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macatao

Chacaltaya

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Deniscaroll!!!

 

Chacaltaya é um "monte" nevado... vc vai de taxi ou van até o mesmo... sai, vai deixando La Paz (parte alta), numa estrada de terra e o Chacaltaya aos poucos vai mostrando sua "imponência". Vc pode sair de La Paz numa temperatura agradável e no caminho vai esfriando, esfriando e esfria muito cara....Quando o carro começa "escalar" a montanha a estrada se afunila e passa um veículo só...tem uns trechos que vc olha pela janela e vê o abismão ao teu lado...aos pouquinhos vai aparecendo neve... e quando vc está la em cima dá para ver neve legal...a paisagem também é interessante...(vc estará as 5000 e tra lá lá de altura...). Lá em cima vc pode subir a pé mais um bom trecho... eu o fiz e na volta: sorochei legal he he he...(mal da altitude)... daí não pude fazer Tiwanaku com a turma...voltei para o albergue... Eles foram lá... gostaram, tratam-se de umas ruínas... encontraram muito artesanato e roupas com preço muito bom... El Alto não tenho idéia de como seja....

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Tiwanaku são ruinas pré-incaicas, Chacaltaya é um pico nevado (Lindo!) onde esta localizada a estação de esqui mais alta do mundo (que só funciona de janeiro a março, pois a neve esta mais fofa) e El Alto (confirme isso), pelo o que vi, tem apenas um povoado... Não achei nada demais! No dia que fiz Chacaltaya fiz o Vale de La Luna também. Achei bem legal!!!!

 

Outra coisa: não deixe de dar importância para a aclimatação!!!! Achava que fosse tirar de letra e me dei mal... Fui no quarto dia de viagem a Chacaltaya e passei mal DE VERDADE!!!

 

Ah! Se não me engano paguei 15 bolivianos para Tiwanaku e 20 bolivianos para Vale de La Luna / Chacaltaya. Fui numa agência que fica numa rua transversal a Cale Sagárnaga, duas quadras abaixo do Hotel Sagárnaga (onde fiquei).

 

Valeu!

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Marcio Vs

Toma cuidado por que se vc passar mal pode perder o passeio. Eu e uns amigos subimos de lima até la paz em um dia de viagem de onibus e passamos mal já no caminho.

 

Perto da calle sagarnaga tem um monte de agencias, entre e pesquiza os preços e ve qual vc acha mais legal, tem um monte por aquela região. As agencias fazem passeios para chacaltaya e tiwanaco. Para tiwanaco dá pra ir se agencia de onibus mas acho que não compensa.

 

fui

Luana

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Olá. É uma pena, mas sim, está desativada. Quem vai p/ lá é mais p/ passear e sentir a falta de ar...afinal são 5.500 m. acima do mar. O visual é lindo, de tirar o fôlego em todos os sentidos....

 

Mas se vc prefere esquiar, tente outra estação no Chile, ou mesmo argentina. Em setembro estive em Portillo (CHI), a mais barata que achei: U$ 540,00 por uma semana com tudo incluindo, exceto equipamento e roupas que já tenho. Tem algumas pistas, mas o bom é que é vazio, não tem que esperar em filas... :shock:

e é barato.

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Olá... Mais uma pequena contribuição... Estive agora dia 16/01/2007 em Chacaltaya, onde conhecemos a estação... Nesta data, o pessoal estava indo normalmente até a estação de esqui, por uma estrada que é um show, de um lado precipício, de outro a encosta da montanha, mas muito lindo mesmo... Não esquiamos, como já foi mencionado a estação está desativada, mas pegamos muita neve por lá... Apenas para referência, contratamos uma Van para levar nosso grupo, pois fui com mais 8 pessoas... Em nosso roteiro neste dia, fomos até Tiwanaku, e depois fizemos o Chacaltaya, chegando lá pelas 3 horas da tarde... Foi então que o tempo que estava limpo, fechou, caiu muito granizo e depois neve, a paisagem ficou lindíssima... Caso você queira, posso te enviar algumas fotos para tu conhecer... Outra coisa: a estrada não está tão ruim assim, fomos em 11 pessoas na Van, pequena, e chegamos lá tranquilo... apenas para comparar, está muito melhor do que as estradas no Brasil, sem demagogia... Na volta, tivemos que esperar até quase anoitecer, pois tinha muita neve na pista e estava escorregando muito... Tivemos que rapar com pedaços de madeira o trilheiro da estrada para retirar a neve, para a Van poder descer, até encontrar mais abaixo terra firme, daí seguimos viagem até El Alto, onde ficamos hospedados no Hotel Gran Edison (B$ 15,00 bolivianos a diária)... O pacote deste dia, com Tiwanaku e Chacaltaya, custou B$ 75,00 bolivianos por pessoa... Pelo menos eu e meus amigos adoramos este lugar, vale muito a pena conhecer... O visual é de uma incrível beleza... Bom, espero poder ter ajudado um pouquinho ok...

 

Abraços...

 

Luíz Cláudio...

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Pode ir sozinho, mas sai muito mais caro.

 

Por agencia custa 50 bolivianos. De taxi, vai pagar quase isso por hora.

 

Ah... O Valle de la Luna é uma merda. Nem vale a pena conhecer, pois só vale pra tirar meia dúzia de fotos e ir embora.

 

O Club Andino Boliviano está com um grande projeto em andamento.

 

Máquinas de neve artificial pro Chacaltaya voltar a ser a pista que ski mais alta do mundo.

 

Já estão sendo estudados todos os aspectos e a grana pra execução já está liberada.

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Parofes botou o pau na mesa :twisted: .

 

O que vale lembrar aos amigos é que no Chacaltaya existe um refúgio e vc pode pernoitar la em cima.

 

Custa 10 dólares e é uma ótima aclimatação pra quem vai subir alguma montanha como Huayna Potosí, Illimani, Illampu e outras.

 

Pode pegar um passeio de agência, avisar que vai ficar lá e voltar numa van no dia seguinte. Vão reservar uma vaga na volta pra vc.

 

Sai mais barato que taxi. As agências devem te cobrar de 80 a 100 bolivianos ida e volta.

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Não tem necessidade de reservar.... Eu cheguei em La Paz umas 7 horas da manhã e fiz o passeio para o Chacaltaya às 9:00 da manhã sem reserva nenhuma... Tem várias agências que oferecem o passeio na própria rodoviária.

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Gustavo

 

Compensa sim, pois é muito bonito lá em cima. O Chacaltaya em si, não tem nada de mais, mas a vista das outras montanhas é que vale a pena.

 

Principalmente do Huayna Potosí !!

 

Vai que vc vai gostar. Quanto a gelo, acho que vai ter sim. ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

 

Esses dois caras tiraram a foto no Chacaltaya em Abril de 2006:

 

LaPaz24HSmall.jpg

 

Abraço,

Leo

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      1º Dia: Partida - 26/12/2018 - 15h00 - São Paulo x Porto Quijarro - Empresa La Preferida R$315,00
           Partimos de São Paulo dia 26 de Dezembro de 2018 as 15:00pm da tarde do Terminal Rodoviário da Barra Funda. O ônibus teve um atraso de 30 minutos para que todos os passageiros guardassem suas bagagens no ônibus. A viagem é tranquila e o ônibus muito bom com banheiro e água da empresa La Preferida. Este primeiro trecho da viagem foi entre São Paulo à Porto Quijarro já na Bolívia. A viagem foi tranquila com duração de quase 23 horas e com paradas de 3 em 3 horas. 

       
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           Depois de horas na estrada estávamos próximos ao serviço aduaneiro de fonteira terrestre - ADUANA - na fronteira com a Bolívia. Pensamos que o ônibus iria parar para que fizéssemos a saída do Brasil e depois a entrada na Bolívia, mas o ônibus passou direto na fronteira e só parou no Terminal Rodoviário de Porto Quijarro, já em território Boliviano. No terminal rodoviário trocamos um pouco de real em pesos bolivianos e guardamos nossas mochilas na sala vip da empresa La Preferida que foi gentilmente cedida aos passageiros, logo depois pegamos um moto táxi por Bs$3,00 bolivianos para retornar à fronteira para darmos a saída do Brasil na ADUANA Brasileira e firmar a entrada na ADUANA Boliviana. O trecho do terminal rodoviário até a fronteira leva menos de dez minutos. Chegamos na fronteira e atravessamos para o lado brasileiro novamente para fazer a saída do Brasil. A fila estava grande para quem fosse dar entrada no país mas para quem era brasileiro e estava dando a saída do país, no caso do Brasil, estava sendo atendido mais rápido. Fomos atendidos depois de uns 40 minutos e corremos para a fila da ADUANA Boliviana que esta um pouco menor. Carimbamos nossos passaportes e firmamos a entrada na Bolívia. Agora estávamos em dia com o controle de imigração rsss. Após todo trâmite da fronteira retornamos para o terminal rodoviário para almoçar e comprar nossa passagem para a nossa próxima parada, a cidade de Santa Cruz de la Sierra. Compramos em um dos diversos guichês na rodoviário pela empresa 2 de Mayo por Bs$100,00 bolivianos mais a taxa do terminal de Bs$3,00 bolivianos para as 13:00pm com aproximadamente 16 horas de duração. Poderíamos pegar o famoso Trem da Morte pelo mesmo valor e que também sai de Porto Quijarro mas leva um pouco mais de tempo para chegar em Santa Cruz e como estávamos com pouco tempo preferimos ir de ônibus mesmo. 
                       
           A viagem foi tranquila passando por diversas florestas e rios nos mostrando paisagens lindas do território boliviano. Fizemos algumas paradas durante o caminho para comer e ir ao banheiro pois no banheiro deste ônibus só podia mijar. Logo no começo da viagem o cobrador pediu para que quem precisasse cagar era pra pedir pra ele que eles paravam o ônibus para a pessoa fazer na estrada, pois como a viagem seria longa, se fosse fazer no ônibus mesmo ninguém aguentaria o cheiro. Mas ninguém precisou rsss. 
       
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           Retornamos ao terminal e embarcamos rumo a La Paz em uma viagem aparentemente tranquila mas assim que íamos distanciando de Santa Cruz o trajeto começou a ficar um pouco tenso. O trecho que passamos estava em obras e tivemos que passar por diversos desvios ao lado de desfiladeiros e enormes rios que cruzávamos a todo momento. Mais a noite o tempo mudou e começou a chover forte e o trânsito ficou bastante lento em alguns lugares. Com a noite chegando, a escuridão dominava e não tínhamos noção de onde estávamos passando, mas quando um relâmpago clareava tudo r nos dava a visão  do quão perigoso estava o trecho que estávamos passando. 
           Após o transtorno do trecho em obras fizemos mais uma parada para esticar as pernas, ir ao banheiro, comer alguma coisa, comprar água pois seria a ultima parada até La Paz. Como estava um calor de quase 30º graus desde Porto Quijarro, não nos importamos em colocar roupas de frio e seguimos em frente. Assim que o ônibus começou a chegar próximo da cidade de El Alto por volta das 5:00am da manhã sentimos o verdadeiro frio da Bolívia.

       
      4º Dia: Partida - 29/12/2018 - La Paz - Banheiro Bs$1,00 - Hostel Bs$153,00 - Van Bs$5,00 - Teleférico Bs$3,00 - Empresa Diana Tour Bs$40,00    
           Pela janela do ônibus só se via um descampado sem árvores, sem vegetação, coberto somente por uma grama curta e alguns arbustos e muito frio. Tinham diversas casas feitas de barro no meio do nada. Meu coração começou a bater mais forte e a falta de ar também começou levemente. Estava com os esfeitos da altitude, o soroche. Notei que estávamos próximos de El Alto, a última cidade antes de La Paz. O ônibus fez uma parada e mais da metade dos passageiros ficaram por ali mesmo. Perguntamos se ali seria o ponto final do ônibus. Algumas pessoas e o cobrador responderam que sim. Que teríamos que descer ali e pegar o teleférico até La Paz. Quando pegamos nossas mochilas do bagageiro do ônibus, perguntei para o motorista se ali seria o ponto final. Ele respondeu que não, que ali era ponto final pra quem era de El Alto. Subimos novamente no ônibus e ai sim seguimos rumo ao Terminal de Buses de La Paz.
           Chegamos por volta das 7:00am da manhã no terminal e bem na hora do rush. Havia muito congestionamento e resolvemos saltar do ônibus antes de chegar no terminal e continuarmos a pé o trajeto. No terminal de buses de La Paz usamos o banheiro por Bs$1,00 boliviano, compramos nossas passagens para Copacabana por Bs$40,00 bolivianos pela Diana Tour e usamos o wi-fi gratuitamente para podermos acessar o mapa no telefone para  poder seguir a pé para a Rua Sagarnaga. Esta rua esta concentrado a maioria das agências de câmbio, das agências de turismo, hotéis, pousadas e hostel. Fica bem próximo do Mercado Lanza, do famoso Mercado de las Brujas, da Igreja e Convento São Francisco, da Av. Illampu que contém diversas agências de turismo também. Ficamos hospedados no Hostel York B&B na rua Sagarnaga mesmo por Bs$153,00 bolivianos a diária por um quarto duplo, café da manhã e com banheiro privado. Como chegamos muito cedo no hostel e o check-in seria um pouco mais tarde, guardamos nossas mochilas na recepção do hostel e tomamos algumas xícaras de chá de coca para amenizar os efeitos da altitude que já estavam dando seus sinais. Ficamos por alguns bons minutos na cozinha do hostel tentando acostumar com aqueles sintomas e assim que o chá de coca fez efeito resolvemos sair pra rua para encontrar agências de câmbio para trocar nosso dinheiro e aproveitamos para dar uma volta na rua do Mercado de las Bruxas que estava começando a abrir.   
        


         


           Retornamos para o hostel para fazer o check-in, pois já estava no horário, nos acomodamos no quarto que reservamos, tomamos um belo e merecido banho, arrumamos as mochilas menores e bora pra rua novamente almoçar e aproveitar o dia que por incrível que pareça estava fazendo sol com todo aquele frio. Então não podíamos perder tempo e saímos logo em direção à Praça Murillo, um dos cartões postais de La Paz. 
       
       

           Ficamos um tempo nesta praça até que resolvemos perguntar para um guarda como se chega no Mirador Kili Kili. Ele nos orientou a pegar um tipo de van por ali mesmo em uma esquina da Praça Murillo pagando Bs$5,00 bolivianos que conseguiríamos chegar na entrada do mirador. Achamos a van e aguardamos por alguns minutos até que lotasse a van de passageiros. O percurso até o mirador durou apenas 10 minutos. A van percorre alguns lugares da cidade parando em alguns e seguiu rápido em direção ao mirador. Transporte barato, rápido e eficaz.  










           O Mirador Kili Kili nos da a visão da grandeza de La Paz. Tem uma vista impressionante da cidade. Ficamos por horas neste local, até que o tempo que estava aberto se fechou de uma hora pra outra e começou a chover até granizo. Ficamos por quase uma hora em um abrigo no mirador aguardando a chuva passar. Foi impressionante ver aquela tempestade do mirador com seus raios cortando toda a cidade de La Paz.
           Assim que a chuva deu uma trégua conseguimos ir até o ponto e pegamos a van que nos deixou na Praça Murillo novamente. De lá fomos ao mercado Camacho comer uma típica comida boliviana. Estava frio e chuvoso e nossos estômagos estavam roncando de fome. Andamos por cerca de 10 minutos e já estávamos no Mercado Camacho. Pedimos dois pratos tipicamente bolivianos porem esquecemos de perguntar quantas pessoas eles serviam ahuauhaua. Vieram dois pratos enormes, um chamado Picana Navideña e outro chamado Planchitas que juntos serviam 4 pessoas facilmente ahuahuhauhau. Fiquei pensando depois que o garçom poderia ter nos avisado rsss mas tudo bem, comemos até o cu fazer bico! kkkkkkkkkk 

       
           Barriga cheia, pé na areia! Saímos do Mercado Camacho e fomos nos aventurar nos famosos teleféricos da cidade. Foi sensacional andar por cima da cidade naquelas cabines. Parecia que estávamos flutuando sobre La Paz. O sistema teleférico em La Paz foi inaugurado no ano de 2014 ligando as cidades de El Alto e La Paz. Hoje em dia La Paz contém 9 linhas integradas levando 18.000 pessoas por hora, facilitando o trânsito caótico gerado pela geografia caprichosa do lugar. As linhas são interligadas, porém cada uma delas será cobrado uma tarifa de Bs$3,00 bolivianos caso tenha que trocar de linha. 
         


       
       

            Retornamos ao hostel para descansar um pouco e aclimatar pois o soroche estava acabando com nosso fôlego e o coração disparava a toda hora. Como íamos subir mais ainda resolvemos ficar de booooa no hostel pois logo de manhã iriamos sair em direção ao Terminal de Buses de La Paz para tomar o ônibus para o nosso próximo destino, a cidade de  Copacabana às margens do lago mais alto do mundo, o Lago Titicaca.
       
      5º Dia: Isla Del Sol - 30/12/2018 - La Paz x Copacabana x Isla Del Sol
       
      (((((Continua no próximo post))))
       
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       (...)
    • Por Sergio De jesus
      Salve salve mochileiros
      vou contar um pouco da minha viagem a la paz no monte chacaltaya e custo dessa viagem.
      atualmente estou morando em Santa Cruz de lá Sierra (bolivia)
      peguei um ônibus de Santa Cruz a la paz ônibus esse muito confortável com Tv banheiro poltronas ótimas,a passagem custou 130 bolivianos (65,00 reais).uma viagem que dura 17 horas até la paz,chegando na rodoviária de la paz contratei um táxi que me levou até a calle (rua) Linhares aonde tem varias agência de viagem e hoteis o custo do táxi foi 20 bolivianos (10,00 reais) o taxista me indicou o hotel lion gostei muito desse hotel no próprio hotel já tem a agência que leva ao chacaltaya,hotel muito bom tudo limpinho.obs: não pense que vai encontrar um hotel com ar condicionado em la paz pq anoite é muito frio. Custo do hotel 100,00 bolivianos (50,00 reais) com café da manhã incluso e serve tbm um delicioso chá de coca,lembrando que não é droga ok.
      fui na agência que fica no próprio hotel e contratei o passeio para o chacaltaya e valle de la Luna os 2 passeios por 90,00 bolivianos (45,00 reais)
      No dia seguinte a vãn passa no hotel as 8:00 horas da manhã  recolhendo o pessoal,estávamos em 7 pessoas na vãn,chacaltaya fica uns 40 minutos de la paz assim que sai da cidade vc já sente o clima mudar e a vãn passa por um caminho que só cabe 1 carro e vai subindo vc olha pela janela e da um puta medo desse carro cair ladeira abaixo hehehe vai chegando num certo ponto vc já vê as montanhas nevadas e estrada tbm com neve,a vãn sobe e deixa vc na estação de esqui que hj se encontra desativada quando vc deçe da vãn é incrível vc afunda o pé na neve,dai o guia pergunta se vc quer subir o monte (é lógico que sim neh ) são mais ou menos 300 metros de subida mais que eu vou te contar parece “300 kilometros”
      no meu caso eu senti muito a altitude de 5.400 metros acima do nível do mar eu demorei muito pra subir mais cada um sobe no seu Ritimo quando vc chega lá em cima a vista é incrível vc vê vários montes nevados o vento frio que parece que vai congelar seu nariz e seus dedos mesmo com luvas, mas garanto é sensacional muito lindo fui numa época com bastante neve,segundo o guia a melhor época pra ver neve no chacaltaya é no verão de dezembro a março. 
      Voltamos pra cidade para poder ir pro segundo passeio valle de la luna mais eu não consegui ir realmente estava muito cansado senti muito a altitude lá no monte chacaltaya tudo que eu queria era uma cama pra deitar e fiquei no centro próximo ao hotel. 
      Se me perguntarem se eu faria denovo,é claro que sim super indico é uma sensação ímpar.
      la paz é uma cidade linda com o trânsito caótico um monte de pessoas buzinando ao mesmo tempo heheheh aquela loucura,a única coisa que não gostei e não gosto é a culinária local.
      Um abraço a todos espero ter ajudado de alguma forma e qualquer dúvidas estarei aqui pra tentar ajudar.
       











    • Por Adeilsonn
      Salve, salve galera mochileira.
       
      Então esse é o meu 1º relato de trip, espero que seja o primeiro de muitos outros.
       
      Passei o feriadão de páscoa na Bolívia e como peguei todas as dicas aqui, nada mais justo que deixar o meu relato, pois sei que poderá ajudar outros mochileiros.
      Esse foi meu 1º mochilão internacional, na verdade vou chamar de mochilinha pois foi um bate volta.
      Vou separar por dia para tentar detalhar o máximo possível, vamos a aventura por terras Bolivianas.
       
      A trip iniciou em Novembro de 2013, foi quando a Gol fez uma promoção de passagens de volta a R$ 39,00, e para nossa surpresa minha e do meu amigo, havia passagens para Santa Cruz de La Sierra.
       
      Após comprar as passagens comecei a ler os relatos e confesso que a princípio fiquei com medo e receio e ao mesmo tempo ansioso para conhecer o país e a cultura.
       
      17/04 – Quinta-feira
       
      Como moramos no RJ e o voo partiria de SP(GRU), saimos do RJ no dia 17/04 às 23:59h pela empresa Útil que faz a linha RJ X Guarulhos.
       
      Gastos
      Passagem RJ X SP – R$ 49,00 (empresa Útil)
      Lanche na Rodoviária RJ – R$ 9,00 (Rei do Matte Joelho + Guarana natural)
    • Por EOG
      Você que acompanhou meu relato sobre a trip no Paraguai reparou que não sou o cara mais sortudo do mundo, as coisas mais bizarras tendem a me perseguir. Mas... Vou começar com a parte boa do rolê na Bolívia. Vou separar este relato por dias para melhor entendimento.
       
      Cotações médias:
      1 Dólar (US$) = R$ 2,37
      1 Real (R$) = 2,90 Bols (Bolivianos)
      1 Dólar (US$) = 6,90 Bols (Bolivianos)
       
      Sexta-Feira - 13/06 - O início da jornada
       
      Por mais cabalística que a data seja, não acredito em azar (ahhh vá!).
      Saí do trabalho mais cedo e com medo de não conseguir chegar a tempo no terminal Barra Funda para pegar o Bus sentido Puerto Suarez (Puerto Quijarro), afinal, o trânsito de Sampa é caótico 24hs por dia. Consegui chegar 20 minutos antes do Bus sair e ainda tinha que comprar a passagem da volta, encontrei meu amigo Roney e descemos à plataforma de embarque, o mais legal de tudo é que o Bus da Andorinha que vinha do RJ atrasou um pouco mais de 1 hr. Bem... Vamos lá.
      Tenho 1,89 de altura e viajei "confortavelmente", bus limpo e motoristas prudentes. Por que na Bolívia... Vc sentirá falta disso.
      Ficaríamos o sábado em Puerto Quijarro para ir à Santa Cruz de la Sierra via Trem da Morte no domingo.
    • Por ta_tia_ne
      Você encontra o relato original em:
      http://viajanderia.com/2014/11/14/um-pulinho-ali-em-chacaltaya-na-mais-alta-estacao-de-esqui-do-mundo/
       
      Fizemos a subida a Chacaltaya um dia após o Downhill, confesso que eu estava destruída e fui INFORMADA do preço, horário ao ser acordada de supetão já para trocar de roupa e sair correndo … Agradecimentos aos dois Paulistas pestes da Viagem, Flor(as vezes conhecido como Felipe) e Marco ..
       

       
      Conhecemos duas irmãs brasileiras na noite anterior bem elétricas e elas fariam o passeio conosco.
       
      O guia nos pegou as 9:30 no Loki Hostel e fomos aos poucos saindo de La Paz e indo em direção a uma montanha nevada lindíssima que depois fui saber se tratar de Huayna Potosi. Que deslumbre.
       


       
      Para nossa sorte, o pneu de nossa Van furou e foi possível ter uma parada na estrada para tirar uma fotos lindíssimas.
       

       
      2 dias na Bolívia e estávamos indo para nossa segunda aventura. Chegar aos 5395m acima do nível do mar na estação de esqui mais alta do mundo. Alguns dizem 5421m. Não sei qual o certo, sei que é alto pra caceta! De verdade.
       
      Vamos as dicas que agora eu considero importantes:
       
      Se você tem uma torneira enguiçada no lugar da bexiga faça xixi logo na base. (As minhas principais preocupações e melhores dicas sempre tem a ver com xixi, não tem jeito). Lá em cima é complicado!
      Faça uma aclimatação de 2 ou 3 dias PELO MENOS antes de encarar a subida. Filhão, o oxigênio fugiu de lá, nunca se esqueça disso.
      Não esqueça as folhinhas de coca, a muña ou sei lá que parada você esteja usando para o mal da altitude (o tal do soroche pega feio e pode estragar sua tentativa de subir).
      Não esqueça de levar um corta vento. Faz frio e venta muito mesmo. Eu também usei uma scarf para proteger o rosto, mesmo assim, meus lábios ficaram todos queimados.
      Suba devagar.Eu andava 8 ou 9 passos e parava. Eu sou sedentária, precisei respeitar os meus limites.
      Dito isso .. vamos ao que aconteceu.
       
      Chegamos a base depois de passar, segundo nosso guia pela VERDADEIRA estrada da morte. Mas de boa, a estrada da morte do Downhill era bem mais sinistra e alta .. Isso não quer dizer que você não passe por uns desfiladeiros sinistros.
       
      E gente .. quem foi que disse aos motoristas bolivianos que eles podem dirigir como se não houvesse amanhã?? Como diz a minha vó Ruth : “Jesus, Maria José!”
      Eles vão tirando fininho e você vendo as pedrinhas escorregarem lá embaixo.
       
      Chegamos a base da estação ( parada pro XIXI ) e aqui já tivemos duas desistências. Uma das brasileiras entoou um mantra durante todo o caminho até Chacaltaya: “Estou passando mal .. não consigo respirar, estou passando mal , não consigo respirar…” E assim foi, adivinhem, ela chegou na base passando bem mal e com muita dificuldade de respirar. A irmã foi solidária, apesar de brava, e ficou fazendo companhia para ela.
       
      É, o negócio não é mole não e se você não estiver, ao menos com o psicológico, bem preparado, é realmente difícil segurar a onda de começar a sentir o ar tão rarefeito.
       
      Subimos em três .. eram mais ou menos uns 200m de distância e mais uns 150m na segunda parte. Tranquilão né? O que são 200m não é mesmo?
       
      AMIGÃO, o que foi aquilo????? Eu andava um tantinho parava .. andava outro tantinho e parecia que meu coração ia pular fora do meu peito e descer a estrada da morte sozinho a procura de oxigênio.
       
      Os meus dois amigos já estavam a frente e eu MAIS UMA VEZ era a última. Mas vamos que vamos. Descobri que não vim a esse mundo a passeio e que não estou na merda de uma corrida de ratos e ainda bem que descobri isso antes de Chacaltaya. Fui no meu ritmo .. mas ao chegar na primeira parada, muita coisa no peito apertou, o psicológico tava gritando comigo e eu chorei pra caramba .. nossa, que conquista, que superação. Eu não podia acreditar que estava ali e que estava tendo a oportunidade de viver aquele momento. Lágrimas e mais lágrimas.
       
      Eu já estava seriamente pensando se subiria os outros 150m ou não. Bem, fui perguntar aos meus amigos se eles subiriam até o topo. Aí veio aquele momento em que você sente novamente que uma amizade muito maneira e bonita está sendo construída, a resposta que eu ouvi foi (e deixarei em caixa alta pois foi assim que ouvi!): SIM, VAMOS SUBIR SIM, TODOS, VOCÊ VAI COM A GENTE E NESTE ÚLTIMO PEDAÇO VAMOS SUBIR JUNTOS.
       
      Caraca … arrepiei. Tentei me recuperar o mais rápido possível e encaramos novamente. Devagar .. anda 5 passos e para … 5 passos e para.
      Não só eu, mas a emoção começou a tomar conta de todos nós. É filhão, é o tal do psicológico batendo na nossa porta.
       

       
      Foi uma chegada EMOCIONANTE em meio a lágrimas, sorrisos, contemplação e a certeza de que aquele momento marcaria muito e seria muito especial para cada um de nós.
       
      Fizemos nosso agradecimento, uma oração … relembramos algumas coisas importantes das nossas vidas, agradecemos mais um pouco e #partiudescer que estava todo mundo congelando lá em cima. Fotos, registros e vídeos e depois de 1:30 para andar 350m voltamos a base em um ritmo melhor que o da subida. Acho que não demoramos 30min para descer.
       
      O guia estava animadíssimo com nossa demora. #sqn ))
      A felicidade foi muito grande em atingir mais essa conquista que, inicialmente, nem estava nos meus planos.
       
      Como assim não estava nos seus planos? Pois é, eu nem ia à Bolívia nesta viagem e de repente eu estava ali, conquistando Chacaltaya em meio a novos amigos. Fantástico, fenomenal, incrível e emocionante.
       

       
      Na volta já a caminho de La Paz , na van, hora de almoçar!!! Quer dizer, de comer aquela tralha de biscoitos, chocolates e água que tínhamos nas mochilas.
       
      Eu fui tentar fazer um agrado ao guia, e dei a ele um de nossos pacotes de biscoitos, ao voltar pro meu lugar bati a cabeça no teto da Van e PASMEM, o vidro lateral da Van caiu e morreu no meio da estrada da morte despedaçado. Como assim? Coisas que só acontecem comigo.
       
      Eu continuo afirmando que a minha cabeça bateu no teto .. aquele vidro cometeu suicídio #prontofalei
       
      As palavras que ficam para Chacaltaya são Fantástico, fenomenal, incrível e emocionante. Sem mais.
       
      Fiz 3 vídeos curtos da subida, para que vocês pudessem entender a vibe do momento. O surto ao tentar acertar o nome do lugar e a altura certa eu atribuo a altitude que fez eu ficar um tantinho confusa
       

       
      E se você gosta de acompanhar estas aventuras ou encontrou informações relevantes, não deixe de compartilhar com seus amigos Minhas impressões sobre Peru e Bolívia foram muito ricas e eu contei um resuminho básico neste outro post.
       
      E se você quiser ver mais sobre a preparação e as curiosidades das minhas viagens, você encontra tudinho no Viajanderia.
      Você encontra o relato original em:
      http://viajanderia.com/2014/11/14/um-pulinho-ali-em-chacaltaya-na-mais-alta-estacao-de-esqui-do-mundo/
       
      Tati Batista


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