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  • Colaboradores

Léo, abaixo envio algumas agências que pesquisei quando fiz a minha viagem, ano base 06/2010. Pode ser que alguns links não funcionem.

Talvez fazendo uma pesquisa com esses nomes no Google você consegue algumas referências da qualidade e/ou contatos. ::otemo::

 

- Gravity Bolivia: http://www.gravitybolivia.com

- Exclusive Tours: Calle Sagarnaga, n. 389 - Tel.: (591-2)231-7281 - La Paz.

- Explore Bolivia: Calle Sagarnaga, ao lado do Hostal Maya

- XTreme Downhill: http://www.xtremedownhill.com/english/xtreme/index.htm

- WILD ROVER TOURS

- Downhill Madness

- Solario

- Astrid Tours

- Xtreme Tours

- El Solario: Calle Murillo

- Freebike

- Shacaltaya Tours

- Vertigo Biking: www.vertigobiking.com

 

Abraço,

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  • Membros
Leo

E eu fiz com a porcaria da Xtreme e fiquei sem camiseta, sem foto, sem vídeo, sem nada...

Ainda bem que eu nao desgrudo da minha câmera e tirei umas 5 fotos durante a decida senao ia ficar sem nada.

Déia

 

 

Importante citar e registrar aqui, que o meu CD com as fotos do Downhill que fiz com a Xtreme, veio em branco!

Imaginem a bela surpresa ao chegar e verificar o CD.... Ainda bem que levei minha câmera.

O resto deu tudo certo, não posso reclamar.

 

Dica: Testem o CD na hora se for possível, ou logo após pegar, vão em uma lan house (ou peguem o note se levaram) e testem.

Eu como fui pra COPA no dia seguinte, deixei pra ver depois e me ferrei...

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  • Membros

Deia,

 

Pensei q essa Xtreme fosse boa...vi uma galera falando dela aqui.

Vou dar uma olhada nessa q o Thiago falou...mas de qlqr forma vc conhece alguma outra?

 

abraço e obrigado galera!!!!

 

Leo

 

eu fiz com a Xtreme e não tive qualquer problema, inclusive meu CD ficou pronto no mesmo dia. Tudo tranquilo. Guias, alimentação, estado das bikes, grupo menor...

 

Mas realmente imprevistos acontecem....mesmo naquelas consideradas as melhores agências problemas podem acontecer. No Atacama, fechei pela Atacama Connection que costuma ser bem indicada mas no Salar de Tara fomos parados pela polícia rodoviária de lá e descobrimos que o carro não tinha licença para rodar como turismo, o guia precisava ter uma licença especial também para conduzir carros com turistas...etc.

 

É contar um pouco com a sorte tb.

 

Valeu.

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  • Membros de Honra

as duas sao a mesma agencia, uma delas nao tem bike e usa o recurso da outra. E nao acho que foi azar, até poderia ter sido por ter perdido as fotos, mas aconteceu com outro colega também... agora os caras nao tinham camisetas conforme o prometido e só entregaram depois de 4 dias depois de muita insistencia e quando ameaçamos chamar a policia. Fora o tratamento que tivemos, péssimo.

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  • Colaboradores

kotarosan, acho que o passeio acontece independente do clima. A agência nem fala esse tipo de coisa com a gente.

Quando eu fui o tempo estava meio feio, mas não estava chovendo. Mas choveu no meio do caminho o que ofuscou algumas belezas da região.

Mas o passeio aconteceu tranquilamente.

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  • 4 semanas depois...
  • Membros

reserva com 1 dia de antecedencia...

recomendo a empresa el solario para o tour.. fica na calle murillo, acho q numero 776, se nao me engano

 

o preco para uma bicicleta media eh 340 bolivianos (freios a disco, com suspensao apenas dianteira)

achei super tranquilo e recomendo essa agencia.

eles dao camisa e cd com fotos no final do passeio (na verdade 1 hora dps da chegada de volta a agencia)

mas soh pegamos 4 dias dps pq fomos pra uyuni no msm dia

 

no inicio foi um frio do kct, durante a primeira hora +-, que eh de asfalto..

pegamos ate uma chuva de granizo...

mas dps melhora

 

abcs

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  • Colaboradores
Galera,

Li bastante sobre o DH, mas me pintou uma dúvida.

Esse passeio é tão concorrido que precisa ser marcado com antecedência igual a Trilha Inca?

Ou posso deixar pra fechar lá para negociar melhor?

Não quero deixar de fazer esse passeio que parece ser sensacional.

Pretendo ir em Abril de 2012.

 

Obrigado pela ajuda!.

 

como ja disseram não é necessario reservar, vc pode ir no dia anterior que é tranquilo,

 

mas algo q é sempre bom relembrar e anotar: peça pra ver as bikes antes de fechar o negocio, faça um "mini-teste" se possivel vendo se a bike fica "confortavel em vc" e peça para reservar a que vc gostou para o dia seguinte... muita gente nao o faz e ai no dia levam bikes diferentes (e normalmente piores) dq as q te mostraram... fique esperto!

 

no mais é so ter cuidado e aproveitar, pq cara... esse passeio é incrivel e cheia de adrenalina! vc vai adorar!!!!

 

abraços!

Noiscasa

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  • Silnei changed the title to Downhill em Coroico

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    • Por Cláudia Toscano
      Bolívia não é um destino muito procurado.  Países onde há bastante pobreza infelizmente assusta e perdemos o que há de melhor nesses lugares, gente humilde e simpática e natureza ainda belíssima! 
      Fomos para Bolívia para pedalar no Salar do Uyuni e fazer um down hill na Estrada da Morte.  Juntamos um grupo de 9 pessoas, traçamos os custos, fizemos contato com empresas locais para dar estrutura ao pedal (sem isso não dá pra fazer) e seguimos viagem.  Escolher passagem aérea mais barata, nem preciso dizer, mas a que faz o melhor roteiro e o menor custo e tempo é a estatal Boliviana.  Saímos de Recife-São Paulo- Santa Cruz de La Sierra-La Paz.  Ficamos 3 dias em La Paz para conhecer, turistar e também se adaptar à altitude; são 3600 metros a 4200 metros de altitude.  O tempo todo temos que tomar chá de coca para aliviar o cansaço. E funciona mesmo!
      Depois de conhecer a cidade, o Vale da Lua (belíssimo), andar de teleférico é o ponto alto de La Paz.  Para mim, foi o melhor sistema de transporte em centros urbanos caóticos e de montanha como La Paz.  Não poderiam ter melhor ideia!. Além de ser um belo passeio.
      As comidas em La Paz não são muito confiáveis.  Refiro-me à higiene. Por isso é bom escolher bons restaurantes.  Nada de lanchonetes ou comida chinesa! Pão... todo ele é feito pelos indígenas.  É lei! Padaria não vende pão de fabricação própria. Apenas vendem o que os indígenas fabricam. Embora no país, a maioria da população seja mestiça, o Governo incentiva bastante as 36 nações indígenas existentes no país, para terem algum tipo de atividade econômica rentável! Mas, apesar de não ser muito higiênico o fabrico, eu comi e gostei. Uma delícia! rsrsrsrsrs.
      Seguimos numa van de aluguel para Santa Cruz de La Sierra e de lá para o Uyuni.  É um vilarejo que vive principalmente do turismo e artesanatos.  Contratamos no Uyuni a empresa www.nomadaexperience.com, cujos serviços são excelentes! Foram dois carros 4x4 , abastecidos de suprimentos, bicicletas de trilha alugadas por eles, com equipamentos.  Chegando no ponto de partida no deserto de sal, seguimos de bike até uma ilha no meio do Salar, também deserta e cheia de cactus.  No meio do caminho fizemos uma parada para almoçar.  A empresa Nomada Experience, preparou todo nosso almoço, armou uma tenda no deserto e ali matamos a fome e o cansaço.  Na volta, com o vento contra, ficou quase impossível pedalar.  O deserto de Sal, não é plano, parece que você está pedalando sobre pedras, mas de sal!  Foi uma experiência incrível!
      Voltamos para o Hotel de Sal no Uyuni, muito confortável, mas com as camas de sal... tudo de sal.  Muito legal!  À noite, jantamos numa pizzaria e no dia seguinte, seguimos para o cemitério de trens e seguimos para a mina de prata (hoje desativada). Subir a montanha pedalando na altitude é pesado mas conseguimos bem.  Melhor a volta pra cidade, 4200 metros de só descida! Bom demais! 
      No quarto dia voltamos para La Paz e de lá contratamos outra empresa para fazer a Estrada da Morte.  Eles nos pegaram no hotel num micro ônibus, junto com outros aventureiros.  Ao chegar no ponto de partida no pico da montanha a 4700 metros de altitude, confesso que me perguntei, porque escolher morrer agora? A adrenalina vai a mil!  A empresa nos deu todo equipamento, capacete, luvas, macacão e a bike de down hill. Começa a descida, inicialmente no asfalto, no acostamento da rodovia. São 20 km de asfalto até chegar à estrada de terra e muiiiiiiiiitas pedras.  A Estrada da Morte mata, mas é linda, maravilhosa! A paisagem de montanha e floresta é belíssima.  Tem algumas paradas para fotos fantásticas, mas na descida, nem pensar em olhar alguma borboleta no caminho.  Concentre-se na estrada.  Não dá pra frear o tempo todo.  Tem que reduzir nas curvas e seguir na descida.  Valeu muito! Amei a Bolívia e seus perigos! Não dá pra voltar, porque o mundo é grande e a natureza me espera!
       








    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       




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