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Alectus,

 

Fui em dezembro do ano passado e o preço variava de 380 a 450 (450 era a melhor bicicleta). Tanto no XTreme como no Solario (que foi onde fiz).

Esse preço já é com tudo incluido, cd de fotos, equipamentos, camiseta no final do passeio e almoço (sem bebida).

 

A única que era beeem mais cara (700 bolivianos) era a que vendia dentro do hostel Wild Rover, a diferença é que ela acabava dentro de uma reserva de animais e voltava de van pela própria estrada da morte (a que eu fiz voltou pela estrada nova).

 

Boa sorte!

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vou em dezembro. cara, 380bs? com os equipamentos, foto e tudo mais?

era bike boa, com supensão e tal?

 

380 com tudo, foto e tals, peguei uma bike de uma suspensão, no meu grupo de 10, 7 eram com suspensão dianteira só.....a loja fica em um mini escritório na calle sargnana, ali perto do mercado das bruxas, tem outras parecidas perto, essa fica bem perto da esquina, http://www.xtremedownhill.com/index.php?mod=modhome_bik

 

Boa viagem

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  • 4 semanas depois...
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Caralho bike de 380 bolivianos meu irmão é kabulosa tipo salve-se quem puder uhauhauhauahua treme tudo, insegurança da porra mais vale muito o passeio muuuuuuuuito foda! Acho q se eu fosse na bike mais cara não teria tanta graça xD kkkkkkkkkkkk Piscina no final putz tudo de bom, almoço a vontade, guias loucos. Fiz na agencia na calle da brujas vale muito a pena.

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Pessoal,

 

Fiz o Downhill ontem pela Gravity e ficou por 750 bolivianos com tudo incluso. Apesar de terem outras empresas mais em conta, nao quis arriscar,

pois o trecho é cabuloso e aqui em La Paz todos falavam que era a melhor.

 

Os equipamentos sao de primeira qualidade.

 

Sinceramente foi uma das melhores experiencias que fiz, excelente.

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  • 2 semanas depois...
  • 2 semanas depois...
  • Membros

Eu fiz pela ProDownhill que fica na Calle Sagarnaga, foi entre 300 e 350bol, nao lembro bem, com fotos, café da manha, lanches e almoço incluso.

Equipamentos muito bons. Nao peguei a bike mais sinistra, peguei uma anterior a essa. E foi tao boa quanto a outra mais cara.

Eu recomendo a ProDownhill, café da manha muito bom numa lanchonete super alto astral e varias paradas de lanche pelo caminho, aquela coca cola com um sanduba, a van sempre acompanhando atras da galera descendo ladeira abaixo em caso de algum acidente, q na vez q eu fui foi muito util, uma belga se acidentou, por sorte so teve escoriaçoes na perna, e logo o motorista prestou auxilio muito rapido. Alem de no final, a empresa parar num sitio com piscina, redes, e chuveiros pra tirar todo aquele pó, além de bater um bom almoço e descansar alguns minutos nas redes ate embarcar de novo na van e voltar pra La Paz. Excelente!

Vale muito a pena, mesmo pros medrosos como eu ate, alem de ver no meio do caminho aquele tumulo dum israelense profissional q caiu penhasco abaixo.. da pra se soltar com fé e rezar pra nao escorregar no cascalho hahah.. mas é uma experiencia mto valida!! Sensacional!. ::otemo::

Prestem muita atençao nos equipamentos na hora de pagar, porque eu presenciei uma empresa que só tinha cotoveleiras e nada mais!!! Se nao tiver a roupa especial, alem da joelheira, cotoveleira e o capacete, nao fechem o pacote pq é furada, ::dãã2::ãã2::'> a descida é muito ingrime e cheia de cascalho, qualquer erro é fatal, com equipamento pelo menos o risco diminui. Atenção!.

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  • Silnei changed the title to Downhill em Coroico

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  • Conteúdo Similar

    • Por Cláudia Toscano
      Bolívia não é um destino muito procurado.  Países onde há bastante pobreza infelizmente assusta e perdemos o que há de melhor nesses lugares, gente humilde e simpática e natureza ainda belíssima! 
      Fomos para Bolívia para pedalar no Salar do Uyuni e fazer um down hill na Estrada da Morte.  Juntamos um grupo de 9 pessoas, traçamos os custos, fizemos contato com empresas locais para dar estrutura ao pedal (sem isso não dá pra fazer) e seguimos viagem.  Escolher passagem aérea mais barata, nem preciso dizer, mas a que faz o melhor roteiro e o menor custo e tempo é a estatal Boliviana.  Saímos de Recife-São Paulo- Santa Cruz de La Sierra-La Paz.  Ficamos 3 dias em La Paz para conhecer, turistar e também se adaptar à altitude; são 3600 metros a 4200 metros de altitude.  O tempo todo temos que tomar chá de coca para aliviar o cansaço. E funciona mesmo!
      Depois de conhecer a cidade, o Vale da Lua (belíssimo), andar de teleférico é o ponto alto de La Paz.  Para mim, foi o melhor sistema de transporte em centros urbanos caóticos e de montanha como La Paz.  Não poderiam ter melhor ideia!. Além de ser um belo passeio.
      As comidas em La Paz não são muito confiáveis.  Refiro-me à higiene. Por isso é bom escolher bons restaurantes.  Nada de lanchonetes ou comida chinesa! Pão... todo ele é feito pelos indígenas.  É lei! Padaria não vende pão de fabricação própria. Apenas vendem o que os indígenas fabricam. Embora no país, a maioria da população seja mestiça, o Governo incentiva bastante as 36 nações indígenas existentes no país, para terem algum tipo de atividade econômica rentável! Mas, apesar de não ser muito higiênico o fabrico, eu comi e gostei. Uma delícia! rsrsrsrsrs.
      Seguimos numa van de aluguel para Santa Cruz de La Sierra e de lá para o Uyuni.  É um vilarejo que vive principalmente do turismo e artesanatos.  Contratamos no Uyuni a empresa www.nomadaexperience.com, cujos serviços são excelentes! Foram dois carros 4x4 , abastecidos de suprimentos, bicicletas de trilha alugadas por eles, com equipamentos.  Chegando no ponto de partida no deserto de sal, seguimos de bike até uma ilha no meio do Salar, também deserta e cheia de cactus.  No meio do caminho fizemos uma parada para almoçar.  A empresa Nomada Experience, preparou todo nosso almoço, armou uma tenda no deserto e ali matamos a fome e o cansaço.  Na volta, com o vento contra, ficou quase impossível pedalar.  O deserto de Sal, não é plano, parece que você está pedalando sobre pedras, mas de sal!  Foi uma experiência incrível!
      Voltamos para o Hotel de Sal no Uyuni, muito confortável, mas com as camas de sal... tudo de sal.  Muito legal!  À noite, jantamos numa pizzaria e no dia seguinte, seguimos para o cemitério de trens e seguimos para a mina de prata (hoje desativada). Subir a montanha pedalando na altitude é pesado mas conseguimos bem.  Melhor a volta pra cidade, 4200 metros de só descida! Bom demais! 
      No quarto dia voltamos para La Paz e de lá contratamos outra empresa para fazer a Estrada da Morte.  Eles nos pegaram no hotel num micro ônibus, junto com outros aventureiros.  Ao chegar no ponto de partida no pico da montanha a 4700 metros de altitude, confesso que me perguntei, porque escolher morrer agora? A adrenalina vai a mil!  A empresa nos deu todo equipamento, capacete, luvas, macacão e a bike de down hill. Começa a descida, inicialmente no asfalto, no acostamento da rodovia. São 20 km de asfalto até chegar à estrada de terra e muiiiiiiiiitas pedras.  A Estrada da Morte mata, mas é linda, maravilhosa! A paisagem de montanha e floresta é belíssima.  Tem algumas paradas para fotos fantásticas, mas na descida, nem pensar em olhar alguma borboleta no caminho.  Concentre-se na estrada.  Não dá pra frear o tempo todo.  Tem que reduzir nas curvas e seguir na descida.  Valeu muito! Amei a Bolívia e seus perigos! Não dá pra voltar, porque o mundo é grande e a natureza me espera!
       








    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       




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