Use o menu Tags para buscar informações sobre destinos! - Clique aqui e confira outras mudanças!

Ir para conteúdo
FERNANDO O A

Escalada Vulcão Villarica - Pucón, Chile

Posts Recomendados

SOU DO ESTADO DE MINAS GERAIS, BRASIL, MEU NOME É FERNANDO, E MINHA ESPOSA ANDREA, E FOMOS PARA PUCON PARA FAZER A ESCALADA NO VULÇÃO VILLA RICA, ANDAR A CAVALO E IR NO TERMAS.

 

FECHEI O PACOTE COM A EMPRESA TRANCURA, COM OTIMAS PROMOÇÕES E ATE PORQUE ATENDIA AOS NOSSOS INTERESSES TURISTICOS, PAGAMOS 30.000 PESOS NA ESCALADA POR PESSOA E 16.000 A CAVALGADA E O TERMAS.

 

SO QUE AS VEZES O BARATO SAI CARO...E FOI ESSE O DITADO QUE EU NAO QUERIA QUE ACONTECESSE COMIGO, APESAR DO GERENTE DO HOTEL ONDE FIQUEI (NAO VOU COLOCAR O NOME DO HOTEL E DO GERENTE PARA EVITAR PROBLEMAS PARA ELE) JA TENDO ME ALERTADO, QUANDO DISSE QUE TINHA FECHADO COM A EMPRESA TRANCURA A ESCALADA NO VULÇÃO VILLA RICA. NO INICIO PENSEI QUE FOI COM INTERRESSE LUCRATIVO, TIPO QUE ELE TERIA UMA COMISSÃO SE EU FOSSE NA EMPRESA QUE ELE ME INDICASSE.

 

BOM ESSE EMAIL TEM O OBJETIVO PRINCIPAL RECLAMAR DO GUIA TURISTICO NO QUAL NOS ACOMPANHOU NA ESCALADA DE NOME RODRIGO E ALERTAR A TODOS, QUE O QUE VAI TE LEVAR AO CUME DO VULCAO NÃO É TAO SOMENTE A SUA CONDIÇÃO FISICA, MAS PRINCIPALMENTE O GUIA QUE SE CONTRATA.

 

O GUIA CRISTIAN, QUE NOS ACOMPANHOU NO INICIO DA ESCURSÃO, MUITO ATENCIOSO, GENTIL, NOS DEU TODA A ATENÇÃO E ESCLARECIMENTOS SOBRE A ESCALADA, SO QUE ELE TEVE QUE FICAR COM MINHA ESPOSA, QUE NAO TEVE CONDIÇÕES DE PROSSEGUIR, E QUANDO RETORNEI, ELA ME DISSE DE TODA A ATENÇÃO E PREOCUPAÇÃO QUE ELE TEVE EM SER SOLIDÁRIO E ATENCIOSO EM SUAS DIFICULDADES.

 

BOM UMA PENA, PORQUE O QUE ACONTECEU COMIGO FOI O CONTRARIO E SO NAO TERMINOU EM CONFUSAO COM O GUIA RODRIGO, PORQUE SOU UMA PESSOA TOTALMENTE COMEDIDA E RAZOAVEL.

 

PARA CHEGAR NA PRIMEIRA PARADA TIVE QUE ANDAR MAIS RAPIDO, POR UNS 150 METROS, POIS TIVE QUE DEIXAR MINHA ESPOSA COM O GUIA CRISTIAN PARA TRAS E ALCANÇAR O GRUPO QUE ESTAVA COM O GUIA RODRIGO.

 

FOI AI QUE TUDO COMEÇOU, QUANDO EU CHEGUEI NO PRIMEIRO DESCANÇO, JA ATRASADO, POR TER ACOMPANHADO MINHA ESPOSA, TODOS JA ESTAVAM DESCANÇANDO, E MAL PUDE TOMAR UMA AGUA E ELE JA DISSE, "VAMOS PARTIR", EU TINHA ACABADO DE TIRAR A GARRAFA DE AGUA, QUANDO ELE, O GUIA RODRIGO, SE VIROU NO MEIO DE TODOS E ME DISSE, QUANDO EU DISSER PARTIR, É PARA PARTIR...ENTENDEU...

 

NEM NAS FORÇAS ARAMADA É ASSIM, QUANDO UM GRUPO PARA PARA DESCANÇAR, SE FALA O TEMPO QUE SE VAI DESCANÇAR...E QUANDO FALTA UM MINUTO PARA ENCERRAR O DESCANÇO SE DIZ "PREPARAR PARA PARTIR", SO DEPOIS DE UM MINUTO, TODOS PARTEM.

 

NA ANTEPENULTIMA PARADA ANTES DE CHEGAR AO TOPO DO VULÇÃO, ONDE TINHAMOS QUE COLOCAR OS CAPACETES E COLOCAR NAS BOTAS UMA SOLA COM PONTAS DE METAL PARA ANDAR NO GELO. O GUIA COLOCOU NAS DUAS PESSOAS QUE ESTAVAM NO NOSSO GRUPO, UM HOLANDES E UM NORTE AMERICANO, QUANDO CHEGOU MINHA VEZ, ELE SAIU DE PERTO E FOI ATENDER UMA OUTRA MENINA QUE ESTAVA COM OUTRO GUIA, QUE ESTAVA COM DIFICULDADES PARA POR O SUPORTE NA BOTA.

 

INCLUSIVE, PERGUNTEI AO OUTROS DOIS, O HOLANDES E O AMERICANO SE O GUIA NAO ME AUXILIARIA A COLOCAR A SOLA DE PONTAS EMBAIXO DA BOTA, TENDO AMBOS FEITO UMA PIADINHA DE QUE EU NAO PRECISAVA...

 

DEPOIS DE ALGUM TEMPO, É QUE O GUIA RODRIGO VEIO ME AUXILIAR A COLOCAR O SUPORTE NA BOTA, NAO TENDO ME DADO A MENOR ATENÇAO, OU PERGUNTADO SE EU PRECISA DE DESCANÇAR MAIS UM POUCO, POR EU TER ME ESFORÇADO ANTERIORMENTE, E AINDA PARTIMOS PRIMEIRO QUE OUTROS DOIS GRUPOS QUE JA ESTAVAM DESCANÇANDO QUANDO CHEGAMOS.

 

EU FALO UM POUCO INGLES E ESPANHOL, E AO TENTAR ME COMUNICAR COM O GUIA, ELE DISSE NAO FALAR E NAO ENTENDER PORTUGUES, O QUE ACHEI ESTRANHO E INCRIVEL PARA UM GUIA, POIS TENHO CERTEZA QUE AQUI EM PUCON HA MAIS BRASILEIROS QUE NORTE AMERICANOS E HOLANDESES.

 

ELE SE COMUNICAVA EM INGLES A TODO O MOMENTO COM OS OUTROS DOIS QUE ESTAVAM NO GRUPO, O NORTE AMERICANO E O HOLANDES.

 

PELO QUE PUDE NOTAR, OS OUTROS GUIAS, EXPLICAVAM A TODO O MOMENTO COMO CAMINHAR NA NEVE, COMO USAR O SUPORTE DE MAO, ENTRE OUTRAS COISAS, INCLUSIVE PERGUNTAR SE TODOS ESTAVAM BEM, ANDANDO SEMPRE JUNTOS E ACOMPANHANDO OS SEUS CLIENTES.

 

O GUIA RODRIGO, ANDAVA A TODO O MOMENTO A FRENTE, NOS DEIXANDO PARA TRAS, E POR DUAS VEZES DISSE PARA ELE PARA QUE FOSSEMOS MAIS LENTO, OU QUE PELO MENOS ELE FICASSE PROXIMO DE NOS, COMO TODAS AS OUTRAS EQUIPES., TENDO INCLUSIVE O HOLANDES DITO A ELE TAMBEM, PARA QUE FOSSE MAIS DEVAGAR

 

 

NA PRIMEIRA PARADA, PARA DESCANÇO, ERAMOS QUASE A ULTIMA EQUIPE A CHEGAR E QUANDO CHEGAMOS NO ULTIMO DESCANÇO ERAMOS A SEGUNDA EQUIPE, OU SEJA, TINHAM MAIS OU MENOS 7 EQUIPES DE ESCALADA.

 

EM UM MOMENTO CHEGUEI A COMENTAR COM O HOLANDES QUE O NOSSO GUIA ESTAVA MUITO RAPIDO, QUE AQUILO NAO ERA UMA COMPETIÇÃO E SIM TURISMO, QUE ELE NAO PRECISAVA IR TAO RAPIDO NOS DEIXANDO PARA TRAS A TODO MOMENTO.

 

QUANDO EU CHEGAVA NO LOCAL DE DESCANÇO,ELE JÁ ESTAVA LA A APROXIMADAMENTE UMS 10 MINUTOS, OU SEJA EU DESCANÇAVA 5 MINUTOS E ELE JA PARTIA.

 

DETALHE, OUTRAS EQUIPES QUE CHEGARAM PRIMEIRO QUE A GENTE, DESCANÇAVA MAIS, E NOS PARTIAMOS.

 

A UNS 20 METROS DO ULTIMO PONTO DE DESCANÇO, QUE DEVE FICAR A UNS 100 METROS DO TOPO, TIVE UMA CAIMBRA, E DISSE AO GUIA RODRIGO PARA ESPERAR UM POUCO PARA DESCANÇARMOS, TENDO ELE ME DITO QUE EU NAO MAIS SEGUIRIA. DISSE A ELE PARA DESCANÇAR QUE EU CONSEGUIRIA SUBIR, TENDO ELE DITO QUE NAO.

 

O GUIA RODRIGO DISSE QUE IRIA COM OS DEMAIS (HOLANDES E AMERICANO), QUE EU TERIA QUE FICAR ALI ESPERANDO ELES VOLTAREM.

 

ENQUANTO EU ESPERAVA ELES VOLTAREM, VI MAIS DUAS EQUIPES PASSANDO POR MIM, UM GUIA COM DUAS GAROTAS, SUBINDO BEM LENTAMENTE E CONVERSANDO COM ELAS A TODO O MOMENTO, E OUTRA EQUIPE COM DOIS RAPAZES E UMA GAROTA TAMBEM BEM LENTAMENTE, TOTALMENTE DIFERENTE DO NOSSO GRUPO.

 

ESSAS DUAS EQUIPES TINHAMOS PASSADO POR ELES A DUAS PARADAS PARA BAIXO DA MONTANHA, E PUDE PERCEBER A ATENÇAO QUE OS GUIAS ESTAVAM COM ELES.

 

AS DUAS EQUIPES ANDAVAM MUITO MAIS LENTAMENTE QUE A NOSSA EQUIPE, PARA SE TER IDEIA, QUANDO ELES PASSARAM POR MIM A MINHA EQUIPE JA ESTAVA QUASE NO TOPO.

 

O GUIA RODRIGO PARECIA QUE ESTAVA COMPETINDO COM OS OUTROS OU COM ELE MESMO, ELE NAO TEM O MENOR PERFIL PARA GUIA, POIS NAO SABE TRATAR COM AS PESSOAS, ELE PODE SER UM BOM ESCALADOR, MAS NAO TEM DIDATICA PARA LIDAR COM AS PESSOAS.

 

DEPOIS DE ALGUM TEMPO O GUIA RODRIGO FEZ CONTATO COMIGO, JUNTAMENTE COM O HOLANDES E AMERICANO PARA INICIARMOS A DESCIDA, TENDO O HOLANDES PASSADO MAL, E NOS A TODO O MOMENTO TIVEMOS QUE FICAR ESPERANDO ELE (HOLANDES) DESCANÇAR, TENDO EU DESCIDO NORMALMENTE.

 

NAO ESTOU FAZENDO ESSA RECLAMAÇÃO POR ELE NAO TER ME DEIXADO TERMINAR A SUBIDA, POR EU TER TIDO CAIMBRA EM UM MUSCULO DA PERNA ESQUERDA, MAS SIM PELA FALTA DE TRATAMENTO QUE DEVERIA TER SIDO DADO A MINHA PESSOA E DAS DEMAIS QUE ESTAVAM NO GRUPO.

 

E AINDA SEI QUE SE TIVESSEMOS DESCANÇADO E NAO FORÇADO TANTO A SUBIDA, SEI QUE TERIA CHEGADO AO TOPO, E O HOLANDES NAO TERIA PASSADO MAL NA DESCIDA, POIS A ULTIMA EQUIPE PASSOU POR MIM A APROXIMADAMENTE 40 MINUTOS APOS O GUIA RODRIGO TER PARTIDO E ME DEIXADO PARA TRAS, OU SEJA, NAO HAVIA PRESSA E O CEU E O TOPO DO VULCAO ESTAVAM TOTALMENTE LIMPOS.

 

 

FERNANDO

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

valew pelo toque, realmente essa agencia que vc foi, varias pessoas aqui no forum falo que não é boa, quando eu for vou pela agencia florencia... uma pergunta que dia vc foi? e o vucão ja estava com muita neve? ja dava pra esquiar?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Quando eu estive em Pucon em 2009 iria fazer o Trkkig com esta ag, de certa forma acabei dando sorte, pois ´s havia eu e mais rapaz, então eles disseram q o tempo não estava bom e adiaram, eu e o outro cara pegamos o dinheiro de volta então fui ver outras ag e descobri q nenhuma delas havia cancelado, acabei comprando com a ag informações turísticas e fui no dia seguinte, dois guias nos acompanharam e nos deram toda a assistência inclusive com o equipamento, uma dica q eu sempre dou é nunca contrate nada sem antes estar no local para pesquisar pessoalmente. ::otemo::::otemo::::otemo::

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Nossa, que coisa ruim!

 

Eu também fiz essa ascenção ao Villarrica mas vou confessar que nem lembro o nome da agência, foi negociando nas ruas de Pucon mesmo e foi a mais barata que conseguimos, com a ajuda de uns amigos chilenos que negociaram.

Agora vou dizer as minhas impressões pessoais desse passeio:

- Particularmente eu achei o trekking bem leve (talvez porque eu tivesse acabado de voltar de 3 dias de trekking no Aconcágua). É bastante íngreme, porém os guias fazem muitas paradas com os grupos, e a certo horário a montanha lota e vira aquela procissão subindo bem devagarzinho... eu confesso que achei mala ter que andar com freio de mão puxado em alguns pontos.

- Eu acho que muita gente que não está acostumado a caminhar vai nesse passeio. Digo isso pois o nosso guia sempre nos elogiava pelo pique (todos do meu grupo estavam subindo bem) e deu os parabéns para todos que chegaram no topo - me disse ainda que muitos brasileiros desistem no caminho, principalmente os de SP (fama de sedentários overseas)

- A descida do vulcão é feita através de esqui-bunda. É bem divertido mas, cá entre nós, soa como turismo irresponsável de latino americano. Eles inventam uma maneira de usar o piquete para nos ensinar a frear a descida que pode chegar a 60km/h facilmente. Perder um piquete nessa velocidade é fácil e isso é perigoso no meio da neve, enfiar no próprio estômago também, e de boa, pode acontecer.

 

No mais eu sugiro para quem for fazer o passeio conversar na agencia, dizer que não tem experiencia com neve, perguntar se o guia vai explicar como usa os equipamentos (o meu ensinou), perguntar o nivel de dificuldade, fazer uma avaliação sincera de sua condição física, essas coisas.

Mais uma coisa, subir com o capacete na cabeça durante o tempo todo e não somente quando se chega ao topo é indispensável, afinal pedras rolam durante todo o trajeto.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Olá, dia 07/09/2011 também subi à cratera do Vila Rica. Confesso que os guias não são nada carinhosos, mas concordo que a atitude deles seja meio severa pois a maioria das pessoas que tentam subir são muito fracas fisicamente, não praticam esportes, tem problemas de saúde, não estão acostumadas com temperaturas negativas. De 3 equipes que tentaram escalar, só uma de estranjeiros (pela metade) chegou ao topo e eu que estava junto com as duas equipes de desistentes. Para alcançar o outro grupo, que distava a mais de uma hora de escalada tivemos duas parada de 5 minutos em 2 horas. Andando a passos largos os alcançamos na cratera. As condições são severas e arriscadas. Quanto mais os guias estiverem próximos uns dos outros, melhor, pois significa ajuda em algum caso de acidente caso haja. O guia é responsável pelo grupo, e um acidente pode acabar com a carreira/emprego dele.

Depois de chegar ao cume, o guia estava super gentil, muito amigável inclusive fiz aula de ski com ele mesmo no dia seguinte.

Entenda que toda a suposta ignorância é para o bem de todos, e escalar o Vila Rica não é para qualquer um. Se não está acostumado com isso, não tente!!!! Se o tempo não estiver muito bom, não tente!!!

Quanto mais as pessoas desistirem, melhor será, pois os guias irão ganhar a mesma cota sem ter que passar por todo o trabalho de chegar ao topo.

As agências não estão nem ai para as pessoas que acham que conseguem escalar. O que importa é ganhar o valor que pagamos e que não é pouco (cerca de R$140,00).

Ainda assim, sugiro o passeio, é muito bom. Faça exercícios, prepare-se, suba morros, Pratique esportes!!!

Recomendo o guia Jorge. Trabalha nas agencias Araucania e Florencia que ficam no centrinho de pucon, pelo número 460 da avenida principal.

Abraços

 

Ricardo Mazin

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Salve Galera,

 

Sou novo no mochileiros, mas já percebi que trata-se de um site sensacional pra quem curte viajar e não passar tantos perrengues.

 

Cai nesse tópico, li com muita atenção todos os posts e gostaria de deixar aqui registrada a minha história.

 

- FERNANDO - Vc. deu muito mais sorte que eu e sua esposa, se recebeu mesmo essa atenção toda do guia, leia o que aconteceu com a minha esposa.

 

- FLORENCIA E GUIA JORGE - Pra quem fechou passeios com a Florencia e conheceu o guia Jorge, segue a minha impressão.

- FLORENCIA - Segundo ouvi de muitas pessoas de Pucón mesmo, o objetivo do dono da operadora é ganhar grana, que se danem as pessoas, ele objetiva só o lucro e nada mais. Nem atualizar o equiapmento ele se dá ao trabalho, vez que minha esposa usou uma calça que simplesmente não fechava, e não pensem que adiantou ela reclamar.

 

- GUIA JORGE - Sinceramente acho que o Jorge não é de todo um mal profissional, ele só tem uma má vontade gigante de levar as pessoas até o cume, em nosso grupo, de 11 pessoas só 1 chegou, amigo pessoal do guia Carlos (acho que era esse o nome do guia), saíram a frente de todos, eu e um casal chegamos até a pedra branca onde o guia Jorge nos disse que não teríamos mais tempo pra atingir o cume. Leiam o meu relato abaixo e vejam o porque não conseguimos chegar.

 

- EM PRIMEIRO LUGAR, Pucón é uma cidade espetacular, pra onde voltarei mais vezes se possível, tudo na cidade é lindo e pra prática de esportes de aventura então nem se fala. Assim como o fernando, fechei o passeio com a Florência por indicação da dona do hostal onde ficamos hospedados, e como o Fernando, não vou expor nem o Hostal muito menos sua proprietária, da qual ficamos amigos, pois trata-se de uma pessoa séria, extremamente honesta e que nos tratou bem demais.

 

- O VILLARRICA - Pra subir o danado, ainda mais no inverno como eu tentei fazer, é cascudo, ainda mais pra quem nunca fez trekking na neve. Eu sabia que minha esposa não aguentaria a subida e que ficaria pra trás no primeiro grupo desistente, mas eu tinha gás pra chegar lá em cima, e teria chegado não fosse o guia Jorge ter nos levado em zigue-zague montanha acima enquanto todas as outras iam em linha reta, fomos a primeira equipe a entrar no vulcão e fomos ultrapassados por todas as outras, além do que, o guia Jorge nos guiou com passos de lesma e nas paradas dizia "Ótimo, muito bom pessoal, desse jeito vamos chegar bem lá em cima"..... pra depois, chegando logo abaixo da pedra branca, avisado aos 3 restantes que estava tarde e o tempo estava fechando e que não daria pra chegarmos ao cume. Bom, subimos té a pedra branca e de lá era possível ver as outras equipes toda subindo, e porque nós não podíamos também ?!?!??? Me senti lesado, mas senti principalmente que tudo já estava armado, que o Guia Carlos ficaria como ficou, livre pra levar seu amigo pro cume, enquanto os "Guias" Jorge e Andres (esse tem um capítulo à parte), levariam o restante do grupo para um passeio pela montanha. Apesar de nunca ter feito trekking na neve, estava super bem, afinal eu me cuido, pedalo, corro, faço caminhadas, sou campeão paulista de trekking de regularidade e participei de algumas provas de corrida de aventura, ou seja, sempre me mantenho em movimento. Sou guia de trekking e membro de uma equipe de técnicas verticais e achei uma baita sacanagem o descaso com que fomos levados na montanha.

 

Mas nada disso desabona a cidade de pucón, o ruim é que pra quem não tem carteirinha de algum clube alpino tem que contratar essas pessoas pra nos levar montanha acima. Agora deixo o meu relato pra vcs. se deliciarem com o tratamento da Turismo Florencia e dos "Guias" Carlos, Andres e Jorge.

 

"Estive em pucon agora em setembro de 2011 e tentei ascender ao cume do villarrica com a Turismo Florência, que nos foi indicada por uma pessoa do hostel em que nos hospedamos. Gostaria de deixar registrado que JAMAIS FAÇAM QUALQUER COISA COM ESSA OPERADORA !!! Eles não são profissionais de confiança. Não cheguei ao cume porque o guia nos levou o tempo todo em zigue-zague enquanto todas as outras operadoras subiam em linha reta, fomos os primeiros a entrar no parque e fomos ultrapassados por todas as outras, nosso guia nos levou num ritmo pra não chegar e quando parávamos para comer ele dizia que o ritmo estava ótimo, sensacional. Chegamos até o ponto conhecido como pedra branca e aí o guia (Jorge) simplesmente vira e diz que estava tarde pra chegarmos ao cume e que deveríamos voltar. Até o esquibunda na descida ficou sem graça ante a frustração que eu sentia.

Mas o pior veio depois, quando soube o que aconteceu com minha esposa, que passou mal logo no começo da caminhada e parou na altura da cafeteria, acompanhada do "GUIA ANDRES", que a fez, sozinha, atravessar um bowl bem profundo para chegar na cafeteria e voltou pra montanha pra se reunir ao grupo, e ainda teve a cara de pau de dizer que deixou pessoalmente minha esposa na cafeteria e estava tudo bem com ela. O "TUDO BEM" é que ela teve uma crise de vômito e diarréia, desmaiou, só foi amparada pelos funcionários da cafeteria da estação de esqui, no meio disso tudo ainda teve um ray ban novinho furtado e recebeu ZERO assitência da operadora/guia. Não fossem os funcionários da cafeteria, sabe Deus o que teria acontecido com ela. Tudo bem que eu sabia que ela não tinha condição de subir, mas mulher é assim mesmo, elas são teimosas, mas mais da metade das pessoas que vão até lá e tentam subir o vulcão nã otem condição pra tal, do grupo que eu estava, de 11 pessoas, só um chegou (Amigo pessoal do guia e que teve o Guia carlos só pra ele), eu e um casal chegamos a pedra branca graças a má vontade do guia Jorge, mas daí a pessoa não se sentir bem e o DITO GUIA simplesmente deixá-la pra trás, com a pessoa passando mal, tendo desmaios, queda de pressão, dor de cabeça, etc... é inaceitável pra quem ostenta no braço o patch de "SOCORRISTA DE MONTANHA". Todos os guias de todas as operadoras são obrigados a ter esse curso e se tornam "socorristas de montanha", o que pra mim, depois dessa experiência da minha esposa, acho um PIADA E TANTO, TENHO PENA DE QUEM PRECISAR SER SOCORRIDO POR UM DESTES 3 GUIAS DA FLORENCIA.

 

Então, quando forem e/ou quando indicarem pra alguém a ida a Pucón, eu também indico, no geral a viagem foi sensacional, mas com a "operadora" TURISMO FLORÊNCIA, NUNCA INDIQUEM ESTA OPERADORA, pois tratam-se de pessoas preocupadas tão e somente em receber sua grana (Já ouvi isso de outras pessoas que fizeram passeios com eles) e te levar pro cume que é bom NADA. Num grupo de 11 pessoas, somente 1 chegou e sabem porque ?!? Primeiro porque era Alemão, e o que não falta na Alemanha é neve e montanha, mas porque era amigo pessoal de um dos guias, que aliás, deixou o restante do grupo pra trás e se preocupou única e exclusivamente com seu amigo, enquanto os outros 2 guias (Jorge e Andres) nos levaram para uma passeio no bosque que custou $ 35 800 pesos por cabeça."

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

E ainda por cima galera, como guia de técnica verticais, sempre levamos pessoas para praticar rappel e cascading e nunca deixamos qualquer pessoa, independente de sua condição, sem assistência quando necessário.

 

O que percebi que acontece bastante em pucón é que as operadoras te vendem o sonho de chegar ao cume do vulcão e à possibilidade de ver Lava fumegante, e te entregam um pesadelo, um trekkingzinho, um passeio no bosque. Não fazem previamente nenhum tipo de avaliação com as pessoas, pelo menos um papo franco pra verificar as possibilidades de cada um. Eu tinha totais condições de seguir o guia Carlos e seu amiguinho germânico, mas o guia Jorge não me deixou passar a frente do grupo e seguí-los.

 

É uma baba chegar ao cume do Villarrica, seja no inverno ou no verão, o que mais dificulta o acesso ao cume são as operadoras e seus "GUIAS", infelizmente não posso fazer a tentativa sozinho, tenho obrigatoriamente que ter um guia comigo, então é provável que, na minha próxima ida a pucón, eu tente contratar um guia diretamente fazendo contato com o CONAR, pegar um guia free lance, pra subir solo, sem grupo, porque o que mais acontece, sobretudo quando dizem que os brasileiros são os que menos conseguem, é justificável pelo sedentarismo e afins, mas também é bem justificável porque as operadoras vem nos brasileiros dinheiro fácil, todo grupo de brasileiro sobre conversando, falando alto, parando o tempo todo pra tirar fotos, enfim, o caras pensam: "eles não estão nem aí se não conseguirem chegar, nunca viram neve na vida, estão maravilhados, a gente leva eles pra dar uma voltinha na montanha, inventa uma desculpa pra não tentar o cume e eles aceitam, tiram suas fotos e ficam felizes". É lamentável....

 

Mas estou postando minha reclamação, sobretudo pelo que aconteceu com minha esposa, por mim eu estou tranquilo, posso voltar lá a qualquer hora e subir esse vulcão, que nem é tão alto assim, mas pela "Assistência" dada a minha esposa, estou postando meu relato em todos os sites que vejo sobre pucon e sobre o villarrica, inclusive já mndei meu relato para a agência (mesmo sabendo que não farão nada pra mudar a atitude) e para o CONAR, pois as pessoas tem que saber o que se faz por lá.

 

E TIRANDO AS OPERADORAS, PELO MENOS FALO PELA FLORÊNCIA, PUCÓN É UMA CIDADE MARAVILHOSA E QUE VALE MUITO A PENA CONHECER.

 

Abraços a todos e me desculpem pelas redundãncias no texto, quando a gente escreve com ravia e indignação as vezes repetimos frases.

 

Dida

São Paulo - SP

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fernando,

Lendo seu relato fiquei admirada de ter acontecido fato bastante semelhante quando tentei fazer a trilha inca clássica para Machu Picchu. O guia que atendia a mim e ao grupo dava muuuuita atenção aos americanos q estavam fazendo o trekking. Até aí, tudo bem, fato relevável...fazer o que?. Mas era visível como eu e uma amiga estávamos sendo preteridas na caminhada. Ele tb falava somente em inglês e apesar de ter uma argentina no grupo, ele parecia se recusar a falar o espanhol com ela e conosco. Por diversas vezes ele nos deixou para trás e continuávamos a caminhada sozinhas (já pensou se uma de nós desmaiássemos ou sei lá, acontecesse de necessitarmos de ajuda). Qdo alcançávarmos ele e os americanos (todos já estavam descansando há tempos), chegávamos e logo após tínhamos q partir, mal descansávamos... enfim, acredito que seja mais comum do que imagino a preferência dos guias por trilheiros/turistas da américa do norte e europa. Até hoje não entendo o q essa distinção pode beneficiar a um guia sul americano...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Estivemos em Pucón, minha namorada e eu, em setembro de 2011, vou deixar aqui algumas impressões e dicas rápidas que talvez sirvam para alguém.

Para chegar a Pucón fomos de avião até Santiago (pela Gol, vôo vazio e bem tranqüilo, chegando lá as 4 da manhã) e para Pucón optamos por 11 horas de ônibus, para conhecermos mais lugares no caminho. Os ônibus saem do Terminal Alameda no centro de Santiago. Pegamos uma minivan, mas saiu mais caro que o táxi. Só descobri depois que o táxi custava CH$8.000,00 e pela minivan acabamos pagando 12 mil. Coisas de sonolentos recém chegados.

 

Não vale a pena ir de ônibus até Púcon. A estrada não tem nada demais, a viagem gasta um dia inteiro e ainda corre o risco de viajar ao som de um "chachachá chachachá chachachá" a todo volume por ininterruptos 900 km! É uma viagem de 11 horas com paradas de 5 ou 10 minutos nas cidades (umas 4 ao total).

Erramos na hora de comprar a passagem, ao invés de da TurBus (turbus.cl, a melhor do Chile) compramos da Inter, quase o mesmo preço e poltronas não muito confortáveis. Leve água e comida para café, almoço, janta e lanches (nas paradas é bem mais caro). Tenha certeza de que estás no guichê da TurBus na hora da compra, pois o logo da companhia pode estar presente em outras empresas! Na próxima viagem faremos diferente: de Santiago iremos de avião até Temuco (tem vôos baratos, entre US$ 50,00 e 60,00, pela Sky Air Line - skyair.cl) e mais 2 horas de ônibus à Pucón.

 

Chegando a cidade, ficamos encantados pela cidade. É expetacular! Tem cheiro de lenha pelas ruas por causa das lareiras. Moraria lá fácil! É muito bonita, bem limpa e tranqüila. Porém, nos meses de alta temporada dizem que fica bastante tumultuada. Perambule a pé pela cidade e não só pela Ohiggins, a rua principal, que concentra a maioria das lojas e atrações urbanas. Para beber, a dica é o chopp Torobayo! Uns dos melhores que eu já bebi, encorpado e avermelhado. O que achamos melhor deixar para a próxima foi o Crudo, e lá eles tem os melhores do Chile (!?), que é basicamente a versão mapuche de um sanduíche aberto com carpaccio, é feito com fatias grossas de carne de gado crua.

 

Ficamos na pousada École (ecole.cl) em um quarto com cama de casal e banheiro privativo que custou CH$25.000,00/dia, mas se pagar com dólares, euros ou cartão de crédito tem 19% de desconto. Lei chilena que vale para todos os estabelecimentos. O restaurante da pousada é outra dica, comidas muito bem feitas e com preço honesto (a guacamole para uma pessoa serve duas fácil e é muito boa). ). O café da manhã não tem o melhor custo/benefício. Pareceu caro (CH$ 3.300 por pessoa) pelo oferecido (pão, mel, iogurte com frutas e café com leite). Caminhando pelas ruas achamos uma senhora que alugava um chalé com TV a cabo, lareira, cozinha completa, jogo de lençol/toalha - muito bom - por CH$20.000,00 por dia, só não alugamos para poder pagar com cartão de crédito ganhar os 19% de desconto.

 

Fizemos a subida ao vulcão pela empresa Aventur (aventurpucon.cl, Palguin, 383). Ótimo serviço, ótimo atendimento, bons materiais e um bom guia Como era baixa temporada (mesmo assim havia bastante gente subindo), tivemos um guia particular. Foi muito desgastante, mas vale muito à pena. A vista durante a subida é muito bonita com Pucón, o lago Villarrica e os outros vulcões ao fundo. A cratera é incrível com as fumarolas, pedras verdes e lava (mas os gases dela ardem os olhos e o nariz). A descida de "esqui bunda" é divertida.

 

Para quem quer poupar alguns kilômetros de subida, deve levar dinheiro para o teleférico (CH$ 7mil). Na ida não parecia fazer muita diferença (estávamos animados e descansados), mas na volta nos arrependemos um pouco. Pelo menos podemos dizer que subimos o vulcão todo! Sem trapaça!

 

Também com a Aventur aluguamos os equipos para esqui e o transfer (pague o transfer o centro de esqui é longe e táxi vai custar mais caro) até o centro de esqui (eskipucon.cl). Para quem nunca esquiou não perca a oportunidade, é muito divertido. O centro de esqui é bem equipado e organizado, com cafeteria e restaurante e oferece pistas para todos os níveis. As agências de turismo oferecem instrutores (CH$15.000,00 por 2 horas por pessoa) não pagamos o instrutor e não me arrependo. É relativamente fácil e vale a diversão de aprender caindo. Além do aluguel dos equipamentos e do transfer tens que pagar a entrada no centro de esqui, que pode ser para o dia todo ou para meio dia (CH$18.000,00 e CH$14.000,00 na baixa temporada, respectivamente). Meio dia foi o suficiente para brincar na neve, cansa bastante, mas o dia todo lá vale à pena.

 

O pacote todo para duas pessoas custou CH$117.000,00, incluindo equipamentos e transfer do esqui e da subida além de um par de guantes (bem chingling que se compra em qualquer esquina), mas que são bem importantes na neve. Recomendo a Aventur, não tive aquela sensação de turista sendo extorquido lá e fomos muito bem atendidos. Na pousada nos recomendaram a Aguaventura (aguaventura.com - Palguin, 336), mas não gostamos muito do atendimento. Fomos desaconselhados a contratar a Trancura, mesmo sabendo que o clima não está propenso à subidas, têm a fama de levar os clientes, dizer que não está propício e não devolver o dinheiro.

 

Levamos todo o dinheiro em pesos chilenos comprados a R$1,00 = CH$208,00. Um a cotação horrível. A cotação em Púcon na troca de reais por pesos estava em CH$220,00 e o dólar a CH$480,00. . O ideal é trocar reais por pesos chilenos apenas para os primeiros gastos como transfers, ônibus e comidas na chegada ao Chile e o restante em dólares. Vale a pena pela cotação de lá e pelo desconto para moeda estrangeira.

 

Abraços

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Caracas! Embasbacada com os relatos de vocês!

 

Não tive muito tempo de pesquisar aqui no Mochileiros sobre a "escalaminhada" ao Villarrica, se não teria desistido! hahaha

 

Minha experiência foi bem diferente das postadas aqui! Pura sorte ou melhoras no atendimento? Vai saber...

 

Chegamos a Pucón depois de estar em Bariloche. Achamos a cidade um espetáculo. Mas o objetivo mesmo era escalar o vulcão!

 

A empresa que contratamos foi a Politur... indicação do dono do hostel onde ficamos (que tmb é um guia local). Ela nos cobrou 48.000 por pessoa, éramos 4 amigos mais um alemão que conhecemos no mesmo dia.

 

A escalada foi tranquila, tínhamos um guia, o Ricardo, e mais 2 assistentes. Na fila indina, durante a subida, o Ricardo ia na frente, um assistente no meio e o outro no fim. O trabalho deles foi excelente. Atenciosos, cuidadosos... andava num rítmo que todos podessem ir juntos, paravam o tempo todo para tomar água e comer, perguntavam se estávamos bem... em fim... se tenho uma nota pra dar, daria 10!

 

Dos 5 turistas que estavam neste dia, 2 desistiram... eles foram levados de volta até a base do vulcão pelos assistentes e de uma forma bem rápida estes assistentes nos alcançaram... chegamos a cratera do vulcão todos juntos: eu, meu marido, o alemão e os profissionais.

 

É certo, como já foi falado, que os guias não são nada carinhosos, mas durante nossas 7 horas de subida e 4 de descida o clima de pidas e gracinhas rolavam... mas quando o Ricardo (guia) tinha que falar sério, era hora de falar sério!

 

Todas as vezes que precisávamos parar para se equipar, os profissionais faziam isto pra gente. Ensinavam os macetes das quedas, do uso dos equipamentos... não ficamos sem atenção em momento algum! E tudo no portunhol deles! :D

 

Conseguimos chegar a cratera mas o Ricardo sabia que estávamos preocupados com a descida, pois a montanha é muito íngrime. Mais uma vez nos deu uma aula de como descer, usando sempre os bastões e tal... Fizemos parte da descida de esqui-bunda e ainda fomos recebidos em Pucón com cerveja e chocolate quente! :)

 

Nossa escalada aconteceu dia 14 de setembro de 2011. Havia muita neve (4 metros) e a escalada foi difícil. Realmente, quem não está acostumado com um rítmo de atividades físicas deve repensar várias vezes antes de pagar pelo pacote de ir até o cume. Existe outras opções de conhecer o vulcão, sem ter q subir até a cratera, pagando bem menos! ;)

 

É isso... deixo registrado aqui que conseguimos (eu e meu marido) chegar a cratera, não tivemos problema NENHUM com a Politur, a subida não é fácil mesmo (principalmente no inverno) e que a cidade de Pucón é fantástica e deve ser bem aproveitada!

 

Mais detalhes desta façanha aqui: http://viajandocomagente.wordpress.com/2011/09/16/um-relato-bem-pessoal/

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Boa noite pessoal. Como vi vários comentários sobre as agências para Subir ao Villarica, vou deixar o ponto de vista meu e do meu esposo.

 

Quando decidimos ir para Pucon, com o objetivo de subir o Villarica, fiz várias pesquisa, pelo prório Mochileiros.com, sobre as agências de turismo. Chegando lá, fomos ao centro de informações turísticas para saber quais agências eram credenciais e etc..

 

Fechamos com a Patagonia Experience (credenciada), foi a primeira que entramos e gostamos do atendimento. Ficamos muito tempo conversando com o atendente e ele nos explicou muitas informações sobre o Vulcão. O cara já tinha morado em Floripa e ai o papo foi bem bacana. Comentei cm ele sobre o brasileiro Felipe que faleceu ao cair numa fenda do vulcão e qual era a empresa que ele tinha contratado, e foi e mesma que fechamos. No momento que ele comentou que tinha sido cm a empresa deles, fiquei um pouco assustada, mas ele nos passou muita segurança e achei que não teria problemas. A única coisa que ele comentou sobre o fato é que foi uma fatalidade nada mais.

Ele nos emprestou uma máscara para usar no cume caso tivesse muita fumaça, foi muito atencioso.

 

No dia seguinte chegamos na empresa, nos reunimos as outras pessoas e fomos para o Villarica. Ainda estava bem escuro e ventava muito. Ficamos um bom tempo lá parados, conversando e tirando fotos, pq segundo eles estava ventando muito e o teleférico não estava funcionamento por causa dos ventos fortes. Passou um bom tempo, ai um dos guias que nos acompanhava chegou dizendo que não iríamos subir pq estava ventando muito e como o teleférico estava desligado seria muito difícil subir, isto é, nao aguentaríamos. A maioria das pessoas concordaram, afinal eles tinham mais dias para fazer o passeio e pelo que percebi nao tinham um bom preparo físico.

 

Aí eu e meu esposo observamos que tinham vários grupos se preparando para subir e já tinha grupo na trilha. Esse foi o primeiro momento que percebemos algo estranho.

 

Ficou aquele rolo, sobe, nao vai subir, e por sorte tinha duas estudantes americanas no nosso grupo que ficaram insistindo para os dois dos guias para subir pq elas só tinham esse dia, que iriam embora no outro dia. Percebi que um dos guias ficou de conversinhas com elas, e elas choramingando para subir. Daí, o guia diz: entao vamos subir com as duas americanas e os demais voltam outro dia. Nesse momento meu esposo ficou uma fera. Chegou firme para o guia e disse: Se elas podem subir pq nós nao podemos? O que elas tem que nós não temos? Achamos muita sacanagem ele ter feito isso, afinal tínhamos prepara físico para isso, e só nao daria para chegar algo cume pelas condiçoes clímaticas. Aí ele disse que nós poderíamos subir tbm.

 

Subidos em 4 pessoas e 2 guias. Um deles era mais legal, muito gente fina e recomendo muito, chama-se Phepo. Eles nos deram atenção e respeitaram nossos limites. Conseguimos chegar os 4 no cume, junto com as outras equipes. E o vento? Se foi...o dia estava maravilhoso, muito sol e o céu num azul maravilhoso.

 

Nossas conclusões: alguns guias (acredito que nem todos), não fazem questão de subir cm o pessoal (um dos nossos guias nao era funcionário da empresa, acho que eles pegam outros guias para ajudar. O guia mais gentil era próprio da empresa que contratamos) se eles vão cm sua cara bza, se nao, pode ser que terá problemas. Se o teleférico nao estiver funcionando,piorou, pq o trekking fica mais difícil. No nosso caso, acho que eles queriam subir só cm as duas meninas achando que elas nao iriam aguentar e que logo eles iriam voltar. Que pra eles é interessante afinal quem sobe uma parte, mas nao chega ao cume, nao recebe o dinheiro de volta.E eles nao se desgastam, voltam mais cedo pra casa.

Eu e meu esposo temos ótimo condicionamento físico, qd estávamos no cume o guia nos disse que achava que nós nao aguentaríamos subir, pq brasileiros não mandam bem pra subir, e que nós não temos esse costume no Brasil, como os europeus, que fazem muito trekking em montanhas. Aí eu disse que era educadora física, dai ele comentou: está explicado entao. POrque subimos muito bem. As americanas tiveram um pouco de dificuldade quando já estavamos próximos do cume mas fomos muitos parceiros uns com os outros, e deu tudo certo. Na volta eles aceleraram mais, pareciam que tinham presa para descer, para terminar logo o passeio.

No geral, O único problema foi no inicio do passeio mesmo, mas durante o trekking foi ótimo.

 

Além de escolher bem a empresa, tem que ficar esperto com os guias.

 

Recomendo a empresa que fizemos o passeio, a Patagonia Experience, com o guia Phepo.

 

Valeu pessoal!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Concordo com os demais nos relatos de experiência ruim, porque tive a mesma relatada abaixo na qual os guias tem má vontade. Eles fazem um percurso de 1 km a partir do teleférico e colocam o pessoal sentado na neve para colocar os grampons, mais tempo que o necessário, para passarem frio. Então observam o grupo. Se não é homogêneo, a maioria do mesmo país, e não são montanhistas são motivos para cancelar a subida alegando questão de segurança, e você vendo outros grupos subirem. Outras duas agências aproveitaram a deixa. Teve até a desculpa de que a namorada de um deles na semana anterior torceu o joelho lá encima. O guia deve ter umas 20 namoradas para cada desculpa.

 

O relato da semana: http://penhascoaventura.blogspot.com.br/2014/01/pucon-regiao-da-araucania-vulcao.html

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Pessoal, fiz a subida ao Vulcão Villarrica agora em dezembro e gostaria de relatar pontos que considero importantes.

 

Os vendedores não explicam todos os detalhes necessários, pois obviamente pretendem tão somente vender e ganhar sua comissão. No meu caso, fechei o pacote assim que cheguei na cidade, no período noturno, e só depois que fiz o pagamento ele me avisou dos itens que precisava carregar comigo, e alguns deles não haveria tempo hábil para comprar, já que as lojas estavam fechadas devido ao horário.

 

Fechei o pacote na agência "Pucon Aventura", que fica na avenida principal, esquina com a Calle Arauco.

 

A subida é bem cansativa e exige um bom preparo físico. Não caiam no papo de que é uma "easy climbing", pois é conversa pra vender pacote. Eu cansei tanto que fiquei uns três dias sentindo as dores musculares.

 

Levem muitas frutas, chocolates e barras de cereais. Não caiam na besteira de oferecer aos guias pois eles aceitam (hehehe). Água nem preciso falar, né?

Muito importante a proteção contra o sol, não esqueçam das orelhas, lábios e pescoço! Se possível, levem cachecol e lenço para o rosto. Isso ninguém fala na agência.

 

Bom, infelizmente houve pontos negativos na escalada. Eram três guias: um chileno típico, alto magro, moreno; um meio loiro visual "surfista anos 70", de barbixa e cabelos compridos, loiro; e um senhor dos seus 60 anos, que é alemão.

 

Os guias são rudes, mau humorados e o tempo todo ficam empurrando a galera, sem chance para fraqueza lá em cima. Eles prometem pausas para fotos e "relax", mas fazem paradas de poucos minutos que mal permitem a reaplicação do protetor solar.

 

Agora o principal: eles odeiam brasileiros. No meu grupo havia um casal que necessitou de cuidados a mais, o rapaz desistiu logo no começo, mas a moça continuou, mas num ritmo menor. Os guias ficavam o tempo inteiro reclamando entre si, em espanhol, e falando mal do "grupo brasileiro" (como se eu estivesse lá atrás, atrasando, mas não, estava lá no pelotão da frente e subindo junto). Eles faziam questão de classificar os mais lentos como "brasilians". Tenso! Senti um imenso desprezo e desrespeito por nós. Além do que eles estavam falando um monte de besteiras em espanhol, como se nós não pudessemos entender o que estavam dizendo. Cara de pau demais.

 

Enfim, não acredito que nas outras agências teria sido diferente, parece que todas tem essa fama de tratar mal os brasucas.

 

Mas cheguei ao topo, e isso que importa! Recomendo demais, é algo indescritível o momento que você atinge a cratera e tem aquela vista de toda a região, realmente supremo!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Já narrei minha epopéia aqui no Mochileiro e vejo que sempre a mesma ladainha, quase todos narando a mesma história de desrespeito por partes de guias. Depois da minha ida ao Villarica, fiquei mais desgosto ainda com estes profissionais. Eu cheguei ao cume com minha filha de 14 anos, mas comi o pão que o diabo amassou.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Olá! Vou com um grupo de amigos para pucón e pretendemos fazer a escalada do vilarrica, porém, iremos no verão, é aconselhável que tipo de roupa para a escalada no verão? Há alguma chance de encontrar neve nem que seja no cume? Estaremos indo pra lá de 15 a 30 de dezembro/2015. Obrigado!!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora


  • Conteúdo Similar

    • Por andersonjardim
      Eu e minha namorada etivemos na Grécia, agora, final de junho. Ficamos apenas 1 dia em Atenas, 2 dias em Zakyntos e 4 na Kefalonia. O plano inicial era passar 1 dia em Lefkada e voltar para Kefalonia, mas infelizmente, por questões de logística (horário do ferry e voo pra Paris), não deu pra esticar a viagem até lá.
      A viagem foi pautada por Navagio, ou seja, não poderia ir a Grécia e não ir a Navagio e por isso abrimos mão de Creta e do que apelidamos de “Grécia das fotos”, que são Mikonos e Santorini. E NÃO NOS ARREPENDEMOS!
       
      Dia1:
      Começando por Atenas, chegamos por em uma sexta por volta de 23:30. Por conta dos horários dos voos (a saída de Atenas para Zakynthos foi as 05:30) optamos por ficar no hotel do aeroporto, o Sofitel, que é um pouco caro mas compensou pela praticidade e por não ter necessitado de um táxi (o centro de Atenas fica bem longe do aeroporto, mais de 40 minutos de metrô). No dia seguinte acordamos não muito cedo e fomos direto pra Acropolis. Pegamos o metrô no próprio aeroporto, descemos na estação Syntagma e fomos a pé. A passagem , salvo engano, custou 7 euros, e por lá ficamos o dia inteiro. Mas apenas 1 dia em Atenas foi pouco. Não tivemos tempo de jantar nos tradicionais restaurantes gregos de Plaka, onde se quebram os pratos após a refeição (aparentemente uma tradição bem divertida!), e a visita às diversas atrações da Acrópolis foi bem puxada. Ficamos realmente cansados de tanto andar.
       
      Dia 2:
      No domingo de manhã fomos pra Zakyntos, de avião pela Aegean, e a passagem custou 84 euros por pessoa, já com taxas. Era um avião daqueles pequenos, mas confortável e o voo tranquilo.
      Chegamos em Zakyntos por volta de 06:30, e não sei porque deixamos pra alugar o carro na hora, o que obviamente foi uma tremenda de uma burrada. É impossível se deslocar na ilha sem um veículo e sem GPS! Somente duas lojas estavam abertas: Avis e Hertz, ou seja, a facada foi beeeeem grande. Sem opções, locamos um Golf (o único que tinha no momento) e pagamos a “bagatela” de 222 euros por duas diárias.
      Bom, deixando a raiva de lado seguimos para o nosso hotel, Vigla, que fica em Volimai, o que de carro levou uns 40 minutos. Na verdade são pequenas casas chamadas vilas, umas 4 ou 5, simples mas bem amplas e equipadas, e com uma vista incrível de Agios Nikolaos. O ponto negativo do hotel é que fica totalmente isolado, no alto de um morro, e como não tínhamos coragem de dirigir a noite (as ruas não tem iluminação), acabou que ficávamos “presos” durante a noite, depois das 21h.
      Enfim, devidamente acomodados não demoramos muito e fomos logo para o que interessava: Navagio! Pra chegar lá foi super tranquilo, bastou jogar no google maps ‘Porto Vromi’ e o GPS nos guiou até o destino, sem sustos. Lá compramos o passeio que custou 15 euros, em um barco médio pra grande (mais um erro de quem é afobado demais). De Vromi até Navagio são uns 15 a 20 minutos, e ficamos na praia cerca de uma hora, que já estava bem cheia, mas nada que atrapalhasse. Na volta o barco passa, literalmente apenas passa, pelas Blue Caves, e por ser um barco grande, não deu pra curtir dentro das cavernas e tampouco houve paradas pra nadar, o que foi broxante. Por isso, ao chegar ao porto procure barcos menores, barcos pequenos mesmo, assim, você terá um passeio exclusivo e ainda poderá entrar nas caves e parar pra nadar.
      Do Porto Vromi seguimos para o mirante, o que também foi bem tranquilo, o google maps nesses dois trajetos foi certeiro. Pra conseguir a melhor vista, siga andando à direita do mirante, uns 5 minutos e você terá uma vista perfeita de Navagio. E que vista, o visual é indescritível!
      E pra finalizar o dia fomos pra Agios Nikolaos, a 5 minutos do nosso hotel, onde há um pequeno porto (para onde parte o ferry para Kefalonia) e uma belíssima praia, excelente pra ali terminar o dia. Na verdade, não há um agito noturno nessa região. Existem alguns restaurantes espalhados, alguns mercadinhos, mas o movimento não nos pareceu muito empolgante.
       
      Dia 3:
      Neste dia saímos contornando a costa leste, sem rumo, parando de praia em praia, tais como: Makris Gialos, Xigia, Alikanas e Tsilivi.
      Tanto Alikanas e Tsilivi possuem uma boa estrutura de praia, restaurantes, hotéis, bares, mercados, locadoras de carro e etc. Portanto são uma ótima opção para se passar o dia.
      Pra quem prefere andar a noite a pé, ver gente, ficar em restaurantes até mais tarde ou coisa do tipo, deve se hospedar em Tsilivi ou Alikanas. Essas regiões são bem cara de cidade praiana. E as praias tem estrutura com barracas que oferecem duas cadeiras e guarda sol por cerca de 6 euros.
      As outras praias que visitamos em Zakynthos não são tão especiais como Navagio, e valem apenas uma parada para fotos.
       
      Dia 4:
      Cedo, fomos para o porto de Agios Nikolaos, para pegar o ferry pra Kefalonia, que parte às 09:30. Havíamos combinado com a locadora de devolver o carro no próprio porto, mesmo eles não tendo loja lá. Ponto pra AVIS! O ticket custou 8 euros e compramos na hora, super tranquilo, aliás o ferry era bem grande e estava vazio.
      Desembarcamos por volta de 11:30 no porto de Lourdata, e como não aprendemos a lição, chegamos sem já ter alugado o carro. Para nossa surpresa o lugar não tem estrutura alguma e pra melhorar só tinha um taxi que quando vimos, já estava ocupado. Conversamos com esse taxista, que ficou de mandar algum colega nos buscar. Subimos um morrinho até uma lanchonete que havia no local, que não pode nos ajudar pois não tinha nem telefone. Sugeriu que aguardássemos o ônibus local, sem nenhuma noção de quando passava...Felizmente, 10 minutos depois apareceu um taxi chamado pelo outro taxista, e que inclusive dividimos com um casal de poloneses. Eles ficaram numa região super afastada do centro (Argostoli) e apesar de alguma estrutura de restaurantes e hotéis, fica longe da praia. Sem carro, como planejavam os poloneses, não rola...
      Na Kefalonia ficamos hospedados em Argostoli, principal cidade da ilha, no hotel blue Paradise. Hotel simples, pequeno, mas bem localizado, com ótimos restaurantes ao redor e com um excelente custo beneficio (4 diárias por 114 euros ).
      Check-in feito fomos alugar um carro. Na rua do hotel tem uma locadora e lá alugamos um Smart por 200 euros (pegamos na terça a noite com opção de entregar no sábado de manhã no aeroporto). Como o carro só estaria disponível à noite, fomos de taxi (15 euros ida e volta) pra Platis Gialos. Essa região possui boa estrutura de hotéis e restaurantes e fica a 5 minutos do centro de Argostoli. Lá ficamos na mega barraca Costa Costa, que tem uma excelente infraestrutura, boa praia e bem animada . Voltamos pro hotel por volta das 19h, praia já vazia apesar de ainda claro. Saímos pra jantar rapidinho na pracinha ao lado do hotel e fomos dormir.
       
      Dia 5:
      Neste dia acordamos cedo e fomos pra praia mais famosa da Kefalonia, Myrtos.. Mais uma vez o GPS foi confiável. Passamos a manhã nessa praia maravilhosa, de um azul estonteante. Há apenas uma barraca de praia que serve bebidas e alguns snacks, nada elaborado. Há uma gruta ao lado da praia, onde dá pra mergulhar tranquilamente.
      À tarde, seguimos para outra praia, Petani. Bem distante de onde estávamos, mas que por fim, valeu a visita. Linda praia! Basicamente 2 restaurantes e alguns poucos hotéis. Vale a visita, mas não a hospedagem.
       
      Dia 6:
      No sexto dia fomos a Melissani Cave. Achamos o passeio bem sem graça, é bem bonito e tal mas na minha opinião não vale a pena o tempo e o dinheiro gasto. De melisani seguimos para Antisamos beach, uma bela praia que possui uma boa infraestrutura, que inclusive conta com dois restaurantes que não cobram pela cadeira e guarda sol.
       
      Dia 7:
      Para o último ficamos em dúvida entre ir para Fiskardo e Assos ou para Skala beach com paradas nas praias de Lourdas e Mounda. Optamos pela segunda opção. E bateu um arrependimento quando vimos que as praias não eram tão charmosas quanto as outras que havíamos visto nos dias anteriores. Pena não termos ido à Fiskardo e Assos, vilas que pareciam bem legais.
    • Por afonsosolak
      Rica em cultura, rainha da história e de vida vida vibrante, a cidade de deusa Atenas e capital Grega é a fundadora da civilização ocidental. Atenas é uma cidade orgulhosa, quem sabe com razão, por ter sido o berço da filosofia e da democracia, por ter promovido a ciência e voltado os olhos da humanidade para as estrelas.
       
      Os antigos deuses e dividades da clássica Atenas ainda estão presentes visualmente na cidade. Aparecem em adornos e detalhes que vão da arte à arquitetura, isso quando ambos os conceitos não se misturam se entrelaçam, confundindo até mesmo os mais críticos. Mascotes e lugares recebem seus nomes divinos. Livros, filmes e outras mídias cansam de citar o tema. Eu, humildemente, não poderia deixar de dar meu pitaco também!
       
       
      Um dia que passes em Atenas será o suficiente para descobrir uma cidade que mistura o antigo e o novo. Não estranhe os monumentos Greco-Romanos compartilhando o mesmo quarteirão com edifícios modernos, é algo típico por lá! Outros nos confundem: A Acadêmia de Atenas, o Parlamento Grego e o Zappeion são contruções do século XIX que foram projetadas para que parecessem edifícios antigos e refletir o patrimônio arquitetônico de Atenas.
       
      Se você não é do tipo que fica plantado em museus, um dia será suficiente para conhecer Atenas. Comece visitando a Acrópole e seus templos antigos: Parhenon, Erectheion e Athena Nike. Em seguida desça pela colina e passe pelo Areópago, esta imensa rocha entre a Acrópole e a Ágora Antiga. Suba até a colina da Pnyx, a área utilizada na Clássica Atenas para os encontros das assembleias democráticas. Retorne passando pela Ágora Antiga até chegar novamente na zona urbana de Plaka (TEXTO COM FOTOS EM http://www.theworldbyfon.com/2015/04/um-dia-em-atenas_19.html#more ).
       
      O almoço típico será aqui, no bairro de Plaka! Peça algo com iogurte ou queijo branco! Mas atenção, o tempero grego costuma ser mais forte que o normal! Se você é do tipo que gosta de fazer umas comprinhas, aqui é também é o lugar!
       
       
      Ao leste da Acrópole está o o Templo de Zeus, que assim como a maioria das outras atrações é grátis para estudantes. Se você não for estudante, visite a Acrópole antes e com o mesmo bilhete poderá entrar no Templo de Zeus. O inverso não vale! Este foi o maior tempo grego, com 105 colunas, das quais apenas 16 continuam em pé, mas que já te dão uma boa idéia do tamanho que era esta belezinha! No cantinho da quadra está o "Arco de Adriano e não de Teseu", o Imperador responsável pelo fim dos trabalhos do Templo de Zeus.
       
      Do Templo de Zeus passe pelo estádio Olímpico de Atenas, construído para as primeiras Olimpíadas Modernas! Dali você pode aproveitar e caminhar pelas sombras das árvores do Jardins Nacionais até chegar em frente ao Parlamento. De hora em hora os soldados fazem a troca da guarda.
       
       
      Atravessando a rua e descendo as escadas você estará na Praça Sintagma, que se você provavelmente
      conheceu quando veio do aeroporto pelo metrô. Este é o coração de Atenas! Vale à pena passar um tempo em algum bar ou cafeteria observando o movimento da praça e a grande quantidade de cães de rua (até o Lonely Planet fala disso).
       
      Depois, quase no fim do dia, uma rápida subida até o Monte de Philopappus, seja caminhando (40 min) ou pelo funicular, te trará outras vistas panorâmicas de Atenas e Piraeus, a região portuária. Quando você chegar lá igrejinha no topo, e tiver 360 graus de Atenas abaixo de você, pensará "Cara, era maior do que eu pensei!".
       
       
      Se você prestou atenção, em nenhum momento citei o trasporte público, pois realmente não é necessário! A partir daqui você já está pronto para voltar para o seu cruzeiro ou para aeroporto e continuar sua viagem ou preparar-se pra a festa da noite! Se você é daqueles que gosta de ver "tim-tim por tim-tim" dos museus, reserve um dia mais e durma na capital grega e não deixe de confirir o Museu Arqueológico Nacional, o Museu Benaki e o Museu Nunismático.
       
      Aproveito o post para comentar sobre o Quick Facts, a nova coluna do The World by Fon. São parágrafos breves com uma explicação sobre algum tema interessante no contexto das viagens do Fon! O primeiro foi postado ontem! Confere lá!
       
      E como sempre, se você gostou, peço que gentilmente curta ou compartilhe através das redes sociais ou dos botões aqui embaixo. Isso me ajuda muuuito!
       
      Facebook - The World by Fon
      afonsosolak no Twiter e Instagram - @afonsosolak
       
      Um abraço maior que o Atlântico!
       
      Fon
    • Por raphaela.gonçalves
      Fiz duas viagens incríveis nessa ilha paradisíaca e não poderia deixar de dar dicas pra quem deseja fazer o mesmo! Só pude viajar durante os finais de semana pois durante a semana fiz um estágio. No primeiro final de semana fomos para o leste da ilha, alugamos carro na Avis (não é o local mais barato mas o seguro de lá era o único que cobria qualquer dano sem taxa adicional e achamos que valia a pena) por aproximadamente 150 euros e gastamos mais uns 50 euros de gasolina na volta. Nossa primeira parada foi Kritsa, um dos vilarejos mais antigos da Grécia, uma cidadezinha charmosa, perto do sítio arqueológico de Lató, onde pudemos ver muitas ruínas interessantes, e depois voltamos pra comer em Kritsa. Seguimos para uma praia surreal de linda, a Golden beach, o mar é um dos mais violentos mas é também um dos mais lindos. De lá seguimos para Sitia, onde nos hospedados no Minos apartments, de frente pro mar, com cozinha e tudo, por 60 euros para até 5 pessoas (pagamos 12 cada). À noite, jantamos em um dos vários restaurantes à beira do mar. No outro dia partimos para a trilha "Dead Gorge", a qual pode ser iniciada no começo ou pelo meio, durando de 1 a 2h, em meio a uma paisagem estonteante de formações rochosas gigantescas, e depois de um jardim onde pudemos colher uvas e comer ali mesmo gratuitamente, termina na praia de zacros. Mergulhamos e almoçamos por ali pagando muito muito pouco pra comer de frente pro mar (paguei 2,50 no meu almoço, fora que os gregos têm a mania maravilhosa de trazer frutas e outras sobremesas como cortesia), realmente inacreditável. Na volta páramos em Vai e em Ithanos, sendo essa última a praia que mais gostei, cristalina e em meio a uma paisagem maravilhosa, e menos turística que Vai.
      No segundo final de semana, alugamos novamente o carro pelo mesmo preço mas com um dia a mais (também não entendemos pq haha) e a gasolina deu cerca de 80 euros no total. Seguimos primeiramente pra Chania, uma cidade muito muito charmosa, onde caminhamos pela linda região do porto, pelas ruelas cheias de lojinhas, pelo mercado central, e curtimos bares bem legais à noite numa rua cheia de bares. Ficamos hospedados perto de kissamos, no Tripodis apartments, o qual recomendo fortemente - staff super gentil, nos deixaram uma garrafa de vinho de cortesia no dia da chegada e um prato de melancia no segundo, e pagamos 83 euros por duas noites num quarto apartamento com um quarto duplo e um single de frente pro mar (27,75 por pessoa para os dois dias). Mergulhamos nessa praia no pôr do sol inclusive, somente a água e as montanhas, incrível. Foi tranquilo ir e voltar de Chania para curtir a noite, cerca de 30km. No segundo dia pegamos um barco em kissamos para gramvousa e balos, pegamos o primeiro (10:40) e pagamos 22 euros com desconto estudantil/grupos (25 sem), e valeu muitooo a pena! Ambas são maravilhosas, em gramvousa não deixe de subir até o castelo, a vista é incrível e o mergulho depois é revigorante. No domingo, seguimos para Elafonisi, a estrada não é tão boa então certifique-se de pegar a melhorzinha, é sem dúvidas o lugar mais lindo que já vi na vida! Vale a pena chegar cedo pois as cadeiras lotam (7 euros por duas cadeiras e um guarda-sol, os quiosques são relativamente baratos (pagamos 2,50 na cerveja, 0,50 na água, e vi lanches por cerca de 3 euros). Na volta paramos em Rethymno, onde vimos um pôr do sol maravilhoso e comemos num dos restaurantes à beira do mar, próximo ao castelo, não me lembro o nome mas comi uma pizza incrível, eles têm uma herança da colonização veneziana e por isso também os gelatos deliciosos.
      Tem muita coisa linda pra se ver por essa região, vale muito a pena alugar o carro, especialmente em um grupo de pelo menos 5 pessoas, daí sai bem barato. A estrada em si já é maravilhosa, principalmente a do leste na minha opinião, com as montanhas cobertas por campos de oliveiras, embora tenha gostado mais das praias do oeste.
      Enfim, espero ajudar com meu breve relato!
    • Por namags
      Olá Mochileiros!!
       
      Venho neste meu terceiro relato falar sobre a breve e incrível viagem que fiz à Grécia!
      Além de gostar de compartilhar experiências, fiquei com um pouco de receio quando resolvi ir, não apenas pelos conflitos econômicos, mas pelo País ter um alfabeto diferente, deslocamento pelas ilhas e por estar sozinha .
       
      Quando resolvi tirar férias em junho esqueci de um pequeno detalhe: inicio da alta temporada em muitos lugares ou locais não recomendados pelo clima. Além disso tinha o preço o dólar que não ajudava (continua não ajudando rs) e objetivos de gastos que não poderia ser muito.
       
      Confesso que pesquisei diversos roteiros e lugares incríveis, mas desejei muito a Grécia! Sabendo pouco sobre os problemas econômicos de lá, me programei pra levar dinheiro e desencanar de chegar nos lugares caso houvesse alguma greve.. era um risco a assumir. Mas pensei também por ser alta temporada e ter poucas vagas em hoteis e hostels, uma boa chance de ser uma ótima viagem.
       
      Pesquisei roteiros aqui no mochileiros em vários sites bacanas de viagens e as dicas foram super úteis! E por incrível que pareça é MUITO fácil se deslocar por lá! Um dos motivos pra relatar a viagem é acrescentar informações técnicas pra quem planeja ir um dia.
       
      Foram 10 dias de viagens, sendo 3 noites em Atenas, 3 em Mykonos, 2 em Santorini e 1 noite em Atenas.
      Passagem: por ser verão europeu, as passagens são mais caras... mas consegui uma promoção da Swiss que facilitou muito a vida! E detalhe.. comprei no final de abril!!
      Obs: Não existe voo direto do Brasil pra Grécia. As grandes empresas europeias fazem escalas.
       
      Com a passagem garantida, fui ver hotel e ferrys!
      Mykonos e Santorini tem aeroporto e é outra opção de translado. Optei pelo ferry por ser mais barato.
      Em relação aos ferrys, nos sites http://www.greekferries.gr e http://www.go-ferry.com/, você pode pesquisar diversas empresas que fazem os translados. Algumas delas são a Hellenic Seaways, Sea Jets e Blue Star Ferries. Recomendo comprar no site da própria empresa.
       
      Problema que tive na compra dos ferrys
      Pesquisando no site, vi que pela Blue Star estava com ótimo preço pra econômica, mas meu cartão não passou diversas vezes e quando consegui, eles cobravam uma taxa do ticket absurdamente alta. No final, comprei pela Hellenic Seaways. Ela é mais cara comparada a outras na classe econômica, mas tem a vantagem de ser mais rápida (highspeed) - super vantajoso na volta de Santorini pra Atenas
      Obs: você tem que retirar os tickets na agência antes de embarcar! Fique tranquilo que são bem localizadas e super rápido! Só esteja com o passaporte em mãos!
       
      Ferrys
      40 euros Atenas- Porto Piraeus para Mykonos
      61 euros de Mykonos pra Santorini
      59 euros Santorini para Atenas (Piraeus)
       
      Em relação as hospedagens
      Sabendo que seria verão, já fui atrás de hospedagem. Seguindo sugestões, em Atenas fiquei no Athens Backpackers, Mykonos no Morfoula's Studio e Santorini no Hotel Antonia.
      Optei por ficar em hotel em Mykonos e Santorini por descansar mais. É mais caro do que hostel, mas nada melhor do que um pouco de privacidade.
       
      93 euros o Hostel em Atenas
      135 euros Morfoula's
      98 euros Hotel Antonia
       
      Por fim, o dinheiro. Li que não é um País caro e devido a crise, resolvi só levar em espécie. Mas também levei cartão de crédito para alguma emergência. No hostel eles não aceitavam mais cartão de crédito, apenas dinheiro pela situação.
       
      Em relação a bagagem, inicialmente pensei em ir com a minha mochila de 78l da trilhas e rumos, mas por ser um roteiro tranquilo, optei pela mala. No final a ida foi com 12kg e a volta 17kg (comprei váááários sabonetes de oliva hahahaha).
       
      Passagem, hotel, translados e roteiro garantidos.. bora viajar!!
       
      Cheguei em Atenas no período da tarde (6h de diferença do Brasil) e resolvi ir de trem e metrô até o hostel.
      Se você pesquisa pelo Google, ele passará os nomes das estações em grego ... maaaaaas ainda bem que nas estações tem a tradução para o nosso alfabeto!
      Eles tem poucas linhas de metrô e o deslocamento foi super tranquilo levando uns 40 minutos até a estação Acrópole. A passagem saindo e indo para o aeroporto para qualquer estação de metro custa 8 euros, e o metrô pela cidade custa 1,60 euros. Outra opção é pegar um táxi, mas não sei o valor. Importante: não tem catraca no metrô, você apenas válida o ticket. Teoricamente alguém irá verificar depois, mas não sei se foi pela crise, ninguém conferiu e teve dias que usei o metrô de graça porque eles não estavam cobrando.
       

       
      Uma coisa legal do metrô é que algumas estações tem réplicas de estátuas gregas, objetos encontrados nas escavações... diversos mini museus rs
       

       
      O hostel fica na região de Acrópole, que é dos points turísticos de Atenas! Tem diversas opções de restaurantes nos mais diversos preços e gostos pra todos! Ao lado fica Plaka, uma região cheia de restaurantes e lojas de lembrancinhas. Confesso que a maioria das lojas tem as mesmas coisas, mas vale a pena andar por elas e achar um bom preço!
       



       
      Gostei muito do hostel, principalmente da localização e pela bela vista do Partenon! Conheci diversas pessoas super legais e foi bem animado! A única coisa que não curti foi que o chuveiro que encharcava todo o banheiro.

    • Por gustavo esteves de mattos
      Galera, meu nome é Gustavo Mattos , moro no Rio de Janeiro e vou falar aqui um pouco da viagem que fiz com minha noiva em agosto – 2015, com o roteiro falando apenas da Grécia, que foi uma parte da viagem.
      Grécia : Rhodes ; Santorini ; Mykonos; Zakhyntos e Athenas
       
      Segue link para roteiro completo com Paris , Londres e Grécia: #1117355 ou
      paris-londres-grecia-rhodes-santorini-mykonos-zakyntos-e-athenas-20-dias-t117773.html
       
      DIA 1 LONDRES/RHODES
      DIA 2 RHODES
      DIA 03 RHODES/SANTORINI
      DIA 04 SATORINI
      DIA 05 SATORINI/MYKONOS
      DIA 06 MYKONOS
      DIA 07 MYKONOS/ZAKHYNTOS
      DIA 08 ZAKHYNTOS
      DIA 09 ZAKHYNTOS / ATENAS
      DIA 10 ATENAS
      DIA 11 ATENAS COM PIT STOP EM ROMA
      VOO - Alitalia (ótimo avião)
      GRÉCIA
      RHODES
      Na Chegada alugamos um carro pela empresa Auto Europe( aluguel feito no Brasil). 140 euros por dois dias.
      Ilha muito grande- quadriciclo não comporta. Ideial é um carro .
      Gasolina para dois dias : 20 euros rodei a ilha toda e entreguei o carro no porto – ida para Santorini
      Dia 1
      Fomos direto para o centro ver os castelos na Old Town. Muralha Gigantesca e bem extensa. Lugar muito bonito e diferente. A muralha pega uma parte da orla , lugar incrível. Muito bom ter colocado no roteiro.
      Vamos direto ao assunto: passeamos por todo redor das muralhas e paramos para experimentar pela primeira vez a comida grega. Pedimos um pitagyros (3,00 euros) e um giros plate. Esse é o prato principal da Grécia. Encontramos em todas as ilhas . comemos de vez em quando, mas enjoa. Ele é barato e a quantidade de comida é imensa.
      Rodamos o comércio local mas o que eu queria mesmo era praia. Chega de Museu, andar , pub e bistrô. Agora é Praia e peixe!
      Peguei o carro e fui na direção de lindos, lado onde tem as melhores praias . parei na primeira que é uma praia fechada. Tem apenas uma Rua de acesso. Tiramos uma foto(vou postar que aparece a praia. Não entrei pois estava no final da tarde, mas parece uma lagoa). Fomos para casa pois acordamos duas da manha este dia.o voo foi 6 horas como disse.
      Dia 2
      Exploramos a ilha.
      Começamos indo a vila de lindos. Lugar muito bonito. Você entra na vila e vai subindo. Para para o pedágio. Apenas 6 euros por pessoa. Sobe mais um pouco e lá em cima tem uma vista incrível do mar. Lembra um pouco a acrópole de athenas , mas com menos monumentos. Um dos lugares mas bonitos que já vi. Pesquisem no GoOgLe.
      Já tinha uma praia bem abaixo de lindos.desci pela trilha e fui direto para lá. Praia boa e calma mas a água não é muito clara. Fiquei uma hora e fui para outra praia. Deixe-me lembrar .....
      Voltei sentido centro, não achei necessidade de dar a volta na ilha pois tinhas mais de 7 praias voltando. RS .Passei por algumas praias, mas a melhor é TSAMPIKA. Bonita, água clara e bem estruturada.
      Fiquei uas duas horas, depois segui para praia de falikari. Achei extensa e normal.
      Seguimos , passamos pelo centro e fomos no outro sentido da ilha, onde tem as praias com águas claríssimas, mas ao invés de areia são pedrinhas. Maré bem forte à tarde também. Vi muito a pratica de Kitesurf .
      Praia boa para olhar. Lanchamos e fomos nos arrumar para um jantar semi- romântico.
      O Sol foi-se e fomos para o centro de Rhodes. Sem querer, achamos uma rua badalada, bares com muitos gregos e italianos. (povo dominante no local). Curtimos à noite e fomos embora.
      Resumo da ilha:
      Palavra –chave : Diferencial e impressionante. Praias e castelos num ambiente só. Aas praias são normais, com destaque para uma que faz uma coloração bem clara, mas tem muita onda e pedras ao invés de areia. Não da para ficar .Gostei muito de conhece-la .
      Proxima parada :Santorini (Love of Island)
      Locomoção : ferrye
      Blue star ferrys( pago no Brasil) – uns 40 euros por pessoa)
      Tempo – 9 hrs ,mas atrasou . levou 11 – barco imenso e muito aconchegante. Teve uma surpresinha Turca mas deixa pra lá.rs deleta
      obs: Os gregos adoram os Brasileiros. Nunca fui tão amado em outro país, nem na Argentina fui tão amado como na Grécia.











      SANTORINI– Love of Island
      Chegamos a Santorini com um dia perdido, pois foram 11 horas dentro do Navio. Quem deseja colocar Rhodes no roteiro, tem que se atentar que é demorado a ida para outras ilhas e não tem barco direto para outras ilhas. É muito restrito, por isso deve colocar um dia a mais só para o deslocamento. Avião também não vi vantagem, pois passavam tudo por athenas e demorava muito tempo a conexão.não custa na da pesquisar no Skyscanner . Curti santorini um dia apenas.acho que 2 é ideal. Fiz quase tudo, pois a ilha é bem pequena.
      Dia 1
      Ligamos do hotel e foram lá me buscar e levar até a locadora para pegar um carro, pois um dia achei o melhor meio de se locomover, pois quadriciclo é bem lento.
      Acordamos cedo e tomamos um delicioso café da manha no hotel Calderas memories( vista incrível das calderas, recomendo.) e Fomos direto as praias:
      * Começamos por Red Beach . Praia de areia avermelhada formada por rochas vulcânicas. Ela é Bem bonita mas sem estrutura nenhuma. Nem melhor nem pior , apenas diferente ,rsrs
      * Fomos depois para perissa e perívolos, uma do lado da outra. Praia bem legal também de areia cinzenta.
      *em seguida, Kamari Beach – Essa achei a melhor praia. Grande , bem bonita, muitos bares, cadeiras e restaurantes. ( melhor praia)
      Obs: estacionamento em todas praias são livre. (free)
      Saimos da praia e fomos ao hotel tomar um banho e conhecer logo em seguida o restaurante Santo wine, que fica no caminho de red beach e tem placas indicando. O rodízio de vinhos com petiscos varia de 18 a 30 euros. Pedi um com 12 copos de vinhos de diversos tipos e paguei apenas 22 Euros. Muito em conta. No sexto copo não sabia nem mais diferenciar o sabor.rsrs . Estavamos bem alegres e fomos tirar fotos na vista do local. (vista das calderas ).
      Em seguida partimos para Oia, ver o famosos por do sol . Chegando lá , estacionei logo e fui andando e passando pelas casinhas brancas e tirando foto. Chegando lá , muita gente ocupa um pequena terraço e outras descem para a direita para ver debaxo o famosos por do sol. Só consegi graças a gopro. RS coloquei no cabo e de cima bati algumas fotos, pois estava insuportável de cheio. Acho que do meu hotel a vista era tão bonita quanto.
      OIA É Lugar maravilhoso também. Muito estruturado e diferente. Bastante comercio e restaurantes para quem quiser passar à noite no local.
      Partimos para Firá, centro de Santorini. Comemos num restaurante e passeamos no local. Muito cansados já, pois o dia foi corrido demais , fomos para o hotel descansar para partir para mykonos.
      Resumo
      Ilha formada por uma erupção vulcânica. É muito bonita mesmo e diferenciada das outras. As praias não é o forte da ilha, apenas a Kamari beach que achei diferenciada. As caldeiras são bonitas demais e Oia é impressionante. Um lugar com casas brancas juntas e em cima de um morro( caldeira), acho que não encontra em mais nenhum lugar do mundo. Conhecemos praticamente tudo, apesar de corrido e valeu. acho que um dia a mais para ficar em fira e relaxar na piscina do hotel seria bom, mas valeu.
      Dia 3
      Acordamos, entreguei o carro, pois não pode passar de 24 hrs o aluguel(70 dólares - fiat 50 conversível). aguardamos o rapaz do transfer e fomos para o porto para ir para mykonos .


       





      Mykonos
      Chegamos em mykonos de ferry (empresa sea Jet) , comprei pelo site paleólogos travel ( 65 euros por pessoa) .
      Fiquei hospedado no hotel Milena, bem próximo ao centro - Chora( 5 minutos de quadriciclo). Oferece transfer gratuito do porto e do aeroporto, basta avisar por email o horário de chegada e os dados do transporte utilizado. Hotel excelente e um dos melhores preços, pois hotel em mykonos é bem carinho.
      Começamos alugando um quadriciclo, pois lá e o melhor transporte(infelizmente só tem de 50 cc, pois tem muito acidente na região porque é uma ilha em que os jovens bebem bastante e dirigem depois).
       
      Dia 1
      Dia sempre corrido , RS . fomos à praia de paradise beach conhece-la. Praia onde tem dóis quiosques bem sofisticados tocando música. Fica muito cheia no por do sol, onde o pessoal sai da praia para ficar na balada ali mesmo no local. Praia bem sofisticada.
      Saímos de lá e fomos ao centro Chora, mas pronuncia-se Róra. Lá tem uma famosa rua lettle venice onde tem um comércio de restaurantes e roupas bem forte. Visual muito bonito das casas e vielas brancas e os famosos moinhos de mykonos no caminho. Comemos uma pizza bem gostosa no restaurante Antonio’s e fomos para casa descansar.
      Dia 2
      Comecei o dia indo as praias
      kalo Livadi ( pequena praia e bem deserta. Fiquei 20 minutos). – se o tempo tiver curto aproveite as outras
      Kalafati beach – praia normal, parecida com praias de outras ilhas. Frequentei por 40 minutos e fui para lia.
      Lia – Passei de quadriciclo por cima só. parece ser bem estruturada. Bonita eu vi que é.
      Fomos para o outro lado da ilha. Achei as praias super bonitas. As melhores até o momento.
      Panormos – bela praia, me banhei bastante .
      Agios Sostis – Foi a que mais gostei. Do alto você visualiza a praia. Ao lado da praia panormos . desce uma trilha bem pequena de areia e já está na praia. Fiquei por bastante tempo relaxando ali.excelente praia.
      Psarou – Praia bem top de Kykonos. Diversas espreguiçadeiras e toda estruturada com restaurantes.
      Super Paradise – Finalizei o dia nesta praia. Outra praia bem estruturada com festa. Um pouco melhor que a Paradase Beach em relação a musica e o público que frequenta. O motorista do hotel já tinha me avisado. Em paradise o público é de 18 -23 anos em média. Super paradise o público é ¬de 25 a 40 anos.
      Fui para o hotel descansar para ir ao centro a noite, mas apaguei e não tive forças para levantar .rsrs
      Meu voô era 10 hrs da manhã para Zakhyntos
      Resumo
      Uma excelente ilha para quem procura boas praias e festas. Ilha bem animada de dia e a noite. Nada a reclamar.
      Vale muito a pena colocar no roteiro.











      Zakyntos
      Fomos para a ilha de avião (médio avião da empresa Olympic – aegean) 230 Euros por pessoa.
      Chegamos no aeroporto e lá estav ao pessoal da Green motion (autoeurope) aguardando para fazer o aluguel do carro.
      Dia 1
      Pegamos o carro, fomos ao hotel Varres(muito bom) e de lá já partimos para a parte de cima de navagio Beach (shipwreck - nas placas).
      Chegamos lá em 35 minutos. Um dos lugares mais bonitos que vi na vida. Fiquei lá viajando um tempão e tirando diversas fotos. Valeu muito ir nesta ilha. obs: tem que fazer a trilha lá em cima, pois são as melhores fotos.ir até o final onde se tem a melhor vista da praia.
      Saimos de lá, acabei me perdendo e indo ao porto Vromi( onde sai as embracações para navagio Beach), mas como era no final da tarde, resolvemos não fazer o passeio de barco para Navagio. Me arrependi, pois dia seguinte a maré subiu, mas já vou contar a aventura. Rsrs
      Como não tem estrada, voltamos tudo de novo e fomos para o porto Limnionas ( muito bonito também, mas estava no final de tarde e ficamos pouco tempo).
      Esta ilha é imensa e tem poucas estradas. Gasta-se muito tempo dirigindo.
      Voltamos para o centro e jantamos num restautante italiano muito bom. Os pratos demoram um pouco para sair nos restautantes da Grécia. Se o tempo tiver curto a melhor opção é um lanche ou um pita gyros.
      Dia 2
      Fomos logo cedo para o porto Vromi fazer o passeio de barco para Navagio. Estávamos muito animados. Chegando lá, a maré estava alta e o barco não iria parar na praia, ficou apenas rodando perto para podermos apreciar. A maré lá estava bem alta. Na volta foi parando nas blue caves que também são muito bonitas. Vou ser sincero: ficamos um pouco chateado, pois nos arrependemos de não ter ido no primeiro dia, mesmo estando em final de tarde.
      Logo depois do passeio, fomos ao porto Limnionas e ficamos lá um tempão nadando. Muito bonito nesse dia, pois a água estava bem clara. Porto muito bom para ficar relaxando.
      Logo depois fomos conhecer as praias, mas acabei me perdendo e parando dentro de um vale de oliveiras. O que mais se vê em zakhyntos são oliveiras, parece até filme de terror. rsrs
      Próxima parada Foi em Keri beach. Praia com algumas embarcações onde aluguei uma lancha e fui até uma ilha em frente onde ficam algumas tartarugas gigantes nadando. Consegui ver apenas duas ao lado da lancha. Parei neste ilha e fiquei uma hora lá relaxando. Depois, fomos ao badalado bairro de Laguna, que tem uma rua que parece o centro da cidade. Muito movimentada com diversos bares e boates bem decorados. Curtimos bastante esse dia. Fomos para o hotel depois pois já era bem tarde.
      Dia 3
      Chegando no hotel, verificamos que nosso voô para Atenas era apenas na parte da tarde e resolvemos ir até o porto verificar a maré para fazer o passeio para navagio beach de novo, a atendente do hotel falou antes que continuava com a maré alta, mas fomos lá conferir.Brasileiro nunca desiste. rs
      Chegamos lá e a maré estava ótima. Água claríssima . Fomos logo na primeira embarcação. Passeio perfeito, ficamos uma hora na praia, que estava bem cheia. Fiquei nadando naquela água azul mais que bebê por um bom tempo e ainda encontrei alguns brasileiros lá. Muito bom. Agora ficou perfeito o passeio.
      Fomos em seguida para o aeroporto e deixamos o carro com a chave debaixo do tapete, mas logo parou o carro da seguradora no local para conferir.
      Resumo de Zakyntos
      Ilha com a praia mais bonita que vi na Grécia e em toda minha vida. Muito grande e tem boas praias. É bom planejar bem o roteiro para não perder tempo. Tive tempo de conhecer poucas praias do litoral, pois teve esses imprevistos e perdi um pouco de tempo, pois as coisas são bem longes na ilha. O centro é bom , mas laguna beach é bem mais animado pela quantidade de comercio que tem na região . Valeu muito a pena conhecer a ilha e se puder voltarei para acabar de conhecer o restante das praias.
       












       
      Atenas
      Chegamos em athenas de avião, em torno de 1 hora de Zakyntos .
      Pegamos o metrô e fomos direto ao hotel Fomos direto ao hotel Areos ( muito bom e localizado há duas estações de metro do centro( praça syntagma).
      Saimos para jantar perto do hotel mesmo, pois tinha alguns restaurantes na avenida principal e voltamos para o berço, pois dia de deslocamento é sempre muito cansativo.
      Dia 1
      Fomos cedo para a Acrópole (ingresso 6 euros por pessoa) , subimos e visitamos tudo Lá em cima. Ficamos umas 4 horas Lá dentro, pois é bem grande. Depois fomos nas pedras lá em cima mesmo para tirar foto da vista. (recomendo).
      Descemos e fomos passear no centro, onde estava tudo aberto( comercio de roupas e restaurantes) e bem movimentado. Fomos até o templo de Zeus que é perto também.Depois paramos no centro para almoçar e fomos para o hotel nos arrumar para dar uma volta a noite.Sol bem forte nesse dia, desgasta muito.
      À noite fomos ao centro e jantamos abaixo da acrópole.
       
      Resumo
      Athenas é uma cidade histórica muito bonita onde se consegue visitar os pontos turísticos e um ou dois dias. Achei o tempo que fiquei bom, pois não tem muita coisa no momento, pois a cidade esta numa forte crise e apenas o centro está movimentado. O Resto da cidade parece estar muito vazia.




       
      Fim de relato e de Viagem!!
       
      ops , pit stop em Roma por 5 horas ....
      pegamos o trem que sai do aeroporto e pegamos o metrô, duas estações já estávamos no Coliseu.


      THE END
×