Membros D FABIANO Postado Terça às 00:49 Membros Postado Terça às 00:49 @luizh91 Quando eu estive lá no IberoStar,uma tarde era para conhecer Novo Airao e os botos.Lá,eles eram acostumados com as pessoas e chegavam perto, além de deixarem ser acariciados.Eu não fui,porque não sei nadar,mas todos que estavam ali,inclusive os guias,entraram no rio,pois Novo Airao era muito pequeno e não tinha nada para fazer,ao menos,nas imediações em que o navio parou. A pergunta é:Novo Airao tem o que se fazer? Citar
Colaboradores luizh91 Postado Terça às 13:13 Autor Colaboradores Postado Terça às 13:13 4º DIA - 08/01/2026 - SELVA Mais um dia de selva! No dia anterior, William nos avisou que saíriamos bem cedo para ver o nascer do sol na floresta. Assim, acordei às 5 da manhã e saímos da pousada às 05:30, quando ainda estava escuro. Além do nascer do sol, também aproveitamos para ver a dinâmica dos animais durante o amanhecer, pois é uma excelente hora para visualizar, principalmente, as aves! Navegamos ao longo do Rio Juma por cerca de 25 minutos e, a essa altura, já começava a clarear. E daí começou o show. Várias revoadas de aves ao nosso redor, principalmente garças e biguás. o William desligou o barco e ficamos contemplando aquele espetáculo, eram centenas de aves! Muitas mesmo! E a todo momento apareciam mais e mais. Era uma diversidade de cantos que se misturavam naquela imensidão. Incrível! Ao mesmo tempo que ficamos observando os animais, o sol começou a aparecer e, mesmo tímido, nos presenteou com um belo nascer. O dia estava apenas começando. Destaque também para os botos, que apareceram aos montes para brincarem entre si durante o amanhecer. Saindo da pousada Nascer do sol! WhatsApp Video 2026-01-27 at 09.59.51.mp4 Apenas uma das inúmeras revoadas que vimos. Incrível! Como janeiro é o começo da época de chuvas na Amazônia, é comum o tempo mudar várias vezes ao dia. Às vezes amanhecia nublado, depois abria, daí a tarde caia um chuvisco e depois abria de novo. Às vezes amanhecia com sol e depois ficava nublado. Enfim, não é a época com tempo mais firme (por isso falei que é baixa temporada - a alta é de junho até novembro), mas perfeitamente aproveitável. Após o nascer do sol e o show das aves e botos, retornamos à pousada para tomar café da manhã, que se iniciava às 7hrs. Os horários das refeições na pousada são padrão e sempre os mesmos: café da manhã às 7, almoço ao meio-dia e jantar às 19hrs. Por isso, é bom levar alguns petiscos para caso sinta fome neste intervalo (e em último caso há o barzinho por lá para comprar algo). O café da manhã era bem gostoso, com frutas, pães, bolos, geleias, ovos e sucos da região, além do cafezinho que não pode faltar. Tinha chá também. Totalmente caseiro, mas muito gostoso. Quase sempre no café tem a presença de dois papagaios que aparecem para visitar toda manhã. Um deles tem até nome: Jubileu! Adoram sementes de melancia rs Após o café, subi para o quarto para me arrumar, pois o próximo passeio sairia às 08:30 e precisava ser feito de calçado fechado e calça, já que seria a trilha na floresta! Eu levei aquelas calças de tactel finas e me atendeu bem, pois não esquentaram e serviu bem para andar pela mata. O calçado fui de tênis mesmo. Até pensei em levar minha bota de trekking para a viagem, mas ia pesar muito na bagagem e seria usada em poucas ocasiões (ainda bem que não levei). Da-lhe protetor e repelente, e bora para a trilha na floresta. Jubileu! Meu café da manhã Uma adendo sobre os mosquitos: Li vários relatos sobre a presença dos mosquitos na Amazônia e fiquei um pouco preocupado quanto a isso, pois sou daqueles que quando leva picada, fica todo empolado kkkkkk mas este foi um tópico que me surpreendeu positivamente. Quase não fui atacado pelos mosquitos! Claro que usei bastante repelente, mas notei menos mosquitos do que eu esperava e até perguntei para o guia quanto a isso. Ele disse que o "inverno amazônico" é, de fato, uma época com menos mosquitos e que eles tendem a atacar mais no verão. Então tá bom! Às 8:30 o grupo se reuniu no deck da pousada e partimos rumo à trilha na floresta. O barco navegou por cerca de meia hora e parou na margem de um dos afluentes do Rio Juma, em área de mata de terra firme (que nunca alaga). Ali descemos do barco e iniciamos nossa caminhada pela mata. Esse passeio é mais destinado à explorar a flora da Amazônia, explicações sobre os frutos da região e as propriedades medicinais das plantas, além de alguns comentários sobre a importância econômica de algumas espécies. Naquela região da floresta existem muitas castanheiras e os frutos delas aparecem espalhadas aos montes pelo chão. William nos mostrou qual é o procedimento de coleta das castanhas, em que o "fruto" principal é quebrado e as castanhas ficam na parte de dentro. Geralmente, nas cidades, as castanhas são vendidas em torra. Por ali, eles fazem a coleta e vendem in natura, o que sai bem mais barato (e a castanha também é mais saborosa). William também falou sobre as "sapupemas" das árvores amazônicas, que são as raízes das grandes arvores que, quando golpeadas, emitem sons graves que são ouvidos à longa distância. Segundo o guia, as sapupemas das árvores eram e ainda são usadas pelos povos tradicionais (tanto indígenas quanto ribeirinhos) para se comunicar em meio à floresta. Passamos também por alguns árvores de onde são extraídas o breu branco, muito utilizado para fabricação de óleos e incensos. Nesta região da Amazônia também são muito comuns as palmeiras de babaçu, que são utilizadas para inúmeras finalidades. De acordo com o guia, a principal finalidade dela para quem reside na selva/povos ribeirinhos são suas folhas para a construção de telhados. Os telhados de palha são feitos da folha de babaçu, que tem boa durabilidade e é bem resistente à força das chuvas, sendo necessário fazer a troca de 5 em 5 anos. Além disso, a folha do babaçu é muito utilizado para artesanatos, que são uma fonte de renda importante para os povos ribeirinhos. Ao longo da trilha também passamos por muitos formigueiros, com destaque para as formigas tapiba, que eram utilizadas como repelente natural. Ao colocar a mão no formigueiro e deixar as formigas subirem no braço, elas exalam um cheiro que repele os mosquitos. Muitissimo interessante! Processo de extração da castanha Castanha in natura! A folha do babaçu Formigas tapiba, repelente natural! Amazônia! Por volta das 11 horas, retornamos para a pousada para almoçar. William disse que às 15 horas nos encontraríamos para nos dirigirmos ao local de acampamento na floresta. Também deu algumas instruções sobre quais roupas levar e como seria a dinâmica de acampamento. Almoçamos e, depois do almoço, ainda havia um tempinho até dar o horário de ir ao acampamento. Então, bora mergulhar! Um dos momentos que eu mais gostei durante a passagem pela selva foram os banhos de rio. Revigorantes demais! Melhora o astral de qualquer um. Pontualmente às 15 horas, o grupo se juntou para partir ao acampamento na floresta! O local em questão ficava a cerca de 1 hora da pousada e William levou no barco alguns suprimentos necessários para a noite da selva: água, comida para fazer o jantar e as redes com mosqueteiros para passarmos a noite. As lanternas era por conta de cada um, ou seja, leve a sua. Eu comprei uma na shopee de cabeça e me atendeu bem, até achei a luz bem forte em alguns momentos. Chegando no local, descarregamos os suprimentos do barco e andamos cerca de 5 minutos até chegar no local de acampamento. Ali, existe apenas uma estrutura de madeira com cobertura de palha para montar as redes e uma outra com a brasa para fazer a comida. E é só isso kkkkkkkk Acomodamos nossas mochilas no chão e o William nos mostrou a forma com que deveriamos fazer a montagem das redes com os mosqueteiros. O esquema aqui é: cada um monta a sua. Confesso que não foi fácil, pois existe toda uma lógica para prender a rede e o mosqueteiro de forma que não tenha brecha para os mosquitos entrarem, e ao mesmo tempo que a rede não fique tão baixa. Precisa estar bem instalada para que, ao menos, haja uma noite razoável de sono (spoiler: não houve). Com a ajuda das meninas do grupo, consegui montar minha rede. Redes instaladas, agora é hora de preparar o jantar! Montamos uma toalha de mesa improvisada com as folhas de babaçu (consegui aprender o trançado) e começamos a fazer a janta na brasa que havia por ali. O cardápio era pirarucu assado com arroz, farofa, batatas, cenouras e uma linguiça calabresa de aperitivo, além de cebolas para acompanhar! Um prato bem simples, mas muito gostoso (até repeti, pois não queria ficar com fome no meio da selva kkkkkk). A bebida aqui é a água mesmo, esquece os luxos de refri ou cerveja 😅 Após o jantar, recolhemos as sobras e lixo para levar de volta à pousada quando retornassemos e fomos para o barco, rumo a observação do céu! Nem preciso falar que fiquei novamente apreensivo pela navegação noturna, né? Sem dúvidas, foi meu maior medo nesta viagem (e olha que me considero aventureiro). O guia se afastou do acampamento, desligou o barco e a lanterna e pediu que todos deitassem para fazer a observação de estrelas (e o meu medo que o barco virasse naquele meio de rio?). Mas deitei e a experiência não poderia ter sido mais completa! Como não há interferência de iluminação urbana ou algo do tipo, a visualização do céu ali é perfeita! Muitas estrelas, a lua estava no quarto minguante, o que não atrapalhou a visualização, os sons dos animais da floresta se misturando com aquele cenário. Incrível demais. Diria que essa experiência de observação do céu só perde para a que tive no Atacama (que aí é díficil competir mesmo). Chegando no acampamento Redes montadas! Nossa elegante toalha de mesa Jantar de luxo! Voltamos por volta das 21:30 para o acampamento e, após um breve papo descontraído do grupo, deitamos nas redes para tentar dormir. A questão é justamente dormir, né? Não há silêncio. Existem sons de diversos tipos para todo lado, e nem sempre é possível identificar o que é ou de qual animal vem. Soma-se a isso o vento que bate nas árvores e faz aquele som característico. É uma experiência sensorial que eu recomendo para se ter pelo menos uma vez na vida. Fechei os olhos e tentei pegar no sono, mas nunca consegui dormir de forma profunda. A madrugada inteira dei "pescadas" e qualquer barulhinho me acordava. A sensação aqui é que ficamos alerta o tempo todo, afinal, é o desconhecido, né? Outra questão importante aqui é: ir ao banheiro para fazer xixi. Eu evitei beber muito liquido a noite justamente para não me dar vontade de fazer xixi de madrugada, mas parece que quando estamos tensos, é aí que a vontade vem. Olhei no relógio e por volta da 1 da manhã eu não conseguia mais segurar e tive que levantar para fazer xixi. Daí é pegar a lanterna, colocar o tênis e ir um pouco afastado das redes para urinar. A lanterna sempre apontada para o chão, para ver onde pisa kkkkkkkkk um caos! Mas deu certo, e de madrugada ainda me deu vontade de ir mais uma vez (que ódioooooooooo). No fim, deu tudo certo! Entre pescadas e sono leve, rolou a primeira experiência em acampamento em meio à Amazônia! Citar
Colaboradores luizh91 Postado Terça às 13:16 Autor Colaboradores Postado Terça às 13:16 12 horas atrás, D FABIANO disse: @luizh91 Quando eu estive lá no IberoStar,uma tarde era para conhecer Novo Airao e os botos.Lá,eles eram acostumados com as pessoas e chegavam perto, além de deixarem ser acariciados.Eu não fui,porque não sei nadar,mas todos que estavam ali,inclusive os guias,entraram no rio,pois Novo Airao era muito pequeno e não tinha nada para fazer,ao menos,nas imediações em que o navio parou. A pergunta é:Novo Airao tem o que se fazer? Fabiano, normalmente o passeio de Novo Airão é feito combinado com Anavilhanas, que é uma área de Parque Nacional em que existem muitas praias de rio. Então, geralmente o pessoal vai fazer Novo Airão para ver os botos e visitar comunidades ribeirinhas, e depois se dirigem para as praias de Anavilhanas. Citar
Membros D FABIANO Postado Terça às 13:52 Membros Postado Terça às 13:52 O Ibero Star faz diferente, pois é ir a selva e voltar ao navio. Por isso, não fiz esse acampamento(coisa que sempre odiei)e só desci a Novo Airao e voltei ao navio, mas foi o que queria, pois não gosto de ficar mal acomodado.Agora mesmo, vou em outro navio do mesmo tipo,mas lá no rio Yangtse. Depois faço o relato aqui. Citar
Colaboradores luizh91 Postado Terça às 19:50 Autor Colaboradores Postado Terça às 19:50 5º DIA - 09/01/2026 - SELVA Amanhecer no acampamento! Na noite anterior, antes de dormir, William disse que acordaríamos às 5 da manhã para ver o nascer do sol, caso não estivesse chovendo. E adivinhem só? Começou a chover por volta das 4 da manhã 😅 Então, "dormimos" mais um pouco e levantamos às 05:30 para desmontar o acampamento e preparar o retorno à pousada. A essa hora, a chuva já havia parado e os macacos bugios junto com o canto das aves nos avisavam que era hora de levantar. Sobre dormir na selva: Achei tranquilo. O único porém foi ir ao "banheiro" de madrugada, mas não tem jeito né? Pega a lanterna e só vai. Mas a experiência em si eu achei bem de boa. Como eu já falei, não existe silêncio. Achar que vai dormir na floresta e será um lugar silencioso é utópico. O tempo todo se ouve sons por todos os lados. O guia nos disse que muita gente que fecha esse passeio chega no local do acampamento, tem algum ataque de pânico/ansiedade e daí ele tem que levar de volta a pousada. Não tem sinal de celular, energia elétrica, banho e nenhum luxo. A única estrutura é a cobertura de palha para colocar as redes 🤣 Amanhecer no acampamento e a única luz é da minha lanterna 😅 Saímos do acampamento às 6 da manhã rumo a pousada, onde chegamos por volta das 6:50hrs. Como já estava quase na hora do café da manhã, subi para guardar minhas coisas no quarto e desci para o restaurante para comer. A essa hora, a fome já estava batendo forte rs o próximo (e último passeio) sairia às 08:30, ou seja, daria tempo de tomar café e ainda jogar uma água no corpo, já que eu estava sem banho há quase 24 horas kkkkkkkk e assim o fiz! De banho tomado, o grupo se juntou no deck no horário combinado e partimos para o último passeio de selva: visita à casa de ribeirinho e a samaúma! Primeiro, fomos ver a samaúma, que ficava a cerca de meia hora da pousada. Chegando lá, subimos uma escadaria até chegar na área de acesso à gigante da Amazônia. A samaúma é uma das maiores árvores do Brasil e a que fomos visitar já era imensa, sendo considerada uma árvore com propriedades espirituais e sagrada na região. Tem uma energia incrível! Como só tinha nosso grupo no local, ficamos um bom tempo apreciando aquela belezura e sentindo toda a boa energia que a Amazônia tem a oferecer. Depois, fomos para a casa da dona Zila, uma ribeirinha que produz açai e castanha na sua propriedade, além de artesanatos e óleos/perfumes de diversas plantas da Amazônia. La também pudemos ver o Urucum, que é uma planta muito utilizada pelos povos tradicionais devido à sua tintura. Os artesanatos e os óleos/perfumes são disponíveis para venda, mas aqui um adendo que esqueci de citar: se for para a selva, é importante levar uma quantia em espécie para esse tipo de comércio. Como não há sinal de celular ou wi-fi, não existe operações com cartões ou pix. Ou seja, para quem mora lá, dinheiro em espécie ainda é o principal meio de pagamento. Samaúma Casa da dona Zila Urucum Saindo da casa da dona Zila, voltamos para a pousada para nos organizarmos para a hora mais dolorida: fazer o check-out 😭 passa muito rápido. Antes, ainda deu tempo de dar um último mergulho no Rio Juma para me despedir daquele paraíso. O check-out é sempre ao meio-dia, daí almoçamos na pousada, acertamos a conta no bar e, por volta de 12:30, iniciamos o nosso retorno a Manaus. A volta foi a mesma via-sacra da ida: lancha, van, lancha, van novamente. Chegamos em Manaus perto das 16:00hrs. Sobre a Pousada Juma Lake: Atendeu perfeitamente às minhas expectativas. Excelente custo-benefício, comida de qualidade e guia atencioso, nativo da região e com bons conhecimentos da Amazônia. Recomendo! Acredito que o pacote que eu fiz (Negro) seja essencial para quem deseja imersão na selva e tem pouco tempo. Mas confesso que, ao final, fiquei com um gostinho de quero mais, de tão bom que foi. Talvez hoje escolhesse o pacote de 4 ou 5 dias rs Último banho de rio na selva 😭 Ao retornar para Manaus, fiz check in no hotel novamente e fui tomar um banho quente (tava precisando kkkkkk), além de separar as roupas que eu mandaria para a lavanderia, pois sujei bem enquanto estava na selva, e como só viajei com a bagagem de mão, é toda aquela novela de ter que lavar roupa a cada 7 dias. A noite, fui nas imediações do Teatro Amazonas para comer algo e acabei na Pizzaria Splash novamente (pizza barata + orçamento apertado = hiperfoco em um restaurante kkkkkkk). Depois passei na sorveteria Barbarella e tomei um sorvete de cupuaçu (que estava delicioso). Dormi cedo, pois o dia seguinte seria o último em Manaus! 1 Citar
Colaboradores luizh91 Postado 6 horas Autor Colaboradores Postado 6 horas 6º DIA - 10/01/2026 - MANAUS (Palácio Rio Negro, mercado municipal (lembrancinhas), descanso) Tirei esse dia para fazer um roteiro um pouco mais light, pois os três dias anteriores haviam sido intensos e não teve qualquer momento de descanso enquanto estive na selva (o que achei ótimo). Acordei um pouco mais tarde, tomei café e fui a uma lavanderia que tinha quase em frente ao Teatro Amazonas para lavar minhas roupas, pois ainda teria muitos dias de viagem por Alter do Chão e Belém. Paguei 40 reais para lavar e secar minhas roupas, independente da quantidade. Acho que é preço padrão de capital, pois aqui em SP também é nessa faixa. Roupas lavadas, resolvi dar uma volta por alguns pontos culturais de Manaus possíveis de ir caminhando. A cerca de 15 minutos do hotel ficava o Palácio Rio Negro, uma espécie de museu/centro cultural que conta a história dos governantes que já passaram pelo Amazonas e as benfeitorias praticadas por eles para o estado. Também há uma série de obras de arte (bem bonitas, por sinal) expostas para visitação. O palácio é bem grandinho, possui dois andares, com móveis de época e arquitetura bem conservadas. A entrada é gratuita e a visitação pode ser feita tanto de forma autônoma quanto guiada. Um destaque do palácio é o belíssimo jardim que fica na parte de trás, com muitas espécies típicas da Amazônia, bancos para descanso, banheiro e bebedouro. O jardim dá acesso direto a um parque municipal em que a população usa para correr e lazer. Palácio Rio Negro O jardim! Eu tinha planejado conhecer o Museu do Seringal neste dia também, mas saí do Palácio já perto do meio-dia, o Museu do Seringal fecha às 15hrs e, além disso, é bem longinho do centro. Fica para a próxima. Saindo do palácio, fui novamente para a região central de Manaus em direção ao mercado municipal para comprar lembrancinhas e souvenirs, uma vez que no dia seguinte já estaria partindo para o Pará! Comprei alguns chaveiros, uma pintura manauara e uma ecobag da cidade, além de uma camiseta (eu adoro esse tipo de lugar e fico horas e horas olhando o que eles tem a vender kkkkkkkk). Aproveitei e almocei ali no mercado mesmo. Desta vez, fui ao restaurante Coreto Manaós e pedi um filé de tambaqui grelhado que estava muito gostoso. Aliás, não comi nenhum peixe ruim durante a minha estadia na Amazônia rs Depois do almoço, fui para o Largo São Sebastião para tomar um açai raiz e parei no quiosque do Açai do Largo, em que vendem um copo por 7 reais. Oferecem complementos, mas queria experimentar somente o açai local mesmo e, como já esperava, é totalmente diferente daquele sorvete que vemos vender no Sudeste 😅 Muito saboroso. No final da tarde, fui novamente à Cafeteria do Largo para tomar o cafezinho da tarde e pedi um bolo de castanha para acompanhar, que estava simplesmente divino. O famoso açai Melhor bolo de castanha! A noite, sempre movimentada nas imediações do Teatro Amazonas, estava tendo um show de covers de samba e pagode e fiquei assistindo um pouco. Comprei um lanche de carne de sol em um quiosque ali na praça e esse foi meu jantar, não tava afim de comer nada pesado e nem repetir a pizza da splash kkkkkk enfim, foi um dia para tirar de descanso mesmo, pois no próximo já era hora de sair do Amazonas e começar a aventura no Pará! Citar
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