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Olá viajante!

Bora viajar?

Fim de semana em Florianópolis

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Novamente aproveitando as mega-promoções de passagens aéreas, agora foi a vez de conhecer Florianópolis. Importantíssimo dizer que Floripa merece muito mais do que um fim de semana, mas é o tempo que dispomos. Certamente voltaremos lá outras vezes.

 

Como conhecer em apenas 2 dias?

Como era a primeira vez na cidade e eu tinha muitas coisas que queria conhecer, acabei fazendo dois longos roteiros mais parecidos com “mega-city-tours” -- de carro, claro. Sem correria, tomando o tempo que fosse necessário para curtir onde quiséssemos, mas também sem curtir praia (entenda “curtir praia” como “passar algumas horas do dia + pegar sol + entrar no mar”). Descendo do carro sempre, andando sempre que possível. Felizmente conseguimos passar por quase tudo que queríamos.

 

O tempo

A previsão do Climatempo era terrível. Sábado era dia feio e certo de chover (90% de chances), domingo nem tanto (40%). Felizmente os deuses viajantes burlaram isso e nos proporcionaram um sábado quase seco (só choveu de madrugada e um pouquinho no fim da tarde e começo da noite), embora muito nublado. Domingo deu um belo sol pela manhã.

 

Onde ficamos

Optamos por ficar na Lagoa da Conceição, perto de bares e restaurantes. Ficamos na Pousada Colinas da Lagoa. Muito boa. Se eu ficar na Lagoa novamente, ficarei lá.

 

O ROTEIRO:

 

Sexta

Chegamos na pousada bem tarde (todos os 4 vôos da viagem atrasaram!), mas logo partimos para passear um pouco pela noite da Lagoa, especificamente na Avenida Afonso Delambert Neto. De fato, o lugar ferve. Mas tem uma característica que não me agrada tanto: praticamente todos os lugares (bares, restaurantes) têm música alta. Fica complicado conversar se você não berrar no ouvido. Como estávamos cansados – já passava de 1 da madrugada --, queríamos apenas beber, jantar e dormir. Escolhemos o El Mexicano, que não foi bom.

 

Sábado

Choveu forte de madrugada. Acordamos cedo e partimos logo depois do café. A ideia era explorar um pouco do centro da cidade. Paramos o carro na Praça da Luz para andar um pouco a pé pelas ruas. Descemos toda a Conselheiro Mafra até a Praça XV, passando pela Antiga Alfândega, o Mercado Público Municipal, o Palácio Cruz e Souza e Velha Figueira.

 

Na volta ainda passamos no mirante da Praça Hercílio Luz, de onde pudemos observar a velha "Golden Gate brasileira", em obras.

 

Hora de partir para a segunda parada: Santo Antonio de Lisboa. Lugar muito bacana, sobretudo pelos resquícios da arquitetura açoriana. É pequeno e, pelo visto, com restaurantes muito procurados. Passeamos pelas ruas, entramos em algumas lojas de artesanato e curtimos um pouco da vista (e da vida) geral num bistrô.

 

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A rua principal de Santo Antonio de Lisboa

 

De lá, partimos para Jurerê, onde, naturalmente, fomos curtir as belas fachadas das caríssimas casas de Jurerê Internacional. É o tipo de lugar que você pode passar uma tarde inteira passeando a pé só para observar as casas. Passeamos rapidamente também pela praia, e até encontramos algumas raríssimas pessoas pegando um sol inexistente (nessa hora o tempo já estava beeem fechado, mas sem chuva). Fico imaginando como aquilo deve lotar no verão, sobretudo os bares com vista para o mar. Para não escapar do que me parece ser moda em Floripa, passamos por alguns restaurantes com música ao vivo (!!).

 

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Uma das passarelas que levam à praia em Jurerê

 

Seguimos Jurerê até o fim para ir à Fortaleza de São José da Ponta Grossa. Eu adoraria conhecer Anhatomirim e Ratones, mas essas ficaram para uma próxima vez. O Forte de São José foi bem legal (embora eu seja suspeito, porque adoro visitar fortes – geralmente têm belas vistas e eu curto ver as construções antigas), vale a entrada. Aproveitamos que estávamos ali e descemos até a Praia do Forte. Não tinha ninguém lá! Praia calma, bem plana.

 

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Visual da Fortaleza de São José da Ponta Grossa

 

De lá, nosso destino foi Canasvieiras. Queríamos apenas passar rapidamente, para ver como é. E é como esperávamos: bem família, orla urbanizada e tal. Seguimos para Ponta das Canas, mas achei a praia meio decepcionante. Tinha informações de que era uma das mais bonitas da ilha, mas, ao menos no dia em que estivemos lá, não correspondeu (terá sido o mau tempo?). Seguimos para a Lagoinha, que achei um pouco mais charmosa. Ambas têm águas calmas.

 

A praia seguinte já fica na parte, digamos, “mais oceânica” da ilha, e com boas ondas: Praia Brava. Gostei muito da praia, da região (do bairro?) e do acesso (bela vista do alto).

 

Era para termos passado pela Praia dos Ingleses, mas acabamos indo direto para a Praia do Santinho. Logo que chegamos, começou a cair uma chuva bem fininha. Santinho foi a praia mais legal que conhecemos nesse dia, mesmo estando quase que inteiramente vazia -- só vimos gente jogando bola, correndo ou passeando com cachorros. Lá mesmo nós paramos num bar de praia para reabastecimento e para curtir o momento (ainda que com um vento gelado, estávamos adorando o momento). Curtimos inclusive um espetáculo de uma baleia que estava por lá, bem perto da rebentação! Encerrado o reabastecimento (e a chuvinha), fomos passear um pouco pela praia. Como fomos caminhar para o centro da praia, os costões com arte rupestre ficaram para uma próxima vez.

 

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Visual da Praia do Santinho -- o minúsculo pontinho preto no mar (do meio para a esquerda) é a baleia!

 

Já era fim de tarde e eu não tinha uma referência precisa de como chegar à praia de Moçambique, o destino seguinte do nosso roteiro, que ficaria para o dia seguinte. Felizmente no caminho até a Lagoa eu vi uma placa indicativa para ir para a praia (por uma rua que não aparece no meu GPS). Ficou devidamente mapeada para o dia seguinte. Passamos ainda rapidamente pelo mirante da Lagoa antes de retornar à pousada. Fomos jantar na Pizzaria Basílico – muito boa! – e dormir cedo.

 

Domingo

Novamente acordamos cedo, tomamos café, fizemos check-out e partimos para a Praia de Moçambique. Só que, no caminho tinha a Praia Mole, que nos atraiu. Estava um belo dia de sol, decidimos parar na Mole primeiro. Mesmo cedo, já tinha mais gente do que em todas as praias em que estivemos no dia anterior. Fomos caminhando até a ponta esquerda da praia para seguir até a Praia da Galheta, acessível somente por trilha e usada como praia de nudismo (opcional).

 

20110928102610.jpg

Na trilha entre a Praia Mole e a Galheta

 

Galheta foi a praia mais bonita que conhecemos na ilha. Andamos toda a extensão da praia, até as pedras no outro canto; havia poucas pessoas na praia; vimos um ou outro naturista (homens, infelizmente). Ficamos um bom tempo por lá.

 

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Praia da Galheta

 

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Um nativo da Galheta

 

Seguimos para a Praia de Moçambique. A rua de acesso não é pavimentada e (ao menos agora em setembro/11) é repleta de buracos. Difícil de passar de 20km/h ali. Mas é rápido, bem rápido. Logo você chega na praia. Na entrada tinha uma menina dando orientações sobre a preservação do local (a praia fica dentro do Parque do Rio Vermelho). A praia é muito longa (a maior da ilha), você apenas escolhe onde quer parar o carro e pronto. Não vi infra-estrutura (bares, barracas). Aliás, não há qualquer construção por lá. Adoramos a praia. Boas ondas, muito espaço, muito bonita.

 

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Praia de Moçambique, a mais longa e (talvez a) mais "selvagem" da ilha

 

Voltamos em direção ao sul, agora com parada na Barra da Lagoa. Visitamos o Projeto Tamar e fomos andar rapidamente pela praia. Acabamos não pegando o caminho para a Prainha. Na verdade, acho que não conhecemos muito da Barra, ficou para a próxima.

 

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Tartarugas podem ser gigantescas

 

Estava na hora de reabastecimento e a Praia da Joaquina era a próxima da lista. No caminho, passamos pelas famosas dunas, com uma vista estonteante da praia ao fundo. Não passe batido pelas dunas, pare e suba! Tinha uma galera fazendo sandboard/skibunda por lá, mas não nos aventuramos. Já na Joaquina, caminhamos um pouco pela praia e fomos subir as dunas que observamos lá de cima.

 

20110928102719.jpg

Visual da Joaquina a partir das dunas

 

Depois do reabastecimento, seguimos para a Praia do Campeche, apenas para uma rápida olhada. Campeche mesmo que gostaríamos era a ilha! Seguimos para a Praia da Armação, última do roteiro, onde também acabamos passando rapidamente (o tempo vai ficando escasso, começamos a acelerar as coisas!). No fim da praia, pegamos a passarela para ir na Ilha da Campanha, com uma bela vista tanto da Armação quanto da Praia do Matadeiro (que, por sua vez, ficou para uma próxima vez). Curtimos um bom momento ali.

 

20110928102733.jpg

Visual da Ilha da Campanha

 

Ainda seguimos até a Freguesia do Ribeirão da Ilha para conhecer outra região açoriana da ilha e, talvez, curtir um fim de tarde num restaurante com vista para o mar. Infelizmente o restaurante ficou no talvez mesmo, porque chegou a hora de ir para o Aeroporto. Fim de festa!

 

Quando eu voltar

Quero fazer o passeio para os fortes de Anhatomirim e Ratones, a trilha para Lagoinha do Leste, o passeio para a Ilha do Campeche, passear por uma tarde inteira por Jurerê Internacional e curtir algum restaurante com vista do Ribeirão da Ilha. As praias que mais gostaria de voltar para curtir mais e melhor: Mole, Galheta, Barra da Lagoa, Moçambique e Brava.

 

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Voltamos posteriormente a Floripa mais duas vezes (em fins de semana):

 

Anhatomirim e Ilha do Campeche

Sul da ilha

Editado por Visitante

Featured Replies

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MichaelW,

Estive em Bombinhas no último feriado. O tempo não ajudou muito, estava bem nublado, mas gostei bastante das praias que visitei (Quatro Ilhas, Tainha, Conceição, Canto Grande e Bombinhas). E foi tranquilo chegar lá de carro. :)

 

Ainda assim (possivelmente até pelo tempo), achei as águas da Ilha do Campeche bem mais cristalinas.

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Tambem estive em bombinhas neste feriado, o sol estava mentiroso, mesmo assim deu pra curtir uma paisagem.

Mcm, fizemos o mesmo roteiro, mas incluo mariscal neste tour ai. A proposito fica proximo de tainha, q alias...como sempre divino

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Bom dia, pessoal!!!

 

Mcm, gostei do teu relato de Floripa!!

Agora no feriado do dia 15 estou indo para Bombinhas e se tiveres algumas dicas para me passar serão bem aceitas!! Na volta irei fazer o relato.

 

Ps. Bah, olhando as tuas fotos, vi que já acompanho suas viagens a um bom tempo, mas pelo blog da Bonfa.

 

Abraço.

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Luciano, o relato da última viagem -- incluindo Bombinhas -- já vai sair. :)

  • 2 semanas depois...
  • 2 meses depois...
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Voltamos a Floripa agora em janeiro para mais um fim de semana. Meses atrás a Tam andou oferecendo passagens a 90 pratas pra lá. Recuso isso não.

 

Dessa vez dedicamos a estadia ao sul da ilha. Bem mais calmo, com cenários rurais em alguns lugares, e praias paradisíacas acessíveis por trilha. Dedicamos um dia à Lagoinha do Leste e outro à Praia dos Naufragados.

 

Lagoinha do Leste

Saímos cedo para a Lagoinha do Leste. A ideia era deixar o carro ali pelo Bar do Arante, no Pântano do Sul, e seguir a trilha partindo dali de perto. A opção de ir (ou voltar) pela Praia do Matadeiro foi descartada porque a Katia prefere menos tempo de trilha a mais. E, entre Matadeiro e Pântano, estamos falando de uma diferença de tempo que pode chegar a duas horas.

 

A dica para o começo da trilha é, voltando do Arante, entrar na primeira rua à direita depois do Bar Surf. É tranquilo identificar a entrada da trilha: logo depois de começar a subir a rua, tem uma seta pintada no chão e uma placa à esquerda indicando o começo.

 

20130119-012.jpg.30c8ec3dadf157cc4a8e4358028f771d.jpg Aqui começa a trilha para a Lagoinha do Leste (partindo do Pântano do Sul)

 

Tem duas coisas descritas na placa que eu discordo:

 

1) "45 minutos". Na minha opinião, a trilha só dura 45 minutos se o cara for bem rápido. Levamos 60 minutos, incluindo parada no mirante. Acho que a placa deveria indicar sempre um tempo superior à média (75 minutos estaria bom).

2) "Semi-pesada". Do que eu me lembro dos meus tempos de montanhista, eu classificaria essa trilha como "leve-superior". Mas entendo a classificação de semi-pesada em função das pedras na descida para a praia.

 

20130119-016.jpg.f1c423b23fb4e4c47d3996c5d8b791a1.jpgVista da praia do Pântano do Sul, a partir do mirante do alto da trilha

 

Chegamos na praia, arrumamos nosso espaço, curtimos. Uma delícia de lugar. Não é à toa que é um lugar sempre bem recomendado.

 

20130119-046.jpg.ef7f5f0219f29bfcc7a3a27c2f30b6fa.jpgLagoinha do Leste -- semi-deserta em pleno sábado de verão

 

Como era janeiro, havia até gente vendendo bebidas e alugando guarda-sol por lá. Para quem não quisesse ir de trilha, havia a opção de pegar um barco: R$ 20 via Pântano, R$ 30 via Armação. Cada viagem.

 

De tarde, voltamos para o Pântano. Interessante ver como estava cheia a praia quando voltamos. Na ida, cedo pela manhã, só tinha um carro, além do nosso.

 

20130119-184.jpg.bed1769db463211826ac2477aa5f968f.jpgNativo do Pântano do Sul

 

Almoçamos no clássico Bar do Arante e, claro, deixamos nosso bilhetinho por lá. Depois do almoço fomos caminhando por toda a praia do Pântano do Sul até a Praia da Solidão. As praias são divididas por uma rápida trilha. Curtimos um pouco a Solidão, tava rolando uma bandinha de carnaval por lá, e retornamos.

 

20130119-159.jpg.727ba94a12ea58f8a6fa74cb34b64a1a.jpg Chegando na praia da Solidão

 

Já no fim da tarde, antes de voltar para a pousada ainda paramos para conhecer a Praia do Matadeiro. Já estivéramos outras vezes na Armação, mas nunca havíamos cruzado o rio para o outro lado.

 

A praia do Matadeiro é outra ótima opção em Floripa, achei uma delícia de lugar. No entanto, beeeeem mais cheia do que as que estivemos no dia. Avaliamos isso pela enorme movimentação de volta da galera – estávamos no contra-fluxo.

 

20130119-192.jpg.3d6f3e9daf393709970fb23e655fad05.jpgChegando na praia do Matadeiro -- qdo a galera já estava batendo em retirada

 

Domingo foi dia da Praia dos Naufragados. Acabamos dormindo tarde -- fomos jantar na casa de amigos no sábado – e saímos um pouco depois do planejado. Mas sem problemas.

 

É só seguir a estrada do Ribeirão da Ilha por toda a vida que, quando ela acaba, é onde você começa a trilha. Tem alguns estacionamentos na região -- a preços diferentes --, e a trilha sai exatamente entre dois deles. Pelo que vi, não tem como parar o carro por ali se não for nos estacionamentos pagos (havia de R$ 5 a R$ 8).

 

20130120-001.jpg.7a3da21305b71c2449e303295c2310a2.jpgAqui começa a trilha para Naufragados

 

A trilha para Naufragados é bem mais tranquila mesmo, levamos 45 minutos. Chegando na praia, logo fomos conhecer o farol, que é acessível por uma trilha no canto direito da praia. Não apenas o farol tem belas vistas, todo o caminho até ele proporciona belos visuais da região. Voltamos para a praia e curtimos um bom tempo por lá.

 

20130120-014.jpg.e0517a49d6507c214e8a1837c33932f4.jpgPraia de Naufragados

 

Havia informação de passeio de barco, mas não vi barcos por lá. Talvez o mar estivesse mais revolto no dia.

 

20130120-038.jpg.2796c0e912a840c9ba52d728626a4292.jpgPraia de Naufragados, a partir da trilha que leva ao farol

 

No meio da tarde retornamos. A ideia era curtir o restante da tarde e nosso tempinho restante de viagem na freguesia do Ribeirão da Ilha, lugar que ainda preserva muito do charme açoriano e características de casas de pescadores, e que só havíamos conhecido de passagem da primeira vez em que fomos na ilha. É lá que ficam alguns dos mais famosos restaurantes de ostras da cidade, inclusive o badalado Ostradamus. Passeamos bastante por lá, admiramos as fachadas, curtimos o visual do mar com águas calmas. E saboreamos ostras no Umas e Ostras (pulamos o Ostradamus novamente). Fechamos com um picolé local num banquinho de frente para o mar, sob a sombra das árvores. Uma salva de palmas para Floripa!

 

20130120-115.jpg.2762218cc406cd4a42a45edfd2a7cbb1.jpgDiversas da freguesia do Ribeirão da Ilha

20130120-070.jpg.abb18eb74b84eb385aada3ae86b373cb.jpg

20130120-072.jpg.ed2c2fbbda530c01375ed9d1ba7952e8.jpg

20130120-073.jpg.6df5f494721270af07c0a8c6e4efbf38.jpg

20130120-096.jpg.7053fd28bbf8a58ac50a1ff77f1e6fe4.jpg

20130120-111.jpg.dff61289f24f8415cc6ebcbabc0f0dcd.jpg

  • 3 meses depois...
  • 3 meses depois...
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  • Membros

Olá!

Nós, nativos de Florianópolis (manézinhos) sempre ficamos muito felizes em ouvir bons relatos de viagens em nossa cidade.

Pelo menos eu hehehe

Mas é muito bom ver que o Brasil todo passar por nós e sempre encontra tudo de boa e tudo o que procura. Sempre superando expectativas.

 

Bom, sei que o relato já faz algum tempo, mas venho compartilhar mais informações úteis para quem planeja conhecer Florianópolis.

Hoje com a modernidade fica muito mais fácil viajar e/ou planejar e uma dessa facilidades é o novo site da Maaxcam | um portal de câmeras ao vivo de Florianópolis, direto para quem está curioso sobre a cidade e pretende visitar:

www.maaxcam.com.br

 

Um Grande Abraço!

  • 3 anos depois...
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Detesto este tipo de passeio, chegar correndo, tirando foto correndo, e sair correndo.... No final nao vi ninguem de sunga ou bikini.... ta louco seu.... pra curtir tem que deitar na areia, entrar na agua, curtir a praia.... Mas gosto é gosto fazer o que.....

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