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Santa Cruz de la Sierra

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Galera ...

 

Gostaria de saber o preço da passagem de Sta Cruz de la Sierra para La Paz. E quais os horários de saída.

 

Valeu

 

Eu peguei o ônibus leito da Trans Copacabana MEM de Sta Cruz para La Paz e paguei 140 Bolivianos, o horário foi o de 16:30.

 

Qto a dormir no aeroporto eu fiz isso e posso dizer q é muito desconfortável, nem vou falar das cadeiras q claro não são legais pra dormir, mas ainda rola uma música alta das tvs q ficam proximas as cadeiras. Além disso, mesmo q vc escolha dormir no aeroporto é importante lembrar q de manhã vc vai ter q arrumar alguma coisa pra fazer já q provavelmente só vai conseguir pegar um onibus a tarde (se o destino for La Paz). Eu acabei pegando um quarto por meio periodo pra pelo menos tomar um banho e esticar o esqueleto antes de pegar 18 horas de ônibus.

 

Abração!

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Galera ...

 

Gostaria de saber o preço da passagem de Sta Cruz de la Sierra para La Paz. E quais os horários de saída.

 

Valeu

 

Eu peguei o ônibus leito da Trans Copacabana MEM de Sta Cruz para La Paz e paguei 140 Bolivianos, o horário foi o de 16:30.

 

Qto a dormir no aeroporto eu fiz isso e posso dizer q é muito desconfortável, nem vou falar das cadeiras q claro não são legais pra dormir, mas ainda rola uma música alta das tvs q ficam proximas as cadeiras. Além disso, mesmo q vc escolha dormir no aeroporto é importante lembrar q de manhã vc vai ter q arrumar alguma coisa pra fazer já q provavelmente só vai conseguir pegar um onibus a tarde (se o destino for La Paz). Eu acabei pegando um quarto por meio periodo pra pelo menos tomar um banho e esticar o esqueleto antes de pegar 18 horas de ônibus.

 

Abração!

 

so comentando, tem bus q saem de santa cruz pela manha com destino a La paz, mas eles saem la pelas 8 da manha! pra qm ficar no aeroporto é bom chegar cedo no terminal bimodal e comprar pra partir logo pela manha, vc chegaria anoite em la paz e teria q correr atraz de hostal, mas da pra sair de santa cruz cedo!

 

abraços!

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Vazio,

 

Da uma lida na primeira parte do meu último relato, nele falo sobre Santa Cruz.

Mas já vá sabendo que essa é uma das cidades mais caras da Bolívia, se não a mais cara de todas.

Tem algumas coisas interessantes para fazer.

O Mariposário, Samapaita (120 km), Rota del Che, Parque Nacional Amboró.

A cidade este ano esta comemorando o bicentenário e esta tendo muitas festas e eventos alusivos a data.

 

Mas você gostar ou não depende do seu ponto de vista, a maioria dos mochileiros não gosta, eu aprendi a gostar pois tenho parentes morando na cidade, então já à explorei em vários aspectos.

 

Se necessitar de maiores informações, estamos ae.

 

Maria Emilia

 

Em tempo: o endereço do meu relato está na minha assinatura.

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Oi alguém pode me informar quantas horas +/- é a viagem de Santa Cruz a La pAz???

 

Obrigaaada !!!

 

depende, se tudo ocorrer como previsto, ou seja o bus sair de santa cruz e chegar sem problemas em la paz, demora no minimo 14 horas, agora se tiver imprevistos ou a galera pedir pro motorista ficar parando toda hora (por causa dos banheiros q nao funcionam em nenhum onibus la) ai pode demorar um pouco mais.

 

abraços

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Oi Noiscasa, obrigada pela informação...

Os banheiros n costumam funcionar (de nenhum)???.. ai meu Deus.... ah, mais o povo vai ter q aguentar rsrsrs :lol:

Odeio essas paradas..

 

mais uma vez obrigada!

 

ola,

 

olha costuma-se dizer q se vc achar um busao por la em q o banheiro funcione praqilo q foi projeto (o nº1 e nº2 se vc me entende ::mmm: ) pode jogar na mega-sena pq vc ta com sorte,

 

o mais proximo de um uso pra banheiro q eu vi foi qndo eu fui atravessar a fronteira rumo ao peru, e o cara q foi la pra dentro tava se escondendo da policia de fronteira, agente suspeitou q era traficante, mas nao qis confirmar... ::mmm:

 

la qndo a galera ta apertada e pede ele para na estrada mesmo e vai todo mundo de uma vez só! cada um na sua moita,

 

mas o normal é ele fazer algumas paradas ate o destino final,

 

logo faça o q mami sempre me mandava fazer antes de viajar, ela obrigava todo mundo a ir ao banheiro e deixar la o q nao ia "levar", pq na estrada nao é lugar pra fazer essas coisas! ahahhahaha

 

mami uma mulher genial! fala ai se ela nao manda bem!? experta!!!!!

 

hahahah

 

abraços

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Moça, eu estava pesquisando junto com um amigo, que vamos fazer o mochilão juntos.

Eu não achei nada falando sobre como ir de Santa Cruz de la Sierra para Vallegrande, e tem como ir de Vallegrande para Cochabamba ?

 

Obrigado.

 

Vazio,

 

Para ir para Vallegrande você tem que se deslocar até a Plazuela Oruro, que fica no 3º anillo, em frente ao terminal bimodal é somente perguntar nos minibus ou vans qual vai para a Feira La Ramada pela Avenida Grigotá, depois é somente pedir para o motorista parar lá. Também na Avenida Cañoto (1º anillo) com calle Isabel la Catolica(Zona La Ramada) tem um ônibus que sai todos os dias às 19h30m.

 

Nesse relato dou algumas dicas dessa viagem. Também no guia de santa cruz tem indicações.

 

Quanto a ir de Vallegrande para Cochabamba, acho que não tem transporte, você terá que voltar para Santa Cruz, mas disso não tenho certeza.

 

Quanto ao hotel, se você vai chegar de trem e seguir de ônibus para La Paz é mais fácil e comodo ficar hospedados nos hotéis existentes em frente ao Teminal Bimodal, mas pesquisa em todos, que vão variar muito de preço, mas isso depende da cara do hospede e do humor do atendente (em regra não tem uma tabela fixa), a diária acaba sempre às 14 horas.

 

Maria Emilia

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Maria Emilia,

 

vale lembrar q existem bus q saem para La paz no começo da manha, algo em torno das 8 da matina!

 

qndo estive por la checando assim q cheguei com o trem da morte vi q perdi as saidas desse horario (pq o trem chega as 9), uma das empresas q faz é a transcopacabana q tanto recomendamos!

 

abraços!

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Maria Emilia,

 

vale lembrar q existem bus q saem para La paz no começo da manha, algo em torno das 8 da matina!

 

qndo estive por la checando assim q cheguei com o trem da morte vi q perdi as saidas desse horario (pq o trem chega as 9), uma das empresas q faz é a transcopacabana q tanto recomendamos!

 

abraços!

 

Realmente, tem algumas empresas, entre elas a TransCopacabana, tanto a MEM como a S/A que tem ônibus que saem entre as 7 e 9 horas da manhã com destino a La Paz, Cochabamba, Sucre e outras cidades da Bolívia.

 

Mas vale lembrar que são poucos ônibus, a maior parte é realmente no período vespertino/noturno.

 

Maria Emilia

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Tem bus cama q sai d santa cruz as 17:00 pra frente q vai direto pra la paz! demora umas 18 horas, por causa dos imprevistos q sempre tem.

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Aolá amigos, gostaria de uma sugestão de vocês.

 

Pretendo chegar à Sta Cruz no famoso vôo da Gol que chega lá por volta de 1:15 da madrugada.

 

Gostaria de saber, das pessoas que já peragam este vôo:

 

É recomendavel chegar lá em Sta Cruz neste horário?

É melhor se hospedar próximo ao aeroporto, já que vou pegar um vôo para Sucre no mesmo dia, às 10:30h?

Alguma dica de hostel, com bom preço e boas acomodações? Se sim, como chegar a este hostel? Taxi?

 

Obrigado e abraço a todos os mochileiros,

 

Thiago,

 

Santa Cruz de la Sierra, não é mais (+) nem menos (-) perigosa do que qualquer cidade brasileira de médio porte. O que temos que ter é bastante atenção, mais isso vale para todos os lugares do mundo.

 

Quanto à hospedagem não tem hoteis próximo ao aeroporto, que fica na carretera para Cochabanba, cerca de 17 km do centro da cidade.

 

Algumas pessoas optam por dormir no sagão do aeroporto no segundo piso e esperar o dia amanhecer, outras preferem tomar um táxis e se deslocar até um hotel no centro ou arredores do Terminal Bimodal, no seu caso que vai seguir de avião, você tem que pesar os prós e contras de dormir no aeroporto (digo passar a noite) ou tomar um táxis e ir até um hotel no centro.

 

Em frente ao Terminal Bimodal tem alguns hoteis que cobram entre 50 e 100 bolivianos a diária, também no Casco Viejo, que é a Zona da 7 Calles tem alguns bons hoteis, nessa faixa de preço.

 

No guia de Santa Cruz tem uma lista de hoteis para todos os bolsos e gostos.

 

Lembrando que como na Bolívia é uma hora a menos em relação à Brasília você chegará em Santa Cruz às 00h15m.

 

Espero ter ajudado um pouco.

 

Maria Emilia

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    • Por Deisok
      Olá pessoal!
      Estou fechando um planejamento de viagem para Bolívia e Peru, iniciando no dia 30/04/2019, chegando na Bolívia por Santa Cruz de La Sierra e retornando para o Brasil a partir de Lima.
      Em dezembro/2018 cheguei a ver a passagem de ida, pela GOL, por R$ 975. Mas na expectativa de baixa dos valores, não comprei. Agora (janeiro/2019) estou pesquisando e a passagem está R$ 2.300.
      Será que até abril/2019 esse valor cai de novo pra R$ 975? rsrs Quem já viajou pra Santa Cruz de La Sierra, comprou por quanto e com qual antecedência?
      Obrigadaa!
    • Por Carfeina
      Olá pessoal, tudo certo? Vou fazer meu pimeiro mochilão em Março e começarei pela Bolivia. Estou com uma dúvida terrível sobre a segurança lá. Quero levar meus equipamentos para fazer algumas filmagens e tirar algumas fotos e queria saber se a Bolívia é um país seguro em relação a assaltos. 
      Sou do Rio de Janeiro e lá eu não consigo fazer nada disso com o mesmo medo.
      Obrigado desde já!
    • Por joshilton
      Olá viajantes, preciso de ajuda para verificar se esse roteiro "funciona" realmente.
      Sairei de Manaus no dia 04 de maio de 2019, chegando a Cumbica e já saindo para Barra Funda, pegando o busão com destino a Corumbá. Tudo no mesmo dia, pois o ônibus sai a noite de São Paulo. Chegando em Corumbá no dia 5. Vou até a Fronteira e compro as passagens para Santa Cruz. Chegando a Santa Cruz, dia 6 pernoito 1 dia. Saio de Santa Cruz no dia 7 com destino a Sucre, chegando no dia 8, onde pretendo passar 2 dias, até o dia 10. Saio para Potosi e chego no mesmo dia, pernoito até o dia 11. Vou a Uyuni e pernoito até o outro dia, 12. Salar de 3 dias, até o dia 15, Volto a Uyuni e saio direto a La Paz, chegando dia 16.
      Aí vem mais duvidas, pois quero pernoitar no Titicada, se possível junto com os nativos. Se tem pacotes dede La Paz ou tenho que ir a Copacabana.
      Lí muitos e muitos comentários aqui, porém não li nada a esse respeito.
      Se tem ônibus de Copacabana direto a Santa Cruz
      Como sobram dias, qual cidade dessas citadas que poderei passar mais dias, ou quais locais a visitar ? Se fosse você, para onde iria mais ? 
      Agradeço aos comentários
    • Por Heraclito Frederico
      12 dias de viagem pela Bolívia
      Puerto Quijarro, Santa Cruz de La Sierra, Vallegrande, La Higuera, Cochabamba, La Paz (El Alto), Copacabana, Isla del Sol, Isla de la Luna, Sucre.
       
      Eu e minha irmã fizemos uma viagem pela Bolívia. O período total, incluindo os trajetos dentro do Brasil de chegar na fronteira e voltar para casa, levou 15 dias. Na Bolívia mesmo foram 12 dias.
       
      Fizemos a viagem falando português. Claro que aprendemos um pouco de espanhol nesses 12 dias de Bolívia. Os comerciantes e mesmo na rua as pessoas compreendem e conseguimos nos comunicar. Não tivemos problemas de comunicação para locomover, comer ou em reclamar do serviço prestado. Fizemos isso em português e na medida que aprendemos um pouco do espanhol, passamos a fazer no “portunhol”.
       
      A viagem começou pegando voo para Campo Grande. Depois de descer do avião, saímos do aeroporto para a rodoviária de Campo Grande, pegamos ônibus coletivo. Foi bem tranquilo, as informações recebidas das pessoas na rua facilitaram se locomover na cidade.
       
      Na rodoviária de Campo Grande pegamos o último ônibus do dia 1º de junho de 2017 para Corumbá. O ônibus saiu às 23:59. Parece difícil de acreditar, mas eu e minha irmã passamos frio na rodoviária. Foi uma noite com temperatura diferente da que esperávamos. Tivemos que tirar as roupas da mochila e vestir. Muito frio, o vento ajudou a esfriar mais. Pouco antes das 23:59 entramos no ônibus e acordamos no outro dia cedo em Corumbá.
       
      Em Corumbá andamos a pé e de ônibus coletivo. Tem um ônibus que leva até a fronteira, acho que a passagem custa R$ 3,25. Em Corumbá conhecemos a chipa, um biscoito que parece pão de queijo, mas com formato diferente.
       
      Na fronteira a demora maior é passar pelo desembaraço do lado do Brasil, depois disso, no lado da Bolívia, é mais rápido.
      Minha irmã trocou parte de seus reais logo na primeira banquinha de câmbio de Puerto Quijarro, logo que entrou na Bolívia. Eu pensei em trocar depois, sonhei com uma cotação melhor, porém não deu certo. Ela conseguiu trocar cada real por 2,08 bolivianos. Este câmbio foi o melhor durante toda a viagem. Na maioria dos lugares trocam 1 real por 2 bolivianos.
       
      O câmbio ajuda bastante, converter os reais em bolivianos. O custo das coisas na Bolívia, em comparação com os preços praticados no Brasil, sai em conta. A exceção fica por conta de alguns locais turísticos com preços em dollar.
       
      Em Puerto Quijarro andamos a pé e de táxi. Na Bolívia é bem tranquilo andar de táxi, os preços, se comparados com os do Brasil, são mais em conta, tenha atenção somente em combinar o preço antes da viagem. Outra coisa, os carros são mais velhos.
       
      De Puerto Quijarro para Santa Cruz de La Sierra fomos de trem, no Ferrobus. O preço da passagem de trem (Ferrobus) é a mais cara para sair de Quijarro e chegar a Santa Cruz, são 235 bolivianos. As outras opções, trem da morte ou ônibus, custam em média 70 bolivianos.
       
      Conversamos com um taxista de Quijarro, ele disse que há universidade na cidade com curso de medicina, que sua mulher faz o curso. Há também na cidade shopping China, mas não chamou nossa atenção, os preços estão em dólar.
       
      No final da tarde fomos para o terminal pegar o trem (Ferrobus). A maioria dos passageiros no dia que viajamos não eram bolivianos. A poltrona do trem é boa, dá para dormir, lá pelas 20:00 oferecem a janta – é vendida a parte - o prato é arroz e pollo com papas (frango com batata frita). Na manhã seguinte chegamos em Santa Cruz.
       
      Em Santa Cruz conhecemos a “Plaza 14 de Septiembre”. Há alguns cafés próximos, um museu com algumas exposições, tinha o kiosko e yarituses (artes bolivianas), há também uma casa de cultura próximo da praça com exposição de quadros e apresentação musical. Andamos na cidade para conhecer os mercados, feiras e biblioteca. Vimos uma rua que é movimentada à noite, há várias portinhas com “mariachi – músicos com estilo mexicano”.
       
      Na Bolívia o principal prato dos restaurantes visitados foi “pollo com papas” (frango com batata frita). É muito comum, se quiser ser rápido para receber o almoço ou janta, peça um.
       
      Depois de Santa Cruz fomos conhecer Vallegrande. Pegamos van em Santa Cruz, na praça Oruro. Desta praça saem vários para Vallegrande. O motorista da van corria, fazia ultrapassagem de forma um pouco perigosa, mas chegamos. Para chegar a Vallegrande passamos por Samaipata, disseram que há algumas ruínas, registros históricos, parece ser interessante conhecer Samaipata.
       
      Na praça principal de Vallegrande (Plaza 26 de Enero) tem internet com acesso livre, pode aproveitar para mandar mensagem. Nos lados da praça ficam uma igreja, a prefeitura, o centro cultural da cidade e um café interessante para beber chá de coca. Ficamos numa pousada bem legal em frente a praça. À noite fez muito frio, mas frio mesmo, e o chuveiro só caia água fria, minha irmã acabou deixando a torneira aberta esperando para a água esquentar, mas nada de “água caliente”.
       
      A casa da cultura é o ponto para quem quer pegar um mapa da cidade e orientações sobre a Rota de Che Guevara. Se quiser comer algo, o mercado da cidade é a indicação, tem Api e outros sucos, tem algumas opções de bebidas alcóolicas (não lembro os nomes, só sei que comprei e bebi com minha irmã uma garrafinha).
       
      A Rota de Che é feita uma parte na cidade, visitando o hospital, o antigo campo de pouso de aviões e onde estão os restos mortais dos demais guerrilheiros. A outra parte é conhecer La Higuera e a Quebrada del Churro (acredito que se escreva assim).
      Para ver a parte da cidade preferimos ir com guia para ouvir as histórias, foi cobrado 45 bolivianos por pessoa. Isso é acertado na casa da cultura, ao lado da prefeitura. O guia vai mostrar caminhando ou no táxi, se for no táxi ele cobra mais 30 bolivianos. Conhecemos a lavanderia do hospital, local que aparece nas fotos com Che Guevara já morto. O guia disse que depois de morto, já na lavanderia, os militares abriram para a população ver o corpo, aos fotógrafos e jornalistas. Há também o campo de pouso dos aviões para visitar, este local foi desativado para os aviões e hoje está um museu de recordações de Che. Foi muito interessante visitar, viver isso, passar por este local e sentir que ainda há chama acesa daquele pensamento de Che vivo. O local de enterro de Che Guevara, pelo relato do guia, foi descoberto 30 anos depois de sua morte, que ocorreu 1967. A descoberta se deu porque um militar que participou da operação de captura e morte falou que Che estava enterrado no campo de pouso, que não tinha sido levada para outro lugar.
       
      Vallegrande e La Higuera são locais de resistência e luta, pois em conversa com o guia, mesmo depois desses acontecimentos, de sua representação simbólica em monumentos de recordação na cidade, a região é muito de direita, mesmo com a eleição vencida por Evo Morales, e continua a prefeitura tendo alcalde (prefeito) de orientação de direita. Por outro lado, essa parte do turismo é aproveitada, porque vem comemorando a data da morte de Che e neste ano de 2017 vão promover o evento de 50 anos sem Che.
      O outro local a visitar são os túmulos com os restos mortais de outros combatentes da guerrilha. O local fica atrás de uma área do rotary club da cidade. A guerrilha teve participação de mulher, teve a guerrilheira argentina Tania.
       
      Para conhecer La Higuera acertamos com o taxista 250 bolivianos pela viagem. Ele nos levou e trouxe. No meio do caminho ele vai mostrando os locais que Che passou. Nós não fizemos a trilha da “quebrada del Churro”, por onde o grupo de Che passou. Acho que perdi nesse ponto, vale a pena fazer a trilha, todos que fizeram gostaram. Em La Higuera tem a escola que Che ficou preso com os demais companheiros e, por informação do guia, onde foi morto pelos militares. Essa escola não funciona hoje mais para o ensino, é hoje local para recordações e visitas. Foi erguida uma a nova escola.
       
      Ergueu-se também um monumento de Che bem na frente da pracinha de La Higuera e outro ao lado da escola nova, onde há o monumento da cabeça de Che. Dentro da escola nova há fotos de eventos com familiares de Che e de Fidel.
       
      Já na escola em que Che ficou preso há várias mensagens nas paredes, bandeiras, quadros contando parte da história e um que chamou a atenção, o de que Che e seus companheiros eram procurados e havia recompensa.
       
      Pelo relato do guia, Che veio para a Bolívia por causa do país estar numa posição geográfica central na América do Sul, já havia base do partido comunista, seria campo para fazer escolas de guerrilha. Porém, o serviço americano de espionagem teve informações da presença de Che na Bolívia e daí os guerrilheiros enfrentaram uma propaganda contrária forte com recompensa por informações e captura. O guia disse que os guerrilheiros se separaram em dois grupos, um com Che e outro com Joaquim. Por estas condições adversas, Che já não poderia aparecer, a propaganda também inflava o povo contra a guerrilha, pois dizia que vinham para tomar as terras, uma propaganda que ganhou forças visto o relato do guia de ter havido reforma agrária na Bolívia anos antes da chegada de Che.
       
      Outro fato dito pelo guia era que os exercícios de reconhecimento dos terrenos, nesta altura do tempo, eram feitos à noite, de madrugada. E numa dessas madrugadas, um camponês avistou o grupo de Che passar por suas terras e logo avisou o exército boliviano, que cercou o terreno e de emboscada renderam o grupo. Che levou um tiro na perna e foi ajudado a ir à escola de La Higuera por dois companheiros. A escola de La Higuera serviu de prisão até sua morte e dos companheiros. Há também o relato de que a captura do Che foi comunicada por telégrafo com a mensagem de “De buen dia a papa” (acredito que se escreva assim). Che recebeu a identificação de “papa” na comunicação dos militares.
       
      Voltamos para Vallegrande no meio da tarde. Na rodoviária da cidade tentamos comprar as passagens para Cochabamba, porém estavam os ônibus lotados. Daí nos deram ideia de pegar uma van até Mataral, cidade em beira de estrada, pois poderíamos pegar um ônibus para Cochabamba. Porém, não foi possível. Em Mataral, deram-nos outra ideia, ir para Comarapa, e de lá sim conseguiríamos ir a Cochabamba.
      Em Comarapa conseguimos as passagens para Cochabamba.
       
      As distâncias na Bolívia, a depender da região, são relativamente pequenas, mas leva-se muito tempo de viagem. Há muitas estradas sem asfalto (ou com trechos asfaltados), passa-se por encostas de morro (ou da cordilheira), do lado da estrada é um precipício, por pequenos córregos. Nesta viagem a Cochabamba sentimos o ônibus passar por estrada de chão, poças de água ou pequenos córregos, brincamos até que, se o ônibus pifasse ou ficasse preso num buraco, todos desceriam para empurrar, os gringos, as chulas, todos ajudariam.
       
      Chegamos em Cochabamba de madrugada, por volta das 4:00, muito frio, esta noite eu não consegui dormir, sentei do lado dum boliviano das ancas largas, ele não se comportava no assento dele.
       
      Procuramos um alojamento para terminar a noite. Encontramos um bem esculhambado e ficamos nele, não havia opção naquele horário, nem poderíamos correr o risco de ficar andando de madrugada.
       
      Em Cochabamba conhecemos um museu arqueológico de uma universidade local (San Simon), subimos até o Cristo de la Concordia por teleférico, visitamos mercados e feiras. Andar em Cochabamba é tranquilo, pelo menos no centro, há indicação dos nomes das ruas nas esquinas. Experimentamos a pamonha deles (huminta).
       
      No dia seguinte fomos para La Paz, chegamos à noite. Ficamos num hotel (diária de 160 bolivianos para duas pessoas, duas camas) na zona turística, próximo do mercado das bruxas e do museu da coca. Nesta noite, depois de deixar as coisas no hotel e seguindo as orientações do taxista, formo a um pub inglês próximo do hotel (The English Pub). Olha, eu como visitante da Bolívia, preferia ir num bar boliviano, confesso que não gostei do pub inglês.
       
      No outro dia fomos andar no mercado das bruxas e no mercado Camacho. Conhecemos o El Alto, lá convertemos mais reais em bolivianos, cada 1 real por 2,06 bolivianos. Andamos de teleférico para o El Alto. Lá no final da linha vermelha do teleférico tem uma feira, muita coisa é vendida lá. Peças usadas de carro velho, roupa, comida, equipamentos de celulares e o que costumamos a ver por aqui nas feiras de produtos chineses. No El Alto há terminal e uma rodoviária informal onde há saídas de ônibus para todo lugar.
       
      Em La Paz visitamos a Plaza Murillo, onde fica a sede do parlamento boliviano. Nós entramos na Assembleia dos Deputados no grupo visita das criancinhas das escolas. Foi divertido visitar o parlamento boliviano no meio dos chicos e chicas. Em La Paz comemos carne de Ilama. Não é servido a carne de llama em qualquer restaurante, onde nós encontramos foi em dois restaurantes próximos do mercado das bruxas. O preço é dado em dólar. O prato foi 95 bolivianos e veio com batata frita e poderia se servir do buffet com as demais opções.
       
      De La Paz fomos para Copacabana. Adoramos o lugar, ficamos pouco tempo. Em Copacabana ficamos numa pousada que da janela do quarto dava para ver o lago Titicaca. Comemos trucha com arroz e batata frita, assim que chegamos num conjunto de barraquinhas próximo ao lago. O peixe é muito bom. Andamos ali pela frente do trapiche, onde os barcos param, no final da tarde. Muito frio. Depois andamos pelas ruas do centro de Copacabana, é pequena a cidade. À noite comemos nas barraquinhas de comida da feira na rua. Minha irmã comeu carne de Alpaca, acredito que seja parente da Ilama.
       
      No outro dia visitamos as Islas de la Luna e del Sol. Tiramos fotos lindas. O local é lindo. Fizemos uma trilha na Isla del Sol. Cansamos bastante e com falta de ar, destaque para a altitude de algo em torno de 4 km acima do nível do mar.
       
      Quando termina a trilha tem a fonte da juventude, os turistas são quem param pra molhar as mãos, o rosto, alguns bebem a água. Depois, já na margem, tem uns bares. Comi trucha novamente e minha irmã pediu sopa, mas não gostou, ficou reclamando da sopa, pois tinha cabelo e reclamou ao dono do bar. Neste momento percebi que reclamar em português é compreensível ao boliviano, não precisa gastar o portunhol. O dono do bar entendeu perfeitamente a reclamação em português e minha irmã entendeu o espanhol dele.
       
      Depois de Copacabana, voltamos para La Paz. Estava acontecendo a festa do Gran Poder. No hotel, em La Paz, vimos um pouco do Gran Poder pela janela, as ruas cheias, muitos bêbados, assim como carnaval no Brasil. Chamei minha irmã para conhecer a festa, mas ela não se animou, também estava no final, logo depois acabou a música.
       
      A coisa chata que aconteceu comigo foi comprar um cartão de memória pro meu telefone numa dessas barraquinhas de coisas da china. Meu telefone estava cheio de fotos e vídeos, sem espaço para mais nada. O que aconteceu, no dia em que estava em Sucre, percebi que o telefone não reconhecia o cartão de memória, enfim, perdi minhas fotos e vídeos que tinha transferido para o cartão de memória. Essa parte foi a mais chata, perdi muitas fotografias e vídeos, com destaque para as paisagens de Copacabana, do lago Titicaca e das ilhas.
       
      Na programação que a irmã fez ainda faltava visitar Sucre e Potosi, mas o tempo era curto. Resolvemos comprar passagens de avião para ir de Sucre a Santa Cruz, com objetivo de conhecer pelo menos Sucre. Então, deixamos de conhecer Potosi.
      De La Paz fomos de ônibus para Sucre. Chegamos em Sucre bem cedo, procuramos por pousada, mas as opções boas eram muito caras e as outras eram de quartos compartilhados. Uma que tinha propaganda e indicações boas para ficar, não abriu as portas quando batemos. Ficamos num alojamento próximo da plaza 25 de Mayo, o banheiro era compartilhado, não havia fechadura na porta pelo lado de dentro. Encostamos a mesinha na porta, isso serviria apenas de sinal para acordar se alguém abrisse a porta à noite ou durante o dia.
       
      Em Sucre conhecemos o mercado central, o mercado negro, o parque Bolivar, a Ricoleta (aqui fica o museu indígena e barraquinhas de artesanato e roupas bolivianas). Indicamos conhecer o museu do Sombrero, há opções boas de chapéu, os preços são razoáveis. Eu e minha irmã compramos, cada um, um sombrero que custou na faixa de 110 bolivianos. Do lado do museu do sombrero fica a fábrica. Outro lugar para visitar é o cemitério, minha irmã que fez questão de conhecer.
       
      Em Sucre há bons cafés próximos da Plaza 25 de Mayo, há também o chocolate de Sucre, comemos um chocolate recheado de coca, bem gostoso.
       
      De Sucre voltamos para Santa Cruz de La Sierra por avião. O aeroporto fica distante da cidade de Sucre, pagamos ao taxista pela corrida 60 bolivianos.
       
      No retorno à Santa Cruz não visitamos nada de desconhecido, fomos na plaza 14 de Septiembre e ficamos por ali. Compramos mais alguns artesanatos ali próximo da praça, tivemos que converter mais reais em bolivianos. Minha irmã conseguiu converter cada real por 2,06 bolivianos, já quando fui converter os meus reais me deram 2,05 bolivianos por cada real, disseram que havia abaixado o preço naquela tarde.
       
      Fomos de Santa Cruz para Puerto Quijarro de ônibus (70 bolivianos cada passagem). Daí pra frente foi passar pela fronteira e chegar em casa. A única coisa que tem para contar de mais interessante é que em Campo Grande, enquanto esperamos o avião, fomos conhecer o parque da cidade (Parque das Nações Indígenas), do lado há o Museu de Cultura com nome da Universidade local, Dom Bosco (este museu estava fechado) e o Shopping Campo Grande. De mais, pegamos o voo em Campo Grande, eu voltei para Brasília e minha irmã para Palmas.
    • Por elaine.sena
      Olá!
      Resolvi fazer o relato da minha viagem que foi beem tranquila, não passei nenhum perrengue e me surpreendi com a Bolívia!
      Fui pra Bolívia pela Gol, pra Santa Cruz em um vôo bem rápido. Não tinha milhas, então minhas passagens não ficaram tão baratas. Os valores colocarei abaixo.
      Cheguei em Santa Cruz as 13:00 e ja comprei minhas passagens de avião de Sucre para Santa Cruz pela Amaszonas, mas NÃO recomendo essa companhia, mais na frente eu conto o porquê !
      Peguei um transporte coletivo para o centro, já tinha lido que o táxi cobraria um valor maior ja que o aeroporto fica distante da cidade.
      No ônibus pedi socorro para um rapazinho que me informou onde descer e pegar um táxi para o terminal bimodal, onde eu pegaria um ônibus no mesmo dia para La Paz.
      Assim eu cheguei no tal terminal e já comprei nossas passagens pra La Paz. O terminal é bem movimentado, mas nada que fosse diferente das rodoviárias daqui. Nesse terminal foi onde encontrei o melhor câmbio durante a minha viagem: R$ 1,00 - Bs 1,88.
      Depois encontrei um brasileiro q mora em Santa Cruz e ele disse que em câmbios no centro dá pra encontrar R$ 1,00 - Bs 2,00, mas não tive a sorte de de encontrar!
      Valores para 2 pessoas
      Passagens são Paulo - santa cruz: R$2.200,00
      Passagens Santa Cruz - La Paz:
      Bs 260,00
      Passagens Sucre - Santa Cruz:
      Bs 800,00
      Táxi para terminal
      Bs 15,00
       
      Dica
      SEMPRE peça desconto em tudo, eles aceitam tão facilmente que achei q devia ter pedido um desconto maior!


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