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Atenas, Mykonos e Santorini em 10 dias - Junho de 2015

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Olá Mochileiros!!

 

Venho neste meu terceiro relato falar sobre a breve e incrível viagem que fiz à Grécia!

Além de gostar de compartilhar experiências, fiquei com um pouco de receio quando resolvi ir, não apenas pelos conflitos econômicos, mas pelo País ter um alfabeto diferente, deslocamento pelas ilhas e por estar sozinha .

 

Quando resolvi tirar férias em junho esqueci de um pequeno detalhe: inicio da alta temporada em muitos lugares ou locais não recomendados pelo clima. Além disso tinha o preço o dólar que não ajudava (continua não ajudando rs) e objetivos de gastos que não poderia ser muito.

 

Confesso que pesquisei diversos roteiros e lugares incríveis, mas desejei muito a Grécia! Sabendo pouco sobre os problemas econômicos de lá, me programei pra levar dinheiro e desencanar de chegar nos lugares caso houvesse alguma greve.. era um risco a assumir. Mas pensei também por ser alta temporada e ter poucas vagas em hoteis e hostels, uma boa chance de ser uma ótima viagem.

 

Pesquisei roteiros aqui no mochileiros em vários sites bacanas de viagens e as dicas foram super úteis! E por incrível que pareça é MUITO fácil se deslocar por lá! Um dos motivos pra relatar a viagem é acrescentar informações técnicas pra quem planeja ir um dia.

 

Foram 10 dias de viagens, sendo 3 noites em Atenas, 3 em Mykonos, 2 em Santorini e 1 noite em Atenas.

Passagem: por ser verão europeu, as passagens são mais caras... mas consegui uma promoção da Swiss que facilitou muito a vida! E detalhe.. comprei no final de abril!!

Obs: Não existe voo direto do Brasil pra Grécia. As grandes empresas europeias fazem escalas.

 

Com a passagem garantida, fui ver hotel e ferrys!

Mykonos e Santorini tem aeroporto e é outra opção de translado. Optei pelo ferry por ser mais barato.

Em relação aos ferrys, nos sites http://www.greekferries.gr e http://www.go-ferry.com/, você pode pesquisar diversas empresas que fazem os translados. Algumas delas são a Hellenic Seaways, Sea Jets e Blue Star Ferries. Recomendo comprar no site da própria empresa.

 

Problema que tive na compra dos ferrys

Pesquisando no site, vi que pela Blue Star estava com ótimo preço pra econômica, mas meu cartão não passou diversas vezes e quando consegui, eles cobravam uma taxa do ticket absurdamente alta. No final, comprei pela Hellenic Seaways. Ela é mais cara comparada a outras na classe econômica, mas tem a vantagem de ser mais rápida (highspeed) - super vantajoso na volta de Santorini pra Atenas ::otemo::

Obs: você tem que retirar os tickets na agência antes de embarcar! Fique tranquilo que são bem localizadas e super rápido! Só esteja com o passaporte em mãos!

 

Ferrys

40 euros Atenas- Porto Piraeus para Mykonos

61 euros de Mykonos pra Santorini

59 euros Santorini para Atenas (Piraeus)

 

Em relação as hospedagens

Sabendo que seria verão, já fui atrás de hospedagem. Seguindo sugestões, em Atenas fiquei no Athens Backpackers, Mykonos no Morfoula's Studio e Santorini no Hotel Antonia.

Optei por ficar em hotel em Mykonos e Santorini por descansar mais. É mais caro do que hostel, mas nada melhor do que um pouco de privacidade.

 

93 euros o Hostel em Atenas

135 euros Morfoula's

98 euros Hotel Antonia

 

Por fim, o dinheiro. Li que não é um País caro e devido a crise, resolvi só levar em espécie. Mas também levei cartão de crédito para alguma emergência. No hostel eles não aceitavam mais cartão de crédito, apenas dinheiro pela situação.

 

Em relação a bagagem, inicialmente pensei em ir com a minha mochila de 78l da trilhas e rumos, mas por ser um roteiro tranquilo, optei pela mala. No final a ida foi com 12kg e a volta 17kg (comprei váááários sabonetes de oliva hahahaha).

 

Passagem, hotel, translados e roteiro garantidos.. bora viajar!! ::otemo::

 

Cheguei em Atenas no período da tarde (6h de diferença do Brasil) e resolvi ir de trem e metrô até o hostel.

Se você pesquisa pelo Google, ele passará os nomes das estações em grego ::hein: ... maaaaaas ainda bem que nas estações tem a tradução para o nosso alfabeto!

Eles tem poucas linhas de metrô e o deslocamento foi super tranquilo levando uns 40 minutos até a estação Acrópole. A passagem saindo e indo para o aeroporto para qualquer estação de metro custa 8 euros, e o metrô pela cidade custa 1,60 euros. Outra opção é pegar um táxi, mas não sei o valor. Importante: não tem catraca no metrô, você apenas válida o ticket. Teoricamente alguém irá verificar depois, mas não sei se foi pela crise, ninguém conferiu e teve dias que usei o metrô de graça porque eles não estavam cobrando.

 

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Uma coisa legal do metrô é que algumas estações tem réplicas de estátuas gregas, objetos encontrados nas escavações... diversos mini museus rs

 

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O hostel fica na região de Acrópole, que é dos points turísticos de Atenas! Tem diversas opções de restaurantes nos mais diversos preços e gostos pra todos! Ao lado fica Plaka, uma região cheia de restaurantes e lojas de lembrancinhas. Confesso que a maioria das lojas tem as mesmas coisas, mas vale a pena andar por elas e achar um bom preço!

 

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Gostei muito do hostel, principalmente da localização e pela bela vista do Partenon! Conheci diversas pessoas super legais e foi bem animado! A única coisa que não curti foi que o chuveiro que encharcava todo o banheiro.

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Opa, muito bom

 

Irei pra Europa semana que vem e passarei por Atenas e Santorini, sendo que ficarei no Athens Backpackers tb

 

Acompanhando ::otemo::

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Uma dúvida, o ticket do aeroporto ate a estção Sintgama não vale pra baldeação pra outra linha? Tenho que comprar outro ticket pra ir até a estação Acrópole?

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Que legal Luiz!! Você vai adorar! Tentarei agilizar o relato.. é que demora um pouco quando coloca foto rs

abs

 

Opa, muito bom

 

Irei pra Europa semana que vem e passarei por Atenas e Santorini, sendo que ficarei no Athens Backpackers tb

 

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Luiz, o ticket é o mesmo. Só quando vc sai ou vai para o aeroporto que paga 8 euros. Fora isso, o ticket custa 1,60.

 

Mas antes de comprar, observa se tem algum papel escrito sobre se precisa comprar ou nao. Na minha volta para o aeroporto, eles liberaram a catraca.

abs

 

Uma dúvida, o ticket do aeroporto ate a estção Sintgama não vale pra baldeação pra outra linha? Tenho que comprar outro ticket pra ir até a estação Acrópole?

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Me programei ficar dois em Atenas, sendo 1 pra conhecer os locais mais importantes e o museu (seria bem corrido) e outro dia pra ir a Delfos (sugestão das amigas). Mas por erro de atenção da minha parte, perdi o passeio pra Delfos e usei os dois dias pra conhecer Atenas.

 

Vi no site do hostel que eles tinham um day tour por alguns pontos turísticos de Atenas. No final optei por fazer sozinha o tour, mas quem fez gostou muito e recomenda, principalmente pra conhecer mais sobre a história.

 

Acordei cedo pra entrar na Acrópole e não pegar tantos turistas. O sítio abre às 8h até às 17h.

O ingresso custa 12 euros e você tem direito de entrar em 6 locais arqueológicos gregos (Ágora Antiga, Acrópole e teatro de Dionísio, Ágora Romana, Kerameikos, Templo de Zeus e Biblioteca de Adriano). Eles são próximos no mapa, mas a área dos locais são grandes, e isso toma tempo.

 

Serei sincera... fica extremamente corrido tentar ir em todos num dia só, mas dá pra fazer.... só se preparar para o sol na sua cabeça, beber muita água (no mercado e achei 0,36 centavos e no hostel por 0,50 centavos a pequena e 1 euro a grande). No intervalo de um local ao outro, aproveitei pra tomar o famoso Frappe de café que tem em todos os lugares (achei chafé hahahaahahahah) e o smoothie de iorgute grego delícia.

 

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No primeiro dia eu fiz eu Acrópole e Teatro Dionísio, Templo de Zeus, Estádio Olímpico (5 euros, mas não entrei), Museu da Acrópole (5 euros) e depois comprei lembrancinha em Plaka. Aproveitei e almocei por lá e experimentei a famosa Moussaka e bebi cerveja (12 euros no total).

 

Eu estava com um guia sobre a Grécia e me ajudou a orientar sobre as ruínas na Acrópole, mas não se preocupa, o locais são bem explicativos. AMEI TUDO!! Apesar de boa parte ser apenas ruínas, você não se sente que está na cidade.. acho muito incrível isso de no mesmo local ter o antigo e o novo.

 

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Os locais são incríveis e acho sensacional conhecer lugares, ver peças em museus que existem há muitooooos anos! Também tive o prazer em ir pra Londres ano passado e conhecer o British Museum e ver muita coisas da história antiga (muitas peças gregas em estão Londres)! ::love::

 

Como perdi o rolê pra Delfos, fui conhecer os outros locais do ingresso. Comecei pela Ágora Antiga que era um centro político e religioso de Atenas e lá possui o templo de Hefesto, o mais integro de Atenas. Além disso, tem um sítio arquelógico, um museu com peças encontradas na Ágora em uma Igreja Bizantina.

 

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Depois passei por Kerameikos, mas não entrei (muito quente), Bilbioteca de Adriano (vale a pena entrar pra ver a estátua de Atenas), e Ágora Romana.

 

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Esse passeio durou meio dia, e aproveitei pra descansar e à noite conheci uns brasileiros no hostel e saimos pra comer o Gyro, o famoso churrasquinho Grego. (de 2 a 3 euros).

 

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No dia seguinte fui para o porto Piraeus pegar o ferry para Mykonos. A viagem de metro levou uns 40 minutos, segui o fluxo das pessoas e cheguei no porto rs e logo na entrada vi o posto da Hellenics Seaways e peguei ticket.

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MYKONOS

 

Bom, cheguei aproximadamente na hora do almoço na ilha e fui recebida pelo dono do hotel (esqueci o nome dele).

Lembrando.. fiquei no Morfoula's Studio, localizado ao lado do centro de Mykonos (5 min a pé).

A vantagem foi que estava ao lado do ponto de ônibus que vai pra para as praias.

 

Ah, muitos hoteis e hostel tem transfer do porto/aeroporto até o hotel. Eu mandei um email pra ele avisando.

 

O dono me deu um mapa de Mykonos e mostrou os pontos principais. Vou relatar os lugares que fui e os que acho que devem ser legais rs

 

No primeiro dia fiquei pelo centro de Mykonos, me perdendo pelas ruazinhas de casas brancas, conhecendo a pequena Veneza deles, os famosos moinhos de vento e fotografando diversas pequenas igrejas de cúpula azul ou bordô.

 

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Me recomendaram almoçar no Niko's Taverna e gostei muito! Comida típica grega com um preço um pouquinho a mais do que em Atenas. Mas não se preocupa, há diversos locais para todos os preço no centro.

 

Depois do passeio, fui me informar sobre o deslocamento na ilha! Você pode ir de ônibus municipal, alugar carro, moto ou quadriciclo. Um dos locais o preço do quadriciclo estava 20 euros o dia e quanto mais dias você ficar, mais barato fica.

 

Eu optei por ônibus por o trânsito deles é muito louco hahahahahaha e funciona assim:

Os ônibus custam 1,60 euros do centro vão para o aeroporto, porto, a praia de Ornos, Paradise, Super Paradise, Agrari, Plati Gialos, Paragas e outras ali ao redor. Só que se você for para Ornos, você tem que voltar para o centro e pegar o que vai para a Paradise. Não há ônibus entre uma praia e outra. Essa opção é só feita de barco que custa 6 euros. Ahhhhhh para ir pra Super Paradise, o ônibus ida e volta custa 8 euros. ::quilpish::

 

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No dia seguinte conheci a praia de Ornos. Ela é linda, calma e muito gelada (aliás, todas são). Recomendo se você não ta afim de agito - mais família. Para alugar um guarda sol e espreguiçadeira custou 5 euros.

Fiquei o período da manhã lá, voltei para o centro, almocei e fui pra Paradise.

 

Paradise também é linda e beeeeeeem mais movimentada! Lá tinha de tudo: jovens, adultos, idosos, quem quer curtir praia, ou só tirar foto..... Cada ponta da praia tem uma bar com muita música e agito! Fui primeiro no Guapaloca e depois no Tropicana!! A galera piraaaa!!!

 

Depois voltei para hotel e vi o pôr do sol MAIS INCRÍVEL DA MINHA VIDA!!!! E CONFESSO QUE FOI MAIS LINDO DO QUE SANTORINI HAHAHAHAAHAHAH

 

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À noite o agito não pára e tem várias festas legais!! Recebi um folder sobre a Cavo Paradise e pra entrar estava 25 euros. Eu não fui, mas indico! rs

 

Na outra manhã conheci Plati Gialos. Ela é estilo Ornos, mas mais movimentada! A espreguiçadeira é um pouco mais cara e como eu não estava afim de gastar com isso, deixei minha mochila na areia mesmo e curti um pouquinho a praia.

 

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Voltei e fui pra Super Paradise. Tem gente que gosta e outros não. Falam que a praia é direcionada ao público gls, mas a agrada a todos. Sim, tem um bar gls lá, mas tem o Super Paradise Beach Club que é o bar que as dançarinas ficam nas mesas e os caras piram. Já que você ta em Mykonos, vai conhecer!! Foi a mais linda que conheci de todas. E foi a cerveja mais cara que paguei na vida hahahahahahaahahah

 

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Terminei minha noite passeando pelo centro e voltei para o hotel pra arrumar a mala.

 

No dia seguinte o dono do hotel me deixou no porto e a família dele super fofa me deu um pedaço de bolo rs

 

Eu gostei muito da ilha, principalmente das praias. Lá tinha muitos casais e grupo de jovens atrás de diversão!! E realmente é o local que agrada a todos.. só não consegui ir em mais praias.

 

Locais que eu não fui e recomendo:

Tem um hostel em Paraga. Eu não fiquei lá porque não gostei das fotos.. é estilo acampamento e as camas são praticamente grudadas... mas nada contra. Conheci uma galera que foi e amou! Festa, bebida, gente jovem, piscina e praia o dia todo!

 

Eu vi muitas fotos da praia de Kalafatis. Se você não alugou nada, tem que pegar um barco no porto velho de mykonos pra ir até lá. Eu não fui porque só tinha três horários e acho q ia ficar muito corrido conhecer.

 

é isso e até Santorini

Ja posto Fotos

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SANTORINI E RETORNO A ATENAS

 

Antes de relatar sobre Santorini, quero comentar que fiz os translados para as ilhas de Ferry. Dependendo de onde você compra e o tamanho da sua mala, você não consegue subir com ela. Então a galera deixa na parte mais baixa do ferry e sobe para o respectivo assento. Só que você apenas deixa a mala lá..eles organizam pelo destino final e não tem identificação. Não tive problema com isso, mas já aviso isso para não ficar surpreso.

 

Cheguei em Santorini na hora de almoço e já me encantei com aquele paredão e as casas em cima. O dono do hotel estava lá e me recepcionou super bem. Lá no porto eles tem serviços de transfer, ônibus até Fira, aluguel de carro, restaurante, lembrancinhas etc. Chegando no hotel, o dono me deu um mapa e explicou tudo sobre a ilha. Como teria um dia e meio pra curtir, resolvi selecionar bem pra aproveitar.

 

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Tem muitas coisas pra conhecer e fazer lá.. se pudesse ficaria mais um dia tranquilamente rs

 

Eis as informações que ele me passou:

As principais praias são a Perissa, Red Beach, Kamari e Perivolos.

Há sítios arqueológicos e locais com as antigas construções antes do terremoto: Akrotiri e Pirgos

Locais pra conhecer Thira e Oia (Fala Ia) e um passeio pelo vulcão.

 

Há dois passeios para o vulcão:

um que custa 18 euros, dura três horas (11-14h ou 14h-17h) e só vai até a ilha do vulcão e volta.

outro que custa 23 euros, dura quatro horas (10:45-16:45 ou 11:45 a 17:47) e também passa pela ilha de Thirasia.

 

Naquele dia resolvi conhecer Fira e depois ver o pôr do sol em Ia.

 

Fiquei hospedada a duas quadras do centro do Fira. Vantagem de ficar por lá foi que assim como Mykonos, os ônibus vão para uma só direção e caso você queira ir de uma praia pra outra, ou você paga 5 euros no barco ou volta e pega outro ônibus. As passagens variam de acordo com o lugar, e são de 1,80 a 2,20 euros.

 

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O centro comercial de Fira tem poucas quadras mas cheia de lojas. Por alí também achei um mercado pra facilitar a vida, pois não serviam café da manhã com pão no hotel (eles serviam apenas café, frappe, café com leite e vinho por cortesia).

 

Aproveitei e fui almoçar. Lá também tem diversas opções e gostos pra todos. Por indicação de uma amiga, fui conhecer o Naossa, restaurante típico grego. Comi muitooooo bem! Minha conta deu 14 euros com pão, prato principal (uma carne grega com massa)e uma taça de vinho da casa... melhor do que comparada a São Paulo. ::lol4::

 

Depois do almoço continuei minha caminha por Fira! Mas pensa num lugar lindo! Fiquei muito encantada por lá!

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Peguei o ônibus pra Oia e ver o famoso pôr do sol!

Andei um pouco por lá e tudo lindo também! as ruas são estreitas, cheias de subidas e descidas e com uma vista maravilhosa! Achei um canto pra ver o espetáculo e aguardei por 2 horas (ainda bem que sentada)! faltando uns 40 min, a galera começou a chegar e foi uma muvuca louca pra querer espaço (desde que fui a europa pela primeira vez ano passado, sempre achei a galera mal educada.. seja cara de pau também).

 

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Assim... realmente o pôr do sol é lindo, ainda mais lá... maaas ainda achei o de Mykonos mais incrível. Pode ter sido o dia ou a época do ano, mas esperava mais... :| Eu poderia ter ido no dia seguinte, mas como teria que fazer algo semelhante ao dia anterior, fiquei com preguiça e resolvi aproveitar outros lugares.

 

Cheguei no hotel e resolvi tomar a jarra de vinho que ganhei. Estava delicioso, mas pensa em alguém zoada no dia seguinte? :lol:

 

Fiquei tão enjoada que nem arrisquei em fazer o passeio de barco até o vulcão. Resolvi conhecer as praias Vermelha e Perissa.

 

Primeiro fui na red beach e achei linda!! Só não curti o jeito de chegar lá, que é passando por várias pedras e com chinelo havaiana foi tenso rs e a areia são pedrinhas.. eu entrei de chinelo, mas se você tiver aquelas sapatilha é uma boa ou encara descalço mesmo hahahaahahahah

 

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Socializei um pouco por lá e resolvi voltar para o centro e almoçar. Comi um lanche no centro de Fira e fui pra Perissa, A praia tem areia escura devido as rochas vulcânicas e é muito estranho.. parece que está suja rs

Aluguei uma espreguiçadeira por 5 euros e aproveitei a praia.

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Santorini é conhecida por ser romântica.. sim.. tem vários casais, mas tem muitos grupos de jovens, família, sozinhos etc rs Super recomendo por as construções, formação da ilha são coisas que nunca vi na vida. Uma coisa interessante que ela é apontada como a origem da lenda da cidade perdida de Atlântida. São informações que dão charme ao local.

 

No dia seguinte, levei 6h de ferry pra chegar em Atenas (atrasou e isso que era highspeed).

Isso foi quarta, e no domingo seriam as eleições do plebiscito grego. Estava acompanhando algumas noticias sobre a crise e realmente a galera estava em peso nos caixas eletrônicos e pequenas manifestações pacíficas.

 

Até segunda ordem, o metrô estava de graça. Cheguei tranquilamente no Hostel e no meu quarto estava uma menina que viajou para algumas ilhas gregas com a empresa Contiki (excursão com grupo de jovens com bom preço). Jantamos e andamos por Plaka tranquilamente.

 

No dia seguinte antes de ir embora, resolvi passar pelo Parlamento grego e ver como estava a situação... para a minha tristeza só havia turistas assistindo a troca da guarda. Aproveitei e passei no mercado pra comprar chocolates e vinhos gregos.

 

Enfim, está foi minha viagem pela Grécia. Espero que ajude no roteiro e se tiver dúvida é só perguntar.

Quero voltar outras vezes pra conhecer mais ilhas. Realmente eu só tive 10 dias pra viajar e não quis conhecer muitos lugares em poucos dias pra não transportar mala e perder um dia de viagem pra isso. Pode ter sido loucura o que fiz em ir neste momento tenso do País... mas também sei que se houvesse greve ou algo tipo, arranjaria algo pra fazer e aproveitar.

 

Obrigada!! ::otemo::

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    • Por Philippe Matheus
      Todos os anos eu me organizo para realizar um mochilão por países que ainda não conheço, às vezes dou uma passada rápida em países já visitados e, em outros casos, sigo por países não visitados ainda. Assim que cheguei do meu último mochilão pela Europa eu decidi que em 2019 faria uma viagem para o Oriente Médio, apesar de ser uma região um pouco conturbada politicamente falando ela guarda muitos destinos incríveis e com paisagens deslumbrantes. Definido o roteiro, era hora de viajar!
      O primeiro país seria Israel. Embarquei em um voo direto do Brasil para Tel Aviv com a LATAM, este voo dura quase 14h por causa dos desvios que a aeronave tem que fazer devido as restrições em sobrevoar alguns países da África. Este era só o começo da viagem. As perguntas que sempre escuto sobre Israel é sobre segurança e os preços por lá. Israel é um país seguro? Sim! Muito seguro. Israel é um país caro? Infelizmente sim. Muito caro! Chegando em Tel Aviv fomos para a fila de imigração, ali começou o nosso tormento (estava viajando com um amigo). A fila não existe. As pessoas se aglomeram em frente as cabines e tentam se organizar da melhor maneira, uma péssima primeira impressão. Ao chegarmos para a oficial de imigração ela nos recebeu de forma simpática e nos fez algumas perguntas como: é a primeira vez de vocês em Israel? Onde vão visitar? Quanto tempo pretendem ficar? Qual a relação de vocês? Após respondermos estas perguntas básicas ela olhou, nos deu um sorriso, pegou os nossos passaportes e disse: vocês podem aguardar ali! direcionando-nos para um canto onde haviam algumas pessoas. Pensei comigo: deu ruim! não é possível que vou ser barrado sem motivo algum. Percebi que vários brasileiros estavam sendo retidos e direcionados para o mesmo lugar, o que me tranquilizou um pouco por acreditar que não havia um problema especificamente comigo e com meu amigo. Após quase 1h de espera uma oficial nos chamou e nos fez várias perguntas novamente, repetiu algumas das que haviam sido feitas anteriormente e algumas novas como: com o que você trabalha? Quanto de dinheiro você tem?, etc. Enfim, passado o processo mais chato de imigração era hora de seguir para Jerusalém, cidade onde ficaria hospedado durante meu período em Israel. Chegar em Jerusalém é fácil: saindo no aeroporto você verá as indicações da estação de trem, estando lá é só comprar o bilhete que custa 17 Shekels. A viagem dura cerca de 25min e o trem é super confortável. Vale lembrar que a malha ferroviária de Israel é bem nova e está em constante expansão, para maiores dúvidas consultem o site da operadora de trens de Israel: https://www.rail.co.il/en
      Chegando em Jerusalém fui direto para o hostel tomar um banho e comer alguma coisa. Na hora de comer é que você percebe o quão caro Israel pode ser! Comi apenas um macarrão com uma coca cola e paguei algo em torno de 40 Shekels. Algo em torno de R$50,00. Enfim, bolso e psicológico preparado era hora de descansar para aproveitar os próximos dias no país. No primeiro dia levantei bem cedo e fomos para a cidade velha de Jerusalém, ali estão os principais pontos da cidade e visita obrigatória para todos os que são cristãos. A cidade velha é cercada por muros, desta forma você deverá entrar por um de seus portões e desbravar suas ruas internamente. Acessei a cidade pelo portão de Jaffa, entrando neste portão você sai diretamente na torre de Davi. Ao entrar pela cidade velha você verá várias casas de câmbio, consegui lá a melhor cotação para trocar dólar por shekel. Me cobraram apenas 0,03 centavos acima da cotação oficial. Pelo menos alguma coisa ´´barata´´, né? 

      Entrada da cidade velha no portão de Jaffa.
      Ao entrar pela cidade fomos direto para o muro das lamentações. O muro das lamentações na verdade é o que sobrou do muro que cercava o segundo templo, os judeus vão até ele para orar e lamentar sua destruição. Tradicionalmente as pessoas colocam papéis com pedidos de oração em suas frestas e eu não poderia deixar de fazer isso, né? Para se aproximar do muro homens e mulheres ficam em áreas separadas e os homens devem obrigatoriamente usar o ´´quipá´´, para aqueles que não são judeus e não andam com o seu quipá na mochila eles disponibilizam para que você possa se aproximar do muro. Assim o fiz!

      A cidade velha é dividida em quatro partes: judaica, cristã, muçulmana e armênia. É impressionante como ali as religiões se misturam e convivem em paz, muito diferente da ideia que temos das guerras que acontecem naquela região. O muro fica no lado judaico da cidade porém, logo acima dele, temos a mesquita do domo da rocha, que já está na parte muçulmana. A mesquita foi construída em um local onde os muçulmanos acreditam que o profeta Maomé subiu aos céus, os cristãos acreditam que ali Abraão levou seu filho Isaque para ser sacrificado. Percebam o quanto cada ponto é sagrado para todas as religiões neste lugar, por isso elas se misturam tanto.

      A mesquita é linda é sua cúpula é de ouro puro. O acesso dentro dela é proibido para não muçulmanos e para estar nesta área próximo a ela devemos estar com o corpo todo coberto. Homens, por exemplo, não podem acessar a área de bermuda. Vale lembrar que todo país com esta carga religiosa muito forte é importante estar sempre vestido de forma adequada para visitar os lugares pois vários pontos são considerados sagrados e determinados tipos de roupa podem ser ofensivos para eles, portanto, vale um ponto de atenção neste aspecto. Mulheres ´´sofrem´´ um pouco mais com isso, em alguns pontos além de estar com o corpo todo coberto devem obrigatoriamente usar o hijab (véu). Eu costumo dizer que para fazer um mochilão temos que nos despir dos nossos preconceitos e procurar compreender, entender e, principalmente, respeitar a cultura do lugar que estamos visitando. O mais legal é poder mergulhar na cultura local, isso não tem preço que pague. 
      Seguindo por dentro da cidade velha encontramos a via dolorosa, este é o caminho por onde Jesus passou carregando a sua cruz. Andar por ela é bem complicado pois muitas pessoas fazem o caminho o tempo todo, caravanas inteiras pelas ruelas apertadas da cidade velha e o local fica bem tumultuado. Portanto, tenha bastante paciência se você quiser fazer o caminho inteiro, ou então faça caminhos alternativos para chegar até a igreja do Santo Sepulcro. Esta igreja foi construída no local onde algumas pessoas acreditam que Jesus foi sepultado, entretanto existem dois ´´túmulos´´. O da igreja do Santo Sepulcro e o do Jardim do Túmulo. Segundo o que está escrito no livro de João o túmulo de Jesus estaria próximo a um horto, ou seja, um jardim. Independente de onde é ou não o túmulo de Jesus o que interessa é que Ele ressuscitou e está vivo!
      Igreja do santo sepulcro:

       
      Jardim do túmulo:

      O Jardim do túmulo fica fora das muralhas da cidade, mas pegando os mapas turísticos da cidade fica fácil chegar até ele. Você terá que caminhar um pouco, mas chegará facilmente até o local. Após a visita aos dois túmulos segui para o Jardim do Getsemani, neste jardim Jesus fez a sua última oração antes de ser capturado pelos soldados Romanos. Existem estudos que comprovam que as oliveiras deste jardim são milenares. 

      O jardim fica bem abaixo do monte das oliveiras, local onde Jesus transmitiu vários dos seus ensinamentos. Subi o monte das oliveiras a pé, foi uma caminhada e tanto mas valeu a pena! De lá de cima temos uma vista magnífica da cidade de Jerusalém e do cemitério judaico que fica bem abaixo do monte.

      Todos estes pontos eu visitei em apenas um dia e a pé. Foi bem cansativo, mas valeu a pena pois os lugares são magníficos e com uma carga histórica, cultural e religiosa muito grande. Andar pelas ruas de Jerusalém faz com que vivamos os passos de Jesus, e isso não tem preço que pague! Estava realmente exausto para o primeiro dia, mas como havia conhecido os principais pontos decidi seguir para Tel Aviv no dia seguinte. Tel Aviv é bem diferente de Jerusalém. Em Jerusalém a religião é muito forte, vemos o tempo todo pessoas com seus ´´trajes religiosos´´, já em Tel Aviv a religião parece ser um pouco menos importante e o ritmo da cidade se aproxima muito mais de qualquer metrópole do que de uma cidade religiosa. Para chegar em Tel Aviv é só pegar o mesmo trem que vai do aeroporto para Jerusalém, a diferença é que você deve trocar de trem no aeroporto para seguir até Tel Aviv. Meu interesse em Tel Aviv era conhecer as praias e a cidade de Old Jaffa, que fica em uma das praias da cidade. Esta cidade foi construída há mais de 3000 anos pelo filho de Noé, é super bem conservada e tem alguns restaurantes bem típicos na região. Andar por Tel Aviv é bem interessante pois parece que estamos em outro país pois o astral da cidade é bem diferente de Jerusalém. 


      Após conhecer a cidade, andar pela orla de bicicleta voltamos para Jerusalém. No dia seguinte iríamos visitar o Mar da Galileia, está região fica bem mais ao norte do país e é possível chegar de ônibus partindo de Jerusalém em uma viagem que dura cerca de 3h. Os ônibus de Israel não são dos mais confortáveis, mas como o país é bem pequeno a viagem é curta. Para consultar as rotas e preços disponíveis nos diversos destinos do país você pode acessar o site: http://www.egged.co.il/homepage.aspx
      Pegamos o ônibus para Tiberíades e chegamos até o mar da Galileia. Jesus cresceu nesta região e lá ele fez importantes milagres como a multiplicação dos pães e peixes e andar sobre aquelas águas. O lugar é lindo e bem agradável.

      Ao fundo é possível ver as colinas de Golã, estas colinas pertenciam à Síria antigamente e foram tomadas por Israel na guerra dos seis dias e anexada ao território Israelense em 1981. Dizem que frequentemente escutam barulhos de bombas e tiros nesta região por causa da guerra na Síria. Particularmente eu não presenciei nada disso! Passei o dia na região da Galileia e retornei para Jerusalém no final da tarde. Na manhã do dia seguinte visitamos o museu do holocausto. A visita a este museu é gratuita e uma verdadeira aula de história. Lá dentro é possível ver fotos, objetos, vídeos do período do holocausto. É impactante! Pela tarde retornei à cidade velha de Jerusalém para andar com calma por outras áreas ainda não exploradas. Jerusalém tem que ser explorada com calma, tem muita coisa pra ser visto na cidade, muitos comércios, comidas típicas, etc. Tire um dia inteiro para andar pelas ruelas da cidade e você não vai se arrepender!
      No dia seguinte decidi ir para a Palestina. Quando comentei com amigos e parentes sobre a ida àquela região muitos me chamaram de louco, etc. Confesso que tinha sim medo de ir lá, mas me surpreendi positivamente com o lugar e, principalmente, com as pessoas. Para chegar na Palestina é só seguir para o portão de Damasco na cidade velha de Jerusalém, lá existe uma rodoviária com ônibus para Belém. Achamos o ônibus e fomos para lá! Dentro do ônibus você já nota a diferença de Jerusalém, tínhamos apenas muçulmanos, vários estudantes e pessoas indo trabalhar. No sentido Israel - Palestina cruzamos a fronteira sem problemas, ao chegar em Belém haviam vários taxistas oferecendo vários tours, etc. Estávamos decididos a não contratar este tipo de serviço, mas o rapaz que nos recepcionou foi tão insistente e conseguimos barganhar o preço pela metade do inicial e teríamos algumas vantagens pois não conheceríamos apenas a Igreja da Natividade, local onde Jesus nasceu, mas vários pontos da Palestina, inclusive o muro que separa Israel da Palestina. Seguimos primeiro para alguns pontos onde era possível ver todo o território palestino, depois para a igreja da Natividade. Após visitarmos a igreja da natividade fomos até um ponto onde era possível ver o muro. A primeira reação foi de espanto! O muro é realmente enorme e é chocante ver um muro separando dois povos daquela forma.

      Após a visita ao muro retornamos para o ponto onde os ônibus para Jerusalém param. No retorno à Israel os ônibus passam por um controle na fronteira entre os dois Estados, sendo que todos os homens tiveram que descer do ônibus e os soldados Israelenses entraram no ônibus e conferiram os documentos das mulheres e crianças que ficaram a bordo. Do lado de fora formamos uma fila e os soldados conferiam o documento de cada um dos palestinos. Quando chegou a minha vez apresentei meu passaporte e o ´´visto´´ que me foi dado para entrar no país, o soldado olhou com cara de poucos amigos e permitiu meu retorno ao ônibus. Israel é um país incrível, mas me decepcionei muito com as pessoas do lugar. Em nenhum lugar, absolutamente nenhum, fomos bem atendidos ou nos sentimos bem vindos ali. Não expressam alegria, sorrisos e não fazem questão de atender os turistas bem em nenhum lugar, bem diferente do lado palestino onde fui super bem recebido. Confesso que já estava incomodado por estar ali e ser mal recebido em todos os lugares, o Brasil pode ter muitos problemas mas se tem algo que nosso povo pode se orgulhar é de sua hospitalidade, não vi isso em Israel. 
      No último dia seria Sábado, ou o Shabbat. Neste dia, que começa no pôr do sol de sexta e vai até o por do sol de sábado, o povo judeu para todas as suas atividades e o país também para. Em Tel Aviv não se vê muito isso, mas em Jerusalém todos os comércios fecham, o transporte para, por isso é importante se programar para quando visitar o país estar preparado para o Shabbat. Como o dia seguinte seria o nosso último na cidade nos programamos para dormir até mais tarde, mas antes compramos algumas coisas para comer no hostel pois sabíamos que nada iria funcionar no dia seguinte. No sábado acordamos mais tarde e fui para o portão de Damasco, lado muçulmano da cidade velha de Jerusalém onde tudo estava funcionando normalmente. Passei o dia na região e fui para o aeroporto a noite pois o meu voo para a Grécia seria de madrugada. Por causa do Shabbat o primeiro trem para o aeroporto seria apenas 19:30, desta forma tive que aguardar até este horário para ir para o aeroporto. 
      Outro ponto de atenção em Israel é a antecedência de chegada ao aeroporto para sair do país. Se eu achei a entrada complicada a saída foi muito pior, vários check points, revistas e perguntas de segurança até conseguir embarcar. Chegue com pelo menos 3h de antecedência de qualquer voo partindo de Tel Aviv, caso contrário você não irá embarcar. Estava super feliz por tudo o que tinha visto em Israel e por deixar o país ao mesmo tempo, realmente a hospitalidade do povo de lá deixou muito a desejar. Meu voo era para a ilha grega de Kos, mas antes faria uma conexão de 13h em Atenas. Atenas é uma cidade magnífica, já havia visitado a cidade antes (você pode ver no meu último post), e aproveitei o tempo de conexão para visitar a Acrópole novamente. Como estava acordado há mais de 36h eu estava realmente exausto, precisava de um banho e uma cama para dar uma cochilada. Junto com meu amigo consegui achar um hostel por 8 Euros onde deitamos por 3h e tomamos um banho, estava novo para encarar o próximo voo. Retornamos ao aeroporto e pegamos o voo para Kos, 40 minutinhos estávamos lá. 
      Kos não é uma ilha badalada como Santorini, mas tem um astral gostoso e um clima muito agradável. Teria dois dias na Ilha para conhecer alguns pontos históricos e visitar a árvore de Hipócrates. Hipócrates é considerado o pai da medicina e ele nasceu nesta ilha, debaixo desta árvore ele desenvolvia seus estudos e ensinava aos outros também. 

      Conheci vários outros pontos da Ilha, ruínas, etc. A Grécia é um lugar incrível, e o povo de lá torna tudo ainda mais incrível pois nos recebem de uma forma tão carinhosa e acolhedora que não da vontade de ir embora. Realmente é um dos povos mais amigáveis deste planeta. Kos fica muito perto da Turquia, 40 minutos de ferry boat e já estamos na Turquia. Fui até o porto da cidade e peguei o ferry para a Turquia, 40 minutos depois já estava na Turquia fazendo os trâmites de imigração que são necessários pelo fato da Turquia não fazer parte do acordo Shengen. O ferry chega em uma cidade chamada Bodrum que também tem um clima agradável e uma orla com muitos bares e restaurantes, apesar de não ter ficado na cidade voltaria pra conhecer melhor o lugar. De Bodrum peguei um ônibus para a cidade de Denizle, que fica a cerca de 4h de viagem. Denizle é uma cidade relativamente grande e eu ficaria lá por dois dias para conhecer Pamukkale e o seu castelo de algodão. Após 4h de ônibus estava em Denizle, no dia seguinte peguei um ônibus para Pamukkale e por ser um lugar muito pequeno foi super fácil chegar no castelo de algodão. O local tem este nome pois tem algumas formações calcárias branquinhas e com a água bem quentinha. O passeio é muito agradável e vale muito a pena a visita. No topo das montanhas existem as ruínas de Hierapólis, outro ponto incrível para ser visitado.

      Após conhecer o local retornei para Denizle para pegar o ônibus com destino Selçuk, cidade mais próxima de Éfeso, outro local histórico incrível para se visitar. Selçuk é uma pequena cidade no interior da Turquia, com um povo extremamente amigável e com um clima muito agradável, o objetivo era visitar as ruínas da cidade Éfeso, que fica a cerca de 4km da cidade. A distância pode parecer longa, mas a caminhada até Éfeso é super rápida ao lado de uma rodovia mas por um caminho muito agradável, não há necessidade de contratar transfer ou pagar transporte para chegar até o local. Éfeso é uma cidade grega antiga da região, por lá passaram alguns importantes personagens bíblicos, inclusiva Maria, mãe de Jesus. As ruínas são enormes e incríveis, uma visita surreal e uma oportunidade de voltar no tempo.

      No dia seguinte iria para a Capadócia. A visita a Capadócia é obrigatória para quem vai à Turquia, conhecer a região com formações milenares e fazer os famosos e incríveis passeios de balão é realmente maravilhoso. No dia seguinte levantei cedo, peguei um trem de Selçuk para Esmirna, cidade mais próxima com aeroporto. De lá peguei um voo para Kayseri. Kayseri é uma cidade grande e muito bem estruturada, apesar de não ser a cidade mais próxima de Goreme é a que tem a maior oferta de voos. Chegando em Kayseri peguei um ônibus para a rodoviária e de lá um ônibus para Goreme, a viagem dura cerca de 1h. Goreme é a principal cidade da região da Capadócia, lá ficam a maior parte dos hotéis e de onde decolam os famosos passeios de balão. Vale destacar que a Turquia é um país extremamente barato, mesmo Goreme que é uma cidade muito turística as coisas não tem um preço surreal como em outras cidades famosas de vários países. Cheguei em Goreme no início da noite, não havia mais o que fazer pela cidade, apenas descansar. No segundo dia levantei cedo e caminhei pela cidade e locais por onde conseguia ver as formações, além disso, fui procurar por agências onde pudesse contratar os passeios de balão. Depois de muita pesquisa encontrei o mais barato por 140 Euros. É caro? Sim! Mas valeu a pena cada centavo, a experiência é única. Voltei cedo para o hotel para descansar e no dia seguinte acordei bem cedo, pois as vans das agências nos pegam nos hotéis bem cedo pois os balões decolam antes mesmo do sol nascer. Estava muito frio, mas um céu lindo, sem nuvens, vento calmo, o passeio seria lindo. Fomos até um local onde vários balões estavam sendo preparados, após inflarem os balões decolamos. O voo dura cerca de 45min a 1h e é realmente incrível!


      Este dia seria o último na região da Capadócia, durante a tarde fiz um passeio para visitar outros locais, formações da região, etc. Valeu muito a pena, mas com certeza o ponto alto da viagem para esta região foi o passeio de balão. No dia seguinte precisava acordar cedo para seguir pra Istambul. Como Goreme não tem aeroporto contratei uma empresa de transportes que me levaria para Kayseri e de lá para Istambul, o voo dura cerca de 1h. Ao chegar no aeroporto de Ataturk a gente se impressiona pelo tamanho do aeroporto, ele foi inaugurado recentemente e é gigantesco com uma estrutura sensacional. Infelizmente não há metrô até o aeroporto, mas existe uma empresa chamada Havaist https://hava.ist/ que tem ônibus saindo do aeroporto para diversas regiões do país. Vale destacar que Istambul é uma cidade gigantesca, por este motivo é importante que você se hospede em pontos próximos aos principais pontos turísticos da cidade, desta forma você garante que o deslocamento seja mais fácil e barato. Peguei o ônibus no aeroporto em direção a praça Sultanahmet, que fica na parte antiga da cidade e próximo a mesquita Azul. Deixei as coisas no hotel e fui para a rua caminhar e conhecer a região. A mesquita Azul é gigantesca e impressiona, é possível visitá-la nos horários em que os muçulmanos não estão orando e ela fica exatamente na praça Sultanahmet. 

      Como Istambul é uma cidade muito grande é necessário muito tempo para explorar ela toda, mas além do dia da chegada eu teria mais dois dias na cidade onde eu visitei os mercados da cidade, a torre Gálata e fiz algumas caminhada pela Orla da cidade que tem um por do sol maravilhoso. Em Istambul, como toda cidade grande, é necessário ficar atento a algumas coisas. O oriente médio é uma área muito complicada e tensa, alguns ataques já aconteceram na cidade e por este motivo eu sempre evito aglomerações. Outra característica que havia lido sobre a cidade são as tentativas de golpe por engraxates. Você está simplesmente caminhando pela rua e eles percebem que você é turista, passam na sua frente e deixam a escova cair de propósito, você ao tentar ajudar pega para entregar a ele e ele como forma de gratidão se oferece para engraxar os seus sapatos, mesmo que você esteja de tênis. A oferta que antes era gratuita depois é cobrada pelo cidadão, que com certeza não cobrará um valor pequeno. Em Istambul jogaram esta escova na minha frente por duas vezes, como já sabia do golpe passei como se não tivesse visto, eles pegaram e tentaram aplicar o golpe em outras pessoas. Portanto, fiquem atentos a isso. Não deixem de visitar o grande bazar, ainda que você não compre nada é muito legal se perder naquele lugar e ver um pouco da cultura dos Turcos e da forma como eles negociam. 
      Depois de três dias em Istambul eu segui para Dubai, peguei o ônibus da empresa Hava Ist e cheguei bem cedo no aeroporto de Ataturk. Assim como a maioria aeroportos do oriente médio você passa pela inspeção de segurança antes de chegar no check-in, isto acontece devido aos problemas da região, o aeroporto de Ataturk inclusive já foi palco de atentados em 2016 e por este motivo a segurança é redobrada. Chegando em Dubai pela manhã peguei o metrô em direção ao hostel onde ficaria. Para sair do aeroporto de Dubai a forma mais fácil e barata é o metrô, mas fique atento pois o bilhete tem valores diferentes de acordo com a estação onde você vai desembarcar. Como o metrô alcança vários pontos turísticos eu recomendo que você compre os passes diários do metrô por 22 Dirhans, com ele você pode andar por todas as zonas quantas vezes quiser durante um dia inteiro, para se ter uma ideia um passe apenas de ida para percorrer três zonas custa 10 dirhans, portanto, o passe diário vale muito a pena. Fiquem atentos somente a divisão de vagões no metrô de Dubai, os vagões das pontas são especiais, sendo uma ponta exclusivo para mulheres e a outra ponta os vagões Gold Class, que tem bancos mais confortáveis e estão um pouco mais vazios. Outro ponto importante é a proibição de beber ou comer nos recintos do metrô, portanto, fiquem atentos. Como tinha andado o dia inteiro em Istambul, ido cedo para o aeroporto e voado a madrugada toda até Dubai, estava muito cansado. Decidi que iria até o Dubai Mall conhecer o maior shopping do mundo e ver o maior prédio do mundo, almoçar e retornar para o hostel para descansar. O Dubai Mall é gigantesco, fui nele por várias vezes e não conheci tudo. Na parte de fora é possível ver o Burj Khalifa, maior prédio do mundo. É possível subir nele, mas os ingressos tem horários reservados e mais baratos se comprados com antecedência pela internet. Não tinha interesse em subir no prédio, por isso não comprei o ingresso.
      No segundo dia na cidade acordei cedo e fui visitar os principais pontos da cidade. O primeiro lugar foi o Burk Al Arab, famoso hotel 7 estrelas em formato de barco a vela. Para chegar no hotel é só descer na estação Mall Of The Emirates e ir caminhando por cerca de 3km, o local é reto assim como toda a cidade de Dubai, mas o sol é muito quente, fui no outono peguei agradáveis 33 graus. Imagina no verão? As temperaturas passam dos 40 graus facilmente, portanto programem-se para visitar a cidade em épocas menos quentes. Caminhei até a região do hotel e a praia publica que fica ao lado dele para tirar algumas fotos, realmente impressiona. 

      Dubai é um grande canteiro de obras, a cidade está em constante modificação, por isso não será difícil ver andaimes e guindastes por toda a cidade. Voltei a pé para o Mall of the Emirates onde almocei e durante a tarde fui conhecer a região da Marina de Dubai. Esta região é muito linda com vários bares, restaurantes e praias para aproveitar. O que mais me impressionava na cidade eram as construções.

      Após visitar a região da Marina de Dubai peguei o metrô novamente e fui para o Dubai Mall, lá eu ia aguardar até as 18h para assistir ao show das águas que acontece em frente ao Dubai Mall todos os dias à partir das 18h. Recomendo que cheguem cedo para pegar um lugar legal para assistir pois a praça fica lotada. O show dura pouco mais de três minutos mas é impressionante.

      Após o show jantei no próprio shopping e retornei para o hostel. No dia seguinte levantei bem cedo para visitar outros pontos da cidade e conhecer o mercado do ouro, que fica em uma área menos turística da cidade com construções mais modestas e trânsito caótico, mas impressiona pela ostentação do lugar. Nem ousei perguntar os preços das coisas, mas olhando a foto abaixo da pra imaginar, né?

      É muito ouro! Saindo de lá fui até o Dubai Frame, uma moldura gigantesca toda revestida em ouro. É possível subir nela para tirar algumas fotos, mas não achei que valia a pena o valor a ser pago. Entretanto, apreciar ela de fora já é algo que fale a pena pois é gigantesca e imponente. 

      No dia seguinte seria meu último dia na cidade. Como havia conhecido todos os pontos resolvi ir cedo até a Marina de Dubai e curtir uma praia, que estava vazia e com a água bem quentinha. Passei a manhã ali e depois de tomar um banho no hostel fui até o Dubai Mall novamente para almoçar e dar uma ultima visitada naquela região e ver o Burj Khaliffa pela ultima vez, ele realmente impressiona. 

      Voltei para o hostel para descansar pois, mais uma vez, ia precisar passar a noite no aeroporto pois o meu voo para o Brasil era muito cedo. Sobre Dubai muitos acreditam ser uma cidade extremamente cara e muito luxuosa, entretanto Dubai é uma cidade para todos os públicos. Para nós mochileiros é possível gastar menos de 100 dirhans por dia incluindo alimentação e transporte, mas aqueles que gostam de ostentar o céu é o limite, pois a cidade realmente tem opções extremamente caras e luxuosas. Afirmo com total certeza que Dubai é uma cidade acessível a todos, muito mais do que Israel, por exemplo, que foi o país mais caro que visitei nesta viagem. Enfim, este é mais um relato que divido com vocês. Espero que possa servir de referência e inspiração para a viagem de muitos aqui do blog, este mundo é maravilhoso e tem muita coisa a ser explorada. Sou uma pessoa que gosta muito de escrever e enquanto estava na Turquia escrevi um texto sobre tudo o que estava vivendo nesta viagem e gostaria de compartilhar com vocês:
      Ser mochileiro é sair da zona de conforto;
      É abrir mão do supérfulo e desfrutar ao máximo das coisas simples que cada lugar oferece;
      É deixar de lado a praticidade de um carro e se aventurar nas ruas de cada cidade, conhecendo assim os hábitos e a cultura de cada lugar.
      Ser mochileiro é se virar apenas com o básico e passar alguns perrengues, pois eles fazem parte de cada viagem e com eles tudo fica mais legal.
      Ser mochileiro é saber dividir o espaço, é abrir mão da sua privacidade e interagir com pessoas do mundo inteiro, conhecendo e respeitando os costumes e a cultura de cada um.
      Ser mochileiro é ter o mundo como a sua casa, é dormir em um país cristão e acordar em um muçulmano e se encantar com as diferenças, mesmo que elas pareçam absurdas para os seus costumes.
      Ser mochileiro é dormir hoje pensando no amanhã, planejando como você chegará naquele lugar que você quer visitar, mesmo que você tenha que ir caminhando por alguns quilômetros.
      Ser mochileiro é ter coragem, ser aventureiro, é saber que cada viagem terá seus desafios, mas que no final aquele país, aquela cidade e cada ponto valerá a pena.
      Ser mochileiro é sorrir (ou chorar) de alegria por estar no lugar que tanto sonhou, mesmo que seus pés estejam cansados de tanto andar e os ombros doloridos de carregar tantas coisas por tantos lugares.
      Ser mochileiro é agradecer a Deus todos os dias pelas oportunidades e lugares visitados, pois muitos gostariam de estar no seu lugar.
      Ser mochileiro é sentir saudades de casa, do seu país, da comida e dos costumes, mas acima de tudo entender que ter o mundo como a sua casa é uma escolha, e eu? Eu escolhi viajar!
      Um grande abraço a todos e muitas viagens!
       
       
       


    • Por Karina Faria
      Roteiro em Mykonos
          Roteiro em Mykonos
      Na nossa sugestão de roteiro em Mykonos, você vai passar 4 dias na ilha curtindo tudo de bom que a ilha mais famosa da Grécia tem a oferecer, independente do seu gosto ou bolso. É verdade que, de maneira geral, Mykonos não é uma ilha barata, mas ainda assim é possível economizar.
      LEIA TAMBÉM:Como economizar em Mykonos: 8 dicas p/ você não falir na ilha mais cara da Grécia
      Se você vai viajar a Mykonos não deixe de ler este post até o final, pois ele está cheio de dicas que vão facilitar muito a sua viagem. Tem sugestão de restaurantes, dos melhores e mais famosos beach clubs da ilha e das melhores praias também.
      Não importa se você vai alugar um carro ou não, neste artigo eu também dou muitas dicas para você usar o ônibus local.
      Assim, não deixe de ler este roteiro em Mykonos porque ele está super completo e bem detalhado.
       
    • Por Karina Faria
      Roteiro em Santorini: 1, 2 e 3 dias
          Roteiro em Santorini: Saiba o que fazer de melhor na ilha em 1, 2 e 3 dias

      Um roteiro em Santorini de 3 dias completos é uma excelente opção para quem vai visitar a ilhas mais famosa e fotografada da Grécia pela primeira vez. Afinal, neste tempo você consegue conhecer tudo que tem de mais especial para se fazer na ilha.
      Assim, o ideal mesmo é que você fique pelo menos 3 dias na ilha. Mas, como eu sei que nem sempre isto é possível eu preparei um roteiro de 1, 2 e 3 dias na ilha, de acordo com aquelas atividades que são mais importantes e interessantes.
      Então, não deixe de ler este artigo até o fim porque este roteiro em Santorini está perfeito. Cheio de dicas muito importantes para a sua viagem. Além disso, eu também ensino direitinho como chegar na parte mais famosa e fotografada de Santorini; A igrejinha de cúpula azul, cartão postal da ilha.
       
       
    • Por Karina Faria
      ATENAS EUROPA GRÉCIA Roteiro em Atenas de 2, 3, e 4 dias! Um roteiro inusitado pela capital da Grécia
      Roteiro em Atenas
      m Atenas: Um roteiro cheio de ruínas, histórias e lindas praias Montar um roteiro em Atenas é, de maneira geral bem simples. Afinal, a cidade é pequena, tem poucas coisas para se fazer e todas as principais atrações turísticas da cidade ficam bem perto uma da outra.
      Neste post montei um roteiro bem detalhado, com indicação de restaurantes, de onde fazer compras e etc. Além disso, tem muita dica bacana também que, com toda a certeza será muito útil durante a sua viagem.
      Assim, se você vai viajar para Grécia, não deixe de dar uma olhada neste roteiro em Atenas porque ele está bem detalhado e informativo


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