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Realmente a estrada Coroico-La Paz é perigosa por causa dos paredões de centenas de metros.

Claro que o equipamento é importante.

Mas pelo que conversei com o pessoal das agências e os guias, os principais motivos de acidentes são por causa dos ciclistas.

A causa principal? Simples: distração com o cenário maravilhoso! Aí acontecem batidas e fechadas inesperadas.

O costume dos turistas de pedalar tirando fotos é outro causador de acidentes. Precipicios...

 

Luis

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A Van volta pela estrada nova... O DH é feito pela "antiga" que hoje esta "desativada" ... as vezes..rsrsrs... A volta é tranquila..o problema só é que na Bolivia VAN "grande" é uma Towner dessas de Hotdog...

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OLa cdcool!!!

Eu achei a estrada nova super tranquila. o visual é incrivel, como é so subida, nao tem o risco dos precipios, ja que a velocidade é sempre mais baixa. O Downhill é imperdivel, a volta pela estrada nova vale muito pelo visual!! é demais!!!

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Descer pela estrada velha todo mundo vai descer agora voltar, é uma decisão única e exclusiva do motorista da van e não é garantido que ele vá subir pela estrada nova.

Apesar da estrada velha estar "desativada" tenha certeza que você vai ver carros e caminhões subindo e descendo pela estrada.

Eu também achava que a van iria subir pela estrada nova por questões óbvias: é asfaltada, parece um tapete, não iria "judiar" do carro, mais segura, e por muitos outros motivos. Mas na hora, o motorista da van colocou o som no TALO, e voltou pela estrada velha passando rasgando nas curvas. O tempo estava meio feio, a neblina cobria parte da estrada e o cara sentando o pé. Ele estava fazendo gracinha e se o objetivo era fazer os turistas passarem aperto, ele conseguiu. ::hahaha:: Isso em julho/2010 e filmei parte da subida. Apesar do risco, eu curti o uphill e agora que passou, eu dou é risada da situação. ::lol4::

 

Enfim.... se o lance é o DH, se preocupe e curta a descida pois o uphill pode ser uma caixinha de surpresas. ::otemo::

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Acho que a estrada nova esteve fechada há algum tempo atrás. Pelo menos foi isso que eu entendi conversando com a mulher da agência. Indício disso é que na subida pela estrada nova eu vi vários trechos em obras (sem asfalto, inclusive).

 

A estrada nova, apesar não ser larga e suntuosa como algumas aqui no Brasil, é uma ousada obra de engenharia. E toda ousada obra de engenharia é sempre desafiada pela natureza. Logo, deve ser comum acontecerem deslizamentos que bloqueiem a estrada, forçando as agências a subirem pela estrada velha.

 

Realmente, subir de van a estrada da morte deve ser cabuloso. Quem tem medo de descer de bicicleta, quando vê os automóveis, passa a ter medo é de entrar neles.

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Olá galera... respondendo sobre a dúvida de muitos, relacionada aos equipamentos.

 

Abaixo uma foto do meu DH, ainda no começo da descida, quando são desembarcadas as bikes e se veste o equipamento.

Primeiramente lembro que eu fiz o DH pela BarroBikking, então todas as referências abaixo são em relação aos serviços desta agência.

 

[picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110525210232.JPG 500 375 Começo do DH]Vocês podem perceber que a bike é uma Trek de categoria média que dá pro gasto. A bike tem freio a disco (mecânico, não hidráulico) e câmbio rapid fire que pra falar a verdade, você nem vai usar direito. As bikes não correm tanto e me arrisco a dizer que não passam dos 30km/h. Você até vai pedalar para ela ganhar mais velocidade. Hehe... ::hahaha::

Os pedais são comuns, ou seja não são de encaixe, você fica com o pé livre para qualquer emergência.

Sobre o vestuário, você veste uma calça, e uma jaqueta. Recebe proteção para as canelas e joelhos, e também cotovelos e ante-braços. Essas proteções vão por baixo do vestuário, por isso não aparece na foto. Recebe também capacete de DH (daqueles tipo de motocross), luvas e viseira (oculos).

ATENÇÃO:

1) O tênis que você usa é o seu mesmo, portanto ele vai sujar e molhar. Leve um calçado ou chinelo reserva e meias secas.

2) Vá com roupas que suportem bem o frio, tipo calça, blusa de frio, etc, mas que sejam confortáveis e não prejudiquem o movimento. O vestuário que eles oferecem é fino e não protege muito do vento e nem vai te salvar se você cair, é só para segurar a sujeira mesmo.

3) Na hora de negociar com a agência, peça para ver o capacete e EXPERIMENTE-O. Capacetes tem tamanhos diferentes e um capacete folgado na cabeça pode te deixar na mão quando você mais precisar dele! ::essa:: Certifique-se que no seu pacote esteja incluído a viseira (oculos), se não tiver, chore o desconto ou peça de brinde. A viseira é fundamental para você não ficar tomando barro na cara e proteger os olhos durante a sua descida, visto que praticamente todas as agências estarão lá no mesmo horário e vai ter muita gente descendo.

4) Ao pegar a bike, teste bem os dois freios. Pastilhas de freio a disco não são eternas e quando molham aumentam o seu desgaste. E as bikes de lá molham todo dia naquele DH. ::lol4:: Ajuste o banco para sua altura. Como você vai sempre descer, ele deve ficar um pouco mais baixo do que o ideal para pedalar, isso aumenta a agilidade nas manobras e deixa a descida mais estável. Para quem nunca usou, cuidado ao acionar os freios a disco, eles realmente freiam.

 

No mais... é um super passeio que todo mundo vai curtir.

É só tomar as precauções básicas e detonar no DH.

 

Sucesso!! ::hahaha::::hahaha::::hahaha::[/picturethis]

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Thiago

 

Eu vi umas agencias que tinham bikes realmente de Downhill.

 

Vc por acaso viu quanto essas agencias estão cobrando ??

 

Pra quem não sabe, a diferença de uma bike de Downhiil é absurda pra uma bike XC como a Trek usada:

 

Bike Downhill:

 

20110526015353.jpg

 

 

Bike XC Comum:

 

20110526021213.jpg

 

 

 

Uma diferença muito importante entre as bike, é que a de Downhill possui disco de freio de 203mm e as XC costumas possuir de 160mm ou 180mm. Quanto menor o disco, mas ele esquenta numa descida e fatalmente perderá sua eficácia.

 

Tirando a ergonomia da bike, que é completamente diferente e o curso do amortecedor, que é muito maior. Embora essa descida não exija uma super bicicleta, eu ainda optaria por uma agencia que possuísse modelos realmente Downhill.

 

Abraço a todos,

Leo

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LeoRJ, eu não vi nenhuma agência que disponibilizasse bikes próprias para downhill.

Eu nem passei perto das duas agências mais caras de La Paz, por uma questão de preço mesmo (era MUITO abusivo), então pode ser que lá eles tenham dessas bikes.

Porém em todas as agências que fui, as bikes que eles apresentavam não eram próprias para downhill e em alguns casos eles nem tinham um modelo da bike para mostrar, somente fotos. Quando fiz o downhill eu observei as bikes de outras agências e todas eram bikes de MTB XC mesmo.

Acabei fechando com a agência que eu vi a bike, vi o capacete, experimentei e ganhei o óculos de "brinde". Ah, e que tinha um preço compatível com as minhas pesquisas. ::otemo::

 

Abraços,

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    • Por Cláudia Toscano
      Bolívia não é um destino muito procurado.  Países onde há bastante pobreza infelizmente assusta e perdemos o que há de melhor nesses lugares, gente humilde e simpática e natureza ainda belíssima! 
      Fomos para Bolívia para pedalar no Salar do Uyuni e fazer um down hill na Estrada da Morte.  Juntamos um grupo de 9 pessoas, traçamos os custos, fizemos contato com empresas locais para dar estrutura ao pedal (sem isso não dá pra fazer) e seguimos viagem.  Escolher passagem aérea mais barata, nem preciso dizer, mas a que faz o melhor roteiro e o menor custo e tempo é a estatal Boliviana.  Saímos de Recife-São Paulo- Santa Cruz de La Sierra-La Paz.  Ficamos 3 dias em La Paz para conhecer, turistar e também se adaptar à altitude; são 3600 metros a 4200 metros de altitude.  O tempo todo temos que tomar chá de coca para aliviar o cansaço. E funciona mesmo!
      Depois de conhecer a cidade, o Vale da Lua (belíssimo), andar de teleférico é o ponto alto de La Paz.  Para mim, foi o melhor sistema de transporte em centros urbanos caóticos e de montanha como La Paz.  Não poderiam ter melhor ideia!. Além de ser um belo passeio.
      As comidas em La Paz não são muito confiáveis.  Refiro-me à higiene. Por isso é bom escolher bons restaurantes.  Nada de lanchonetes ou comida chinesa! Pão... todo ele é feito pelos indígenas.  É lei! Padaria não vende pão de fabricação própria. Apenas vendem o que os indígenas fabricam. Embora no país, a maioria da população seja mestiça, o Governo incentiva bastante as 36 nações indígenas existentes no país, para terem algum tipo de atividade econômica rentável! Mas, apesar de não ser muito higiênico o fabrico, eu comi e gostei. Uma delícia! rsrsrsrsrs.
      Seguimos numa van de aluguel para Santa Cruz de La Sierra e de lá para o Uyuni.  É um vilarejo que vive principalmente do turismo e artesanatos.  Contratamos no Uyuni a empresa www.nomadaexperience.com, cujos serviços são excelentes! Foram dois carros 4x4 , abastecidos de suprimentos, bicicletas de trilha alugadas por eles, com equipamentos.  Chegando no ponto de partida no deserto de sal, seguimos de bike até uma ilha no meio do Salar, também deserta e cheia de cactus.  No meio do caminho fizemos uma parada para almoçar.  A empresa Nomada Experience, preparou todo nosso almoço, armou uma tenda no deserto e ali matamos a fome e o cansaço.  Na volta, com o vento contra, ficou quase impossível pedalar.  O deserto de Sal, não é plano, parece que você está pedalando sobre pedras, mas de sal!  Foi uma experiência incrível!
      Voltamos para o Hotel de Sal no Uyuni, muito confortável, mas com as camas de sal... tudo de sal.  Muito legal!  À noite, jantamos numa pizzaria e no dia seguinte, seguimos para o cemitério de trens e seguimos para a mina de prata (hoje desativada). Subir a montanha pedalando na altitude é pesado mas conseguimos bem.  Melhor a volta pra cidade, 4200 metros de só descida! Bom demais! 
      No quarto dia voltamos para La Paz e de lá contratamos outra empresa para fazer a Estrada da Morte.  Eles nos pegaram no hotel num micro ônibus, junto com outros aventureiros.  Ao chegar no ponto de partida no pico da montanha a 4700 metros de altitude, confesso que me perguntei, porque escolher morrer agora? A adrenalina vai a mil!  A empresa nos deu todo equipamento, capacete, luvas, macacão e a bike de down hill. Começa a descida, inicialmente no asfalto, no acostamento da rodovia. São 20 km de asfalto até chegar à estrada de terra e muiiiiiiiiitas pedras.  A Estrada da Morte mata, mas é linda, maravilhosa! A paisagem de montanha e floresta é belíssima.  Tem algumas paradas para fotos fantásticas, mas na descida, nem pensar em olhar alguma borboleta no caminho.  Concentre-se na estrada.  Não dá pra frear o tempo todo.  Tem que reduzir nas curvas e seguir na descida.  Valeu muito! Amei a Bolívia e seus perigos! Não dá pra voltar, porque o mundo é grande e a natureza me espera!
       








    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       





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