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Entendi. Na última vez que fui em La Paz, outubro de 2010, vi uma agencia quase esquina da Sagarnaga com Illampu, e eles estavam cobrando 600 bolivianos, mas tinham bikes de downhill mesmo.

 

Achei muito caro !!

 

Até porque a pendente da estrada não é tão grande para justificar uma bike downhill. Só me interessaria freio hidráulico com rotor de 203mm mesmo e o conjunto cassete/pedivela, que dá maior possibilidade de pedalar em alta velocidade.

 

Mas, como vc disse que não teve problemas com o freio mecânico com rotor 160...

 

Vai depender do que o contratante quer, se for pagar mais barato ou se o dinheiro está sobrando pra bancar o luxo de descer realmente com uma downhill.

 

Eu ainda preferiria descer com uma 29er ::otemo::

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Ôôôôô cara..........

 

As 29ers estão novamente ganhando força no BR.

Tem saído alguns modelos bem interessantes.

Mas acabei de trocar de bike então essa evolução ainda vai demorar um tempo. ::hahaha::

 

Quem sabe um dia...

 

Até +.

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Cara... Vale a pena !!

 

Comprei uma Gary Fisher e gostei muito. Achei muito superior a uma 26'', a única coisa que acho a 26'' superior é em trilha com curvas muito fechadas, que com a 29er tem que ter muito mais domínio. Ah... Pra comprar pneu que é uma merda, e olha que aqui é um paraíso pra comprar bike.

 

Aqui em casa tem uma Trek 26" nova também. Não dá nem vontade de usar.

 

20110526220646.jpg

 

20110526220707.jpg

 

O dia que for comprar uma nova, pula pra 29er. Eu achava que era babaquice de quem comprou uma e não quer dar o braço a torcer que ela não possui muita diferença para uma 26'', mas tem sim.

 

O dia que quiser dar uma pedalada, aparece por aqui ::cool:::'> ::cool:::'> ::cool:::'>

 

Abraço,

Leo

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uoww que bike einh Leo muito boa bike e com rodas 29 fica demais !!

quando fiz o DH e procurando agencias vi sim agencias com bikes de DH !! eu acabei optando por uma trek igual as da fotinha !! a diferença com certeza é absurda tanto em frenagem , conforto , estabilidade pois a susp traseira "engole " tudo !!

na van que fui juntou 3 agencias , todas as bike eram apenas com susp dianteira e freio a disco a cabo !!

varias bikes com freio ja colando na manopla , com pastilhas bem gastas , toda hora o "mechanico "tinha que regular as bikes !!! mas de toda a galera tinha um casalzinho que pegaram umas bikes muito detonadas !! caixa de direçaõ / suspensão dianteira/ rodas tudo com aquela folga animal , ou melhor ja era ferias de tanto que batia as bikes deles tava tudo solto !!

com certeza no DH de Coroico não a necessidade de uma super bike de DH as bikes XC tambem dão conta do recado !!!

falow !!!

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Muito bom esse passeio. Fiz em Janeiro 2011- Tava nevado lá, muito lindo: paisagem maravilhosa. eu nem sei dizer, parecia o encontro com Deus lá. Muito lindo.

Depois da parte da neve que a pista é de asfalto novo, fomos para a parte quente (28 graus) das montanhas verdinhas, floresta tropical. Sinceramente, até hoje não vi lugar com energia tão peculiar quanto aquele. inesquecível. cachoeiras por toda parte, pássaros acompanhando o trajeto.

Mesmo pra quem não sabe andar de bicicleta, faça o passeio de van, minha mãe foi nela e pagou menos por isso.

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leo_thc, respondendo suas dúvidas:

 

Altura do banco: A altura do banco é muito dependente do tamanho do quadro da bike e da altura do seu cavalo. De forma geral, se mede a altura do banco utilizando uma fórmula (Altura do Cavalo x 0.885). Porém essa fórmula serve para quando se vai pedalar. No caso do DH, como o negócio é ladeira abaixo, é ideal que o banco seja um pouco mais baixo para que a bike fique mais estável e ágil nas possíveis manobras. Então faça o seguinte: Regule o banco de acordo com a altura do osso da sua bacia, reduza uns 4 dedos. Pronto, essa altura poderá ser adequada para você.

 

Bota comum não vai prejudicar o passeio. Qualquer calçado, desde que confortável, servirá sem problemas.

 

Eu não medi a velocidade do DH mas baseado na minhas experiência de passeios e provas de bike, posso dizer que se chegar aos 40km/h é muito. Sinceramente, as bikes não correm tanto e você vai até pedalar para ela ficar mais rápida. ::hahaha::

 

Caminhões ou carros podem aparecer no seu caminho, além de outras bikes e as vans das agências. Para ultrapassá-los, nada melhor que as regras de trânsito. Sempre pela esquerda (que é o lado do abismo), mas evite as curvas fechadas ou más condições de visibilidade. Tente aproveitar as pequenas retas que existem no percurso. Olhe sempre para a mão contrária que também tem veículos subindo. Mas o mais importante é fazer a manobra com 100% de confiança e segurança. ::otemo::

 

Se o freio for pro beleléu, a idéia é tentar parar, ou reduzir a velocidade usando os proprios pés. Em um momento de urgência vc pode tentar usar a sola dos sapatos em contato com o pneu da bike, mas falta de prática pode causar acidentes. O mais seguro seria tentar colocar os 2 pés no chão mesmo, de leve e tentar aumentar a frenagem gradativamente. Se jogar, somente em último caso, e dê preferência para o lado direito pois o outro é queda livre. ::lol4::

 

Bike derrapar é igual aquaplanagem de carro. Apertar o freio pode não ser uma idéia e piorar a situação. É importante que a bike perca velocidade e vc retome o controle. Se a bike tombar para um dos lados, o negócio é retomar o equilíbrio usando um dos pés no chão e retomado o controle, aí sim freiar.

 

Cara, se eu entendi despongar é saltar da bike em movimento. Se é realmente esse o significado, só despongue da bike se ela estiver fora do seu controle. Aí é melhor deixar ela ir bater em qualquer lugar e vc ficar ileso. ::lol4::

 

Acredito que você não pague nenhum dano da bike, até mesmo pq já vai ter pagado tudo antes.

 

Pode levar mochila e deixar na van. Durante o percurso vc não vai precisar dela e como a van acompanha os ciclistas, vc tem acesso a mochila a qualquer momento.

 

Pode levar filmadora ou máquina fotográfica mas as próprias agências já fazem uns videos e fotos do percurso. Tudo bem que a qualidade não é grande coisa, pq é de câmera digital compacta, mas quebra o galho. Eu levei máquina fotográfica e tirei umas fotos em algumas paradas, mas não da tempo de fazer muita coisa.

 

Os guias param o grupo de tempo em tempo, até todo mundo agrupar e seguir novamente ou seja, esperam os retardatários.

 

Acho que respondi tudo.

Mas não fica com medo não, o passeio é tranquilo e muito bacana. Só ter atenção e fazer as coisas com segurança que você vai curtir.

 

Abraço,

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Frear a lá "Flintstones" kkkkkk........ Gostei!!! ::lol4::

 

É isso mesmo, regule o banco um pouco abaixo do ossinho lateral da bacia. Não precisa ficar com a planta do pé toda tocando o chão. Se sua bike estiver desse jeito, provavelmente você vai estar com o joelho muito flexionado, o que não é recomendado. Tente pelo menos encostar a ponta dos pés no chão e lá na hora, caso seja necessário, vc sai do banco da bike.

 

Acho que você não precisa se preocupar (muito) com os danos na bota, as falhas do freio ou a velocidade da bike. É tudo tranquilo, você começa descendo pelo asfalto e depois entra na estrada de terra. Já no asfalto você vai fazer os testes na sua bike, ajustar o que for preciso e sentir o clima da descida. Vai ser tomado pela expectativa e pela adrenalina e quando entrar na terra já vai estar pilhado. ::hahaha::

 

Sobre a mochila, mesmo com a água eu acho dispensável pois você vai só descer, a temperatura é fria e depois bem umida, o que dispensa esse consumo de água. As agências também promovem um snack no meio do caminho. Lá você faz o lanche e toma uma coca-cola para recarregar as baterias. ::otemo::

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Fala amigos, minha primeira postagem aqui no Mochileiros. Conheço o site há um bom tempo, mas antes apenas dava uma lida, sem comentar, apenas colhendo informações e dicas. O fórum foi muito útil para as minhas poucas viagens.

 

Mês que vem, estarei na bolívia pra ficar quatro dias completos. Devo fazer o roteiro normal de turista, além de conhecer uns parentes da minha namorada. Nos dois últimos dias quero fazer o chacaltaya e o downhill, pois pelo que tenho lido, é bom ter uma adaptação a altitude antes de subir tanto e correr tantos riscos.

 

Confesso que já estou cagando nas calças de pensar em encarar esse puta medo que tenho de longa data que são as serras com curvas fechadas pro abismo, mas tenho a noção também que a adrenalina e a emoção de descer tudo isso de bicicleta deve ser indescritível.

 

Pelas fotos da galera já to pirando, imagino sentir isso na pele.

 

As dúvidas que tenho:

 

O trecho de estrada, que parece ser fodão também de fazer, é demorado?

O trecho da morte, aquele com paredão de um lado e abismo do outro leva quanto tempo? Dá mesmo pra entrar na van caso eu dê uma arregada?

 

Fora as dicas principais pra bolívia, como vale da lua, Ruinas, e etc, tem algo peculiar que vocês recomendam?

 

Abraços.

 

Bruno.

 

Blz velho?

 

entao... mais que 80% do downhill eh na estrada de terra com curvas fechadas e desfiladeiros!

a van vai sempre atras do grupo. eh de praxe isso... fica sussa!

 

nao fica com medo nao, eh muito tranquilo o downhill... o mais importante eh o que o pessoal ja comentou ai no topico.

de resto... curte a paisagem! conversa com o guia bastante e procure saber das historias que ja aconteceram por la.

 

ah... depois jogue essas historias aqui pra gente saber!

::otemo::

 

abracos!

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Bruno

 

Não pensa assim não.

 

Você vai fazer. O DH é super tranquilo. Você pode fazer no ritmo que te deixar mais seguro. Quando fiz nosso grupo quebrou em 3 sub grupos. Um mais veloz, outro intermediário e outro bem lento.

É mais mito do que realmente é. Vai com segurança que vc faz na boa.

 

Enoi

 

Na Calle Sagarnaga o que mais tem são agências. Fora dela também tem. Mas se não quer perder tempo sobe essa rua que ali vc rapidamente vai agendar.

 

Abraços

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Bruno

 

Não pensa assim não.

 

Você vai fazer. O DH é super tranquilo. Você pode fazer no ritmo que te deixar mais seguro. Quando fiz nosso grupo quebrou em 3 sub grupos. Um mais veloz, outro intermediário e outro bem lento.

É mais mito do que realmente é. Vai com segurança que vc faz na boa.

 

Enoi

 

Na Calle Sagarnaga o que mais tem são agências. Fora dela também tem. Mas se não quer perder tempo sobe essa rua que ali vc rapidamente vai agendar.

 

Abraços

É isso aí que o Paulo falou e no Downhill evite olhar para trás para ver onde está os outros aventureiros, o cara que estava na minha frente fez isso.E o que aconteceu ? faltou pouco para levar um tombaço, derrapou a bike se equilibrou novamente pondo os pés no chão.... E mão firme no guidão da bike, se bater em uma pedra você não cairá. Tudo isso o guia passa na palestrinha de segurança.Muita calma nessa hora , eu até parei no meio do passeio para fazer xixi e fiquei em ultimão do grupo , sem desespero....

 

Rafael Quirino ::cool:::'>

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    • Por Cláudia Toscano
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    • Por Dérik Martins
      O downhill na estrada da morte na Bolívia não pode faltar para aqueles mochileiros que amam uma aventura, como eu! Para quem ainda não conhece, é a descida de bike em uma das mais perigosas estradas do mundo, com precipícios que beiram os 900 metros de altura e trechos com apenas 3 metros de largura.
      Nós pagamos cerca de 150 bolivianos (R$70,00) mas o valor pode variar de acordo com o tipo de bike e tração. É bom reservar um tempinho para andar na rua Sagàrnaga e pechinchar entre as agências para conseguir o melhor preço.
      Este passeio dura o dia todo, mas em nosso caso, tivemos uma situação um tanto conturbada que dobrou o tempo de duração, portanto irei dividi-lo em três partes: Início, meio e experiência de quase morte. hahahhaaha. Calma que eu vou explicar.
      Início: O tour inicia-se às 7h00 e inclui transporte até o topo da estrada, na cidade de El Alto, vestimenta (jaqueta fina, calça e luvas), equipamentos de segurança, fotos, almoço e guias para conduzir o grupo.
      Quando desembarcamos lá em cima, fazia muito frio, portanto recomendo levar mais uma blusa apenas para o início da descida, pois da metade para o final faz muito calor. Dessa forma, é importante ter uma camiseta por baixo de tudo. Também é fundamental levar óculos de sol para evitar que a poeira entre nos olhos.
      A descida começa ainda em estrada asfaltada, a uma altura de mais ou menos 4.000 mil metros. A sensação de liberdade é indescritível e é ainda mais incrível olhar para os lados e perceber que está pedalando na altura dos picos das montanhas!
      Após em média 50 minutos pedalando na estrada asfaltada, começa o temido caminho na estrada de cascalhos, terra e muita poeira. O guia fez algumas recomendações importantes e demos início a largada!
      Não vou negar que no começo fiquei com bastante medo, mas depois de 10 minutinhos, peguei o jeito e me acostumei. Ahhh! Fique tranquilo, caso não tenha experiência com bikes,  é só descer com calma e não há motivos para algo dar errado. O trajeto completo dura em média 4 horas e vai dos 4.000 aos 1.110 metros em 65km de estrada.
      Meio: O percurso passa por pequenas cachoeiras e recomendo que OLHEM PARA OS LADOS, mesmo pedalando, pois a vista é inacreditável! Eu até vi um gavião voando na mesma altura que estava! É incrível! Há paradas para descanso, fotos, lanche e histórias macabras.
      Depois de completarmos a descida, há um almoço delicioso com comida bem típica e depois, começamos a volta à La Paz, já dentro da van.
      Experiência de quase morte:  Depois do almoço, retornamos à van e notei logo de cara que o guia estava bêbado e não conseguia formar uma frase, provavelmente, tinha bebido enquanto almoçava.
      Mesmo com essa situação, ninguém se manifestou de início e seguimos viagem pela estrada, que não é da morte, mas ainda sim, haviam precipícios e neblina. Um pouco antes da metade do caminho, nossa pista estava interditada em um pequeno trecho, sendo necessário desviar por um minuto na contramão, era uma manobra fácil e foi o que nosso motorista fez, o único problema era o caminhão vindo em nossa direção e o motorista da van continuou indo, mas parou bem em cima!
      Depois desse susto, todos ficaram preocupados e alguns até mais exaltados. Assim, exigimos que eles parassem a van, o que eles se recusaram de início, mas cederam quando viram um comércio na beira da estrada. Nós descemos da van e paramos uma outra van de transporte público que estava indo para La Paz e nos levou junto.
      Nós falamos com a agência e a responsável nos reembolsou o dinheiro extra gasto com a van pediu mil desculpas. Acredito que o guia e motorista eram novos e foram advertidos ou até dispensados depois das reclamações que receberam.
      Tenho certeza de que essa situação foi uma exceção e quero que entendam o relato como uma lição para prestarem mais atenção nos guias, pois não depende somente das agências. Por favor, não deixem de fazer esse tour incrível, lindo e sensacional!!!!! As fotos dizem por si só!
       





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