterro de uma tia minha, e como você parece cubano os guardar não vão desconfiar". Pronto, estava no meio de um enterro em Cuba😲! A senhora não parecia muito interessada no enterro, provável que era uma tia mais distante dela. Assim, me falava sobre os túmulos dos heróis que estavam no cemitério (e todos com bandeira cubana e outra do movimento 26 de julho para sinalizar) e me perguntava sobre as novelas brasileiras e que seu sonho era conhecer a Praia de Copacabana 😅. O enterro foi rápido. A falecida era uma mãe de santo e durante o enterro refleti bastante sobre o valor da vida. Então viagem enquanto podem!  Na saída a senhora passou pelo meio do cemitério se fazendo de perdida, e assim conseguimos passar na frente do mausoléu do José Marti e da pedra onde está enterrado o comandante Fidel Castro. Incrível a energia. Algo que senti por essa senhora e muitos cubanos que conversei, é que depois que Fidel morreu é como que o espírito revolucionário também murchou bastante. Fidel conseguia mesmo mediante contextos difíceis se comunicar com o povão e dar uma esperança. Mas sem ela a galera se sente meio desamparada nas crises e sem perspectivas e parece que a única alternativa ou esperança acaba sendo a imigração. Além disso, nenhum cubano que conversei gosta ou tem simpatia pelo atual presidente Miguel Díaz-Canel. É visto como um burocrata longe dos problemas reais do povo cubano, o qual está a frente de várias mudanças econômicas mas que parece não conseguir transmitir com facilidade aos cubanos qual o caminho ou chegada desses planos. Apenas os membros do partido "aceitam" ele porque era o homem de confiança de Fidel e nos rumos da revolução, mas não senti firmeza absoluta. Retornei caminhando para o centro de Santiago de Cuba. Lá encontrei um excelente local para o fim da tarde, a Casa de La Trova "Pepe Sánchez" e depois o "Patio Artex Sandunga". Ambos os espaços culturais ficam na Rua Heredia no centro, e lá tocam vários grupos musicais com músicas típicas cubanas. Se os cubanos tem algo de bom e de sobra é a cultura gratuita. Vários cubanos passam a tarde prestigiando e curtindo. Tomei uns mojitos e também como sou turista, um regallo aos artistas sempre é esperado e justo, afinal já comentei o salário dos funcionários e artistas que trabalham para o governo atualmente. Quando anoiteceu (blackout total em Santiago ainda) fui até a Casa de Felix pegar minha mala e fui caminhando no Breu até o terminal de ônibus por 20 minutos. Mesmo tudo escuro e pouco iluminado, segurança total. Isso é Cuba! Félix nem precisou falar: tome cuidado, pois para eles é normal essa segurança toda. Galera andava na rua em geral com laternas do celular e tudo de boas. Cheguei no terminal de ônibus e às 23 hrs da noite o Via azul saiu no horário certo rumo a Santa Clara😴

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a Cuba: A despedida que eu vi! Fidel, o campeador que segue  vencendo batalhas depois de mortoAMWts8AJ9De5d367vjgS91nJqeFvUc-UWkKfWaHW-YPjs3AmlsxWaGRHp0lo_aJmqVn8jUzCrTyCJkMz01d2v3WW85fqSbJIaJqtKaKu2B9Gve6Zm2Sca4KOk9wW5in-4VkCT7hkyMvEh1YuTCupi1YQ3ilo9Utg5K3O5oB2BnvuuOh9WenfjovcVP0VWs9EUL652Ni0_ZeqPwjcwhRewctUB1uJ34iAzEM8MrDTMUgXv86I0ipqVsdbvitq4U9WISTN0Mu2a3bNKea4UD8jryYfXe_2LuG8iC7Ijj_WHgHcAPUZLnSRohBT_16Ww9bNdI7sqlWYbOtSe_GpYxzmnAZIbbrCuih2JUvBylR-WZBlpXstVqGajesN9DRaPzJW9JE51zZXkT23WFQMVg9TYGvYwfkBbWq5TZWsapd91h25JR0Pc3xwLFubMmbVhkyLt8M3h1GoFMYbVAy_dutHrAgsEGvnVktBj_8g6aTEZkf5Km6G4w9WWhloWQS5jgK4t5ST0hpCtw-UTwOj1lLpk6rHfW75HxfJdyABqOul8JcJZdx9-8l3eDB3SbrbxaN7oVxd1Zg7eihy7aUIYaDVzM2g1im-iOzjRVID9YKJH_IniX_cyYwW-K8lsZ_KnYvF8Xv1rbW850trRE1I2ndHZJWxEop7lGq3SMIoRIH8osrd6X7BTwnfrFSHyNjuJxJRdBLZObYklqgcHomAdGkOuhsGxTq9vycfwBKw9NBQgHqd4W8DBQmViYCu8PvVEC-geitrmdNOVbEtGdLkbK7BDG8sRM8bK79K-Hy0bm4L-r7YbPvZRuaNDU02p_en1-jhRkE6o10Z6EAtMc6Y2-f4Ne92_jJDC3QWOpZB_1MCCwTS9VmFlfc7LGQLOA4S3NSBfUiKLkEadrDNu16i5MdTIoNuaRWRN2ca9bRzQFsRN2yDqnRCh7NXY4VUWO0v4XX2K76iz32E7Fa9xg3AJMI59GzUBRmPmr0DDuI=w586-h781-s-no?authuser=1

 

Editado por Eddie Santos

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Santa Clara: A cidade de Che que respira a revolução. Dias 10 e 11 de fev

Onde me hospedei: Me hospedei na casa do Carlos no "Elida Albergue". Custou 13 E. A casa é bem localizada no Centro de Santa Clara e confortável. Na casa de Carlos lavei minhas roupas (única vez na viagem) pelo custo de 500 pesos. 

Visão geral da cidade: Santa Clara respira a revolução, pois foi a cidade em que houve a batalha final que determinou o rumo da vitória dos grupos revolucionários e a fuga do ditador Fulgêncio Batista do país. Foi na cidade que a Coluna de Che descarrilhou o trem que trazia reforços de soldados e armas enviados de Havana para a frente da Batalha em Santiago de Cuba. É um acontecimento histórico, pois um pelotão de apenas 18 guerrilheiros sob as ordens de Ernesto Che Guevara conseguiu descarrilhar, atacar e tomar um trem blindado composto por 408 homens (entre oficiais e soldados) e poderosos armamentos que incluíam bazucas, canhões,  lança chamas, metralhadoras de diversos calibres e fuzis. Em poucas horas de combate, o exército rebelde somente com fusíveis e coquetéis molotov incendiários conseguiu a rendição das tropas do exército do ditador batista. Além disso, Santa Clara é uma das cidades com a economia mais viva em Cuba, o que fica evidente nos comércios locais (tanto privado quanto do governo) que possuem um bom fluxo de cubanos locais. Por conta disso, em Santa Clara foi a cidade que mais encontrei opções para comer e beber de modo mais econômico. Na praça Leoncio Vidal, que é o coração da cidade, observa-se dezenas de famílias com seus filhos brincando em carros eletrônicos. No fim de tarde, sempre rolava umas bandas tocando e animando a praça. E para fechar a noite, o Café Museo Revolucion era perfeito. Uma vibe incrível! Por tudo isso, Santa Clara está entre minhas cidades preferidas em Cuba. Um dia você consegue aproveitar bem ela pois ela é cidade de porte médio/baixo, então dá para fazer tudo a pé, mas se tiver dois pode fazer com mais calma tudo e aproveitar para fazer um bate e volta até Cayo Santa Maria ou ir até a Fábrica de Tábagos de Constantino Pérez Carrodegua.

Roteiro dia 10/02 - Sexta-feira: Tour pelo centro de Santa Clara, museu dos trens, Che e o ñino e o Mausuléu do Che

Desembarquei no terminal de ônibus de Santa Clara e caminhei 20 minutos até a casa do Carlos onde deixei minhas coisas e logo parti para encontrar meu Guruwalk Miguel (reserve aqui). Foi um grande recorrido por toda Santa Clara, pois Miguel é formado em Ciências Sociais e fez questão de abarcar todos os pontos turísticos de Santa Clara, explicando e contextualizando desde as construções históricas da Praça Leôncio a outros pontos históricos do redor do centro. Depois passamos pelo museu dos trens onde ele explicou com detalhes os acontecimentos dessa histórica batalha. Os vagões dos trens estão na posição original do modo que foram descarrilhados e com as marcas de tiro da batalha. Depois passamos pela estátua do Che e el ñino, a qual é recheada de detalhes que poderiam passar desapercebidos se não fosse a explicação do Miguel. A estátua foi feita por um artista basco em comemoração ao aniversário da revolução algumas décadas atrás, e possui várias referências, desde a sua viagem de Motocicleta pela América Latina aos charutos que fumava. A criança que Che carrega em seus braços é uma referência ao novo ser humano mais voluntarioso e solidário que Che imaginava que a revolução deveria parir. Por fim, caminhamos uns 30 minutos até a Praça da Revolução. No caminho trocamos muitas ideias sobre os rumos da revolução atualmente e os desafios da sociedade cubana. É ao lado da Praça da Revolução que fica o mausoléu do Che, o qual para mim é o ponto alto de Santa Clara. Há um grande monumento a Che com exposição de alguns pensamentos e embaixo há um museu e o mausoléu propriamente dito com seus restos mortais. Único detalhe é que não se pode fotografar nem o museu nem o mausoléu do Che, mas a sinergia que senti lá dentro é indescritível. Ao lado do mausoléu . Foram mais de 4 horas de tour, então dei de gorjeta a Miguel um pouco mais de 2000 pesos. Uma curiosidade da vida de Miguel: ele é divorciado e tem uma filha, mas como em Cuba é difícil a questão de conseguir novas moradias ou viver do aluguel, mesmo com a separação eles continuam vivendo na mesma casa, mas moram claro em quartos diferentes. Isso era um dos motivos por ele ansiar por mudanças econômicas na ilha rsrs. Durante o caminho passamos em frente ao "El Rapido, Bar Plaza" , que fica perto da Praça da Revolução. Ali comi um hamburguesa gourmet cubana por 300 pesos (R$ 10,00). No fim da tarde, caminhei pelas ruas de Santa Clara e fiz algumas fotos. Achei uma choperia do governo que vendia 3 litros de chopp ("cerveja dispensada") por 1000 pesos (33,00), média de um real o litro, ou seja, metade do preço no Brasil em média. A choperia estava cheio de cubanos bebendo e conversando, mostrando um acesso a bens e serviços por parte significativa da população, apesar da grande crise do período pós pandemia. A noite me planejei ir ao Café-Museo Revolución (endereço aqui). Essa foi uma das noites mais incríveis em Cuba. O café/museo foi pensado por um viajante italiano apaixonado pela revolução cubana. Assim, ao longo de algumas décadas ele foi colecionando artefatos, objetos e fotografias ligadas a revolução. Assim, você pode passar a tarde bebendo café ou excelentes e econômicos coquetéis (fotos abaixo) enquanto desfruta de fotos e ambiente realmente que inspira à revolução. Os garçons são bem gentis, e como estava sozinho, fizeram questão de conversar e falar comigo sobre o café/museo ou sobre a vida em Cuba na perspectiva da juventude. Falaram que por trabalharem no comércio privado tem uma condição de vida um pouco melhor que os trabalhadores do governo. Uma das chicas que trabalha ali também tem a mãe que mora fora de Cuba, então ela recebe umas remessas de dólares que faz com que ela consiga viver relativamente bem em Cuba, tanto que no mês anterior tinha passado uns dias em um hotel all-incluse em Varadero. Falou que em Santa Clara se vive um pouco melhor que em Cuba mas que anseia por melhores econômicas vindas da abertura do mercado, mas que seja controlado pelo estado para não gerar tanta desigualdade e violência, o que os Cubanos valorizam muito e tem medo de perder. Eles ficavam abismados quando eu falava da violência do Brasil, que eu já tinha sido assaltado e haviam roubado minha casa. Quando eu comentava essas histórias na hora se acabavam as críticas mais fortes ao sistema cubano 😅. No fim da noite conheci Ignácio, trabalha no café e vendo charutos locais, ou seja, de baixa qualidade os quais o cubano comum fuma (preço bem barato, tipo menos de 100 pesos, então não é golpe para turistas, é só charuto local mesmo porque o cubano não se pode dar luxo de fumar os de alta qualidade, assim como os brasileiros não comem picanha todo dia 😆), o qual me presenteou com uns charutos por eu ser brasileiro. Foi uma noite incrivelmente agradável e de muito conhecimento! Ignácio viveu o auge da revolução nos anos 80, e me disse que a "revolução foi verdadeiramente uma coisa boa para os pobres, negros e excluídos". Citou que na época esses grupos antes marginalizados conseguiram uma qualidade de vida extraordinária e se vivia e se comia muito bem e que ele inclusive conseguia fazer turismo pela ilha. Que ele participava dos mutirões coletivos de colheita de cana de açúcar e que os cubanos faziam trabalhos voluntários sempre que convocados pelo governo de modo espontâneo pelo "amor a revolução".

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Roteiro 11/02 - Sábado. Cayo Santa Maria, fracasso por estar sem tarjeta e noite animada em Santa Clara

Nesse dia fracassei 😆 kkkk. Um dos motivos por estar escrevendo esse post pois antes de ir encontrava muitas informações contraditórios com o que se passa em Cuba. E uma das informações que recebi inclusive de páginas "especializadas" em Cuba é que o cartão de crédito era desnecessária na ilha e que eu tinha que levar euros somente em espécies (sendo que dólar estava mesma cotação 😪). No dia anterior combinei com um taxista um taxi compartilhado até Cayo Santa Maria para passar o dia por 30 dólares, caro, mas Cayo Santa Maria dizem ser um dos cayos mais bonitos e como tinha pouco tempo em Cuba tinha que tentar ir a partir de Santa Clara. De Remédios deve custar bem menos, mas não tinha tempo de ir até lá. Para minha surpresa, os demais turistas parece que cancelaram e o taxista me escreveu que não poderia me levar por aquele preço pois não compensaria a corrida porque estava sozinho e me disse que me levaria apenas por no mínimo 70 dólares. O QUE! KKK enfim, talvez ele tenha tentado jogar com meu desespero. Mas aí disse que faria outra coisa em Santa Clara mesmo, pois só tinha 45 usd. Então ele comentou que veria com um amigo que poderia me levar. Esse amigo era um cara muito gente boa, mas não era taxista legalizado e oficial, talvez por isso cobraria menos pela carona. Saímos por volta das 10h30 de Santa Clara e as 12 h chegamos na entrada do Cayo onde fomos parados pelos guardas: só pode passar com reserva dos hotéis ou comprando um voucher para passar o dia. O voucher custava 20 dólares, mas 15 você poderia gastar com consumação entre comida e bebidas. Até aí tudo ok, estamos na chuva então vamos se molhar. Mas na hora de pagar a surpresa: só aceitavam cartão de crédito MASTER. Tentar dar um jeito e tudo mais, mas não tinha como. Os guardas eram bem corretos (e honestos) e falaram: regra é regra. Mas que eu podia tentar ajuda com algum turista que também precisasse comprar voucher eu pagasse em dólares para eles e eles passariam o cartão. Mas como era pouco mais tarde, passou poucos, apenas um casal de canadenses que deve ter pensado que era golpe e não quis me ajudar (fds 🤬). Os guardas eram simpáticos e fofos demais pois ficavam torcendo a cada carro que passava para alguém me ajudar 🥰.  Após uma hora mais ou menos, passou um casal de franceses que no final das contas estavam na mesma situação, sem o cartão. Os franceses até tretaram e xingaram a guarda, coitada, mas ela não tinha culpa de nada. Depois dessa também retornei e depois disso sempre andava com meu nubank master comigo, aprendi a lição 🤓. Mas foi um dia legal apesar de tudo, pois conversei bastante com o taxista "informal". Ele adorava política, estava totalmente inteirado sobre a Guerra da Ucrânia, argumentando como ocidente só culpa a Rússia mas que na realidade a população do Dombass era russa em maioria e a tempos queriam a independência. Também se interessou muito sobre a política brasileira e todas as cagadas que o Bozo tinha feito aqui. Ele não conseguia compreender a força das fake news como a mamadeira de piroka na eleição de 2018. Enfim foi uma troca de experiência incrível na ida e na volta. Por pena do que ocorreu, ele cobrou apenas metade do valor da corrida, ou seja, 25 dólares (até porque o caminho era longe mesmo, dava umas 3 horas ida e volta). Fim de tarde cheguei em Santa Clara e vi o pôr do sol da colina "Loma Del Capiro" que fica próximo ao centro mesmo. Vi também uns jovens jogando futebol e beisebol no estádio da cidade. Noite era sábado, dia da semana que os cubanos saem de verdade, é o "sextou" deles. Na praça Leoncio Vidal estava tocando uma banda com música cubana em comemoração ao fechamento da Semana do Livro que estava acontecendo na cidade. Estava bem animado! Cheio de crianças cubanas brincando com carros elétricos (aqueles que em tem shoppings do Brasil). Depois tomei uns 3 copos de cerveja dispensada na choperia do governo Taberna Don Antonio (https://goo.gl/maps/7FkgQqtRgU5BW3Ce9), onde cada copo de Chopp saiu por100 pesos (R$ 3,00). Depois fui até o restaurante privado "Valhalla Bar Vikingo", que tem toda uma decoração e ambiente que não fica atrás de outro bar temático de um país com capitalismo mais avançado rsrs. Ali comi um sanduíche vikingo e drink de sangue de Valhala por 700 pesos (R$ 23,00). Depois fui até o Café Museo Revolução tomar mais uns drinks por 250 pesos. Ali conheci um maluco cubano apaixonado por futebol, mas futebol alemão 😁. Interagimos bastante e depois ele me levou até a Taberna El Mejunje, um dos lugares que bomba nos sábados a noite em Santa Clara. O lugar é bem alternativo, valoriza a arte e o público LGBT+ também frequenta ali. Tomei uma garrafa de sangria por 250 pesos, e dividi ela com um outro maluco cubano que tinha muita curiosidade sobre o Brasil. Ele trabalha de enfermeiro para o governo então a situação para ele está bem difícil e me mostrou com orgulho seu passaporte, seu sonho é imigrar. Já era tarde e domingo cedo viajaria para Trinidad. Mas é isso, Santa Clara uma das cidades mais queridas que achei!

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Editado por Eddie Santos

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Trinidad e Playa Ancón: Cidade mais colonial e de vida noturno preciosa em Cuba. Dias 12 e 13 de fev

Onde me hospedei:

Casa Terraços lindos do Alberto (Perfil AIRBN). Casa com excelente localização, quarto exclusivo e amplo, confortável e com ar condicionado. Trinidad é a cidade das terraças, e a casa de Alberto havia uma linda terraça com boa visão. O preço foi o melhor de tudo, menos de 8E por dia total de R$ 80,00) por duas noites. 

Visão geral da Cidade

Muitos brasileiros chamam de Trinidad de a Paraty brasileira. Não é por menos, pois a cidade tem um perímetro pequeno, mas todo charmoso com ruas de pedra e casas coloniais regadas de muita história, com uma arquitetura peculiar. É possível fazer tudo a pé sem grandes esforços. Em termos de história, o Museo da Lucha contra los bandidos tem um tom especial, principalmente pela visão que se tem lá da torre, mas se você gosta de história da Revolução Cubana faço o passeio com um guia do museu e não irá se arrepender, pois foi ali que tive uma das melhores aulas de história cubana. Além disso, o diferencial de Trinidad são as opções gastronômicas e culturais que rola de dia e a noite. Durante o dia destaco a Taberna La Canchánchara que serve um drink tradicional com muita história e que durante todo dia sempre tem uma banda cubana animando os turistas que ali chegam para prestigiar. A noite as escadarias da Casa de la Musica são o roteiro mais agradável para quem curte música cubano e até arriscar uns passos de salsa. Num tom de músicas típicas tem ainda a Casa de la Trova e o Rincón de la Salsa. Por fim, pra fechar a noite e madrugada ainda tem a exótica Discoteca Ayala Las Cuevas para cutir um Reggaetom em uma caverna balada! Trinidad é uma boa cidade para se fazer de base e explorar seus arredores nos outros dias, como a Playa Ancón, as cachoeiras e montanhas do Parque Topes de Collantes e também Valle de Los Ingenios (Vale dos Moinhos de Açúcar). Eu só pude ficar dois dias em Trinidad, mas facilmente se pode fazer um roteiro de 4 dias por Trinidad e seus arredores.

Roteiro dia 12/02 - Domingo: Museu da Luta contra os "bandidos" e passeando pelas charmosas ruas e construções coloniais de Trinidad

Saí às 09 horas da manhã, uma hora atrasado (o motorista do taxi privado perdeu a hora por conta da mudança do horário de verão) e cheguei em Trinidad por volta das 11 horas. O motorista veio por uns caminhos aleatórios, depois me falou que não tinha a licença oficial e se a polícia nos parasse era para eu falar que eu tinha pedido carona 😬. Mas o cara era super gente boa, então foi de boas. Ao chegar e fazer o Check-in no Terraços lindos bati um papo com o pai do Alberto, que se queixou bastante das dificuldades econômicas atuais, com saudosismo de alguns anos atrás quando a coisa estava muito boa. Depois sai para almoçar e achei o "bar Garage Trinidad" onde comi um burrito delicioso por 300 pesos (R$ 10,00) e um copo de refrigerante por 150 pesos. Após me perder na beleza singular da arquitetura de Trinidad e  de suas ruas de pedra, fui até o Museu de Lucha Bandida (50 pesos entrada). Se for até lá, ALTAMENTE RECOMENDADO FAZER O MUSEU COM GUIA. Meu guia foi o Roberto (membro do Partido Comunista) e ele me deu uma aula da Revolução Cubana e de todo o período pós revolução onde se desencadeou uma espécie de Guerra Civil entre os revolucionários comandados por Fidel e grupos paramilitares, bandidos e mercenários contrários a revolução e financiados pela antiga elite latifundiária de Cuba e também pela CIA dos EUA. Esses contrarrevolucionários desenvolviam táticas de sabotagem contra a revolução, sendo sua principal tática o ataque covarde a camponeses e professores voluntários que estavam no processo de alfabetização por toda ilha de Cuba, ensinando a ler, escrever nos princípios socialistas os camponeses cubanos beneficiados com a reforma agrária levado a cabo pelo governo revolucionário. O conflito do governo revolucionário contra "los bandidos", como ficaram conhecidos os contrarrevolucionários, durou até meados de 1965 e deixou centenas de mortos que são homenageados no museu. No fim do passeio, dei gorjeta de 200 pesos ao guia e ficou super feliz. O casal de franceses que estava comigo não se tocou que salário dos guias é miserável atualmente e não deu nada pro Roberto. Vi que ele ficou muito triste, até porque foram quase 2 horas que nos guiou, e dei mais uns 200 pesos para ele que estavam dentro do meu orçamento diário. Ele ficou muito feliz. Mas a seguinte situação retrata bem como as coisas estão difíceis, pois quando ele estava alto da torre, o vento acabou levando do bolso dele a nota de 200 pesos (8 reais +-). Eu o avisei e ele ficou desesperado, e saiu correndo escada abaixo para procurar a nota na rua. Logo me dirigi rápido para a janela para ver onde a nota cairia. E fiquei observando ela enquanto o vento a levava, e quando o Roberto chegou embaixo pude apontar onde ela estava e ele quase pulou de alegria de conseguir resgatá-la. Depois andando pelas ruas conheci uns meninos de uns 10 anos de idade. O sonho deles revela as perspectivas dos jovens cubanos perante a atual economia voltado ao turismo: de um deles era ser guia no futuro; e do outro motorista de taxi. O menor ficou me guiando, mas claro que eles queriam algo. Mas eles eram tão simpáticos e fofos que paguei pote de sorvete para eles (60 pesos cada) e ficaram felizes da vida. Pediram também um par de meias, o qual não pude negar e dei as duas que eu tinha na casa que estava hospedado. Depois fui fazer o Freetour por Trinidad que começava às 16 horas (mais informações aqui). Fiz o freetour com uns espanhóis, os quais o casal tinha conhecido em Havana. Durante o Freetour aprendemos sobre as curiosidades, história e tradições de Trinidad. Uma visita interessante foi ao Templo Yemaya onde observamos os ritmos dessa religião afro, que em Trinidad tem sua melhor expressão por ter um sincretismo religioso muito forte entre as tradições católicas e do candomblé. A guia ainda nos passou as melhores dicas de onde comer bem e barato e os melhores locais para passar a noite. Descobrir a la canchanchara na Taberna La Canchánchara escutando bandas cubanas é outro acerto em cheio (250 pesos esse drink refrescante)! Só por todas essas dicas gastronômicas e culturais já teria valido a pena o passeio. Durante o freetour a guia nos recomendou para jantar o Restaurante estatal "El Jigue Restaurant". Ali jantei um prato delicioso de "carne de res" (vaca, a qual fazia dias que não comia 😋) por 600 pesos. Era um "prato fit" digamos, mas matou a fome. Depois curti um lindo pôr do sol da Plaza Mayor e às 21 horas começava as bandas na "Casa de La Música" (entrada 100 pesos). Tomei 2 Mojitos a 300 pesos e desfrutei de uma ótima música Cubana e assistindo a casais dançarem. Como sou geógrafo, não podia deixar de experienciar a Discoteca na Caverna. Assim, às 23 horas fui lá (entrada 300 pesos com direito a um drink) e fiquei boquiaberto. Muito louco o ambiente, realmente peculiar e vale a visita. Tocava Reggaeton e os turistas em geral ficavam pouco tempo. Por volta de meia noite a caverna estava cheia e praticamente só de cubanos, outro indício de como tem uma parcela considerável de cubanos já consegue consumir e ter acesso a bens e serviços oferecidos pelo "mercado".

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Roteiro dia 13/02- Playa Ancón, Lagosta deliciosas e encontro com brasileiros

Foi um dia de desfrutar e relaxar na Playa Ancón. Há 3 opções de se chegar lá a partir de Trinidad: a) Ônibus da empresa de turismo do governo, a qual custa 5 Euros pela ida e pela volta (o onibus saia 09 hrs; 11 hrs e 13 hrs e tinha opção de retorno 12 hrs, 15 hrs e 17 hrs); b) alugar cocotaxi por cerca de 10 E (opção interessante se está em grupo pois pode compartilhar o valor e ficar com o horário "solto"); c) alugar uma bicicleta e ir peladando 12 km pela costa (o caminho é plano, mas se estiver muito sol pode ser cansativo para quem não é muito acostumado a pedalar). A Playa Ancón é uma das mais belas da Costa Sul cubana, e como fomos em uma Segunda-feira estava pouco movimentada, o que dava um ar mais paradisíaco a ela. No busão turístico fiz amizade com um casal de brasileiros cariocas, que se tornaram meus "best friends" pelo restante da viagem (pois nos encontramos em Havana novamente e partiríamos para o Brasil no mesmo vôo). Alugamos uma cadeira e um guarda sol por 100 pesos (R$ 3,00) durante o dia. Eu e o Guilherme fomos fazer Snorkel nos corais que ficam alguns quilometros da costa. Custa 10E e eles dão todo os equipamentos necessários e te levam de barquinho até os corais. A água era bastante transparente e deu para ver dezenas de espécies de peixes nos corais. Creio que outros locais de Snorkel em Cuba podem ter maior diversidade e quantidade de fauna marinha. Depois, ficamos relaxando e conhecemos um pescador que ofereceu uma lagosta feita na hora por 10 euros. Falei que era brasileiro e "não gringo cheio dos euros" e que em Havana tinha comido por 600. Aí ele foi para lá, mas depois nos encontrou de novo e falou: "só para vocês brasileiros eu faço por 800 pesos (R$ 26,00+-)". Bingo. Ganhamos o dia, pois a Lagosta é simplesmente deliciosa. Comprei também uns mojitos e cervejas por 250 pesos cada e uma pizza pequena por 200 pesos. Detalhe: especificamente nesse quiosque do governo (que é de um hotel no caso) quando você compra diretamente do Bar tem que pagar com cartão de crédito e a conversão é 120 pesos, isso torna os produtos mais caros para você (pois em março de 2023 a conversão informal estava em 1 dólar = 170 pesos). Mas quando compra dos garçons na praia pode pagar em efetivo (em espécie) em pesos, mas tem que ficar esperto na negociação dos preços, porque dependendo da tua cara eles podem oferecer o preço lá em cima. Como já tava ligado nos preços cobrados em geral por Cuba, então ficava fácil negociar e conversar. Mas a dica é: SEMPRE PERGUNTE O PREÇO ANTES DE CONSUMIR QUALQUER COISA, e também o método de pagamento possível quando são estabelecimentos do governo. Em geral, a maioria aceitavam em pesos, mas em alguns lugares de fluxo turistico de mais alto padrão (como praias ou venda de charutos), aí só era aceito cartão de crédito. Ainda na praia, encontramos outro casal de brasileiros, e assim combinamos todos de curtir uma música cubana na Casa de la Trova pela noite. Cheguei em Trinidad por volta das 16 hrs, e depois de tomar banho fui ver o pôr do sol no Cerro de la Vigía, que é uma colina que fica a uns 25 minutos caminhando do centro de Trinidad. OUTRO ROLÊ IMPERDÍVEL DE TRINIDAD, pois é um dos entardeceres mais belos de Cuba, pois do alto da colina é possível visualizar Trinidad, os engenhos de açúcar do vale dos engenhos, montanhas e até o mar caribenho e a playa ancón, de onde o sol acaba por se esconder. Quando você chega no alto da colina, há um guarda que cuida da torre de rádio do local, e ele te convida para entrar e ver o pôr do sol de uma terraça mirante. Ele é super gentil e te explica um pouco da paisagem. Claro que ele precisa de uns trocados extras, assim ele oferece drinks para um entardecer perfeito. Pedi um Mojito (300 pesos) e passei o entardecer conversando com uma francesa apaixonada por Cuba e seu modo de vida "socialista", ou diria eu, AINDA sem tantos vícios fúteis do capitalismo. Algo que ela me disse marcou muito: "nós franceses, em sua maioria, não queremos ficar ricos, só queremos desfrutar". A noite comi um sanduíche com o casal cariocano Café don Pepe, que fica ao lado do Museo Contra a Lucha Bandida. O café é frequentado bastante por locais, então o preço acaba sendo mais em conta. Um sanduíche de "ramón e queso" saiu por 400 pesos (R$ 13,00) e tomei uma deliciosa Pina Colada (250 pesos). Por fim, fomos a Casa de la Trova onde combinamos de nos encontrar com o outro casal de brasileiros que conhecemos na playa ancón. A entrada da Casa de la Trova é 50 pesos e cada Mojuto saía por 250 pesos. Um espetáculo de lugar, com o melhor da música típica cubana. Mas como não podia deixar de faltar em Cuba, teve um blackout em Trinidad e ficamos sem luz, mas a galera deu um jeito e colocaram umas luminárias a gás para o show continuar. Dizem que os blackouts estavam muito piores em 2022, mas ainda acontecem de vez em quando em 2023, então acaba sendo algo normal para os cubanos. Alguns estabelecimentos possuem geradores, e outros dão uma improvisada e bola para frente! 

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Editado por Eddie Santos

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