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Estamos indo em julho para Bolivía e Peru,queria saber se existe agencia que aluga bicicletas para fazer a estrada da morte,gostaríamos que não fosse agencia que faz tudo pelo cliente desde levar e ficar dando auxilio no meio do caminho,gostaríamos de alugar e fazer a estrada sem suporte nenhum,então há esse serviço de aluguel?obrigado.

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Pessoal, já q

 

 

caserafim, estamos todos aqui esperando sua continuação para darmos segmento ao tópico......rsrs

::prestessao::

KKK..

 

FIve, acho q na verdade ela começou um jogo!

 

e era pra galera continuar!!!!!

 

logo alguem aq tinha q continuar a fraze: "Pessoal, já q.........." entao alguem adciona a continuaçao!

 

ja q ninguem fez entao vou eu...

 

"Pessoal, já que o queijo es....." continuem!

 

 

ahhahahahahah

 

::lol4::

 

ha so comentando pro Garga,

 

quando estive por la, nao vi nada que deixa-se a certesa dq fazem isso,

mas acho q vc ate poderia encontrar qm aluga-se so as bikes, mas a logistica seria complicada de fazer, vc teria q ir ate o inicio da estrada, e dpois teria q voltar, e tudo é muito longe... pra vcs transportarem as bikes tanto pro inicio, e principalmente pra voltar dpois seria algo realmente complicado!

 

e opiniao minha, nao acho q todo este trabalho valha o fato de fazer tudo por conta, o tempo é corrido pra karamba com ou sem agencia, pq vc anda muito, e as distancias sao enormes, logo acho q mesmo sendo por agencias, vc consegue aproveitar a mesma coisa do passeio dq se fosse por conta, veja meu exemplo, eu sai as 7.30 do hostal, e so voltei as 21, mesmo com aquela correria da agencia... mas foi otimo assim mesmo...

 

abraços

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Fazer o Downhill por conta acho que isso é coisa so pro Mestre Ogum ou para o Paulo Piacitelli!..kkkkkk.. Pra quem anda 600km no Audax os 65 do downhill nao sao nada!

 

Acho que o Chuck Norris ja fez tambem!

 

Brincadeira a parte, Garga, Como o nosso amigo Wellington disse ai.. Não vale a pena, por agencia voce ja sente que ta corrido e toma o dia todo, por conta, voce iria precisar de uma estrutura muito grande de transporte, hospedagem etc..

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engraçado Luis, essa roupa laranja eh parecida com a da Xtreme, agencia por qual fiz o tour.....rs

Boa..... lugar fantastico esse neh!!!!

 

Como eu tenho meio cérebro, já ia concordar com você que eu tinha feito o downhill com a Xtreme!

Fui olhar minhas anotações e, no meio das traças, vi o nome correto da agência: Free Bikes!

Foi bom eu achar o nome correto, pois eu indico esta empresa, que nos tratou muito bem!

Eu fui com uma amiga e um casal desconhecido: mesmo em 4 pessoas apenas o preço foi ótimo (40 dólares/pessoa) e a estrutura honesta!

Eu indico: downhill La Paz - Coroico podem fazer com a Free Bikes!

Por coincidência um repórter do UOL fez uma matéria legal a convite desta agência:

 

h*t*t*p://viagem.uol.com.br/ultnot/2009/12/16/ult4466u785.jhtm

(favor apagar os asteriscos* no link acima! Coloquei-os para o site não apagar o endereço!).

 

Abraços!

Luis

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Olá pessoal. Somos três amigos que estamos viajando de bicicleta, dando uma volta no mundo, e agora estamos na Bolívia, mais precisamente em Oruro e seguindo para La Paz na semana seguinte.

 

Como não podemos deixar de lado, vamos fazer o downhill e provavelmente vamos fazer por nós mesmos. O que eu gostaria de saber é se existe linha de van ou bus que sai de Coroico e volta para La Paz e dê para nós transportarmos as bikes.

 

Até La Cumbre eu já vi que tem jeito de pegar uma condução em La Paz, mas ainda estamos na dúvida do contrário, da condução de Coroico a LP.

 

Saludos desde Oruro!

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Ola Nova Origem.

 

Eu acredito que tenha sim, transporte de Coroico para La Paz, mas para falar a verdade eu não sei informar os horários. Quando fiz o downhill, voltei na própria van da agência.

 

E é justamente essa dica que te daria.

Seria legal você esperar no fim do downhill onde aparecerem as turmas de ciclistas e as vans. Nem todas as agências estão cheias, por exemplo, a minha agência voltou com uma van ocupada só por 4 pessoas.

O transbike que as vans levam no teto comportam cerca de 10 bikes, ou até mais.

Acho que se vocês esperarem no fim do downhill e negociarem uma grana com o motorista, ele leva vocês de volta até La Paz.

 

Fica a dica.

 

Boa aventura,

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Valeu pela resposta Thiago!

Isso aí já nos tranquiliza bastante. Eu imagino também que tenha transporte, por ser uma cidade turística. E esse negócio de negociar com as vans das agências é uma excelente sacada!

Nós estamos pensando em descer num dia, passar a noite lá em Coroico e voltar pra LP no dia seguinte.

Abraços

 

No final da trilha, quando parei num restaurante com piscina (banho tradicional pra quem começa o passeio com neve e termina com sol e calor!), um grupo de ciclistas pegou carona de volta a La Paz com uma van de outra agência.

Eles devem ter pago por isso, não tenho certeza!

 

Acho que o melhor para vocês - que estarão sem agência e livres - seria seguir até Coroico e pernoitar lá.

Depois, esticar até a selva boliviana de Rurrenabaque!

 

Abraços!

 

Luis

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Poxa Ligia, de todos passeios q fiz na vida, Coroico está concerteza entre os melhores, não exite, faça, é lindo. Tbm não estava com bom preparo, mas deixei a bike descer, não forçava, não corria demais, teve uma subida, q não stava afim de forçar, aí parei, coloquei a bike na van e passei, em seguida continuei. É perigoso, pois tem lugares q se cair, ichiii, foi, mas não tenha pressa na descida, vá devagar, parando, tirando fotos, como eu e mtos fizemos e valeu demais, pois o trajeto é lindo demais.

Bons ventos

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Cara, é basicamente isso mesmo.

As reclamações são bem direcionadas para o cd e a camisa. Tem que ficar em cima desse povo para conseguir isso.

 

Com relação a bike, fique tranquilo. São bikes boas e para falar a verdade, elas não correm muito.

Eu tenho prática com MTB e achava que faria o dowhill mais louco da minha vida. Mas eu já fiz downhills muito piores e mais velozes aqui pelo nosso Brasilzão mesmo!!!

O que destaca de lá, é realmente o risco do lugar e a distância que é única no mundo. Se vacilar, vai pro saco mesmo.

Eu acho até que as bikes são meio preparadas para não correrem. Se vc descer na "banguela", não atinge tanta velocidade. Deve ser uns 30 a 40km por hora, no MÁXIMO.

 

Mas o passeio é legal, as paisagens muito bonitas e vale a pena desfrutar desta aventura. ::otemo::

Guarde um pouco de emoção para voltar na van. Os motoristas são muito loucos, e sobem aquele lugar rasgando. Eu fiquei com mais medo no uphill de van, do que no downhill de bike. ::hahaha::

 

Abraço,

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Galera

 

trankilasso?

 

deixe me fazer uma pergunta...li o topico de ponta a ponta... e percebi que em geral não existem grandes complicadores.....

 

por exemplo alguns aprovam e recomendam a Xtreme Downhill..porem outros não

 

mas em todo ou maioria os problemas que alguns tiveram com algumas agencias forao por Cd camisa ou foto..... Nada em grande problema da qualidade das bicicletas ou algo maior....

 

gostaria de saber se é isso mesmo?

 

Ate pq entrei no site da Xtreme Downhill e parece ser uma agencia bem profissionalizada......

 

pegando o embalo.... alguem sabe com estao os preços atualmente??

 

desde já muito Obrigado... ::cool:::'>

 

 

tem se comentado os valores em torno de 370 bolivares agora com os reajustes que fizeram,

 

as bikes realmente nao sao ruins, mas peça pra olhar e reservar a que vc escolher pro DH, sempre se atente para os freios q sao a parte mais importante da bike, todas usam freio a disco, os amortecedores é que vao variar o preço que vc paga, esse preço ai é normalmente pra bikes com amortecedor so na frente,

 

agora comentando esse negocio da velocidade...

 

qndo eu fiz eu duvido que a velocidade maxima que atingi tenha sido de meros 40 km/h... todo mundo na banguela alucinou... no minimo la eu passei dos 60 km/h... pra dizer pouco, pq agente ultrapassava carros e as vezes ate alcançava os quadriciclos... e esse alucinavam na descida... bem isso na parte do asfalto... na terra vc vai com mais calma... mas independente da velocidade tome cuidado pq la é muito perigoso, mas vale dmais fazer o DH!

 

abraços!

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    • Por Cláudia Toscano
      Bolívia não é um destino muito procurado.  Países onde há bastante pobreza infelizmente assusta e perdemos o que há de melhor nesses lugares, gente humilde e simpática e natureza ainda belíssima! 
      Fomos para Bolívia para pedalar no Salar do Uyuni e fazer um down hill na Estrada da Morte.  Juntamos um grupo de 9 pessoas, traçamos os custos, fizemos contato com empresas locais para dar estrutura ao pedal (sem isso não dá pra fazer) e seguimos viagem.  Escolher passagem aérea mais barata, nem preciso dizer, mas a que faz o melhor roteiro e o menor custo e tempo é a estatal Boliviana.  Saímos de Recife-São Paulo- Santa Cruz de La Sierra-La Paz.  Ficamos 3 dias em La Paz para conhecer, turistar e também se adaptar à altitude; são 3600 metros a 4200 metros de altitude.  O tempo todo temos que tomar chá de coca para aliviar o cansaço. E funciona mesmo!
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      Seguimos numa van de aluguel para Santa Cruz de La Sierra e de lá para o Uyuni.  É um vilarejo que vive principalmente do turismo e artesanatos.  Contratamos no Uyuni a empresa www.nomadaexperience.com, cujos serviços são excelentes! Foram dois carros 4x4 , abastecidos de suprimentos, bicicletas de trilha alugadas por eles, com equipamentos.  Chegando no ponto de partida no deserto de sal, seguimos de bike até uma ilha no meio do Salar, também deserta e cheia de cactus.  No meio do caminho fizemos uma parada para almoçar.  A empresa Nomada Experience, preparou todo nosso almoço, armou uma tenda no deserto e ali matamos a fome e o cansaço.  Na volta, com o vento contra, ficou quase impossível pedalar.  O deserto de Sal, não é plano, parece que você está pedalando sobre pedras, mas de sal!  Foi uma experiência incrível!
      Voltamos para o Hotel de Sal no Uyuni, muito confortável, mas com as camas de sal... tudo de sal.  Muito legal!  À noite, jantamos numa pizzaria e no dia seguinte, seguimos para o cemitério de trens e seguimos para a mina de prata (hoje desativada). Subir a montanha pedalando na altitude é pesado mas conseguimos bem.  Melhor a volta pra cidade, 4200 metros de só descida! Bom demais! 
      No quarto dia voltamos para La Paz e de lá contratamos outra empresa para fazer a Estrada da Morte.  Eles nos pegaram no hotel num micro ônibus, junto com outros aventureiros.  Ao chegar no ponto de partida no pico da montanha a 4700 metros de altitude, confesso que me perguntei, porque escolher morrer agora? A adrenalina vai a mil!  A empresa nos deu todo equipamento, capacete, luvas, macacão e a bike de down hill. Começa a descida, inicialmente no asfalto, no acostamento da rodovia. São 20 km de asfalto até chegar à estrada de terra e muiiiiiiiiitas pedras.  A Estrada da Morte mata, mas é linda, maravilhosa! A paisagem de montanha e floresta é belíssima.  Tem algumas paradas para fotos fantásticas, mas na descida, nem pensar em olhar alguma borboleta no caminho.  Concentre-se na estrada.  Não dá pra frear o tempo todo.  Tem que reduzir nas curvas e seguir na descida.  Valeu muito! Amei a Bolívia e seus perigos! Não dá pra voltar, porque o mundo é grande e a natureza me espera!
       








    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       





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